Inaugurada a Estação de Pirambóia, em 20 de março de 1888, da  Estrada de Ferro Sorocabana, surgiu um pequeno povoado, no centro do Estado de São Paulo, na depressão periférica, antes da Serra de Botucatu, no lado norte do município de Rio Bonito (atual Bofete), proximo ao município de Capela da Ponte do Rio Tietê (atual Anhembi), tornando-se distrito em 1899. Em 20 de maio de 1934, passados 46 anos, o distrito de Pirambóia foi desmembrado de Bofete e passou a pertencer ao município de  Anhemby. Devido à importância regional de Pirambóia, em menos de um mês, acabou recebendo a sede do município, que passou a se chamar Município de Pirambóia em 12 de junho de 1934. A sede do município voltou para Anhemby no dia 24 de dezembro de 1948, antes mesmo da construção de nova Estação de Pirambóia no novo traçado da Estrada de Ferro Sorocabana, retirando os trilhos que passava na Estação antiga.

município de Pirambóia, neste pequeno período de 14 anos de existência, viveu grandes momentos econômicos, tanto com o embarque de toda produção agrícola dos dois municípios, como do desembarque de produtos oriundos da capital para consumo da região da “baixada”, somados ao embarque e desembarque de passageiros, gerando comercio local, e a produção do Laticínio Pirambóia, produzindo leite, queijos e derivados de excelente qualidade, gerando empregos diretos e indiretos estimulando a produção leiteira da região.

Pirambóia Futebol Clube, participou, sendo uma única vez, do Campeonato Paulista do Interior de 1942, na 5ª Região, com sede em Botucatu, com os demais clubes: AA Botucatuense , AA Ferroviária (Botucatu, campeã da 5a Região), Bandeirante FC (Botucatu), AA Sãomanuelense, EC Bandeirante (São Manuel), AA Avareense, Cerqueira Cesar FC.

 Municipio de Pirambóia, atual município de Anhembi, de 736,557 km2 com 6.400 habitantes. Do Tupi-Guarani: Pirambóia – “peixe cobra” e Anhembi – rio com muitas anhumas (atual rio Tietê).

Praça de Esportes Vereador Jacob Miguel / “Campo de Pirambóia“, Dist. de Pirambóia, Anhembi / SP

fontes:

Livro “Os Esquecidos” de Rodolfo Kussarev, fotos/dez2016 Antonio Mário Ielo, site Estações Ferroviárias, site Prefeitura de Anhembi/SP e fotos da equipe do acervo de Geraldo Zacarias (agradecimento especial).

 

O Esporte Clube Vera Cruz, do bairro Urupá de Ji-Paraná, foi o representante da Liga Desportiva de Ji-Paraná no Campeonato Estadual Rondoniense de 1983, disputado em fase eliminatórias. Embora tenha vencido o Rio Branco EC, seu primeiro jogo por 2 a zero,  na casa do adversário em Ariquemes, acabou sendo eliminado na primeira fase, ao ser derrotado no “jogo de volta”, em seu próprio Estádio Pedro Lyra Pessoa, por 5 a zero.

fonte: Blog Historia do Futebol, artigos do Sergio Mello, Julio Diogo e Gerson Rodrigues. e Google Maps Street View.

 

O Esporte Clube Nakashi de Londrina / PR, clube dos funcinários da Retifica Nakashi, foi campeão de 1953 da Liga Regional de Futebol de Londrina, e representou Londrina e região, no 1º Torneio dos Campeões do Interior do Paraná de 1953, que contou com a participação de 8 campeões regionais, organizado pela Federação  Paranaense de Futebol. Ficou na 1a fase, após perde para o Clube Atlético Pinhalense  de Ribeirão do Pinhal, campeão da Liga de Cornélio Procópio. O campeão do Torneio dos Campeões do Interior de 1953 foi o CA Seleto de Paranaguá.

