A Associação Atlética e Cultural Mariana do Gama foi fundada em 11 de novembro
de 1962 e tinha por finalidade criar cursos de alfabetização e profissionais,
desenvolver a Educação Física e os desportos, promovendo e organizando jogos,
exercícios desportivos e reuniões sociais capazes de favorecer o desenvolvimento cultural, físico, social e cívico da mocidade do Gama.

Eram duas as categorias de sócios: os efetivos, que eram todos os membros da Congregação Mariana Nossa Senhora Divina Pastora e São Sebastião, do Gama, e os honorários, aqueles que, pertencendo ou não ao corpo social, merecessem essa distinção por deliberação da Assembléia Geral.

Jader Carrijo foi o primeiro Presidente da Cultural Mariana.

As cores oficiais da associação eram o verde, o azul, o amarelo e o branco.

Os uniformes eram os seguintes: um com as camisas verdes, com golas e punhos
amarelos, e o outro branco com duas listras horizontais, punhos e golas azuis.
Os calções e meiões eram azul ou branco.

A única participação da A. A. Cultural Mariana no campeonato de futebol de
Brasília aconteceu em 1969, quando 24 equipes disputaram a competição
(divididas em dois grupos). Na estréia, no dia 13 de abril daquele ano, foi
derrotado pelo Brasília Futebol Clube, de Taguatinga (que nada tem a ver com o
Brasília Esporte Clube, fundado em 2 de junho de 1975), por 3 x 0.

Uma semana depois, em seu campo, derrotou outro time de Taguatinga, o Flamengo,
por 2 x 1. Zé Maria (contra) e Parada marcaram os seus gols.

Terminou a primeira fase na terceira colocação, apenas atrás do Brasília e do
Coenge (que acabaria vencendo o campeonato). Foram doze jogos, oito vitórias e quatro derrotas. Vinte e quatro gols a favor e quinze contra.

Na fase final, disputada pelos 12 melhores colocados da primeira fase (seis de
cada grupo), empatou muitos jogos (seis) e ficou na sétima colocação, com 12
pontos ganhos (mesma pontuação de Brasília e Serviço Gráfico, que levaram
vantagem após aplicação dos critérios de desempate. Foram onze jogos, com três
vitórias, seis empates e duas derrotas. Marcou 16 gols e sofreu 13.
Curiosamente, não foi derrotado pelo campeão Coenge (2 x 2) e pelo vice-campeão
Grêmio Brasiliense (1 x 1).

Os jogadores que defenderam a Cultural Mariana foram:

Goleiros: Sindásio e Faustino;

Defensores: Domingos, Fernando, Crente, Juvenil, Barbosa, Fula, Chiquinho,
Barreto e Dimenor;

Atacantes: Tadeu, Ivan, Paulinho, Mangabeira, Gildásio, Baiano, Jorge e Parada.

No dia 8 de fevereiro de 1970, Amado Inocêncio, presidente da entidade,
convocou uma Assembléia Geral Extraordinária, que foi realizada na sede social
do clube, onde foi decidida a troca do nome do clube, argumentando que o clube
atravessava uma fase muito difícil e que não encontrava apoio da população da
cidade. Surgia, assim, o Clube Atlético Planalto.

O grande legado que a A. A. Cultural Mariana deixou para o futebol do Gama e do
Distrito Federal foi o seu campo de futebol. Naquele local hoje fica a sede da
Sociedade Esportiva do Gama.

 

A Construtora ECRA Limitada, com sede em Fortaleza (CE), foi uma das dezenas de empresas que chegaram para a construção de Brasília, ainda em agosto de 1959. Dentre outras obras, foi responsável pela construção de vários edifícios ministeriais e suas garagens.

Idealizado, fundado e desenvolvido por funcionários e operários dessa construtora, o ECRA Futebol Clube foi fundado em 2 de março de 1960.

Com este nome, participou do Troféu “Israel Pinheiro”, competição que envolveu equipes de outras sete companhias construtoras de Brasília, no sistema “mata-mata”.

No dia 12 de junho, venceu o Pederneiras, por 2 x 1. Uma semana depois, enfrentou o Ribeiro F.C. (promotor do torneio) e também o derrotou, por 3 x 2. Na final, no dia 26
de junho, perdeu para o Nacional, por 2 x 1, ficando com o vice-campeonato.

Entre os jogadores do ECRA destacavam-se o goleiro Gaguinho (um dos melhores de Brasília), Sudaco, Cardoso e Paulista. Sudaco foi médio-volante em vários clubes do futebol brasileiro, dentre os quais São Paulo, Guarani, América (RJ) e América (MG). Depois, passou a ser técnico de futebol.

Nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960, o ECRA inscreveu-se no Troféu “Danton Jobim”, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros.

Durante esse torneio, o ECRA passou a denominar-se Associação Esportiva Edilson Mota, em homenagem ao Engenheiro-Chefe da Construtora ECRA Ltda. e presidente de honra do clube e seu fundador, Edilson Nogueira Mota.

Junto a Federação Desportiva de Brasília o ECRA somente solicitou a modificação de seu nome através do ofício nº 11, de 10 de agosto de 1960.

A A. E. Edilson Mota passou a ter em seu uniforme oficial as cores grená e branca (camisa grená, calção branco e meias grenás) e no escudo redondo duas colunas da Alvorada com as iniciais da associação, A. E. E. M.

No Troféu “Danton Jobim” ficou na Chave A, juntamente com Brasil Central, Planalto e Consispa.

Estreou no dia 3 de julho, goleando o Brasil Central, por 7 x 2. No dia 10 de julho, enfrentou a forte equipe do Planalto e foi derrotada por 2 x 0. Voltou a aplicar outra goleada no dia 17 de julho (7 x 1 sobre o Consispa) mas o Planalto venceu o Brasil Central e classificou-se para a fase seguinte.

Como clube filiado à Federação Desportiva de Brasília a primeira competição da A. E.
Edilson Mota foi o Torneio Início, realizado no dia 4 de setembro de 1960, no
Estádio Israel Pinheiro, do Guará.

No quinto jogo do dia, vitória de 1 x 0 sobre o Brasil Central, gol de Alemão. No jogo de número 11, nova vitória de 1 x 0 sobre o Pederneiras, gol de Cardoso. Nas semifinais, ficou no 0 x 0 contra o Rabello (que acabaria vencendo o torneio), sendo derrotado na decisão por pênaltis, por 3 x 2.

Duas semanas depois, em 18 de setembro de 1960, em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio
para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira
Divisão e as oito que comporiam a Segunda. Esses 16 clubes foram divididos em 4
grupos. A A. E. Edilson Mota ficou no Grupo A, com jogos no campo do Guará,
juntamente com Guará, Industrial e Sobradinho.

Estreou com derrota pelo placar de 2 x 1 no dia 18 de setembro, frente ao poderoso Guará.

Recuperou-se plenamente uma semana depois (25 de setembro), ao aplicar grande goleada sobre o Sobradinho, por 11 x 0, gols de Gesil (4), Dario (3), Brasil (3) e Pedrão.

Na terceira e última rodada do torneio classificatório, no dia 9 de outubro, outra goleada (5 x 0) sobre o Industrial, garantiu-lhe o segundo lugar do Grupo A e a vaga na Primeira Divisão.

Antes do início do campeonato, no dia 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção. Após uma auditoria na empresa, ficou constatado que os jogadores recebiam seus salários apenas para treinar e jogar no time, o que fez a Companhia solicitar uma definição: ou os jogadores seriam mantidos pelo time, ou retomariam seus postos na empresa. O clube foi dissolvido em ato administrativo. Este fato levou o time a solicitar desfiliação. Com isso aconteceu a transferência de alguns jogadores para outros clubes, destacando-se a de Osvaldo Pio Nogueira para o Defelê, e de Francisco de Assis Florentino para a Liga Anapolina de Futebol.

 

O Esporte Clube Real de Brasília foi fundado em 29 de junho de 1960, por doze funcionários públicos: Aristeu Aragão Filho, Wilson Faria, José Nobre da Conceição, Francisco Alves Vieira, Nilson Faria, Weldas Dias Alves, Mires Lopes de Oliveira, Walter Barnabé da Silva, Salvador de Sá Guimarães, Osiel Simão de Sousa, José Carlos Lima Cauby e Raimundo Maia Filgueiras.
Sua primeira diretoria era composta por Valdivino Pereira de Melo (Presidente),
Lúcio Lima Rey (Vice-Presidente Patrimonial), Gonçalo da Costa Neto
(Vice-Presidente de Esportes), Venerando Vieira Filho (Vice-Presidente Social),
João Batista Ferreira (Vice-Presidente Financeiro), Abílio José Neto (1º
Secretário), Raimundo Maia Filgueiras (2º Secretário), Nilson Faria (1º
Tesoureiro) e Aristeu Aragão Filho (2º Tesoureiro).
Foram aprovados dois uniformes: o primeiro, composto de camisa grená com punhos e golas em azul, calção azul com filete grená dos lados e meias grenás; já o
segundo uniforme era assim: camisa azul, calção branco e meias azuis.
O primeiro jogo do Real foi um amistoso no dia 7 de agosto de 1960, empatando
em 2 x 2 com o Brasil Central.
Três dias depois, 10 de agosto de 1960, teve o seu estatuto aprovado pela
Federação Desportiva de Brasília.
No dia 4 de setembro de 1960, tomou parte da primeira competição oficial
promovida pela Federação, o Torneio Início. Solicitaram inscrição 16 clubes
Conforme previa o regulamento, os jogos foram realizados em dois tempos de dez
minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis,
três para cada equipe, na primeira série. No quarto jogo do dia, o Real foi
derrotado pelo Sobradinho, por 1 x 0, gol contra do zagueiro Pateta.
Duas semanas depois, em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), teria
início o torneio que determinaria as oito equipes que disputariam o campeonato
da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
O Real fez parte do Grupo D, com jogos no campo do Rabello, juntamente com o
clube anfitrião, o Alvorada e o Nacional.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro, o Real
empatou em 1 x 1 com o Alvorada.
Uma semana depois, 25 de setembro de 1960, não resistiu ao poderio do Rabello,
sendo goleado por 6 x 1.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, no dia 9 de outubro,
aconteceu a primeira vitória do Real: 2 x 1 sobre o Nacional.
Após estes resultados, Nacional e Real estavam com três pontos ganhos na
classificação do Grupo D. A goleada sofrida diante do Rabello fez com que
ficasse em terceiro, no critério de desempate saldo de gols.
Aguardando pelo início dos jogos do campeonato da Segunda Divisão, em 16 de
outubro de 1960 realizou um amistoso no campo do Grêmio. O Real venceu o
Defelê, por 1 x 0, gol de Valentim.
Antes disso, em 13 de outubro de 1960, um dos clubes classificados para
disputar a Primeira Divisão, a A. E. Edilson Mota encaminhou ofício a F.D.B.
comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a F.D.B. promoveu um torneio
eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960. O
Real não deu sorte e teve pela frente a fortíssima equipe do Defelê (que
acabaria vencendo o campeonato daquele ano de 1960). Resultado: 6 x 1 a favor
do Defelê e o sonho de passar para a Primeira Divisão desfeito.
Voltando a se preparar para disputar o campeonato da Segunda Divisão, em 21 de
novembro disputou um amistoso com o Brasil Central, vencendo-o por 3 x 0.
O campeonato da Segunda Divisão contou com a participação de seis equipes. Além do Real, estiveram presentes: Guanabara, Brasil Central, Industrial, Sobradinho e o Trópicos. Foi disputado em turno único e o Real ficou com o
vice-campeonato, apresentando a seguinte campanha: cinco jogos, três vitórias,
um empate e uma derrota. Marcou 13 gols e sofreu 6. Somou sete pontos, dois a
menos que o campeão Sobradinho.
Os resultados do Real foram: 04.12 – 2 x 0 Industrial, 11.12 – 3 x 0 Brasil
Central, 18.12 – 2 x 2 Guanabara, 15.01.1961, 1 x 3 Sobradinho e 22.01.1961, 5
x 1 Trópicos.
O jogador Bugue (que mais tarde foi treinador de destaque no futebol de
Brasília) foi a revelação do Real.
Veio o ano de 1961 e a primeira participação do Real no ano foi o Torneio
Início da Segunda Divisão. Ele aconteceu em 9 de julho de 1961. Logo no
primeiro jogo, foi derrotado pelo Colombo, por 1 x 0.
No campeonato da Segunda Divisão, de 6 de agosto a 22 de outubro de 1961, não
foi nada bem, vencendo apenas um jogo nos seis disputados (sofreu cinco
derrotas nos demais).
A situação no Real não era nada boa no ano de 1962. Primeiramente, não enviou
representante para a Assembléia de Clubes realizada no dia 12 de janeiro de
1962. Logo depois, através do Ofício nº 6/62, de 23 de maio, o Real solicitou
dispensa do campeonato de futebol de 1962.
Com isso, perdeu seus dois melhores atletas para o Grêmio Brasiliense: o
goleiro Weldas e o já citado Bugue.
Resolveu retornar em 1963 e disputou o campeonato da Segunda Divisão com outros quatro clubes: Clube de Regatas Barroso, Vila Matias E. C., Dínamo F. C. e
Pederneiras F. C.
O campeonato teve início no dia 13 de julho e término em 5 de outubro de 1963.
O Real teve um péssimo desempenho, ficando na última colocação. O campeão foi o Dínamo, time da Polícia Militar.
No dia 8 de novembro de 1963, aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a
implantação do profissionalismo no futebol de Brasília. Na mesma reunião também foi decidida a desfiliação do Real.

 

Ainda sob a empolgação da conquista do tricampeonato mundial pela Seleção Brasileira, no México, um grupo de amigos se reuniu para fundar um clube esportivo. A reunião aconteceu no dia 15 de julho de 1970, às 20 horas, na residência de Manoel Ferreira de Souza, à Rua 17, Casa 32, no Núcleo Bandeirante.

O nome escolhido para a nova associação foi ESPORTE CLUBE GUADALAJARA. As cores oficiais eram a vermelha e a preta. O primeiro uniforme era formado por camisa com faixas horizontais nas cores vermelha e preta, com golas e punhos pretos, calção branco e meiões com faixas horizontais vermelhas e pretas. No segundo, a camisa era branca, com duas faixas horizontais nas cores vermelha e preta, números vermelhos, calção branco e meiões vermelhos.

Em seguida, procedeu-se a eleição da primeira diretoria do novo clube, que ficou assim constituída: Presidente – Miguel Pereira de Carvalho; Vice-Presidente – Junovaldo Gonçalves Santana; 1º Secretário – João Batista de Morais; 2º Secretário – João Lauriano Lúcio; 1º Tesoureiro – José Pereira  Fernandes; 2º Tesoureiro – José Ribeiro de Souza; Diretor de Esportes – Tirçon Zeferino Gomes; 1º Diretor Social – Isolino Mariano dos Santos e 2º Diretor Social – Geraldo Pedro Antunes.

Pouco tempo depois, o Guadalajara conseguiu construir sua sede na Ceilândia.

O Guadalajara demorou para aderir ao futebol. Somente na reunião de 13 de junho
de 1975 a prática do futebol foi incrementada no novo clube.

No Regulamento Geral do clube, constava: “§ 3º – Determinar que os atletas
adquiram seus materiais esportivos de uso pessoal, tais como chuteira, ataduras, sungas etc., pois o E.C.G. só fornecerá camisa, calção e meiões para os jogos de caráter amistoso ou oficial”.

Mesmo com pouca estrutura, o Guadalajara resolveu participar da sua primeira
competição oficial ainda em 1975.

Foi a I Copa Arizona de Futebol Amador, com início em 19 de março daquele ano.
A competição reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal e o
Guadalajara conseguiu terminar entre os oito finalistas.

Logo depois, filiou-se à Federação Metropolitana de Futebol. Nessa condição,
foi convidado a participar de um torneio quadrangular promovido pela Federação
e que contou com as participações de A. A. Relações Exteriores, E. C. Canarinho
e Humaitá E. C.

