O Cotinguiba Esporte Clube é um clube esportivo e social de Aracaju, capital do estado do Sergipe. Fundado no dia 10 de outubro de 1909, é o primeiro campeão estadual do Sergipe e conquistou o campeonato em 1918, 1920, 1923, 1936, 1942, 1952 e 1957. É conhecido como o Tubarão da Praia.

Com o nascimento do Cotinguiba Esporte Clube a vida sócio-esportiva sergipana começa a se organizar. Sensível aos anseios da gente sergipana, um valioso grupo de intelectuais e desportistas deu início às demarches para a criação da agremiação.A data oficial de fundação é 10 de outubro de 1909. Na ocasião lá estavam os mais autênticos representantes das famílias Franco, Leite, Rollemberg, Garcez e Vasconcelos. Seus primeiros sócios e dirigentes.

Era, pois, um clube elitista. Criado e dirigido pelo ‘high-society”.Nasceu onde ainda hoje vive. Tomou o nome de Cotinguiba em homenagem ao rio que nos separa da Barra dos Coqueiros.Depois o rio mudou de nome nesta região e passou a se chamar Rio Sergipe, de acordo com determinação emanada do Poder Legislativo.Começou com o remo e, já no ano seguinte, arrebatava, triunfal-mente, a primeira colocação do primeiro campeonato de remo.

O futebol veio logo depois, em 1916, quando foi criada a Liga Desportiva Sergipana, e era praticado na Praça da Conceição, primitivo nome da praça Pinheiro Machado, que depois passou a ser denominada de Praça Tobias Barreto, com um monumento ao centro, em homenagem ao gênio sergipano. Os rivais do remo, das regatas, passavam a ser, também, rivais no futebol.

Equipe do Cotinguiba
Em 1918 começam, precariamente, os Campeonatos e o Cotinguiba saiu na frente, conquistando o 1º título. No ano seguinte, 1919, não houve campeonato, mas os dois clubes ganharam um terreno, cedido por Adolfo de Faro Rollemberg, para ser preparado e utilizado como campo de futebol. Foi o Campo do Adolfo, que durante pelo menos três décadas sediou as partidas de futebol, abrigou desfiles cívicos e estudantis, festas e outros eventos. Em 1920 o Cotinguiba ganhou de novo.
Voltou a ser campeão sergipano em 1923 e depois somente em 1936. Voltou a ser campeão no ano de 1942 e em 1952.
Cotinguiba campeão de 1942
Na década de 40, o Tubarão encontra seu ponto culminante na administração de Clóvis Cardoso, homem que modificou o cenário arquitetônico de Aracaju, realizou consideráveis reformas na sua sede, surgindo a feição mediterránea que até hoje possui, apesar da rebeldia de algumas reformas que ali foram realizadas em outras gestões.
Foi o primeiro campeão de Remo, Futebol, Voleibol, Basquetebol, Pedestrianismo e Natação. No ocaso da década de 50 surgiu em nossa Capital o Futebol de Salão. No futebol conquistou mais um título em 1957.
 Cotinguiba campeão de 1957
 Com o passar do tempo, a rivalidade com o Sergipe caia e terminava desaparecendo. É quando entra em cena a Associação Desportiva Confiança, que passa a ser o principal rival do Clube Esportivo Sergipe. Tal fato coincide com a implantação do profissionalismo do futebol sergipano, o que significa mais exigências, compromissos, formação de equipes remuneradas, a corrida em busca do público pagante para lotar os estádios e dos auxílios do Poder Público, que é, em si, um capítulo da história do futebol em Sergipe. Com o domínio do futebol sergipano pelo Sergipe, Confiança e Itabaiana, o Cotinguiba perdeu espaço no futebol sergipano.
Em 1975 ficou em 4° lugar no sergipano e em 1977 também fez boa campanha. Nos anos 90 ainda se mantinha no futebol profissional, mas não acompanhando o ritmo da dupla de ferro da capital.
Em 1996 acabou sendo rebaixado juntamente com o Propriá para a segunda divisão sergipana.No ano seguinte ficou em 4° lugar na segunda divisão, longe do acesso.
O Cotinguiba voltou aos gramados em 2005, eliminado nas semifinais da segundona pelo Olímpico Pirambu com duas derrotas. Em 2006 acabou afastado do campeonato por seu estádio não atender aos padrões exigidos pela FSF.
Disputou os campeonatos de 2007 e 2008, mas em 2009 acabou não disputando a segunda divisão.
O Cotinguiba manteve sua sede social, promoveu festas, praticou outros esportes, ainda hoje tem o Remo que o consagrou, sendo que a sua sede é uma das mais importantes de Aracaju.
Escudos Anteriores
Hino (Autor: Gilson Nascimento)

Tubarão da Praia
Sou tubarão da praia, 
Sou campeão na bola e na raia,
Sou do time de valor,
Sou Cotinguiba com muito amor
Sua história relevante,
Vai sempre evocar esse time vibrante,
Sua torcida brava: “Pra frente guerreiros!”
Sou Cotinguiba, somos pioneiros.

O tempo passa, mas fica a lembrança,
Quem tem fé, tem esperança,
Decano da fundição sua morada é no meu coração,
Amo essa camisa querida,
Sou Cotinguiba por toda vida.

Sou tubarão da praia, 
Sou campeão na bola e na raia,
Sou do time de valor,
Sou Cotinguiba com muito amor.

 

FONTES: Revista Vida Sportiva – História dos Clubes Nacionais

 

Fonte: Vida Sportiva - RJ

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

O Parnahyba Sport Club é uma agremiação da cidade de Parnaíba (PI). A sua Sede fica localizada na Rua du Marechal Pires Ferreira, nº 634, no Bairro de Nossa Senhora de Fátima, na Parnaíba. O “Tubarão do Litoral” foi Fundado no dia 1º de Maio de 1913, por José de Moraes Correia, Ozias de Moraes Correia, Colibri Alves, Oton Ramos, Hilton Lopes, José Leite e Mário Reis.

É o clube mais antigo do estado, e participa do campeonato estadual desde 1916, quando o mesmo foi instituído pela Liga Sportiva Parnahybana. Com a criação da Federação Piauiense de Futebol, em 1941, ficou fora do estadual, retornando somente em 1968. O Parnahyba detém os recordes de público e renda nos Campeonatos Piauienses de 2004, 2005 e 2006.


Estádio Petrônio Portela

Considerado o berço do futebol parnaibano, a história do estádio Petrônio Portela se confunde com a história do Parnahyba. Construído na década de 1920, pela Casa Inglesa, foi batizado originalmente por Estádio Internacional. Seu estilo arquitetônico semelhante aos estádio ingleses da época, único no Brasil, era símbolo do glamour das disputas do Campeonato Parnahybano no século passado.

Com o fechamento da Casa Inglesa, o estádio é colocado à venda, sendo comprado pelo Governo do Estado do Piauí, na pessoa do então-governador parnaibano Alberto Silva, sendo, em 1973, doado ao Parnahyba Sport Club.

Após as construções do estádio Municipal Mão Santa (atualmente Estádio Municipal Pedro Alelaf), o Parnahyba deixa, definitivamente, de mandar seus jogos do Petrônio Portela, que, “esquecido” começa a sofrer aos danos provocados pelo tempo e a falta de manutenção.

Restando apenas as ruínas da estrutura original, a diretoria do Parnahyba resolve, em 2008, iniciar uma grande reforma de restauração e ampliação no estádio, transformando-o no Centro de Treinamentos da equipe profissional e das categorias de base. As primeiras etapas, que consistiam na recuperação da estrutura administrativa já foram contempladas.


Títulos
Estaduais
- Campeonato Piauiense: 12 (Incluindo era amadora e era profissional)
1916, 1924, 1925, 1927, 1929, 1930, 1940, 2004, 2005, 2006, 2012 e 2013.
- Taça Estado do Piauí: 2004 e 2012.
- Taça Gov. Alberto Silva: 1988.
Outras Conquistas

Campeonato Parnaibano:
1941– 1942 – 1944 – 1945 – 1946 – 1954 – 1961 – 1965- 1967.

 

Curiosidades
- Campeão do Centenário do Futebol Piauiense, título simbólico alusivo aos 100 anos do futebol no Piauí, completos em 2005;

- Clube Piauiense mais antigo em atividade;

- Único tricampeão estadual do interior 2004/05/06;

- Primeiro campeão “arrastão” (sem precisar de final, vencendo 1º e 2º turnos do estadual) 2004.

 

HINO – Parnahyba Sport Club

 

Letra do Hino

Composto originalmente por R.Petit, o hino do clube transformou-se anos mais tarde no hino oficial da Cidade de Parnaíba, desde então o Hino do Parnahyba Sport Club vem fazendo parte de todas as cerimônias oficiais tanto do clube quanto da cidade.
“Ó Parnaíba,

Teu nome exprime

Em nosso peito

Ardor sublime

Que nos inspira a repetir a doce escala

Da voz do rio que te envolve que te embala


Teus filhos bravos

No embate rudo

Fazem do peito

Um bronzeo escudo


ESTRIBILHO - E quem da luta

Todo ardor não liba

Ao som do brado:

Salve ó Parnaíba

 

Possues o brilho

Da paz bendita

Que sobre nós

Fulge e palpita

 

Ao sopro forte do Nordeste a vida canta

Nessa oficina de labor que nos encanta


Do nosso esforço

Vem a surgir

A glória excelsa

Em teu porvir

 

ESTRIBILHO

A doce sombra

Da paz suprema

Progredir sempre

É o nosso lema


Onde a bravura destemida enfim assome,

Nos lembra o rio que te deu tão grande nome


Teus filhos bravos

No embate rudo

Fazem do peito

Um bronzeo escudo

 

ESTRIBILHO - E quem da luta

Todo ardor não liba

Ao som do brado:

Salve ó Parnaíba

 

Possues o brilho

Da paz bendita

Que sobre nós

Fulge e palpita”

 

 

FONTES: Site do clube – Blog Relíquias do Futebol

FOTO: Acervo Severino Filho (Foto tirada no dia 21 de Setembro de 1941)

 

O Cordino Esporte Clube é uma agremiação do Município de Barra do Corda (MA). Localizado a 462 km da capital de São Luís, a Barra do Corda conta com uma população de 86.662 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2016Fundado na segunda-feira, do dia 08 de Março de 2010.

A sua Sede está situada na Avenida Eliezer Moreira, s/n – Centro – Barra do Corda. O Cordino manda os seus jogos no Estádio Leandro Cláudio da Silva, o ‘Leandrão’, com capacidade para 1.400 pessoas. A Seleção Municipal de Barra do Corda, inspirou o surgimento do Cordino E.C., que disputava o “Copão Maranhão do Sul”, torneio intermunicipal da região.

Entusiasmados, os dirigentes e a prefeitura resolveram profissionalizar a equipe, pagando todas as taxas junto à FMF (Federação Maranhense de Futebol) e o primeiro torneio que participou foi na Segunda Divisão Maranhense de 2010. A sua principal contratação para o restante do Campeonato Maranhense foi o meio campista Leonardo Lucena.

Naquele ano, conquistou o vice-campeonato, e, conseqüentemente, o acesso para a Elite do Futebol Maranhense. De lá pra cá, são sete participações no Campeonato Maranhense da 1ª Divisão. Em 2011, terminou na 5ª colocação; já em 2012, ficou na 8ª posição. Em 2013, fechou em 5º lugar; enquanto em 2014 terminou na 4ª posição. Em 2015, ficou em 7º lugar e no ano seguinte (2016), acabou na 4ª colocação.

A melhor campanha aconteceu este ano (2017), quando o Cordino conquistou seu primeiro título em 2017, valendo a Taça do 1º Turno do Campeonato Maranhense de Futebol. O clube terminou em 1º lugar no Grupo B, que contou também com o Maranhão, Moto Club e Americano de Bacabal. Foram seis jogos, com três vitórias, dois empates e uma derrota; marcando 10 gols e sofrendo apenas três.

Nas semifinais, o Cordino venceu o São José, de Ribamar por 2 a 1. Na decisão, empatou, em casa, em 0 a 0, diante da Sociedade Imperatriz de Desportos. Contudo, no jogo da volta, derrotou o adversário, fora de casa, pelo placar de 2 a 1, conquistando o inédito título.

No 2º Turno, o Cordino seguiu mostrando as suas garras, ao terminar na vice-liderança do Grupo B: foram quatro jogos, com uma vitória, um empate e duas derrotas; assinalando quatro gols e sofrendo seis. Na fase semifinal, bateu o Santa Quitéria, fora dos seus domínios, por 1 a 0, avançando para a final. Diante do Sampaio Corrêa, o Cordino não conseguiu superá-lo. Empate no Estádio Leandrão em 1 a 1, e na volta acabou goleado por 4 a 1, no Estádio João Castelo, o Castelão, em  São Luís.

Assim, Sampaio Corrêa e Cordino decidiram o título do Campeonato Maranhense da 1ª Divisão de 2017, em dois jogos. Na primeira partida, às 16 horas, realizada na quinta-feira, do dia 15 de junho, no Estádio Castelão, o Sampaio Corrêa suou para derrotar o Cordino por 2 a 1.

No jogo da volta, na quinta-feira, do dia 29 de junho, às 20h15, o Cordino mandou o jogo no Estádio Frei Epifânio, na cidade de Imperatriz. O Cordino abriu o placar logo aos 2 minutos de jogo, com um gol contra de Fredson. Esse resultado daria o título. Porém, o sonho não durou muito, já que sete minutos depois Isac empatou a peleja. E, aos 39 minutos da etapa inicial, Da Silva acabou marcando contra o próprio patrimônio, colocando o Sampaio em vantagem.

No segundo tempo, o Sampaio só não ampliou, porque o goleiro Eduardo Alves defendeu um pênalti cobrado por Isac aos 13 minutos. Fim de jogo, o Sampaio venceu por 2 a 1, se sagrando campeão. Porém, para o Cordino o vice-campeonato maranhense também foi muito festejado.

O Cordino disputou o Campeonato Brasileiro da Série D, de 2017. Ficou no Grupo A4, juntamente com o Santos (AP), Altos (PI) e Tocantins (TO). No entanto, terminou na 3ª posição e acabou eliminado: foram seis jogos, com duas vitórias, um empate e três derrotas; marcando cinco gols e sofrendo nove.

Hino do Cordino Esporte Clube

 “Canta meu Cordino Esporte Clube 

Canta com amor a tua glória 

Canta com a tua voz altaneira

Que a tua bandeira bem alto tremula

No Pavilhão da vitória 

Enfrentarás lutando pelo teu valor

E vencerás com honra, glória e ardor

Quer na paz, quer na luta, vencerás! 

Salve Cordino Esporte Clube!

No ritmo de luz e amor” 

Hino do Cordino Esporte Clube

FONTES: GloboEsporte.com - Wikipédia – Barra do Corda News

FOTO: Ivan Silva

 

O Hino oficial do Ceará Foot-Ball Club, não o da capital cearense, mas sim da cidade de Itapipoca. O hino do clube alvinegro foi criado em 1932, de autoria de Carlyle Martins.

 

FONTE: A Razão

 

 

https://youtu.be/5gOjYjnCGKo

https://youtu.be/YiMPclaoWPg

 

Fontes: meu acervo e Youtube

 

O Primeiro de Maio Futebol Clube é uma agremiação centenária da cidade de Santo André (SP). Os “Flechas Verdes” foi Fundado na segunda-feira, do dia 18 de Agosto de 1913 (na época São Bernardo do Campo), mas na verdade, a oficialização do time que já batia bola na pequena Santo André.

A paixão que unia os 25 operários italianos e descendentes transformou um informal jogo em uma sociedade. Os fundadores foram os seguintes: Rodolpho Garbin, Antonio Guidoni, José Lari, Silvio Broquin, José Balista, Primo Gamberini, Luiz Banzato, Salvador Pellegrini, Francisco Fiberg, Ido Beccheri, Alfredo Artioli, Gregório Manetti, Máqui Guirelli, Dionysio Giaccherini, João Tetti, Silvio Cherchiari, Domingos Dalle Nogari, João Ubertis, Nazareno Baccheschi, Izaias Pellegrini, João Lúcio de Campos, Luiz de Alcântara, João Garofalo, Dante Sofiati e José Campanini.

Como eram todos operários, decidiram homenagear o dia do trabalhador, batizando o time com o nome de Primeiro de Maio Football Club. O primeiro jogo oficial aconteceu no dia de Natal daquele mesmo ano.

