Sport Club Madureira (2003-2005)

O Blumenau Sport Club Madureira foi fundado em 1° de novembro de 2003 com o nome de Sport Club Madureira.
Em 2004 o clube conquistou o campeonato da Liga Blumenauense de Futebol.
Profissionalizou-se em 2005 e disputou a Terceira Divisão Catarinense, terminando em 6º lugar entre 10 clubes.
Em 2006 muda de nome para Blumenau Sport Club Madureira para a disputa da Terceira Divisão Catarinense, ficando em terceiro lugar.
O clube fechou suas portas em 2007 por falta de recursos.
Em 2013 o clube retorna ao profissionalismo, ficando com o vice campeonato, conquistando o acesso.

Blumenau Sport Club Madureira (2006-2014)

Para 2015 o clube adota o nome do já extinto Blumenau Esporte Clube. Nos três primeiros jogos da Segunda Divisão de 2015 o clube foi punido por jogar com um jogador irregular. Por vários jogos o Blumenau não pôde entrar em campo por conta de débitos com a FCF. Como o Blumenau recebeu 2 WO’s seguidos, foi eliminado da competição e rebaixado.
Em seu retorno, em 2017, o BEC chega a final contra o Curitibanos de Orleans conquistando o título e o acesso.

Blumenau Esporte Clube (desde 2015)

Nome: Blumenau Sport Club Madureira
Fundação: 1° de novembro de 2003
Endereço: Rua Amazonas 590, Sala 103
Garcia, Blumenau (SC), CEP 89021-001
Mascote: Capivara
Estádio: Bernardo Wolfgang Werner (Sesi)
Capacidade: 10000 pessoas

Fonte: RSSSF Brasil/ Wikipedia/ blumenauesporteclube.com.br/ adalbertoday.blogspot.com.br

 

A Sociedade Esportiva Ipiranga é um clube de futebol, fundado em 19 de março de 1944, na cidade de Rio Negrinho (SC). O clube disputou, em 2010, a Terceira Divisão do Campeonato Catarinense com a inscrição da Associação Blumenauense de Futebol, mandando seus jogos no Estádio Luiz Bernardo Olsen em Rio Negrinho. Para essa competição o clube utilizou o nome fantasia de Ipiranga de Rio Negrinho Futebol Clube. No final da competição o clube ficou na 7ª colocação entre nove clubes. Atualmente o clube encontra-se licenciado e atua somente nas categorias de base.

Utilizado em 2010

Nome: Sociedade Esportiva Ipiranga
Fundação: 19 de março de 1944
Endereço: Rua Roberto Ferreira de Lima, s/n°, Alegre, Rio Negrinho (SC), CEP 89295-000
Estádio: Luiz Bernardo Olsen

Fonte: Futebol Nacional/ RSSSF Brasil/ Sociedade Esportiva Ipiranga no Facebook

 
Batista Cortes, juiz da antiga Federação Alagoana de Desportos, hoje Federação Alagoana de Futebol, foi apitar um jogo entre Guarany do Poço e CSA, pelo Campeonato Alagoano da Primeira Divisão de 1963, no Mutange, Campo do CSA.O CSA, clube mais tradicional do futebol do Nordeste, era o favorito disparado. O Guarany do Poço, caçula na primeirona alagoana, era um time bem armado, mas com poucas chances de vencer. O jogo se arrastava para os momentos finais, e o 0 a 0 se mantinha. foi então que surgiu um lance aos 45 minutos do segundo tempo. Escanteio na área do Guarany e o artilheiro do CSA, Clóvis, meteu a cabeça na bola e marcou o gol da vitória. Alegria geral dos azulinos. Tristeza dos rubro-negros do Guarany. Neste momento, o árbitro apitou o final do jogo e simplesmente desmaiou.

Alguns afirmam que o desmaio se deveu à emoção de ver seu clube conquistar a vitória. Batista Cortes afirma que desmaiou porque o sol estava muito forte (o jogo começava às 15 horas) e o cinto que usava estava apertado.

Fonte: Futebol é uma caixinha de surpresas

 

Não houve bola, jogadores ou mesmo um árbitro na maior batalha já travada no ginásio Colombo Salles. Na noite de 17 de março de 1978, centenas de torcedores do Comerciário sentaram-se no concreto frio das arquibancadas para acompanhar de perto a reunião do Conselho Deliberativo do clube. Dentro da quadra, seguiam-se discussões acaloradas entre quase 80 dos 120 sócios patrimoniais. Eles se preparavam para votar uma controversa proposta do presidente Antenor Angeloni: a mudança de nome do Bacharel. Se aprovada, o Comerciário passaria a ser conhecido como Criciúma daquela noite em diante. “Deu briga na arquibancada. O pau pegou”, recorda-se Osvaldo de Souza, vice-presidente naquela ocasião.

Osvaldo, aliás, fazia campanha aberta contra a mudança de nome por considerá-la desnecessária, uma vez que todos os demais clubes da região haviam fechado as portas de seus departamentos de futebol profissional. Na hora do pleito estavam aptos a votar 62 associados, cujas mensalidades estavam em dia. Os favoráveis à mudança para Criciúma Esporte Clube venceram por 37 a 25. Carlos Borba, fundador do clube, garante que o novo nome foi escolhido atendendo a uma exigência da Prefeitura Municipal, que em troca ofereceria isenção fiscal. Num artigo publicado em um jornal local, Carlos afirmava com veemência que o novo Criciúma não poderia utilizar mais os títulos de “mais querido” ou “bacharel da pelota”, nem chamar o estádio Heriberto Hülse de Majestoso.

Osvaldo não concorda com a versão da insenção fiscal. “O (presidente) Antenor era um comercialino doente mas um cara muito avançado. Ele achou que esta seria a solução. Juntava os torcedores todos dos adversários (que fecharam as portas) e saía um time com força”. Além disso, o grupo derrotado na votação teve duas exigências atendidas: a data de fundação e o nome do estádio (Heriberto Hülse) foram preservados. Muitos decanos do Comerciário, porém, nunca mais colocaram os pés no clube. O próprio Osvaldo, participante da leva dos fundadores, precisou de mais de um ano para digerir a mudança. Começava a Era Criciúma.

A bandeira do novíssimo Criciúma Esporte Clube, já utilizando o novo escudo provisório. O definitivo só seria aprovado em 1984. O primeiro mascote sugerido depois da mudança de nome do clube do estádio Heriberto Hülse.