 

fontes: site do Jornalista Jorge Jr. de Londrina, blog História do Futebol, comentários do membro Rodrigo Santana e anotações pessoais.

 

O Bandeirante Futebol Clube de Botucatu / SP foi  fundado em 1942 por Grupo de esportistas do município, para representar Botucatu e disputar o Campeonato Municipal de Botucatu da 1ª divisão e o Campeonato Paulista do Interior de 1942, sem ter sede ou campo próprio.

Em 20 março de 1943, foi fundado a Liga Botucatuense de Futebol, vinculada a Federação Paulista de Futebol, sendo o Bandeirante Futebol Clube, um dos fundadores junto com a Associação Atlética Botucatuense, a Associação Atlética Ferroviária, Flor da Madrugada Futebol Clube, Pardinho Futebol Clube e Blasi Futebol Clube.

Sua primeira partida oficial pelo campeonato municipal foi contra a Associação Atlética Botucatuense, no Estádio Antônio Delmanto, perdendo o caçula para a veterana por 4 a zero. O Jornal Correio de Botucatu demostrando exagerada simpatia, publicou: “Embora derrotado, o caçula foi superior ao seu adversário em entusiamo e técnica, pois dominou a partida do começo ao fim, e por falta de arremates, deixou escapar um triunfo  que seria mais que merecido, o Bandeirante for senhor absoluto da partida, dando autêntico baile na Veterana e só não venceu – que seria de justiça, foi por falta de um artilheiro, um só, e as estas horas o vencedor estaria curtindo a amarga derrota”. Seu técnico era o popular Zé Guimarães, e seus “pupilos”: Caricati, goleiro;  Avaré, Bento, Waldomiro e  Fê, defesa; Pedrinho, Paulo, João, Fernando, Cearense e Manézinho no meio campo e  ataque.

Em 1943, o primeiro campeonato oficial da 1a divisão promovido pela Liga Botucatuense de Futebol, realizado com a participação de 3 clubes, AA Botucatuense, AA Ferroviária e o Bandeirante FC que iniciou sua jornada de derrotas e goleadas sofridas; Torneio Inicio: Ferroviária 2×0 Bandeirante e Botucatuense 4×2 Bandeirante. No Campeonato Municipal, 1º turno: Ferroviária 7×0 Bandeirante e Botucatuense 4×0 Bandeirante; 2º turno: Ferroviária 4×0 Bandeirante e Botucatuense 4×2 Bandeirante. Em 1944, no Campeonato Municipal, os mesmos 3 participantes;  1º turno: Ferroviária 4×0 Bandeirante e Botucatuense 6×2 Bandeirante; 2º turno: Ferroviária 3×0 Bandeirante e Botucatuense 3×4 Bandeirante (1ª vitória). Em 1945, no Campeonato Municipal, os mesmos 3 participantes;  1º turno: Ferroviária 5×1 Bandeirante e Botucatuense 8×1 Bandeirante; 2º turno: Ferroviária 4×0 Bandeirante e Botucatuense 5×0 Bandeirante.

Em 1946, seu presidente era o escritor Hernani Donatto, que nesta oportunidade tinha 22 anos, descreve em documento em papel timbrado, enviado a prefeitura na tentativa de também receber verba da municipalidade como os demais clubes, com um clube modesto, exclusivamente de operários e pessoas de poucas posses.

