A Associação Esportiva Guaratinguetá foi uma agremiação da cidade de Guaratinguetá (SP). Fundado no dia 09 de Julho de 1915, a sua Sede ficava na Rua Alves Mota, s/n – no Centro.  O clube nasceu com as cores alvinegras e perdurou até o final dos anos 50. Nos anos 60, o time mudou do amadorismo para o proofissionalismo e também as suas cores, passando a adotar o vermelho e branco.

 

No Estádio Dario Rodrigues Leite, conhecido como “Ninho da Garça”, a A.E. Guaratinguetá conquistou o título do Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual Série A-2) em 1960. Com isso, a equipe chegou à elite do futebol paulista, onde ficou por quatro temporadas (1961, 1962, 1963 e 1964).

 

 HISTÓRIA – Associação Esportiva Guaratinguetá, ou “Esportiva“, como era mais conhecida, tinha como mascote e alcunha o “Lobo do Vale“. Foi uma das equipes mais tradicionais do Vale do Paraíba e do estado de São Paulo. Disputou entre 1961 e 1964 a elite do Futebol Paulista, tendo como feitos vencer o Santos de Pelé por 3 a 0, e o Corinthians pelo mesmo placar. Totalizou 37 participações nas competições organizadas pela Federação Paulista de Futebol, sendo que apenas na divisão de acesso ao futebol de elite, foram 24, de 1956 a 1960, e de 1965 a 1988, com Cinco ausências. Em 1960, foi campeã da Segunda Divisão Paulista (atual A-2), sua principal conquista na história.

 

Seus maiores rivais foram o Esporte Clube Taubaté, os “São José’s” (tanto o “Formigão” quanto a “Águia”, seus arquirrivais dos anos 1960, 70 e 80), o Esporte Clube Aparecida (não confundir com Aparecida Esporte Clube), e o Cruzeiro Futebol Clube. Com este último, a A.E. Guaratinguetá fez grandes jogos no Paulistão da Segunda Divisão, entre 1982 e 1987. 

 

FONTE: Wikipédia

  15 Responses to “A.E.Guaratinguetá – Guaratinguetá (SP): Fundado em 1915”

  1. Muito bom, Sergio.

  2. Com certeza!
    Talvez o que esteja faltando é uma coisinha muito importante: diálogo.
    Pois uma coisa é jogar conversa fora e outra é trocar ideias!
    O papel da imprensa é repassar os fatos reais de forma a informar a sociedade.
    E os cidadãos devem sugar e refletir para saber o que é ou não bom.
    Contudo, quando algo sai da sanidade e entra no fanatismo… O que se tem?
    Nada!
    Conversando assim parece que saímos completamente do futebol, mas na verdade não. Afinal, o futebol, a arte, política, tevê… São reflexos da nossa sociedade!
    Eu me recordo quando teve aquela chacina na Escola Municipal em Realengo, no Rio.
    Além do fato chocante, brutal e traumático, me recordo que no auge daquela ferida, o cantor Lobão fez um comentário que me irritou muito no início, mas depois eu refleti e notei que havia um sentido real.
    Ele disse: “Os governantes precisam investir na educação, pois estamos criando aos montes um bando de ‘Mortos Vivos’”.
    Fiquei indignado com esse comentário do Lobão (possivelmente, por estar atônito com a crueldade daquele elemento), mas depois… De cabeça fria entendi.
    Salvo exceções, até os pais de hoje estão alienados e boa parte das crianças e adolescentes estão num patamar ainda pior. Quem ganha com esse panorama? Quem está no porte! E quem está no poder? Presidente, governadores, prefeitos, presidentes de clubes, donos de emissoras e banqueiros! Rs

    O futebol é uma fatia desse ‘bolo’ chamado sociedade!

    Abração

  3. Concordo com tudo que você disse. Mas os torcedores são passionais e não esquecem.
    Já a crônica ela é torcedora demais quando se trata de Rio x São Paulo. Tem cronista que força uma barra para o time do estádo que nem o torcedor do time favorecido acredita.
    Importante suas ultimas linhas sobre o ” Ser Pensante”..
    abs

  4. Meu amigo Gilberto,
    Neste país ninguém ganha status pelo currículo conquistado por anos de bons serviços prestados! Rs
    Basta um errinho e o cara é jogado aos leões se dó e nem piedade.
    Quantos funcionários nós conhecemos que trabaram no mesmo lugar por décadas e num belo dia foi demitido sem nenhuma justificativa?
    O futebol é um reflexo da nossa sociedade! O Palhinha errou um pênalti e virou um vilão! Como por exemplo, sofreu o goleiro Barbosa na Copa de 50, o Dunga na Copa de 90 e por aí vai.
    Apesar de ser jornalista eu recomnheço que a imprensa poderia ajudar nisso, mas em muito dos casos… Quem escreve ou fala… É mais torcedor do que o fanático que fica na arquibancada!
    Aí… Sem um ‘Ser Pensante’ continuaremos com julgamentos sem o direito de defesa! Rs

