O Comércio Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Cuiabá (MT). O esquadrão Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 10 de Agosto de 1931, na capital do Mato Grosso.

A Diretoria que tomou posse em 1936, foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Manoel Soares de Campos;

Vice-Presidente - Dr. Henrique José Vieira Neto;

1º Secretário - Álvaro Duarte Monteiro;

2º Secretário - Alcides Leite Pereira;

1º Tesoureiro - Gastão Proença;

2º Tesoureiro - Pioravanti Barbieri;

Orador Oficial - Vasco R. Palma;

Diretores Esportivos - Otávio Leite Pereira, Aclyne Cavalcanti de Mattos e Danglars Canavarros.

Meses depois, o Estádio do Comércio foi construído graças ao empenho do presidente, o farmacêutico Manoel Soares de Campos, nascido no Estado do Rio de Janeiro. Inaugurado na segunda-feira, do dia 07 de Setembro de 1936, surgia o 1º estádio de Cuiabá, situado na Praça de Esportes do Liceu Cuiabano.

O clube foi o 1º Campeão do Campeonato Cuiabano de 1936. Além desse ano, o Comércio esteve presente nas edições de 1937 e 1938. Voltando ao título de 1936, a campanha do Comercio foi a seguinte:

Domingo, dia 04 de Outubro

Comércio

2

X

0

Paulistano

Domingo, dia 25 de Outubro

Comércio

1

X

1

Americano

Domingo, dia 15 de Novembro

Comércio

2

X

0

Tipográfica

Domingo, dia 06 de Dezembro

Comércio

3

X

1

Destemido

Sexta-feira, dia 25 de Dezembro

Comércio

2

X

1

Mixto

Domingo, dia 03/Janeiro/ 1937

Comércio

1

X

1

Dom Bosco

FONTES:  Livro “Reminiscência do Futebol Cuiabano” – O Estado de Mato Grosso

 

 

 

O Apodi Esporte Club é uma agremiação do Município de Apodi (RN). O Tricolor Apodiense foi Fundado no domingo, do dia 23 de Março de 2003, como UNIVAP (União do Vale do Apodi). As suas cores: vermelho, branca e azul.

A equipe manda os seus jogos no Estádio Antônio Lopes Filho, com Capacidade para 5 mil pessoas. O município fica a 342 km da capital (Natal) potiguar, e a sua população é de 36.323 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2017.

O UNIVAP, que disputava as categorias de base da Federação Norterio-grandense de Futebol (FNR), participou em 2007 pela primeira vez da categoria profissional, disputando o Campeonato Potiguar da Segunda Divisão e terminando em 3º lugar, com o nome de Apodi Esporte Club.

 

FONTES: Wikipédia – Página do Clube no Facebook – Blog do clube – Federação Norterio-grandense de Futebol (FNR) 

 

O Campinas Futebol Clube, da cidade de Campinas-SP, foi fundado na data de 7 de setembro de 1928.

Sua sede ficava na famosa Vila Industrial, daí ser conhecido como “Tricolor Vilense”.  Também era conhecido por “Moleque Apeano”.

Os fundadores do Campinas Futebol Clube foram Guido Bonturi, Adolpho Bonturi, Dino Bonturi, Antônio Bento Gonçalves, José Tavil, Firmino Gomes, Afonso Guarulhos, Álvaro Urbano, Antônio Ferreira e o esportista Elegância.

Seu primeiro presidente foi o senhor Francisco Muniz Pacheco.

O “Tricolor Vilense” fazia contra o Guarani FC o famoso derby campineiro. Guarani FC x AA Ponte Preta era o clássico máximo.

Dentre suas principais conquistas, destacamos: Campeão da Terceira Região da APEA em 1931, Campeão da Série Campineira de 1934 e Campeão do Torneio Início da Liga Campineira de Futebol em 1935 e 1937.

O Campinas Futebol Clube encerrou suas atividades na década de setenta.

Fontes: A Gazeta (dos anos de 1931 e 1932) e o historiador Celso Franco.

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Bahia Illustrada / BA

 

FONTE: Acervo de Marcelo Santos, Marcelão, ex-goleiro da Cabofriense 

 

 Em pé: Valdir. Enio Rodrigues. Oby. Valdo. Ivo e Orlando.

Agachados: Carlito. Breno. Pedrinho. Enio Rodrigues e Orcely.

 

Esquadrão do Renner de Porto Alegre no primeiro jogo contra a Seleção Alagoana em excursão a Alagoas

Em 1954 o Renner de Porto Alegre jogou duas partidas em Maceió. Era o primeiro clube gaúcho a visitar o Estado Nordestino.

Tinha conquistado o campeonato gaúcho da temporada e veio com muito cartaz. Possuía grandes jogadores e, alguns deles terminaram jogando na seleção brasileira.