Não há registro algum nos livros de atas de que a primeira reunião do novo clube, e as seguintes, tivessem sido realizadas no armazém dos Piagentini, prevalecem os ricos depoimentos verbais que acrescentam o endereço a Rua Coronel Oliveira Lima, n° 60 (calçadão central da cidade), e que ali foram feitas pelo menos quatro reuniões do novo clube.

A Sede fica localizado no coração de Santo André, na região central, na Avenida Portugal, nº 79, e possui uma área de 19 mil m², dos quais 13 mil m² de área construída. Atualmente, o clube tem como meta a de desenvolver a prática de atividades esportivas, sociais e recreativas, que conta hoje com cerca de 13 mil associados em seu quadro associativo, constituído basicamente por médicos, dentistas, advogados, engenheiros, profissionais liberais e empresários.

Tem como origem o esporte e hoje participa competitivamente nas modalidades de Futebol de Salão (categorias: sub-09, sub-11, sub-13 e sub-15), Natação (masculino e feminino)Judô (masculino e feminino), Snooker, Bocha (masculino e feminino) e Xadrez.

Primeiro título

Em 1914, o Primeiro de Maio que fez a primeira excursão para Jundiaí, onde enfrentou o Corinthians Jundiayense. A conquista da 1ª taça veio num jogo realizado contra o Serrano Athletico Club, de Paranapiacaba, em 1916.

 

Duas participações na Elite do Futebol Paulista

Uma das mais antigas equipes da cidade e do estado de São Paulo a disputar o Campeonato Paulista da Primeira Divisão (atual A1), de 1927, pela antiga APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos). Participou 13 vezes das divisões de acesso do Campeonato Paulista de Futebol.

Em 1917 o Primeiro de Maio se filiou à Associação Paulista de Sports Athleticos, com o objetivo de disputar o campeonato paulista. No ano de 1926  foi Campeão do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, garantindo o direito de disputar a elite do futebol estadual no ano seguinte. Em 1928, fundiu-se ao Corinthians Futebol Clube, de São Bernardo do Campo, mas a união não deu certo, e acabou sendo desfeita em 1930.

Em 1940, participou pela última vez de uma competição oficial profissional. Entretanto permaneceu no amadorismo até 1949, quando se licenciou do Campeonato Citadino de Santo André. A partir daí o clube passou a investir na espaço social e no futebol de salão.

Ao todo, o Primeiro de Maio Futebol Clube participou de 15 edições do futebol paulista. No Campeonato Paulista da Primeira Divisão, foram duas: 1927 e 1936. E no Campeonato Paulista da Segunda Divisão, foram 13 edições: 1919, 1920, 1921, 1922, 1923, 1924, 1925, 1926, 1938, 1939 e 1940.

HINO do Primeiro de Maio F.C.

“Vinte e cinco ilustres fundadores, operários de visão.

Foi então, a forte engrenagem deste clube tradição.

Salve, salve o Primeiro de Maio, nosso nome exaltação.

De alta voz e brado juvenil cantamos com o coração:

de glórias mil, alto e bom tom,

te exaltamos com fervor.

Oh! Clube bom e popular, que o esporte sempre divulgou.

Unidos com muito vigor de verde e branco proclamar:

Primeiro de Maio, a tradição familiar”.

 

FONTES: Wikipédia – Site do clube – Site – As Mil Camisas – Waldomiro Junho - livro “Os Flechas Verdes”, de autoria do historiador Ademir Médice

 

1º escudo

O Cruzeiro Futebol Clube é uma agremiação do Município de Cruzeiro (SP). O Papagaio do Vale foi Fundado no dia 03 de Setembro de 1914. A sua Sede fica situada Rua Dom Bosco, nº 33, no Centro de Cruzeiro. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Professor Virgílio Antunes de Oliveira, com capacidade para 4 mil pessoas.

 

História

Olhando de perto o anoitecer do dia 03 de setembro do ano de 1914, um grupo de idealistas, reunidos com o ânimo de criar um clube de futebol. Dias mais tarde, em 23 de setembro de 1914, outros se juntaram a esses pioneiros. Eram comerciantes, comerciários, ferroviários, professores, médicos etc.

Surgia, assim, o clube que, por sugestão do Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, seria denominado Cruzeiro Foot-ball Club. O 1º presidente, Dr. Maurício da Rocha Sobrinho, médico, eleito em 23 de setembro de 1914, tomou posse dois dias depois, na 1ª Assembléia Ordinária.

Na mesma ocasião, por maioria de votos, foram escolhidas as cores branca e verde para o Clube. A inauguração oficial ocorreu em um dia de domingo, 27 de dezembro de 1914. O Sr. Carlos Rossetti, arquiteto, ficou responsável pela ornamentação do “ground“, como se chamava na época o campo de futebol, bem como pela a armação da arquibancada e do coreto.

Ficava nas terras da fazenda Boa Vista, na rua Campos Salles, hoje Engenheiro Antônio Penido. Em 21 de fevereiro de 1915, realizou-se a primeira partida de futebol contra um time de fora. O adversário veio da cidade de Cachoeira.

1920: clube inaugura seu estádio

No domingo, dia 24 de outubro de 1920, foi inaugurada a nova praça de esportes, batizada com o nome de Rosalina Novaes dos Santos. Localizava-se no terreno situado na Av. Major Novaes, cedido pelo Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, sua esposa Celestina Novaes dos Santos Antunes (Dª Tita) e Sr. Antonio Celestino Novaes dos Santos.

A programação festiva foi extensa e, para inauguração do campo de futebol, foi convidada a equipe da “Associação Sportiva de Guaratinguetá“. Em 1921, conquistou o título da primeira edição da Taça Cidade de Cruzeiro. A agremiação também foi uma das maiores vencedores do campeonato regional promovido pela Liga de Futebol Norte do Estado de São Paulo, ao conquistar o título nos anos de 1939, 1944, 1946 e 1950.

Na praça de esportes o Clube viveu momentos de glória até 1955, quando ela foi desapropriada pelo Poder Público, através do Decreto Municipal n.º 67, subscrito pelo prefeito da época, Dr. Avelino.

Com esse ato, encerrou-se uma etapa da vida do Cruzeiro, marcando o início de uma nova era. A título de esclarecimento, no local foi construída a praça Dr. Antero Neves Arantes, também conhecida como “Praça Nova” ou “Praça 7“. A partir de então, capitaneado pelo Dr. Cástor Machado, o Clube, buscou novos caminhos.

1952: futebol é deixado de lado

Em 1952, o Cruzeiro parou com a equipe de futebol, mantendo apenas as atividades da sede social. Mas em meados da década de 60, o clube reativou o futebol e participou de várias competições amadores municipais.

O Cruzeiro seguiu com as disputas em campeonatos locais nos anos seguintes, com rivalidade a outros clubes locais, como Fabriva, ligada a Fábrica Nacional de Vagões e Frigorífico Atlético Clube, que surgiu com ligação ao Frigorífico Cruzeiro. Entretanto, o encerramento do time de futebol pela primeira empresa e a desativação do segundo clube devido ao fechamento da empresa, reduziu o apelo no futebol local.

Nova sede social, própria, foi construída na rua Major Hermógenes, esquina com a rua Cap. Avelino Bastos. Além do salão de festas, abriga toda a parte administrativa. No Complexo Esportivo, na Rua Dom Bosco, foram centralizadas as demais opções de lazer: piscinas, sauna, campos de futebol, quadras de tênis etc.

1975: O retorno

Porém, em 1975, um convite feito pelo Esporte Clube Taubaté para que a agremiação disputasse uma competição regional, o “Torneio Integração do Vale“, fez surgir apoio de esportistas de outros clubes locais para que o Cruzeiro fosse o representante do município. O time cruzeirense teve uma boa participação naquele ano e em 1976.

 

Bicampeão da Terceirona Paulista

Sob a presidência de José da Costa Sampaio Primo, e com boa aceitação popular, o Cruzeiro se interessou em ingressar no futebol profissional. Em 1977, o clube se filiou a Federação Paulista de Futebol e participou do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (na época, representava o quinto nível do futebol estadual). Com atletas locais, o “Papagaio do Vale” não conseguiu classificação à Segunda Divisão.

No ano seguinte, foi montada uma equipe com vários atletas com experiência no futebol do interior paulista. Na 1ª fase, fez grande campanha e terminou em 1º lugar, com 10 vitórias, cinco empates e uma derrota. Na fase final, conseguiu sete vitórias, três empates e duas derrotas. A vitória por 2 x 1 sobre o Macêdo, no dia 10 de dezembro, garantiu o título do Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1978, pela primeira vez.

Em 1979, o Cruzeiro disputou a Segunda Divisão (equivalente à Quarta Divisão) e fez ótima campanha. Na fase decisiva, terminou em 3º lugar, atrás do Fernandópolis e do Jaboticabal.

Entretanto, voltou a disputar a Terceira Divisão Estadual em 1980. O motivo foi uma ampla reformulação realizada pela Federação Paulista nas divisões de acesso do futebol estadual após a extinção da Divisão Intermediária (atual Série A2).

Mesmo com o “rebaixamento”, mostrou bom desempenho e chegou a fase decisiva, mas ficou atrás do Lemense e Tanabi, sem ascender à Segunda Divisão.

Mas em 1981 o clube alcançou o objetivo e novamente o “Papagaio do Vale” chegou ao bicampeonato da Terceira Divisão de Profissionais, em 1981. Em três fases, conquistou 26 vitórias, teve 13 empates e sofreu 5 derrotas. O jogo que selou a conquista aconteceu no dia 6 de dezembro, em Cruzeiro: vitória por 4 x 0 sobre o Guaçuano.

 

1988: novamente o clube desativa o futebol

Com a conquista, garantiu a participação na principal divisão de acesso do futebol estadual em 1982. Entretanto, realizou somente participações medianas na competição, sem ter disputado efetivamente uma vaga para a elite do Campeonato Paulista. A última participação na Segundona aconteceu em 1987.

No início de 1988, o presidente Domingos Antonio Pereira Creado, recém-eleito para a função, determinou a desativação do departamento de futebol profissional para destinar o foco da administração do clube para a área social. Foi o fim da participação do Cruzeiro Futebol Clube nos gramados do futebol paulista.

 

HINO – Cruzeiro Futebol Clube

(idealizado por Sérgio Valério, ao ser escolhido em um concurso realizado pela Rádio Mantiqueira de Cruzeiro no dia 7 de novembro de 1985)

 

O papagaio vai entrando no gramado

Arte, força, vibração

Cruzeiro do meu coração

bola pra frente com muita raça

que essa taça nós vamos levar.

Bola pra frente com muita raça, que essa taça nós vamos levar.

Salve o Cruzeiro, o campeão…

Salve Cruzeiro, nosso Verdão…

Salve o Cruzeiro, onde estiver, iremos nós…

A nossa voz um coro forte da torcida que unida, não crê em má sorte te leva a lutar

 

Rivalidade

O Cruzeiro teve na sua cidade-natal um grande rival: o Frigorífico, que teve duas participações no Campeonato Paulista, em 1957 e 1958. Durante anos, este clássico disputado por dois alviverdes movimentou o futebol de Cruzeiro.

Outra rivalidade foi com o Aparecida, clube com o qual disputou várias partidas importantes pelas divisões de acesso do Campeonato Paulista.

 

Participações em Estaduais

O Cruzeiro participou de 11 edições do Campeonato Paulista em diferentes divisões:

Segunda Divisão (atual A2) — 1982, 1983, 1984, 1985, 1986 e 1987 – 6 vezes;

Terceira Divisão (atual A3) — 1980 e 1981 - 2 vezes;

Quarta Divisão (atual Série B) — 1979 – 1 vez;

Quinta Divisão (extinta) — 1978 – 1 vez;

Seletiva para Quarta Divisão — 1977 – 1 vez;

 

Reativação bateu na “trave”

Entre 2012 e 2013, representantes da Prefeitura de Cruzeiro levantaram a possibilidade de reativação do futebol profissional do Cruzeiro. Segundo o secretário de Esportes da administração municipal, Alexandre de Góes Pereira, clubes foram contatados para representar a agremiação no Campeonato Paulista de Futebol – Segunda Divisão de 2013. Entretanto, as negociações não evoluíram e a proposta não teve sucesso.

 

FONTES: Wikipédia – Site e Página no Facebook do clube – Waldomiro Junho

FOTOS: Acervo de Alexandre de Góes Pereira – A Gazeta

 

O Esporte Clube São Gabriel é uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). O ‘Sanga’ foi Fundado na segunda-feira, do dia 23 de Setembro de 2013, a fim de preencher o vazio deixado pela extinção do São Gabriel Futebol Clube, meses antes. A equipe Gabrielense manda os seus jogos no Estádio Municipal Sílvio de Faria Corrêa, com capacidade para 8.500 pessoas. O campo está localizado ao lado da rodoviária municipal, no Bairro Capiotti, em São Gabriel.

De cara, o acesso para a Segundona

A sua primeira competição aconteceu em 2014, quando debutou no Campeonato Gaúcho da Série B (que na prática equivalia a Terceira Divisão), organizado pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF).

De cara, o EC São Gabriel terminou na 3ª colocação, o que lhe rendeu o acesso para disputar o Campeonato Gaúcho da Segunda Divisão de 2015. A equipe Gabrielense seguiu bem e terminou na 4ª posição da Segundona, e por pouco não obteve o acesso para a Elite do Futebol Gaúcho.

Maior Goleada

Ainda em 2015, na fase de preparação, o Esporte Clube São Gabriel comandado por Gelson Conte aplicou a sua maior goleada no curto período de existência ao derrotar o Milan, de Porto Alegre pelo elástico placar de 9 a 0, no domingo, do dia 1º de fevereiro de 2015, no Estádio Municipal Silvio de Faria Corrêa. Os gols da partida foi marcados pelo atacante Bahia (três vezes); Jean e Rafael Paraíba, duas vezes cada um; o lateral esquerdo Stanley, de pênalti, e Edu, em cobrança de falta; um tento cada.

A luta para seguir na Segundona

Em 2016, outra boa campanha, no qual terminou em 6º lugar.  Em 2017, o São Gabriel não faz boa campanha na Divisão de Acesso (Segundona). Restando um jogo para o fim da fase de classificação, o Esporte Clube São Gabriel recebe a visita do Guarany, de Bagé, neste sábado (06 de Maio de 2017), no Estádio Municipal Sílvio de Faria Corrêa, em São Gabriel, precisando de um empate para permanecer na Segundona.

Neste momento, o São Gabriel ocupa a 7ª e penúltima colocação no Grupo A, com 12 pontos (13 jogos, com três vitórias, três empates e sete derrotas; marcando 15 gols, sofrendo 25, com saldo negativo de 10).

Já o Guarany, de Bagé está na última colocação no Grupo A, com 11 pontos (13 jogos, com três vitórias, dois empates e oito derrotas; marcando 11 gols, sofrendo 17, com saldo de menos seis). O último colocado do Grupo A será rebaixado juntamente com o lanterna da chave B para o Campeonato Gaúcho da 3ª Divisão em 2018.

HINO Oficial do Esporte Clube São Gabriel (divulgado na página oficial do clube no Facebook, no dia 10 de março de 2016)

(Compositores: Alex Silveira, André Teixeira, Marcel da Cohab e Rogério Melo. Intérpretes: André Teixeira e Rogério Melo)

“Os clarins anunciam tua chegada
Paixão que move uma cidade inteira
E o amor desta torcida apaixonada
Emociona ao desfraldar nossa bandeira
És o retrato de um povo valente

Que da luta não desiste jamais
A cada grito de gol da nossa gente
Canta vibrante a “Terra dos Marechais”

Avante, sempre avante, São Gabriel
Honrando tua camisa e este chão
Avante, sempre avante, São Gabriel
Com força, garra e coração (2x)

És o glorioso baluarte do Rio Grande
Com a identidade dos que fizeram tua história
Traz a fibra pampiana dos teus filhos
Que já nasceram com sede de vitória

Avante, sempre avante, São Gabriel
Honrando tua camisa e este chão
Avante, sempre avante, São Gabriel
Com força, garra e coração (2x)”

 

YouTube:  https://www.youtube.com/watch?v=VGezkNh43xw

 

FONTES & FOTO: Site Caderno 7 – Wikipédia – YouTube – Página do Clube no Facebook –  Site N1 Notícia “A Notícia On Line” – Federação Gaúcha de Futebol (FGF)

 

O Sport Club Curupaity foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A “Petizada (quer dizer: ajuntamento de crianças) Alvirrubra” foi Fundada na sábado, do dia 13 de Junho de 1914. O clube nunca teve um campo próprio. Atuava em diversos campos da região, como o Carioca F.C., o campo na Rua do Russell, entre outros.

