Em uma viagem a Salvador, no início dos anos 80, Paulinho de Almeida era o técnico do Atlético Mineiro e Rui Guimarães era seu auxiliar. O jogo foi contra o Bahia na Fonte Nova.

Na manhã seguinte ao jogo, toda a comissão e jogadores rumaram para Belo Horizonte. Feito escala em Porto Seguro, seguindo para a capital Mineira. Enquanto a aeronave fazia o procedimento de vôo para pouso no aeroporto da Pampulha, um imprevisto surge: o trem de pouso não foi acionado por problemas técnicos.

Diante desse problema, o avião, devidamente orientado pela tripulação, faria sobrevôo em Belo Horizonte, até que fosse sanado o defeito do trem de pouso. Com isso, a ansiedade e o medo tomaram conta de quase todos. Uns mais, outros menos.

Como o problema do trem de pouso parecia insolúvel, a medida mais plausível era continuar sobrevoando até que o combustível se esgotasse, para que fosse realizado o pouso de emergência sobre colchões de espuma para evitar um mau maior.

Só que, quando todos os procedimentos eram realizados no aeroporto, os passageiros viam tudo lá de cima, principalmente pelas luzes de alerta das viaturas policiais e das ambulâncias. O pânico ia aumentando e cada um tinha uma reação bem característica.

Mais nervoso que todos, o diretor de futebol, num lampejo de último olhar, prevendo o pior, dirige-se para o saudoso Valtinho, roupeiro do Galo, e em tom de súplica, balbuciou:

“Valtinho, se por acaso o avião explodir, manda este bilhete para a minha mulher e minhas duas filhas.”

Será que ele imaginou que o Valtinho seria imortal?

O pouso foi bom, com algum incômodo, sem maiores transtornos. Depois do susto, a gozação para cima do diretor foi tanta que, dias depois, ele pediu demissão.

Paulo de Almeida Ribeiro (Porto Alegre, 15 de abril de 1932 — São Paulo, 11 de junho de 2007) foi um jogador e treinador de futebol brasileiro, também conhecido como Paulinho de Almeida. Foi treinador do Galo Mineiro em 1983 e 1988.

Rui Guimarães (Belo Horizonte, 6 de março de 1947) ingressou no futebol em 1971 como preparador físico em Minas Gerais e logo depois auxiliar técnico. Foi também técnico de vários clubes Mineiros e Catarinense.

 

FONTE: Rui Guimarães atua na crônica esportiva desde 2003 e nos conta essa e outras histórias no livro ‘Santa Bola, crônicas e contos do futebol’.

 

Fonte: Jornal ‘O Estado’ de 5 de maio de 1924

 

A história do CIP foi fugaz no Campeonato Catarinense. Sua única participação no torneio foi em 1938, mas a sua conquista não pode ser apagada.

A equipe de Itajaí era profissional, mas formada por funcionários da Companhia Itajaiense de Phosphoros. Na decisão, o CIP enfrentou o Atlético de São Francisco do Sul, em uma final que reuniu pela primeira vez dois clubes do interior – a decisão foi em 16 de abril de 1939, em Florianópolis.

A final pegou fogo, afinal, a equipe de São Francisco do Sul desceu o pau nos jogadores do CIP. O jornal O Estado elogiou a elegância da equipe itajaiense “pela exuberância e energia com que souberam batalhar ante a agressividade brutal do time adversário”.

Com gols de Coceira e Nanga, o CIP foi campeão. Única glória de um time que apagou a sua chama definitivamente ao fechar as portas em 1944.

Fonte: André Podiacki

 

A edição 2017 do Campeonato Catarinense tem um desafio extra para os times pequenos do Estado. Caso nenhum deles se sagre campeão, serão completados 25 anos sem a taça levantada por uma equipe de menor expressão. Atlético Tubarão, Inter de Lages, Barroso, Metropolitano e Brusque são os desafiantes dos cinco grandes. Em níveis diferentes de preparação, os times menores sabem que uma conquista é improvável, mas a palavra de ordem é lutar.

Um exemplo que serve de inspiração é a equipe de 1992 do Brusque, último campeão entre os pequenos. A taça foi levantada no estádio Augusto Bauer em 13 de dezembro daquele ano, após final contra o Avaí. Um dos destaques daquele time, o meia Palmito diz que a conquista foi a mais importante de sua carreira.

Palmito foi o artilheiro do Brusque no Catarinense de 1992

— Eu já havia sido campeão catarinense seis vezes, cinco pelo Joinville e uma pelo Criciúma, mas essa foi a mais especial, justamente por ser em uma equipe média. Em time grande, ser campeão é obrigação. Aqui não era — conta.

O jogador lembra que o time era formado por atletas experientes, que foram se entrosando aos poucos. Uma prévia do que aconteceria no fim do ano ocorreu pouco antes, com o primeiro lugar da Copa Santa Catarina. Palmito aponta como ponto de virada a eliminação do Criciúma, que havia sido campeão das duas primeiras fases do torneio, pelo Avaí.

— Foi uma injeção de ânimo. Tínhamos uma equipe forte e que passou a confiar cada vez — lembra.

Força da torcida

Outro ponto que Palmito considera essencial para a conquista foi o apoio da torcida. Após anos de rivalidade com Carlos Renaux e Paysandu, a cidade inteira abraçou a equipe.

— A torcida jogava junto e nos deu um suporte muito grande. Foi uma das bases do time — afirma Palmito, que marcou 13 gols na competição, terminando como vice-artilheiro, atrás de Zé Melo, do Inter de Lages.

Na final contra o Avaí, um gol de Cláudio Freitas na prorrogação selou o título, após uma vitória de cada time. O carinho foi tão grande que ele decidiu ficar na cidade depois de terminar a carreira de jogador. Há 22 anos, trabalha no Sesc da cidade. Atualmente, é gerente da unidade e uma espécie de embaixador do time campeão em 1992.

Em 2012, jogadores do Brusque se encontraram para celebrar o aniversário de 20 anos do título.

Palmito Ajudou a organizar o encontro de 20 anos da conquista em dezembro de 2012. Dois anos mais tarde, viu o primeiro companheiro de equipe morrer o atacante Jair Bala faleceu em novembro de 2014. No mesmo ano, no entanto, Palmito recebeu o título de cidadão-honorário de Brusque. Para esse ano, pretende participar do encontro de 25 anos, o que ele diz ser mais uma prova da união daquele grupo. A torcida, agora, é para que a cidade de Brusque possa comemorar mais um título, porém ele sabe da dificuldade.

— Os pequenos mudaram pouco em estrutura e os grandes subiram muito de nível. É preciso de investimento para diminuir essa diferença, que está cada vez maior — opina.

Mauro Ovelha se agarra à esperança

Atual técnico do Brusque, Mauro Ovelha sabe o caminho das pedras. No comando do Atlético de Ibirama, ele chegou perto do título por duas oportunidades, sendo vice-campeão em 2004 e 2005. Foi a última vez que um pequeno chegou às finais. Em 2011, Ovelha levantou a taça na Chapecoense, que ainda não tinha a projeção nacional de hoje. Para o treinador, ainda é possível que um time pequeno seja campeão caso haja um trabalho muito bem encaixado, porém a dificuldade é maior do que nunca.

— A gente vive um momento diferente. Hoje a diferença de orçamento é muito grande, Mas é futebol. Não que seja impossível, mas é muito mais difícil — diz.

Ainda segundo Ovelha, o primeiro objetivo do Brusque para o Estadual é conseguir uma vaga na Copa do Brasil, assim como ocorreu no ano passado. Ele ainda conta que existe um fio de esperança no título, pois trata-se de uma competição mais curta.

— Sonhar não custa nada. O trabalho precisa encaixar. Se fosse numa competição longa, não seria possível. No tiro curto ainda dá, embora seja uma tarefa muito complicada. Vamos brigar pelo nosso espaço — finaliza.

Fonte: Diário Catarinense

 
Metropol (de branco) num dos clássicos com o Comerciário

Metropol (de branco) num dos clássicos com o Comerciário

Em 2017, completam-se 48 anos do encerramento das atividades no Esporte Clube Metropol. Apesar da distância no tempo, a mais lendária equipe do nosso futebol mantém seu fascínio sobre os aficionados do futebol. Às vezes, algum curioso vem me perguntar: “se o time era tão bom, por que acabou?”

De fato, o Metropol saiu de cena ainda por cima, logo após conquistar o estadual de 1969. Mas seu destino já estava traçado, devido a dois fatores. Um deles era o fim da sociedade Freitas-Guglielmi, que mantinha o time. O outro era a nebulosa eliminação para o Botafogo, na Taça Brasil. O episódio desiludiu Dite Freitas, patrono do Metropol, mas também impôs uma maldição de vinte anos sobre o time da Estrela Solitária.

Na época, apenas os campeões estaduais disputavam o torneio nacional. Era assim: os times de cada região do país se enfrentavam e, a partir daí, viajavam para encarar os representantes dos estados mais afastados.

Na Taça Brasil de 1968, o Metropol já havia deixado para trás o Água Verde, campeão paranaense, e o poderoso Grêmio, uma máquina de jogar bola que havia acabado de chegar ao heptacampeonato gaúcho. No caminho do Metropol estava agora o Botafogo do técnico Zagallo e do craque Gérson, num desafio que mudaria o destino das duas equipes.

A manchete do jornal “O Globo” em 5 de dezembro de 1968 anunciava: “O Metropol pela 1ª vez no Maracanã”. Mas o tão falado time dos mineiros de Criciúma frustrou a crônica do Rio de Janeiro e, irreconhecível, foi goleado por 6 a 1. Como não havia vantagem pelo saldo de gols, o 1 a 0 que o Metropol obteve no jogo de volta, três dias depois, garantiria a realização de uma terceira partida em solo catarinense — e aí é que entra em campo o subterrâneo do futebol.

O Botafogo alegou que o Estádio Heriberto Hülse, emprestado pelo Comerciário para a realização daqueles jogos, não tinha condições de segurança. De fato, a torcida não havia sido nada hospitaleira com o time de Zagallo — principalmente por acharem que a arbitragem estava empenhada em ajudar o Botafogo. Após aquela partida, a antiga CBD, sob o comando de João Havelange, decidiu paralisar a competição.

A equipe carioca saiu de Criciúma sonhando com um terceiro jogo em campo neutro, mas obteve uma decisão da CBD ainda mais generosa: a partida decisiva seria em General Severiano, reduto alvinegro. Mesmo contrariado, o Metropol viajou ao Rio para enfrentar o Botafogo na noite de 2 de abril de 1969, uma quinta-feira santa. No apito, Armando Marques.

Logo no começo, o Metropol levou um gol olímpico — o goleiro Rubão jura, até hoje, que aquela bola não entrou por completo. Ainda no primeiro tempo, o empate: Leocádio driblou meio time e marcou para os catarinenses. Foi quando a chuva apertou. Além das poças no gramado, um imprevisto: aos 13 minutos do segundo tempo, 30 dos 96 refletores do estádio foram apagados. Armando Marques decidiu interromper a partida. O patrono Dite Freitas quis saber:

— O que a gente faz?

— Volta pra Criciúma. Quando marcarmos a data pra jogar o resto da partida, a gente avisa — garantiu o pessoal da CBD.

E, de fato, avisaram — mas no dia seguinte. O Metropol havia acabado de chegar a Criciúma, onde um telegrama esperava a diretoria, anunciando que o jogo seria naquela mesma data. Não havia como retornar a tempo. A malandragem fez os catarinenses serem eliminados por W.O., enquanto o Botafogo se preparava para enfrentar o Cruzeiro e marchar até a conquista daquela Taça Brasil.

Para o Metropol, foi um balde d’água fria nas pretensões de projeção nacional. Uma desilusão que desmotivou seus dirigentes a prosseguirem com o futebol.

Para o Botafogo, foi o início de uma época de sofrimento. Parecia que eles haviam sido vítimas de uma maldição. Nos anos seguintes, o time da Estrela Solitária afundou em dívidas e chegou a perder o estádio. Passou vinte anos sem vencer mais nada. Ser botafoguense virou sinônimo de “sofredor”. A maldição parecia dizer: “sofrerás até o dia em que alguém que tenha algo a ver com o Metropol venha tirá-los desse vale de lágrimas”.

O que realmente aconteceu, no ano de 1989, quando o Botafogo rompeu o jejum de duas décadas sem títulos, ao vencer o campeonato carioca. Liderando o ataque da equipe, estava Paulinho Criciúma — sobrinho de Zezinho Rocha, ex-lateral do Metropol.

Uma história que revela como funcionam os bastidores do futebol — e que mostra, também, que o sobrenatural, quando entra em campo, é ainda mais poderoso que isso.

Fonte: DC

 
O time de críquete do clube

O time de críquete do clube

Em uma época quando frequentar clubes era uma novidade ainda restrita aos estrangeiros que chegavam ao Brasil para trabalhar, um grupo de ingleses, liderado por George E. Cox e Basil Freeland, fundou em 15 de agosto de 1897 em Niterói o Rio Cricket and Athletic Association. O objetivo era ter um espaço próprio para a prática do cricket e do tennis de grama, onde pudessem também promover encontros para um chá ou whisky. O surgimento do novo clube tem relação direta com um importante evento histórico do país, a Proclamação da República, ocorrida no dia 15 de novembro de 1889.

Fundado com o nome de Rio Cricket Club, em 15 de agosto de 1872, o clube mudou de nome e de endereço algumas vezes. No início, ocupava um terreno na Rua Paysandu, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que era alugado pelo Conde d’Eu, marido da princesa Isabel. Com o advento da República, todos os imóveis da família real foram desapropriados, e o terreno utilizado pelo clube foi incorporado pela União em 1890.
Com o aluguel não renovado, o Rio Cricket ficou sem “casa”. O fato, combinado com a apatia dos associados, provocou a primeira cisão no clube, o que resultou no surgimento, em abril de 1892, do Clube Brasileiro de Cricket. O Banco da República, que geria os imóveis da família real, permitiu ao Rio Cricket utilizar o terreno como empréstimo. Em 1895, os dois clubes voltariam a ser um só, chamado Clube Brasileiro de Cricket. No início de 1897, o Banco da República colocou o terreno emprestado à venda, e alguns sócios decidiram adquirir um imóvel próprio, o que se deu em Niterói. Surgiu então o Rio Cricket and Athletic Association.
O Banco da República não conseguiu vender o terreno, e o Clube Brasileiro de Cricket continuou utilizando-o. Como forma de reforçar a ideia de que a área usada na rua homônima atendia perfeitamente aos seus associados, em 1899 passou a se chamar Paysandu Cricket Club. E, a partir de 1916, mudaria o nome novamente, para Paysandu Athletic Club.
Coube a um de seus associados, Oscar Cox, filho de George Cox, também seu fundador, lançar a semente da prática do futebol no Rio de Janeiro em 1898. Oscar treinaria duas equipes, uma formada por jogadores do Rio Cricket e a outra composta de atletas do Paysandu e de outros jogadores, que recebeu o nome de Rio Team. Em 22 de setembro de 1901, foi realizada a primeira partida de futebol com regras, bola e campo oficiais no estado do Rio de Janeiro.
Para serem aceitos na Liga Metropolitana de Football, que organizaria a primeira edição do campeonato carioca em 1906, o Rio Cricket e seu coirmão Paysandu precisaram incluir em seu estatuto a prática do futebol.
A estreia da equipe de Niterói aconteceu em 6 de maio, na goleada de 7 a 0 contra o Football & Athletic. O Rio Cricket fez uma boa campanha e ficou na terceira colocação entre as seis equipes participantes. A partida decisiva para o título, conquistado pelo Fluminense, foi em seu campo, no dia 14 de outubro, quando foi derrotado por 4 a 1. A partir de 1908 passou a fazer parte da Liga Metropolitana de Sports Athléticos, realizando campanhas regulares, sem grandes destaques, enquanto o Paysandu chegou a conquistar o título estadual em 1912. Ao longo dos anos a maior dificuldade do clube foi encontrar atletas dispostos a atuar pela equipe, o que nem sempre havia entre os associados.
Com a Primeira Guerra Mundial, mais de 50 sócios deixaram o Brasil para servir o país de origem no conflito. O que foi no primeiro momento motivo de orgulho pela causa patriótica e abnegada, logo se transformou em tristeza, à medida que notícias ruins chegavam da Europa.
No campeonato estadual de 1915, o Rio Cricket venceu apenas duas das dez partidas realizadas, uma delas por W.O. (Walkover) – o adversário São Cristóvão não apareceu. Último colocado na classificação geral, o clube teve a chance de escapar do rebaixamento ao enfrentar o campeão da segunda divisão, o Andarahy. A primeira partida acabou empatada em 2 a 2, o que provocou a realização de outro jogo.
Os desfalques no time inglês continuaram a crescer. O meio-campista Whitton, por exemplo, dias após o primeiro confronto, retirou-se e foi para a guerra. A segunda partida também terminou em empate. Na terceira e decisiva, a derrota por 4 a 2 definiu o rebaixamento do Rio Cricket. Em 16 de maio de 1917, ele oficializaria a saída da liga e não mais voltaria a participar do campeonato estadual, passando apenas a manter equipes amadoras.Fonte: Aventuras na História

 

Este time foi campeão municipal de Itajaí em 1951, ao derrotar o Marcílio Dias na final, realizada em 16 de dezembro daquele ano, no Estádio Hercílio Luz. É o Estivadores Esporte Clube. Da esquerda para a direita, em pé: Maru, Tuca, Luiz, Geninho, Careta e Seara. Agachados: Odão, Quirino, Morgado, Zico e Ieiê.

