Fonte: site do clube

 

 

Estrela do Mar: o clube campeão paraibano de futebol em 1959 surgiu aproximadamente em 1953. 

A matriz do Rosário mais o Convento São José possuía agremiações religiosas como a Cruzada (Liga Infanto-Juvenil) e a Congregação Mariana. A primeira era composta por meninos que ajudavam nos ofícios religiosos, além de se reunirem para assistirem palestras e ensinamentos relativos à fé católica.  A segunda –  a Congregação Mariana – compunha-se de jovens adolescentes e adultos que assistiam e participavam das missas, novenas, etc. e, também se reuniam em grêmios literários que promoviam encontros e palestras.Como diversão eles tinham a prática do futebol campinho que ficava atrás da Igreja. Esse campinho tinha uma trave junto ao muro que dá para a Avenida Vasco da Gama e, a outra ficava colada à parede da marcenaria da igreja. Depois que o campo mudou sua posição, e ficou maior, junto àquela parede foi construída uma quadra de futebol de salão. Várias equipes se revezaram naquele pequeno espaço, sob o comando de Frei Albino. (…)

Os mais velhos tinham os “bate-bolas” nos sábados à tarde. Dessas peladas, e de jogos contra equipes visitantes, surgiu a ideia de se formar uma equipe a fim de pelejar com outras dos bairros vizinhos, e do próprio bairro de Jaguaribe. Assim apareceu o Estrela do Mar Esporte Clube, nome originário de uma revista religiosa que circulava entre os paroquianos. A denominação do clube foi sugerida por um componente de grupo que se reuniu para discutir qual o nome da que daria a nova agremiação futebolística. “Baú”, apelido do irmão do excelente jogador do Botafogo e Seleçao Paraibana de nome Eugênio, foi a pessoa que apresentou o nome ESTRELA DO MAR e que logo recebeu a aprovação de todos.

 

As cores do novo clube foram com base nas vestes da Virgem Maria – o azul celeste e o branco – , que ainda hoje continuam inalteradas, mas na lembrança dos apaixonados pelo clube. Frei Albino, um dos fundadores e incentivadores da prática desse esporte, era a mola-mestra, o esteio que sustentava a agremiação. De um pequeníssimo campo e uma sede precária, o frade conseguiu transformar tudo aquilo. Com esforço e dedicação conseguiu verbas na Alemanha, destinadas à agremiação para construir o prédio que serviu de sede do clube e, também, autorização para ampliar a área esportiva (como esteve por muitos anos à vista de todos).

 

Em 1956 o clube participou do campeonato de amadores promovido pela Federação (não havia segunda divisão naquela época), sendo campeão invicto da temporada. Dessa jornada participaram: Brandão, André, Pinheiro, Hélio, Breno Formiga, Gilberto Cara de Gato, Hermes Taurino, Caju, J. Heráclito, Roberto Biribita, Izinho, Valdecir Pereira, Adjamir, Carrinho e Lauro Almeida.

 

O Estrela do Mar foi tri-campeão aspirante nos anos 58/59/60. No ano de 1957 o clube passou a disputar o Campeonato Paraibano de Profissionais. Foi vice-campeão paraibano em 1958, e, em 1959, sagrou-se campeão estadual (Imagem 1), utilizando nessa temporada os seguintes atletas: Jola, Carrinho, Davi, – Gilberto Cara de Gato, Tem. Gilberto e Aderbal Pitombeira (goleiros), Hermes Taurino e Teófilo Luna, Coelhinho, Caju, Lúcio Câmara, Izinho (Antenor Pereira), Emilson Adjamir, Valdecir Pereira, Celso Piaba (Imagem 2). Os diretores: Severino Holanda, mais conhecido por “Viu” e Lucemar Navarro; Pedro Gomes; Rômulo Camboin, a que todos o chamavam Senhor Pila e João Batista Cruz, foram os colaboradores eficientes na vida do clube. Depois deles, os antigos pupilos – “as crias de casa” -, conduziram, bem ou mal, os destinos do clube até o ano de 2003 quando foi extinto.

 

Imagem 1. Notícia publicada no jornal “A União” em 1959

Imagem 2. Atletas que faziam parte do time campeão paraibano de futebol de 1959

O clube, desde a morte de Frei Albino, passou a ser dirigido por sócios-atletas, isto é, pelos jovens de antigamente, a exemplo de Marcos Macena, de José Freire, de Carlos Pereira (Carrinho), de Emilson, de Roberto Oliveira, de Jobério Martins, de Gladston Castro (Estaca) que foi o último presidente. *[1]

 

* Trecho retirado do livro  “Retratos De Jaguaribe: Um Passeio Histórico” de autoria de Emilson Ponce de Leon Ribeiro.

[1] RIBEIRO, E. P. L.  Retratos De Jaguaribe: Um Passeio Histórico. 2ed. João Pessoa: Mídia Gráfica e Editora, 2012, v.1, 350 p.

 

Fonte: Estrela do Mar Esporte Clube e Jornal “A União”.

 

Copa do Nordeste/2017 – 3ª Fase – Semifinal – Ida
Sport/PE    1x2    Santa Cruz/PE

Campeonato Alagoano/2017 – 4ª Fase – Decisão do 3º Lugar – Volta
ASA    3x0    Murici
[ASA 3º Lugar]

Campeonato Brasiliense/2017 – 4ª Fase – Final – Ida
Ceilândia 2×2 Brasiliense

Campeonato Sul-Matogrossense/2017 – 4ª Fase – Decisão do 3º Lugar – Ida
7 de Setembro 3×2 Operário

Campeonato Capixaba/2017 – 3ª Fase – Final – Ida
Doze 2×2 Atlético Itapemirim

Campeonato Sergipano/2017 – 3ª Fase – Final – Ida
Confiança 1×1 Itabaiana

Campeonato Maranhense/2017 – 2º Turno – Final – Ida
Cordino 1×1 Sampaio Corrêa

Campeonato Piauiense/2017 – 2º Turno – 1ª Fase – 7ª Rodada
Piauí 0×0 4 de Julho
Flamengo 1×1 Parnahyba

[River, Altos, 4 de Julho e Piauí classificados para as Semifinais do 2º Turno]

Campeonato Amazonense/2017 – 1ª Fase – 11ª Rodada
Fast  x  Nacional
[Suspenso devido ao choque entre dois jogadores no primeiro minuto de jogo]
[O atleta Charles do Fast foi internado. Nova partida será realizada no dia 30/04 às 15:00 local]
Penarol 0×0 Princesa do Solimões
Holanda 3×1 Rio Negro
Manaus 3×0 São Raimundo

Campeonato Tocantinense/2017 – 2ª Fase – Semifinal – Volta
Sparta 1×1 Gurupi
Interporto 0×0 Tocantinópolis

[Interporto e Sparta na final]

Campeonato Paulista – 2ª Divisão/2017 – 2ª Fase – Semifinal – Ida
Bragantino 1×0 Água Santa
Rio Claro 2×2 São Caetano

Campeonato Mineiro – 2ª Divisão/2017 – 2ª Fase – Hexagonal Final – 6ª Rodada
Uberaba 1×0 Betinense
Tupynambás 2×0 Patrocinense(CA)

Campeonato Baiano – 2ª Divisão/2017 – 1ª Fase – 3ª Rodada
Ypiranga  x  Colo Colo
[Ypiranga desistiu][Colo Colo ganhou os pontos da partida][Placar atribuído: 0x1]
Atlético 1×1 Pituaçu

Campeonato Capixaba – 2ª Divisão/2017 – 1ª Fase – Preliminar – 7ª Rodada
Estrela do Norte 2×0 Vilavelhense
Castelo 4×1 Sport Linharense

Campeonato Paulista – 3ª Divisão/2017 – 2ª Fase – Volta
Monte Azul 1×0 Taboão da Serra
Rio Branco 1×3 Nacional
Internacional 2×1 Desportivo Brasil

[Internacional, Nacional e Monte Azul classificados para a Semifinal]

Campeonato Gaúcho – 3ª Divisão/2017 – 1ª Etapa – Classificatória – 8ª Rodada
Rio Grande 1×0 Sapucaiense
Nova Prata 1×2 PRS
Grêmio B 0×1 Três Passos

Campeonato Paulista – 4ª Divisão/2017 – 1ª Fase – 4ª Rodada
Manthiqueira 2×0 Jabaquara
América 4×1 Assisense
Primavera 0×2 Elosport

Campeonato Espanhol/2016-2017 – Fase Única – 35ª Rodada
Las Palmas 0×5 Atlético de Madrid
Espanyol 0×3 Barcelona
Real Madrid 2×1 Valencia
Real Sociedad 2×1 Granada

Campeonato Alemão/2016-2017 – Fase Única – 31ª Rodada
Wolfsburg 0×6 Bayern de Munique
Borussia Dortmund 0×0 Colônia
Mainz 1×2 Borussia Mönchengladbach
Darmstadt 98 3×0 Freiburg
Werder Bremen 2×0 Hertha Berlim
RB Leipzig 0×0 Ingolstadt 04

Campeonato Italiano/2016-2017 – Fase Única – 34ª Rodada
Torino 1×1 Sampdoria

Campeonato Inglês/2016-2017 – Fase Única – 35ª Rodada
Southampton 0×0 Hull City
Crystal Palace 0×2 Burnley
Stoke City 0×0 West Ham
West Bromwich 0×1 Leicester City
Sunderland 0×1 Bournemouth

Campeonato Francês/2016-2017 – Fase Única – 35ª Rodada
Montpellier 0×3 Lille
Monaco 3×1 Toulouse
Nantes 1×0 Lorient
Metz 2×1 Nancy
Bastia 1×0 Rennes
Guingamp 0×2 Saint-Étienne

Campeonato Argentino/2016-2017 – 1ª Fase – 22ª Rodada
Unión Santa Fe 0×0 Patronato
Sarmiento Junín 0×4 Colón
Tigre 0×1 Banfield
Huracán 0×1 Newell’s Old Boys
Gimnasia y Esgrima 0×1 San Lorenzo
Temperley 3×0 Racing

Campeonato Português/2016-2017 – Fase Única – 31ª Rodada
Chaves 0×1 Porto
Nacional 0×2 Rio Ave
Benfica 2×1 Estoril
Boavista 1×0 Tondela

Fonte: futebolnacional.com.br

 

 

1ª CATEGORIA

PROFISSIONAL

CORITIBA FOOTBALL CLUB

1ª CATEGORIA

ASPIRANTE

PALESTRA ITÁLIA FUTEBOL CLUBE

1ª CATEGORIA

JUVENIL

SOCIEDADE EDUCAÇÃO FÍSICA JUVENTUS

2ª CATEGORIA

1º QUADROS

OPERÁRIO DO AHÚ SPORT CLUB

2ª CATEGORIA

2º QUADROS

CLUBE ATLÉTICO PRIMAVERA

3ª CATEGORIA

1º QUADROS

BANGU FUTEBOL CLUBE

3ª CATEGORIA

2º QUADROS

NOVO MUNDO FUTEBOL CLUBE

Fonte: Diário da Tarde – PR

 

Participaram do campeonato as seguintes ligas:

Associação Campista de Esportes Terrestres (ACET) – CAMPOS
Associação Iguassuana de Esportes (AIE) – NOVA IGUAÇU
Associação Leste Fluminense de Esportes Athleticos (ALFEA) – CABO FRIO
Associação Petropolitana de Sports (APS) – PETRÓPOLIS
Associação Serrana de Esportes Athleticos (ASEA) – NOVA FRIBURGO
Associação Sudoeste Fluminense de Esportes Athleticos (ASFEA) – PARAÍBA DO SUL
Associação Therezopolitana de Esportes Athleticos (ATEA) – TERESÓPOLIS
Liga Esportiva Norte Fluminense (LENF) – MIRACEMA
Liga Esportiva Sul Fluminense (LESF) – BARRA DO PIRAÍ
Liga Nictheroyense de Football (LNF) – NITERÓI

Observem que muitas das mesmas eram ligas regionais, e não apenas municipais. Caso da campeã Liga Esportiva Sul Fluminense, que tinha clubes de Barra do Piraí, Barra Mansa etc.

Contudo, era costume de alguns jornais considerar as seleções como sendo representantes da cidade onde as mesmas estavam sediadas. Por isso, o título da Liga Esportiva Sul Fluminense costuma ser contabilizado como um título da Seleção de Barra do Piraí.

 

 

FONTE: Revista Placar.

 

 

Em pé: Oliveira,Beto,Jota Alves,Abel,Castilho,Carlinhos. Agachados: Quarentinha,Pau Preto,Édson Piola,Milton Dias e Ércio.

Fonte:Enciclopédia do Futebol Paraense

 

 

 

FONTE: Revista Placar.

 

O campeonato gaúcho de 1919 foi primeiro campeonato regional do Estado do Rio Grande do Sul, organizado pela recém-criada Federação Riograndense de Desportos.

Originalmente, fariam parte do campeonato as equipes vencedoras de sete importantes cidades do Estado: Grêmio (Porto Alegre), Nacional (São Leopoldo), Guarany (Bagé), representante de Cruz Alta (sem referências), Brasil (Pelotas), Uruguaiana (Uruguaiana) e 14 de julho (Santana do Livramento).

Entretanto, 5 clubes perderam o prazo peremptório estabelecido pela Federação para a inscrição de atletas, restando assim, apenas Grêmio e Brasil de Pelotas para a disputa de uma espécie de “final em jogo único”.

O vencedor, levaria o título de primeiro campeão gaúcho da história, além de ser convidado para participar do Torneio de Campeões Estaduais, organizado pela CBD, no ano de 1920 no Rio de Janeiro.

Os finalistas:

O Grêmio Sportivo Brasil (depois Esportivo, com a nacionalização do nome) credenciou-se à disputa do título após sagrar-se tricampeão da Liga Pelotense. Título conquistado de forma invicta naquele ano de 1919. Disputaram a liga em 1919: Brasil, Guarany, Ideal, Rio Branco, União e o arquirrival Pelotas.

Em 3 anos, a equipe havia sofrido apenas uma derrota, ocorrida no ano de 1917, para o mesmo Grêmio, por 2-1.

Na época, somente o zagueiro Ary não participou daquele “match”.

Segundo fontes, o defensor era o único do plantel não nascido em Pelotas. Havia sido trazido do Sport Club Internacional no início de 1919.

Os demais jogadores eram pratas da casa do clube pelotense.

 Foto: equipe do Brasil de 1919

o Grêmio FootBall Portoalegense, chegou para a disputa do título após ter se sagrado campeão do Campeonato Citadino de Porto Alegre.

Naquele ano, o campeonato foi disputado por Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Porto Alegre, Tabajara e São José.

 Na final, o Grêmio venceu o São José pelo placar de 3×2.

O local do jogo.

A partida foi marcada pela Federação para às 16h do dia 9 de novembro de 1919 no “Ground do Moinhos de Vento”, como era chamado o estádio do Fortim da Baixada, pertencente ao Grêmio FootBall Portoalegrense.

Com isso, até mesmo os sócios tricolores, tiveram que comprar ingresso para assistir ao match,. Contudo, teriam a preferência para ocupar as dependências do Pavilhão da Baixada.

Na época, os ingressos foram disponibilizados ao preço de 2$00 e 3$00 (arquibancadas).

Segundo informações do Jornal Correio do Povo, do dia 8 de novembro de 1919, cada cavalheiro teria direito de levar duas senhoritas ou dois cavalheiros como acompanhantes.

As entradas podiam ser adquiridas na Rua do Andradas, 375 (antiga Rua da Praia, no Centro de Porto Alegre).

Foto: pintura do antigo Fortim da Baixada (fonte:www.guascatur.com)


 Antecedentes da partida.

O Brasil, chegou a Porto Alegre na véspera da partida, a bordo do Vapor Mercedes. A delegação foi chefiada pelo seu presidente na época, o Cel. Manoel Simões Lopes.

Ficaram hospedados no Hotel Paris, em Porto Alegre.

Faziam parte da delegação, pessoas influentes do meio esportivo pelotense, mais conhecidos na época como “Sportmans”. Entre eles, Francisco Ferreira, Farias Guimarães e Solon Silveira, além sócios do clube, familiares dos atletas, torcedores importantes e representantes dos demais clubes pelotenses.

Para a partida, a Federação Riograndense de Desportos, convidou o Sr. Fontoura, dirigente do Cruzeiro de Porto Alegre para ser o árbitro.

 O jogo

O Grêmio levada um certo favoritismo para o Match, visto que jogava em casa, apesar do campo ser considerado neutro em face do arrendamento requisitado pela Federação.

Além disso, a única derrota imposta ao Brasil em três anos foi justamente frente ao Grêmio.

O Jornal Correio do Povo, na véspera da partida, referia que o time Gremista com certeza conquistaria o inédito titulo de campeão estadual, amanhã, no Ground do Moinhos de Vento.

Como se vê, o maracanaço portoalegrense ocorreria naquela data, 31 anos antes da Copa do Mundo no Brasil.

O tricolor, apesar do favoritismo da imprensa da Capital, tinha problemas para montar a equipe, pois o goleiro Demétrio e o atacante Bruno eram as dúvidas na escalação.

O “já ganhou” da equipe Porto Alegrense, aliado ao grande entrosamento do time Pelotense, resultaram, no final, em um placar elastico: 5×1 para o Brasil.


Foto: Correio do povo de 11/11/1919.

 

Súmula

 

Final – Jogo Único

Grêmio 1-5 Brasil

Local: Fortim da Baixada (Porto Alegre);

Horário: 16:00

Arbitro: Sr. Fontoura (Pertencente ao Sport Club Cruzeiro)

Gols: Proença (B) aos 12′, Correa (B) aos 19′, Máximo (G) aos 28′,

Proença (B) aos 49′, Alvarizza (B) aos 51′ e Proença (B) aos 71′;

GRÊMIO: DEMÉTRIO Silveira; Pedro PINTO e Jorge Tavares PY; DORIVAL Fonseca, Francisco Fernandes – CHIQUINHO e Luiz ASSUMPÇÃO; Oscar GERTUM, Severino Franco da Silva – LAGARTO, MÁXIMO Laviaguerre, Alcides MENEGHINI e Walter Lewis – LIVI.

BRASIL: Oswaldo FRANCK; Francisco NUNES e ARY Xavier; FLORIANO Lourenço, Pedro ROSSELLI e Waldomiro Victorio – BABA; Jorge FARIA, Alberto CORREA, Pelágio PROENÇA, Ignácio GERLACH e Ismael ALVARIZZA

 

FONTES: Súmulas-Tchê, Wikipédia, RSSSF Brasil, Livro Grêmio Foot-Ball Portoalegrense – Imortal Tricolor, Correio do Povo e Diário Popular.

 

 

DATA
LOCAL
11.05.1975
MARÍTIMOS
1-7
COMERCIAL
CORUMBÁ
14.05.1975
COMERCIAL
1-0
OPERÁRIO(VG)
CAMPO GRANDE
21.05.1975
COMERCIAL
3-0
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
08.06.1975
COMERCIAL
3-0
UNIÃO
CAMPO GRANDE
18.06.1975
COMERCIAL
2-0
UBIRATAN
CAMPO GRANDE
25.06.1975
COMERCIAL
1-0
OPERÁRIO(CG)
CAMPO GRANDE
06.07.1975
UNIÃO
0-0
COMERCIAL
RONDONÓPOLIS
09.07.1975
OPERÁRIO(VG)
0-2
COMERCIAL
CUIABÁ
13.07.1975
DOM BOSCO
1-1
COMERCIAL
CUIABÁ
16.07.1975
MIXTO
0-1
COMERCIAL
CUIABÁ
20.07.1975
OPERÁRIO(CG)
1-0
COMERCIAL
CAMPO GRANDE
27.07.1975
COMERCIAL
4-0
MARÍTIMOS
CAMPO GRANDE
03.08.1975
UBIRATAN
0-3
COMERCIAL
DOURADOS

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e Revista Placar

 

 

DATA
LOCAL
24.11.1974
OPERÁRIO(CG)
2-0
UBIRATAN
CAMPO GRANDE
27.11.1974
OPERÁRIO(CG)
3-0
UNIÃO
CAMPO GRANDE
01.12.1974
OPERÁRIO(VG)
2-0
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
04.12.1974
MIXTO
0-0
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
08.12.1974
DOM BOSCO
2-1
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
15.12.1974
OPERÁRIO(CG)
1-1
COMERCIAL
CAMPO GRANDE
16.02.1975
OPERÁRIO(CG)
1-1
OPERÁRIO(VG)
CAMPO GRANDE
05.03.1975
OPERÁRIO(CG)
1-0
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
23.03.1975
OPERÁRIO(CG)
4-0
MIXTO
CAMPO GRANDE
06.04.1975
UNIÃO
0-2
OPERÁRIO(CG)
RONDONÓPOLIS
13.04.1975
COMERCIAL
0-0
OPERÁRIO(CG)
CAMPO GRANDE
19.04.1975
UBIRATAN
1-2
OPERÁRIO(CG)
DOURADOS
20.04.1975
DOM BOSCO
2-2
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
23.04.1975
OPERÁRIO(CG)
1-1
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
27.04.1975
OPERÁRIO(CG)
2-1
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e Revista Placar

 

 

DATA
LOCAL
14.10.1973
OPERÁRIO(VG)
1-0
UNIÃO
RONDONÓPOLIS
20.10.1973
OPERÁRIO(VG)
1-1
OPERÁRIO(CG)
CAMPO GRANDE
28.10.1973
OPERÁRIO(VG)
?-?
PALMEIRAS
CUIABÁ
11.11.1973
OPERÁRIO(VG)
2-2
MIXTO
CUIABÁ
18.11.1973
OPERÁRIO(VG)
0-0
DOM BOSCO
CUIABÁ
03.03.1974
OPERÁRIO(VG)
1-0
UNIÃO
CUIABÁ
24.03.1974
OPERÁRIO(VG)
1-1
COMERCIAL
CUIABÁ
07.04.1974
OPERÁRIO(VG)
4-1
PALMEIRAS
CUIABÁ
05.05.1974
OPERÁRIO(VG)
2-1
MIXTO
CUIABÁ
12.05.1974
OPERÁRIO(VG)
0-0
DOM BOSCO
CUIABÁ
02.06.1974
OPERÁRIO(VG)
2-2
UNIÃO
RONDONÓPOLIS
16.06.1974
OPERÁRIO(VG)
1-2
MIXTO
CUIABÁ
19.06.1974
OPERÁRIO(VG)
2-2
PALMEIRAS
CUIABÁ
30.06.1974
OPERÁRIO(VG)
1-1
COMERCIAL
CAMPO GRANDE
14.07.1974
OPERÁRIO(VG)
1-4
DOM BOSCO
CUIABÁ
21.07.1974
OPERÁRIO(VG)
0-0
DOM BOSCO
CUIABÁ
28.07.1974
OPERÁRIO(VG)
4-0
DOM BOSCO
CUIABÁ
04.08.1974
OPERÁRIO(VG)
0-0
DOM BOSCO
CUIABÁ

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e Revista Placar

 

 

 

DATA
LOCAL
21.03.1976
OPERÁRIO(CG)
5-0
UBIRATAN
CAMPO GRANDE
28.03.1976
OPERÁRIO(D)
0-1
OPERÁRIO(CG)
DOURADOS
31.03.1976
OPERÁRIO(CG)
2-0
INDUSTRIÁRIA
CAMPO GRANDE
04.04.1976
OPERÁRIO(CG)
2-1
COMERCIAL(CG)
CAMPO GRANDE
18.04.1976
OPERÁRIO(CG)
5-0
UBIRATAN
CAMPO GRANDE
02.05.1976
OPERÁRIO(CG)
4-0
INDUSTRIÁRIA
CAMPO GRANDE
05.05.1976
OPERÁRIO(CG)
3-0
OPERÁRIO(D)
CAMPO GRANDE
09.05.1976
COMERCIAL(CG)
0-0
OPERÁRIO(CG)
CAMPO GRANDE
22.05.1976
OPERÁRIO(CG)
4-0
INDUSTRIÁRIA
CAMPO GRANDE
06.06.1976
UBIRATAN
0-1
OPERÁRIO(CG)
DOURADOS
13.06.1976
OPERÁRIO(CG)
2-0
OPERÁRIO(D)
CAMPO GRANDE
20.06.1976
OPERÁRIO(CG)
1-0
COMERCIAL(CG)
CAMPO GRANDE
30.06.1976
OPERÁRIO(CG)
2-2
UNIÃO
CAMPO GRANDE
03.07.1976
MIXTO
1-1
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
07.07.1976
DOM BOSCO
1-2
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
11.07.1976
OPERÁRIO(CG)
1-0
COMERCIAL(CG)
CAMPO GRANDE
21.07.1976
OPERÁRIO(CG)
4-0
UBIRATAN
CAMPO GRANDE
25.07.1976
OPERÁRIO(CG)
2-0
MIXTO
CAMPO GRANDE
01.08.1976
OPERÁRIO(CG)
7-0
UBIRATAN
CAMPO GRANDE
08.08.1976
OPERÁRIO(CG)
2-0
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
11.08.1976
OPERÁRIO(CG)
3-0
UNIÃO
CAMPO GRANDE
15.08.1976
OPERÁRIO(CG)
1-0
COMERCIAL(CG)
CAMPO GRANDE

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e Revista Placar

 

 

