O Sport Club Húngaro Paulistano (São Pauloi Magyad) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado por húngaros desportistas da escol. na quinta-feira, do dia 20 de Fevereiro de 1919. O futebol era o carro-chefe, mas também participavam de outras modalidades como o Ping-Pong (Tênis de Mesa), Xadrez, entre outros.

Em relação a Sede, o clube passou por vários endereços. Citando alguns:  Rua da Mooca, nº 381, no Bairro da Mooca (1930); Ladeira Santa Ephigenia, nº 19 / sobrado (1931); Rua (atual Avenida) Carlos Campos, s/n, no Bairro Pari (1937); Rua Brigadeiro Tobias, nº 509, Centro, São Paulo (SP). Número do Telefone: 4-6304 (até 1940).

A Praça de Esportes ficava na Rua Brigadeiro Tobias, nº 55-A, Centro de São Paulo. Além do nome, para não deixar dúvidas, o escudo foi inspirado no distintivo da Seleção Húngara de futebol, assim como o uniforme também seguia a mesma linha utilizando as cores da Hungria (grená, branco e verde).

Competições

Em março de 1927, ingressou na LAF (Liga de Amadores de Futebol), onde disputou no mesmo ano a Segunda Divisão, da Série Principal (equivalente a Terceira Divisão Paulista), que em termos de importância só ficava atrás da Série Intermediária (Segunda Divisão) e da Primeira Divisão da Série Principal (Elite Paulista).

Em 1929, o Húngaro Paulistano participou da Divisão Municipal, pela LAF. Uma Quarta Divisão Paulista.

Disputou o Torneio Eliminatório entre as equipes da Divisão Municipal, para preencher as duas vagas para o Campeonato Paulista da Segunda Divisão da APSA de 1930. Porém, acabou caindo na 1ª fase, no domingo, do dia 20 de Abril de 1930, ao ser derrotado pelo Húngaro Ypiranga por 2 a 0.

Esteve presente no Campeonato Municipal da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos) de 1931 e 1932. Um fato curioso, aconteceu na segunda-feira, do dia 06 de Julho de 1931.

 

Escudo retirado da Revista Híradó - Informativo da Associação Húngara - Brazíliai Magyar Segélyegyle

Preliminar do amistoso internacional

O Húngaro Paulistano fez a preliminar do amistoso internacional, entre o Palestra Itália (atual Palmeiras) versus o campeão húngaro: Ferencvárosi Torna Club, às 21h40, que terminou com a goleada dos brasileiros por 5 a 2.

Na preliminar o Húngaro Paulistano foi derrotado por 4 a 2, pelo Club Athletico Brasil. Porém, a felicidade em estar no mesmo palco que o clube húngaro superou a derrota.

 

Clube é desclassificado e recebe multa pesada

No Campeonato Paulista da Segunda Divisão da APEA de 1933, o Húngaro Paulistano acabou passando por uma situação desagradável. Após não ter comparecido em dois jogos, o clube sofreu dura punição.

De acordo com a letra “G” do Artigo 27 do código de penalidades, por não ter comparecido no domingo, dia 23 de julho de 1933, para enfrentar o Esporte Clube Ypiranga, a APEA desclassificou o Húngaro Paulistano, além de ter recebido uma multa de 200$000 (duzentos mil réis).

 

Clube é obrigado a mudar o nome  

No início de fevereiro de 1940, o Sport Club Húngaro Paulistano solicitou autorização para funcionar como sociedade brasileira. No entanto, o então Ministro da Justiça, o mineiro Francisco Campos, de 49 anos, afirmou que só iria autorizar se caso a agremiação modificasse o nome, de acordo com a lei em vigor na época.

Diante das poucas opções, o Sport Club Húngaro Paulistano acabou acatando a “recomendação” e decidiu alterar o nome para: Clube Cultural Paulistano. A mudança acarretou com o afastamento do futebol.

Na década de 40, mudou de Sede duas vezes: Rua Sousa, nº 193; e na Rua Aurora, nº 408. Na década de 50, se transferiu para a Rua Conselheiro Nébias, 815, no Bairro dos Campos Elísios.

Durante esse período o clube apareceu diversas vezes no noticiário esportivo no Ping-Pong (Tênis de Mesa) e Xadrez. As últimas linhas sobre a existência do Clube Cultural Paulistano se esvaíram em meados da década de 70.

Time-base de 1927: Isazy; Matis e Hachmant; Miklos, Alcides e Boskovitz; Strauss II, Timon, Fillip, Varga e Strauss I.

Time-base de 1929: Raez (Varga); Horvath I e Bugyi (Horvath II); Nebel, Boskovitz e Stanicz; Marosan, Tomon (Stnutz), Kaplar (Varga), Struc (Tonem), Piller (Beltz).

Time-base de 1931: Casanady (Huber); Emílio e Idylio; Enke (Coke), Paschoal (Luiz) e Jacob (Manoel); Mathias (Augusto), José, Francisco, Ernesto (Varga) e Struc.

Time-base de 1932: Malck; Norvath e Bettoni; Kebel, Paschoal e Franckfurter; Barno, Costa, Roggerio, Hausner e Crocci.

 

FONTES: Correio Paulistano – Almanak Laemmert : Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) – Jornal dos Sports – Correio de São Paulo – Correio Paulistano - Diario Nacional : A Democracia em Marcha (SP) - A Gazeta (SP) – A Rua : Semanario Illustrado (RJ) – Revista Híradó (Informativo da Associação Húngara – Brazíliai Magyar Segélyegylet ) – Associação Húngara – Sociedade Brasileira de Socorro do Brasil (http://www.ahungara.org.br/) – Tribuna da Imprensa (RJ) – O Estado de Florianópolis (SC)

 

Fonte: Globo Esporte Paraíba

 
Equipes Participantes:

- Associação Atlética Batel (Guarapuava)
- Clube Atlético Paranaense (Curitiba)
- Coritiba Football Club (Curitiba)
- Esporte Clube Comercial (Cornélio Procópio)
- Hyogo Futebol Clube (Londrina)
- Operário Ferroviário Esporte Clube (Ponta Grossa)
- Paraná Clube (Curitiba)
- Rio Branco Sport Club (Paranaguá)
- Sociedade Esportiva Matsubara (Cambará)
- União Bandeirante Futebol Clube (Bandeirantes)

Chave Norte

06.02.1994
Matsubara 0x1 União Bandeirante
13.02.1994
Comercial 0x4 Hyogo
23.02.1994
Comercial 0x0 União Bandeirante
27.02.1994
Hyogo 0x0 União Bandeirante
Matsubara 4x0 Comercial
02.03.1994
Matsubara 5x0 Hyogo
09.03.1994
Comercial 0x0 Matsubara
20.03.1994
União Bandeirante 0x3 Matsubara
Hyogo 3x1 Comercial
30.03.1994
União Bandeirante 1x2 Hyogo
03.04.1994
União Bandeirante 8x0 Comercial
10.04.1994
Hyogo 2x2 Matsubara

                        J  V  E  D  GF  GC  PG
1 Matsubara	        6  3  2	 1  14	03  11
2 Hyogo	                6  3  2	 1  11	09  11
3 União Bandeirante	6  2  2	 2  10	05  08
4 Comercial	        6  0  2  4  01  19  02