Fontes: DC/ Acervo Schneider

 

FONTES: Blog Clubes de Itajaí – www.McNish.com.br

 

O Clube Atlético Itajaí conquistou na tarde deste domingo o título de campeão catarinense da Série C. A conquista veio mesmo com a derrota para o Fluminense de Joinville, em Joinville, por 3 a 1. É que no primeiro jogo da decisão, realizado no sábado anterior em Itajaí, o Itajaí goleou o Fluminense por 6 a 2.

Com o título, o Clube Atlético Itajaí garantiu uma vaga na Série B de Santa Catarina em 2017, já que apenas o campeão garante o acesso. O curioso é que este campeonato foi o primeiro disputado pelo Atlético Itajaí, que foi fundado em abril deste ano e já começa sua história com uma importante conquista.

O futebol de Santa Catarina é atualmente um dos mais organizados no Brasil e a Série C teve seis equipes disputando o torneio, sendo que o Santa Catarina, de Imbituba, desistiu do torneio no meio da competição.

Fonte: Futebol Interior

 

O Sport Club Bagé foi o clube que inaugurou o futebol em Bagé, fundado em 15 de novembro de 1906.

Três diretores do Sport Club Rio Grande foram a Bagé e entraram em contato com Gedeão Ratto, comerciante e importador bageense, que mantinha relações comerciais com comerciantes de Rio Grande. Desta reunião resultou acerto para um amistoso, mas a equipe bageense não possuía um campo para a prática do novo esporte. Os organizadores do amistoso foram encontrar o presidente da Associação Rural de Bagé (Sr. Emílio Guilayn), e obtiveram a autorização para a realização da partida no parque de exposições da associação.

A primeira partida foi realizada na Associação Rural de Bagé. O gramado foi improvisado, na sede da Associação. A dimensão do campo foi demarcada com pá e colocadas as goleiras, apenas os postes, sem travessão. A arbitragem foi composta por três juízes e dois bandeirinhas.

O Sport Club Bagé manteve-se ativo até 1914, quando alguns de seus fundadores abandonaram o esporte e outros foram jogar no Guarany. Entretanto, com a fundação do Grêmio Esportivo Bagé, em 1920, os fundadores do Sport Club Bagé migraram para o novo clube amarelo e preto da cidade.

Fonte: Acervo Douglas M. Rambor/ Jornal Minuano/ Wikipédia

 


O Grêmio Esportivo Bagé é um clube gaúcho de futebol, da cidade de Bagé, no estado do Rio Grande do Sul.

O Bagé, que é um dos clubes mais tradicionais do estado, foi fundado em 5 de agosto de 1920, e já em 1925 foi Campeão Gaúcho, numa final contra o Grêmio, no Estádio da Baixada, em Porto Alegre. Este título foi conquistado de maneira invicta. Os responsáveis por esta conquista são chamados até hoje pela torcida como os “Imortais de 25″.

Escudo do segundo uniforme

Escudo do segundo uniforme

Fonte: Acervo Douglas Marcelo Rambor

 

O Grêmio Sportivo Flamengo originou-se da fusão entre  Rio Branco e Ruy Barbosa.  Em 1971 fundiu-se com o EC Juventude, dando origem à Associação Caxias de Futebol, fusão esta desfeita em 1975, o clube mudou o nome para SER Caxias.

Fonte: Acervo Douglas Marcelo Rambor

 

Em 1919, apenas três anos após sua criação, a Copa América chegou ao Brasil. Coube ao Fluminense a missão de construir o estádio das Laranjeiras para abrigar os jogos. O primeiro estádio de futebol do Brasil, lugar onde o time verde e amarelo jamais perdeu.

Fonte: Facebook e site do Fluminense

 

O Esporte Clube Arsenal foi o maior clube do futebol amador de Santo Ângelo de todo o século XX. Fundado em 25 de março de 1955 por Jacob José Bergsleithner, Henrique Rodrigues e Paulo Fernandes, a equipe venceu o Racing, em sua primeira partida oficial, pelo placar de 2 a 0, gols de Ornar Radins, na data de 4 de abril, em sua sede no bairro Pippi. A equipe tinha a camisa com as mesmas cores do Grêmio de Porto Alegre, em listras verticais em azul e preto. Em 1956, o Arsenal filiou-se na Liga Santo-angelense de Futebol (LSF) e passou a disputar o Campeonato Citadino de Amadores da 2ª Divisão, eis que a divisão especial era disputada somente por Elite Clube Desportivo, Grêmio Sportivo Santo-angelense e Tamoio Futebol Clube. O “dream team” do Esporte Clube Arsenal consagrou-se como octacampeão municipal da 2ª divisão, no período de 1956 a 1963. Em 1963, a Liga Santo-angelense de Futebol extinguiu a competição municipal pelo fato das demais equipes desistirem de jogar pelo fato de o Arsenal ganhar sempre. A equipe do Arsenal era formada por Hélio Fabrin, Demétrio da Costa Lima, Bento Oliveira, Henrique Rodrigues, Olacir Marques dos Santos, Artur Marquardt, Serloque Ferreira, Hélio Marcolino, Jacob José Bergsleithner, Omar Radins e Paulo Fernandes. O Arsenal ainda disputou partidas amistosas no ano de 1964 nos municípios de Três de Maio, Cerro Largo, Ijuí e Giruá; interrompendo as atividades com o futebol e ficando apenas com a parte social, a qual foi criada no ano de 1957, quando os integrantes da equipe adquiriram um terreno e construíram a sede social com quadra de futebol, quadra de bocha e salão de eventos. A partir disso, somente os associados do Arsenal jogavam na quadra esportiva e havia a organização de campeonatos internos, em partidas disputadas aos domingos. Esse período durou até o ano de 1980, com a derrocada do Arsenal. Más administrações fizeram com que a sociedade do clube decretasse a falência. Assim, foi convocada assembleia geral e os sócios decidiram pelo fim da sociedade. Em 1984, o terreno da sede do Arsenal foi doado à prefeitura, na gestão do prefeito Mauro Azeredo, com a finalidade de construir um ginásio de esportes e uma creche. O ginásio foi concluído somente no ano de 1998, na gestão do prefeito José Lima Gonçalves, e a creche foi esquecida. O ginásio levou o nome de João Dalla Corte e hoje é local de atividades esportivas e eventos sociais. Em toda a história no futebol, poucas vezes o Arsenal foi derrotado. Em mais de 200 partidas oficiais, o aproveitamento da equipe do bairro Pippi foi superior a 90%.

Fonte: As Glórias do Futebol Santo-angelense

 

Esse é o escudo do Clube Atlético Itajaí, fundado esse ano, é o mais novo clube de Santa Catarina que disputará a Terceira Divisão Catarinense 2016 junto com Curitibanos, Fluminense, Imbituba FC, Maga e Próspera. A competição começa dia 12 de junho.

Fonte: FCF

 

No último embate, entre as duas equipes, em 1996, a Chapecoense ficou com o troféu, mas demorou meses para soltar o grito de campeão. Pelo menos oficialmente. No primeiro jogo da decisão, no Norte de Santa Catarina, os donos da casa venceram por 2 a 0 e tinham uma boa vantagem para o duelo de volta, em Chapecó.

A preparação para a partida ocorreu normalmente, assim como a viagem de 515 quilômetros até o Oeste do estado. Porém, na madrugada que antecedeu o confronto, um grupo de torcedores do Verdão promoveu um foguetório próximo ao hotel onde estava hospedada a delegação do JEC. O ato deixou a diretoria tricolor revoltada.

Vilson Florêncio, presidente do clube na época, afirmou, nas primeiras horas da manhã, que os seus jogadores estavam cansados em função da “brincadeira” da torcida adversária e sem condições de entrar em campo. O desejo do cartola era de que a partida fosse cancelada, mas isso não aconteceu.

Como estava previsto, os titulares da Chapecoense entraram no estádio, chamado na época de Regional Índio Condá, assim como a arbitragem. Mesmo sem a bola rolar, e o time visitante presente, a equipe da casa foi declarada campeã. O Joinville não deixou barato e entrou na Justiça para que uma nova partida fosse realizada. Os tricolores alegavam que haviam sido prejudicados. Depois de mais de cinco meses de disputa jurídica, foi determinada a data da nova partida: 18 de dezembro de 1996.

Sem foguetório desta vez, a Chapecoense venceu no tempo normal, e a decisão foi para a prorrogação. O Verdão ficou à frente no placar de novo e levantou a taça do estadual depois de 19 anos.

Fonte: Globo Esporte SC

 

O CIP Foot-ball Club foi um clube de futebol da cidade de Itajaí, cidade do litoral norte de Santa Catarina. Foi campeão do Campeonato Catarinense em 1938 e pertencia à Companhia Itajaiense de Phosforos. Na época, a palavra fósforo era escrita com “ph” no lugar do “f”. Daí o porquê da sigla “CIP”. O CIP tinha como cores o vermelho e o preto. Fundado em 27 de outubro de 1936 e desativado em 1944.

Para chegar à final do Campeonato Catarinense de 1938, o CIP foi campeão da fase regional do Vale do Itajaí e, na etapa estadual, eliminou o Avaí, de Florianópolis, na semifinal. Venceu a primeira partida por 4-0, depois perdeu por 2-3 e, no jogo-desempate, ganhou por 3-2.

A decisão, disputada em 16 de abril de 1939, foi contra o Atlético de São Francisco do Sul, vencida pelo CIP por 2-0. O time campeão tinha: Geninho; Lico e Humaitá; Fateco, Humberto e Soto; Vitório, Couceiro, Pavan, Nanga e Armando.

Jogador Soto, campeão pelo CIP em 1938

A edição de 1938 do Campeonato Catarinense foi a única que o CIP disputou em sua história.

Fonte: Acervo Fernando Alécio/ Wikipédia

 

Este é o time do Clube Atlético Operário, campeão da Liga Joinvilense de Futebol em 1956. O último jogo foi contra o São Luiz, e terminou empatado em 0 a 0. O título ficou com a equipe da usina metalúrgica, cuja escalação era: Clecir, Baixinho, Bazoca, Neide, Bentevi, Mário José, Vadinho, Brandão, Den, Carriço e Bia.

Fonte: Acervo Mário Nascimento e Mário José.

 

Além do Campeonato Catarinense de 2015, que foi decidido nos tribunais, listamos sete casos em que o Campeonato Catarinense teve um campeão por motivos extracampo:

1931
O primeiro campeão por W.O
O clube Lauro Müller, de Itajaí, durou apenas 19 anos. O maior feito da equipe foi chegar à final do Catarinense de 1931. Com apenas um ano de história o clube do Itajaí conseguiu tal feito e o duelo prometia ser quente com o Atlético Catarinense, equipe de Florianópolis. A data da decisão foi 24 de janeiro de 1932, porém a Federação Catarinense de Desportos decidiu adiar o jogo por mais uma semana e isso irritou os cartolas do time da Capital. Insatisfeitos, os dirigentes proibiram os jogadores de entrar no campo do Estádio Adolfo Konder, no dia 31 de janeiro, e assim a FCD declarou o Lauro Müller campeão catarinense por W.O.

1942
Exército atrapalha a final
A decisão do Estadual de 1942, teve como finalistas América, de Joinville, e Avaí. Porém, o jogo final nunca aconteceu e o Leão ficou com a taça por conta de um decreto. Os jogadores do time joinvilense foram impedidos de jogar pelo batalhão do exército de viajar para a partida decisiva porque o América tinha no elenco atletas que faziam partida do 13º Batalhão de Caçadores. Assim, o time do Norte do Estado tentou realizar a partida em outra data, ou mesmo em Joinville — onde os jogadores que serviam o exército poderiam jogar —, mas a FCF não cedeu e decretou o Avaí campeão.

1956
Amador campeão profissional
Em 1956, 10 dos principais clubes do Estado criaram a Liga Especial de Futebol Profissional e organizaram seu campeonato Estadual, vencido pelo Paysandu, de Brusque. A Federação Catarinense de Futebol (FCF), embora reconhecesse a iniciativa da Liga, também promoveu a sua competição. O melhor time foi o Operário, time da Usina Metalúrgica de Joinville, uma equipe praticamente amadora. A FCF decidiu unificar os títulos e ainda com protestos do Paysandu, que já tinha dispensado boa parte de seu elenco, realizou uma grande final. Com um plantel remendado, o alviverde brusquense perdeu as duas partidas pra o tricolor de Joinville. O título ficou com o Operário, que mesmo sendo amador tem um troféu profissional na estante.

1963
Marinheiro campeão 20 anos depois de vencer a partida final
O Campeonato Catarinense de 1962 se estendeu até maio de 1963 e consagrou o Metropol, de Criciúma, como tricampeão do Estado. Logo depois do triunfo, a equipe viajou para Europa, onde disputou 23 jogos. Como o Estadual de 1962 se estendeu até 63, a Federação decidiu não fazer Campeonato Catarinense em 1963. Para os clubes não ficarem parados criou o torneio Luiza de Mello — então primeira dama do futebol catarinense, por ser casada com o presidente da FCF, Osni Mello. Com a vitória sobre o Carlos Renaux, de Brusque, o Marcílio Dias garantiu o primeiro lugar e ficou com a taça. Em 1983, a FCF decidiu homologar o Marinheiro como campeão do Estadual de 63 por ter vencido o único torneio organizado em Santa Catarina naquele ano.

1978
Campeonato do artigo 50
O Avaí ficou tão irritado com um pênalti marcado a favor do Joinville, que decidiu abandonar o Catarinense de 1978. O artigo 50 do regulamento do torneio, que tratava do assunto, não esclarecia o que aconteceria com os pontos das partidas que o Leão ainda iria disputar. O JEC terminou em primeiro, porém, a Chapecoense considerou os pontos ganhou do jogo que não teve contra o Avaí e também se proclamou campeã. O caso foi acabar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Depois de quatro meses de disputa o advogado Waldomiro Falcão conseguiu levar o título para o Tricolor do Norte.

1994
O jogo que terminou com invasão
O Figueirense voltou a ser campeão do Catarinense depois de 20 anos. A ansiedade da torcida era tanta que aos 32 minutos do segundo tempo da partida final contra o Criciúma invadiram o gramado do Estádio Orlando Scarpelli. O Alvinegro vencia por 2 a 0 quando o árbitro Dalmo Bozzano decidiu acabar o jogo, afinal, os torcedores fizeram tanta festa que levaram para casa inclusive as traves do estádio. Depois de uma disputa nos tribunais, o título foi confirmado para o Furacão.

