Caríssimos,

Na busca por novas matérias e novas pesquisas para serem postadas no blog Almanaque do Futebol Brasiliense, encontrei num cartório de Brasília um papel timbrado com o escudo do Piloto Atlético Clube, que estou disponibilizando aos amigos do História do Futebol, bem como um pequeno histórico.

Quero deixar registrado o meu muito obrigado ao Marcus Amorim, que redesenhou o escudo.

PILOTO ATLÉTICO CLUBE

O Piloto Atlético Clube foi fundado em 25 de agosto de 1967, após reunião realizada na sala nº 703, no 7º andar do Edifício Seguradoras – IRB, da qual participaram 27 pessoas.

Sua primeira diretoria foi assim formada: Presidente – Carlos Adalberto Estuqui; Vice-Presidente – Idílio Lóss; Secretário – Renato Antônio Maia; Vice-Secretário – José Eduardo Perdigão da Cunha; Tesoureiro – Lacir Evander Coutinho; Vice-Tesoureiro – Márcio Cyrne de Macedo; Diretor de Esportes – Sirineu Lasmar de Melo; Diretor Social – Dirceu Ramos da Silva; Diretor de Patrimônio – Martiniano Alves Coelho; Diretor Técnico – Alício Santos. Suplentes da Diretoria – Carmelito Cardoso da Silva, Luiz Araújo de Souza, José Gonçalves Ribeiro Filho, Hilton Ladislau de Moura e José Paulino da Silva.

Depois de efetivarem a composição do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, foram definidas que as cores cinza e branca seriam as oficiais do clube, a figurarem em bandeiras, flâmulas, uniformes e em todos os papéis do clube.

Embora fundado na vigência do profissionalismo, só disputou campeonatos amadores até filiar-se à Federação Desportiva de Brasília em 1969, quando tomou parte do campeonato daquele ano.

Seu começo foi animador. Em sua primeira participação oficial, no dia 20 de abril de 1969, no Estádio Pelezão, com arbitragem de Silvio Fernandes, venceu o Atlas por 7 x 0. Magno (2), Melinho (2), Lula, Orlando e Paulo Roberto (contra) marcaram os gols do Piloto. Aplicou outra goleada no dia 26 de abril, desta vez sobre o Alvorada, por 4 x 0. Empatou em 0 x 0 com o Serviço Gráfico em 4 de maio, venceu o Unidos de Sobradinho por 2 x 1 (11.05) e conheceu sua primeira derrota em 18 de maio, diante do Rabello (3 x 2).

No total, no primeiro turno, foram 10 jogos. Ficou em quinto lugar no Grupo A, o que lhe deu o direito de passar para a Fase Final, que reuniria doze clubes (os seis primeiros colocados de cada grupo).

Também começou bem a Fase Final, com vitórias sobre dois fortes times de Taguatinga: 3 x 2 no Flamengo e 1 x 0 no Brasília. Depois disso, perdeu mais do que ganhou e ficou com a oitava colocação. Foram onze jogos, com cinco vitórias, um empate e cinco derrotas. Marcou 14 gols e sofreu 19. Defenderam o Piloto os goleiros Moacir e Marcinho; os zagueiros Orlando, Moacir II, Walmar, Délio, Japão, Afonsinho, Maruim e Jackson e os atacantes Sabino, Melinho, Tote, Baixinho, Lula, Irineu, Borales, Alemão, Magno e Sinval.

Foi muito mal nas duas competições oficiais que disputou em 1970. Na primeira, o Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, com oito equipes participando, ficou com a sétima colocação. Nos sete jogos que disputou, venceu apenas um, empatou dois e perdeu quatro. Foram oito gols a favor e treze contra. Também não foi nada bem no campeonato oficial de 1970, disputado por dez equipes, quando chegou na oitava colocação, não se classificando para disputar a Fase Final (somente os seis primeiros colocados a disputaram). Com apenas duas vitórias e três empates nos seus 9 jogos, somou sete pontos. Seu artilheiro foi Paulinho, com cinco gols.

Como curiosidade, registramos que o primeiro jogo na Loteria Esportiva envolvendo clubes de Brasília aconteceu no Concurso Teste nº 16, com jogos nos dias 19 e 20 de setembro de 1970. Neste jogo, o Piloto perdeu para o Planalto, por 2 x 1. Coluna 2!

Em 1971, quase chegou ao fundo do poço. Novamente foi muito mal no Torneio Governador do Distrito Federal, chegando ao ponto máximo de ser penalizado com a perda de pontos em alguns jogos por não estar em dia com os “cofres” da Federação Desportiva de Brasília. Ficou com a nona posição, na frente apenas de Coenge e CSU, que desistiram do campeonato antes do seu término. Seu último jogo aconteceu em 9 de maio de 1971, com vitória de 2 x 1 sobre o Gaminha, pelo Torneio Candango, no campo da Cultural Mariana, no Gama, com arbitragem de Amauri de Barros. Itamar e Zé Grilo marcaram para o Piloto e Chiquinho para o Gaminha. Três dias depois (12.05.1971), o Piloto encaminhou ofício a Federação Desportiva de Brasília solicitando dispensa da participação nos três últimos jogos do Torneio Candango. Apesar de ter a solicitação indeferida, ainda assim não compareceu aos jogos.

A situação ficou tão crítica que nem se inscreveu para participar do campeonato de 1971. Retornou em 1972, quando tentou montar um bom time com as contratações de jogadores veteranos, como o goleiro Matil e o ponteiro Manoelzinho (ambos ex-Civilsan), e jovens promessas, como Péricles de Carvalho (ex-Defelê). Chegou na quarta colocação, com a seguinte campanha: 12 jogos, 4 vitórias, 4 empates e 4 derrotas. Marcou 13 gols e sofreu 16. Totalizou 12 pontos ganhos. Sete equipes participaram desse campeonato, vencido pela A. A. Serviço Gráfico. Péricles foi o artilheiro do time com 4 gols. Como consolo, ganhou a Taça Disciplina, com 11 pontos negativos. Defenderam o Piloto em 1972 os seguintes jogadores: Goleiros: Bonomo, Toninho, Matil, Waldemar e Ernani; Defensores: Célio, Walter, Junior, Quarenta, Lima, Amaury e Piau; Atacantes: Manoelzinho, Paiva, Sabará, Heitor, Paulinho, Valdecy, Tião, Péricles, Zé Grilo e Zequinha. O treinador era Didi de Carvalho.