Chave Sul

30.01.1994
Atlético 4x0 Batel
06.02.1994
Operário 0x0 Batel
Atlético 1x0 Coritiba
Rio Branco 1x0 Paraná
13.02.1994
Paraná 1x0 Operário
Rio Branco 0x1 Coritiba
20.02.1994
Operário 1x3 Rio Branco
Batel 0x4 Coritiba
27.02.1994
Coritiba 1x0 Paraná
Operário 2x4 Atlético
Batel 0x1 Rio Branco
06.03.1994
Paraná 1x1 Atlético
Operário 0x1 Coritiba
13.03.1994
Batel 1x3 Paraná
Rio Branco 1x1 Atlético
16.03.1994
Batel 3x0 Operário
Atlético 0x0 Rio Branco
20.03.1994
Atlético 1x0 Coritiba
Paraná 2x1 Rio Branco
24.03.1994
Paraná 4x0 Batel
Atlético 5x1 Operário
27.03.1994
Rio Branco 0x0 Operário
Coritiba 2x0 Batel
30.03.1994
Operário 1x1 Paraná
Atlético 1x1 Batel
03.04.1994
Paraná 2x1 Coritiba
Rio Branco 1x0 Batel
06.04.1994
Coritiba 9x0 Operário
10.04.1994
Paraná 1x0 Atlético
Coritiba 0x1 Rio Branco

	                 J  V  E  D  GF  GC  PG
1	Paraná	        10  6  2  2  15  07  20
2	Atlético	10  5  4  1  18  07  19
3	Coritiba	10  6  0  4  19	 05  18
4	Rio Branco	10  5  3  2  09	 05  18
5	Batel	        10  1  2  7  05	 20  05
6	Operário	10  0  3  7  05	 27  03

Fase Final

17.04.1994
Paraná 2x0 Matsubara
24.04.1994
Atlético 0x0 Paraná
Matsubara 0x0 Coritiba
01.05.1994
Matsubara 1x1 Atlético
05.05.1994
Coritiba 3x1 Paraná
08.05.1994
Coritiba 1x0 Atlético
22.05.1994
Matsubara 2x2 Paraná
29.05.1994
Atlético 0x0 Matsubara
02.06.1994
Paraná 2x0 Atlético
Coritiba 1x0 Matsubara
04.06.1994
Coritiba 2x0 Atlético
10.06.1994
Coritiba x Paraná (cancelado)

	                 J  V  E  D  GF  GC  PG
1	Coritiba         5  4  1  0  07  01  13
2	Paraná	         5  2  2  1  07  05  08
3	Matsubara	 6  0  4  2  03	 06  04
4	Atlético	 6  0  3  3  01	 06  03

Campeão - Coritiba Football Club (Curitiba)

Fonte: Arquivos de Levi Mulford Chrestenzen
 

 

Nome:         São Luiz Futebol Clube
Cidade:       São Luís de Montes belos – GO
Fundação:  1953
Cores:         vermelho – branco

Fonte: Site Galera Esportiva

 

 

 

A assembleia de constituição da Campineira Futebol Clube aconteceu no dia 1º de janeiro de 1975, à Avenida W-2 Sul, Quadra 514, Bloco C, Loja 52, Sala 104, em Brasília (DF) e teve a presença de Adolpho Silvério Figueiredo, Alberto Luiz Esteves Teixeira, Antônio Carlos Malaman, Antônio Esteves Teixeira, Djalma de Carvalho Silva, Francisco de Assis Dória Bastos, Jacy Bezerra de Araújo, João da Silva Araújo, José Ivan Lopes, Manuel Augusto de Melo, Oddoni Luigi, Ramon Monteiro Back Van Buggenhout e Waltinho Ferrari.

 Por aclamação dos presentes, assumiu a presidência Alberto Luiz Esteves Teixeira, que convidou Adolpho Silvério Figueiredo para secretariar a reunião. João da Silva Araújo foi convidado a fazer parte de uma comissão criada para elaborar os estatutos sociais do clube que, num futuro próximo, seria filiado à Federação Metropolitana de Futebol.

 Por proposta de Waltinho Ferrari, foi composta uma Diretoria Provisória, que foi eleita e aclamada, sendo assim constituída: Presidente – Antônio Esteves Teixeira; Vice-Presidente – Waltinho Ferrari; 1º Secretário – Oddoni Luigi; 2º Secretário – Antônio Carlos Malaman; 1º Tesoureiro – Alberto Luiz Esteves Teixeira; 2º Tesoureiro – Jacy Bezerra de Araújo; Diretor Geral de Esportes – Sir Peres de Barros; Relações Públicas – Manuel Augusto de Melo; Diretor de Promoções e Consultor Jurídico – José Ivan Lopes; Diretor Administrativo e Consultor Jurídico – Ramon Monteiro Back Van Buggenhout, Diretor de Patrimônio – Djalma de Carvalho Silva e Diretor do Departamento Médico – Francisco de Assis Dória Bastos.

Suas cores oficiais eram a preta e a branca. O uniforme era semelhante ao do Botafogo, do Rio de Janeiro, ou seja, camisas com listras verticais pretas e brancas, calção preto e meias brancas (que viria a ser adotado pelo Sobradinho mais tarde).

Sua estreia no futebol aconteceu em março do mesmo ano, quando teve início a I Copa Arizona de Futebol Amador, evento que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal (alguns com passagens pelo quadro de filiados da Federação Metropolitana de Futebol – FMF) e era patrocinado pelos cigarros Arizona e pela Gazeta Esportiva.
No sistema eliminatório (mata-mata), a competição foi realizada de 23 de março até 25 de maio de 1975.  A Campineira fez sua estreia no dia 30 de março, no Gama, derrotando o local Clube Atlético Planalto por 4 x 2. Chegou até as semifinais, quando, no dia 18 de maio, foi derrotada pelo Humaitá, do Guará, por 2 x 1. Na decisão do 3º lugar, goleou o Penharol por 7 x 0.
Logo depois, participou do campeonato promovido pelo Departamento Autônomo, que teve início em junho de 1975, e foi disputado por 9 equipes. Foi vice-campeã no Torneio Início e campeã da Chave B do campeonato, classificando-se para a Fase Final.
Desligou-se deste Departamento antes de ser decidido o torneio e resolveu apostar no futebol oficial da Federação Metropolitana de Futebol, que na época ainda era amador.
Alguns jogadores do Campineira utilizados nessas duas competições atuariam mais tarde no campeonato oficial da F. M. F., tais como Sir Peres, Zé Afonso, Dázio, Zé Nunes, Vino e Dorival, entre outros.
No dia 12 de setembro de 1975 aconteceu a A.G.E. que aprovou a filiação do Campineira Futebol Clube nas categorias de profissional e amador.
Sua primeira competição oficial foi o Torneio Incentivo, com jogos nas preliminares dos encontros do Ceub no Campeonato Brasileiro de 1975, juntamente com Brasília e Humaitá. Sua estréia aconteceu no dia 13 de setembro de 1975, com derrota de 3 x 1 para o Humaitá. Ficou com a terceira e última colocação do torneio.
Logo depois, passou a participar do Campeonato Oficial da F.M.F., com mais sete equipes amadoras do Distrito Federal.
Antes do início do campeonato oficial, 13 jogadores que pertenciam ao Unidos de Sobradinho foram transferidos para a Campineira.
Após uma decisão extra com o CSU – Clube dos Servidores da Universidade de Brasília – UnB, sagrou-se campeã brasiliense de 1975. Sua campanha: 17 jogos, 11 vitórias, 2 empates e 4 derrotas. 32 gols a favor e 18 contra.
Em 17 de fevereiro de 1976 a Campineira comunicou à Federação Metropolitana de Futebol não ter condições de participar do campeonato de futebol de profissionais daquele ano.
Continuou disputando competições de futebol amador. Em uma delas, depois de vencer a chave de Brasília, obteve o vice-campeonato nacional da Copa Arizona de Futebol Amador, evento que contou, inicialmente, com a participação de mais de mil equipes, com eliminatórias regionais e cujas finais foram disputadas na cidade de São Paulo. Na decisão, a equipe brasiliense foi derrotada pelo Golfinho, de Guarulhos (SP), por 1 x 0.
A partida, em seu tempo normal, terminou empatada em 0 x 0, sendo necessária a realização da prorrogação. Só no segundo período desta prorrogação é que o Golfinho chegou à vitória.
No jogo final, a Campineira contou com esses jogadores: Ari, Cláudio, Zezão, Sir Peres e Marcos; Peba (Dorival), Toti e Júlio; Vino, Dázio (Antônio Carlos) e Santos. No jogo decisivo, a Campineira atuou sem o seu melhor atacante, o goleador Zé Afonso. 
Também no ano de 1976, a Campineira disputou o campeonato de juvenis. Um dos jogadores que revelou foi Kidão, zagueiro que defendeu por muitos anos outros clubes de Brasília.
Em 1977, a Campineira estava inscrita no Campeonato Regional de Sobradinho.
XXX
FONTES & FOTO: Correio Brasiliense (DF) – José Ricardo Almeida – Almanaque do Futebol Brasiliense – Jornal dos Sports
 

