FONTES: Estatuto da AMEA – Revista O Cruzeiro

 

 

Antecedentes

O Brasil em 1972 vivia sob o regime militar, liderado pelo então presidente Médici. No campo esportivo e, porque não, no campo político, a Seleção Brasileira, Tricampeã em 1970 era um motivo de orgulho para a nação.

Naquele ano de 72, o técnico Zagallo convocou a seleção canarinho para a Taça Independência, em comemoração aos 150 anos de emancipação do País.

Na convocação, Zagallo não chamou nenhum jogador do Rio Grande do Sul, quando era esperada a convocação do jogador do Grêmio, o tricampeão Everaldo e do centroavante Claudiomiro, que vivia uma grande fase no Internacional.

A discussão não era com relação aos jogadores de Rio e São Paulo, pois, sem sombra de dúvida, tinham o melhor futebol do país na época. A celeuma era no que condizia à convocação dos jogadores de Minas Gerais, que rivalizava com o Rio Grande do Sul como terceira força do futebol brasileiro.

Tal fato gerou algo inusitado: a união de gremistas e colorados contra a Confederação Brasileira de Desportos.

O presidente da Federação Gaúcha de Futebol na época, Rubens Hoffmeister, agiu nos bastidores de modo a realizar um amistoso contra a seleção brasileira antes da Taça Independência.

Após muitas conversas, o jogo foi marcado para 17 de junho de 1972 no Estádio Beira-Rio.

A Seleção Brasileira vinha com craques como Leão, Brito, Marco Antônio, Clodoaldo, Piazza, Rivellino, Jairzinho e Paulo César Cajú, liderados pelo técnico Zagallo.

Já a Seleção Gaúcha, contava com jogadores apenas da dupla Grenal, incluindo o uruguaio Ancheta, o chileno Figueroa e o argentino Oberti. O treinador era Aparício Viana e Silva, o Apa.

Polêmicas

Zagallo criticou a convocação dos jogadores apenas da dupla Gre-nal, pois queria que fossem chamados jogadores também dos outros clubes do Estado.

Chegou a dizer que era um combinado local e não uma legítima seleção estadual.

A crítica do velho lobo tinha como alvo João Saldanha, visto que Aparício tinha sido olheiro do treinador na seleção em 1969.

Jairzinho afirmou que teriam pedido o passaporte para os jogadores da seleção no aeroporto de Porto Alegre e temia pela violência dos jogadores gaúchos no amistoso, o que acirrou ainda mais o clima de guerra da partida.

A partida

O Beira-Rio estava lotado, naquele dia recebeu o maior público de sua história.

A seleção brasileira usara o seu tradicional uniforme com camisetas amarelas e calções azuis, enquanto a seleção gaucha utilizou uniforme branco, com detalhes nas cores da bandeira do Rio Grande do Sul.

Os torcedores estavam exaltados. Reza a lenda que até bandeiras do Brasil foram queimadas antes do início da partida, fato não confirmado pela imprensa local.

Entretanto, os dois times entraram em campo segurando uma grande bandeira brasileira.

Uma vaia grandiosa foi ouvida no estádio quando foi tocado o hino nacional.

O jogo terminou empatado em 3×3, sendo que a seleção gaúcha sempre esteve a frente no placar.

Quando o jogo terminou empatado, o treinador Zagallo correu e comemorou eufórico junto à comissão técnica.

Os gols do Brasil foram marcados por Jairzinho, Paulo César Cajú e Rivellino. Pela Seleção Gaúcha, marcaram Tovar, Carbone e Claudiomiro.

O Brasil jogou com Leão (Sérgio) – Zé Maria, Brito, Vantuir e Marco Antônio; Clodoaldo, Piazza e Rivelino; Jairzinho, Leivinha e Paulo César Caju.

Os gaúchos atuaram com Schneider, Espinosa, Figueroa, Ancheta e Everaldo; Carbone, Tovar e Torino; Valdomiro, Claudiomiro e Oberti (Mazinho).

Estádio: Beira-Rio, público: 106.554 pagantes.