O 1º jogo aconteceu no dia 27 de dezembro. O Renner perdeu para a Seleção Alagoana por 3 x 2. Um resultado que foi contestado pelos gaúchos que não aceitaram o segundo pênalti marcado pelo arbitro alagoano, Adalberto Silva. O goleiro Valdir de Moraes não quis ficar no gol para a cobrança. O juiz mandou cobrar com o meta gaúcha vazia. Era o gol da vitória alagoana. Orizon fez os dois de pênalti e Géo completou os gols do locais. Joeci e Enio Andrade marcaram para o Renner.

O jogo foi bom até o momento em que o juiz assinalou o segundo pênalti contra os visitantes.

O marcador era de 2 x 2 e demonstrava o equilíbrio entre as duas equipes.

Depois de muita conversa os dirigentes azulinos conseguiram convencer os gaúchos a retornarem ao campo e terminarem o jogo.

Foram os piores momentos da partida.

O Renner fazendo o tempo passar.

A seleção perdeu o interesse pelo jogo e a própria torcida não sentiu mais nenhuma emoção pela vitória.

A Seleção Alagoana venceu com Epaminondas. Dirson e Orizon. Piolho. Zanélio e Mourão. Cão (Helio Miranda). Dida. Cécé. Bequinho (Tonheiro) e Géo.

Três dias depois, no mesmo campo do mutange, o Renner voltou para enfrentar o CSA.

Os gaúchos exigiram que o juiz fosse Aparicio Viana que acompanhava a delegação na temporada pelo Nordeste.

O resultado final foi de 1 x 1.

O CSA com um time bem entrosado realizou uma grande exibição.

O Renner, esquecendo os problemas do domingo, também fez por merecer os elogios.

O publico assistiu um grande espetáculo. Um futebol de alto nível. Os alagoanos começaram de forma arrasadora. Assinalaram seu gol através do ponteiro Géo e realizaram um jogo de boa técnica e rapidez nas jogadas. No segundo tempo, os alagoanos cansaram e os gaúchos continuaram com a mesma regularidade.

E mantendo o ritmo, chegaram ao empate através de Juarez. Foi um grande jogo e que apagou a má impressão deixada na partida anterior quando os lamentáveis acontecimentos envolveram os jogadores do Renner e o juiz Adalberto Silva.

O CSA jogou com Almir. Paulo Mendes e Orizon. Piolho. Zanelio e Napoleão. Italo (Deda). Dida. Sued. Netinho e Géo.

O Renner com Valdir (Albertino). Enio Rodrigues. Léo (Ody). Ivo Medeiros (Gago). Bonzo (Valdo) e Orlando. Carlito. Breno. Pedrinho (Juarez). Enio Andrade e Joeci (Orely).

 

FONTES: Esquadrões de Futebol – Futebol Gaúcho – Wikipédia – História do Futebol Alagoano

 

 

Fonte: facebook Guarapaes Gec

 

 

O Esporte Clube Rondônia é uma agremiação da cidade de Porto Velho (RO). O “Canarinho de Porto Velho” foi Fundado na sexta-feira, do dia 24 de Outubro de 1969. A sua Sede fica localizada na Avenida Sete de Setembro, nº 5.048, no Bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho.

Sob a presidência de Bosco Gouvêa, o Rondônia foi Campeão do Torneio Início de 1982, vencendo na final o Ipiranga pelo placar de 1 a 0. O gol que deu o título saiu aos 18 minutos do segundo tempo, por intermédio do lateral-esquerdo Teixeira. O time foi formado com: Carpanini; Nemézio, Nelson, Izael e Teixeira; Rodilson, Cesário e Jordano; Pinto, Teodózio e Valdemir.

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

 

PS.: O Torneio Início foi realizado, no domingo,  no dia 07 de Março de 1982

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

O Paula Ramos Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Florianópolis (SC). O clube das cores preto, vermelho e branco foi Fundado na quarta-feira, do dia 15 de dezembro de 1937, nas areias da Praia de Fora (atual Beira-Mar Norte).

O clube fora inicialmente criado para a prática da natação. Seus fundadores foram: Porfírio Almeida Gonçalves, João Cristakis, Moacir Schtell, Júlio Ferreira Lobo, Arnoldo Sabino, Adolfo Monteiro Pinto, Rubens Sabino, Abelardo Rupp, Jonas de Oliveira, Dionísio Freitas, Osval Pereira Baixo, Olímpio Monteiro Pinto, Bruno Boos, Adolfo Boos, João José Cunha e Antônio Araújo Figueiredo.

O nome do clube foi sugerido por Dionísio Freitas, em homenagem ao local em que os fundadores da agremiação realizavam suas reuniões, o trapiche Vitorino Paula Ramos. O 1º presidente do Paula Ramos foi Porfírio Gonçalves, tendo Francisco Melo como vice.