DATA
LOCAL
13.03.1977
OPERÁRIO(CG)
3-1
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
20.03.1977
OPERÁRIO(CG)
5-0
OPERÁRIO(VG)
CAMPO GRANDE
27.03.1977
MIXTO
3-1
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
03.04.1977
CÁCERES
0-5
OPERÁRIO(CG)
CÁCERES
10.04.1977
OPERÁRIO(CG)
4-1
PALMEIRAS
CAMPO GRANDE
15.04.1977
OPERÁRIO(CG)
3-0
INDUSTRIÁRIA
CAMPO GRANDE
17.04.1977
OPERÁRIO(CG)
2-0
UNIÃO
CAMPO GRANDE
21.04.1977
OPERÁRIO(CG)
2-1
COMERCIAL
CAMPO GRANDE
01.05.1977
UNIÃO
2-0
OPERÁRIO(CG)
RONDONÓPOLIS
27.04.1977
PALMEIRAS
2-3
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
08.05.1977
OPERÁRIO(CG)
4-0
CÁCERES
CAMPO GRANDE
18.05.1977
OPERÁRIO(CG)
2-2
INDUSTRIÁRIA
CAMPO GRANDE
22.05.1977
OPERÁRIO(VG)
1-1
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
25.05.1977
DOM BOSCO
1-1
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
29.05.1977
OPERÁRIO(CG)
1-0
MIXTO
CAMPO GRANDE
05.06.1977
COMERCIAL
0-0
OPERÁRIO(CG)
CAMPO GRANDE
22.06.1977
MIXTO
0-3
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
25.06.1977
DOM BOSCO
0-0
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
29.06.1977
OPERÁRIO(CG)
3-1
INDUSTRIÁRIA
CAMPO GRANDE
13.07.1977
OPERÁRIO(CG)
3-0
OPERÁRIO(VG)
CAMPO GRANDE
17.07.1977
OPERÁRIO(CG)
2-1
COMERCIAL
CAMPO GRANDE
20.07.1977
OPERÁRIO(CG)
2-1
MIXTO
CAMPO GRANDE
24.07.1977
OPERÁRIO(CG)
1-1
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
27.07.1977
OPERÁRIO(CG)
2-0
INDUSTRIÁRIA
CAMPO GRANDE
14.08.1977
COMERCIAL
2-0
OPERÁRIO(CG)
CAMPO GRANDE
17.08.1977
OPERÁRIO(VG)
0-1
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e Revista Placar

 

 

DATA
LOCAL
03.09.1978
21 DE ABRIL
0-1
OPERÁRIO(CG)
FÁTIMA DO SUL
12.09.1978
OPERÁRIO(CG)
2-0
OPERÁRIO(VG)
CAMPO GRANDE
17.09.1978
OPERÁRIO(CG)
3-0
PALMEIRAS
CAMPO GRANDE
24.09.1978
UNIÃO
0-2
OPERÁRIO(CG)
RONDONÓPOLIS
08.10.1978
DOM BOSCO
0-0
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
15.10.1978
BARRA DO GARÇAS
0-2
OPERÁRIO(CG)
BARRA DO GARÇAS
22.10.1978
MIXTO
1-2
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
29.10.1978
OPERÁRIO(CG)
1-0
COMERCIAL
CAMPO GRANDE
01.11.1978
OPERÁRIO(CG)
2-1
21 DE ABRIL
CAMPO GRANDE
09.11.1978
OPERÁRIO(CG)
4-0
UNIÃO
CAMPO GRANDE
12.11.1978
OPERÁRIO(CG)
4-0
MIXTO
CAMPO GRANDE
16.11.1978
OPERÁRIO(VG)
4-0
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
19.11.1978
PALMEIRAS
2-10
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
23.11.1978
OPERÁRIO(CG)
2-0
BARRA DO GARÇAS
CAMPO GRANDE
03.12.1978
COMERCIAL
1-1
OPERÁRIO(CG)
CAMPO GRANDE
10.12.1978
OPERÁRIO(CG)
1-0
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
04.02.1979
OPERÁRIO(CG)
3-0
MIXTO
CAMPO GRANDE
11.02.1979
BARRA DO GARÇAS
0-2
OPERÁRIO(CG)
BARRA DO GARÇAS
14.02.1979
OPERÁRIO(CG)
4-0
OPERÁRIO(VG)
CAMPO GRANDE
18.02.1979
OPERÁRIO(CG)
0-1
DOM BOSCO
CAMPO GRANDE
24.02.1979
OPERÁRIO(CG)
1-1
COMERCIAL
CAMPO GRANDE
04.03.1979
OPERÁRIO(VG)
1-1
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
07.03.1979
OPERÁRIO(CG)
13-0
BARRA DO GARÇAS
CAMPO GRANDE
11.03.1979
MIXTO
2-2
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
21.03.1979
DOM BOSCO
1-2
OPERÁRIO(CG)
CUIABÁ
25.03.1979
OPERÁRIO(CG)
1-0
COMERCIAL
CAMPO GRANDE

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e Revista Placar

 

O Mixto sagrou-se bicampeão Matogrossense após disputar a final com o União da cidade de Rondonópolis. Abaixo as fichas técnicas:

 

Mixto 2 x 1 União

Data: 16/11/1980

Validade: Campeonato Mato-grossense – Final – 1º jogo

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Renda: Cr$ 773.200,00

Público: 12.629

Árbitro: Maurílio José Santiago

Gols: Gilmar, Bife e Mário Sérgio

Mixto: Ernani, Gilmar, Fumaça, Miro, Jairo, Fabinho, Ademar, Tostão, Marcinho (Ideraldo), Bife e Toninho Campos (Luis Márcio). Técnico: Helio Machado

União: Almeida, Maurinho, Mário Sérgio (Gilmar), China, Nélson, De Paula, Osmário, Edson, Xaxá, Pindu e Zuza. Técnico: Genésio do Carmo

 

União 1 x 1 Mixto

Data: 23/11/1980

Validade: Campeonato Mato-grossense – Final – 2º jogo

Local: Estádio Lutero Lopes (Rondonópolis)

Renda: Cr$ 994.300,00

Público: 5.926

Árbitro: Romualdo Arppi Filho (SP)

Gols: Edson e Tostão

União: Almeida, China, Maurinho, Mário Sérgio, Nélson, Dideus, Edson, Chundi, Xaxá, Osmário (Juari), Zuza. Técnico: Genésio do Carmo

Mixto: Ernani, Gilmar, Fumaça, Miro, Jairo, Fabinho, Gole, Ademar, Toninho Campos (Luis Márcio), Bife e Tostão. Técnico: Helio Machado

 

Mixto 2 x 0 União

Data: 26/11/1980

Validade: Campeonato Mato-grossense – Final – 3º jogo

Renda: Cr$ 954.230,00

Público: 15.290

Árbitro: José Roberto Wright (RJ)

Gols: Ademar e Bife

Mixto: Ernani, Gilmar, Fumaça, Miro (Folha), Jairo, Fabinho, Golê (Arildo), Ademar, Toninho Campos, Bife e Tostão. Técnico: Helio Machado

União: Almeida, China, Mário Sérgio, Maurinho (Gilmar), Nélson, Zé Coco, Chundi, Edson, Xaxá, Juari (Joãozinho) e Zuza. Técnico: Genésio do Carmo

 

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e Revista Placar

 

Atlético 2 x 1 XV de Novembro

Data: 27/05/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 2.430,00

Árbitro: Elpidio Gonçalves Preza

Gols do Atlético: Ariel e Luiz Toucinho

Atlético: Levy, Guiauro, Vital, Sebastião, João 19, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Luiz Toucinho, Bianchi e Proença.

 

Atlético 5 x 0 Palmeiras

Data: 08/07/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 2.955,00

Árbitro: Samuel Torquato da Silva

Gols do Atlético: Proença (2), Bianchi (2) e Ataíde

Atlético: Fulepa, Luiz Toucinho, Vital, Sebastião, Guiauro, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Ataíde, Bianchi e Proença.

 

Atlético 5 x 0 Campinas

Data: 29/07/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 3.000,00

Árbitro: Elpidio Gonçalves Preza

Gols do Atlético: Proença (2), Ariel, Bianchi e Luiz Toucinho

Atlético: Fulepa, Luiz Toucinho, Vital, Sebastião, Guiauro, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Proença, Bianchi e Bosco.

 

Atlético 2 x 1 Cruzeiro

Data: 19/08/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 6.900,00

Árbitro: Elpidio Gonçalves Preza

Gols do Atlético: Bianchi (2)

Atlético: Fulepa, Luiz Toucinho, Vital, Sebastião, Guiauro, Totó Traçaia, Ariel Portela, Preto, Bianchi e Proença.

 

Atlético 1 x 0 Dom Bosco

Data: 02/09/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 12.500,00

Árbitro: Elpidio Gonçalves Preza

Gol do Atlético: Preto

Atlético: Levy, Luiz Tocuinho, Vital, Sebastião, Guiauro, Totó, Ariel, Portela, Preto, Bianchi e Proença.

 

Atlético 2 x 3 Santo Antônio

Data: 15/09/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 3.415,00

Árbitro: José B. Pinto

Gols do Atlético: Preto e Bianchi

Atlético: Fulepa, Luiz Toucinho, Luiz Guimarães, Sebastião, Guiauro, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Preto, Bianchi e Proença.

 

Atlético 1 x 0 Mixto

Data: 30/09/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 14.970,00

Árbitro: Francisco Moreno

Gol do Atlético: Preto

Atlético: Fulepa, Luiz Toucinho, Vital, Sebastião, Guiauro, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Preto, Bianchi e Proença.

 

Atlético 1 x 1 XV de Novembro

Data: 13/01/1957

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 2.600,00

Árbitro: João Batista de Carvalho

Gol do Atlético: Preto

Atlético: Fulepa, Luiz Toucinho, Vital, Sebastião, Guiauro, Totó Traçaia, Ataíde, Portela, Vico, Preto e Batista.

 

Atlético 2 x 3 Cruzeiro

Data: 26/01/1957

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 1.260,00

Árbitro: João Batista de Carvalho

Gols do Atlético: Portela e Ariel

Atlético: Antônio, Luiz Toucinho, Vital, Sebastião, Guiauro, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Edson, Preto e Ataíde.

 

Atlético 15 x 1 Santo Antônio

Data: 16/02/1957

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 1.245,00

Árbitro: José B. Pinto

Gols do Atlético: Luiz Toucinho (6), Preto (4), Ariel (2), Ataíde (2) e Portela

Atlético: Fulepa, Guiauro, Vital, Robustiano, Sebastião, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Luiz Toucinho, Preto e Ataíde.

 

Atlético 5 x 1 Campinas

Data: 24/02/1957

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 4.090,00

Árbitro: Beendito Rodrigues de Souza

Gols do Atlético: Luiz Toucinho (2), Preto (2) e Totó Traçaia

Atlético: Fulepa, Guiauro, Vital, Robustiano, Sebastião, Totó Traçaia, Ariel, Portela, Luiz Toucinho, Preto e Ataíde.

 

Atlético 3 x 2 Palmeiras

Data: 16/03/1957

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 3.385,00

Árbitro: Florizel Soares da Silva

Gols do Atlético: Ariel, Ataíde e Preto

Atlético: Fulepa, Guiauro, Vital, Lisboa, Sebastião, Ruy, Ariel, Portela, Luiz Toucinho, Preto e Ataíde.

 

Atlético 2 x 1 Dom Bosco

Data: 24/03/1956

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 18.230,00

Árbitro: José Carlos Lopes

Gols do Atlético: Ariel e Luiz Toucinho

Atlético: Fulepa, Guiauro, Vital, Robustiano, Sebastião, Dilson, Ariel, Portela, Luiz Toucinho, Preto e Ataíde.

 

Atlético 3 x 1 Mixto

Data: 21/04/1957

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 14.080,00

Árbitro: Dimas Carrate

Gols do Atlético: Luiz Toucinho, Ataíde e Portela

Atlético: Fulepa, Guiauro, Vital, Robustiano, Sebastião, Mário Tatu, Ariel, Portela, Luiz Toucinho, Preto e Ataíde.

Fonte: Boletim Oficial do Clube Atlético Matogrossense 1957

 

 

CATEGORIA INFANTIL

CAMPEÃO SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS (SÃO PAULO)

CATEGORIA JUVENIL

CAMPEÃO SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO CLUBE ATLÉTICO JUVENTUS (SÃO PAULO)

CATEGORIA ASPIRANTES

CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS (SÃO PAULO)

CATEGORIA AMADOR – 1ª DIVISÃO – CAPITAL

CAMPEÃO UNIÃO TIETÊ FUTEBOL CLUBE (GUARULHOS)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AÇUCENA (SÃO PAULO)

TORNEIO DOS CAMPEÕES AMADORES – CAPITAL

CAMPEÃO ESPORTE CLUBE SAMPAIO MOREIRA (SÃO PAULO)

CAMPEONATO AMADOR DO INTERIOR

CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA XI DE AGOSTO (TATUÍ)
VICE CAMPEÃO COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (ARARAS)

CAMPEONATO AMADOR DO ESTADO

CAMPEÃO ESPORTE CLUBE SAMPAIO MOREIRA (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA XI DE AGOSTO (TATUÍ)
 

CATEGORIA INFANTIL

CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS (SÃO PAULO)

SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)

CATEGORIA JUVENIL – SÉRIE B

CAMPEÃO SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS (SÃO PAULO)

CATEGORIA JUVENIL – SÉRIE A

CAMPEÃO SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)

CATEGORIA MISTOS

CAMPEÃO SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO BENTO (SÃO CAETANO DO SUL)

CATEGORIA VARZEANA – CAPITAL

CAMPEÃO ESPORTE CLUBE SAMPAIO MOREIRA (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO GRÊMIO MARANHENSE (SÃO PAULO)

CATEGORIA AMADOR – 1ª DIVISÃO – CAPITAL

CAMPEÃO VILA PRIMAVERA FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AÇUCENA (SÃO PAULO)

TORNEIO DOS CAMPEÕES AMADORES – CAPITAL

CAMPEÃO CLUBE RECREATIVO NITROQUÍMICA (SÃO MIGUEL PAULISTA)
VICE CAMPEÃO ESPORTE CLUBE SAMPAIO MOREIRA (SÃO PAULO)

CAMPEONATO AMADOR DO INTERIOR

CAMPEÃO ATLÉTICO BRASIL CLUBE (PARAGUAÇU PAULISTA)
VICE CAMPEÃO COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (ARARAS)

CAMPEONATO AMADOR DO ESTADO

CAMPEÃO CLUBE RECREATIVO NITROQUÍMICA (SÃO MIGUEL PAULISTA
VICE CAMPEÃO ATLÉTICO BRASIL CLUBE (PARAGUAÇU PAULISTA)
 

O Clube Atlético Itajaí conquistou na tarde deste domingo o título de campeão catarinense da Série C. A conquista veio mesmo com a derrota para o Fluminense de Joinville, em Joinville, por 3 a 1. É que no primeiro jogo da decisão, realizado no sábado anterior em Itajaí, o Itajaí goleou o Fluminense por 6 a 2.

Com o título, o Clube Atlético Itajaí garantiu uma vaga na Série B de Santa Catarina em 2017, já que apenas o campeão garante o acesso. O curioso é que este campeonato foi o primeiro disputado pelo Atlético Itajaí, que foi fundado em abril deste ano e já começa sua história com uma importante conquista.

O futebol de Santa Catarina é atualmente um dos mais organizados no Brasil e a Série C teve seis equipes disputando o torneio, sendo que o Santa Catarina, de Imbituba, desistiu do torneio no meio da competição.

Fonte: Futebol Interior

 
CAMPEONATO CLUBE CIDADE
PROFISSIONAL CORITIBA FOOTBALL CLUB CURITIBA
ASPIRANTES ESPORTE CLUBE ÁGUA VERDE CURITIBA
AMADORES CLUBE ATLÉTICO FERROVIÁRIO CURITIBA
JUVENIS CORITIBA FOOTBALL CLUB CURITIBA
2ª DIVISÃO OPERÁRIO SPORT CLUB DO AHÚ CURITIBA
3ª DIVISÃO IPÊ FUTEBOL CLUBE CURITIBA
TORNEIO DO INTERIOR RIO BRANCO SPORT CLUB PARANAGUÁ
 

Além do Campeonato Catarinense de 2015, que foi decidido nos tribunais, listamos sete casos em que o Campeonato Catarinense teve um campeão por motivos extracampo:

1931
O primeiro campeão por W.O
O clube Lauro Müller, de Itajaí, durou apenas 19 anos. O maior feito da equipe foi chegar à final do Catarinense de 1931. Com apenas um ano de história o clube do Itajaí conseguiu tal feito e o duelo prometia ser quente com o Atlético Catarinense, equipe de Florianópolis. A data da decisão foi 24 de janeiro de 1932, porém a Federação Catarinense de Desportos decidiu adiar o jogo por mais uma semana e isso irritou os cartolas do time da Capital. Insatisfeitos, os dirigentes proibiram os jogadores de entrar no campo do Estádio Adolfo Konder, no dia 31 de janeiro, e assim a FCD declarou o Lauro Müller campeão catarinense por W.O.

1942
Exército atrapalha a final
A decisão do Estadual de 1942, teve como finalistas América, de Joinville, e Avaí. Porém, o jogo final nunca aconteceu e o Leão ficou com a taça por conta de um decreto. Os jogadores do time joinvilense foram impedidos de jogar pelo batalhão do exército de viajar para a partida decisiva porque o América tinha no elenco atletas que faziam partida do 13º Batalhão de Caçadores. Assim, o time do Norte do Estado tentou realizar a partida em outra data, ou mesmo em Joinville — onde os jogadores que serviam o exército poderiam jogar —, mas a FCF não cedeu e decretou o Avaí campeão.

1956
Amador campeão profissional
Em 1956, 10 dos principais clubes do Estado criaram a Liga Especial de Futebol Profissional e organizaram seu campeonato Estadual, vencido pelo Paysandu, de Brusque. A Federação Catarinense de Futebol (FCF), embora reconhecesse a iniciativa da Liga, também promoveu a sua competição. O melhor time foi o Operário, time da Usina Metalúrgica de Joinville, uma equipe praticamente amadora. A FCF decidiu unificar os títulos e ainda com protestos do Paysandu, que já tinha dispensado boa parte de seu elenco, realizou uma grande final. Com um plantel remendado, o alviverde brusquense perdeu as duas partidas pra o tricolor de Joinville. O título ficou com o Operário, que mesmo sendo amador tem um troféu profissional na estante.

1963
Marinheiro campeão 20 anos depois de vencer a partida final
O Campeonato Catarinense de 1962 se estendeu até maio de 1963 e consagrou o Metropol, de Criciúma, como tricampeão do Estado. Logo depois do triunfo, a equipe viajou para Europa, onde disputou 23 jogos. Como o Estadual de 1962 se estendeu até 63, a Federação decidiu não fazer Campeonato Catarinense em 1963. Para os clubes não ficarem parados criou o torneio Luiza de Mello — então primeira dama do futebol catarinense, por ser casada com o presidente da FCF, Osni Mello. Com a vitória sobre o Carlos Renaux, de Brusque, o Marcílio Dias garantiu o primeiro lugar e ficou com a taça. Em 1983, a FCF decidiu homologar o Marinheiro como campeão do Estadual de 63 por ter vencido o único torneio organizado em Santa Catarina naquele ano.

1978
Campeonato do artigo 50
O Avaí ficou tão irritado com um pênalti marcado a favor do Joinville, que decidiu abandonar o Catarinense de 1978. O artigo 50 do regulamento do torneio, que tratava do assunto, não esclarecia o que aconteceria com os pontos das partidas que o Leão ainda iria disputar. O JEC terminou em primeiro, porém, a Chapecoense considerou os pontos ganhou do jogo que não teve contra o Avaí e também se proclamou campeã. O caso foi acabar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Depois de quatro meses de disputa o advogado Waldomiro Falcão conseguiu levar o título para o Tricolor do Norte.

1994
O jogo que terminou com invasão
O Figueirense voltou a ser campeão do Catarinense depois de 20 anos. A ansiedade da torcida era tanta que aos 32 minutos do segundo tempo da partida final contra o Criciúma invadiram o gramado do Estádio Orlando Scarpelli. O Alvinegro vencia por 2 a 0 quando o árbitro Dalmo Bozzano decidiu acabar o jogo, afinal, os torcedores fizeram tanta festa que levaram para casa inclusive as traves do estádio. Depois de uma disputa nos tribunais, o título foi confirmado para o Furacão.

1996
Final em três atos
Campeão do primeiro turno, o JEC precisava vence o jogo final do returno contra a Chapecoense por uma diferença de dois gols para ficar com o título antecipado, caso contrário o título seria definido em dois jogos finais. A partida estava empatada até os 42 minutos do segundo tempo, quando o zagueiro Lucio, do Verdão do Oeste, foi expulso. Depois de muita confusão, o Joinville desempatou. Aos 56, o árbitro João Paulo Araújo não viu o bandeirinha sinalizar a bola da cobrança de escanteio tricolor tinha passado por fora. O JEC marcou o quarto gol, fazendo o Ernestão explodir de alegria. No vestiário, pressionado pelo time visitante o árbitro voltou atrás e a partida terminou 3 a 2 para o Joinville.
Na primeira final, o JEC venceu por 2 a 0. Na véspera da decisão no Regional Índio Condá ninguém dormiu na delegação tricolor. Um foguetório acordou os jogadores do Joinville. Os dirigentes do time do Norte do Estado irritados decidiram voltar para casa. Os torcedores da Chape comemoraram o título, porém, o JEC conseguiu, depois de uma árdua batalha nos tribunais, remarcar o jogo para dezembro de 1996.

Com gols de Marquito e Gilmar Fontana o Verdão foi campeão catarinense pela segunda vez em sua história.

Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

 

O campeonato de 1919 da Liga Sportiva Fluminense, entidade oficial do Estado do Rio de Janeiro, foi disputado apenas por clubes da capital (Niterói). O disputa foi realizada em turno único, e o Fluminense Athletico Club, de Icaraí (hoje o clube fica no Centro), foi campeão com 100% de aproveitamento. Uma outra curiosidade: o Ypiranga ainda usava um uniforme azul e branco.

Participantes:
AMERICA Football Club (Niterói-RJ)
ARARIGBOYA Football Club (Niterói-RJ)
BARRETO Football Club (Niterói-RJ)
BYRON Football Club (Niterói-RJ)
CANTO DO RIO Football Club (Niterói-RJ)
FLUMINENSE Athletico Club (Niterói-RJ)
GUARANY Football Club (Niterói-RJ)
NICTHEROYENSE Football Club (Niterói-RJ)
ODEON Football Club (Niterói-RJ)
YPIRANGA Football Club (Niterói-RJ)

Turno único:
01/06/1919    Nictheroyense 0 – 1 Fluminense
01/06/1919    America 2 – 0 Odeon (partida anulada, uma nova foi marcada)
08/06/1919    Byron 2 – 3 Barreto
15/06/1919    Odeon 3 – 2 Ypiranga (partida anulada, uma nova foi marcada)
22/06/1919    Guarany 2 – 2 Canto do Rio
29/06/1919    Ararigboya 0 – 0 America (o America ganhou os pontos da partida)
06/07/1919     Fluminense 3 – 1 Barreto
13/07/1919     Ypiranga 0 – 2 Nictheroyense
14/07/1919     Ararigboya 2 – 0 Guarany
20/07/1919     Byron 2 – 4 Odeon
27/07/1919     America 1 – 2 Canto do Rio
28/07/1919     Odeon 2 – 4 Ypiranga
03/08/1919     Fluminense 5 – 2 Ypiranga
10/08/1919     Barreto 3 – 1 Nictheroyense
17/08/1919     Odeon 2 – 2 America
24/08/1919     Byron 3 – 1 Canto do Rio
31/08/1919     Fluminense 6 – 2 Guarany
07/09/1919     Barreto 3 – 0 Odeon
14/09/1919     Ypiranga 3 – 0 Ararigboya
21/09/1919     Nictheroyense 4 – 2 Byron
28/09/1919     America 2 – 1 Guarany (o Guarany ganhou os pontos da partida)
05/10/1919     Canto do Rio 2 – 3 Ararigboya
12/10/1919     Fluminense 3 – 1 Byron
19/10/1919     Ypiranga 2 – 2 Barreto
26/10/1919     Odeon 2 – 1 Nictheroyense
02/11/1919     Byron 4 – 2 Guarany
09/11/1919     America 0 – 2 Fluminense
15/11/1919     Canto do Rio 2 – 2 Nictheroyense
16/11/1919     Ararigboya 2 – 3 Barreto
23/11/1919     Fluminense 5 – 3 Odeon
30/11/1919     Byron 4 – 2 Ypiranga
07/12/1919     Barreto 3 – 2 Guarany
21/12/1919     America 3 – 1 Nictheroyense
25/12/1919     Ararigboya 1 – 5 Odeon
28/12/1919     Ypiranga 0 – 1 Canto do Rio
11/01/1920     Fluminense 3 – 1 Ararigboya
18/01/1920     Guarany 0 – 8 Odeon
25/01/1920     America 0 – 0 Barreto
01/02/1920     Canto do Rio 0 – wo Odeon (o Odeon não compareceu)
01/02/1920     Byron 0 – wo Ararigboya (o Ararigboya não compareceu)
08/02/1920     Canto do Rio wo – 0 Fluminense (o Canto do Rio não compareceu)
08/02/1920     Nictheroyense wo – 0 Guarany (o Nictheroyense não compareceu)
15/02/1920     Ararigboya wo – 0 Nictheroyense (o Ararigboya não compareceu)
22/02/1920     Ypiranga 4 – 1 America
24/02/1920     Guarany 2 – 0 Ypiranga
29/02/1920     America 3 – 3 Byron
02/03/1920     Canto do Rio 0 – 4 Barreto

Classificação final:

Time                        J    V    E    D   GP   GC    Pts
1.Fluminense         9    9    0   0    28     10    18
2.Barreto                9    6    2    1     22     12    14
3.Odeon                  9    4    1    4     26     19    9
3.Byron                   9    4    1    4     21     22    9
5.Canto do Rio       9    3   2    4    10     16     8
6.Ypiranga              9    3    1    5    17      19     7
6.Nictheroyense      9    3    1    5    11      14     7
6.Guarany               9    3    1    5    10     25     7
6.America               9    2    3    4    10     15     7
10.Ararigboya        9    2    0    7    9       19    4

Obs: Gols de partidas anuladas ou cujos pontos reverteram para o adversário não contabilizados

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

Nacional AC de Belém

Contando com a parceria do amigo, jornalista e pesquisador Felipe Costa, conseguimos resgatar alguns times das Séries A e B do futebol paraense entre os anos de 20 a 60.

