1ª DIVISÃO

1º QUADROS PALESTRA ITÁLIA (SÃO PAULO)
2º QUADROS PALESTRA ITÁLIA (SÃO PAULO)

2ª DIVISÃO

1º QUADROS SPORT CLUB SÍRIO (SÃO PAULO)
2º QUADROS UNIÃO LAPA FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

DIVISÃO MUNICIPAL

1º QUADROS ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ESTRELA DE OURO (SÃO PAULO)

DIVISÃO DO INTERIOR

1º QUADROS PAULISTA FUTEBOL CLUBE (JUNDIAÍ)

TORNEIO DE CONSOLAÇÃO

1º QUADROS UNIÃO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
2º QUADROS UNIÃO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
 

SÉRIE A-1

CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)
VICE CAMPEÃO GUARANI FUTEBOL CLUBE (CAMPINAS)

SÉRIE A-2

CAMPEÃO SÃO BERNARDO FUTEBOL CLUBE (SÃO BERNARDO DO CAMPO)
VICE CAMPEÃO UNIÃO AGRÍCOLA BARBARENSE FUTEBOL CLUBE (SANTA BÁRBARA D’OESTE)

SÉRIE A-3

CAMPEÃO RIO BRANCO ESPORTE CLUBE (AMERICANA)
VICE CAMPEÃO GRÊMIO ESPORTIVO OSASCO (OSASCO)

2ª DIVISÃO

CAMPEÃO CLUBE ATLÉTICO VOTUPORANGUENSE (VOTUPORANGA)
VICE CAMPEÃO SÃO VICENTE ATLÉTICO CLUBE (SÃO VICENTE)
COPA PAULISTA DE FUTEBOL
CAMPEÃO ESPORTE CLUBE NOROESTE (BAURU)
VICE CAMPEÃO GPA AUDAX ESPORTE CLUBE (SÃO PAULO)

1ª DIVISÃO – SUB – 20

CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)
VICE CAMPEÃO SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

2ª DIVISÃO – SUB – 20

CAMPEÃO OSASCO FUTEBOL CLUBE (OSASCO)
VICE CAMPEÃO JABAQUARA ATLÉTICO CLUBE (SANTOS)

SUB – 17

CAMPEÃO DESPORTIVO BRASIL (PORTO FELIZ)
VICE CAMPEÃO MARÍLIA ATLÉTICO CLUBE (MARÍLIA)

SUB – 15

CAMPEÃO GPA AUDAX ESPORTE CLUBE (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS (SÃO PAULO)

SUB – 13

CAMPEÃO SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)

SUB – 11

CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS (SÃO PAULO)

FEMININO

CAMPEÃO SÃO JOSÉ ESPORTE CLUBE (SÃO JOSÉ DOS CAMPOS)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CENTRO OLÍMPICO (SÃO PAULO)

AMADOR DO ESTADO

CAMPEÃO SOCIEDADE ATLÉTICA BOA VISTA (DIADEMA)
VICE CAMPEÃO CLUBE ATLÉTICO JUVENTUS (ITU)

ESTADUAL DE LIGAS AMADORAS

CAMPEÃO SELEÇÃO DE DIADEMA
VICE CAMPEÃO SELEÇÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE

 Fonte: Federação Paulista de Futebol

 

TIMES PARTICIPANTES
Alliança Football Club (das Laranjeiras).
Esperança Football Club (de Bangu).
Club Athletico Guanabara (das Laranjeiras).
Rio Branco Football Club (das Laranjeiras).

A LMSA resolveu, por unanimidade, a exclusão do Guarany FC e do Cascadura FC, por falta de pagamento.

RESULTADOS
12/05 Esperança 2 x 1 Rio Branco (em Bangu).

26/05 Guanabara 3 x 3 Alliança (Rua das Laranjeiras).
Obs: O Guanabara perdeu os pontos por ter utilizado o player Antônio Torres, que não estava inscrito na Liga.

09/06 Alliança 4 x 1 Rio Branco (Rua Paysandu).

23/06 Esperança 1 x 3 Guanabara (em Bangu).

07/07 Rio Branco 0 x 3 Guanabara (Rua Paysandu).

21/07 Alliança 2 x 2 Esperança (Rua Paysandu).

25/08 Alliança 1 x 2 Guanabara (Campo de São Cristóvão).

08/09 Guanabara 4 x 3 Esperança (Rua Paysandu).

29/09 Rio Branco 4 x 0 Alliança (Rua das Laranjeiras).

06/10 Rio Branco 8 x 1 Esperança (Rua Paysandu).

12/10 – Guanabara 7 x 0 Rio Branco (Rua Paysandu).

20/10 – Esperança 3 x 1 Alliança (em Bangu).

CLASSIFICAÇÃO
PG J V E D GP GC SG
1° CA Guanabara
10 6 5 0 1 22 8 + 14
2° Alliança FC
05 6 2 1 3 11 15 – 04
2° Esperança FC
05 6 2 1 3 12 19 – 07
4° Rio Branco FC
04 6 2 0 4 14 17 – 03

CLUB ATHLETICO GUANABARA, CAMPEÃO DO RIO DE JANEIRO (SEGUNDA DIVISÃO) – 1912

Abaixo, duas fichas técnicas.

ALLIANÇA FC 3 x 3 CA GUANABARA
Data: 26 / 05 / 1912
Local: Rua das Laranjeiras, campo do Alliança FC, Rio de Janeiro.
Árbitro: Armando de Almeida
Competição: Campeonato Carioca da 2ª Divisão – LMSA
Gols: 1° tempo: Guanabara 2 a 1, Jorge (2) e Vianna (c); Final: 3 a 3, Jorge e Carlos (2)
Alliança: Motta, Bermann e Elpídio; Joviniano, Altino e Paulino; Júlio, Joaquim, Carlos, Clodomiro e Dutra.
Guanabara: Evandro, Rodolpho e Vianna; Dolabella, Antônio Torres e Orlando; Waldemar, Baptista, Jorge, Argeu e Ernâni.
Obs:
1. O Alliança ganhou os pontos devido à escalação irregular de Antônio Torres pelo Guanabara;
2. Alliança FC, cores: auri-rubro; CA Guanabara, cores: verde e negro.

CA GUANABARA 7 x 0 RIO BRANCO FC
Data: 12 / 10 / 1912
Local: Rua Guanabara, Rio de Janeiro.
Árbitro: Mário Pernambuco
Competição: Campeonato Carioca da 2ª Divisão – LMSA
Gols: Baptista (2), no 1° tempo; Jorge (2), Manduca (2) e Ernâni, no 2° tempo.
Guanabara: Victor, Teixeira “Tangerina” e Vianna; Argeu, Rodolpho e Dolabella; Ernâni, Manoel “Manduca”, Jorge, Baptista e Coelho Netto.
Rio Branco: Attílio, Roxo e Everaldo; Raul, Alcides e Mattos; Edgar, Tinoco, Juca, Pio e Medrado.

Fontes: Gazeta de Notícias, Jornal do Brasil e Jornal do Commercio

Pesquisas: Pedro Varanda.

 

 

 

1º Q

2º Q

3º Q

01º

IRAJÁ A.C. (RIO DE JANEIRO)

18

05

03

02º

MAUÁ F.C. (RIO DE JANEIRO)

15

13

10

03º

A.A. JACAREPAGUÁ (RIO DE JANEIRO)

14

13

11

04º

DE MARIA F.C. (RIO DE JANEIRO)

13

03

14

05º

FIDALGO F.C. (RIO DE JANEIRO)

08

20

18

06º

MAGNO F.C. (RIO DE JANEIRO)

06

07

06

07º

OPOSIÇÃO F.C. (RIO DE JANEIRO)

04

17

04

 CAMPEÃO DOS 1º QUADROS – IRAJÁ ATLÉTICO CLUBE

CAMPEÃO DOS 2º QUADROS – FIDALGO FUTEBOL CLUBE

CAMPÃO DOS 3º QUADROS – FIDALGO FUTEBOL CLUBE

 

1ª DIVISÃO

1º QUADROS CLUBE ATLÉTICO PAULISTANO (SÃO PAULO)
2º QUADROS PALESTRA ITÁLIA (SÃO PAULO)

2ª DIVISÃO

1º QUADROS MINAS GERAIS FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
2º QUADROS UNIÃO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

DIVISÃO INFANTIL

CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO BENTO (SÃO PAULO)
 

1ª DIVISÃO

1º QUADROS FLUMINENSE FOOTBALL CLUB (RIO DE JANEIRO)
2º QUADROS CLUBE DE REGATAS FLAMENGO (RIO DE JANEIRO)

2ª DIVISÃO

1º QUADROS CATETE FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)
2º QUADROS PALMEIRAS ATLÉTICO CLUBE (RIO DE JANEIRO)

3ª DIVISÃO

1º QUADROS AMERICANO FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)
2º QUADROS ESPERANÇA FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)

DIVISÃO INFANTIL

CAMPEÃO VILA ISABEL FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)
VICE CAMPEÃO BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE
 

O Campeonato Carioca de 1920 (organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres) foi marcado pelo título do Clube de Regatas Flamengo, que encerrou uma sequencia de três títulos seguidos pelo Fluminense Football Club.

Afinal, o fato de o Tricolor das Laranjeiras ter vencidos as últimas três edições do Estadual com uma equipe tida como imbatível acabou sendo um prazer a mais para os rubro-negros e, por consequente, aumentando a rivalidade entre os dois clubes.

CURIOSIDADE - E, só para fazer uma citação para quem desconheça de um fato interessante. A distância entre o Estádio das Laranjeiras (casa do Fluminense) e o Estádio Paissandu (casa onde o Flamengo treinava e jogava) não era mais do que 300 metros. Bastava atravessar a Rua Pinheiros Machado (mapa abaixo).

 

Voltando ao campeonato, o Flamengo, de forma surpreendente, venceu com duas rodadas de antecedência. Contudo a última rodada tinha frente a frente Fluminense x Flamengo, nas Laranjeiras e muita coisa em jogo.

O Tricolor queria vencer de qualquer jeito, pois se o título já estava nas mãos do rival, a invencibilidade ainda não. E uma vitória representaria jogar “água no chope” no caneco rubro-negro.

Afinal de contas, até ali (1906-19) das 14 edições do Estadual apenas em três oportunidades o campeão fechou sem nenhuma derrota: Fluminense em 1908 e 1909 (ambos em 10 jogos) e o Flamengo em 1915 (12 partidas).

 

O JOGO

Enfim, chegou à última rodada, no dia 19 de dezembro de 1920, o Estádio das Laranjeiras estava abarrotado! Como dizia o meu avô: “Nem uma mosca conseguiria ficar na arquibancada sem ser esmagada”.

Com sede por vitória, o Fluminense abriu o placar aos 16 minutos com o atacante Zezé. Mas o Flamengo empatou com Candiota aos 31 minutos. E, assim as duas equipes foram para o vestiário com um empate em 1 a 1.

Na segunda etapa, novamente o Fluminense voltou a passar a frente do placar, logo aos 4 minutos por intermédio de Welfare. Contudo, o Flamengo provou que o título não foi à toa e voltou a empatar aos 15 minutos com Valdemar.

Fim de jogo e o Flamengo festou mais uma conquista na casa do rival, com direito a empatar em número de conquistas invictas com o Tricolor: dois para cada lado.

O Jornal O Imparcial (Abaixo) publicou na sua página 8 (segunda-feira, no dia 20 de dezembro de 1920), fotos de 18 jogadores do Flamengo e Fluminense, a escalação e uma foto no centro mostrando o Estádio das Laranjeiras completamente lotado. Provando que o futebol no início dos anos 20 já era popular, atraindo as atenções do povão, imprensa e políticos.