No futebol, entre 1937 e 1943, o Paula Ramos participou apenas de competições amadoras. Profissionalizou-se em 1944. Tornou-se bicampeão Citadino de Florianópolis, em 1947 e 1948. Em 1948 foi vice-campeão estadual.

Em 1959, obteve a maior conquista de sua história: o Campeonato Catarinense daquele ano. Os títulos conquistados foram: no Campeonato Citadino de Florianópolis, foram seis conquistadas: 1947, 1948, 1956, 1961, 1962 e 1964. No Torneio Início de Florianópolis, outros dois: 1954 e 1956.

FONTES: Wikipédia – Estado (SC)

 

O Taça Brasil de 1964, foi a sexta edição deste torneio organizado pela, na época, pela Confederação Brasileira de Desportos (atual: CBF), a fim de indicar o campeão brasileiro daquele ano, para definir o representante brasileiro na Taça Libertadores da América de 1965. O Santos sagrou-se campeão pela quarta vez consecutiva, após vencer a final contra o Flamengo.
Esta edição contou com a participação de 22 clubes (21 campeões estaduais e o campeão da edição anterior), sendo que os campeões dos estados de São Paulo e da Guanabara já entravam na fase final.

 

Regulamento

A Taça Brasil de 1964 foi dividida em duas fases. Na primeira os clubes foram divididos nos seguintes grupos: Grupo Norte, Grupo Nordeste (que se enfrentam para decidir a vaga destinada ao Grupo Norte), Grupo Central e Grupo Sul (que se enfrentam para decidir a vaga destinada ao Grupo Sul). Na segunda e decisiva fase, os vencedores da primeira fase enfrentam os clubes pré-classificados na semifinal, e os vencedores decidem o título do campeonato.

Critérios de Desempate

Todos os jogos da Taça Brasil de 1963 foram disputados em modo eliminatório (mata-mata) em dois jogos de ida e volta. A equipe que somar mais pontos passava para a fase seguinte. Caso nos dois jogos as equipes tivessem o mesmo número de pontos (dois empates ou uma vitória para cada lado independente do número de gols entre os jogos) era disputado um jogo extra. Nesta partida, caso persistisse o empate, o time que tivesse o maior “goal-average(média dos gols marcados dividido pelos gols sofridos) nas três partidas da fase era o vencedor. Se mesmo assim o empate persistisse, a vaga seria decidida no cara ou coroa.

O River Atlético Clube, de Teresina (PI) acabou caindo, logo, na 1ª Fase. No primeiro jogo, goleou o Maranhão por 4 a 1. No segundo, o clube maranhense, em casa, venceu por 3 a 2. Sendo assim, foi necessário um terceiro jogo. Nessa partida, o Maranhão venceu por 2 a 1, eliminando o River da Taça Brasil de 1964.

 

 

FONTES: Wikipédia – Site do Buim, de Severino Buim

 

 

Fonte: O Liberal / PA

 

Fonte: O Liberal / PA

 

Fonte: O Liberal / PA

 

 

Este torneio eliminatório teve como objetivo arrecadar fundos para a Sociedade Lageana de Auxílio aos Necessitados. Abaixo os resultados:

Data: 27 de fevereiro de 1955
Local: Lages / SC

1º jogo – Pinheiros 2-0 Lages
2º jogo – Vasco da Gama 1-1 Internacional (3-2 pen)
3º jogo – Aliados 0-0 Pinheiros (2-1 pen)
Final     – Aliados 1-0 Vasco da Gama

Campeão – Aliados Futebol Clube (Lages / SC)

Fonte: Correio Lageano / SC

 

O Esporte Clube Encantado é uma agremiação da cidade de Encantado, que fica a 148 km da capital Porto Alegre (RS). A equipe manda os seus jogos no Estádio das Cabriúvas, com Capacidade para 3 mil pessoas, situado na Rua Guerino Luca, s/n, no Bairro Zacarias, no Encantado.

O “Alvirrubro Encantadense” foi Fundado na terça-feira, do dia 21 de Abril de 1942. A Sede fica localizado na Rua Sete de Setembro, nº 2.204, no Centro da cidade.

História

Em 1º de março de 1942, numa das dependências do Café Sana, reuniram-se os desportistas de Encantado para fundar o Esporte Clube Encantado, tendo sua primeira diretoria formada por: Hugo Madureira Coelho, Presidente Romano De Nes, Secretário Paulo Bergamaschi, Tesoureiro e Armando Reali, como técnico.

Esta diretoria após a organização do Clube, tomou posse a 21 de abril do mesmo ano, data em que ficou oficializada a fundação da Entidade. O esquadrão principal era formado, praticamente dos mesmos atletas de 1940, com a saída de alguns e ingresso de outros.