1996
Final em três atos
Campeão do primeiro turno, o JEC precisava vence o jogo final do returno contra a Chapecoense por uma diferença de dois gols para ficar com o título antecipado, caso contrário o título seria definido em dois jogos finais. A partida estava empatada até os 42 minutos do segundo tempo, quando o zagueiro Lucio, do Verdão do Oeste, foi expulso. Depois de muita confusão, o Joinville desempatou. Aos 56, o árbitro João Paulo Araújo não viu o bandeirinha sinalizar a bola da cobrança de escanteio tricolor tinha passado por fora. O JEC marcou o quarto gol, fazendo o Ernestão explodir de alegria. No vestiário, pressionado pelo time visitante o árbitro voltou atrás e a partida terminou 3 a 2 para o Joinville.
Na primeira final, o JEC venceu por 2 a 0. Na véspera da decisão no Regional Índio Condá ninguém dormiu na delegação tricolor. Um foguetório acordou os jogadores do Joinville. Os dirigentes do time do Norte do Estado irritados decidiram voltar para casa. Os torcedores da Chape comemoraram o título, porém, o JEC conseguiu, depois de uma árdua batalha nos tribunais, remarcar o jogo para dezembro de 1996.

Com gols de Marquito e Gilmar Fontana o Verdão foi campeão catarinense pela segunda vez em sua história.

Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

 

O Sport Club Corinthians USA é um clube de futebol estadunidense da cidade de Fontana, no estado da Califórnia. O clube foi fundado em 15 de dezembro de 2010, no ano do centenário do Corinthians Paulista. O clube entrou em competições oficiais em 2013, com o brasileiro Palhinha como técnico. O clube manda suas partidas no Citrus College Stadium, na cidade de Glendora, com capacidade para 10.000 pessoas. Atualmente disputa a Coast Soccer League, liga de futebol sediada na Califórnia para equipes adultas, sub-23 e sub-19. Em março de 2014, o Corinthians disputa a US Open Cup, a mais tradicional competição de futebol dos EUA. Em 2 de agosto de 2015, anunciou oficialmente o rompimento de laços com a matriz brasileira e torna-se independente. Nesse mesmo ano fez sua primeira excursão internacional para Dubai e Catar, nos Emirados Árabes Unidos.

Fontes:
https://soundcloud.com/pretinhobasico/pretinho-04012016-18h
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_Corinthians_USA
http://www.meutimao.com.br/noticia/183360/corinthians_usa_rompe_vinculo_com_o_timao
https://www.facebook.com/CorinthiansUSA

 

Na tarde desta segunda-feira, dia 2 de novembro, o Grêmio Esportivo Metropolitano não tomou conhecimento do fator local, derrotou o Guarani em plena casa do adversário e fez a festa de campeão do Estadual de Amadores da Federação Catarinense de Futebol.

Foi o primeiro título da história do Metropolitano de Nova Veneza em nível estadual. Em 2008, quando chegou mais perto, o Metropolitano foi vice-campeão, perdendo a finalíssima para o Juventude, de Lindóia do Sul.

Desta vez, porém, o Metropolitano brilhou e forte. Fez 3 a 1 na decisão eletrizante contra o Guarani de São Miguel d´Oeste, no estádio Padre Aurélio Canzi, lotado com duas mil pessoas. Foram duas vitórias em dois jogos do Metro no Estadual, já que na estreia, no sábado dia 1º de novembro, havia vencido o Atlético Itoupava, de Blumenau, por 2 a 1.

É o quarto título consecutivo do sul do Estado no Estadual. Em 2012, foi com o Mãe Luzia. Em 2013, o Caravaggio levantou a taça. Em 2014, deu Rui Barbosa.

TABELA DA COMPETIÇÃO
Primeira Eliminatória
31/out
Guarani 5×2 Grêmio Cachoeira

Semifinais
01/nov
Metropolitano 2×1 Atlético Itoupava
Guarani 2×0 América

Final
02/nov
Guarani 1×3 Metropolitano

Fonte: Rádio Eldorado / Tá No Filó!

 
Atual escudo

Atual escudo

O Flamengo Esporte Clube tem sua sede no bairro Capoeiras na parte continental de Florianópolis. O clube foi fundado em 10 de junho de 1937 mas só se profissionalizou em 1986 para a disputa da primeira edição da Segundona Catarinense.

Antigos escudos do Flamengo de Capoeiras

Antigos escudos do Flamengo de Capoeiras

Disputou a Segunda Divisão nas seguintes edições: 1986, 1987 e 1994. Para o ano de 1995 o clube foi convidado a disputar a Primeira Divisão pois não haveria Segunda Divisão nesse ano, mas o clube acabou desistindo por falta de recursos.

Clássico com o Figueirense no Scarpelli em 1986: confusão

Clássico com o Figueirense no Scarpelli em 1986: confusão

O clube possui atualmente uma sede localizado na Rua Prefeito Dib Cherem, 2789 em Capoeiras.

Sede social em Capoeiras

Sede social em Capoeiras

O Flamenguinho de Capoeiras, como é conhecido, mandava seus jogos nos estádios Orlando Scarpelli e Ressacada. Realizava seus treinos no antigo “Saco da Lama”, atual Parque de Coqueiros em Florianópolis.

O Maior ídolo do clube foi João Carlos da Silva, o Balduíno. No clube Balduíno foi meia, diretor, técnico e até motorista do Flamengo de Capoeiras. Ele também era o motivo da rivalidade com o Figueirense, equipe em que encerrou a carreira em 1984, depois de passar por Avaí, Joinville e Grêmio.

João Carlos da Silva, o Balduíno, ídolo do Rubro-negro de Capoeiras

João Carlos da Silva, o Balduíno, ídolo do Rubro-negro de Capoeiras

Atualmente, aposentado como professor, Balduíno é comentarista da Rádio Regional FM de Florianópolis e do programa Clube da Bola da RIC TV Florianópolis, que tem exibição todos os sábados antes do meio-dia.

Fonte: Site do Clube, Revista Placar, Wikipédia, Google Maps, RSSSF Brasil e Acervo Pessoal

 

O Minerasil Futebol Clube foi fundado em 1º de maio de 1945, na localidade de Santana em Urussanga. Iniciou sua trajetória disputando campeonatos amadores no vale de Braço do Norte, e em 1955 conseguiu sua filiação na Liga Atlética da Região Mineira (LARM). Atendendo as exigências da Liga, o Minerasil promoveu vários melhoramento sem seu campo, sendo o primeiro clube da região a construir um túnel dando acesso ao vestiário.

O time de Santana disputou o torneio da LARM até 1960, e mesmo não tendo conquistado nenhum título nessa competição conseguiu montar equipes invejáveis. Destacaram-se craques como Camanga e Geovane, e  as pratas da casa Marinho e Pedrinho.

Depois de sair da LARM, o Minerasil passou a disputar a Liga Lauro Muller de Futebol, e foi aí que conheceu seus dias de maior glória. Foi campeão em 1960, 1962 e 1963. Disputou o Campeonato Catarinense nos anos de: 1960, 1962 e 1964.

Em 1967, a Minerasil foi adquirida pela Cia. Carbonífera Urussanga, e o time entrou em franca decadência, deixando de ostentar as cores branca e vermelha nas grandes competições da região.

Fonte: Jornal Vanguarda / Facebook do Minerasil

 

Imbituba Atlético Clube foi fundado em 10 de setembro de 1924. Na maior parte de sua existência participou da divisão principal do campeonato catarinense somente vindo a participar da segunda divisão nos últimos anos.

Sua cores eram o Vermelho , Azul e Branco.

O Imbituba, graças ao punho firme de Osni Melo, presidente da Federação Catarinense de Futebol e ao dinamismo de Gilberto Soledade, seu presidente, conseguiu filiar-se à Federação Catarinense de Futebol, disputando o certame de 1953 entre os Florianópolitanos.

Disputou o Campeonato Catarinense nos anos: 1953, 1954, 1955, 1957, 1959, 1964, 1965, 1966 e 1995.
Pela Segunda Divisão disputou nos anos de: 1989, 1990 e 1998.

Atualmente o clube exerce somente a atividade de clube social. Sua sede está localizada na Rua Alcíno da Fonseca, s/nº, Centro, Imbituba (SC).

 

O Amazonas foi fundado oficialmente em 19 de setembro de 1919, porém desde 1911 já existia com o nome de jogadores do Garcia. O nome da praça de esportes Amazonense se chamava estádio da Empresa Industrial Garcia, o mais belo de Santa Catarina até então. Com a enxurrada de 31 de outubro de 1961, que destruiu totalmente a praça esportiva, inclusive o salão, e ali foram encontradas três vitimas fatais presas ao alambrado. O reduto Amazonense ficou em ruínas, tal a violência da água que transbordou do curso normal do ribeirão Garcia, para causar destruição geral e deixar um rastro de calamidade. O gramado praticamente sumiu, tal o acumulo de areia, pedras, lama, árvores, móveis, balcão frigorífico, material esportivo, troféus, tudo ficou inutilizado. Neste período de recuperação do estádio, que se tornou mais bonito, sediando até competições dos primeiros jogos abertos em Blumenau em 1962, o Amazonas treinava num estádio construído provisoriamente próximo de onde hoje é a praça Getúlio Vargas. Nos jogos oficiais, o mando de campo era no estádio do Palmeiras EC, O Estádio foi reinaugurado em 23 de setembro de 1962. Participou do Campeonato Catarinense nos seguintes anos: 1938, 1941, 1942, 1943 e 1965.

 

Em 1961, o Paysandu, de Brusque, conseguiu montar um bom time, no qual o craque era o zagueiro Di, que, mais tarde, foi parar no Metropol, de Criciúma.
Na foto
Em pé: Aurélio, Di, Valdir Montibeller, Walace, Nego Kühn e Ivo.
Agachados: Nelsinho, Leba, Julinho, Godeberto e Bossinha.

Fonte: Valdir Appel / Diário Catarinense 17/01/2009

 

Esse é o escudo do União Garimpeira Esporte Clube de Nortelândia (MT). Fundado em 1989 o clube disputou o Campeonato Mato-grossense da Segunda Divisão no mesmo ano, conquistando o vice campeonato. No ano seguinte ficou em sétimo no Campeonato Mato-grossense da Primeira Divisão. Anos depois, retornou a competição ficando em penúltimo lugar entre dez clubes no estadual de 1995.

Fonte: Roberto Pypcak Junior / Youtube / RSSSF Brasil / Wikipédia

 

A Sociedade Recreativa Indaial foi fundada em 21 de março de 1875 com a denominação Schutzenverein zu Indayal, sendo que em 23 de março de 1942 mudou de nome para Esporte Clube Indaial. Com essa denominação, disputou as competições de futebol da Liga Blumenauense de Desportos dos anos de 1940.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Governo Federal, através do Conselho Nacional de Desportos, baixou a circular 01/1944, determinando que as associações, clubes e entidades esportivas não poderiam mais utilizar nomes de cidades, estados e países. Então em 1944 o clube passou a se chamar Esporte Clube Internacional.

Com o fim da Segunda Guerra o clube muda novamente de nome para Sociedade Recreativa Indaial, mas com a profissionalização do futebol, o clube, por se tratar de uma sociedade civil sem fins lucrativos, abandona essa modalidade passando a existir somente como clube social.

Sua sede fica na Rua dos Atiradores 152, Centro, Indaial, CEP 89130-000.

Fonte: Almanaque do Vale / Site oficial da Sociedade Recreativa Indaial

 


Este foi o primeiro escudo utilizado pelo Brusque Futebol Clube entre os anos de 1987 e 1991, o escudo nada mais é do que o brasão da cidade. Segue abaixo a foto da camisa.

Acervo: Paulo Guse
Foto: Lucas Gabriel Dos Santos Cardoso

 

O Club Vasco da Gama foi um dos primeiros clubes do Futebol Amazonense. Foi fundado em 11 de outubro de 1913 na cidade de Manaus e não teve nenhuma relação com o primo rico do Rio de Janeiro. Participou dos Campeonatos Amazonenses de 1914 e 1915.

Fonte: Portal Amazônia/ Wikipédia/ Gaspar Vieira Neto

 

Esse é o Cobrazil Football Club da Cidade de Itajaí (SC). O clube foi fundado no mês de agosto de 1940 (não há registro do dia). Foi campeão do Torneio Início e do Campeonato Municipal de Itajaí de 1942. Mandava seus jogos no Estádio Doutor Haroldo Cintra.

Era o time da Companhia de Mineração e Metalurgia do Brasil. Extinguiu-se com o fim das atividades da fábrica no porto em 1943.

Fonte: Gustavo Melim Gomes

 

Blumenau Esporte Clube no final dos anos 80 em registro fotográfico no agora extinto estádio Aderbal Ramos da Silva. O repórter é o Mirandinha (falecido) ao lado do goleiro Éverton Palha. Ainda na fileira de cima, os zagueiro Léo, Mauro Ovelha e Colonetti. Agachado está o atacante Chicão (cabelo enrolado), folclórico e artilheiro.

Fonte: Polidoro Junior

 

O itinerário do Esporte Clube Biguaçu não para. Fundado em 16 de junho de 2011, o clube, no mesmo ano conquistou o Campeonato Catarinense da Segunda Divisão. Em 2012, já na Segunda Divisão, o clube realiza uma campanha mediana ficando em 6º lugar.

Em 2013, alegando falta de investimento da região, o clube muda-se para a cidade de Canoinhas, reativando o nome fantasia do extinto Clube Atlético Canoinhas. Na disputa da Segundona o Canoinhas acaba ficando na 9º colocação entre 10 clubes.

Ainda na Segundona, em 2014, o Clube Atlético Canoinhas realiza novamente uma péssima campanha, ficando em 9º lugar, ficando apenas a frente da Caçadorense, que perdeu 3 pontos na competição.

Utilizando o mesmo CNPJ do ano de fundação (08.766.329/0001-70), o Canoinhas muda muda para a cidade de Mafra, agora com uma nova razão social Esporte Clube Operário de Mafra, herdando assim a torcida do Clube Atlético Operário. Com essa dominação o clube irá disputar a Segunda Divisão do Catarinense (Série B).

Fonte: Wooki / Infoplex / receita.fazenda.gov.br / rsssfbrasil.com / https://www.facebook.com/groups/SerieBCatarinense / fcf.com.br / https://www.facebook.com/pages/EC-Operário-Mafra / https://www.facebook.com/pages/Canoinhas-Atletico-Clube / https://www.facebook.com/ECBiguacu

 

A fundação do Clube Náutico Almirante Barroso, originou-se de um descontentamento de cerca de 40 membros da diretoria do Clube Náutico Marcílio Dias, que não concordaram com a eleição da madrinha dos dois primeiros barcos (Yoles) adquiridos pelo Marcílio Dias.
Este grupo de descontentes se reuniu em um dos salões do então Grande Hotel, e acabaram fundando o Clube Náutico Almirante Barroso. Esta reunião aconteceu às 18 horas do dia 11 de maio de 1919. Neste mesmo dia foi homologada sua primeira diretoria oficial com o Presidente de Honra o Comandante Carlos N. Abreu.

Remo
Desde a fundação do clube até 1940, a atividade principal da entidade era o remo, que teve uma trajetória brilhante, obtendo expressivas conquistas, dentre elas destaca-se os campeonatos estaduais de 1920, 1921,1927 e 1928.

Futebol
O futebol entrou na historia do clube por volta de 1940, em 1949 foi feita uma fusão com o time do Lauro Müller (que havia sido campeão estadual em 1931). Neste mesmo ano o Clube Náutico Almirante Barroso conquistou o titulo de campeão Itajaiense. Esta fusão foi desfeita alguns anos depois. (O futebol encerrou suas atividades profissionais em 1971).

Estádio
Em 1956, na administração do presidente Camilo Mussi foi inaugurado o Estádio no terreno adquirido no período da gestão do Dr. Camilo. (Hoje denominado Estádio Dr. Camilo Mussi), onde foi construída a sede social.

Fonte: http://itajaifc.blogspot.com.br

 

Este era o antigo estádio Municipal (que não existe mais) de Porto União. No terreno onde ficava a praça esportiva foi construída a sede da Universidade do Contestado. A cidade teve representantes no campeonato catarinense de futebol: Juventus, Botafogo e Tamandaré.