Quando se esperava por um equilíbrio, isso não aconteceu. Em 1973, chegou a se inscrever no campeonato, mas depois desistiu, antes do seu início (em 25 de agosto de 1973). Desfiliou-se neste mesmo ano, segundo algumas fontes após perder o apoio da TCB – Transportes Coletivos de Brasília, empresa estatal de transportes do Governo do Distrito Federal.

 

 

Depois que vi surgirem blogs especializados no futebol de outros Estados do Brasil, principalmente o “Baú Velho”, muito bem administrado por meu amigo amazonense Carlos Zamith, passei a pensar em fazer algo semelhante em relação ao futebol de Brasília.

Neste novo blog, tentarei divulgar um pouco mais da história do futebol de Brasília, iniciada bem antes da inauguração da nova Capital do Brasil, em abril de 1960. Seus clubes, seus craques, dirigentes, jogos históricos, fatos e fotos, principais acontecimentos que fizeram Brasília vibrar com o futebol!

A maior parte do material a ser disponibilizado neste blog vem de uma grande pesquisa que fiz, por vários anos, em centros de documentação de jornais, bibliotecas e até mesmo entrevistando ex-jogadores e ex-dirigentes, conseguindo reunir vasto material histórico. Talvez o lógico fosse guardar todo esse material para, um dia quem sabe, editar um livro. Mas os anos se passaram e nunca houve interesse das entidades oficiais e muito menos de alguém querendo ajudar nas despesas de publicação da obra.

Para não ficar mais alguns anos com essas informações escondidas dentro de armários empoeirados, resolvi lançar o blog.

Não precisa dizer que conto com a colaboração de todos os amigos que aprenderam a gostar do futebol de Brasília, enviando comentários e críticas construtivas.

A partir de amanhã, estarei colocando as postagens.

O endereço é o seguinte:

http://historiafutebolbrasiliense.blogspot.com/

 

Caros,

Segue o escudo da Associação Atlética Guanabara, de Brasília (DF). O mesmo foi tirado de uma faixa de campeão de um ex-jogador do clube.

Guanabara_1

 

Rabello+-+DFCaros,

A fim de esclarecer uma dúvida surgida na semana passada, publico o escudo oficial do Rabello, de Brasília.

A próxima dúvida a ser esclarecida será a do escudo do Guanabara.

TIREI DO VIDEO..EDU

rabello

 

E este eu tirei da faixa de campeão de um ex-jogador do Rabello. Por enquanto, vai perdurar a dúvida se as letras de cima eram vermelhas ou pretas.

Digitalizar0019

 

Patrocinado pela Federação Paulista de Futebol, realizou-se no dia 15 de outubro de 1933, à tarde, no campo do C. A. Juventus, um encontro amistoso entre o selecionado oficial daquela Federação e o primeiro quadro do Botafogo F. R., do Rio de Janeiro.

Era uma partida em torno da qual reinava grande interesse, considerando-se o fato de ser a primeira vez que iria atuar a seleção de amadores de São Paulo e contra um conjunto que muito se tem imposto na Capital da República, tendo sido o campeão carioca do último ano.

Entretanto, a partida não correspondeu à expectativa. Ambos os contendores tiveram atuação que muito deixou a desejar. Foi completamente falho de técnica, se bem que equilibrado, motivo porque, achamos que um empate seria um resultado mais justo.

Os dois quadros agiram, em verdade, com muito entusiasmo, mas quase completamente desorientados. Os passes trocados entre os 22 elementos, com raras exceções, eram indecisos e falhos. Tivemos mesmo a impressão que muitos jogadores se encontram bem fora de forma, quer no onze paulista, quer no carioca.

Momentos houve, não resta dúvida, em que algumas jogadas puderam empolgar a pequena assistência, mas esses momentos eram logo desfeitos com um chute desorientado de algum jogador.

Poucas foram as avançadas, de ambas as partes, que terminaram com bom arremate e, conseqüentemente, puderam proporcionar defesas perigosas.

A linha atacante dos guanabarinos, sem o concurso de Nilo e Paulinho, não se entendia. Somente Carvalho Leite teve ocasião de demonstrar que ainda possui um jogo mais ou menos técnico, com os seus passes sempre bem orientados, mas inutilizados por seus companheiros.

O quinteto atacante paulista teve em Raul e Barão os seus dois melhores homens.

Foi, como vemos, uma partida onde a técnica foi substituída pela grande vontade de vencer de que se achavam possuídos os jogadores em campo.

Arbitrou o encontro o Sr. Mário Passerotti, cuja atuação foi bastante fraca. Mostrou-se, não poucas vezes, indeciso, o que prejudicou sobremaneira o desenvolver do prélio. Anulou um tento marcado por Carvalho Leite, ponto esse que, ao nosso ver, foi bastante lícito, para, logo a seguir, consignar um dos paulistas, marcado por Pupo, quando este jogador se encontrava em visível impedimento.

OS QUADROS

Os conjuntos jogaram com as seguintes organizações:

BOTAFOGO: Victor, Ludovico e Vicente; Mosqueira, Ariel e Pamplona; Átila (Waldyr), Eloy, Carvalho Leite, Jayme e Pirica.

FEDERAÇÃO PAULISTA: José Roberto, Nenucho e Segalla; Nerino, Dudu e Munhoz; Raul, Barão, Miguel, Ratto e Pupo.

Fonte: Folha da Noite, 16.10.1933.

Notas do Jornal do Brasil:

1. Com seis minutos de jogo, Raul marca o primeiro gol da seleção paulista;

2. Aos trinta e três minutos, Segalla tem uma indecisão, do que se aproveita Carvalho Leite para empatar;

3. O primeiro tempo termina com empate em 1 x 1;

4. Carvalho Leite fez um gol que o árbitro anulou por impedimento;

5. Nos últimos momentos do jogo, Pupo consegue fazer o segundo ponto dos paulistas. O segundo tento os locais foi feito quando Pupo estava em impedimento e o árbitro não assinalou.