Fez sua estréia no dia 6 de julho, sendo derrotado pelo Canarinho (2 x 0). No
dia 13 de julho, empatou com o Humaité (1 x 1) e, no dia 3 de agosto encerrou sua participação no torneio sofrendo uma goleada diante da Relações Exteriores (6 x 3). Ficou na quarta e última colocação no torneio.

Voltou a ficar na última colocação no Campeonato Brasiliense de 1975, competição disputada por oito clubes em dois turnos e iniciada no dia 20 de setembro. Formado em sua maioria por ex-jogadores do Colombo e do Piloto, a campanha do Guadalajara foi esta: 14 jogos, 1 vitória, 2 empates e 11 derrotas; 9 gols a favor e 40 contra. Somou apenas quatro pontos ganhos.

Sua única vitória aconteceu no dia 8 de dezembro, no Pelezão: 2 x 1 sobre o Humaitá.

Seus artilheiros foram: Chiquinho (4), Messias (3), Freitas e Durval.

Seu último jogo aconteceu no dia 20 de dezembro, com derrota para o Ceub, pelo
placar de 4 x 2.

No ano seguinte, 1976, foi definitivamente instalado o profissionalismo no futebol de Brasília e o Guadalajara resolveu continuar disputando apenas as categorias de base e, a partir de 1978, o campeonato amador promovido pela Federação de Brasília, sem nenhuma conquista.

 


O Esporte Clube Canarinho foi fundado em 20 de outubro de 1973, na Associação Portuguesa, na cidade de Taguatinga (DF).

As cores oficiais do novo clube eram a verde e a branca.

A primeira diretoria ficou assim composta: Presidente – Manoel Ramos dos Santos; Vice-Presidente – Evilásio Meira de Souza; Secretário Geral – Raimundo Meira de Souza; 1º Tesoureiro – Expedito Geraldo de Lima; 2º Tesoureiro – Alzerino Cardoso; Conselheiro – João Milani de Souza; Diretor de Futebol – Francisco Araújo Freitas; Diretor de Relações Públicas – Severino Erasmo de Lima; Vice-Diretor de Futebol – Ramiro Cardoso e Supervisor de Futebol – Manoel Gomes Feitosa Neto.

Participou da I Copa Arizona de Futebol Amador de 1975, torneio que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal e foi iniciada em 19 de março. Não conseguiu classificação dentre os oito finalistas.

No dia 25 de março de 1975 solicitou filiação à Federação Metropolitana de Futebol.

Sua primeira participação em torneios realizados pela Federação aconteceu neste mesmo ano. Foi o Torneio Quadrangular da FMF que contou com quatro clubes: o Canarinho, Guadalajara, Humaitá e Relações Exteriores.

E o Canarinho estreou ficando com o título de campeão. No dia 6 de julho, derrotou o Guadalajara, por 2 x 0. No dia 12 de julho, empate em 0 x 0 com o Relações Exteriores. O título veio após a vitória de 3 x 1 sobre o Humaitá, em 3 de agosto.

Logo depois, foi um dos oito clubes que disputaram o campeonato oficial de 1975. Fez sua estréia no dia 20 de setembro, com vitória de 1 x 0 sobre o Guadalajara, gol de Peba.

No final do campeonato, ficou na sexta colocação, na frente apenas de Humaitá e Guadalajara. Foram apenas duas vitórias (a outra foi contra o Ceub, por 2 x 0, em 8 de dezembro de 1975) nos 14 jogos que disputou. Conseguiu ainda quatro empates. Marcou 16 gols e sofreu 23.

No dia 15 de agosto de 1976 participou da reabertura do Estádio “Chapadinha”, em Brazlândia. Neste dia, em jogo válido pelo campeonato brasiliense de 1976, foi derrotado pelo Brasília, por 1 x 0. A partir desta data, passou a mandar seus jogos neste Estádio, não mais perdendo: 1 x 1 Gama, 3 x 0 Cruzeiro e 1 x 1 Humaitá.

Em 1976 esteve presente no campeonato brasiliense de profissionais. Sua estréia aconteceu no Estádio Pelezão, em 24 de abril, na derrota de 2 x 0 a favor do Ceub. Ficou na quinta colocação no geral, vencendo três dos quinze jogos disputados.

No ano de 1977 tomou parte de três competições. No primeiro deles, o Torneio Imprensa (disputado por nove equipes), de 5 de março a 7 de maio, ficou com o vice-campeonato. Logo depois, participou do campeonato brasiliense de 1977, ficando com a quarta colocação, somando 9 pontos, advindos de três vitórias e três empates nos treze jogos que disputou.

Passou a ficar conhecido nacionalmente de forma negativa, após um amistoso contra o Grêmio, de Porto Alegre, em 23 de novembro de 1977, no Pelezão. No final do jogo o placar apontava 11 x 0 a favor do tricolor gaúcho. Além da impiedosa goleada, teve um prejuízo de mais de 150 mil cruzeiros. Apenas 1.130 pessoas foram ver o jogo, proporcionando a renda de Cr$ 35.690,00. O Grêmio tinha um time fortíssimo e não foi difícil chegar aos onze gols, marcados por Tarcísio (2), Ladinho, Éder (2), Alcindo (3), Vilson e Leandro (2).

Por último, participou do Torneio Incentivo, juntamente com Desportiva Bandeirante, Gama, Grêmio e Taguatinga. Chegou a vencer o segundo turno mas uma suspeita levou a Federação a formular uma consulta ao Departamento Jurídico da Confederação Brasileira de Desportos-CBD com relação a condição de jogo dos atletas profissionais do Canarinho.

Em 2 de fevereiro de 1978, o Esporte Clube Canarinho encaminhou ofício pedindo licenciamento junto a Federação Metropolitana de Futebol, por um ano.

Nunca mais voltou a disputar competições oficiais no Distrito Federal.

 

De acordo com as normas pré-estabelecidas, são estes os dois números que escolhi para receber o livro Avaí x Figueirense – O Clássico de Florianópolis:

20 e 22

Os nomes dos dois ganhadores serão publicados pelo Adalberto Klüser no item “comentários” e deverão enviar o endereço via e-mail para que o livro possa ser enviado via PAC.

 

Para não deixar a cidade do Núcleo Bandeirante sem futebol, em 8 de novembro de 1975 foi fundado o Demabra Esporte Clube. Suas cores oficiais eram a amarela e a verde.

O clube foi idéia de João Aureliano Rodrigues, proprietário da DEMABRA – Depósito de Madeiras do Brasil Indústria e Comércio, com sede à Avenida Central do Núcleo Bandeirante.

Na reunião que fundou o clube foram eleitos João Aureliano Rodrigues (Presidente) e Geraldo Jacinto de Moraes (Vice-Presidente) do Conselho
Deliberativo, além de escolher os seguintes membros da diretoria: Antônio
Aureliano Rodrigues (Presidente), José Cabral da Costa (1º Vice-Presidente),
Severino Aureliano Rodrigues (2º Vice-Presidente) e Valdemiro Aureliano
Rodrigues (3º Vice-Presidente).

Inscreveu-se no Campeonato do Departamento Autônomo da Federação Metropolitana de Futebol. O certame de 1975 foi disputado por 9 equipes. Apesar de contar em suas fileiras com jogadores que viriam a ter um certo destaque no futebol de Brasília, como Jonas Foca e Uel, além dos irmãos Rizza, Milton e João Batista, não conseguiu passar para a fase final da competição, que reuniu quatro equipes e foi vencida pelo time da Associação dos Servidores do Ministério do Trabalho (ASMIT).

Continuou disputando competições do departamento amador da Federação em 1976. Num torneio pentagonal promovido pela entidade, ficou com quarta colocação.
Tendo em vista que o nome Demabra não encontrava amparo na legislação vigente
para se manter o clube filiado à FMF, no dia 19 de abril de 1977 foi realizada
Assembléia Geral que modificou o nome de Demabra Esporte Clube para Desportiva Bandeirante, nome que foi aprovado por unanimidade após várias discussões.

Colaboração: Marcus Amorim.

 

Não sei se os amigos do blog já conheciam esse escudo. Nas minhas idas e vindas a cartórios e à Federação, encontrei o original e repasso aos amigos, após a colaboração do amigo Marcus Amorim na formatação. Aproveito e conto um pouco da breve história do clube no futebol de Brasília.


O Sporth (com th) Clube Corinthians foi fundado em 16 de fevereiro de 1976 e sua sede ficava na QE 30 – Conjunto E – nº 36, no Guará II.

A primeira diretoria do Corinthians ficou assim formada: Presidente – José de Lourdes Alexandrino; 1º Vice-Presidente – Jorge Alexandrino Nogueira; 2º Vice-Presidente – Pio Jorge Alexandrino. Também foram escolhidos o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho Deliberativo, Hélio Duarte Marinho e Sérgio Duarte Marinho, respectivamente. Paulo Roberto Duarte Marinho foi eleito para a Presidência Executiva pelo período de 60 dias a fim de providenciar a regularização do clube junto à Federação Metropolitana de Futebol.

Suas cores oficiais eram a preta e a branca. O uniforme principal tinha camisa com listras verticais pretas e brancas, calção branco e meias pretas. O segundo uniforme era todo branco.

Em 1976, disputou apenas o campeonato de juvenis. No primeiro turno, entre dez clubes, ficou com a quarta colocação. Esse campeonato foi vencido pelo Brasília.

A primeira competição que tomou parte na categoria de profissionais foi o Torneio Imprensa de 1977.

Mesmo contando com vários bons jogadores, como Zé Mauro, Wilson Godinho, Matil, Wanner, Emerson, Péricles de Carvalho, Cláudio e Mineirinho, o Corinthians ficou apenas com a quarta colocação, após 8 jogos, dos quais venceu três, empatou quatro e perdeu apenas um. O Brasília foi o campeão desse torneio.

Sua estréia aconteceu no dia 13 de março de 1977, no Pelezão, com empate de 0 x 0 com o Olímpico.

Não disputou o campeonato oficial de 1977.

No dia 10 de janeiro de 1978, aconteceu a Assembléia Geral do clube que elegeu para Presidente Antônio Martins Filho e Vice-Presidente Almir de Azevedo Vieira.

No dia 26 de março de 1978 estreou no Torneio Incentivo daquele ano, vencendo a Desportiva Bandeirante por 1 x 0. Também neste ano, o Corinthians conseguiu montar uma forte equipe, com jogadores como o goleiro Wilmar Gato, o lateral-direito Ricardo, o zagueiro Gilvan, os meio-de-campo Boni e Jânio e o atacante Aloísio. O técnico era Joaquim Cristiano Araújo Neto, o Bugue, e o massagista Mozair Barbosa.

Ainda assim, ficou na terceira colocação, atrás de Gama e Taguatinga, campeão e vice-campeão, respectivamente.

No dia 16 de abril de 1978 fez parte da história do Estádio do CAVE, no Guará, ao fazer o jogo de inauguração. Perdeu para o Vitória, de Salvador (BA), por 2 x 0. A equipe do Corinthians foi a seguinte: Wilmar (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Nilton (Gilvan); Boni, Marquinhos e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington.

Pouco mais de um mês depois (29.04) desse jogo, enfrentou outro clube de Salvador, o Bahia, e foi novamente derrotado, por 3 x 1.

Seu último grande jogo aconteceu em 22 de junho de 1978. No CAVE, perdeu para o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, por 1 x 0.

Nunca mais disputou competições em Brasília.

 
1º – 1997 – Brasília (DF)
CAMPEÃO: Universidade Católica de Goiânia – UCG (GO)
VICE-CAMPEÃO: Centro Universitário Sant’Anna – UniSANT’ANNA (SP)
3º COLOCADO: Universidade Presbiteriana MACKENZIE – São Paulo (SP)
4º COLOCADO: Universidade Católica de Brasília – UCB (DF)
2º – 1999 – Aracaju (SE)
CAMPEÃO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
VICE-CAMPEÃO: Universidade Presbiteriana MACKENZIE – São Paulo (SP)
3º COLOCADO: Universidade Tiradentes – UNIT – Aracaju (SE)
4º COLOCADO: Universidade de Fortaleza – UNIFOR (CE)

– 2000 – Planaltina e Sobradinho (DF)
CAMPEÃO: Universidade Presbiteriana MACKENZIE – São Paulo (SP)
VICE-CAMPEÃO: Universidade de Fortaleza – UNIFOR (CE)
3º COLOCADO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
4º COLOCADO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
4º – 2001 – Brasília (DF)
CAMPEÃO: Universidade Paulista – UNIP (SP)
VICE-CAMPEÃO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
3º COLOCADO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
4º COLOCADO: Universidade Católica de Goiânia – UCG (GO)
5º – 2002 – Natal (RN)
CAMPEÃO: Universidade Católica de Goiânia – UCG (GO)
VICE-CAMPEÃO: UFRN – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (RN)
3º COLOCADO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
4º COLOCADO: Universidade Presbiteriana MACKENZIE – São Paulo (SP)
6º – 2003 – Vila Velha (ES)
CAMPEÃO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
VICE-CAMPEÃO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
3º COLOCADO: Universidade Paulista – UNIP (SP)
4º COLOCADO: FINAC – Faculdade Nacional – Vitória (ES)
7º – 2004 – Fortaleza (CE)
CAMPEÃO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
VICE-CAMPEÃO: UNIVERSO – Universidade Salgado de Oliveira – Goiânia (GO)
3º COLOCADO: UCSAL – Universidade Católica do Salvador (BA)
4º COLOCADO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
8º – 2005 – Goiânia (GO)
CAMPEÃO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
VICE-CAMPEÃO: UNIVERSO – Universidade Salgado de Oliveira – Goiânia (GO)
3º COLOCADO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
4º COLOCADO: Universidade de Rio Verde – FESURV (GO)
9º – 2006 – Recife (PE)
CAMPEÃO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
VICE-CAMPEÃO: UNIVERSO – Universidade Salgado de Oliveira – Recife (PE)
3º COLOCADO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
4º COLOCADO: UniBH – Universidade de Belo Horizonte (MG)
10º – 2007 – Goiânia (GO)
CAMPEÃO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
VICE-CAMPEÃO: FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciências – Salvador (BA)
3º COLOCADO: UNIVERSO – Universidade Salgado de Oliveira – Goiânia (GO)
4º COLOCADO: Universidade FEEVALE – Novo Hamburgo (RS)
11º – 2008 – Curitiba (PR)
CAMPEÃO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
VICE-CAMPEÃO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
3º COLOCADO: FABAVI – Faculdade Batista de Vitória (ES)
4º COLOCADO: UNIVERSO – Universidade Salgado de Oliveira – Goiânia (GO)
12º – 2009 – Vitória (ES)
CAMPEÃO: Universidade FEEVALE – Novo Hamburgo (RS)
VICE-CAMPEÃO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
3º COLOCADO: FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciências – Salvador (BA)
4º COLOCADO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
13º – 2010 – Aracaju (SE)
CAMPEÃO: Universidade Vila Velha – UVV (ES)
VICE-CAMPEÃO: UPIS – União Pioneira de Integração Social – Brasília (DF)
3º COLOCADO: FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciências – Salvador (BA)
4º COLOCADO: Universidade Católica de Brasília – UCB (DF)
O 14º
Campeonato Brasileiro acontecerá em outubro próximo, na cidade de São Paulo.
Fonte:
Confederação Brasileira de Desporto Universitário – CBDU

 

 

Pode parecer estranho, mas para chegar até o Cruzeiro temos que passar pelo Flamengo!

O Flamengo Esporte Clube foi fundado em 9 de março de 1976, em reunião realizada no auditório do Hospital das Forças Armadas, na cidade-satélite do Cruzeiro.

