O Sport Club Curupaity foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A “Petizada (quer dizer: ajuntamento de crianças) Alvirrubra” foi Fundada na sábado, do dia 13 de Junho de 1914. O clube nunca teve um campo próprio. Atuava em diversos campos da região, como o Carioca F.C., o campo na Rua do Russell, entre outros.

História da Fundação

“Reunidos na residência do grande escriptor Dr. Coelho Netto, o ‘festejado homem de letras’, foi dado por Emmanuel Coelho Netto, o “Mano” (que era filho de Coelho Netto); o nome de Sport Club Curupaity. O nome dos demais fundadores:

George Coelho Netto; Paulo Coelho Netto; João Coelho Netto, o “Preguinho”; Francisco Paes Figueiredo, o “Chiquinho”; Manoel Correa; Ernesto, Sylvio de Sá; Gerdal Boscoli; Nilo Murtinho Broga; Floriano Guimarães; Joaquim Travesedo; Ricardo Salazar; Manuel Aarão; Álvaro de Sá; Evaristo Juliano de Sá; Dino; Galvão; Seabra e Euclydes Joaquim da Silva, o “Cuca” (1º Presidente).

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Euclydes Joaquim da Silva, o “Cuca” ;

Vice-Presidente - Álvaro de Sá;

1º Secretário - Gerdal Boscoli;

1º Tesoureiro - George Coelho Netto;

Capitão - Paulo Coelho Netto;

Fiscal de Campo - Joaquim Travesedo.

 

Significado do nome e uniforme

O nome “Curupaiti vem do Tupi-guarani, que pode significar: “a água do angico (curupaí+ti)” ou “lugar abundante em angicos (curupaí+ti [ba])“. O clube possuia o uniforme semelhante ao América Football Club: camisa rubra, escudo branco, calção branco e meiões negros.

Quem foi Coelho Neto?

Natural de Caxias, Henrique Maximiano Coelho Neto nasceu em 21 de fevereiro de 1864 e faleceu no Rio de Janeiro,  em 28 de novembro de 1934. Foi um escritor (cronista, folclorista, romancista, crítico e teatrólogo), político e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras onde foi o fundador da Cadeira número 2.

Foi considerado o “Príncipe dos Prosadores Brasileiros“, numa votação realizada em 1928 pela revista O Malho. Apesar disto, foi consideravelmente combatido pelos modernistas, sendo pouco lido desde então, em verdadeiro ostracismo intelectual e literário.

Sobre Paulo Coelho Netto, foi autor do livro sobre o primeiro cinquentenário da História do Fluminense, historiador e dirigente deste clube.

Quem foi Preguinho?

 João Coelho Netto, mais conhecido como Preguinho (Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1905 — Rio de Janeiro, 1º de outubro de 1979), foi um multi-esportista brasileiro. Filho do escritor Coelho Netto, e da professora de música Maria Gabriela Brandão Coelho Netto, Preguinho era sócio do Fluminense antes mesmo de nascer, ingressando nas equipes infantis do clube carioca em 1916, com 11 anos.

Clube Esportivo e Categorias de base

Apesar do futebol ser o “carro-chefe” da Petizada Alvirrubra, possuíam outros esportes Pingue Pongue (Tênis de Mesa), Water Polo, entre outros.  O futebol, além da categoria adulta, contava ainda com as categorias Infantil e Juvenil, onde enfrentou diversas vezes forças da época como o Clube de Regatas Flamengo e Fluminense Football Club, ambos no Infantil.

 

Sedes

A 1ª Sede ficava na Rua Pinheiro, nº 73, em Botafogo – Zona Sul do Rio. No Sábado, dia 29 de Março de 1919, se mudou para a Rua Dois de Dezembro, nº 52, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio. Enfim, em 1925, adquiriu a grandiosa Sede da Rua do Catete, nº 300, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio.

 

Dia que o Curupaity goleou o Tricolor das Laranjeiras

Em 1914, se filiou a Liga Veronista onde foi campeão no 1º e 2º Quadros, ambos de forma invicta, em 1915. Em 1916, o time infantil do Sport Club Curupaity contava com bons valores.

E, teve um teste de fogo para provar o seu potencial. Na época enfrentou o Fluminense, o melhor time daquela época, no campo do Carioca F.C., no Jardim Botânico.

No final, a Petizada Alvirrubra arrasou o Tricolor das Laranjeiras pelo elástico placar de 9 a 2. Vale lembrar, que no time do Fluminense haviam grandes jogadores que depois fizeram história no clube: Fortes, Mutz, China, Joel, C. Augusto, entre outros.

 

Campeonato Infantil de 1916, fez o Curupaity só retornar em 1917

Um fato curioso! A esmagadora vitória sobre o Fluminense, somado a criação do Campeonato Infantil, organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), acabou causando, involuntariamente a paralisação do Sport Club Curupaity.

Por quê? Após ter arrasado o Fluminense, meses depois foi criado o Campeonato Carioca Infantil. Os jogadores empolgados com a notícia queriam participar da competição a qualquer custo. No entanto, naquele momento o clube não era filiado a LMDT, e por isso, não poderiam jogar.

Então, os jogadores se reuniram para buscar uma alternativa. A primeira ideia foi disputar pelo Carioca Football Club, que gentilmente sedia o seu campo para que o Curupaity pudesse jogar.

Contudo, os jogadores não chegaram a um consenso. No final, parte dos jogadores disputaram o certamente pelo Fluminense Football Club (Moreira, Mano, Preguinho e Zezé foram destaques no profissional) e a outra parte pelo Clube de Regatas Flamengo.

Porém, o resultado desse entusiasmo geral uma paralisação do Sport Club Curupaity, que sem jogadores, só retornou na temporada seguinte, em 1917. O retorno foi triunfal, mesmo perdendo alguns jogadores que optaram em continuar no Tricolor das Laranjeiras e no Rubro-Negro. Fechou a temporada de forma invicta, conquistando o Torneio no Mavilis.

Clube ajuda a fundar a Liga Sportiva Carioca (LSC)

Em 1918, o Sport Club Curupaity, juntamente com o Combinado Humaytá; Aymoré FC; Sport Club Emulação; Benjamin Constant AC; Paysandu AC; Leme AC e Pedro Ivo FC, fundaram a Liga Sportiva Carioca (LSC).

Naquele ano, o clube foi campeão no 1º e 2º Quadros, em ambos de forma invicta. O time adulto jogou com: Ramos; Peixoto e Dadá; Travesedo, Solntive e Dino; Chermont, Sylvio, Chiquinho, Merecker e Dedê.

Antenor Mayrinck Veiga foi o pivô da decadência do clube início dos anos 20

No Sábado, dia 29 de Março de 1919, o Curupaity adquiriu a sua Sede própria, na Rua Dois de Dezembro, nº 52, no Bairro do Catete. O que era para ser a alavancada do clube, acabou ocorrendo o contrário.

Três depois, por motivos que não foram divulgados, o então presidente do clube, David Villela retirou-se do clube. Em solidariedade os demais membros da diretoria também saíram.

O que se sabe é que dois dias antes da saída em massa da diretoria, tinha sido proposto que o conceituado industrial Antenor May             rinck Veiga que assumisse a presidência do Curupaity.

Diante do imbróglio Antenor May   rinck Veiga assumiu e realizou diversas melhoras. No entanto, ao notar que os demais membros da diretoria não deram o devido valor, o industrial decidiu sair, causando a decadência completa do clube, tendo perdido a Sede, móveis, etc.

Emmanuel Coelho Netto, o “Mano” morre e Seleção Brasileira jogou de luto

Filho do escritor Coelho Netto e irmão mais velho do também futebolista João Coelho Netto, o “Preguinho”, Mano veio falecer depois de um traumatismo ocorrido em confronto contra o São Cristóvão no qual o Fluminense venceu por 2 a 1.

Apesar de sentir fortes dores no abdômen, que lhe causou infecção generalizada, vindo a falecer na véspera de confronto entre a Seleção Brasileira e a Seleção Uruguaia pelo Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1922, quando a Seleção Brasileira jogou com braçadeiras negras em sua homenagem, aos 24 anos.

Entre idas e vindas, o em torno em 1924

Mediante o quadro catastrófico que o clube atravessava, David Villela resolveu colocar as magoas de lado e retornou para reorganizar Sport Club Curupaity. Objetivo este alcançado. Em 1919, se filiou a Associação Carioca de Sports (ACS). O Curupaity não terminou o Campeonato por não concordar com uma resolução da diretoria da ACS.

Após esse incidente o clube paralisou o futebol, só retornando em 1921, quando ingressou na Associação Sportiva Rio de Janeiro (ASRJ). Posteriormente, ocorreu outra paralisação, só retornando em 1924.

Nesse ano mostrou a velha forma e se sagrou campeão do Torneio Início, realizado no campo do Metropolitano. E realizou duas excursões a Região Serrana: Teresópolis e Petrópolis, onde obteve destaque.

Curupaity adquire suntuosa sede e volta a crescer

Em 1925, buscando os status de outra, o presidente David Villela resolveu chamar antigos sócios para solidificar o clube. Os frutos dessa empreitada foi boa.

Em seguida, o Curupaity adquiriu a grandiosa Sede da Rua do Catete, nº 300, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio. O resultado elevou o número de sócios para 300, três times de futebol, três equipes de Ping Pong e diversos atletas de outras modalidades.

Em 10 de abril de 1926, se filiou a Federação Brasileira de Esportes Athleticos (FBEA). No mesmo ano se filiou a AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos), onde foi campeão da AMEA II, em 1926.

No início de 1927, David Villela renunciou mais uma vez ao cargo de presidente do clube. Mas dessa vez, o clube se manteve em pé. Na tarde da terça-feira, do dia 28 de Fevereiro de 1928, se filiou a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). Nesse momento, o Curupaity chegou a ter incríveis 400 sócios.

Ainda nessa temporada disputou o Campeonato da AMEA (1928), que contou com grandes forças como o Americano FC(do bairro Riachuelo); Campo Grande AC (do bairro Campo Grande); Esperança FC (Bangu); Fidalgo FC (Madureira); Mavilis FC (Caju); Modesto FC (Quintino Bocaiúva); Magno FC (Madureira); entre outros.

A Luz, enfim, se apagou!

Após duas décadas de alegrias, tristezas, conquistas, fracassos, união, desunião, o Sport Club Curupaity foi saindo do cenário futebolístico. Seus fundadores já não eram mais os mesmos. O interesse tinha mudado. O clube passou a ser social. Aquele brilho, se apagou! O fim chegou. Mas essa história se perpetuará por muito tempo! Onde grandes intelectuais fizeram parte do clube, deixando para aqueles que conheceram uma ponta nostalgia e saudade!

Hino do Sport Club Curupaity

(Hino de 1915: versos de Miranda Horta e música de Manuel Aarão)

“Glória, Glória, Aleluia,

Curupaity é Campeão,

Mano, George, Floriano,

Honório, Atilio, Galvão,

Miranda, Cadinho, Alcindo,

Zezé, esquerda inteira,

É o menino de ouro,

O Centerforward Raul Ferreira,

 

Nós temos bons directores,

Desde o Captain ao cobrador,

Um presidente afiado,

Um secretário cavador,

Atitude, não temor campo,

É uma cousa que eu não nego,

Se preciso ser expulso,

O Chiquinho come prego”.

Time-base de 1914-15: Renato (Atilio); Rodolpho (Crockat) e Moreira; Cadinho (Galvão), Honório e Floriano; Mano, Corregal, Raul, Zezé e Manduca (Miranda Horta).

 

Time-base de 1916: Gerdal; Chagas Leite e Armando; Joaquim Travesedo, Seabra e Lanzarotti; Nogueira, Floreano, Chiquinho, Nilo e Paulo Coelho Netto.

 

Time-base de 1918: Alberto Ramos; Edgard Andrade (Dudu) e Francisco Peixoto; Dimas M. Castro (Victor), Carlos Santivi e Joaquim Travesedo; Chermon Brito (Sylvio), Reynado Cintra (Torquato), Francisco P. Figueiredo, Jorge Merker (Guiol) e Edgard (Dedê).

 

Time-base de 1921: Annibal; Raul e Carlinhos; Joaquim Travesedo, Moreira e Merker; Jovianiano, Maruico, Santos, Sylvio e Matre.

 

 

FONTES: Wikipédia – Jornal A Rua – A Razão – Gazeta de Notícias – Correio da Manhã – O Paiz – O Brasil – A Noite – Jornal do Brasil – O Malho

 

 

O Guarany Sporting Club é uma agremiação da cidade de Sobral (CE). A sua Sede fica localizado na Rua Dr. João Carlos, nº 31, no Centro da cidade. Fundado no dia 2 de julho de 1938, na residência do Sr. Luiz Nogueira Adeodato, localizada na esquina da Avenida Dr. Guarany e à Rua Cel. Mont’Alverne (atrás do teatro São João), em Sobral-CE, nasceu o Guarany Sporting Club.

A 1ª diretoria do Guarany era composta por: Pe. José Aloísio Pinto (Presidente de Honra), Luiz Nogueira Adeodato (Presidente Executivo).

Dentre elas a do Dr. Éverton Francisco Mendes Mont’Alverne, que levou o time a disputar o título de Campeão Cearense de Futebol (3° lugar em 1970), o que divulgou consideravelmente o nome do clube e da cidade de Sobral. Outro Presidente que merece destaque, foi goleiro do clube durante anos, onde conquistou o Intermunicipal de 1949.

O Primeiro Presidente do clube como equipe profissional disputou e ganhou a divisão de acesso e em 1967 o bugre sobralense participou de seu 1° campeonato cearense na divisão de elite do nosso futebol. Manés ainda foi Presidente do Guarany por diversas vezes, sempre sendo eleito por unanimidade, tendo deixado às fileiras do Guarany em 1981.

No dia 31 de Julho de 1982, assume o Presidente que mais ano ficou frente ao clube, o Sr. Luiz Mello Torquato. O primeiro jogo sob a administração do Sr. Luiz Torquato, foi no dia 1° de agosto de 1982, entre a equipe do Guarany de Sobral e o Guarani de Juazeiro, no estádio do Junco, onde o Guarany sobralense venceu por 2 x 0.

Em 1983, pela excelente campanha no certame cearense, o Guarany ganhou o direito de participar da Taça de Prata (equivalente ao Campeonato Brasileiro da Série B), e no ano seguinte repetiu a dose com o 3° lugar no Campeonato Cearense. Sob o comando do Sr. Luiz Mello Torquato, o Guarany ainda disputou o Campeonato Brasileiro de 1987, último ano que a equipe disputou campeonato promovido pela CBF.

Dentre os títulos conquistados na administração do Sr. Luiz Mello Torquato podemos destacar a conquista do Torneio de Movimentação em 1996 e depois de descer para a 2° divisão em 1998, tornou-se Campeão Cearense da 2° divisão em 1999, voltando a primeira divisão classificou-se em 3° lugar nos anos de 2000 e 2001, em 2001 foi o único clube classificado do Norte e Nordeste para as finais do Campeonato Brasileiro da série C, ficando entre os quatros finalistas de um total de 65 clubes disputantes e sendo o campeão geral de renda entre os participantes.

Em 2002, o Guarany Sporting Club honrou o estado do Ceará participando da Série B do Campeonato Brasileiro, porém, sem êxito em sua campanha, foi rebaixado para a Série C de 2003. Desde já, o Guarany Sporting Club entra em uma crise.

Sendo rebaixado da Série C e do Campeonato Cearense em 2003, o Guarany passa o ano de 2004 sem freqüentar campeonatos de Nível nacional, na 2ª divisão do estadual.

Em 2004, o Guarany não faz uma boa campanha, conseqüentemente, foi um ano sem muitas mudanças para o mesmo que, não conseguiu o acesso para a 1ª divisão do estadual de 2005.

O ano de 2005 foi muito diferente para o Guarany, em relação ao ano de 2004. O Cacique do Vale garante o acesso para a Elite do Futebol Cearense e desperta uma imensa torcida que, há muito, estava desacreditada.

Porém, o Guarany não fez uma boa campanha em 2006, e acabou sendo novamente rebaixado para a 2ª divisão do campeonato estadual, onde ficou “enterrado” por mais dois anos. Até que, em 2008, o Guarany Sporting Club volta a elite do Futebol Cearense, por meio de uma grande campanha e com um merecido título.

Em 2009, o Guarany Sporting Club disputou a 1ª divisão do estadual, que, então, fazendo uma boa campanha, consegue ir até a final do segundo turno, perdendo para o Fortaleza. O Bugre Sobralense conseguiu garantir a 4ª posição no estadual de 2009, ficando atrás apenas de Fortaleza, Ceará e Ferroviário, e viu seu maior rival, Icasa, sendo rebaixado para a 2ª divisão do estadual de 2010.

 

Conquista da Série D em 2010 ao retorno à Série D em 2012

Em 2010, após bater o Vila Aurora, de Rondonópolis, o Guarany de Sobral conquistou o acesso ao Campeonato Brasileiro Série C, junto com o Madureira, o Joinville e o Araguaína. O Cacique do Vale no Campeonato Cearense de 2011 terminou na 5ª colocação e foi o 4º time que mais levou torcedores aos estádios no estadual, já na Série C do mesmo ano ficou em 3º lugar em seu grupo, não conseguindo classificação para a segunda fase da competição.

Em 2012, o Guarany de Sobral surpreendeu de forma negativa sua torcida. Passou grande parte do Cearense dentro do Z3, com grandes chances de ser rebaixado para a segunda divisão do Cearense, mas termina na sétima colocação, na Série C de 2012 fica na última colocação do Grupo A e retorna a Série D em 2013.
Campeão da Taça Padre Cícero (Campeão do Interior) e Vice-Campeão Estadual 2013

Em 2013, o Bugre Sobralense começou sua campanha do estadual de forma pífia. Com uma seqüência de péssimas exibições, o Cacique do Vale brigava para permanecer fora da zona de rebaixamento. Através de uma campanha maciça da torcida nas redes sociais e protestos no Juncão, a família Torquato renunciou ao comando do clube, depois de 30 anos.

Com a nova diretoria e um novo espírito, o Bugrão conseguiu não apenas escapar do rebaixamento, como também se classificar para a segunda fase do Campeonato Cearense.

Com muita competência, determinação e algumas contratações, o time conseguiu avançar (em quarto lugar) para as semifinais. Com uma vitória por 3 x 0 em Sobral e uma derrota por 4 x 1 em Juazeiro, o Bugre (portador da menor folha salarial entre os quatro semifinalistas) garantiu sua vaga na final, eliminando o Icasa. Na grande decisão, o Cacique deixou escapar o título com dois empates de 1 x 1 contra o Ceará, sendo o critério de desempate a melhor campanha da equipe alvinegra no estadual.

 

Copa do Nordeste 2014

O Guarany estreou contra o Náutico e empatou em 1 x 1 em plena Arena Pernambuco e depois estreou em casa contra o atual campeão da Série D, o Botafogo-PB e venceu depois voltou a Recife para enfrentar o Sport e empatou em 0 x 0 e no jogo de volta venceu por 1 x 0, o Cacique do Vale terminou líder com 9 pontos e classificado para as quartas.

Nas quartas de finais, ele enfrentou o Santa Cruz, de Pernambuco, o primeiro jogo, o Bugre Sobralense perdeu por 3 x 0, no Arruda, e no jogo de volta, perdeu de 1 x 0, no Junco, sendo eliminado nas quartas no placar agregado de 4 x 0.

 

4º colocado no Campeonato Cearense de 2014

Entrou no segundo turno do Campeonato Cearense de 2014, terminando em 4º colocado, perdendo nas semi-finais para o Ceará, pelo placar agregado de 8 x 4. Porém, conseguiu a classificação para o Campeonato Brasileiro – Série D de 2014.

 

Campeão da Copa Fares Lopes 2015

Com uma vitória histórica, de virada, pelo placar de 2×1, o Guarany Sporting Club venceu seu rival-xará, o Guarani Esporte Clube (Guaraju), da cidade de Juazeiro do Norte e conquistou na tarde quente e ensolarada do dia 29 de novembro de 2015; em jogo único disputado no Estádio Plácido Aderaldo Castelo “Juncão”, o inédito título estadual da Taça Fares Lopes.

 

Participação na Copa do Brasil 2016

Com a conquista de seu primeiro título estadual, a Taça Fares Lopes em 2015, o Guarany de Sobral de quebra conquistou o direito de pela primeira vez participar da Copa do Brasil no ano de 2016, representado junto a Ceará Sporting Club e Fortaleza Esporte Clube, o estado do Ceará nesta importante competição futebolística nacional, a segunda em importância, ficando atrás somente do Campeonato Brasileiro de Futebol, o Brasileirão.

No estádio do Junco, em 13 de abril o Cacique do Vale recebeu o time do Coritiba (PR), perdendo a partida pelo placar de 3 a 0, sendo eliminado logo na primeira fase da competição.

 

 

Hino do Guarany de Sobral

(Letra e Música: Luis Gonzaga Frota Carneiro)

 

Guarany, teu nome é uma glória

Guarany, símbolo de vitória

Guarany, na luta és tão forte

És o orgulho da princesa do norte


És cacique, de um vale vibrante

Que vai muito avante, avante lutar

Por um povo, que ama seu time

Guarany, Guarany, vamos lutar, vamos ganhar.