 

 DADOS

Campanha – O Flamengo somou 31 pontos em 18 jogos: foram 13 vitórias e cinco empates; marcando 44 gols e sofrendo 19. O time-base do Flamengo: Kuntz, Burgos e Telefone; Rodrigo, Sisson e Dino; Carregal, João de Deus Candiota, Sidney Pullen, Junqueira e Candiota.

Os gols: Junqueira marcou 15 gols; Candiota fez 10; Sidney Pullen anotou Seis; Sisson marcou Cinco; Eustace Pullen assinalou três; e Carregal, Geraldo, Japonês, Telefone e Valdemar  marcaram um gol cada.

 

PERGUNTA

Uma pergunta fica no ar: Será que, de alguma forma, a popularidade do futebol não inspirou “A Semana de Arte Moderna” (também chamada de Semana de 22), que aconteceria 14 meses depois (ocorreu em São Paulo no ano de 1922, nos dias 13 a 17 de fevereiro, no Teatro Municipal)?

A fim de que a pintura e escultura; poesia, literatura e música; também tivessem um espaço tão grandioso na mídia quanto no coração dos brasileiros? Certamente seria uma bela tese de mestrado. Fica aqui a sugestão aos universitários apaixonados pela arte em geral.

 

 Fonte e imagem: Google Maps e Jornal O Imparcial  

 

Complementando o meu último artigo, eis alguns detalhes dos campeonatos da Federação Paulista de Football, entidade oficial do futebol paulista em 1933 e 1934.

CAMPEONATO PAULISTA DE FOOTBALL de 1933 – FPF

Participantes (só se inscrevram clubes da capital, não houve campeonato do interior):

- C.A. Albion (São Paulo) – ex-São Paulo Alpargatas, havia vencido a segundona no ano anterior, mas sua participação na primeirona da APEA havia sido vetada pelos “figurões” do conselho técnico, situação bem comum na época. Sua sede era na Rua São Jorge, pertinho do Corinthians.

- A.A. Casale Paulista (São Paulo) – clube do bairro Cambuci.

- Feira Livre F.C. (São Paulo)

- Minas Geraes F.C. (São Paulo) – do bairro do Brás, chegou a disputar outros paulistões e ser campeão de divisões inferiores. No final dos anos 20 mudou de nome algumas vezes, fez fusão, e chegou a se chamar Auto-Audax. Em 1933, por algum motivo, o clube voltou a se chamar Minas Geraes.

- A.A. das Palmeiras (São Paulo) – surpresa para mim. Alguns sócios do veterano e famoso clube de futebol da capital não haviam aceitado o fim da equipe e fuga de sócios para o SFC e resolveram “reerguer” o clube, com sede nova (já que a Floresta ficou com o Tricolor). Infelizmente, durou pouco tempo.

- C.A. Paulista (São Paulo) – fruto da fusão entre o tradicional S.C. Internacional e o Antarctica

- A.A. República (São Paulo) – clube do bairro Aclimação, participou de campeonatos anteriores. Ao que fui informado, ainda existe como time amador.

- São Paulo Railway A.C. (São Paulo) – atual Nacional Atlético Clube, o “Ferrinho”.

- União Guarany F.C. (São Paulo)

- União Vasco da Gama F.C. (São Paulo)

Os seguintes clubes faziam parte do grupo dos “fiéis” à CBD, participariam do campeonato, mas desistiram antes do início da competição, pois temiam que a FPF não fosse reconhecida. Foi um mal movimento, pois a mesma foi filiada pela CBD em agosto, dois meses após o início da competição. Considerados fortes, a ausência deles foi mais do que sentida:

- Guarani F.C. (Campinas)

- C.A. Juventus (São Paulo) – o “Moleque Travesso” só se tornaria o C.A. Fiorentino no ano seguinte

- C.A. Santista (Santos)

 

OS CAMPEÕES DA FPF em 1933

Campeonato Paulista de Primeiros Quadros – Albion (campeão), União Guarany (vice)

Campeonato Paulista de Segundos Quadros – Albion (campeão), São Paulo Railway (vice)

Torneio Início de Primeiros Quadros – Paulista (campeão), Albion (vice)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notícia sobre a filiação da Federação Paulista de Football, em 1933

 

 

 

Fugindo um pouco do tema “futebol fluminense”, o post de hoje é sobre mais uma injustiça do mundo do futebol.

Todos sabemos que nos conturbados 30 anos iniciais do esporte predileto dos brasileiros foram frequentes as cisões esportivas estaduais, originando ligas rivais e disputas de duas competições em um mesmo ano.

A regra sobre a validade ou não desses campeonatos é simples: foi um clube grande que ganhou? Se sim, o título é contado, se não, é relegado às traças da memória.

Contudo, o caso do futebol paulista em 1933 e 1934 é ainda mais chocante: os campeonatos da Federação Paulista de Football, a entidade OFICIAL do futebol de São Paulo, ou seja, FILIADA E RECONHECIDA pela entidade máxima do país, a Confederação Brasileira de Desportos, esta por sua vez reconhecida pela FIFA, é simplesmente ignorada pela atual FPF, assim como pela imprensa. O motivo original: seus campeões, Albion (33) e Juventus (34) são clubes pequenos. O motivo atual: dirigentes da FPF atual e a mídia em geral nem devem saber que esse campeonato existiu.

 

Juventus, o campeão paulista oficial de 1934, quando se chamava C.A. Fiorentino

Explicando melhor a história:

A Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA), dirigente oficial do futebol paulista, já vinha se aproximando do profissionalismo, para o desgosto de alguns clubes. Em 1926 houve uma séria cisão, quando as agremiações que se diziam verdadeiramente amadoristas abandonaram a APEA e fundaram a Liga de Amadores de Football (LAF). A CBD, no entanto, continuou do lado da APEA, pois o profissionalismo desta não podia ser comprovado. De 1926 até 1929 houveram dois campeonatos paulistas, o da APEA e o da LAF, sendo que apenas o da APEA, filiada à CBD, era oficial. Não obstante, mesmo que a LAF fosse “pirata”, todos, atualmente, contabilizam os dois campeonatos na lista oficial de campeões paulistas. Foram eles:

1926 – Palestra Itália (APEA) e Paulistano (LAF)

1927 – Palestra Itália (APEA) e Paulistano (LAF)

1928 – Corinthians (APEA) e Internacional (LAF)

1929 – Corinthians (APEA) e Paulistano (LAF)

Sem apoio oficial a LAF, enfraquecida, acabou. E seus principais clubes, entre eles Paulistano, AA das Palmeiras, Germânia e Internacional, relevantíssimos no cenário do futebol paulista, infelizmente saíram de cena de nosso futebol, sendo alguns extintos e outros apenas encerrando o departamento de futebol.

De 1930 a 1932 a APEA reinou sozinha no futebol bandeirante. Porém, em 1933, veio a cisão profissionalista. E eis o que aconteceu, contando em paralelo os fatos no Distrito Federal (Rio de Janeiro), para ajudar na compreensão.

Os dois maiores centros de futebol do país eram comandados, até então, pela já mencionada APEA (SP) e pela Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA, do DF/Rio), ambas filiadas à CBD.

Em 1933 alguns clubes do Rio e de São Paulo decidiram implantar o regime profissional. A CBD foi categoricamente contra. O que aconteceu no Rio e em São Paulo, então, de certa forma foram o inverso um do outro.

No Rio de Janeiro a AMEA, entidade oficial, manteve-se do lado da CBD e bateu o pé contra o profissionalismo, por mais que o mesmo já fosse praticado por baixo dos panos. Os clubes dissidentes, então, saíram da AMEA (e, junto, da CBD e da FIFA) e fundaram a Liga Carioca de Football (LCF), profissional e “pirata”.

Em São Paulo foi o contrário. A direção da APEA posicionou-se a favor do profissiolismo, e foi desfiliada pela CBD, tornando-se uma liga não-oficial. Alguns clubes, porém, preferiram ficar do lado da CBD, e fundaram a Federação Paulista de Football (FPF), logo filiada e reconhecida pela CBD como a entidade máxima do futebol paulista. Entre eles o Guarani, a Ponte Preta, o CA Paulista, Hespanha (atual Jabaquara), São Paulo Railway (atual Nacional), entre outros.

Em 1933 e 1934, então, tivemos no Rio e em São Paulo dois campeonatos em cada, sendo um “amador” (em tese) e oficial (reconhecido pela CBD, entidade filiada à FIFA), e o outro profissional e pirata (não-oficial, lembrando que a Federação Brasileira de Football foi criada depois pelos dissidentes, mas jamais reconhecida pela FIFA). Foram campeões:

1933/SP – Albion (“amador”, oficial), Palestra Itália (profissional, pirata)

1933/Rio – Botafogo (“amador”, oficial), Bangu (profissional, pirata)

1934/SP – Juventus (“amador”, oficial), Palestra Itália (profissional, pirata)

1934/Rio – Botafogo (“amador”, oficial), Vasco (profissional, pirata)

Lembrando que o Juventus, quando conquistou o título, chamava-se “Clube Atlético Fiorentino”, jogando com camisa grená e flor-de-lis inspirada no emblema da Fiorentina italiana no peito. Depois de conquistar o título de “Campeão Paulista de Futebol” o Juventus ainda conquistou a Taça São Paulo, novo nome da Taça Competência, ao vencer a AA Ferroviária de Pindamonhangaba, campeã do interior, por 5 x 0 e 3 x 1. Esse título também não é lembrado, pois até da lista de campeões da Taça Competência Albion e Juventus são excluídos…

A história da cisão no Rio de Janeiro é muito bem lembrada, pelo tamanho do Botafogo. Porém, em São Paulo, Juventus (que até então conquistara um terceiro lugar em 1932, em campeonato com todos os grandes) e Albion foram jogados para escanteio.

Em 1935 a facção “cebedista”, como os jornais chamavam, virou o jogo. A CBD finalmente aceitou o profissionalismo (ou melhor, admitiu que este fosse praticado às claras), e muitos dos clubes mais fortes das entidades piratas passaram para o seu lado, exceção feita à Flamengo, Fluminense, América e Portuguesa, que ainda insistiriam com a FBF por mais alguns anos. Um dos motivos da debandada para a CBD: como a entidade era filiada à FIFA, fora dela os dissidentes não conseguiam jogar partidas amistosas internacionais, e a tendência seria um isolamento e enfraquecimento cada vez maior. Bastava a CBD aceitar o profissionalismo para ganhar a parada.

De 1935 a 1936, novamente foram dois campeonatos, desta vez ambos eram profissionais, continuando a APEA e a LCF como “piratas” e com as amadoristas FPF e AMEA sendo “transformadas” em entidades profissionais, sendo elas a Liga Paulista de Football e a Federação Metropolitana de Desportos. Seus campeões:

1935/SP – Santos (profissional, oficial), Portuguesa (profissional, pirata)

1935/Rio – Botafogo (profissional, oficial), América (profissional, pirata)

1936/SP – Palestra Itália (profissional, oficial), Portuguesa (profissional, pirata)

1936/Rio – Vasco (profissional, oficial), Fluminense (profissional, pirata)

Como podemos ver, ao contrário de 33 e 34 todos os campeões do ano são equipes consideradas grandes em seus estados. Logo, nenhum desses títulos são esquecidos na contagem oficial das respectivas federações estaduais.

A situação de esquecimento é tão grave que mesmo o Juventus parece não entender o status do título que ganhou. Na página oficial do clube, informam secamente que foram campeões paulistas amadores, quase dando a entender que era um título de categoria inferior. Ora, todos os campeões pré-1933, em todo o Brasil, eram amadores!