 

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1º TURNO

 06.05.1951

JUVENTUDE 2 x 0 FLUMINENSE

13.05.1951

GIANELLA 2 x 1 FLAMENGO

20.05.1951

JUVENTUDE 2 x 2 FLAMENGO

27.05.1951

FLUMINENSE 2 x 1 GIANELLA

03.06.1951

JUVENTUDE 2 x 2 GIANELLA

10.06.1951

FLAMENGO 2 x 0 FLUMINENSE

 

2º TURNO

 24.06.1951

FLUMINENSE 1 x 1 JUVENTUDE

01.07.1951

FLAMENGO 1 x 1 GIANELLA

15.07.1951

FLAMENGO 3 x 2 JUVENTUDE

22.07.1951

GIANELLA 2 x 1 FLUMINENSE

29.07.1951

JUVENTUDE 1 x 0 GIANELLA

05.08.1951

FLAMENGO 4 x 0 FLUMINENSE

 

3º TURNO

 04.08.1951

JUVENTUDE 7 x 0 GIANELLA

11.08.1951

FLAMENGO 2 x 2 GIANELLA

12.08.1951

JUVENTUDE 3 x 2 FLUMINENSE

19.08.1951

FLAMENGO 5 x 1 JUVENTUDE

22.08.1951

FLAMENGO 2 x 0 FLUMINENSE

26.08.1951

FLUMINENSE 8 x 1 GIANELLA

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

 

CF CLUBES J V E D GF GC SG PG
1 FLAMENGO 9 5 3 1 22 10 12 13
2 JUVENTUDE 9 4 3 2 21 15 6 11
3 GIANELLA 9 2 3 4 11 25 -14 7
4 FLUMINENSE 9 2 1 6 14 18 -4 5
 

BAHIA: Joselias, Leone e Juvenal; Jota Alves, Vicente e Florisvaldo; Marito (Sandoval), Ivan, Carlito (Hamilton), Frader (Otoney) e Esquerdinha (Izaltino).

FLUMINENSE: Periperi, Eduardo e Valder; Hozaná, Bueiro e Amorim; Fontoura (Raimundinho), Valter Vieira, Elias II, Maneca (Fontoura) e Gilberto.

YPIRANGA: Aloísio, Pequeno e Bacamarte (Prego); Amor, Amauri e Luciano (Nane); Vadu (Tombinho), Antônio Mário, Renato (Sílvio), Lia (Elsinho) e Joãozinho.

VITÓRIA: Nadinho (Albertino), Valvir e Nilton (Enoque); Pinguela, Elói e Joel; Enaldo (Aduce) (Zingone), Alencar (Agnaldo), Reinaldo (Luiz Carlos), Vermelho (Brício) (Xavier) e Damasceno (Salvador).

BOTAFOGO: Bacabal, Tatuí e Alberto; Flávio, Nelinho e Júlio; Teco, Alonso (Vavá), Zague, Roliço e Fiuza.

GALÍCIA: Ouri, Santos (Tim) e Miranda (Hélio); Cunha (Bombeiro), Valter (Moreno) e Boquinha; Pitu, Teotônio, Israel (Ari) (Almir), Mituca (Lubião) e João do Vale (Moura).

GUARANY: Bitelo, Biguá e Cal; Emídio, Falabaixinho (Vivaldo) e Vermelho; Lídio, Pio, Zé Bola, Valmir e Bolinha.

jan 272011
 

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nov 262010
 

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Colaboração: Walter Iris.

A temporada internacional no Brasil foi intensa em 1930.

Antes da Copa do Mundo, quatro equipes estrangeiras visitaram o Brasil: a Seleção de Tucumán, o Sportivo Buenos Aires e o Huracán, todos da Argentina, e o Hakoah, clube israelita de New York (EUA). Após o campeonato mundial, três seleções nacionais realizaram amistosos no Brasil. Os resultados foram estes:

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Caríssimos,

Criei um blog com o nome de “Pequenas Obras de Grandes Craques”. Abaixo a primeira postagem, “Início de Conversa”.

“Ao criarmos este blog, não o fizemos com a pretensão de definir quem são os melhores jogadores brasileiros de todos os tempos. Sabemos, é uma missão impossível.

Um excelente “back” do passado talvez não fosse um razoável zagueiro hoje. Um grande “goal-keeper” do passado talvez não fosse um bom goleiro hoje. E vice-versa.

Nossa única intenção ao criar esse blog foi poder disponibilizar um pouco do material que fomos juntando durante toda a nossa vida de leitor e pesquisador do futebol brasileiro. Começamos com fichas individuais, passamos a pequenas biografias.

Considerando que esses jogadores aqui focalizados não tiveram as mesmas facilidades de verem suas atuações e carreiras divulgadas, resolvemos colocar algumas delas para os amigos apreciadores desse tipo de pesquisa.

Os jogadores escolhidos o foram de forma aleatória. Alguns poderão ser aqui escalados por conta de uma homenagem. Outros por simples curiosidade em saber quem foi.

Também não teremos uma periodicidade exata para postar uma nova biografia. Poderá ser uma semana como também poderá ser um dia.”

Espero pela visita dos amigos.

http://grandescraques.blogspot.com/

José Ricardo Almeida

 

 O Botafogo conquistou o campeonato carioca de 1932 com cinco pontos de vantagem sobre o Flamengo, vice-campeão.

Pensando em premiar os jogadores campeões, a diretoria do Botafogo aceitou um convite para uma excursão ao Rio Grande do Sul.

Essa viagem, desgraçadamente, foi marcada pela fatalidade.

O grande craque Nilo, que acabara de ficar noivo, não quis viajar. O Botafogo convidou os jogadores Russinho, do Vasco da Gama, e Popó, do Andarahy.

No dia 9 de novembro de 1932, pelo vapor “Araçatuba”, a delegação do Botafogo seguiu para Porto Alegre, assim constituída: Chefes – Carlos Martins da “Carlito” Rocha e Alarico Maciel; Técnico – Nicolas Ladanyi; Jogadores (16) – Victor, Benedicto, Rodrigues, Afonso, Martim, Canalli, Álvaro, Paulinho, Carvalho Leite, Almir, Celso, Pedrosa, Rogério, Ariel, Russinho e Popó.