O primeiro a ser apresentado é o Nacional Athlético Club da cidade de Belém do Pará (PA). Esta equipe participou do Campeonato Paraense entre as décadas de 20 a 40.

A sua grande conquista ficou marcada no ano de 1918, quando se sagrou campeão do Torneio Inicio.

 

Participantes:

  1. Auto Esporte Clube Recreativo – João Pessoa
  2. Botafogo Futebol Clube – João Pessoa
  3. Felipeia Esporte Clube – Santa Rita
  4. Palmeiras Sport Club – João Pessoa
  5. Sport Club João Pessoa – João Pessoa
  6. Treze Futebol Clube – Campina Grande

Todas as partidas foram realizadas em João Pessoa, no estádio do Paraíba Clube, na Av. 1º de Maio, bairro de Jaguaribe. Suspeito que possa ser o mesmo campo do Esporte Clube Cabo Branco, que sediou a imensa maioria das partidas oficiais na capital tabajara até sua demolição em 1957.

Campeonato disputado em dois turnos. Os vencedores dos turnos disputaram uma final em três partidas.

PRIMEIRO TURNO

Data Mandante Placar Visitante
14/04/1940 Palmeiras 1×2 Sport-JP
21/04/1940 Auto Esporte 4×2 Treze
28/04/1940 Botafogo 4×4 Felipeia
05/05/1940 Sport-JP 2×5 Auto Esporte
12/05/1940 Felipeia 2×4 Treze
19/05/1940 Auto Esporte 8×2 Palmeiras
26/05/1940 Botafogo 5×1 Sport-JP
02/06/1940 Felipeia 0×1 Palmeiras
09/06/1940 Sport-JP 1×5 Treze
16/06/1940 Palmeiras 2×2 Botafogo
23/06/1940 Felipeia 0×5 Auto Esporte
30/06/1940 Palmeiras 3×6 Treze
07/07/1940 Auto Esporte 0×1 Botafogo
14/07/1940 Sport-JP 2×10 Felipeia
21/07/1940 Botafogo 2×1 Treze

 

Classificação

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Auto Esporte 8 5 4 0 1 22 7 15
2 Botafogo 8 5 3 2 0 14 8 6
3 Treze 6 5 3 0 2 18 12 6
4 Felipeia 3 5 1 1 3 16 16 0
5 Palmeiras 3 5 1 1 3 9 18 -9
6 Sport-JP 2 5 1 0 4 8 26 -18

 

Desempate

Data Mandante Placar Visitante
28/07/1940 Auto Esporte 0×2 Botafogo

Botafogo sagrou-se campeão do primeiro turno. O Sport não jogou o segundo turno, não se sabe se o clube desistiu ou se o regulamento previa a eliminação do último colocado.

SEGUNDO TURNO

Data Mandante Placar Visitante
11/08/1940 Felipeia 3×4 Botafogo
18/08/1940 Palmeiras 4×2 Auto Esporte
25/08/1940 Felipeia 3×1 Treze
01/09/1940 Auto Esporte 4×2 Felipeia
15/09/1940 Palmeiras 0×5 Treze
22/09/1940 Palmeiras 1×4 Felipeia
29/09/1940 Botafogo 0×1 Treze
06/10/1940 Botafogo 6×1 Palmeiras
20/10/1940 Auto Esporte 0×2 Treze
27/10/1940 Botafogo 4×3 Auto Esporte

 

Classificação

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Botafogo 6 4 3 0 1 14 8 6
2 Treze 6 4 3 0 1 9 3 6
3 Felipeia 4 4 2 0 2 12 10 2
4 Auto Esporte 2 4 1 0 3 9 12 -3
5 Palmeiras 2 4 1 0 3 6 17 -11

 

Desempate

Rodada Data Mandante Placar Visitante
1 30/10/1940 Botafogo 2×2 Treze
2 10/11/1940 Botafogo 3×3
(1×2 pro.)
Treze

Treze sagrou-se campeão do segundo turno.

FINAL

Rodada Data Mandante Placar Visitante
1 15/11/1940 Botafogo 3×1 Treze
2 24/11/1940 Botafogo 3×5 Treze
3 29/12/1940 Botafogo 3×6 Treze

 

Com estes resultados, o TREZE FUTEBOL CLUBE sagrou-se, pela primeira vez, Campeão Paraibano de futebol.

Classificação final:

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Treze 16 12 8 0 4 39 24 15
2 Botafogo 16 12 7 2 3 37 28 9
3 Auto Esporte 10 9 5 0 4 31 19 12
4 Felipeia 7 9 3 1 5 28 26 2
5 Palmeiras 5 9 2 1 6 15 35 -20
6 Sport-JP 2 5 1 0 4 8 26 -18
 

PRELIMINARES

1ª REGIÃO

DATA

LOCAL

18.11.1956

RONDÔNIA

2

X

1

ACRE PORTO VELHO

18.11.1956

AMAPÁ

1

X

0

RIO BRANCO BOA VISTA

25.11.1956

ACRE

2

X

1

RONDÔNIA (1-0 PR) RIO BRANCO

25.11.1956

AMAPÁ

1

X

1

RIO BRANCO MACAPÁ

02.12.1956

AMAPÁ

1

X

1

PARÁ MACAPÁ

02.12.1956

AMAZONAS

6

X

1

RONDÔNIA PORTO VELHO

09.12.1956

PARÁ

4

X

0

AMAPÁ BELÉM

09.12.1956

AMAZONAS

4

X

0

RONDÔNIA MANAUS

16.12.1956

AMAZONAS

1

X

0

PARÁ MANAUS

23.12.1956

PARÁ

3

X

0

AMAZONAS (4-0 PRO) BELÉM

2ª REGIÃO

DATA

LOCAL

18.11.1956

MARANHÃO

4

X

2

CEARÁ SÃO LUÍS

18.11.1956

RIO GRANDE DO NORTE

4

X

0

PIAUÍ NATAL

25.11.1956

CEARÁ

3

X

0

MARANHÃO (3-1 PRO) FORTALEZA

25.11.1956

RIO GRANDE DO NORTE

2

X

1

PIAUÍ TERESINA

02.12.1956

RIO GRANDE DO NORTE

3

X

1

CEARÁ NATAL

09.12.1956

CEARÁ

1

X

0

RIO GRANDE DO NORTE (1-0 PRO) FORTALEZA

16.12.1956

PERNAMBUCO

2

X

0

CEARÁ RECIFE

23.12.1956

PERNAMBUCO

1

X

0

CEARÁ FORTALEZA

3ª REGIÃO

DATA

LOCAL

18.11.1956

ALAGOAS

2

X

2

PARAÍBA MACEIÓ

18.11.1956

ESPÍRITO SANTO

2

X

1

SERGIPE ARACAJU

25.11.1956

PARAÍBA

2

X

2

ALAGOAS (2-0 PRO) JOÃO PESSOA

25.11.1956

ESPÍRITO SANTO

2

X

1

SERGIPE VITÓRIA

02.12.1956

PARAÍBA

0

X

0

ESPÍRITO SANTOS JOÃO PESSOA

12.12.1956

ESPÍRITO SANTO

2

X

1

PARAÍBA VITÓRIA

16.12.1956

BAHIA

4

X

1

ESPÍRITO SANTO VITÓRIA

23.12.1956

BAHIA

3

X

1

ESPÍRITO SANTO SALVADOR

4ª REGIÃO

DATA

LOCAL

18.11.1956

GOIÁS

2

X

1

MATO GROSSO GOIÂNIA

25.11.1956

MATO GROSSO

2

X

2

GOIÁS CUIABÁ

02.12.1956

GOIÁS

2

X

0

RIO DE JANEIRO GOIÂNIA

02.12.1956

PARANÁ

3

X

1

SANTA CATARINA FLORIANÓPOLIS

09.12.1956

RIO DE JANEIRO

0

X

0

GOIÁS CAMPOS

09.12.1956

PARANÁ

2

X

1

SANTA CATARINA CURITIBA

16.12.1956

GOIÁS

0

X

0

PARANÁ GOIÂNIA

23.12.1956

PARANÁ

5

X

2

GOIÁS CURITIBA

SEMIFINAIS

DATA

LOCAL

13.01.1957

DISTRITO FEDERAL

3

X

0

PARÁ BELÉM

13.01.1957

MINAS GERAIS

1

X

0

BAHIA SALVADOR

13.01.1957

SÃO PAULO

8

X

0

PARANÁ SÃO PAULO

17.01.1957

PERNAMBUCO

2

X

1

RIO GRANDE DO SUL RECIFE

20.01.1957

DISTRITO FEDERAL

6

X

0

PARÁ RIO DE JANEIRO

20.01.1957

MINAS GERAIS

4

X

3

BAHIA BELO HORIZONTE

20.01.1957

PARANÁ

0

X

0

SÃO PAULO CURITIBA

24.01.1957

RIO GRANDE DO SUL

5

X

1

PERNAMBUCO PORTO ALEGRE

26.01.1957

PERNAMBUCO

2

X

1

RIO GRANDE DO SUL PORTO ALEGRE

FINAIS

DATA

LOCAL

27.01.1957

SÃO PAULO

2

X

1

MINAS GERAIS SÃO PAULO

03.02.1957

PERNAMBUCO

0

X

0

DISTRITO FEDERAL RECIFE

06.02.1957

SÃO PAULO

2

X

0

PERNAMBUCO RECIFE

07.02.1957

MINAS GERAIS

2

X

2

DISTRITO FEDERAL BELO HORIZONTE

10.02.1957

PERNAMBUCO

1

X

0

MINAS GERAIS RECIFE

10.02.1957

DISTRITO FEDERAL

4

X

0

SÃO PAULO RIO DE JANEIRO

13.02.1957

SÃO PAULO

3

X

1

MINAS GERAIS BELO HORIZONTE

13.02.1957

DISTRITO FEDERAL

4

X

0

PERNAMBUCO RIO DE JANEIRO

17.02.1957

DISTRITO FEDERAL

2

X

2

MINAS GERAIS RIO DE JANEIRO

17.02.1957

SÃO PAULO

3

X

1

PERNAMBUCO SÃO PAULO

23.02.1957

MINAS GERAIS

4

X

2

PERNAMBUCO BELO HORIZONTE

23.02.1957

SÃO PAULO

2

X

0

DISTRITO FEDERAL SÃO PAULO

CAMPEÃO – FEDERAÇÃO PAULISTA DE FUTEBOL

 

Clubes participantes:

  1. Atlético Cajazeirense de Desportos – Cajazeiras
  2. Auto Esporte Clube – João Pessoa
  3. Botafogo Futebol Clube – João Pessoa
  4. Campinense Clube – Campina Grande
  5. Esporte Clube de Patos – Patos
  6. Guarabira Esporte Clube – Guarabira
  7. Nacional Atlético Clube – Cabedelo
  8. Nacional Atlético Clube – Patos
  9. Santa Cruz Recreativo Esporte Clube – Santa Rita
  10. Santos Futebol Clube – João Pessoa
  11. Sousa Esporte Clube – Sousa
  12. Treze Futebol Clube – Campina Grande

Forma de disputa:

  • Dois turnos distintos
  • Cada turno tem duas fases: ida e volta
  • Os campeões das fases decidem os turnos em jogo único na casa do time de melhor campanha na somatória das fases
  • Os campeões dos turnos decidem o campeonato numa melhor de três

PRIMEIRO TURNO – PRIMEIRA FASE

Data Mandante Placar Visitante
10/06/1992 Nacional-P 0×0 Atlético
10/06/1992 Sousa 3×1 Esporte
11/06/1992 Treze 1×0 Guarabira
11/06/1992 Santa Cruz 1×2 Campinense
11/06/1992 Nacional-C 2×3 Auto Esporte
14/06/1992 Guarabira 0×1 Botafogo
14/06/1992 Atlético 0×3 Treze
14/06/1992 Esporte 4×0 Nacional-C
14/06/1992 Campinense 0×0 Sousa
14/06/1992 Auto Esporte 3×0 Santa Cruz
14/06/1992 Santos 0×1 Nacional-P
18/06/1992 Santos 0×6 Botafogo
21/06/1992 Sousa 0×1 Auto Esporte
21/06/1992 Nacional-P 2×1 Guarabira
21/06/1992 Santa Cruz 0×3 Esporte
21/06/1992 Treze 2×0 Santos
21/06/1992 Botafogo 2×0 Atlético
21/06/1992 Nacional-C 0×6 Campinense
28/06/1992 Atlético 3×0 Santa Cruz
28/06/1992 Esporte 2×2 Treze
28/06/1992 Campinense 2×0 Botafogo
28/06/1992 Guarabira 2×1 Nacional-C
28/06/1992 Auto Esporte 0×0 Nacional-P
28/06/1992 Santos 1×0 Sousa
02/07/1992 Esporte 1×1 Atlético
02/07/1992 Guarabira 1×1 Santos
05/07/1992 Sousa 2×0 Guarabira
05/07/1992 Nacional-P 0×0 Campinense
05/07/1992 Treze 0×0 Auto Esporte
05/07/1992 Santa Cruz 2×1 Nacional-C
05/07/1992 Botafogo 4×1 Esporte
05/07/1992 Santos 1×1 Atlético
11/07/1992 Guarabira 0×0 Santa Cruz
11/07/1992 Esporte 2×0 Nacional-P
12/07/1992 Atlético 1×1 Sousa
12/07/1992 Campinense 2×2 Treze
12/07/1992 Botafogo 1×0 Auto Esporte
12/07/1992 Santos 0×1 Nacional-C
15/07/1992 Botafogo 0×1 Treze
15/07/1992 Guarabira 1×1 Esporte
15/07/1992 Campinense 0×1 Auto Esporte
15/07/1992 Nacional-P 4×0 Sousa
15/07/1992 Atlético 2×0 Nacional-C
16/07/1992 Santa Cruz 2×0 Santos
18/07/1992 Esporte 1×1 Campinense
18/07/1992 Auto Esporte 3×2 Santos
18/07/1992 Nacional-C 0×7 Botafogo
19/07/1992 Treze 1×0 Nacional-P
19/07/1992 Sousa 2×1 Santa Cruz
19/07/1992 Atlético 3×1 Guarabira
22/07/1992 Sousa 3×1 Nacional-C
22/07/1992 Nacional-P 1×2 Botafogo
22/07/1992 Treze 2×1 Santa Cruz
22/07/1992 Auto Esporte 2×0 Atlético
22/07/1992 Santos 0×1 Esporte
23/07/1992 Guarabira 0×1 Campinense
26/07/1992 Santa Cruz 0×0 Nacional-P
26/07/1992 Esporte 1×0 Auto Esporte
26/07/1992 Campinense 0×0 Santos
26/07/1992 Botafogo 2×1 Sousa
26/07/1992 Nacional-C 1×4 Treze
29/07/1992 Santa Cruz 0×1 Botafogo
29/07/1992 Auto Esporte 4×0 Guarabira
29/07/1992 Campinense 5×1 Atlético
29/07/1992 Nacional-P 7×0 Nacional-C
29/07/1992 Sousa 0×1 Treze

 

Classificação

Pos Equipe Pts J V E D GP GC
1 Treze 19 11 8 3 0 19 6
2 Botafogo 18 11 9 0 2 26 6
3 Auto Esporte 16 11 7 2 2 17 6
4 Campinense 15 11 5 5 1 19 6
5 Esporte 14 11 5 4 2 18 12
6 Nacional-P 12 11 4 4 3 15 6
7 Sousa 10 11 4 2 5 12 13
8 Atlético 10 11 3 4 4 12 16
9 Santa Cruz 6 11 2 2 7 7 17
10 Guarabira 5 11 1 3 7 6 17
11 Santos 5 11 1 3 7 5 18
12 Nacional-C 2 11 1 0 10 7 40

 

PRIMEIRO TURNO – SEGUNDA FASE

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 01/08/1992 Campinense 4×0 Santa Cruz
1 02/08/1992 Nacional-C 1×2 Esporte
1 02/08/1992 Guarabira 0×1 Auto Esporte
1 02/08/1992 Nacional-P 0×0 Treze
1 02/08/1992 Sousa 1×0 Santos
1 02/08/1992 Atlético 1×1 Botafogo
2 05/08/1992 Atlético 1×2 Esporte
2 05/08/1992 Botafogo 2×0 Santa Cruz
2 05/08/1992 Nacional-C 0×1 Nacional-P
2 06/08/1992 Santos 0×2 Treze
2 06/08/1992 Auto Esporte 2×0 Sousa
2 07/08/1992 Campinense 3×2 Guarabira
3 09/08/1992 Atlético 1×1 Auto Esporte
3 09/08/1992 Nacional-P 2×1 Santos
3 09/08/1992 Treze 1×0 Esporte
3 09/08/1992 Santa Cruz 1×2 Sousa
3 09/08/1992 Botafogo 1×0 Campinense
3 09/08/1992 Nacional-C 0×4 Guarabira
4 12/08/1992 Atlético 3×1 Campinense
4 12/08/1992 Guarabira 1×1 Nacional-P
4 12/08/1992 Esporte 2×0 Sousa
4 12/08/1992 Treze 2×1 Botafogo
4 12/08/1992 Auto Esporte 5×0 Nacional-C
4 12/08/1992 Santos 3×2 Santa Cruz
5 15/08/1992 Santos 1×3 Auto Esporte
5 16/08/1992 Sousa 0×0 Campinense
5 16/08/1992 Esporte 6×1 Santa Cruz
5 16/08/1992 Treze 4×0 Nacional-C
5 16/08/1992 Guarabira 1×0 Atlético
5 16/08/1992 Botafogo 1×2 Nacional-P
6 19/08/1992 Campinense 1×0 Esporte
6 19/08/1992 Atlético 1×3 Nacional-P
6 19/08/1992 Santa Cruz 1×3 Auto Esporte
6 19/08/1992 Botafogo 6×0 Nacional-C
6 19/08/1992 Santos 1×1 Guarabira
6 20/08/1992 Treze 1×0 Sousa
7 23/08/1992 Sousa 3×1 Atlético
7 23/08/1992 Nacional-P 3×0 Esporte
7 23/08/1992 Treze 0×0 Campinense
7 23/08/1992 Santa Cruz 2×2 Guarabira
7 23/08/1992 Auto Esporte 1×0 Botafogo
7 23/08/1992 Nacional-C 1×1 Santos
8 26/08/1992 Atlético 0×0 Santos
8 26/08/1992 Esporte 1×1 Botafogo
8 26/08/1992 Campinense 1×2 Nacional-P
8 26/08/1992 Auto Esporte 0×0 Treze
8 26/08/1992 Nacional-C 0×2 Santa Cruz
8 27/08/1992 Guarabira 2×1 Sousa
9 29/08/1992 Esporte 1×0 Santos
9 30/08/1992 Sousa 0×2 Botafogo
9 30/08/1992 Nacional-P 2×0 Auto Esporte
9 30/08/1992 Campinense 2×0 Nacional-C
9 30/08/1992 Guarabira 1×2 Treze
9 30/08/1992 Santa Cruz 1×1 Atlético
10 02/09/1992 Santos 1×4 Campinense
10 02/09/1992 Auto Esporte 0×0 Esporte
10 02/09/1992 Nacional-P 2×0 Santa Cruz
10 03/09/1992 Treze 1×0 Atlético
10 03/09/1992 Botafogo 2×3 Guarabira
10 03/09/1992 Nacional-C 0×2 Sousa
11 05/09/1992 Nacional-C 0×4 Atlético
11 05/09/1992 Botafogo 1×2 Santos
11 06/09/1992 Auto Esporte 3×1 Campinense
11 06/09/1992 Santa Cruz 1×0 Treze
11 06/09/1992 Esporte 4×3 Guarabira
11 06/09/1992 Sousa 0×2 Nacional-P

 

Classificação

Pos Equipe Pts J V E D GP GC
1 Nacional-P 20 11 9 2 0 20 5
2 Auto Esporte 17 11 7 3 1 19 6
3 Treze 17 11 7 3 1 13 3
4 Esporte 14 11 6 2 3 18 12
5 Campinense 12 11 5 2 4 17 12
6 Guarabira 11 11 4 3 4 20 17
7 Botafogo 10 11 4 2 5 18 12
8 Sousa 9 11 4 1 6 9 13
9 Atlético 8 11 2 4 5 13 14
10 Santos 7 11 2 3 6 10 18
11 Santa Cruz 6 11 2 2 7 11 25
12 Nacional-C 1 11 0 1 10 2 33

 

PRIMEIRO TURNO – FINAL

Data Mandante Placar Visitante
10/09/1992 Treze 2×1 Nacional-P

O Treze classificou-se para a final do campeonato.

SEGUNDO TURNO – PRIMEIRA FASE

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 12/09/1992 Santos 0×1 Esporte
1 13/09/1992 Sousa 1×4 Auto Esporte
1 13/09/1992 Santa Cruz 0×0 Treze
1 13/09/1992 Campinense 6×2 Guarabira
1 13/09/1992 Nacional-P 1×0 Nacional-C
1 13/09/1992 Botafogo 1×1 Atlético
2 16/09/1992 Atlético 2×0 Santos
2 16/09/1992 Esporte 3×0 Santa Cruz
2 16/09/1992 Treze 4×0 Sousa
2 16/09/1992 Auto Esporte 3×2 Nacional-P
2 17/09/1992 Guarabira 0×0 Botafogo
2 17/09/1992 Nacional-C 2×1 Campinense
3 19/09/1992 Santa Cruz 3×2 Nacional-C
3 19/09/1992 Santos 0×1 Auto Esporte
3 20/09/1992 Sousa 2×1 Guarabira
3 20/09/1992 Nacional-P 5×0 Atlético
3 20/09/1992 Campinense 1×1 Esporte
3 20/09/1992 Botafogo 1×1 Treze
4 23/09/1992 Atlético 0×0 Campinense
4 23/09/1992 Treze 2×0 Santos
4 24/09/1992 Guarabira 1×3 Nacional-P
4 24/09/1992 Esporte 2×1 Botafogo
4 24/09/1992 Auto Esporte 2×0 Santa Cruz
4 24/09/1992 Nacional-C 1×4 Sousa
5 26/09/1992 Santos 2×2 Guarabira
5 27/09/1992 Campinense 2×1 Auto Esporte
5 27/09/1992 Nacional-P 3×1 Treze
5 27/09/1992 Sousa 2×2 Esporte
5 27/09/1992 Santa Cruz 2×1 Atlético
5 27/09/1992 Botafogo 5×0 Nacional-C
6 30/09/1992 Santos 0×9 Botafogo
6 30/09/1992 Campinense 8×1 Santa Cruz
6 30/09/1992 Sousa 0×1 Nacional-P
6 01/10/1992 Esporte 1×0 Atlético
6 01/10/1992 Treze 1×0 Guarabira
6 01/10/1992 Auto Esporte 2×0 Nacional-C
7 11/10/1992 Guarabira 6×0 Santa Cruz
7 11/10/1992 Atlético 1×0 Sousa
7 11/10/1992 Nacional-P 0×1 Esporte
7 11/10/1992 Auto Esporte 3×2 Botafogo
7 11/10/1992 Treze 1×1 Campinense
7 11/10/1992 Nacional-C 1×1 Santos
8 07/10/1992 Nacional-P 1×0 Santos
8 07/10/1992 Treze 1×1 Atlético
8 07/10/1992 Sousa 1×1 Campinense
8 07/10/1992 Santa Cruz 0×1 Botafogo
8 07/10/1992 Nacional-C 0×4 Esporte
8 08/10/1992 Auto Esporte 1×0 Guarabira
9 17/10/1992 Santa Cruz 1×2 Nacional-P
9 18/10/1992 Santos 0×2 Sousa
9 19/10/1992 Guarabira 1×0 Nacional-C
9 18/10/1992 Esporte 2×2 Treze
9 18/10/1992 Atlético 1×2 Auto Esporte
9 18/10/1992 Botafogo 1×0 Campinense
10 14/10/1992 Campinense 1×0 Santos
10 14/10/1992 Nacional-P 2×2 Botafogo
10 14/10/1992 Auto Esporte 1×0 Esporte
10 15/10/1992 Guarabira 2×1 Atlético
10 15/10/1992 Nacional-C 0×2 Treze
10 15/10/1992 Sousa 3×1 Santa Cruz
11 23/10/1992 Campinense 4×1 Nacional-P
11 24/10/1992 Santos 2×0 Santa Cruz
11 25/10/1992 Botafogo 2×0 Sousa
11 25/10/1992 Treze 1×1 Auto Esporte
11 25/10/1992 Esporte 1×2 Guarabira
11 25/10/1992 Atlético 3×1 Nacional-C

 

Classificação

Pos Equipe Pts J V E D GP GC
1 Auto Esporte 19 11 9 1 1 21 9
2 Nacional-P 15 11 7 1 3 21 13
3 Esporte 15 11 6 3 2 18 9
4 Botafogo 14 11 5 4 2 25 9
5 Campinense 14 11 5 4 2 25 11
6 Treze 14 11 4 6 1 16 9
7 Guarabira 10 11 4 2 5 17 17
8 Sousa 10 11 4 2 5 15 18
9 Atlético 9 11 3 3 5 11 15
10 Santa Cruz 5 11 2 1 8 8 30
11 Santos 4 11 1 2 8 5 22
12 Nacional-C 3 11 1 1 9 7 27