Os anos 70 foram uma década perdida para o futebol criciumense. Se na década passada a cidade havia conquistado cinco títulos estaduais (quatro do Metropol e um do Comerciário), entre 70 e 75, apenas o Próspera manteve, a duras penas, um time profissional disputando o catarinense. Neste período, o Comerciário dispunha de um modesto time amador. Em setembro de 1976, Osvaldo de Souza, comercialino doente desde 1947, juntou em torno de si um grupo de amigos, e reabriu o departamento de futebol profissional do Bacharel. Dia 7 de fevereiro de 77 ele assumiu a presidência do clube e montou um time qualificado para o retorno às disputas o campeonato catarinense. “Nós segurávamos a folha de pagamento com rifa e bingo”, lembra Osvaldo. Quando ampliavam-se as arquibancadas do estádio, surgiu a ideia de construir um restaurante. Ali correram vários fuscas em premiações para convivas dos jantares organizados pelo clube. No primeiro ano de regresso o Comerciário chegou à fase final do Estadual. Foi desclassificado pelo Avaí, no Heriberto Hülse, depois de perder 1 a 0. Infelizmente, o gol que classificou o time da Capital foi marcado por Lorival, ex-Atlético Operário, bronca antiga dos dirigentes do Bacharel. “O goleiro deu um balão no tiro de meta e caiu no pé do Lorival. Ele não esperou, deu por cobertura e fez 1 a 0”, lembra Osvaldo. A Chapecoense sagraria-se campeã naquele ano.

Fonte: Jornal da Manhã

 

A Associação Desportiva Colegial é um clube de futebol de salão da cidade de Florianópolis, do estado de Santa Catarina. Foi fundada em 25 de março de 1944. Comanda seus jogos no Ginásio Rozendo Lima Vasconcelos. Em 2008 usa na Liga Brasileira de Futsal o nome de Colegial/Umbro, em parceria com a marca esportiva Umbro. A equipe já foi duas vezes campeã catarinense de futsal: em 1980 e 2007.

Ainda foi um time de futebol, que disputou torneios importantes dentro do estado de Santa Catarina.

Em 1944, após a extinção dos clubes Externato Futebol Clube e Internato Futebol Clube, surgiu o time de futebol do Colegial. Foi campeão da segunda divisão florianopolitana em 1946 e também disputou a primeira divisão do Citadino que dava vaga para o estadual.
Cronologia
1930 - O Gymnásio Catharinense, (atual Colégio Catarinense) tinha duas equipes: Internato e Externato que foram extintos. Assim o Padre José Nunes, juntamente com colaboradores, sentiu a necessidade de criar uma associação para representar o Colégio nas competições da cidade.
1944 – Com o apoio recebido da Direção do Gymnásio Catharinense, o objetivo foi alcançado no dia 25 de março, fundado então a Associação Desportiva Colegial.
1946 - Com a justificativa de não obter um time competitivo, o clube desiste de participar da Primeira Divisão de Florianópolis para disputar somente a Segunda Divisão, no qual tornou-se campeão.
1947 - Abandona as modalidades de Futebol de campo passando a disputar apenas futebol de salão e basquete.
1985 - A AD Colegial, além do futebol de campo, passou a competir nos campeonatos regionais na categoria juvenil e adulto no futebol de salão.
1986 - Participou da I Olimpíada de Florianópolis, promovida pela Comissão Municipal de Esportes de Florianópolis.
1987 - Passa a competir com handebol, vôlei feminino e ginástica rítmica desportiva
1993 - Campeão Sul-Americano de Handebol Juvenil
1997 - Foi campeão Estadual de Futsal Juvenil
1998 - Torna-se Campeão Mirim de Futsal
1999 - Campeão Estadual da Primeira Divisão de Futsal Adulto.
2000 - É campeão Estadual de Handebol Mirim
2001 – A equipe da AD Colegial representou Santa Catarina na I Olimpíada Esperança, realizada em Poços de Caldas, Minas Gerais.
2004 - Conquista o título da modalidade de futebol de salão nos 44º Jogos Abertos de Santa Catarina.
2005 - Comemorado 100 anos do Colégio Catarinense, a escola de Samba Protegidos da Princesa de Florianópolis homenageia também a Associação Desportiva Colegial.
2008 - O Colegial e a Umbro assinaram no dia 15 de dezembro, no Colégio Catarinense, uma parceria para o fornecimento de material esportivo e para a participação da equipe de Florianópolis na Liga Futsal nas duas próximas temporadas. O Figueirense, que também tem acordo com a Umbro, é outro envolvido no projeto. Foi o clube que intermediou a aproximação entre Umbro e Colegial.

Fonte: Jornal O Colegial/ Wikipédia/ Acervo pessoal

 

Em uma viagem a Salvador, no início dos anos 80, Paulinho de Almeida era o técnico do Atlético Mineiro e Rui Guimarães era seu auxiliar. O jogo foi contra o Bahia na Fonte Nova.

Na manhã seguinte ao jogo, toda a comissão e jogadores rumaram para Belo Horizonte. Feito escala em Porto Seguro, seguindo para a capital Mineira. Enquanto a aeronave fazia o procedimento de vôo para pouso no aeroporto da Pampulha, um imprevisto surge: o trem de pouso não foi acionado por problemas técnicos.

Diante desse problema, o avião, devidamente orientado pela tripulação, faria sobrevôo em Belo Horizonte, até que fosse sanado o defeito do trem de pouso. Com isso, a ansiedade e o medo tomaram conta de quase todos. Uns mais, outros menos.

Como o problema do trem de pouso parecia insolúvel, a medida mais plausível era continuar sobrevoando até que o combustível se esgotasse, para que fosse realizado o pouso de emergência sobre colchões de espuma para evitar um mau maior.

Só que, quando todos os procedimentos eram realizados no aeroporto, os passageiros viam tudo lá de cima, principalmente pelas luzes de alerta das viaturas policiais e das ambulâncias. O pânico ia aumentando e cada um tinha uma reação bem característica.

Mais nervoso que todos, o diretor de futebol, num lampejo de último olhar, prevendo o pior, dirige-se para o saudoso Valtinho, roupeiro do Galo, e em tom de súplica, balbuciou:

“Valtinho, se por acaso o avião explodir, manda este bilhete para a minha mulher e minhas duas filhas.”

Será que ele imaginou que o Valtinho seria imortal?

O pouso foi bom, com algum incômodo, sem maiores transtornos. Depois do susto, a gozação para cima do diretor foi tanta que, dias depois, ele pediu demissão.

Paulo de Almeida Ribeiro (Porto Alegre, 15 de abril de 1932 — São Paulo, 11 de junho de 2007) foi um jogador e treinador de futebol brasileiro, também conhecido como Paulinho de Almeida. Foi treinador do Galo Mineiro em 1983 e 1988.