No mesmo dia foi eleita a primeira diretoria do clube, assim composta: Presidente – Armando Ribamar de Carvalho; Vice-Presidente – Genibaldo Fernandes Mendonça; 1º Secretário – Gildásio Gomes de Lima; 2º Secretário – Dineir Arcanjo de Almeida; 1º Tesoureiro – Gabriel Araújo de Almeida; 2º Tesoureiro – João Evangelista Silva; Diretor Técnico – Roberto Parentoni Martins; Chefes do Departamento de Futebol – Fernando Ignácio Baracho Martins e Arlindo Benício da Silva; Chefe do Departamento de Futebol Feminino – Maria Helena Pires Mello Alves; Chefe do Departamento Médico – Jarbas Passarinho Junior; Chefe do Departamento Social – José Odonor da Costa Ribeiro Filho; Chefe do Departamento de Carnaval – Gilvan Gomes de Lima e Preparador Físico – Sílvio Delmar Hollembach.

Na hora de escolher o nome do novo clube, um dos presentes, Joaquim Pereira de Barros, apoiado por uma pequena minoria, quis saber o motivo de ser Flamengo e não Cruzeiro. O Presidente eleito defendeu a tese de que o nome “Flamengo” poderia ser de âmbito regional e angariar a simpatia e o apoio de toda a população do Distrito Federal, enquanto que o nome “Cruzeiro” ficaria restrito àquele local.

Conforme seu estatuto, as cores da nova associação passaram a ser vermelha, preta e branca. O uniforme seria camisa com listras vermelhas e pretas na horizontal, calção branco e meias com listras vermelhas e pretas também na horizontal.

Pouco mais de um mês depois de sua fundação, o Flamengo teve a honra de participar do primeiro jogo da nova era do futebol profissional do Distrito Federal. No dia 21 de abril de 1976, no Estádio Pelezão, o rubro-negro perdeu para o Taguatinga, por 3 x 0. Formou com Arnaldo, Luís Carlos, Miltão, Jailton e Jorginho; Paulinho, Joel e Eudo; Chagas, Dicemir e Jonas. O treinador era Fernando Baracho.

Terminou o primeiro turno na sétima e penúltima colocação, com três pontos
ganhos, provenientes de uma vitória de 2 x 0 sobre o Gama e um empate de
1 x 1 com o Canarinho. Os três gols do Flamengo no turno foram marcados por Itamar.

Antes de começar o segundo turno, no dia 8 de junho de 1976 foi realizada uma Assembléia Geral Extraordinária. Acolhendo aos desejos expressos dos moradores do Cruzeiro, dos torcedores do Flamengo E. C., dos cronistas esportivos e, acima de tudo, a intenção da Federação Metropolitana de Futebol de ter em cada cidade-satélite o seu representante com o respectivo nome, foi aprovada por unanimidade a mudança na denominação de Flamengo Esporte Clube para CRUZEIRO ESPORTE CLUBE.

As cores da nova associação passaram a ser azul e branca e o uniforme semelhante ao do Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG).

Entre o processo de aguardar o expediente com a autorização da Federação e após o devido registro em cartório, o clube continuou disputando o campeonato com o
nome de Flamengo.

O primeiro jogo com o nome de Cruzeiro somente aconteceu em 29 de agosto de 1976, diante do Grêmio Brasiliense, já pelo terceiro turno do campeonato daquele ano. Derrota de 2 x 1, com Zé Carlos marcando o gol cruzeirense.

Somando os pontos dos três turnos do campeonato, o agora Cruzeiro terminou na última colocação. Foram 14 jogos, uma vitória, dois empates e onze derrotas. Marcou sete gols e sofreu 29. Como consolo, foi campeão da Taça Disciplina de 1976, com 89 pontos negativos.

O Cruzeiro melhorou bastante o seu rendimento em 1977. Na primeira competição oficial do ano, o Torneio Imprensa, emplacou três vitórias seguidas (3 x 1 Gama, 2 x 1 Canarinho e 3 x 1 Demabra) para depois não vencer mais. Além desses resultados, conseguiu um honroso empate com o poderoso Brasília (que se sagrou campeão do torneio). Chegou em quarto lugar no torneio, somente um ponto atrás dos segundos colocados Canarinho e Corinthians. Nos oito jogos que disputou, obteve três vitórias, três empates e duas derrotas. Marcou dez gols e sofreu 9.

Um dos jogadores que mais chamava a atenção no Flamengo era o goleiro Cacalo, com suas roupas extravagantes (bermudas berrantes, boné e gravata), espelhando-se no seu ídolo, o goleiro argentino Miguel Angel Ortiz, na época defendendo o Atlético Mineiro.

Se a parte técnica deu sinais de melhoria, o mesmo não aconteceu com a administrativa. Por vários motivos, expostos adiante, o Cruzeiro não disputou o campeonato de 1977.

Para piorar ainda mais a situação caótica em que se encontrava, em 18 de novembro de 1977, o maior incentivador do Flamengo/Cruzeiro, o sargento Armando Ribamar de Carvalho, renunciou à Presidência do clube.

Dentre outras coisas, alegou falta de apoio dos diretores do Cruzeiro (afirmando que houve deserção total), a falta de respaldo financeiro e o desinteresse dos moradores da cidade-satélite. Além disso, tinha que pagar as dívidas que foram feitas em seu nome. O Cruzeiro tornou-se o maior devedor da Federação, acumulando dívidas de mais de Cr$ 30.000,00.

Logo depois, Armando tomou posse como 2º Vice-Presidente da Desportiva Bandeirante.

O Cruzeiro encerrou suas atividades em 1978.

Colaboração: Marcus Amorim.

 

 

Caríssimos,

Na busca por novas matérias e novas pesquisas para serem postadas no blog Almanaque do Futebol Brasiliense, encontrei num cartório de Brasília um papel timbrado com o escudo do Piloto Atlético Clube, que estou disponibilizando aos amigos do História do Futebol, bem como um pequeno histórico.

Quero deixar registrado o meu muito obrigado ao Marcus Amorim, que redesenhou o escudo.

PILOTO ATLÉTICO CLUBE

O Piloto Atlético Clube foi fundado em 25 de agosto de 1967, após reunião realizada na sala nº 703, no 7º andar do Edifício Seguradoras – IRB, da qual participaram 27 pessoas.

Sua primeira diretoria foi assim formada: Presidente – Carlos Adalberto Estuqui; Vice-Presidente – Idílio Lóss; Secretário – Renato Antônio Maia; Vice-Secretário – José Eduardo Perdigão da Cunha; Tesoureiro – Lacir Evander Coutinho; Vice-Tesoureiro – Márcio Cyrne de Macedo; Diretor de Esportes – Sirineu Lasmar de Melo; Diretor Social – Dirceu Ramos da Silva; Diretor de Patrimônio – Martiniano Alves Coelho; Diretor Técnico – Alício Santos. Suplentes da Diretoria – Carmelito Cardoso da Silva, Luiz Araújo de Souza, José Gonçalves Ribeiro Filho, Hilton Ladislau de Moura e José Paulino da Silva.

Depois de efetivarem a composição do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, foram definidas que as cores cinza e branca seriam as oficiais do clube, a figurarem em bandeiras, flâmulas, uniformes e em todos os papéis do clube.

Embora fundado na vigência do profissionalismo, só disputou campeonatos amadores até filiar-se à Federação Desportiva de Brasília em 1969, quando tomou parte do campeonato daquele ano.

Seu começo foi animador. Em sua primeira participação oficial, no dia 20 de abril de 1969, no Estádio Pelezão, com arbitragem de Silvio Fernandes, venceu o Atlas por 7 x 0. Magno (2), Melinho (2), Lula, Orlando e Paulo Roberto (contra) marcaram os gols do Piloto. Aplicou outra goleada no dia 26 de abril, desta vez sobre o Alvorada, por 4 x 0. Empatou em 0 x 0 com o Serviço Gráfico em 4 de maio, venceu o Unidos de Sobradinho por 2 x 1 (11.05) e conheceu sua primeira derrota em 18 de maio, diante do Rabello (3 x 2).

No total, no primeiro turno, foram 10 jogos. Ficou em quinto lugar no Grupo A, o que lhe deu o direito de passar para a Fase Final, que reuniria doze clubes (os seis primeiros colocados de cada grupo).

Também começou bem a Fase Final, com vitórias sobre dois fortes times de Taguatinga: 3 x 2 no Flamengo e 1 x 0 no Brasília. Depois disso, perdeu mais do que ganhou e ficou com a oitava colocação. Foram onze jogos, com cinco vitórias, um empate e cinco derrotas. Marcou 14 gols e sofreu 19. Defenderam o Piloto os goleiros Moacir e Marcinho; os zagueiros Orlando, Moacir II, Walmar, Délio, Japão, Afonsinho, Maruim e Jackson e os atacantes Sabino, Melinho, Tote, Baixinho, Lula, Irineu, Borales, Alemão, Magno e Sinval.

Foi muito mal nas duas competições oficiais que disputou em 1970. Na primeira, o Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, com oito equipes participando, ficou com a sétima colocação. Nos sete jogos que disputou, venceu apenas um, empatou dois e perdeu quatro. Foram oito gols a favor e treze contra. Também não foi nada bem no campeonato oficial de 1970, disputado por dez equipes, quando chegou na oitava colocação, não se classificando para disputar a Fase Final (somente os seis primeiros colocados a disputaram). Com apenas duas vitórias e três empates nos seus 9 jogos, somou sete pontos. Seu artilheiro foi Paulinho, com cinco gols.

Como curiosidade, registramos que o primeiro jogo na Loteria Esportiva envolvendo clubes de Brasília aconteceu no Concurso Teste nº 16, com jogos nos dias 19 e 20 de setembro de 1970. Neste jogo, o Piloto perdeu para o Planalto, por 2 x 1. Coluna 2!

Em 1971, quase chegou ao fundo do poço. Novamente foi muito mal no Torneio Governador do Distrito Federal, chegando ao ponto máximo de ser penalizado com a perda de pontos em alguns jogos por não estar em dia com os “cofres” da Federação Desportiva de Brasília. Ficou com a nona posição, na frente apenas de Coenge e CSU, que desistiram do campeonato antes do seu término. Seu último jogo aconteceu em 9 de maio de 1971, com vitória de 2 x 1 sobre o Gaminha, pelo Torneio Candango, no campo da Cultural Mariana, no Gama, com arbitragem de Amauri de Barros. Itamar e Zé Grilo marcaram para o Piloto e Chiquinho para o Gaminha. Três dias depois (12.05.1971), o Piloto encaminhou ofício a Federação Desportiva de Brasília solicitando dispensa da participação nos três últimos jogos do Torneio Candango. Apesar de ter a solicitação indeferida, ainda assim não compareceu aos jogos.

A situação ficou tão crítica que nem se inscreveu para participar do campeonato de 1971. Retornou em 1972, quando tentou montar um bom time com as contratações de jogadores veteranos, como o goleiro Matil e o ponteiro Manoelzinho (ambos ex-Civilsan), e jovens promessas, como Péricles de Carvalho (ex-Defelê). Chegou na quarta colocação, com a seguinte campanha: 12 jogos, 4 vitórias, 4 empates e 4 derrotas. Marcou 13 gols e sofreu 16. Totalizou 12 pontos ganhos. Sete equipes participaram desse campeonato, vencido pela A. A. Serviço Gráfico. Péricles foi o artilheiro do time com 4 gols. Como consolo, ganhou a Taça Disciplina, com 11 pontos negativos. Defenderam o Piloto em 1972 os seguintes jogadores: Goleiros: Bonomo, Toninho, Matil, Waldemar e Ernani; Defensores: Célio, Walter, Junior, Quarenta, Lima, Amaury e Piau; Atacantes: Manoelzinho, Paiva, Sabará, Heitor, Paulinho, Valdecy, Tião, Péricles, Zé Grilo e Zequinha. O treinador era Didi de Carvalho.

Quando se esperava por um equilíbrio, isso não aconteceu. Em 1973, chegou a se inscrever no campeonato, mas depois desistiu, antes do seu início (em 25 de agosto de 1973). Desfiliou-se neste mesmo ano, segundo algumas fontes após perder o apoio da TCB – Transportes Coletivos de Brasília, empresa estatal de transportes do Governo do Distrito Federal.

 

 

Depois que vi surgirem blogs especializados no futebol de outros Estados do Brasil, principalmente o “Baú Velho”, muito bem administrado por meu amigo amazonense Carlos Zamith, passei a pensar em fazer algo semelhante em relação ao futebol de Brasília.

Neste novo blog, tentarei divulgar um pouco mais da história do futebol de Brasília, iniciada bem antes da inauguração da nova Capital do Brasil, em abril de 1960. Seus clubes, seus craques, dirigentes, jogos históricos, fatos e fotos, principais acontecimentos que fizeram Brasília vibrar com o futebol!

A maior parte do material a ser disponibilizado neste blog vem de uma grande pesquisa que fiz, por vários anos, em centros de documentação de jornais, bibliotecas e até mesmo entrevistando ex-jogadores e ex-dirigentes, conseguindo reunir vasto material histórico. Talvez o lógico fosse guardar todo esse material para, um dia quem sabe, editar um livro. Mas os anos se passaram e nunca houve interesse das entidades oficiais e muito menos de alguém querendo ajudar nas despesas de publicação da obra.

Para não ficar mais alguns anos com essas informações escondidas dentro de armários empoeirados, resolvi lançar o blog.

Não precisa dizer que conto com a colaboração de todos os amigos que aprenderam a gostar do futebol de Brasília, enviando comentários e críticas construtivas.

A partir de amanhã, estarei colocando as postagens.

O endereço é o seguinte:

http://historiafutebolbrasiliense.blogspot.com/

 

Caros,

Segue o escudo da Associação Atlética Guanabara, de Brasília (DF). O mesmo foi tirado de uma faixa de campeão de um ex-jogador do clube.

Guanabara_1

 

Rabello+-+DFCaros,

A fim de esclarecer uma dúvida surgida na semana passada, publico o escudo oficial do Rabello, de Brasília.

A próxima dúvida a ser esclarecida será a do escudo do Guanabara.

TIREI DO VIDEO..EDU

rabello

 

E este eu tirei da faixa de campeão de um ex-jogador do Rabello. Por enquanto, vai perdurar a dúvida se as letras de cima eram vermelhas ou pretas.

Digitalizar0019

 

Patrocinado pela Federação Paulista de Futebol, realizou-se no dia 15 de outubro de 1933, à tarde, no campo do C. A. Juventus, um encontro amistoso entre o selecionado oficial daquela Federação e o primeiro quadro do Botafogo F. R., do Rio de Janeiro.

Era uma partida em torno da qual reinava grande interesse, considerando-se o fato de ser a primeira vez que iria atuar a seleção de amadores de São Paulo e contra um conjunto que muito se tem imposto na Capital da República, tendo sido o campeão carioca do último ano.

Entretanto, a partida não correspondeu à expectativa. Ambos os contendores tiveram atuação que muito deixou a desejar. Foi completamente falho de técnica, se bem que equilibrado, motivo porque, achamos que um empate seria um resultado mais justo.

Os dois quadros agiram, em verdade, com muito entusiasmo, mas quase completamente desorientados. Os passes trocados entre os 22 elementos, com raras exceções, eram indecisos e falhos. Tivemos mesmo a impressão que muitos jogadores se encontram bem fora de forma, quer no onze paulista, quer no carioca.

Momentos houve, não resta dúvida, em que algumas jogadas puderam empolgar a pequena assistência, mas esses momentos eram logo desfeitos com um chute desorientado de algum jogador.

Poucas foram as avançadas, de ambas as partes, que terminaram com bom arremate e, conseqüentemente, puderam proporcionar defesas perigosas.

A linha atacante dos guanabarinos, sem o concurso de Nilo e Paulinho, não se entendia. Somente Carvalho Leite teve ocasião de demonstrar que ainda possui um jogo mais ou menos técnico, com os seus passes sempre bem orientados, mas inutilizados por seus companheiros.

O quinteto atacante paulista teve em Raul e Barão os seus dois melhores homens.

Foi, como vemos, uma partida onde a técnica foi substituída pela grande vontade de vencer de que se achavam possuídos os jogadores em campo.