 

SEGUNDO TURNO – SEGUNDA FASE

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 27/10/1992 Santos 0×2 Nacional-C
1 27/10/1992 Botafogo 0×1 Guarabira
1 27/10/1992 Treze 3×1 Santa Cruz
1 27/10/1992 Nacional-P 1×0 Sousa
1 28/10/1992 Auto Esporte 1×1 Campinense
1 28/10/1992 Atlético 2×1 Esporte
2 29/10/1992 Sousa 0×3 Treze
2 29/10/1992 Guarabira 6×1 Santos
2 29/10/1992 Nacional-C 1×3 Nacional-P
2 29/10/1992 Botafogo 10×0 Santa Cruz
2 30/10/1992 Campinense 1×0 Atlético
2 30/10/1992 Esporte 0×1* Auto Esporte
3 01/11/1992 Sousa 3×1 Nacional-C
3 01/11/1992 Nacional-P 1×0 Auto Esporte
3 01/11/1992 Treze 3×1 Botafogo
3 01/11/1992 Guarabira 1×1 Esporte
3 01/11/1992 Santa Cruz 1×0 Campinense
3 01/11/1992 Santos 0×2 Atlético
4 03/11/1992 Nacional-C 0×0 Atlético
4 04/11/1992 Campinense 1×0 Esporte*
4 04/11/1992 Santa Cruz 0×0 Auto Esporte
4 04/11/1992 Botafogo 6×1 Santos
4 05/11/1992 Treze 1×0 Nacional-P
4 06/11/1992 Guarabira 2×0 Sousa
5 08/11/1992 Atlético 0×1 Treze
5 08/11/1992 Nacional-P 2×3 Guarabira
5 08/11/1992 Campinense 3×0 Sousa
5 08/11/1992 Santa Cruz 2×0 Esporte
5 08/11/1992 Nacional-C 1×4 Botafogo
5 08/11/1992 Auto Esporte 3×0 Santos
6 10/11/1992 Treze 1×0 Esporte
6 12/11/1992 Atlético 1×1 Botafogo
6 12/11/1992 Sousa 3×2 Santa Cruz
6 12/11/1992 Nacional-P 7×1 Santa Cruz
6 12/11/1992 Guarabira 0×0 Campinense
6 12/11/1992 Nacional-C 1×2 Auto Esporte
7 14/11/1992 Santos 0×3 Treze
7 14/11/1992 Guarabira 0×1 Auto Esporte
7 14/11/1992 Nacional-C 0×0 Esporte*
7 14/11/1992 Sousa 0×1 Botafogo
7 14/11/1992 Atlético 2×0 Santa Cruz
7 15/11/1992 Nacional-P 7×3 Campinense
8 18/11/1992 Santos 0×10 Campinense
8 18/11/1992 Auto Esporte 2×1 Sousa
8 18/11/1992 Santa Cruz 1×1 Guarabira
8 18/11/1992 Treze 5×0 Nacional-C
8 18/11/1992 Atlético 0×0 Nacional-P
8 19/11/1992 Botafogo 2×0 Esporte
9 20/11/1992 Santa Cruz 2×0 Sousa
9 21/11/1992 Auto Esporte 1×1 Atlético
9 22/11/1992 Botafogo 4×1 Nacional-P
9 22/11/1992 Guarabira 1×0 Treze
9 22/11/1992 Campinense 2×0 Nacional-C
9 22/11/1992 Esporte 6×0 Santos
10 29/11/1992 Sousa 1×0 Atlético
10 29/11/1992 Esporte 0×1 Nacional-P
10 29/11/1992 Campinense 0×1 Treze
10 29/11/1992 Santa Cruz 2×2 Santos
10 29/11/1992 Nacional-C 0×1 Guarabira
10 29/11/1992 Auto Esporte 0×2 Botafogo
11 05/12/1992 Santos 1×7 Nacional-P
11 05/12/1992 Nacional-C 1×1 Santa Cruz
11 06/12/1992 Auto Esporte 1×1 Treze
11 06/12/1992 Campinense 1×3 Botafogo
11 06/12/1992 Esporte 3×3 Sousa
11 06/12/1992 Atlético 1×0 Guarabira

Obs.: a partida Esporte x Auto Esporte foi interrompida a 37′ por invasão de campo e agressão ao árbitro. O placar, que estava 0×0, foi arbitrado em 1×0 para o Auto Esporte. Em decorrência dos incidentes, o Esporte teve invertido o mando de campo de duas partidas.

Classificação

Pos Equipe Pts J V E D GP GC
1 Treze 19 11 9 1 1 22 4
2 Botafogo 17 11 8 1 2 34 9
3 Nacional-P 15 11 7 1 3 30 14
4 Guarabira 15 11 6 3 2 16 7
5 Auto Esporte 14 11 5 4 2 12 8
6 Campinense 12 11 5 2 4 22 13
7 Atlético 12 11 4 4 3 9 6
8 Santa Cruz 10 11 3 4 4 11 26
9 Sousa 7 11 3 1 7 11 20
10 Esporte 5 11 1 3 7 11 14
11 Nacional-C 5 11 1 3 7 7 21
12 Santos 1 11 0 1 10 7 50

SEGUNDO TURNO – FINAL

Data Mandante Placar Visitante
10/12/1992 Auto Esporte 0×0 (1×0 pro.) Treze

O Auto Esporte classificou-se para a final do campeonato.

FINAL DO CAMPEONATO

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 13/12/1992 Auto Esporte 1×0 Treze
2 18/12/1992 Treze 0×0 Auto Esporte
3 20/12/1992 Treze 4×0 (0×1 pro.) Auto Esporte

Com estes resultados, o AUTO ESPORTE CLUBE conquistou seu 6º título estadual e classificou-se para a Copa do Brasil 1993.

Classificação geral:

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Auto Esporte 69 47 29 11 7 70 33 37
2 Treze 72 47 29 14 4 74 23 51
3 Nacional-P 62 44 27 8 9 86 38 48
4 Botafogo 59 44 26 7 11 103 36 67
5 Campinense 53 44 20 13 11 83 42 41
6 Esporte 49 44 18 12 14 65 47 18
7 Guarabira 41 44 15 11 18 59 58 1
8 Atlético 39 44 12 15 17 45 51 -6
9 Sousa 36 44 15 6 23 47 64 -17
10 Santa Cruz 27 44 9 9 26 37 98 -61
11 Santos 17 44 4 9 31 27 108 -81
12 Nacional-C 11 44 3 5 36 23 121 -98
  • Santos e Nacional de Cabedelo foram rebaixados para a segunda divisão do Paraibano.
 

Participantes:

  1. Atalaia Esporte Clube (Bananeiras) – Campeão da Segunda Divisão 1992
  2. Atlético Cajazeirense de Desportos (Cajazeiras)
  3. Auto Esporte Clube (João Pessoa)
  4. Botafogo Futebol Clube (João Pessoa)
  5. Campinense Clube (Campina Grande)
  6. Esporte Clube de Patos (Patos)
  7. Guarabira Esporte Clube (Guarabira)
  8. Nacional Atlético Clube (Patos)
  9. Santa Cruz Recreativo Esporte Clube (Santa Rita)
  10. Socremo – Sociedade Cultural Recreativa de Monteiro (Monteiro) - Vice-campeão da Segunda Divisão 1992
  11. Sousa Esporte Clube (Sousa)
  12. Treze Futebol Clube (Campina Grande)

PRIMEIRO TURNO

- Os clubes de um grupo enfrentam os do outro.

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 14/02/1993 Botafogo 0×1 Nacional de Patos
1 14/02/1993 Esporte 0×0 Guarabira
1 14/02/1993 Sousa 0×4 Treze
1 14/02/1993 Campinense 2×1 Atlético de Cajazeiras
1 14/02/1993 Socremo 5×0 Santa Cruz
1 14/02/1993 Atalaia 1×0 Auto Esporte
2 17/02/1993 Treze 1×0 Santa Cruz
2 17/02/1993 Nacional de Patos 2×1 Sousa
2 17/02/1993 Atlético de Cajazeiras 2×2 Atalaia
2 17/02/1993 Auto Esporte 2×0 Esporte
2 17/02/1993 Guarabira 3×1 Botafogo
2 17/02/1993 Socremo 2×2 Campinense
3 28/02/1993 Campinense 1×3 Treze
3 28/02/1993 Guarabira 0×0 Santa Cruz
3 28/02/1993 Esporte 5×3 Nacional de Patos
3 28/02/1993 Atalaia 0×0 Socremo
3 28/02/1993 Sousa 0×1 Atlético de Cajazeiras
3 28/02/1993 Botafogo 2×0 Auto Esporte
4 03/03/1993 Nacional de Patos 1×1 Campinense
4 03/03/1993 Socremo 1×0 Sousa
4 03/03/1993 Guarabira 1×0 Atalaia
4 03/03/1993 Atlético de Cajazeiras 0×0 Esporte
4 03/03/1993 Treze 0×0 Botafogo
4 04/03/1993 Auto Esporte 2×1 Santa Cruz
5 07/03/1993 Sousa 2×3 Guarabira
5 07/03/1993 Santa Cruz 1×4 Atlético de Cajazeiras
5 07/03/1993 Botafogo 1×1 Socremo
5 07/03/1993 Campinense 1×1 Auto Esporte
5 07/03/1993 Atalaia 0×2 Nacional de Patos
5 07/03/1993 Esporte 0×0 Treze
6 14/03/1993 Nacional de Patos 4×2 Santa Cruz
6 14/03/1993 Socremo 3×0 Esporte
6 14/03/1993 Auto Esporte 2×1 Sousa
6 14/03/1993 Guarabira 0×1 Campinense
6 14/03/1993 Treze 2×0 Atalaia
6 14/03/1993 Atlético de Cajazeiras 1×1 Botafogo
7 21/03/1993 Nacional de Patos 0×1 Botafogo
7 21/03/1993 Guarabira 1×0 Esporte
7 21/03/1993 Atlético de Cajazeiras 0×0 Campinense
7 21/03/1993 Auto Esporte 3×1 Atalaia
7 21/03/1993 Treze 8×0 Sousa
7 21/03/1993 Santa Cruz 0×0 Socremo
8 24/03/1993 Campinense 1×0 Socremo
8 24/03/1993 Esporte 1×3 Auto Esporte
8 24/03/1993 Botafogo 3×0 Guarabira
8 24/03/1993 Santa Cruz 1×1 Treze
8 25/03/1993 Sousa 2×1 Nacional de Patos
8 25/03/1993 Atalaia 1×4 Atlético de Cajazeiras
9 28/03/1993 Treze 2×0 Esporte
9 28/03/1993 Guarabira 3×1 Sousa
9 28/03/1993 Atlético de Cajazeiras 4×1 Santa Cruz
9 28/03/1993 Nacional de Patos 4×1 Atalaia
9 28/03/1993 Socremo 1×3 Botafogo
9 28/03/1993 Auto Esporte 0×0 Campinense
10 31/03/1993 Esporte 4×4 Socremo
10 31/03/1993 Botafogo 3×1 Atlético de Cajazeiras
10 31/03/1993 Sousa 0×0 Auto Esporte
10 31/03/1993 Atalaia 0×1 Treze
10 31/03/1993 Campinense 1×0 Guarabira
10 31/03/1993 Santa Cruz 0×3 Nacional de Patos
11 04/04/1993 Treze 1×1 Campinense
11 04/04/1993 Socremo 2×1 Atalaia
11 04/04/1993 Nacional de Patos 0×0 Esporte
11 04/04/1993 Santa Cruz 2×2 Guarabira
11 04/04/1993 Atlético de Cajazeiras 1×0 Sousa
11 04/04/1993 Auto Esporte 1×0 Botafogo
12 11/04/1993 Esporte 0×0 Atlético de Cajazeiras
12 11/04/1993 Santa Cruz 0×2 Auto Esporte
12 11/04/1993 Sousa 1×0 Socremo
12 11/04/1993 Campinense 3×0 Nacional de Patos
12 11/04/1993 Botafogo 2×2 Treze
12 11/04/1993 Atalaia 1×1 Guarabira

 

CLASSIFICAÇÃO

Grupo Azul

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Campinense 16 12 5 6 1 14 9 5
2 Botafogo 14 12 5 4 3 17 11 6
3 Esporte 8 12 1 6 5 10 18 -8
4 Sousa 5 12 2 1 9 8 26 -18
5 Atalaia 5 12 1 3 8 8 22 -14
6 Santa Cruz 4 12 0 4 8 8 28 -20

 

Grupo Branco

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Treze 19 12 7 5 0 25 5 20
2 Auto Esporte 17 12 7 3 2 16 8 8
3 Atlético de Cajazeiras 15 12 5 5 2 19 11 8
4 Nacional de Patos 14 12 6 2 4 21 16 5
5 Guarabira 14 12 5 4 3 14 12 2
6 Socremo 13 12 4 5 3 19 13 6

 

PRIMEIRO TURNO – SEMIFINAIS

Data Mandante Placar Visitante
14/04/1993 Treze 3×2 Auto Esporte
15/04/1993 Campinense 2×0 Botafogo

 

PRIMEIRO TURNO – FINAL

Data Mandante Placar Visitante
18/04/1993 Treze 1×2 Campinense

Campinense campeão do primeiro turno e classificado para a fase final do campeonato.

SEGUNDO TURNO

- Clubes se enfrentam dentro dos grupos com uma rodada de clássicos contra o maior rival do outro grupo.

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 22/04/1993 Botafogo 5×1 Esporte
1 22/04/1993 Atlético de Cajazeiras 1×0 Socremo
1 22/04/1993 Santa Cruz 1×0 Atalaia
1 22/04/1993 Guarabira 1×1 Auto Esporte
1 22/04/1993 Campinense 1×0 Sousa
1 22/04/1993 Nacional de Patos 0×2 Treze
2 25/04/1993 Socremo 1×1 Nacional de Patos
2 25/04/1993 Esporte 3×0 Sousa
2 25/04/1993 Auto Esporte 1×1 Treze
2 25/04/1993 Guarabira 2×0 Atlético de Cajazeiras
2 25/04/1993 Santa Cruz 2×3 Botafogo
2 25/04/1993 Campinense 2×0 Atalaia
3 28/04/1993 Atlético de Cajazeiras 0×0 Nacional de Patos
3 28/04/1993 Esporte 1×0 Santa Cruz
3 28/04/1993 Botafogo 1×0 Campinense
3 28/04/1993 Treze 0×0 Guarabira
3 28/04/1993 Sousa 1×1 Atalaia
3 28/04/1993 Socremo 0×5 Auto Esporte
4 02/05/1993 Atalaia 0×1 Socremo
4 02/05/1993 Treze 1×1 Campinense
4 02/05/1993 Santa Cruz 2×1 Guarabira
4 02/05/1993 Atlético de Cajazeiras 3×2 Sousa
4 02/05/1993 Esporte 2×3 Nacional de Patos
4 02/05/1993 Botafogo 1×2 Auto Esporte
5 05/05/1993 Sousa 2×1 Botafogo
5 05/05/1993 Atalaia 1×1 Esporte
5 05/05/1993 Auto Esporte 0×0 Atlético de Cajazeiras
5 05/05/1993 Socremo 1×0 Treze
5 06/05/1993 Campinense 2×0 Santa Cruz
5 06/05/1993 Nacional de Patos 3×2 Guarabira
6 09/05/1993 Guarabira 0×0 Socremo
6 09/05/1993 Treze 2×1 Atlético de Cajazeiras
6 09/05/1993 Atalaia 0×6 Botafogo
6 09/05/1993 Sousa 2×1 Santa Cruz
6 09/05/1993 Esporte 1×3 Campinense
6 09/05/1993 Auto Esporte 2×1 Nacional de Patos
7 13/05/1993 Campinense 1×0 Esporte
7 13/05/1993 Nacional de Patos 1×1 Auto Esporte
7 13/05/1993 Socremo 3×0 Guarabira
7 13/05/1993 Botafogo 3×1 Atalaia
7 13/05/1993 Atlético de Cajazeiras 0×1 Treze
7 13/05/1993 Santa Cruz 0×1 Sousa
8 16/05/1993 Esporte 1×1 Botafogo
8 16/05/1993 Atalaia 1×1 Santa Cruz
8 16/05/1993 Auto Esporte 3×2 Guarabira
8 16/05/1993 Treze 1×1 Nacional de Patos
8 16/05/1993 Sousa 2×1 Campinense
8 16/05/1993 Socremo 1×0 Atlético de Cajazeiras
9 19/05/1993 Atalaia 0×1 Sousa
9 19/05/1993 Santa Cruz 0×1 Esporte
9 20/05/1993 Nacional de Patos 2×2 Atlético de Cajazeiras
9 20/05/1993 Campinense 0×1 Botafogo
9 20/05/1993 Guarabira 1×1 Treze
9 20/05/1993 Auto Esporte 1×0 Socremo
10 23/05/1993 Sousa 0×0 Atlético de Cajazeiras
10 23/05/1993 Auto Esporte 1×3 Botafogo
10 23/05/1993 Guarabira 1×1 Santa Cruz
10 23/05/1993 Socremo 3×0 Atalaia
10 23/05/1993 Nacional de Patos 2×1 Esporte
10 23/05/1993 Campinense 1×0 Treze
11 26/05/1993 Sousa 1×1 Esporte
11 26/05/1993 Atalaia 0×5 Campinense
11 26/05/1993 Atlético de Cajazeiras 1×1 Guarabira
11 27/05/1993 Treze 2×0 Auto Esporte
11 27/05/1993 Nacional de Patos 1×0 Socremo
11 27/05/1993 Botafogo 2×1 Santa Cruz
12 30/05/1993 Atlético de Cajazeiras 0×2 Auto Esporte
12 30/05/1993 Esporte 2×0 Atalaia
12 30/05/1993 Botafogo 4×0 Sousa
12 30/05/1993 Guarabira 1×1 Nacional de Patos
12 30/05/1993 Treze 1×1 Socremo
12 30/05/1993 Santa Cruz 2×0 Campinense

 

CLASSIFICAÇÃO

Grupo Azul

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Botafogo 19 12 9 1 2 31 11 20
2 Campinense 15 12 7 1 4 17 8 9
3 Sousa 13 12 5 3 4 12 16 -4
4 Esporte 11 12 4 3 5 15 17 -2
5 Santa Cruz 8 12 3 2 7 11 15 -4
6 Atalaia 3 12 0 3 9 4 27 -23

 

Grupo Branco

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Auto Esporte 16 12 6 4 2 19 12 7
2 Treze 14 12 4 6 2 12 8 4
3 Nacional de Patos 14 12 4 6 2 16 15 1
4 Socremo 13 12 5 3 4 11 10 1
5 Atlético de Cajazeiras 9 12 2 5 5 8 13 -5
6 Guarabira 9 12 1 7 4 12 16 -4

SEGUNDO TURNO – SEMIFINAIS

Data Mandante Placar Visitante
02/06/1993 Botafogo 1×0 Treze
03/06/1993 Auto Esporte 2×1 Campinense

 

SEGUNDO TURNO – FINAL

Data Mandante Placar Visitante
06/06/1993 Botafogo 1×1 (0×0 pro.) Auto Esporte

O Botafogo, por ter melhor campanha, tinha a vantagem do empate no tempo normal e prorrogação. Venceu o turno e classificou-se para a fase final do campeonato.

TERCEIRO TURNO

- Clubes se enfrentam entre si em duas fases (ida e volta). O campeão de cada fase decide o turno.

TERCEIRO TURNO – PRIMEIRA FASE

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 13/06/1993 Esporte 2×1 Treze
1 13/06/1993 Campinense 0×2 Nacional de Patos
1 13/06/1993 Atalaia 2×4 Guarabira
1 13/06/1993 Santa Cruz 1×1 Auto Esporte
1 13/06/1993 Botafogo 3×0 Atlético de Cajazeiras
1 13/06/1993 Sousa 1×0 Socremo
2 16/06/1993 Atlético de Cajazeiras 1×1 Santa Cruz
2 16/06/1993 Socremo 1×0 Esporte
2 17/06/1993 Guarabira 0×0 Campinense
2 17/06/1993 Nacional de Patos 0×0 Botafogo
2 17/06/1993 Auto Esporte 1×0 Sousa
2 17/06/1993 Treze 3×0 Atalaia
3 20/06/1993 Atalaia 2×1 Atlético de Cajazeiras
3 20/06/1993 Esporte 0×1 Auto Esporte
3 20/06/1993 Campinense 1×0 Socremo
3 20/06/1993 Botafogo 1×1 Guarabira
3 20/06/1993 Santa Cruz 1×1 Nacional de Patos
3 20/06/1993 Sousa 0×1 Treze
4 27/06/1993 Atlético de Cajazeiras 2×0 Esporte
4 27/06/1993 Treze 2×1 Santa Cruz
4 27/06/1993 Guarabira 0×1 Sousa
4 27/06/1993 Nacional de Patos 5×1 Atalaia
4 27/06/1993 Auto Esporte 2×0 Campinense
4 27/06/1993 Socremo 0×0 Botafogo
5 30/06/1993 Treze 1×2 Atlético de Cajazeiras
5 30/06/1993 Auto Esporte 1×1 Guarabira
5 30/06/1993 Santa Cruz 0×1 Campinense
5 30/06/1993 Esporte 3×0 Atalaia
5 30/06/1993 Socremo 3×2 Nacional de Patos
5 30/06/1993 Sousa 2×1 Botafogo
6 04/07/1993 Nacional de Patos 2×2 Guarabira
6 04/07/1993 Santa Cruz 0×0 Socremo
6 04/07/1993 Botafogo 2×1 Treze
6 04/07/1993 Atlético de Cajazeiras 0×1 Auto Esporte
6 04/07/1993 Atalaia 1×0 Sousa
6 04/07/1993 Campinense 6×2 Esporte
7 07/07/1993 Auto Esporte 7×0 Atalaia
7 07/07/1993 Santa Cruz 1×0 Botafogo
7 07/07/1993 Sousa 1×0 Esporte
7 07/07/1993 Nacional de Patos 0×0 Treze
7 07/07/1993 Campinense 3×2 Atlético de Cajazeiras
7 07/07/1993 Guarabira 1×0 Socremo
8 11/07/1993 Socremo 6×1 Atalaia
8 11/07/1993 Atlético de Cajazeiras 0×0 Sousa
8 11/07/1993 Treze 0×0 Campinense
8 11/07/1993 Esporte 0×2 Nacional de Patos
8 11/07/1993 Botafogo 1×1 Auto Esporte
8 11/07/1993 Guarabira 3×0 Santa Cruz
9 15/07/1993 Treze 6×1 Socremo
9 15/07/1993 Atalaia 1×2 Campinense
9 15/07/1993 Santa Cruz 0×0 Sousa
9 15/07/1993 Botafogo 1×0 Esporte
9 15/07/1993 Nacional de Patos 2×1 Auto Esporte
9 15/07/1993 Guarabira 3×1 Atlético de Cajazeiras
10 18/07/1993 Atalaia 1×1 Santa Cruz
10 18/07/1993 Sousa 2×0 Nacional de Patos
10 18/07/1993 Atlético de Cajazeiras 0×1 Socremo
10 18/07/1993 Auto Esporte 1×2 Treze
10 18/07/1993 Esporte 1×0 Guarabira
10 18/07/1993 Campinense 1×2 Botafogo
11 21/07/1993 Treze 2×1 Guarabira
11 21/07/1993 Botafogo 4×0 Atalaia
11 21/07/1993 Sousa 1×0 Campinense
11 21/07/1993 Socremo 0×1 Auto Esporte
11 21/07/1993 Atlético de Cajazeiras 1×0 Nacional de Patos
11 21/07/1993 Esporte 0×1 Santa Cruz

 

CLASSIFICAÇÃO

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Auto Esporte 15 11 6 3 2 18 7 11
2 Treze 14 11 6 2 3 19 10 9
3 Sousa 14 11 6 2 3 8 4 4
4 Botafogo 14 11 5 4 2 15 7 8
5 Campinense 12 11 5 2 4 14 12 2
6 Guarabira 12 11 4 4 3 16 11 5
7 Nacional de Patos 12 11 4 4 3 16 11 5
8 Santa Cruz 10 11 2 6 3 7 10 -3
9 Atlético de Cajazeiras 8 11 3 2 6 10 15 -5
10 Esporte 6 11 3 0 8 8 16 -8
11 Atalaia 5 11 2 1 8 9 36 -27
12 Socremo* 0 11 4 2 5 12 13 -1

*A Socremo perdeu dez pontos pela escalação irregular do jogador Chã contra Nacional de Patos e Guarabira.