Com o quadro exausto, o Botafogo estreou no feriado de 15 de novembro, no estádio dos Eucaliptos, perdendo de 3 x 2 para o Internacional. Russinho e Álvaro marcaram para o Botafogo e Venenoso, duas vezes, e Tupan fizeram os gols do colorado gaúcho. Nestor Pereira foi o árbitro da partida. Assim formaram as equipes: BOTAFOGO: Victor, Benedicto e Rodrigues; Afonso (Ariel), Martim e Canalli; Álvaro, Almir, Carvalho Leite, Russinho e Celso.

INTERNACIONAL: Penha, Miro II e Risada; Alfredo, Mabília (Abbade) e Garnizé; Marreco, Venenoso, Tupan, Marroni e Patesko.

Apesar de mais descansado, o Botafogo foi novamente vencido cinco dias depois (20 de novembro), na Baixada, pelo Grêmio, pelo placar de 1 x 0, gol de Nenê.

O Botafogo efetuou algumas modificações em sua equipe, assim formada: Victor, Benedito e Rodrigues; Ariel, Martim e Canalli; Álvaro, Paulinho, Carvalho Leite, Russinho e Popó.

Já o Grêmio jogou com Lara, Dario e Sardinha I; Heitor, Poroto e Sardinha II; Lacy, Artigas, Luiz Carvalho, Foguinho e Nenê.

O árbitro da partida foi Heitor Deste.

O terceiro encontro do Botafogo em Porto Alegre aconteceu no dia 24 de novembro, na Chácara das Camélias, contra o Cruzeiro, de Porto Alegre. Vitória do Botafogo por 2 x 1, gols de Carvalho Leite e Martim, contra um de David. O time vencedor atuou com Victor, Benedito e Rodrigues; Ariel, Martim e Canalli; Álvaro, Paulinho, Carvalho Leite, Russinho (Almir) e Celso. O clube gaúcho levou a campo Baptista, Cauduro e Espir; Benê, Nestor e Russo; Javel, Ignácio, Octacílio, Fagundes e David. O árbitro foi Mário Cunha.

Para o grande encontro de 27 de novembro, contra a Seleção de Porto Alegre, no Eucaliptos, o time do Botafogo viu-se desfalcado, à última hora, de Carvalho Leite e Russinho que foram acometidos de violenta febre: era o terrível tifo!

Ainda assim, o Botafogo foi a campo e empatou brilhantemente o jogo em 1 x 1. Celso marcou o gol botafoguense e Ferreira o do selecionado porto-alegrense. Victor, Benedito e Rodrigues; Afonso, Ariel e Canalli; Álvaro, Paulinho, Martim, Russinho, Popó (Almir) (Rogério) e Celso defenderam as cores do Botafogo. O selecionado da capital gaúcha formou com Penha, Luiz Luz e Risada; Alfredo, Poroto e Benê; Ferreira, Tupan, Luiz Carvalho, Marroni e Patesko. Nestor Pereira foi o árbitro do jogo.

Foi aí que Victor, Martim, Paulinho, Canalli e Benedicto desligaram-se da delegação, seguindo por terra para Montevidéu (chefiados por Alarico Maciel), onde se juntariam à Seleção Brasileira que acabaria vencendo a Copa Rio Branco (2 x 1 no Uruguai), além de vencer os amistosos contra os dois mais poderosos clube do Uruguai: 1 x 0 Peñarol e 2 x 1 Nacional. Os jogos aconteceram nos dias 4, 8 e 11 de dezembro, respectivamente.

A alegria pelas vitórias no Uruguai contrastava-se com a tristeza em Porto Alegre, onde fôra confirmado o tifo nos jogadores Carvalho Leite e Russinho.

No dia 30 de novembro, com o quadro desfalcado, o Botafogo teve de recorrer ao empréstimo de seus antigos jogadores Luiz Carvalho, Octacílio e Benevenuto para formar a equipe que pudesse jogar contra o Força e Luz, em seu último compromisso na capital gaúcha. No estádio Moinhos de Vento, o Botafogo venceu por 3 x 2, tendo marcados os seus gols Luiz Carvalho (2) e Almir. Ferreira e Patesko (emprestado pelo Internacional) marcaram os tentos do Força e Luz. Formou o Botafogo com Pedrosa, Rogério e Rodrigues; Afonso, Ariel e Benevenuto; Álvaro, Octacílio (Almir), Luiz Carvalho, Popó e Celso. Atuaram pelo Força e Luz Lucindo, Luizelle e Amado; Lopes, Gradim e Álvaro; Ferreira, Negrito, Vanzetto, Dinga e Patesko.

A 1º de dezembro de 1932 embarcou de volta para o Rio de Janeiro a delegação do Botafogo, deixando Ariel para acompanhar os enfermos Carvalho Leite e Russinho, que ficaram no Hospital da Beneficência Portuguesa, entre a vida e a morte.

Mas, o pior estava por acontecer. Mal desembarcaram no Rio de Janeiro, adoeceram, vítimas do mesmo traiçoeiro tifo, Pedrosa, Álvaro, Almir, Benevenuto (que acompanhara os jogadores) e o zagueiro José Rodrigues que, não resistindo, faleceu a 7 de janeiro de 1933.

 

O NAUFRÁGIO DO ARAÇATUBA

 

A embarcação que levou o Botafogo até Porto Alegre, o Araçatuba, era um paquete do Lloyd Brasileiro.

Em 5 de fevereiro de 1933 colidiu contra o molhe leste da Barra de Rio Grande. Alguns disseram que o acidente teria ocorrido à noite, devido à inexistência de um prático a bordo e deficiências na sinalização. Outras fontes relatam que a causa da colisão teria sido um forte temporal. A bordo, passageiros e mercadorias como tecidos, pneus, confete e lança perfume (para ser utilizado no Carnaval de Rio Grande). Todos os passageiros e tripulantes foram salvos. O Araçatuba foi mais um entre as dezenas de naufrágios na costa gaúcha.

 

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 BAHIA: Leça (Zaluar), Arnaldo (Nilton) e Zé Grilo; Pedrinho, Ivon (Giba) e Evilásio; Gereco (Camerino), Alfredo (Viana), Carlito, Tóia (Zé Hugo) e Isaltino.

BOTAFOGO: Gato Preto, Alberto (33) e Vadoca; Júlio, Mundinho e Juvenal; Bibiu, Licinho (Raimundo), Dedeu (Paulo Teiu), Gilberto (Estanislau) e Titas (Néo).