Rui Guimarães (Belo Horizonte, 6 de março de 1947) ingressou no futebol em 1971 como preparador físico em Minas Gerais e logo depois auxiliar técnico. Foi também técnico de vários clubes Mineiros e Catarinense.

 

FONTE: Rui Guimarães atua na crônica esportiva desde 2003 e nos conta essa e outras histórias no livro ‘Santa Bola, crônicas e contos do futebol’.

 

Fonte: Jornal ‘O Estado’ de 5 de maio de 1924

 

A história do CIP foi fugaz no Campeonato Catarinense. Sua única participação no torneio foi em 1938, mas a sua conquista não pode ser apagada.

A equipe de Itajaí era profissional, mas formada por funcionários da Companhia Itajaiense de Phosphoros. Na decisão, o CIP enfrentou o Atlético de São Francisco do Sul, em uma final que reuniu pela primeira vez dois clubes do interior – a decisão foi em 16 de abril de 1939, em Florianópolis.

A final pegou fogo, afinal, a equipe de São Francisco do Sul desceu o pau nos jogadores do CIP. O jornal O Estado elogiou a elegância da equipe itajaiense “pela exuberância e energia com que souberam batalhar ante a agressividade brutal do time adversário”.

Com gols de Coceira e Nanga, o CIP foi campeão. Única glória de um time que apagou a sua chama definitivamente ao fechar as portas em 1944.

Fonte: André Podiacki

 

A edição 2017 do Campeonato Catarinense tem um desafio extra para os times pequenos do Estado. Caso nenhum deles se sagre campeão, serão completados 25 anos sem a taça levantada por uma equipe de menor expressão. Atlético Tubarão, Inter de Lages, Barroso, Metropolitano e Brusque são os desafiantes dos cinco grandes. Em níveis diferentes de preparação, os times menores sabem que uma conquista é improvável, mas a palavra de ordem é lutar.

Um exemplo que serve de inspiração é a equipe de 1992 do Brusque, último campeão entre os pequenos. A taça foi levantada no estádio Augusto Bauer em 13 de dezembro daquele ano, após final contra o Avaí. Um dos destaques daquele time, o meia Palmito diz que a conquista foi a mais importante de sua carreira.

Palmito foi o artilheiro do Brusque no Catarinense de 1992

— Eu já havia sido campeão catarinense seis vezes, cinco pelo Joinville e uma pelo Criciúma, mas essa foi a mais especial, justamente por ser em uma equipe média. Em time grande, ser campeão é obrigação. Aqui não era — conta.

O jogador lembra que o time era formado por atletas experientes, que foram se entrosando aos poucos. Uma prévia do que aconteceria no fim do ano ocorreu pouco antes, com o primeiro lugar da Copa Santa Catarina. Palmito aponta como ponto de virada a eliminação do Criciúma, que havia sido campeão das duas primeiras fases do torneio, pelo Avaí.

— Foi uma injeção de ânimo. Tínhamos uma equipe forte e que passou a confiar cada vez — lembra.

Força da torcida

Outro ponto que Palmito considera essencial para a conquista foi o apoio da torcida. Após anos de rivalidade com Carlos Renaux e Paysandu, a cidade inteira abraçou a equipe.

— A torcida jogava junto e nos deu um suporte muito grande. Foi uma das bases do time — afirma Palmito, que marcou 13 gols na competição, terminando como vice-artilheiro, atrás de Zé Melo, do Inter de Lages.

Na final contra o Avaí, um gol de Cláudio Freitas na prorrogação selou o título, após uma vitória de cada time. O carinho foi tão grande que ele decidiu ficar na cidade depois de terminar a carreira de jogador. Há 22 anos, trabalha no Sesc da cidade. Atualmente, é gerente da unidade e uma espécie de embaixador do time campeão em 1992.

Em 2012, jogadores do Brusque se encontraram para celebrar o aniversário de 20 anos do título.

Palmito Ajudou a organizar o encontro de 20 anos da conquista em dezembro de 2012. Dois anos mais tarde, viu o primeiro companheiro de equipe morrer o atacante Jair Bala faleceu em novembro de 2014. No mesmo ano, no entanto, Palmito recebeu o título de cidadão-honorário de Brusque. Para esse ano, pretende participar do encontro de 25 anos, o que ele diz ser mais uma prova da união daquele grupo. A torcida, agora, é para que a cidade de Brusque possa comemorar mais um título, porém ele sabe da dificuldade.

— Os pequenos mudaram pouco em estrutura e os grandes subiram muito de nível. É preciso de investimento para diminuir essa diferença, que está cada vez maior — opina.

Mauro Ovelha se agarra à esperança

Atual técnico do Brusque, Mauro Ovelha sabe o caminho das pedras. No comando do Atlético de Ibirama, ele chegou perto do título por duas oportunidades, sendo vice-campeão em 2004 e 2005. Foi a última vez que um pequeno chegou às finais. Em 2011, Ovelha levantou a taça na Chapecoense, que ainda não tinha a projeção nacional de hoje. Para o treinador, ainda é possível que um time pequeno seja campeão caso haja um trabalho muito bem encaixado, porém a dificuldade é maior do que nunca.

— A gente vive um momento diferente. Hoje a diferença de orçamento é muito grande, Mas é futebol. Não que seja impossível, mas é muito mais difícil — diz.

Ainda segundo Ovelha, o primeiro objetivo do Brusque para o Estadual é conseguir uma vaga na Copa do Brasil, assim como ocorreu no ano passado. Ele ainda conta que existe um fio de esperança no título, pois trata-se de uma competição mais curta.

— Sonhar não custa nada. O trabalho precisa encaixar. Se fosse numa competição longa, não seria possível. No tiro curto ainda dá, embora seja uma tarefa muito complicada. Vamos brigar pelo nosso espaço — finaliza.

Fonte: Diário Catarinense

 
Metropol (de branco) num dos clássicos com o Comerciário

Metropol (de branco) num dos clássicos com o Comerciário

Em 2017, completam-se 48 anos do encerramento das atividades no Esporte Clube Metropol. Apesar da distância no tempo, a mais lendária equipe do nosso futebol mantém seu fascínio sobre os aficionados do futebol. Às vezes, algum curioso vem me perguntar: “se o time era tão bom, por que acabou?”

De fato, o Metropol saiu de cena ainda por cima, logo após conquistar o estadual de 1969. Mas seu destino já estava traçado, devido a dois fatores. Um deles era o fim da sociedade Freitas-Guglielmi, que mantinha o time. O outro era a nebulosa eliminação para o Botafogo, na Taça Brasil. O episódio desiludiu Dite Freitas, patrono do Metropol, mas também impôs uma maldição de vinte anos sobre o time da Estrela Solitária.