 

Fontes: Jornal do Brasil, GloboEsporte, Wikipédia e Nilo Dias Repórter.  

 

De pé, da esquerda para a direita, o roupeiro Faustino, Bordão, Lambari, Chicão, Luia, ? , Ismar, Bilu, ? , e o treinador Braulio Blos. Agachados, na mesma ordem, o massagista Edo Schein, Flávio, Ivan, Auri, Paulo Schuh e Silvio.

No ano de 1978, a Federação Gaúcha de Futerbol convocou jogadores amadores, formando uma seleção, que disputou alguns jogos amistosos. O 15 de Campo Bom, além do treinador Braulio Blos, colaborou com os jogadores Luia, Ismar, Bilu, Ivan e Paulo Schuh. Também prestaram serviços o roupeiro Faustino e o massagista Edo Schein.

Esta seleção teve também jogadores do Riachuelo, de São Sebastião do Caí, Juventude, de Ibirubá, e do Juventus, de Encruzilhada do Sul.

Fonte: Clube 15 de Campo Bom.

 

Entre as décadas de 40 e 60, as seleções mato-grossense e goiana se enfrentaram diversas vezes, em jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro de Seleções. Segue abaixo a relação dos jogos:

 

DATA
LOCAL
09.11.1941
Goiás
2
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
08.11.1942
Mato Grosso
6
x
3
Goiás
São Paulo (SP)
19.09.1944
Goiás
7
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
22.09.1944
Goiás
3
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
29.09.1946
Mato Grosso
3
x
0
Goiás
Uberaba (MG)
06.10.1946
Goiás
1
x
1
Mato Grosso
Uberaba (MG)
08.01.1950
Mato Grosso
1
x
3
Goiás
Cuiabá (MT)
15.01.1950
Goiás
2
x
2
Mato Grosso
Goiânia (GO)
23.03.1952
Goiás
2
x
2
Mato Grosso
Goiânia (GO)
30.03.1952
Mato Grosso
2
x
1
Goiás
Cuiabá (MT)
31.01.1954
Mato Grosso
1
x
2
Goiás
Cuiabá (MT)
07.02.1954
Goiás
5
x
0
Mato Grosso
Goiânia (GO)
18.11.1956
Goiás
2
x
1
Mato Grosso
Goiânia (GO)
25.11.1956
Mato Grosso
2
x
2
Goiás
Cuiabá (MT)
12.08.1987
Mato Grosso
1
x
0
Goiás
Cuiabá (MT)
16.08.1987
Goiás
2
x
0
Mato Grosso
Goiânia (GO)

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso

 

Juntos, Clodo, Fried e Bartho, também atuaram pelo Club Athletico Paulistano e pelo São Paulo F.C. da Floresta.

Fonte: “A Gazeta”.

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Seleção Carioca Juvenil campeão Brasileiro de 1978

Em Pé (esquerda para a direita): Luís Cláudio, Vitor, Leandro, Luís Carlos, Miltão e Jorge Luís.

Agachados (esquerda para a direita): Gilcimar, Wescley, André, Gerson e Airton.

FONTE: Revista Placar

 

Seleção Paulista

Campeonato Brasileiro de Seleções de 1931 – São Paulo 6 x 4 Paraná

Partida realizada na data de 19 de julho de 1931, na Chácara da Floresta, em São Paulo.

Juiz: Virgilio Fredrighi, do Rio de Janeiro.

Gols: Luizinho (3), Heitor (2) e Siriri (São Paulo) e Gabardino (2) e Levorato (2) (Paraná)

São Paulo: Athié, Grané e Loschiavo. Milton, Goliardo e Munhoz. Luizinho, Heitor, Friedenreich, Feitiço e Siriri.

Paraná: Alberto, Anjelino e Borba. Andretta, Duia e Ross. Levorato, Vani, Gabardino, Emilio e Carnieri.