Já o Albion nem existe mais para se defender.

Resta apenas aos que amam o futebol guardar esses fatos com cuidado, e divulgarem sempre que puderem.

 

Qual é a “dobradinha” mais vencedora do eixo Rio-São Paulo?

*Campeões estaduais no Rio e em São Paulo, no mesmo ano.
*Qual a dupla de clubes que mais se repetiu?

Campeonato Carioca e Campeonato Paulista – duas competições de muita história e glamour.
O futebol de São Paulo começou antes – em 1902 – o seu principal certame; os cariocas, pouco depois –, em 1906. Ambos são seculares.
Quando da instituição do Torneio Rio-São Paulo, tivemos sedimentada uma união para a organização da disputa, mas também uma vitalização da rivalidade entre essas duas potências do futebol nacional.
Mas e as dobradinhas de campeões formadas ao longo de tanto tempo? Qual é a dupla de campeões dos certames estaduais do Rio e de São Paulo que mais vezes ganhou o certame de seu estado?
O Corinthians é o clube mais vezes campeão paulista (26 títulos); o Flamengo detém essa primazia do lado carioca (32 títulos). Mas não é a dupla Flamengo/Corinthians a número um em títulos levantados na mesma temporada.
Eis as dobradinhas formadas ao longo desse período de mais de um século de estaduais do eixo Rio-São Paulo, considerando apenas os quatro clubes grandes de cada estado.

Colocação/Dupla de campeões/Anos em que formaram a dupla/Total

1.º – Flamengo/Palmeiras – 1920, 27, 42, 44, 63, 72, 74, 96 e 2008 – (9)
2.º – Vasco/Corinthians – 1923, 24, 29, 52, 77, 82, 88 e 2003 – (8)
3.º – Botafogo/Santos – 1935, 61, 62, 67, 68, 2006 e 10 – (7)
3.º – Fluminense/Corinthians – 1924, 37, 38, 41, 51, 83 e 95 – (7)
3.º – Flamengo/Corinthians – 1914, 39, 54, 79, 99, 2001 e 09 – 7
6.º – Vasco/São Paulo – 1945, 49, 70, 87, 92 e 98 – (6)
6.º - Fluminense/São Paulo – 1946, 71, 75, 80, 85 e 2005 – (6)
6.º – Vasco/Palmeiras – 1934, 36, 47, 50, 93 e 94 – (6)
9.º – Flamengo/Santos – 1955, 65, 78, 2007 e 11 – (5)
9.º – Flamengo/São Paulo – 1943, 53, 81, 91 e 2000 – (5)
11.º - Fluminense/Santos – 1964, 69, 73 e 84 – (4)
11.º – Fluminense/Palmeiras – 1936, 40, 59 e 76 – (4)
13.º – Botafogo/São Paulo – 1948, 57 e 89 – (3)
13.º – Botafogo/Palmeiras – 1932, 33 e 34 – (3)
15.º – Vasco/Santos – 1956 e 58 – (2)
15.º - Botafogo/Corinthians – 1930 e 97 – (2)

Portanto, Flamengo e Palmeiras formam a parceria mais repetida nos estaduais do eixo Rio-São Paulo, com 9 vezes. Logo a seguir, com 8, surgem Vasco e Corinthians.

Flamengo e Palmeiras comemoram título dos campeonatos Carioca e Paulista, em 2008 - Fotos: Gazeta Press / Lancenet

Vasco/Santos e Botafogo/Corinthians são as parcerias menos frequentes.

Fonte:
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

(O texto que segue foi extraído da revista Esporte Ilustrado Nº 775, de 12.02.53, edição especial em homenagem ao Vasco da Gama)

Devido à sua apagada atuação no campeonato de 1951, não se acreditava nas possibilidades do Vasco em 52. Fluminense, Flamengo, Bangu e Botafogo, de um modo geral, eram apontados pela cátedra esportiva como favoritos. Esqueceram um pouco o velho “Campeoníssimo”, o que, aliás, não deixou de ser uma vantagem. No futebol, quase sempre, não é interessante ser favorito, porque pode-se trabalhar mais à vontade e sem alarde. Ciro Aranha reassumiu a presidência do clube e Gentil Cardoso foi contratado para técnico. Reajustada a máquina administrativa, com todos os seus departamentos trabalhando em perfeita conexão, teve início a gloriosa jornada, que culminou com a conquista de mais um título, e a volta da hegemonia do futebol guanabarino a São Januário. Supremacia que desde 1945 pertence ao glorioso C.R. Vasco da Gama, com apenas três interrupções na sua série de êxitos: 46, 48 e 51. Em 8 temporadas, 5 títulos!

Em 1951, o grande sonho de todos os vascaínos – a conquista do tricampeonato – por um desses caprichos do destino, se desfez. Foi um mal ano para o grêmio da Cruz de Malta, o ano do colapso, conforme o dr. Amilcar Giffoni teve ocasião de explicar. Contrariando a opinião, quase geral, de que o seu plantel estava acabado, o Vasco fez uma campanha que primou pela regularidade.
Estreou abatendo o Madureira por 5 a 2; na segunda rodada, venceu o Canto do Rio, por escore modesto, 2 a 1; depois abateu o Bonsucesso por 5 a 2; na quarta rodada logrou o seu primeiro grande resultado ao derrotar o Bangu por 6 a 2. Esteve de folga na etapa seguinte, e na sexta rodada perdeu a liderança e a invencibilidade, devido à derrota ante o Fluminense, por 1 a 0. No domingo seguinte reabilitou-se plenamente, vencendo ao Flamengo por 3 a 2. Derrotou o Olaria, por 2 a 1, e a seguir, empatou com o Botafogo de 1 a 1, perdendo mais um ponto. Depois derrotou ao América por 3 a 0 e ao São Cristóvão por 2 a 1. Terminou o turno em segundo lugar, com três pontos perdidos, a um do líder, o Fluminense.
No returno, venceu ao São Cristóvão, 3 a 1; descansou na segunda rodada; e, na seguinte, vencendo ao Canto do Rio, por 1 a 0, assumiu o primeiro posto, em face da derrota sofrida pelo tricolor ante o Madureira por 2 a 1. Daí por diante foi o ponteiro do certame até ao final, tendo derrotado sucessivamente, ao Botafogo, 1 a 0; Madureira, 3 a 0; Flamengo, 1 a 0; América, 2 a 0; e ao Bonsucesso, 4 a 1. Na nona rodada, empatou com o Fluminense de 2 a 2, mantendo a diferença de 4 pontos do seu mais sério rival. Com a vitória sobre o Bangu, por 2 a 1, sagrou-se campeão, independente do resultado do seu último jogo, contra o Olaria, a quem abateu por 1 a 0.

Lances de um título

Lance do primeiro gol do Vasco no campeonato carioca de 1952, contra o Madureira. O seu autor foi o centro-médio Darcy, do tricolor suburbano, tentando desviar um centro de Chico para Ademir. Irezê ainda chegou a pular para tentar cortar a trajetória do couro

Primeiro gol do Vasco no carioca de 1952

 

Edmur marcando o primeiro gol do Vasco contra o Bonsucesso, vendo-se Paulista caído e Waldir encobrindo o marcador

Edmur marcando o primeiro gol do Vasco contra o Bonsucesso

 

O terceiro gol do Vasco contra o Bangu (turno)

Terceiro gol do Vasco contra o Bangu (turno)

 

O segundo do Vasco contra o Flamengo (turno)

Segundo gol do Vasco contra o Flamengo (turno)

 

Lance sensacional do empate do Vasco com o Botafogo, marcado por Ademir concluindo um tiro rasteiro de Edmur, apesar dos esforços de Juvenal e Osvaldo

Gol de empate do Vasco, contra o Botafogo, marcado por Ademir

 

O segundo gol do Vasco contra o Madureira (returno) num tiro possante de Sabará que superou Irezê

Segundo gol do Vasco contra o Madureira (returno)- Sabará

 

Chico marcando o 2º gol do Vasco contra o América no returno

-Chico marcando o segundo gol do Vasco contra o América no returno

 

O gol da vitória do Vasco sobre o Flamengo (returno), marcado por Ademir, num passe de Ipojucan

Gol de Ademir, na vitoria do Vasco sobre o Flamengo (returno)

 

No empate de 2 x 2 contra o Fluminense, Alfredo assinala o primeiro tento vascaíno

Empate de 2 a 2 com o Flu, gol de Alfredo, o primeiro do Vasco

 

Vavá marca o tento que deu o título de 1952 ao Vasco na peleja frente ao Bangu

Vavá marca o gol que deu o título de 52 ao Vasco, no jogo contra o Bangu

Fonte:
Esporte Ilustrado Nº 775, de 12.02.1953, edição especial
Edição: Paulo Luís Micali

 

O campeão de 1950:  Derrotando o América na última rodada, por 2 a 1, o Vasco sagrou-se campeão carioca de 1950, alcançando o bicampeonato.

TIME DO VASCO, BICAMPEÃO CARIOCA (1950)

Na foto, da esquerda para a direita: Barbosa, Augusto, Laerte, Jorge, Danilo e Eli. Agachados, na mesma ordem: massagista Mário Américo, Alfredo, Ipojucan, Ademir, Maneca e Dejair.

Com esse time-base, o Vasco desenvolveu uma campanha irretocável. Foi o melhor em todos os quesitos: maior número de pontos ganhos (34 contra 31 do América, segundo colocado); maior número de vitórias (17 contra 14 do América e do Bangu); menor número de derrotas (3, o mesmo que o América); melhor ataque: 74 gols assinalados (contra 66 do Bangu, o 2º melhor ataque); melhor defesa: 21 gols sofridos (contra 24 do Bangu); melhor saldo de  gols: 53 (contra 42 do Bangu). E o privilégio de contar com o maior artilheiro da competição, com 25 tentos assinalados, o Queixada (Ademir Menezes).

Disputado por pontos corridos, o certame carioca de 1950 foi decidido na última rodada, no Clássico da Paz, entre Vasco da Gama e América, já no ano de 1951 (dia 28 de janeiro). Naquele dia, o Maracanã acolheu um público total de 121.765 (104.775 pagantes), que proporcionou uma arrecadação de Cr$ 1.577.014,00. Carlos de Oliveira Monteiro (“Tijolo”) dirigiu o encontro. Ademir Menezes abriu o placar logo aos 4 minutos de jogo. Maneco empatou aos 40. Na etapa complementar, aos 29 minutos, novamente Ademir Menezes chegou às redes, no gol do título. Quatro jogadores foram expulsos: Osmar, Godofredo, Eli e Laerte.

Vasco: Barbosa; Augusto e Laerte; Eli, Danilo e Jorge; Alfredo, Ipojucan, Ademir Menezes, Maneca e Dejair. Técnico: Flávio Costa.

América: Osni; Joel e Osmar; Rubens, Osvaldinho e Godofredo; Natalino, Maneco, Dimas, Ranulfo e Jorginho. Técnico: Délio Neves.

Fontes:

Esporte Ilustrado (edição especial) Nº 775, de
12.02.1953

RSSSF

Texto: Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali

 

Ao
longo dos anos muitos torneios foram realizados entre os clubes do nordeste onde alguns clubes se intitulam campeões da copa Nordeste. Muitos torneios amistosos foram realizados entre dois ou três estados e que não s]ao e nem podem ser considerado uma competição regional já que não houve a participação dos estados em sua maioria. Como exemplo disto tem título do Santa Cruz de Recife no Torneio PE-BA de 1956 que alguns, torcedores certamente, atribui  como um título de competição do nordeste, quando de fato foi apenas um torneio entre dois estados.