    Abração

  5. Boa a lembrança dos jogadores revelados pelo América. O Palhinha, naquele time do SPFC de 1993, fazia uma triangulação perfeita com o Raí . Mas ele perdeu o pênalti que deu o título de 1994 ao Velez em pleno Morumbi e tem amigos tricolores que nem gostam de ouvir falar dele.
    abs

  6. O América Mineiro sempre foi um celeiro em revelar jogadores, como o atacante Tostão; o meia Amauri Horta; o ponta esquerda Éder Aleixo; o atacante Euller, o Filho do Vento; o lateral-esquerdo Ronaldo Luiz; o lateral-direito Evanílson; o meia Palhinha (campeão mundial pelo São Paulo), entre outros.
    Mas de duas décadas pra cá, essa quantidade aumentou: de cabeça eu lembro do Fred, atualmente no Fluminense; os atacantes Alex Mineiro, Alessandro e Somália, entre tantos!
    Em suma… Vale a pena dar uma pesquisada na base do Coelho, pois lá é possível encontrar bons jogadores!
    Abraços

  7. Acho que o apogeu do America foi entre 1916 e 1925. Depois ganhou alguns campeonatos esporadicamente. Uma coisa que eu não sabia é que o Gilberto Silva foi revelado no America MG.
    abs

  8. Gilberto,
    Perguntei isso por que nos anos 70, o América Mineiro foi Decacampeão! Hoje em dia é praticamente impossível um clube num grande centro ser campeão tantas vezes assim. Rsrs

    Abração

  9. Torcedor do América tinha meu chefe na época. Ele falava que o América era o time da elite de Minas.
    Mas não era fanático. Corria o ano de 1971, eu tinha 20 anos, rsrs.
    abs

  10. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Rapaz… Eu sei que não é para rir asim, pois o cara foi demitido, mas isso é um reflexo (que existe até hoje), onde muitas pessoas confundem o trabalho como uma extensão do lar. É verdade que as empresas até tentam colocar na cabeça dos funcionários que funciona assim.
    Mas nós sabemos que a verdade é outra.
    Aí o cara achando que estava zoando o vizinho recebeu, literalmente, o cartão vemelho ou se preferir: o bilhete azul!! rsrss
    Só por curiosidade: “Não tinha torcedores do América Mineiro?” Rs
    Abs.

  11. Esse “bonito demais da conta sô”, me lembra quando trabalhei na Construtora Andrade Gutierrez, empresa mineira. Eles tinham esses tipos de frases bem peculiares e uma rivalidade muito forte entre Cruzeiro e Atlético.
    O chefe de canteiro de obras da Construtora era cruzeirense. O pessoal me contou que quando de uma vitória do Galo sobre o Cruzeiro, um daqueles fanaticos torcedores do Galo foi até a mesa do chefão e colocou a capa do jornal e acrescentou algo mais.
    Foi mandado embora no ato.

  12. Gilberto… O difícil é ver a imagem em HD, tela 42, mas o futebol jogado… Quanta diferença!! Rsrs
    Aquele vídeo, de fato, a imagem é ruim, mas o futebol era bonito demais da conta sô!! Rssrrssrsr
    Abraços

  13. Naquele tempo a bola era pesada, o campo muito ruim e a chuteira desconfortavel. E tocavam de pé em pé mesmo.
    Mas ver o que voce viu naquela imagem apagada e em branco e preto é preciso vistas treinadas e olhos de lince, rsrs
    abs

  14. Gilberto,
    Muito bom esse vídeo! Rs
    Vc reparou que os dois times tocavam a bola de pé em pé?
    Pois é… Igualzinho a hoje! Kkkk
    PS: a imagem ruim daquela época seria merecedora do futebol atual!
    Assim quando alguém “matasse a bola na canela” culparíamos a imagem! Rsrssr

    Abração

  15. Esses 3 x 0 contra o Corinthians lá em Guará eu me lembro, foi num domingo a tarde. Vi na internet lances de um jogo da Esportiva contra o Santos em Guará em 1964. Como curiosidade, no placar do estádio tinha a propaganda da Empresa de Ônibus Pássaro Marrom.
    O vídeo foi acessado em
    http://www.youtube.com/watch?v=hwxObjvK5UU
    abs

   
© 2019 História do Futebol Suffusion theme by Sayontan Sinha