Em 1949 formavam a equipe principal do Esporte Clube Encantado: Osvaldo, Alcir Periolo, Orlando Lucca, Neudy Bonfanti, Jovino Periolo, Sérgio Nardini, Nelci, Altamir, Nercy Angheben, Avelino Martini, Henrique Treméa, o veterano Leonório Secchi, (Noi) e Vitor Berticelli.

 

Em 19 de junho de 1950, o Prefeito Municipal em exercício, Miguel Luiz Pretto, sancionava a seguinte Lei: “LEI nº 86, de 1º de junho de 1950: Autoriza a doação de uma área de terras situadas na zona suburbana desta cidade à Sociedade ESPORTE CLUBE ENCANTADO, de 21 a 23 mil metros quadrados, para a prática de esportes — Futebol, Vôlei, Tênis e outros semelhantes para educação física. A denominação da Praça de Esportes será “Estádio das Cabriúvas”.

Títulos
Em 1954, o Esporte Clube Encantado, novamente desponta no cenário desportivo gaúcho, sagrando-se Campeão da Zona Leste, na categoria de amadores, a 10 de outubro, ao empatar com o Brasil Futebol Clube de Farroupilha (atual SERC Brasil).

Era Presidente do Encantado o desportista Nicodemo Martini, Secretário Genuino A. Ferri, técnico, Aurélio Hélio Moesch Massagista, Abel Pereira e a Madrinha, Norma Martini.

Em 1958, o Esporte Clube Encantado, disputando na categoria de Profissionais,  2ª Divisão, conquistou o título de vice-campeão da Zona Planalto. Outro título importante foi conquistado pela agremiação em 1967, de Vice campeão da Zona 1 -  Campeonato Estadual 1ª Divisão de Profissionais.
Vitor Berticelli, esforçado batalhador pelo esporte bretão, a partir de 1958, após “pendurar as chuteiras”, devido a uma lesão, passou a dirigir o Esporte Clube Encantado, inclusive como técnico.

Nessa época, durante um recesso do Clube, organizou um time de verão, denominado “Estrela Vermelha”, com os próprios jogadores do Clube, com curta duração. Vitor em 1971, em seu restaurante, onde se reuniam os desportistas, lançou a feliz ideia de convidar, para dirigir o Clube, um grupo de moças fãs do esporte.
1971: Clube elegem diretoria composta por homens e mulheres

Em 16 de agosto de 1971, os desportistas encantadenses elegiam, pela primeira vez no Brasil, a Diretoria do Esporte Clube Encantado, integrada por elementos do sexo feminino, nos cargos principais, com a seguinte constituição:
Presidenta: Jurema Bagatini;

Vice-presidente: Marta Kummer;

Secretária: Dione Maria Pavéglio;

2º Secretário: Lício Caumo;

Tesoureiro: Erno Pederiva;

Técnico: Vitor Berticelli.

Os Departamentos e as Comissões eram formadas por: Gladis Sangalli, Ivone Zanotelli Bigolin, Juraci Spagnollo, Lorena Bergamaschi, Vanira M. Ferri, Carmem Klima, Nedi Sandri, Claudete Cucciolli e Elaine Leite.
Esta Diretoria obteve repercussão de âmbito Municipal, Estadual, Nacional e Internacional, de vez que a imprensa de todo o Brasil comentou o fato, tendo sido convidada para participar de programas de rádio, televisão e jornais.
Em 20 de fevereiro de 1972, o Esporte Clube Encantado iniciava as disputas, visando o Campeonato Gaúcho, tendo como técnico, Marcos Garcia, passando Vitor Berticelli para Diretor de Futebol.

Em 1972, sagrou-se campeão na Categoria de Profissionais, 1ª Divisão, classificando-se para a disputa da Mini Taça Governador do Estado.  Atuaram nesta etapa os atletas: Luiz, João, Hélio, Valdir, Edílio, Eleutério, Mário, Bodinho, Malomar, Enio e lvaldo.
A 8 de agosto de 1972, tendo a Diretoria feminina cumprido seu mandato, foram eleitos para dirigir o Clube, Airto Gomes Aduar Borghetti, como Presidentes e Nelson Bergamaschi e Salin Chanan como vice-Presidentes.
Na fase seguinte o Esporte Clube Encantado, sagrou-se Campeão do torneio da Mini Copa Governador do Estado, classificando-se para a Copa Governador do Estado, em 1973, quando conseguiu o segundo lugar nesta categoria, obtendo o “passaporte” para a Divisão de Honara do Futebol Gaúcho, o “Gauchão”.