História da Fundação

“Reunidos na residência do grande escriptor Dr. Coelho Netto, o ‘festejado homem de letras’, foi dado por Emmanuel Coelho Netto, o “Mano” (que era filho de Coelho Netto); o nome de Sport Club Curupaity. O nome dos demais fundadores:

George Coelho Netto; Paulo Coelho Netto; João Coelho Netto, o “Preguinho”; Francisco Paes Figueiredo, o “Chiquinho”; Manoel Correa; Ernesto, Sylvio de Sá; Gerdal Boscoli; Nilo Murtinho Broga; Floriano Guimarães; Joaquim Travesedo; Ricardo Salazar; Manuel Aarão; Álvaro de Sá; Evaristo Juliano de Sá; Dino; Galvão; Seabra e Euclydes Joaquim da Silva, o “Cuca” (1º Presidente).

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Euclydes Joaquim da Silva, o “Cuca” ;

Vice-Presidente - Álvaro de Sá;

1º Secretário - Gerdal Boscoli;

1º Tesoureiro - George Coelho Netto;

Capitão - Paulo Coelho Netto;

Fiscal de Campo - Joaquim Travesedo.

 

Significado do nome e uniforme

O nome “Curupaiti vem do Tupi-guarani, que pode significar: “a água do angico (curupaí+ti)” ou “lugar abundante em angicos (curupaí+ti [ba])“. O clube possuia o uniforme semelhante ao América Football Club: camisa rubra, escudo branco, calção branco e meiões negros.

Quem foi Coelho Neto?

Natural de Caxias, Henrique Maximiano Coelho Neto nasceu em 21 de fevereiro de 1864 e faleceu no Rio de Janeiro,  em 28 de novembro de 1934. Foi um escritor (cronista, folclorista, romancista, crítico e teatrólogo), político e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras onde foi o fundador da Cadeira número 2.

Foi considerado o “Príncipe dos Prosadores Brasileiros“, numa votação realizada em 1928 pela revista O Malho. Apesar disto, foi consideravelmente combatido pelos modernistas, sendo pouco lido desde então, em verdadeiro ostracismo intelectual e literário.

Sobre Paulo Coelho Netto, foi autor do livro sobre o primeiro cinquentenário da História do Fluminense, historiador e dirigente deste clube.

Quem foi Preguinho?

 João Coelho Netto, mais conhecido como Preguinho (Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1905 — Rio de Janeiro, 1º de outubro de 1979), foi um multi-esportista brasileiro. Filho do escritor Coelho Netto, e da professora de música Maria Gabriela Brandão Coelho Netto, Preguinho era sócio do Fluminense antes mesmo de nascer, ingressando nas equipes infantis do clube carioca em 1916, com 11 anos.

Clube Esportivo e Categorias de base

Apesar do futebol ser o “carro-chefe” da Petizada Alvirrubra, possuíam outros esportes Pingue Pongue (Tênis de Mesa), Water Polo, entre outros.  O futebol, além da categoria adulta, contava ainda com as categorias Infantil e Juvenil, onde enfrentou diversas vezes forças da época como o Clube de Regatas Flamengo e Fluminense Football Club, ambos no Infantil.

 

Sedes

A 1ª Sede ficava na Rua Pinheiro, nº 73, em Botafogo – Zona Sul do Rio. No Sábado, dia 29 de Março de 1919, se mudou para a Rua Dois de Dezembro, nº 52, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio. Enfim, em 1925, adquiriu a grandiosa Sede da Rua do Catete, nº 300, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio.

 

Dia que o Curupaity goleou o Tricolor das Laranjeiras

Em 1914, se filiou a Liga Veronista onde foi campeão no 1º e 2º Quadros, ambos de forma invicta, em 1915. Em 1916, o time infantil do Sport Club Curupaity contava com bons valores.

E, teve um teste de fogo para provar o seu potencial. Na época enfrentou o Fluminense, o melhor time daquela época, no campo do Carioca F.C., no Jardim Botânico.

No final, a Petizada Alvirrubra arrasou o Tricolor das Laranjeiras pelo elástico placar de 9 a 2. Vale lembrar, que no time do Fluminense haviam grandes jogadores que depois fizeram história no clube: Fortes, Mutz, China, Joel, C. Augusto, entre outros.

 

Campeonato Infantil de 1916, fez o Curupaity só retornar em 1917

Um fato curioso! A esmagadora vitória sobre o Fluminense, somado a criação do Campeonato Infantil, organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), acabou causando, involuntariamente a paralisação do Sport Club Curupaity.

Por quê? Após ter arrasado o Fluminense, meses depois foi criado o Campeonato Carioca Infantil. Os jogadores empolgados com a notícia queriam participar da competição a qualquer custo. No entanto, naquele momento o clube não era filiado a LMDT, e por isso, não poderiam jogar.

Então, os jogadores se reuniram para buscar uma alternativa. A primeira ideia foi disputar pelo Carioca Football Club, que gentilmente sedia o seu campo para que o Curupaity pudesse jogar.

Contudo, os jogadores não chegaram a um consenso. No final, parte dos jogadores disputaram o certamente pelo Fluminense Football Club (Moreira, Mano, Preguinho e Zezé foram destaques no profissional) e a outra parte pelo Clube de Regatas Flamengo.

Porém, o resultado desse entusiasmo geral uma paralisação do Sport Club Curupaity, que sem jogadores, só retornou na temporada seguinte, em 1917. O retorno foi triunfal, mesmo perdendo alguns jogadores que optaram em continuar no Tricolor das Laranjeiras e no Rubro-Negro. Fechou a temporada de forma invicta, conquistando o Torneio no Mavilis.

Clube ajuda a fundar a Liga Sportiva Carioca (LSC)

Em 1918, o Sport Club Curupaity, juntamente com o Combinado Humaytá; Aymoré FC; Sport Club Emulação; Benjamin Constant AC; Paysandu AC; Leme AC e Pedro Ivo FC, fundaram a Liga Sportiva Carioca (LSC).

Naquele ano, o clube foi campeão no 1º e 2º Quadros, em ambos de forma invicta. O time adulto jogou com: Ramos; Peixoto e Dadá; Travesedo, Solntive e Dino; Chermont, Sylvio, Chiquinho, Merecker e Dedê.

Antenor Mayrinck Veiga foi o pivô da decadência do clube início dos anos 20

No Sábado, dia 29 de Março de 1919, o Curupaity adquiriu a sua Sede própria, na Rua Dois de Dezembro, nº 52, no Bairro do Catete. O que era para ser a alavancada do clube, acabou ocorrendo o contrário.

Três depois, por motivos que não foram divulgados, o então presidente do clube, David Villela retirou-se do clube. Em solidariedade os demais membros da diretoria também saíram.

O que se sabe é que dois dias antes da saída em massa da diretoria, tinha sido proposto que o conceituado industrial Antenor May             rinck Veiga que assumisse a presidência do Curupaity.

Diante do imbróglio Antenor May   rinck Veiga assumiu e realizou diversas melhoras. No entanto, ao notar que os demais membros da diretoria não deram o devido valor, o industrial decidiu sair, causando a decadência completa do clube, tendo perdido a Sede, móveis, etc.

Emmanuel Coelho Netto, o “Mano” morre e Seleção Brasileira jogou de luto

Filho do escritor Coelho Netto e irmão mais velho do também futebolista João Coelho Netto, o “Preguinho”, Mano veio falecer depois de um traumatismo ocorrido em confronto contra o São Cristóvão no qual o Fluminense venceu por 2 a 1.

Apesar de sentir fortes dores no abdômen, que lhe causou infecção generalizada, vindo a falecer na véspera de confronto entre a Seleção Brasileira e a Seleção Uruguaia pelo Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1922, quando a Seleção Brasileira jogou com braçadeiras negras em sua homenagem, aos 24 anos.

Entre idas e vindas, o em torno em 1924

Mediante o quadro catastrófico que o clube atravessava, David Villela resolveu colocar as magoas de lado e retornou para reorganizar Sport Club Curupaity. Objetivo este alcançado. Em 1919, se filiou a Associação Carioca de Sports (ACS). O Curupaity não terminou o Campeonato por não concordar com uma resolução da diretoria da ACS.

Após esse incidente o clube paralisou o futebol, só retornando em 1921, quando ingressou na Associação Sportiva Rio de Janeiro (ASRJ). Posteriormente, ocorreu outra paralisação, só retornando em 1924.

Nesse ano mostrou a velha forma e se sagrou campeão do Torneio Início, realizado no campo do Metropolitano. E realizou duas excursões a Região Serrana: Teresópolis e Petrópolis, onde obteve destaque.

Curupaity adquire suntuosa sede e volta a crescer

Em 1925, buscando os status de outra, o presidente David Villela resolveu chamar antigos sócios para solidificar o clube. Os frutos dessa empreitada foi boa.

Em seguida, o Curupaity adquiriu a grandiosa Sede da Rua do Catete, nº 300, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio. O resultado elevou o número de sócios para 300, três times de futebol, três equipes de Ping Pong e diversos atletas de outras modalidades.

Em 10 de abril de 1926, se filiou a Federação Brasileira de Esportes Athleticos (FBEA). No mesmo ano se filiou a AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos), onde foi campeão da AMEA II, em 1926.

No início de 1927, David Villela renunciou mais uma vez ao cargo de presidente do clube. Mas dessa vez, o clube se manteve em pé. Na tarde da terça-feira, do dia 28 de Fevereiro de 1928, se filiou a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). Nesse momento, o Curupaity chegou a ter incríveis 400 sócios.

Ainda nessa temporada disputou o Campeonato da AMEA (1928), que contou com grandes forças como o Americano FC(do bairro Riachuelo); Campo Grande AC (do bairro Campo Grande); Esperança FC (Bangu); Fidalgo FC (Madureira); Mavilis FC (Caju); Modesto FC (Quintino Bocaiúva); Magno FC (Madureira); entre outros.

A Luz, enfim, se apagou!

Após duas décadas de alegrias, tristezas, conquistas, fracassos, união, desunião, o Sport Club Curupaity foi saindo do cenário futebolístico. Seus fundadores já não eram mais os mesmos. O interesse tinha mudado. O clube passou a ser social. Aquele brilho, se apagou! O fim chegou. Mas essa história se perpetuará por muito tempo! Onde grandes intelectuais fizeram parte do clube, deixando para aqueles que conheceram uma ponta nostalgia e saudade!

Hino do Sport Club Curupaity

(Hino de 1915: versos de Miranda Horta e música de Manuel Aarão)

“Glória, Glória, Aleluia,

Curupaity é Campeão,

Mano, George, Floriano,

Honório, Atilio, Galvão,

Miranda, Cadinho, Alcindo,

Zezé, esquerda inteira,

É o menino de ouro,

O Centerforward Raul Ferreira,

 

Nós temos bons directores,

Desde o Captain ao cobrador,

Um presidente afiado,

Um secretário cavador,

Atitude, não temor campo,

É uma cousa que eu não nego,

Se preciso ser expulso,

O Chiquinho come prego”.

Time-base de 1914-15: Renato (Atilio); Rodolpho (Crockat) e Moreira; Cadinho (Galvão), Honório e Floriano; Mano, Corregal, Raul, Zezé e Manduca (Miranda Horta).

 

Time-base de 1916: Gerdal; Chagas Leite e Armando; Joaquim Travesedo, Seabra e Lanzarotti; Nogueira, Floreano, Chiquinho, Nilo e Paulo Coelho Netto.

 

Time-base de 1918: Alberto Ramos; Edgard Andrade (Dudu) e Francisco Peixoto; Dimas M. Castro (Victor), Carlos Santivi e Joaquim Travesedo; Chermon Brito (Sylvio), Reynado Cintra (Torquato), Francisco P. Figueiredo, Jorge Merker (Guiol) e Edgard (Dedê).

 

Time-base de 1921: Annibal; Raul e Carlinhos; Joaquim Travesedo, Moreira e Merker; Jovianiano, Maruico, Santos, Sylvio e Matre.

 

 

FONTES: Wikipédia – Jornal A Rua – A Razão – Gazeta de Notícias – Correio da Manhã – O Paiz – O Brasil – A Noite – Jornal do Brasil – O Malho

 

 

O Guarany Sporting Club é uma agremiação da cidade de Sobral (CE). A sua Sede fica localizado na Rua Dr. João Carlos, nº 31, no Centro da cidade. Fundado no dia 2 de julho de 1938, na residência do Sr. Luiz Nogueira Adeodato, localizada na esquina da Avenida Dr. Guarany e à Rua Cel. Mont’Alverne (atrás do teatro São João), em Sobral-CE, nasceu o Guarany Sporting Club.

A 1ª diretoria do Guarany era composta por: Pe. José Aloísio Pinto (Presidente de Honra), Luiz Nogueira Adeodato (Presidente Executivo).

Dentre elas a do Dr. Éverton Francisco Mendes Mont’Alverne, que levou o time a disputar o título de Campeão Cearense de Futebol (3° lugar em 1970), o que divulgou consideravelmente o nome do clube e da cidade de Sobral. Outro Presidente que merece destaque, foi goleiro do clube durante anos, onde conquistou o Intermunicipal de 1949.

O Primeiro Presidente do clube como equipe profissional disputou e ganhou a divisão de acesso e em 1967 o bugre sobralense participou de seu 1° campeonato cearense na divisão de elite do nosso futebol. Manés ainda foi Presidente do Guarany por diversas vezes, sempre sendo eleito por unanimidade, tendo deixado às fileiras do Guarany em 1981.

No dia 31 de Julho de 1982, assume o Presidente que mais ano ficou frente ao clube, o Sr. Luiz Mello Torquato. O primeiro jogo sob a administração do Sr. Luiz Torquato, foi no dia 1° de agosto de 1982, entre a equipe do Guarany de Sobral e o Guarani de Juazeiro, no estádio do Junco, onde o Guarany sobralense venceu por 2 x 0.

Em 1983, pela excelente campanha no certame cearense, o Guarany ganhou o direito de participar da Taça de Prata (equivalente ao Campeonato Brasileiro da Série B), e no ano seguinte repetiu a dose com o 3° lugar no Campeonato Cearense. Sob o comando do Sr. Luiz Mello Torquato, o Guarany ainda disputou o Campeonato Brasileiro de 1987, último ano que a equipe disputou campeonato promovido pela CBF.

Dentre os títulos conquistados na administração do Sr. Luiz Mello Torquato podemos destacar a conquista do Torneio de Movimentação em 1996 e depois de descer para a 2° divisão em 1998, tornou-se Campeão Cearense da 2° divisão em 1999, voltando a primeira divisão classificou-se em 3° lugar nos anos de 2000 e 2001, em 2001 foi o único clube classificado do Norte e Nordeste para as finais do Campeonato Brasileiro da série C, ficando entre os quatros finalistas de um total de 65 clubes disputantes e sendo o campeão geral de renda entre os participantes.

Em 2002, o Guarany Sporting Club honrou o estado do Ceará participando da Série B do Campeonato Brasileiro, porém, sem êxito em sua campanha, foi rebaixado para a Série C de 2003. Desde já, o Guarany Sporting Club entra em uma crise.

Sendo rebaixado da Série C e do Campeonato Cearense em 2003, o Guarany passa o ano de 2004 sem freqüentar campeonatos de Nível nacional, na 2ª divisão do estadual.

Em 2004, o Guarany não faz uma boa campanha, conseqüentemente, foi um ano sem muitas mudanças para o mesmo que, não conseguiu o acesso para a 1ª divisão do estadual de 2005.

O ano de 2005 foi muito diferente para o Guarany, em relação ao ano de 2004. O Cacique do Vale garante o acesso para a Elite do Futebol Cearense e desperta uma imensa torcida que, há muito, estava desacreditada.

Porém, o Guarany não fez uma boa campanha em 2006, e acabou sendo novamente rebaixado para a 2ª divisão do campeonato estadual, onde ficou “enterrado” por mais dois anos. Até que, em 2008, o Guarany Sporting Club volta a elite do Futebol Cearense, por meio de uma grande campanha e com um merecido título.

Em 2009, o Guarany Sporting Club disputou a 1ª divisão do estadual, que, então, fazendo uma boa campanha, consegue ir até a final do segundo turno, perdendo para o Fortaleza. O Bugre Sobralense conseguiu garantir a 4ª posição no estadual de 2009, ficando atrás apenas de Fortaleza, Ceará e Ferroviário, e viu seu maior rival, Icasa, sendo rebaixado para a 2ª divisão do estadual de 2010.