TERCEIRO TURNO – SEGUNDA FASE

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 24/07/1993 Socremo 3×1 Sousa
1 24/07/1993 Treze 2×1 Esporte
1 24/07/1993 Guarabira 1×0 Atalaia
1 24/07/1993 Auto Esporte 1×0 Santa Cruz
1 24/07/1993 Nacional de Patos 2×0 Campinense
1 24/07/1993 Atlético de Cajazeiras 2×1 Botafogo
2 28/07/1993 Santa Cruz 2×1 Atlético de Cajazeiras
2 28/07/1993 Botafogo 2×2 Nacional de Patos
2 28/07/1993 Campinense 0×0 Guarabira
2 28/07/1993 Atalaia 0×2 Treze
2 28/07/1993 Esporte 3×2 Socremo
2 28/07/1993 Sousa 2×2 Auto Esporte
3 31/07/1993 Nacional de Patos 3×1 Santa Cruz
3 31/07/1993 Atlético de Cajazeiras 2×1 Atalaia
3 31/07/1993 Auto Esporte 0×0 Esporte
3 31/07/1993 Socremo 0×2 Campinense
3 31/07/1993 Guarabira 1×0 Botafogo
3 31/07/1993 Treze 1×1 Sousa
4 04/08/1993 Botafogo 5×1 Socremo
4 04/08/1993 Esporte 3×0 Campinense
4 04/08/1993 Santa Cruz 0×2 Treze
4 04/08/1993 Atalaia 1×1 Nacional de Patos
4 04/08/1993 Sousa 2×0 Guarabira
4 05/08/1993 Auto Esporte 1×1 Atlético de Cajazeiras
5 07/08/1993 Socremo 4×0 Guarabira
5 07/08/1993 Atlético de Cajazeiras 0×0 Campinense
5 07/08/1993 Esporte 1×1 Sousa
5 07/08/1993 Treze 0×1 Nacional de Patos
5 07/08/1993 Atalaia 1×2 Auto Esporte
5 07/08/1993 Botafogo 7×0 Santa Cruz
6 11/08/1993 Campinense 4×0 Santa Cruz
6 11/08/1993 Atalaia 1×1 Esporte
6 11/08/1993 Atlético de Cajazeiras 0×0 Treze
6 11/08/1993 Nacional de Patos 1×3 Socremo
6 11/08/1993 Guarabira 0×1 Auto Esporte
6 11/08/1993 Botafogo 3×1 Sousa
7 14/08/1993 Nacional de Patos 0×0 Esporte
7 14/08/1993 Santa Cruz 2×1 Guarabira
7 14/08/1993 Sousa 0×0 Atlético de Cajazeiras
7 14/08/1993 Atalaia 1×0 Socremo
7 14/08/1993 Campinense 1×1 Treze
7 14/08/1993 Auto Esporte 0×1 Botafogo
8 18/08/1993 Socremo 2×2 Treze
8 18/08/1993 Campinense 3×1 Atalaia
8 18/08/1993 Esporte 1×0 Botafogo
8 18/08/1993 Auto Esporte 3×1 Nacional de Patos
8 18/08/1993 Atlético de Cajazeiras 1×0 Guarabira
8 19/08/1993 Sousa 4×1 Santa Cruz
9 21/08/1993 Sousa 3×1 Atalaia
9 21/08/1993 Treze 2×0 Botafogo
9 21/08/1993 Socremo 3×2 Santa Cruz
9 21/08/1993 Esporte 1×0 Atlético de Cajazeiras
9 21/08/1993 Campinense 2×3 Auto Esporte
9 21/08/1993 Guarabira 1×0 Nacional de Patos
10 25/08/1993 Santa Cruz 1×1 Esporte
10 25/08/1993 Campinense 2×0 Sousa
10 25/08/1993 Atalaia 1×0 Botafogo
10 25/08/1993 Guarabira 0×1 Treze
10 25/08/1993 Nacional de Patos 3×1 Atlético de Cajazeiras
10 25/08/1993 Auto Esporte 2×1 Socremo
11 28/08/1993 Botafogo 0×0 Campinense
11 28/08/1993 Guarabira 1×0 Esporte
11 28/08/1993 Treze 1×1 Auto Esporte
11 28/08/1993 Nacional de Patos 1×2 Sousa
11 28/08/1993 Santa Cruz 1×1 Atalaia
11 28/08/1993 Socremo 0×0 Atlético de Cajazeiras

 

CLASSIFICAÇÃO

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Auto Esporte 16 11 6 4 1 16 10 6
2 Treze 15 11 5 5 1 14 7 7
3 Esporte 13 11 4 5 2 12 8 4
4 Campinense 12 11 4 4 3 14 10 4
5 Sousa 12 11 4 4 3 17 15 2
6 Nacional de Patos 11 11 4 3 4 15 14 1
7 Atlético de Cajazeiras 11 11 3 5 3 8 9 -1
8 Botafogo 10 11 4 2 5 19 11 8
9 Socremo 10 11 4 2 5 19 19 0
10 Guarabira 9 11 4 1 6 5 11 -6
11 Atalaia 7 11 2 3 6 9 16 -7
12 Santa Cruz 6 11 2 2 7 10 28 -18

O Auto Esporte, como vencedor das duas fases, venceu o terceiro turno sem necessidade de final e também classificou-se para a fase final do campeonato.

CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS TRÊS TURNOS:

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Auto Esporte 64 46 25 14 7 69 37 32
2 Treze 62 46 22 18 6 70 30 40
3 Botafogo 57 46 23 11 12 82 40 42
4 Campinense 55 46 21 13 12 59 39 20
5 Nacional de Patos 51 46 18 15 13 68 56 12
6 Sousa 44 46 17 10 19 45 61 -16
7 Guarabira 44 46 14 16 16 47 50 -3
8 Atlético de Cajazeiras 43 46 13 17 16 45 48 -3
9 Esporte 38 46 12 14 20 45 59 -14
10 Socremo* 36 46 17 12 17 61 55 6
11 Santa Cruz 28 46 7 14 25 36 81 -45
12 Atalaia 20 46 5 10 31 30 101 -71

*A Socremo perdeu dez pontos pela escalação irregular do jogador Chã contra Nacional de Patos e Guarabira na primeira fase do terceiro turno.

Obs.: o Treze se classificou para a fase final por ter feito mais pontos que um dos três campeões de turnos. Santa Cruz e Atalaia foram rebaixados para a Segunda Divisão 1994.

FASE FINAL

Rod Data Mandante Placar Visitante
1 04/09/1993 Auto Esporte 0×2 Campinense
1 04/09/1993 Treze 2×2 Botafogo
2 07/09/1993 Campinense 1×1 Treze
2 07/09/1993 Botafogo 1×1 Auto Esporte
3 12/09/1993 Treze 1×3 Auto Esporte
3 12/09/1993 Botafogo 0×0 Campinense
4 15/09/1993 Botafogo 2×1 Treze
4 15/09/1993 Campinense 4×3 Auto Esporte
5 18/09/1993 Campinense 0×0 Botafogo
5 18/09/1993 Auto Esporte 1×0 Treze
6 26/09/1993 Auto Esporte 1×1 Botafogo
6 26/09/1993 Treze 1×3 Campinense

 

CLASSIFICAÇÃO

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Campinense 9 6 3 3 0 10 5 5
2 Botafogo 7 6 1 5 0 6 5 1
3 Auto Esporte 6 6 2 2 2 9 9 0
4 Treze 2 6 0 2 4 6 12 -6

Com estes resultados, o CAMPINENSE CLUBE sagrou-se Campeão Paraibano de 1993.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Campinense 64 52 24 16 12 69 44 25
2 Botafogo 64 52 24 16 12 88 45 43
3 Auto Esporte 70 52 27 16 9 78 46 32
4 Treze 64 52 22 20 10 76 42 34
5 Nacional de Patos 51 46 18 15 13 68 56 12
6 Sousa 44 46 17 10 19 45 61 -16
7 Guarabira 44 46 14 16 16 47 50 -3
8 Atlético de Cajazeiras 43 46 13 17 16 45 48 -3
9 Esporte 38 46 12 14 20 45 59 -14
10 Socremo 36 46 17 12 17 61 55 6
11 Santa Cruz 28 46 7 14 25 36 81 -45
12 Atalaia 20 46 5 10 31 30 101 -71
 

A Associação Esportiva Santa Tereza, clube amador do bairro homônimo de Belo Horizonte, sagrou-se pela primeira vez Campeã Mineira de Juniores no ano de 1987.

Clubes participantes daquele campeonato:

  1. América Futebol Clube – Belo Horizonte
  2. Associação Desportiva Ateneu – Montes Claros
  3. Associação Esportiva Santa Tereza – Belo Horizonte
  4. Bela Vista Futebol Clube – Sete Lagoas
  5. Canto do Rio Futebol Clube – Brumadinho
  6. Cavaleiro Negro Esporte Clube – Belo Horizonte
  7. Clube Atlético Mineiro – Belo Horizonte
  8. Cruzeiro Esporte Clube – Belo Horizonte
  9. Democrata Esporte Clube – Divinópolis
  10. Democrata Futebol Clube – Sete Lagoas
  11. Esporte Clube Democrata – Governador Valadares
  12. Guarani Esporte Clube – Divinópolis
  13. Uberlândia Esporte Clube – Uberlândia
  14. Valeriodoce Esporte Clube – Itabira
  15. Venda Nova Futebol Clube – Belo Horizonte
  16. Villa Nova Atlético Clube – Nova Lima

Campanha do Santa Tereza:

Primeira fase, grupo A

31/5 – Villa Nova 0×2 Santa Tereza
7/6 – Santa Tereza 2×0 Guarani
14/6 – Santa Tereza 2×2 Valeriodoce
17/6 – Uberlândia 2×2 Santa Tereza
21/6 – Santa Tereza 3×1 Cavaleiro Negro
28/6 – Santa Tereza 0×0 Bela Vista
5/7 – Cruzeiro 1×0 Santa Tereza
Santa Tereza 1×0 Villa Nova
Guarani 0×3 Santa Tereza
Valeriodoce 0×0 Santa Tereza
Santa Tereza 1×1 Uberlândia
Cavaleiro Negro 0×4 Santa Tereza
Bela Vista 1×3 Santa Tereza
Santa Tereza 3×0 Cruzeiro

Fase final

Santa Tereza 1×0 América
Santa Tereza 1×1 Democrata-SL
Santa Tereza 2×1 Cruzeiro
Santa Tereza 1×0 Atlético
Santa Tereza 1×3 Venda Nova
Santa Tereza 0×0 Valeriodoce
Santa Tereza 1×1 Uberlândia
Santa Tereza 0×4 América
Santa Tereza 1×0 Democrata-SL
Santa Tereza 2×0 Cruzeiro
Santa Tereza 0×0 Atlético
Santa Tereza 1×0 Venda Nova
Santa Tereza 0×0 Valeriodoce
21/11 – Santa Tereza 3×0 Uberlândia

Curiosidade: o grupo B dessa competição teve provavelmente a maior concentração de xarás do futebol mineiro. Dos 8 times – América, Ateneu, Atlético-MG, Canto do Rio, Democrata-DIV, Democrata-GV, Democrata-SL, Venda Nova) – 3 se chamavam Democrata!

Fonte: Jornal Estado de Minas

 

1ª DIVISÃO

1º QUADROS PALESTRA ITÁLIA (SÃO PAULO)
2º QUADROS PALESTRA ITÁLIA (SÃO PAULO)

2ª DIVISÃO

1º QUADROS SPORT CLUB SÍRIO (SÃO PAULO)
2º QUADROS UNIÃO LAPA FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

DIVISÃO MUNICIPAL

1º QUADROS ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ESTRELA DE OURO (SÃO PAULO)

DIVISÃO DO INTERIOR

1º QUADROS PAULISTA FUTEBOL CLUBE (JUNDIAÍ)

TORNEIO DE CONSOLAÇÃO

1º QUADROS UNIÃO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
2º QUADROS UNIÃO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
 

SÉRIE A-1

CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)
VICE CAMPEÃO GUARANI FUTEBOL CLUBE (CAMPINAS)

SÉRIE A-2

CAMPEÃO SÃO BERNARDO FUTEBOL CLUBE (SÃO BERNARDO DO CAMPO)
VICE CAMPEÃO UNIÃO AGRÍCOLA BARBARENSE FUTEBOL CLUBE (SANTA BÁRBARA D’OESTE)

SÉRIE A-3

CAMPEÃO RIO BRANCO ESPORTE CLUBE (AMERICANA)
VICE CAMPEÃO GRÊMIO ESPORTIVO OSASCO (OSASCO)

2ª DIVISÃO

CAMPEÃO CLUBE ATLÉTICO VOTUPORANGUENSE (VOTUPORANGA)
VICE CAMPEÃO SÃO VICENTE ATLÉTICO CLUBE (SÃO VICENTE)
COPA PAULISTA DE FUTEBOL
CAMPEÃO ESPORTE CLUBE NOROESTE (BAURU)
VICE CAMPEÃO GPA AUDAX ESPORTE CLUBE (SÃO PAULO)

1ª DIVISÃO – SUB – 20

CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)
VICE CAMPEÃO SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

2ª DIVISÃO – SUB – 20

CAMPEÃO OSASCO FUTEBOL CLUBE (OSASCO)
VICE CAMPEÃO JABAQUARA ATLÉTICO CLUBE (SANTOS)

SUB – 17

CAMPEÃO DESPORTIVO BRASIL (PORTO FELIZ)
VICE CAMPEÃO MARÍLIA ATLÉTICO CLUBE (MARÍLIA)

SUB – 15

CAMPEÃO GPA AUDAX ESPORTE CLUBE (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS (SÃO PAULO)

SUB – 13

CAMPEÃO SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)
VICE CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)

SUB – 11

CAMPEÃO SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS (SÃO PAULO)

FEMININO

CAMPEÃO SÃO JOSÉ ESPORTE CLUBE (SÃO JOSÉ DOS CAMPOS)
VICE CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CENTRO OLÍMPICO (SÃO PAULO)

AMADOR DO ESTADO

CAMPEÃO SOCIEDADE ATLÉTICA BOA VISTA (DIADEMA)
VICE CAMPEÃO CLUBE ATLÉTICO JUVENTUS (ITU)

ESTADUAL DE LIGAS AMADORAS

CAMPEÃO SELEÇÃO DE DIADEMA
VICE CAMPEÃO SELEÇÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE

Fonte: Federação Paulista de Futebol

 

TIMES PARTICIPANTES
Alliança Football Club (das Laranjeiras).
Esperança Football Club (de Bangu).
Club Athletico Guanabara (das Laranjeiras).
Rio Branco Football Club (das Laranjeiras).

A LMSA resolveu, por unanimidade, a exclusão do Guarany FC e do Cascadura FC, por falta de pagamento.

RESULTADOS
12/05 Esperança 2 x 1 Rio Branco (em Bangu).

26/05 Guanabara 3 x 3 Alliança (Rua das Laranjeiras).
Obs: O Guanabara perdeu os pontos por ter utilizado o player Antônio Torres, que não estava inscrito na Liga.

09/06 Alliança 4 x 1 Rio Branco (Rua Paysandu).

23/06 Esperança 1 x 3 Guanabara (em Bangu).

07/07 Rio Branco 0 x 3 Guanabara (Rua Paysandu).

21/07 Alliança 2 x 2 Esperança (Rua Paysandu).

25/08 Alliança 1 x 2 Guanabara (Campo de São Cristóvão).

08/09 Guanabara 4 x 3 Esperança (Rua Paysandu).

29/09 Rio Branco 4 x 0 Alliança (Rua das Laranjeiras).

06/10 Rio Branco 8 x 1 Esperança (Rua Paysandu).

12/10 – Guanabara 7 x 0 Rio Branco (Rua Paysandu).

20/10 – Esperança 3 x 1 Alliança (em Bangu).

CLASSIFICAÇÃO
PG J V E D GP GC SG
1° CA Guanabara
10 6 5 0 1 22 8 + 14
2° Alliança FC
05 6 2 1 3 11 15 – 04
2° Esperança FC
05 6 2 1 3 12 19 – 07
4° Rio Branco FC
04 6 2 0 4 14 17 – 03

CLUB ATHLETICO GUANABARA, CAMPEÃO DO RIO DE JANEIRO (SEGUNDA DIVISÃO) – 1912

Abaixo, duas fichas técnicas.

ALLIANÇA FC 3 x 3 CA GUANABARA
Data: 26 / 05 / 1912
Local: Rua das Laranjeiras, campo do Alliança FC, Rio de Janeiro.
Árbitro: Armando de Almeida
Competição: Campeonato Carioca da 2ª Divisão – LMSA
Gols: 1° tempo: Guanabara 2 a 1, Jorge (2) e Vianna (c); Final: 3 a 3, Jorge e Carlos (2)
Alliança: Motta, Bermann e Elpídio; Joviniano, Altino e Paulino; Júlio, Joaquim, Carlos, Clodomiro e Dutra.
Guanabara: Evandro, Rodolpho e Vianna; Dolabella, Antônio Torres e Orlando; Waldemar, Baptista, Jorge, Argeu e Hernany.
Obs:
1. O Alliança ganhou os pontos devido à escalação irregular de Antônio Torres pelo Guanabara;
2. Alliança FC, cores: auri-rubro; CA Guanabara, cores: verde e negro.

CA GUANABARA 7 x 0 RIO BRANCO FC
Data: 12 / 10 / 1912
Local: Rua Guanabara, Rio de Janeiro.
Árbitro: Mário Pernambuco
Competição: Campeonato Carioca da 2ª Divisão – LMSA
Gols: Baptista (2), no 1° tempo; Jorge (2), Manduca (2) e Hernany, no 2° tempo.
Guanabara: Victor, Teixeira “Tangerina” e Vianna; Argeu, Rodolpho e Dolabella; Hernany, Manoel “Manduca”, Jorge, Baptista e Mário.
Rio Branco: Attílio, Roxo e Everaldo; Raul, Alcides e Mattos; Edgar, Tinoco, Juca, Pio e Medrado.

Fontes: Gazeta de Notícias, Jornal do Brasil e Jornal do Commercio

Pesquisas: Pedro Varanda.

 

1º Q

2º Q

3º Q

01º

IRAJÁ A.C. (RIO DE JANEIRO)

18

05

03

02º

MAUÁ F.C. (RIO DE JANEIRO)

15

13

10

03º

A.A. JACAREPAGUÁ (RIO DE JANEIRO)

14

13

11

04º

DE MARIA F.C. (RIO DE JANEIRO)

13

03

14

05º

FIDALGO F.C. (RIO DE JANEIRO)

08

20

18

06º

MAGNO F.C. (RIO DE JANEIRO)

06

07

06

07º

OPOSIÇÃO F.C. (RIO DE JANEIRO)

04

17

04

CAMPEÃO DOS 1º QUADROS – IRAJÁ ATLÉTICO CLUBE

CAMPEÃO DOS 2º QUADROS – FIDALGO FUTEBOL CLUBE

CAMPÃO DOS 3º QUADROS – FIDALGO FUTEBOL CLUBE

 

1ª DIVISÃO

1º QUADROS CLUBE ATLÉTICO PAULISTANO (SÃO PAULO)
2º QUADROS PALESTRA ITÁLIA (SÃO PAULO)

2ª DIVISÃO

1º QUADROS MINAS GERAIS FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)
2º QUADROS UNIÃO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

DIVISÃO INFANTIL

CAMPEÃO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO BENTO (SÃO PAULO)
 

1ª DIVISÃO

1º QUADROS FLUMINENSE FOOTBALL CLUB (RIO DE JANEIRO)
2º QUADROS CLUBE DE REGATAS FLAMENGO (RIO DE JANEIRO)

2ª DIVISÃO

1º QUADROS CATETE FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)
2º QUADROS PALMEIRAS ATLÉTICO CLUBE (RIO DE JANEIRO)

3ª DIVISÃO

1º QUADROS AMERICANO FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)
2º QUADROS ESPERANÇA FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)

DIVISÃO INFANTIL

CAMPEÃO VILA ISABEL FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO)
VICE CAMPEÃO BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE
 

O Campeonato Carioca de 1920 (organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres) foi marcado pelo título do Clube de Regatas Flamengo, que encerrou uma sequencia de três títulos seguidos pelo Fluminense Football Club.

Afinal, o fato de o Tricolor das Laranjeiras ter vencidos as últimas três edições do Estadual com uma equipe tida como imbatível acabou sendo um prazer a mais para os rubro-negros e, por consequente, aumentando a rivalidade entre os dois clubes.

CURIOSIDADE - E, só para fazer uma citação para quem desconheça de um fato interessante. A distância entre o Estádio das Laranjeiras (casa do Fluminense) e o Estádio Paissandu (casa onde o Flamengo treinava e jogava) não era mais do que 300 metros. Bastava atravessar a Rua Pinheiros Machado (mapa abaixo).

 

Voltando ao campeonato, o Flamengo, de forma surpreendente, venceu com duas rodadas de antecedência. Contudo a última rodada tinha frente a frente Fluminense x Flamengo, nas Laranjeiras e muita coisa em jogo.

O Tricolor queria vencer de qualquer jeito, pois se o título já estava nas mãos do rival, a invencibilidade ainda não. E uma vitória representaria jogar “água no chope” no caneco rubro-negro.

Afinal de contas, até ali (1906-19) das 14 edições do Estadual apenas em três oportunidades o campeão fechou sem nenhuma derrota: Fluminense em 1908 e 1909 (ambos em 10 jogos) e o Flamengo em 1915 (12 partidas).

 

O JOGO

Enfim, chegou à última rodada, no dia 19 de dezembro de 1920, o Estádio das Laranjeiras estava abarrotado! Como dizia o meu avô: “Nem uma mosca conseguiria ficar na arquibancada sem ser esmagada”.

Com sede por vitória, o Fluminense abriu o placar aos 16 minutos com o atacante Zezé. Mas o Flamengo empatou com Candiota aos 31 minutos. E, assim as duas equipes foram para o vestiário com um empate em 1 a 1.

Na segunda etapa, novamente o Fluminense voltou a passar a frente do placar, logo aos 4 minutos por intermédio de Welfare. Contudo, o Flamengo provou que o título não foi à toa e voltou a empatar aos 15 minutos com Valdemar.

Fim de jogo e o Flamengo festou mais uma conquista na casa do rival, com direito a empatar em número de conquistas invictas com o Tricolor: dois para cada lado.

O Jornal O Imparcial (Abaixo) publicou na sua página 8 (segunda-feira, no dia 20 de dezembro de 1920), fotos de 18 jogadores do Flamengo e Fluminense, a escalação e uma foto no centro mostrando o Estádio das Laranjeiras completamente lotado. Provando que o futebol no início dos anos 20 já era popular, atraindo as atenções do povão, imprensa e políticos.

 

 DADOS

Campanha – O Flamengo somou 31 pontos em 18 jogos: foram 13 vitórias e cinco empates; marcando 44 gols e sofrendo 19. O time-base do Flamengo: Kuntz, Burgos e Telefone; Rodrigo, Sisson e Dino; Carregal, João de Deus Candiota, Sidney Pullen, Junqueira e Candiota.

Os gols: Junqueira marcou 15 gols; Candiota fez 10; Sidney Pullen anotou Seis; Sisson marcou Cinco; Eustace Pullen assinalou três; e Carregal, Geraldo, Japonês, Telefone e Valdemar  marcaram um gol cada.

 

PERGUNTA

Uma pergunta fica no ar: Será que, de alguma forma, a popularidade do futebol não inspirou “A Semana de Arte Moderna” (também chamada de Semana de 22), que aconteceria 14 meses depois (ocorreu em São Paulo no ano de 1922, nos dias 13 a 17 de fevereiro, no Teatro Municipal)?

A fim de que a pintura e escultura; poesia, literatura e música; também tivessem um espaço tão grandioso na mídia quanto no coração dos brasileiros? Certamente seria uma bela tese de mestrado. Fica aqui a sugestão aos universitários apaixonados pela arte em geral.

 

 Fonte e imagem: Google Maps e Jornal O Imparcial  

 

Complementando o meu último artigo, eis alguns detalhes dos campeonatos da Federação Paulista de Football, entidade oficial do futebol paulista em 1933 e 1934.

CAMPEONATO PAULISTA DE FOOTBALL de 1933 – FPF

Participantes (só se inscrevram clubes da capital, não houve campeonato do interior):

- C.A. Albion (São Paulo) – ex-São Paulo Alpargatas, havia vencido a segundona no ano anterior, mas sua participação na primeirona da APEA havia sido vetada pelos “figurões” do conselho técnico, situação bem comum na época. Sua sede era na Rua São Jorge, pertinho do Corinthians.

- A.A. Casale Paulista (São Paulo) – clube do bairro Cambuci.

- Feira Livre F.C. (São Paulo)

- Minas Geraes F.C. (São Paulo) – do bairro do Brás, chegou a disputar outros paulistões e ser campeão de divisões inferiores. No final dos anos 20 mudou de nome algumas vezes, fez fusão, e chegou a se chamar Auto-Audax. Em 1933, por algum motivo, o clube voltou a se chamar Minas Geraes.

- A.A. das Palmeiras (São Paulo) – surpresa para mim. Alguns sócios do veterano e famoso clube de futebol da capital não haviam aceitado o fim da equipe e fuga de sócios para o SPFC e resolveram “reerguer” o clube, com sede nova (já que a Floresta ficou com o Tricolor). Infelizmente, durou pouco tempo.

- C.A. Paulista (São Paulo) – fruto da fusão entre o tradicional S.C. Internacional e o Antarctica

- A.A. República (São Paulo) – clube do bairro Aclimação, participou de campeonatos anteriores. Ao que fui informado, ainda existe como time amador.

- São Paulo Railway A.C. (São Paulo) – atual Nacional Atlético Clube, o “Ferrinho”.

- União Guarany F.C. (São Paulo)

- União Vasco da Gama F.C. (São Paulo)

Os seguintes clubes faziam parte do grupo dos “fiéis” à CBD, participariam do campeonato, mas desistiram antes do início da competição, pois temiam que a FPF não fosse reconhecida. Foi um mal movimento, pois a mesma foi filiada pela CBD em agosto, dois meses após o início da competição. Considerados fortes, a ausência deles foi mais do que sentida:

- Guarani F.C. (Campinas)

- C.A. Juventus (São Paulo) – o “Moleque Travesso” só se tornaria o C.A. Fiorentino no ano seguinte

- C.A. Santista (Santos)

 

OS CAMPEÕES DA FPF em 1933

Campeonato Paulista de Primeiros Quadros – Albion (campeão), União Guarany (vice)

Campeonato Paulista de Segundos Quadros – Albion (campeão), São Paulo Railway (vice)

Torneio Início de Primeiros Quadros – Paulista (campeão), Albion (vice)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notícia sobre a filiação da Federação Paulista de Football, em 1933

 

 

 

Fugindo um pouco do tema “futebol fluminense”, o post de hoje é sobre mais uma injustiça do mundo do futebol.