Na época, apenas os campeões estaduais disputavam o torneio nacional. Era assim: os times de cada região do país se enfrentavam e, a partir daí, viajavam para encarar os representantes dos estados mais afastados.

Na Taça Brasil de 1968, o Metropol já havia deixado para trás o Água Verde, campeão paranaense, e o poderoso Grêmio, uma máquina de jogar bola que havia acabado de chegar ao heptacampeonato gaúcho. No caminho do Metropol estava agora o Botafogo do técnico Zagallo e do craque Gérson, num desafio que mudaria o destino das duas equipes.

A manchete do jornal “O Globo” em 5 de dezembro de 1968 anunciava: “O Metropol pela 1ª vez no Maracanã”. Mas o tão falado time dos mineiros de Criciúma frustrou a crônica do Rio de Janeiro e, irreconhecível, foi goleado por 6 a 1. Como não havia vantagem pelo saldo de gols, o 1 a 0 que o Metropol obteve no jogo de volta, três dias depois, garantiria a realização de uma terceira partida em solo catarinense — e aí é que entra em campo o subterrâneo do futebol.

O Botafogo alegou que o Estádio Heriberto Hülse, emprestado pelo Comerciário para a realização daqueles jogos, não tinha condições de segurança. De fato, a torcida não havia sido nada hospitaleira com o time de Zagallo — principalmente por acharem que a arbitragem estava empenhada em ajudar o Botafogo. Após aquela partida, a antiga CBD, sob o comando de João Havelange, decidiu paralisar a competição.

A equipe carioca saiu de Criciúma sonhando com um terceiro jogo em campo neutro, mas obteve uma decisão da CBD ainda mais generosa: a partida decisiva seria em General Severiano, reduto alvinegro. Mesmo contrariado, o Metropol viajou ao Rio para enfrentar o Botafogo na noite de 2 de abril de 1969, uma quinta-feira santa. No apito, Armando Marques.

Logo no começo, o Metropol levou um gol olímpico — o goleiro Rubão jura, até hoje, que aquela bola não entrou por completo. Ainda no primeiro tempo, o empate: Leocádio driblou meio time e marcou para os catarinenses. Foi quando a chuva apertou. Além das poças no gramado, um imprevisto: aos 13 minutos do segundo tempo, 30 dos 96 refletores do estádio foram apagados. Armando Marques decidiu interromper a partida. O patrono Dite Freitas quis saber:

— O que a gente faz?

— Volta pra Criciúma. Quando marcarmos a data pra jogar o resto da partida, a gente avisa — garantiu o pessoal da CBD.

E, de fato, avisaram — mas no dia seguinte. O Metropol havia acabado de chegar a Criciúma, onde um telegrama esperava a diretoria, anunciando que o jogo seria naquela mesma data. Não havia como retornar a tempo. A malandragem fez os catarinenses serem eliminados por W.O., enquanto o Botafogo se preparava para enfrentar o Cruzeiro e marchar até a conquista daquela Taça Brasil.

Para o Metropol, foi um balde d’água fria nas pretensões de projeção nacional. Uma desilusão que desmotivou seus dirigentes a prosseguirem com o futebol.

Para o Botafogo, foi o início de uma época de sofrimento. Parecia que eles haviam sido vítimas de uma maldição. Nos anos seguintes, o time da Estrela Solitária afundou em dívidas e chegou a perder o estádio. Passou vinte anos sem vencer mais nada. Ser botafoguense virou sinônimo de “sofredor”. A maldição parecia dizer: “sofrerás até o dia em que alguém que tenha algo a ver com o Metropol venha tirá-los desse vale de lágrimas”.

O que realmente aconteceu, no ano de 1989, quando o Botafogo rompeu o jejum de duas décadas sem títulos, ao vencer o campeonato carioca. Liderando o ataque da equipe, estava Paulinho Criciúma — sobrinho de Zezinho Rocha, ex-lateral do Metropol.

Uma história que revela como funcionam os bastidores do futebol — e que mostra, também, que o sobrenatural, quando entra em campo, é ainda mais poderoso que isso.

Fonte: DC

 
O time de críquete do clube

O time de críquete do clube

Em uma época quando frequentar clubes era uma novidade ainda restrita aos estrangeiros que chegavam ao Brasil para trabalhar, um grupo de ingleses, liderado por George E. Cox e Basil Freeland, fundou em 15 de agosto de 1897 em Niterói o Rio Cricket and Athletic Association. O objetivo era ter um espaço próprio para a prática do cricket e do tennis de grama, onde pudessem também promover encontros para um chá ou whisky. O surgimento do novo clube tem relação direta com um importante evento histórico do país, a Proclamação da República, ocorrida no dia 15 de novembro de 1889.

Fundado com o nome de Rio Cricket Club, em 15 de agosto de 1872, o clube mudou de nome e de endereço algumas vezes. No início, ocupava um terreno na Rua Paysandu, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que era alugado pelo Conde d’Eu, marido da princesa Isabel. Com o advento da República, todos os imóveis da família real foram desapropriados, e o terreno utilizado pelo clube foi incorporado pela União em 1890.
Com o aluguel não renovado, o Rio Cricket ficou sem “casa”. O fato, combinado com a apatia dos associados, provocou a primeira cisão no clube, o que resultou no surgimento, em abril de 1892, do Clube Brasileiro de Cricket. O Banco da República, que geria os imóveis da família real, permitiu ao Rio Cricket utilizar o terreno como empréstimo. Em 1895, os dois clubes voltariam a ser um só, chamado Clube Brasileiro de Cricket. No início de 1897, o Banco da República colocou o terreno emprestado à venda, e alguns sócios decidiram adquirir um imóvel próprio, o que se deu em Niterói. Surgiu então o Rio Cricket and Athletic Association.
O Banco da República não conseguiu vender o terreno, e o Clube Brasileiro de Cricket continuou utilizando-o. Como forma de reforçar a ideia de que a área usada na rua homônima atendia perfeitamente aos seus associados, em 1899 passou a se chamar Paysandu Cricket Club. E, a partir de 1916, mudaria o nome novamente, para Paysandu Athletic Club.
Coube a um de seus associados, Oscar Cox, filho de George Cox, também seu fundador, lançar a semente da prática do futebol no Rio de Janeiro em 1898. Oscar treinaria duas equipes, uma formada por jogadores do Rio Cricket e a outra composta de atletas do Paysandu e de outros jogadores, que recebeu o nome de Rio Team. Em 22 de setembro de 1901, foi realizada a primeira partida de futebol com regras, bola e campo oficiais no estado do Rio de Janeiro.
Para serem aceitos na Liga Metropolitana de Football, que organizaria a primeira edição do campeonato carioca em 1906, o Rio Cricket e seu coirmão Paysandu precisaram incluir em seu estatuto a prática do futebol.
A estreia da equipe de Niterói aconteceu em 6 de maio, na goleada de 7 a 0 contra o Football & Athletic. O Rio Cricket fez uma boa campanha e ficou na terceira colocação entre as seis equipes participantes. A partida decisiva para o título, conquistado pelo Fluminense, foi em seu campo, no dia 14 de outubro, quando foi derrotado por 4 a 1. A partir de 1908 passou a fazer parte da Liga Metropolitana de Sports Athléticos, realizando campanhas regulares, sem grandes destaques, enquanto o Paysandu chegou a conquistar o título estadual em 1912. Ao longo dos anos a maior dificuldade do clube foi encontrar atletas dispostos a atuar pela equipe, o que nem sempre havia entre os associados.
Com a Primeira Guerra Mundial, mais de 50 sócios deixaram o Brasil para servir o país de origem no conflito. O que foi no primeiro momento motivo de orgulho pela causa patriótica e abnegada, logo se transformou em tristeza, à medida que notícias ruins chegavam da Europa.
No campeonato estadual de 1915, o Rio Cricket venceu apenas duas das dez partidas realizadas, uma delas por W.O. (Walkover) – o adversário São Cristóvão não apareceu. Último colocado na classificação geral, o clube teve a chance de escapar do rebaixamento ao enfrentar o campeão da segunda divisão, o Andarahy. A primeira partida acabou empatada em 2 a 2, o que provocou a realização de outro jogo.
Os desfalques no time inglês continuaram a crescer. O meio-campista Whitton, por exemplo, dias após o primeiro confronto, retirou-se e foi para a guerra. A segunda partida também terminou em empate. Na terceira e decisiva, a derrota por 4 a 2 definiu o rebaixamento do Rio Cricket. Em 16 de maio de 1917, ele oficializaria a saída da liga e não mais voltaria a participar do campeonato estadual, passando apenas a manter equipes amadoras.Fonte: Aventuras na História