O Esporte Clube Canarinho foi fundado em 20 de outubro de 1973, na Associação Portuguesa, na cidade de Taguatinga (DF). A 1ª Diretoria ficou assim composta: Presidente – Manoel Ramos dos Santos; Vice-Presidente – Evilásio Meira de Souza; Secretário Geral – Raimundo Meira de Souza; 1º Tesoureiro – Expedito Geraldo de Lima; 2º Tesoureiro – Alzerino Cardoso; Conselheiro – João Milani de Souza; Diretor de Futebol – Francisco Araújo Freitas; Diretor de Relações Públicas – Severino Erasmo de Lima; Vice-Diretor de Futebol – Ramiro Cardoso e Supervisor de Futebol – Manoel Gomes Feitosa Neto.

Participou da I Copa Arizona de Futebol Amador de 1975, torneio que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal e foi iniciada em 19 de março. Não conseguiu classificação dentre os oito finalistas.  No dia 25 de março de 1975 solicitou filiação à Federação Metropolitana de Futebol.
Sua primeira participação em torneios realizados pela Federação aconteceu neste mesmo ano. Foi o Torneio Quadrangular da FMF que contou com quatro clubes: o Canarinho, Guadalajara, Humaitá e Relações Exteriores. E o Canarinho estreou ficando com o título de campeão.
No dia 6 de julho, derrotou o Guadalajara, por 2 x 0. No dia 12 de julho, empate em 0 x 0 com o Relações Exteriores. O título veio após a vitória de 3 x 1 sobre o Humaitá, em 3 de agosto. Logo depois, foi um dos oito clubes que disputaram o campeonato oficial de 1975. Fez sua estréia no dia 20 de setembro, com vitória de 1 x 0 sobre o Guadalajara, gol de Peba.
No final do campeonato, ficou na sexta colocação, na frente apenas de Humaitá e Guadalajara. Foram apenas duas vitórias (a outra foi contra o Ceub, por 2 x 0, em 8 de dezembro de 1975) nos 14 jogos que disputou. Conseguiu ainda quatro empates. Marcou 16 gols e sofreu 23.
No dia 15 de agosto de 1976 participou da reabertura do Estádio “Chapadinha”, em Brazlândia. Neste dia, em jogo válido pelo campeonato brasiliense de 1976, foi derrotado pelo Brasília, por 1 x 0. A partir desta data, passou a mandar seus jogos neste Estádio, não mais perdendo: 1 x 1 Gama, 3 x 0 Cruzeiro e 1 x 1 Humaitá.
Em 1976 esteve presente no campeonato brasiliense de profissionais. Sua estréia aconteceu no Estádio Pelezão, em 24 de abril, na derrota de 2 x 0 a favor do Ceub. Ficou na quinta colocação no geral, vencendo três dos quinze jogos disputados. No ano de 1977 tomou parte de três competições.
No primeiro deles, o Torneio Imprensa (disputado por nove equipes), de 5 de março a 7 de maio, ficou com o vice-campeonato. Logo depois, participou do campeonato brasiliense de 1977, ficando com a quarta colocação, somando 9 pontos, advindos de três vitórias e três empates nos treze jogos que disputou.
Passou a ficar conhecido nacionalmente de forma negativa, após um amistoso contra o Grêmio, de Porto Alegre, em 23 de novembro de 1977, no Pelezão. No final do jogo o placar apontava 11 x 0 a favor do tricolor gaúcho. Além da impiedosa goleada, teve um prejuízo de mais de 150 mil cruzeiros.
Apenas 1.130 pessoas foram ver o jogo, proporcionando a renda de Cr$ 35.690,00. O Grêmio tinha um time fortíssimo e não foi difícil chegar aos onze gols, marcados por Tarcísio (2), Ladinho, Éder (2), Alcindo (3), Vilson e Leandro (2). Por último, participou do Torneio Incentivo, juntamente com Desportiva Bandeirante, Gama, Grêmio e Taguatinga.
Chegou a vencer o segundo turno mas uma suspeita levou a Federação a formular uma consulta ao Departamento Jurídico da Confederação Brasileira de Desportos-CBD com relação a condição de jogo dos atletas profissionais do Canarinho. Em 2 de fevereiro de 1978, o Esporte Clube Canarinho encaminhou ofício pedindo licenciamento junto a Federação Metropolitana de Futebol, por um ano. Nunca mais voltou a disputar competições oficiais no Distrito Federal.

 

FONTES: Almanaque do Futebol Brasiliense – Jornal dos Sports (RJ) – Correio Braziliense (DF)

 

A Associação Atlética Brooklyn Paulista foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Os “Brooklinenses” foi Fundado na quarta-feira, do dia 22 de Março de 1922, por um grupo de jovens entusiastas. A 1ª Diretoria foi constituída pelos seguintes membros:

Presidente - Jorge Ferreira;

Vice-Presidente - José Joaquim Gonçalves;

1º Tesoureiro - Joaquim Passador;

2º Tesoureiro - Benedicto Brando de Araújo;

1º Secretário - Antonio Pacheco Valente;

2º Secretário - Manoel Pacheco Valente;

Diretor Esportivo - Bellino Domingues Borba.

Primeiro escudo

Uniforme e a Praça de Esportes

O 1º uniforme eram camisa branca e meias e calções negros, para o primeiro time de futebol do bairro, que pouco demorou para tornar-se o xodó de todos os moradores.

Sua bem-freqüentada Praça de Esportes formava um quadrilátero, limitado pelas atuais: Avenida Morumbi, Rua das Margaridas, Pássaros e Flores e Coronel Conrado Siqueira Campos, no Bairro Jardim das Acácias.

As partidas aconteciam nas tardes de domingos. Por muito tempo e enquanto os campos de futebol de várzea resistiram ao assédio de um mercado imobiliário em constante ebulição, a A.A. Brooklyn Paulista montou grandes equipes, numa sucessão inesgotável de excelentes atletas.

Celeiro de craques

Houvesse, porventura, algum registro da trajetória histórica desse clube, jogadores como Piérre Pellerin, Carijó, Pascoal Barba, Artur Araújo, Afonso, Manuel Gimenez, os irmãos Antônio, Jacinto e Geraldo Pacheco Valente, posteriormente, Angelim, Eurides, Vicente, Zeca, e ainda Chafic Chueri, Maluco, João Três Pulos, Anibal Gonçalves, Alberto Bacellar, as duplas de irmãos Pascoal e Aristides Carota e Téte e Moacir, dificilmente seriam esquecidos.