Esta classificação foi obtida pelos atletas Franck, Sidney; Valdir, Queco, Edujo, Mário, Celso, Bodinho, Malomar Enio, Ademir, João Radaelli, Nana, Paulo, Joãozinho, Ronaldo, Betinho, Rui, Dilvar e Soares.
Em agosto de 1973, o atleta do Esporte Clube Encantado, Ênio Fontana, foi convocado, pela Federação Gaúcha de Futebol, para integrar a Seleção Gaúcha do Interior a fim de excursionar para o Uruguai, Argentina e Chile. Para disputar o Campeonato da Divisão de Honra, o Esporte Clube Encantado, necessitava de melhores condições de seu Estádio, no que foi favorecido pela Prefeitura Municipal, na gestão de Evaldo Zílio, com a construção de 1.200 metros de arquibancadas de concreto, novos vestiários, sanitários e banheiros, fazendo com que o Estádio das Cabriúvas oferecesse as condições mínimas exigidas.
Antes do início do Campeonato o Esporte Clube Encantado recebia, em seu Estádio, a visita dos dois maiores Clubes do Estado, Grêmio e Internacional em duas partidas amistosas, respectivamente a 23 de junho e 21 de julho de 1974.
A quatro de agosto do mesmo ano, o Encantado, fazia sua estreia oficial no Gaúcho, realizando o maior feito esportivo da temporada, ao enfrentar o Grêmio Porto-alegrense em pleno Estádio Olímpico, vencendo, na primeira etapa, por três a zero. No segundo tempo, o Grêmio, com o auxílio do Juiz, segundo os jornais da época, conseguiu empatar a partida, após a expulsão de dois jogadores do Encantado.
Atuaram nesta partida, incentivados por uma enorme torcida do “Leão do Vale“, os atletas: Franck, Coti, Valdir, Ronaldo Betinho Rui, Nana, Clóvis, Malomar, Enio e Soares. Participaram ainda, João Ferri e Celso, em substituição.

Por diversas vezes o Esporte Clube Encantado participou dos testes da Loteria Esportiva sendo a última no teste nº 223, em Novo Hamburgo, quando perdeu por um a zero.

 

Em 1974, época áurea do futebol encantadense, bem como nas disputas de 1975, atuaram os atletas: José Carlos Franck (Franck), Humberto Chittó (Careca), João Agostinho Ferri (João), Valdir Antônio Virgulino (Valdir), Ronaldo Henrique Becker (Ronaldo), José Valmor dos Santos Rosa (Betinho), Lucrécio Moesch (Queco), Edílio Fontana (Edílio), Ivaldo Boeira Caral (Mickey), Celso Ruschel (Celso), Enio Fontana (Ênio), Adair Lopes Bicca (Adair), Enio Costa (Enio), Cleber Schaeffer (Cleber), Paulo Lopes (Xaxá), Cláudio Ari Mariani (Ari), Adroaldo Signorelli (Adroaldo), Paulo Moacir Rodrigues (Moacir),Rubem Brandão Nunes (Rubem), Eleutério Agnoletto (Telo), Djair Cardoso da Silva (Djair).
Vitor Berticelli da Silva: nos meios esportivos, chegou a ser sinônimo de Encantado. Foi elogiado por muitas pessoas importantes no futebol como pelo Diretor do Departamento Profissional da Federação Gaúcha, Gastão Prudente, que disse: “todos os clubes do interior deveriam ter um Vitor Berticelli”.

 

Vitor, na famosa partida do E.C.E. contra o Grêmio, prometera que viria de Porto Alegre a Encantado, a pé, caso seu time vencesse. O Grêmio, depois de estar perdendo por três a zero, conseguiu aos 46 minutos do segundo tempo, empatar a partida, que já estava em 3 a 2.

 

O Esporte Clube Encantado, em 1975, tendo de volta, como técnico, Vitor Berticelli e na presidência Raimundo Bolsi, disputou a Copa Cícero Soares, sagrando-se Campeão, com todos os méritos, fazendo jus ao prêmio de Cr$ 20.000 (Cruzeiros) na época.
Em outubro de 1975, o E.C.E. apareceu, em destaque, juntamente com o Internacional, na capa da Revista Carnet, em sua edição de nº 37, com os componentes de seu quadro principal, com a legenda: “O Esporte Clube Encantado é uma das novas tradições do futebol gaúcho”.

 

Em 1979, o E.C.E., sob a Presidência de Adroaldo Conzatti, assessorado por Nédio Debortolli, Vitor Berticelli como técnico e como preparador físico e jogador Enio Fontana, disputou o Campeonato da Divisão de Acesso entre 25 Clubes do Estado.

Neste período, o atleta Ênio Fontana, abriu mão de seu passe junto ao Joaçaba de Santa Catarina, para atuar pelo Encantado, numa atitude louvável. Nesta Categoria o Encantado classificou-se para a segunda fase da Divisão de Acesso.