Em 1946, no Campeonato Municipal, os mesmos 3 participantes; Bandeirante 0×7 e ?x?  Ferroviária, Bandeirante 2×8 e 0x6 Botucatuense.  Em 1947, no Campeonato Municipal, os mesmos 3 participantes;  1º turno: Ferroviária 7×0 Bandeirante e Botucatuense 7×0 Bandeirante; 2º turno: Ferroviária 13×0 Bandeirante e Botucatuense 6×1 Bandeirante. Em 1948, o Bandeirante não participou do Campeonato Municipal. Em 1949, no Campeonato Municipal, o Bandeirante volta a participar, totalizando 6 clubes na 1ª divisão; Bandeirante 1×3 e 1×2 Botucatuense, Bandeirante 1×6 e 1×2 EC Avenida, Bandeirante 1×1 e 1×2 AA Experimental, Bandeirante 5×4 (2ª vitoria) e 1×2 CA Fortaleza, Bandeirante 0×0 e 1×1 CA Brasil. Em 1950, no Campeonato Municipal, 4 clubes na 1ª divisão; Bandeirante 2×4 e 2×2 Botucatuense, Bandeirante 3×1  AC Lajeado, Bandeirante 3×1 CA Fortaleza  (3ª vitoria). Em 1951, no Campeonato Municipal, 9 clubes na 1ª divisão; Bandeirante 1×3 Botucatuense, Bandeirante 0×2  AC Lajeado, Bandeirante 1×1  CA Brasil, Bandeirante 0×6  União Operário, Bandeirante ?x?  CRE Bairro Alto, Bandeirante ?x?  Vila Antartica, Bandeirante ?x? CA Fortaleza. Em 1952 e 1953, o Bandeirante não participou do Campeonato Municipal. Em 1954, no Campeonato Municipal, o Bandeirante volta a participar, totalizando 8 clubes; Bandeirante ?x? e 1×2 AC Lageado, Bandeirante 1x1  e ?x? Rodoviário AC, Bandeirante 3×1 e 1×1 CA Brasil, Bandeirante 7×1 e ?x? CRE Bairro Alto, Bandeirante 1×0  e 3×3 EC Inca, Bandeirante 2×3 União Operário e Bandeirante 1×4 e 5×2 Sete de Setembro FC e Bandeirante 5×2 e ?x? Boa Vista FC; Bandeirante ficou em 4ª colocação. Em 1955, no Campeonato Municipal, o Bandeirante participar pela ultima vez, totalizando 10 clubes; Bandeirante 1×3 e 1×0 AC Lageado, Bandeirante ?x? Rodoviário AC, Bandeirante 0×4 e OxW CA Brasil, Bandeirante 2×4 e 0×4 CRE Bairro Alto, Bandeirante ?x? EC Inca, Bandeirante 2×0 União Operário e Bandeirante 1×7 e 1×4 Sete de Setembro FC, Bandeirante 2×2 e 1×1 Botucatuense; Bandeirante 1×13 e 0×3 Ferroviária; Bandeirante ficou em 9ª colocação (penúltimo).

A Ultima formação do Bandeirante FC em 1955: Chandrico, Júlio, Gaviúna, Bugre, Marreco, Ferreira, Lambari, Guto, Natal, Meneguim, Boaro.

Em muitos jornais era publicado erroneamente Bandeirantes, com “s”, no plural, mas como se comprova pelo papel timbrado do clube que o nome correto era Bandeirante Futebol Clube.

E sua ultima diretoria era assim constituída: Presidente de Hora, Emílio Peduti (Prefeito Municipal); Presidente, Paulo Paguozi; vice presidente, Narciso Mori; 1º Secretário, Amilcar Pupo Aiello; 2º Secretário, José Maurício de Oliveira; 1º Tesoureiro, Arlindo Durante; 2º Tesoureiro, Ulisses Rossi Grassi; Diretores Esportivos, Orlando Paguozi e Brasílio Paguozi; Diretores, Dr. Mário Rodrigues Torres (Procurador), Brasílio Damato, Francisco Lira BrandãoHélio DonatoAntônio Pinheiro Jr. e Antônio Calixto.

Muitos dos integrantes do Bandeirante Futebol Clube, foram cidadãos importantes para o município de Botucatu,  reconhecidos pelos botucatuenses sendo homenageados com logradouros públicos como ruas, avenidas, praças, biblioteca, complexo funerário e  escola.