Todos sabemos que nos conturbados 30 anos iniciais do esporte predileto dos brasileiros foram frequentes as cisões esportivas estaduais, originando ligas rivais e disputas de duas competições em um mesmo ano.

A regra sobre a validade ou não desses campeonatos é simples: foi um clube grande que ganhou? Se sim, o título é contado, se não, é relegado às traças da memória.

Contudo, o caso do futebol paulista em 1933 e 1934 é ainda mais chocante: os campeonatos da Federação Paulista de Football, a entidade OFICIAL do futebol de São Paulo, ou seja, FILIADA E RECONHECIDA pela entidade máxima do país, a Confederação Brasileira de Desportos, esta por sua vez reconhecida pela FIFA, é simplesmente ignorada pela atual FPF, assim como pela imprensa. O motivo original: seus campeões, Albion (33) e Juventus (34) são clubes pequenos. O motivo atual: dirigentes da FPF atual e a mídia em geral nem devem saber que esse campeonato existiu.

 

Juventus, o campeão paulista oficial de 1934, quando se chamava C.A. Fiorentino

Explicando melhor a história:

A Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA), dirigente oficial do futebol paulista, já vinha se aproximando do profissionalismo, para o desgosto de alguns clubes. Em 1926 houve uma séria cisão, quando as agremiações que se diziam verdadeiramente amadoristas abandonaram a APEA e fundaram a Liga de Amadores de Football (LAF). A CBD, no entanto, continuou do lado da APEA, pois o profissionalismo desta não podia ser comprovado. De 1926 até 1929 houveram dois campeonatos paulistas, o da APEA e o da LAF, sendo que apenas o da APEA, filiada à CBD, era oficial. Não obstante, mesmo que a LAF fosse “pirata”, todos, atualmente, contabilizam os dois campeonatos na lista oficial de campeões paulistas. Foram eles:

1926 – Palestra Itália (APEA) e Paulistano (LAF)

1927 – Palestra Itália (APEA) e Paulistano (LAF)

1928 – Corinthians (APEA) e Internacional (LAF)

1929 – Corinthians (APEA) e Paulistano (LAF)

Sem apoio oficial a LAF, enfraquecida, acabou. E seus principais clubes, entre eles Paulistano, AA das Palmeiras, Germânia e Internacional, relevantíssimos no cenário do futebol paulista, infelizmente saíram de cena de nosso futebol, sendo alguns extintos e outros apenas encerrando o departamento de futebol.

De 1930 a 1932 a APEA reinou sozinha no futebol bandeirante. Porém, em 1933, veio a cisão profissionalista. E eis o que aconteceu, contando em paralelo os fatos no Distrito Federal (Rio de Janeiro), para ajudar na compreensão.

Os dois maiores centros de futebol do país eram comandados, até então, pela já mencionada APEA (SP) e pela Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA, do DF/Rio), ambas filiadas à CBD.

Em 1933 alguns clubes do Rio e de São Paulo decidiram implantar o regime profissional. A CBD foi categoricamente contra. O que aconteceu no Rio e em São Paulo, então, de certa forma foram o inverso um do outro.

No Rio de Janeiro a AMEA, entidade oficial, manteve-se do lado da CBD e bateu o pé contra o profissionalismo, por mais que o mesmo já fosse praticado por baixo dos panos. Os clubes dissidentes, então, saíram da AMEA (e, junto, da CBD e da FIFA) e fundaram a Liga Carioca de Football (LCF), profissional e “pirata”.

Em São Paulo foi o contrário. A direção da APEA posicionou-se a favor do profissiolismo, e foi desfiliada pela CBD, tornando-se uma liga não-oficial. Alguns clubes, porém, preferiram ficar do lado da CBD, e fundaram a Federação Paulista de Football (FPF), logo filiada e reconhecida pela CBD como a entidade máxima do futebol paulista. Entre eles o Guarani, a Ponte Preta, o CA Paulista, Hespanha (atual Jabaquara), São Paulo Railway (atual Nacional), entre outros.

Em 1933 e 1934, então, tivemos no Rio e em São Paulo dois campeonatos em cada, sendo um “amador” (em tese) e oficial (reconhecido pela CBD, entidade filiada à FIFA), e o outro profissional e pirata (não-oficial, lembrando que a Federação Brasileira de Football foi criada depois pelos dissidentes, mas jamais reconhecida pela FIFA). Foram campeões:

1933/SP – Albion (“amador”, oficial), Palestra Itália (profissional, pirata)

1933/Rio – Botafogo (“amador”, oficial), Bangu (profissional, pirata)

1934/SP – Juventus (“amador”, oficial), Palestra Itália (profissional, pirata)

1934/Rio – Botafogo (“amador”, oficial), Vasco (profissional, pirata)

Lembrando que o Juventus, quando conquistou o título, chamava-se “Clube Atlético Fiorentino”, jogando com camisa grená e flor-de-lis inspirada no emblema da Fiorentina italiana no peito. Depois de conquistar o título de “Campeão Paulista de Futebol” o Juventus ainda conquistou a Taça São Paulo, novo nome da Taça Competência, ao vencer a AA Ferroviária de Pindamonhangaba, campeã do interior, por 5 x 0 e 3 x 1. Esse título também não é lembrado, pois até da lista de campeões da Taça Competência Albion e Juventus são excluídos…

A história da cisão no Rio de Janeiro é muito bem lembrada, pelo tamanho do Botafogo. Porém, em São Paulo, Juventus (que até então conquistara um terceiro lugar em 1932, em campeonato com todos os grandes) e Albion foram jogados para escanteio.

Em 1935 a facção “cebedista”, como os jornais chamavam, virou o jogo. A CBD finalmente aceitou o profissionalismo (ou melhor, admitiu que este fosse praticado às claras), e muitos dos clubes mais fortes das entidades piratas passaram para o seu lado, exceção feita à Flamengo, Fluminense, América e Portuguesa, que ainda insistiriam com a FBF por mais alguns anos. Um dos motivos da debandada para a CBD: como a entidade era filiada à FIFA, fora dela os dissidentes não conseguiam jogar partidas amistosas internacionais, e a tendência seria um isolamento e enfraquecimento cada vez maior. Bastava a CBD aceitar o profissionalismo para ganhar a parada.

De 1935 a 1936, novamente foram dois campeonatos, desta vez ambos eram profissionais, continuando a APEA e a LCF como “piratas” e com as amadoristas FPF e AMEA sendo “transformadas” em entidades profissionais, sendo elas a Liga Paulista de Football e a Federação Metropolitana de Desportos. Seus campeões:

1935/SP – Santos (profissional, oficial), Portuguesa (profissional, pirata)

1935/Rio – Botafogo (profissional, oficial), América (profissional, pirata)

1936/SP – Palestra Itália (profissional, oficial), Portuguesa (profissional, pirata)

1936/Rio – Vasco (profissional, oficial), Fluminense (profissional, pirata)

Como podemos ver, ao contrário de 33 e 34 todos os campeões do ano são equipes consideradas grandes em seus estados. Logo, nenhum desses títulos são esquecidos na contagem oficial das respectivas federações estaduais.

A situação de esquecimento é tão grave que mesmo o Juventus parece não entender o status do título que ganhou. Na página oficial do clube, informam secamente que foram campeões paulistas amadores, quase dando a entender que era um título de categoria inferior. Ora, todos os campeões pré-1933, em todo o Brasil, eram amadores!

Já o Albion nem existe mais para se defender.

Resta apenas aos que amam o futebol guardar esses fatos com cuidado, e divulgarem sempre que puderem.

 

Qual é a “dobradinha” mais vencedora do eixo Rio-São Paulo?

*Campeões estaduais no Rio e em São Paulo, no mesmo ano.
*Qual a dupla de clubes que mais se repetiu?

Campeonato Carioca e Campeonato Paulista – duas competições de muita história e glamour.
O futebol de São Paulo começou antes – em 1902 – o seu principal certame; os cariocas, pouco depois –, em 1906. Ambos são seculares.
Quando da instituição do Torneio Rio-São Paulo, tivemos sedimentada uma união para a organização da disputa, mas também uma vitalização da rivalidade entre essas duas potências do futebol nacional.
Mas e as dobradinhas de campeões formadas ao longo de tanto tempo? Qual é a dupla de campeões dos certames estaduais do Rio e de São Paulo que mais vezes ganhou o certame de seu estado?
O Corinthians é o clube mais vezes campeão paulista (26 títulos); o Flamengo detém essa primazia do lado carioca (32 títulos). Mas não é a dupla Flamengo/Corinthians a número um em títulos levantados na mesma temporada.
Eis as dobradinhas formadas ao longo desse período de mais de um século de estaduais do eixo Rio-São Paulo, considerando apenas os quatro clubes grandes de cada estado.

Colocação/Dupla de campeões/Anos em que formaram a dupla/Total

1.º – Flamengo/Palmeiras – 1920, 27, 42, 44, 63, 72, 74, 96 e 2008 – (9)
2.º – Vasco/Corinthians – 1923, 24, 29, 52, 77, 82, 88 e 2003 – (8)
3.º – Botafogo/Santos – 1935, 61, 62, 67, 68, 2006 e 10 – (7)
3.º – Fluminense/Corinthians – 1924, 37, 38, 41, 51, 83 e 95 – (7)
3.º – Flamengo/Corinthians – 1914, 39, 54, 79, 99, 2001 e 09 – 7
6.º – Vasco/São Paulo – 1945, 49, 70, 87, 92 e 98 – (6)
6.º - Fluminense/São Paulo – 1946, 71, 75, 80, 85 e 2005 – (6)
6.º – Vasco/Palmeiras – 1934, 36, 47, 50, 93 e 94 – (6)
9.º – Flamengo/Santos – 1955, 65, 78, 2007 e 11 – (5)
9.º – Flamengo/São Paulo – 1943, 53, 81, 91 e 2000 – (5)
11.º - Fluminense/Santos – 1964, 69, 73 e 84 – (4)
11.º – Fluminense/Palmeiras – 1936, 40, 59 e 76 – (4)
13.º – Botafogo/São Paulo – 1948, 57 e 89 – (3)
13.º – Botafogo/Palmeiras – 1932, 33 e 34 – (3)
15.º – Vasco/Santos – 1956 e 58 – (2)
15.º - Botafogo/Corinthians – 1930 e 97 – (2)

Portanto, Flamengo e Palmeiras formam a parceria mais repetida nos estaduais do eixo Rio-São Paulo, com 9 vezes. Logo a seguir, com 8, surgem Vasco e Corinthians.

Flamengo e Palmeiras comemoram título dos campeonatos Carioca e Paulista, em 2008 - Fotos: Gazeta Press / Lancenet

Vasco/Santos e Botafogo/Corinthians são as parcerias menos frequentes.

Fonte:
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

(O texto que segue foi extraído da revista Esporte Ilustrado Nº 775, de 12.02.53, edição especial em homenagem ao Vasco da Gama)

Devido à sua apagada atuação no campeonato de 1951, não se acreditava nas possibilidades do Vasco em 52. Fluminense, Flamengo, Bangu e Botafogo, de um modo geral, eram apontados pela cátedra esportiva como favoritos. Esqueceram um pouco o velho “Campeoníssimo”, o que, aliás, não deixou de ser uma vantagem. No futebol, quase sempre, não é interessante ser favorito, porque pode-se trabalhar mais à vontade e sem alarde. Ciro Aranha reassumiu a presidência do clube e Gentil Cardoso foi contratado para técnico. Reajustada a máquina administrativa, com todos os seus departamentos trabalhando em perfeita conexão, teve início a gloriosa jornada, que culminou com a conquista de mais um título, e a volta da hegemonia do futebol guanabarino a São Januário. Supremacia que desde 1945 pertence ao glorioso C.R. Vasco da Gama, com apenas três interrupções na sua série de êxitos: 46, 48 e 51. Em 8 temporadas, 5 títulos!

Em 1951, o grande sonho de todos os vascaínos – a conquista do tricampeonato – por um desses caprichos do destino, se desfez. Foi um mal ano para o grêmio da Cruz de Malta, o ano do colapso, conforme o dr. Amilcar Giffoni teve ocasião de explicar. Contrariando a opinião, quase geral, de que o seu plantel estava acabado, o Vasco fez uma campanha que primou pela regularidade.
Estreou abatendo o Madureira por 5 a 2; na segunda rodada, venceu o Canto do Rio, por escore modesto, 2 a 1; depois abateu o Bonsucesso por 5 a 2; na quarta rodada logrou o seu primeiro grande resultado ao derrotar o Bangu por 6 a 2. Esteve de folga na etapa seguinte, e na sexta rodada perdeu a liderança e a invencibilidade, devido à derrota ante o Fluminense, por 1 a 0. No domingo seguinte reabilitou-se plenamente, vencendo ao Flamengo por 3 a 2. Derrotou o Olaria, por 2 a 1, e a seguir, empatou com o Botafogo de 1 a 1, perdendo mais um ponto. Depois derrotou ao América por 3 a 0 e ao São Cristóvão por 2 a 1. Terminou o turno em segundo lugar, com três pontos perdidos, a um do líder, o Fluminense.
No returno, venceu ao São Cristóvão, 3 a 1; descansou na segunda rodada; e, na seguinte, vencendo ao Canto do Rio, por 1 a 0, assumiu o primeiro posto, em face da derrota sofrida pelo tricolor ante o Madureira por 2 a 1. Daí por diante foi o ponteiro do certame até ao final, tendo derrotado sucessivamente, ao Botafogo, 1 a 0; Madureira, 3 a 0; Flamengo, 1 a 0; América, 2 a 0; e ao Bonsucesso, 4 a 1. Na nona rodada, empatou com o Fluminense de 2 a 2, mantendo a diferença de 4 pontos do seu mais sério rival. Com a vitória sobre o Bangu, por 2 a 1, sagrou-se campeão, independente do resultado do seu último jogo, contra o Olaria, a quem abateu por 1 a 0.

Lances de um título

Lance do primeiro gol do Vasco no campeonato carioca de 1952, contra o Madureira. O seu autor foi o centro-médio Darcy, do tricolor suburbano, tentando desviar um centro de Chico para Ademir. Irezê ainda chegou a pular para tentar cortar a trajetória do couro

Primeiro gol do Vasco no carioca de 1952

 

Edmur marcando o primeiro gol do Vasco contra o Bonsucesso, vendo-se Paulista caído e Waldir encobrindo o marcador

Edmur marcando o primeiro gol do Vasco contra o Bonsucesso

 

O terceiro gol do Vasco contra o Bangu (turno)

Terceiro gol do Vasco contra o Bangu (turno)

 

O segundo do Vasco contra o Flamengo (turno)

Segundo gol do Vasco contra o Flamengo (turno)

 

Lance sensacional do empate do Vasco com o Botafogo, marcado por Ademir concluindo um tiro rasteiro de Edmur, apesar dos esforços de Juvenal e Osvaldo

Gol de empate do Vasco, contra o Botafogo, marcado por Ademir

 

O segundo gol do Vasco contra o Madureira (returno) num tiro possante de Sabará que superou Irezê

Segundo gol do Vasco contra o Madureira (returno)- Sabará

 

Chico marcando o 2º gol do Vasco contra o América no returno

-Chico marcando o segundo gol do Vasco contra o América no returno

 

O gol da vitória do Vasco sobre o Flamengo (returno), marcado por Ademir, num passe de Ipojucan

Gol de Ademir, na vitoria do Vasco sobre o Flamengo (returno)

 

No empate de 2 x 2 contra o Fluminense, Alfredo assinala o primeiro tento vascaíno

Empate de 2 a 2 com o Flu, gol de Alfredo, o primeiro do Vasco

 

Vavá marca o tento que deu o título de 1952 ao Vasco na peleja frente ao Bangu

Vavá marca o gol que deu o título de 52 ao Vasco, no jogo contra o Bangu

Fonte:
Esporte Ilustrado Nº 775, de 12.02.1953, edição especial
Edição: Paulo Luís Micali

 

O campeão de 1950:  Derrotando o América na última rodada, por 2 a 1, o Vasco sagrou-se campeão carioca de 1950, alcançando o bicampeonato.

TIME DO VASCO, BICAMPEÃO CARIOCA (1950)

Na foto, da esquerda para a direita: Barbosa, Augusto, Laerte, Jorge, Danilo e Eli. Agachados, na mesma ordem: massagista Mário Américo, Alfredo, Ipojucan, Ademir, Maneca e Dejair.

Com esse time-base, o Vasco desenvolveu uma campanha irretocável. Foi o melhor em todos os quesitos: maior número de pontos ganhos (34 contra 31 do América, segundo colocado); maior número de vitórias (17 contra 14 do América e do Bangu); menor número de derrotas (3, o mesmo que o América); melhor ataque: 74 gols assinalados (contra 66 do Bangu, o 2º melhor ataque); melhor defesa: 21 gols sofridos (contra 24 do Bangu); melhor saldo de  gols: 53 (contra 42 do Bangu). E o privilégio de contar com o maior artilheiro da competição, com 25 tentos assinalados, o Queixada (Ademir Menezes).

Disputado por pontos corridos, o certame carioca de 1950 foi decidido na última rodada, no Clássico da Paz, entre Vasco da Gama e América, já no ano de 1951 (dia 28 de janeiro). Naquele dia, o Maracanã acolheu um público total de 121.765 (104.775 pagantes), que proporcionou uma arrecadação de Cr$ 1.577.014,00. Carlos de Oliveira Monteiro (“Tijolo”) dirigiu o encontro. Ademir Menezes abriu o placar logo aos 4 minutos de jogo. Maneco empatou aos 40. Na etapa complementar, aos 29 minutos, novamente Ademir Menezes chegou às redes, no gol do título. Quatro jogadores foram expulsos: Osmar, Godofredo, Eli e Laerte.

Vasco: Barbosa; Augusto e Laerte; Eli, Danilo e Jorge; Alfredo, Ipojucan, Ademir Menezes, Maneca e Dejair. Técnico: Flávio Costa.

América: Osni; Joel e Osmar; Rubens, Osvaldinho e Godofredo; Natalino, Maneco, Dimas, Ranulfo e Jorginho. Técnico: Délio Neves.

Fontes:

Esporte Ilustrado (edição especial) Nº 775, de
12.02.1953

RSSSF

Texto: Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali

 

Ao
longo dos anos muitos torneios foram realizados entre os clubes do nordeste onde alguns clubes se intitulam campeões da copa Nordeste. Muitos torneios amistosos foram realizados entre dois ou três estados e que não s]ao e nem podem ser considerado uma competição regional já que não houve a participação dos estados em sua maioria. Como exemplo disto tem título do Santa Cruz de Recife no Torneio PE-BA de 1956 que alguns, torcedores certamente, atribui  como um título de competição do nordeste, quando de fato foi apenas um torneio entre dois estados.

Relacionamos alguns torneios oficiais ou não que tem o status de campeão nordestino de futebol:

 

Anos Nome competição Campeões Vice-campeão
1946 Copa  Cidade de Natal Fortaleza/CE América/RN
1948 Torneio  dos Campeões do Nordeste Bahia/BA Santa  Cruz/PE
1952 Torneio dos Campeões do Norte-Nordeste Náutico/PE Tuna   Luso/PA
1959 Taça  Brasil / Chave Norte-Nordeste Bahia/BA Sport/PE
1960 Taça  Brasil / Chave Norte Fortaleza/CE Bahia/BA
1961 Taça  Brasil / Chave Norte Bahia/BA Fortaleza/CE
1962 Taça  Brasil / Chave Norte Sport/PE Campinense/PB
1963 Taça  Brasil / Chave Norte Bahia/BA Sport/PE
1964 Taça  Brasil / Chave Norte Ceará/CE Náutico/PE
1965 Taça  Brasil / Chave Norte Náutico/PE Vitória/BA
1966 Taça  Brasil / Chave Norte Náutico/PE Vitória/BA
1967 Taça  Brasil / Chave Norte Náutico/PE América/CE
1968 Torneio  Norte-Nordeste Fortaleza/CE e Sport/PE Bahia/BA e Remo/PA
1969 Torneio  Norte-Nordeste Ceará/CE Remo/PA
1970 Torneio  Norte-Nordeste Fortaleza/CE Sport/PE
1971 Taça  Norte Nordeste(Incluso  como Campeonato Brasileiro da Série B) Remo/PA Itabaiana/SE
1972 Taça  Norte Nordeste(Incluso  como Campeonato Brasileiro da Série B) Sampaio Corrêa/MA Campinense/PB
1973 Taça  Almir de Albuquerque (incluso no Brasileiro Serie A) Norte-Nordeste América/RN Rio  Negro/AM
1976 Torneio  José Américo Filho (Copa Nordeste de clubes) Vitória/BA América/RN
1994 Copa do  Nordeste Sport/PE CRB/AL
1997 Copa do  Nordeste Vitória/BA Bahia/BA
1998 Copa do  Nordeste América/RN Vitória/BA
1999 Copa do  Nordeste Vitória/BA Bahia/BA
2000 Copa do  Nordeste Sport/PE Vitória/BA
2001 Campeonato  do Nordeste Bahia/BA Sport/PE
2002 Campeonato  do Nordeste Bahia/BA Vitória/BA
2003 Campeonato  do Nordeste Vitória/BA Fluminense/BA
2010 Campeonato  do Nordeste Vitória/BA ABC/RN

Títulos

Clubes:

  • Bahia e Sport     6
  • Vitória       5
  • Fortaleza e Nautico   4
  • Ceara e América de Natal    2
  • Sampaio Correia e Remo Pará 1

Estados:

  • Bahia 11
  • Pernambuco 8
  • Ceará 6
  • R.G.do Norte 2
  • Maranhão 1
  • Pará (região Norte) 1
 

Fluminense - Campeão Carioca de 1909 Fonte: http://rankingrj.blogspot.com

O Campeonato de 1909 foi marcado pelas dissensões, o Bangu se fastou da Liga, e por várias derrotas por WO. Com apenas seis concorrentes, alguns se davam ao desplante de não comparecer a certos jogos, evitando goleadas humilhantes.

Aliás, foi no Campeonato Carioca de 1909 que se verificou a histórica goleada de 24 a 0 que o Botafogo aplicou no Mangueira que, providencialmente, não apareceu para a partida do segundo turno. Não era para menos: naquela mesma tarde de 30 de maio, no campo da rua Voluntários da Pátria, na partida preliminar, o segundo quadro do Botafogo deu de 12 a 1 no do Mangueira. Ou seja: a torcida alvinegra festejou naquele domingo 36 gols e sofreu apenas um.

O campeão, no entanto, seria mais uma vez o Fluminense  bi invicto, com o Botafogo no segundo lugar. O certame começou com um jogo entre os dois, no hoje chamado Clássico Vovô, por ser o mais antigo do futebol carioca. O Botafogo inaugurava uma nova arquibancada de madeira e um novo alambrado (que custaram 8 contos e 200), e animado pela torcida, virou o placar de 2 a 0 para o 2 a 2 final.

Fluminense e Botafogo chegariam em igualdades de condições ao jogo final do segundo turno, nas Laranjeiras, depois de deixarem cada um mais um ponto pelo caminho, em empates com o América, terceiro colocado  Riachuelo, Haddock Lobo e Mangueira, que completavam o certame, eram incapazes da menor zebra. O Fluminense conquistou o título vencendo esta última partida por 2 a 1, gols de Mota e Emilio Etchegaray contra um de Gilbert Hime, no dia 22 de agosto de 1909. O tricolor formou com Waterman, Vitor Etchega-ray e Félix Frias; Macedo, Mutzembecker e Buchan; Wayman, Horácio Costa Santos, Hargreaves, Emilio Etchegaray e Mota. O alvinegro jogou com Cogin, Pul-len e Otávio; Rolando, Lulu e Viveiros; Millar, Flávio Ramos, Dinorá, Gilbert Hime e Emanuel.

Portanto, o Fluminense foi campeão invicto com 18 pontos ganhos e dois perdidos, 47 gols a favor e oito contra. Ao Botafogo restou o consolo do vice e de ter o artilheiro do campeonato de 1909: Flávio Ramos, com 16 gols. Além, naturalmente, da goleada sobre o Mangueira, em que Gilbert Hime marcou nove gols, ainda hoje recorde carioca e até há pouco tempo recorde brasileiro de tentos numa só partida (superado por Dario, quando no Sport).

Tebela

Participantes

América - América Football Club (Rio de Janeiro)
Bangu - Bangu Atlético Clube (Rio de Janeiro)
Botafogo - Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro)
Fluminense - Fluminense Football Club (Rio de Janeiro)
Haddock Lobo - Haddock Lobo Football Club (Rio de Janeiro)
Mangueira - Sport Club Mangueira (Rio de Janeiro)
Riachuelo - Riachuelo Football Club (Rio de Janeiro)

O Bangu abandonou o campeonato após três rodadas.
Todos os seus jogos foram cancelados.