Vários deles, de tão bons que foram, seguiram carreira como profissionais. De outros bairros, também surgiam esquadrões de peso: o Marechal Floriano F.C., o Clube Couto de Magalhães e o Marítimo F.C. que, por anos a fio, incendiaram as tardes de domingo do Itaim Bibi e Vila Nova Conceição.

E ainda, o Santo Amaro F.C., o afamado e semi-profissional LPB, do Laboratório Paulista de Biologia, comandado pelo zagueirão uruguaio, Herculano Squarzza, e o timaço do Casas Avenida, entre outros. Quando o time do Brooklyn os enfrentava, semanas antes, já se imaginava o que seria desses memoráveis confrontos.

Clube participou da Revolução Constitucionalista de 1932

Consta na história do clube a participação, na Revolução Constitucionalista de 1932, dos sócios: Domingos Geraldo Minguta; Ernesto Lopes; João Helmuth; Gabriel Archanjo de Moura; Armando Bresciani; Goberto de Paula Avellar; Alberto Pellerin e Walter Ahrens.

Após o fim da revolução em agosto de 1932, o Brooklyn Paulista realizou um festival em Santo Amaro, onde arrecadou importante valor à época de209$900 (duzentos e nove mil e novecentos réis), importância esta entregue ao então Prefeito Municipal, Dr. Francisco Ferreira Lopes.

Curiosidades

A Associação Atlética Brooklyn Paulista foi uma agremiação que conquistou a simpatia e rapidamente prosperou a ponto de, à época, figurar entre os grêmios de maior relevância da capital. A sua Sede própria tinha um salão de baile, secretaria, acomodações para os grêmios visitantes e uma boa praça de esportes.

Em 1942, o clube já contava com 120 sócios, demonstrando a sua força na região. Anos depois, do outro lado da rua, num campo de terra e de frente para a Avenida Santo Amaro, a Portuguesa, fundada pela colônia lusitana local, passou a mandar seus jogos no mesmo dia e horário. Em 23 de março de 1947, a A.A. Brooklyn Paulista promoveu inúmeras festividades para comemorar o 25º aniversário de sua fundação.

A aguardada partida de encerramento foi disputada com o Clube Esportivo Gazeta, da Fundação Cásper Líbero. Na ocasião, os já veteranos, Manuel Pacheco Valente, Darwin Belletato e Pascoal Barba, compunham a sua diretoria.

Convidados especiais também se fizeram presentes, dentre eles o Dr. Waldemar Teixeira Pinto, subprefeito de Santo Amaro. O evento ainda contou com a cobertura de emissoras de rádio, do jornal A Gazeta Esportiva e outros periódicos da capital.

Anos 50 representou a extinção do Brooklyn Paulista

Mas em meados da década de 1950, o campo da A.A. Brooklyn Paulista deixou de existir. A construção e venda de dezenas de residências tomaram o seu lugar. Não tendo mais onde jogar, o clube desapareceu, deixando para a posteridade aproximados quarenta anos de importantes conquistas.

O campo da Portuguesa teve idêntico destino. Primeiramente, foi ocupado pela empresa Divena, revendedora de caminhões pesados, de propriedade de Anésio Urbano. Depois, com edifícios de escritórios e apartamentos. Mas ainda restavam outros times, surgidos depois, e outros campos: o Estrela D’Alva, entre as Ruas Roque Petrella, Francisco Dias Velho e Ministro José Galloti, hoje abrigando o convento da Congregação das Filhas de São José, uma agência do Unibanco, além de vilas e novos sobrados.

Os dois últimos a sumir foram o Vila Carmen, absorvido pela Avenida Vicente Rao e o União da Mocidade, no fim da Rua Bernardino de Campos. No início dos anos 1960, seu campo foi devorado pelo polêmico, frustrado e até hoje mal-digerido Anel Viário de São Paulo, projetado pelo DER.

No entanto, suas obras jamais foram iniciadas, embora tenha sido expressivo o número de desapropriações ocorridas no local. O tempo perdido e o acintoso desperdício de dinheiro público foram circunstâncias que marcaram a passagem do fracassado projeto pela região.

Em sinal de “reconhecimento“, os brooklinenses bem que poderiam conferir ao governo um meritório troféu, por ter parido a gigantesca e problemática Favela do Buraco Quente, que por obra de sua inconseqüente conduta ocupou as margens do Córrego Águas Espraiadas, por ininterruptos 25 anos.

Aproximadamente na mesma época da extinção da A.A. Brooklyn Paulista, a indústria de acumuladores Durex dividiu o imenso terreno que possuía na Avenida Morumbi, para construir um magnífico mini-estádio de futebol. Funcionários da fábrica e ex-jogadores profissionais formavam o seu esquadrão.

Seu objetivo era disputar e vencer o Campeonato Paulista de Futebol Amador. E tinha time para isso. Durante uma partida oficial contra Sampaio Corrêa, da zona leste, e com as arquibancadas literalmente tomadas por torcedores de ambos os lados, instalou-se uma tremenda pancadaria e troca de tiros que, por pouco, não terminaram em tragédia, dentro e fora do campo.

Na manhã seguinte, o lamentável episódio invadiu o noticiário policial de rádios e jornais da capital, levando a empresa a encerrar, às pressas, as atividades do time e a transformar a bela praça de esportes em ruas e lotes de terreno.

 

FONTES: “Os antigos times de futebol do Brooklin Paulista”, de João Bosco Petroni – Site ‘Em Sintonia’ – Acervo de Ricardo Hucke – Álbum de Santo Amaro de 1935

 

Olá amigos e membro do blog História do Futebol!

 

No meu primeiro comunicação pelo Blog foram comunicados  da necessidade de quitar a anuidade do Blog. Ao todo, foram 17 membros e dois internautas se prontificaram a ratear o valor total de R$ 270 reais. Com isso, o preço ficou baratinho: R$14,30 reais!

Quero agradecer pela parceria e apoio em manter o nosso Blog vivo! Valeu mesmo!

Então, a partir de agora vocês já podem depositar o valor de R$ 14,30 reais, nessa conta abaixo:

 

Eduardo Vitor Fonseca de Cacella

Bradesco

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Caso deseje realizar uma transferência o CPF do Eduardo Vitor Fonseca de Cacella: 025.311.257-52

Gostaria de pedir aqueles que efetuem o deposito, mandem a imagem do recibo para o e-mail (abaixo) ser anexado e assim possa colocá-lo como pago:

sergiomellojornalismo@msn.com

Desde já agradeço pela parceria!

 

Uma excelente semana!

 

Sérgio Mello e Eduardo Cacella

 
A Copa do Brasil, que é disputada desde 1989, teve o Mixto como o primeiro representante de Mato Grosso na competição.
A estreia mixtense foi diante do Pinheiros, no Estádio Pinheirão, em Curitiba, no dia 19 de julho. O Mixto venceu por 1 a 0, gol de Dago.
Em sua primeira participação, o alvinegro chegou à segunda fase do torneio, sendo eliminado pelo Grêmio, que mais tarde seria o campeão.
De lá para cá o Mixto participou da Copa do Brasil por mais seis vezes: 1990, 1997, 2001, 2009, 2013 e 2014. Ao todo foram 16 jogos disputados, com 6 vitórias, 2 empates e 8 derrotas. O ataque marcou 14 gols e a defesa sofreu 29.