 

Conquista da Série D em 2010 ao retorno à Série D em 2012

Em 2010, após bater o Vila Aurora, de Rondonópolis, o Guarany de Sobral conquistou o acesso ao Campeonato Brasileiro Série C, junto com o Madureira, o Joinville e o Araguaína. O Cacique do Vale no Campeonato Cearense de 2011 terminou na 5ª colocação e foi o 4º time que mais levou torcedores aos estádios no estadual, já na Série C do mesmo ano ficou em 3º lugar em seu grupo, não conseguindo classificação para a segunda fase da competição.

Em 2012, o Guarany de Sobral surpreendeu de forma negativa sua torcida. Passou grande parte do Cearense dentro do Z3, com grandes chances de ser rebaixado para a segunda divisão do Cearense, mas termina na sétima colocação, na Série C de 2012 fica na última colocação do Grupo A e retorna a Série D em 2013.
Campeão da Taça Padre Cícero (Campeão do Interior) e Vice-Campeão Estadual 2013

Em 2013, o Bugre Sobralense começou sua campanha do estadual de forma pífia. Com uma seqüência de péssimas exibições, o Cacique do Vale brigava para permanecer fora da zona de rebaixamento. Através de uma campanha maciça da torcida nas redes sociais e protestos no Juncão, a família Torquato renunciou ao comando do clube, depois de 30 anos.

Com a nova diretoria e um novo espírito, o Bugrão conseguiu não apenas escapar do rebaixamento, como também se classificar para a segunda fase do Campeonato Cearense.

Com muita competência, determinação e algumas contratações, o time conseguiu avançar (em quarto lugar) para as semifinais. Com uma vitória por 3 x 0 em Sobral e uma derrota por 4 x 1 em Juazeiro, o Bugre (portador da menor folha salarial entre os quatro semifinalistas) garantiu sua vaga na final, eliminando o Icasa. Na grande decisão, o Cacique deixou escapar o título com dois empates de 1 x 1 contra o Ceará, sendo o critério de desempate a melhor campanha da equipe alvinegra no estadual.

 

Copa do Nordeste 2014

O Guarany estreou contra o Náutico e empatou em 1 x 1 em plena Arena Pernambuco e depois estreou em casa contra o atual campeão da Série D, o Botafogo-PB e venceu depois voltou a Recife para enfrentar o Sport e empatou em 0 x 0 e no jogo de volta venceu por 1 x 0, o Cacique do Vale terminou líder com 9 pontos e classificado para as quartas.

Nas quartas de finais, ele enfrentou o Santa Cruz, de Pernambuco, o primeiro jogo, o Bugre Sobralense perdeu por 3 x 0, no Arruda, e no jogo de volta, perdeu de 1 x 0, no Junco, sendo eliminado nas quartas no placar agregado de 4 x 0.

 

4º colocado no Campeonato Cearense de 2014

Entrou no segundo turno do Campeonato Cearense de 2014, terminando em 4º colocado, perdendo nas semi-finais para o Ceará, pelo placar agregado de 8 x 4. Porém, conseguiu a classificação para o Campeonato Brasileiro – Série D de 2014.

 

Campeão da Copa Fares Lopes 2015

Com uma vitória histórica, de virada, pelo placar de 2×1, o Guarany Sporting Club venceu seu rival-xará, o Guarani Esporte Clube (Guaraju), da cidade de Juazeiro do Norte e conquistou na tarde quente e ensolarada do dia 29 de novembro de 2015; em jogo único disputado no Estádio Plácido Aderaldo Castelo “Juncão”, o inédito título estadual da Taça Fares Lopes.

 

Participação na Copa do Brasil 2016

Com a conquista de seu primeiro título estadual, a Taça Fares Lopes em 2015, o Guarany de Sobral de quebra conquistou o direito de pela primeira vez participar da Copa do Brasil no ano de 2016, representado junto a Ceará Sporting Club e Fortaleza Esporte Clube, o estado do Ceará nesta importante competição futebolística nacional, a segunda em importância, ficando atrás somente do Campeonato Brasileiro de Futebol, o Brasileirão.

No estádio do Junco, em 13 de abril o Cacique do Vale recebeu o time do Coritiba (PR), perdendo a partida pelo placar de 3 a 0, sendo eliminado logo na primeira fase da competição.

 

 

Hino do Guarany de Sobral

(Letra e Música: Luis Gonzaga Frota Carneiro)

 

Guarany, teu nome é uma glória

Guarany, símbolo de vitória

Guarany, na luta és tão forte

És o orgulho da princesa do norte


És cacique, de um vale vibrante

Que vai muito avante, avante lutar

Por um povo, que ama seu time

Guarany, Guarany, vamos lutar, vamos ganhar.

 

Estádio do Junco

Nome: Plácido Alderado Castelo (do Vale)

Localização: Rua Antônio Aguiar Carneiro/ Bairro do Junco – Sobral-CE

Capacidade: 12 mil espectadores

Estacionamento: Aproximadamente 500 vagas

Bilheterias: 2 (duas)

Setores: 4 (Arquibancada, Geral à direita, Geral do Placar e Geral Visitante)

Inauguração: 08/06/1969

Recorde de Público: 23.000 (Guarany x Cruzeiro-MG)

Anexos:

Lanchonetes, tanto na arquibancada quanto na geral;

12 Cabines de Rádio e TV;

Tribuna de honra;

Dimensões do Campo: 110m x 70m

 

Títulos

Campeonatos de Nível Estadual

01x 1° Divisão CE- 1° Turno [1970]

04x 2° Divisão CE [66,99,05-08]

02x Campeão do Intermunicipal [1948,65]

 

Campeonatos de Nível Municipal

01x Torneio da Movimentação [1996]

01x Torneio Cidade de Sobral [2000]

04x campeão Sobralense [1939-40-41-42]

 

 

FONTES: Wikipédia - Site do clube

 

Anos 60

O Carmense Atlético Clube é uma agremiação centenária do Município do Carmo (RJ). Localizado no Centro Fluminense do Estado do Rio de Janeiro, fica a 192 km da capital, o Município do Carmo conta com uma população de 17.439 habitantes, segundo o Censo IBGE/2010. A sua Sede e o Estádio Antonio Francisco de Araujo Macuco do clube Alvinegro ficam localizados na Rua Luiz Moura Pinheiro, nº 68, no Centro da cidade.

O 1º clube de futebol que surgiu no município, faz parte da cultura e história do Carmo, foi Fundado na sexta-feira, do dia 18 de Junho de 1915, por Ary Lopes, grande entusiasta do esporte, idealizou a construção de um campo de futebol na cidade. Providenciou juntamente com outros desportistas o desaterro de um terreno localizado à Praça Pereira Lima. A tarefa foi árdua eram utilizados couros de boi abertos para a locomoção do desaterro tirados dos barrancos e levados para partes desniveladas, fazendo as vezes de carroças.

Surge assim o primeiro campo na cidade, em seguida organizou juntamente com Alfredo de Onofre, Ary Martins, Fábio Santos, Licínio Sertã Filho, Mário Mesquita e muitos outros, um time para prática do futebol, iniciou-se daí a vida do Carmense apareceram na cidade os primeiros jogadores, os primeiros jogos e os habitantes da pitoresca Carmo começaram a olhar com interesse e simpatia para o novo divertimento.

Apesar do sucesso, houve épocas em que o Carmense deixava de aparecer, até que um grupo de homens valorosos: Antônio Francisco de Araújo Macuco, Alfredo Baranda, Ary Martins, Antônio Gismonti, Boanerges R. França, Carlos Calil, Carlos Soares de Menezes, Dr Guilherme Phal e outros reuniram-se e com uma boa organização fizeram ressurgir o querido clube da cidade.

Anos 70

Os jogadores melhoraram o padrão de jogo, surgiram os primeiros sócios e torcedores fervorosos do pavilhão Alvinegro, tendo como mascote o Gato-Preto. Vários dos seus jogadores conquistaram a admiração da torcida sendo convidados, muitas vezes para reforçar times de municípios vizinhos, o que ainda acontece atualmente. É um clube cujos jogadores tudo fazem pelas cores Preta e Branca pois são em sua maioria carmenses verdadeiros, carinhosamente chamados Prata da Casa.

Em seus 101 anos de existência o Carmense, clube mais popular da cidade, respeitado e admirado em toda região vizinha, vem acumulando troféus de grande valor histórico nas competições em Carmo como também em outros municípios.

Atualmente, o Carmense conta com aproximadamente120 troféus, fazendo surgir na atual diretoria o sonho de reunir todos num espaço digno onde todos os Carmenses possam admira-los a Sala de Troféus Ruy Gomes ficou a sete chaves a até inauguração e estas chaves ficaram com Regiane Braga que é uma guerreira hoje dedica junto com sua família ao Carmense.

Após a inauguração da Sala de Troféus foi realizado uma grande homenagem ao Centenário com Direção José Paulo da Silva (Paulinho) onde todos se emocionaram muito.

 

Anos 80

HINO

Contra força não há resistência,
O Carmense, o Carmense é uma potência
Em disciplina o seu nome continua em cartaz
Mas ninguém sabe fazer o que ele faz…

Somos torcida de coração
O nosso time é o primeiro em UNIÃO

O Carmense, vocês vão ver…
tanto sabe ganhar
como sabe perder!! 

 

FONTE & FOTOS: Página do clube no Facebook – Blog Adriano Teixeira “Últimas Notícias”

 

 

 

O Lausanne Paulista Futebol Clube, do Bairro do mesmo nome, situado na Zona Norte da capital paulistana, foi fundado na data de 20 de março de 1927.

Jovens dissidentes do então Pedreira Futebol Clube, capitaneados pelo saudoso Francisco Gaboni e Arquimedes Mateuchi, se reuniram na casa de Francisco Gaboni para tratarem da fundação de um novo clube.

Presentes estavam Serafim Valente, Alfredo de Souza, Ernesto Bandini, Eduardo Bandini, Pedro e José Gaboni.

Nessa reunião, às 21 horas, do dia 20 de março de 1927, determinou-se a fundação do Lausanne Paulista Futebol Clube.

 

Na década de 30, marcada por grandes conquistas esportivas, e pela proximidade da Serra da Cantareira, ganhou o apelido de “Tigre da Cantareira”.

 

O time que impunha respeito.

Uma das formações que alegrava os lausannenses.

Da esquerda para a direita: Edmundo, Zé Português, Silvio Ravelli, Albano.

Abaixados: Joaquim, Mesquita, Jorginho, Waldemar e Vivaldo.

 

No ano de 1962, O Lausanne Paulista Futebol Clube inaugurou sua sede própria e também sua Praça de Esportes denominada Alberto Savoy.

 

 

 

Hino do Lausanne Paulista Futebol Clube

Letra: Francisco Beloni

Música: Galilei Limoni

 

Lausannense, tu és uma glória

A lutar por uma raça no esporte

Sempre, sempre almejando a vitória

A luzir haverá uma estrela

Na várzea sempre hão de conhecê-la

No fulgor esportivo a brilhar

Em defesa do ideal a luta

 

Para frente, portanto, confiando

A jogar, a vencer, a sorrir

Uma vez a peleja atirando

Levarás a vitória ao porvir

Indo sempre, se impondo a conquista

Será sempre o glorioso vencedor

Tendo sempre por lema o amor

A legenda Lausanne Paulista

 

Falarão então, Lausanne, agremiação altaneira

Com orgulho e com ardor, oh! Tigre da Cantareira

 

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

 

Fontes:

A História do Tigre da Cantareira – Edição histórica ilustrada dos 75 anos do Lausanne Paulista F.C.;

Álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60;

Fotos google.

 

 

 

O Iraty Sport Club é uma agremiação da cidade de Irati, na região centro-sul do Estado do Paraná. Estamos no início do ano de 1914. A Vila Iraty é ainda uma criança (uma vez quese emancipou em 15/07/1907) e a vida de seus moradores era sabida de todos. Não se tem notícias exatas do lugar onde o grupo de amigos jogava nestes primeiros tempos.
Os relatos trazem à tona a
Pharmácia Iraty como sendo o ponto de encontro e de reuniões, propriedade esta do Sr. Antonio Xavier da Silveira. Era em uma das salas nos fundos deste estabelecimento que funcionou a primeira sede do Iraty Sport Club. Também aí os jogadores se vestiam para os jogos. Lembra a história que foi o Sr. Antonio quem trouxe a primeira bola de futebol que se tem notícia.

Então, oAzulão foi Fundado no dia 21 de Abril de 1914, por um grupo de esportistas liderados por Sr. Antônio Xavier da Silveira, que acumulou muitas funções, pois além de líder principal, foi o primeiro Presidente e o primeiro Capitão do time.

PRIMEIRA DIRETORIA

A Diretoria registrada em ata era formada, pelo Sr. David da Costa Araújo com Presidente, tinha o Sr. João Baptista Dantas como primeiro Secretário, Sr. Hyran Peixoto como Secretário, Sr. Antonio Xavier da Silveira como Tesoureiro e o Sr. Luiz Felipe dos Santos como Orador.

PRIMEIRO TIME

O registro do primeiro time de futebol do Azulão era formado por: João Batista de Melo; Basílio Sapla e Álvaro Pires; João Dantas, Antonio Xavier da Silveira e Vidal Marinho; Ezequiel Gomes, João de Andrade, Artur Xavier da Silveira, Luiz Felipe dos Santos e Valentim Xavier da Silveira.

O Iraty SC é um dos Clubes mais antigos do Paraná. E com esta formação ganhou do IMBITUVENSE por 3 x 0, em 1914, o que é tido, também oficialmente, como o jogo do ISC jogando em Irati.

Nas Atas o primeiro time a ser registrado era formado por:

GOAL-KEEPER: João;

BACKS: Bazilio e Alderico;

HALF-BACKS: Dantas, Totonio e Antoninho;

FORWARDS: Valentim, Andrade, Hyran, Carioca e Vidal.

O número de Presidentes, ao longo de sua história, do Iraty Sport Club teve à frente de sua administração, umtotal de 54 (incluindo o atual).

SEDE & ESTÁDIO

A sua Sede fica localizada no bairro Rio Bonito (conta com: sauna, piscina adulta olímpica, piscina infantil, bar, churrasqueiras e estacionamento para os sócios), ambos em Irati.

O Iraty possui seu próprio Estádio Cel. Emílio Gomes, situado à Rua Vicente Machado, 966, em Irati, inaugurado em 21 de abril de 1950, com capacidade de 4.579 espectadores sentados e dimensões do campo: 101mx70m.

CURIOSIDADE: IRATY JÁ FOI RUBRO-NEGRO

Nos anos 30, as cores do Iraty eram vermelho e preto, como podemos ler num trecho do jornal Correio do Sul: “Dentro de alguns dias a direção technica do glorioso rubro-negro iratyense começará os seus treinos, fazendo seus pupilos exercitarem-se em conjunto e individualmente.” Para o certame estadual, o programa previa na semana, dois treinos coletivos e dois individuais.

Ficaram curiosos com a citação “rubro-negro”? Pois é, conta-se que o nosso Iraty Sport Club, nem sempre desfraldou as cores azul e branco em sua bandeira e uniforme. Houve uma época em que o vermelho e preto eram as suas cores símbolo.  A história detalhada pode ser encontrada no Livro do professor Orreda.

  A Casa do Atleta inaugurada em 23 de agosto de 2000. Trata-se de um alojamento para os atletas do clube, tendo capacidade para mais de 30 pessoas. Localiza-se na a Rua Coronel Pires, nº 667, no Centro; destina-se ao alojamento da Comissão Técnica e dos atletas solteiros. Possui dois quartos, totalizando 29 camas, sala de televisão e refeitório.

HINO DO IRATY
Sou “Azulão” de coração
Sou Iraty até morrer
Vai Azulão que a multidão
Veste a camisa com você
Do interior a força azul
Que orgulha a Pérola do Sul

Solta seu grito, com emoção
Tinge de azul meu coração
Em campo a história, a tradição
Meu Iraty, meu AZULÃO

Iraty Sport Club essa bandeira
Eu sempre quero desfraldar
E a torcida sua fiel companheira
Vai a vitória lhe levar
Põe sua força, sua garra sua luta
Põe no gramado o seu talento em ação.

CAMPEÃO PARANAENSE DE 2002

O time, que na década de 90 ficou conhecido como Azulão, devido à cor do seu uniforme. No dia 1º de maio de 2002, conquistou o seu 1º título de Campeão ao faturar o Campeonato Paranaense da 1ª Divisão, entre os oito clubes que disputaram o certame sem a participação dos três clubes grandes de Curitiba (Atlético Paranaense, Coritiba e Paraná Clube).

Com uma base formada em casa, mais os jogadores experientes trazidos por seu presidente, Sérgio Malucelli, o elenco foi Campeão Estadual com uma rodada de antecedência, levando para a cidade a hegemonia do futebol.