Fonte: A Gazeta

 

 

Um período romântico, sem as mordomias do futebol atual

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Mercado Livre

 

 

FONTE: O Malho

 

 

 

 

FONTE: O Malho 

 

 

FONTE:O Malho

 

FONTE: Diário do Acre 

 

FONTE: Diário do Acre 

 

FONTE: Diário do Acre 

 

A foto abaixo é do jornal Diário da Tarde, onde se destacam alguns jogadores da Seleção do Amazonas, que enfrentaram a Seleção do Território do Guaporé (atual Rondônia), válido pelo Campeonato Brasileiro de seleções estaduais de 1954.

FONTES: jornal Diário da Tarde – Gaspar Vieira Neto

 

 

FONTE: Revista do Esporte 

 


FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Sport Ilustrado

 

FONTE: Sport Ilustrado

 

7º Campeonato Brasileiro de Seleções – 1929 – MELHOR DE TRÊS

Rio de Janeiro 3 x 1 São Paulo

Distrito Federal (Cariocas) 3 x 1 São Paulo, no Rio de Janeiro
Cariocas: Amado; Silvio e Italia; Tinoco, Fausto e Fortes; Pascoal, Doca, Russinho, Nilo e Teofilo.
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Nerino, Goliardo e Serafini; Ministrinho, Gambinha, Petronilho, Rato e De Maria.

 

São Paulo 4 x 2 Rio de Janeiro

São Paulo 4 x 2 Distrito Federal (Cariocas), em São Paulo
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Pepe, Amilcar e Serafini; Ministrinho, Heitor, Gambinha, Feitiço e De Maria.
Cariocas: Jaguaré; Silvio e Italia; Tinoco, Fausto e Fortes; Pascoal, Doca, Russinho, Nilo e Teofilo.

Fontes: revista “A Cigarra” e “campeõesdofutebol,com.br”

 

São Paulo 3 x 3 Distrito Federal (Cariocas), em São Paulo
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Nerino, Goliardo e Serafini; Ministrinho, Camarão, Petronilho, Feitiço e De Maria.
Cariocas: Amado; Silvio e Italia; Tinoco, Fausto e Fortes; Pascoal, Doca, Russinho, Nilo e Teofilo.

Fontes: revista “A Cigarra” e “campeõesdofutebol,com.br”

 

São Paulo 4 x 1 Distrito Federal (Cariocas), no Rio de Janeiro
Paulistas: Athié; Grané e Del Debbio; Nerino, Goliardo e Serafini; Ministrinho, Lara, Petronilho, Feitiço e De Maria.
Cariocas: Joel; Penaforte e Hildegardo; Nascimento, Fausto e Fortes; Pascoal, Oswaldinho, Russinho, Nilo e Teofilo.

Fontes: revista “A Cigarra” e “campeõesdofutebol,com.br”

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

7º Campeonato Brasileiro de Seleções – 1929 – São Paulo 7 x 1 Bahia

Partida realizada na data de 24 de novembro de 1929, no Parque Antárctica, em São Paulo.

Juiz: Alvaro Silva (Ass. Fluminense de Esp. Athleticos).

Gols: Heitor (2),  Feitiço (2), De Maria (2) e Azevedo (c) (SP) e Pelagio (BA).

São Paulo: Athié, Grané e Del Debbio. Nerino, Gogliardo e Serafini. Ministrinho, Heitor, Petronilho, Feitiço e De Maria.

Bahia: Pinô, Pinheiro e Silvino. Azevedo, Roberto e Libanio. Mayma, Mario Seixas, Paula Santos, Pelagio e Sandoval.

Fontes: revista “A Cigarra” e jornal “Diario Nacional”.

 

 

7º Campeonato Brasileiro de Seleções – 1929 – São Paulo 10 x 1 Paraná

Partida realizada na data de 27 de outubro de 1929, no Parque Antárctica, em São Paulo.

Gols: Pizattto (c), Feitiço (2), Petronilho (2), Heitor (3), De Maria, Ministrinho (SP) e Urbino (PR).

São Paulo: Athié, Grané e Del Debbio. Nerino, Gogliardo e Serafini. Ministrinho, Heitor, Petronilho, Feitiço e De Maria.

