O Madureira fez uma curta excursão à Rio Branco (atual Estado de Roraima) para uma série de dois jogos. Na estreia venceu o Baré por 3 a 2. Depois foi à vez de enfrentar a Seleção de Roraima, da Federação Riobranquense de Desportos (FRD), onde fechou com chave de ouro, ao golear pelo placar de 4 a 0. O destaque ficou por conta do atacante Machado, autor de três gols. Apel fez o outro tento para o Tricolor Suburbano.

 

SELEÇÃO DO RIO BRANCO

0

X

4

MADUREIRA A.C. (RJ)

LOCAL: Estádio João Mineiro, em Boa Vista (RR)
CARÁTER: Amistoso Nacional
DATA: Quinta-feira, do dia 05 de Maio de 1955
RENDA: Cr$ 23.235,00
ÁRBITRO: Jaime Braga (Federação Metropolitana de Futebol)
CARTÃO VERMELHO: Moacyr (Madureira); Bebeto (Seleção de Roraima)
SEL. RIO BRANCO: Guilherme; Bonates (Sabá Pinheiro), Mão de Remo e Ribeiro; Chico Santos e Sabá Pinheiro (Toscano); Wanderley (Bebeto), Piranha (Dermário), Caveira (Salomão), Chico e Canhotinho (Sabarreto).
MADUREIRA: Danton; Jorge (Mário) e Darcy; Nilo (Apel), Bitum e Moacyr; 91, Zezinho, Machado, Tião e Deraldo (Osvaldo).
GOLS: Machado (Madureira), no 1º Tempo. Machado, duas vezes, e Apel (Madureira), no 2º Tempo

FONTE: Jornal O Átomo

 

Amistoso em 1975: Seleção Amapaense  1  x  1 Seleção Brasileira de Novos, no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques, na cidade de Macapá (AP). Na ocasião, foi  inaugurado  o sistema de iluminação do estádio. O gol amapaense foi assinalado por Trevisani.

FONTE:  Blog Porta-Retrato – Macapá/Amapá de outrora

 

FONTES: Estatuto da AMEA – Revista O Cruzeiro

 

 

Antecedentes

O Brasil em 1972 vivia sob o regime militar, liderado pelo então presidente Médici. No campo esportivo e, porque não, no campo político, a Seleção Brasileira, Tricampeã em 1970 era um motivo de orgulho para a nação.

Naquele ano de 72, o técnico Zagallo convocou a seleção canarinho para a Taça Independência, em comemoração aos 150 anos de emancipação do País.

Na convocação, Zagallo não chamou nenhum jogador do Rio Grande do Sul, quando era esperada a convocação do jogador do Grêmio, o tricampeão Everaldo e do centroavante Claudiomiro, que vivia uma grande fase no Internacional.

A discussão não era com relação aos jogadores de Rio e São Paulo, pois, sem sombra de dúvida, tinham o melhor futebol do país na época. A celeuma era no que condizia à convocação dos jogadores de Minas Gerais, que rivalizava com o Rio Grande do Sul como terceira força do futebol brasileiro.

Tal fato gerou algo inusitado: a união de gremistas e colorados contra a Confederação Brasileira de Desportos.

O presidente da Federação Gaúcha de Futebol na época, Rubens Hoffmeister, agiu nos bastidores de modo a realizar um amistoso contra a seleção brasileira antes da Taça Independência.

Após muitas conversas, o jogo foi marcado para 17 de junho de 1972 no Estádio Beira-Rio.

A Seleção Brasileira vinha com craques como Leão, Brito, Marco Antônio, Clodoaldo, Piazza, Rivellino, Jairzinho e Paulo César Cajú, liderados pelo técnico Zagallo.

Já a Seleção Gaúcha, contava com jogadores apenas da dupla Grenal, incluindo o uruguaio Ancheta, o chileno Figueroa e o argentino Oberti. O treinador era Aparício Viana e Silva, o Apa.

Polêmicas

Zagallo criticou a convocação dos jogadores apenas da dupla Gre-nal, pois queria que fossem chamados jogadores também dos outros clubes do Estado.

Chegou a dizer que era um combinado local e não uma legítima seleção estadual.

A crítica do velho lobo tinha como alvo João Saldanha, visto que Aparício tinha sido olheiro do treinador na seleção em 1969.