Seu estádio, Coronel Emílio Gomes, foi reformado para competições de porte maior, como a Copa do Brasil de 2003, vaga conquistada justamente por ser Campeão Estadual do ano anterior.

FONTES: Wikipédia – Página não oficial do Iraty S.C., no Facebook – Site Rádio Najuá (http://radionajua.com.br/noticia/irati-de-todos-nos/materias/o-maravilhoso-futebol-de-irati-parte-viii/14659/)

 

Autores: Equipe de Esportes da Rádio Difusora de Roraima Galvão Soares, Jorge Luiz, Jorge Souza, Carlos Alberto Alves, Amanajás Gouveia, Severino Cavalcante e banda municipal por Maestro Franco.

Créditos pela pesquisa: Djavan Sbell, Aragão, Mário Coelho e Celino Pinheiro.

Os hinos foram solicitados pela equipe Difusora de Esporte (nome equipe  esportes) da emissora em 1975 ao Maestro Franco, maestro da banda de Música da Guarda Territorial em Boa Vista. Ele que idealizou e produziu. Pra arrecadar o dinheiro e pagar a gravação.  Fizeram um torneio de futebol no Estádio João Mineiro.  Toda a cidade foi mobilizada e levando um grande público ao estádio.

Trecho do Hino oficial do Atlético Roraima Clube

Eu sou milionário, eu sou

Eu sou tricolor

O meu clube é um show

(Bis)

Verde, branco e grená

Mas que maravilha eu vou me acabar

Verde, branco e grená

Mas que maravilha eu vou me acabar

(Bis)

Todos numa só jogada

Mas que parada

O que, que há?

(Bis)

Tricolooooor, Tricoloooor, Tricolooooor,Tricolooooor,

 

Trecho do Hino oficial do Baré Esporte Clube

Que alegria com fé

Eu sou torcedor do Baré

Mas que show de bola

Rolando no chão

O mais querido é sempre campeão

A nossa equipe é uma fera

Quem não ta nessa já era

Somando vitórias

Contando histórias

Baré ta dando pé e tá dando olé

Baré ta dando fé e tá dando olé

Baré ta dando fé e tá dando olé

Baré ta dando pé e tá dando olé

 

Trecho do Hino oficial do Grêmio Atlético Sampaio-GAS

Grêmio Atlético Sampaio

Daqui ninguém me tira, daqui não saio

Grêmio Atlético Sampaio

Daqui ninguém me tira, daqui não saio

O amor, fé e esperança

Vamos saudar o nosso dia

Que vai chegar suando a camisa com amor

GAS é o meu amor

GAS é o meu povo animado

O meu clube é o leão dourado

Trecho do Hino oficial do Náutico Futebol Clube

Quem quiser saber de bola

Venha pro lado de cá

Águia rubra é uma parada

Tá botando para quebrar

Quem quiser saber de bola

Venha pro lado de cá

Águia rubra é uma parada

Tá botando para quebrar

Entre nessa corrente

Num só pensamento de uma só vez

Gritando todos juntos

Náutico, Náutico 1, 2, 3

 

Trecho do Hino oficial do River Esporte Clube

A minha camisa é a minha raça

Eu falo sério e não faço graça

Esta camisa tem a sua história

River tem fé, tem vitória

Você fica ligado e canta essa canção

Verdão de Aparecida é meu o tubão

Ai Verdão, Ai Verdão

Ai, ai, ai, ai, ai esse é o meu Verdão

Ai Verdão, ai Verdão

Ai, ai, ai, ai, ai esse é o meu Verdão

Ai…

Trecho do Hino oficial do São Raimundo Esporte Clube

No estádio as bandeiras fazem festa colorida

Azul e branco minha vida, é minha vida

Alvi-celeste entra em campo

É garra garantida

Eu gritei coro com a galera São Raimundo é minha paixão

Clube do meu coração

São Raimundoooo

Clube do meu coração

Clube do meu coração

Alvi celeste ao guente

Todo mundo no estádio

Clube do meu coração

A galera

FONTE:  Carlos Santos

 

O Sport Club Magnólia é uma agremiação da cidade de Petrópolis, que fica na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. A sua Sede está constituída na Rua Bingen, 1.738, no Bairro Bingen, em Petrópolis. O Verdão do Bingen foi Fundado no dia 16 de Agosto de 1928, por iniciativa de um grupo de jovens que se reuniam em frente a fábrica Werner, com o objetivo de formar um clube, reuniões estas que aconteciam debaixo de uma árvore Magnólia e que acabou sendo inspiração para o seu nome.

Durante quase nove décadas de existência, o crescimento do Magnólia, ficou notório, inicialmente adquirindo sua sede social e posteriormente durante sua existência com a construção do ginásio poliesportivo e o complexo de lojas, sauna e piscinas. Vários bailes foram realizados no salão social com vários conjuntos, onde podemos destacar Lafaiete e Aeroporto que até hoje são motivos de lembrança, isso sem falar no famoso carnaval do Magnólia, com destaque para o seu tradicional Baile do Verde e Branco.

Passou por momentos de dificuldades em sua caminhada, situações que até comprometeram o clube financeiramente, mas graças ao empenho, dedicação e porque não dizer abnegação de seus dirigentes o Magnólia conseguiu driblar essas situações e hoje sem sombra de dúvidas figura como um dos principais clubes da nossa cidade.

A atual administração do clube, presidida por Flavio Fiuza, juntamente com demais diretores, vem conseguindo sanar as pendências financeiras, marco principal de sua administração. Várias medidas foram tomadas visando o equilíbrio financeiro do clube.

Com a reforma do salão social, a procura pelas locações para aniversários, casamentos, festas empresariais, aumentou consideravelmente, trazendo maior receita para o clube, na parte social jantares dançantes e ainda alguns bailes, além de proporcionar uma opção a mais de lazer para os associados e freqüentadores, sempre gera alguma receita para o clube.

Podemos citar ainda as parcerias com o Clube do Esporte, que administra aulas de futsal, voleibol e handebol, a academia Fisio Sports, com aulas de musculação, spinning, localizada, entre outras…aulas de judô e tênis de mesa também são administradas pelo clube.

Podemos citar como destaque ainda o trabalho realizado com as equipes de competição de futsal, onde o Verdão do Bingen já coleciona inúmeros títulos, com um trabalho considerado por muitos como de excelência nesta modalidade, e que rendeu ao clube o título de Bi-Campeão da Taça Eficiência de Futsal 2007/2008, troféu entregue pela Liga Petropolitana de Desportos ao clube de melhor trabalho realizado na temporada.

 

HINO DO SPORT CLUB MAGNÓLIA

MAGNÓLIA CHEIO DE ESPLENDOR

A TI DEDICAMOS NOSSO AMOR

MAGNÓLIA CHEIO DE ESPLENDOR

A TI DEDICAMOS NOSSO AMOR

 

ALVIVERDE PENDÃO BRASILEIRO

ÉS DEVERAS POR NÓS ADORADO

COM FIRMEZA E FÉ TE ADORAMOS

NA ALTA TRADIÇÃO DO TEU PASSADO

 

NA AMPLIDÃO IMENSA DESTE CÉU

COBERTO DE TRANS DE ANIL

ÉS ALVIVERDE AS CORES MAIS BELAS

DA BANDEIRA DO NOSSO BRASIL”.

 

FONTES: Site do Clube – Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

O Canto do Rio Foot-Ball Club é uma agremiação da Cidade de Niterói (RJ). O Cantusca foi Fundado no dia 14 de Novembro de 1913, por quatro garotos com idades entre 9 e 13 anos: Hugo Mariz de Figueiredo (o 1º Presidente do Cantusca), Cyro Domingues (criou o nome Canto do Rio), Ary Gurjão e Adail Figueiredo.

Em 1918, o Cantusca deixaria de atuar somente no futebol infantil e logo se tornaria o time mais popular de Niterói, disputando o campeonato municipal e conseguindo, em 1933, o seu primeiro título como campeão niteroiense: “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Foi um dos cinco fundadores da Associação Fluminense de Esportes Atléticos (AFEA), que se tornaria, posteriormente, a Federação Fluminense de Desportos, organizadora do futebol do antigo Estado do Rio de Janeiro. O Clube atuou no futebol profissional, de 1941 a 1964, época em que ficou conhecido como “O Mais Querido da Cidade Sorriso”.

Nos tempos áureos, o Cantusca formou muitos atletas, que se destacaram em várias modalidades esportivas, além do futebol, como natação, pólo aquático, basquete, voleibol e tênis, participando de vários campeonatos, inclusive estaduais, e conquistando alguns títulos, dos quais guarda em exposição os troféus, numa sala especial do andar térreo da sede.

Time posado de 1956

Tropa de Elite do Cantusca

O Canto do Rio Foot-Ball Club iniciou suas atividades, com a atenção voltada para o futebol infantil, perfil que viria a mudar, em 1916, quando recebia o re- forço de Mauricio Bekeun, Mario Valle, Octavio Valle, Arnaldo Vaz, seguidos por Ângelo de Andrade e Hermaun Bekeun, grupo que trazia novas propostas.

Em 1918, veio também Romeu Schmidt Pinto. Rapidamente o Cantusca ganhou fama em Niterói, disputou o Campeonato Citadino de Niterói, sagrando-se campeão de 1933, onde recebeu o título simbólico de “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Nas décadas de 1920 a 1950, tempos áureos do futebol niteroiense, Cantusca obteve destaque no esporte amador de Niterói e realizava o chamado Clássico da Zona Sul com o Fluminense A. C., com quem formava o “Grupo dos Seis”, junto com os extintos Ypiranga F. C., Niteroiense F. C., Byron F. C. e Barreto F. C. (estes últimos realizavam o Clássico da Zona Norte).

Após cinco temporadas inativo, o Canto do Rio Foot-Ball Club retornará a disputar uma competição na esfera profissional. O Cantusca participará do Campeonato Carioca da Série C de 2016.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1953;

Bicampeão Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1918 e 1926;

Hexacampeão do Campeonato Niteroiense de Futebol: 1933, 1934, 1945, 1948, 1954 e 1968;

Vice campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1962.

Outros Esportes

Tricampeão do Campeonato Estadual de Basquete Feminino: 1979, 1982 e 1983.

 

HINO DO CANTUSCA (Lamartine Babo)

“Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói”

Link para ouvir o Hino: https://www.youtube.com/watch?v=cXzkwHgfvVA

 

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Site do Clube – Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Editora Cátedra, s/d. Eduardo Vianna – Marlon Krüger Compassi

 

O Mesquita Futebol Clube é uma agremiação do Município de Mesquita, na Baixada Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Fundado no dia 09 de Maio de 1920, a sua Sede e o Estádio Nielsen Louzada, Louzadão (Capacidade para 5 mil pesosas), ficam localizados na Estrada Feliciano Sodré, 2.325, no Centro de Mesquita.

Na década de 50, um fato curioso do Mesquita era o seu uniforme similar ao Vasco da Gama. Fato este nunca mencionado até o dia de hoje. A comprovação deste fato foi encontrado uma foto do time em 1954, no jornal Luta Democrática. Após participar das competições citadinas, o Mesquita resolveu enveredar no futebol profissional no início dos anos 80.

O primeiro caneco veio em 1981, quando o time se sagrou campeão do Campeonato Carioca da 3ª Divisão. Em 1985, é vice-campeão da Campeonato Carioca da 2ª Divisão, perdendo o título para o Campo Grande Atlético Clube, subindo para a Elite do Futebol Carioca, onde permaneceu até 1987, quando foi rebaixado.

Em 2003, já de volta à Terceirona, é vice-campeão, conseguindo o acesso de volta à Segundona com o campeão Bonsucesso Futebol Clube. Em 2007, o Mesquita Futebol Clube formado por jovens entre 17 e 22 anos, retornou para a 1ª Divisão.

Em 2008, após muita luta, o Mesquita consegue se manter na elite. Em 2009, após ter permanecido na elite, o clube promete tudo em busca da afirmação e solidificação na Divisão Principal do Estado.

Após uma Taça Guanabara boa para o time da Baixada, chegando inclusive a disputar a final do Troféu Moisés Mathias de Andrade, onde foi vice-campeão. Porém após 8 derrotas seguidas na Taça Rio, acabou sendo rebaixado mais uma vez. Em 2010 , 2011 e 2012 ficou no Grupo X da Segunda Divisão.

 

HINO do Mesquita F.C.

Mesquita, Mesquita, a tua glória é lutar

Mesquita, Mesquita, quantas alegrias nos dá

Vencer, vencer, vencer

É o teu lema de invencível campeão

Mesquita, meu Mesquita

Clube do meu coração.

 

Tua bandeira quero ver tremular,

E as cores preto e branco sempre a triunfar,

E os teus beijos serão sempre lembrados,

Ó meu Mesquita amado.

 

Teu patrimônio é um mundo de riquezas,

Tem obras de emérito valor,

És o orgulho da Baixada,

Mesquita eu te amo com fervor…

 

FONTES: Wikipédia – Site do clube – Jornal Luta Democrática

 

O Campo Grande Atlético Clube é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Campusca ou Galo da Zona Oeste foi Fundado no dia 13 de junho de 1940. A sua Sede e o Estádio Ítalo de Cima ficam na Rua Artur Rios, Nº 1.270, no Bairro de Campo Grande, localizado na Zona Oeste do Rio.

Ao longo dos seu 75 anos de existência, o maior título conquistado foi a Taça de Prata de 1982 (Equivale atualmente ao Campeonato Brasileiro Série B). Encontrei uma foto que consta a faixa de campeão da Taça Prata e uma Flâmula de 1982. A curiosidade está no escudo, que possui detalhes diferentes do distintivo conhecido!

HISTÓRIA

Segundo o jornal O Imparcial de 18 de maio de 1924, o antigo Campo Grande Athletic Club foi fundado em 16 de maio de 1908. Em 1920, antes de começar o certame, quando ainda era denominado de Campo Grande Football Club, fez fusão com o Paladino Football Club, surgindo o Campo Grande Athletico Club.

O atual Campo Grande foi fundado com o nome de Club Sportivo Campo Grande por remanescentes do antigo clube da região, o Campo Grande Athletic Club, fundado em 1908, que disputava os antigos campeonatos da Liga Metropolitana. Em meados dos anos 30, o clube foi extinto, permanecendo entre alguns o ideal do futebol. O Sportivo logo deu lugar ao atual time, o único participante do antigo Departamento Autônomo.

Coube ao senhor João Ellis Filho a entrega do pedido de inscrição na Federação Estadual de Futebol do Rio de Janeiro, a 10 de abril de 1961. Já em 1962 o clube estava entre os grandes do futebol. No seu primeiro jogo pelo campeonato estadual, a 1º de julho, no Maracanã. O adversário era o Botafogo.

Treze dias antes desta partida, a Seleção Brasileira (que tinha a base, jogadores de Santos e Botafogo) tinha conquistam o Bicampeonato Mundial no Chile, em 1962. Mesmo assim, o Campusca não se intimidou e venceu o Botafogo por 1 a 0, gol de Nelsinho.

O Campo Grande já disputou 580 jogos na Elite do Futebol carioca, obtendo 124 vitórias, 173 empates e 283 derrotas. Participou do Campeonato Brasileiro da Série A em 1979 e 1983. No cartel de jogos internacionais, apresenta mais de 20 jogos e duas excursões. Em 1972 aos Estados Unidos e 1996 à Suiça.

Fundado em 1940, cresceu assustadoramente no chamado sertão carioca, a zona rural. No Departamento Autônomo participou desde seu primeiro certame, em 1949, até ser incluído para disputar o certame estadual, em 1962. Era o mais estruturado participante do D.A. Foi admitido na Federação, a 6 de julho de 1961 e, na mensagem de seu presidente, João Ellis Filho, um trecho dizia “… desejo reafirmar a todos que acreditam no nosso êxito que faremos o possível e o impossível para nos tornarmos um dos grandes do futebol brasileiro…”

O primeiro título viria no Troféu José Trócoli, disputado entre julho e agosto de 1967, por times que não haviam se classificado para o segundo turno do campeonato estadual. No elenco figurava Dário Maravilha que logo no ano seguinte seria vendido para o Clube Atlético Mineiro. No Campo Grande, ele assinalou 26 gols, de 1966 a 1968, incluindo gols nos juvenis e aspirantes.

O Campusca se orgulha da alcunha de celeiro de novos talentos e o principal ícone desta história é Vanderlei Luxemburgo. Hoje um dos principais técnicos do futebol brasileiro, com 31 anos, ele assumiu o time alvinegro para a disputa da Taça de Ouro (Série A do Brasileirão) de 1983. Entre 44 equipes, o Campo Grande, que já tinha feito parte da elite nacional em 1979, ficou em 24º lugar na classificação final.