Paraná: Dante, Borba e Pizatto. Andretta, Moacyr e Athayde. Laudelino, Vani, Urbino, Stacco e Dula.

Fonte: jornal “Correio Paulistano”.

 

Partida realizada na data de 20 de outubro de 1929.

Fonte: revista “A Cigarra”.

 

A Seleção Gaúcha, na partida onde eliminou o Selecionado Baiano, no dia 20 de Abril de 1952

FONTE: Marlon Krüger Compassi

 

SELEÇÃO AMAZONENSE        0          X         2          MOTO CLUB (MA)

LOCAL: Estádio Parque Amazonense, em Manaus (AM)

CARÁTER: Amistoso Nacional

DATA: Domingo, dia 25 de Maio de 1947

RENDA: Cr$ 18.000,00

ÁRBITRO: Salvio Miranda Corrêa

AMAZONAS: Mota; Darcy e Marcílio; Lupercio, Caveira e Aurélio; Cabral (Oliveira), Paulo, Marcos (Paulo), Raspada e Juvenil (Lé).

MOTO: Ruy; Santiago e Carapuça; Sandoval, Frazio e Pretinho; Mosquito, Valentim, Galego, Zuza e Jaime. Técnico: Zequinha.

GOLS:  Mosquito e Zuza (Moto).

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

SELEÇÃO DO AMAZONAS         3          X         0          SANTA CRUZ (PE)

LOCAL: Estádio Parque Amazonense, em Manaus (AM)

CARÁTER: Amistoso Nacional (4º jogo em Manaus)

RENDA: Cr$ 35.000,00

ÁRBITRO: Manoel dos Santos (FPF)

AMAZONAS: Limongi; Darcy e Aurélio; Lupercio, Wato e Júlio; Cabral, Silvio (Juvenil), Paulo, Raspada e Lé (Gatinho).

SANTA CRUZ: Teobaldo (Nico); Salvador e Pedrinho II; Laerte, Irineu e Guaberinha; Toinho, Pardi (Amaury), Eloy, Dengoso e Edgard.

GOLS: Paulo, Raspada e Lé (Amazonas).

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

LABOR E.C.            2          X         3          SELEÇÃO DO ACRE

LOCAL: Estádio Parque Amazonas, em Manaus (AM)

DATA: Domingo, no dia 22 de Dezembro de 1957

CARÁTER: Amistoso Nacional

ÁRBITRO: Tabosa dos Reis (FADA)

RENDA: Cr$ 105.000,00

LABOR: Jorge; Pancrácio e Roberval; Chagas, Alberto e Branco (Aluisio); Bacca, Santos(Gravata), Carioca e Miro.

ACRE: Pedrito; Zé Cláudio e Mozarino; Valdo, Adalberto e Boá (Carrion); Moisés (Oceano), Pedrinho (Sidico), Fuéd, Roberto e Hugo (Alísio).

GOLS: Gravata, de cabeça, e Olavo, de pênalti (Labor); Roberto, duas vezes, e Fuéd (Selecionado Acriano).

 

PS.: Em 1957, o Acre ainda era um Território Federal (sem pertencer nenhum Estado). Por força da lei federal nº 4.070, o presidente do Brasil João Goulart elevou o Acre à categoria de Estado em 1962.

 

FONTE: Jornal do Commercio-AM

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

AMAZONAS             0          X         1          PARÁ

LOCAL: Estádio Parque Amazonas, em Manaus (AM)

DATA: Domingo, 17 de Setembro de 1944

TRANSMISSÃO: O jogo foi transmitido para todo o Amazonas, pela rádio P.R. F.-6

CARÁTER: Campeonato Brasileiro de Seleções de 1944

HORÁRIO: 16h10min. (de Brasília)

RENDA: Cr$ 36.878,00

ÁRBITRO: José Mariano Carneiro Pessôa (CBD/PE)

AMAZONAS: Téo; Mariano e Marcílio; Omar, Zenite e Dog; Oliveira, Marcos Paulo, Onéti, Sidinho e Raspada.