Relacionamos alguns torneios oficiais ou não que tem o status de campeão nordestino de futebol:

 

Anos Nome competição Campeões Vice-campeão
1946 Copa  Cidade de Natal Fortaleza/CE América/RN
1948 Torneio  dos Campeões do Nordeste Bahia/BA Santa  Cruz/PE
1952 Torneio dos Campeões do Norte-Nordeste Náutico/PE Tuna   Luso/PA
1959 Taça  Brasil / Chave Norte-Nordeste Bahia/BA Sport/PE
1960 Taça  Brasil / Chave Norte Fortaleza/CE Bahia/BA
1961 Taça  Brasil / Chave Norte Bahia/BA Fortaleza/CE
1962 Taça  Brasil / Chave Norte Sport/PE Campinense/PB
1963 Taça  Brasil / Chave Norte Bahia/BA Sport/PE
1964 Taça  Brasil / Chave Norte Ceará/CE Náutico/PE
1965 Taça  Brasil / Chave Norte Náutico/PE Vitória/BA
1966 Taça  Brasil / Chave Norte Náutico/PE Vitória/BA
1967 Taça  Brasil / Chave Norte Náutico/PE América/CE
1968 Torneio  Norte-Nordeste Fortaleza/CE e Sport/PE Bahia/BA e Remo/PA
1969 Torneio  Norte-Nordeste Ceará/CE Remo/PA
1970 Torneio  Norte-Nordeste Fortaleza/CE Sport/PE
1971 Taça  Norte Nordeste(Incluso  como Campeonato Brasileiro da Série B) Remo/PA Itabaiana/SE
1972 Taça  Norte Nordeste(Incluso  como Campeonato Brasileiro da Série B) Sampaio Corrêa/MA Campinense/PB
1973 Taça  Almir de Albuquerque (incluso no Brasileiro Serie A) Norte-Nordeste América/RN Rio  Negro/AM
1976 Torneio  José Américo Filho (Copa Nordeste de clubes) Vitória/BA América/RN
1994 Copa do  Nordeste Sport/PE CRB/AL
1997 Copa do  Nordeste Vitória/BA Bahia/BA
1998 Copa do  Nordeste América/RN Vitória/BA
1999 Copa do  Nordeste Vitória/BA Bahia/BA
2000 Copa do  Nordeste Sport/PE Vitória/BA
2001 Campeonato  do Nordeste Bahia/BA Sport/PE
2002 Campeonato  do Nordeste Bahia/BA Vitória/BA
2003 Campeonato  do Nordeste Vitória/BA Fluminense/BA
2010 Campeonato  do Nordeste Vitória/BA ABC/RN

Títulos

Clubes:

  • Bahia e Sport     6
  • Vitória       5
  • Fortaleza e Nautico   4
  • Ceara e América de Natal    2
  • Sampaio Correia e Remo Pará 1

Estados:

  • Bahia 11
  • Pernambuco 8
  • Ceará 6
  • R.G.do Norte 2
  • Maranhão 1
  • Pará (região Norte) 1
 

Fluminense - Campeão Carioca de 1909 Fonte: http://rankingrj.blogspot.com

O Campeonato de 1909 foi marcado pelas dissensões, o Bangu se fastou da Liga, e por várias derrotas por WO. Com apenas seis concorrentes, alguns se davam ao desplante de não comparecer a certos jogos, evitando goleadas humilhantes.

Aliás, foi no Campeonato Carioca de 1909 que se verificou a histórica goleada de 24 a 0 que o Botafogo aplicou no Mangueira que, providencialmente, não apareceu para a partida do segundo turno. Não era para menos: naquela mesma tarde de 30 de maio, no campo da rua Voluntários da Pátria, na partida preliminar, o segundo quadro do Botafogo deu de 12 a 1 no do Mangueira. Ou seja: a torcida alvinegra festejou naquele domingo 36 gols e sofreu apenas um.

O campeão, no entanto, seria mais uma vez o Fluminense  bi invicto, com o Botafogo no segundo lugar. O certame começou com um jogo entre os dois, no hoje chamado Clássico Vovô, por ser o mais antigo do futebol carioca. O Botafogo inaugurava uma nova arquibancada de madeira e um novo alambrado (que custaram 8 contos e 200), e animado pela torcida, virou o placar de 2 a 0 para o 2 a 2 final.

Fluminense e Botafogo chegariam em igualdades de condições ao jogo final do segundo turno, nas Laranjeiras, depois de deixarem cada um mais um ponto pelo caminho, em empates com o América, terceiro colocado  Riachuelo, Haddock Lobo e Mangueira, que completavam o certame, eram incapazes da menor zebra. O Fluminense conquistou o título vencendo esta última partida por 2 a 1, gols de Mota e Emilio Etchegaray contra um de Gilbert Hime, no dia 22 de agosto de 1909. O tricolor formou com Waterman, Vitor Etchega-ray e Félix Frias; Macedo, Mutzembecker e Buchan; Wayman, Horácio Costa Santos, Hargreaves, Emilio Etchegaray e Mota. O alvinegro jogou com Cogin, Pul-len e Otávio; Rolando, Lulu e Viveiros; Millar, Flávio Ramos, Dinorá, Gilbert Hime e Emanuel.

Portanto, o Fluminense foi campeão invicto com 18 pontos ganhos e dois perdidos, 47 gols a favor e oito contra. Ao Botafogo restou o consolo do vice e de ter o artilheiro do campeonato de 1909: Flávio Ramos, com 16 gols. Além, naturalmente, da goleada sobre o Mangueira, em que Gilbert Hime marcou nove gols, ainda hoje recorde carioca e até há pouco tempo recorde brasileiro de tentos numa só partida (superado por Dario, quando no Sport).

Tebela

Participantes

América - América Football Club (Rio de Janeiro)
Bangu - Bangu Atlético Clube (Rio de Janeiro)
Botafogo - Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro)
Fluminense - Fluminense Football Club (Rio de Janeiro)
Haddock Lobo - Haddock Lobo Football Club (Rio de Janeiro)
Mangueira - Sport Club Mangueira (Rio de Janeiro)
Riachuelo - Riachuelo Football Club (Rio de Janeiro)

O Bangu abandonou o campeonato após três rodadas.
Todos os seus jogos foram cancelados.

Turno Único

[May 02]
Mangueira     2-3  Haddock Lobo
[May 09]
Bangu         0-1  América [Cancelled]
Botafogo      2-2  Fluminense
[May 16]
Haddock Lobo  1-2  América
Riachuelo     2-0  Mangueira
[May 23]
Bangu         0-9  Fluminense [Cancelled]
Riachuelo     0-6  Botafogo
[May 30]
América       1-4  Fluminense
Botafogo     24-0  Mangueira
[Jun 06]
Bangu         4-2  Riachuelo [Cancelled]
[Jun 13]
Botafogo      2-1  América
Fluminense   10-0  Haddock Lobo
[Jun 27]
América       8-0  Mangueira
[Jul 04]
Fluminense    4-0  Riachuelo
[Jul 11]
Fluminense    6-0  Mangueira
Botafogo     13-0  Haddock Lobo
[Jul 18]
Riachuelo     0-3  América
[Jul 25]
Haddock Lobo  2-2  Riachuelo
[Aug 15]
Haddock Lobo WO-0  Mangueira
(O Mangueira abandonou o jogo quando a disputa estava em 2x2.
O Haddock Lobo vence por WO.)
[Aug 22]
Riachuelo    WO-0  Mangueira
Fluminense    2-1  Botafogo
[Aug 29]
América       8-2  Haddock Lobo
[Sep 05]
Botafogo      4-0  Riachuelo
Fluminense    1-1  América
[Sep 12]
Botafogo     WO-0  Mangueira
[Sep 19]
Haddock Lobo  1-8  Fluminense
[Sep 26]
América       1-1  Botafogo
Riachuelo     2-8  Fluminense
[Oct 03]
América      WO-0  Mangueira
[Oct 10]
Haddock Lobo  0-WO Botafogo
Fluminense   WO-0  Mangueira
[Oct 24]
América       3-0  Riachuelo
[Oct 31]
Riachuelo     6-2  Haddock Lobo 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Fluminense                   18  10   8   2   0  47   8  39  1,800
 2.Botafogo                     16  10   7   2   1  57   6  51  1,600
 3.América                      14  10   6   2   2  30  11  19  1,400
 4.Riachuelo                     7  10   3   1   6  14  32 -18  0,700
 5.Haddock Lobo                  5  10   2   1   7  13  53 -40  0,500
 6.Mangueira                     0  10   0   0  10   2  53 -51  0,000

Topscorer
Flávio Ramos (Botafogo) 16 gols

Fonte: RSSSF Brasil/ Placar

 
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão 2011
Participantes
Capelense (Clube Sportivo Capelense) - Capela
CEO (Centro Esportivo Olho D'Águense) - Olho D'Água das Flores
Comercial (Comercial Esporte Clube) - Viçosa
CSA B (Centro Sportivo Alagoano) - Maceió
FF Sport (Francisco Ferro Sport Futebol Club) - Maceió
Igreja Nova (Igreja Nova Futebol Clube) - Igreja Nova
Penedense (Sport Club Penedense) - Penedo
Rio Largo (Rio Largo Futebol Clube) - Rio Largo
São Domingos (Associação Sportiva São Domingos) - Marechal Deodoro
São Luiz (Sociedade Esportiva São Luiz) - São Luiz do Quitunde
Sete de Setembro (Sociedade Sportiva Sete de Setembro) - Maceió
União (União Futebol Clube) - União dos Palmares

1ª Fase - Classificatória

03/09/2011 - 1ª Rodada
Igreja Nova 2x1 Comercial
Rio Largo 1x0 São Luiz
São Domingos 0x1 CSA B
União 3x0 Sete de Setembro

04/09/2011 - 1ª Rodada
CEO 1x0 Capelense
Penedense 1x0 FF Sport

10/09/2011 - 2ª Rodada
FF Sport 1x0 Capelense
São Luiz 3x1 Sete de Setembro

11/09/2011 - 2ª Rodada
Comercial 1x1 Penedense
Igreja Nova 0x0 CEO
São Domingos 3x0 União
CSA B 0x1 Rio Largo

17/09/2011 - 3ª Rodada
Capelense 3x0 Comercial
Rio Largo 3x1 São Domingos
União 2x1 São Luiz

18/09/2011 - 3ª Rodada
Penedense 1x1 Igreja Nova
CEO 3x0 FF Sport
Sete de Setembro 0x2 CSA B

24/09/2011 - 4ª Rodada
Igreja Nova 1x1 Capelense
Rio Largo 0x0 União

25/09/2011 - 4ª Rodada
Comercial 2x1 FF Sport
Penedense 2x3 CEO
São Domingos 3x2 Sete de Setembro
CSA B 1x2 São Luiz

02/10/2011 - 5ª Rodada
FF Sport 2x1 Igreja Nova
Capelense 0x2 Penedense
CEO 2x2 Comercial
União 1x1 CSA B
Sete de Setembro 0x4 Rio Largo
São Luiz 1x0 São Domingos

Classificação
Grupo A                        PTS   J   V   E   D  GP  GC  SG  MPTS
 1.CEO                          11   5   3   2   0   9   4   5  2,200
 2.Penedense                     8   5   2   2   1   7   5   2  1,60
 3.FF Sport                      6   5   2   0   3   4   7  -3  1,200
 4.Igreja Nova                   6   5   1   3   1   5   5   0  1,200
 5.Comercial                     5   5   1   2   2   6   9  -3  1,000
 6.Capelense                     4   5   1   1   3   4   5  -1  0,800