Disputou ainda, neste ano, a Copa Vale do Taquari classificando-se em primeiro lugar, entre oito equipes. Atuaram nesta copa os atletas: Devitt, Didi, João, Queco, Tuti, Evaldo, Chico, Roque, Mamo, Babá, André, Leonardo, Arcari, Gringo, Noemir Radaelli, Moriggi, Roque e Jacaré.

Em 2006, o time ficou fechado, porém em 2007 em parceria com Mauro Galvão, o Estádio foi remodelado, e seu plantel remontado.

 

 Colaborou: Rosélio Basei

FONTES: Wikipédia – Livro de Gino Ferri -  “Encantado -Sua História, Sua Gente” – Jornal Antena – Blog Times do RS

 

FONTE: Página do Facebook “Histórias de um Caboclo”, de Antônio Leal Alves

 

Guanabara Esporte Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Araruama, localizado na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro. A equipe Aurianil foi Fundado na terça-feira, do dia 25 de Maio de 2004. A sua Sede e a Arena Guanabara estão situados na Rodovia Amaral Peixoto, s/n, no Bairro Hawaii, em Araruama. A mascote é o leãozinho, o “Papão dos Lagos“.

FONTE: Site do Clube

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

 

EQUIPE CIDADE

001

ALIADOS FUTEBOL CLUBE LAGES – SC

002

ESPORTE CLUBE INTERNACIONAL LAGES – SC

003

GRÊMIO ESPORTIVO VASCO DA GAMA LAGES – SC

004

LAGES FUTEBOL CLUBE LAGES – SC

005

SPORT CLUB PINHEIROS LAGES – SC

 

1º TURNO

 

11.09.1955

ALIADOS

2-1

LAGES

18.09.1955

VASCO DA GAMA

3-0

PINHEIROS

02.10.1955

ALIADOS

2-1

INTERNACIONAL

09.10.1955

LAGES

1-1

PINHEIROS

16.10.1955

INTERNACIONAL

1-1

VASCO DA GAMA

23.10.1955

ALIADOS

2-2

PINHEIROS

30.10.1955

LAGES

4-2

INTERNACIONAL

06.11.1955

ALIADOS

2-2

VASCO DA GAMA

13.11.1955

INTERNACIONAL

2-1

PINHEIROS

20.11.1955

LAGES

1-1

VASCO DA GAMA

 

2º TURNO

 

08.12.1955

LAGES

3-0

ALIADOS

17.12.1955

PINHEIROS

4-1

VASCO DA GAMA

18.12.1955

ALIADOS

5-0

INTERNACIONAL

24.12.1955

LAGES

8-0

PINHEIROS

14.01.1956

INTERNACIONAL

3-3

VASCO DA GAMA

18.01.1956

ALIADOS

4-2

PINHEIROS

04.02.1956

LAGES

4-2

INTERNACIONAL

05.02.1956

ALIADOS

2-1

VASCO DA GAMA

18.02.1956

INTERNACIONAL

6-5

PINHEIROS

19.02.1956

LAGES

4-3

VASCO DA GAMA

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

LAGES

08

05

02

01

26

11

12

02º

ALIADOS

08

05

02

01

19

12

12

03º

VASCO DA GAMA

08

01

04

03

15

17

06

04º

INTERNACIONAL

08

02

02

04

17

25

06

05º

PINHEIROS

08

01

02

05

15

27

04

 

FINAL

 

18.03.1956

ALIADOS

0-0

LAGES

25.03.1956

ALIADOS

1-0

LAGES

 

# CAMPEÃO – ALIADOS FUTEBOL CLUBE (LAGES – SC)

Fonte: Correio Lageano / SC

 

Nome Oficial: Campeonato Paulista da 1ª Divisão

I TURNO

1ª RODADA

NACIONAL 3 x 0 XV DE JAÚ / Data: 05/06/60 / Local: Rua Comendador Sousa – São Paulo / Juiz: Eduardo Salu / Renda: Cr$ 11.825,00 / Gols: Nelsinho 32 do 1°; Edgar 27 e Nino 41 do 1° / NACIONAL: Cherry, Idário, Zico e Nino; Gonçalves e Geraldo; Nelsinho, Beni, Edgard, Elson e Osvaldo / XV DE JAÚ: Inocêncio, Dino, Aracito e Osni; Zezinho e Moreto; Valter, Marinho, Calixto, Adãozinho e Galante / Ocorrência: Aos 37 do 2º tempo, Adãozinho foi expulso por ter agredido Idário com um pontapé por trás.