 

Estádio do Junco

Nome: Plácido Alderado Castelo (do Vale)

Localização: Rua Antônio Aguiar Carneiro/ Bairro do Junco – Sobral-CE

Capacidade: 12 mil espectadores

Estacionamento: Aproximadamente 500 vagas

Bilheterias: 2 (duas)

Setores: 4 (Arquibancada, Geral à direita, Geral do Placar e Geral Visitante)

Inauguração: 08/06/1969

Recorde de Público: 23.000 (Guarany x Cruzeiro-MG)

Anexos:

Lanchonetes, tanto na arquibancada quanto na geral;

12 Cabines de Rádio e TV;

Tribuna de honra;

Dimensões do Campo: 110m x 70m

 

Títulos

Campeonatos de Nível Estadual

01x 1° Divisão CE- 1° Turno [1970]

04x 2° Divisão CE [66,99,05-08]

02x Campeão do Intermunicipal [1948,65]

 

Campeonatos de Nível Municipal

01x Torneio da Movimentação [1996]

01x Torneio Cidade de Sobral [2000]

04x campeão Sobralense [1939-40-41-42]

 

 

FONTES: Wikipédia - Site do clube

 

Anos 60

O Carmense Atlético Clube é uma agremiação centenária do Município do Carmo (RJ). Localizado no Centro Fluminense do Estado do Rio de Janeiro, fica a 192 km da capital, o Município do Carmo conta com uma população de 17.439 habitantes, segundo o Censo IBGE/2010. A sua Sede e o Estádio Antonio Francisco de Araujo Macuco do clube Alvinegro ficam localizados na Rua Luiz Moura Pinheiro, nº 68, no Centro da cidade.

O 1º clube de futebol que surgiu no município, faz parte da cultura e história do Carmo, foi Fundado na sexta-feira, do dia 18 de Junho de 1915, por Ary Lopes, grande entusiasta do esporte, idealizou a construção de um campo de futebol na cidade. Providenciou juntamente com outros desportistas o desaterro de um terreno localizado à Praça Pereira Lima. A tarefa foi árdua eram utilizados couros de boi abertos para a locomoção do desaterro tirados dos barrancos e levados para partes desniveladas, fazendo as vezes de carroças.

Surge assim o primeiro campo na cidade, em seguida organizou juntamente com Alfredo de Onofre, Ary Martins, Fábio Santos, Licínio Sertã Filho, Mário Mesquita e muitos outros, um time para prática do futebol, iniciou-se daí a vida do Carmense apareceram na cidade os primeiros jogadores, os primeiros jogos e os habitantes da pitoresca Carmo começaram a olhar com interesse e simpatia para o novo divertimento.

Apesar do sucesso, houve épocas em que o Carmense deixava de aparecer, até que um grupo de homens valorosos: Antônio Francisco de Araújo Macuco, Alfredo Baranda, Ary Martins, Antônio Gismonti, Boanerges R. França, Carlos Calil, Carlos Soares de Menezes, Dr Guilherme Phal e outros reuniram-se e com uma boa organização fizeram ressurgir o querido clube da cidade.

Anos 70

Os jogadores melhoraram o padrão de jogo, surgiram os primeiros sócios e torcedores fervorosos do pavilhão Alvinegro, tendo como mascote o Gato-Preto. Vários dos seus jogadores conquistaram a admiração da torcida sendo convidados, muitas vezes para reforçar times de municípios vizinhos, o que ainda acontece atualmente. É um clube cujos jogadores tudo fazem pelas cores Preta e Branca pois são em sua maioria carmenses verdadeiros, carinhosamente chamados Prata da Casa.

Em seus 101 anos de existência o Carmense, clube mais popular da cidade, respeitado e admirado em toda região vizinha, vem acumulando troféus de grande valor histórico nas competições em Carmo como também em outros municípios.

Atualmente, o Carmense conta com aproximadamente120 troféus, fazendo surgir na atual diretoria o sonho de reunir todos num espaço digno onde todos os Carmenses possam admira-los a Sala de Troféus Ruy Gomes ficou a sete chaves a até inauguração e estas chaves ficaram com Regiane Braga que é uma guerreira hoje dedica junto com sua família ao Carmense.

Após a inauguração da Sala de Troféus foi realizado uma grande homenagem ao Centenário com Direção José Paulo da Silva (Paulinho) onde todos se emocionaram muito.

 

Anos 80

HINO

Contra força não há resistência,
O Carmense, o Carmense é uma potência
Em disciplina o seu nome continua em cartaz
Mas ninguém sabe fazer o que ele faz…

Somos torcida de coração
O nosso time é o primeiro em UNIÃO

O Carmense, vocês vão ver…
tanto sabe ganhar
como sabe perder!! 

 

FONTE & FOTOS: Página do clube no Facebook – Blog Adriano Teixeira “Últimas Notícias”

 

 

 

O Lausanne Paulista Futebol Clube, do Bairro do mesmo nome, situado na Zona Norte da capital paulistana, foi fundado na data de 20 de março de 1927.

Jovens dissidentes do então Pedreira Futebol Clube, capitaneados pelo saudoso Francisco Gaboni e Arquimedes Mateuchi, se reuniram na casa de Francisco Gaboni para tratarem da fundação de um novo clube.

Presentes estavam Serafim Valente, Alfredo de Souza, Ernesto Bandini, Eduardo Bandini, Pedro e José Gaboni.

Nessa reunião, às 21 horas, do dia 20 de março de 1927, determinou-se a fundação do Lausanne Paulista Futebol Clube.

 

Na década de 30, marcada por grandes conquistas esportivas, e pela proximidade da Serra da Cantareira, ganhou o apelido de “Tigre da Cantareira”.

 

O time que impunha respeito.

Uma das formações que alegrava os lausannenses.

Da esquerda para a direita: Edmundo, Zé Português, Silvio Ravelli, Albano.

Abaixados: Joaquim, Mesquita, Jorginho, Waldemar e Vivaldo.

 

No ano de 1962, O Lausanne Paulista Futebol Clube inaugurou sua sede própria e também sua Praça de Esportes denominada Alberto Savoy.

 

 

 

Hino do Lausanne Paulista Futebol Clube

Letra: Francisco Beloni

Música: Galilei Limoni

 

Lausannense, tu és uma glória

A lutar por uma raça no esporte

Sempre, sempre almejando a vitória

A luzir haverá uma estrela

Na várzea sempre hão de conhecê-la

No fulgor esportivo a brilhar

Em defesa do ideal a luta

 

Para frente, portanto, confiando

A jogar, a vencer, a sorrir

Uma vez a peleja atirando

Levarás a vitória ao porvir

Indo sempre, se impondo a conquista

Será sempre o glorioso vencedor

Tendo sempre por lema o amor

A legenda Lausanne Paulista

 

Falarão então, Lausanne, agremiação altaneira

Com orgulho e com ardor, oh! Tigre da Cantareira

 

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

 

Fontes:

A História do Tigre da Cantareira – Edição histórica ilustrada dos 75 anos do Lausanne Paulista F.C.;

Álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60;

Fotos google.

 

 

 

O Iraty Sport Club é uma agremiação da cidade de Irati, na região centro-sul do Estado do Paraná. Estamos no início do ano de 1914. A Vila Iraty é ainda uma criança (uma vez quese emancipou em 15/07/1907) e a vida de seus moradores era sabida de todos. Não se tem notícias exatas do lugar onde o grupo de amigos jogava nestes primeiros tempos.
Os relatos trazem à tona a
Pharmácia Iraty como sendo o ponto de encontro e de reuniões, propriedade esta do Sr. Antonio Xavier da Silveira. Era em uma das salas nos fundos deste estabelecimento que funcionou a primeira sede do Iraty Sport Club. Também aí os jogadores se vestiam para os jogos. Lembra a história que foi o Sr. Antonio quem trouxe a primeira bola de futebol que se tem notícia.

Então, oAzulão foi Fundado no dia 21 de Abril de 1914, por um grupo de esportistas liderados por Sr. Antônio Xavier da Silveira, que acumulou muitas funções, pois além de líder principal, foi o primeiro Presidente e o primeiro Capitão do time.

PRIMEIRA DIRETORIA

A Diretoria registrada em ata era formada, pelo Sr. David da Costa Araújo com Presidente, tinha o Sr. João Baptista Dantas como primeiro Secretário, Sr. Hyran Peixoto como Secretário, Sr. Antonio Xavier da Silveira como Tesoureiro e o Sr. Luiz Felipe dos Santos como Orador.

PRIMEIRO TIME

O registro do primeiro time de futebol do Azulão era formado por: João Batista de Melo; Basílio Sapla e Álvaro Pires; João Dantas, Antonio Xavier da Silveira e Vidal Marinho; Ezequiel Gomes, João de Andrade, Artur Xavier da Silveira, Luiz Felipe dos Santos e Valentim Xavier da Silveira.

O Iraty SC é um dos Clubes mais antigos do Paraná. E com esta formação ganhou do IMBITUVENSE por 3 x 0, em 1914, o que é tido, também oficialmente, como o jogo do ISC jogando em Irati.

Nas Atas o primeiro time a ser registrado era formado por:

GOAL-KEEPER: João;

BACKS: Bazilio e Alderico;

HALF-BACKS: Dantas, Totonio e Antoninho;

FORWARDS: Valentim, Andrade, Hyran, Carioca e Vidal.

O número de Presidentes, ao longo de sua história, do Iraty Sport Club teve à frente de sua administração, umtotal de 54 (incluindo o atual).

SEDE & ESTÁDIO

A sua Sede fica localizada no bairro Rio Bonito (conta com: sauna, piscina adulta olímpica, piscina infantil, bar, churrasqueiras e estacionamento para os sócios), ambos em Irati.

O Iraty possui seu próprio Estádio Cel. Emílio Gomes, situado à Rua Vicente Machado, 966, em Irati, inaugurado em 21 de abril de 1950, com capacidade de 4.579 espectadores sentados e dimensões do campo: 101mx70m.

CURIOSIDADE: IRATY JÁ FOI RUBRO-NEGRO

Nos anos 30, as cores do Iraty eram vermelho e preto, como podemos ler num trecho do jornal Correio do Sul: “Dentro de alguns dias a direção technica do glorioso rubro-negro iratyense começará os seus treinos, fazendo seus pupilos exercitarem-se em conjunto e individualmente.” Para o certame estadual, o programa previa na semana, dois treinos coletivos e dois individuais.

Ficaram curiosos com a citação “rubro-negro”? Pois é, conta-se que o nosso Iraty Sport Club, nem sempre desfraldou as cores azul e branco em sua bandeira e uniforme. Houve uma época em que o vermelho e preto eram as suas cores símbolo.  A história detalhada pode ser encontrada no Livro do professor Orreda.

  A Casa do Atleta inaugurada em 23 de agosto de 2000. Trata-se de um alojamento para os atletas do clube, tendo capacidade para mais de 30 pessoas. Localiza-se na a Rua Coronel Pires, nº 667, no Centro; destina-se ao alojamento da Comissão Técnica e dos atletas solteiros. Possui dois quartos, totalizando 29 camas, sala de televisão e refeitório.

HINO DO IRATY
Sou “Azulão” de coração
Sou Iraty até morrer
Vai Azulão que a multidão
Veste a camisa com você
Do interior a força azul
Que orgulha a Pérola do Sul

Solta seu grito, com emoção
Tinge de azul meu coração
Em campo a história, a tradição
Meu Iraty, meu AZULÃO

Iraty Sport Club essa bandeira
Eu sempre quero desfraldar
E a torcida sua fiel companheira
Vai a vitória lhe levar
Põe sua força, sua garra sua luta
Põe no gramado o seu talento em ação.

CAMPEÃO PARANAENSE DE 2002

O time, que na década de 90 ficou conhecido como Azulão, devido à cor do seu uniforme. No dia 1º de maio de 2002, conquistou o seu 1º título de Campeão ao faturar o Campeonato Paranaense da 1ª Divisão, entre os oito clubes que disputaram o certame sem a participação dos três clubes grandes de Curitiba (Atlético Paranaense, Coritiba e Paraná Clube).

Com uma base formada em casa, mais os jogadores experientes trazidos por seu presidente, Sérgio Malucelli, o elenco foi Campeão Estadual com uma rodada de antecedência, levando para a cidade a hegemonia do futebol.

Seu estádio, Coronel Emílio Gomes, foi reformado para competições de porte maior, como a Copa do Brasil de 2003, vaga conquistada justamente por ser Campeão Estadual do ano anterior.

FONTES: Wikipédia – Página não oficial do Iraty S.C., no Facebook – Site Rádio Najuá (http://radionajua.com.br/noticia/irati-de-todos-nos/materias/o-maravilhoso-futebol-de-irati-parte-viii/14659/)

 

Autores: Equipe de Esportes da Rádio Difusora de Roraima Galvão Soares, Jorge Luiz, Jorge Souza, Carlos Alberto Alves, Amanajás Gouveia, Severino Cavalcante e banda municipal por Maestro Franco.

Créditos pela pesquisa: Djavan Sbell, Aragão, Mário Coelho e Celino Pinheiro.

Os hinos foram solicitados pela equipe Difusora de Esporte (nome equipe  esportes) da emissora em 1975 ao Maestro Franco, maestro da banda de Música da Guarda Territorial em Boa Vista. Ele que idealizou e produziu. Pra arrecadar o dinheiro e pagar a gravação.  Fizeram um torneio de futebol no Estádio João Mineiro.  Toda a cidade foi mobilizada e levando um grande público ao estádio.

Trecho do Hino oficial do Atlético Roraima Clube

Eu sou milionário, eu sou

Eu sou tricolor

O meu clube é um show

(Bis)

Verde, branco e grená

Mas que maravilha eu vou me acabar

Verde, branco e grená

Mas que maravilha eu vou me acabar

(Bis)

Todos numa só jogada

Mas que parada

O que, que há?

(Bis)

Tricolooooor, Tricoloooor, Tricolooooor,Tricolooooor,

 

Trecho do Hino oficial do Baré Esporte Clube

Que alegria com fé

Eu sou torcedor do Baré

Mas que show de bola

Rolando no chão

O mais querido é sempre campeão

A nossa equipe é uma fera

Quem não ta nessa já era

Somando vitórias

Contando histórias

Baré ta dando pé e tá dando olé

Baré ta dando fé e tá dando olé

Baré ta dando fé e tá dando olé

Baré ta dando pé e tá dando olé

 

Trecho do Hino oficial do Grêmio Atlético Sampaio-GAS

Grêmio Atlético Sampaio

Daqui ninguém me tira, daqui não saio

Grêmio Atlético Sampaio

Daqui ninguém me tira, daqui não saio

O amor, fé e esperança

Vamos saudar o nosso dia

Que vai chegar suando a camisa com amor

GAS é o meu amor

GAS é o meu povo animado

O meu clube é o leão dourado

Trecho do Hino oficial do Náutico Futebol Clube

Quem quiser saber de bola

Venha pro lado de cá

Águia rubra é uma parada

Tá botando para quebrar

Quem quiser saber de bola

Venha pro lado de cá

Águia rubra é uma parada

Tá botando para quebrar

Entre nessa corrente

Num só pensamento de uma só vez

Gritando todos juntos

Náutico, Náutico 1, 2, 3

 

Trecho do Hino oficial do River Esporte Clube

A minha camisa é a minha raça

Eu falo sério e não faço graça

Esta camisa tem a sua história

River tem fé, tem vitória

Você fica ligado e canta essa canção

Verdão de Aparecida é meu o tubão

Ai Verdão, Ai Verdão

Ai, ai, ai, ai, ai esse é o meu Verdão

Ai Verdão, ai Verdão

Ai, ai, ai, ai, ai esse é o meu Verdão

Ai…

Trecho do Hino oficial do São Raimundo Esporte Clube

No estádio as bandeiras fazem festa colorida

Azul e branco minha vida, é minha vida

Alvi-celeste entra em campo

É garra garantida

Eu gritei coro com a galera São Raimundo é minha paixão

Clube do meu coração

São Raimundoooo

Clube do meu coração

Clube do meu coração

Alvi celeste ao guente

Todo mundo no estádio

Clube do meu coração

A galera

FONTE:  Carlos Santos

 

O Sport Club Magnólia é uma agremiação da cidade de Petrópolis, que fica na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. A sua Sede está constituída na Rua Bingen, 1.738, no Bairro Bingen, em Petrópolis. O Verdão do Bingen foi Fundado no dia 16 de Agosto de 1928, por iniciativa de um grupo de jovens que se reuniam em frente a fábrica Werner, com o objetivo de formar um clube, reuniões estas que aconteciam debaixo de uma árvore Magnólia e que acabou sendo inspiração para o seu nome.

Durante quase nove décadas de existência, o crescimento do Magnólia, ficou notório, inicialmente adquirindo sua sede social e posteriormente durante sua existência com a construção do ginásio poliesportivo e o complexo de lojas, sauna e piscinas. Vários bailes foram realizados no salão social com vários conjuntos, onde podemos destacar Lafaiete e Aeroporto que até hoje são motivos de lembrança, isso sem falar no famoso carnaval do Magnólia, com destaque para o seu tradicional Baile do Verde e Branco.

Passou por momentos de dificuldades em sua caminhada, situações que até comprometeram o clube financeiramente, mas graças ao empenho, dedicação e porque não dizer abnegação de seus dirigentes o Magnólia conseguiu driblar essas situações e hoje sem sombra de dúvidas figura como um dos principais clubes da nossa cidade.

A atual administração do clube, presidida por Flavio Fiuza, juntamente com demais diretores, vem conseguindo sanar as pendências financeiras, marco principal de sua administração. Várias medidas foram tomadas visando o equilíbrio financeiro do clube.

Com a reforma do salão social, a procura pelas locações para aniversários, casamentos, festas empresariais, aumentou consideravelmente, trazendo maior receita para o clube, na parte social jantares dançantes e ainda alguns bailes, além de proporcionar uma opção a mais de lazer para os associados e freqüentadores, sempre gera alguma receita para o clube.

Podemos citar ainda as parcerias com o Clube do Esporte, que administra aulas de futsal, voleibol e handebol, a academia Fisio Sports, com aulas de musculação, spinning, localizada, entre outras…aulas de judô e tênis de mesa também são administradas pelo clube.

Podemos citar como destaque ainda o trabalho realizado com as equipes de competição de futsal, onde o Verdão do Bingen já coleciona inúmeros títulos, com um trabalho considerado por muitos como de excelência nesta modalidade, e que rendeu ao clube o título de Bi-Campeão da Taça Eficiência de Futsal 2007/2008, troféu entregue pela Liga Petropolitana de Desportos ao clube de melhor trabalho realizado na temporada.

 

HINO DO SPORT CLUB MAGNÓLIA

MAGNÓLIA CHEIO DE ESPLENDOR

A TI DEDICAMOS NOSSO AMOR

MAGNÓLIA CHEIO DE ESPLENDOR

A TI DEDICAMOS NOSSO AMOR

 

ALVIVERDE PENDÃO BRASILEIRO

ÉS DEVERAS POR NÓS ADORADO

COM FIRMEZA E FÉ TE ADORAMOS

NA ALTA TRADIÇÃO DO TEU PASSADO

 

NA AMPLIDÃO IMENSA DESTE CÉU

COBERTO DE TRANS DE ANIL

ÉS ALVIVERDE AS CORES MAIS BELAS

DA BANDEIRA DO NOSSO BRASIL”.

 

FONTES: Site do Clube – Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

O Canto do Rio Foot-Ball Club é uma agremiação da Cidade de Niterói (RJ). O Cantusca foi Fundado no dia 14 de Novembro de 1913, por quatro garotos com idades entre 9 e 13 anos: Hugo Mariz de Figueiredo (o 1º Presidente do Cantusca), Cyro Domingues (criou o nome Canto do Rio), Ary Gurjão e Adail Figueiredo.

Em 1918, o Cantusca deixaria de atuar somente no futebol infantil e logo se tornaria o time mais popular de Niterói, disputando o campeonato municipal e conseguindo, em 1933, o seu primeiro título como campeão niteroiense: “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Foi um dos cinco fundadores da Associação Fluminense de Esportes Atléticos (AFEA), que se tornaria, posteriormente, a Federação Fluminense de Desportos, organizadora do futebol do antigo Estado do Rio de Janeiro. O Clube atuou no futebol profissional, de 1941 a 1964, época em que ficou conhecido como “O Mais Querido da Cidade Sorriso”.

Nos tempos áureos, o Cantusca formou muitos atletas, que se destacaram em várias modalidades esportivas, além do futebol, como natação, pólo aquático, basquete, voleibol e tênis, participando de vários campeonatos, inclusive estaduais, e conquistando alguns títulos, dos quais guarda em exposição os troféus, numa sala especial do andar térreo da sede.

Time posado de 1956

Tropa de Elite do Cantusca

O Canto do Rio Foot-Ball Club iniciou suas atividades, com a atenção voltada para o futebol infantil, perfil que viria a mudar, em 1916, quando recebia o re- forço de Mauricio Bekeun, Mario Valle, Octavio Valle, Arnaldo Vaz, seguidos por Ângelo de Andrade e Hermaun Bekeun, grupo que trazia novas propostas.