PARÁ: Dodó; Beréco e Expedito; Sandovalsinho, Manuel Pedro e Vicente; Arleto, Lulú, Helio, Biróba e Jaime.

GOL: Helio aos 40 minutos (Pará), no 1º tempo

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

SELEÇÃO PARANAENSE          4          X         0          SÃO CRISTÓVÃO A.C. (RJ)

LOCAL: Estádio Joaquim Américo Guimarães, em Curitiba (PR)

DATA: Domingo, dia 07 de Abril de 1940

CARÁTER: Amistoso Nacional

RENDA: 14:000$000 (quatorze contos e quatrocentos mil réis)

ÁRBITRO: Oscar Pereira Gomes (LFRJ)

PARANÁ: Laio; Zaneti e Alfeu; Pizato, Bibe e Joanino; Zequinha, José, Emédio, Pivo e Sanin.

SÃO CRISTÓVÃO: Magdalena; Hernandez e Mundinho; Picabéa, Dodô e Archimedes; Roberto, Joãozinho (Nena), Amadeu (Joãozinho), Nestor (Vicente) e Delgado.

GOLS: Emédio aos 28 minutos (Paraná), no 1º Tempo. Sanin aos 6 minutos (Paraná); Zequinha aos 25 minutos (Paraná); Pivo aos 42 minutos (Paraná), no 2º Tempo.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

SELEÇÃO FLUMINENSE                        1          X         4          SELEÇÃO CARIOCA

LOCAL: Estádio Caio Martins, em Niterói (RJ)

DATA: Domingo, 16 de Janeiro de 1949

CARÁTER: Campeonato Brasileiro de Juvenis “Taça Paulo Goulart de Oliveira

ÁRBITRO: Mário Gardelli (Federação Paulista de Futebol)

RENDA: Cr$ 3.605,00

EXPUSOS: Luciano (Carioca); Airton e Vatinho (Fluminense)

FLUMINENSE (Estado do Rio): Abel; Laedio e Silvio; Popinha, Manoel e Cresio (Cap.); Jonas, Jairo, Airton, Valtinho e Lalau.

CARIOCA (Distrito Federal): Carlos Alberto; Lafaiete e Pinheiro; Osvaldo, Valdir e Luciano; Haroldo, Robson (Cap.), Jerônimo, João Carlos e Tite.

GOLS: Lalau aos 24 minutos (Fluminense); Jerônimo aos 38 minutos (Carioca), no 1º Tempo. Jerônimo aos 29 e 39 minutos (Carioca); Tite aos 30 minutos (Carioca), no 2º Tempo.

 

 

FONTE: Sport Ilustrado

 

Campeonato Brasileiro de 1927 – Final – Rio de Janeiro 2 x 1 São Paulo – Rio de Janeiro campeão do Campeonato Brasileiro de Seleções de Futebol.

Partida realizada na data de 13 de novembro de 1927, no estádio do Vasco da Gama, no Rio de Janeiro.

Gols: Oswaldo e Fortes (RJ) e  Apparicio (SP)

Juiz: Ary Amarante.

Rio de Janeiro – Amado, Pennaforte e Helcio. Alberto, Floriano e Fortes. Paschoal, Oswaldo, Nilo, Bahiano e Moderato.

São Paulo – Tuffy, Grané e Bianco. Pepe, Amilcar e Seraphim. Apparicio, Heitor, Petronilho, Feitiço e Evangelista.

 

OBS: O selecionado paulista abandonou o campo de jogo antes de decorridos os 45 minutos finais do segundo tempo, devido a não concordância com um pênalti assinalado. O penal foi convertido por Fortes com o gol vazio.