Grupo B                        PTS   J   V   E   D  GP  GC  SG  MPTS
 1.Rio Largo                    13   5   4   1   0   9   1   8  2,600
 2.São Luiz                      9   5   3   0   2   7   5   2  1,800
 3.União                         8   5   2   2   1   6   5   1  1,600
 4.CSA B                         7   5   2   1   2   5   4   1  1,400
 5.São Domingos                  6   5   2   0   3   7   7   0  1,200
 6.Sete de Setembro              0   5   0   0   5   3  15 -12  0,000

2ª Fase - Semifinal

09/10/2011 - Ida
Penedense 1x0 Rio Largo
São Luiz 0x0 CEO

15/10/2011 - Volta
CEO 2x1 São Luiz

16/10/2011 - Volta
Rio Largo 0x1 Penedense

3ª Fase - Final

23/10/2011 - Ida
Penedense 1x1 CEO

29/10/2011 - Volta
CEO 2x0 Penedense

Artilheiro
Franco (CEO) 5 gols

Campeão
CEO campeão do Campeonato Alagoano - 2ª Divisão 2011
Fonte: Federação
 

CAMPEONATOS DE SELEÇÕES

COPA AMÉRICA
URUGUAI

CAMPEONATOS DE CLUBES NO MUNDO

MUNDIAL
DA FIFA
CHAMPIONS LEAGUE EUROPA
LEAGUE
SUPERCOPA UEFA
BARCELONA BARCELONA PORTO BARCELONA
(Barcelona) (Barcelona) (Porto) (Barcelona)
LIBERTADORES SUL
AMERICANA
RECOPA
CONMEBOL
COPA
SURUGA
SANTOS UNIVERSIDAD DE CHILE INTERNACIONAL JÚBILO
IWATA
(Santos) (Santiago) (Porto Alegre) (Iwata)
Brasil Brasil Japão
LIGA DA
ÁFRICA
LIGA DA
ÁSIA
LIGA DA
CONCACAF
LIGA DA
OCEANIA
ESPERANCE TUNIS AL-SADD MONTERREY AUCKLAND CITY
(Tunis) (Doha) (Monterrey) (Auckland)
Tunisia Qatar México Nova Zelândia

CAMPEONATOS BRASILEIROS

COPA DO BRASIL SÉRIE A SÉRIE B SÉRIE C SÉRIE D
VASCO CORINTHIANS PORTUGUESA JOINVILLE TUPI
(Rio de Janeiro/RJ) (São Paulo/SP) (São Paulo/SP) (Joinville/SC) (Juiz de Fora/MG)

CAMPEONATOS ESTADUAIS

ACRE ALAGOAS AMAPÁ
RIO BRANCO ASA TREM
(Rio Branco) (Arapiraca) (Macapá)
AMAZONAS BAHIA CEARÁ
PEÑAROL BAHIA DE
FEIRA
CEARÁ
(Itacoatiara) (Feira de Santana) (Fortaleza)
DISTRITO FEDERAL ESPÍRITO SANTO GOIÁS
BRASILIENSE SÃO MATEUS ATLÉTICO
(Taguatinga) (São Mateus) (Goiânia)
MARANHÃO MATO GROSSO MATO GROSSO DO SUL
SAMPAIO CORRÊA CUIABÁ CENE
(São Luís) (Cuiabá) (Campo Grande)
MINAS GERAIS PARÁ PARAÍBA
CRUZEIRO INDEPENDENTE TREZE
(Belo Horizonte) (Tucuruí) (Campina Grande)
PARANÁ PERNAMBUCO PIAUÍ
CORITIBA SANTA CRUZ 4 DE JULHO
(Curitiba) (Recife) (Piripiri)
RIO DE JANEIRO RIO GRANDE DO NORTE RIO GRANDE DO SUL
FLAMENGO ABC INTERNACIONAL
(Rio de Janeiro) (Natal) (Porto Alegre)
RONDÔNIA RORAIMA SANTA CATARINA
ESPIGÃO REAL CHAPECOENSE
(Espigão D’Oeste) (São Luiz do Anauá) (Chapecó)
SÃO PAULO SERGIPE TOCANTINS
SANTOS RIVER PLATE GURUPI
(Santos) (Carmópolis) (Gurupi)

ESTADUAIS – SEGUNDA DIVISÃO

ACRE ALAGOAS AMAZONAS BAHIA
ANDIRÁ CEO GRÊMIO COARIENSE JUAZEIRENSE
(Rio Branco) (Olho D’água das Flores) (Coari) (Juazeiro)
CEARÁ DISTRITO FEDERAL ESPÍRITO SANTO GOIÁS
TRAIRIENSE BRAZLÂNDIA BOTAFOGO RIO VERDE
(Trairi) (Brazlândia) (Jaguaré) (Rio Verde)
MARANHÃO MATO GROSSO MATO GROSSO DO
SUL
MINAS GERAIS
VIANA CRAC MISTO BOA ESPORTE
(Viana) (Campo Verde) (Três Lagoas) (Varginha)
PARÁ PARAÍBA PARANÁ PERNAMBUCO
BRAGANTINO PARAÍBA LONDRINA SERRA TALHADA
(Bragança) (Cajazeiras) (Londrina) (Serra Talhada)
RIO DE JANEIRO RIO GRANDE DO
NORTE
RIO GRANDE DO
SUL
RONDÔNIA
BONSUCESSO CAICÓ AVENIDA JI-PARANÁ
(Rio de Janeiro) (Caicó) (Santa Cruz do Sul) (Ji-Paraná)
SANTA CATARINA SÃO PAULO SERGIPE TOCANTINS
CAMBORIÚ XV DE PIRACICABA SETE DE JUNHO TOCANTINS
(Camboriú) (Piracicaba) (Tobias Barreto) (Palmas)

ESTADUAIS – TERCEIRA DIVISÃO

CEARÁ GOIÁS MINAS GERAIS PARANÁ
URUBURETAMA GRÊMIO ANÁPOLIS ARAXÁ JUNIOR TEAM
(Uruburetama) (Anápolis) (Araxá) (Londrina)
RIO DE JANEIRO SÃO PAULO SANTA CATARINA




GOYTACAZ

PENAPOLENSE

EC BIGUAÇU
(Campos dos
Goytacazes)
(Penápolis) (Biguaçu)
ESTADUAIS – QUARTA DIVISÃO

SÃO PAULO


INDEPENDENTE
(Limeira)

FUTEBOL FEMININO

COPA DO MUNDO LIBERTADORES COPA DO BRASIL
ALEMANHA SÃO JOSÉ FOZ CATARATAS

(Seleção)
(São José dos Campos/SP) (Foz do Iguaçu/PR)
 

DIVISÃO ESPECIAL

SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)

DIVISÃO INTERMEDIÁRIA

ESPORTE CLUBE TAUBATÉ (TAUBATÉ)

1ª DIVISÃO

PALMEIRAS FUTEBOL CLUBE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)

2ª DIVISÃO

FERNANDÓPOLIS FUTEBOL CLUBE (FERNANDÓPOLIS)

3ª DIVISÃO

CLUBE ATLÉTICO BRAGANTINO (BRAGANÇA PAULISTA)

TORNEIO INCENTIVO

AMÉRICA FUTEBOL CLUBE (SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)

COPA SÃO PAULO

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA INTERNACIONAL (BEBEDOURO)

TAÇA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUVENIL

MARÍLIA ATLÉTICO CLUBE (MARÍLIA)

JUVENIL ESTADUAL – CATEGORIA A

SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)

JUVENIL ESTADUAL – CATEGORIA B

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

JUVENIL ESTADUAL – CATEGORIA C

GUARANI FUTEBOL CLUBE (CAMPINAS)

JUVENIL INTEGRAÇÃO

ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA ARAÇATUBA (ARAÇATUBA)

AMADOR DO ESTADO

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CLASSISTA RHODIA (SÃO JOSÉ DOS CAMPOS)

 

CATEGORIA PROFISSIONAL

DIVISÃO PRINCIPAL
NACIONAL FAST CLUBE

TORNEIO INÍCIO
NACIONAL FUTEBOL CLUBE

TORNEIO DUQUE DE CAXIAS
NACIONAL FAST CLUBE

TORNEIO FLÁVIO LIMONGI
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RODOVIÁRIA

TORNEIO GENERAL JOSÉ NOGUEIRA PAES
SUL AMÉRICA ESPORTE CLUBE

CATEGORIA AMADORA

JUVENIL
NACIONAL FUTEBOL CLUBE

1ª CATEGORIA
NÁUTICO FUTEBOL CLUBE

2ª CATEGORIA
RIO BRANCO FUTEBOL CLUBE

 

De uma maneira mais ordenada publico os campeões e vices dos campeonatos e torneios de futebol profissionais e amadores disputados em Santa Catarina em 2010. Não é uma listagem completa, mas procuramos adicionar o maior número de competições. Em nova postagem iremos adicionar outros campeões.

Diretoria do Internacional de Curitibanos (foto: A Semana)

Internacional de Curitibanos (foto: A Semana)

Flor do Oeste de São José dos Cedros (foto: divulgação/Prefeitura)

Flor do Oeste de São José dos Cedros (foto: divulgação/Prefeitura)

PROFISSIONAL CAMPEÃO VICE-CAMPEÃO
Campeonato Catarinense – Principal (1ª) Avaí Joinville
Campeonato Catarinense – Especial (2ª) Marcílio Dias Concórdia
Campeonato Catarinense – Acesso (3ª) Caxias Guarani
Copa Santa Catarina Brusque Joinville
Copa da Hora (Torneio de Florianópolis) Vasco da Gama (RJ) Avaí (SC)
     
CATEGORIAS DE BASE CAMPEÃO VICE-CAMPEÃO
Camp. Catarinense Junior – Principal (1ª) Criciúma Figueirense
Camp. Catarinense Junior – 2ª Divisão (2ª) XV de Outubro Atlético Tubarão
Camp. Catarinense Junior – 3ª Divisão (3ª) Caxias Guarani
Camp. Catarinense Juvenil – Principal (1ª) Criciúma Joinville
Camp. Catarinense Juvenil – 2ª Divisão (2ª) Concórdia  Marcílio Dias
Camp. Catarinense Juvenil – 3ª Divisão (3ª) Caxias Guarani
Taça Governador SC Cup Sub 16 Grêmio (RS) Atlético (PR)
Camp. Catarinense Infantil – Estadual Figueirense Caçador
Camp. Catarinense Infantil – Litoral Figueirense Caxias
     
AMADOR / NÃO-PROFISSIONAL CAMPEÃO  VICE-CAMPEÃO
Torneio Sul-Brasileiro Amador Gramadense (RS) Cometa (SC)
Campeonato Catarinense Feminino Kindermann (Caçador) Olympya (Jaraguá do Sul)
Campeonato Catarinense – Estadual BAC (Biguaçu) Caravaggio (Nova Veneza)
Campeonato Catarinense – Oeste Cruzeiro (Itá) AJAP (Pinhalzinho)
Copa Interligas (Grande Florianópolis) BAC (Biguaçu) Grêmio (Florianópolis)
Copa Sul dos Campeões Caravaggio (N. Veneza) Metropolitano (N. Veneza)
Copa Norte Arsiper (S. Bento do Sul) Vitória (Jaraguá do Sul)
Taça AMAI (Ass. Municipios Alto Irani) Guarany (Xaxim) Águia Azul
Taça SDR Rio do Sul (Alto Vale do Itajaí) União (Taió) Canto do Rio (Agrolândia)
Taça Cecrisa (LARM) Verdinho Carbonífera Criciúma
Supercopa de Tijucas Areias Campo Novo
Copa Kaiser (Blumenau / Afablu) Salto do Norte Bandeirantes
Copa Barra (Palhoça) Cascalho Canto
Copa da Comarca (S.A. Imperatriz) Estrela Azul Primos/Colorido
Copa Floripa (Florianópolis) Bangu (Rio Tavares) Avante (S.A. de Lisboa)
Taça SDR Guaraciaba Botafogo (Campos Sales) Harmonia
Regional da Liga Esp. Oeste Catarinense Pinheiros (Campos Novos) Arabutã (Capinzal)
Liga dos Campeões (Liga Palhocense) Santa Maria (Ant. Carlos) Ceramica Silveira (Palhoça)
Copa Amesc de Seleções (Extremo Sul) Araranguá Turvo
     