Jairzinho afirmou que teriam pedido o passaporte para os jogadores da seleção no aeroporto de Porto Alegre e temia pela violência dos jogadores gaúchos no amistoso, o que acirrou ainda mais o clima de guerra da partida.

A partida

O Beira-Rio estava lotado, naquele dia recebeu o maior público de sua história.

A seleção brasileira usara o seu tradicional uniforme com camisetas amarelas e calções azuis, enquanto a seleção gaucha utilizou uniforme branco, com detalhes nas cores da bandeira do Rio Grande do Sul.

Os torcedores estavam exaltados. Reza a lenda que até bandeiras do Brasil foram queimadas antes do início da partida, fato não confirmado pela imprensa local.

Entretanto, os dois times entraram em campo segurando uma grande bandeira brasileira.

Uma vaia grandiosa foi ouvida no estádio quando foi tocado o hino nacional.

O jogo terminou empatado em 3×3, sendo que a seleção gaúcha sempre esteve a frente no placar.

Quando o jogo terminou empatado, o treinador Zagallo correu e comemorou eufórico junto à comissão técnica.

Os gols do Brasil foram marcados por Jairzinho, Paulo César Cajú e Rivellino. Pela Seleção Gaúcha, marcaram Tovar, Carbone e Claudiomiro.

O Brasil jogou com Leão (Sérgio) – Zé Maria, Brito, Vantuir e Marco Antônio; Clodoaldo, Piazza e Rivelino; Jairzinho, Leivinha e Paulo César Caju.

Os gaúchos atuaram com Schneider, Espinosa, Figueroa, Ancheta e Everaldo; Carbone, Tovar e Torino; Valdomiro, Claudiomiro e Oberti (Mazinho).

Estádio: Beira-Rio, público: 106.554 pagantes.

 

Fontes: Jornal do Brasil, GloboEsporte, Wikipédia e Nilo Dias Repórter.  

 

De pé, da esquerda para a direita, o roupeiro Faustino, Bordão, Lambari, Chicão, Luia, ? , Ismar, Bilu, ? , e o treinador Braulio Blos. Agachados, na mesma ordem, o massagista Edo Schein, Flávio, Ivan, Auri, Paulo Schuh e Silvio.

No ano de 1978, a Federação Gaúcha de Futerbol convocou jogadores amadores, formando uma seleção, que disputou alguns jogos amistosos. O 15 de Campo Bom, além do treinador Braulio Blos, colaborou com os jogadores Luia, Ismar, Bilu, Ivan e Paulo Schuh. Também prestaram serviços o roupeiro Faustino e o massagista Edo Schein.

Esta seleção teve também jogadores do Riachuelo, de São Sebastião do Caí, Juventude, de Ibirubá, e do Juventus, de Encruzilhada do Sul.

Fonte: Clube 15 de Campo Bom.

 

Entre as décadas de 40 e 60, as seleções mato-grossense e goiana se enfrentaram diversas vezes, em jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro de Seleções. Segue abaixo a relação dos jogos:

 

DATA
LOCAL
09.11.1941
Goiás
2
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
08.11.1942
Mato Grosso
6
x
3
Goiás
São Paulo (SP)
19.09.1944
Goiás
7
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
22.09.1944
Goiás
3
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
29.09.1946
Mato Grosso
3
x
0
Goiás
Uberaba (MG)
06.10.1946
Goiás
1
x
1
Mato Grosso
Uberaba (MG)
08.01.1950
Mato Grosso
1
x
3
Goiás
Cuiabá (MT)
15.01.1950
Goiás
2
x
2
Mato Grosso
Goiânia (GO)
23.03.1952
Goiás
2
x
2
Mato Grosso
Goiânia (GO)
30.03.1952
Mato Grosso
2
x
1
Goiás
Cuiabá (MT)
31.01.1954
Mato Grosso
1
x
2
Goiás
Cuiabá (MT)
07.02.1954
Goiás
5
x
0
Mato Grosso
Goiânia (GO)
18.11.1956
Goiás
2
x
1
Mato Grosso
Goiânia (GO)
25.11.1956
Mato Grosso
2
x
2
Goiás
Cuiabá (MT)
12.08.1987
Mato Grosso
1
x
0
Goiás
Cuiabá (MT)
16.08.1987
Goiás
2
x
0
Mato Grosso
Goiânia (GO)

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso

 

Juntos, Clodo, Fried e Bartho, também atuaram pelo Club Athletico Paulistano e pelo São Paulo F.C. da Floresta.