O Galo da Zona Oeste tinha, para aquela época, uma estrutura fantástica e um time formado por Zé Carlos, Orlando Lelé, Neném, Pirulito e Jacenir; Israel, Lulinha e Pingo; Tuchê, Luizinho das Arábias e Luiz Paulo. Sob o comando de Décio Esteves, foi campeão da Taça de Prata e fez uma campanha muito boa na Primeira Divisão do Brasileiro.

Time de 1983

Além de Luxa, Edu Coimbra, irmão de Zico, encerrou a carreira de jogador e começou a de treinador no Campo Grande, em 1981. Depois, treinou o Vasco e até a Seleção Brasileira. Jair Pereira é outro bom exemplo. Já dentro das quatro linhas, Dadá Maravilha surgiu em 1967, assim como Vagner Love.

Também estiveram no clube, em fim de carreira, em 1991, Cláudio Adão, Elói e Roberto Dinamite. O treinador Paulo César Gusmão, que já dirigiu os quatro grandes no Rio, começou a carreira de goleiro no Campusca.

O estádio Ítalo del Cima foi construído pelo presidente Ilídio Rodrigues da Silveira, empresário do ramo de automóveis e grande empreendedor. Ele conseguiu mobilizar o comércio, as indústrias e a população em torno da ideia de construir uma nova praça esportiva para o clube.

As instalações foram ampliadas e surgiu um moderno estádio que seria inaugurado a 29 de outubro de 1978 perante um público de 15.311 pagantes que viram o Flamengo vencer por 5 a 2. O primeiro gol das novas instalações foi de Zico.

Afora o fato de revelar talentos e o título de primeiro carioca a vencer a Série B do Brasileiro, o Campo Grande também se orgulha de possuir um estádio próprio. Situado na Rua Artur Rios, o Ítalo del Cima já teve capacidade para 25 mil torcedores, e hoje comporta cerca de 18 mil.

CAMPEÃO DA TAÇA DE PRATA

Inaugurado em abril de 1960, o maior patrimônio do clube foi construído em um terreno doado pela família Del Cima. A decisão da Taça de Prata, em abril de 1982, contra o CSA de Alagoas, marcou a história do estádio. O time havia perdido o primeiro jogo, em Maceió, por 4 a 3, e vencido o segundo, em casa, por 2 a 1.

Assim, houve a necessidade de uma terceira partida, e, por ter a melhor campanha, o alvinegro voltou a jogar em seus domínios. E desta vez, diante de 16.842 torcedores, não deixou dúvidas de que merecia a faixa de campeão ao golear o rival por 3 a 0 e encerrar a competição com 78% de aproveitamento, obtidos com 11 vitórias, três empates e apenas duas derrotas em 16 jogos. Décio Esteves, herói do Bangu AC na década de 1950 e jogador do Campo Grande 1962-1964, comandou o time na conquista.

 

Curiosamente, outra partida memorável disputada no Ítalo del Cima não teve a participação do Campo Grande, e sim a da dupla Fla-Flu. O Maracanã estava fechado devido à queda de parte da grade da arquibancada na final do Campeonato Brasileiro de 1992, entre Flamengo e Botafogo.

Assim, no dia 2 de novembro do mesmo ano, o clássico pelo Campeonato Carioca foi realizado na Zona Oeste. O Tricolor levou a melhor e venceu o Rubro-Negro por 1 a 0, gol de Ézio. E por falar em estadual, o Campo Grande tem história na competição. A estreia na Primeira Divisão foi em 1962. Desde então, o clube esteve presente em 29 edições, tendo obtido como melhor colocação o 5º lugar, em 1991, o Flamengo foi o campeão.

Em 1980, o time alvinegro aplicou sua maior goleada pelo Carioca: 6 a 0 sobre a extinta Associação Desportiva Niterói, no Ítalo del Cima. A última aparição na elite ocorreu em 1995. Em 1984, venceu o Torneio Seletivo Carioca disputado por Americano, Goytacaz, Olaria e Volta Redonda.

De lá para cá, o time vem oscilando entre as séries B e C do Rio de Janeiro. A principal razão são os problemas financeiros e litígios no seu departamento de futebol. A última vitória havia acontecido no primeiro jogo da decisão da Terceira Divisão de 2008: 1 a 0 sobre o Quissamã Futebol Clube, dia 29 de novembro.

Desde então, o Alvinegro da Zona Oeste só conheceu revezes. Primeiro, a derrota por 3 a 1 no jogo da volta, que custou-lhe o título, mas não o acesso de volta à Segunda Divisão Carioca. A agremiação disputou o campeonato estadual da Segundona, em 2009, após ser vice-campeã da terceira de 2008, e novamente foi rebaixada, terminando o Campeonato na penúltima posição.

Em 2011, repete a campanha pífia de anos anteriores e é eliminado na 2ª Fase do Campeonato Carioca da Terceira Divisão, como último colocado de seu grupo. Foram 14 jogos: 3 vitórias, 1 empate e 10 derrotas, sendo que 2 das 3 vitórias foram por WO contra o Canto do Rio que desistiu da competição após o prazo estipulado pela Federação.

Em 2012, o time é excluído do Campeonato Carioca da Terceira Divisão por dívidas com a Ferj. Em 2012 conquista a Taça Cidade de Nova Iguaçu de Futebol Feminino ao bater o Vasco da Gama na final por 2 a 0.

Em 2013, disputou o Campeonato Carioca da Terceira Divisão com um time formado nas divisões de base e chegou a brigar pela classificação, porém ficou fora da fase final.

Em 2014, o ano começou com mudança na diretoria, chegada de investidores no futebol, promessa de melhorias no Ítalo del Cima e confirmação de disputa da Série C do estadual. Contudo, por conta de problemas na inscrição de atletas, o time que vinha na liderança de sua chave, acabou eliminado na primeira fase da competição.

Em 2015, o time é excluído do Campeonato Carioca da Terceira Divisão por dívidas com a Ferj. Porém a Diretoria prometeu acertar as pendências e organizar as certidões para voltar a disputar em 2016.

HINO DO CAMPUSCA

(Link: https://www.youtube.com/watch?v=5ywHKzFFu2o)

Campo Grande, fabuloso Campo Grande
Grande também é o teu valor
Representante da Zona Rural
Cabal, denodado e empreendedor

Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias
Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador!

Avante Campo Grande, entre os grandes
Demonstra tua fibra, teu fulgor
Para gáudio da torcida
Que grita, aplaude e vibra
E idolatra seus atletas com fervor

Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias

Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador!

 

FONTES & FOTOS: Arquivco Pessoal – O Imparcial – Wikipédia – Rsssf Brasil – Um Coração Suburbano – Terceiro Tempo

 

O América Football Club é uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). O Mecão foi Fundado no dia 11 de Novembro de 1920, e possui a sua Sede na Rua Monsenhor Bruno, 1.341, no Bairro Meireles, em Fortaleza. Acima, o escudo e uniforme do América em 1967, um ano depois de conquistar o Bicampeonato Cearense de futebol (1936 e 1966).

 HISTÓRIA

Enquanto o time principal do Ceará conquistava todos os títulos na categoria que disputava, havia desde 1916, disputando e ganhando os campeonatos, a categoria infanto-juvenil, que apesar da conquista do  tetra-campeonato em 1919, os garotos alvinegros não tinham espaço nos treinamentos, nas reuniões e nas comemorações dos adultos.

Cansados desse tratamento, em 1920 eles marcaram uma reunião em 11 de novembro, na casa do líder do movimento – Juvenal Pompeu Magalhães, quando se discutiu acaloradamente o tema e, ao final, por unanimidade, ficou certa a dissidência com todo o grupo infanto-juvenil deixando o Ceará Sporting Club e, como conseqüência, criando um novo clube a partir daquele dia, sendo decidido na ocasião, as cores de sua camisa, o seu presidente e que seu nome seria América Football Club.

O grupo fundador tinha Acrísio Faria de Miranda, Aluísio Gondim Ribeiro, Aníbal Câmara Bonfim, Dagoberto Rodrigues, Antonio Benício Girão, Miguel Aguiar Picanço Filho, Crisanto Moreira da Rocha, além do próprio Juvenal Pompeu.

O 1º presidente, escolhido por unanimidade, foi Acrísio Faria de Miranda, que depois se tornaria político de renome e importância na história do nosso Estado.

Na época da fundação do América Football Club, a população do Ceará era de 1. 315. 828 habitantes e da capital era de 78.221 habitantes. O Governador do estado era Justiniano de Serpa, o prefeito de Fortaleza era Rubens Monte e o a Acebispo de Fortaleza era D. Manuel da Silva Gomes.

GRANDES ATLETAS

Na opinião dos historiadores do futebol brasileiro, o maior atleta canhoto de todos os tempos foi Canhoteiro, que jogou pelo América, saindo daqui para o São Paulo e de lá para a Seleção Brasileira. Também Geroldo, na década de 50, jogou no Sport Recife e na Seleção Brasileira.

Além deles Mundico, um dos maiores goleadores da nossa história, Zeca Alencar que chegou ao Palmeiras e à Seleção Brasileira, Aloísio Linhares, Pedrinho, Luciano Frota, Luciano Diogo, Cícero, Fernando Carlos, Mozarzinho, Fernandinho, Baíbe, Loril, Ninoso, Vilanova, Osmar, Pinha, Ribeiro e centenas de outros.

 GRANDES DIRIGENTES

Desde a sua fundação, em 1920, passaram pelo América, como dirigentes, muitos nomes ilustres, que dignificam a nossa história. A começar por Juvenal Pompeu e continuando com José Lino da Silveira, Aécio de Borba Vasconcelos, Marcílio Braune, Lívio correia Amaro, José de Borba, Vládine Pompeu, João Ramos de Carvalho, Cláudio Vilela Lima, Galba Gomes Gurgel, José Xerez, Herialdo Maia Cunha, José Chagas de Oliveira, Mileide Morais, Gianpaolo Damasceno, Alberto Damasceno e muitos outros.

VANGUARDA

Amparado pela Lei Zico, o América foi um dos primeiros clubes no Brasil a desmembrar do restante das atividades, a prática do futebol profissional e amador. Por decisão unânime dos seus dirigentes, transferiu direitos e deveres da prática futebolística para empresa criada com esta finalidade, denominada de AMÉRICA FUTEBOL COMÉRCIO INDÚSTRIA LTDA, que a partir de 1922 passou a administrar o futebol americano, completamente livre para fazê-lo, sem qualquer interveniência do antigo clube. Essa decisão ganhou divulgação pelo seu pioneirismo de inovar no esporte mais praticado no Brasil e estimulou outros clubes a tomarem caminho semelhante

 COMÉRCIO EXTERIOR

Mesmo não trabalhando com atletas famosos e caros, o novo América buscou colocar os jovens valores com que trabalhava no mercado externo do Brasil, cedendo jogadores para clubes da Europa, Ásia, África e das Américas, abrindo um caminho por onde viajaram mais de uma centena de jovens.

Como equipe de futebol, ainda hoje detém, com muita honra, o privilégio de haver sido o time cearense que mais jogou fora do Brasil, registrando inclusive, resultados honrosos, como a vitória por 1 a 0 sobre a seleção Nacional da Guiana Francesa e o empate sem gols com a seleção de Trinidad e Tobago, na gestão do Dr. Vládine Pompeu.

BICAMPEÃO CEARENSE

O seu maior feito ocorreu entre as décadas de 30 e 60. Quando se sagrou Bicampeão do Campeonato Cearense em 1935 e 1966. O América foi perdendo terreno e prestigio até que em 1997 acabou rebaixado para Segunda Divisão e, em 2004, nova queda, desta vez para a Terceirona Cearense.  

Contudo, em 2013, o Mecão sagrou-se campeão. Atualmente o clube disputa a Série B Cearense. O histórico ex-presidente do clube, o jornalista e radialista Alberto Damasceno, após 23 anos no cargo, foi substituído por seu filho, Jean Paolo Damasceno, no fim dos anos 2000. Em 2009 o clube passou para as mãos do atual presidente Cleston Sousa Santos.

Recentemente, o clube ganhou espaço no noticiário nacional por conta da contratação do jogador Mário Jardel, cearense que já vestiu a camisa de grandes clubes, do Brasil e do exterior, como o CR Vasco da Gama, Grêmio FBPA, FC Porto, Sporting CP, Galatasaray, chegando inclusive a ser convocado para a seleção brasileira.

CURIOSIDADES

 No Futsal, mesmo estando ausente do campeonato adulto desde 1969, ainda permanece como o segundo clube a ter mais títulos com oito conquistas: 1955, 1961, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968 e 1969. O mascote do América é a Águia, que a partir da década de 1990 virou o mascote oficial do clube, em substituição ao Diabo, o mascote anterior. As cores do uniforme do América são o vermelho e o branco, sendo que o 1º uniforme consiste de camisa, short e meiões vermelhos. O 2º uniforme é inteiramente na cor branca.

 TÍTULOS

Campeonato Cearense: 1935 e 1966.

Campeonato Cearense – Terceira Divisão: 2013

Torneio Início do Ceará: 6 vezes (1924, 1950, 1956, 1957, 1963 e 1970).

Campeão Cearense Aspirante: 1937, 1939 e 1948

Campeão Cearense Infantil : 1921, 1922 e 1940

Campeão Cearense Juvenil : 1933

Vice-Campeão Cearense: 1933, 1934, 1940, 1943, 1948, 1954

Taça Brasil Norte: 1967.

Vice-Campeão Cearense Aspirante: 1949

Vice-Campeão Cearense Infantil : 1925, 1928

Vice-Campeão Cearense Juvenil : 1929

 

PARTICIPAÇÕES NOS ESTADUAIS

Primeira Divisão: 1921 a 1927, 1933 a 1935, 1938, 1940 a 1942, 1948 a 1997.

Segunda Divisão: 1998 a 2004 2014-atual.

Terceira Divisão: 2005 a 2013.

 

HINO: AMÉRICA F.C.

 América, América, América

O grande amor de todos nós

Rumo certo de nossas crianças

Orgulho de nossos avós

Tua história começa juvenil

O futuro projeta vitórias mil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

Cada esporte praticado

Cada título conquistado

Enobrece o teu presente

Fortalece o teu passado

América que todos amam

Clube forte e varonil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

Tua cor é vermelho forte

Estímulo para os atletas

O lema é “Paz no Esporte”

Da escola, o brado de alerta

América, meu, seu, de todos nós

América, América, América

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

HinoAmérica, América, América

O grande amor de todos nós

Rumo certo de nossas crianças

Orgulho de nossos avós Tua história começa juvenil

O futuro projeta vitórias mil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil Cada esporte praticado

Cada título conquistado

Enobrece o teu presente

Fortalece o teu passado América que todos amam

Clube forte e varonil

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil Tua cor é vermelho forte

Estímulo para os atletas

O lema é “Paz no Esporte”

Da escola, o brado de alerta América, meu, seu, de todos nós

América, América, América

Tu és orgulho cearense

Tu és orgulho do Brasil

 

FONTES: Site do Clube – Wikipédia – Diário de Pernambuco (Pág. 14, do dia 12-09-1967)

 

O Esporte Clube Itaúna é uma agremiação do Município de Itaúna (MG). O ‘Cachorrão’ foi Fundado em 1914, com o nome de Itaúna Foot-Ball Club, por um grupo de amigos, a fim de treinar num campo que existia abaixo do Grande Hotel Itaúna. Por sinal, foi o primeiro na história do município. Foi presidido por Josaphat Santiago, e tendo na diretoria os senhores Sólon Mello, José Santiago e Abelardo Lima, jovens entusiastas do esporte, ligados ao Clube Literário local.

O clube esportivo contava também com a colaboração de Mário Lima, Dr. Juju, Candico, Oscar Gonçalves, entre outros jogadores. Sob o comando técnico de Abelardo Lima, eles treinavam e jogavam num campinho de gramado ralo e irregular, situado no retiro São João – local onde, anos depois, seria construído o Estádio “José Flávio de Carvalho”.

Quinze anos depois, mais precisamente no dia 29 de Junho de 1929, adotou o nome atual: Esporte Clube Itaúna, por meio de uma sociedade composta de número ilimitado de sócios, sem distinção de nacionalidade, culto ou sexo.

A maior finalidade do clube, era proporcionar socialmente a difusão do civismo e da cultura física, sobretudo, o futebol O ECI poderia ainda praticar e competir em outras modalidades esportivas amadoras especializadas e realizar promoções de caráter social e cultural.

Em fins da década de 30 foi realizado o primeiro jogo com o time profissional. A partida se deu contra o América Futebol Clube de Belo Horizonte, que foi vencido por 2 a 1. Com o passar do tempo o clube itaunense sentia a necessidade de possuir um estádio maior.