Arbitrou o encontro o Sr. Mário Passerotti, cuja atuação foi bastante fraca. Mostrou-se, não poucas vezes, indeciso, o que prejudicou sobremaneira o desenvolver do prélio. Anulou um tento marcado por Carvalho Leite, ponto esse que, ao nosso ver, foi bastante lícito, para, logo a seguir, consignar um dos paulistas, marcado por Pupo, quando este jogador se encontrava em visível impedimento.

OS QUADROS

Os conjuntos jogaram com as seguintes organizações:

BOTAFOGO: Victor, Ludovico e Vicente; Mosqueira, Ariel e Pamplona; Átila (Waldyr), Eloy, Carvalho Leite, Jayme e Pirica.

FEDERAÇÃO PAULISTA: José Roberto, Nenucho e Segalla; Nerino, Dudu e Munhoz; Raul, Barão, Miguel, Ratto e Pupo.

Fonte: Folha da Noite, 16.10.1933.

Notas do Jornal do Brasil:

1. Com seis minutos de jogo, Raul marca o primeiro gol da seleção paulista;

2. Aos trinta e três minutos, Segalla tem uma indecisão, do que se aproveita Carvalho Leite para empatar;

3. O primeiro tempo termina com empate em 1 x 1;

4. Carvalho Leite fez um gol que o árbitro anulou por impedimento;

5. Nos últimos momentos do jogo, Pupo consegue fazer o segundo ponto dos paulistas. O segundo tento os locais foi feito quando Pupo estava em impedimento e o árbitro não assinalou.

 

No dia 1º de julho de 1928, o Sporting desloca-se ao Brasil, no paquete “Alcântara”, tornando-se a primeira equipe portuguesa a visitar o Brasil.

15.07.1928

FLUMINENSE 4 x 1 SPORTING

Local: estádio da Rua Guanabara, Laranjeiras, Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Carlos Martins da Rocha

Gols: Lagarto, Preguinho (2) e Alfredo / João Santos

Fluminense: Batalha, Paulo e Py; Nascimento, Fernando Giudicelli e Fortes (Ivan); Ripper, Lagarto, Alfredo, Preguinho e Milton.

Sporting: Cypriano, Carlos Alves e Jorge Vieira; Martinho, Serra e Mathias Lopes; Maia, Abrantes (João Santos), A. Martins, Cervantes e José Manoel.

Obs.: primeiro jogo do Sporting com as camisas listradas.

22.07.1928

VASCO DA GAMA 1 x 1 SPORTING

Local: São Januário

Árbitro: Luiz Vinhaes

Gols: Pepico / Martins

Vasco da Gama: Jaguaré, Hespanhol e Itália; Rainha, Nesi e Mola; Paschoal, Pepico, Russinho, Américo e Sant’Anna.

Sporting: Roquette, Jorge Vieira e Carlos Alves; Mathias Lopes, Serra e João Francisco; Liberto Santos, Cervantes, A. Martins, Mendes e José Manuel.

29.07.1928

FLUMINENSE 3 x 2 SPORTING

Local: estádio da Rua Guanabara, Laranjeiras, Rio de Janeiro

Árbitro: Carlos Martins da Rocha

Gols: Alfredo, Preguinho e Lagarto / A. Martins e João Santos

Fluminense: Batalha, Paulo e Py; Nascimento, Fernando Giudicelli e Fortes; Ripper, Lagarto, Alfredo, Preguinho e Milton.

Sporting: Roquette, Carlos Alves e Jorge Vieira; João Francisco, Serra e Oliveira; Mendes, Teixeira, A. Martins (Mathias Lopes), Cervantes (João Santos) e José Manoel.

02.08.1928

SELECÇÃO CARIOCA 3 x 2 SPORTING

Local: São Januário

Árbitro:

Gols: Moderato, Osvaldinho e Telê / Mendes (2)

Seleção Carioca: Jaguaré (Vasco da Gama), Hélcio (Flamengo) e Pennaforte (América); Nascimento (Fluminense), Floriano (América) e Benevenuto (Flamengo); Paschoal (Vasco da Gama), Osvaldinho (América), Alfredo (Fluminense), Telê (Andaraí) e Moderato (Flamengo).

Sporting: Roquette, Carlos Alves e Jorge Vieira; Martinho, Serra e Mathias Lopes; Liberto Santos, Mendes, A. Martins, Cervantes e José Manoel.

Obs.: os portugueses não puderam se apresentar em São Paulo em virtude de três jogadores não haverem conseguido licença para permanecerem no Brasil maior número de dias e ainda por haverem adoecido dois outros jogadores. Assim, São Paulo viu-se privado de apreciar a técnica dos bravos futeolistas lusos, apesar dos insucessos do Sporting no Rio de Janeiro.

 

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1º TURNO

 06.05.1951

JUVENTUDE 2 x 0 FLUMINENSE

13.05.1951

GIANELLA 2 x 1 FLAMENGO

20.05.1951

JUVENTUDE 2 x 2 FLAMENGO

27.05.1951

FLUMINENSE 2 x 1 GIANELLA

03.06.1951

JUVENTUDE 2 x 2 GIANELLA

10.06.1951

FLAMENGO 2 x 0 FLUMINENSE

 

2º TURNO

 24.06.1951

FLUMINENSE 1 x 1 JUVENTUDE

01.07.1951

FLAMENGO 1 x 1 GIANELLA

15.07.1951

FLAMENGO 3 x 2 JUVENTUDE

22.07.1951

GIANELLA 2 x 1 FLUMINENSE

29.07.1951

JUVENTUDE 1 x 0 GIANELLA

05.08.1951

FLAMENGO 4 x 0 FLUMINENSE

 

3º TURNO

 04.08.1951

JUVENTUDE 7 x 0 GIANELLA

11.08.1951

FLAMENGO 2 x 2 GIANELLA

12.08.1951

JUVENTUDE 3 x 2 FLUMINENSE

19.08.1951

FLAMENGO 5 x 1 JUVENTUDE

22.08.1951

FLAMENGO 2 x 0 FLUMINENSE

26.08.1951

FLUMINENSE 8 x 1 GIANELLA

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

 

CF CLUBES J V E D GF GC SG PG
1 FLAMENGO 9 5 3 1 22 10 12 13
2 JUVENTUDE 9 4 3 2 21 15 6 11
3 GIANELLA 9 2 3 4 11 25 -14 7
4 FLUMINENSE 9 2 1 6 14 18 -4 5
 

BAHIA: Joselias, Leone e Juvenal; Jota Alves, Vicente e Florisvaldo; Marito (Sandoval), Ivan, Carlito (Hamilton), Frader (Otoney) e Esquerdinha (Izaltino).

FLUMINENSE: Periperi, Eduardo e Valder; Hozaná, Bueiro e Amorim; Fontoura (Raimundinho), Valter Vieira, Elias II, Maneca (Fontoura) e Gilberto.

YPIRANGA: Aloísio, Pequeno e Bacamarte (Prego); Amor, Amauri e Luciano (Nane); Vadu (Tombinho), Antônio Mário, Renato (Sílvio), Lia (Elsinho) e Joãozinho.

VITÓRIA: Nadinho (Albertino), Valvir e Nilton (Enoque); Pinguela, Elói e Joel; Enaldo (Aduce) (Zingone), Alencar (Agnaldo), Reinaldo (Luiz Carlos), Vermelho (Brício) (Xavier) e Damasceno (Salvador).

BOTAFOGO: Bacabal, Tatuí e Alberto; Flávio, Nelinho e Júlio; Teco, Alonso (Vavá), Zague, Roliço e Fiuza.

GALÍCIA: Ouri, Santos (Tim) e Miranda (Hélio); Cunha (Bombeiro), Valter (Moreno) e Boquinha; Pitu, Teotônio, Israel (Ari) (Almir), Mituca (Lubião) e João do Vale (Moura).

GUARANY: Bitelo, Biguá e Cal; Emídio, Falabaixinho (Vivaldo) e Vermelho; Lídio, Pio, Zé Bola, Valmir e Bolinha.

 

1925 – Fluminense

1926 – Não terminou

1927 – Fluminense

1928 – Não terminou

1929 – Não houve

1930 – Friburgo

1931 – Esperança (invicto)

1932 – Friburgo

1933 – Fluminense

1934 – Friburgo

1935 – Fluminense

1936 – Fluminense

1937 – Fluminense

1938 – Fluminense

1939 – Esperança

1940 – Friburgo

1941 – Esperança

1942 – Fluminense

1943 – Esperança

1944 – Esperança

1945 – Friburgo

1946 – Friburgo

1947 – Friburgo

1948 – Esperança (invicto)

1949 – Friburgo (invicto)

1950 – Friburgo

1951 – Friburgo

1952 – Friburgo

1953 – Friburgo

1954 – Friburgo

1955 – Esperança

1956 – Friburgo

1957 – Friburgo

1958 – Fluminense

1959 – Friburgo

1960 - Friburgo

1961 – Esperança

1962 – Friburgo (invicto)

1963 – Friburgo

1964 – Bom Jardim

1965 – Fluminense

1966 – Friburgo

1967 – Friburgo

1968 – Friburgo (invicto)

1969 – Friburgo

1970 – Friburgo

1971 – Fluminense

 

Ranking dos Campeões

1º - Friburgo – 24 títulos

2º - Fluminense – 11 títulos

3º - Esperança – 8 títulos

4º - Bom Jardim – 1 título

 

FONTE: Futebol em Nova Friburgo, de Gustavo Pinto de Faria.

 

1º TURNO

04.07.1948

TIJUCA 2 x 1 BARÉS

Linhares e Tuta / Cabral

11.07.1948

FLUMINENSE 1 x 1 ELDORADO

Sérgio / Jessé

18.07.1948

AMÉRICA 6 x 0 PRINCESA ISABEL

Aguinaldo (contra), Nicolau, Pirica (2) e Ivan (2)

25.07.1948

FAST CLUBE 2 x 1 NACIONAL

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Waldir Oliveira

Gols: Nêgo e Paulo Onety / Beleleu

FAST CLUBE: Raul, Antoninho e Edson; Waldemir, Canhão e Dedé; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Nêgo.

NACIONAL: Mota, Caçador e Lupércio; Hélcio, Luiz Onety e Mariozinho; Oliveira, Beleleu, Enéas, Raspada e Pedrinho.

01.08.1948

BARÉS 4 x 2 FLUMINENSE

Cabral e Marcos (3) / Chico e Sérgio

08.08.1948

TIJUCA 2 x 1 ELDORADO

Haroldo e Odil / Capilé

15.08.1948

NACIONAL 6 x 2 PRINCESA ISABEL

Luiz Onety, Nestor (2) e ??? / ???

22.08.1948

FAST CLUBE 2 x 1 AMÉRICA

Local: Parque Amazonense

Árbitro: José Naldo Nunes Barbosa

Renda: Cr$ 485,00

Gols: Lafaiete e Canhão / Bacca

Expulsões: Paulo Onety, Pereirinha, Bico e Cadaes

FAST CLUBE: Raul, Antoninho e Edson; Waldemir, Canhão e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Zequinha.

AMÉRICA: Sandoval, Ferrolho e Bico; Mão de Remo, Toscano e Bacca; Cadaes, Teodorico, Ivan, Jonga e Nicolau.

29.08.1948

BARÉS 3 x 1 ELDORADO

Marcos e Cabral (2) / Fernando

05.09.1948

TIJUCA 2 x 0 PRINCESA ISABEL

Linhares e Fernando

12.09.1948

AMÉRICA 4 x 1 FLUMINENSE

Jonga, Pirica (2) e Nicolau / ?

19.09.1948

ELDORADO 2 x 1 NACIONAL

Raimundinho e China / Oliveira

26.09.1948

BARÉS 4 x 2 PRINCESA ISABEL

Nagib (2), Marcos e Cabral / Aderaldo e Armando

03.10.1948

AMÉRICA 2 x 0 TIJUCA

Pirica e Nicolau

10.10.1948

FAST CLUBE 5 x 0 FLUMINENSE

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Salum Omar

Renda: Cr$ 480,00

Gols: Paulo Onety (3) e Rui (2)

FAST CLUBE: Torres, Canhão e Edson; Waldemir, Dedé e Nêgo; Antônio, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

FLUMINENSE: Evilásio, Lima e Preguinho; Mariano, Heitor e Armando; Barbosa, Airton, Sérgio, Fubica e Tota.

07.11.1948

FLUMINENSE 2 x 2 PRINCESA ISABEL

Sérgio (2) / Aderaldo e Nilo

14.11.1948

FAST CLUBE 3 x 1 ELDORADO

Local: Parque Amazonense

Árbitro: José Pereira Serra

Renda: Cr$ 243,00

Gols: Paulo Onety e Rui (2) / Hispere

FAST CLUBE: Benedito, Edson e Canhão; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

ELDORADO: Nenem, Tico e Zé Carlos; Jaime, Hispere e Paulo; Aníbal, Raimundinho, Jessé, China e Fernando.

05.12.1948

FAST CLUBE 10 x 1 PRINCESA ISABEL

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Pedro Sena de Andrade

Renda: Cr$ 357,00

Gols: Paulo Onety (6), Lafaiete (2), Álvaro e Pereirinha / Armando

FAST CLUBE: Benedito, Edson e Canhão; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

PRINCESA ISABEL: Vicente, Newton e Lira; Pedrinho, Venino e Aguinaldo; Nilo, Machado, Zeca, Armando e Ariosto.

19.12.1948

AMÉRICA 4 x 0 ELDORADO

26.12.1948

NACIONAL 1 x 0 FLUMINENSE

Raspada

02.01.1949

FAST CLUBE 6 x 0 TIJUCA

Local: Parque Amazonense

Árbitro: José Pereira Serra

Renda: Cr$ 750,00

Gols: Álvaro, Lafaiete, Paulo Onety (2) e Rui (2)

FAST CLUBE: Benedito, Edson e Canhão; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

TIJUCA: Yano, Celestino e Darci; Marinho, Gioia e Áureo; Odil, Haroldo, Santos, Bem-te-vi e Linhares.

08.01.1949

ELDORADO 3 x 3 PRINCESA ISABEL

Jessé, Hispere e Raimundinho / José (2) e Aderaldo

09.01.1949

NACIONAL 2 x 0 AMÉRICA

Raspada e Pedrinho

15.01.1949

NACIONAL 4 x 2 TIJUCA

Caçador, Nestor (2) e Smith / Valter (2)

16.01.1949

BARÉS 6 x 1 AMÉRICA

Marcílio (2), Marcos (2) e Hélcio (2) / Sandoval

23.01.1949

BARÉS 3 x 2 FAST CLUBE

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Waldir de Oliveira

Renda: R$ 2.916,00

Gols: Marcos (2) e Gato / Paulo Onety (2)

BARÉS: Guilherme, Mário Matos e Júlio; Gatinho, Gato e Betuca; Cabral, Pororoca, Marcos, Nagib e Marcílio.

FAST CLUBE: Benedito, Canhão e Edson; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

WO

BARÉS WO x 0 NACIONAL

FLUMINENSE WO x 0 TIJUCA

CLASSIFICAÇÃO DO 1º TURNO

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

PG

1

FAST CLUBE

7

6

0

1

30

7

12

2

BARÉS

7

6

0

1

22

10

12

3

AMÉRICA

7

4

0

3

18

11

8

4

NACIONAL

7

4

0

3

15

9

8

5

TIJUCA

7

3

0

4

8

15

6

6

ELDORADO

7

1

2

4

9

17

4

7

FLUMINENSE

7

1

2

4

7

17

4

8

PRINCESA ISABEL

7

0

2

5

10

33

2

Obs.: conforme determinado no regulamento do campeonato, o último colocado, Princesa Isabel ficou de fora do 2º turno.

2º TURNO

29.01.1949

NACIONAL 6 x 0 ELDORADO

Pedrinho, Smith (2), Oliveira, Caçador e Raspada

30.01.1949

FAST CLUBE 4 x 0 TIJUCA

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Salum Omar

Renda: Cr$ 835,00

Gols: Paulo Onety, Rui (2) e Pereirinha

FAST CLUBE: Raul, Canhão e Edson; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

TIJUCA: Yano, Darci e Emanuel; Marinho, Gioia e Aderbal; Odil, Santos, Walber, Haroldo e Linhares.