Em 1918, veio também Romeu Schmidt Pinto. Rapidamente o Cantusca ganhou fama em Niterói, disputou o Campeonato Citadino de Niterói, sagrando-se campeão de 1933, onde recebeu o título simbólico de “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Nas décadas de 1920 a 1950, tempos áureos do futebol niteroiense, Cantusca obteve destaque no esporte amador de Niterói e realizava o chamado Clássico da Zona Sul com o Fluminense A. C., com quem formava o “Grupo dos Seis”, junto com os extintos Ypiranga F. C., Niteroiense F. C., Byron F. C. e Barreto F. C. (estes últimos realizavam o Clássico da Zona Norte).

Após cinco temporadas inativo, o Canto do Rio Foot-Ball Club retornará a disputar uma competição na esfera profissional. O Cantusca participará do Campeonato Carioca da Série C de 2016.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1953;

Bicampeão Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1918 e 1926;

Hexacampeão do Campeonato Niteroiense de Futebol: 1933, 1934, 1945, 1948, 1954 e 1968;

Vice campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1962.

Outros Esportes

Tricampeão do Campeonato Estadual de Basquete Feminino: 1979, 1982 e 1983.

 

HINO DO CANTUSCA (Lamartine Babo)

“Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói”

Link para ouvir o Hino: https://www.youtube.com/watch?v=cXzkwHgfvVA

 

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Site do Clube – Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Editora Cátedra, s/d. Eduardo Vianna – Marlon Krüger Compassi

 

O Mesquita Futebol Clube é uma agremiação do Município de Mesquita, na Baixada Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Fundado no dia 09 de Maio de 1920, a sua Sede e o Estádio Nielsen Louzada, Louzadão (Capacidade para 5 mil pesosas), ficam localizados na Estrada Feliciano Sodré, 2.325, no Centro de Mesquita.

Na década de 50, um fato curioso do Mesquita era o seu uniforme similar ao Vasco da Gama. Fato este nunca mencionado até o dia de hoje. A comprovação deste fato foi encontrado uma foto do time em 1954, no jornal Luta Democrática. Após participar das competições citadinas, o Mesquita resolveu enveredar no futebol profissional no início dos anos 80.

O primeiro caneco veio em 1981, quando o time se sagrou campeão do Campeonato Carioca da 3ª Divisão. Em 1985, é vice-campeão da Campeonato Carioca da 2ª Divisão, perdendo o título para o Campo Grande Atlético Clube, subindo para a Elite do Futebol Carioca, onde permaneceu até 1987, quando foi rebaixado.

Em 2003, já de volta à Terceirona, é vice-campeão, conseguindo o acesso de volta à Segundona com o campeão Bonsucesso Futebol Clube. Em 2007, o Mesquita Futebol Clube formado por jovens entre 17 e 22 anos, retornou para a 1ª Divisão.

Em 2008, após muita luta, o Mesquita consegue se manter na elite. Em 2009, após ter permanecido na elite, o clube promete tudo em busca da afirmação e solidificação na Divisão Principal do Estado.

Após uma Taça Guanabara boa para o time da Baixada, chegando inclusive a disputar a final do Troféu Moisés Mathias de Andrade, onde foi vice-campeão. Porém após 8 derrotas seguidas na Taça Rio, acabou sendo rebaixado mais uma vez. Em 2010 , 2011 e 2012 ficou no Grupo X da Segunda Divisão.

 

HINO do Mesquita F.C.

Mesquita, Mesquita, a tua glória é lutar

Mesquita, Mesquita, quantas alegrias nos dá

Vencer, vencer, vencer

É o teu lema de invencível campeão

Mesquita, meu Mesquita

Clube do meu coração.

 

Tua bandeira quero ver tremular,

E as cores preto e branco sempre a triunfar,

E os teus beijos serão sempre lembrados,

Ó meu Mesquita amado.

 

Teu patrimônio é um mundo de riquezas,

Tem obras de emérito valor,

És o orgulho da Baixada,

Mesquita eu te amo com fervor…

 

FONTES: Wikipédia – Site do clube – Jornal Luta Democrática

 

O Campo Grande Atlético Clube é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Campusca ou Galo da Zona Oeste foi Fundado no dia 13 de junho de 1940. A sua Sede e o Estádio Ítalo de Cima ficam na Rua Artur Rios, Nº 1.270, no Bairro de Campo Grande, localizado na Zona Oeste do Rio.

Ao longo dos seu 75 anos de existência, o maior título conquistado foi a Taça de Prata de 1982 (Equivale atualmente ao Campeonato Brasileiro Série B). Encontrei uma foto que consta a faixa de campeão da Taça Prata e uma Flâmula de 1982. A curiosidade está no escudo, que possui detalhes diferentes do distintivo conhecido!

HISTÓRIA

Segundo o jornal O Imparcial de 18 de maio de 1924, o antigo Campo Grande Athletic Club foi fundado em 16 de maio de 1908. Em 1920, antes de começar o certame, quando ainda era denominado de Campo Grande Football Club, fez fusão com o Paladino Football Club, surgindo o Campo Grande Athletico Club.

O atual Campo Grande foi fundado com o nome de Club Sportivo Campo Grande por remanescentes do antigo clube da região, o Campo Grande Athletic Club, fundado em 1908, que disputava os antigos campeonatos da Liga Metropolitana. Em meados dos anos 30, o clube foi extinto, permanecendo entre alguns o ideal do futebol. O Sportivo logo deu lugar ao atual time, o único participante do antigo Departamento Autônomo.

Coube ao senhor João Ellis Filho a entrega do pedido de inscrição na Federação Estadual de Futebol do Rio de Janeiro, a 10 de abril de 1961. Já em 1962 o clube estava entre os grandes do futebol. No seu primeiro jogo pelo campeonato estadual, a 1º de julho, no Maracanã. O adversário era o Botafogo.

Treze dias antes desta partida, a Seleção Brasileira (que tinha a base, jogadores de Santos e Botafogo) tinha conquistam o Bicampeonato Mundial no Chile, em 1962. Mesmo assim, o Campusca não se intimidou e venceu o Botafogo por 1 a 0, gol de Nelsinho.

O Campo Grande já disputou 580 jogos na Elite do Futebol carioca, obtendo 124 vitórias, 173 empates e 283 derrotas. Participou do Campeonato Brasileiro da Série A em 1979 e 1983. No cartel de jogos internacionais, apresenta mais de 20 jogos e duas excursões. Em 1972 aos Estados Unidos e 1996 à Suiça.

Fundado em 1940, cresceu assustadoramente no chamado sertão carioca, a zona rural. No Departamento Autônomo participou desde seu primeiro certame, em 1949, até ser incluído para disputar o certame estadual, em 1962. Era o mais estruturado participante do D.A. Foi admitido na Federação, a 6 de julho de 1961 e, na mensagem de seu presidente, João Ellis Filho, um trecho dizia “… desejo reafirmar a todos que acreditam no nosso êxito que faremos o possível e o impossível para nos tornarmos um dos grandes do futebol brasileiro…”

O primeiro título viria no Troféu José Trócoli, disputado entre julho e agosto de 1967, por times que não haviam se classificado para o segundo turno do campeonato estadual. No elenco figurava Dário Maravilha que logo no ano seguinte seria vendido para o Clube Atlético Mineiro. No Campo Grande, ele assinalou 26 gols, de 1966 a 1968, incluindo gols nos juvenis e aspirantes.

O Campusca se orgulha da alcunha de celeiro de novos talentos e o principal ícone desta história é Vanderlei Luxemburgo. Hoje um dos principais técnicos do futebol brasileiro, com 31 anos, ele assumiu o time alvinegro para a disputa da Taça de Ouro (Série A do Brasileirão) de 1983. Entre 44 equipes, o Campo Grande, que já tinha feito parte da elite nacional em 1979, ficou em 24º lugar na classificação final.

O Galo da Zona Oeste tinha, para aquela época, uma estrutura fantástica e um time formado por Zé Carlos, Orlando Lelé, Neném, Pirulito e Jacenir; Israel, Lulinha e Pingo; Tuchê, Luizinho das Arábias e Luiz Paulo. Sob o comando de Décio Esteves, foi campeão da Taça de Prata e fez uma campanha muito boa na Primeira Divisão do Brasileiro.

Time de 1983

Além de Luxa, Edu Coimbra, irmão de Zico, encerrou a carreira de jogador e começou a de treinador no Campo Grande, em 1981. Depois, treinou o Vasco e até a Seleção Brasileira. Jair Pereira é outro bom exemplo. Já dentro das quatro linhas, Dadá Maravilha surgiu em 1967, assim como Vagner Love.

Também estiveram no clube, em fim de carreira, em 1991, Cláudio Adão, Elói e Roberto Dinamite. O treinador Paulo César Gusmão, que já dirigiu os quatro grandes no Rio, começou a carreira de goleiro no Campusca.

O estádio Ítalo del Cima foi construído pelo presidente Ilídio Rodrigues da Silveira, empresário do ramo de automóveis e grande empreendedor. Ele conseguiu mobilizar o comércio, as indústrias e a população em torno da ideia de construir uma nova praça esportiva para o clube.

As instalações foram ampliadas e surgiu um moderno estádio que seria inaugurado a 29 de outubro de 1978 perante um público de 15.311 pagantes que viram o Flamengo vencer por 5 a 2. O primeiro gol das novas instalações foi de Zico.

Afora o fato de revelar talentos e o título de primeiro carioca a vencer a Série B do Brasileiro, o Campo Grande também se orgulha de possuir um estádio próprio. Situado na Rua Artur Rios, o Ítalo del Cima já teve capacidade para 25 mil torcedores, e hoje comporta cerca de 18 mil.

CAMPEÃO DA TAÇA DE PRATA

Inaugurado em abril de 1960, o maior patrimônio do clube foi construído em um terreno doado pela família Del Cima. A decisão da Taça de Prata, em abril de 1982, contra o CSA de Alagoas, marcou a história do estádio. O time havia perdido o primeiro jogo, em Maceió, por 4 a 3, e vencido o segundo, em casa, por 2 a 1.

Assim, houve a necessidade de uma terceira partida, e, por ter a melhor campanha, o alvinegro voltou a jogar em seus domínios. E desta vez, diante de 16.842 torcedores, não deixou dúvidas de que merecia a faixa de campeão ao golear o rival por 3 a 0 e encerrar a competição com 78% de aproveitamento, obtidos com 11 vitórias, três empates e apenas duas derrotas em 16 jogos. Décio Esteves, herói do Bangu AC na década de 1950 e jogador do Campo Grande 1962-1964, comandou o time na conquista.

 

Curiosamente, outra partida memorável disputada no Ítalo del Cima não teve a participação do Campo Grande, e sim a da dupla Fla-Flu. O Maracanã estava fechado devido à queda de parte da grade da arquibancada na final do Campeonato Brasileiro de 1992, entre Flamengo e Botafogo.

Assim, no dia 2 de novembro do mesmo ano, o clássico pelo Campeonato Carioca foi realizado na Zona Oeste. O Tricolor levou a melhor e venceu o Rubro-Negro por 1 a 0, gol de Ézio. E por falar em estadual, o Campo Grande tem história na competição. A estreia na Primeira Divisão foi em 1962. Desde então, o clube esteve presente em 29 edições, tendo obtido como melhor colocação o 5º lugar, em 1991, o Flamengo foi o campeão.

Em 1980, o time alvinegro aplicou sua maior goleada pelo Carioca: 6 a 0 sobre a extinta Associação Desportiva Niterói, no Ítalo del Cima. A última aparição na elite ocorreu em 1995. Em 1984, venceu o Torneio Seletivo Carioca disputado por Americano, Goytacaz, Olaria e Volta Redonda.

De lá para cá, o time vem oscilando entre as séries B e C do Rio de Janeiro. A principal razão são os problemas financeiros e litígios no seu departamento de futebol. A última vitória havia acontecido no primeiro jogo da decisão da Terceira Divisão de 2008: 1 a 0 sobre o Quissamã Futebol Clube, dia 29 de novembro.

Desde então, o Alvinegro da Zona Oeste só conheceu revezes. Primeiro, a derrota por 3 a 1 no jogo da volta, que custou-lhe o título, mas não o acesso de volta à Segunda Divisão Carioca. A agremiação disputou o campeonato estadual da Segundona, em 2009, após ser vice-campeã da terceira de 2008, e novamente foi rebaixada, terminando o Campeonato na penúltima posição.

Em 2011, repete a campanha pífia de anos anteriores e é eliminado na 2ª Fase do Campeonato Carioca da Terceira Divisão, como último colocado de seu grupo. Foram 14 jogos: 3 vitórias, 1 empate e 10 derrotas, sendo que 2 das 3 vitórias foram por WO contra o Canto do Rio que desistiu da competição após o prazo estipulado pela Federação.

Em 2012, o time é excluído do Campeonato Carioca da Terceira Divisão por dívidas com a Ferj. Em 2012 conquista a Taça Cidade de Nova Iguaçu de Futebol Feminino ao bater o Vasco da Gama na final por 2 a 0.

Em 2013, disputou o Campeonato Carioca da Terceira Divisão com um time formado nas divisões de base e chegou a brigar pela classificação, porém ficou fora da fase final.

Em 2014, o ano começou com mudança na diretoria, chegada de investidores no futebol, promessa de melhorias no Ítalo del Cima e confirmação de disputa da Série C do estadual. Contudo, por conta de problemas na inscrição de atletas, o time que vinha na liderança de sua chave, acabou eliminado na primeira fase da competição.

Em 2015, o time é excluído do Campeonato Carioca da Terceira Divisão por dívidas com a Ferj. Porém a Diretoria prometeu acertar as pendências e organizar as certidões para voltar a disputar em 2016.

HINO DO CAMPUSCA

(Link: https://www.youtube.com/watch?v=5ywHKzFFu2o)

Campo Grande, fabuloso Campo Grande
Grande também é o teu valor
Representante da Zona Rural
Cabal, denodado e empreendedor

Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias
Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador!

Avante Campo Grande, entre os grandes
Demonstra tua fibra, teu fulgor
Para gáudio da torcida
Que grita, aplaude e vibra
E idolatra seus atletas com fervor

Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias

Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador!

 

FONTES & FOTOS: Arquivco Pessoal – O Imparcial – Wikipédia – Rsssf Brasil – Um Coração Suburbano – Terceiro Tempo

 

O América Football Club é uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). O Mecão foi Fundado no dia 11 de Novembro de 1920, e possui a sua Sede na Rua Monsenhor Bruno, 1.341, no Bairro Meireles, em Fortaleza. Acima, o escudo e uniforme do América em 1967, um ano depois de conquistar o Bicampeonato Cearense de futebol (1936 e 1966).

 HISTÓRIA

Enquanto o time principal do Ceará conquistava todos os títulos na categoria que disputava, havia desde 1916, disputando e ganhando os campeonatos, a categoria infanto-juvenil, que apesar da conquista do  tetra-campeonato em 1919, os garotos alvinegros não tinham espaço nos treinamentos, nas reuniões e nas comemorações dos adultos.

Cansados desse tratamento, em 1920 eles marcaram uma reunião em 11 de novembro, na casa do líder do movimento – Juvenal Pompeu Magalhães, quando se discutiu acaloradamente o tema e, ao final, por unanimidade, ficou certa a dissidência com todo o grupo infanto-juvenil deixando o Ceará Sporting Club e, como conseqüência, criando um novo clube a partir daquele dia, sendo decidido na ocasião, as cores de sua camisa, o seu presidente e que seu nome seria América Football Club.

O grupo fundador tinha Acrísio Faria de Miranda, Aluísio Gondim Ribeiro, Aníbal Câmara Bonfim, Dagoberto Rodrigues, Antonio Benício Girão, Miguel Aguiar Picanço Filho, Crisanto Moreira da Rocha, além do próprio Juvenal Pompeu.

O 1º presidente, escolhido por unanimidade, foi Acrísio Faria de Miranda, que depois se tornaria político de renome e importância na história do nosso Estado.

Na época da fundação do América Football Club, a população do Ceará era de 1. 315. 828 habitantes e da capital era de 78.221 habitantes. O Governador do estado era Justiniano de Serpa, o prefeito de Fortaleza era Rubens Monte e o a Acebispo de Fortaleza era D. Manuel da Silva Gomes.

GRANDES ATLETAS

Na opinião dos historiadores do futebol brasileiro, o maior atleta canhoto de todos os tempos foi Canhoteiro, que jogou pelo América, saindo daqui para o São Paulo e de lá para a Seleção Brasileira. Também Geroldo, na década de 50, jogou no Sport Recife e na Seleção Brasileira.

Além deles Mundico, um dos maiores goleadores da nossa história, Zeca Alencar que chegou ao Palmeiras e à Seleção Brasileira, Aloísio Linhares, Pedrinho, Luciano Frota, Luciano Diogo, Cícero, Fernando Carlos, Mozarzinho, Fernandinho, Baíbe, Loril, Ninoso, Vilanova, Osmar, Pinha, Ribeiro e centenas de outros.

 GRANDES DIRIGENTES

Desde a sua fundação, em 1920, passaram pelo América, como dirigentes, muitos nomes ilustres, que dignificam a nossa história. A começar por Juvenal Pompeu e continuando com José Lino da Silveira, Aécio de Borba Vasconcelos, Marcílio Braune, Lívio correia Amaro, José de Borba, Vládine Pompeu, João Ramos de Carvalho, Cláudio Vilela Lima, Galba Gomes Gurgel, José Xerez, Herialdo Maia Cunha, José Chagas de Oliveira, Mileide Morais, Gianpaolo Damasceno, Alberto Damasceno e muitos outros.

VANGUARDA

Amparado pela Lei Zico, o América foi um dos primeiros clubes no Brasil a desmembrar do restante das atividades, a prática do futebol profissional e amador. Por decisão unânime dos seus dirigentes, transferiu direitos e deveres da prática futebolística para empresa criada com esta finalidade, denominada de AMÉRICA FUTEBOL COMÉRCIO INDÚSTRIA LTDA, que a partir de 1922 passou a administrar o futebol americano, completamente livre para fazê-lo, sem qualquer interveniência do antigo clube. Essa decisão ganhou divulgação pelo seu pioneirismo de inovar no esporte mais praticado no Brasil e estimulou outros clubes a tomarem caminho semelhante

 COMÉRCIO EXTERIOR

Mesmo não trabalhando com atletas famosos e caros, o novo América buscou colocar os jovens valores com que trabalhava no mercado externo do Brasil, cedendo jogadores para clubes da Europa, Ásia, África e das Américas, abrindo um caminho por onde viajaram mais de uma centena de jovens.

Como equipe de futebol, ainda hoje detém, com muita honra, o privilégio de haver sido o time cearense que mais jogou fora do Brasil, registrando inclusive, resultados honrosos, como a vitória por 1 a 0 sobre a seleção Nacional da Guiana Francesa e o empate sem gols com a seleção de Trinidad e Tobago, na gestão do Dr. Vládine Pompeu.

BICAMPEÃO CEARENSE

O seu maior feito ocorreu entre as décadas de 30 e 60. Quando se sagrou Bicampeão do Campeonato Cearense em 1935 e 1966. O América foi perdendo terreno e prestigio até que em 1997 acabou rebaixado para Segunda Divisão e, em 2004, nova queda, desta vez para a Terceirona Cearense.  

Contudo, em 2013, o Mecão sagrou-se campeão. Atualmente o clube disputa a Série B Cearense. O histórico ex-presidente do clube, o jornalista e radialista Alberto Damasceno, após 23 anos no cargo, foi substituído por seu filho, Jean Paolo Damasceno, no fim dos anos 2000. Em 2009 o clube passou para as mãos do atual presidente Cleston Sousa Santos.

Recentemente, o clube ganhou espaço no noticiário nacional por conta da contratação do jogador Mário Jardel, cearense que já vestiu a camisa de grandes clubes, do Brasil e do exterior, como o CR Vasco da Gama, Grêmio FBPA, FC Porto, Sporting CP, Galatasaray, chegando inclusive a ser convocado para a seleção brasileira.

CURIOSIDADES

 No Futsal, mesmo estando ausente do campeonato adulto desde 1969, ainda permanece como o segundo clube a ter mais títulos com oito conquistas: 1955, 1961, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968 e 1969. O mascote do América é a Águia, que a partir da década de 1990 virou o mascote oficial do clube, em substituição ao Diabo, o mascote anterior. As cores do uniforme do América são o vermelho e o branco, sendo que o 1º uniforme consiste de camisa, short e meiões vermelhos. O 2º uniforme é inteiramente na cor branca.

 TÍTULOS

Campeonato Cearense: 1935 e 1966.

Campeonato Cearense – Terceira Divisão: 2013

Torneio Início do Ceará: 6 vezes (1924, 1950, 1956, 1957, 1963 e 1970).

Campeão Cearense Aspirante: 1937, 1939 e 1948

Campeão Cearense Infantil : 1921, 1922 e 1940

Campeão Cearense Juvenil : 1933

Vice-Campeão Cearense: 1933, 1934, 1940, 1943, 1948, 1954

Taça Brasil Norte: 1967.