Dedico este meu singelo artigo do Bandeirante Futebol Clube ao amigo Hélio Donatto, que tive o privilégio de frequentar sua casa e conviver com toda sua família.

Fonte: Livro “Os Esquecidos” da Datatoro de Rodolfo Kussarev e dos pesquisadores Eduardo Cacella, Julio Diogo, Fernando Martinez, Marcio Javaroni e Antonio Mario Ielo, Almanaque Futebolístico de 1957 da FPF de Nelson Martíns de Almeida e Thomaz Mazzoni, Jornal Correio de Botucatu, Os Campeões Amadores de Botucatu de Nivaldo Ceará e Arquivo do pesquisador e historiador Zulo e arquivo pessoal.

 

Fundado pouco depois da usina de açúcar, em 1936, o Santa Luiza Futebol Clube teve seus primeiros times formados por funcionários da indústria, cujo proprietário e patrono do clube, Dr. Durval Cruz, tinha inicialmente a intenção de dar aos trabalhadores, em sua maioria vindos de Campos e Espírito Santo, um domingo de lazer, já que no decorrer da semana o trabalho na plantação e corte da cana era muito duro. Mas a paixão pelo futebol logo foi crescendo. Foi formada uma diretoria, que filiou o clube à Liga Saquaremense de Desportos e à Federação Fluminense de Desportos que, com a fusão do estado da Guanabara e ao antigo Rio de Janeiro, passou a se chamar Federação do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

Assim, o Santa Luiza virou, como a usina, uma potência também no futebol, formando grandes equipes com atletas locais onde podemos destacar Dode, Jorginho Barbosa, Pituta, Roló, Elias, Euclides, Jorge Luiz, Geneci e Jorge Luiz Cardoso. Esses 3 últimos são um capítulo a parte; Canidé elevou o nome do clube e do terceiro distrito, chegando ao futebol profissional do Clube Atlético Mineiro. Delmir, com sua garra e dedicação, iniciou e encerrou sua carreira no Santa Luiza e Pintinho, também conhecido como “Pai Velho”, além de grande atleta, dedicou sua vida como auxiliar técnico, massagista, zelador e técnico da escolinha, sem dúvida um verdadeiro mito, respeitado e amado por todos.

 

Além destes, Balzinho foi outro grande jogador do terceiro distrito, que brilhou no clube, tendo sido considerado na época o melhor atacante em atividade no município. Mais tarde, o clube resolveu investir no mercado de fora e trouxe atletas de excelente qualidade, entre eles Arthur, João Carlos, Didi, Pelezinho, Carrete, Cleber, Paulinho, Josué, Chicão, Mamão e Gabriel. Já Rodolfo, Boquinha, Vavá e Luiz Carlos foram contratados pelo Santa Luiza a outros clubes do nosso próprio município. O terceiro distrito também teve grandes diretores como José de Azevedo Pinto (Zéquito), Lucio Couto, Arí Fonseca, Chiquinho Batista, Divaldo e Mertodinho. E não podemos deixar de mencionar os torcedores fervorosos como o Matinada, Dona Ana e Seu Pedro Delfino que chamavam atenção no campo, torcendo, e pelas nas laranjas e pão com mortadela que vendiam no estádio.

 

Em 1966, surgiu o Esporte Clube Sampaio Corrêa e a rivalidade foi grande com o Santa Luiza, já que alguns atletas insatisfeitos no tricolor se transferiram para o novo clube que também formou grandes elencos e diretorias, sendo Roberto Marques Ferreira (Sargento) e Ricardo Reis 2 baluartes. Mas, assim como ocorreu com o Santa Luiza, o Sampaio também encerrou suas atividades, entre outros locais como o Fundo de Quintal e o Esperança, restando hoje apenas o Baziléia, o Tropa de Elite e o Gelobol, no futebol amador e o Sampaio Corrêa no profissional. Já o velho estádio Durval Cruz, palco de grandes recordações de jogos memoráveis, hoje está totalmente abandonado. Dá pena de ver…