05.02.1949

AMÉRICA 3 x 1 FLUMINENSE

Nazareth, Pirica e Nicolau / Carlito

06.02.1949

BARÉS 4 x 1 ELDORADO

Marcos, Marcílio (2) e Cabral / Jessé

12.02.1949

NACIONAL 7 x 3 TIJUCA

Raspada (2), Hélcio, Nestor (2) e Oliveira (2) / Áureo (2) e Emanuel

13.02.1949

FAST CLUBE 6 x 1 FLUMINENSE

Local: Parque Amazonense

Árbitro: José Pereira Serra

Renda: Cr$ 310,00

Gols: Pereirinha, Lafaiete (2), Rui e Paulo Onety (2) / Carlito

Expulsão: Airton

FAST CLUBE: Raul, Edson e Canhão; Beca, Dedé e Waldemir; Zequinha, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

FLUMINENSE: Agostinho, Heitor e Gibi; Armando, Airton e Bica; Chico, Carlito, Evilásio, Ernesto e Santos.

19.02.1949

AMÉRICA 1 x 1 BARÉS

Nicolau / Marcílio

06.03.1949

FAST CLUBE 3 x 2 NACIONAL

Local: Parque Amazonense

Árbitro: José Pereira Serra

Renda: Cr$ 2.931,00

Gols: Paulo Onety (2) e Rui / Pedrinho e Nestor

FAST CLUBE: Raul, Canhão e Edson; Waldemir, Dedé e Nêgo; Antonino, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

NACIONAL: Luizinho, Antonino e Miranda; Hélcio, Caçador e Mariozinho; Oliveira, Nestor, Smith, Raspada e Pedrinho.

12.03.1949

AMÉRICA 1 x 0 ELDORADO

13.03.1949

BARÉS 6 x 2 FLUMINENSE

Marcílio (3), Delcídio e Marcos (2) / Santos e Carlito

19.03.1949

AMÉRICA 2 x 0 NACIONAL

Nicolau e Nazareth

20.03.1949

FAST CLUBE 10 x 0 ELDORADO

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Salum Omar

Renda: Cr$ 510,00

Gols: Álvaro (2), Rui (3), Lafaiete, Paulo (3) e Pereirinha

FAST CLUBE: Raul, Canhão e Edson; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

ELDORADO: Nenem, Jaime e Tico; Raimundinho, Hispere e Paulo; Aníbal, China, Jessé, Murilo e Fernando.

26.03.1949

FLUMINENSE x NACIONAL

Obs.: o Fluminense venceu este jogo.

27.03.1949

FAST CLUBE 2 x 1 AMÉRICA

Local: Parque Amazonense

Árbitro: José Pereira Serra

Gols: Paulo Onety e Pereirinha / Nazareth

FAST CLUBE: Raul, Edson e Canhão; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

AMÉRICA: Sandoval, Bico-Bico e Carioca; Toscano, Belo e Mão de Remo; Ivan, Nicolau, Pirica, Jonga e Nazareth.

02.04.1949

ELDORADO 5 x 3 FLUMINENSE

Jessé (3), Jaime e Guabiru / Evilásio (3)

03.04.1949

NACIONAL 2 x 2 BARÉS

Nestor e Pedrinho / Marcílio e Neri

10.04.1949

FAST CLUBE 1 x 1 BARÉS

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Valter Montezuma de Oliveira

Gols: Paulo Onety / Gatinho

FAST CLUBE: Raul, Canhão e Edson; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui.

BARÉS: Guilherme, Mário Matos e Júlio; Gatinho, Gato e Nery; João, Cabral, Marcos, Nagib e Marcílio.

NOTA:

Em reunião realizada no dia 17.02.1949, o Conselho Deliberativo do Tijuca resolveu desligar o clube de todos os seus compromissos esportivos relativos aos seus quadros de futebol.

Como era de praxe naquele tempo, os pontos do Tijuca foram entregues aos seguintes adversários: Eldorado, Fluminense, Barés e América.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

PG

1

FAST CLUBE

13

11

1

1

56

12

23

2

BARÉS

13

9

3

1

37

17

21

3

AMÉRICA

13

8

1

4

27

15

17

4

NACIONAL

13

6

1

6

32

20

13

5

ELDORADO

13

3

2

8

16

41

8

6

FLUMINENSE

13

3

2

8

16

37

8

7

TIJUCA

13

3

0

10

11

30

6

8

PRINCESA ISABEL

7

0

2

5

10

33

2

JOGOS REALIZADOS = 49

GOLS ASSINALADOS = 205

MÉDIA DE GOLS POR JOGO = 4,1

FORMAÇÕES BÁSICAS DOS CLUBES PARTICIPANTES:

AMÉRICA: Sandoval (Taiguara), José (Velacho) e Leontino (Cadaes); Cortez (Coaraci), Belo (Picolino) e Adalberto (Bacca) (Walmir); Anacleto (Rodrigues), Teodorico (Zequinha), Ivan (Raimundinho), Jonga (Pedrinho) e Nicolau (Marinho). Técnico: Arthur Teixeira Alves.

BARÉS: Guilherme (Gibi), Dino (Vicente) (Maranhão) e Mário Matos (Júlio) (Flávio); Gatinho (Heinar), Frota (Nanan) e Betuca (Pedrinho); Cabral (Russinho), Eduardo (Ari), Marcos Gonçalves, Trigueiro (Aboud) (Nagib) (Rui) e Marcílio (Hélcio). Técnico: Tenente Cirilo Padilha.

ELDORADO: Nenem (Arnaldo), Jaime (Reginaldo) e Tico (Zé Carlos); Raimundinho (Valmir), Hispere (Isaac) e Paulo (Ribamar); Moacir (Capilé), China (Vadoca), Jessé (Virgilio), Murilo (Jofre) e Fernando (Bira).

FAST CLUBE: Benedito (Raul) (Torres) (Sebastião), Antoninho (Antônio) e Edson (Azamor); Waldemir (Samuel), Canhão (Geraldo) e Dedé (Manuel); Álvaro (Rui) (Gordinho), Pereirinha (Militão), Paulo Onety (Careca), Lafaiete (Jairo) e Nêgo (Gerson). Técnico: João Liberal.

FLUMINENSE: Agostinho (Evilásio) (Jurandir), Lima (Mariano) (Heitor) (Walmir) e Preguinho (Aristóteles) (Gibi) (Barbosa); Ely (Almério) (Fubica), Airton (Morcego) e Armando (Leiteiro) (Popó); Almir (Alípio), Carlito (Santos) (Juarez), Sérgio (Chico), Jorge (Evilásio) (Washington) e Tota (Ernesto). Técnico: Raimundo Belo Ferreira.

NACIONAL: Luizinho (Mota) (Aldanir), Caçador (Antonino) (Miranda) e Lupércio (Pena); Hélcio (Bianor), Luiz Onety (Clóvis) e Mariozinho (Jorge); Oliveira (Vanderlei), Beleleu (Nestor) (Gonzaga), Enéas (Smith) (Onety), Raspada (Craveiro) e Pedrinho (Heitor). Técnico: Laércio Miranda.

PRINCESA ISABEL: Vicente (Rock), Lira (Ernesto) e Newton (Amaury); Eli (Beira-Mar) (Zé Fernandes), Venino (Ivanci) e Aguinaldo (Aviz); Zequinha (Honorato), Mário (Nilo), Aderaldo (Rafael) (Dermario), Armando (Efigênio) e Machado (Ariosto) (Pedrinho).

TIJUCA: Yano (Antônio), Darci (Lourival) e Tuta (Aderval); Figueiredo (Celestino), Braz (Piroca) e Áureo (Marinho); Odil (Belota), Haroldo (Fernando), Mário Orofino (Santos), Alberico (Sabá) e Linhares (Bem-te-vi). Técnico: Cláudio Coelho.

TORNEIO INÍCIO

Data: 27 de junho de 1948

Local: Parque Amazonense

1º – Eldorado 3 x 1 Princesa Isabel

2º – Nacional 1 x 0 Barés

3º – Tijuca 1 x 0 Fluminense

4º – América 1 x 0 Fast Clube

5º – Nacional 1 x 0 Eldorado

6º – Tijuca 1 x 0 América

7º – Nacional 2 x 1 Tijuca

CAMPEÃO: Nacional.

Fonte: Jornal do Commercio.

 

Colaboração: Walter Iris.

A temporada internacional no Brasil foi intensa em 1930.

Antes da Copa do Mundo, quatro equipes estrangeiras visitaram o Brasil: a Seleção de Tucumán, o Sportivo Buenos Aires e o Huracán, todos da Argentina, e o Hakoah, clube israelita de New York (EUA). Após o campeonato mundial, três seleções nacionais realizaram amistosos no Brasil. Os resultados foram estes:

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Caríssimos,

Criei um blog com o nome de “Pequenas Obras de Grandes Craques”. Abaixo a primeira postagem, “Início de Conversa”.

“Ao criarmos este blog, não o fizemos com a pretensão de definir quem são os melhores jogadores brasileiros de todos os tempos. Sabemos, é uma missão impossível.

Um excelente “back” do passado talvez não fosse um razoável zagueiro hoje. Um grande “goal-keeper” do passado talvez não fosse um bom goleiro hoje. E vice-versa.

Nossa única intenção ao criar esse blog foi poder disponibilizar um pouco do material que fomos juntando durante toda a nossa vida de leitor e pesquisador do futebol brasileiro. Começamos com fichas individuais, passamos a pequenas biografias.

Considerando que esses jogadores aqui focalizados não tiveram as mesmas facilidades de verem suas atuações e carreiras divulgadas, resolvemos colocar algumas delas para os amigos apreciadores desse tipo de pesquisa.

Os jogadores escolhidos o foram de forma aleatória. Alguns poderão ser aqui escalados por conta de uma homenagem. Outros por simples curiosidade em saber quem foi.

Também não teremos uma periodicidade exata para postar uma nova biografia. Poderá ser uma semana como também poderá ser um dia.”

Espero pela visita dos amigos.

http://grandescraques.blogspot.com/

José Ricardo Almeida

 

 O Botafogo conquistou o campeonato carioca de 1932 com cinco pontos de vantagem sobre o Flamengo, vice-campeão.

Pensando em premiar os jogadores campeões, a diretoria do Botafogo aceitou um convite para uma excursão ao Rio Grande do Sul.

Essa viagem, desgraçadamente, foi marcada pela fatalidade.

O grande craque Nilo, que acabara de ficar noivo, não quis viajar. O Botafogo convidou os jogadores Russinho, do Vasco da Gama, e Popó, do Andarahy.

No dia 9 de novembro de 1932, pelo vapor “Araçatuba”, a delegação do Botafogo seguiu para Porto Alegre, assim constituída: Chefes – Carlos Martins da “Carlito” Rocha e Alarico Maciel; Técnico – Nicolas Ladanyi; Jogadores (16) – Victor, Benedicto, Rodrigues, Afonso, Martim, Canalli, Álvaro, Paulinho, Carvalho Leite, Almir, Celso, Pedrosa, Rogério, Ariel, Russinho e Popó.

Com o quadro exausto, o Botafogo estreou no feriado de 15 de novembro, no estádio dos Eucaliptos, perdendo de 3 x 2 para o Internacional. Russinho e Álvaro marcaram para o Botafogo e Venenoso, duas vezes, e Tupan fizeram os gols do colorado gaúcho. Nestor Pereira foi o árbitro da partida. Assim formaram as equipes: BOTAFOGO: Victor, Benedicto e Rodrigues; Afonso (Ariel), Martim e Canalli; Álvaro, Almir, Carvalho Leite, Russinho e Celso.

INTERNACIONAL: Penha, Miro II e Risada; Alfredo, Mabília (Abbade) e Garnizé; Marreco, Venenoso, Tupan, Marroni e Patesko.

Apesar de mais descansado, o Botafogo foi novamente vencido cinco dias depois (20 de novembro), na Baixada, pelo Grêmio, pelo placar de 1 x 0, gol de Nenê.

O Botafogo efetuou algumas modificações em sua equipe, assim formada: Victor, Benedito e Rodrigues; Ariel, Martim e Canalli; Álvaro, Paulinho, Carvalho Leite, Russinho e Popó.

Já o Grêmio jogou com Lara, Dario e Sardinha I; Heitor, Poroto e Sardinha II; Lacy, Artigas, Luiz Carvalho, Foguinho e Nenê.

O árbitro da partida foi Heitor Deste.

O terceiro encontro do Botafogo em Porto Alegre aconteceu no dia 24 de novembro, na Chácara das Camélias, contra o Cruzeiro, de Porto Alegre. Vitória do Botafogo por 2 x 1, gols de Carvalho Leite e Martim, contra um de David. O time vencedor atuou com Victor, Benedito e Rodrigues; Ariel, Martim e Canalli; Álvaro, Paulinho, Carvalho Leite, Russinho (Almir) e Celso. O clube gaúcho levou a campo Baptista, Cauduro e Espir; Benê, Nestor e Russo; Javel, Ignácio, Octacílio, Fagundes e David. O árbitro foi Mário Cunha.

Para o grande encontro de 27 de novembro, contra a Seleção de Porto Alegre, no Eucaliptos, o time do Botafogo viu-se desfalcado, à última hora, de Carvalho Leite e Russinho que foram acometidos de violenta febre: era o terrível tifo!

Ainda assim, o Botafogo foi a campo e empatou brilhantemente o jogo em 1 x 1. Celso marcou o gol botafoguense e Ferreira o do selecionado porto-alegrense. Victor, Benedito e Rodrigues; Afonso, Ariel e Canalli; Álvaro, Paulinho, Martim, Russinho, Popó (Almir) (Rogério) e Celso defenderam as cores do Botafogo. O selecionado da capital gaúcha formou com Penha, Luiz Luz e Risada; Alfredo, Poroto e Benê; Ferreira, Tupan, Luiz Carvalho, Marroni e Patesko. Nestor Pereira foi o árbitro do jogo.

Foi aí que Victor, Martim, Paulinho, Canalli e Benedicto desligaram-se da delegação, seguindo por terra para Montevidéu (chefiados por Alarico Maciel), onde se juntariam à Seleção Brasileira que acabaria vencendo a Copa Rio Branco (2 x 1 no Uruguai), além de vencer os amistosos contra os dois mais poderosos clube do Uruguai: 1 x 0 Peñarol e 2 x 1 Nacional. Os jogos aconteceram nos dias 4, 8 e 11 de dezembro, respectivamente.

A alegria pelas vitórias no Uruguai contrastava-se com a tristeza em Porto Alegre, onde fôra confirmado o tifo nos jogadores Carvalho Leite e Russinho.

No dia 30 de novembro, com o quadro desfalcado, o Botafogo teve de recorrer ao empréstimo de seus antigos jogadores Luiz Carvalho, Octacílio e Benevenuto para formar a equipe que pudesse jogar contra o Força e Luz, em seu último compromisso na capital gaúcha. No estádio Moinhos de Vento, o Botafogo venceu por 3 x 2, tendo marcados os seus gols Luiz Carvalho (2) e Almir. Ferreira e Patesko (emprestado pelo Internacional) marcaram os tentos do Força e Luz. Formou o Botafogo com Pedrosa, Rogério e Rodrigues; Afonso, Ariel e Benevenuto; Álvaro, Octacílio (Almir), Luiz Carvalho, Popó e Celso. Atuaram pelo Força e Luz Lucindo, Luizelle e Amado; Lopes, Gradim e Álvaro; Ferreira, Negrito, Vanzetto, Dinga e Patesko.

A 1º de dezembro de 1932 embarcou de volta para o Rio de Janeiro a delegação do Botafogo, deixando Ariel para acompanhar os enfermos Carvalho Leite e Russinho, que ficaram no Hospital da Beneficência Portuguesa, entre a vida e a morte.

Mas, o pior estava por acontecer. Mal desembarcaram no Rio de Janeiro, adoeceram, vítimas do mesmo traiçoeiro tifo, Pedrosa, Álvaro, Almir, Benevenuto (que acompanhara os jogadores) e o zagueiro José Rodrigues que, não resistindo, faleceu a 7 de janeiro de 1933.