Vice-Campeão Cearense Aspirante: 1949

Vice-Campeão Cearense Infantil : 1925, 1928

Vice-Campeão Cearense Juvenil : 1929

 

PARTICIPAÇÕES NOS ESTADUAIS

Primeira Divisão: 1921 a 1927, 1933 a 1935, 1938, 1940 a 1942, 1948 a 1997.

Segunda Divisão: 1998 a 2004 2014-atual.

Terceira Divisão: 2005 a 2013.

 

HINO: AMÉRICA F.C.

 América, América, América

O grande amor de todos nós

Rumo certo de nossas crianças

Orgulho de nossos avós

Tua história começa juvenil

O futuro projeta vitórias mil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

Cada esporte praticado

Cada título conquistado

Enobrece o teu presente

Fortalece o teu passado

América que todos amam

Clube forte e varonil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

Tua cor é vermelho forte

Estímulo para os atletas

O lema é “Paz no Esporte”

Da escola, o brado de alerta

América, meu, seu, de todos nós

América, América, América

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

HinoAmérica, América, América

O grande amor de todos nós

Rumo certo de nossas crianças

Orgulho de nossos avós Tua história começa juvenil

O futuro projeta vitórias mil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil Cada esporte praticado

Cada título conquistado

Enobrece o teu presente

Fortalece o teu passado América que todos amam

Clube forte e varonil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil Tua cor é vermelho forte

Estímulo para os atletas

O lema é “Paz no Esporte”

Da escola, o brado de alerta América, meu, seu, de todos nós

América, América, América

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

 

FONTES: Site do Clube – Wikipédia – Diário de Pernambuco (Pág. 14, do dia 12-09-1967)

 

O Esporte Clube Itaúna é uma agremiação do Município de Itaúna (MG). O ‘Cachorrão’ foi Fundado em 1914, com o nome de Itaúna Foot-Ball Club, por um grupo de amigos, a fim de treinar num campo que existia abaixo do Grande Hotel Itaúna. Por sinal, foi o primeiro na história do município. Foi presidido por Josaphat Santiago, e tendo na diretoria os senhores Sólon Mello, José Santiago e Abelardo Lima, jovens entusiastas do esporte, ligados ao Clube Literário local.

O clube esportivo contava também com a colaboração de Mário Lima, Dr. Juju, Candico, Oscar Gonçalves, entre outros jogadores. Sob o comando técnico de Abelardo Lima, eles treinavam e jogavam num campinho de gramado ralo e irregular, situado no retiro São João – local onde, anos depois, seria construído o Estádio “José Flávio de Carvalho”.

Quinze anos depois, mais precisamente no dia 29 de Junho de 1929, adotou o nome atual: Esporte Clube Itaúna, por meio de uma sociedade composta de número ilimitado de sócios, sem distinção de nacionalidade, culto ou sexo.

A maior finalidade do clube, era proporcionar socialmente a difusão do civismo e da cultura física, sobretudo, o futebol O ECI poderia ainda praticar e competir em outras modalidades esportivas amadoras especializadas e realizar promoções de caráter social e cultural.

Em fins da década de 30 foi realizado o primeiro jogo com o time profissional. A partida se deu contra o América Futebol Clube de Belo Horizonte, que foi vencido por 2 a 1. Com o passar do tempo o clube itaunense sentia a necessidade de possuir um estádio maior.

E graças ao auxílio do Sr.Lincoln Nogueira Machado e do Sr. José Flávio de Carvalho fizeram do pequeno campinho o Estádio “José Flávio de Carvalho”, que passou a ser utilizado pelo Esporte Clube Itaúna.

A partir de então o Esporte Clube Itaúna iniciou sua participação em campeonatos diversos, passando a necessitar do apoio de empresas da região para custear suas viagens e demais despesas geradas pelas competições estaduais.

O maior triunfo do clube foi ter vencido por 2 a 1 em uma partida amistosa o Cruzeiro, de Tostão e Piazza, na inauguração do Estádio Municipal José Flávio de Carvalho, em 1964. O fato mais importante vivido na história do Esporte Clube Itaúna foi ter se sagrado vice-campeão da 2ª divisão profissional e Campeão do Oeste Mineiro ao vencer o Cruzeiro de Belo Horizonte por 3 a 1. Por diversos anos o Esporte disputou as categorias de base do Campeonato Mineiro, promovido pela Federação Mineira de Futebol (FMF).

O apoio, era recebido de itaunenses ilustres, gente do comércio e indústria da época. Apoio este, era vindo das mais variadas formas, seja em permuta por algum bem material necessário, seja financeiro, para o custeio de materiais esportivos, uniformes e viagens.

O Esporte Clube Itauna presidido pelo empresário internacional Camilo Abranches é um dos clubes que mais revelam jogadores para grandes clubes do futebol do Brasil e exterior : Gabriel goleiro do Milan, Sebá atacante do Porto, Anselmo Ramon do Cruzeiro , Demerson do Coritiba, Pedro Paulo do Cruzeiro , Ramires do Cruzeiro, Maranhão do Cruz Azul do México , jogadores que fizeram parte das seleções do Brasil Sub 17 / 20 e da Seleção Olimpica e Principal.

HINO

Letra: Heleno Luiz de Souza

Música: Hélio Luiz de Souza

Esporte, Esporte, Esporte

Tu és mais forte com a fusão

Esporte, Esporte, Esporte

Tricolor de Coração.

Renasceu

Pra reviver sua história

Décadas de glórias

Nos gramados de Minas Gerais.

Ó, Tricolor,

Seu branco simboliza a paz,

Seu vermelho é paixão,

O preto é raça e união.

Ó, Tricolor,

Esporte Clube de tradição.

Nosso mascote tem pedigree…

E pinta de campeão.

Títulos

Categorias de Base

Esporte Clube Itaúna no Campeonato Mineiro – Módulo II
Ano 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Pos. - 10º 11° - - - - -
Ano 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026
Pos. - - - - - - - - - -

 

Minas Gerais Esporte Clube Itaúna no Campeonato Mineiro – 2ª Divisão
Ano 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Pos. - - - - - - - -
Ano 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026
Pos. - - - - - - - - - -

 

Minas Gerais Esporte Clube Itaúna na Taça Minas Gerais
Ano 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Pos. - - - - - - - - -
Ano 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026
Pos. - - - - - - - - - -

FONTES: Fazine Itaúna – Wikipédia – Blog do Cachorrão

 
Escudos do Caxias ambos oficiais da esquerda atual, o da direita usado no início do clube

Hoje o Caxias Esporte Clube completa 75 anos de sua fundação. A história registrada das entidades de classe da PMES tem seu inicio no dia 29 de julho 1919, conforme a Ordem do Dia n° 159-A, do Corpo Militar de Policia (PMES), quando por iniciativa do tenente Francisco Eujênio de Assis implanta na Corporação capixaba (PMES), o Clube Militar de Foot Ball, como uma espécie de associação destina a proporcionar atividades de lazer para os integrantes da Corporação capixaba, a qual podemos dizer que foi o embrião do Caxias Esporte Clube, sendo empossados na época o capitão Abílio Martins (presidente) e, o tenente João Barbetta da Rocha (tesoureiro).

Uniforme titular
Uniforme reserva

No inicio de 1924, temos o primeiro registro em boletim da PM, da formação de uma equipe de futebol da Corporação capixaba, com a seguinte publicação: “O time da Policia treinará amanhã as 08:00 horas, no campo do América em Paul contra o Victória FC. Escalados, Oliveiros, Nicanor, Nilo Roque, Bidon, Nery, Pedro Alves, Eurico, Vitor, Miranda, Luiz Andrade e Euphrasio”. (Boletim nº. 12, de 12.01.1924). Estava dado o segundo passo para a criação de uma equipe de Futebol de Campo na PMES. Mas a idéia ainda demoraria muito para se tornar realidade e, somente 16 anos depois, finalmente, o sonho se realizaria.

Em 6 de setembro de 1940 é fundado na PMES o Caxias Esporte Clube integrado por jogadores pertencentes aos quadros da Força Policial capixaba, cuja denominação homenagem o patrono do Exército Brasileiro, marechal Luis Alves de Lima e Silva, o “Duque de Caxias”, com as cores vermelho e preto. Em sua história duas grandes conquistas, o campeonato estadual de 1944 e o Taça Cidade de Vitória de 1970.
título estadual de 1944 só foi possível graças a uma virada épica do Caxias, na penúltima rodada, no dia 17 de dezembro de 1944 fez uma das partidas mais emocionante da história do campeonato capixaba, quando enfrentou o Rio Branco favorito a conquista do campeonato.
O primeiro tempo terminou e o Rio Branco vencendo por 3 a 0. Na 2ª etapa o Caxias partiu para cima do adversário com tudo e Louro fez 2 gols, ninguém acreditava no que acontecia logo em seguida, Lambari empatou a partida em 3×3, e quase no final Wilson fez algo inacreditável virou a partida para 4×3 dando a vitória à equipe policial militar, na ultima rodada o Caxias derrotou o América enquanto o Rio Branco parou no Vitória, dando o título inédito de campeão capixaba a Caxias EC.(entraram em campo pelo Caxias no 4×3 : a manchete: “CAXIAS CAMPEÃO DE 1944”, e no dia 7(p. 7), fez uma reportagem homenageando o Caxias Esporte Clube, Campeão de 1944, que durante a competição atuou com a seguinte equipe: DIAS, BAZÉ, ANICETO, PALMEIRAS, AUTO, JARBAS, DUQUINHA, WILSON, LAURO, LAMBARI e JERÔNIMO, e ainda participaram em algumas partidas NELSON, DOMINGOS, VADINHO e BATISTA tendo MUSSIELO como treinador).

Em 1945, o Rio Branco sagra-se campeão, e o Caxias E.C. termina a competição como vice-campeão, posição que só voltaria a alcançar dez anos depois, no Campeonato Capixaba do ano de 1955, quando conquistou o “Torneio Início” com a equipe formada por: CARLINHOS, GALDINO, WALLACE, FERRINHO, TIÃO e FIRMINO; CARMOSINO, VAVÁ, EMILIANO, NILSON E LEOZICO.

Em 1961, o Caxias Futebol Clube foi novamente campeão do “Torneio Início” com a seguinte equipe formação: LOURO, ALVARENGA, JORGE REIS; AGRIMALDO, GLADSTONE, ZIZINHO, CARMOSINO, JURANDIR, RUBINHO, JORGE CORDEIRO e RONALDO

Em 1970 no título da Taça Cidade de Vitória novamente teve o Rio Branco como o adversário batido após empate em 1×1 na ida, na partida de volta o Caxias venceu por 2×0 conquistando mais este título inédito, no ano seguinte o clube se afastou de competições oficias onde só voltaria a jogar em 2008 e 2009 a série B capixaba, mas nas categorias de base o Caxias continua firme e forte disputando quase todas as competições oficiais da federação estadual,. além de já ter participado e ainda participa de competições amadoras, entre elas Remo, Natação, Atletismo, Vôlei  e Basquete.

O Caxias Esporte Clube está localizado na Rua Marins Alvarino, n. 35, Itararé, Vitória/ES, tendo em suas laterais a Av. Maruípe, Av. Leitão da Silva e Rua Arlindo Sodré.

:. CEP.: 29.047-660

fontes : site oficial do clube Caxias E.C e  Memória Futebol Capixaba

 

Modelo da década de 60

O Esporte Clube Siderúrgica é uma agremiação da cidade de Sabará (MG). Com Sede na  Rua da Ponte s/n, no Bairro Siderúrgica (CEP: 34.515-190), o clube Alvi-celeste foi Fundado no dia 31 de Maio de 1930, por funcionários da Companhia Siderúrgica Belgo Mineira, que por sua vez patrocinou o clube, tanto no aprimoramento dos diversos departamentos da agremiação quanto no futebol profissional. Em 1943, o cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, definiu como mascote da equipe uma Tartaruga.

Escudo publicado na Placar

O 1º presidente foi Felício Roberto e o primeiro campo de futebol foi construído com o patrocínio da Belgo, em terreno doado pelo Recreio Club Siderúrgica. Pouco mais de dois meses e meio, o Siderúrgica estreou nos gramados. No dia 17 de agosto de 1930, acabou derrotado, fora de casa, para o Alves Nogueira Foot-Ball Club.

O investimento, somado a boa estrutura do Siderúrgica acabou rendendo bons frutos. Em 1932, já tendo aderido ao profissionalismo e filiado pelo Liga Mineira de Desportos Terrestres (LMDT), o clube faturou o seu primeiro título, ao se sagrar campeão do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão.

A equipe fez uma campanha sólida, com nove jogos e 15 pontos, com sete vitórias, um empate e uma derrota; marcando 22 gols e cinco contra. Triunfos em cima do Esperança FBC (1 a 0 e 8 a 1), Montes Claros SC (4 a 1), Tupy Athletico Club (2 a 1); Palmeiras FC (2 a 0); SC Horizontino (4 a 2 e 1 a 0); empate com o Palmeiras FC (0 a 0); e derrota por W.O. para o Montes Claros Sport Club.

EM 1934, O CLUBE GANHA ‘CASA NOVA’

Em 26 de agosto de 1934, o Esporte Clube Siderúrgica recebeu o seu “Alçapão”: o  Estádio Eli Seabra Filho (Foto acima), com capacidade para 3 mil espectadores, localizado em Sabará.

Time Campeão de 1937

CAMPEÃO MINEIRO

Na Elite Mineira, o Siderúrgica terminou na 3ª posição em 1933, 1934 e 1935. Em 1936, ‘bateu na trave’, ficando com o vice-campeonato, só atrás do Atlético Mineiro. Enfim, no ano de 1937, o Siderúrgica faturou o caneco do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão.

Após 10 rodadas, Siderúrgica (seis vitórias, dois empates e duas derrotas; marcando 21 gols e sofrendo 10) e Villa Nova (seis vitórias, dois empates e duas derrotas; marcando 15 gols e sofrendo oito) terminaram empatados com 14 pontos.

Com isso, foi necessário três jogos para definir o campeão. No primeiro, o Villa Nova (20 de março de 1938), aproveitou o fator campo e venceu por 3 a 1 (gols de Geraldino, duas vezes, e Remo para o Villa, enquanto Arlindo fez o de honra para o Siderúrgica).

Cinco dias depois, o Siderúrgica, em casa, deu o troco vencendo de forma convincente por 3 a 0, com gols de Chiquito, dois tentos, e Rômulo. Então, no terceiro e último derradeiro (03 de abril de 1938), o Siderúrgica, bateu o Villa Nova por 1 a 0, e levantou a taça. O gol do título foi assinalado por Arlindo, que de quebra, terminou a competição como artilheiro do certame com 10 gols.

Equipe campeã de 1964

BICAMPEÃO MINEIRO

E, das décadas seguintes, o Siderúrgica continuou mostrando ser uma das forças do futebol mineiro, ficando o vice em 1938, 1941, 1950, 1952 e 1960; terceiro lugar em 1939, 1940, 1942, 1953, 1954 e 1956; quarto colocado em 1943, 1944, 1951, 1955 e 1963; Quinto em 1948; Sexto lugar em 1946, 1947, 1949 e 1958; Sétimo colocado em 1945, 1957 e 1961; e 9º lugar em 1959 e 1962.

Então, em 1964, veio o Bicampeonato Mineiro. A definição ocorreu na última rodada e com o adversário direto: América Mineiro. As duas equipes entraram em campo com uma diferença de apenas um pontinho: Siderúrgica com 33 e o América com 32.

Mesmo atuando no Estádio Independência, no dia 13 de dezembro de 1964, o Siderúrgica venceu, de forma contundente, pelo placar de 3 a 1, com gols de Ernane, Noventa e Aldeir para o Alvi-celeste; enquanto Jair Bala descontou para o Coelho.

Após a conquista, deu início à festa na cidade histórica de Sabará, distante apenas 25 km de Belo Horizonte. Na campanha de 1964 a Tartaruga só perdeu uma partida para o Cruzeiro. Foram 22 jogos, com 14 vitórias,  sete empates e apenas uma derrota; marcando 45 gols e sofrendo.

O time campeão comandados por Yustrich jogou com a seguinte formação: Djair; Geraldinho, Chiquito, Zé Luis, Dawson; Edson, Paulista; Ernane, Silvestre, Noventa (Aldeir), Tião Cavadinha.

Em 1965, já na era Mineirão, o Siderúrgica conseguiu a terceira colocação no Estadual, atrás de Cruzeiro e América e à frente do Atlético Mineiro, utilizando a mesma base que conquistara o título de 64. Aliás, como campeão mineiro em 1964, coube ao Siderúrgica a honra de representar Minas Gerais na Taça Brasil de 1965, disputando o primeiro jogo oficial da história do recém inaugurado Mineirão.

No dia 29 de setembro de 1965, 24 dias após a inauguração do estádio, o Siderúrgica recebeu o Atlético-GO, no estádio da Pampulha, no jogo de volta da decisão da Zona Centro e venceu por 3 a 1, seguindo adiante na competição, quando foi eliminado pelo Grêmio.

TETRACAMPEÃO DO TORNEIO INÍCIO

No Torneio Início, o Siderúrgica mais uma vez confirmou que era uma força do futebol mineiro. O clube chegou na final, em seis oportunidades. Desse total, faturou quatro títulos (1942, 1951 e 1956, 1965), além dos dois vices (1939 e 1945).

No dia 03 de Maio de 1942, no Estádio Barro Preto, em Belo Horizonte, veio o título. Bateu o Aeroporto, nas Quartas de finais, por 2 a 0. Nas Semifinais, venceu o Atlético Mineiro por 1 a 0; e na decisão triunfou em cima do América Mineiro por 1 a 0, se sagrando campeão. O Time comandado por Mascote foi o seguinte: Geraldão; Perácio, Edílson; Floriano, Morais, Nilton; Migueira, Vieira, Ceci, Paulo, Rômulo.

No dia 15 de Julho de 1951, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, veio o Bi do Torneio Início. Nas Quartas, após o empate sem gols, eliminou o América Mineiro, nos pênaltis: 3 a 2. Nas semifinais, novo empate em 0 a 0, e vitória os escanteios: 1 a 0, no Sete de Setembro. Na decisão, mais um empate em 1 a 1, e o título veio nos escanteios: 2 a 1, no Metalusina.

No dia 29 de Julho de 1956, no Estádio Barro Preto, em Belo Horizonte, o Siderúrgica levou o seu terceiro caneco. Passou pelo Asas, nas Oitavas; o Meridional, nas Quartas; e o Villa Nova, nas semifinais, todos pelo mesmo placar: 1 a 0. Na grande final, superou o Atlético Mineiro por 2 a 1, com gols de Joãozinho duas vezes para o Siderúrgica; descontando Silva para o Galo.

O time dos comandados de João Vermelho foi a campo com a seguinte escalação:  Noni; Zú, Pé de Chumbo; Procópio, Paulo, Amaro; Helton, Michel, Joãozinho, Russinho, Coelho.

No dia03 de Julho de 1965, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, o Siderúrgica chegou ao Tetra do Torneio Início. Na 1ª Fase, após o empate sem gols, superou o Democrata de Sete Lagoas, nos pênaltis: 2 a 1. Nas Quartas, novo empate em 0 a 0, mais um triunfo nos pênaltis, em cima do América Mineiro: 6 a 5. Nas semifinais, outro placar em 0 a 0, e mais uma vez vitória nas penalidades: 6 a 4, no Guarani FC, de Divinópolis.

A grande final, aconteceu no dia seguinte (04 de Julho de 1965), no mesmo campo, o Siderúrgica bateu o Renascença por 2 a 1, com gols de Nísio, contra, e Noventa; enquanto Zezinho fez o de honra para o Renascença.

 

SIDERÚRGIA FECHA ÀS PORTAS

Mas em 1966, com a revolução industrial no país, viu-se a empresa obrigada a cessar o patrocínio do departamento de futebol profissional, preferindo manter apenas os departamentos de amadores do Clube, pondo fim a 34 anos de fidelidade e deixando o Esporte Clube Siderúrgica em dificuldades e sem condições de prosseguir sozinho. Com isso o time acabou rebaixado no mesmo ano, ficando na penúltima colocação do campeonato.

Escudo atual: 2000-2015

APÓS 26 ANOS… O RETORNO!

O Siderúrgica voltou a atuar no futebol somente em 1993 e depois em 1997 nas divisões inferiores de Minas, entretanto, não conseguiu nem de longe o brilho das décadas anteriores.

Depois teve uma volta em 2007, mas acabou por ficar na penúltima colocação de seu grupo, depois disso se afastou novamente. Novo retorno no Campeonato Mineiro da Terceira Divisão de 2012, terminando na quarta colocação de seu grupo. Neste ano, o Esporte Clube Siderúrgica está disputando o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão (que na prática equivale a Terceirona).

Até o presente momento, restando duas rodadas para i final da primeira fase, o Siderúrgica, já eliminado, está na última colocação do Grupo A, com apenas um ponto (seis jogos, com um empate e cinco derrotas; marcando dois gols e sofrendo 16). No último domingo (30 de agosto de 2015), acabou derrotado, fora de casa, para o Valeriodoce por 1 a 0.