 

Este time foi campeão municipal de Itajaí em 1951, ao derrotar o Marcílio Dias na final, realizada em 16 de dezembro daquele ano, no Estádio Hercílio Luz. É o Estivadores Esporte Clube. Da esquerda para a direita, em pé: Maru, Tuca, Luiz, Geninho, Careta e Seara. Agachados: Odão, Quirino, Morgado, Zico e Ieiê.

Fontes: DC/ Acervo Schneider

 

FONTES: Blog Clubes de Itajaí – www.McNish.com.br

 

O Clube Atlético Itajaí conquistou na tarde deste domingo o título de campeão catarinense da Série C. A conquista veio mesmo com a derrota para o Fluminense de Joinville, em Joinville, por 3 a 1. É que no primeiro jogo da decisão, realizado no sábado anterior em Itajaí, o Itajaí goleou o Fluminense por 6 a 2.

Com o título, o Clube Atlético Itajaí garantiu uma vaga na Série B de Santa Catarina em 2017, já que apenas o campeão garante o acesso. O curioso é que este campeonato foi o primeiro disputado pelo Atlético Itajaí, que foi fundado em abril deste ano e já começa sua história com uma importante conquista.

O futebol de Santa Catarina é atualmente um dos mais organizados no Brasil e a Série C teve seis equipes disputando o torneio, sendo que o Santa Catarina, de Imbituba, desistiu do torneio no meio da competição.

Fonte: Futebol Interior

 

O Sport Club Bagé foi o clube que inaugurou o futebol em Bagé, fundado em 15 de novembro de 1906.

Três diretores do Sport Club Rio Grande foram a Bagé e entraram em contato com Gedeão Ratto, comerciante e importador bageense, que mantinha relações comerciais com comerciantes de Rio Grande. Desta reunião resultou acerto para um amistoso, mas a equipe bageense não possuía um campo para a prática do novo esporte. Os organizadores do amistoso foram encontrar o presidente da Associação Rural de Bagé (Sr. Emílio Guilayn), e obtiveram a autorização para a realização da partida no parque de exposições da associação.

A primeira partida foi realizada na Associação Rural de Bagé. O gramado foi improvisado, na sede da Associação. A dimensão do campo foi demarcada com pá e colocadas as goleiras, apenas os postes, sem travessão. A arbitragem foi composta por três juízes e dois bandeirinhas.

O Sport Club Bagé manteve-se ativo até 1914, quando alguns de seus fundadores abandonaram o esporte e outros foram jogar no Guarany. Entretanto, com a fundação do Grêmio Esportivo Bagé, em 1920, os fundadores do Sport Club Bagé migraram para o novo clube amarelo e preto da cidade.

Fonte: Acervo Douglas M. Rambor/ Jornal Minuano/ Wikipédia

 


O Grêmio Esportivo Bagé é um clube gaúcho de futebol, da cidade de Bagé, no estado do Rio Grande do Sul.

O Bagé, que é um dos clubes mais tradicionais do estado, foi fundado em 5 de agosto de 1920, e já em 1925 foi Campeão Gaúcho, numa final contra o Grêmio, no Estádio da Baixada, em Porto Alegre. Este título foi conquistado de maneira invicta. Os responsáveis por esta conquista são chamados até hoje pela torcida como os “Imortais de 25″.

Escudo do segundo uniforme

Escudo do segundo uniforme

Fonte: Acervo Douglas Marcelo Rambor

 

O Grêmio Sportivo Flamengo originou-se da fusão entre  Rio Branco e Ruy Barbosa.  Em 1971 fundiu-se com o EC Juventude, dando origem à Associação Caxias de Futebol, fusão esta desfeita em 1975, o clube mudou o nome para SER Caxias.

Fonte: Acervo Douglas Marcelo Rambor

 

Em 1919, apenas três anos após sua criação, a Copa América chegou ao Brasil. Coube ao Fluminense a missão de construir o estádio das Laranjeiras para abrigar os jogos. O primeiro estádio de futebol do Brasil, lugar onde o time verde e amarelo jamais perdeu.