ESTRELA DA SAÚDE 2 x 0 COMERCIAL / Data: 05/06/60 / Local: Jabaquara / Juiz: João Rodrigues / Renda: Cr$ 22.977,00 / Gols: Nelsinho e Aluisio 16 do 2° / ESTRELA DA SAÚDE: Nelson, Anito, Pinga e Ademar; Dinho e Mazzutti; Julinho, Tuta, Aluisio, Nelsinho e Fausto / COMERCIAL: Millesi, Gilberto, Antoninho e Milonga; Dudu e Brás; Robin, Pibe, Zezinho, Pinga e Nilson.

ESPORTIVA 4 x 1 BRAGANTINO / Data: 05/06/60 / Local: Guaratinguetá / Juiz: Josefato Serra / Renda: Cr$ não informada / Gols: Osmar 12, Marucci 28 e 36 do 1º; Osmar 15 e Wilson 32 do 2° / ESPORTIVA: Anisio, Canindé, Bolar e Carlito; Taico e Tupi; Condutor, Marucci, Osmar, Ditinho (Lucas) e Alcino. / BRAGANTINO: Floriano (Garcia), Mindo, Washington e Pinduca; Nestor e Valter; Ubaldo (Wilson), Dema, Jamanta, Jackson e Irajá.

SÃO BENTO (Marília) 2 x 1 SÃO BENTO (Sorocaba) / Data: 05/06/60 / Local: Sorocaba / Juiz: Elias Assad Simão / Renda: Cr$ 76.500,00 / Gols: Vadinho 20, Nelsinho 40 do 1°; Vadinho 38 do 2° / SÃO BENTO (Marilia): Ari, Julinho, Mário Pompeu e Zequinha; Nelson Curitiba e Jurandir; Serafim, Zezé, Vadinho, Neves e Zeca. / SÃO BENTO: Armando, Adib, Botequia e Escurinho; Valdir (Nando) e Ferreira; Zé Pereira, Lula, Picolé, Mickey e Nelsinho.

IRMÃOS ROMANO 0 x 0 BATATAIS / Data: 05/06/60 / Local: Santo André / Juiz: Atilio Ferreira / Renda: Cr$ 84.675,00 / IRMÃOS ROMANO: Cajuru, Alemão, Magliani e Tirica; Zito e Azeitona; Didi, Carvalho, Adelson, Retti e Sarará. / BATATAIS: Barrela, Julião, Verríssimo e Adilson; Parracho e Oscar; Parobé, Washington, Ponce, Lizotti e Mairiporã. / Ocorrências: Aos 10 minutos do 2º tempo, o arqueiro Barrela defendeu uma penalidade máxima cobrada pelo atacante Retti.

 

 
Finalistas do Campeonato Piauiense de 2014, Piauí e River já foram protagonistas de outras decisões no futebol piauiense. Nestes dias que antecedem o primeiro jogo da final, vamos recordar alguns jogos inesquecíveis entre tricolores e rubro-anis. Começando pelo jogo decisivo do título de 1967, quando o Piauí deu início à “mandinga da camisa azul“.Piauí e River já haviam empatado os dois primeiros jogos daquela final (2×2 e 1×1) quando pisaram o gramado do Lindolfo Monteiro numa noite de quinta-feira (30/11/1967) para, finalmente, decidir quem ficaria com o troféu de campeão. O Piauí buscava o bi; o River, reconquistar a hegemonia perdida em 1964.
Para surpresa de todos, o time do Piauí entrou em campo com camisas azuis. Na realidade, suas camisas brancas foram tingidas de azul. Logo alguém espalhou que seria uma macumba encomendada pelo dirigente Reinaldo Ferreira. Macumba ou não, o resultado foi positivo.
Uma noite onde o River foi dominado inteiramente.
A todo instante a meta de Luis Mário estava a perigo. Até sair o primeiro gol, marcado por Derivaldo (na foto com a camisa que seria tingida de azul para a decisão), aos 31 minutos. Na fase complementar, o panorama foi o mesmo, com o Piauí ampliando aos 4 minutos, através de Sanêga. Final de jogo, vitória do Piauí, que assim conquistou o bicampeonato. Era o início da “mandinga da camisa azul“, que só teria fim três anos depois.
XX
PIAUÍ E.C. (PI) 2 X 0 RIVER A.C. (PI)
LOCAL: Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina (PI)
CARÁTER: Campeonato Piauiense da 1ª Divisão – Decisão – 3° jogo
DATA: Quinta-feira à noite, do dia 30 de Novembro de 1967
RENDA: NCr$ 7.564,50
ÁRBITRO: José Aldo Pereira, o ‘Guanabara’
AUXILIAR Nº 1: Antonio Pereira dos Santos
AUXILIAR Nº 2: Antonio Rodrigues Santa Rosa
PIAUÍ: Batista; Chico, Nonato II, Valdivino e Aluisio; Nonato Leite e Pila; Carrinho, Sanêga, Derivaldo e Sabará. Técnico: Nonato Major.
RIVER: Luis Mário; Paulo da Banana, Gereba, Zé Artur e Louro; Mariano e Mariola; Waldeck, Rubens, Dino e Escurinho. Técnico: Manoel da Silva, o ‘Né’.
GOLS: Derivaldo aos 31 minutos (Piauí), do 1º tempo; Sanêga aos quatro minutos 4 (Piauí), do 2º Tempo.