Comandados pelo técnico Weverson Alves, o time jogou com a seguinte equipe: Allan; Wesley, Paulo, Renato e Rafael; Nalbertty, Uilquison, Evandro e Diones; Samuel e Luan.

 

NÚMEROS DO SIDERÚRGICA NO ESTADUAL, ENTRE 1933-66 

O Esporte Clube Siderúrgica esteve presente, de forma ininterrupta, na Elite do Futebol Mineiro entre 1933 a 1966. No somatório dessas 34 edições do Campeonato Mineiro da Primeira Divisão, os números deixam claro a força dessa agremiação Bicampeã Mineira. Vejam abaixo os números:

Jogos:                         614

Pontos Ganhos:    685 

Vitórias:                   293

Empates:                   99

Derrotas:                 222

Gols pró:                1.213

Gols Contra:          955

Saldo:                       258

 

HINO DO E.C. SIDERÚRGICA (https://www.youtube.com/watch?v=ZvsquM8cbts)

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

A tartaruga anda devagar,
Mas neste passo comanda o pelotão,
Ninguém consegue acompanhar.
A Tartaruga do Napoleão.
Não tem, não tem.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

A tartaruga anda devagar,
Mas neste passo comanda o pelotão,
Ninguém consegue acompanhar.
A Tartaruga do Napoleão.
Não tem, não tem.

 

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia – Federação Mineira de Futebol  - Revista Placar

FOTOS: Sites Campeões do Futebol – Overmundo – Liga de Sabará – Panoramio

 

O Athletic Club é uma agremiação da Cidade de São João Del Rei (MG). O Alvinegro foi Fundado no dia 27 de Junho de 1909, tem a sua Sede na Avenida Tiradentes, 671, no Centro da cidade. O seu surgimento foi em razão dos desportistas da cidade pelo futebol.

A maior conquista aconteceu em 1969, quando Athletic Club ficou com o Vice-campeonato do Mineiro da Terceira Divisão (o amigo e membro Vitor Dias contou em detalhes este certame: http://cacellain.com.br/blog/?tag=america-recreativo).

Afinal, das cinco equipes inscritas, três desistiram de participar, só restando as duas equipes de São João Del Rei:América e Athletic. No final, melhor para o Athletic Club, que venceu os dois jogos: 2 a 0 e 2 a 1. Na sequência, acabou perdendo o título para o Nacional de Muriaé.  No primeiro jogo (30/11/1969), acabou derrotado, fora de casa, pelo placar de 3 a 1.

No jogo de volta (07/12/1969), como mandante, o Athletic venceu por 3 a 2. Com isso,  foi designado um um jogo-extra para definir o grande campeão. Então, no dia 14 de dezembro de 1969, na preliminar de Seleção Mineira e do Distrito Federal (RJ), o Nacional levou a melhor, vencebdo o Athletic por 2 a 1, no Mineirão.

CLUBE

Possui estrutura moderna, onde cada detalhe foi planejado para que todo sócio possa usufruir de lazer, praticar esportes, relaxar e fazer novos amigos com conforto e segurança.

Suas equipes participam anualmente de competições oficiais das federações de futebol, futsal, basquete, natação e voleibol, além de promover competições internas para seus sócios e atletas.

 

HINO OFICIAL DO ATHLETIC CLUB
Versos de Lourenço de Oliveira

Música de José de Assis Filho

1    Nos fastos esportivos de São João
Glorioso clube, o teu nome rebrilha!
Do futebol nos campos, tua ação
Da honra e da lealdade segue a trilha!

2    Em nosso peito altivo pulsa forte,
Um coração todo alve-negro todo!
Inspira-nos tuas cores o denodo
Para as refregas túrbidas do esporte!
(Refrão)   Athleticanos somos valorosos!
                  Nosso clube com ardor defenderemos!
                  Havemos de dizer sempre garbosos:
                  Athleticanos somos e seremos.

3    No teu gramado, em Matozinhos, quando
enfrentas o inimigo, na peleja,
nossa alma vibra e espera, palpitante,
a hora triunfal que te deseja.

4    Sabes vencer, também sabes perder:
reconhecer do contendor os méritos
E não é fácil tais virtudes ter,
tais dotes de equilíbrio, – dons eméritos!

(Refrão 2 vezes)

5    As cores do teu lábaro sagrado
São respeitadas, valorosa são.
E cada filho teu tem desenhado
de “branco “ e “preto” o próprio coração.

6    Inúmeros troféus tens conquistado
no rude campo aberto dos torneios.
De glórias tens o nome aureolado,
De belos feitos os teus fastos cheios!

(Refrão 2 vezes)

7    Alve-negro pendão, salve tremula!
Nas tuas dobras vivída se agita,
quando a brisa as desfralda e, branda, oscula
e alma de campeão que em ti palpita.

      As cores do teu lábaro sagrado
      São respeitadas, valorosa são.
      E cada filho teu tem desenhado
      de “branco “ e “preto” o próprio coração.

(Refrão 2 vezes)

 

FONTES: Site e Páginia do clube no Facebook – Rsssf Brasil

 

Final dos anos 60 e início de 70

O Formiga Esporte Clube é uma agremiação do Município de Formiga (com uma população de 67.833 habitantes, segundo o IBGE/2014), que fica a 196 km da capital mineira. O FEC foi Fundado no dia 17 de Março de 1929, possui a sua Sede na Avenida Paulo Lins, s/n, no Centro da cidade. O seu Estádio Pedro Juca, tem capacidade para 2.500 pessoas.

O Formiga foi um dos poucos times do interior do estado a enfrentar equipes de categoria como:  Atlético Mineiro, BotafogoFlamengo e Vasco da Gama, que contavam com os maiores craques da época.

Time de 1968

PRIMEIRO TÍTULO

No ano de 1950, o FEC conquistou um de seus maiores títulos: Campeão dos Campeões do Interior. No ano 1964, o presidente Lubélio Laudares de Oliveira começou a pensar em tornar o FEC um time profissional e disputar campeonatos a nível regional.

Em 1965, apesar das dificuldades, o Formiga conseguiu chegar a final do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão. O FEC jogou a final do torneio contra Companhia Ferro Brasileiro, venceu e subiu para a Elite do Futebol de Minas.

Em 1966, começou a disputar o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. O FEC, fez uma péssima campanha terminando a competição em 10º lugar entre 12 clubes. Em 22 jogos, foram 2 vitórias, 8 empates e 12 derrotas.

No Ano de 1967, o FEC fez uma excelente campanha, sendo considerado um dos times mais fortes de Minas. Neste a no o Formiga se tornou “Campeão do Interior“, ficando na 4ª colocação no Campeonato Mineiro. Ficando atrás de apenas Cruzeiro, Atlético e América.

O Formiga fez uma excelente campanha, tendo um aproveitamento de 45,45%. Com Seis Vitórias, Oito Empates e Oito Derrotas. O Ataque o FEC também fez bonito, fazendo 28 gols.

O FEC também conseguiu grandes feitos: o primeiro foi empatar com o Atlético Mineiro em pleno Mineirão, e o segundo foi empatar com o América no Juca Pedro.

Em 1969, embalado pelo sucesso de 1968, o FEC deu continuidade no trabalho e fez um campeonato honroso, o Torneio em 69. Na reunião do Conselho Divisional em 07 de janeiro decidiu mudar as regras do Campeonato Mineiro da Divisão Extra.

A tabela dirigida foi abolida e o certame passou a ser disputado nos moldes antigos. Também foi definido a inclusão de mais quatro equipes no CampeonatoDemocrata (Governador Valadares), Sete de Setembro e Tupi de Juiz de Fora a título precário – aumentando o número de participantes de 12 para 16 equipes.

O FEC fez um bom primeiro turno, terminando em sexto. Mas o segundo turno foi um desastre, terminando na 15ª colocação. Na soma total o FEC terminou em 11° Lugar e nunca mais disputou o a Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. Neste ano o Formiga, Democrata/SL, Democrata/GV, Vila do Carmo, Sete de Setembro e USIPA; foram rebaixados. E o campeonato voltou aos moldes antigos, com apenas 12 equipes

O Lendário e Tradicional Formigão 68, ficou conhecido pela campanha que fez neste ano; apesar de não ser campeão do interior, pois o Uberlândia acabou na frente do FEC, que acabou em 4° Lugar, atrás de Cruzeiro, Atlético e o próprio Uberlândia.

Nesta equipe tinham grandes jogadores como Lentine, Cristóvão, Adinan, Sudaco, Canhoto, Coutinho, Zé Horta, Hali, Darci Crespo, entre outros. O FEC terminou a 1ª Fase como vice-líder invicto, Ganhado do América e empatando com Atlético e Cruzeiro (no marcante 2 a 2, Cristóvão e Sudaco marcaram pelo FEC e Tostão descontou para o Cruzeiro).

Escudo e uniforme dos anos 40

TÍTULOS

Campeão dos Campeões do Interior: 1950.
Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965.

Campeão do Interior da Primeira Divisão 1967.

Formiga da década de 40

HINO DO FORMIGA E.C. (YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=AXGPs1EzXq0)

Meu Formiga Esporte Clube
Entre em campo e faz vibrar os corações
e a massa explode e grita
salve salve o invencível campeão

Com garra. emoção e muitas glórias
meu time é só paixão, é só vitórias
Meu Formiga Esporte Clube
toca a bola, dá um show e faz tremer
e a galera explode e grita
nosso lema é lutar, vencer, vencer

Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão 
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão

 

FONTES & FOTO: Site do e Página no Facebook do Clube – GloboEsporte.Com

 

O Democrata Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de Sete Lagoas (MG). Fundado no dia 14 de junho de 1914, por um grupo de amigos. Seu primeiro uniforme, já com listras verticais em vermelho e branco, chegaria de trem, no dia 25 do mesmo mês, encomendado no Rio de Janeiro.

Modestino C. de Andrade, Alfredo Rodrigues dos Santos, José Cândido de Andrade, João Domingos de Carvalho, João Avellar Penna, José Moreira de Abreu, Francisco Wanderley Azeredo, Bernardo de Figueiredo, Aglophile Patry, Francisco José L’abbate, Raymundo Andrade, Claudionor Campolina, Exaltino Gonçalves, Odorico Mourão, Raymundo Simões, Laerth Ramos, Atilla Pimentel Costa, José Ferreira Coelho, José Silvino Coelho de Avellar, Odilon Andrade Costa, Antonio Maia Junior e João Netto foram os fundadores daquele que viria a ser “batizado” de Jacaré, mascote idealizado pelo famoso caricaturista mineiro Fernando Pieruccetti, o Mangabeira, na década de 1950, em alusão às lagoas de Sete Lagoas.

A primeira partida oficial aconteceria em 06 de setembro de 1914, contra o Ordem e Progresso, da cidade vizinha de Matozinhos, com triunfo dos democratenses por 4 a 1. Jogaram aquela partida pelo Democrata: Álvaro Rosa, João Netto e Laerth Ramos, Aglophile Patry, Augusto Ottoni e Francisco Andrade, Alfredo dos Santos, Raymundo Simões, Joel Andrade, Honório Ottoni e Ildefonso Moreno.

Até 1953, o Democrata disputou apenas competições amadoras em Sete Lagoas e região, tendo se consagrado campeão por diversas vezes. Naquele ano, o Clube foi lançado ao profissionalismo e disputou, sem muito sucesso, o Campeonato Cidade de Belo Horizonte, que viria a ser o Campeonato Mineiro.

Entre 1954 e 1963, contudo, o Jacaré passou para a “prateleira de cima” do futebol mineiro, sagrando-se vice-campeão mineiro em três ocasiões – 1955, 1957 e 1963 e sempre figurando entre os primeiros colocados nos demais anos.

Naqueles áureos anos, período em que foi administrado por figuras ímpares de Sete Lagoas, o Jacaré construiu sua mais imponente sede, denominada Edifício Márcio Paulino, às margens da Lagoa Paulino, inaugurada em 1962 e leiloada para quitação de dívidas em 2008.

Desde então, o representante maior do esporte setelagoano passou por altos e baixos constantes dentro e fora das quatro linhas, tendo, inclusive, se afastado do futebol profissional. Mergulhado em dívidas provocadas por seguidas más administrações, o Clube viu parte de seu patrimônio ser dilacerado e colecionou péssimas campanhas do Campeonato Estadual, freqüentando as divisões inferiores por várias vezes.

Em 2003, o Democrata voltou ao futebol profissional e foi vice-campeão da 2ª divisão (3ª na prática). Em 2004, o Clube chegou à elite do futebol mineiro tendo sido vice-campeão novamente, desta vez do módulo II (2ª divisão na prática). Em 2005, o Jacaré quase foi novamente rebaixado, amargando a ante-penúltima posição.

Já em 2006, o Democrata inaugurou, ainda que em condições apenas razoáveis, o Estádio Joaquim Henrique Nogueira – Arena do Jacaré – que substituiria o lendário, mas já ultrapassado, José Duarte de Paiva, onde o clube mandava seus jogos.

Naquele ano, o Jacaré faria uma boa campanha terminando no meio da tabela (6ª posição entre 12 equipes). Em 2007, encerrou sua participação no estadual na 8ª posição, o que seria o prenúncio do trágico rebaixamento à 2ª divisão em 2008, seguido da catastrófica volta à 3ª divisão em 2009.

Entre 2010 e 2012, o Democrata disputou a 3ª divisão por 3 vezes, tendo conseguido o almejado acesso à 2ª divisão em 2012, depois de campanha que propiciou o vice-campeonato ao Clube.

Atualmente, o Jacaré disputa a 2ª divisão com o objetivo de ascender à 1ª e disputá-la em 2014, ano de seu centenário de fundação.

Mesmo diante de tantos fracassos, a torcida do Democrata continuou crescendo, o que provocou o aparecimento de torcidas organizadas (e ordeiras!), com destaque para a Raça Alvi-Rubra e a Demogolo, e da Associação Amigos do Democrata, entidade nascida com o objetivo de apoiar o Clube também administrativamente.

Quis o destino que o Brasil fosse escolhido como sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014, sendo Belo Horizonte, nossa capital e vizinha, uma das cidades que abrigará uma chave do Mundial.

Diante disso, e da necessidade de reforma completa do Estádio Governador Magalhães Pinto – Mineirão –, a Arena do Jacaré foi escolhida como um dos seus substitutos até 2012. Para tanto, Arena foi completamente remodelada, passando a figurar entre os melhores estádios do País, o que poderá significar a redenção do Democrata Futebol Clube.

 

FONTE: Site do Clube

 

O Esporte Clube de Patos é uma agremiação do Município de Patos (PB). A sua Sede fica situada na Rua Pedro Firmino, s/n, no Centro de Patos. O ‘Terror do Sertão’ foi Fundado no dia 07 de Julho de 1952, em uma reunião realizada na sede do Tiro de Guerra de Patos, por alguns ex-atletas do extinto Botafogo de Inocêncio Oliveira Patos, sob o comando do Zéu Palmeira e de Antônio Araújo, conhecido como Araújo, maior glória do Esporte.

Admiradores do futebol pernambucano, os fundadores homenagearam o Sport e o Náutico, ao denominar a equipe como Esporte Clube de Patos e ao utilizarem o mesmo padrão adotado pelo alvirrubro recifense na época. Foram seus fundadores: Inocêncio Oliveira, Sargento Porfírio, Zéu Palmeira, Antônio Araújo, Souto Maior, Dr. Lauro Queiroz, Wilson Nobre, Mozinho Leitão, Francisco Queiroz (Chicão), Medeiros da Chevrolet, Vavá Brandão e Chico.

 

PRIMEIROS PRESIDENTE E TÉCNICO

O 1º presidente do Esporte foi José Torreão e primeiro técnico foi Manoel de Andrade. Conforme está registrado no álbum do futebol, em depoimento Inocêncio Oliveira afirmou que o Esporte surgiu da vontade de alguns torcedores em criar uma nova entidade esportiva para Patos, substituindo assim, o inesquecível Botafogo.

Segundo Metódio Leitão a escolha do nome do Esporte Clube de Patos foi uma proposta do Sr. Bivar Olhinto de Melo e Silva, que além de jogador, também foi juiz de futebol. Bivar Olhinto anos depois, foi eleito Prefeito de Patos e, posteriormente, deputado federal.

O Esporte durante muitos anos foi mantido e comandado por um de seus grandes jogadores, Zéu Palmeira e sua sede localizava-se na Avenida Epitácio Pessoa no centro de Patos, local onde hoje é o Banco do Brasil.

 

FUTEBOL

A tradição do Esporte Clube de Patos vem de muito tempo, visto que desde sua fase como time amador teve grandes atletas e formou equipes muito boas, mesmo antes de tornar uma equipe profissional, o que somente aconteceu em 1964 e, no ano seguinte 1965 passou a disputar o Campeonato Paraibano, permanecendo até 1974.

Em 1972 conquistou o Torneio Inicio promovido pela Federação Paraibana de Futebol (FPF), e em 1993, depois de 21 anos conquistou novamente. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995. Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão no ano de 2005, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.

O Esporte na época ainda como equipe amadora proporcionou a sua aguerrida torcida, muitas alegrias no velho e inesquecível campo do ginásio. Ali partidas memoráveis contra equipes famosas foram realizadas: Sport Recife, São Cristovão (RJ) e Portuguesa Carioca (RJ), Ipiranga (BA), Sergipe, ASA de Arapiraca, Treze, Campinense e Paulistano de Campina Grande, Auto Esporte e Brejui de Currais Novos, dentre tantas outras.

Ali também o Esporte nunca perdeu para o seu grande rival, o Nacional e na primeira partida ganhou por 3 a 1. Em função de sua fama no interior do Nordeste, o Esporte foi convidado e disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, a qual na época chegou a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte, que tinha grandes equipes e era destaque no Ceará.

 

CRAQUES

Dentre os jogadores que passaram pelo Esporte na época do campo do ginásio destacam-se: Antônio Araújo, conhecido como Araújo e considerado pelos mais antigos como a maior glória do Esporte, ele chegou a jogar no Sport Recife e no Bahia; Mário Moura que saiu de Patos diretamente para jogar no Vitória de Setúbal em Portugal e Araponga um dos maiores craques que a Paraíba já teve.

Este última Inclusive é considerado por muitos em Campina Grande, como o melhor jogador de todos os tempos da equipe do Campinense, que na sua época chegou a ser Hexacampeão da Paraíba. Para se ter uma idéia do quanto Araponga era craque, quando Pelé estava no topo de sua carreira, e Santos considerado o maior time de futebol do mundo da época, Araponga foi comprado para ser o reserva de Pelé.

Essas e outras tantas histórias são a razão principal para que o Esporte tenha uma torcida tão apaixonada e vibrante mesmo quando as coisas não andam tão bem para o time.

 

PROFISSIONALIZAÇÃO

Após a gloriosa fase de muita tradição como uma grande equipe amadora, ficar bastante famoso no cenário esportivo e conhecido em todo o interior nordestino, pela qualidade de seus grandes atletas e pela formação de ótimas equipes, veio então a fase de profissionalização em 1964, quando filiou-se a Federação Paraibana de Futebol e passou a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965.

Já ano de sua estréia como equipe profissional começou logo azarando seus adversários, ao aplicar uma histórica goleada de 11 a 0, na equipe do Cinco de Agosto da cidade de João Pessoa, uma das maiores goleadas registradas na história do futebol paraibano.

Por essa e outras façanhas jogando em Patos, o Esporte passou a ser chamado pela crônica esportiva da Paraíba de “O Patinho Terror do Sertão como até hoje é conhecido. A seguir são apresentadas algumas das equipes formadas pelo Esporte desde o início de suas atividades como time profissional em 1965.

 

Hino do Esporte Clube de Patos

Esporte! Esporte! Esporte!

O alvirrubro do meu coração!

Esporte! Esporte! Esporte!

É o patinho, o terror do sertão!

(BIS)

 

Quando ele arranca, todos sabem como é!

É mais um gol e a turma segue dando olé!

Desde Inocêncio, muita glória, muito amor,

Esse patinho é mesmo o terror!

 

FONTES: Julio César – Wikipédia – Página do clube no Facebook – Site Letras.mus.br

 

A Associação Atlética Corisabbá é uma agremiação da cidade de Floriano (PI). O ‘Cori’ foi Foi Fundado em 24 de maio de 1973 e seu nome tem origem na fusão de dois clubes amadores da cidade: o Corinthians (Cori) e o Auto-Posto Sabbá (Sabbá). Seu uniforme é composto de camisa com listras verticais pretas e brancas, calção preto e meias brancas. Manda seus jogos no Estádio Tibério Barbosa Nunes, o “Tiberão”, com capacidade para 4.500 espectadores.

A maior glória foi o título inédito do Campeonato Piauiense de 1995. Graças a essa conquista estadual, o Corisabbá garantiu a primeira e única, até então, participação numa competição de nível nacional. O clube ficou conhecido nacionalmente quando na primeira fase da Copa do Brasil de 1996 quando derrotou, no jogo de ida, o Botafogo por 1 a 0. Na época o Clube da Estrela Solitária, então campeão brasileiro, conseguiu a classificação para a próxima fase, pois no no jogo de volta, no Rio de Janeiro, bateu a equipe de Floriano pelo placar de 3 a 0.