GALÍCIA: Burguês, Bartolomeu e Bacamarte; Augusto (David), Alberto e Valter; Mosquito (Airton), Elísio (Guilherme), Mituca, Joãozinho e Aurélio (Menezes).

GUARANY: Costa (Barrinha), Mila (Filhinho) e Tonho; Puruca, Chagas (Carioca) e Helvécio; Lamarona (Alegre), Neto, Orlando, Fernando (Roliço) e Valdomiro.

SÃO CRISTÓVÃO: Bonfim, Chastinet e Felão; Bengalinha, Cavalcanti e Jorge; Roberto (Gilberto), Tinuca, Silvio, Mozart (Mário) e Índio.

VITÓRIA: Periperi, Valder e Braz (Alírio); Cláudio, Diogo (Bombeiro) e Joel (Luiz Viana) (Tourinho); Tombinho, Moacir (José) (Maneco), Nilton, Juvenal e Sibaúna.

YPIRANGA: Zeca (Mãozinha), Pequeno e Kleber (Sabino); Antônio Mário (Marito), Zizo (Berto) e Raimundo I; Bernardo, Chaves, Novinha, Israel e Raimundo II.

 

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BAHIA: Zaluar (Lessa), Arnaldo (Fidelmano) e Zé Grilo; Pedrinho, Bengalinha (Bibi) e Evilásio (Biguá); Gereco (Camerino), Carlito (Ivon) (Dori), Zé Hugo (Alfredo), Velau (Toia) e Izaltino (Gaguinho).

BOTAFOGO: Ferrari, 38 (Neves) e Alberto (Ninô); Cacuá (Alberto), Futrica (Cabo) e Enock (Prego); Lídio, Dedeu, Labodi, Estanislau (Santinho) e Totó (Lobi).

GALÍCIA: Josenias (Aníbal) (Burguês), Bartolomeu e Bacamarte; Valter, Alberto e Sabino (Aristides); Mosquito, Joãozinho, Breno (Sabino II), Nô (Deraldo) e Dedé.

GUARANY: Vavá, Zé Pretinho e Nilton; Bolívar, Puruca e Helvécio; Alegre, José, Hamilton, Aurélio e Julinho.

SÃO CRISTÓVÃO: Grosso (Sales), Greco (Felão) e Alírio; Zizo, Diogo e Júlio (Jorge) (Tinuca); Marito (Gramacho), Dade (Gileno), Liberato, Ferreirinha (Lourinho) e Índio (Moreninho).

VITÓRIA: Antoninho (Menezes) (Bonfim), Cláudio (Valter) e Valder; Augusto, Luiz Viana (Mundinho) e Joel; Tombinho (Moacir), Édson, Siri (Milton), Fernando Cacetão e Dario.

YPIRANGA: Mãozinha (Zeca), Vitamina (Antônio) (Zelito) e Floriano (Nelson); Zae (Chaves) (Vandu), Berto (Josias) e Raimundo I (Hildebrando); Bernardo (Licinho), Pequeno (Teco), Novinha, Detinho (Miro) e Antônio Mário (Raimundo II) (Leônidas).

 

BAHIA: Lessa, Arnaldo e Bahiano (Zé Grilo) ; Pedrinho, Ivon e Evilásio (Silva); Gereco (Viana) (Arquimedes), Fabrini, Siri (Zé Hugo), Velau (Fernando Cacetão) e Izaltino.

BOTAFOGO: Ferrari, Jalves (38) (Chastinet) e Gregório (Bonfim) (Lourival); Amaral (Carlito), Prazeres (Sodré) e Alagoano (Caracol); Cazuza (Gilberto), Labodi (Negrão), Israel (Mário) (Vareta), Nivaldino (Alcides) (Cabo) e Tuca (Valmir).

GALÍCIA: Binga (Burguês), Bartolomeu e Bacamarte (Ariovaldo); Calado (Alberto), Valter (Falabaixinho) e Sabino (Aristides); Louro, Breno, Airton, Joãozinho e Dino (Pagé).

GUARANY: Vavá, Helvécio (Zé Pretinho) e Nilton; Manu (Leodegário), Zé do Correio e Índio (Vandu); Camerino, Lamarona, Puruca (Elísio) (Hamilton), José e Fubu (Aurélio).

SÃO CRISTÓVÃO: Ioiô, Greco e Alírio; Zizo, Vivi e Júlio; Moacir (Passarinho) (Colete), Americano, Novinha, Detinho e Cleon (Tintas).

VITÓRIA: Sales (Antoninho), Valter (Lilico) (Cláudio) e Joel; Celino (Durval), Mundinho (Valder) e Augusto (Reserva); Tombinho (Édson), Cacuá (Miltinho) (Prego), Carlito, Jaime (Dario) (Zequinha) e Sibauna (Braz).

YPIRANGA: Bonfim (Santis), Galego e Guerreiro (Valfrido); General (Bolívar), Berto e Raimundo I; Bernardo, Ranulfo (Chaves), Pequeno, Estanislau e Raimundo II.

 

BAHIA: Lessa, Arnaldo e Zé Grilo; Pedrinho, Rodrigues e Pereira (Bianchi) (Evilásio); Gereco, Fernando (Mozart), Zé Hugo, Arquimedes (Velau) e Isaltino (Viana) (Farani).

BOTAFOGO: Vavá (Mãozinha), Jalves (Nem) e Bispo (Nequinha); Aristides (Carlito), Amaral (Cabo) e Negrão (Alagoano); Gilberto, Labodi, Nivaldino, Israel e Tintas (Tuca).

GALÍCIA: Zé Binga (Burguês), Bartolomeu (Jonga) e Daruanda; Paulo (Nevercínio), Alberto (Valdir) e Valter; Gonzalez (Louro), Americano (Breno), Lelé, Valdir (Joãozinho) e Dino.

GUARANY: Menezes, Manu e Bacamarte; Bolívar, Mundinho (Zé do Correio) e Sabino (Helvécio); Camerino, Berto, Elísio, Tuta e Aurélio.

SÃO CRISTÓVÃO: Pinheiro (Ioiô), Floriano e Índio; Tuzinho, Prazeres e Augusto; Júlio (Pinho), Calado (Julinho), Novinha (Alvinho) (Airton), Palito e Roberto.