 

Confira as campanhas ano a ano:

 

Pinheiros (PR) 0 x 1 Mixto
Data: 19/07/1989
Local: Estádio Pinheirão (Curitiba)
Público: 472
Renda: NCz$ 1.690,00
Árbitro: Valdir Dall Zanin
Gol: Dago 22 do 2º tempo
Pinheiros: Carlos, Alex, Newmar, Luciano, Adriano (Márcio), Telvir, Régis, Edílson (Dudu), Maurílio, Carlinhos e Ricardinho. Técnico: Lori Sandri.
Mixto: Nikita, Donizete, Panzariello, Wágner, Elias, Genildo, Rui, Dago (Erivan), Franz, Benevan (Silvinho) e Niltinho. Técnico: Washington Dorneles

 

Mixto 2 x 1 Pinheiros (PR)
Data: 22/07/1989
Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)
Público: 1.943
Renda: NCz$ 7.111,00
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Gols: Franz 34 do 1º tempo: Edílson 12 e Benevan 22 do 2º tempo
Mixto: Nikita, Donizete, Panzariello, Wágner, Elias, Genildo, Rui, Dago (Silvinho), Franz, Niltinho e Benevan. Técnico: Sérgio Ramirez
Pinheiros: Carlos, Dirceu Pato, Newmar, Luciano, Alex, Régis, Marquinhos, Edílson, Maurílio, Claudinho (Assis) e Márcio (Dudu). Técnico: Lori Sandri
Mixto 0 x 5 Grêmio (RS)
Data: 26/07/1989
Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)
Público: 9.724
Renda: NCz$ 62.124,00
Árbitro: Manuel Francisco Gomes de Oliveira
Gols: Nando 08, Cuca 13 e Alfinete 29 do 1º tempo; Nando 07 e Assis 11 do 2º tempo
Mixto: Nikita, Donizete, Wágner (Silvinho), Panzariello, Elias, Genildo (Gonçalves), Rui, Dago, Niltinho, Franz e Benevan. Técnico: Washington Dorneles.
Grêmio: Mazaropi, Alfinete, Luiz Eduardo, Edinho, Fábio, Jandir (Adílson Heleno), Cuca, Lino, Assis (Almir), Nando e Paulo Egídio. Técnico: Cláudio Duarte.

 

Operário (MS) 2 x 0 Mixto
Data: 22/06/1990
Local: Estádio Pedro Pedrossian (Campo Grande)
Público: 289
Renda: Cr$ 30.800,00
Árbitro: Flávio de Carvalho
Gols: Adir 18 do 1º tempo e Adir 11 do 2º tempo
Operário: Marquinhos, Alvarildo, Zé Ronaldo, Anchieta, Marcos Adriano, Biá, Biro-Biro, Índio, Odair (Adir), Escurinho e Gilmar (Celso). Técnico: José Flor.
Mixto: Ronaldo, Donizete, Franz, César, Paulo Henrique, Caçapa, Genildo, Ivair, Claudinho (Gonçalves), Silvinho (Rodinei) e Serginho. Técnico: Hélio Machado

 

Mixto 1 x 0 Operário (MS)
Data: 27/06/1990
Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)
Público: 221
Renda: C$ 24.700,00
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Gol: Caçapa 6 do 2º tempo
Mixto: Ronaldo, Donizete, Franz, Panzariello (Claudinho), César, Caçapa, Valdir, Genildo, Serginho, Silvinho e Ivair (Gonçalves). Técnico: Hélio Machado.
Operário: Marquinhos, Alvarildo, Zé Ronaldo, Anchieta, Marcos Adriano, Celso, Biá, Índio, Biro-Biro (Agenor), Escurinho (Lourival) e Adir. Técnico: José Flor.

 

Mixto 0 x 3 Corinthians (SP)
Data: 18/02/1997
Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)
Público: 14.325
Renda: R$ 166.245,00
Árbitro: Antônio Pereira da Silva (GO)
Gols: Mirandinha 27 do 1º tempo; Souza 09 e 39 do 2º tempo
Mixto: Ernandes, Adrison (Iuca), Batista, Jaílson, Renatinho, Anderson, Gringo, Biá, De Ávila (Jonas), Mauricinho (Abílio) e Toninho Santos. Técnico: Hélio Machado.
Corinthians: Ronaldo (Maurício), Carlos Roberto (André Santos), Célio Silva, Sangaletti, Silvinho, Romeu, Fábio Augusto, Fernando Diniz, Souza, Túlio e Mirandinha. Técnico: Nelsinho Baptista

 

URT (MG) 2 x 1 Mixto
Data: 14/03/2001
Local: Estádio Zama Maciel (Patos)
Público: 1.473
Renda: R$ 12.190,00
Árbitro: Edilson Soares da Silva (RJ)
Gols: Inca 12, Odil 15 e Peninha 39 do 2º tempo
URT: Héber, Inca, Anderson, Toninho, De Lima, Víctor (Davi), Pedro Luiz, Vanderlei (Paulo Roberto), Edílson, Cristiano (Peninha) e Ditinho. Técnico: Gildásio Barbosa
Mixto: Denílson, Odair, Sirlei, Hugo Alcântara, Renatinho, Láudio, Cícero, Odil, Manu (Chiba), Wilson e Toninho. Técnico: Éder Taques

 

Mixto 2 x 0 URT (MG)
Data: 21/03/2001
Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)
Público: Não fornecido
Renda:  Não fornecida
Árbitro: Getúlio Barbosa Souza Júnior (MS)
Gols: Hugo Alcântara 06 do 1º tempo e Wilson 40 do 2º tempo
Mixto: Denílson, Odair, Sirlei (Chiba), Hugo Alcântara, Renatinho, Láudio, Odil, Manu, Cícero, Wilson e Toninho. Técnico: Éder Taques
URT: Héber, Paulo Roberto (Cristiano), Anderson, Toninho, De Lima (Vanderlei), Víctor (Peninha), Davi, Pedro Luiz, Inca, Edílson e Ditinho. Técnico: Gildásio Barbosa

 

Juventude (RS) 3 x 0 Mixto
Data: 11/04/2001
Local: Estádio Alfredo Jaconi (Caxias do Sul)
Público: Não fornecido
Renda:  Não fornecida
Árbitro: Giulliano Bozzano (SC) Público: 0 Renda: 0.00
Gols: Fernandão 10, João Marcelo 23 e Luciano Fonseca 28 do 1º tempo
Juventude: Diego, Ivo (Marinho), Fernandão, João Marcelo, Luiz Oscar, Fernando, Ivair, Sidnei, Michel (Marcelo), Luciano Fonseca e Dauri (Pontes). Técnico: Hélio dos Anjos
Mixto: Denílson, Odair (Alex), Sirlei, Hugo Alcântara, Renatinho, Láudio, Geraldão (Odil), Cícero, Manu, Wilson e Toninho (André). Técnico: Éder Taques

 

Mixto 1 x 1 Juventude (RS)
Data: 18/04/2001
Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)
Público: Não fornecido
Renda:  Não fornecida
Árbitro: Getúlio Barbosa Souza Júnior (MS)
Gols: André 28 e Pontes 39 do 2º tempo
Mixto: Denílson, Láudio, Sirlei, Julimar, Renatinho (Alex), Elias, Cícero, Lucky, Odil (Odair), André e Flávio Costa (Alexandre). Técnico: Éder Taques.
Juventude: Diego, Marinho, Fernandão, Márcio, João Marcelo, Fernando, Sidnei, Ivair, Luciano Fonseca (Pontes), Michel (Marcos) e Marcelo (Lau). Técnico: Hélio dos Anjos.
Mixto 1 x 2 Paraná Clube
Data: 18/02/2009
Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)
Público: Não fornecido
Renda:  Não fornecida
Árbitro: Marcos Rassi Fernandes
Gols: Luís Henrique 9, Davi 22 e Gedeon 24 do 2º tempo
Mixto: Rafael Fava, Alex Moura, Giovani, Rogério, Ednilton, Alexandre Pitbull (Asprila), Davi, Dudu (Igor), Hilton Mineiro, Alex Sorocaba e Thiago Tiziu. Técnico: Wilson Carrasco
Paraná: Ney, Murilo, João Paulo (Elton), Luís Henrique, Fabinho, Agenor, Ernani, Kleber, Lenilson, Welinton Silva (Bruno) e Osmar (Gedeon). Técnico: Paulo Comelli