 

 HINO DO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICO CORISABBÁ

Cori! Cori! Eu sou louco por ti!
Cori- Sabbá! Eu sempre vou te amar
 
Cori! Cori! Eu sou louco por ti!
Cori- Sabbá! Pra sempre vou te amar

Mil novecentos e setenta e três a união considerou o maior do Piauí 
Cori-Sabbá, sou louco por ti!
Mil novecentos e setenta e três e eu te conheci
 
o maior entre os maiores do Estado do meu Piauí: Cori!

Cori! Cori! Eu sou louco por ti!
Cori- Sabbá Eu sempre vou te amar!

Navegando em águas do meu Parnaíba que eu te conheci
Vindo da minha eterna Princesa do Sul dominaste o Piauí
És o primeiro eterno e único agora
É por isso que eu te amo
 
Na segunda cidade mais linda do mundo, a cidade de Floriano. Cori!

Cori! Cori! Eu sou louco por ti 
Cori-Sabbá, eu sempre vou te amar
 

Eu tenho um orgulho guardado no peito quando eu te vejo jogar
Quando balança as redes, sei que és tu, oh Cori-Sabbá
A batalha é tão grande é tão dura a missão, mas sei que é de conquistar
Eu solto o grito do meu coração: Cori-Sabbá é campeão! Cori!

Cori, cori! Eu sou louco por ti 
Cori- Sabbá, eu sempre vou te amar
 
Cori! Cori! Eu sou louco por ti
 
Cori- Sabbá, pra sempre vou te amar

Cori, cori! Eu sou louco por ti 
Cori- Sabbá, eu sempre vou te amar
 
Cori! Cori! Eu sou louco por ti
 
Cori- Sabbá, pra sempre vou te amar

 

FONTE: Wikipédia – YouTube

 

O História do Futebol pergunta: “Você sabe quem foi o primeiro grande clube do futebol pernambucano?Santa Cruz? Náutico? Sport Recife? América? Errado! Parabéns para quem respondeu Sport Club Flamengo. O time Alvinegro dos Patativas  ou Campeão da Fidalguia foi uma agremiação da cidade do Recife (PE), sendo o 1º campeão do Campeonato Pernambucano de 1915.

HISTÓRIA

Na reunião (encerrada às 22 horas) que ocorreu na segunda-feira, do dia 20 de Abril de 1914, na Rua da Santa Cruz, 46, no Bairro da Boa Vista, pelos senhores Alcebíades Braga, Antonio Alcântara, Carlos Tavares, Cícero Loureiro, Elteredo Antunes, Francisco Alves, Francisco Braga, José Rodopiano dos Santos, Mario Santos, Patrício Moreira, Vicente e Braz Croccio, foi Fundado a agremiação que adotou como primeiro nome: Cruz Branca Foot-Ball Club. Entre outras definições ficou acertado o valor da mensalidade que seria cobrado para cada sócio: R$ 5.000,00 réis.

 

PRIMEIRA DIRETORIA

Presidente: Alcebíades Braga;

Vice-Presidente: Carlos Tavares;

1º Secretário: Braz Croccio;

2º Secretário: Elteredo Antunes;

Tesoureiro: José Rodopiano dos Santos;

Diretor de Esportes: Cícero Loureiro;

Vice-diretor de Esportes: Francisco Alves;

Procurador: Mario Santos;

Orador: Vicente Croccio;

Comissão de Finanças: Antonio Alcântara, Francisco Braga e Patrício Moreira.

ALVINEGRO HOMENAGEIA CLUBE CARIOCA E ALTERA O NOME

O nome de Cruz Branca não durou um mês. Vinte e oito dias depois da sua fundação, em Assembleia Geral, realizado no dia 18 de Maio de 1914, a diretoria decidiu aceitar a proposta feita pelo presidente Alcebíades Braga e mudou o nome para Sport Club Flamengo, em homenagem ao Clube de Regatas Flamengo.

 

FLAMENGO FOI RESPONSÁVEL PELO SANTA CRUZ SE TORNAR TRICOLOR

Apesar de grandes adversários, o grande rival do Alvinegro dos Patativas  era o Santa Cruz F.C. Tudo nasceu pelo fato de ambos terem escolhido as mesmas cores: preto e branco.

Então, a Liga Pernambucana determinou que um dos dois escolhesse novas cores. Ambos não demonstraram desejo em ceder. Mas após muita luta, o Flamengo levou a melhor e acabou sendo o responsável para que o Santa Cruz trocasse o alvinegro pelo Tricolor (vermelho, branco e preto). Da guerra nos bastidores se estendeu para os gramados, onde os jogos entre essas duas equipes era ferrenha e, muitas vezes, de partidas ríspidas.

CAMPOS DE TREINO

O Flamengo treinava no campo do Derby, e, posteriormente adquiriu o campo da Magdalena. Já nos anos 30 e 40, treinava ora no campo do América, ora na Ilha do Retiro (Campo de propriedade do Sport Recife).

 

OUTROS ESPORTES

Além do futebol, o clube também disputou o Campeonato Pernambucano de Atletismo (foi o 1º clube a adotar a modalidade em vários torneios internos), Basquete e voleibol.

 

SEDES

A sua primeira Sede ficava localizada na Rua do Cotovello (atual Rua Visconde de Goiana), 02. Em 1919, transferiu a sua sede social para a Avenida Riachuelo, 182. Na sexta-feira, do dia 31 de outubro de 1924, inaugurou a sua nova e luxuosa Sede, na Rua da Imperatriz Teresa Cristina, 257 – 2º andar.

Então, na domingo, do dia 03 de fevereiro de 1929, outra mudança. O alvinegro se mudou para o prédio situado na Rua Aurora, 309, todos os quatro locais ficavam no Bairro de Boa Vista, no Recife. Em 1935, outra mudança de rua e bairro. Desta vez para a Rua da Hora, s/n, no Bairro do Espinheiro. Dois anos depois, passou para a Rua das Pernambucanas, 167, no Bairro da Capunga, no Recife. Em 1940, mais uma mudança. Dessa vez para a Avenida Rosa e Silva, 259, nos Aflitos.

 

ALVINEGRO AJUDA A FUNDAR A LPDT

O Flamengo foi um dos fundadores, no dia 16 de junho de 1915, da Liga Sportiva Pernambucana (LSP), que mudou de nome em 1918, passando a se chamar Liga Pernambucana dos Desportos Terrestres (LPDT).

 

S.C. Flamengo de 1937

O SC Flamengo foi campeão do primeiro Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão de 1915. Ao todo, o Alvinegro participou da elite pernambucana 31 vezes: 1915 (1º lugar), 1916 (5º lugar), 1917(4º lugar), 1918 (5º lugar), 1919 (6º lugar), 1920 (4º lugar), 1921 (6º lugar), 1922 (6º lugar), 1923 (4º lugar), 1924 (5º lugar), 1925 (4º lugar), 1926 (7º lugar), 1927 (3º lugar), 1928 (4º lugar), 1929 (6º lugar), 1930 (7º lugar), 1931 (3º lugar), 1932 (3º lugar), 1933 (8º lugar), 1934 (4º lugar), 1935 (6º lugar), 1936 (7º lugar), 1937 (7º lugar), 1938 (8º lugar), 1940 (8º lugar), 1941(7º lugar), 1943 (6º lugar), 1944 (7º lugar), 1945 (7º lugar), 1946 (7º lugar) e 1947 (5º lugar).

 

S.C. Flamengo de 1915

1º CAMPEÃO PERNAMBUCANO

No dia 12 de dezembro de 1915, com uma vitória de 3 a 1 sobre o Torre Sport Club, o Flamengo sagrava-se campeão do I Campeonato Pernambucano de Futebol, organizada pela Liga Sportiva Pernambucana.

O time-base campeão foi: Luiz Cavalcanti; Chico Alves e Rubens; Fred (Maciel), Ruy e Zezé; Waldemar, Gastão, Tayllor, Percy Fellows e Lelys.

O Jornal Diário de Pernambuco assim descreveu o título: “Encerrou-se anteontem, com a vitória do Sport Club Flamengo contra o Torre Sport Club, o campeonato da Liga Sportiva Pernambucana (LSP), instituído para o football. Depois de uma série de matchs emocionantes, que trouxeram em constante delírio o público esportivo do Recife, teve o Flamengo coroado os seus esforços e firmada a sua força dentre os seus dignos adversários nas lutas pacíficas do esporte.

O Flamengo do Recife quis ser o êmulo do seu congênere do Rio, e vencendo a tática do Santa Cruz e a tenacidade do Torre, soube guardar para si os louros da vitória – e as ‘louras medalhas’“.

ALGUNS TÍTULOS:

Campeonato Pernambucano: 1915;

Taça A Noite ‘Curso Simpatia’: 1915;

Torneio Início da LSP dos Terceiros Times: 24 de junho de 1917;

Taça dos Menores Correccionaes: 10 de março de 1918;

Tarde dos Chronistas – Taça Emoção:  27 de novembro de 1921;

Campeonato Pernambucano Segundos Quadros: 1921, 1922 e 1931;

Taça Sete de Setembro (AL): goleada de 6 a 1 em cima do CSA-AL, em 1923;

Taça Prefeitura Municipal de Fortaleza (CE): vitória por 4 a 2 em cima do América-CE, em 1924;

Vice-campeão do Torneio Início da LPDT: 1926 e 1927;

Taça Bittencourt: 1928;

Taça Festival Varzeano Sport Club: 15 de novembro de 1929;

Taça Casa Amarela: 1929;

Campeonato Pernambucano

Torneio de Verão da Cidade do Recife: 1939.

 

HINO

Ô Flamengo, ô Flamengo

Valoroso campeão!

Cheio de glórias oscila

Alvinegro pavilhão

 

Time-base de 1916: Nozinho; C. Alves e Zezé; Joquinha, Rubem e Eugenio; Waldemar, Gastão, Herothides, Mário e Miranda.

Time-base de 1918: P. Maciel; Santiago e R. Cruz; Lafayette, James e Ferreira; Alecrim, J. Silveira, Fontes, Mirandinha e Crossia.

Time-base de 1920: O. Soares; A. Lellys (Rubens) e Carmello Fontes; Adolpho Bastos (Vavá), Hero Xavier e Fernando Teixeira; J. Lecch, Gastão Bittencourt, Jeronymo Duarte (Vieira), Mirandinha e Heitor Fontes.

Time-base de 1926: Fritz; Pedro Sá e Chico Altino; Tota, Dourado e Baptista; Pilota, Cantinho, Bernardo, Miranda e Brunner.

Time-base de 1937: Alvides; Watson e Leon (Humberto); Chico, Walfrido (Tarzan) e Moura; Ayrton, Odílio (Gayozo), Damião (Capi), Vicente (Marinheiro) e Lula.

 

No dia em que “O Homem de Aço” deu prejuízo

Dentre tantas histórias do Flamengo, uma, no mínimo curiosa, ocorreu no domingo, do dia 7 de agosto de 1921. O zelador da Sede do SC Flamengo, conhecido pela alcunha de “Homem de Aço” já trabalhava há um bom tempo no clube. Então, na manhã daquele dia, como de costume foi para a Sede realizar mais um dia de labuta.

Então, após retornarem do treino, os jogadores do Flamengo foram surpreendidos com a ausência dos seus pertences (roupas e objetos de valor) e também do Zelador. Após os furtos, os jogadores foram até a Delegacia prestar queixa. O “Homem de Aço” fez a limpeza e, num piscar de olhos, desapareceu.

 

O fim do campeão de 1915

Coincidência ou não, o declínio do Sport Club Flamengo começou a partir de dezembro de 1935. Os jornais recifenses já especulavam que o clube se dissolveria. Naquele momento, a diretoria do Alvinegro dos Patativa  publicou uma nota desmentindo que o clube estaria fechando às portas.

Fato é que as campanhas seguintes até 1947 foram pífias, com o Flamengo figurando na penúltima e última colocações! Somado a brigas políticas com a Federação pernambucana e um desgaste com os principais clubes, a diretoria resolveu se afastar das competições futebolísticas.

Em 1954, o Diário de Pernambuco fez uma matéria com um ar de saudosismo para relembrar os grandes feitos do Sport Club Flamengo. Contudo, o clube seguiu no ostracismo até desaparecer definitivamente deixando saudades da briosa agremiação 1ª campeã de Futebol de Pernambuco.

 

Fontes: Diário de Pernambuco – Jornal de Recife – A Província

 
Vocês pensavam que levavam de vencida
A nossa turma é de fato e é querida.
O Barra Mansa por onde vai
Faz amizades deixa saudades
Dentro do campo não há inimigo
Tratamos todos com sinceridade.
Por este vale até Aparecida
A nossa turma sempre foi reconhecida.
O Barra Mansa por onde vai
As nossas cores, nossa cidade
Manto sagrado branco e azul
Somos chamados de Leão do Sul.
 

O Clube Esportivo Aimoré é uma agremiação da cidade de São Leopoldo (RS). Localizado na Rua Concórdia, 450, Cristo Rei, em São Leopoldo, o ‘Índio Capilé’ foi Fundado no dia 26 de Março de 1936. Seus fundadores foram: Emílio Dietrich, Nelson Presser, João Ignácio da Silveira, Armando Jost, Plínio Hauschild, Orlando Haas, Alcides Cunha, Felisberto Ramos Filho, Rubem Presser, Walter Haas, Aníbal Lopes Diniz, Djalmo Luiz da Silva e Werner Schmidt.

1ª DIRETORIA:

Presidente: João Ignácio da Silveira

Vice-presidente: Frederico Luiz Weinmann

Presidentes honorários: Ernesto Gaspary e Emílio Sander

Primeiro secretário: Anibal Lopes Diniz

Segundo secretário: Nelson Presser

Primeiro tesoureiro: Plínio Hauschild

Segundo tesoureiro: Armando Jost

Capitão-geral e Guarda-sport: Alcides Cunha

Comissão fiscal: Emílio Dietrich, Orlando Haas e Luiz Horn.

PROFISSIONALIZAÇÃO

A primeira partida aconteceu 10 dias após a sua fundação. E o Aimoré começou acabou derrotado por 3 a 1, pelo Voluntários, em 05 de abril de 1936. A primeira vitória aconteceu no segundo jogo, uma semana depois (12 de abril), ao vencer o 20 de Setembro por 3 a 2. Dezesseis anos depois, o Aimoré decidiu dar um passo a frente e decidiu se profissionalizar em 1953 (desenho acima do escudo e uniforme desse ano). A decisão foi tomada após o convite especial do Sport Club Internacional para fazer parte do Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão.

Seis anos mais tarde, o Índio Capilé alcançou sua maior glória, sagrando-se vice-campeão gaúcho de 1959 ao perder para o Grêmio, em Porto Alegre, sendo que o time da capital fez o gol do título em uma jogada irregular, aos 47 minutos da segunda etapa.

 

Anos 60

Ainda na década de 1960, o Aimoré realizou grandes campanhas e revelou um dos maiores meias da história do futebol brasileiro, Mengálvio. Em 1962, o atleta foi adquirido pelo Santos Futebol Clube e foi bi-campeão mundial pela seleção brasileira com a linha ofensiva mais famosa de todos os tempos na

América do Sul: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

Ainda nesta fase o Aimoré viajou pela América em um torneio onde, enfrentou River Plate e inclusive o campeão mundial Boca Juniors em plena La Bombonera. Placar final 1 a 1.

Até hoje o “ninho de cobras” do Aimoré de 1959 é considerado um dos maiores times da história do futebol brasileiro com uma campanha única de 62 partidas e apenas 3 derrotas na temporada.

 

Anos 80

Na década de 1980, o Aimoré experimentou também o sabor das vitórias nas categorias de base. Em 1981 e 1987, o clube conquistou o Campeonato Gaúcho de Juniores (Sub-21). Também nesses dois anos, o elenco profissional foi vice-campeão da Série B do Campeonato Gaúcho.
A partir da década de 1990, o clube não conseguiu repetir o bom desempenho das décadas anteriores e acabou afastado das atividades profissionais, entre 1997 a 2006. Seis anos mais tarde, com o título do Campeonato Gaúcho da Série B de 2012

 

HINO DO CE AIMORÉ (Letra e música de Ary Georg e Danilo Silva)

Aimoré, Aimoré! 
Clube do meu coração 
Torço por ti, vibro por ti 
Com toda minha emoção 

Aimoré, Aimoré! 
Oh! Bravo índio capilé 
Tuas vitórias nos enchem de glórias 
Por ti sempre de pé 

Oh! Aimoré alvi-azul 
Brilhas no Rio Grande do Sul 
És o cacique da taba 
Contigo ninguém acaba. 

ESTÁDIO Monumental do Cristo Rei

Área total do estádio: 46,244,96 metros quadrados.
Área construída: 1.883,00 metros quadrados.
Nome oficial: João Correa da Silveira.
Vestiários: Dois profissionais para visitantes, um profissional para o Aimoré, um profissional para arbitragem e dois para as categorias de base.
Alojamento: Capacidade para hospedagem de 20 atletas profissionais.
Refeitório: Capacidade para 100 pessoas.
Capacidade de público do Estádio: 14 mil pessoas (sentadas).
Quadras de esportes: 2 (futebol de areia, vôlei)
Parque Aquático: Duas piscinas (adulto e infantil). Cercadas por bar, vestiários e área de lazer.
Sede Social: Salão de eventos com bar, sala de estar, cozinha e banheiros.
Valor do Patrimônio : Avaliado em aproximadamente R$ 5 milhões.

Fontes: Jornal Diário de Notícias – Arquivo Municipal de Porto Alegre e São Leopoldo – Hipólito José da Costa – Jornal Correio de São Leopoldo – Site do C.E. Aimoré

 

Comemorativo pelo Cinquentenário: 1961

O Centenário Sport Club Taquarense é uma agremiação da Cidade de Taquara (RS).  no Rio Grande do Sul. O ‘Leão da Encosta da Serra ou Leão Alvirrubro ‘ foi Fundado no dia 30 de Novembro de 1911,  que já contou em seu elenco com Adalberto Pereira dos Santos, vice-presidente do Brasil no mandato do General Ernesto Geisel.

Um clube sem dívidas

Com exatos 103 anos e quatro meses, a ‘saúde financeira’ do Taquarense é de ‘se tirar o chapéu’. Possui um estádio próprio (Estádio Jair e Juarez Lemos, com capacidade para 3 mil torcedores), sem dívidas; as contas estão todas pagas, o patrimônio é todo do clube e para completar a adequação às exigências da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), falta apenas disponibilizar o acesso à torcida visitante, ou seja, recortar o muro e soldar um portão de ferro.

o Taquarense ficou fechado de 1912 a 1917. Depois retornou as atividades até o ano de 1922 quando se filiou a Federação Rio-grandense de Desportos, mas só veio a disputar o Campeonato Gaúcho de 1925. Seguiu participando até 1935, quando se desfilou e só retornou em 1944.

Em 1961, o Taquarense disputou aquela que seria sua melhor participação em um campeonato profissional. Naquele ano, da Segunda Divisão foi alçada à Primeira Divisão, e esta última, foi denominada de “Divisão Especial“. A Primeirona foi dividida em regiões, sendo que o Taquarense conquistou o título da Região 4, que também teve como participantes: Lansul, Lajeado, Estrela, Montenegro e Santa Cruz.

Campeões da Regional 4, o Leão Alvirrubro conquistou o direito de jogar o quadrangular final, que contou com Brasil de Pelotas; SÁ VIANA, de Uruguaiana e ATLÂNTICO, de Erechim. A campanha foi boa, incluindo uma vitória por 3 a 1 no Brasil e um arrasador 7 a 1 no Sá Viana. Porém, as viagens e a maratona de seis jogos em 22 dias, acabaram se fazendo presentes no jogo decisivo contra o Xavante. O time do extremo sul devolveu os 3 a 1 e se consagrou campeão daquele ano.

Como um pesadelo que não abandona, aquela derrota parece ter virado um fantasma para o clube. No ano seguinte, em 62, o futebol profissional fechou as portas e foi reabrir novamente lá pelos anos 70, com passagens toscas e sem importância pelas divisões inferiores. Outras tentativas nos anos 80, mas sem sucesso, acabaram por afastar definitivamente a comunidade do clube.

Em 1982, com o esforço financeiro para contratar reforços do então presidente Aldomiro Pereira dos Santos, o ‘Cabeça’, foi preponderante para deixar o time competitivo, o que acabou rendendo dois vice-campeonatos estaduais – o do Campeonato de Amadores, cujo quadrangular final foi em Taquara, e o do Absoluto, disputado no Estádio Olímpico, em Porto Alegre. Nessa época a competição era extremamente difícil de ser disputada, pois contava com muitas equipes do estado.

No ano de 2002 dia 26 de fevereiro, o clube inaugurou a sua nova sede social, construída no interior do estádio Jair e Juarez Lemos. E no dia 20 de outubro, o Taquarense conquistou o seu maior título: o de campeão estadual amador. O título foi obtido diante do Vila Rosa, de Dois Irmãos. No primeiro confronto da final, em Taquara, o Taquarense venceu por 2 x 1.