LIGAS / MUNICIPAL / REGIONAL CAMPEÃO VICE-CAMPEÃO
Águas Mornas Fazenda Santa Cruz
Antônio Carlos Vila Doze Estrela Azul
Araranguá São José  Bonsucesso
Arroio do Silva Golfinhos Mar Azul
Benedito Novo Botafogo Central
Biguaçu (Liga da Comarca) BAC (Biguaçu AC) Fundos
Botuverá Figueira Orífico
Chapecó  Operário (Chapecó) Maringá (Chapecó)
Concórdia (Interiorano) Progresso do Caravággio União do Pinhal
Coronel Freitas Ass. Atlética União Colonial
Correia Pinto Santa Cruz Plantar
Corupá Poço d´Anta RAC/Nacional
Curitibanos  São Francisco Internacional
Descanso  Internacional Colorado Santo Expedito
Florianópolis Avante Grêmio Cachoeira
Garopaba Palhocinha Limeira
Gov. Celso Ramos Palmas  Areias de Cima
Guaraciaba Floresta Tupy
Ibiam São Sebastião Flamengo
Ibirama (SDR Regional União  (Pres. Getúlio) União (Ibirama)
Içara União da Praia Vila Nova
Imaruí Samambaia Palmeiras
Iomerê 4 de Ouro/Bonsucesso Novo México da América
Iporã do Oeste Cruzeiro (Aparecida) Grêmio União
Itajaí Escalvados Trevo
Itapiranga Maringá (Santa Isabel) Palmeiras (Linha Baú)
Jaraguá do Sul Vitória Cruz de Malta
Joinville Tupy Sercos
Lages (Liga Serrana) em andamento  
Liga Atlético Região Mineira (Regional) Carbonífera Criciúma Caravaggio (N. Veneza)
Lontras Comercial Cordeiro Unicanas Marval
Monte Castelo Kczamareck Potencial Castelense
Norte da Ilha (Florianópolis/Cesani) Jurerê ABK
Otacílio Costa Poço Rico Ponte Preta
Palhoça Cerâmica Silveira Eldorado
Rio Negrinho Ipiranga Cruzeiro
Salete Loja Warmeling Serigrafia Silva
Santa Helena Liberdade Transportes Staub
Santo Amaro da Imperatriz Estrela Azul Primos/Colorido
São Francisco do Sul  Palmeiras Corintians
São João Batista  Via Scarpa Gambáticos
São João do Oeste Aliança Palmeiras
São João do Sul Três Coqueiros Catarina B
São José  Palmeiras Procasa
São José dos Cedros Flor do Oeste Floresta
São Lourenço do Oeste São José  Brasil
São Miguel do Oeste Grêmio Botafogo
São Pedro de Alcântara Aparecida Aimoré
Siderópolis São Martinho Cooperca
Tijucas (Liga Vale do Rio Tijucas) Itinga (Tijucas) Poço Fundo (Canelinha)
Treze de Maio Santa Cruz Lage
Treze Tilias Mazetto Primos
Tubarão  Alvorada (C. de Baixo) União (Armazém)
Urussanga AMBRA (Rio América) Palmeirinhas
Vidal Ramos Sigma Boa União
Videira América União
Videira (Interiorano) Atlético Vista Alegre São Roque
Xanxerê (Copa dos Campeões) Pinheirense A São Luiz A
Xanxerê (Intercomunitário) Pinheirense A Astropol A
Xanxerê (Interiorano) São Luiz A Santa Luzia

Fontes: acervo do autor, Ligas, site da FCF,  Prefeituras e jornais filiados à Adjorisc.

 

Tempos atrás, foi levantada uma questão importante no Blog; a veracidade das cores e do escudo do extinto clube maranhense Fênix Football Club que circulavam pela internet. Pois bem. Fiquei de pesquisar mais sobre o assunto e complementar o primeiro artigo sobre o Fênix, que inclusive foi o artigo da semana, com as informações pertinentes.

Primeiramente conversei com o colega e pesquisador ludovicense Claunísio Amorim, autor de “Terra, Grama e Paralelepípedos” na Feira do Livro em São Luís que me veio com a primeira descoberta e surpresa; as verdadeiras cores do Fênix eram semelhantes às do Peñarol, do Uruguai, ou seja, o amarelo e o preto, diferentes das conhecidas cores difundidas para esse clube na internet, que são o azul e o branco.

Claunísio falou-me também sobre um pesquisador, pernambucano de Itamaracá, de nome Luciano da Silva, amigo do falecido Dejard Ramos Martins, autor do clássico “Esporte, um Mergulho no Tempo“, que havia recebido deste falecido jornalista ludovicense alguns escudos de clubes maranhenses das primeiras eras e já extintos, que Dejard adquiriu quando de sua pesquisa na década de 80.

Entrei em contato através de e-mail com o Sr. Luciano da Silva, que me respondeu pronta e educadamente, enviando-me os escudos raros, alguns dos quais já postados aqui, que havia adquirido do saudoso Dejard Martins.

Mais uma surpresa! O escudo do Fênix veiculado nos sites, com a ave mitológica pousada sobre um brasão azul e branco, com as iniciais FAC (Fênix Athletic Clube, o 2º nome do Fênix), em nada lembra o verdadeiro escudo do pioneiro Fênix, que consiste em um distintivo em amarelo e preto, com a figura da fênix em alto relevo, centralizada, em cor branca.

Fiquei muito feliz com a contribuição do Sr. Luciano da Silva, grande pesquisador do futebol, e feliz também por poder compartilhar com todos aqui do Blog HF mais esta interessante descoberta. Agradeço em especial ao Mário Ielo, que tanto me cobrou e me fez correr atrás de mais um escudo perdido e desmistificado!

Só não sei se, depois do ressurgimento do Fênix com o 2º nome, houve também mudança nas cores, o que explicaria o escudo em azul e branco. Se não, podemos jogar por terra o dito escudo e eleger, a partir de agora, este aqui como escudo oficial do extinto clube…pelo menos de sua primeira formação.

A foto de 1924 está aí pra comprovar a conformação do uniforme e do escudo, pelo tosco contorno que existe na camisa do goal-keeper; mesmo com a péssima qualidade, dá pra notar o contorno igual ao escudo que aqui vos trago. Além disso, vos deixo o contato do Sr. Luciano e do Claunísio para quem quiser tirar as dúvidas sobre a veracidade dos escudos, ou mesmo quiser recebê-los. Eles fazem falta aqui no Blog, podem ter certeza!

Luciano da Silva: mayrik@oi.com.br

Claunísio Amorim: claunisio@hotmail.com

ESCUDO QUE CIRCULA PELA INTERNET (possivelmente falso ou pertencente ao 2º Fênix):

ESCUDO VERDADEIRO DO FÊNIX FOOTBALL CLUB (Fundado em 1918):

fenix-escudo

Ajudem a divulgar, citando as devidas fontes…obrigado e abraços a todos,

Ramssés.

 

O Sampaio Corrêa derrotou a equipe do IAPE na tarde noite deste domingo 28, no estádio Nhozinho Santos pelo placar de 2 a 0 e conquistou o seu 29º título maranhense. Já a equipe do IAPE terminou o estadual na terceira colocação com 29 pontos.

O time Boliviano estava há 7 anos sem conquistar o título do estadual. O último conquistado pela Bolivia Querida foi no ano de 2003, quando a equipe derrotou o Maranhão Atlético Clube pelo placar de 3 a 2 em jogo realizado no dia 30/03 no estádio Castelão.

Os gols da partida no Municipal foram marcados por Edson, aos 28 minutos do primeiro tempo e Wescley, aos 15 minutos do segundo tempo.

A conquista deste domingo garantiu ao Sampaio uma vaga na Copa do Brasil e uma no Campeonato Brasileiro de 2011.

Confira as datas dos outro títulos da Bolívia Querida Maranhense :
1933, 1934, 1940, 1942, 1953, 1954, 1956, 1961, 1962, 1964, 1965, 1972, 1975, 1976, 1978, 1980, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1990, 1991, 1992, 1997, 1998, 2002 e 2003.

FICHA TÉCNICA

Sampaio 2×0 IAPE

Local: Estádio Nhozinho Santos

Arbitragem: Robson Martins Ferreira

Renda: Não divulgada

Público: Não divulgado

SAMPAIO: Rodrigo Ramos; Edson, Sílvio, Johildo, Raimundinho; Róbson Simplício, Elanardo (Eloir), Diones e Léo (Lucas); Wescley e Thiago Miracema.
Técnico: Sandow Feques.

IAPE: Flauberth; Carlinhos, Aldinho (Tim Marcos), Hans Muller; Dieguinho, Vagno Pereira, Tica (Valbson), Curuca e Raí; Cleilton (Vanvan) e Róbson.
Técnico: Paulo Cabrera.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

Clube PG JG VI EM DE GP GC SG           %A
1 Sampaio Corrêa 35 16 11 2 3 33 14 19 72.9
2 Santa Quitéria 34 16 11 1 4 31 15 16 70.8
3 IAPE 29 16 9 2 5 28 16 12 60.4
4 Maranhão 29 16 9 2 5 27 16 11 60.4
5 Imperatriz 27 16 8 3 5 22 18 4 56.2
6 São José 19 16 5 4 7 23 25 -2 39.6
7 Nacional 13 16 3 4 9 18 37 -19 27.1
8 Bacabal 10 16 3 1 12 18 37 -19 20.8
9 Viana 8 16 1 5 10 7 29 -22 16.7
FONTE:

http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=160329

http://www.futnet.com.br/futebolmaranhense/sampaiocorrea/noticias/?120476_sampaio_%C3%A9_campe%C3%A3o_maranhense_2011

http://www.sampaiocorreafc.com.br/

 

abccamperaO ABC de Natal é campeão Brasileiro de futebol. Na tarde deste sábado (20/11), o alvinegro empatou em 0 a 0 com o Ituiutaba-MG, no Frasqueirão, e conquistou o maior título em seus 95 anos de história. Na primeira partida, em Minas Gerais, o time potiguar venceu por 1 a 0, com gol de Cascata.

 A partida final foi tensa e bastante disputada em lances divididos e passes errados. No primeiro tempo somente o ABC teve chance de gol, em cobrança de falta de Pio que raspou a trave.
No segundo tempo o jogo continuou disputado e com muitas faltas até que aos 14 minutos, o lateral do Ituiutaba, Cláudio, fez falta dura em Sueliton e recebeu cartão vermelho. Com um homem a mais, o ABC passou a pressionar em busca de abrir o placar, fazendo do goleiro mineiro Luiz Henrique o melhor em campo.