 

O NAUFRÁGIO DO ARAÇATUBA

 

A embarcação que levou o Botafogo até Porto Alegre, o Araçatuba, era um paquete do Lloyd Brasileiro.

Em 5 de fevereiro de 1933 colidiu contra o molhe leste da Barra de Rio Grande. Alguns disseram que o acidente teria ocorrido à noite, devido à inexistência de um prático a bordo e deficiências na sinalização. Outras fontes relatam que a causa da colisão teria sido um forte temporal. A bordo, passageiros e mercadorias como tecidos, pneus, confete e lança perfume (para ser utilizado no Carnaval de Rio Grande). Todos os passageiros e tripulantes foram salvos. O Araçatuba foi mais um entre as dezenas de naufrágios na costa gaúcha.

 

AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athléticos)

 

08.04.1934

 

ENGENHO DE DENTRO 5 x 1 PORTUGUESA

Local: Engenho de Dentro

Árbitro: Carlos de Souza Carvalho

Gols: Mário (2), Osório, Antônio e Brilhante; Juquinha.

ENGENHO DE DENTRO: Ney, Rubem (Kerne) e China; Olavo, Edmundo e Quino; Mário, Gonçalo (Brilhante), Antônio, Osório e Xaxá.

PORTUGUESA: Nogueira, Antônio e Arthur; Noé, Waldemar e Imbassatriz; Luiz, Juquinha, Arnaldo, Jaguarão II e Cardoso.

 

CONFIANÇA 0 x 3 ANDARAHY

Local: Rua Silva Telles

Árbitro: Antenor Torres Junior

Gols: Palmier (2) e Bianco.

CONFIANÇA: Ruy (Cyrde), Décio e João; Elias, Cesaltino e Altair; Reis, Caio, Zoraide, Salvador (Mayer) e Mangueirinha.

ANDARAHY: Gustavo, Urubu e Chuvisco; Ávila, Bethuel e Veranotti; Júlio, Melinho, Bianco, Palmier e Floriano.

 

COCOTÁ 1 x 3 OLARIA

Local: Ilha do Governador

Árbitro: Carlos de Souza Carvalho

Gols: Betinho; Horácio, Caraúna e Zé Luiz.

COCOTÁ: Rato, Cazuza e André; Manduca, Saes (Humberto) e Apolinário; Freire, Betinho, Lydio, Ernâni (Jacaré) (Sinésio) e Aurélio.

OLARIA: João, Armandinho e Alfredo; Viveiros, Augusto e Gradim; Horácio, Gago, Zé Luiz, Caraúna e Gaúcho.

 

15.04.1934

 

MAVILIS 2 x 1 ENGENHO DE DENTRO

Local: Rua Carlos Seidl

Árbitro: Sebastião de Campos Cesário

Gols: Ary e Aragão; Mário.

MAVILIS: Ninho, Polaco e Genaro; Alô II, Silvério e Parreira; Antoninho, Pisca, Aragão, Ary e Alô I.

ENGENHO DE DENTRO: Ney, Kerne e China; Rubem, Edmundo e Quino; Mário, Osório, Brilhante, Antônio e Xaxá.

 

RIVER 4 x 4 BOTAFOGO

Local: Rua João Pinheiro

Árbitro: Waldemar Gomes

Gols: Luiz (2) e Canedo (2); Beijinho (3) e Carvalho Leite. BOTAFOGO: Pedrosa, Albino e Pamplona; Afonso, Rogério e Ariel; Eloy (Átila), Beijinho, Carvalho Leite, Jaime e Moura Costa. Técnico: Nicolas Ladanyi.

RIVER; Jaguaré, Bolão e Palmeira; Malaquias, Tosta e Fidalgo; Canedo, Manuel, Ivo, Luiz e Nelinho.

 

OLARIA 6 x 3 CONFIANÇA

Local: Estação de Olaria

Árbitro: João Jayme Guimarães

Gols:

OLARIA: Ubiratan, Alfredo e Arlindo; Viveiros, Augusto e Claudionor; Horácio, Gago, Vieira, Correa e Pierre.

CONFIANÇA: Cyrde, Altair e Dodoca; Elias, Samuel e Cesaltino; Bira, Gijo, Mayer, Mangueirinha e Badu.

 

BRASIL WO x 0 COCOTÁ

 

22.04.1934

 

ANDARAHY 4 x 0 BRASIL

Local: Rua Barão de São Francisco

Árbitro: Leonardo Gonçalves Teixeira

Gols:

ANDARAHY: Jaguaré, Chuvisco e Tricario; Ávila, Bethuel e Veranotti; Álvaro, Melinho, Bianco, Palmier e Floriano.

BRASIL: Botelho, Orlando e Lúcio; Mazinho, Castro e Walter; Arnaldo, Zezinho, Octávio, Betinho e Waldemar.

 

PORTUGUESA 3 x 3 RIVER

Local: Rua Moraes e Silva

Árbitro: Carlos de Souza Carvalho

Gols: Arthur, Jaguarão e Waldemar; Luiz (2) e Canedo.

PORTUGUESA: Nogueira, Nelson e Antônio; Noé, Taquara e Arthur; Gé, Juquinha, Arnaldo, Waldemar e Jaguarão.

RIVER; Jaguaré, Bolão e Palmeira; Malaquias, Tosta e Gradim; Canedo, Manuel, Zezinho, Luiz e Nelinho.

 

BOTAFOGO 4 x 2 MAVILIS

Local: General Severiano

Árbitro: Sebastião de Campos Cesário

Gols: Carvalho Leite (2) e Beijinho (2); Aragão e Ary. BOTAFOGO: Pedrosa, Vicente e Albino; Afonso, Waldyr e Pamplona; Átila, Beijinho, Carvalho Leite, Nilo e Moura Costa. Técnico: Nicolas Ladanyi.

MAVILIS: Medonho, Polaco e Genaro; Alô II, Silvério (Pedro) e Parreira; Alô I (Machado), Ary, Aragão, Honorino e Antoninho.

 

29.04.1934

 

MAVILIS 4 x 2 OLARIA

Local: Retiro Saudoso

Árbitro: Alfredo Gilabert

Gols: Alô I, Aragão, Polaco e Pisca; Gaúcho (2).

MAVILIS: Ninho, Polaco e Alô II (Motta); Chavão, Genaro e Parreira; Alô I (Ary), Pisca, Aragão, Antoninho (Laranjeiras) e Hermínio.

OLARIA: Ubiratan, Alfredo e Hermínio; Gradim, Joaquim (Sebastião) e Nonô; Horácio, Vieira, Pierre, João e Gaúcho.

 

ENGENHO DE DENTRO 2 x 4 ANDARAHY

Local: Engenho de Dentro

Árbitro: Oswaldo Braga

Gols: Mário e Antônio; Bianco (3) e Melinho.

ENGENHO DE DENTRO: Ney, Kerne e China; Rubem, Rubem II e Quino; Mário, Osório, Brilhante, Antônio e Xaxá.

ANDARAHY: Jaguaré, Chuvisco e Tricario; Ávila, Bethuel e Veranotti; Álvaro, Melinho, Bianco, Palmier e Floriano.

 

COCOTÁ 2 x 1 PORTUGUESA

Local: Ilha do Governador

Árbitro:

Gols: Vinte e Nove e Alberto; Waldemar.

COCOTÁ: Allain, Cazuza e André; Manduca, Alberto e Apolinário; Hipólito, Betinho, João, Vinte e Nove e Sávio.

PORTUGUESA: Nogueira, Nelson e Antônio; Nei (Edgard), Taquara e Bolão; Arthur, Juquinha, Arnaldo, Waldemar e Jaguarão.

 

06.05.1934

 

OLARIA 4 x 1 ENGENHO DE DENTRO

Local: Rua Cândido Silva, Olaria.

Árbitro: João Alves.

Gols: Gago, Zé Luiz, Horácio e Gaúcho; Mário.

OLARIA: Biroba, Alfredo e Armindo; Gradim, Viveiros e Nonô; Horácio, Gago, Pierre, Caraúna e Gaúcho.

ENGENHO DE DENTRO: Ney, Antônio e Kerne; Rubem, Adonilo e Zemiro; Mário, Olívio, Cavalaria, Antônio e Arnaldo.

 

RIVER 5 x 5 COCOTÁ

Local: Rua João Pinheiro, Piedade.

Árbitro: Leonardo Gonçalves Teixeira.

Gols: Canedo (2), Luiz, Nelinho e Ivo; Betinho (2), Aderbal (2) e Izidro.

RIVER: Jaguaré, Bolão e Palmeira; Malaquias, Tosta e Gradim; Canedo, Manuel, Ivo, Luiz e Nelinho.

COCOTÁ: Allain (Rato), Cazuza e Izidro; Dedinho, Segundo e Apolinário; Hipólito, Setenta, Betinho, João e Aderbal.

 

BRASIL 1 x 2 CONFIANÇA

Local:

Árbitro:

Gols:

BRASIL: Botelho, Orlando e Lúcio; Mazinho, Castro e Walter; Arnaldo, Zezinho, Octávio, Betinho e Waldemar.

CONFIANÇA: Cyrde, Altair e Dodoca; Elias, Samuel e Cesaltino; Bira, Gijo, Mayer, Mangueirinha e Badu.

 

13.05.1934

 

PORTUGUESA 0 x 1 OLARIA

Local: Rua Moraes e Silva

Árbitro: Luiz Delamare

Gol: Pierre

PORTUGUESA: Nogueira, Nelson e Antônio; Esther, Taquara e Bolão; Arthur, Alvarenga, Waldemar, Jaguarão e Cardoso.

OLARIA: Ubiratan, Alfredo e Armindo; Gradim, Poveiro e Augusto (Nonô); Horácio, Gago, Zé Luiz, Pierre e Gaúcho.

 

COCOTÁ 4 x 3 MAVILIS

Local: Ilha do Governador

Árbitro:

Gols:

 

ANDARAHY 4 x 2 RIVER

Local: Rua Barão de São Francisco, Andaraí

Árbitro: Olegário Laranja.

Gols: Bianco (3) e Álvaro; Nelinho e Gilberto.

ANDARAHY: Jaguaré, Gilberto e Chuvisco; Ávila, Bethuel e Veranotti; Álvaro, Climério, Bianco, Palmier e Floriano.

RIVER: Jaguaré, Bolão e Palmeira; Malaquias, Costa e Gradim; Romero, Canedo, Zezinho, Manuel e Nelinho.

 

BOTAFOGO 6 x 0 BRASIL

Local: General Severiano

Árbitro: Waldomiro Liotti

Gols: Nilo (3), Franklin (2) e Jaime.

BOTAFOGO: Gaguinho, Vicente e Albino; Ferreira (Long), Rogério e Corisco; Eloy, Franklin, Nilo, Jaime e Pirica. Técnico: Nicolas Ladanyi.

BRASIL; Botelho, Lúcio e Octávio; Maggire, Netinho e Walter; Mário, Betinho, Modesto, Zezinho e Valdemar.

 

20.05.1934

 

ENGENHO DE DENTRO 3 x 0 BOTAFOGO

Local: Engenho de Dentro

Árbitro: Waldomiro Liotti

Gols: Mário (2) e Carvalhinho

ENGENHO DE DENTRO; Ney, Rubem e Kerne; Virada, Adonilo e Quino; Mário, Manolo, Cavalaria, Antônio e Carvalhinho.

BOTAFOGO: Gaguinho, Vicente e Albino; Ferreira (Long), Rogério e Chibata (Eloy); Moura Costa, Franklin, Nilo, Jaime e Pirica. Técnico: Nicolas Ladanyi.

 

MAVILIS 3 x 3 ANDARAHY

Local: Rua Carlos Seidl

Árbitro: Jorge Carlos.

Gols: Alô II (2) e Ary; Melinho, Floriano e Baiano.

MAVILIS: Ferreira, Baghete e Genaro; Alô I, Chavão e Parreira; Alô II, Pisca, Aragão, Honorino e Antoninho.

ANDARAHY: Jaguaré, Chuvisco e Tricario; Ávila, Bethuel e Veranotti; Álvaro, Melinho, Bianco, Palmier (Baiano) e Floriano.

 

27.05.1934

 

OLARIA 1 x 1 ANDARAHY

Local: Rua Cândido Silva

Árbitro: Carlos de Souza Carvalho

Gols: Rubens; Bianco.

OLARIA: Birola, Alfredo e Armindo; Germano, Augusto (Gradim) e Viveiros; Horácio, Gago, Zé Luiz, Carmano e Pierre (Gaúcho).

ANDARAHY: Gustavo, Congo e Chuvisco; Tricario, Bethuel e Veranotti; Melinho, Romualdo, Bianco, Palmier e Floriano.

 

COCOTÁ 1 x 1 ENGENHO DE DENTRO

Local: Ilha do Governador

 

BRASIL 3 x 2 PORTUGUESA

Local: Praia Vermelha

Árbitro: João Alves Pereira

Gols: Waldemar, Zezinho e Modesto; Lúcio (contra) e Esther.

BRASIL: Alfredo, Lúcio e Octávio; Mazinho, Luciano e Walter; Arnaldo (Mário), Betinho (Waldemar), Modesto, Zezinho e Turco.

PORTUGUESA: Nogueira, Nelson e Antônio; Noé, Taquara e Bolão; Joquinha, Alvarenga, Waldemar, Jaguarão (Esther) e Nelson.

 

03.06.1934

 

BOTAFOGO 3 x 2 OLARIA

Local: General Severiano

Árbitro: Carlos de Souza Carvalho

Gols: Moura Costa, Franklin e Beijinho; João e Gago. BOTAFOGO: Gaguinho, Vicente e Albino; Ferreira, Rogério e Corisco (Long); Moura Costa, Franklin, Beijinho, Nilo e Jaime. Técnico: Nicolas Ladanyi.

OLARIA: Biroba, Alfredo e Armindo; Augusto, Joaquim e Germano; Horácio, Gago, Zé Luiz (Pierre), João e Alberto.

 

PORTUGUESA 1 x 3 MAVILIS

Local: Rua Moraes e Silva

Árbitro: Jayme Guimarães

Gols: Arthur; Pisca (2) e Aragão.

PORTUGUESA: Nogueira, Nelson e Antônio; Esther, Mimosa e Bolão; Paulo, Arthur, Waldemar, Arnaldo e Jaguarão.

MAVILIS: Medonho, Baghete e Polaco; Alô II, Chavão e Parreira; Alô I, Pisca, Aragão, Honorino e Sá.

 

10.06.1934

 

BOTAFOGO 6 x 0 PORTUGUESA

Local: General Severiano

Árbitro: Leonardo Gonçalves Teixeira

Gols: Nilo (3), Beijinho (2) e Franklin.

BOTAFOGO: Gustavo, Rogério e Albino; Ferreira, Chibata (Eloy) e Long; Moura Costa, Nilo, Franklin, Beijinho e Jaime. Técnico: Nicolas Ladanyi.

PORTUGUESA: Nogueira, Nélson e Fernandes; Antônio, Lúcio e Olímpio; Paulo, Luiz, Valdemar, Arthur e Mário (Cardoso).

 

MAVILIS WO x 0 RIVER

Obs.: O Presidente da AMEA recusou a inscrição do jogador Alfredo da Silva, pelo River. Em represália, o River não compareceu ao jogo contra o Mavilis, perdendo por WO.

 

NOTA:

Confiança, Brasil, Cocotá, Engenho de Dentro e River abandonaram o campeonato.

 

17.06.1934

 

PORTUGUESA 3 x 2 ANDARAHY

Local: Rua Moraes e Silva

Árbitro: Oswaldo Travassos Braga

Gols: Waldemar (2) e Arnaldo; Floriano e Melinho.

PORTUGUESA: Nogueira, Antônio e Nélson; Luiz, Moraes e Olímpio; Arthur, Paulo, Waldemar, Arnaldo e Mário.