VITÓRIA: Sales (Muniz), Celino (Valter) (Lilico) e Valder; Bengalinha (Silva) (Luiz Viana), Joel (Faustino) (Guedes) e Florisvaldo; Tombinho, Gringo, Carlito (Milton) (Zé Prego), Jaime (Durval) e Dilson (Detinho) (Dario).

YPIRANGA: Bonfim (Batista), General (Lourinho) e Gregório (Alírio); Aloísio (Mário Pixe), Lourenço e Raimundo; Cacuá, Chaves (Ranulfinho), Pequeno, Estanislau (Passarinho) e Dedé.

 

BAHIA: Benício, Bahiano e Zé Grilo; Pedrinho (Macaé), Bianchi e Pereira; Gereco, Evilásio, Pipiu, Fernando Cacetão e Honorato (Romeu).

BOTAFOGO:

GALÍCIA: Gino, Jonga e Daruanda; Alberto (Miguel), Paulo e Valter; Louro, Americano (Curto), Lelé, Novinha e Sibauna (Murilo).

GUARANY: Amaral, Bolívar e Bacamarte; Zé do Correio, Berto e Sabino; Camerino, Mundinho, Elísio, Tuta e Aurélio.

SÃO CRISTÓVÃO: Pinheiro, Carapicu e Índio; Tuzinho, Prazeres e Abelardo; Júlio, Pinho, Novinha, Palito e Roberto.

VITÓRIA: Severino, Valter e Valder; Bengalinha, Ferreira e Joel (Florisvaldo); Tombinho, Gringo, Carlito, Jaime (Elísio) e Dilson.

YPIRANGA: Bonfim, Heitor e Gregório; Jonguinha, General e Raimundo; Cacuá, Chaves, Pequeno, Estanislau e Dedé.

 

BAHIA: Ioiô, Bahiano e Zé Grilo (Hélio); Jonga (Zezito) (Avalle), Bianchi (Prazeres) e Silva; Camerino, Maneca (Gereco), Zé Hugo (Sandoval) (Braz), Fernando Cacetão (Evilásio) e Jorginho (Tuca).

BOTAFOGO: Vavá (Acácio), Natal e Nequinha; Manu (Agenor), Rodrigo e Dunga (Carlito) (Alagoano); Nadinho (Bertolino), Durval, Toinho, Nivaldino e Dino.

GALÍCIA: Nova, Carapicu (Lourinho) (Jonga) e Daruanda; Nevercínio, Alberto e Valter (Nouca); Louro, Curto, Cacuá (Paulo), Americano (Sibauna) (Caboclo) e Izaltino (Joel).

GUARANY: Menezes (Aníbal) (Prensa), Oséas (Conceição) e Pitangueiras (Gaguinho); Caboclo, Oton e Dedé; Campos (Bocage), Mundinho (Bionga), Severino (Marinetti), Fubu (Julinho) e Hildebrando (Alfeu).

VITÓRIA: Severino (Muniz), Valter (Celino) e Valder (Umbelino); Bengalinha, Ferreira e Joel (Florisvaldo); Elísio (Tombinho), Jaime (Toinho), Siri (Milton) (Pirilo), Juvenal e Aureliano.

YPIRANGA: Bonfim, Flávio (Paulo) e Gregório; Arquelau (Aloísio) (Catita), Lourenço e Raimundo (Fausto); Latainha (Joãozinho) (Aloide), Teleco, Pequeno (Lelé), Velau (Haroldo) e Guedes (Bel).

 

BAHIA: Ioiô (Epaminondas), Bahiano e Hélio (Pito); Zezito, Prazeres e Silva; Camerino, Fernando, Zé Hugo (Palito), Pipiu e Aurélio.

BOTAFOGO: Aníbal (Dominguinhos), Manu e Flávio; Santo Amaro, Rodrigo (Abelardo) e Dunga; Nadinho, Da Hora, Abiu (Nivaldino), Durval (Inácio) e Dino.

GALÍCIA: Nova, Carapicu e Daruanda; Nevercínio, Alberto e Nouca; Louro, Curto, Pequeno, Novinha e Izaltino.

GUARANY: Vivaldo (Menezes), Pitangueiras (Oséas) e Euclides (Conceição); Agenor, Oton e Caboclo (Dedé); Mundinho (Alfredo), José (Campos II), Fubu, Nouca e Severino (Joel).

VITÓRIA: Heider (Severino), Valter (Celino) e Umbelino (Heber); Bengalinha, Zelinho e Augusto; Campos (Elísio), Ranulfo, Rui Carneiro (Milton), Juvenal (Jaime) e Coló.

YPIRANGA: Muniz, Heitor e Gregório; Lourenço, Ferreira e Catita (Petróleo); Americano, Evilásio, Didi, Velau e Alírio (Manteiguinha).

 

BAHIA: Ioiô (Brandão), Bahiano (Gaguinho) e Bertinho (Pita); Hélio (Ivan), Lourival (Geraldo) (Jofre) e Aloísio (Silva) (Zezito Magalhães); Zé Lago, Joãozinho (Fernando) (Oscar), Alvinho (José) (Marinetti) (Pipiu) (Duílio), Mário Ferraro (Manuelito) e Aurélio (Farani).

BOTAFOGO: Severino (Aníbal), Flávio (Raimundo) e Rastelli (Floriano); Manu (Renato), Abelardo (Aderbal) e Dunga (Valmir); Da Hora, Didi (Vavá), Manoelito (Horácio), Inácio (Genival) e Canguru (Viana) (Dino).

GALÍCIA: Nova (Josenias), Carapicu (Bibi) (Daruanda) e Lusitano (Tutu); Daruanda (Ferreira), Palmer (Carola) e Nouca (Valter); Nogueira (Nadu), Curto (Aricum), Palito (Nebulosa), Novinha (Paulo) (Isaltino) e Reginaldo (Louro) (Pontes).

GUARANY: Avelino (Vivaldo) (Onça), Tanajura (Pedro) (Calígula) e Augusto (Quidoca) (Otávio); Dinho (Joaquim), Conceição (Rodrigues) (Bocage) e Agenor (Atleta); Tapioca (Giovani) (Renato), Lessa (Gaúcho), Osmário, Cabo (Nelson) e Édson (Hildebrando).