Fonte: Facebook e site do Fluminense

 

O Esporte Clube Arsenal foi o maior clube do futebol amador de Santo Ângelo de todo o século XX. Fundado em 25 de março de 1955 por Jacob José Bergsleithner, Henrique Rodrigues e Paulo Fernandes, a equipe venceu o Racing, em sua primeira partida oficial, pelo placar de 2 a 0, gols de Ornar Radins, na data de 4 de abril, em sua sede no bairro Pippi. A equipe tinha a camisa com as mesmas cores do Grêmio de Porto Alegre, em listras verticais em azul e preto. Em 1956, o Arsenal filiou-se na Liga Santo-angelense de Futebol (LSF) e passou a disputar o Campeonato Citadino de Amadores da 2ª Divisão, eis que a divisão especial era disputada somente por Elite Clube Desportivo, Grêmio Sportivo Santo-angelense e Tamoio Futebol Clube. O “dream team” do Esporte Clube Arsenal consagrou-se como octacampeão municipal da 2ª divisão, no período de 1956 a 1963. Em 1963, a Liga Santo-angelense de Futebol extinguiu a competição municipal pelo fato das demais equipes desistirem de jogar pelo fato de o Arsenal ganhar sempre. A equipe do Arsenal era formada por Hélio Fabrin, Demétrio da Costa Lima, Bento Oliveira, Henrique Rodrigues, Olacir Marques dos Santos, Artur Marquardt, Serloque Ferreira, Hélio Marcolino, Jacob José Bergsleithner, Omar Radins e Paulo Fernandes. O Arsenal ainda disputou partidas amistosas no ano de 1964 nos municípios de Três de Maio, Cerro Largo, Ijuí e Giruá; interrompendo as atividades com o futebol e ficando apenas com a parte social, a qual foi criada no ano de 1957, quando os integrantes da equipe adquiriram um terreno e construíram a sede social com quadra de futebol, quadra de bocha e salão de eventos. A partir disso, somente os associados do Arsenal jogavam na quadra esportiva e havia a organização de campeonatos internos, em partidas disputadas aos domingos. Esse período durou até o ano de 1980, com a derrocada do Arsenal. Más administrações fizeram com que a sociedade do clube decretasse a falência. Assim, foi convocada assembleia geral e os sócios decidiram pelo fim da sociedade. Em 1984, o terreno da sede do Arsenal foi doado à prefeitura, na gestão do prefeito Mauro Azeredo, com a finalidade de construir um ginásio de esportes e uma creche. O ginásio foi concluído somente no ano de 1998, na gestão do prefeito José Lima Gonçalves, e a creche foi esquecida. O ginásio levou o nome de João Dalla Corte e hoje é local de atividades esportivas e eventos sociais. Em toda a história no futebol, poucas vezes o Arsenal foi derrotado. Em mais de 200 partidas oficiais, o aproveitamento da equipe do bairro Pippi foi superior a 90%.

Fonte: As Glórias do Futebol Santo-angelense

 

Esse é o escudo do Clube Atlético Itajaí, fundado esse ano, é o mais novo clube de Santa Catarina que disputará a Terceira Divisão Catarinense 2016 junto com Curitibanos, Fluminense, Imbituba FC, Maga e Próspera. A competição começa dia 12 de junho.

Fonte: FCF

 

No último embate, entre as duas equipes, em 1996, a Chapecoense ficou com o troféu, mas demorou meses para soltar o grito de campeão. Pelo menos oficialmente. No primeiro jogo da decisão, no Norte de Santa Catarina, os donos da casa venceram por 2 a 0 e tinham uma boa vantagem para o duelo de volta, em Chapecó.

A preparação para a partida ocorreu normalmente, assim como a viagem de 515 quilômetros até o Oeste do estado. Porém, na madrugada que antecedeu o confronto, um grupo de torcedores do Verdão promoveu um foguetório próximo ao hotel onde estava hospedada a delegação do JEC. O ato deixou a diretoria tricolor revoltada.

Vilson Florêncio, presidente do clube na época, afirmou, nas primeiras horas da manhã, que os seus jogadores estavam cansados em função da “brincadeira” da torcida adversária e sem condições de entrar em campo. O desejo do cartola era de que a partida fosse cancelada, mas isso não aconteceu.

Como estava previsto, os titulares da Chapecoense entraram no estádio, chamado na época de Regional Índio Condá, assim como a arbitragem. Mesmo sem a bola rolar, e o time visitante presente, a equipe da casa foi declarada campeã. O Joinville não deixou barato e entrou na Justiça para que uma nova partida fosse realizada. Os tricolores alegavam que haviam sido prejudicados. Depois de mais de cinco meses de disputa jurídica, foi determinada a data da nova partida: 18 de dezembro de 1996.

Sem foguetório desta vez, a Chapecoense venceu no tempo normal, e a decisão foi para a prorrogação. O Verdão ficou à frente no placar de novo e levantou a taça do estadual depois de 19 anos.

Fonte: Globo Esporte SC

 

O CIP Foot-ball Club foi um clube de futebol da cidade de Itajaí, cidade do litoral norte de Santa Catarina. Foi campeão do Campeonato Catarinense em 1938 e pertencia à Companhia Itajaiense de Phosforos. Na época, a palavra fósforo era escrita com “ph” no lugar do “f”. Daí o porquê da sigla “CIP”. O CIP tinha como cores o vermelho e o preto. Fundado em 27 de outubro de 1936 e desativado em 1944.

Para chegar à final do Campeonato Catarinense de 1938, o CIP foi campeão da fase regional do Vale do Itajaí e, na etapa estadual, eliminou o Avaí, de Florianópolis, na semifinal. Venceu a primeira partida por 4-0, depois perdeu por 2-3 e, no jogo-desempate, ganhou por 3-2.

A decisão, disputada em 16 de abril de 1939, foi contra o Atlético de São Francisco do Sul, vencida pelo CIP por 2-0. O time campeão tinha: Geninho; Lico e Humaitá; Fateco, Humberto e Soto; Vitório, Couceiro, Pavan, Nanga e Armando.

Jogador Soto, campeão pelo CIP em 1938

A edição de 1938 do Campeonato Catarinense foi a única que o CIP disputou em sua história.

Fonte: Acervo Fernando Alécio/ Wikipédia

 

Este é o time do Clube Atlético Operário, campeão da Liga Joinvilense de Futebol em 1956. O último jogo foi contra o São Luiz, e terminou empatado em 0 a 0. O título ficou com a equipe da usina metalúrgica, cuja escalação era: Clecir, Baixinho, Bazoca, Neide, Bentevi, Mário José, Vadinho, Brandão, Den, Carriço e Bia.

Fonte: Acervo Mário Nascimento e Mário José.

 

Além do Campeonato Catarinense de 2015, que foi decidido nos tribunais, listamos sete casos em que o Campeonato Catarinense teve um campeão por motivos extracampo:

1931
O primeiro campeão por W.O
O clube Lauro Müller, de Itajaí, durou apenas 19 anos. O maior feito da equipe foi chegar à final do Catarinense de 1931. Com apenas um ano de história o clube do Itajaí conseguiu tal feito e o duelo prometia ser quente com o Atlético Catarinense, equipe de Florianópolis. A data da decisão foi 24 de janeiro de 1932, porém a Federação Catarinense de Desportos decidiu adiar o jogo por mais uma semana e isso irritou os cartolas do time da Capital. Insatisfeitos, os dirigentes proibiram os jogadores de entrar no campo do Estádio Adolfo Konder, no dia 31 de janeiro, e assim a FCD declarou o Lauro Müller campeão catarinense por W.O.