 

Paraná Clube 1 x 2 Mixto
Data: 05/03/2009
Local: Estádio Durival de Britto (Curitiba)
Público: Não fornecido
Renda:  Não fornecida
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Gols: Alex Sorocaba 40 do 1º tempo; João Paulo 6 e Igor 35 do 2º tempo
Paraná: Rodolfo, João Paulo, Luís Henrique, Elton, Murilo, Agenor, Kléber, Bruninho (Everton), Fabinho, Wellington Silva (Gedeon) e Peterson (Wando). Técnico: Paulo Comelli.
Mixto: Diego Vandré, Alex Moura, Rogério, Ednilton, Eduardo (Igor), Alexandre Pitbull, Davi, Dudu (Bruno Takahashi), Hilton Mineiro, Alex Sorocaba (Elton) e Thiago Tiziu. Técnico: Wilson Carrasco.

 

Nos pênaltis: Paraná Clube 4 x 2 Mixto

 

Mixto 2 x 1 Vitória (BA)
Data: 10/01/2013
Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)
Público: 2.048
Renda: R$ 46.440,00
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (GO)
Gols: Luiz Alberto 14 do 1º tempo; Soares 3 e Odail Júnior 36 do 2º tempo
Mixto: André, Marcos Bahia, Junior Soares, Kal (Odail Júnior), Jorginho, Natan (Paulo Henrique), Kiko, Vitor (Jean), Robinho, Geovani e Marclei. Técnico: Cláudio Adão.
Vitória: Deola, Nino Paraíba, Victor Ramos, Gabriel Paulista, Mansur (Marcos), Edson Magal, Cáceres (Marquinhos), Luiz Alberto, Escudero, Maxi Biancucchi (Vander) e Dinei. Técnico: Caio Júnior.
Vitória (BA) 5 x 1 Mixto
Data: 16/04/2013
Local: Estádio Barradão (Salvador)
Público: 5.522
Renda: R$ 60.455,00
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (PB)
Gols: Dinei 36, Escudeiro 38, Geovani 40 do 1º tempo; Dinei 22, Vander 36 e Marquinhos 47 do 2º tempo
Vitória: Deola, Nino Paraíba (Marcos), Gabriel Paulista, Vitor Ramos, Mansur, Luis Antônio, Michel, Marquinhos, Escudeiro, Biancucchi (Vander) e Dinei (Lúcio Maranhão). Técnico: Caio Júnior.
Mixto: André, Marcos Bahia (Dudu), Júnior Soares, Odail Júnior, Jorginho, Kiko, Helber (Jean), Natan, Robinho, Felipe Adão (Paulo Henrique) e Geovani. Técnico: Cláudio Adão.

 

Mixto 0 x 0 Santos (SP)
Data: 02/04/2014
Local: Arena Pantanal (Cuiabá)
Público: 17.000
Renda: R$ 748.760,00
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino (GO)
Mixto: Igor, Denilson, Zé Adriano, Robinho, César Romero (Ítalo), Paulo Almeida, Kiko, Rui Cabeção, Ferreira (Edílson), Fogaça (Gabriel) e João Paulo. Técnico: Ary Marques.
Santos: Aranha, Cicinho, Jubal, Nailson, Mena, Alison (Léo), Alan Santos, Lucas Lima (Serginho), Diego Cardoso (Giva), Stéfano Yuri e Rildo. Técnico: Oswaldo de Oliveira.
Santos (SP) 3 x 0 Mixto
Data: 16/04/2014
Local: Vila Belmiro (Santos)
Público: 2.321
Renda: R$ 71.754,00
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
Gols: Arouca 14, Gabriel 23 e 38 do 2º tempo
Santos: Aranha, Cicinho, Neto, David Braz, Mena, Alan Santos, Arouca (Alison), Gabriel, Thiago Ribeiro (Stéfano Yuri), Diego Cardoso (Lucas Lima) e Geuvânio. Técnico: Oswaldo de Oliveira.
Mixto: Igor, Denilson, Ricardo Ehle, Robinho, Ítalo, Paulo Almeida (Edílson), Kiko, Gabriel (Leandrinho), Rui Cabeção, Fogaça (Ferreira) e João Paulo. Técnico: Ary Marques.
 
Fonte: Diário de Cuiabá/A Gazeta/CBF
 
O Luverdense fará este ano a sua sétima participação na Copa do Brasil.

 

O clube estreou em 2010, jogando contra o Coritiba, no dia 24 de fevereiro e não foi bem, sendo derrotado nas duas partidas e eliminado na primeira Fase.

 

Em 2012, o Luverdense foi eliminado novamente na primeira fase depois de dois jogos com o Paraná Clube.

 

No ano seguinte, a equipe de Lucas do Rio Verde fez sua melhor participação na Copa do Brasil, quando chegou até às oitavas-de-finais, sendo eliminado pelo Corinthians, no jogo da volta, em São Paulo ao ser derrotado por 2 x 0. No jogo da ida, no Passo das Emas, Misael garantiu a vitória para o LEC.

 

No geral o Luverdense disputou 22 partidas. Foram 7 vitórias, 9 derrotas e 6 empates.

 

Confira os jogos:

 

Luverdense 0 x 1 Coritiba (PR)
Data: 24/02/2010
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 3.234
Renda: R$ 60.280,00
Árbitro: José Henrique de Carvalho (SP)
Gol: Ariel 11 do 1º tempo
Luverdense: Ronaldo, Bogé, Macaé, Zé Roberto, Marcelo Guerreiro, Butti, Simeão, Renan, Maicon Gaúcho, Flávio Torres e Paulinho Marília. Técnico: Tarcisio Pugliesi.
Coritiba: Edson Bastos, Fabinho Capixaba, Jeci, Pereira, Triguinho, Leandro Donizete, Marcos Paulo, Ariel, Rafinha, Marcos Aurélio e Renatinho. Técnico: Ney Franco

 

Coritiba (PR) 1 x 0 Luverdense
Data: 10/03/2010
Local: Estádio Couto Pereira (Curitba)
Público: 4.203
Renda: R$ 51.825,00
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho (SP)
Gols: Pereira 35 do 2º tempo
Coritiba: Edson Bastos, Fabinho Capixaba (Rodrigo Heffner), Jeci, Pereira, Triguinho, Marcos Paulo, Leandro Donizete, Enrico (Geraldo), Rafinha, Ariel (Ramon) e Marcos Aurélio. Técnico: Ney Franco
Luverdense: Ronaldo, Bogé, Marcelo Guerreiro, Zé Roberto (Magrão) e Macaé, Felipe Delgado, Rossini, Simeão, Maicon Gaúcho, Paulinho Marília (Leandro) e Butti. Técnico: Tarcísio Pugliesi

 

Luverdense 2 x 2 Paraná Clube
Data: 07/03/2012
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 2.138
Renda: R$ 34.670,00
Árbitro: Jânio Pires Gonçalves (TO)
Gols: Valdir Papel 35 do 1º tempo; Wellington Silva 3, Raul Prata 12 e Alex Bruno 48 do 2º tempo
Luverdense: Lucas, Régis, Rafael Pedro, Alex Moreira, Raul Prata, Gilson, Dê, Rubinho, Valdir Papel, Rodrigo Paulista e Matheus (Rafael Tavares). Técnico: Dado Cavalcanti.
Paraná: Luís Carlos, Paulo Henrique, André Vinícius, Alex Bruno, Henrique (Lucas Silva), Alex Alves (Henrique Alemão), Douglas Packer, Luisinho, Maicon, Elias e Wellington Silva. Técnico: Ricardo Pozzi.