Foto: ondeficaportouniao.blogspot.com

 

No dia 27 de julho de 1958, o Almirante Barroso realizou um amistoso contra o Vasco da Gama. Para fazer frente ao time carioca, o time de Itajaí enxertou o time, formando quase uma seleção catarinense: Brandão (Carlos Renaux), Hélio (Barroso), Aduci (Olímpico), Jorge (M. Dias), Darci e Nilson (Olímpico); Nilo (Paysandu), Teixeirinha (Carlos Renaux), Dico, Godeberto (Paysandu) e Agenor (Carlos Renaux).

Fonte: Acervo Valdir Appel

 

A decisão do campeonato catarinense de 1952 teve a participação de 10 equipes. Depois de superar Dom Pedro II de Corupá e Ipiranga de Canoinhas, o América de Joinville chegou na decisão contra o Carlos Renaux de Brusque.

Vitórias de 4 a 2 no jogo de ida e o empate de 2 a 2 em casa garantiu o título de bicampeão estadual.

Fonte: Relíquias do Futebol

 

Na foto alguns dos craques do Barriga Verde F.C. que muitas alegrias trouxeram aos torcedores de Laguna. Irapuã, Darci, Oto, Beneval, Luiz (marona), Djalma Campos, Mengálvio, Antônio (tuíco), Vitoldo Borges, Luiz Paulo Carneiro, Eutálio.
O estádio de futebol do Barriga Verde foi demolido em 1975. O Barriga Verde acabou-se nessa época e a cidade sem o time mais tradicional de futebol de campo do sul do estado.
E o Estádio Municipal, construído no Governo de Mário José Remor (1977-1982) está hoje abandonado, servindo de depósito para obras da Casan.

Fonte: Blog do Valmir

 

Em 1954, o Figueirense Futebol Clube foi campeão de Florianópolis. Em 12 jogos, obteve oito vitórias, um empate e perdeu três vezes.Foto: Acervo Osny Meira

 

1920 - O mesquita Futebol Clube é fundado no dia 9 de maio.

1981 - Sagra-se campeão da Terceira Divisão de Profissionais do Rio de Janeiro, a primeira organizada pela Federação.

1985 - É vice-campeão da Segunda Divisão, perdendo o título para o Campo Grande Atlético Clube, subindo para a Primeira Divisão.

1987 - O clube é rebaixado para a Segunda Divisão.

2003 - De volta à Terceira, é vice-campeão, conseguindo o acesso de volta à Segundona com o campeão Bonsucesso Futebol Clube.

2007 – O Mesquita Futebol Clube formado por jovens entre 17 e 22 anos, retornou para a Primeira divisão.

2008 - Depois de 21 anos de ser rebaixado, o Tubarão retorna à Primeira Divisão Carioca, conseguindo se manter na elite carioca em 2009.

2009 – Após ter permanecido na elite, o clube promete tudo em busca da afirmação e solidificação na Divisão Principal do Estado. Após uma Taça Guanabara boa para o time da Baixada, chegando inclusive a disputar a final do Troféu Moisés Mathias de Andrade, onde foi vice-campeão. Porém após 8 derrotas seguidas na Taça Rio, sendo a última para o Duque de Caxias por 4×2, o Tubarão da Baixada acabou sendo rebaixado mais uma vez.

Em 2010 , 2011 e 2012 ficou no Grupo X da Segunda Divisão.

Atualmente o clube encontra-se licenciado.

Fonte: Marcos Manso / Guia dos Curiosos

 

Hoje completa-se 82 anos do Ferroviário Atlético Clube. No dia 9 de Maio de 1933 humildes trabalhadores capitaneados por Valdemar Cabral Caracas, no setor de locomoção da Rede de Viação Cearense, nascia a maior expressão esportiva de raízes operárias do Brasil. Nascia o Ferroviário Atlético Clube, símbolo da democratização do futebol nacional e precursor do futebol profissional no Estado do Ceará.

Foram inúmeros confrontos contra grandes times nacionais e até contra a Seleção Brasileira, em amistoso preparatório para os Jogos Olímpicos de 1968. Por falar em Seleção, pertenceu ao Ferroviário o primeiro cearense a vestir a camisa amarelinha: Zé de Melo, em 1959. Depois dele, vieram mais, como Mirandinha e Jardel, ambos formados nas vitoriosas categorias de base do clube, a mesma fábrica que produziu, dentre tantos outros, o craque Iarley, bicampeão mundial interclubes.Há dois anos, em inédita eleição na história tricolor, o clube elegeu o seu “Time dos Sonhos”, através de uma votação na internet a partir de uma criteriosa pré-lista que contemplava 5 indicações por posição. Ficou assim a escalação oficial: Marcelino; Nasa, Luis Paes, Celso Gavião e Marcelo Veiga; Lima, Coca Cola e Acássio; Mazinho Loyola, Pacoti e Jorge Veras. Técnico: César Moraes.

A galeria coral já contabiliza mais de 100 conquistas oficiais, entre campeonatos, copas, torneios e taças. São 9 títulos estaduais, incluindo um invicto em 1968 e o bi de 94/95, e 21 vices. No Nordeste, foi também vice em 1971. Foi o primeiro, e até então único, clube de futebol do estado do Ceará a disputar uma competição internacional fora do território brasileiro, em 2007. Com 27 participações na principal competição nacional, o Ferroviário esteve por 6 anos seguidos disputando a Série A do Campeonato Brasileiro, com outras 8 participações na Série B, 12 na Série C e 1 na Série D, além de mais 4 presenças na Copa do Brasil, incluindo a edição inaugural em 1989, como principal representante cearense.

Fonte: Almanaque do Ferrão/ Guia dos Curiosos

 

O clássico Paysandu e Carlos Renaux, de Brusque, é um dos mais antigos do futebol de Santa Catarina. O primeiro confronto ocorreu em 1919. A foto desta postagem registra cena de um confronto em 1976 no lotado estádio Cônsul Carlos Renaux.
Fonte: Diplomata FM

 

Uma das melhores formações do América Futebol Clube de Joinville no inicio da década de 1970.
Em pé: Bebeco, Djalma, Nelinho, Paulo Cesar, Ladinho e Geraldo. Agachados: Jairzinho, Veneza, Chico Samara, Romualdo e Lico (campeão Mundial com o Flamengo-RJ em 1981).

Fonte: Marcelo Dieguez.

 

Equipe do Figueirense que no dia 22 de julho de 1923 venceu o Internato pro 2 a 1, no campo do Colégio Catarinense.
A equipe: Boos, Zequinha, Asteróide, Egydio, Frota, Manbrini, Pires, Victor, Maneca, Campos e Raymundo.

Foto: Acervo família de Egydio Dutra
Fonte: Caros ouvintes

 

Apresento o escudo do São Bernardo Futebol Clube, fundado em 4 de junho de 1946 em União da Vitória (PR).
Partiam da fábrica para o Estádio de futebol. Essa era a rotina de uma comunidade de operários da Industria Bernardo Stam e cuja paixão era o São Bernardo FC o Clube de futebol que surgiu dentro da fábrica com o patrocinio do industrial, os próprios operários faziam a manutenção do estádio que recebeu o nome de seu patrono Estádio Bernardo Stam. Que por circunstâncias do terreno foi apelidado de Lagoa Preta, sendo assim o clube era chamado de São Bernardo o Jacaré da Lagoa Preta.
Fonte: http://saobernardofc.blogspot.com/

 

Esse é o escudo do União Esporte Clube de União da Vitória (PR), utilizado na década de 1960 quando o clube disputava a Liga Esportiva Regional Iguaçu (Leri), sendo campeão em 1964.
Fonte: vvale.com.br

 

Clube Náutico Almirante Lamego, de Laguna, fundado em 1920, foi um dos mais tradicionais do sul do Estado. Aqui a foto do belo estádio do clube, na época um dos melhores de Santa Catarina, em 1933.
Fonte: ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILEIRO

 

Em 1983, o Avaí trocou o estádio Adolfo Konder pela Ressacada. A foto registra a demolição do antigo “Campo da Liga”, que deu lugar ao Beiramar Shopping.

Fonte: Blog do Vandrei Bion

 

O Grêmio Desportivo Cidade Azul, fundado em 7 de setembro de 1937, em Tubarão, foi um dos mais tradicionais clubes do sul do estado. Campeão da Liga Tubaronense em 1956 e participante do Campeonato Catarinense em 1957.Fonte: Retratos Do Futebol Tubaronense

 

Joaçaba Esporte Clube de 1979.Em pé: Betico, Sydnei, Baiano, Casagrande, Renato e Trouxinha. Agachados: Jaime, Caco, Luis Eduardo, Paulo Roberto e Tonho.

Fonte: Eder Luiz

 

Antigo campo do Anita Garibaldi, em 1921. Um dos primeiros utilizados para a prática do futebol em Florianópolis (juntamente com o Campo do Manejo e Colégio Catarinense). Nesse campo, em novembro de 1912, a Seleção Paulista venceu o Anita Garibaldi por 6 a 0.
Fonte: Blog História do Futebol de SC

 

Nome: Associação Atlética Barriga Verde
Fundação: 25/08/1939
Cidade: Florianópolis

Fonte: Acervo Adalberto Klüser

 

Charles Miller sempre é lembrado como o introdutor do futebol do Brasil. Ainda que ele não tenha sido o pioneiro a bater a sua bolinha por aqui, ele merece todas as considerações. Afinal, ao trazer a bola e as regras da Inglaterra, o paulistano ajudou a institucionalizar o esporte. Porém, chamar o homem de longos bigodes “apenas” de pai do futebol brasileiro é desconsiderar toda a sua caminhada. Miller era muito, mas muito mais do que isso. Ele também se consagrou como o primeiro craque e o primeiro artilheiro do Brasil, assim como também foi decisivo para criar o primeiro time e o primeiro campeonato.

Nos parágrafos abaixo mostram pontos históricos para o desenvolvimento do futebol brasileiro. Além de locais de jogo, também estão destacados os primeiros clubes que fizeram a história do futebol no país.

SÃO PAULO
Associação Atlética Ponte Preta (Campinas-SP)
O segundo clube mais antigo ainda em atividade e o primeiro de maneira ininterrupta, a Ponte Preta surgiu em 1900. Também foi um dos primeiros times brasileiros a escalar jogadores negros.

Colégio São Luís (Itú-SP)
No prédio onde hoje funciona um quartel do exército, existia o Colégio São Luís. O local é considerado um dos primeiros a trazer o futebol para o Brasil, ainda na década de 1880. O esporte ganhou os seus principais traços no local em 1887.

Parque Antarctica (São Paulo-SP)
O atual terreno do Allianz Parque recebeu a primeira partida oficial da história do futebol brasileiro. Mandante no campo da Companhia Antarctica Paulista, o Germânia foi derrotado pelo Mackenzie, na rodada inicial do Paulistão de 1902.

Associação Atlética das Palmeiras (São Paulo-SP)
O Estádio da Floresta era um dos principais no início do futebol paulista. Era a casa inicial da A. A. das Palmeiras, que daria origem ao São Paulo da Floresta. Atualmente, o antigo estádio pertence ao Clube de Regatas Tietê.

Chácara Dulley (São Paulo-SP)
Antes do início do Campeonato Paulista, o campo era o principal palco de jogos de futebol no país. No local eram realizados os treinamentos do São Paulo Athletic Club, sob a batuta de Charles Miller. Atualmente, no terreno funciona a Fatec da Avenida Tiradentes, no bairro do Bom Retiro.

Sport Club Internacional (São Paulo-SP)
Formado em 1899 por dissidentes do Germânia, que não concordavam com as referências alemãs diante da presença de outros imigrantes no clube. Disputou a primeira edição do Paulista, ao lado de SPAC, Germânia, Mackenzie e Paulistano.

Várzea do Carmo (São Paulo-SP)
O local da primeira partida da história do futebol brasileiro, em 14 de abril de 1895. Atualmente, o local às margens do rio Tamanduateí é ocupado por prédios comerciais do bairro do Brás.

Associação Atlética Mackenzie College (São Paulo-SP)
Os universitários do Mackenzie fundaram o primeiro clube brasileiro para a prática do futebol, em 1898. Entre os pioneiros estava Belfort Duarte, jogador histórico e também líder do America-RJ. A equipe encerrou suas atividades em 1923.

Estádio do Velódromo (São Paulo-SP)
Onde hoje passa a rua Nestor Pestana ficava o Estádio do Velódromo, considerado o primeiro do Brasil. Inaugurado em 1892 para o ciclismo, foi adaptado ao futebol em 1901 e tinha capacidade para 5 mil espectadores.

São Paulo Athletic Club (São Paulo-SP)
O primeiro clube a jogar futebol no Brasil. Fundado em 1888, principalmente para a prática de críquete, era a equipe de Charles Miller e venceu as três primeiras edições do Campeonato Paulista. Seus treinos e primeiros amistosos eram realizados na Chácara Dulley, no Bom Retiro. Atualmente, segue em atividades amadoras poliesportivas.

Club Athletico Paulistano (São Paulo-SP)
Fundado em 1900, tornou-se o maior campeão paulista durante o amadorismo, superado pelo Corinthians apenas em 1939. Com a camisa da equipe que Friedenreich viveu os seus melhores momentos.

Sport Club Germânia (São Paulo-SP)
O atual Esporte Clube Pinheiros  surgiu em 1899 e é o segundo clube fundado para a prática de futebol, a partir dos esforços de Hans Nobling – que atuava em um clube homônimo na Alemanha. Naquele mesmo ano, desafiou o Mackenzie para a primeira partida entre clubes da história do país, um empate por 0 a 0.

Campo da Vila de Paranapiacaba (Ribeirão Pires-SP)
No caminho da estrada de ferro que ligava São Paulo ao porto de Santos, o campo é considerado o mais antigo do Brasil, surgido em 1894.

Americano Sport Club (Santos-SP)
Fundado em 1903, se tornou um dos primeiros times de fora da capital a disputar o Paulista, em 1907, ao lado do conterrâneo Internacional. O clube de Santos acabaria se mudando a São Paulo na década seguinte. Foi o primeiro brasileiro a vencer um time estrangeiro, em 1911, e o primeiro a excursionar pelo exterior, em 1913.

RIO DE JANEIRO
Fábrica Bangu (Bangu-RJ)
Local onde o escocês Thomas Donohoe bateu bola com os funcionários da Fábrica Bangu em 1894. A empresa também deu origem ao Bangu Atlético Clube, em 1904, sétimo clube mais antigo do país ainda em atividade e um dos primeiros clubes brasileiros a aceitar negros.

Rio Cricket Associação Atlética (Niterói-RJ)
A filial de Niterói do Rio Cricket carioca se tornou uma dissidência da matriz e, em 1901, disputou em sua sede aquela que é considerada a primeira partida da história do futebol carioca. Também contou com a participação de Oscar Cox.

Marina da Glória (Rio de Janeiro-RJ)
No terreno onde hoje funciona o Hotel Glória, aconteceu aquele que é considerado um dos primeiros bate-bolas relatados no Brasil, em 1874. Marinheiros ingleses realizaram a pelada no local, mas levaram a bola consigo.

Rua Paissandu (Rua Paissandu)
Em frente à residência real de Princesa Isabel, os tripulantes do navio Crimeia realizaram uma pelada em 1874. O mesmo endereço abrigou o primeiro estádio do Flamengo, a partir de 1915.

Fluminense Football Club (Rio de Janeiro-RJ)
Em 1902, Oscar Cox também ajudou a fundar o Fluminense, primeiro “clube de futebol” do Brasil a registrar suas atividades no nome. Também o primeiro dos 12 grandes a praticar a modalidade (Flamengo e Vasco já existiam, mas apenas como clubes de regatas). O Estádio das Laranjeiras abrigou o primeiro jogo da Seleção.

Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro-RJ)
O Botafogo é o oitavo clube de futebol mais antigo do país ainda em atividade, iniciando o seu time de futebol em 1904. Logo criou o clássico mais antigo em disputa, contra o Fluminense. O Estádio de General Severiano abrigou jogos dos combinados que originariam a seleção brasileira.