ANDARAHY: Gustavo, Congo e Lourival; Faia, Bethuel e Veranotti; João (Álvaro), Romualdo, Bianco, Palmier e Floriano (Melinho).

 

01.07.1934

 

ANDARAHY 2 x 2 BOTAFOGO

Local: Barão de São Francisco

Árbitro: Manoel Silva

Gols: Bianco (2); Moura Costa e Nilo.

ANDARAHY: Gustavo, Congo e Lourival; Faia, Bethuel e Veranotti; Álvaro, Palmier, Romualdo, Bianco e Ávila.

BOTAFOGO: Gustavo, Vicente e Albino; Ferreira, Rogério e Long (Chibata); Moura Costa, Beijinho, Nilo, Franklin e Jaime. Técnico: Nicolas Ladanyi.

 

22.07.1934

 

MAVILIS 2 x 0 BOTAFOGO

Local: Rua Carlos Seidl, Retiro Saudoso

Árbitro: Honorato Miranda.

Gols: Honorino e Chavão.

MAVILIS: Medonho, Baguete e Polaco; Alô I, Chavão e Parreira; Alô II, Pisca, Aragão, Honorino e Sá.

BOTAFOGO: Gaguinho (Gustavo), Magioto e Albino; Ferreira, Rogério e Long; Eloy, Nilo, Beijinho, Franklin e Jaime. Técnico: Nicolas Ladanyi.

 

OLARIA 1 x 0 PORTUGUESA

Local: Rua Cândido Silva, Olaria

Árbitro: Waldemar Liotti

Gol:

OLARIA: Biroba, Alfredo e Armindo; Viveiros, Quimpa (Gradim) e Claudionor; Horácio, Gago, Vieira, Caraúna e Pierre.

PORTUGUESA: Nogueira, Antônio e Nélson; Esther, Mimosa e Bolão; Gomes, Paulo, Arnaldo, Jaguarão e Monteiro.

 

29.07.1934

 

OLARIA 3 x 0 MAVILIS

Local: Rua Cândido Silva

Árbitro: João Alves Pereira

Gols:

OLARIA: Ubiratan, Alfredo e Armindo; Gradim, Viveiros e Nonô; Horácio, Gago, Zé Luiz, Pierre e Zé Crioulo.

MAVILIS: Medonho, Baghete e Polaco; Alô II, Chavão e Parreira (Manoel); Alô I (Ary), Pisca, Aragão, Honorino e Sá.

Obs.: após conflito generalizado entre os jogadores, o jogo foi interrompido e concluído em 28.10.

 

12.08.1934

 

MAVILIS 7 x 3 PORTUGUESA

Local: Rua Carlos Seidl

Árbitro:

Gols:

MAVILIS: Medonho, Baghete e Polaco; Alô II, Chavão e Parreira; Alô I, Pisca, Aragão, Honorino e Sílvio.

PORTUGUESA: Nogueira, Antônio e Nélson; Esther, Mimosa e Bolão; Gomes, Paulo, Arnaldo, Jaguarão e Monteiro.

 

ANDARAHY 3 x 0 OLARIA

Local: Rua Barão de São Francisco

Árbitro: Osmar Monteiro de Barros

Gols: Bianco (2) e Álvaro

ANDARAHY: Gustavo, Chuvisco e Dondon (Lindinho); Faia (Mineiro), Congo e Veranotti; Álvaro, Bianco, Romualdo, Palmier e Ávila.

OLARIA: Ubiratan, Alfredo e Armindo; Gradim, Viveiros e Claudionor; Horácio, Gago, Zé Luiz, Fabrício (Correa) e Pierre.

 

26.08.1934

 

OLARIA 0 x 2 BOTAFOGO

Local: Rua Cândido Silva

Árbitro: Carlos Martins da Rocha

Gols: Nilo (2).

OLARIA: Ubiratan, Alfredo e Armindo; Nonô, Viveiros e Gradim; Horácio, Gago, Caraúna, Pierre e Zé Crioulo.

BOTAFOGO: Germano, Vicente e Albino; Ferreira, Waldyr e Ariel; Átila, Beijinho, Carvalho Leite, Nilo e Dondon. Técnico: Nicolas Ladanyi.

 

09.09.1934

 

ANDARAHY WO x 0 PORTUGUESA

(Portuguesa se retirou de campo; placar adotado: 1 x 0)

 

11.11.1934

 

PORTUGUESA 1 x 2 BOTAFOGO

Local: Rua Moraes e Silva

Árbitro: Osmar de Barros Monteiro

Gols: Artur; Celso e Franklin.

PORTUGUESA: Nogueira, Nelson e Esther; Noé, Mimosa e Bolão; Jaguarão, Arnaldo, Edgar, Paulo e Artur.

BOTAFOGO: Victor, Vicente e Albino (Celso); Magioto, Rogério e Ariel; Dondon, Beijinho, Carvalho Leite (Franklin), Nilo e Jaime. Técnico: Nicolas Ladanyi.

 

02.12.1934

 

BOTAFOGO 2 x 1 ANDARAHY

Local: General Severiano

Árbitro: Leonardo Gonçalves Teixeira

Gols: Nilo e Átila; Bianco.

BOTAFOGO: Victor, Magioto e Rogério (Jayme); Ferreira, Martim e Ariel; Átila, Nilo, Carvalho Leite, Franklin e Moura Costa.

ANDARAHY: Jaguaré, Congo e Peres; Faria, Bethuel e Venerotti; Aldo, Jayme, Romualdo, Fernandes e Mineiro (Bianco).

 

13.01.1935

 

ANDARAHY 5 x 3 MAVILIS

Local:

Árbitro:

Gols:

 


LCF (Liga Carioca de Football) 

 

01.04.1934

 

BONSUCESSO 0 x 1 SÃO CRISTÓVÃO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Jorge Marinho

Gol: Dodô.

BONSUCESSO: Zezé, Heitor e Fraga; Alfinete (Eurico), Otto e Claudionor; Carlinhos, Caldeira, Rebolo, Hermes (Cecy) e Miro.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Mário e Zé Luiz; Hermógenes, Dodô e Badu; Walter (Black), China, Vicente, Bahianinho e Quintanilha.

 

VASCO DA GAMA 2 x 1 AMÉRICA

Local: São Januário

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Gradim (2); Nabor.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Fausto e Gringo; Eloy (Baiano), Leônidas da Silva, Gradim, Russinho e Orlando. Técnico: Harry Welfare.

AMÉRICA: Walter, Della Torre (Ludovico) e Vital; Fernando, Oscarino e Arresi; Carola, Rivarola, Nabor, Fassora (Curto) e Jaguarão.

 

05.04.1934

 

FLUMINENSE 6 x 2 BANGU

Local: Laranjeiras

Árbitro: Alderico Solon Ribeiro

Gols: Tintas (2), Brant, Vicentino, Preguinho e Russo; Plácido e Tião.

FLUMINENSE: Jurandir, Ernesto e Nariz; Marcial, Brant e Ivan; Vicentino, Russo, Tintas, Prego (Bernardes) e Popó.

BANGU: Euclides, Mário e Sá Pinto; Ferro, Santana (Paulista) e Médio; Sobral, Ladislau, Tião, Plácido e Dininho (Vivi). Técnico: Luiz Vinhaes.

 

08.04.1934

 

FLUMINENSE 1 x 3 FLAMENGO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Alderico Solon Ribeiro

Gols: Russo; Flávio Costa, Nelson e Alfredo.

FLUMINENSE: Jurandir, Ernesto e Nariz; Marcial, Brant e Ivan; Vicentino, Russo, Tintas, Prego e Popó.

FLAMENGO: Amado, Moisés e Bibi; Alemão, Flávio Costa (Vanni) e Afonsinho; Roberto, Novinha, Alfredo, Nelson e Jarbas.

 

BANGU 0 x 2 VASCO DA GAMA

Local: Rua Ferrer

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Orlando e Russinho.

BANGU: Euclides, Mário e Camarão (Sá Pinto); Ferro, Santana e Médio; Sobral, Ladislau, Tião, Plácido e Vivi. Técnico: Luiz Vinhaes.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Fausto e Gringo; Baiano, Leônidas da Silva, Gradim, Russinho e Orlando. Técnico: Harry Welfare.

 

12.04.1934

 

VASCO DA GAMA 2 x 0 BONSUCESSO

Local: São Januário

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Leônidas da Silva e Baiano.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Fausto (Jucá) e Gringo; Baiano, Leônidas da Silva, Gradim, Russinho e Orlando. Técnico: Harry Welfare.

BONSUCESSO: Zezé, Cozinheiro e Fraga; Eurico (Alfinete), Otto e Claudionor; Carlinhos, Caldeira, Hugo, Cecy e Miro.

 

15.04.1934

 

FLAMENGO 1 x 2 AMÉRICA

Local: Laranjeiras

Árbitro: Alderico Solon Ribeiro

Gols: Alfredo; Fassora e Jaguarão.

FLAMENGO: Amado, Carlos Alves e Aristeu; Alemão, Flávio Costa (Vanni) e Afonsinho; Roberto, Novinha, Alfredo, Nelson e Jarbas.

AMÉRICA: Walter, Ludovico e Vital; Ferreira, Mariani e Arresi; Carola, Rivarola, Fassora, Curto e Jaguarão.

 

SÃO CRISTÓVÃO 1 x 3 FLUMINENSE

Local: Figueira de Melo

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gols: Vicente; Prego, Russo e Vicentino.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Mário e Zé Luiz; Hermógenes, Dodô e Álvaro; Vicente, Russo, Manuelzinho, Bahianinho e Quintanilha.

FLUMINENSE: Jurandir, Ernesto e Nariz; Marcial, Brant e Ivan; Vicentino, Russo, Tintas, Prego e Popó.

 

19.04.1934

 

BANGU 1 x 2 BONSUCESSO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Waldemar Alves

Gols: Paulista; Hugo e Carlinhos.

BANGU: Euclides, Mário e Sá Pinto (Camarão); Ferro, Santana e Médio; Sobral, Ladislau, Tião (Paulista), Plácido e Dininho. Técnico: Luiz Vinhaes.

BONSUCESSO: Durval, Cozinheiro e Fraga; Eurico, Otto e Claudionor; Carlinhos, Caldeira, Hugo, Cecy e Miro.

 

22.04.1934

 

FLAMENGO 8 x 2 BONSUCESSO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gols: Arthur (2), Alfredo (2), Nelson (2), Jarbas e Roberto; Carlinhos e Hugo.

FLAMENGO: Amado (Fernandinho), Carlos Alves e Aristeu; Alemão, Vanni e Afonsinho; Roberto, Arthur, Alfredo, Nelson e Jarbas.

BONSUCESSO: Zezé, Heitor e Fraga; Eurico, Otto e Claudionor; Carlinhos, Caldeira, Hugo, Cecy e Miro.

 

VASCO DA GAMA 0 x 1 SÃO CRISTÓVÃO

Local: São Januário

Árbitro: Jorge Marinho

Gol: Manoelzinho.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Jucá e Gringo; Baiano, Leônidas da Silva, Gradim, Russinho e Orlando. Técnico: Harry Welfare.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Valter, Theodomiro, Manoelzinho, Bahianinho e Quintanilha.

 

26.04.1934

 

FLUMINENSE 1 x 2 AMÉRICA

Local: Laranjeiras

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Vicentino; Curto e Carola.

FLUMINENSE: Jurandir, Ernesto e Nariz (Votorantim); Marcial, Brant e Ivan; Vicentino, Russo, Tintas, Prego e Popó.

AMÉRICA: Walter, Vital e Ludovico; Ferreira, Mariani (Oscarino) e Arresi; Carola, Rivarola, Fassora, Curto e Carreiro.

 

29.04.1934

 

AMÉRICA 4 x 1 BONSUCESSO

Local: Campos Sales

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gols: Fassora (3) e Arresi; Caldeira.

AMÉRICA: Walter, Vital e Ludovico; Ferreira (Oscarino), Mariani e Arresi; Carola, Rivarola, Fassora, Curto e Carreiro.

BONSUCESSO: Durval, Cozinheiro e Fraga; Eurico, Otto e Claudionor; Carlinhos, Hermes (Caldeira), Hugo, Cecy e Miro.

 

SÃO CRISTÓVÃO 1 x 3 BANGU

Local: Figueira de Melo

Árbitro: Waldemar Alves

Gols: Quintanilha; Tião (3).

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Theodomiro, Manoelzinho, Bahianinho e Quintanilha.

BANGU: Euclides, Mário (Camarão) e Sá Pinto; Paiva, Santana e Médio; Sobral (Paulista), Ladislau, Tião, Plácido e Dininho. Técnico: Luiz Vinhaes.

 

01.05.1934

 

VASCO DA GAMA 5 x 2 FLAMENGO

Local: São Januário

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gols: D’Alessandro, Orlando, Gradim e Almir (2); Alfredo e Jarbas;

VASCO DA GAMA: Marques, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D’Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

FLAMENGO: Fernandinho, Carlos Alves e Aristeu (Pedroso); Alemão, Vanni e Afonsinho; Roberto, Arthur, Alfredo, Nelson e Jarbas.

 

06.05.1934

 

AMÉRICA 1 x 2 BANGU

Local: Campos Sales

Árbitro: Jorge Marinho

Gols: Carola; Plácido e Tião.

AMÉRICA: Walter, Vital e Ludovico; Ferreira, Mariani e Arresi; Carola, Rivarola, Nabor, Curto e Carreiro.

BANGU: Euclides, Mário e Sá Pinto; Paiva, Santana e Médio; Sobral, Ladislau, Tião (Paulista), Plácido e Dininho. Técnico: Luiz Vinhaes.

 

FLUMINENSE 1 x 2 VASCO DA GAMA

Local: Laranjeiras

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Sálvio; D’Alessandro e Gradim.

FLUMINENSE: Jurandir, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Vicentino; Russo, Arrilaga, Sálvio, Bermudes e Sílvio.

VASCO DA GAMA: Marques, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D’Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

 

09.05.1934

 

FLAMENGO 3 x 4 SÃO CRISTÓVÃO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Jorge Marinho

Gols: Nelson (2) e Alfredo; Joãozinho, Manoelzinho, Walter e Dodô.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves e Aristeu (Marin); Alemão, Vanni e Afonsinho; Roberto (Novinha), Arthur, Alfredo, Nelson e Jarbas.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Joãozinho, Manoelzinho, Bahianinho e Quintanilha.

 

 

12.05.1934

 

FLUMINENSE 3 x 1 BONSUCESSO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Waldemar Alves

Gols: Arrilaga (2) e Tintas; ???

FLUMINENSE: Jurandir, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Ivan; Vicentino, Russo, Arrilaga, Tintas e Sálvio.

BONSUCESSO:

 

13.05.1934

 

BANGU 4 x 3 FLAMENGO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Sobral (2), Tião e Ladislau; Alfredo, Afonsinho e Arthur.

BANGU: Euclides, Mário e Sá Pinto; Paiva, Santana e Médio; Sobral, Ladislau, Tião, Plácido e Dininho. Técnico: Jayme Mathias Rincão.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves (Faia) e Marin; Alemão, Pedroso (Vanni) e Afonsinho; Novinha, Artur, Alfredo, Nelson e Jarbas.

 

20.05.1934

 

AMÉRICA 1 x 1 SÃO CRISTÓVÃO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gols: Carola; Joãozinho.

AMÉRICA: Walter, Vital e De Saa; Ferreira, Mariani e Arresi; Carola, Rivarola, Fassora, Dedovitis e Carreiro.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Joãozinho, Manoelzinho, Bahianinho e Quintanilha.

 

27.05.1934

 

VASCO DA GAMA 2 x 2 AMÉRICA

Local: São Januário

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Almir e Nena; Fassora e Curto.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D’Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

AMÉRICA: Walter, Vital e De Saa; Ferreira, Mariani e Arresi; Carola, Rivarola, Fassora, Curto e Carreiro.

 

SÃO CRISTÓVÃO 1 x 0 BONSUCESSO

Local: Figueira de Melo

Árbitro: Jorge Marinho

Gol: Lázaro (contra)

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Joãozinho, Manoelzinho, Bahianinho e Quintanilha.