VITÓRIA: Heider (Viveiros), Valter (Celino) (Valdemar) e Umbelino (Ulisses); Durval (Bengalinha) (Fefé), Zezé Catarino (Gerson Elias) e Heber (Orlando II); Rui (Campos) (Tapioca), Bode (Amílcar), Siri (Hilário), Luiz Vianna (Camerino) (Juvenal) (Antônio Carlos) e Ivan (Carmine) (Drumond).

YPIRANGA: Anésio, Gregório e Heitor; Lourenço (Aloísio), Borracha (Ferreira) e Jonga; Antenor (Evilásio), Arquimedes, Cacuá, Americano e Salvador.

 

BAHIA: Yoyô (Maia), Bahiano e Hélio (Bertinho); Edgar (Amaro), Lourival e General (Ardeck); Zé Lago (Pepê) (Dedé), Nestor, Alvinho (Tintas) (Liberato), Joãozinho (Mário Ferraro) e Aurélio.

BOTAFOGO: Pinheiro (Severino), Rastelli (Renato) e Bubu (Raimundo I); Silva (Albino) (Raimundo II), Villas-Boas (Manu) e Abelardo (Dunga); Manoelito (Geraldo), Fernando (Nandinho), Arquimedes (Tate), Inácio (Da Hora) e Salvador (Gama).

GALÍCIA: Nova, Carapicu e Lusitano; Nevercínio, Palmer e Nouca; Nogueira, Curto, Palito (Nebulosa), Novinha e Reginaldo.

GUARANY: Bembem (Renato), Carlos Bastos (Olivaldo) (Braga) e Targino (35); Altino (Brandão), Arlindo (Nezinho) (Ivan) e Agenor (Atleta) (Lori); Dinho (Campos) (Tapioca), Didi (Lessa) (Dinho), Nelson (Valverde), Ubaldo (Aliatar) e Carlinhos (Joel) (Otávio).

VITÓRIA: Gondim, Celino e Umbelino; Bengalinha, Luiz Viana e Heber; Nilo, Durval (Bode), Siri, Camerino e Carmine.

YPIRANGA: Anésio (Belmiro), Heitor (Braga) e Gregório (Petróleo); Caruso (Perez), Ferreira (Aloísio) e Jonga (Felipe); Vieira Lopes (Americano) (Marinetti), Paulinho (Olival), Cacuá (Manteiguinha), Abreu (Pepê) e Jorge.

 

BAHIA: Menezes (Yoyô) (Mário Augusto), Bahiano e Pitangueiras; Papetti, Bianchi  e General (Jonga) (Brito); Anthenor (Zé Lago) (Louro), Nestor, Palito, Vianna e Jorge.

BOTAFOGO: Pinheiro (Avelino), Futuca e Bubu; Manu (Olivaldo), Abelardo e Felipe (Dezinho); Manoelito, Da Hora, Arquimedes, Cacetão (Inácio) e Moela.

GALÍCIA: Nova (Bonfim), Carapicu (Bibi) e Lusitano (Zito); Daruanda (Nevercínio) (Lúcio), Palmer (Euclides) e Nouca (Alberto); Dedé (Aroldo) (M. Porto), Curto (Nogueira), Cacuá (Mimi) (Paulo), Novinha e Reginaldo (Chico Antônio).

VITÓRIA: Suisso (Gondim), Celino (Valdemar) e Umbelino (Bertinho); Bengalinha (Aloísio) (Zezito), Mesquita (Piroca) e Heber (Galvão); Nilo (Rogério), Durval (Bode), Siri (Audran), Capi (Tututca) e Carmine (Drumond).

YPIRANGA: Belmiro, Heitor e Gregório; Hélio, Carvalho (Caruso) (Ferreira) e Raymundo; Manteiguinha (Vieira Lopes II), Didi, Gildo, Vadinho (Abreu) e Nelsinho.

 

BAHIA: Menezes (Henriquinho), Heitor (Bahiano) e Pitangueiras; Papetti (Jonga) (General), Bianchi (Lourival) (Onaldo) (Taurio) e Avalle (Gia); Luiz Vianna (Zé Lago), Nestor (Tintas) (Curto), Vareta (Palito), Nandinho e Jorge.

GALÍCIA: Nova (Humberto), Daruanda (Carapicu) e Lusitano; Nevercínio, Ferreira e Palmer; Cacuá (Dedé), Curto (Galeão) (Chico Antônio) (Lúcio), Mimi (Caruso) (Ramalho), Vevé e Reginaldo.

VITÓRIA: Gondim (Suisso) (Schaeppi), Celino (Bubu) e Umbelino (Aroldo); Bengalinha (Dedé), Macedo (Mesquita) e Heber (Aloysio); Nilo (Antenor), Durval, Mozart (Vavá), Siri (Archimedes) e Camerino (Gustavo).

BOTAFOGO: Piva (Pinheiro), Olivaldo (Maré) e Futuca (Hugo); Lourenço (Fernandez), Abelardo (Nezinho) e Felipe; Louro, Cacetão (Da Hora), Sabino, Ignácio e Moela (Aureliano).

YPIRANGA: Belmiro (Jovem), Carapicu (Raymundo) e Gregório (Ceguinho) (Passos); Hélio (Ivan), Carvalho (Dió) e Hugo (Miruca) (Dengoso); Gildo (Marinetti), Novinha (Biduga), Didi (Manteiguinha), Estanislau (Joel) e Nelsinho (Quequeiro).

 

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Terminou o 1º turno do campeonato carioca.

As vitórias registradas pelo Fluminense (3 x 1 no São Cristóvão) e Flamengo (4 x 1 no Bonsucesso) não alteraram suas posições na tabela, continuando o tricolor a comandar o pelotão, com 13 pontos ganhos. Flamengo e Vasco da Gama dividiram a segunda colocação, ambos com 12 pontos ganhos. O América perdeu para o Bangu (3 x 2) e deixou sozinho o Botafogo em quarto.

Defenderam o Fluminense contra o São Cristóvão: Batatais, Norival e Machado; Bioró, Spinelli e Malazzo; Cussati (Amorim), Romeu, Milani (Russo), Tim e Hércules.

 

No único jogo do campeonato baiano, o Vitória goleou o Galícia por 5 x 1. Carmine e Siri, duas vezes cada um e Antenor marcaram o gols do rubro-negro. Vevé marcou o gol de honra do Galícia.