 

Paraná Clube 2 x 0 Luverdense
Data: 14/03/2012
Local: Estádio Durival de Britto (Curitiba)
Público: 6.962
Renda: R$ 154.310,00
Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP)
Gols: Luizinho 18 e Nilson 36 do 2º tempo
Paraná: Luís Carlos, Paulo Henrique, Alex Bruno, André Vinícius, Henrique, Alex Alves, Douglas Packer, Bruninho (Maicon), Luizinho (Henrique Alemão), Wellington Silva e Elias (Nilson). Técnico: Ricardinho
Luverdense: Lucas, Régis, Rafael Pedro, Alex Moraes, Raul Prata (Fábio), Everton (Felipe Moreira), Gilson, Dê, Rubinho, Valdir Papel e Matheus. Técnico: Dado Cavalcanti.

 

Tupi (MG) 1 x 0 Luverdense
Data: 10/04/2013
Local: Estádio Mário Helênio (Juiz de Fora)
Público: 554
Renda: R$ 7.510,00
Árbitro: Felipe Duarte Varejão (ES)
Gol: Diego 8 do 1º tempo
Tupi: Jordan, Thiago Ryan (Ygor), Fabrício Soares, Thales, Diego, Maguinho (Felipe Lima), Genalvo, Maicon Douglas, Vinícius (Flávio), Assis e Wesley. Técnico: Felipe Surian.
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Zé Roberto, Braga, Edinho, Júlio Terceiro, Gilson, Leandrinho (Tatu), Rafael Tavares, Tozin (Jairo) e Marcelo Maciel (Vevé). Técnico: Roberval Davino.

 

Luverdense 3 x 0 Tupi (MG)
Data: 17/04/2013
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 1.471
Renda: R$ 32.310,00
Árbitro: Cleber Vaz da Silva (GO)
Gols: Tozin 14, Rafael Tavares 27 e Marcelo Maciel 36 do 1º tempo
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Zé Roberto, Braga (Fabinho), Edinho, Vevé, Gilson, Leandrinho, Rafael Tavares, Tozin e Marcelo Maciel. Técnico: Roberval Davino.
Tupi: Jordan, Thiago Ryan, Fabrício Soares, Thales (Brian), Diego, Maguinho, Genalvo, Maicon Douglas, Vinícius Assis e Wesley. Técnico: Felipe Surian.

 

Luverdense 2 x 0 Bahia
Data: 08/05/2013
Local: Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde (MT)
Público: 2.156
Renda: R$ 45.885,00
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Gols: Tozin 14 do 1º tempo e Marcelo Maciel 4 do 2º tempo
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Braga, Júlio Terceiro, Edinho, Gilson, Leandrinho, Rafael Tavares (Vevé), Marcelo Maciel (David), Tatu e Tozin (Ney Mineiro). Técnico: Roberval Davino.
Bahia: Omar, Lucas, Diego (Potita), Rafael Donato, Jussandro, Danny Morais, Lenine, Neto, Rosales (Erick), Ryder e Matheus (Thuram). Técnico: Eduardo Barroca.

 

Bahia 1 x 0 Luverdense
Data: 15/05/2013
Local: Arena Fonte Nova (Salvador)
Público: 1.706
Renda: R$ 67.547,50
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)
Gol: Rafael Donato 19 do 2º tempo
Bahia: Omar, Madson, Rafael Donato, Titi, Toró (Diones), Jussandro (Helder), Fahel, Talisca (Marquinhos), Fernandão, Zé Roberto e Adriano. Técnico: Eduardo Barroca.
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Zé Roberto, Gilson, Júlio Terceiro, Edinho, Leandrinho (Vevé), Tatu (Ney Mineiro), Tozin, Rafael Tavares (David) e Marcelo Marciel. Técnico: Roberval Davino.

 

Fortaleza 0 x 0 Luverdense
Data: 10/07/2013
Local: Estádio Presidente Vargas (Fortaleza)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Público: 12.834
Renda: R$ 222.057,00
Fortaleza: João Carlos, Léo Rodrigues, Fabrício, Charles, Marinho Donizete, Jaílton (Erivelton), Esley, Guaru, Joílson, Assisinho e Ruan (Jailson). Técnico: Hélio dos Anjos.
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Murilo Gomes, Zé Roberto, Edinho, Max Carrasco, Gilson, Washington (Samuel), Rafael Tavares (Tatu), Misael e Tozin (Ney Mineiro). Técnico: Júnior Rocha.

 

Luverdense 2 x 1 Fortaleza
Data: 18/07/2013
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 2.357
Renda: R$ 51.105,00
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Gols: Tozin 8, Guaru 39, Gilson 43 do 1º tempo
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Murilo, Carlão, Edinho (Samuel), Max Carrasco, Gilson, Washington, Rafael Tavares, Tozin (Ney Mineiro) e Misael. Técnico: Júnior Rocha.
Fortaleza: João Carlos, Carlinhos, Fabrício, Charles (Jaílson), Marinho Donizete (Guilherme Lazaroni), Jaílton, Esley, Jackson Caucaia (Joilson), Guaru, Ruan e Assisinho. Técnico: Hélio dos Anjos.

 

Luverdense 1 x 0 Corinthians
Data: 21/08/2013
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 9.102
Renda: R$ 972.240,00
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)
Gol: Misael 45 do 2º tempo
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Zé Roberto, Braga, Edinho, Júlio Terceiro (Carlão), Gilson, Rafael Tavares (Samuel), Washington, Misael e Tozin (Tatu). Técnico: Júnior Rocha
Corinthians: Cássio, Alessandro, Felipe, Gil, Igor (Edenilson), Ralf, Ibson, Danilo, Romarinho, Alexandre Pato (Emerson) e Paolo Guerrero. Técnico: Tite

 

Corinthians 2 x 0 Luverdense
Data: 28/08/2013
Local: Estádio Pacaembu (São Paulo)
Público: 29.839
Renda: R$ 924.851,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Gols: Alexandre Pato 30 e Fábio Santos 44 do 1º tempo
Corinthians: Cássio, Edenílson, Paulo André, Gil, Fábio Santos, Ralf, Ibson (Alessandro), Danilo, Douglas, Alexandre Pato (Léo) e Guerrero. Técnico: Tite
Luverdense: Gabriel Leite, Raul Prata, Braga, Carlão, Edinho, Júlio Terceiro, Gilson, Rafael Tavares, Washington (Marcelo Maciel), Misael (Samuel) e Tozin (Tatu). Técnico: Júnior Rocha

 

Cabofriense (RJ) 1 x 1 Luverdense
Data: 05/03/2015
Local: Estádio Alair Corrêa (Cabo Frio)
Público: 410
Renda: R$ 8.250,00
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Gols: Arthur 17 do 1º tempo e Osman 29 do 2º tempo
Cabofriense: Rafael, Lenon, Victor Silva, Leandro Souza, Leandro, Jardel, Everton (Hiroshi), Yuri (Chiquinho), Marcinho, Arthur Faria e Fabrício Carvalho (Kaká). Técnico: Alfredo Sampaio.
Luverdense: Thomazella, Thiago Gasparini, Zé Roberto, Montoya, Daniel Bahia, Júlio Terceiro, Ricardo, Osman, Rafael Tavares (Café), Ricardo Maria (Simião) e Lukian (Ciro). Técnico: Júnior Rocha.