 

FONTE: Site do Buim, de Severino Buim

 

Rondoniense Social Clube é uma agremiação da cidade de Porto Velho (RO). A sua Sede fica na Estrada dos Periquitos, nº 3.698, no Bairro de Ulisses Guimarães, em Porto VelhoA partir de 2016 o Rondoniense debutou no Campeonato Rondoniense da 1ª Divisão e de cara se sagrou campeão.  Esse ano 2017, o clube terminou na 5ª colocação no geral.

HISTÓRIA

Rondoniense Social Clube nasceu no ano de 2007, por meio de um importante projeto social criado pelo seu fundador Antônio Tadeu de Oliveira, com o objetivo de usar o esporte para a promoção da inclusão e da integração social de crianças e adolescentes.

Contudo, no Estatuto do clube, consta que a data de Fundação é: dia 1º de Março de 2010O sítio, que antes servia de lazer para a sua família, se transformou em um Centro de Treinamentos composto por três campos oficiais e outras beneméritos. O projeto, que antes servia para a promoção da inclusão e do bem estar social, se modernizou e ultrapassou o viés único e exclusivamente social e passou a contar com uma metodologia de iniciação esportiva e formação de atletas.

Nestes 8 anos de atividades, mais de 2 mil crianças e adolescentes tiveram suas vidas de alguma maneira transformada pelo esporte. Mais de 40 jovens atletas tiveram a oportunidade de fazerem testes em grandes clubes de sete Estados brasileiros, com destaque para o atleta Gabriel Vasconcelos que, aos 12 anos passou pelo projeto do Rondoniense e hoje veste a camisa do Corinthians e da Seleção Brasileira de base.

Nos últimos quatro anos o Rondoniense Social Clube iniciou um importante processo de crescimento. O clube filiou-se a Federação de Futebol do Estado de Rondônia e passou a disputar os principais torneios e campeonatos de Categorias de Base. Com planejamento e dedicação, muitos títulos vieram e hoje o Rondoniense Social Clube é o maior campeão de Divisões de Base de Porto Velho.

ESTRUTURA & SÍMBOLOS

Rondoniense é o único clube de Porto Velho a possuir um Centro de Treinamentos. Trata-se de uma área de 47,5mil metros quadrados tendo a disposição 3 campos de futebol. Nos próximos 4 anos, serão investidos mais de R$ 2 milhões para a modernização do Centro de Treinamentos. Já a sua logomarca leva as cores do Estado de Rondônia e o peixe Tucunaré, um dos símbolos da Amazônia e mascote do Rondoniense.

  

FONTES: Esporte RO – Site do clube (http://www.rondoniensesc.com.br/

 

Para ajudar o zagueiro Mendonça, do São Domingos que fraturou a perna durante a partida com o Cruzeiro em 25 de janeiro, foi organizado este torneio. Abaixo os resultados:

1ª Rodada

08.02.1984
CRAC 3-2 São Domingos
Ypiranga 1-0 Mixto

2ª Rodada

Mixto 4-1 São Domingos
Ypiranga 2-1 CRAC

Classificação Final

1º Ypiranga Esporte Clube
2º Clube Recreativo Atlético Cearense
3º Mixto Esporte Clube
4º São Domingos Esporte Clube

Fonte: Jornal Alto Madeira / RO

 

1º Turno

01.07.1956
Internacional 2-1 Vasco da Gama
08.07.1956
Lages 3-0 Aliados (O Aliados desistiu do campeonato)
22.07.1956
Lages 2-1 Internacional
05.08.1956
Vasco da Gama 5-1 Lages

2º Turno

26.08.1956
Vasco da Gama 4-0 Internacional
02.09.1956
Lages 6-1 Internacional
16.09.1956
Vasco da Gama 2-0 Lages

Campeão – Grêmio Esportivo Vasco da Gama (Lages-SC)

Fonte: Correio Lageano (Lages / SC)

 

Data: 03 de junho de 1956
Local: Lages – SC

1º jogo – Internacional 0-0 Vasco da Gama (2-0 pen)
2º jogo – Lages 0-0 Aliados (Aliados eliminado por irregularidades)
Final    - Lages 3-1 Internacional

Campeão – Lages Futebol Clube

Fonte: Correio Lageano (Lages / SC)

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