Paissandú Atlético Clube (Rio de Janeiro)
Fundado em 1872, o antigo Rio Cricket foi o primeiro clube a praticar o futebol no Rio de Janeiro. O principal pioneiro do esporte na capital foi Oscar Cox, filho de ingleses que estudou na Suíça e introduziu efetivamente as regras. Antes de sua chegada, alguns amistosos entre imigrantes já eram realizados no clube.

PARANÁ
Foot-ball Club Ponta-Grossense (Ponta Grossa-PR)
No campo próximo ao cemitério municipal de Ponta Grossa se disputou o primeiro jogo do futebol paranaense, em 1909 – desde o início da década, há registros de “bate-bolas” em Curitiba. O clube local recebeu o embrião Coritiba e venceu por 1 a 0, gol de Charles Wright, considerado o introdutor do futebol no estado.

Coritiba Foot-ball Club (Curitiba-PR)
Após o amistoso em Ponta Grossa, os curitibanos que participaram da partida resolveram criar o paranaense mais antigo ainda em atividade e o primeiro da capital. Em outubro de 1909, um grupo de descendentes de alemães fundou o Coritiba.

SANTA CATARINA
Gymnasio Santa Catharina (Florianópolis-SC)
A introdução do futebol em Santa Catarina se deu a partir do colégio, em 1906. O local permaneceu como único centro que praticava a modalidade no estado até 1911.

Brazilian Foot-Ball Club (Florianópolis-SC)
Em junho de 1911, o primeiro clube de futebol catarinense além do ginásio: o Brazilian. Nos meses seguintes, também nasceram o Barriga Verde Foot Ball Club e o Clube Sportivo Florianópolis, na capital, além do Itajahyense Football Clube, em Itajaí. Time mais antigo do estado na ativa, o Hercilio Luz foi criado em 1918.

RIO GRANDE DO SUL
Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (Porto Alegre-RS)
Após uma série de amistosos do Rio Grande em Porto Alegre, em 1903, surgiu o clube mais antigo de Porto Alegre ainda em atividade. No mesmo dia, também foi fundado o Fussball Club Porto Alegre, já extinto. O Tricolor é o sexto time mais antigo do país que segue na ativa.

Sport Club Rio Grande (Rio Grande-RS)
O clube mais antigo do Brasil em atividade (mas não de maneira contínua) surgiu em 19 de julho de 1900, na cidade de Rio Grande. Reuniu brasileiros, alemães e ingleses, sob a liderança de Johannes Minnemann.

Esporte Clube 14 de Julho (Santana do Livramento-RS)
A influência uruguaia permitiu que o 14 de Julho se tornasse o segundo clube gaúcho (e quarto no Brasil) ainda em atividade a disputar a sua primeira partida de futebol, em 1902.

Uruguaiana (Uruguaiana-RS)
A cidade fronteiriça, assim como Santana do Livramento, possui indícios de partidas de futebol desde o início da década de 1890. Os eventos ocorreram sob influência de uruguaios e argentinos, já iniciados no esporte.

MINAS GERAIS
Sport Club Foot-Ball (Belo Horizonte-MG)
O primeiro clube de futebol de Minas Gerais surgiu em 1904, fundado por Victor Serpa. Os estudantes que formavam a equipe também ajudaram a realizar a primeira edição do Campeonato de Belo Horizonte. Foi o primeiro adversário do Atlético Mineiro, em 1908.

Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG)
Fundado por um grupo de estudantes e de proletários, o Atlético é o clube mineiro mais antigo em atividade. Surgiu em 1908, mas só entrou em campo pela primeira vez no ano seguinte.

Villa Nova Atlético Clube (Nova Lima-MG)
Segundo clube mais antigo de Minas Gerais ainda em atividade, logo depois do Atlético Mineiro, compensou sendo o primeiro a entrar em campo, em 1908. Teve sua origem entre mineradores e operários ingleses.

ESPÍRITO SANTO
Vitória Futebol Clube (Vitória-ES)
Inspirados pelo Fluminense, um grupo de estudantes capixabas que voltou de férias à Vitória criou o primeiro time de futebol do Espírito Santo. O clube, no entanto, não tinha sede e se constituía a partir da iniciativa de seus membros.

BAHIA
Sport Club Bahiano (Salvador-BA)
No antigo Campo da Pólvora, aconteceu o primeiro jogo da história do futebol baiano, organizado por Zuza Ferreira. Já em 1903, funcionários do comércio fundaram o Sport Club Bahiano, participante da primeira edição do estadual, dois anos depois.

Sport Club Victória (Salvador-BA)
O Vitória surgiu como um clube de críquete em 1899, iniciando suas atividades no futebol apenas dois anos depois. Assim, segue como o time de futebol mais antigo do Nordeste e o terceiro do Brasil que mantém-se atuante.

SERGIPE
Sport Club Lux (Aracajú-SE)
Os primeiros relatos de jogos de futebol em Aracaju datam de 1907. Dois anos depois, um grupo de estudantes criou o Sport Club Lux, depois renomeado para Club de Football Sergipano, equipe pioneira no estado.

ALAGOAS
Sport Club Penedense (Penedo-AL)
O futebol já tinha surgido de maneira esporádica em Maceió, mas o primeiro clube perene de Alagoas é o Penedense. A equipe surgiu em 1909, um ano depois do extinto Alagoano Football Club, da capital.

PERNAMBUCO
Sport Club do Recife (Recife-PE)
O Sport segue como o clube mais antigo de Pernambuco ainda em atividade, disputando o seu primeiro jogo em 1905. Os primeiros relatos do esporte no estado vêm de 1903, em peladas realizadas por imigrantes ingleses que viviam em Recife. Embora tenha sido fundado em 1901, o Náutico só iniciou o futebol oito anos depois.

PARAÍBA
Club de Foot Ball Parahyba (João Pessoa-PB)
Os primeiros registros do futebol na Paraíba vêm de 1908, quando estudantes trouxeram a bola e as regras do Rio de Janeiro. A iniciativa impulsionou a criação do Parahyba, presente na primeira partida do estado.

RIO GRANDE DO NORTE
Sport Club Natalense (Natal-RN)
A primeira bola de futebol chegou em Natal pelas mãos de dois irmãos que estudavam na Inglaterra. A partir disso, o Natalense surgiu em 1904. A maior organização do futebol portiguar, contudo, se deu em 1915, ano de fundação do ABC, do Alecrim e do América.

CEARÁ
Football Club (Fortaleza-CE)
Há divergências sobre as origens do futebol cearense, entre a passagem de um clube inglês em 1903 e a chegada da primeira bola, com José Silveira, no ano seguinte. No primeiro dia de 1904, no entanto, apareceu o primeiro time de futebol do Ceará, o Football Club.

PIAUÍ
Parnahyba Sport Club (Parnaíba-PI)
Clube mais antigo do Piauí que segue em atividade, o Parnahyba foi criado em 1913. Inspirado nos estádios ingleses, o Estádio Petrônio Portela foi inaugurado em 1920 e era conhecido como Casa Inglesa.

MARANHÃO
Fabril Athletic Club (São Luis-MA)
Nhozinho Santos, que hoje dá nome um dos principais estádios do Maranhão, levou o futebol ao estado em 1905. Após estudar na Inglaterra, trouxe a novidade aos funcionários da fábrica têxtil onde trabalhava. Assim, criou-se o Fabril, que disputou o primeiro jogo em 1907.

PARÁ
Largo de Nazaré (Belém-PA)
O local no centro de Belém tem seus relatos de bate-bolas em 1890, antes mesmo da chegada de Charles Miller. Os rachões eram organizados por imigrantes ingleses que viviam na capital paraense.

AMAZONAS

Na ilustração: Disputa entre Brazil e Racing Club

Racing Club (Manaus-AM)
Fundado em 1906, o Racing foi idealizado por José Conduru Pacheco, maranhense que teve contato com o futebol em Manaus. Meses depois surgiu o Manáos Sport Club, criado por ingleses e principal rival do Racing.

ACRE
Xapury Sport Club (Xarupi-AC)
Os primeiros registros de futebol no Acre vêm de 1912, na cidade de Xapuri. Por lá, surgiram os dois primeiros clubes, o Xapury Sport Club e o Commercial Football Club, em 1915. Quatro anos depois, a capital Rio Branco teria as suas equipes pioneiras – o Acreano e o Rio Branco.

MATO GROSSO
Cuiabá Futebol Clube (Cuiabá-MT)
O futebol se iniciou no antigo estado de Mato Grosso em 1905. Entre 1911 e 1915, surgiram as equipes pioneiras da região: Americano, Paulistano, Royal, Internacional e Cuiabá Futebol Clube. O primeiro jogo, no terreno que hoje abriga a Câmara Municipal de Cuiabá, em 1913, com vitória do Cuiabá sobre o Internacional.

GOIÁS
Goyaz Football Club (Goiânia-GO)
As primeiras notícias do futebol em Goiás surgem em 1907, a partir da iniciativa de estudantes. Dois anos depois, fundou-se a primeira equipe da história do estado: o Goyaz Football Club. Além disso, o esporte também se desenvolvia em colégios de cidades do interior, como Catalão.

FONTE: O nascimento do futebol brasileiro em Itu (SP)
Futebol Nacional
Endereços desconhecidos em São Paulo guardam a história do futebol brasileiro
ESTADUAIS 2014 – SÃO PAULO – TODOS OS CAMPEÕES
Um passeio pelas origens do futebol brasileiro no aniversário de São Paulo
Documentário – Estádios Extintos
(SPAC) O CLUBE DOS INGLESES “120 anos de tradição”
Craque, artilheiro, técnico, cartola: Charles Miller não foi só o “pai do futebol no Brasil”
Serra do Mar: Paranapiacaba e Estrada Velha de Santos – Perguntas e Respostas
Fotos antigas do Rio de Janeiro
Parque Municipal: Berço do futebol mineiro
CAMPO DO COLÉGIO CATARINENSE – 100 ANOS

 

Participantes

Atlético Catarinense – Clube Atlético Catarinense (Florianópolis)
Avaí – Avaí Futebol Clube (Florianópolis)
Cruzeiro – Cruzeiro Futebol Clube (Florianópolis)
Figueirense – Figueirense Futebol Clube (Florianópolis)
Iris – Iris Futebol Clube (Florianópolis)

O Campeonato Citadino de Florianópolis de 1934 também foi válido pelo campeonato estadual.

Turno

[May 20]
Avaí                  2-1  Iris
[May 27]
Figueirense           1-1  Cruzeiro
[Jun 03]
Iris                  3-3  Atlético Catarinense
[Jun 10]
Cruzeiro              2-6  Avaí
[Jun 17]
Figueirense           0-3  Atlético Catarinense
[Jul 01]
Cruzeiro              3-4  Iris
[Jul 08]
Avaí                  1-3  Figueirense
[Jul 15]
Atlético Catarinense  4-1  Cruzeiro
[Jul 22]
Iris                  1-0  Figueirense
[Jul 29]
Atlético Catarinense  6-1  Avaí

Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
1.Atlético Catarinense          7   4   3   1   0  16   5  11  1,750
2.Iris                          5   4   2   1   1   9   8   1  1,250
3.Avaí                          4   4   2   0   2  10  12  -2  1,000
4.Figueirense                   3   4   1   1   2   4   6  -2  0,750
5.Cruzeiro                      1   4   0   1   3   7  15  -8  0,250

Returno

[Aug 19]
Iris                  2-3  Avaí
[Aug 26]
Cruzeiro              5-1  Figueirense
[Sep 02]
Atlético Catarinense  1-1  Iris
[Sep 09]
Avaí                  5-2  Cruzeiro
[Sep 16]
Atlético Catarinense  4-3  Figueirense
[Sep 30]
Iris                  1-0  Cruzeiro
[Oct 07]
Figueirense           1-2  Avaí
[Oct 21]
Figueirense           0-WO Iris  (Jogo não realizado pelo fato do Figueirense estar suspenso dos direitos desportivos sendo, por isso, contados os pontos ao Iris.)
[Oct 28]
Avaí                  2-3  Atlético Catarinense
[Nov 04]
Cruzeiro              2-7  Atlético Catarinense

Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
1.Atlético Catarinense          7   4   3   1   0  15   8   7  1,750
2.Avaí                          6   4   3   0   1  12   8   4  1,500
3.Iris                          4   4   1   2   1   4   4   0  1,000
4.Cruzeiro                      2   4   1   0   3   9  14  -5  0,500
5.Figueirense                   1   4   0   1   3   5  11  -6  0,250

Topscorer
Leal (Atlético Catarinense) com 10 gols

Atlético Catarinense campeão Catarinense de 1934

Final Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
1.Atlético Catarinense         14   8   6   2   0  31  13  18  1,750
2.Iris                          10   8   3   3   2  13  12   1  1,125
3.Avaí                         10   8   5   0   3  22  20   2  1,250
4.Figueirense                   4   8   1   2   5   9  17  -8  0,500
5.Cruzeiro                      3   8   1   1   6  16  29 -13  0,375

Fonte: Jornal República de Florianópolis

 

Esse é o INÉDITO escudo do Tamandaré Futebol Clube de Florianópolis, fundado em 26 de setembro de 1926.

Participa em 1927 pela primeira vez do Campeonato Catarinense, ficando em 6º lugar na Etapa da Capital.

Em 1937 disputa seus últimos torneios da FCD, o Torneio Início e o Estadual. O clube deixa de existir.

Fundado com as cores vermelho e branco, no antigo bairro Canudinhos, muda a sede para o Centro. Refundado em 1953 com as cores verde e branco, no bairro Estreito.

FICHA DO CLUBE
Nome: Tamandaré Futebol Clube
Fundação: 26 de setembro de 1926
Estádio: Adolfo Konder /Campo da Liga (15000 pessoas)
Situação atual: Extinto

Fonte: Todas as Cores do Futebol Catarinense / RSSSF Brasil

 

A Associação Caçadorense de Desportos foi fundada dia 23 de agosto de 1975 com o nome de Grêmio Esportivo e Recreativo Kindermann, tendo como fundador Salézio Kindermann e seus irmãos.

Em 1977 disputa pela primeira vez o Campeonato Catarinense com o nome de Grêmio Kindermann, ficando em 17º em uma competição que haviam 20 clubes.

No dia 15 de janeiro de 1978 o clube muda seu nome para Associação Caçadorense de Desportos.

No ano de 1995 a Associação Caçadorense de Desportos com problemas financeiros, o clube encerra suas atividades.

FICHA DO CLUBE
Nome: Associação Caçadorense de Desportos
Fundação: 15 de janeiro de 1978
Endereço: Rua José Bonifácio 13, Vila Paraíso, Caçador (SC) CEP 89500-000
Estádio: Carlos Alberto da Costa Neves (6500 pessoas)
Situação atual: Extinto
CNPJ: 83.082.206/0001-35

Fonte: Acervo pessoal/ RSSSF Brasil

 

A Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul foi fundada em 14 de abril de 2005 e disputou no mesmo ano a Terceira Divisão do Catarinense ficando com a terceira posição, conquistando o acesso.

Em 2006 o clube disputa a Divisão Especial do Catarinense ficando em 11º lugar (penúltimo lugar), sendo assim rebaixado.

Seu grande ano foi 2007, que conquista a Divisão de Acesso sobre o Joaçaba Atlético Clube.

Na disputa da Divisão Principal em 2008 o Atlético Cidade Azul fica na 9ª posição.

Em 2009, ainda na divisão principal o clube muda de nome para Clube Atlético Tubarão.

FICHA DO CLUBE
Nome: Associação Cultural Recreativa e Esportiva Atlético Cidade Azul
Fundação: 14 de abril de 2005
Endereço: Rua dos Ferroviários, s/nº, Oficinas, Tubarão (SC), CEP 88702-306
Estádio: Domingos Silveira Gonzales (3500 pessoas)
Situação atual: Mudou de nome (Clube Atlético Tubarão)
CNPJ: 07.340.856/0001-55

Fonte: Acervo pessoal/ Wikipédia/ RSSSF Brasil

 

Realizou-se num domingo dia 14 de abril, a partir das 14 horas, no campo da Rua Quintinho Bocayuva o Torneio Initium do Campeonato do presente anno, conforme estava determinado e de accordo com a tabella publicada pela Federação Catharinense dos Desportos.
Abaixo os jogos e resultados:

Externato x Independencia
Figueirense x Barriga Verde
Adolpho Konder WOx0 Tamandaré
Avahy x Trabalhista

SEMIFINAL
Independencia  x Figueirense
Adolpho Konder 2×1 Trabalhista

FINAL
Adolpho Konder 1×1 Figueirense
Vitória do Adolpho Konder por 2 escanteios a 1.