Turno Único

[May 02]
Mangueira     2-3  Haddock Lobo
[May 09]
Bangu         0-1  América [Cancelled]
Botafogo      2-2  Fluminense
[May 16]
Haddock Lobo  1-2  América
Riachuelo     2-0  Mangueira
[May 23]
Bangu         0-9  Fluminense [Cancelled]
Riachuelo     0-6  Botafogo
[May 30]
América       1-4  Fluminense
Botafogo     24-0  Mangueira
[Jun 06]
Bangu         4-2  Riachuelo [Cancelled]
[Jun 13]
Botafogo      2-1  América
Fluminense   10-0  Haddock Lobo
[Jun 27]
América       8-0  Mangueira
[Jul 04]
Fluminense    4-0  Riachuelo
[Jul 11]
Fluminense    6-0  Mangueira
Botafogo     13-0  Haddock Lobo
[Jul 18]
Riachuelo     0-3  América
[Jul 25]
Haddock Lobo  2-2  Riachuelo
[Aug 15]
Haddock Lobo WO-0  Mangueira
(O Mangueira abandonou o jogo quando a disputa estava em 2x2.
O Haddock Lobo vence por WO.)
[Aug 22]
Riachuelo    WO-0  Mangueira
Fluminense    2-1  Botafogo
[Aug 29]
América       8-2  Haddock Lobo
[Sep 05]
Botafogo      4-0  Riachuelo
Fluminense    1-1  América
[Sep 12]
Botafogo     WO-0  Mangueira
[Sep 19]
Haddock Lobo  1-8  Fluminense
[Sep 26]
América       1-1  Botafogo
Riachuelo     2-8  Fluminense
[Oct 03]
América      WO-0  Mangueira
[Oct 10]
Haddock Lobo  0-WO Botafogo
Fluminense   WO-0  Mangueira
[Oct 24]
América       3-0  Riachuelo
[Oct 31]
Riachuelo     6-2  Haddock Lobo 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Fluminense                   18  10   8   2   0  47   8  39  1,800
 2.Botafogo                     16  10   7   2   1  57   6  51  1,600
 3.América                      14  10   6   2   2  30  11  19  1,400
 4.Riachuelo                     7  10   3   1   6  14  32 -18  0,700
 5.Haddock Lobo                  5  10   2   1   7  13  53 -40  0,500
 6.Mangueira                     0  10   0   0  10   2  53 -51  0,000

Topscorer
Flávio Ramos (Botafogo) 16 gols

Fonte: RSSSF Brasil/ Placar

 
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão 2011
Participantes
Capelense (Clube Sportivo Capelense) - Capela
CEO (Centro Esportivo Olho D'Águense) - Olho D'Água das Flores
Comercial (Comercial Esporte Clube) - Viçosa
CSA B (Centro Sportivo Alagoano) - Maceió
FF Sport (Francisco Ferro Sport Futebol Club) - Maceió
Igreja Nova (Igreja Nova Futebol Clube) - Igreja Nova
Penedense (Sport Club Penedense) - Penedo
Rio Largo (Rio Largo Futebol Clube) - Rio Largo
São Domingos (Associação Sportiva São Domingos) - Marechal Deodoro
São Luiz (Sociedade Esportiva São Luiz) - São Luiz do Quitunde
Sete de Setembro (Sociedade Sportiva Sete de Setembro) - Maceió
União (União Futebol Clube) - União dos Palmares

1ª Fase - Classificatória

03/09/2011 - 1ª Rodada
Igreja Nova 2x1 Comercial
Rio Largo 1x0 São Luiz
São Domingos 0x1 CSA B
União 3x0 Sete de Setembro

04/09/2011 - 1ª Rodada
CEO 1x0 Capelense
Penedense 1x0 FF Sport

10/09/2011 - 2ª Rodada
FF Sport 1x0 Capelense
São Luiz 3x1 Sete de Setembro

11/09/2011 - 2ª Rodada
Comercial 1x1 Penedense
Igreja Nova 0x0 CEO
São Domingos 3x0 União
CSA B 0x1 Rio Largo

17/09/2011 - 3ª Rodada
Capelense 3x0 Comercial
Rio Largo 3x1 São Domingos
União 2x1 São Luiz

18/09/2011 - 3ª Rodada
Penedense 1x1 Igreja Nova
CEO 3x0 FF Sport
Sete de Setembro 0x2 CSA B

24/09/2011 - 4ª Rodada
Igreja Nova 1x1 Capelense
Rio Largo 0x0 União

25/09/2011 - 4ª Rodada
Comercial 2x1 FF Sport
Penedense 2x3 CEO
São Domingos 3x2 Sete de Setembro
CSA B 1x2 São Luiz

02/10/2011 - 5ª Rodada
FF Sport 2x1 Igreja Nova
Capelense 0x2 Penedense
CEO 2x2 Comercial
União 1x1 CSA B
Sete de Setembro 0x4 Rio Largo
São Luiz 1x0 São Domingos

Classificação
Grupo A                        PTS   J   V   E   D  GP  GC  SG  MPTS
 1.CEO                          11   5   3   2   0   9   4   5  2,200
 2.Penedense                     8   5   2   2   1   7   5   2  1,60
 3.FF Sport                      6   5   2   0   3   4   7  -3  1,200
 4.Igreja Nova                   6   5   1   3   1   5   5   0  1,200
 5.Comercial                     5   5   1   2   2   6   9  -3  1,000
 6.Capelense                     4   5   1   1   3   4   5  -1  0,800

Grupo B                        PTS   J   V   E   D  GP  GC  SG  MPTS
 1.Rio Largo                    13   5   4   1   0   9   1   8  2,600
 2.São Luiz                      9   5   3   0   2   7   5   2  1,800
 3.União                         8   5   2   2   1   6   5   1  1,600
 4.CSA B                         7   5   2   1   2   5   4   1  1,400
 5.São Domingos                  6   5   2   0   3   7   7   0  1,200
 6.Sete de Setembro              0   5   0   0   5   3  15 -12  0,000

2ª Fase - Semifinal

09/10/2011 - Ida
Penedense 1x0 Rio Largo
São Luiz 0x0 CEO

15/10/2011 - Volta
CEO 2x1 São Luiz

16/10/2011 - Volta
Rio Largo 0x1 Penedense

3ª Fase - Final

23/10/2011 - Ida
Penedense 1x1 CEO

29/10/2011 - Volta
CEO 2x0 Penedense

Artilheiro
Franco (CEO) 5 gols

Campeão
CEO campeão do Campeonato Alagoano - 2ª Divisão 2011
Fonte: Federação
 

CAMPEONATOS DE SELEÇÕES

COPA AMÉRICA
URUGUAI

CAMPEONATOS DE CLUBES NO MUNDO

MUNDIAL
DA FIFA
CHAMPIONS LEAGUE EUROPA
LEAGUE
SUPERCOPA UEFA
BARCELONA BARCELONA PORTO BARCELONA
(Barcelona) (Barcelona) (Porto) (Barcelona)
LIBERTADORES SUL
AMERICANA
RECOPA
CONMEBOL
COPA
SURUGA
SANTOS UNIVERSIDAD DE CHILE INTERNACIONAL JÚBILO
IWATA
(Santos) (Santiago) (Porto Alegre) (Iwata)
Brasil Brasil Japão
LIGA DA
ÁFRICA
LIGA DA
ÁSIA
LIGA DA
CONCACAF
LIGA DA
OCEANIA
ESPERANCE TUNIS AL-SADD MONTERREY AUCKLAND CITY
(Tunis) (Doha) (Monterrey) (Auckland)
Tunisia Qatar México Nova Zelândia

CAMPEONATOS BRASILEIROS

COPA DO BRASIL SÉRIE A SÉRIE B SÉRIE C SÉRIE D
VASCO CORINTHIANS PORTUGUESA JOINVILLE TUPI
(Rio de Janeiro/RJ) (São Paulo/SP) (São Paulo/SP) (Joinville/SC) (Juiz de Fora/MG)

CAMPEONATOS ESTADUAIS

ACRE ALAGOAS AMAPÁ
RIO BRANCO ASA TREM
(Rio Branco) (Arapiraca) (Macapá)
AMAZONAS BAHIA CEARÁ
PEÑAROL BAHIA DE
FEIRA
CEARÁ
(Itacoatiara) (Feira de Santana) (Fortaleza)
DISTRITO FEDERAL ESPÍRITO SANTO GOIÁS
BRASILIENSE SÃO MATEUS ATLÉTICO
(Taguatinga) (São Mateus) (Goiânia)
MARANHÃO MATO GROSSO MATO GROSSO DO SUL
SAMPAIO CORRÊA CUIABÁ CENE
(São Luís) (Cuiabá) (Campo Grande)
MINAS GERAIS PARÁ PARAÍBA
CRUZEIRO INDEPENDENTE TREZE
(Belo Horizonte) (Tucuruí) (Campina Grande)
PARANÁ PERNAMBUCO PIAUÍ
CORITIBA SANTA CRUZ 4 DE JULHO
(Curitiba) (Recife) (Piripiri)
RIO DE JANEIRO RIO GRANDE DO NORTE RIO GRANDE DO SUL
FLAMENGO ABC INTERNACIONAL
(Rio de Janeiro) (Natal) (Porto Alegre)
RONDÔNIA RORAIMA SANTA CATARINA
ESPIGÃO REAL CHAPECOENSE
(Espigão D’Oeste) (São Luiz do Anauá) (Chapecó)
SÃO PAULO SERGIPE TOCANTINS
SANTOS RIVER PLATE GURUPI
(Santos) (Carmópolis) (Gurupi)

ESTADUAIS – SEGUNDA DIVISÃO

ACRE ALAGOAS AMAZONAS BAHIA
ANDIRÁ CEO GRÊMIO COARIENSE JUAZEIRENSE
(Rio Branco) (Olho D’água das Flores) (Coari) (Juazeiro)
CEARÁ DISTRITO FEDERAL ESPÍRITO SANTO GOIÁS
TRAIRIENSE BRAZLÂNDIA BOTAFOGO RIO VERDE
(Trairi) (Brazlândia) (Jaguaré) (Rio Verde)
MARANHÃO MATO GROSSO MATO GROSSO DO
SUL
MINAS GERAIS
VIANA CRAC MISTO BOA ESPORTE
(Viana) (Campo Verde) (Três Lagoas) (Varginha)
PARÁ PARAÍBA PARANÁ PERNAMBUCO
BRAGANTINO PARAÍBA LONDRINA SERRA TALHADA
(Bragança) (Cajazeiras) (Londrina) (Serra Talhada)
RIO DE JANEIRO RIO GRANDE DO
NORTE
RIO GRANDE DO
SUL
RONDÔNIA
BONSUCESSO CAICÓ AVENIDA JI-PARANÁ
(Rio de Janeiro) (Caicó) (Santa Cruz do Sul) (Ji-Paraná)
SANTA CATARINA SÃO PAULO SERGIPE TOCANTINS
CAMBORIÚ XV DE PIRACICABA SETE DE JUNHO TOCANTINS
(Camboriú) (Piracicaba) (Tobias Barreto) (Palmas)

ESTADUAIS – TERCEIRA DIVISÃO

CEARÁ GOIÁS MINAS GERAIS PARANÁ
URUBURETAMA GRÊMIO ANÁPOLIS ARAXÁ JUNIOR TEAM
(Uruburetama) (Anápolis) (Araxá) (Londrina)
RIO DE JANEIRO SÃO PAULO SANTA CATARINA




GOYTACAZ

PENAPOLENSE

EC BIGUAÇU
(Campos dos
Goytacazes)
(Penápolis) (Biguaçu)
ESTADUAIS – QUARTA DIVISÃO

SÃO PAULO


INDEPENDENTE
(Limeira)

FUTEBOL FEMININO

COPA DO MUNDO LIBERTADORES COPA DO BRASIL
ALEMANHA SÃO JOSÉ FOZ CATARATAS

(Seleção)
(São José dos Campos/SP) (Foz do Iguaçu/PR)
 

DIVISÃO ESPECIAL

SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO)

DIVISÃO INTERMEDIÁRIA

ESPORTE CLUBE TAUBATÉ (TAUBATÉ)

1ª DIVISÃO

PALMEIRAS FUTEBOL CLUBE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)

2ª DIVISÃO

FERNANDÓPOLIS FUTEBOL CLUBE (FERNANDÓPOLIS)

3ª DIVISÃO

CLUBE ATLÉTICO BRAGANTINO (BRAGANÇA PAULISTA)

TORNEIO INCENTIVO

AMÉRICA FUTEBOL CLUBE (SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)

COPA SÃO PAULO

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA INTERNACIONAL (BEBEDOURO)

TAÇA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUVENIL

MARÍLIA ATLÉTICO CLUBE (MARÍLIA)

JUVENIL ESTADUAL – CATEGORIA A

SANTOS FUTEBOL CLUBE (SANTOS)

JUVENIL ESTADUAL – CATEGORIA B

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (SÃO PAULO)

JUVENIL ESTADUAL – CATEGORIA C

GUARANI FUTEBOL CLUBE (CAMPINAS)

JUVENIL INTEGRAÇÃO

ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA ARAÇATUBA (ARAÇATUBA)

AMADOR DO ESTADO

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CLASSISTA RHODIA (SÃO JOSÉ DOS CAMPOS)

 

CATEGORIA PROFISSIONAL

DIVISÃO PRINCIPAL
NACIONAL FAST CLUBE

TORNEIO INÍCIO
NACIONAL FUTEBOL CLUBE

TORNEIO DUQUE DE CAXIAS
NACIONAL FAST CLUBE

TORNEIO FLÁVIO LIMONGI
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RODOVIÁRIA

TORNEIO GENERAL JOSÉ NOGUEIRA PAES
SUL AMÉRICA ESPORTE CLUBE

CATEGORIA AMADORA

JUVENIL
NACIONAL FUTEBOL CLUBE

1ª CATEGORIA
NÁUTICO FUTEBOL CLUBE

2ª CATEGORIA
RIO BRANCO FUTEBOL CLUBE

 

De uma maneira mais ordenada publico os campeões e vices dos campeonatos e torneios de futebol profissionais e amadores disputados em Santa Catarina em 2010. Não é uma listagem completa, mas procuramos adicionar o maior número de competições. Em nova postagem iremos adicionar outros campeões.

Diretoria do Internacional de Curitibanos (foto: A Semana)

Internacional de Curitibanos (foto: A Semana)

Flor do Oeste de São José dos Cedros (foto: divulgação/Prefeitura)

Flor do Oeste de São José dos Cedros (foto: divulgação/Prefeitura)

PROFISSIONAL CAMPEÃO VICE-CAMPEÃO
Campeonato Catarinense – Principal (1ª) Avaí Joinville
Campeonato Catarinense – Especial (2ª) Marcílio Dias Concórdia
Campeonato Catarinense – Acesso (3ª) Caxias Guarani
Copa Santa Catarina Brusque Joinville
Copa da Hora (Torneio de Florianópolis) Vasco da Gama (RJ) Avaí (SC)
     
CATEGORIAS DE BASE CAMPEÃO VICE-CAMPEÃO
Camp. Catarinense Junior – Principal (1ª) Criciúma Figueirense
Camp. Catarinense Junior – 2ª Divisão (2ª) XV de Outubro Atlético Tubarão
Camp. Catarinense Junior – 3ª Divisão (3ª) Caxias Guarani
Camp. Catarinense Juvenil – Principal (1ª) Criciúma Joinville
Camp. Catarinense Juvenil – 2ª Divisão (2ª) Concórdia  Marcílio Dias
Camp. Catarinense Juvenil – 3ª Divisão (3ª) Caxias Guarani
Taça Governador SC Cup Sub 16 Grêmio (RS) Atlético (PR)
Camp. Catarinense Infantil – Estadual Figueirense Caçador
Camp. Catarinense Infantil – Litoral Figueirense Caxias
     
AMADOR / NÃO-PROFISSIONAL CAMPEÃO  VICE-CAMPEÃO
Torneio Sul-Brasileiro Amador Gramadense (RS) Cometa (SC)
Campeonato Catarinense Feminino Kindermann (Caçador) Olympya (Jaraguá do Sul)
Campeonato Catarinense – Estadual BAC (Biguaçu) Caravaggio (Nova Veneza)
Campeonato Catarinense – Oeste Cruzeiro (Itá) AJAP (Pinhalzinho)
Copa Interligas (Grande Florianópolis) BAC (Biguaçu) Grêmio (Florianópolis)
Copa Sul dos Campeões Caravaggio (N. Veneza) Metropolitano (N. Veneza)
Copa Norte Arsiper (S. Bento do Sul) Vitória (Jaraguá do Sul)
Taça AMAI (Ass. Municipios Alto Irani) Guarany (Xaxim) Águia Azul
Taça SDR Rio do Sul (Alto Vale do Itajaí) União (Taió) Canto do Rio (Agrolândia)
Taça Cecrisa (LARM) Verdinho Carbonífera Criciúma
Supercopa de Tijucas Areias Campo Novo
Copa Kaiser (Blumenau / Afablu) Salto do Norte Bandeirantes
Copa Barra (Palhoça) Cascalho Canto
Copa da Comarca (S.A. Imperatriz) Estrela Azul Primos/Colorido
Copa Floripa (Florianópolis) Bangu (Rio Tavares) Avante (S.A. de Lisboa)
Taça SDR Guaraciaba Botafogo (Campos Sales) Harmonia
Regional da Liga Esp. Oeste Catarinense Pinheiros (Campos Novos) Arabutã (Capinzal)
Liga dos Campeões (Liga Palhocense) Santa Maria (Ant. Carlos) Ceramica Silveira (Palhoça)
Copa Amesc de Seleções (Extremo Sul) Araranguá Turvo
     
LIGAS / MUNICIPAL / REGIONAL CAMPEÃO VICE-CAMPEÃO
Águas Mornas Fazenda Santa Cruz
Antônio Carlos Vila Doze Estrela Azul
Araranguá São José  Bonsucesso
Arroio do Silva Golfinhos Mar Azul
Benedito Novo Botafogo Central
Biguaçu (Liga da Comarca) BAC (Biguaçu AC) Fundos
Botuverá Figueira Orífico
Chapecó  Operário (Chapecó) Maringá (Chapecó)
Concórdia (Interiorano) Progresso do Caravággio União do Pinhal
Coronel Freitas Ass. Atlética União Colonial
Correia Pinto Santa Cruz Plantar
Corupá Poço d´Anta RAC/Nacional
Curitibanos  São Francisco Internacional
Descanso  Internacional Colorado Santo Expedito
Florianópolis Avante Grêmio Cachoeira
Garopaba Palhocinha Limeira
Gov. Celso Ramos Palmas  Areias de Cima
Guaraciaba Floresta Tupy
Ibiam São Sebastião Flamengo
Ibirama (SDR Regional União  (Pres. Getúlio) União (Ibirama)
Içara União da Praia Vila Nova
Imaruí Samambaia Palmeiras
Iomerê 4 de Ouro/Bonsucesso Novo México da América
Iporã do Oeste Cruzeiro (Aparecida) Grêmio União
Itajaí Escalvados Trevo
Itapiranga Maringá (Santa Isabel) Palmeiras (Linha Baú)
Jaraguá do Sul Vitória Cruz de Malta
Joinville Tupy Sercos
Lages (Liga Serrana) em andamento  
Liga Atlético Região Mineira (Regional) Carbonífera Criciúma Caravaggio (N. Veneza)
Lontras Comercial Cordeiro Unicanas Marval
Monte Castelo Kczamareck Potencial Castelense
Norte da Ilha (Florianópolis/Cesani) Jurerê ABK
Otacílio Costa Poço Rico Ponte Preta
Palhoça Cerâmica Silveira Eldorado
Rio Negrinho Ipiranga Cruzeiro
Salete Loja Warmeling Serigrafia Silva
Santa Helena Liberdade Transportes Staub
Santo Amaro da Imperatriz Estrela Azul Primos/Colorido
São Francisco do Sul  Palmeiras Corintians
São João Batista  Via Scarpa Gambáticos
São João do Oeste Aliança Palmeiras
São João do Sul Três Coqueiros Catarina B
São José  Palmeiras Procasa
São José dos Cedros Flor do Oeste Floresta
São Lourenço do Oeste São José  Brasil
São Miguel do Oeste Grêmio Botafogo
São Pedro de Alcântara Aparecida Aimoré
Siderópolis São Martinho Cooperca
Tijucas (Liga Vale do Rio Tijucas) Itinga (Tijucas) Poço Fundo (Canelinha)
Treze de Maio Santa Cruz Lage
Treze Tilias Mazetto Primos
Tubarão  Alvorada (C. de Baixo) União (Armazém)
Urussanga AMBRA (Rio América) Palmeirinhas
Vidal Ramos Sigma Boa União
Videira América União
Videira (Interiorano) Atlético Vista Alegre São Roque
Xanxerê (Copa dos Campeões) Pinheirense A São Luiz A
Xanxerê (Intercomunitário) Pinheirense A Astropol A
Xanxerê (Interiorano) São Luiz A Santa Luzia

Fontes: acervo do autor, Ligas, site da FCF,  Prefeituras e jornais filiados à Adjorisc.

 

Tempos atrás, foi levantada uma questão importante no Blog; a veracidade das cores e do escudo do extinto clube maranhense Fênix Football Club que circulavam pela internet. Pois bem. Fiquei de pesquisar mais sobre o assunto e complementar o primeiro artigo sobre o Fênix, que inclusive foi o artigo da semana, com as informações pertinentes.

Primeiramente conversei com o colega e pesquisador ludovicense Claunísio Amorim, autor de “Terra, Grama e Paralelepípedos” na Feira do Livro em São Luís que me veio com a primeira descoberta e surpresa; as verdadeiras cores do Fênix eram semelhantes às do Peñarol, do Uruguai, ou seja, o amarelo e o preto, diferentes das conhecidas cores difundidas para esse clube na internet, que são o azul e o branco.

Claunísio falou-me também sobre um pesquisador, pernambucano de Itamaracá, de nome Luciano da Silva, amigo do falecido Dejard Ramos Martins, autor do clássico “Esporte, um Mergulho no Tempo“, que havia recebido deste falecido jornalista ludovicense alguns escudos de clubes maranhenses das primeiras eras e já extintos, que Dejard adquiriu quando de sua pesquisa na década de 80.

Entrei em contato através de e-mail com o Sr. Luciano da Silva, que me respondeu pronta e educadamente, enviando-me os escudos raros, alguns dos quais já postados aqui, que havia adquirido do saudoso Dejard Martins.

Mais uma surpresa! O escudo do Fênix veiculado nos sites, com a ave mitológica pousada sobre um brasão azul e branco, com as iniciais FAC (Fênix Athletic Clube, o 2º nome do Fênix), em nada lembra o verdadeiro escudo do pioneiro Fênix, que consiste em um distintivo em amarelo e preto, com a figura da fênix em alto relevo, centralizada, em cor branca.

Fiquei muito feliz com a contribuição do Sr. Luciano da Silva, grande pesquisador do futebol, e feliz também por poder compartilhar com todos aqui do Blog HF mais esta interessante descoberta. Agradeço em especial ao Mário Ielo, que tanto me cobrou e me fez correr atrás de mais um escudo perdido e desmistificado!

Só não sei se, depois do ressurgimento do Fênix com o 2º nome, houve também mudança nas cores, o que explicaria o escudo em azul e branco. Se não, podemos jogar por terra o dito escudo e eleger, a partir de agora, este aqui como escudo oficial do extinto clube…pelo menos de sua primeira formação.

A foto de 1924 está aí pra comprovar a conformação do uniforme e do escudo, pelo tosco contorno que existe na camisa do goal-keeper; mesmo com a péssima qualidade, dá pra notar o contorno igual ao escudo que aqui vos trago. Além disso, vos deixo o contato do Sr. Luciano e do Claunísio para quem quiser tirar as dúvidas sobre a veracidade dos escudos, ou mesmo quiser recebê-los. Eles fazem falta aqui no Blog, podem ter certeza!

Luciano da Silva: mayrik@oi.com.br

Claunísio Amorim: claunisio@hotmail.com

ESCUDO QUE CIRCULA PELA INTERNET (possivelmente falso ou pertencente ao 2º Fênix):

ESCUDO VERDADEIRO DO FÊNIX FOOTBALL CLUB (Fundado em 1918):

fenix-escudo

Ajudem a divulgar, citando as devidas fontes…obrigado e abraços a todos,

Ramssés.

 

O Sampaio Corrêa derrotou a equipe do IAPE na tarde noite deste domingo 28, no estádio Nhozinho Santos pelo placar de 2 a 0 e conquistou o seu 29º título maranhense. Já a equipe do IAPE terminou o estadual na terceira colocação com 29 pontos.

O time Boliviano estava há 7 anos sem conquistar o título do estadual. O último conquistado pela Bolivia Querida foi no ano de 2003, quando a equipe derrotou o Maranhão Atlético Clube pelo placar de 3 a 2 em jogo realizado no dia 30/03 no estádio Castelão.

Os gols da partida no Municipal foram marcados por Edson, aos 28 minutos do primeiro tempo e Wescley, aos 15 minutos do segundo tempo.

A conquista deste domingo garantiu ao Sampaio uma vaga na Copa do Brasil e uma no Campeonato Brasileiro de 2011.

Confira as datas dos outro títulos da Bolívia Querida Maranhense :
1933, 1934, 1940, 1942, 1953, 1954, 1956, 1961, 1962, 1964, 1965, 1972, 1975, 1976, 1978, 1980, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1990, 1991, 1992, 1997, 1998, 2002 e 2003.

FICHA TÉCNICA

Sampaio 2×0 IAPE

Local: Estádio Nhozinho Santos

Arbitragem: Robson Martins Ferreira

Renda: Não divulgada

Público: Não divulgado

SAMPAIO: Rodrigo Ramos; Edson, Sílvio, Johildo, Raimundinho; Róbson Simplício, Elanardo (Eloir), Diones e Léo (Lucas); Wescley e Thiago Miracema.
Técnico: Sandow Feques.