Na partida decisiva, disputada sob muita chuva no Estádio da Baixada Rubra, em Dois Irmãos, o jogo terminou em 2 x 1 para os donos da casa, o que garantiu a decisão nas penalidades máximas. Na disputa dos pênaltis, o goleiro Taffarel defendeu uma cobrança e outra bateu na trave. O jogador Sandrinho foi o autor da cobrança de penalidade que deu o inédito título ao Taquarense.

 

TÍTULOS

Campeonato citadino de Taquara: 9 vezes (1922, 1944, 1947, 1949, 1950, 1953, 1954, 1955, 1956)

Campeão da Região 4Primeira Divisão Gaúcha (1961)

Campeão Gaúcho de Juniores – Categoria B (1990)

Campeão Gaúcho Amador (2002)

 

 

HINO – SPORT CLUB TAQUARENSE (https://www.youtube.com/watch?v=qHvsPNOBKN8)

A emoção está no ar, está na vida
Quase não dá para controlar o coração
Taquarense é magia, é história
Entra em campo para mais uma missão

Taquarense teu passado é de glória
Teu presente é de luta e ousadia
Teu futuro vai ser sempre história
Taquarense é esplendor é alegria

Vermelho e branco são as cores da bandeira
Estou contigo na vitória e no tropeço
Tua camisa é simbolo de raça
Taquarense teu orgulho não tem preço

É nobre tua força, tua garra
Tem estrela, tem a força de um leão
Estás na galeria dos melhores
Ser Taquarense é ser sempre campeão

 

Fontes: Federação Gaúcha de Futebol (FGF) – Wikipédia – http://www.cfnt.org.br/hist_taquara/1919.php – YouTube – Site Toca Cancha

 

 

Após 26 anos ausente da esfera profissional, o Campos Atlética Associação  está de volta. O Roxinho do Parque Leopoldina, fundado no dia 26 de Outubro de 1912, estreia no Campeonato Carioca da Série C, no dia 03 de Maio de 2015, diante do Artsul, de Nova Iguaçu, em casa, no Estádio Angelo de Carvalho (capacidade para 2 mil pessoas).

O Campos está no Grupo B, que ainda contam com os seguintes clube: Búzios, Duquecaxiense, Futuro Bem Próximo, Itaboraí, Nova Cidade, São Gonçalo EC e São Pedro. Já na Chave A estão: Arraial do Cabo, Artsul, Esprof, Heliópolis, Juventus, Rubro, Santa Cruz.

 Após 103 de vida, Campos ganha Hino

Apresento o hino do Campos Atlética Associação , que foi oficializado pelo clube campista no último mês de fevereiro de autoria do  meu amigo Wesley Machado em parceria com Wilson Carlos. 

 

HINO DO CAMPOS A.A.

(Wesley Machado e Wilson Carlos)

“VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

CAMPEÃO DO MEU CORAÇÃO

ÉS MEU CLUBE

ÉS MINHA PAIXÃO

 

VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

SUA CAMISA ROXA É TRADIÇÃO

CORRE, VIBRA

JOGA COM EMOÇÃO

 

VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

NOS GRAMADOS A BOLA VAI ROLAR

PELA VITÓRIA NÓS VAMOS LUTAR

 

VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

RAÇA, ALMA NÃO PODE FALTAR

A TORCIDA VAMOS INFLAMAR”.

 

 PS: Infelizmente não consegui colocar o hino. Caso alguém possa me orientar de como fazê-lo, agradeço! 

Fontes: Wikipédia – Wesley Machado

 

O Maguary Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). O “Clube dos Príncipes foi Fundado numa terça-feira, do dia 24 de Junho de 1924 por iniciativa do desportista Jarinho Barros.

Sua primeira sede ficava localizada no bairro do Alagadiço (atual São Gerardo), na Rua Bezerra de Menezes nº 25. Sua segunda sede localizava-se no então bucólico e aristocrático Bairro do Benfica, com suas vivendas suntuosas e chácaras sombreadas por frondosos mangueirais. Seu primeiro endereço foi na Avenida Visconde de Cauipe, 2081 (hoje Avenida da Universidade), e em frente ao antigo Educandário Santa Maria.

Waldir Diogo de Siqueira, Mário de Alencar Gadelha, Egberto de Paula Rodrigues, aliados a um grupo de amigos, transformaram o antigo clube numa agremiação elegante, com sua nova sede social inaugurada em 20 de abril de 1946, erigida em um amplo terreno, no número 2955, da Rua Barão do Rio Branco.

A construção dessa simpática e aconchegante sede, com seus muros jovialmente arqueados, foi assinada pelo famoso arquiteto Sylvio Jaguaribe Ekman - o construtor do Ideal Clube. Ali, praticava-se o esporte amador e ocorriam atividades festivas que marcaram a vida da cidade, principalmente nos alegres Anos Dourados, na década de 50, com seu entusiasmo prolongando-se pelos anos seguintes.

Muitas de suas animadas festas carnavalescas terminavam às dez horas da manhã seguinte – acontecimentos inusitados para a pequena Fortaleza, de 213 mil habitantes.

 

Quatro vezes campeão Cearense e do Torneio Início

O Maguary faturou quatro título do Torneio Início: 1929, 1942, 1944 e 1945. No Campeonato Cearense de 1ª Divisão participou de 23 edições: 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1933, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1972, 1973, 1974 e 1975.

Após o vice-campeonato de 1928, o Maguary faturaria o seu primeiro título em 1929. Mostrando que não tinha sido mera casualidade, o “Clube dos Príncipes” seguiu fazendo boas campanhas até faturar o Bicampeonato em 1936.

 

Bicampeão Invicto em 1943 e 44

Sete anos depois, o Maguary chegou ao Tricampeonato de forma inquestionável. Ceará, Fortaleza e Ferroviário não foram pareôs. Ao todo foram 10 jogos, com nove vitórias e apenas um empate;  com 24 gols prol e quatro contra.

Se a campanha de 1943 impressionou, na temporada seguinte o Maguary conseguiu melhorar. O Tetracampeonato veio também de forma invicta, só que desta vez sem perder nenhum ponto.

O “Clube dos Príncipes” venceu todos os seus nove jogos; marcando incríveis 50 gols (média de 5,5 gols por partida); e 11 gols sofridos. A campanha contou com goleadas memoráveis como o 6 a 1 e 3 a 0 em cima do Fortaleza, 7 a 1 e 6 a 1 no Ferroviário, e 6 a 4 no Ceará.

Em 1945, o Maguary chegou na decisão, mas acabou derrotado pelo Ferroviário por 3 a 1, ficando com o vice. A partir daí o Maguary se ausentou do futebol só restando aos gramados 27 anos depois. No Estadual de 1972,  o “Clube dos Príncipes” foi vice no 1º e 2º turnos e sétimo colocado no 3º turno. Em 1973, terminou na quarta posição; em 7º lugar em 1974 e oitavo colocado em 1975.

Quatro dias após o término do Estadual, mas precisamente no dia 14 de agosto de 1975, o clube encerrou suas atividades e sua sede foi vendida para a Coelce. José Leite Jucá foi o último presidente do clube e embora tenha sido contra a venda do imóvel , foi voto vencido.

 

 

HINO DO MAGUARY E.C. (Letra e música: Jota Batista)

Maguary, és um orgulho da comuna franciscana

Maguary, azul anil o Canindé assim te chama

Maguary, o teu presente e o teu passado nos encantam

És imbatível, teu time em campo teus atletas se agigantam

Vencedor, sem despacho, vela preta, encruzilhada

luta e amor, ingredientes que despontam nas jornadas

O Fernandão, manjedoura de conquistas e vitórias

Sou Maguary de coração, sou campeão e faço parte dessa história

 
Fonte: Site Fortaleza Nobre – Blog Jotazena – Rsssf Brasil – Revista Sport Ilustrado

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Acervo pessoal

 

ITATIBA – “Princesa da Colina”

Situada a 80 km de São Paulo, na Serra da Jurema, Itatiba – que em tupi-guarani significa muita pedra, ou  “ajuntamento de pedras” (itá = pedra + tyba =ajuntamento), é carinhosamente chamada por seus moradores de ‘Princesa da Colina’, título que conquistou por seu relevo acidentado.

 

ITATIBA ESPORTE CLUBE

Data de fundação: 5 de março de 1937

Endereço da sede: Rua Piza e Almeida nº 592.

Endereço do estádio: Rua Jundiaí nº 360

Inicialmente chamou-se JUVENIL ITATIBA e posteriormente JUVENIL ITATIBA ESPORTE CLUBE. Somente em junho de 1940 passou a ser oficialmente chamado de ITATIBA ESPORTE CLUBE.

FUNDADORES DO ITATIBA ESPORTE CLUBE

Danton Ernesto de Lima, Alcides Gilli, Luís Machado, Vitório Polesi, José Casanova Neto, Armando e Luís Carra, Valter Schiavinatto, Ítalo e José Sesti, Jácomo Bedani, Osvaldo Coletti, Onofre “Pipi”, Alberto Passador, Joanin Prevedel, Anísio Consoline, Vai-Vai, Gervásio Dian, Varguinha, Nelito, Wilson Gianini, Onofre, Máximo Panzarin,Carleto, Dito Lau, Rabelo(de Jundiaí), Orestes Paganini, King, Valdomiro Mendonça, Carnevale, Zepo, Juca Machado, Luciano Cremonese, Orlando Marcondes “Pagode”, Acácio Panzarin, Luís Labriola, Caio Pires de Morais, Antonio Marciano, Wilson Rela, Pedro Dian, Campana, Juca e Benedito.

A PRIMEIRA DIRETORIA

 • Presidente de Honra: Paulo Abreu

• Presidente da Diretoria: Dr. José Fachardo Junqueira

• 1º Vice-Presidente: Dorival Moura Leite

• Secretário Geral: Dr. João B. Ottoni Bastos

• 1º Secretário: Octávio Pupo da Silveira

• 2º Secretário: Geraldo Ferraz Mello

• 1º Tesoureiro: José Faggiano Junior

• 2º Tesoureiro: Álvaro da Costa Saraiva

• Diretor Esportivo: Bruno Lazzarini

• Técnico Esportivo: Antonio Marrasco

• Conselho Consultivo: Luiz Machado, Armando Gianini E. Antonio Saccardi

No dia 20 de abril de 1941, aconteceu o primeiro jogo da nova fase do clube, contra o Marinheiros da Lapa, de São Paulo.

Ao time visitante foi pago 80$000 e a renda do jogo foi de 154$000. O técnico rubro-negro era Antonio Marrasco e o Itatiba E.C. venceu o jogo… É o que consta da ata do clube. Só esqueceram de colocar o placar!

Participações em campeonatos estaduais:

Terceira Divisão (atual  série A3) – seis vezes]

- 1961 – 1962 – 1963 – 1964 – 1965 – 1966

Quarta Divisão (atual série B) – uma vez

- 1960

Uma das formações do Itatiba Esporte Clube durante o ano de 1960

Hino Oficial do ITATIBA EC – “Vermelho e Preto”

Autor: Zé Beléu, na verdade José Manoel da Silveira Franco

Quem vem de lá,
Sou eu morena,
Abra a porteira
Que eu quero passar.

Vermelho e preto
Sinal de guerra
É o ITATIBA
Que estremece a terra!

No canto do rouxinol,
Anunciando a nossa chegada
Somos onze corações de ouro
Que entram em campo
E picam o couro

Quem vem de lá,
Sou eu morena,
Abre a porteira
Que eu quero passar.

Vermelho e preto
Sinal de guerra
É o ITATIBA
Que estremece a terra!

Evolução de escudos do Itatiba Esporte Clube

 

Fontes:

Prefeitura Municipal de Itatiba

Site do clube

A História do Itatiba Esporte Clube de Celso Fernando Catalano

Evolução de escudos: Virgínio Saldanha

 

Hino do São Carlos Futebol Clube:

São Carlos, berço da tecnologia,
Futuro da nossa nação
Nasceu com raça e valentia
O nosso futebol campeão, São Carlos!

São Carlos, nossa cidade sorriso
É atração, é magia, é show,
É força e garra no gramado,
Agora é só gritar gol, gooooool…

São Carlos futebol empolgante,
Vamos buscar a vitória
Pra essa gente vibrante
Poder contar nossa vitória.

Foi um presente pra esta cidade,
Pois em novembro surgiu,
Coincidência, felicidade,
Orgulho do meu Brasil!

Letra e musica: José Orlando Ghidelli
Colaboração: Antônio Cardoso Natal Filho
Cantores: Mateus Vinícios Ghidelli e Júlio Peronte

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=a3w3QoUXxNI

 

Hino do São Carlos Clube no futebol, o Águia da Paulista!

Letra: Dante Ciarrochi

Música: Dante Ciarrochi

A Águia da Paulista entrou em campo,
entrou em campo,
vestida de azul e branco,
de azul e branco,
o Gigante da 28 vai vibrar
e a torcida vai cantar:

São Carlos, São Carlos,
o clube do coração
avante São Carlos,
este ano serás o campeão!

BIS

Fonte: Jornal A Folha de São Carlos-SP

 

 

1 -Com exceção do Flamengo, que tem um hino oficial e um popular, Vasco, Fluminense, América e Botafogo possuem dois hinos oficiais e um popular.

2 - Todos os hinos não-oficiais – entoados pelos torcedores até hoje – foram escritos na década de 40 por Lamartine Babo em ritmo de marchinha carnavalesca. Americano fanático, o compositor protagonizou cenas memoráveis como a vez em que desfilou em carro aberto pelas ruas do centro do Rio, fantasiado de diabo, para comemorar o último campeonato do América em 1960.

3 - Ao contrário do que muitos pensam e é dito, os hinos populares de Babo não foram escritos todos de uma vez só, em um único dia. O primeiro foi o do Flamengo em 1945, depois o do América em 1947 e, em 1949, foram feitos os do Vasco, Fluminense e Botafogo.

4 - O Fluminense é o único time que não teve o hino extra-oficial composto exclusivamente por Babo. O compositor teve como parceiro o maestro Lírio Panicalli, encarregado da melodia para a letra que diz “sou tricolor de coração”.

5 - Já os hinos oficias dos clubes, extremamente rebuscados, são da década de 1910. De difícil execução, refletem um período em que o futebol ainda era bastante elitizado.

Divulgação / Os Hinos do Futebol Carioca - de Coelho Neto a Lamartine Babo

Clique na imagem para ver a linha do tempo dos hinos do futebol carioca

6 - O primeiro hino oficial do Vasco foi composto em 1918 por Joaquim Barros Ferreira da Silva e sua gravação original tem uma interpretação com sotaque luso bastante carregado.

7 - O Botafogo de Futebol e Regatas é o único clube que tem no estatuto a presença completa de seu hinário: primeiro hino oficial (Hino do Remo do Club de Regatas Botafogo) , segundo hino oficial (Glorioso Hymno do Botafogo Football Club) e o hino popular de Lamartine Babo escrito em 1949, período da fusão das duas agremiações alvinegras.

8 - Uma grande mágoa de Babo foi ter sido acusado de plagiar o hino do América, que teria sido criado, supostamente, em cima da canção norte-americana Row, Row, Row (1912), de Willian Jerome e James Monaco.

9 - O hino popular do Botafogo, chamado 1907, teve o título oficialmente reconhecido em 1989 pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro depois de conturbadas brigas judiciais.

10 - Ouça aqui os primeiros hinos oficiais de cada time, tocados por Bruno Castro e um time de músicos. Uma provinha do CD que acompanha o livro. A obra reúne os 14 hinos oficiais e populares do América, Flamengo, Fluminense e Vasco, sendo que cinco deles permaneciam inéditos até então.

Fonte: Veja Rio

 
Hino oficial do E.C. São Cristóvão de Ourinhos
Autor: Odair Manzano
São Cristóvão
Tu és bravo, tu és forte
És um alto brado
Em louvor ao esporte
Tua Bandeira
No alto pedestal da glória
Simboliza
Teu passado de vitóriaSão Cristóvão
Empunhando uma esgrima e o Pendão
Luta e honra com vitória
O esplendor desse Brasão (BIS)São Cristóvão
Tu tens força e talento
Meu amor por ti
No coração ostento
Desfraldando
Essa Bandeira laboriosa
Nos gramados
Na campanha vitoriosa

São Cristóvão
Empunhando uma esgrima e o Pendão
Luta e honra com vitória
O esplendor desse Brasão (BIS)

São Cristóvão
Tua força sem igual
Se resume num sublime ideal
Na batalha
Combater e triunfar
Na vitória
Outra glória conquistarSão Cristóvão
Empunhando uma esgrima e o Pendão
Luta e honra com vitória
O esplendor desse Brasão (BIS).
 

 

A S.O B.E. – Sociedade Operária Beneficente Iguaçu, é uma agremiação da belíssima Cidade de Curitiba (PR). O clube foi Fundado no dia 6 de Junho de 1919. A sua Sede fica localizada na Avenida Manoel Ribas, 8.172 – no Bairro Santa Felicidade, que fica a 7 km do Centro de Curitiba.

O clube está entre os mais vitoriosos da capital curitibana com Seis títulos da divisão principal (1962, 1966, 1967, 1973 e 1992) além da conquista da Taça Paraná em 1973, também ganhou por três vezes a Taça Cidade de Curitiba. Mais do que um time de futebol a SOBE Iguaçu é uma sociedade que foi construída na base da amizade e comprometimento.

O clube foi fundado por imigrantes italianos, eles compraram o terreno e construíram com as próprias mãos a estrutura do Iguaçu, bem diferente da atual.

Dentre estes imigrantes estava Egídio Pietrobelli, ex-presidente que dá nome ao estádio atualmente e sua esposa Deolinda, eles penhoraram a própria casa como forma da garantia de pagamento do terreno pago por todos posteriormente.

Hino da S.O.B.E. Iguaçu

(Letra e música:  Ten. Sebastião Lima /Coautor: Pedrinho Culpi)

Camisa alvi-negra da colônia famosa

Só da alegria ao seu torcedor,

No campo da luta ela é valorosa

E o seus atletas têm raça e valor.

Iguaçu hó esquadra querida

Iguaçu tantas vezes campeão,

Iguaçu meu amor, minha vida

Serás eterno em meu coração.

Pavilhão altivo coberto de glória

Tornando mais forte a sua mocidade,

Tens na lealdade a sua vitória

Orgulho maior de Santa Felicidade.

Camisa da alvi-negra da colônia famosa

Só da alegria ao seu torcedor,

No campo da luta ela é valorosa

E os seus atletas têm raça e valor.

Iguaçu hó esquadra querida

Iguaçu tantas vezes Campeão,

Iguaçu meu amor minha vida

Serás eterno em meu coração.

 

Fontes: Arquivo Levi Mulford e Richard Benvenutti

 

 

O clube também tinha carteirinha de sócios e a número 1, foi a dona Erinéia ( Dadá). Ela nos cedeu a carteirinha para postarmos as imagens ( matrícula 1)…é isso aí, Oriente no coração!

 
 

  A verdadeira história contada e documentada

Antes de começar esse artigo, quero agradecer ao  Jorge Durão, ex atleta do Oriente, que nos cedeu um jornal datado de maio/junho de 1996, chamado Quarteirão. No artigo denominado memórias do futebol : SANTA CRUZ BOA DE BOLA , o jornal da região, chamado  Quarteirão, realizou uma reportagem com entrevistas de alguns dos clubes  que  faziam parte do campeonato da 2ª divisão, conhecido como departamento autônomo. Dentre elas, o Distinta Atlético Clube, o Oriente Atlético Clube e  Esporte Clube Guanabara.   A reportagem esclarece não só como o clube foi fundado e por quem, como mostra de onde veio o nome Oriente e a cor de sua camisa, encarnado e branco.

 

 A escolha do nome do clube

  ” Todas as manhãs o sol surge no nascente ou oriente. Com a sua chegada a vida ganha uma nova dimensão, com alegria e a felicidade estampadas nos rostos das pessoas. Da mesma forma, o novo clube marcaria a vida da comunidade, espalhando muita alegria e felicidade entre todos. Para a juventude seria um fator de desenvolvimento, aprimoramento de sua vitalidade e condicionamento mental e físico”.

 ( Antônio da Costa).

  As cores

 ” Os empregados entravam pela manhã no abatedouro com a roupa na mais completa alvura; saíam com a tonalidade vermelha do sangue do gado abatido “.

 ( Antônio da Costa).

  Charge feita em homenagem aos clubes retratados na reportagem

 

  A matéria completa do jornal Quarteirão de 1996.

    Quebrar a monotonia dos fins de semana longe das atividades que envolviam o funcionamento do comércio e do matadouro local, foi o fator preponderante para a fundação do Oriente Atlético Clube por um grupo de pessoas, moradoras onde hoje estão localizadas a Rua Auristela, trecho inicial da Av. Areia Branca, final da Rua Nestor, Largo do Bodegão  e Rua Macapá.

    Essa idéia há muito já martelava a mente de Antônio Joaquim da Costa. Imbuído do espírito criador que trazia dentro de si, herdado de seus antepassados, reuniu um grupo de amigos que partilhavam do mesmo pensamento e na antiga Praça do Gonzaga, concretizaram um ideal:  criar uma agremiação esportiva que preenchesse o vazio de seus domingos. Era o dia 13 de junho de 1927, data consagrada a Santo Antônio. Nascia o Oriente Atlético Clube. Também participaram dessa primeira reunião: Sílvio de Moraes, Orlando Borges do Amaral e Enéas Borges do Amaral.