E graças ao auxílio do Sr.Lincoln Nogueira Machado e do Sr. José Flávio de Carvalho fizeram do pequeno campinho o Estádio “José Flávio de Carvalho”, que passou a ser utilizado pelo Esporte Clube Itaúna.

A partir de então o Esporte Clube Itaúna iniciou sua participação em campeonatos diversos, passando a necessitar do apoio de empresas da região para custear suas viagens e demais despesas geradas pelas competições estaduais.

O maior triunfo do clube foi ter vencido por 2 a 1 em uma partida amistosa o Cruzeiro, de Tostão e Piazza, na inauguração do Estádio Municipal José Flávio de Carvalho, em 1964. O fato mais importante vivido na história do Esporte Clube Itaúna foi ter se sagrado vice-campeão da 2ª divisão profissional e Campeão do Oeste Mineiro ao vencer o Cruzeiro de Belo Horizonte por 3 a 1. Por diversos anos o Esporte disputou as categorias de base do Campeonato Mineiro, promovido pela Federação Mineira de Futebol (FMF).

O apoio, era recebido de itaunenses ilustres, gente do comércio e indústria da época. Apoio este, era vindo das mais variadas formas, seja em permuta por algum bem material necessário, seja financeiro, para o custeio de materiais esportivos, uniformes e viagens.

O Esporte Clube Itauna presidido pelo empresário internacional Camilo Abranches é um dos clubes que mais revelam jogadores para grandes clubes do futebol do Brasil e exterior : Gabriel goleiro do Milan, Sebá atacante do Porto, Anselmo Ramon do Cruzeiro , Demerson do Coritiba, Pedro Paulo do Cruzeiro , Ramires do Cruzeiro, Maranhão do Cruz Azul do México , jogadores que fizeram parte das seleções do Brasil Sub 17 / 20 e da Seleção Olimpica e Principal.

HINO

Letra: Heleno Luiz de Souza

Música: Hélio Luiz de Souza

Esporte, Esporte, Esporte

Tu és mais forte com a fusão

Esporte, Esporte, Esporte

Tricolor de Coração.

Renasceu

Pra reviver sua história

Décadas de glórias

Nos gramados de Minas Gerais.

Ó, Tricolor,

Seu branco simboliza a paz,

Seu vermelho é paixão,

O preto é raça e união.

Ó, Tricolor,

Esporte Clube de tradição.

Nosso mascote tem pedigree…

E pinta de campeão.

Títulos

Categorias de Base

Esporte Clube Itaúna no Campeonato Mineiro – Módulo II
Ano 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Pos. - 10º 11° - - - - -
Ano 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026
Pos. - - - - - - - - - -

 

Minas Gerais Esporte Clube Itaúna no Campeonato Mineiro – 2ª Divisão
Ano 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Pos. - - - - - - - -
Ano 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026
Pos. - - - - - - - - - -

 

Minas Gerais Esporte Clube Itaúna na Taça Minas Gerais
Ano 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Pos. - - - - - - - - -
Ano 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026
Pos. - - - - - - - - - -

FONTES: Fazine Itaúna – Wikipédia – Blog do Cachorrão

 

Modelo da década de 60

O Esporte Clube Siderúrgica é uma agremiação da cidade de Sabará (MG). Com Sede na  Rua da Ponte s/n, no Bairro Siderúrgica (CEP: 34.515-190), o clube Alvi-celeste foi Fundado no dia 31 de Maio de 1930, por funcionários da Companhia Siderúrgica Belgo Mineira, que por sua vez patrocinou o clube, tanto no aprimoramento dos diversos departamentos da agremiação quanto no futebol profissional. Em 1943, o cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, definiu como mascote da equipe uma Tartaruga.

Escudo publicado na Placar

O 1º presidente foi Felício Roberto e o primeiro campo de futebol foi construído com o patrocínio da Belgo, em terreno doado pelo Recreio Club Siderúrgica. Pouco mais de dois meses e meio, o Siderúrgica estreou nos gramados. No dia 17 de agosto de 1930, acabou derrotado, fora de casa, para o Alves Nogueira Foot-Ball Club.

O investimento, somado a boa estrutura do Siderúrgica acabou rendendo bons frutos. Em 1932, já tendo aderido ao profissionalismo e filiado pelo Liga Mineira de Desportos Terrestres (LMDT), o clube faturou o seu primeiro título, ao se sagrar campeão do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão.

A equipe fez uma campanha sólida, com nove jogos e 15 pontos, com sete vitórias, um empate e uma derrota; marcando 22 gols e cinco contra. Triunfos em cima do Esperança FBC (1 a 0 e 8 a 1), Montes Claros SC (4 a 1), Tupy Athletico Club (2 a 1); Palmeiras FC (2 a 0); SC Horizontino (4 a 2 e 1 a 0); empate com o Palmeiras FC (0 a 0); e derrota por W.O. para o Montes Claros Sport Club.

EM 1934, O CLUBE GANHA ‘CASA NOVA’

Em 26 de agosto de 1934, o Esporte Clube Siderúrgica recebeu o seu “Alçapão”: o  Estádio Eli Seabra Filho (Foto acima), com capacidade para 3 mil espectadores, localizado em Sabará.

Time Campeão de 1937

CAMPEÃO MINEIRO

Na Elite Mineira, o Siderúrgica terminou na 3ª posição em 1933, 1934 e 1935. Em 1936, ‘bateu na trave’, ficando com o vice-campeonato, só atrás do Atlético Mineiro. Enfim, no ano de 1937, o Siderúrgica faturou o caneco do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão.

Após 10 rodadas, Siderúrgica (seis vitórias, dois empates e duas derrotas; marcando 21 gols e sofrendo 10) e Villa Nova (seis vitórias, dois empates e duas derrotas; marcando 15 gols e sofrendo oito) terminaram empatados com 14 pontos.

Com isso, foi necessário três jogos para definir o campeão. No primeiro, o Villa Nova (20 de março de 1938), aproveitou o fator campo e venceu por 3 a 1 (gols de Geraldino, duas vezes, e Remo para o Villa, enquanto Arlindo fez o de honra para o Siderúrgica).

Cinco dias depois, o Siderúrgica, em casa, deu o troco vencendo de forma convincente por 3 a 0, com gols de Chiquito, dois tentos, e Rômulo. Então, no terceiro e último derradeiro (03 de abril de 1938), o Siderúrgica, bateu o Villa Nova por 1 a 0, e levantou a taça. O gol do título foi assinalado por Arlindo, que de quebra, terminou a competição como artilheiro do certame com 10 gols.

Equipe campeã de 1964

BICAMPEÃO MINEIRO

E, das décadas seguintes, o Siderúrgica continuou mostrando ser uma das forças do futebol mineiro, ficando o vice em 1938, 1941, 1950, 1952 e 1960; terceiro lugar em 1939, 1940, 1942, 1953, 1954 e 1956; quarto colocado em 1943, 1944, 1951, 1955 e 1963; Quinto em 1948; Sexto lugar em 1946, 1947, 1949 e 1958; Sétimo colocado em 1945, 1957 e 1961; e 9º lugar em 1959 e 1962.

Então, em 1964, veio o Bicampeonato Mineiro. A definição ocorreu na última rodada e com o adversário direto: América Mineiro. As duas equipes entraram em campo com uma diferença de apenas um pontinho: Siderúrgica com 33 e o América com 32.

Mesmo atuando no Estádio Independência, no dia 13 de dezembro de 1964, o Siderúrgica venceu, de forma contundente, pelo placar de 3 a 1, com gols de Ernane, Noventa e Aldeir para o Alvi-celeste; enquanto Jair Bala descontou para o Coelho.

Após a conquista, deu início à festa na cidade histórica de Sabará, distante apenas 25 km de Belo Horizonte. Na campanha de 1964 a Tartaruga só perdeu uma partida para o Cruzeiro. Foram 22 jogos, com 14 vitórias,  sete empates e apenas uma derrota; marcando 45 gols e sofrendo.

O time campeão comandados por Yustrich jogou com a seguinte formação: Djair; Geraldinho, Chiquito, Zé Luis, Dawson; Edson, Paulista; Ernane, Silvestre, Noventa (Aldeir), Tião Cavadinha.

Em 1965, já na era Mineirão, o Siderúrgica conseguiu a terceira colocação no Estadual, atrás de Cruzeiro e América e à frente do Atlético Mineiro, utilizando a mesma base que conquistara o título de 64. Aliás, como campeão mineiro em 1964, coube ao Siderúrgica a honra de representar Minas Gerais na Taça Brasil de 1965, disputando o primeiro jogo oficial da história do recém inaugurado Mineirão.

No dia 29 de setembro de 1965, 24 dias após a inauguração do estádio, o Siderúrgica recebeu o Atlético-GO, no estádio da Pampulha, no jogo de volta da decisão da Zona Centro e venceu por 3 a 1, seguindo adiante na competição, quando foi eliminado pelo Grêmio.

TETRACAMPEÃO DO TORNEIO INÍCIO

No Torneio Início, o Siderúrgica mais uma vez confirmou que era uma força do futebol mineiro. O clube chegou na final, em seis oportunidades. Desse total, faturou quatro títulos (1942, 1951 e 1956, 1965), além dos dois vices (1939 e 1945).

No dia 03 de Maio de 1942, no Estádio Barro Preto, em Belo Horizonte, veio o título. Bateu o Aeroporto, nas Quartas de finais, por 2 a 0. Nas Semifinais, venceu o Atlético Mineiro por 1 a 0; e na decisão triunfou em cima do América Mineiro por 1 a 0, se sagrando campeão. O Time comandado por Mascote foi o seguinte: Geraldão; Perácio, Edílson; Floriano, Morais, Nilton; Migueira, Vieira, Ceci, Paulo, Rômulo.

No dia 15 de Julho de 1951, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, veio o Bi do Torneio Início. Nas Quartas, após o empate sem gols, eliminou o América Mineiro, nos pênaltis: 3 a 2. Nas semifinais, novo empate em 0 a 0, e vitória os escanteios: 1 a 0, no Sete de Setembro. Na decisão, mais um empate em 1 a 1, e o título veio nos escanteios: 2 a 1, no Metalusina.

No dia 29 de Julho de 1956, no Estádio Barro Preto, em Belo Horizonte, o Siderúrgica levou o seu terceiro caneco. Passou pelo Asas, nas Oitavas; o Meridional, nas Quartas; e o Villa Nova, nas semifinais, todos pelo mesmo placar: 1 a 0. Na grande final, superou o Atlético Mineiro por 2 a 1, com gols de Joãozinho duas vezes para o Siderúrgica; descontando Silva para o Galo.

O time dos comandados de João Vermelho foi a campo com a seguinte escalação:  Noni; Zú, Pé de Chumbo; Procópio, Paulo, Amaro; Helton, Michel, Joãozinho, Russinho, Coelho.

No dia03 de Julho de 1965, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, o Siderúrgica chegou ao Tetra do Torneio Início. Na 1ª Fase, após o empate sem gols, superou o Democrata de Sete Lagoas, nos pênaltis: 2 a 1. Nas Quartas, novo empate em 0 a 0, mais um triunfo nos pênaltis, em cima do América Mineiro: 6 a 5. Nas semifinais, outro placar em 0 a 0, e mais uma vez vitória nas penalidades: 6 a 4, no Guarani FC, de Divinópolis.

A grande final, aconteceu no dia seguinte (04 de Julho de 1965), no mesmo campo, o Siderúrgica bateu o Renascença por 2 a 1, com gols de Nísio, contra, e Noventa; enquanto Zezinho fez o de honra para o Renascença.

 

SIDERÚRGIA FECHA ÀS PORTAS

Mas em 1966, com a revolução industrial no país, viu-se a empresa obrigada a cessar o patrocínio do departamento de futebol profissional, preferindo manter apenas os departamentos de amadores do Clube, pondo fim a 34 anos de fidelidade e deixando o Esporte Clube Siderúrgica em dificuldades e sem condições de prosseguir sozinho. Com isso o time acabou rebaixado no mesmo ano, ficando na penúltima colocação do campeonato.

Escudo atual: 2000-2015

APÓS 26 ANOS… O RETORNO!

O Siderúrgica voltou a atuar no futebol somente em 1993 e depois em 1997 nas divisões inferiores de Minas, entretanto, não conseguiu nem de longe o brilho das décadas anteriores.

Depois teve uma volta em 2007, mas acabou por ficar na penúltima colocação de seu grupo, depois disso se afastou novamente. Novo retorno no Campeonato Mineiro da Terceira Divisão de 2012, terminando na quarta colocação de seu grupo. Neste ano, o Esporte Clube Siderúrgica está disputando o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão (que na prática equivale a Terceirona).

Até o presente momento, restando duas rodadas para i final da primeira fase, o Siderúrgica, já eliminado, está na última colocação do Grupo A, com apenas um ponto (seis jogos, com um empate e cinco derrotas; marcando dois gols e sofrendo 16). No último domingo (30 de agosto de 2015), acabou derrotado, fora de casa, para o Valeriodoce por 1 a 0.

Comandados pelo técnico Weverson Alves, o time jogou com a seguinte equipe: Allan; Wesley, Paulo, Renato e Rafael; Nalbertty, Uilquison, Evandro e Diones; Samuel e Luan.

 

NÚMEROS DO SIDERÚRGICA NO ESTADUAL, ENTRE 1933-66 

O Esporte Clube Siderúrgica esteve presente, de forma ininterrupta, na Elite do Futebol Mineiro entre 1933 a 1966. No somatório dessas 34 edições do Campeonato Mineiro da Primeira Divisão, os números deixam claro a força dessa agremiação Bicampeã Mineira. Vejam abaixo os números:

Jogos:                         614

Pontos Ganhos:    685 

Vitórias:                   293

Empates:                   99

Derrotas:                 222

Gols pró:                1.213

Gols Contra:          955

Saldo:                       258

 

HINO DO E.C. SIDERÚRGICA (https://www.youtube.com/watch?v=ZvsquM8cbts)

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

A tartaruga anda devagar,
Mas neste passo comanda o pelotão,
Ninguém consegue acompanhar.
A Tartaruga do Napoleão.
Não tem, não tem.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

A tartaruga anda devagar,
Mas neste passo comanda o pelotão,
Ninguém consegue acompanhar.
A Tartaruga do Napoleão.
Não tem, não tem.

 

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia – Federação Mineira de Futebol  - Revista Placar

FOTOS: Sites Campeões do Futebol – Overmundo – Liga de Sabará – Panoramio

 

O Athletic Club é uma agremiação da Cidade de São João Del Rei (MG). O Alvinegro foi Fundado no dia 27 de Junho de 1909, tem a sua Sede na Avenida Tiradentes, 671, no Centro da cidade. O seu surgimento foi em razão dos desportistas da cidade pelo futebol.

A maior conquista aconteceu em 1969, quando Athletic Club ficou com o Vice-campeonato do Mineiro da Terceira Divisão (o amigo e membro Vitor Dias contou em detalhes este certame: http://cacellain.com.br/blog/?tag=america-recreativo).

Afinal, das cinco equipes inscritas, três desistiram de participar, só restando as duas equipes de São João Del Rei:América e Athletic. No final, melhor para o Athletic Club, que venceu os dois jogos: 2 a 0 e 2 a 1. Na sequência, acabou perdendo o título para o Nacional de Muriaé.  No primeiro jogo (30/11/1969), acabou derrotado, fora de casa, pelo placar de 3 a 1.

No jogo de volta (07/12/1969), como mandante, o Athletic venceu por 3 a 2. Com isso,  foi designado um um jogo-extra para definir o grande campeão. Então, no dia 14 de dezembro de 1969, na preliminar de Seleção Mineira e do Distrito Federal (RJ), o Nacional levou a melhor, vencebdo o Athletic por 2 a 1, no Mineirão.

CLUBE

Possui estrutura moderna, onde cada detalhe foi planejado para que todo sócio possa usufruir de lazer, praticar esportes, relaxar e fazer novos amigos com conforto e segurança.

Suas equipes participam anualmente de competições oficiais das federações de futebol, futsal, basquete, natação e voleibol, além de promover competições internas para seus sócios e atletas.

 

HINO OFICIAL DO ATHLETIC CLUB
Versos de Lourenço de Oliveira

Música de José de Assis Filho

1    Nos fastos esportivos de São João
Glorioso clube, o teu nome rebrilha!
Do futebol nos campos, tua ação
Da honra e da lealdade segue a trilha!

