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As principais seleções asiáticas que já disputaram a Copa do Mundo 

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As seleções asiáticas sempre foram protagonistas de momentos inesquecíveis nas Copas do Mundo. Da primeira aparição histórica da Coreia do Sul em 1954 às zebras do Catar 2022, a Ásia vem construindo uma trajetória cada vez mais respeitada no futebol mundial. E com a Copa do Mundo de 2026 já em andamento, vale conhecer quais são os principais representantes do continente e o que fizeram até aqui.

Para quem acompanha o torneio de perto, conferir as Odds da Copa do Mundo 2026 é uma boa forma de entender como os especialistas avaliam as chances de cada seleção, incluindo os times asiáticos.

Coreia do Sul: a mais consistente da Ásia

A Coreia do Sul é, sem dúvida, a seleção asiática com a história mais rica nas Copas do Mundo. Estreou em 1954, na Suíça, com duas goleadas sofridas. Hoje, porém, o cenário é completamente diferente.

Desde 1986, os “Guerreiros Taeguk” estão presentes em todos os Mundiais, chegando a 11 participações consecutivas em 2026. Uma regularidade que supera potências tradicionais como a Itália.

O ponto alto da trajetória sul-coreana veio em 2002, quando o país sediou a Copa ao lado do Japão. Com Hong Myung-bo como capitão, a seleção eliminou Itália e Espanha e chegou às semifinais. Perdeu para a Alemanha por 1 a 0 e encerrou o torneio em quarto lugar, após derrota para a Turquia. Ainda é o melhor resultado de qualquer seleção asiática em Copas do Mundo.

Hoje, Hong Myung-bo está no banco de reservas, guiando uma equipe que reúne:

  • Son Heung-min (atacante, Los Angeles FC), ídolo nacional e ex-destaque do Tottenham
  • Kim Min-jae (zagueiro, Bayern de Munique), pilar defensivo da equipe
  • Lee Kang-in (meio-campista, PSG), responsável pela criatividade no meio

Japão: a principal força asiática recente

Desde sua estreia em França 1998, o Japão não perdeu uma Copa sequer. A edição de 2026 marca sua oitava participação consecutiva, consolidando os japoneses como referência do futebol asiático.

A evolução foi notável. Em 2022, no Catar, o Japão eliminou Alemanha e Espanha na fase de grupos, duas campeãs mundiais. Chegou às oitavas de final, repetindo campanhas de 2002, 2010 e 2018.

Esse crescimento tem raízes nos investimentos feitos desde a criação da liga profissional japonesa em 1991. Se em 2010 apenas quatro jogadores atuavam fora do país, nos últimos torneios praticamente todo o elenco joga na Europa, em clubes como Arsenal, Monaco e Real Sociedad.

Arábia Saudita e Irã: outros nomes importantes

A Arábia Saudita protagonizou uma das maiores surpresas da história em 2022, vencendo a Argentina, então favorita ao título, por 2 a 1. O resultado, combinado com a vitória japonesa sobre a Alemanha na mesma fase, marcou a primeira vez que duas seleções asiáticas venceram duas campeãs mundiais no mesmo torneio.

O crescimento saudita tem respaldo financeiro: o país investiu bilhões no futebol por meio do Fundo de Investimento Público, fortalecendo tanto a seleção quanto a liga local.

Já o Irã é uma presença constante nos últimos Mundiais, com seis participações no total. Apesar de nunca ter passado da fase de grupos, os iranianos mostram competitividade crescente e seguem sendo tricampeões continentais.

O peso crescente da Ásia nas Copas

Até hoje, 146 partidas de Copa do Mundo contaram com a presença de seleções asiáticas. Um número que cresce a cada edição e reflete o desenvolvimento do futebol no continente.

Em 2026, Coreia do Sul, Japão e outras seleções asiáticas têm a chance de escrever novos capítulos nessa história. Quem quiser acompanhar de perto cada partida e ainda aproveitar as melhores odds do torneio pode apostar na Betfair, uma das maiores plataformas de apostas esportivas do mundo.