Ficha do Jogo:

Estádio Frasqueirão, Natal

Arbitro: Wallace Nascimento Valente/ES

Renda: R$ 369,890,00
Público: 16.735 torcedores
ABC: Welligton, Suélinton, Leonardo, Tiago Garça e Renatinho Potiguar; Basílio, Ricardo Oliveira, Pio e Jackson; Cascata (João Paulo) e Leandrão.

Ituiutaba: Luiz Henrique, Totonho, Ferron, Cléber Carioca, Stanley, Walison, Claudinei, Dê, Olívio; Gilsinho e Fabiano.

A Campanha:

serie cABC/RN               3×1         CRB/AL

ABC/RN               1×1         Alecrim/RN

Salgueiro/PE        0×3         ABC/RN

Campinense               0x1           ABC/RN

ABC/RN               3×1         Salgueiro/PE

Alecrim/RN           1×1         ABC/RN

ABC/RN               0×0         Campinense/PB

CRB/AL               1×0         ABC/RN

Aguia                  0×1         ABC

ABC                    3×1         Aguia/PA

Salgueiro             1×1         ABC

ABC                    3×1         Salgueiro

Ituiutaba/MG        0×1         ABC

ABC                    0×0         Ituiutaba/MG

 

A aura que envolveu aquele Campeonato Brasileiro da Série C de 1997 foi diferente, de um misticismo que não há como explicar, a não ser pelo sentimento vivido por aqueles que lá estavam. E eu era um deles; a inédita possibilidade de presenciar um momento glorioso de um clube do meu Estado dava o toque ufanista que faltava à essa mistura de sensações…

O Clube já havia passado por uma situação igual em 1972, é verdade, quando vencera a Segundona e fora elevado à elite do futebol brasileiro, com várias pratas da casa em um talentosíssimo elenco. Mas dessa vez era diferente, era algo palpável, discernível, crível e, por que não, indescritível?!

Lembranças de um Estádio Castelão lotado, mesmo em campeonatos locais. Lembranças das “gerais”, já quase extintas Brasil afora e seus personagens emblemáticos, sua “ola”, seus irritantes apitos a confundir a tudo e a todos, seus tradicionais lançamentos de sacos cheios de urina arquibancada abaixo…tempo bom que, apesar de recente, talvez nunca volte.

A irretocável campanha do clube não deixou dúvidas quanto à sua capacidade tática e técnica e força de planejamento. Só que todos esquecem de um detalhe precioso nessas horas; no futebol, depois da bonanza é que vem a tempestade! O plantel seria inevitavelmente desestruturado no ano seguinte, deixando para trás títulos e, com certeza, alguns prejuízos. Mas torcedor não lembra disso; o imediatismo é o maior dos pecados futebolísticos! Nada estragaria aquela festa, e foi o que aconteceu!

Depois de uma 1ª fase mais regionalizada e de árduos confrontos nas fases de “mata-mata”, o time havia chegado invicto no último jogo do Quadrangular Final contra a Francana, de São Paulo. Havia a possibilidade real de igualar o feito histórico e, até então, único do Sport Club Internacional em 1979. Em um Castelão abarrotado com aproximadamente 70.000 “bolivianos”, o Sampaio desfilou talento em gramado timbira, abrindo 2 gols contra nenhum da Francana, que só diminuiria o placar no 2º tempo, com um gol de pênalti. O tempo de jogo estava se exaurindo…a euforia tomava conta de uma enorme platéia sedenta e carente de títulos, mas historicamente amadora do tão refinado esporte bretão.

Foi quando, faltando poucos minutos para o término da partida, um infernal atacante de nome Cal sacramenta a vitória, o título e uma delirante invasão ao campo, tudo de uma só vez! Eram heróis! Talvez até desconhecidos de muitos que ali estavam, mas ainda assim heróis…não tinham idéia da dimensão daquilo que haviam acabado de fazer! A imensa massa tricolor veio abaixo…era mesmo o maior do Maranhão, o maior do Brasil! E pensar que tudo aquilo havia começado entre gente humilde, funcionários fabris, carvoeiros, peladeiros e pescadores, muitos anos atrás…a iniciativa de pioneiros havia construído uma nação, tijolo por tijolo, em três cores intercaladas; o encarnado, o verde e o amarelo.

Saí do estádio com meu pai naquele dia enebriado com o clima do acontecido. Os torcedores sem saber o que fazer, ou mesmo sem acreditar, comemoravam a esmo, como se expressassem a carência de eventos tão gloriosos como aquele. Naquele dia havia virado, definitivamente, mais um “boliviano”. Quem sabe fadado ao sofrimento…mas qual torcedor não é fadado a tal “sorte”? Futebol sem sofrimento não é futebol, é simples mecanismo!

Desde então venho sofrendo, na ânsia de um novo e duradouro período de bonanza, sempre na esperança de que não haja tanta tempestade…

Ramssés Silva.

** BÔNUS:

Vídeos

http://www.youtube.com/watch?v=ESY0omy5EHg

http://www.youtube.com/watch?v=etRUEhB7i5M

http://www.youtube.com/watch?v=EYX4x9SeGUo

Resultados

Primeira Fase
Santa Rosa/PA 0×0 Sampaio
Sampaio 1×0 River/PI
4 de Julho/PI 0×1 Sampaio
Sampaio 4×0 Santa Rosa/PA

Segunda Fase
Sampaio 1×1 Quixadá/CE
Quixadá/CE 0×1 Sampaio

Terceira Fase
Santa Rosa/PA 0×0 Sampaio
Sampaio 3×2 Santa Rosa/PA

Quadrangular Final
Francana/SP 1×1 Sampaio
Sampaio 3×0 Tupi/MG
Sampaio 1×1 Juventus/SP
Juventus/SP 2×2 Sampaio

Tupi/MG 0×1 Sampaio
Sampaio 3×1 Francana/SP

Estatísticas

Jogos: 18
Vitórias: 12
Empates: 6
Derrotas: 0
Gols pró: 31
Gols contra: 11
Saldo de gols: 20

Artilheiro: Marcelo Baron (Sampaio Corrêa): 9 gols

Maior média de Público da Série C 1997.
Maior público (70.000) Sampaio 3×1 Francana

Jogadores

Geraldo, Erly, Ney, Gelásio e Lélis; Luís Almeida, Renato Carioca, Ricardo (Edmilson) e Adãozinho; Jó (Cal) e Marcelo Baron.
Técnico: Pinho.

 

gsc-sobralFundado em 1938, este é o primeiro titulo Nacional do Guarany-CE em sua história.
No dia 2 de julho de 1938, na residência do Sr. Luiz Nogueira Adeodato, localizada na esquina da Av. Dr. Guarany e à Rua Cel. Mont’Alverne (atrás do teatro São João), em Sobral-CE, nasceu o Guarany Sporting Club.scg-sobral

Guarany-CE 4 x 1 América-AM
O Guarany-CE é campeão do Brasileiro da Série D, a quarta divisão nacional. Jogando na tarde deste domingo, no Estádio do Junco, em Sobral, no Ceará, o time da casa não tomou conhecimento do América-AM e o goleou por 4 a 1. Este feito é inédito, uma vez que o time de Sobral é o primeiro clube cearense a conquistar um título de nível Nacional.

Na primeira partida, realizada em Santarém, no Pará, os dois times acabaram empatando por 1 a 1. Além dos dois finalistas, garantiram o acesso para a Série C, em 2011, o Madureira-RJ e o Araguaína-TO, outros dois semifinalistas.

América é punido pela CBF – veja abaixo.

Pitbull com fome de gols
A partida começou com o time visitante tomando a iniciativa. Logo aos quatro minutos, após cruzamento de Catatau, a zaga do Guarany-CE se antecipou ao atacante Ivan e mandou a bola para longe da área. Respondendo na partida, o time da casa chegou com perigo somente aos 20 minutos. Após jogada individual de Thiago Granja, Catatau apareceu de surpresa e travou o chute do jogador.

Com toque rápidos no setor de meio-campo e apostando nas jogadas aéreas, o Guarany chegou aos 22 minutos ao seu primeiro gol. Após lançamento de Alberto, Danilo Pitbull invadiu a área e chutou na saída do goleiro para marcar seu gol na partida.

Mostrando superioridade em campo, seis minutos após ter marcado na partida, Pitbull apareceu livre na área, preferiu jogada individual e chutou para o gol. A bola tocou caprichosamente a trave do goleiro Naylson.

Não demorou muito e o time da casa ampliou na partida. Aos 31 minutos, após cobrança de escanteio de Alberto, Júnior Alves subiu mais que a zaga e cabeceou no ângulo do goleiro Naysol, sem chances de defesa. Buscando descontar na partida antes do final do primeiro tempo, o América-AM não conseguia passar pela boa defesa do Guarany e pela muralha chamada Vantuir.

dsc-sobralequipeA direita equipe que iniciou a partida de hoje.

Cacique do Vale levanta a taça
O América-AM voltou melhor para a segunda etapa e diminuiu o marcador logo aos quatro minutos. Após chute cruzado, o goleiro Vantuir espalmou a bola para o meio da área e Clailsson, livre, só empurrou para o fundo das redes.

Parece que o gol sofrido acordou o Guarany no jogo e sete minutos depois, os donos da casa ampliaram o marcador. Aos 11, Vanderlei aproveitou bate-rebate na área e chutou forte para o gol.

Como no primeiro tempo, o time de Sobral marcava muito forte a equipe adversária, e com toques rápidos chegava com mais perigo ao gol adversário. Em uma destas jogadas, o Guarany-CE ampliou. Aos 17 minutos, após grande passe da direita, Diones, que havia acabado de entrar na partida, chutou colocado para marcar o seu gol na partida.

O América-AM, cansado e demonstrando muita fragilidade na partida, não tinha forças para se recuperar dentro de campo. Assim, o time da cidade de Sobral segurou o resultado e esperou o apito final para comemorar o título.

Ficha Técnica

Guarany-CE 4 x 1 América-AM

Local: Estádio do Junco, em Sobral
Árbitro: Afonso Amorim de Sousa-PI
Assistentes: Francisco Pereira de Lima Júnior-PI e Francisco Machado Gaspar-PI
Cartões Amarelos: Rondineli, Guará e Batista (América-AM); Ricardo Baiano e Tobias (Guarany-CE)
Cartão Vermelho: Batista (América-AM)
Gols: Danilo Pitbull 22’/1T e aos 31’/1T, Vanderlei aos 11’/2T e Diones aos 17’/2T (Guarany-CE); Clailsson aos 4’/2T (América-AM)

Guarany-CE
Vantuir; Alberto, Tobias, Junior Alves, Clailsson; Ricardo Baiano, Carlos, Thiago Granja (Diones), Bismarck; Danilo Pitbull (Léo Olinda) e Vanderlei (Jean).
Técnico: Oliveira Canindé

América-AM
Naylson; Catatau, Guará, Santiago, Rondineli; Bigú, Batista, Cleyton, Luís; Felipe e Ivan (Edinho).
Técnico: Sérgio Duarte

Fonte futebolinterior

Hino do Guarani de Sobral

Guarany, teu nome é uma glória
Guarany, símbolo de vitória
Guarany, na luta és tão forte
És o orgulho da princesa do norte

És cacique, de um vale vibrante
Que vai muito avante, avante lutar
Por um povo, que ama seu time
Guarany, Guarany, vamos lutar, vamos ganhar.

site oficial – clique aqui

Título ainda tem que ser confirmado na Justiça

O América-AM foi punido na sexta-feira, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), com a perda de três pontos, por relacionar o zagueiro Fofão para a partida de volta das semifinais contra o Madureira-RJ, em que o time amazonense venceu por 2 a 0. O time manaura entrou com recurso, mesmo porque se for punido pode até ser eliminado da competição. Na defesa do América, o advogado Osvaldo Sestário garantiu que o clube não agiu de má fé e se atrapalhou nas contagens dos cartões. Mas, isto não adiantou em nada. Todos os auditores presentes votaram em punir o clube com a perda de três pontos nas semifinais.