 

O terceiro distrito, além do forte futebol local, ainda revelou atletas para o profissional como Canidé, Rômulo e Zú que representaram o futebol saquaremense na Holanda. Romerito disputou o último Campeonato Brasileiro pela Ponte Preta e Fábio Neves, que já atuou no Fluminense, hoje se encontra no futebol internacional, jogando na Coréia do Sul. O distrito de Sampaio Corrêa revelou também grandes árbitros que fizeram parte do quadro da Liga Saquaremense: Fernando Goiaba, Brandão, Jorge Pezão, Bazilêu, Carlinho Alicate, Rubens, Carlos Conceição, Ricardo Gazoni e a grande revelação Carlos Cordeiro.

 

João Carlos, zagueiro do Santa Luiza

Ele mora em São Gonçalo, mas durante muitos anos fez parte da equipe do Santa Luiza, antes de jogar pelo Clube Saquarema, inclusive na Seleção de Saquarema que competia com outros municípios da Região dos Lagos e no time veterano do Saquarema. Em 1977, quando a usina já não estava mais funcionando, o Santa Luiza Futebol Clube ainda resistia, tanto que conquistou a Taça Mário Castanho, que congregava os clubes da região, tendo como zagueiro o então cabeludo João Carlos. Hoje, casado com Marli, uma das sobrinhas do Dr. Tatagiba, pioneiro da medicina local, João Carlos frequenta Saquarema apenas como veranista, mas não esquece seu tempo de glória no Santa Luiza e no Saquarema.

Curiosidade

Em 1972, a supersafra da usina foi comemorada com um show de escolas de samba do 1° grupo que veio do Rio: a Imperatriz Leopoldinense, o Salgueiro e a Mangueira”, conta Gervásio, hoje o funcionário mais antigo da Prefeitura Municipal.

Ele também se recorda, mas sem muita certeza, que a Imperatriz chegou a fazer um enredo falando da usina, inclusive do time de futebol da fábrica que era o Santa Luiza Futebol Clube.

“O Santa Luiza foi uma agremiação que realizou grandes acontecimentos e fez história no futebol de Saquarema, revelando jogadores para o cenário nacional e até internacional, conquistando vários títulos. Em 1958, a equipe do Santa Luiza realizou um jogo treino com a seleção brasileira campeã do mundo”, afirma o ex-funcionário da usina que começou trabalhando em pequenas funções e acabou sendo um dos mais importantes técnicos da área administrativa da Santa Luiza, na área de recursos humanos

 Participações no Campeonato Fluminense de Clubes Campeões

O Santa Luiza FC, como o campeão do Campeonato Citadino de Saquarema de 1944, disputou o Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1944, realizado em 1945. Acabou sendo eliminado na primeira fase, tendo o Petropolitano, de Petrópolis como o grande campeão daquela edição. O Esperança Futebol Clube, de Nova Friburgo ficou com o vice.  Com o título de campeão do Campeonato Citadino de Saquarema de 1969, participou do Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1969. O campeão de 1969 foi o Americano FC, de Campos.

FONTES & FOTO:  O Saquá – ‘O Jornal de Saquarema’

http://www.osaqua.com.br/2016/05/10/santa-luiza-a-usina-de-sampaio-correa-que-foi-um-verdadeiro-motor-para-saquarema-dos-anos-30-a-70/

http://www.osaqua.com.br/2016/05/10/senador-durval-cruz-o-criador-da-usina/

 

O CROL (Cerâmica Rio do Ouro Ltda.) Futebol Clube é uma agremiação da cidade de São Gonçalo (RJ). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Setembro de 1958. O seu Estádio Ivan de Azevedo está localizado na Avenida Plínio Gomes de Matos Filho, s/n, no Bairro de Várzea das Moças, em São Gonçalo. Acrescentado que o CROL Futebol Clube participou do Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1969. Nesse período foi campeão do Campeonato Citadino de São Gonçalo, em 1969 e 1971.