Fonte: Jornal República

 

Escudo da Desportiva Ferroviária utilizado pelo clube no início dos anos de 1980.

Fonte: William de Oliveira Vieira

 

Segue o escudo do Grêmio Atlético Farroupilha, utilizado pelo clube entre os anos de 1942 e 1945.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Esse é o escudo do Sport Club Germânia fundado em 7 de setembro de 1899 que conquistou os campeonatos paulistas de 1906 e 1915. No decorrer da Segunda Guerra, quando o governo do Brasil proibiu que equipes existissem com nomes de outros países o Sport Club Germânia viu-se obrigado a mudar de nome, tornando-se então em Esporte Clube Pinheiros.

Em 1916 o Germânia abandonou o campeonato da liga, só voltando a disputar o Paulistão em 1921, terminando em último. Após muitas campanhas apagadas, só voltaria a ser vice-campeão em 1926, no campeonato organizado pela Liga dos Amadores de Futebol, com a participação exclusiva de clubes pró-amadorismo.

Em 1931 ficou na última posição entre os catorze disputantes, e em 1932 numa honrosa quarta posição. No ano seguinte, com o advento do profissionalismo no futebol paulista, o Germânia abandonou a disputa do Paulistão em definitivo.

Fonte: 1 Time por Dia/ Wikipedia EN

 

Politicagem tirou o acesso do Caxias em 2001, diz Loebeling

A Série B do Campeonato Brasileiro era um território recém-descoberto pelas torcidas dos grandes centros do País em 2001 quando Alfredo dos Santos Loebeling se aposentou como árbitro. Sua última partida profissional coincidiu com a última rodada daquele torneio, que ficou marcada pelas polêmicas da arbitragem e que foi fundamental em sua decisão de pendurar o apito.

Loebeling foi escalado para apitar Figueirense x Caxias no Estádio Orlando Scarpelli, pela sexta rodada do quadrangular final da Série B de 2001. Os dois times tinham seis pontos, assim como Paysandu e Avaí. Em Belém, o time paraense – que só precisava empatar – fez sua parte e conquistou o título do torneio ao vencer o rival catarinense no Estádio da Curuzu por inapeláveis 4 a 0. Mas em Florianópolis…

Na capital catarinense, o Figueirense também fazia sua parte e vencia o Caxias por 1 a 0 até os 46min do segundo tempo – Abimael, aos 16min da etapa final, marcou. Os cerca de 22 mil torcedores no estádio não conseguiam conter a ansiedade. Aí, cerca de 2 mil deles pularam os alambrados e invadiram o gramado. Os jogadores começaram a comemorar o final do jogo.

Assista o gol do acesso
https://www.youtube.com/watch?v=62GAxRKxJYk

Estava estabelecida aí a confusão entre os dois times, que só iria se resolver no ano seguinte.

Quem explica o que aconteceu a partir daí é o próprio Alfredo Loebeling. Segundo ele, a súmula da partida relatava a invasão antes do final do jogo, o que custaria os pontos da vitória ao Figueirense e daria a vaga na Série A ao Caxias. No entanto, por orientação do então presidente da comissão de arbitragem da CBF, Armando Marques, o árbitro enviou à entidade um primeiro relatório, dizendo que a invasão só aconteceu após o apito final. Depois, enviou o relatório que, segundo foi explicado a Loebeling, valeria. No fim, a CBF levou em consideração o primeiro relatório, que atendeu a pedidos de Armando Marques, e promoveu o Figueirense.

“Eu tinha botado que a invasão foi antes de acabar o jogo, como de fato aconteceu. Estava nos acréscimos, faltava um minuto e pouco para o fim dos acréscimos. O Armando Marques falou que tinha que colocar no relatório que a invasão foi depois de terminar o jogo. Aquilo manteria o resultado”, contou Loebling. E por que Armando Marques fez pressão pela manutenção do resultado? Para o ex-árbitro, por um motivo: política.

“O Rio Grande do Sul já tinha três times (na Série A do Campeonato Brasileiro) – Grêmio, Inter e Juventude na época. O Caxias seria o quarto. Santa Catarina não tinha nenhum time. Obviamente, foi uma decisão mais política do que técnica”, assegurou Loebeling, que descartou qualquer pressão do Figueirense ou da Federação Catarinense de Futebol pela decisão em favor do clube alvinegro.

Hoje aposentado, Loebeling lamenta os desdobramentos daquela posição da CBF – em especial porque o árbitro abandonou o futebol profissional justamente quando aparecia em uma posição de destaque no quadro da entidade. O sonho de apitar uma Copa do Mundo ficou pelo caminho, enquanto o Caxias – atualmente na Série C – busca desde então a volta à Série A, de onde está fora desde 1979.

Confira a entrevista de Alfredo dos Santos Loebeling:

Última Divisão – Aquele Figueirense x Caxias no Estádio Orlando Scarpelli em 2001 foi seu último jogo, certo? Você se aposentou ali, né?

Loebeling - Foi o último jogo profissional que eu apitei. Figueirense x Caxias, última rodada da Série B de 2001.

Última Divisão – Você já estava decidido a se aposentar naquele jogo? Ou aquela confusão te influenciou?

Loebeling - Eu tinha mais quatro anos pela frente, e tinha a expectativa de apitar a Copa do Mundo. Mas depois do jogo, como as coisas aconteceram, eu tomei a decisão de encerrar a carreira.

Última Divisão – Naquele jogo, houve uma invasão no campo no final da partida, e a decisão do acesso de Figueirense ou Caxias foi adiado. Você se lembra do que colocou no relatório daquela partida a respeito da invasão?

Loebeling - Eu tinha botado que a invasão foi antes de acabar o jogo, como de fato aconteceu. Estava nos acréscimos, faltava um minuto e pouco para o fim dos acréscimos. O Armando Marques falou que tinha que colocar no relatório que a invasão foi depois de terminar o jogo. Aquilo manteria o resultado. Na época, pelo que dizia o CBDF (Código Brasileiro Disciplinar do Futebol), relatando a verdade, que a invasão aconteceu antes de acabar o jogo, o time cuja torcida que causa a invasão perderia os pontos. Subiria o Caxias e não o Figueirense.


Última Divisão – Você colocou então, de fato, que a invasão foi antes de acabar o jogo?

Loebeling - Faltava uns 50 segundos, houve uma invasão da torcida do Figueirense.

Última Divisão – Por que então o Caxias não subiu? Você lembra?

Loebeling - Quando o Armando Marques fez a pressão para eu colocar que a invasão foi antes de acabar o jogo, eu denunciei ao presidente (Eduardo José) Farah, da Federação Paulista (de Futebol). O Farah fez uma denuncia ao Tribunal (Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o STJD), com o Luiz Zveiter (então presidente do órgão). Foi para julgamento. Quando eu estava sendo pressionado para mandar ao Rio de Janeiro a súmula do jogo via fax, do jeito que o Armando queria, o Farah ligou para o Zveiter e perguntou: “o que ele faz?”. Ele falou: “manda um fax do jeito o que o Armando Marques quer e traz na minha mão o relatório do jogo”. Fizemos isso. Mandamos um fax do jeito que o Armando queria, que o Luiz Zveiter falou que não teria valor legal por ser um fax, e eu ia entregar na mão dele o relatório oficial do jogo. Eu levei ao Rio de Janeiro do jeito que foi feito, e o Zveiter me denunciou, como se eu tivesse entregado dois relatórios. Quando ele foi me julgar pelos dois relatórios, ao mesmo tempo, ele estava definindo qual dos dois valeria. Segundo o Zveiter, segundo o Armando Marques, segundo a CBF, como eu mandei primeiro o fax, valeu o fax.

Última Divisão – No fim, valeu o que o Armando Marques pediu para constar, que a invasão foi depois do jogo.

Loebeling - Sim, valeu. Se for analisar bem, tem uma explicação logica para isso. O Rio Grande do Sul já tinha três times – Grêmio, Inter e Juventude na época. O Caxias seria o quarto. Santa Catarina não tinha nenhum time. Obviamente, foi uma decisão mais politica do que técnica. A ideia era o quê? Ter mais um estado, que você movimenta milhões, que você… É um outro conceito. Por causa disso, acabou sendo uma decisão politica, e não técnica.

Última Divisão – Você sofreu alguma pressão – do Figueirense, do Caxias, do Delfim (Peixoto, presidente da Federação Catarinense de Futebol) – para formular o relatório?

Loebeling - Não. Em nenhum momento teve envolvimento de clube. O Figueirense não me pediu nada, ninguém me ligou da Federação (Catarinense). Fui pressionado pelo Armando, que me falou que, se eu não fizesse o que ele queria, ele me tirava da Fifa, como realmente tirou. Ele me falou o seguinte: “se você fizer o que eu estou mandando, sei que você é filho de alemão, a próxima Copa (do Mundo, 2006) é na Alemanha”… Entendeu? Insinuando que, se eu fizesse o que ele mandou, poderia apitar a Copa da Alemanha.

Última Divisão – Acabou pesando essa pressão para você se aposentar, eu imagino…

Loebeling - Futebol é um grande negócio. Infelizmente, as pessoas tem que entender isso. Naquele momento, interessava para a CBF, para o Armando, para o sistema, que subisse o Figueirense e não e o Caxias. Alguém tinha que pagar o pato. Fui denunciado, mas não me arrependo não.

Última Divisão – Ficou chateado de não ter sido indicado para apitar a Copa de 2006?

Loebeling - Fiquei chateado porque me dediquei 12 anos à arbitragem. Gostava muito. Encerrar a carreira dessa maneira porque as pessoas querem, porque não querem o que é justo, é complicado. E também pelo que acontece depois – depois que eles acabaram com o árbitro, precisaram acabar com o homem. De melhor árbitro do Brasil por dois anos seguidos, recebendo prêmio e dando curso, virei bandido, estelionatário. Eles precisavam fazer de um jeito que eu não voltasse.

Fonte: Útima Divisão

https://www.youtube.com/watch?v=62GAxRKxJYk

http://rsssfbrasil.com/tablesae/br2001l2.htm

https://refnews.wordpress.com/2011/05/09/quem-nunca-errou-que-apite-um-jogo-na-vida/

 

No dia 29 de julho de 1990, o Botafogo venceu o Vasco por 1 a 0 e conquistou o segundo título seguido do Campeonato Carioca. Mas a confusão de um regulamento confuso fez os dois times darem a volta a olímpica com troféus improvisados.

Botafogo, o legítimo campeão de 1990. Foto: Divulgação

Botafogo, o legítimo campeão de 1990. Foto: Divulgação

O regulamento previa que o título seria entre os campeões da Taça Guanabara e da Taça Rio, mas também previa que o time que fizesse mais pontos iria para a final direto. O Botafogo somou mais pontos e foi para a final. O Vasco, que venceu a Guanabara, chegou à decisão depois de vencer uma semifinal contra o Fluminense, campeão da Taça Rio.

Vasco pegando o troféu improvisado. Foto: Reprodução/TV Globo

Vasco pegando o troféu improvisado. Foto: Reprodução/TV Globo

Aí que vem a interpretação errada. O Vasco contou os dois pontos da semifinal para a classificação e, partindo desse princípio, com a vitória o Botafogo empatou em pontos com o time da Colina. Os vascaínos acreditavam então que a partida deveria ir para a prorrogação e o Botafogo, que já havia comemorado muito com um troféu improvisado, deixou o campo. O Vasco considerou que o adversário abandonou a partida e, sem troféu nenhum, deu a volta olímpica com uma caravela de papelão que veio das arquibancadas.
O caso foi para a a Justiça Desportiva, que dias depois considerou o Botafogo como legítimo campeão carioca de 1990.

Veja os melhores momentos da partida
https://www.youtube.com/watch?v=B7o8dOdeAAI

Ficha do Jogo
BOTAFOGO 1×0 VASCO
Data: 29/7/1990
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Público: 35.083 pagantes
Árbitro: Cláudio Garcia
Gol: Carlos Alberto Dias, aos 34min do segundo tempo
Botafogo
Ricardo Cruz; Paulo Roberto, Wilson Gottardo, Gonçalves e Renato Martins; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Djair (Gustavo); Donizete, Valdeir e Carlos Alberto Dias. Técnico: Joel Martins da Fonseca.
Vasco
Acácio; Luiz Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro e Bismarck; Tita, Sorato e William (Roberto Dinamite). Técnico: Alcir Portella.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=B7o8dOdeAAI

http://wp.clicrbs.com.br/protofutebol/2014/07/29/jogos-historicos-o-dia-em-que-dois-times-deram-volta-olimpica-com-trofeus-improvisados/?topo=52,2,18,,159,e159

 

Segue o escudo alternativo do Clube Centenário Pauferrense de Pau dos Ferros (RN), fundado em 31 de outubro de 1956. Disputou o Campeonato Potiguar da Segunda Divisão de 2009 sagrando-se campeão. Na primeirona de 2010 ficou em 6º lugar permanecendo na competição no ano seguinte quando ficou em 10º e foi rebaixado. Atualmente o clube encontra-se licenciado.

Fonte: http://franskinleite.blogspot.com.br/2009/10/o-clube-centenario-pau-ferrense.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_Centen%C3%A1rio_Pauferrense

http://www.rsssfbrasil.com

http://www.futebolnacional.com.br/infobol/teamdetails.jsp?code=3742

 

O XV de Novembro Esporte Clube de Uberlândia fundado em 1956, como clube amador, profissionalizou-se em 1982 para disputar o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão. Em 1984 o clube conseguiu o acesso com o vice campeonato. Disputou a Primeira divisão de 1985 e 1986, com o rebaixamento no último ano, o clube pede licenciamento e volta ao amadorismo em 1987.

Em 2014 o clube fecha parceria com o Uber Futebol Clube fundado por integrantes da banda de pagode Só Pra Contrariar da mesma cidade. Com a fusão é criado o XV Uber Futebol Clube na tentativa para disputar da Terceira Divisão Mineira.

Os jogadores do XV Uber Futebol Clube estavam prontos para serem apresentados, mas o clube acabou ficando de fora da disputa da Terceira Divisão. Sem conseguir entregar a documentação em tempo, a federação decidiu abrir votação entre os clubes para decidir pela inclusão ou não da equipe. Dos 12 clubes presentes na reunião, oito votaram contra a participação do XV Uber. Somente CAP Uberlândia, Ituiutabano, FC Betim e Fluminense de Araguari foram de acordo.

 

Fontes: http://esportes.terra.com.br/futebol/futebol-clube/blog/2014/05/25/mg-irmaos-do-so-pra-contrariar-terao-time-na-3%C2%AA-divisao/

http://www.golaberto.com/team/show/738-xv-de-uberlandia-mg

https://www.facebook.com/uberfc

http://planotatico.com/2014/07/alexandre-pires-cria-xv-uber-fc-que-nao-pode-disputar-3-divisao-mg/

http://rsssfbrasil.com/tablesfq/mg1986.htm

 

Itajahyense Foot-Ball Club fundado em novembro de 1911, foi o primeiro clube da cidade de Itajaí.
Seu campo de futebol localizava-se na Rua 7 de Setembro, no centro de Itajaí, denominado Campo da Municipalidade. Nesse local aconteceu o primeiro jogo da equipe, que ainda não tinha adversário direto, mas dividiram o grupo em duas equipes (azul e branco). Então em 14 de janeiro de 1912, começava oficialmente o futebol na cidade do Itajaí, a partida terminou empatada em 1 a 1.

Fontes: tatigirardi.blogspot.com/ repositorio.ufsc.br

 

Segue abaixo a evolução dos escudos do Esporte Clube Taubaté. No último dia 1º de novembro o clube completou 100 anos.
Colaboração: Waldomiro (Matão)
Fonte: http://guiataubate.com.br/noticias/2014/11/100-anos-parabens-esporte-clube-taubate

 

O Esporte Clube Hervalense participou do campeonato catarinense profissional em 1962, 1964 e 1965.