    A escolha do nome do clube e da cor de sua camisa foram as etapas seguintes para que a idéia vingasse. O nome partiu do próprio Antônio da Costa  que denominou o novo clube de Oriente. A razão da escolha foi explicada: Todas as manhãs o sol surge no nascente ou oriente. Com a sua chegada a vida ganha uma nova dimensão, com alegria e a felicidade estampadas nos rostos das pessoas. Da mesma forma, o novo clube marcaria a vida da comunidade, espalhando muita alegria e felicidade entre todos. Para a juventude seria um fator de desenvolvimento, aprimoramento de sua vitalidade e condicionamento mental e físico.

   A idéia da cor da camisa ser nas tonalidades vermelha e branca partiu mais uma vez, de Antônio da Costa prontamente justificada e aceita pelos presentes na discussão. Como é amplamente sabido, o Matadouro tinha, naquela época, uma grande importância para a região, pois quase todas as famílias tinham um de seus membros como funcionário do estabelecimento. Desse fato partiu a justificativa : Os empregados entravam pela manhã no abatedouro com a roupa na mais completa alvura; saíam com a tonalidade vermelha do sangue do gado abatido. Ficou ainda decidido que a cor preponderante seria a vermelha; aparecendo a branca no escudo, nas mangas e na gola.

  As primeiras reuniões aconteceram nas casas dos fundadores e nas de algumas pessoas que ofereciam suas residências. O terreno para a construção do campo foi cedido, ainda uma vez mais, por Antônio da Costa. O local é o mesmo onde, ainda hoje está situado: Rua Nestor, 1107 a 1127.

   O Oriente participou da Liga Suburbana de Futebol em companhia deoutros clubes do antigo Distrito Federal. Conseguiu ao longo de sua existência grandes feitos e foi, com o Manufatura, o maior conquistador de títulos da 2ª divisão do Departamento Autônomo da Federação de Futebol.

   Jogadores de grande categoria e profissionais defenderam as suas cores: Domingos da Guia, Médio, Hemetério etc. Por suas fileiras, grandes jogadores marcaram época:  Zézinho Menezes, Osorinho, Bujeca, Russo, Aditão, Alceu, Farrel, Goniglo, Julinho, Athanázio, Doca, Daniel, Wilson, Pedrinho, Aloísio, Babá, Tião Pé-de-Cachorro, Itagoré Barreto, Dito Anu, Decinho, Luizinho, entre outros.

    Uma figura marcou de forma insofismável o Oriente e cuja presença todos lembram com grande admiração foi a de  Zézinho Menezes que, como técnico do clube, levantou grandes títulos e sempre mereceu o respeito dos jogadores pelo modo carinhoso porém enérgico, como conduzia a equipe em cada partida disputada.

    Das diversas equipes que compuseram a história do Clube, uma merece destaque pela campanha e pelo título inédito conquistado : Super Campeão da 2ª divisão do Departamento Autônomo da Federação Metropolitana de Futebol do Rio de Janeiro.

    Ao final de uma longa disputa, Oriente e Campo Grande classificaram-se em primeiro lugar e suas respectivas chaves. Eram duas equipes formadas por grandes jogadores. Três partidas foram marcadas para o Campo do Bangu: a 1ª terminou em 1×1, a segunda 2×2 e a terceira e decisiva foi vencida pelo Oriente por 2×1, com dois gols do meio campista  Athanázio. A equipe campeã teve a seguinte formação: Daniel, Gambá e Louro; Célio, Athanázio e Inho; Tião de Ambrósio, Lalinho, Wilson Babá, Dito Anu e Deco. Ano de 1957.

    Com o passar do tempo o Oriente, em face de más administrações, acabou perdendo suas dependências para estranhos que, ao longo dos últimos anos, usufruíram de seus bens. Tudo aconteceu apartir de 1985. Todas as atividades esportivas foram suspensas.

  Porém, para que a chama não se apague de uma vez e a lembrança desse grande clube permaneça entre nós, uma figura feminina, encarnando a força dos antigos fundadores, guarda farto material da entidade e realiza todo o ano, no dia 13 de junho, a procissão ao padroeiro. Seu nome: Elvira da Costa Viana, guerreira e a chama viva dos que não se abatem e morrem defendendo um ideal.

 Há na comunidade uma fé de que um dia o Oriente volte a ser uma grande equipe e todo patrimônio retorne para as mãos dos seus legítimos donos. Que as autoridades do nosso Estado e do Município do Rio de Janeiro façam alguma coisa. O Oriente é um patrimônio da comunidade santacruzense. E para essa comunidade, devem voltar-se todos os resultados do uso de suas dependências.

 Depoimentos:  Elvira da Costa Viana, Alcir Solé, Dito Brasil, Athanásio, Wilson Babá e Jorge Machado.

 Matéria retirada do jornal local denominado Quarteirão, datado de maio/junho de 96.

 

 

 

Frente da Sede

 

O começo

Dados iniciais :           

                                                                      

(Escudo oficial do time de futebol)

Nome original: Oriente Atlético Clube
Data de Fundação: 13/06/1927
Local : Santa Cruz, Rio de Janeiro/RJ
Estádio: Luiz Gonzaga Moreira da Silva.
Cores do uniforme: encarnado e branco

______________________________________________________________________Após a extinção da Federação Atlética Suburbana, os clubes que dela faziam parte se sentiram desprestigiados com a política estabelecida pela Federação Metropolitana de Futebol. Na tentativa de mudar esse quadro, criou-se o Departamento Autônomo em Assembléia realizada no dia 7 de julho de 1949, da qual fizeram parte os seguintes clubes: Bento Ribeiro F.C., E.C. São José, Irajá A.C., Del Castilho F.C., Mavílis F.C., Engenho de Dentro A.C., Manufatura Nacional de Porcelana F.C., Cacique F.C., Sampaio A.C., Oriente A.C., E.C. Guanabara, Distinta A.C., E.C. Valim, E.C. Coríntians, A.A. Portuguesa, Cruzeiro F.C., Kosmos A.C., Atilla F.C., A.A. Nova América, Andaray A.C. E.C. Oity, A.C. Nacional, E.C. Royal, E.C. Anchieta e Realengo F.C.

O primeiro campeonato aconteceu em 1949 foi disputado pelas seguintes associações:

  • SÉRIE RURALCampo Grande A.C., E.C. Guanabara, Kosmos A.C., Realengo F.C., Cruzeiro F.C., Oriente A.C., E.C. Oity, Distinta A.C., S.C. Rosita Sofia e E.C. Coríntians.

  Os primeiros campeões do Departamento Autônomo foram: Engenho de Dentro A.C. –  Campeão Amador – e o Cruzeiro F.C. como Campeão Juvenil. Durante mais de dez anos o D.A. organizou com sucesso os campeonatos dos clubes amadores pela FMF, até seu encerramento oficial em 1960.

O D.A. foi extinto, dando lugar ao Departamento de Futebol Amador da Capital. Hoje se chama Campeonato Estadual de Futebol Amador da Capital, promovido pela FFERJ, incluíndo também as categorias Infantil e Juvenil.

 

 Anos que foi campeão:

   ** 1931 – Oriente Atlético Clube **

    1951 – Oriente Atlético Clube
    1952 – Oriente Atlético Clube
    1957 – Oriente Atlético Clube
    1958 – Oriente Atlético Clube
    1979 – Oriente Atlético Clube
    1981 – Oriente Atlético Clube
    1983 – Oriente Atlético Clube

  (**) A Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT) continuou organizando campeonatos Estaduais até 1932. Embora esses campeonatos sejam formalmente campeonatos estaduais, a atual Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro não os lista na cronologia oficial do Campeonato Carioca.

 fontes :  http://pt.wikipedia.org/wiki/Departamento_Aut%C3%B4nomo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Carioca_de_Futebol

 ______________________________________________________________________

   O Hino do clube

 ORIENTE, ORIENTE

ÉS FIBRA ESPLENDOR E TRADIÇÃO

ORIENTE, ORIENTE

NO FUTEBOL É SEMPRE CAMPEÃO

ORIENTE, ORIENTE

GUARDO-TE  EM MEU PEITO VARONIL

ÉS PRA MIM MAIS UMA GLÓRIA

DO ESPORTE NO BRASIL

VÊ NA SUA TRAJETÓRIA

GRANDES FEITOS IMORTAIS

CADA DIA, NOVA GLÓRIA

CONCRETIZA O TEU CARTAZ

TUA GENTE , TÃO VALENTE

RESOLUTA E AUDAZ

COLABORA ARDENTEMENTE

COM TEUS FEITOS E IDEIAIS

___________________________________________________________________

Também havia o hino da torcida…

 ORIENTE, SEMPRE ORIENTE

CLUBE DA MINHA PAIXÃO

COM AS CORES ENCARNADO E BRANCO

 ORIENTE DO MEU CORAÇÃO

 

OS JOGADORES SÃO DISCIPLINADOS

E A TORCIDA TEM EDUCAÇÃO

ORIENTE É TIME DE CRAQUES

NÃO DÁ CONFIANÇA NÃO

 

QUANDO EU MORRER, QUERO MEUS CAMARADAS

QUE DE VELUDO CUBRA O MEU CAIXÃO

COM AS CORES ENCARNADO E BRANCO

ORIENTE DO MEU CORAÇÃO

 

Fonte e Fotos: http://orienteatleticoclube.webs.com/

 

 

Escudo na década de 20

 O nascimento do Foot Ball Club  Santa Cruz aconteceu no dia 26 de março de 1913, com um grupo de rapazes liderado por André Klarmann, que se reuniam no Hotel Schmidt, no centro da cidade de Santa Cruz do Sul (RS), para começar as tratativas do novo time de futebol. Mesmo não sendo o único clube da cidade, o FBC Santa Cruz foi o principal pelas suas atividades desde o início.


A estréia da equipe aconteceu no dia 3 de abril, no campo da várzea, onde hoje está localizado o Estádio Municipal, junto ao Parque da Oktoberfest. O adversário foi o Clube Concórdia, de Santa Cruz do Sul, mas os registros não apontam quem venceu a partida.


Em julho, o clube realizou seu primeiro confronto fora da cidade. O jogo aconteceu em Candelária, para tal, a delegação, a bordo de carroças, deslocou-se no sábado à tarde para a cidade vizinha, pernoitou num hotel e, no outro dia, deu-se a partida, com vitória do Santa Cruz. À noite, os jogadores ainda prestigiaram o baile, e o retorno aconteceu apenas no dia seguinte.


Os anos posteriores foram de jogos com equipes amadoras. Os arquivos não dizem quando o Santa Cruz começou a dedicar-se ao profissionalismo. Apesar disto, sabe-se que entre as décadas de 20 e 30 o time já disputava os campeonatos estaduais, em eliminatórias. Nos anos de 32 e 33, ficou vice-campeão do interior, perdendo a final para o Pelotas, por 5 a 2, no antigo estágio do Grêmio, em Porto Alegre.

 

Distintivo atual

O preto e o branco são as cores do uniforme do time. Na década de 60, o clube começou a disputar os certames organizados pela Federação Gaúcha de Futebol, que envolviam equipes regionais.

 Entre 1974 e 78, os dois times da cidade – Santa Cruz e o Avenida – seguiram a tendência dos demais no Estado e reuniram-se para uma fusão. A disputa das competições deu-se em um turno único, denominado Associação Santa- Cruzense de Futebol.

 A união surtiu bons frutos. Sob o comando de Daltro Menezes, o time ficou entre os quatro melhores do Estado. A gota d’água para que a fusão acabasse foi a abriga entre dirigentes dos antigos clubes, Avenida e Santa Cruz. Além do mais sempre divulgado o nome do Santa Cruz em vez da Associação Santa Cruz, e os dirigentes do Avenida resolveram se afastar.

 Na década de 80, o clube seguiu fazendo boas campanhas dentro do Gauchão, em 95 foi rebaixado para a Segunda Divisão, depois de grave crise financeira. Mas o time conseguiu retornar ao grupo de elite em 97 de forma bastante interessante.


A partir de 99, o Santa Cruz procurou se modernizar. Contratou jogadores de renome internacional e passou outra vez a realizar boas campanhas. No início daquele ano inaugurou um Posto de Gasolina junto aos Plátanos e agora tem planos de remodelação do estágio. Também nesta época deixou escapar o título do interior dentro de casa.

 O GALO DOS PLÁTANOS

 O Estádio dos Plátanos era muito diferente do que é hoje, quando, em 1934, o jogador encruzilhadense Dario dos Santos, o Caco Véio, recém-casado com Dona Alzira, foi morar lá, em um chalezinho.

A área se estendia até o Expresso Albatroz. Dario jogava no time desde os 16 anos e entre os treinos cuidava do estádio, dos fardamentos listrados de preto e branco e da copa de salgados que mantinha. Mais tarde se tornou treinador da equipe, totalizando 23 anos no clube.

Até então, o Foot Ball Club Santa Cruz, fundado em 1913 por André Klarmann, já havia passado por várias fases. Na década de 20, quando ganhou casa própria — antes jogava na várzea onde hoje é o Estádio Municipal —, venceu seu maior rival da época, o Grêmio Esportivo Santa Cruz, por 2 a 0, firmando-se como o Galo Carijó, ou esporão de ouro, como canta seu hino.

 Com direito a passeata com carros enfeitados com ramos de bambu e chuchus pendurados. Em 1930, iniciou como profissional e, dois anos depois, chegou a ser vice-campeão do interior.


Quando o Avenida entrou em cena, em 1947, no 1º Avecruz, com empate de 2 a 2, teve início uma disputa que aqueceria as torcidas por muitos anos. Por falar em torcida, esta era um show à parte.

Chegava ao estádio em passeata, com uma banda de música. Havia torcida organizada de senhoras, com fardamento e tudo, e o bloco dos homens. Para temperar o primeiro clássico, houve pancadaria generalizada, pela falta de alambrado.

Neste clássico jogaram pelo Galo: Julio, Ormond, Lindolfo Gerhardt, Cafuringa, Felicíssimo, Joãozinho, Fogareiro, Hanny, Mico, o nosso conhecido Dario Santos e um novo personagem, Helio Almeida.

O santa-cruzense Almeida retornara à cidade em 1942, para jogar nos juvenis do Santa Cruz. Depois passou para os adultos até ser escalado para presidir o clube. Aceitou e não conseguiu mais sair. Foram seis gestões intercaladas, até 1995, fora as assessorias que presta regularmente.

Almeida acompanhou as muitas fases do Santa Cruz. Inclusive o surgimento da Associação, na década de 70. Foi um fato que marcou a história do clube. E também a do arquirrival, o Avenida.

Uma fusão visava enfrentar a difícil fase financeira que ambos atravessavam. Foi quando surgiu a Associação Santa Cruz. Mas o casamento não vingou e voltou cada qual para o seu canto.

Para Almeida, o melhor período do time foi na segunda divisão, em 1952, ano em que assumiu pela primeira vez a presidência e o Galo ficou vice, na disputa da categoria interior — Sá Vianna, de Uruguaiana sagrou-se campeão.

Entre os destaques do Galo nesta trajetória, Almeida cita Amaro, Joãozinho, Paraguai, Paulo Cesar Tatu, Cuca, Calixto, Maninho, Betinho e Moacir. A velha rivalidade que esquentava o Ave-Cruz permanece até os dias atuais. Mas no passado, chegava a fechar o Quiosque e o Bar Polo Sul, em dia de jogo, para evitar confrontos das torcidas.

Quanto à paixão pelo futebol, esta passa de pai para filhos, e netos, e bisnetos. Da descendência de Dario Santos vieram os netos — o jogador Paulo Spall (falecido), o irmão Luiz Fernando Spall, presidente da Associação de Árbitros de Santa Cruz e o primo Carlos Spall, jogador de futsal, mais o bisneto Luiz Carlos Walter Jr, infanto-juvenil do Internacional.

Da descendência de Helio Almeida vieram os filhos Paulo e Luiz Eduardo Martins de Almeida, consecutivamente presidente e diretor de futebol do Galo. Como dizem na gíria popular, futebol é uma cachaça! E hoje o Estádio dos Plátanos tem área menor, mas melhores acomodações e abriga inclusive um posto de combustíveis.

 

 HINO DO FC SANTA CRUZ

 Em 1913, debaixo de
um céu muito azul,
nasceu o esporão de ouro
nos verdes campos do sul.

 Hoje, o Rio Grande inteiro,
rola vencido, a teus pés.
Os plátanos são teu terreiro
e todos sabem quem és.

Galo! Me chamam de galo!
Preto e Branco, tuas cores.
E vamos sempre amá-lo
clube dos nossos amores.

Teus torcedores te adoram,
vibram com grande emoção.
Fica eterna, te imploram
do fundo do coração.

Galo! Me chamam de galo!

És o clube mais amado
na derrota ou na vitória
Estamos sempre ao teu lado
com o peito cheio de glória

Homens fiéis, decididos,
fizeram a tua história,
mesmo que tenham partido,
vivem na tua memória.

 

 A Sede do F.B.C. Santa Cruz fica na Rua Gaspar Silveira Martins, 1.448 – no Centro de Santa Cruz do Sul (RS)  

 

Fonte: http://www.futebolclubesantacruz.com.br/

 

 Colaborou:Douglas Marcelo Rambor

 

 

A Associação Atlética Ferroviária é uma agremiação da cidade de São Vicente (SP). Fundado no dia 9 de Julho de 1949, por ferroviários de São Vicente, no Litoral Paulista, que desejavam ter um local para conversar e também jogar futebol. A sua Sede fica localizada na Avenida Martins Fontes, 781, no Bairro de Catiapoã. O clube já faturou sete vezes o campeonato local.  

 Hino da Associação Atlética Ferroviária

 Não é um clube é uma paixão,

Mexendo com o meu coração,

E também não é qualquer cor,

Alvi-celeste é a tua cor (Bis),

Nasceste em 1949

Fieis e eterna para mim,

Ferroviária és um amor,

Bem guardado dentro do meu coração.

Essa torcida que só canta, pula e vibra,

Essa torcida que só grita é campeão!

Ferroviária, Ferroviária… Tu estás dentro do meu coração (Bis)

 

 

Escudo dos anos 30

O Foot-Ball Club Rio-Grandense é uma agremiação da cidade de Rio Grande (RS). O ‘Guri Teimoso’ foi Fundado no dia 11 de Julho de 1909, e o seu Estádio é o Torquato Pontes com capacidade para 15 mil espectadores.

Na sua história, o FBC Rio-Grandense foi campeão do mais importante Campeonato Gaúcho em 1939, derrotando na final o Grêmio Santanense. No mesmo ano, o Guri Teimoso ainda abocanhou outros dois títulos: os Campeonatos do Interior (também foi campeão em 1946) e o Citadino.

 O time também possui três vice-campeonatos gaúchos: 1937, 1938 e 1946. Além desses títulos, ainda constam o caneco do Campeonato Gaúcho da Série B em 1965; a conquista da Copa Cícero Soares 1973 (atual Copa FGF); entre outros.

No Campeonato Citadino de Rio Grande, o FBC Rio-Grandense já levou a melhor 11 vezes: 1921, 1937, 1938, 1939, 1940, 1946, 1947, 1948, 1950, 1953, 1955, 1956 e 1957, 1960,1963, 1974, 1975, 1976, 1977 e 1978.

 

Distintivo atual

O Hino do FBC Rio-Grandense

 (Letra: Firmino Carvalho / Música: Nelson Piragine)

 Heroico Rio-Grandense

Glória excelsa do esporte

És imagem varonil

Dos lendários titãs

Do meu Rio Grande

E das glórias perenais

Do meu Brasil

Salve a bandeira áureo-rubra

Pendão sempre imaculado

Teu farfalhar

Nos sussurra

Colorado, colorado

Pra frente o sinal clube campeão

Já tantas vezes em leais vitórias

Ostentando este sangue de coração

Apanás imortal de tantas glórias.

 

Fonte: Site do clube

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

 

O Estrella Football Club é uma agremiação do município de Estrela (RS).O Clube Alvianil Fundado no dia 16 de Novembro de 1931, o Estádio é o Aloysio Valentim Schwertner, com capacidade para 4 mil pessoas. O estádio foi inaugurado em 1954 com o nome de Walter Jobim.

No currículo do clube há o vice-campeonato Gaúcho da Série B de 1960 e 1977; o Bi do Vale do Taquari em 1950 e 1951; o título da Zona Centro de 1985; e a 7ª colocação no Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão em 1978.

 A letra do Hino do Estrella F.C. é de Janete Borges, e a música de Dothan Erbes:

Estrela, Estrela
Clube que nasceu para brilhar
Orgulho da Princesa do Vale
Muitas glórias no esporte a conquistar (BIS)
REFRÃO:
Estrela, Estrela
Brilhando no Alto Taquari
Teu povo, tua torcida
Vibram e torcem sempre por ti

Estrela, Estrela
Glórias e vitórias a conquistar
Com tua força e tua garra
Nunca deixarás de brilhar (BIS)

 

Fonte: Orkut do Estrella F.C.

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