 

O Rio Branco deu importante passo para conquistar o primeiro turno do campeonato da cidade de Vitória, ao vencer o Vitória por 3 x 2.

No outro jogo da rodada, o Vasco da Gama venceu o Americano, por 2 x 1.

 

Os dois piores times do campeonato mineiro de 1940 disputaram um jogo no dia 7 de julho: o Villa Nova bateu o Sete de Setembro por 3 x 1.

 

Em 1940, o Internacional começava a formar a fama de Rolo Compressor. No entanto, no Gre-Nal de 7 de julho, no Estádio dos Eucaliptos, válido pelo segundo turno do campeonato de Porto Alegre, o Grêmio aplicou-lhe uma goleada de 5 x 2.

Foguinho e César, duas vezes, mais Malaquias, marcaram os gols do Grêmio. Marques marcou dois gols e descontou para o Internacional.

O árbitro foi o carioca Virgílio Fedrighi.

 

Quatro jogos movimentaram o primeiro turno do campeonato paulista de 1940 no dia 7 de julho: no Pacaembu, São Paulo 4 x 2 Portuguesa Santista; no campo da Rua Comendador Sousa, dois gols de Echevarrieta, um em cada tempo, deram a vitória do Palestra Itália sobre o São Paulo Railway por 2 x 0; em seu campo, a Portuguesa de Desportos empatou com o Santos em 2 x 2, no Parque São Jorge, três gols de Teleco deram ao Corinthians a vitória sobre o  Espanha por 4 x 2.

 

Em Recife, valendo pelo 1º Turno – 1ª Fase do Campeonato Pernambucano, Sport e Torre empataram em 1 x 1. Posteriormente, o Torre perdeu os pontos desta partida.

 

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jun 112010
 

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COPA DO MUNDO

A Confederação Brasileira de Desportos, através de seu Presidente em exercício, Mário Polo, divulgou a tabela dos jogos da Copa do Mundo que começará no dia 24 de junho, com o jogo Brasil x México.

Como ainda não houvesse chegado a resposta de Portugal, foi incluída na tabela a letra “X” que compreende esse País.

Caso essa resposta seja negativa, serão eliminados os jogos a ele correspondentes, disputando-se o campeonato com as 14 seleções restantes.

A vaga deixada pela desistência da Índia, na última hora, não será preenchida, conforme comunicação que a CBD recebeu da FIFA.

 

Em Belgrado foi divulgada a lista corrigida dos 18 jogadores da Iugoslávia que irão ao Brasil para disputar a Copa do Mundo.

 

BOTAFOGO EM CUBA

Depois de três fáceis vitórias em Havana, capital de Cuba, o Botafogo realizou a última partida neste País com uma difícil vitória sobre o selecionado de Havana, por 2 x 1. Zezinho marcou o primeiro gol aos dez minutos e Pirilo o segundo aos 30. No segundo tempo, aos dois minutos de jogo, o selecionado cubano diminuiu. O Botafogo terminou o jogo com 9 jogadores, depois da expulsão de Ávila e Braguinha.

 

COPA DO MUNDO

Em Lisboa, o Primeiro Ministro Oliveira Salazar ordenou que a Federação Portuguesa de Futebol reexaminasse sua decisão de não participar da Copa do Mundo a realizar-se no Brasil em junho próximo.

 

A Federação Irlandesa de Futebol decidiu não aceitar o convite da Confederação Brasileira de Desportos e da FUFA para participar da Copa do Mundo. A recusa foi motivada pela exigüidade do prazo e a Federação Irlandesa declarou que lamenta profundamente não poder aceitar o convite.

 

FLUMINENSE EMPATA COM SELEÇÃO DO URUGUAI

Realizando brilhante exibição na tarde de hoje no Estádio Centenário, a equipe do Fluminense, do Rio de Janeiro, empatou por um tento com a seleção do Uruguai que tomará parte da Copa do Mundo. O Fluminense formou com Veludo, Píndaro e Pinheiro; Valdir, Pé de Valsa e Mário; Santo Cristo, Carlyle, Silas, Didi e Tite. A seleção uruguaia entrou em campo com Maspoli, Matias Gonzalez e Tejera; J. C. Gonzalez, Duran e Victor Andrade; Ghiggia, Julio Perez, Miguez, Schiaffino e Moran.

Ambos os tentos foram marcados no primeiro tempo. O ponteiro-esquerdo carioca Tite marcou aos 32 minutos e Miguez empatou.

 

SANTOS VENCE EM JUIZ DE FORA

Em amistoso comemorativo ao centenário da cidade de Juiz de Fora, o Santos venceu a seleção local por 2 x 1. O quadro vencedor teve a seguinte formação: Robertinho, Hélvio e Expedito; Nenê, Telesca e Formiga; Alemãozinho, Antoninho, Paschoal, Odair (Nando) e Pinhegas.

 

AMÉRICA VENCE FLAMENGO

Em amistoso realizado no Estádio da Gávea, o América venceu o Flamengo por 3 x 1, com gols de Ranulfo, Carlinhos e Dimas. Válter marcou para o Flamengo. A arbitragem foi de Mário Vianna.

 

GUARANI E MADUREIRA EMPATAM EM CAMPINAS

No amistoso disputado em Campinas, aconteceu empate entre o clube local, o Guarani, e o Madureira, do Rio de Janeiro, em 1 x 1. Nenê, contra, marcou o gol do Madureira, e China empatou para o Guarani.

 

FUTEBOL PELOS ESTADOS

 

Belém – Tuna Luso 2 x 1 Paulista

Recife – Náutico 3 x 0 Íbis

Salvador – Vitória 5 x 2 São Cristóvão

Em Belo Horizonte teve início o primeiro turno do campeonato mineiro com os jogos Cruzeiro 2 x 1 Metalusina e América 1 x 0 Villa Nova.

Curitiba – Ferroviário 3 x 1 Jacarezinho

Natal – Santa Cruz 1 x 0 ABC

Em São Paulo, no Pacaembu, pelo Torneio Quadrangular Prefeito Lineu Prestes, o São Paulo goleou a Portuguesa de Desportos por 4 x 0, gols de Augusto, Ponce de Leon, Leopoldo e Bóvio.

mai 222010
 

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