Foto: acervo Antônio Carlos Pereira

 

Segue escudos dos clubes que disputam a primeira divisão do campeonato do município de Palhoça (SC):

Cascalho (Barra do Aririú)
Cerâmica Silveira (São Sebastião)
Cruzeiro do Sul (Guarda do Cubatão)
Eldorado (Jardim Eldorado)
Gaviões de Ouro (Ponte do Imaruim)
João Paulo II (Ponte do Imaruim)
Liverpool (Aririú da Formiga)
Noroeste (Passa Vinte)
Paissandu (Aririú)
Paraíso (Sertão do Campo)

 

Nome: Clube Atlético Liberato de Castro
Fundação: 15/07/1957
Cidade: Belém
Bairro: Guamá

Fonte: Felipe Feitosa

 

Fonte: Clube do Esporte DF

 

Esse é o Sport Club 7 de Setembro da cidade de Tupanciretã. Foi fundado em 7 de setembro de 1911.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor
Enio C. Burtet (Foi vereador da cidade de Tupanciretã (1968/1971 e 2001/2004), tendo sido presidente da Câmara nas duas oportunidades. Foi também ex jogador, treinador e presidente do Gaúcho e Tupan, clubes da cidade. Autor da Lei que criou o CMD – Conselho Municipal de Desportos, tendo sido seu primeiro Presidente.)

 

Este é o Sport Club Riograndense da cidade de Guaporé. Fundado em 13/06/1920, disputou o Gauchão em 1929 (Zona Nordeste). Em 1932 o clube fundiu-se com seu maior rival, o Tabajara Football Club para formar o Alliança Foot Ball Club. Em 1934 a fusão foi desfeita e o Riograndense manteve-se reativado até o ano seguinte.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Esse é o Grêmio Esportivo Juventude da cidade de Guaporé. Fundado em 1942, foi por muitos anos rival do Independente. Disputou a Segundona Gaúcha no fim dos anos de 1950.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Esse é o Grêmio Esportivo Independente da cidade de Guaporé. Clube fundado em 1949 por ex-integrantes do Riograndense, ficou atuante até os anos de 1950.

 

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Este é o escudo do Pará Club, fundado em 5 de abril de 1903. O clube foi um dos fundadores da Liga Paraense de Foot-ball, no ano de 1907. A equipe existe até hoje, como clube social. O clube disputou o primeiro campeonato paraense, no ano de 1908. O único resultado da equipe conhecido naquele certame foi uma goleada por 5×2, diante da União Sportiva, no dia 22/11/1908, no campo de São Bráz.

Fonte: Parazão Centenário/ Felipe Feitosa

 

Esse é o atual escudo da Sociedade Esportiva São Luiz de São Luiz do Quitunde (AL). O clube disputou em 2013 a Segunda Divisão Alagoana, ficando na 4ª colocação.

Sociedade Esportiva São Luiz
Fundação: 15/09/2000
Endereço: Rua Coelho Cavalcante 1, São Luiz do Quitunde (AL), CEP 57920-000
CNPJ: 04.235.348/0001-19

 

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Segue escudo do Esporte Clube Brasil de Arroio dos Ratos RS.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 


Encontrado mais um escudo antigo do Riograndense Foot-Ball Club de Santa Maria RS.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 


Antigo escudo do Clube Atlético Ipiranga de Rosário RS

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Segue antigo escudo do Sport Club Americano de Porto Alegre RS de 1931.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 
FUTEBOL PROFISSIONAL
Campeonato Catarinense – 1ª Divisão Criciúma Esporte Clube
Campeonato Catarinense – 2ª Divisão Clube Náutico Marcílio Dias
Campeonato Catarinense – 3ª Divisão Esporte Clube Internacional
Copa Santa Catarina Joinville Esporte Clube
FUTEBOL AMADOR
Sul Brasileiro Sport Club Americano/Sport Clube 12 Horas (RS)
Estadual de Amadores Caravaggio Futebol Clube (Nova Veneza)
Fase Oeste do Estadual de Amadores Clube Esportivo Recreativo Ouro Verde (Descanso)
Copa Interligas BAC – Biguaçu Atletico Clube (Biguaçu)
Copa Sul dos Campeões Caravaggio Futebol Clube (Nova Veneza)
Copa Norte América Futebol Clube (Joinville)
Liga dos Campeões (LPHF) Sociedade Esportiva Estrela Azul (Antônio Carlos)
Regional da LPD (Pomerode) Clube Esportivo e Recreativo Botafogo (Pomerode)
Regional da LARM (1ª divisão) Grêmio Esportivo Metropolitano
Regional da LARM (2ª divisão) Associação Desportiva Lauro Müller (Lauro Müller)
Regional da LTF/LLF (Tubarão/Laguna) em andamento
Regional da LVVF (Verde Vale) Associação Esportiva e Recreativa Braço do Norte (Braço do Norte)
Regional da LAVM (1ª divisão) Associação de Moradores N.Sª Mãe dos Homens (Praia Grande)
Regional da LAVM (2ª divisão) Esporte Clube Boa Esperança (Sombrio)
Regional da LUD (Urussanga) Cocal do Sul Esporte Clube
Copa Integração (SDR Brusque) Clube Esportivo Recreativo Olaria (Guabiruba)
Copa Kaiser SC Salto do Norte Esporte Clube
Regional do Extremo-Oeste em andamento
MUNICIPAIS
Antônio Carlos Sociedade Esportiva Estrela Azul
Biguaçu (1ª divisão da ASCLUBIG) Meia Roda Futebol Clube e Social
Biguaçu (2ª divisão da ASCLUBIG) Associação Esportiva e Recreativa Viracopos
Biguaçu (1ª divisão da LICOB) BAC – Biguaçu Atletico Clube
Biguaçu (2ª divisão da LICOB) Associação Esportiva Cultural e Comunitária Santa Maria FC
Blumenau Glória Esporte Clube (Rodeio)
Capivari de Baixo Associação Cultural Recreativa e Desportiva Bandeirante
Criciúma (Série A) Esporte Clube Manaus
Criciúma (Série B) Esporte Clube Verdão
Florianópolis (1ª divisão) Grêmio Esportivo Cachoeira
Florianópolis (2ª divisão) Associação River Futebol Clube
Florianópolis (3ª divisão) Associação Social Cultural e Esportiva Entre Amigos
Copa Floripa Grêmio Esportivo Costeira
Garopaba – Categoria Quarentões Associação Vera Cruz Futebol Clube
Içara Associação Recreativa e Esportiva São José
Imbituba Botafogo Futebol Clube
Jaraguá do Sul (1ª divisão) Sociedade Esportiva João Pessoa
Jaraguá do Sul (2ª divisão) Clube Recreativo Operário
Joinville (1ª divisão) Grêmio Esportivo Pirabeiraba
Joinville (2ª divisão) Associação Bola 10 Futebol Clube
Joinville (3ª divisão) Esporte Clube Atlanta
Palhoça (1ª divisão) Paissandu Futebol Clube
Palhoça (2ª divisão) Associação Esportiva Recreativa e Cultural Noroeste
Santo Amaro da Imperatriz (1ª divisão) Sociedade Esportiva Recreativa e Cultural Cometa
Santo Amaro da Imperatriz (2ª divisão) Varginha Esporte Clube
São José (1ª divisão) Associação Esportiva e Recreativa Unidos MRS
São José (2ª divisão) Associação dos Moradores da Fazenda Santo Antônio
São José (3ª divisão) Sociedade Esportiva Recreativa Cultural Atlântico
São Pedro de Alcântara Aymoré Recreativo Futebol Clube
Tijucas (1ª divisão) Associação Itinga Esporte Clube
Tijucas (2ª divisão) Amigos Futebol Clube
Tijucas (Copa Rádio Vale) União Esporte Clube
Supercopa Tijucas Associação Itinga Esporte Clube
Tubarão Esporte Clube Palmeiras

Fonte: Tá no Filó

 

 

Nome: Associação Esportiva Cultural Ferroviário Capivariense
Fundação: 31 de janeiro de 2007
Cidade: Capivari de Baixo (SC)
Estádio: Lírio Búrigo

HISTÓRIA
2007 -
Faz seu primeiro jogo em um amistoso conta o Hercílio Luz de Tubarão no dia 21 de abril com vitória por 2 a 1. O clube disputa no mesmo ano a Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense (Terceira Divisão) mas acaba sendo punido pelo TJD com a perda de 6 pontos e multa de 500 reais por relacionar 18 atletas de forma irregular na partida diante do ACRE Cidade Azul, no dia 8 de julho.

 

Raimundo Sousa sempre ouviu que tinha tantos filhos que dava pra formar um time de futebol. Pois os 11 homens levaram a piada a sério. Em 3 de janeiro deste ano, a cidade de Limoeiro do Norte, no interior do Ceará, sediou um jogo histórico: o dia em que uma equipe foi escalada só por irmãos.

Os 11 irmãos Sousa foram inscritos no Treze de Gangorra, time da zona rural que disputa a Liga Limoeirense. O objetivo era acalentado há uma década: serem reconhecidos como a maior equipe do mundo formada só por irmãos. Um feito para ser citado no Guinness Book, o livro dos recordes.

Em pé, da esquerda para a direita: Raimundo Sousa, o pai, ao lado dos filhos Anchieta, Lalo, Vicente, Hugo, Pedro e Luizão; agachados, Chagas, Aureliano, Neto, João e Rogaciano (Foto: TV Jaguar)

Em pé, da esquerda para a direita: Raimundo Sousa, o pai, ao lado dos filhos Anchieta, Lalo, Vicente, Hugo, Pedro e Luizão; agachados, Chagas, Aureliano, Neto, João e Rogaciano (Foto: TV Jaguar)

Para isso, era preciso que os Sousa disputassem um jogo oficial, todos como titulares. Eles foram inscritos na liga, vinculada à Federação Cearense de Futebol. E a partida, contra o Esporte do Arraial, atual campeão municipal, necessitaria de registro em foto e vídeo.

O palco foi o estádio Bandeirão, sede do time profissional da cidade, o Limoeiro, da 3ª divisão do Cearense. Cerca de 700 pessoas compareceram, muitos deles (mas muitos mesmo!) descendentes de Raimundo e de sua esposa, Almerinda. “Foi uma festa bonita”, contou o primogênito, Anchieta Sousa, de 60 anos, ao jornal Diário do Nordeste.

Foi uma festa bonita”. Anchieta Sousa, primogênito dos irmãos, de 60 anos.

Os jogadores usaram camisas com números de 42 a 60, em referência a idade de cada um. No decorrer da partida entraram em campo netos e bisnetos. E Raimundo ficou no banco de reservas como técnico, todo orgulhoso de sua enorme prole.

O placar terminou em 10 a 7 para o time dos Sousa. Quase foi um gol pra cada irmão.
Fonte: Verminosos Por Futebol

 

1 -Com exceção do Flamengo, que tem um hino oficial e um popular, Vasco, Fluminense, América e Botafogo possuem dois hinos oficiais e um popular.

2 - Todos os hinos não-oficiais – entoados pelos torcedores até hoje – foram escritos na década de 40 por Lamartine Babo em ritmo de marchinha carnavalesca. Americano fanático, o compositor protagonizou cenas memoráveis como a vez em que desfilou em carro aberto pelas ruas do centro do Rio, fantasiado de diabo, para comemorar o último campeonato do América em 1960.

3 - Ao contrário do que muitos pensam e é dito, os hinos populares de Babo não foram escritos todos de uma vez só, em um único dia. O primeiro foi o do Flamengo em 1945, depois o do América em 1947 e, em 1949, foram feitos os do Vasco, Fluminense e Botafogo.

4 - O Fluminense é o único time que não teve o hino extra-oficial composto exclusivamente por Babo. O compositor teve como parceiro o maestro Lírio Panicalli, encarregado da melodia para a letra que diz “sou tricolor de coração”.

5 - Já os hinos oficias dos clubes, extremamente rebuscados, são da década de 1910. De difícil execução, refletem um período em que o futebol ainda era bastante elitizado.

Divulgação / Os Hinos do Futebol Carioca - de Coelho Neto a Lamartine Babo

Clique na imagem para ver a linha do tempo dos hinos do futebol carioca

6 - O primeiro hino oficial do Vasco foi composto em 1918 por Joaquim Barros Ferreira da Silva e sua gravação original tem uma interpretação com sotaque luso bastante carregado.

7 - O Botafogo de Futebol e Regatas é o único clube que tem no estatuto a presença completa de seu hinário: primeiro hino oficial (Hino do Remo do Club de Regatas Botafogo) , segundo hino oficial (Glorioso Hymno do Botafogo Football Club) e o hino popular de Lamartine Babo escrito em 1949, período da fusão das duas agremiações alvinegras.

8 - Uma grande mágoa de Babo foi ter sido acusado de plagiar o hino do América, que teria sido criado, supostamente, em cima da canção norte-americana Row, Row, Row (1912), de Willian Jerome e James Monaco.

9 - O hino popular do Botafogo, chamado 1907, teve o título oficialmente reconhecido em 1989 pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro depois de conturbadas brigas judiciais.

10 - Ouça aqui os primeiros hinos oficiais de cada time, tocados por Bruno Castro e um time de músicos. Uma provinha do CD que acompanha o livro. A obra reúne os 14 hinos oficiais e populares do América, Flamengo, Fluminense e Vasco, sendo que cinco deles permaneciam inéditos até então.

Fonte: Veja Rio

 

A maior
O Campeonato Brasileiro de Seleções apresentou sua maior goleada em 1926.
A equipe de São Paulo aplicou 16 a 0 em Santa Catarina, com o primeiro tempo terminando em 9 a 0.

Compensação
Quilométrica foi a contagem do jogo Olímpico, de Blumenau, e Aimoré, de Rio do Sul.
Foi no ano de 1945, no Campeonato da Liga Blumenauense, quando o Olímpico venceu por 17 a 0, no dia 8 de abril daquele ano.

Chapecó
A Chapecoense participou do Campeonato Nacional de 1979 e 1980 com atuação negativa. Em 1979 não conheceu nenhuma vitória, sofrendo sete derrotas e dois empates. Em 1980, na Taça de Prata, realizou sete jogos, perdeu seis e empatou um.

Fonte: DC

 

Frio e neve que o Avaí já enfrentou no dia 30 de maio de 1979 quando empatou com o Internacional de Lages no Estádio Municipal Vidal Ramos Junior, no Campeonato Catarinense.

A campanha do Avaí era irregular no Estadual. Com vários jogadores lesionados e suspensos o Leão viajou para Lages com muitos problemas para armar o time. Assim, alguns atletas que tiveram poucas oportunidades durante a temporada ganharam uma chance de mostrar trabalho. No entanto essa chance não poderia ter aparecido em pior momento.

A partida começou e com o frio intenso tanto Avaí quanto o Inter tiveram muita dificuldade para articular as jogadas. O problema é que começou a nevar em Lages e a medida que o primeiro tempo avançava para o intervalo os flocos brancos caiam com maior intensidade.

Com o gramado coberto de gelo, aos 13 minutos do primeiro tempo, o Leão abriu o placar. Deide cobrou escanteio da direita, Katinha chutou fraco o goleiro Luiz Fernando defendeu parcialmente a bola e Jorge Luiz, no rebote, colocou a bola no fundo das redes.

Antes do apito para o intervalo da partida alguns jogadores gritaram para o banco de reservas pedindo para serem substituídos por causa do frio. Ao trilar o apito no fim da primeira etapa o árbitro Francisco Simas escutou muitas reclamações dos atletas por ele ter dado condições de jogo.

No vestiário azurra, o preparador físico Dacica fez uma fogueira no chão do vestiário para aquecer os jogadores. Na volta para o gramado os atletas usavam um moletom por de baixo da camisa avaiana.

Na segunda etapa a neve parou de cair e o Internacional conseguiu o empate com Jones. Sem a tempestade o jogo transcorreu “normalmente”.