IAPE: Flauberth; Carlinhos, Aldinho (Tim Marcos), Hans Muller; Dieguinho, Vagno Pereira, Tica (Valbson), Curuca e Raí; Cleilton (Vanvan) e Róbson.
Técnico: Paulo Cabrera.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

Clube PG JG VI EM DE GP GC SG           %A
1 Sampaio Corrêa 35 16 11 2 3 33 14 19 72.9
2 Santa Quitéria 34 16 11 1 4 31 15 16 70.8
3 IAPE 29 16 9 2 5 28 16 12 60.4
4 Maranhão 29 16 9 2 5 27 16 11 60.4
5 Imperatriz 27 16 8 3 5 22 18 4 56.2
6 São José 19 16 5 4 7 23 25 -2 39.6
7 Nacional 13 16 3 4 9 18 37 -19 27.1
8 Bacabal 10 16 3 1 12 18 37 -19 20.8
9 Viana 8 16 1 5 10 7 29 -22 16.7
FONTE:

http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=160329

http://www.futnet.com.br/futebolmaranhense/sampaiocorrea/noticias/?120476_sampaio_%C3%A9_campe%C3%A3o_maranhense_2011

http://www.sampaiocorreafc.com.br/

 

abccamperaO ABC de Natal é campeão Brasileiro de futebol. Na tarde deste sábado (20/11), o alvinegro empatou em 0 a 0 com o Ituiutaba-MG, no Frasqueirão, e conquistou o maior título em seus 95 anos de história. Na primeira partida, em Minas Gerais, o time potiguar venceu por 1 a 0, com gol de Cascata.

 A partida final foi tensa e bastante disputada em lances divididos e passes errados. No primeiro tempo somente o ABC teve chance de gol, em cobrança de falta de Pio que raspou a trave.
No segundo tempo o jogo continuou disputado e com muitas faltas até que aos 14 minutos, o lateral do Ituiutaba, Cláudio, fez falta dura em Sueliton e recebeu cartão vermelho. Com um homem a mais, o ABC passou a pressionar em busca de abrir o placar, fazendo do goleiro mineiro Luiz Henrique o melhor em campo.

Ficha do Jogo:

Estádio Frasqueirão, Natal

Arbitro: Wallace Nascimento Valente/ES

Renda: R$ 369,890,00
Público: 16.735 torcedores
ABC: Welligton, Suélinton, Leonardo, Tiago Garça e Renatinho Potiguar; Basílio, Ricardo Oliveira, Pio e Jackson; Cascata (João Paulo) e Leandrão.

Ituiutaba: Luiz Henrique, Totonho, Ferron, Cléber Carioca, Stanley, Walison, Claudinei, Dê, Olívio; Gilsinho e Fabiano.

A Campanha:

serie cABC/RN               3×1         CRB/AL

ABC/RN               1×1         Alecrim/RN

Salgueiro/PE        0×3         ABC/RN

Campinense               0x1           ABC/RN

ABC/RN               3×1         Salgueiro/PE

Alecrim/RN           1×1         ABC/RN

ABC/RN               0×0         Campinense/PB

CRB/AL               1×0         ABC/RN

Aguia                  0×1         ABC

ABC                    3×1         Aguia/PA

Salgueiro             1×1         ABC

ABC                    3×1         Salgueiro

Ituiutaba/MG        0×1         ABC

ABC                    0×0         Ituiutaba/MG

 

A aura que envolveu aquele Campeonato Brasileiro da Série C de 1997 foi diferente, de um misticismo que não há como explicar, a não ser pelo sentimento vivido por aqueles que lá estavam. E eu era um deles; a inédita possibilidade de presenciar um momento glorioso de um clube do meu Estado dava o toque ufanista que faltava à essa mistura de sensações…

O Clube já havia passado por uma situação igual em 1972, é verdade, quando vencera a Segundona e fora elevado à elite do futebol brasileiro, com várias pratas da casa em um talentosíssimo elenco. Mas dessa vez era diferente, era algo palpável, discernível, crível e, por que não, indescritível?!

Lembranças de um Estádio Castelão lotado, mesmo em campeonatos locais. Lembranças das “gerais”, já quase extintas Brasil afora e seus personagens emblemáticos, sua “ola”, seus irritantes apitos a confundir a tudo e a todos, seus tradicionais lançamentos de sacos cheios de urina arquibancada abaixo…tempo bom que, apesar de recente, talvez nunca volte.

A irretocável campanha do clube não deixou dúvidas quanto à sua capacidade tática e técnica e força de planejamento. Só que todos esquecem de um detalhe precioso nessas horas; no futebol, depois da bonanza é que vem a tempestade! O plantel seria inevitavelmente desestruturado no ano seguinte, deixando para trás títulos e, com certeza, alguns prejuízos. Mas torcedor não lembra disso; o imediatismo é o maior dos pecados futebolísticos! Nada estragaria aquela festa, e foi o que aconteceu!

Depois de uma 1ª fase mais regionalizada e de árduos confrontos nas fases de “mata-mata”, o time havia chegado invicto no último jogo do Quadrangular Final contra a Francana, de São Paulo. Havia a possibilidade real de igualar o feito histórico e, até então, único do Sport Club Internacional em 1979. Em um Castelão abarrotado com aproximadamente 70.000 “bolivianos”, o Sampaio desfilou talento em gramado timbira, abrindo 2 gols contra nenhum da Francana, que só diminuiria o placar no 2º tempo, com um gol de pênalti. O tempo de jogo estava se exaurindo…a euforia tomava conta de uma enorme platéia sedenta e carente de títulos, mas historicamente amadora do tão refinado esporte bretão.

Foi quando, faltando poucos minutos para o término da partida, um infernal atacante de nome Cal sacramenta a vitória, o título e uma delirante invasão ao campo, tudo de uma só vez! Eram heróis! Talvez até desconhecidos de muitos que ali estavam, mas ainda assim heróis…não tinham idéia da dimensão daquilo que haviam acabado de fazer! A imensa massa tricolor veio abaixo…era mesmo o maior do Maranhão, o maior do Brasil! E pensar que tudo aquilo havia começado entre gente humilde, funcionários fabris, carvoeiros, peladeiros e pescadores, muitos anos atrás…a iniciativa de pioneiros havia construído uma nação, tijolo por tijolo, em três cores intercaladas; o encarnado, o verde e o amarelo.

Saí do estádio com meu pai naquele dia enebriado com o clima do acontecido. Os torcedores sem saber o que fazer, ou mesmo sem acreditar, comemoravam a esmo, como se expressassem a carência de eventos tão gloriosos como aquele. Naquele dia havia virado, definitivamente, mais um “boliviano”. Quem sabe fadado ao sofrimento…mas qual torcedor não é fadado a tal “sorte”? Futebol sem sofrimento não é futebol, é simples mecanismo!

Desde então venho sofrendo, na ânsia de um novo e duradouro período de bonanza, sempre na esperança de que não haja tanta tempestade…

Ramssés Silva.

** BÔNUS:

Vídeos

http://www.youtube.com/watch?v=ESY0omy5EHg

http://www.youtube.com/watch?v=etRUEhB7i5M

http://www.youtube.com/watch?v=EYX4x9SeGUo

Resultados

Primeira Fase
Santa Rosa/PA 0×0 Sampaio
Sampaio 1×0 River/PI
4 de Julho/PI 0×1 Sampaio
Sampaio 4×0 Santa Rosa/PA

Segunda Fase
Sampaio 1×1 Quixadá/CE
Quixadá/CE 0×1 Sampaio

Terceira Fase
Santa Rosa/PA 0×0 Sampaio
Sampaio 3×2 Santa Rosa/PA

Quadrangular Final
Francana/SP 1×1 Sampaio
Sampaio 3×0 Tupi/MG
Sampaio 1×1 Juventus/SP
Juventus/SP 2×2 Sampaio

Tupi/MG 0×1 Sampaio
Sampaio 3×1 Francana/SP

Estatísticas

Jogos: 18
Vitórias: 12
Empates: 6
Derrotas: 0
Gols pró: 31
Gols contra: 11
Saldo de gols: 20

Artilheiro: Marcelo Baron (Sampaio Corrêa): 9 gols

Maior média de Público da Série C 1997.
Maior público (70.000) Sampaio 3×1 Francana

Jogadores

Geraldo, Erly, Ney, Gelásio e Lélis; Luís Almeida, Renato Carioca, Ricardo (Edmilson) e Adãozinho; Jó (Cal) e Marcelo Baron.
Técnico: Pinho.

 

gsc-sobralFundado em 1938, este é o primeiro titulo Nacional do Guarany-CE em sua história.
No dia 2 de julho de 1938, na residência do Sr. Luiz Nogueira Adeodato, localizada na esquina da Av. Dr. Guarany e à Rua Cel. Mont’Alverne (atrás do teatro São João), em Sobral-CE, nasceu o Guarany Sporting Club.scg-sobral

Guarany-CE 4 x 1 América-AM
O Guarany-CE é campeão do Brasileiro da Série D, a quarta divisão nacional. Jogando na tarde deste domingo, no Estádio do Junco, em Sobral, no Ceará, o time da casa não tomou conhecimento do América-AM e o goleou por 4 a 1. Este feito é inédito, uma vez que o time de Sobral é o primeiro clube cearense a conquistar um título de nível Nacional.

Na primeira partida, realizada em Santarém, no Pará, os dois times acabaram empatando por 1 a 1. Além dos dois finalistas, garantiram o acesso para a Série C, em 2011, o Madureira-RJ e o Araguaína-TO, outros dois semifinalistas.

América é punido pela CBF – veja abaixo.

Pitbull com fome de gols
A partida começou com o time visitante tomando a iniciativa. Logo aos quatro minutos, após cruzamento de Catatau, a zaga do Guarany-CE se antecipou ao atacante Ivan e mandou a bola para longe da área. Respondendo na partida, o time da casa chegou com perigo somente aos 20 minutos. Após jogada individual de Thiago Granja, Catatau apareceu de surpresa e travou o chute do jogador.

Com toque rápidos no setor de meio-campo e apostando nas jogadas aéreas, o Guarany chegou aos 22 minutos ao seu primeiro gol. Após lançamento de Alberto, Danilo Pitbull invadiu a área e chutou na saída do goleiro para marcar seu gol na partida.

Mostrando superioridade em campo, seis minutos após ter marcado na partida, Pitbull apareceu livre na área, preferiu jogada individual e chutou para o gol. A bola tocou caprichosamente a trave do goleiro Naylson.

Não demorou muito e o time da casa ampliou na partida. Aos 31 minutos, após cobrança de escanteio de Alberto, Júnior Alves subiu mais que a zaga e cabeceou no ângulo do goleiro Naysol, sem chances de defesa. Buscando descontar na partida antes do final do primeiro tempo, o América-AM não conseguia passar pela boa defesa do Guarany e pela muralha chamada Vantuir.

dsc-sobralequipeA direita equipe que iniciou a partida de hoje.

Cacique do Vale levanta a taça
O América-AM voltou melhor para a segunda etapa e diminuiu o marcador logo aos quatro minutos. Após chute cruzado, o goleiro Vantuir espalmou a bola para o meio da área e Clailsson, livre, só empurrou para o fundo das redes.

Parece que o gol sofrido acordou o Guarany no jogo e sete minutos depois, os donos da casa ampliaram o marcador. Aos 11, Vanderlei aproveitou bate-rebate na área e chutou forte para o gol.

Como no primeiro tempo, o time de Sobral marcava muito forte a equipe adversária, e com toques rápidos chegava com mais perigo ao gol adversário. Em uma destas jogadas, o Guarany-CE ampliou. Aos 17 minutos, após grande passe da direita, Diones, que havia acabado de entrar na partida, chutou colocado para marcar o seu gol na partida.

O América-AM, cansado e demonstrando muita fragilidade na partida, não tinha forças para se recuperar dentro de campo. Assim, o time da cidade de Sobral segurou o resultado e esperou o apito final para comemorar o título.

Ficha Técnica

Guarany-CE 4 x 1 América-AM

Local: Estádio do Junco, em Sobral
Árbitro: Afonso Amorim de Sousa-PI
Assistentes: Francisco Pereira de Lima Júnior-PI e Francisco Machado Gaspar-PI
Cartões Amarelos: Rondineli, Guará e Batista (América-AM); Ricardo Baiano e Tobias (Guarany-CE)
Cartão Vermelho: Batista (América-AM)
Gols: Danilo Pitbull 22’/1T e aos 31’/1T, Vanderlei aos 11’/2T e Diones aos 17’/2T (Guarany-CE); Clailsson aos 4’/2T (América-AM)

Guarany-CE
Vantuir; Alberto, Tobias, Junior Alves, Clailsson; Ricardo Baiano, Carlos, Thiago Granja (Diones), Bismarck; Danilo Pitbull (Léo Olinda) e Vanderlei (Jean).
Técnico: Oliveira Canindé

América-AM
Naylson; Catatau, Guará, Santiago, Rondineli; Bigú, Batista, Cleyton, Luís; Felipe e Ivan (Edinho).
Técnico: Sérgio Duarte

Fonte futebolinterior

Hino do Guarani de Sobral

Guarany, teu nome é uma glória
Guarany, símbolo de vitória
Guarany, na luta és tão forte
És o orgulho da princesa do norte

És cacique, de um vale vibrante
Que vai muito avante, avante lutar
Por um povo, que ama seu time
Guarany, Guarany, vamos lutar, vamos ganhar.

site oficial – clique aqui

Título ainda tem que ser confirmado na Justiça

O América-AM foi punido na sexta-feira, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), com a perda de três pontos, por relacionar o zagueiro Fofão para a partida de volta das semifinais contra o Madureira-RJ, em que o time amazonense venceu por 2 a 0. O time manaura entrou com recurso, mesmo porque se for punido pode até ser eliminado da competição. Na defesa do América, o advogado Osvaldo Sestário garantiu que o clube não agiu de má fé e se atrapalhou nas contagens dos cartões. Mas, isto não adiantou em nada. Todos os auditores presentes votaram em punir o clube com a perda de três pontos nas semifinais.

Apesar da festa em Sobral, o Guarany ainda não está homologado como campeão da Série D. Isto porque a Justiça chegou a suspender a realização da partida deste domingo, já que o América/AM foi apenado com a perda de 3 pontos na partida diante do Madureira/RJ, na semifinal, por ter escalado um atleta irregularmente.
A punição eliminaria o América, e o campeonato pararia. No entanto, um recurso impetrado pelo clube amazonense garantiu a realização da partida. Sem a confirmação da CBF, os atletas do Bugre levantaram na hora da comemoração uma taça dada pela Prefeitura de Sobral.

 

fenix-fc0052

O Fênix Foot-ball Club surge já em um período de popularização do esporte bretão na capital maranhense. Isso tudo após domínio absoluto do FAC desde os idos de 1906 e, anos mais tarde, do Luso Brasileiro.

Segundo o principal jornal da época, “A Pacotilha” (que também foi o principal veículo de comunicação do FAC defendendo, por muito tempo, seus interesses), o Fênix F. C. foi fundado em 1918, juntamente com outros inúmeros clubes futebolísticos e associações desportivas que se multiplicavam, denotando o “engatinhar” da massificação e, consequentemente, do profissionalismo, e o “princípio do fim” do amadorismo relacionado a esse esporte em terras timbiras.

O Fênix surgiu como um clube de pequeno porte, provavelmente sem sede adequada e locatário de campos de outras equipes para o mando dos seus jogos. Como exemplo disso, um jogo entre FAC e Fênix foi assim descrito na imprensa: enquanto o FAC era chamado de “o veterano no foot-ball do Maranhão” ou o “grêmio milionário”, o Fênix era tido como “um clube pequeno, apesar de esforçado”.

É preciso entender que o  início da popularização do “foot-ball association” em São Luís foi fortemente influenciado pela figura de Gentil Silva (de pensamento contrário ao do elitista e conservador sportman Nhozinho Santos, que foi fundador do FAC) que, ao sair do FAC, acaba fundando o Onze Maranhense Foot-ball Club e induzindo o surgimento de outras agremiações, com a inclusão de atletas não mais obrigatoriamente pertencentes à elite local; peladeiros, funcionários das fábricas, pescadores, ambulantes. Além da participação de jogadores das mais diversas etnias.

O time do Fênix não fugiu à essa regra de massificação; boa parte do seu elenco era composto de afrodescendentes e foi com esse plantel miscigenado que o clube conquistou o Campeonato Maranhense de 1921, vencendo clubes tradicionais e protecionistas quanto ao “não amadorismo” e “miscigenação” no foot-ball local.

A partir do final da década de 10 e início da década de 20, o que se viu nos campos maranhenses foi o negro, o mestiço e o pobre ocupando cada vez mais espaço dentro do foot-ball…e ganhando respeito e admiração, dentro e fora das 4 linhas! As aclamadas seleções maranhenses de 1927 e 1928 eram já quase que compostas em sua totalidade por afrodescendentes, indivíduos estes que gozavam de grande prestígio em São Luís.

Quanto ao Fênix F. C., faltam mais dados para uma “biografia” definitiva do clube, a serem aqui acrescentados assim que necessário. O certo é que o aspecto multiracial do plantel permaneceu intacto até os dias da foto acima postada e, com certeza, continuou até o fim das atividades da saudosa agremiação, provavelmente no final dos anos 20 ou início dos anos 30.

Era o aparecimento do profissionalismo no foot-ball maranhense. E era um caminho sem volta…

FONTE:

Claunísio Amorim Carvalho. Terra, Grama e Paralelepípedos. Ed. Café e Lápis, 2009. São Luís.

 

O hino do FAC, clube de futebol pioneiro em São Luís, (antigo Fabril Athletic Club, resurgido em 1916 como Foot-ball Athletic Club), intitulado “Canto da Vitória”, revelava a força que o clube atribuía a si, fato aliás comum a todos os hinos:

“Aléguap – Aléguap. | Hipp – Hurrah.

Canto:

Ao campo, à luta | A vós se escuta | De uma vitória,

Vamos, gigantes, | E confiantes. | De ter a glória

Lutar, lutar.| Sem descansar | Um só momento;

Para vencer,| Tudo fazer,| Sem desalento!

(coro estribilho)

Lutemos todos pela vitória,| Guardando a glória|

Que ela nos dê:

Voltando grande, puro e eloqüente| Somos ardente|

Ao F.A.C.| Mostremos que na nossa camisa,| Uma divisa| Nobre se lê

Por juventude forte e viril!| Pelo Brasil!| Pelo F.A.C.

(canto)

E tremular| Com honra e valor,| Sempre a bandeira

Linda, altaneira,| Do tricolor.| Que cada um,

Dizê-lo possa,| Forte e potente| E altivamente:|

Aquela é nossa!!!

(coro estribilho)

Lutemos pela vitória,| Guardando a glória| Etc., etc., etc.”

O FAC dominou o cenário futebolístico local durante muito tempo, ficando conhecido, inclusive, fora do Estado através de seus intercâmbios e parcerias mas, a partir de 1918, ganhou um adversário de peso na capital maranhense, o SC Luso Brasileiro, com o qual teve confrontos memoráveis, surgindo, daí, grande rivalidade. Isso tudo antes do surgimento de Sampaio Corrêa, Moto Club e Maranhão Atlético Clube ou seja, antes de 1923, mas essa já é uma outra história…

FONTE:

Claunísio Amorim Carvalho

“Terra, grama e paralelepípedos (os primeiros tempos do futebol em São Luís: 1906-1930)”

Ed. Café & Lápis, São Luís, 2009.

 

Os campeões das diversas divisões organizadas pela LIGA VICENTINA DE FUTEBOL AMADOR de São Vicente/SP no ano de 1959 foram os seguintes:

DIVISÃO PRINCIPAL

1º QUADROS – SÃO VICENTE ATLÉTICO CLUBE
2º QUADROS – SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

1ª DIVISÃO

1º QUADROS – ATLÉTICO CLUBE PRAIA GRANDE
2º QUADROS – CLUBE RECREATIVO CONTINENTAL

2ª DIVISÃO

1º QUADROS – ESPORTE CLUBE UNIÃO FERROVIÁRIO
2º QUADROS – ESPORTE CLUBE UNIÃO FERROVIÁRIO

 

Todas as competições de clubes da região Nordeste:

Campeonato do Nordeste

2003 – Vitória
2002 – Bahia
2001 – Bahia
2000 – Sport Recife
1999 – Vitória
1998 – América-RN
1997 – Vitória
1994 – Sport Recife

Copa Norte-Nordeste

1975 – CRB (taça José Américo Almeida)
1973 – América-RN (taça Almir)
1970 – Fortaleza
1969 – Ceará
1968 – Sport Recife

Zonal Nordeste – Taça Brasil

1968 – Fortaleza
1967 – Náutico
1966 – Náutico
1965 – Náutico
1964 – Ceará
1963 – Bahia
1962 – Sport Recife
1961 – Bahia
1960 – Fortaleza
1959 – Bahia

Copa dos Campeões Norte-Nordeste

1952 – Náutico

Copa dos Campeões do Nordeste

1948 – Bahia
1946 – Fortaleza

 

Segue a relação dos campeões citadinos de Nova Friburgo.

1925 – Fluminense

1926 – Não terminou

1927 – Fluminense

1928 – Não terminou

1929 – Não houve

1930 – Friburgo

1931 – Esperança (invicto)

1932 – Friburgo

1933 – Fluminense

1934 – Friburgo

1935 – Fluminense

1936 – Fluminense

1937 – Fluminense

1938 – Fluminense

1939 – Esperança

1940 – Friburgo

1941 – Esperança

1942 – Fluminense

1943 – Esperança

1944 – Esperança

1945 – Friburgo

1946 – Friburgo

1947 – Friburgo

1948 – Esperança (invicto)

1949 – Friburgo (invicto)

1950 – Friburgo

1951 – Friburgo

1952 – Friburgo

1953 – Friburgo

1954 – Friburgo

1955 – Esperança

1956 – Friburgo

1957 – Friburgo

1958 – Fluminense

1959 – Friburgo

1960 - Friburgo

1961 – Esperanlça

1962 – Friburgo (invicto)

1963 – Friburgo

1964 – Bom Jardim

1965 – Fluminense

1966 – Friburgo

1967 – Friburgo

1968 – Friburgo (invicto)

1969 – Friburgo

1970 – Friburgo

1971 – Fluminense

Ranking dos Campeões

1º - Friburgo – 24 títulos

2º - Fluminense – 11 títulos

3º - Esperança – 8 títulos

4º - Bom Jardim – 1 título

Fonte: Futebol em Nova Friburgo

 

A polêmica sobre para quem a Confederação Brasileira de Futebol iria entregar a Taça de Bolinhas acabou. Isso porque nesta quarta-feira, após Assembleia Geral, a entidade reconheceu o Sport como Campeão Brasileiro de 1987, fazendo com que o São Paulo fosse considerado o primeiro pentacampeão brasileiro.
taca_das-bolinhasO presidente da CBF, Ricardo Teixeira, solicitou um parecer do departamento jurídico da entidade para resolver a polêmica. E, diante do relatório, ele anunciou a decisão durante uma assembleia nesta quarta-feira com representantes das federações estaduais.
Desta maneira, o Flamengo, que não aceita o episódio daquele ano, está fora da disputa do troféu, que será restaurado e entregue ao presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo Del Nero, que repassaria para o São Paulo. Porém, a data e local para a taça ser entregue ainda não está definida.
O início da polêmica foi por causa que o troféu seria dado ao primeiro clube brasileiro que conquistasse três vezes consecutivas o Campeonato Brasileiro. No ano de 1987, na Copa União, o Flamengo foi campeão do Módulo Verde – referente à Primeira Divisão – e o Sport conquistou o Módulo Amarelo – referente à Segunda Divisão.
Pelo regulamento, o campeão das duas “divisões” teriam que fazer uma final, e o vencedor deste confronto é que seria campeão brasileiro. No entanto, o clube carioca se recusou a disputar a final, pois já se considerava campeão brasileiro. Com isso, A CBF declarou o Sport como campeão daquele ano.

fonte – futebolinterior

 

O Campeonato Estadual da 2ª Divisão do Mato Grosso do Sul de 2010, contará com algumas novidades. Abaixo as chaves desta competição:

CHAVE A

- OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE (CAMPO GRANDE)
- ESPORTE CLUBE CAMPO GRANDE (CAMPO GRANDE)
- ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA (CAMPO GRANDE)
- SOCIEDADE ESPORTIVA SIDROLÂNDIA (SIDROLÂNDIA)
- CAMAPUÃ FUTEBOL CLUBE (CAMAPUÃ)

CHAVE B

- MARACAJÚ ATLÉTICO CLUBE (MARACAJÚ)
- PONTA PORÃ SOCIEDADE ESPORTIVA (PONTA PORÃ)
- ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COLORADO (CAARAPÓ)
- FUTEBOL CLUBE PORTO (PORTO MURTINHO)
- ACODECOL FUTEBOL CLUBE (BELA VISTA)
- GLÓRIA DE DOURADOS ESPORTE CLUBE (GLÓRIA DE DOURADOS)

 

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Vencedor dos três primeiros turnos,tudo parecia indicar que o Campinense ganharia
também o último e evitaria qualquer disputa extra pelo título.
Mas o Treze seu maior rival adiou a festa e obrigou o Campinense à disputa de uma
partida que não estava no programa.
De nada adiantou o esforço,pois o Campinense liqüidou logo a fatura ao derrotar o rival
por 2×0 no dia 15 de Dezembro de 1974,gols de Erasmo, Pedrinho Cangula e conseguiu
o sonhado tetracampeonato paraibano, com 47 gois a favor e nove contra, vinte vitórias,
cinco empates e duas derrotas.Clóvis, do Nacional, foi o artilheiro do campeonato, com
dezenove gols.

FICHA DA FINAL(José Ricardo Almeida)

CAMPINENSE 2 x 0 TREZE
Data: 15 de dezembro de 1974
Local: Estádio Presidente Vargas, Campina Grande (PB)
Árbitro: Everaldo França
Renda: Cr$ 85.263,00
Gols: Pedrinho, 45 e Erasmo, 87
Expulsões: Sandoval, 63; Porto e Carioca, 77 e Som, 88
CAMPINENSE: Olinto, Edvaldo, Deca, Paulinho e Agra; Vavá e Dão (Carlinhos); Porto, Pedrinho, Erasmo e Valmir.
TREZE: Batista, Miro, Som, Ivo e Eliomar […]

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Fonte:Placar

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