Fonte: “A Gazeta”.

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Seleção Carioca Juvenil campeão Brasileiro de 1978

Em Pé (esquerda para a direita): Luís Cláudio, Vitor, Leandro, Luís Carlos, Miltão e Jorge Luís.

Agachados (esquerda para a direita): Gilcimar, Wescley, André, Gerson e Airton.

FONTE: Revista Placar

 

Seleção Paulista

Campeonato Brasileiro de Seleções de 1931 – São Paulo 6 x 4 Paraná

Partida realizada na data de 19 de julho de 1931, na Chácara da Floresta, em São Paulo.

Juiz: Virgilio Fredrighi, do Rio de Janeiro.

Gols: Luizinho (3), Heitor (2) e Siriri (São Paulo) e Gabardino (2) e Levorato (2) (Paraná)

São Paulo: Athié, Grané e Loschiavo. Milton, Goliardo e Munhoz. Luizinho, Heitor, Friedenreich, Feitiço e Siriri.

Paraná: Alberto, Anjelino e Borba. Andretta, Duia e Ross. Levorato, Vani, Gabardino, Emilio e Carnieri.

Fonte: A Gazeta

 

 

Um período romântico, sem as mordomias do futebol atual

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Mercado Livre

 

 

FONTE: O Malho

 

 

 

 

FONTE: O Malho 

 

 

FONTE:O Malho

 

FONTE: Diário do Acre 

 

FONTE: Diário do Acre 

 

FONTE: Diário do Acre 

 

A foto abaixo é do jornal Diário da Tarde, onde se destacam alguns jogadores da Seleção do Amazonas, que enfrentaram a Seleção do Território do Guaporé (atual Rondônia), válido pelo Campeonato Brasileiro de seleções estaduais de 1954.

FONTES: jornal Diário da Tarde – Gaspar Vieira Neto

 

 

FONTE: Revista do Esporte 

 


FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Sport Ilustrado

 

FONTE: Sport Ilustrado

 

7º Campeonato Brasileiro de Seleções – 1929 – MELHOR DE TRÊS

Rio de Janeiro 3 x 1 São Paulo

Distrito Federal (Cariocas) 3 x 1 São Paulo, no Rio de Janeiro
Cariocas: Amado; Silvio e Italia; Tinoco, Fausto e Fortes; Pascoal, Doca, Russinho, Nilo e Teofilo.
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Nerino, Goliardo e Serafini; Ministrinho, Gambinha, Petronilho, Rato e De Maria.

 

São Paulo 4 x 2 Rio de Janeiro

São Paulo 4 x 2 Distrito Federal (Cariocas), em São Paulo
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Pepe, Amilcar e Serafini; Ministrinho, Heitor, Gambinha, Feitiço e De Maria.
Cariocas: Jaguaré; Silvio e Italia; Tinoco, Fausto e Fortes; Pascoal, Doca, Russinho, Nilo e Teofilo.

Fontes: revista “A Cigarra” e “campeõesdofutebol,com.br”

 

São Paulo 3 x 3 Distrito Federal (Cariocas), em São Paulo
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Nerino, Goliardo e Serafini; Ministrinho, Camarão, Petronilho, Feitiço e De Maria.
Cariocas: Amado; Silvio e Italia; Tinoco, Fausto e Fortes; Pascoal, Doca, Russinho, Nilo e Teofilo.

Fontes: revista “A Cigarra” e “campeõesdofutebol,com.br”

 

São Paulo 4 x 1 Distrito Federal (Cariocas), no Rio de Janeiro
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Nerino, Goliardo e Serafini; Ministrinho, Lara, Petronilho, Feitiço e De Maria.
Cariocas: Joel; Penaforte e Hildegardo; Nascimento, Fausto e Fortes; Pascoal, Oswaldinho, Russinho, Nilo e Teofilo.

Fontes: revista “A Cigarra” e “campeõesdofutebol,com.br”

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