Estima-se que a temperatura naquela noite em Lages foi de -2ºC, um bom motivo para nas arquibancadas os ambulantes deixarem de vender amendoim e pipoca e comercializarem conhaque.

Fonte: Jornal Hora de SC

jun 232013
 

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Segue o primeiro escudo mais estilizado do Juventude de Caxias do Sul.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Este é escudo do Grêmio Sportivo Bagé de 1928.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Segue abaixo dois escudos antigos do Grêmio de Porto Alegre das décadas e 20 e 30 respectivamente.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Este provavelmente é o primeiro escudo do SC Cruzeiro de Porto Alegre, baseado em fotos do clube de 1917.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Fundado em 1917 o Sport Club Juvenil era o departamento esportivo do Club Juvenil, esse foi o primeiro clube social do estado, na época o Clube Juvenil (social) usava em seu escudo as cores vermelho e branco, com a fundação do Sport Club Juvenil o clube cedeu suas cores aos desportistas adotando então as cores vermelho e dourado. O clube de futebol usava camisas listradas em vermelho e branco. Pelo que se sabe o clube foi extinto em 1933, havia sido criado para rivalizar com o SC Juventude, único clube da cidade na época. O Sport Club Juvenil foi sócio fundador da FRGD.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Fundado em 1911 pelos padre Marista Gabriel, de Uruguaiana, como Grupo Sportivo São Miguel, inicialmente o clube levava as cores azul e branco, do Colégio Santana onde lecionava o Padre Gabriel apenas para fins de prática de esportes dentro do colégio entre eles o futebol, com o sucesso do esporte nos anos seguintes em 1912 o clube muda para Sport Club Esperança alterando também as cores para verde e branco, em 1913 sob os novos estatutos do clube por fim passa a se chamar ESPERANÇA FOOT-BALL CLUBE mantendo as cores verde e branco este foi campeão de Uruguaiana no ano de 1922 desistindo depois de disputar o campeonato gaúcho ao qual estava inscrito na Zona Fronteira, o clube foi o maior rival do SC Uruguaina onde junto com esse clube mais SC Militar e o SC Ferro Carril fundaram a Associação Uruguayanense Desportos Athleticos, ate onde se sabe existiu ate meados de 1926 onde depois foi diminuído a disputas de jogos apenas dentro do Colégio Santana deixando de ser um clube popular.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

Este é o escudo do Centro Esportivo Ubajarense da cidade de Ubajara (CE). O clube filiou-se a Federação Cearense de Futebol em 1994, disputando somente uma vez a Segunda Divisão estadual, ficando com a quarta colocação. Fonte: Felipe Feitosa

 

Inauguração
O Estádio Aníbal Costa, do Hercílio Luz, de Tubarão, foi inaugurado em 8 de maio de 1963, ocupando uma área de 26,4 mil metros quadrados. Em 1974, a enchente destruiu o estádio, sobrando os postes de iluminação e duas figueiras.
O Hercílio Luz foi o primeiro clube catarinense a participar da Taça Brasil.

Estádio
Em 1979, o Avaí pensou em construir seu estádio numa área de 150 mil metros quadrados na região do Rio Tavares. Tinha capacidade para 23 mil torcedores, com possibilidades de ampliar para 55 mil. O projeto era de Davi Ferreira Lima.

Raridade
Em 27 de maio de 1979, jogavam Paysandu x Joaçaba, pelo Campeonato Estadual. O Joaçaba venceu por 1 a 0, gol do goleiro Juarez, após cobrar um tiro de meta. Gerson Demaria foi o árbitro.

Presidente
Sinval Rosário Bhorer foi o primeiro presidente do Comerciário E. C., que nasceu no dia 13 de maio de 1947. Em 1949, foi campeão da Liga, chegando ao tri, em 1951.
Em 1968, foi campeão estadual e, mais tarde, deu origem ao Criciúma.

Fonte: DC

 

Segue o atual escudo do Urussanga Futebol Clube, clube da cidade de mesmo nome, disputou por diversas vezes etapas regionais do Campeonato Catarinense. O clube foi fundado em 19 de abril de 1931.

 

Esse é a Associação de Desportos Recreativa Bancrévea, ou simplismente Recreativa, de Belém do Pará, fundado em 1891. O clube existe até hoje mas no amadorismo. Disputou por muitos anos campeonatos de regatas e participou de algumas edições do campeonato paraense.

 

Fonte: Felipe Feitosa

23 de junho

 

Em Pé: Jorge Ferreira, Rubão, Souza, Vilela, Orivaldo, Rogério I, Ari Prudente e o goleiro Joceli.
Agachados: Lico, Balduíno, Toninho, Zenon, Jaíco e João Carlos Cueca.

Participants

América de Joinville - América Futebol Clube (Joinville)
Avaí - Avaí Futebol Clube (Florianópolis)
Caxias - Caxias Futebol Clube (Joinville)
Figueirense - Figueirense Futebol Clube (Florianópolis)
Hercílio Luz - Hercílio Luz Futebol Clube (Tubarão)
Inter de Lages - Esporte Clube Internacional (Lages)
Juventus de Rio do Sul - Juventus Atlético Clube (Rio do Sul)
Palmeiras - Palmeiras Esporte Clube (Blumenau)
Paysandu - Clube Esportivo Paysandu (Brusque)
Próspera - Esporte Clube Próspera (Criciúma)

Primeiro Stage

[Apr 15]
Caxias                  2-0  Palmeiras
Próspera                4-0  América de Joinville
Juventus de Rio do Sul  0-0  Paysandu
Avaí                    1-1  Inter de Lages
Hercílio Luz            0-2  Figueirense
[Apr 21]
América de Joinville    2-0  Juventus de Rio do Sul
[Apr 22]
Figueirense             3-1  Caxias
Palmeiras               0-1  Avaí
Paysandu                1-2  Próspera
Inter de Lages          2-0  Hercílio Luz
[Apr 29]
Avaí                    1-0  América de Joinville
Juventus de Rio do Sul  1-1  Figueirense
Próspera                0-0  Palmeiras
Hercílio Luz            0-1  Paysandu
Caxias                  3-2  Inter de Lages
[May 06]
Inter de Lages          1-1  Juventus de Rio do Sul
América de Joinville    1-1  Palmeiras
Figueirense             1-2  Próspera
Hercílio Luz            0-1  Avaí
Paysandu                1-2  Caxias
[May 13]
Caxias                  1-1  América de Joinville
Avaí                    0-1  Figueirense
Próspera                2-0  Juventus de Rio do Sul
Palmeiras               2-0  Hercílio Luz
Paysandu                4-0  Inter de Lages
[May 20]
Figueirense             2-0  Palmeiras
América de Joinville    1-0  Paysandu
Hercílio Luz            1-1  Caxias
Juventus de Rio do Sul  0-1  Avaí
Inter de Lages          0-1  Próspera
[May 27]
América de Joinville    2-3  Figueirense
Próspera                0-0  Caxias
Avaí                    3-0  Paysandu
Juventus de Rio do Sul  2-1  Hercílio Luz
Palmeiras               1-3  Inter de Lages
[Jun 02]
Hercílio Luz            1-2  América de Joinville
Caxias                  0-1  Juventus de Rio do Sul
[Jun 03]
Paysandu                0-1  Palmeiras
Avaí                    1-0  Próspera
Inter de Lages          0-4  Figueirense
[Jun 11]
Próspera                1-1  Hercílio Luz
Figueirense             1-0  Paysandu
Caxias                  1-3  Avaí
Inter de Lages          0-3  América de Joinville
Palmeiras               1-0  Juventus de Rio do Sul 

Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
 1.Figueirense                  15   9   7   1   1  18   6  12  1,667
 2.Avaí                         15   9   7   1   1  12   3   9  1,667
 3.Próspera                     13   9   5   3   1  12   4   8  1,444
 4.América de Joinville         10   9   4   2   3  12  11   1  1,111
 5.Caxias                        9   9   3   3   3  11  12  -1  1,000
 6.Palmeiras                     8   9   3   2   4   6   9  -3  0,889
 7.Juventus de Rio do Sul        7   9   2   3   4   5   9  -4  0,778
 8.Inter de Lages                6   9   2   2   5   9  18  -9  0,667
 9.Paysandu                      5   9   2   1   6   7  10  -3  0,556
10.Hercílio Luz                  2   9   0   2   7   4  14 -10  0,222

Segundo Stage

[Jun 18]
Figueirense             3-0  Hercílio Luz
Palmeiras               0-0  Caxias
América de Joinville    1-0  Próspera
Paysandu                0-2  Juventus de Rio do Sul
Inter de Lages          1-0  Avaí
[Jun 24]
Hercílio Luz            0-0  Inter de Lages
[Jun 27]
Avaí                    2-0  Palmeiras
Juventus de Rio do Sul  1-0  América de Joinville
Caxias                  0-0  Figueirense
[Jun 28]
Próspera                0-0  Paysandu
[Jul 01]
Figueirense             0-0  Juventus de Rio do Sul
Palmeiras               2-1  Próspera
Paysandu                2-1  Hercílio Luz
Inter de Lages          2-0  Caxias
[Jul 05]
América de Joinville    1-2  Avaí
[Jul 08]
Palmeiras               1-0  América de Joinville
Próspera                0-0  Figueirense
Avaí                    2-0  Hercílio Luz
Caxias                  2-2  Paysandu
Juventus de Rio do Sul  0-0  Inter de Lages
[Jul 14]
Juventus de Rio do Sul  4-0  Próspera
[Jul 15]
Inter de Lages          3-2  Paysandu
América de Joinville    1-1  Caxias
Figueirense             3-1  Avaí
Hercílio Luz            0-2  Palmeiras
[Jul 25]
Figueirense             2-1  América de Joinville
[Jul 29]
Caxias                  0-1  Próspera
Paysandu                1-3  Avaí
Hercílio Luz            1-4  Juventus de Rio do Sul
Inter de Lages          1-2  Palmeiras
[Aug 05]
Palmeiras               1-1  Paysandu
Próspera                0-0  Avaí
América de Joinville    0-0  Hercílio Luz
Juventus de Rio do Sul  2-0  Caxias
Figueirense             1-0  Inter de Lages
[Aug 12]
Hercílio Luz            1-0  Próspera
Paysandu                0-2  Figueirense
Avaí                    1-1  Caxias
América de Joinville    2-1  Inter de Lages
Juventus de Rio do Sul  0-0  Palmeiras
[Aug 19]
Paysandu                3-0  América de Joinville
Caxias                  2-2  Hercílio Luz
Avaí                    0-0  Juventus de Rio do Sul
Palmeiras               1-1  Figueirense
Próspera                1-1  Inter de Lages 

Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
 1.Juventus de Rio do Sul       14   9   5   4   0  13   1  12  1,556
 2.Figueirense                  14   9   5   4   0  12   3   9  1,556
 3.Palmeiras                    12   9   4   4   1   9   6   3  1,333
 4.Avaí                         11   9   4   3   2  11   7   4  1,222
 5.Inter de Lages                9   9   3   3   3   9   8   1  1,000
 6.Paysandu                      7   9   2   3   4  11  14  -3  0,778
 7.América de Joinville          6   9   2   2   5   6  11  -5  0,667
 8.Próspera                      6   9   1   4   4   3   9  -6  0,667
 9.Caxias                        6   9   0   6   3   6  11  -5  0,667
10.Hercílio Luz                  5   9   1   3   5   5  15 -10  0,556

Terceiro Stage

[Sep 06]
Figueirense             3-1  Hercílio Luz
[Sep 09]
Inter de Lages          2-0  Juventus de Rio do Sul
Caxias                  0-1  Palmeiras
Próspera                0-0  América de Joinville
[Sep 16]
Hercílio Luz            2-4  Caxias
Juventus de Rio do Sul  2-0  Próspera
América de Joinville    3-0  Inter de Lages
[Sep 19]
Avaí                    1-1  Figueirense
[Sep 23]
Inter de Lages          2-0  Figueirense
Avaí                    4-0  Hercílio Luz
Próspera                1-0  Palmeiras
[Sep 30]
América de Joinville    3-3  Caxias
Juventus de Rio do Sul  2-2  Avaí
Palmeiras               2-0  Inter de Lages
Caxias                  0-0  Próspera
América de Joinville   WO-0  Hercílio Luz
[Oct 06]
Juventus de Rio do Sul  3-0  Hercílio Luz
[Oct 07]
Próspera                2-0  Inter de Lages
Figueirense             2-1  Palmeiras
América de Joinville    1-3  Avaí
[Oct 12]
Avaí                    0-0  Caxias
América de Joinville    1-0  Figueirense
[Oct 14]
Hercílio Luz            1-2  Próspera
Palmeiras               1-0  Juventus de Rio do Sul
[Oct 21]
Avaí                    2-0  Inter de Lages
Palmeiras               2-0  América de Joinville
Próspera                1-1  Figueirense
Caxias                  1-0  Juventus de Rio do Sul
[Oct 28]
Próspera                0-0  Avaí
Palmeiras               4-0  Hercílio Luz
Inter de Lages          1-1  Caxias
Figueirense             0-4  Juventus de Rio do Sul
[Nov 04]
Avaí                    2-1  Palmeiras
Caxias                  4-0  Figueirense
Juventus de Rio do Sul  2-0  América de Joinville
Inter de Lages         WO-0  Hercílio Luz 

Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
 1.Avaí                         12   8   4   4   0  14   5   9  1,500
 2.Palmeiras                    10   8   5   0   3  12   5   7  1,250
 3.Caxias                       10   8   3   4   1  13   7   6  1,250
 4.Próspera                     10   8   3   4   1   6   4   2  1,250
 5.Juventus de Rio do Sul        9   8   4   1   3  13   6   7  1,125
 6.América de Joinville          8   8   3   2   3   8  10  -2  1,000
 7.Inter de Lages                7   8   3   1   4   5  10  -5  0,875
 8.Figueirense                   6   8   2   2   4   7  15  -8  0,750
 9.Hercílio Luz                  0   8   0   0   8   4  20 -16  0,000

O Paysandu abandona a competição.
O Hercílio Luz abandonou a competição na última rodada.

Quadrangular Final

[Nov 24]
Caxias                  1-1  Avaí
[Nov 28]
Juventus de Rio do Sul  1-0  Caxias
[Nov 29]
Avaí                    1-0  Figueirense
[Dec 02]
Juventus de Rio do Sul  1-1  Avaí
[Dec 04]
Figueirense             1-0  Caxias
[Dec 08]
Avaí                    1-0  Caxias
[Dec 09]
Juventus de Rio do Sul  0-0  Figueirense
[Dec 13]
Figueirense             0-1  Avaí
Caxias                  0-1  Juventus de Rio do Sul
[Dec 17]
Avaí                    2-1  Juventus de Rio do Sul 

Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
 1.Avaí                         10   6   4   2   0   7   3   4  1,667
 2.Juventus de Rio do Sul        6   5   2   2   1   4   3   1  1,200
 3.Figueirense                   3   4   1   1   2   1   2  -1  0,750
 4.Caxias                        1   5   0   1   4   1   5  -4  0,200

Avaí champions of Brazil 1973

Final Table
Team                           PTS   G   W   D   L              AVG
 1.Avaí                         48  32  19  10   3  44  18  26  1,500
 2.Figueirense                  38  30  15   8   7  38  26  12  1,267
 3.Juventus de Rio do Sul       36  31  13  10   8  35  19  16  1,161
 4.Palmeiras                    30  26  12   6   8  27  20   7  1,154
 5.Próspera                     29  26   9  11   6  21  17   4  1,115
 6.Caxias                       26  31   6  14  11  31  35  -4  0,839
 7.América de Joinville         24  26   9   6  11  26  32  -6  0,923
 8.Inter de Lages               22  26   8   6  12  23  36 -13  0,846
 9.Paysandu                     12  18   4   4  10  18  24  -6  0,667
10.Hercílio Luz                  7  26   1   5  20  13  49 -36  0,269

Classificação Final
 1.Avaí
 2.Juventus de Rio do Sul
 3.Figueirense
 4.Caxias
 5.Palmeiras
 6.Próspera
 7.América de Joinville
 8.Inter de Lages
 9.Paysandu
10.Hercílio Luz

Fonte: DC, RSSSF Brasil

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