2    Em nosso peito altivo pulsa forte,
Um coração todo alve-negro todo!
Inspira-nos tuas cores o denodo
Para as refregas túrbidas do esporte!
(Refrão)   Athleticanos somos valorosos!
                  Nosso clube com ardor defenderemos!
                  Havemos de dizer sempre garbosos:
                  Athleticanos somos e seremos.

3    No teu gramado, em Matozinhos, quando
enfrentas o inimigo, na peleja,
nossa alma vibra e espera, palpitante,
a hora triunfal que te deseja.

4    Sabes vencer, também sabes perder:
reconhecer do contendor os méritos
E não é fácil tais virtudes ter,
tais dotes de equilíbrio, – dons eméritos!

(Refrão 2 vezes)

5    As cores do teu lábaro sagrado
São respeitadas, valorosa são.
E cada filho teu tem desenhado
de “branco “ e “preto” o próprio coração.

6    Inúmeros troféus tens conquistado
no rude campo aberto dos torneios.
De glórias tens o nome aureolado,
De belos feitos os teus fastos cheios!

(Refrão 2 vezes)

7    Alve-negro pendão, salve tremula!
Nas tuas dobras vivída se agita,
quando a brisa as desfralda e, branda, oscula
e alma de campeão que em ti palpita.

      As cores do teu lábaro sagrado
      São respeitadas, valorosa são.
      E cada filho teu tem desenhado
      de “branco “ e “preto” o próprio coração.

(Refrão 2 vezes)

 

FONTES: Site e Páginia do clube no Facebook – Rsssf Brasil

 

Final dos anos 60 e início de 70

O Formiga Esporte Clube é uma agremiação do Município de Formiga (com uma população de 67.833 habitantes, segundo o IBGE/2014), que fica a 196 km da capital mineira. O FEC foi Fundado no dia 17 de Março de 1929, possui a sua Sede na Avenida Paulo Lins, s/n, no Centro da cidade. O seu Estádio Pedro Juca, tem capacidade para 2.500 pessoas.

O Formiga foi um dos poucos times do interior do estado a enfrentar equipes de categoria como:  Atlético Mineiro, BotafogoFlamengo e Vasco da Gama, que contavam com os maiores craques da época.

Time de 1968

PRIMEIRO TÍTULO

No ano de 1950, o FEC conquistou um de seus maiores títulos: Campeão dos Campeões do Interior. No ano 1964, o presidente Lubélio Laudares de Oliveira começou a pensar em tornar o FEC um time profissional e disputar campeonatos a nível regional.

Em 1965, apesar das dificuldades, o Formiga conseguiu chegar a final do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão. O FEC jogou a final do torneio contra Companhia Ferro Brasileiro, venceu e subiu para a Elite do Futebol de Minas.

Em 1966, começou a disputar o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. O FEC, fez uma péssima campanha terminando a competição em 10º lugar entre 12 clubes. Em 22 jogos, foram 2 vitórias, 8 empates e 12 derrotas.

No Ano de 1967, o FEC fez uma excelente campanha, sendo considerado um dos times mais fortes de Minas. Neste a no o Formiga se tornou “Campeão do Interior“, ficando na 4ª colocação no Campeonato Mineiro. Ficando atrás de apenas Cruzeiro, Atlético e América.

O Formiga fez uma excelente campanha, tendo um aproveitamento de 45,45%. Com Seis Vitórias, Oito Empates e Oito Derrotas. O Ataque o FEC também fez bonito, fazendo 28 gols.

O FEC também conseguiu grandes feitos: o primeiro foi empatar com o Atlético Mineiro em pleno Mineirão, e o segundo foi empatar com o América no Juca Pedro.

Em 1969, embalado pelo sucesso de 1968, o FEC deu continuidade no trabalho e fez um campeonato honroso, o Torneio em 69. Na reunião do Conselho Divisional em 07 de janeiro decidiu mudar as regras do Campeonato Mineiro da Divisão Extra.

A tabela dirigida foi abolida e o certame passou a ser disputado nos moldes antigos. Também foi definido a inclusão de mais quatro equipes no CampeonatoDemocrata (Governador Valadares), Sete de Setembro e Tupi de Juiz de Fora a título precário – aumentando o número de participantes de 12 para 16 equipes.

O FEC fez um bom primeiro turno, terminando em sexto. Mas o segundo turno foi um desastre, terminando na 15ª colocação. Na soma total o FEC terminou em 11° Lugar e nunca mais disputou o a Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. Neste ano o Formiga, Democrata/SL, Democrata/GV, Vila do Carmo, Sete de Setembro e USIPA; foram rebaixados. E o campeonato voltou aos moldes antigos, com apenas 12 equipes

O Lendário e Tradicional Formigão 68, ficou conhecido pela campanha que fez neste ano; apesar de não ser campeão do interior, pois o Uberlândia acabou na frente do FEC, que acabou em 4° Lugar, atrás de Cruzeiro, Atlético e o próprio Uberlândia.

Nesta equipe tinham grandes jogadores como Lentine, Cristóvão, Adinan, Sudaco, Canhoto, Coutinho, Zé Horta, Hali, Darci Crespo, entre outros. O FEC terminou a 1ª Fase como vice-líder invicto, Ganhado do América e empatando com Atlético e Cruzeiro (no marcante 2 a 2, Cristóvão e Sudaco marcaram pelo FEC e Tostão descontou para o Cruzeiro).

Escudo e uniforme dos anos 40

TÍTULOS

Campeão dos Campeões do Interior: 1950.
Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965.

Campeão do Interior da Primeira Divisão 1967.

Formiga da década de 40

HINO DO FORMIGA E.C. (YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=AXGPs1EzXq0)

Meu Formiga Esporte Clube
Entre em campo e faz vibrar os corações
e a massa explode e grita
salve salve o invencível campeão

Com garra. emoção e muitas glórias
meu time é só paixão, é só vitórias
Meu Formiga Esporte Clube
toca a bola, dá um show e faz tremer
e a galera explode e grita
nosso lema é lutar, vencer, vencer

Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão 
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão

 

FONTES & FOTO: Site do e Página no Facebook do Clube – GloboEsporte.Com

 

O Democrata Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de Sete Lagoas (MG). Fundado no dia 14 de junho de 1914, por um grupo de amigos. Seu primeiro uniforme, já com listras verticais em vermelho e branco, chegaria de trem, no dia 25 do mesmo mês, encomendado no Rio de Janeiro.

Modestino C. de Andrade, Alfredo Rodrigues dos Santos, José Cândido de Andrade, João Domingos de Carvalho, João Avellar Penna, José Moreira de Abreu, Francisco Wanderley Azeredo, Bernardo de Figueiredo, Aglophile Patry, Francisco José L’abbate, Raymundo Andrade, Claudionor Campolina, Exaltino Gonçalves, Odorico Mourão, Raymundo Simões, Laerth Ramos, Atilla Pimentel Costa, José Ferreira Coelho, José Silvino Coelho de Avellar, Odilon Andrade Costa, Antonio Maia Junior e João Netto foram os fundadores daquele que viria a ser “batizado” de Jacaré, mascote idealizado pelo famoso caricaturista mineiro Fernando Pieruccetti, o Mangabeira, na década de 1950, em alusão às lagoas de Sete Lagoas.

A primeira partida oficial aconteceria em 06 de setembro de 1914, contra o Ordem e Progresso, da cidade vizinha de Matozinhos, com triunfo dos democratenses por 4 a 1. Jogaram aquela partida pelo Democrata: Álvaro Rosa, João Netto e Laerth Ramos, Aglophile Patry, Augusto Ottoni e Francisco Andrade, Alfredo dos Santos, Raymundo Simões, Joel Andrade, Honório Ottoni e Ildefonso Moreno.

Até 1953, o Democrata disputou apenas competições amadoras em Sete Lagoas e região, tendo se consagrado campeão por diversas vezes. Naquele ano, o Clube foi lançado ao profissionalismo e disputou, sem muito sucesso, o Campeonato Cidade de Belo Horizonte, que viria a ser o Campeonato Mineiro.

Entre 1954 e 1963, contudo, o Jacaré passou para a “prateleira de cima” do futebol mineiro, sagrando-se vice-campeão mineiro em três ocasiões – 1955, 1957 e 1963 e sempre figurando entre os primeiros colocados nos demais anos.

Naqueles áureos anos, período em que foi administrado por figuras ímpares de Sete Lagoas, o Jacaré construiu sua mais imponente sede, denominada Edifício Márcio Paulino, às margens da Lagoa Paulino, inaugurada em 1962 e leiloada para quitação de dívidas em 2008.

Desde então, o representante maior do esporte setelagoano passou por altos e baixos constantes dentro e fora das quatro linhas, tendo, inclusive, se afastado do futebol profissional. Mergulhado em dívidas provocadas por seguidas más administrações, o Clube viu parte de seu patrimônio ser dilacerado e colecionou péssimas campanhas do Campeonato Estadual, freqüentando as divisões inferiores por várias vezes.

Em 2003, o Democrata voltou ao futebol profissional e foi vice-campeão da 2ª divisão (3ª na prática). Em 2004, o Clube chegou à elite do futebol mineiro tendo sido vice-campeão novamente, desta vez do módulo II (2ª divisão na prática). Em 2005, o Jacaré quase foi novamente rebaixado, amargando a ante-penúltima posição.

Já em 2006, o Democrata inaugurou, ainda que em condições apenas razoáveis, o Estádio Joaquim Henrique Nogueira – Arena do Jacaré – que substituiria o lendário, mas já ultrapassado, José Duarte de Paiva, onde o clube mandava seus jogos.

Naquele ano, o Jacaré faria uma boa campanha terminando no meio da tabela (6ª posição entre 12 equipes). Em 2007, encerrou sua participação no estadual na 8ª posição, o que seria o prenúncio do trágico rebaixamento à 2ª divisão em 2008, seguido da catastrófica volta à 3ª divisão em 2009.

Entre 2010 e 2012, o Democrata disputou a 3ª divisão por 3 vezes, tendo conseguido o almejado acesso à 2ª divisão em 2012, depois de campanha que propiciou o vice-campeonato ao Clube.

Atualmente, o Jacaré disputa a 2ª divisão com o objetivo de ascender à 1ª e disputá-la em 2014, ano de seu centenário de fundação.

Mesmo diante de tantos fracassos, a torcida do Democrata continuou crescendo, o que provocou o aparecimento de torcidas organizadas (e ordeiras!), com destaque para a Raça Alvi-Rubra e a Demogolo, e da Associação Amigos do Democrata, entidade nascida com o objetivo de apoiar o Clube também administrativamente.

Quis o destino que o Brasil fosse escolhido como sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014, sendo Belo Horizonte, nossa capital e vizinha, uma das cidades que abrigará uma chave do Mundial.

Diante disso, e da necessidade de reforma completa do Estádio Governador Magalhães Pinto – Mineirão –, a Arena do Jacaré foi escolhida como um dos seus substitutos até 2012. Para tanto, Arena foi completamente remodelada, passando a figurar entre os melhores estádios do País, o que poderá significar a redenção do Democrata Futebol Clube.

 

FONTE: Site do Clube

 

O Esporte Clube de Patos é uma agremiação do Município de Patos (PB). A sua Sede fica situada na Rua Pedro Firmino, s/n, no Centro de Patos. O ‘Terror do Sertão’ foi Fundado no dia 07 de Julho de 1952, em uma reunião realizada na sede do Tiro de Guerra de Patos, por alguns ex-atletas do extinto Botafogo de Inocêncio Oliveira Patos, sob o comando do Zéu Palmeira e de Antônio Araújo, conhecido como Araújo, maior glória do Esporte.

Admiradores do futebol pernambucano, os fundadores homenagearam o Sport e o Náutico, ao denominar a equipe como Esporte Clube de Patos e ao utilizarem o mesmo padrão adotado pelo alvirrubro recifense na época. Foram seus fundadores: Inocêncio Oliveira, Sargento Porfírio, Zéu Palmeira, Antônio Araújo, Souto Maior, Dr. Lauro Queiroz, Wilson Nobre, Mozinho Leitão, Francisco Queiroz (Chicão), Medeiros da Chevrolet, Vavá Brandão e Chico.

 

PRIMEIROS PRESIDENTE E TÉCNICO

O 1º presidente do Esporte foi José Torreão e primeiro técnico foi Manoel de Andrade. Conforme está registrado no álbum do futebol, em depoimento Inocêncio Oliveira afirmou que o Esporte surgiu da vontade de alguns torcedores em criar uma nova entidade esportiva para Patos, substituindo assim, o inesquecível Botafogo.

Segundo Metódio Leitão a escolha do nome do Esporte Clube de Patos foi uma proposta do Sr. Bivar Olhinto de Melo e Silva, que além de jogador, também foi juiz de futebol. Bivar Olhinto anos depois, foi eleito Prefeito de Patos e, posteriormente, deputado federal.

O Esporte durante muitos anos foi mantido e comandado por um de seus grandes jogadores, Zéu Palmeira e sua sede localizava-se na Avenida Epitácio Pessoa no centro de Patos, local onde hoje é o Banco do Brasil.

 

FUTEBOL

A tradição do Esporte Clube de Patos vem de muito tempo, visto que desde sua fase como time amador teve grandes atletas e formou equipes muito boas, mesmo antes de tornar uma equipe profissional, o que somente aconteceu em 1964 e, no ano seguinte 1965 passou a disputar o Campeonato Paraibano, permanecendo até 1974.

Em 1972 conquistou o Torneio Inicio promovido pela Federação Paraibana de Futebol (FPF), e em 1993, depois de 21 anos conquistou novamente. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995. Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão no ano de 2005, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.

O Esporte na época ainda como equipe amadora proporcionou a sua aguerrida torcida, muitas alegrias no velho e inesquecível campo do ginásio. Ali partidas memoráveis contra equipes famosas foram realizadas: Sport Recife, São Cristovão (RJ) e Portuguesa Carioca (RJ), Ipiranga (BA), Sergipe, ASA de Arapiraca, Treze, Campinense e Paulistano de Campina Grande, Auto Esporte e Brejui de Currais Novos, dentre tantas outras.

Ali também o Esporte nunca perdeu para o seu grande rival, o Nacional e na primeira partida ganhou por 3 a 1. Em função de sua fama no interior do Nordeste, o Esporte foi convidado e disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, a qual na época chegou a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte, que tinha grandes equipes e era destaque no Ceará.

 

CRAQUES

Dentre os jogadores que passaram pelo Esporte na época do campo do ginásio destacam-se: Antônio Araújo, conhecido como Araújo e considerado pelos mais antigos como a maior glória do Esporte, ele chegou a jogar no Sport Recife e no Bahia; Mário Moura que saiu de Patos diretamente para jogar no Vitória de Setúbal em Portugal e Araponga um dos maiores craques que a Paraíba já teve.

Este última Inclusive é considerado por muitos em Campina Grande, como o melhor jogador de todos os tempos da equipe do Campinense, que na sua época chegou a ser Hexacampeão da Paraíba. Para se ter uma idéia do quanto Araponga era craque, quando Pelé estava no topo de sua carreira, e Santos considerado o maior time de futebol do mundo da época, Araponga foi comprado para ser o reserva de Pelé.

Essas e outras tantas histórias são a razão principal para que o Esporte tenha uma torcida tão apaixonada e vibrante mesmo quando as coisas não andam tão bem para o time.

 

PROFISSIONALIZAÇÃO

Após a gloriosa fase de muita tradição como uma grande equipe amadora, ficar bastante famoso no cenário esportivo e conhecido em todo o interior nordestino, pela qualidade de seus grandes atletas e pela formação de ótimas equipes, veio então a fase de profissionalização em 1964, quando filiou-se a Federação Paraibana de Futebol e passou a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965.

Já ano de sua estréia como equipe profissional começou logo azarando seus adversários, ao aplicar uma histórica goleada de 11 a 0, na equipe do Cinco de Agosto da cidade de João Pessoa, uma das maiores goleadas registradas na história do futebol paraibano.

Por essa e outras façanhas jogando em Patos, o Esporte passou a ser chamado pela crônica esportiva da Paraíba de “O Patinho Terror do Sertão como até hoje é conhecido. A seguir são apresentadas algumas das equipes formadas pelo Esporte desde o início de suas atividades como time profissional em 1965.

 

Hino do Esporte Clube de Patos

Esporte! Esporte! Esporte!

O alvirrubro do meu coração!

Esporte! Esporte! Esporte!

É o patinho, o terror do sertão!

(BIS)

 

Quando ele arranca, todos sabem como é!

É mais um gol e a turma segue dando olé!

Desde Inocêncio, muita glória, muito amor,

Esse patinho é mesmo o terror!

 

FONTES: Julio César – Wikipédia – Página do clube no Facebook – Site Letras.mus.br

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