1942
Exército atrapalha a final
A decisão do Estadual de 1942, teve como finalistas América, de Joinville, e Avaí. Porém, o jogo final nunca aconteceu e o Leão ficou com a taça por conta de um decreto. Os jogadores do time joinvilense foram impedidos de jogar pelo batalhão do exército de viajar para a partida decisiva porque o América tinha no elenco atletas que faziam partida do 13º Batalhão de Caçadores. Assim, o time do Norte do Estado tentou realizar a partida em outra data, ou mesmo em Joinville — onde os jogadores que serviam o exército poderiam jogar —, mas a FCF não cedeu e decretou o Avaí campeão.

1956
Amador campeão profissional
Em 1956, 10 dos principais clubes do Estado criaram a Liga Especial de Futebol Profissional e organizaram seu campeonato Estadual, vencido pelo Paysandu, de Brusque. A Federação Catarinense de Futebol (FCF), embora reconhecesse a iniciativa da Liga, também promoveu a sua competição. O melhor time foi o Operário, time da Usina Metalúrgica de Joinville, uma equipe praticamente amadora. A FCF decidiu unificar os títulos e ainda com protestos do Paysandu, que já tinha dispensado boa parte de seu elenco, realizou uma grande final. Com um plantel remendado, o alviverde brusquense perdeu as duas partidas pra o tricolor de Joinville. O título ficou com o Operário, que mesmo sendo amador tem um troféu profissional na estante.

1963
Marinheiro campeão 20 anos depois de vencer a partida final
O Campeonato Catarinense de 1962 se estendeu até maio de 1963 e consagrou o Metropol, de Criciúma, como tricampeão do Estado. Logo depois do triunfo, a equipe viajou para Europa, onde disputou 23 jogos. Como o Estadual de 1962 se estendeu até 63, a Federação decidiu não fazer Campeonato Catarinense em 1963. Para os clubes não ficarem parados criou o torneio Luiza de Mello — então primeira dama do futebol catarinense, por ser casada com o presidente da FCF, Osni Mello. Com a vitória sobre o Carlos Renaux, de Brusque, o Marcílio Dias garantiu o primeiro lugar e ficou com a taça. Em 1983, a FCF decidiu homologar o Marinheiro como campeão do Estadual de 63 por ter vencido o único torneio organizado em Santa Catarina naquele ano.

1978
Campeonato do artigo 50
O Avaí ficou tão irritado com um pênalti marcado a favor do Joinville, que decidiu abandonar o Catarinense de 1978. O artigo 50 do regulamento do torneio, que tratava do assunto, não esclarecia o que aconteceria com os pontos das partidas que o Leão ainda iria disputar. O JEC terminou em primeiro, porém, a Chapecoense considerou os pontos ganhou do jogo que não teve contra o Avaí e também se proclamou campeã. O caso foi acabar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Depois de quatro meses de disputa o advogado Waldomiro Falcão conseguiu levar o título para o Tricolor do Norte.

1994
O jogo que terminou com invasão
O Figueirense voltou a ser campeão do Catarinense depois de 20 anos. A ansiedade da torcida era tanta que aos 32 minutos do segundo tempo da partida final contra o Criciúma invadiram o gramado do Estádio Orlando Scarpelli. O Alvinegro vencia por 2 a 0 quando o árbitro Dalmo Bozzano decidiu acabar o jogo, afinal, os torcedores fizeram tanta festa que levaram para casa inclusive as traves do estádio. Depois de uma disputa nos tribunais, o título foi confirmado para o Furacão.

1996
Final em três atos
Campeão do primeiro turno, o JEC precisava vence o jogo final do returno contra a Chapecoense por uma diferença de dois gols para ficar com o título antecipado, caso contrário o título seria definido em dois jogos finais. A partida estava empatada até os 42 minutos do segundo tempo, quando o zagueiro Lucio, do Verdão do Oeste, foi expulso. Depois de muita confusão, o Joinville desempatou. Aos 56, o árbitro João Paulo Araújo não viu o bandeirinha sinalizar a bola da cobrança de escanteio tricolor tinha passado por fora. O JEC marcou o quarto gol, fazendo o Ernestão explodir de alegria. No vestiário, pressionado pelo time visitante o árbitro voltou atrás e a partida terminou 3 a 2 para o Joinville.
Na primeira final, o JEC venceu por 2 a 0. Na véspera da decisão no Regional Índio Condá ninguém dormiu na delegação tricolor. Um foguetório acordou os jogadores do Joinville. Os dirigentes do time do Norte do Estado irritados decidiram voltar para casa. Os torcedores da Chape comemoraram o título, porém, o JEC conseguiu, depois de uma árdua batalha nos tribunais, remarcar o jogo para dezembro de 1996.

Com gols de Marquito e Gilmar Fontana o Verdão foi campeão catarinense pela segunda vez em sua história.

Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

 

O Sport Club Corinthians USA é um clube de futebol estadunidense da cidade de Fontana, no estado da Califórnia. O clube foi fundado em 15 de dezembro de 2010, no ano do centenário do Corinthians Paulista. O clube entrou em competições oficiais em 2013, com o brasileiro Palhinha como técnico. O clube manda suas partidas no Citrus College Stadium, na cidade de Glendora, com capacidade para 10.000 pessoas. Atualmente disputa a Coast Soccer League, liga de futebol sediada na Califórnia para equipes adultas, sub-23 e sub-19. Em março de 2014, o Corinthians disputa a US Open Cup, a mais tradicional competição de futebol dos EUA. Em 2 de agosto de 2015, anunciou oficialmente o rompimento de laços com a matriz brasileira e torna-se independente. Nesse mesmo ano fez sua primeira excursão internacional para Dubai e Catar, nos Emirados Árabes Unidos.

Fontes:
https://soundcloud.com/pretinhobasico/pretinho-04012016-18h
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_Corinthians_USA
http://www.meutimao.com.br/noticia/183360/corinthians_usa_rompe_vinculo_com_o_timao
https://www.facebook.com/CorinthiansUSA

 

Na tarde desta segunda-feira, dia 2 de novembro, o Grêmio Esportivo Metropolitano não tomou conhecimento do fator local, derrotou o Guarani em plena casa do adversário e fez a festa de campeão do Estadual de Amadores da Federação Catarinense de Futebol.

Foi o primeiro título da história do Metropolitano de Nova Veneza em nível estadual. Em 2008, quando chegou mais perto, o Metropolitano foi vice-campeão, perdendo a finalíssima para o Juventude, de Lindóia do Sul.