 

Luverdense 1 x 0 Cabofriense (RJ)
Data: 18/03/2015
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 986
Renda: R$ 7.960,00
Árbitro: Rafael Martins Diniz (DF)
Gol: Ricardo 27 do 1º tempo
Luverdense: Thomazella, Thiago Gasparino (Café), Walace, Montoya, Rafinha (Daniel), Simião, Ricardo, Osman, Rafael Tavares, Ricardo Maria e Ciro (Eydson). Técnico: Júnior Rocha
Cabofriense: Rafael, Lenon, Leandro Souza, Vladimir, Leandro, Everton (Gerson), Marco Aurélio (Kaká), Hiroshi, Marcinho, Arthur Faria e Maycon (Jones). Técnico: Edson Souza

 

Luverdense 0 x 0 Bahia
Data: 12/05/2015
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 1.305
Renda: R$ 18.860,00
Árbitro: Vinícius Furlan (SP)
Luverdense: Edson, Raul, Montoia, Walace, Paulinho (Raphinha), Ticão, Michel, Osman, Da Mata (Deyvid Sacconi), Diego Rosa e Ciro. Técnico: Júnior Rocha
Bahia: Omar, Yuri, Robson, Thales, Patric, Feijão, Bruno Paulista, Mateus (Tiago Real), Rômulo (Éder), Willians Santana (Jeam) e Zé Roberto. Técnico: Sérgio Soares

 

Bahia 3 x 1 Luverdense
Data: 20/05/2015
Local: Arena Fonte Nova (Salvador)
Público: 4.771
Renda: R$ 75.629,00
Árbitro: Renan Roberto de Sousa (PB)
Gols: Léo Gamalho 14, Tiago Real 26 do 1º tempo; Paulinho 20 e Willians Santana 46 do 2º tempo
Bahia: Douglas Pires, Tony, Robson, Titi, Patric (Adriano Silva), Pittoni, Souza, Tiago Real, Léo Gamalho, Rômulo (Willians) e Zé Roberto (Mateus). Técnico: Sérgio Soares.
Luverdense: Edson, Raul Prata (Diogo Silva), Walace, Montoya, Paulinho, Michel Schmöller, Júlio Terceiro (Ciro), Ricardo, Osman, Diego Rosa e Luiz Eduardo. Técnico: Júnior Rocha.

 

URT (MG) 1 x 2 Luverdense
Data: 15/02/2017
Local: Estádio Zama Maciel (Patos de Minas)
Público: 3.378
Renda: R$ 31.980,00
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio
Gols: Macena 32 do 1º tempo; Allan Dias 20 e Ricardo 45 do 2º tempo
URT: Juninho, Everton, Borges, Rodolfo, Fabinho, Allan Dias, Jô (Gabriel Ceará), Cascata, Carlinhos (Rafael Oller), Edmar (Thiago Brito) e Marques. Técnico: Rodrigo Santana.
Luverdense: Diogo Silva, Aderlan, Neguette, Dalton, Paulinho, Ricardo, Diogo Sodré (Kazu), Erik (Luís), Marcos Aurélio (Rodrigo Fumaça), Rafael Silva e Macena. Técnico: Odil Soares.

 

Avaí 1 x 1 Luverdense
Data: 01/03/2017
Local: Estádio da Ressacada (Florianópolis)
Público: 4.093
Renda: R$ 48.482,00
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Gols: Diogo Sodré 13 do 1º tempo e Júnior Dutra 20 do 2º tempo
Avaí: Mauricio Kozlinski, Leandro Silva, Fagner Alemão, Betão, Capa, Ferdinando (Menezes), Renato (Júnior Dutra), Diego Jardel (Caio César), Marquinhos, Romulo e Denilson. Técnico: Claudinei Oliveira
Luverdense: Diogo Silva, Aderlan, Dalton (Pierre), Negrete, Paulinho, Ricardo, Marcos Aurélio, Diogo Sodré (Kazu), Rafael Silva, Raphael Macena e Erik (Rodrigo Fumaça). Técnico: Odil Soares.

 

Nos pênaltis Luverdense 3 x 2 Avaí
Luverdense 0 x 2 Corinthians
Data: 09/03/2017
Local: Arena Pantanal (Cuiabá)
Público: 15.924
Renda: R$ 824.630,00
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Gols: Rodriguinho 20 e Gabriel 24 do 1º tempo
Luverdense: Diogo Silva, Aderlan, Dalton, Neguete, Paulinho, Ricardo, Diogo Sodré (Rodrigo Fumaça), Marcos Aurélio, Rafael Silva, Macena (Kazu) e Erik (Café). Técnico: Odil Soares.
Corinthians: Cássio, Fagner, Balbuena, Pablo, Guilherme Arana, Gabriel, Jadson (Marlone), Maycon, Rodriguinho, Romero (Léo Jabá) e Jô (Kazim). Técnico: Fábio Carille
Corinthians 1 x 1 Luverdense
Data: 16/03/2017
Local: Arena Corinthians (São Paulo)
Público: 25.082
Renda: R$ 941.324,00
Árbitro: Paulo H. Schleich Vollkopf (MS)
Gols: Jô 29 do º tempo e Ricardo 26 do 2º tempo
Corinthians: Cássio, Fagner, Pedro Henrique, Pablo, Guilherme Arana,
Gabriel, Maycon, Jadson (Giovanni Augusto), Rodriguinho, Romero (Marlone) e Jô (Kazim). Técnico: Fábio Carille.
Luverdense: Diogo Silva, Aderlan, Dalton, Neguete, Paulinho, Ricardo, Erik, Diogo Sodré (Abner), Marcos Aurélio (Kazu), Rafael Silva e Raphael Macena (Café). Técnico: Odil Soares.
Santos 5 x 1 Luverdense
Data: 10/05/2018
Local: Vila Belmiro (Santos)
Público: 3.590
Renda: R$ 90.725,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Gols: Itaqui 10, Gabigol 24 do 1º tempo; Gustavo Henrique 13, Gabigol 17, Gabigol 22 e Yuri Alberto 40 do 2º tempo
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique, Dodô, Alison (Yuri), Jean Mota, Vitor Bueno (Arthur Gomes), Eduardo Sasha (Yuri Alberto), Gabriel e Rodrygo. Técnico: Jair Ventura.
Luverdense: Diogo Silva, Itaqui, Kaique, André Ribeiro, Paulinho, Moisés, Diogo Sodré, Elton (Rubinho) e Lucas Braga (Adriano), Rafael Silva e Paulo Renê (Ariel). Técnico: Luizinho Vieira.
Luverdense 2 x 1 Santos
Data: 17/05/2018
Local: Estádio Passo das Emas (Lucas do Rio Verde)
Público: 2.313
Renda: R$ 99.150,00
Árbitro: Grazianni Maciel Rocha (RJ)
Gols: Paulinho (contra) 15, Paulo Renê 31 do 1º tempo; Itaqui 1 do 2º tempo
Luverdense: Diogo Silva, Itaqui, André Ribeiro, Kaique, Paulinho, Moisés (Rubinho), Lorran, Diogo Sodré (Élton), Lucas Braga, Rafael Silva e Paulo Benê (Ariel). Técnico: Luizinho Vieira.
Santos: Vanderlei, Daniel Guedes, Luiz Felipe, Gustavo Henrique, Jean Mota, Yuri (Gabriel Calabres), Diego Pituca, Vecchio (Vitor Bueno), Copete (Eduardo Sasha), Yuri Alberto e Arthur Gomes. Técnico: Jair Ventura.

 

Fonte: Diário de Cuiabá/A Gazeta/ CBF
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