FONTE: Auto Esporte do Brasil – Cultura Niterói  

 

Asas Esporte Clube de Campo Grande, município que pertencia ao antigo Estado do Matto Grosso, foi fundado  em 1955, por funcionários da Base Aérea de Campo Grande, vinculados a aeronautica, com sede no bairro de Amambaí.

Disputou os campeonatos da Liga Esportiva Municipal Campograndense – LEMC em 1959 a 1965, sendo campeão em 1963. Foi extinto em 1972.

 

fontes: Livro ‘A História do Futebol Campo-grandense’, de autoria Reinaldo Alves de Araújo e artigo do Sergio Mello do Blog Historia do Futebol.

 Para mais detalhes do Asas EC, veja o artigo do Sergio Mello deste blog.

Com relação aos detalhes do escudo, foi utilizado o desenho das “asas” que são reproduzidas nos broches e brasões da aeronautica, que parecem ser como na foto da equipe, diferente do escudo da capa do livro fonte.

 

 

O Internacional Sport Club de Campo Grande, município que pertencia ao antigo Estado do Matto Grosso, foi fundado como Guarany SC por alguns dias, em 25 de agosto de 1929, sendo um dos fundadores da Aliança Sportiva Campograndense, e disputou o primeiro campeonato em 1930 e 1931, e provavelmente mais alguns anos subsequentes.

 fontes: site da Biblioteca Nacional – arquivos do Jornal do Commercio de Campo Grande.

 

Em 1931, no segundo campeonato da Aliança Sportiva Campograndense de Campo Grande,

o Sport Club Syrio conquistou o bi campeonato campograndense,

provavelmente com a participação dos mesmos clubes de 1930.

 

 

Neste ano a Federação Sportiva Matto-grossense de Corumbá, organizou  a seleção matogrossense

 e representou o Estado do Mato Grosso no 9º Campeonato brasileiro de Seleções de 1931, como nos anos anteriores.

Em 1933, o clube da comunidade siria e libanesa de Campo Grande, realiza o aportuguesamento e acrescenta ao nome a palavra “Libanez”, modificando para Esporte Clube Syrio-Libanez, provavelmente tornando um clube com mais atividades socio-culturais do que esportivas.

Hoje existe na rua D. Aquino, 1879, o Clube Libanês, alvi-verde, fundado em 1951,  com atividades socio-culturais e na avenida Mato Grosso, 1194, a Sociedade Beneficiente Surian, alvi-rubra, fundada em 29 de abril de 1951, com atividades beneficientes, sociais, culturais e esportivas, ambos da comunidade sirio-libanesa de Campo Grande.

fontes: site da Biblioteca Nacional – arquivos do Jornal do Commercio de Campo Grande e Google Maps.

 

 

 

Em 1930 ocorreu em Campo Grande, ainda pertencendo ao antigo Estado do Mato Grosso, a fundação da Aliança Sportiva Campograndense, filiando-se a Federeção Sportiva Matogrossense de Corumbá, sendo os clubes fundadores:

 Sociedade Sportiva Campograndense,  Internacional Sport Club e  Club Recreativo Amambahy.

 

Seu primeiro campeonato foi neste mesmo ano, com a participação dos fundadores e mais dois clubes,

do Sport Club Syrio, que foi o campeão  e do Democrata Football Club, campeão do Torneio Início.

 

 

Campeonato Campograndense

1930 / Aliança Sportiva Campograndense

1º campeão Sport Club Syrio Campo Grande
  Sociedade Sportiva Campograndense Campo Grande
campeão Torneio Início  Democrata Football Club Campo Grande
  Clube Recreativo Amambahy Amambay Campo Gde
  Internacional Sport Club Campo Grande

 

fontes: site da Biblioteca Nacional – arquivos do Jornal do Commercio de Campo Grande.

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