BONSUCESSO: Zezé, Lázaro e Heitor; Alfinete, Otto e Claudionor; Carlinhos, Humberto, Hugo, Cecy e Miro.

 

03.06.1934

 

FLUMINENSE 1 x 3 BANGU

Local: Laranjeiras

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Arrillaga; Dininho e Tião (2).

FLUMINENSE: Velloso, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Ivan; Vicentino, Russo, Arrilaga, Tintas e Pirica.

BANGU: Euclides, Mário e Sá Pinto; Paiva, Santana (Solon) e Médio; Sobral, Ladislau, Tião, Plácido e Dininho. Técnico: Jayme Mathias Rincão.

 

06.06.1934

 

BONSUCESSO 3 x 4 VASCO DA GAMA

Local: Laranjeiras

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gols: Caldeira, Cecy e Rebolo; Gradim, Nena (2) e D’Alessandro.

BONSUCESSO: Zezé, Lázaro e Heitor; Alfinete, Otto e Claudionor; Carlinhos (Rebolo), Caldeira, Hugo, Cecy e Miro.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D’Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

 

10.06.1934

 

FLUMINENSE 2 x 2 FLAMENGO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gols: Pirica e Tintas; Arthur e Roberto.

FLUMINENSE: Velloso, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Ivan; Walter, Russo, Tintas, Vicentino e Pirica. Técnico: Quincey Taylor.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves e Marin; Alemão, Barbosa (Vanni) (Flávio Costa) e Afonsinho; Roberto, Arthur, Alfredo, Nelson e Jarbas.

 

17.06.1934

 

FLUMINENSE 1 x 0 SÃO CRISTÓVÃO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho

Gol: Pirica.

FLUMINENSE: Velloso, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Ivan; Walter, Arrilaga, Tintas, Vicentino e Pirica.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Joãozinho, Manoelzinho, Gentil e Quintanilha.

 

AMÉRICA 1 x 1 FLAMENGO

Local: Campos Sales

Árbitro: Jorge Marinho

Gols: Curto; Nelson.

AMÉRICA: Walter, Vital e De Saa; Ferreira, Mariani e Arresi; Carola, Rivarola, Nabor, Dedovitis e Carreiro.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves e Marin; Alemão, Flávio Costa e Afonsinho; Roberto (Novinha), Arthur, Sá, Nelson e Jarbas.

 

24.06.1934

 

VASCO DA GAMA 5 x 2 BANGU

Local: São Januário

Árbitro: Jorge Marinho

Gols: Gradim (3), Nena e Lamana; Sobral (2).

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir (Lamana), Gradim, Nena e D’Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

BANGU: Euclides, Mário e Sá Pinto; Paiva, Santana e Médio; Sobral, Ladislau, Tião, Plácido e Dininho (Orlandinho). Técnico: Jayme Mathias Rincão.

 

01.07.1934

 

BONSUCESSO 2 x 4 BANGU

Local: Laranjeiras

Árbitro: Oswaldo Kropf de Carvalho.

Gols: Hugo e Carlinhos; Plácido, Sobral (2) e Tião.

BONSUCESSO: Raymundo, Lázaro e Fraga; Alfinete, Otto e Claudionor; Carlinhos, Caldeira, Hugo, Cecy e Miro.

BANGU: Euclides, Mário e Sá Pinto; Paiva, Santana e Médio; Sobral, Paulista, Tião, Plácido e Orlandinho (Dininho). Técnico: Jayme Mathias Rincão.

 

SÃO CRISTÓVÃO 1 x 1 VASCO DA GAMA

Local: Figueira de Melo

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Manoelzinho; Orlando.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Joãozinho, Manoelzinho, Bahianinho e Quintanilha. Técnico: Manoelzinho.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D’ Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

 

08.07.1934

 

AMÉRICA 3 x 3 FLUMINENSE

Local: Campos Sales

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Carola, Nabor e Curto; Vicentino (3).

AMÉRICA: Walter, Vital e De Saa; Ferreira, Mariani e Fernando; Francisco, Carola, Fassora, Curto e Carreiro.

FLUMINENSE: Armandinho, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Ivan; Walter, Russo, Tintas, Vicentino e Pirica.

 

BONSUCESSO 2 x 7 FLAMENGO

Local: Figueira de Melo

Árbitro: Jorge Marinho

Gols: Hermes e Carlinhos; Alfredo (3), Jarbas (2), Adelino e Nelson.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves e Marin (Pedroso); Alemão, Barbosa e Afonsinho; Adelino, Arthur, Alfredo, Nelson e Jarbas.

BONSUCESSO: Durval, Heitor e Fraga; Hermes (Alfinete), Otto e Marcelo; Carlinhos, Caldeira, Hugo, Cecy e Miro.

 

15.07.1934

 

BANGU 1 x 1 SÃO CRISTÓVÃO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Waldemar Alves

Gols: Plácido; Manoelzinho.

BANGU: Euclides, Mário e Camarão; Paiva, Santana e Médio; Sobral, Paulista, Tião, Plácido e Dininho (Orlandinho). Técnico: Jayme Mathias Rincão.

SÃO CRISTÓVÃO:

 

BONSUCESSO 4 x 1 AMÉRICA

Local: Figueira de Melo

Árbitro:

Gols:

BONSUCESSO:

AMÉRICA:

 

22.07.1934

 

AMÉRICA 5 x 0 BANGU

Local: Figueira de Melo

Árbitro: Loris Cordovil

Gols: Carola, Carreiro (2), Curto e Fassora.

AMÉRICA: Walter, Vital e De Saa; Ferreira, Mariani e Arresi; Carola, Fassora, Nabor, Curto e Carreiro.

BANGU: Euclides, Mário e Camarão; Paiva, Santana e Médio; Sobral, Paulista, Tião (Orlandinho), Plácido e Dininho. Técnico: Jayme Mathias Rincão.

 

FLAMENGO 3 x 2 VASCO DA GAMA

Local: Laranjeiras

Árbitro: Jorge Marinho

Gols: Jarbas (2) e Roberto; Orlando e Almir.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves e Marin (Pedroso); Alemão, Adelino e Afonsinho; Roberto, Arthur, Alfredo, Nelson e Jarbas.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Calocero, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D’Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

 

29.07.1934

 

SÃO CRISTÓVÃO 2 x 1 FLAMENGO

Local: Figueira de Melo

Árbitro: Waldemar Alves

Gols: Aderne e Vicente; Nelson.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Joãozinho, Manoelzinho (Vicente), Bahianinho e Aderne. Técnico: Manoelzinho.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves e Pedroso; Alemão, Barbosa e Afonsinho; Roberto, Arthur (Sá), Alfredo, Nelson e Jarbas.

 

VASCO DA GAMA 1 x 0 FLUMINENSE

Local: São Januário

Árbitro: Carlos de Oliveira Monteiro

Gol: Nena.

VASCO DA GAMA: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D’Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

FLUMINENSE: Velloso, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Ivan; Prego, Russo, Barrilotti, Vicentino e Pirica.

 

04.08.1934

 

FLUMINENSE 2 x 2 BONSUCESSO

Local: Laranjeiras

Árbitro: Prego e Barrilotti; Miro e Rebolo.

Gols: Carlos de Oliveira Monteiro.

FLUMINENSE: Dalberto, Ernesto e Votorantim; Marcial, Brant e Ivan; Walter, Arrilaga (Russo), Barrilotti, Prego e Pirica.

BONSUCESSO: Raymundo, Lázaro e Fraga; Cozinheiro, Eurico (Otto) e Claudionor; Caldeira, Rebolo, Hugo, Cecy e Miro.

 

05.08.1934

 

FLAMENGO 1 x 2 BANGU

Local: Laranjeiras

Árbitro: Carlos de Oliveira Monteiro

Gols: Sá; Paulista e Tião.

FLAMENGO: Alberto, Carlos Alves e Pedroso; Alemão, Barbosa (Flávio Costa) e Afonsinho; Roberto, Arthur (Sá), Alfredo, Nelson e Jarbas.

BANGU: Euro, Mário e Camarão; Paulista (Romero), Santana e Médio; Sobral (Paiva), Osório, Tião, Plácido e Dininho. Técnico: Luiz Vinhaes.

 

12.08.1934

 

AMÉRICA 1 x 1 SÃO CRISTÓVÃO

Local: Campos Sales

Árbitro: Jorge Marinho

Gols: Nabor; Manoelzinho.

AMÉRICA: Walter, Vital e De Saa; Ferreira, Mariani e Arresi; Carola, Rivarola, Nabor, Curto e Carreiro.

SÃO CRISTÓVÃO: Francisco, Zé Luiz e Mário; Agrícola, Dodô e Armando; Walter, Joãozinho, Manoelzinho, Bahianinho e Aderne. Técnico: Manoelzinho.

 

 BAHIA: Leça (Zaluar), Arnaldo (Nilton) e Zé Grilo; Pedrinho, Ivon (Giba) e Evilásio; Gereco (Camerino), Alfredo (Viana), Carlito, Tóia (Zé Hugo) e Isaltino.

BOTAFOGO: Gato Preto, Alberto (33) e Vadoca; Júlio, Mundinho e Juvenal; Bibiu, Licinho (Raimundo), Dedeu (Paulo Teiu), Gilberto (Estanislau) e Titas (Néo).

GALÍCIA: Burguês, Bartolomeu e Bacamarte; Augusto (David), Alberto e Valter; Mosquito (Airton), Elísio (Guilherme), Mituca, Joãozinho e Aurélio (Menezes).

GUARANY: Costa (Barrinha), Mila (Filhinho) e Tonho; Puruca, Chagas (Carioca) e Helvécio; Lamarona (Alegre), Neto, Orlando, Fernando (Roliço) e Valdomiro.

SÃO CRISTÓVÃO: Bonfim, Chastinet e Felão; Bengalinha, Cavalcanti e Jorge; Roberto (Gilberto), Tinuca, Silvio, Mozart (Mário) e Índio.

VITÓRIA: Periperi, Valder e Braz (Alírio); Cláudio, Diogo (Bombeiro) e Joel (Luiz Viana) (Tourinho); Tombinho, Moacir (José) (Maneco), Nilton, Juvenal e Sibaúna.

YPIRANGA: Zeca (Mãozinha), Pequeno e Kleber (Sabino); Antônio Mário (Marito), Zizo (Berto) e Raimundo I; Bernardo, Chaves, Novinha, Israel e Raimundo II.

 

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BAHIA: Zaluar (Lessa), Arnaldo (Fidelmano) e Zé Grilo; Pedrinho, Bengalinha (Bibi) e Evilásio (Biguá); Gereco (Camerino), Carlito (Ivon) (Dori), Zé Hugo (Alfredo), Velau (Toia) e Izaltino (Gaguinho).

BOTAFOGO: Ferrari, 38 (Neves) e Alberto (Ninô); Cacuá (Alberto), Futrica (Cabo) e Enock (Prego); Lídio, Dedeu, Labodi, Estanislau (Santinho) e Totó (Lobi).

GALÍCIA: Josenias (Aníbal) (Burguês), Bartolomeu e Bacamarte; Valter, Alberto e Sabino (Aristides); Mosquito, Joãozinho, Breno (Sabino II), Nô (Deraldo) e Dedé.

GUARANY: Vavá, Zé Pretinho e Nilton; Bolívar, Puruca e Helvécio; Alegre, José, Hamilton, Aurélio e Julinho.

SÃO CRISTÓVÃO: Grosso (Sales), Greco (Felão) e Alírio; Zizo, Diogo e Júlio (Jorge) (Tinuca); Marito (Gramacho), Dade (Gileno), Liberato, Ferreirinha (Lourinho) e Índio (Moreninho).

VITÓRIA: Antoninho (Menezes) (Bonfim), Cláudio (Valter) e Valder; Augusto, Luiz Viana (Mundinho) e Joel; Tombinho (Moacir), Édson, Siri (Milton), Fernando Cacetão e Dario.

YPIRANGA: Mãozinha (Zeca), Vitamina (Antônio) (Zelito) e Floriano (Nelson); Zae (Chaves) (Vandu), Berto (Josias) e Raimundo I (Hildebrando); Bernardo (Licinho), Pequeno (Teco), Novinha, Detinho (Miro) e Antônio Mário (Raimundo II) (Leônidas).

 

BAHIA: Lessa, Arnaldo e Bahiano (Zé Grilo) ; Pedrinho, Ivon e Evilásio (Silva); Gereco (Viana) (Arquimedes), Fabrini, Siri (Zé Hugo), Velau (Fernando Cacetão) e Izaltino.

BOTAFOGO: Ferrari, Jalves (38) (Chastinet) e Gregório (Bonfim) (Lourival); Amaral (Carlito), Prazeres (Sodré) e Alagoano (Caracol); Cazuza (Gilberto), Labodi (Negrão), Israel (Mário) (Vareta), Nivaldino (Alcides) (Cabo) e Tuca (Valmir).

GALÍCIA: Binga (Burguês), Bartolomeu e Bacamarte (Ariovaldo); Calado (Alberto), Valter (Falabaixinho) e Sabino (Aristides); Louro, Breno, Airton, Joãozinho e Dino (Pagé).

GUARANY: Vavá, Helvécio (Zé Pretinho) e Nilton; Manu (Leodegário), Zé do Correio e Índio (Vandu); Camerino, Lamarona, Puruca (Elísio) (Hamilton), José e Fubu (Aurélio).

SÃO CRISTÓVÃO: Ioiô, Greco e Alírio; Zizo, Vivi e Júlio; Moacir (Passarinho) (Colete), Americano, Novinha, Detinho e Cleon (Tintas).

VITÓRIA: Sales (Antoninho), Valter (Lilico) (Cláudio) e Joel; Celino (Durval), Mundinho (Valder) e Augusto (Reserva); Tombinho (Édson), Cacuá (Miltinho) (Prego), Carlito, Jaime (Dario) (Zequinha) e Sibauna (Braz).

YPIRANGA: Bonfim (Santis), Galego e Guerreiro (Valfrido); General (Bolívar), Berto e Raimundo I; Bernardo, Ranulfo (Chaves), Pequeno, Estanislau e Raimundo II.

 

BAHIA: Lessa, Arnaldo e Zé Grilo; Pedrinho, Rodrigues e Pereira (Bianchi) (Evilásio); Gereco, Fernando (Mozart), Zé Hugo, Arquimedes (Velau) e Isaltino (Viana) (Farani).

BOTAFOGO: Vavá (Mãozinha), Jalves (Nem) e Bispo (Nequinha); Aristides (Carlito), Amaral (Cabo) e Negrão (Alagoano); Gilberto, Labodi, Nivaldino, Israel e Tintas (Tuca).

GALÍCIA: Zé Binga (Burguês), Bartolomeu (Jonga) e Daruanda; Paulo (Nevercínio), Alberto (Valdir) e Valter; Gonzalez (Louro), Americano (Breno), Lelé, Valdir (Joãozinho) e Dino.

GUARANY: Menezes, Manu e Bacamarte; Bolívar, Mundinho (Zé do Correio) e Sabino (Helvécio); Camerino, Berto, Elísio, Tuta e Aurélio.

SÃO CRISTÓVÃO: Pinheiro (Ioiô), Floriano e Índio; Tuzinho, Prazeres e Augusto; Júlio (Pinho), Calado (Julinho), Novinha (Alvinho) (Airton), Palito e Roberto.

VITÓRIA: Sales (Muniz), Celino (Valter) (Lilico) e Valder; Bengalinha (Silva) (Luiz Viana), Joel (Faustino) (Guedes) e Florisvaldo; Tombinho, Gringo, Carlito (Milton) (Zé Prego), Jaime (Durval) e Dilson (Detinho) (Dario).

YPIRANGA: Bonfim (Batista), General (Lourinho) e Gregório (Alírio); Aloísio (Mário Pixe), Lourenço e Raimundo; Cacuá, Chaves (Ranulfinho), Pequeno, Estanislau (Passarinho) e Dedé.

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