Desta vez, porém, o Metropolitano brilhou e forte. Fez 3 a 1 na decisão eletrizante contra o Guarani de São Miguel d´Oeste, no estádio Padre Aurélio Canzi, lotado com duas mil pessoas. Foram duas vitórias em dois jogos do Metro no Estadual, já que na estreia, no sábado dia 1º de novembro, havia vencido o Atlético Itoupava, de Blumenau, por 2 a 1.

É o quarto título consecutivo do sul do Estado no Estadual. Em 2012, foi com o Mãe Luzia. Em 2013, o Caravaggio levantou a taça. Em 2014, deu Rui Barbosa.

TABELA DA COMPETIÇÃO
Primeira Eliminatória
31/out
Guarani 5×2 Grêmio Cachoeira

Semifinais
01/nov
Metropolitano 2×1 Atlético Itoupava
Guarani 2×0 América

Final
02/nov
Guarani 1×3 Metropolitano

Fonte: Rádio Eldorado / Tá No Filó!

 
Atual escudo

Atual escudo

O Flamengo Esporte Clube tem sua sede no bairro Capoeiras na parte continental de Florianópolis. O clube foi fundado em 10 de junho de 1937 mas só se profissionalizou em 1986 para a disputa da primeira edição da Segundona Catarinense.

Antigos escudos do Flamengo de Capoeiras

Antigos escudos do Flamengo de Capoeiras

Disputou a Segunda Divisão nas seguintes edições: 1986, 1987 e 1994. Para o ano de 1995 o clube foi convidado a disputar a Primeira Divisão pois não haveria Segunda Divisão nesse ano, mas o clube acabou desistindo por falta de recursos.

Clássico com o Figueirense no Scarpelli em 1986: confusão

Clássico com o Figueirense no Scarpelli em 1986: confusão

O clube possui atualmente uma sede localizado na Rua Prefeito Dib Cherem, 2789 em Capoeiras.

Sede social em Capoeiras

Sede social em Capoeiras

O Flamenguinho de Capoeiras, como é conhecido, mandava seus jogos nos estádios Orlando Scarpelli e Ressacada. Realizava seus treinos no antigo “Saco da Lama”, atual Parque de Coqueiros em Florianópolis.

O Maior ídolo do clube foi João Carlos da Silva, o Balduíno. No clube Balduíno foi meia, diretor, técnico e até motorista do Flamengo de Capoeiras. Ele também era o motivo da rivalidade com o Figueirense, equipe em que encerrou a carreira em 1984, depois de passar por Avaí, Joinville e Grêmio.

João Carlos da Silva, o Balduíno, ídolo do Rubro-negro de Capoeiras

João Carlos da Silva, o Balduíno, ídolo do Rubro-negro de Capoeiras

Atualmente, aposentado como professor, Balduíno é comentarista da Rádio Regional FM de Florianópolis e do programa Clube da Bola da RIC TV Florianópolis, que tem exibição todos os sábados antes do meio-dia.

Fonte: Site do Clube, Revista Placar, Wikipédia, Google Maps, RSSSF Brasil e Acervo Pessoal

 

O Minerasil Futebol Clube foi fundado em 1º de maio de 1945, na localidade de Santana em Urussanga. Iniciou sua trajetória disputando campeonatos amadores no vale de Braço do Norte, e em 1955 conseguiu sua filiação na Liga Atlética da Região Mineira (LARM). Atendendo as exigências da Liga, o Minerasil promoveu vários melhoramento sem seu campo, sendo o primeiro clube da região a construir um túnel dando acesso ao vestiário.

O time de Santana disputou o torneio da LARM até 1960, e mesmo não tendo conquistado nenhum título nessa competição conseguiu montar equipes invejáveis. Destacaram-se craques como Camanga e Geovane, e  as pratas da casa Marinho e Pedrinho.

Depois de sair da LARM, o Minerasil passou a disputar a Liga Lauro Muller de Futebol, e foi aí que conheceu seus dias de maior glória. Foi campeão em 1960, 1962 e 1963. Disputou o Campeonato Catarinense nos anos de: 1960, 1962 e 1964.

Em 1967, a Minerasil foi adquirida pela Cia. Carbonífera Urussanga, e o time entrou em franca decadência, deixando de ostentar as cores branca e vermelha nas grandes competições da região.

Fonte: Jornal Vanguarda / Facebook do Minerasil

 

Imbituba Atlético Clube foi fundado em 10 de setembro de 1924. Na maior parte de sua existência participou da divisão principal do campeonato catarinense somente vindo a participar da segunda divisão nos últimos anos.

Sua cores eram o Vermelho , Azul e Branco.

O Imbituba, graças ao punho firme de Osni Melo, presidente da Federação Catarinense de Futebol e ao dinamismo de Gilberto Soledade, seu presidente, conseguiu filiar-se à Federação Catarinense de Futebol, disputando o certame de 1953 entre os Florianópolitanos.

Disputou o Campeonato Catarinense nos anos: 1953, 1954, 1955, 1957, 1959, 1964, 1965, 1966 e 1995.
Pela Segunda Divisão disputou nos anos de: 1989, 1990 e 1998.

Atualmente o clube exerce somente a atividade de clube social. Sua sede está localizada na Rua Alcíno da Fonseca, s/nº, Centro, Imbituba (SC).

 

O Amazonas foi fundado oficialmente em 19 de setembro de 1919, porém desde 1911 já existia com o nome de jogadores do Garcia. O nome da praça de esportes Amazonense se chamava estádio da Empresa Industrial Garcia, o mais belo de Santa Catarina até então. Com a enxurrada de 31 de outubro de 1961, que destruiu totalmente a praça esportiva, inclusive o salão, e ali foram encontradas três vitimas fatais presas ao alambrado. O reduto Amazonense ficou em ruínas, tal a violência da água que transbordou do curso normal do ribeirão Garcia, para causar destruição geral e deixar um rastro de calamidade. O gramado praticamente sumiu, tal o acumulo de areia, pedras, lama, árvores, móveis, balcão frigorífico, material esportivo, troféus, tudo ficou inutilizado. Neste período de recuperação do estádio, que se tornou mais bonito, sediando até competições dos primeiros jogos abertos em Blumenau em 1962, o Amazonas treinava num estádio construído provisoriamente próximo de onde hoje é a praça Getúlio Vargas. Nos jogos oficiais, o mando de campo era no estádio do Palmeiras EC, O Estádio foi reinaugurado em 23 de setembro de 1962. Participou do Campeonato Catarinense nos seguintes anos: 1938, 1941, 1942, 1943 e 1965.

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