Apesar da festa em Sobral, o Guarany ainda não está homologado como campeão da Série D. Isto porque a Justiça chegou a suspender a realização da partida deste domingo, já que o América/AM foi apenado com a perda de 3 pontos na partida diante do Madureira/RJ, na semifinal, por ter escalado um atleta irregularmente.
A punição eliminaria o América, e o campeonato pararia. No entanto, um recurso impetrado pelo clube amazonense garantiu a realização da partida. Sem a confirmação da CBF, os atletas do Bugre levantaram na hora da comemoração uma taça dada pela Prefeitura de Sobral.

 

fenix-fc0052

O Fênix Foot-ball Club surge já em um período de popularização do esporte bretão na capital maranhense. Isso tudo após domínio absoluto do FAC desde os idos de 1906 e, anos mais tarde, do Luso Brasileiro.

Segundo o principal jornal da época, “A Pacotilha” (que também foi o principal veículo de comunicação do FAC defendendo, por muito tempo, seus interesses), o Fênix F. C. foi fundado em 1918, juntamente com outros inúmeros clubes futebolísticos e associações desportivas que se multiplicavam, denotando o “engatinhar” da massificação e, consequentemente, do profissionalismo, e o “princípio do fim” do amadorismo relacionado a esse esporte em terras timbiras.

O Fênix surgiu como um clube de pequeno porte, provavelmente sem sede adequada e locatário de campos de outras equipes para o mando dos seus jogos. Como exemplo disso, um jogo entre FAC e Fênix foi assim descrito na imprensa: enquanto o FAC era chamado de “o veterano no foot-ball do Maranhão” ou o “grêmio milionário”, o Fênix era tido como “um clube pequeno, apesar de esforçado”.

É preciso entender que o  início da popularização do “foot-ball association” em São Luís foi fortemente influenciado pela figura de Gentil Silva (de pensamento contrário ao do elitista e conservador sportman Nhozinho Santos, que foi fundador do FAC) que, ao sair do FAC, acaba fundando o Onze Maranhense Foot-ball Club e induzindo o surgimento de outras agremiações, com a inclusão de atletas não mais obrigatoriamente pertencentes à elite local; peladeiros, funcionários das fábricas, pescadores, ambulantes. Além da participação de jogadores das mais diversas etnias.

O time do Fênix não fugiu à essa regra de massificação; boa parte do seu elenco era composto de afrodescendentes e foi com esse plantel miscigenado que o clube conquistou o Campeonato Maranhense de 1921, vencendo clubes tradicionais e protecionistas quanto ao “não amadorismo” e “miscigenação” no foot-ball local.

A partir do final da década de 10 e início da década de 20, o que se viu nos campos maranhenses foi o negro, o mestiço e o pobre ocupando cada vez mais espaço dentro do foot-ball…e ganhando respeito e admiração, dentro e fora das 4 linhas! As aclamadas seleções maranhenses de 1927 e 1928 eram já quase que compostas em sua totalidade por afrodescendentes, indivíduos estes que gozavam de grande prestígio em São Luís.

Quanto ao Fênix F. C., faltam mais dados para uma “biografia” definitiva do clube, a serem aqui acrescentados assim que necessário. O certo é que o aspecto multiracial do plantel permaneceu intacto até os dias da foto acima postada e, com certeza, continuou até o fim das atividades da saudosa agremiação, provavelmente no final dos anos 20 ou início dos anos 30.

Era o aparecimento do profissionalismo no foot-ball maranhense. E era um caminho sem volta…

FONTE:

Claunísio Amorim Carvalho. Terra, Grama e Paralelepípedos. Ed. Café e Lápis, 2009. São Luís.

 

O hino do FAC, clube de futebol pioneiro em São Luís, (antigo Fabril Athletic Club, resurgido em 1916 como Foot-ball Athletic Club), intitulado “Canto da Vitória”, revelava a força que o clube atribuía a si, fato aliás comum a todos os hinos:

“Aléguap – Aléguap. | Hipp – Hurrah.

Canto:

Ao campo, à luta | A vós se escuta | De uma vitória,

Vamos, gigantes, | E confiantes. | De ter a glória

Lutar, lutar.| Sem descansar | Um só momento;

Para vencer,| Tudo fazer,| Sem desalento!

(coro estribilho)

Lutemos todos pela vitória,| Guardando a glória|

Que ela nos dê:

Voltando grande, puro e eloqüente| Somos ardente|

Ao F.A.C.| Mostremos que na nossa camisa,| Uma divisa| Nobre se lê

Por juventude forte e viril!| Pelo Brasil!| Pelo F.A.C.

(canto)

E tremular| Com honra e valor,| Sempre a bandeira

Linda, altaneira,| Do tricolor.| Que cada um,

Dizê-lo possa,| Forte e potente| E altivamente:|

Aquela é nossa!!!

(coro estribilho)

Lutemos pela vitória,| Guardando a glória| Etc., etc., etc.”

O FAC dominou o cenário futebolístico local durante muito tempo, ficando conhecido, inclusive, fora do Estado através de seus intercâmbios e parcerias mas, a partir de 1918, ganhou um adversário de peso na capital maranhense, o SC Luso Brasileiro, com o qual teve confrontos memoráveis, surgindo, daí, grande rivalidade. Isso tudo antes do surgimento de Sampaio Corrêa, Moto Club e Maranhão Atlético Clube ou seja, antes de 1923, mas essa já é uma outra história…

FONTE:

Claunísio Amorim Carvalho

“Terra, grama e paralelepípedos (os primeiros tempos do futebol em São Luís: 1906-1930)”

Ed. Café & Lápis, São Luís, 2009.

 

Os campeões das diversas divisões organizadas pela LIGA VICENTINA DE FUTEBOL AMADOR de São Vicente/SP no ano de 1959 foram os seguintes:

DIVISÃO PRINCIPAL

1º QUADROS – SÃO VICENTE ATLÉTICO CLUBE
2º QUADROS – SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

1ª DIVISÃO

1º QUADROS – ATLÉTICO CLUBE PRAIA GRANDE
2º QUADROS – CLUBE RECREATIVO CONTINENTAL

2ª DIVISÃO

1º QUADROS – ESPORTE CLUBE UNIÃO FERROVIÁRIO
2º QUADROS – ESPORTE CLUBE UNIÃO FERROVIÁRIO

 

Todas as competições de clubes da região Nordeste:

Campeonato do Nordeste

2003 – Vitória
2002 – Bahia
2001 – Bahia
2000 – Sport Recife
1999 – Vitória
1998 – América/RN
1997 – Vitória
1994 – Sport Recife

Copa Norte-Nordeste

1975 – CRB (taça José Américo Almeida)

1973 – América/RN (taça Almir)
1970 – Fortaleza
1969 – Ceará
1968 – Sport recife
Zonal Nordeste – Taça Brasil

1968 – Fortaleza
1967 – Náutico
1966 – Náutico1965 – Náutico
1964 – Ceará
1963 – Bahia
1962 – Sport Recife
1961 – Bahia
1960 – Fortaleza
1959 – Bahia

Copa dos Campeões Norte-Nordeste
1952 – Náutico

Copa dos Campeões do Nordeste

1948 – Bahia
1946 – Fortaleza

 

Segue a relação dos campeões citadinos de Nova Friburgo.

1925 – Fluminense

1926 – Não terminou

1927 – Fluminense

1928 – Não terminou

1929 – Não houve

1930 – Friburgo

1931 – Esperança (invicto)

1932 – Friburgo

1933 – Fluminense

1934 – Friburgo

1935 – Fluminense

1936 – Fluminense

1937 – Fluminense

1938 – Fluminense

1939 – Esperança

1940 – Friburgo

1941 – Esperança

1942 – Fluminense

1943 – Esperança

1944 – Esperança

1945 – Friburgo

1946 – Friburgo

1947 – Friburgo

1948 – Esperança (invicto)

1949 – Friburgo (invicto)

1950 – Friburgo

1951 – Friburgo

1952 – Friburgo

1953 – Friburgo

1954 – Friburgo

1955 – Esperança

1956 – Friburgo

1957 – Friburgo

1958 – Fluminense

1959 – Friburgo

1960 - Friburgo

1961 – Esperanlça

1962 – Friburgo (invicto)

1963 – Friburgo

1964 – Bom Jardim

1965 – Fluminense

1966 – Friburgo

1967 – Friburgo

1968 – Friburgo (invicto)

1969 – Friburgo

1970 – Friburgo

1971 – Fluminense

Ranking dos Campeões

1º - Friburgo – 24 títulos

2º - Fluminense – 11 títulos

3º - Esperança – 8 títulos

4º - Bom Jardim – 1 título

Fonte: Futebol em Nova Friburgo

 

A polêmica sobre para quem a Confederação Brasileira de Futebol iria entregar a Taça de Bolinhas acabou. Isso porquê nesta quarta-feira, após Assembleia Geral, a entidade reconheceu o Sport como Campeão Brasileiro de 1987, fazendo com que o São Paulo fosse considerado o primeiro pentacampeão brasileiro.
taca_das-bolinhasO presidente da CBF, Ricardo Teixeira, solicitou um parecer do departamento jurídico da entidade para resolver a polêmica. E, diante do relatório, ele anunciou a decisão durante uma assembleia nesta quarta-feira com representantes das federações estaduais.
Desta maneira, o Flamengo, que não aceita o episódio daquele ano, está fora da disputa do troféu, que será restaurado e entregue ao presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo Del Nero, que repassaria para o São Paulo. Porém, a data e local para a taça ser entregue ainda não está definida.
O início da polêmica foi por causa que o troféu seria dado ao primeiro clube brasileiro que conquistasse três vezes consecutivas o Campeonato Brasileiro. No ano de 1987, na Copa União, o Flamengo foi campeão do Módulo Verde – referente à Primeira Divisão – e o Sport conquistou o Módulo Amarelo – referente à Segunda Divisão.
Pelo regulamento, o campeão das duas “divisões” teriam que fazer uma final, e o vencedor deste confronto é que seria campeão brasileiro. No entanto, o clube carioca se recusou a disputar a final, pois já se considerava campeão brasileiro. Com isso, A CBF declarou o Sport como campeão daquele ano.

fonte – futebolinterior

 

O Campeonato Estadual da 2ª Divisão do Mato Grosso do Sul de 2010, contará com algumas novidades. Abaixo as chaves desta competição:

CHAVE A

- OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE (CAMPO GRANDE)
- ESPORTE CLUBE CAMPO GRANDE (CAMPO GRANDE)
- ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA (CAMPO GRANDE)
- SOCIEDADE ESPORTIVA SIDROLÂNDIA (SIDROLÂNDIA)
- CAMAPUÃ FUTEBOL CLUBE (CAMAPUÃ)

CHAVE B

- MARACAJÚ ATLÉTICO CLUBE (MARACAJÚ)
- PONTA PORÃ SOCIEDADE ESPORTIVA (PONTA PORÃ)
- ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COLORADO (CAARAPÓ)
- FUTEBOL CLUBE PORTO (PORTO MURTINHO)
- ACODECOL FUTEBOL CLUBE (BELA VISTA)
- GLÓRIA DE DOURADOS ESPORTE CLUBE (GLÓRIA DE DOURADOS)

 

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