 

RESULTADOS DE TODAS AS PARTIDAS

 

Rio de Janeiro 13 x 1 Sergipe

São Paulo 13 x 1 Maranhão

Minas Gerais 7 x 0 Piauí

Pará 12 x 2 Alagoas

Bahia 8 x 5 Santa Catarina

Rio Grande do Sul 10 x 1 Pernambuco

Paraná 8 x 3 Rio de Janeiro

Ceará WO Paraíba

São Paulo 5 x 0 Espírito Santo

Rio de Janeiro 5 x 3 Minas Gerais

Rio Grande do Sul 6 x 0 Pará

Bahia 3 x 2 Paraná

São Paulo 7 x 1 Bahia

Rio de Janeiro 10 x 0 Ceará

Rio de Janeiro 6 x 2 Rio Grande do Sul

Rio de Janeiro 2 x 1 São Paulo

 

Fontes: revista “A Cigarra”, jornal “A Gazeta”, wikipedia e meu acervo.

 

FONTE: Esporte Ilustrado

 

SELEÇÃO CARIOCA        3          X         1          BOLOGNA F.C. (ITA)

LOCAL: Estádio das Laranjeiras, no Bairro homônimo, na Zona Sul do Rio (RJ)

DATA: 25 de Julho de 1929

CARÁTER: Amistoso Internacional

ÁRBITRO: Cyro Werneck (América F.C.)

SELEÇÃO CARIOCA: Joel; Pennarforte e Hildebrando; Nascimento, Floria no e Fortes; Ripper, Oswaldo, Luiz, Nilo e Trephilo.

BOLOGNA: Giani; Monzeglia e Martinelli; Genovesi, Baldi e Pitto; Constantino, Banchero, Schiavo, Magnozzi e Mouzioli.

GOLS: Mouzioli (Bologna); Luiz (Carioca), no 1º Tempo. Nilo (Carioca); Oswaldo (Carioca), no 2º Tempo

PRELIMINAR: Fluminense 4 x 2 Botafogo

 

FONTES: Jornal do Brasil (JB) – O Malho

 

FONTE: O Malho

 

FONTE: O Malho

 

FONTE: O Malho

 

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926

 

FICHA TÉCNICA

São Paulo 2 x 1 Rio de Janeiro

Partida realizada na data de 7 de novembro de 1926, no Estádio do Fluminense – RJ.

Gols: Feitiço, Petronilho e Heitor (SP) Paschoal (2) (RJ).

Juiz: Leite de Castro.

Rio de Janeiro: Amado, Pennaforte e Helcio. Nascimento, Floriano e Hermogenes. Paschoal, Lagarto, Nonô, Russinho e Moderato.

São Paulo: Athiê, Grané e Bianco. Serafim, Amilcar e Pepe. Bisoca, Heitor, Petronilho, Feitiço e Mello.

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

 

Para aqueles que gostam de estatística, encontrei a lista completa dos jogos entre as seleções Carioca e Paulista entre os anos de 1901 a 1939. Durante esses primeiros 38 anos de rivalidade, os números mostram o seguinte. Atuando no Rio de Janeiro, os Cariocas venceram 22 vezes, enquanto os paulistas levaram a melhor em 12. Em São Paulo, os paulistas venceram 28 vezes, contra seis do selecionado carioca.Por 11 vezes a partida terminou empatada. Ao todo, foram 79 partidas, com 40 vitórias de São Paulo; 28 do Rio Janeiro e outros 11 empates.

FONTE: Jornal A Noite

 

FICHA TÉCNICA

São Paulo 13 x 1 Bahia

Partida realizada na data de 24 de outubro de 1926, no Estádio do Fluminense – RJ.

Gols: Petronilho (5), Feitiço (4), Apparicio (2), Mello e Heitor (SP) Manteiga (BA).

Árbitro: José Ramos de Freitas (ES).

São Paulo: Athiê, Grané e Bianco. Aguiar, Amilcar e Serafim. Apparicio, Heitor, Petronilho, Feitiço e Mello.

Bahia: De Vecchi, Pedro e Durval. Neco, José Silva e Saes. Arminho, Joãozinho, Santos, Manteiga e Lacerdinha.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

 

Encontrei uma foto rara do lendário craque brasileiro: Arthur Friedenreich, vestindo o uniforme da Seleção Paulista (na época sob a organização da APEA – Associação Paulista de Esportes Atléticos, que existiu entre 1913-36). O “El Tigre” nasceu em São Paulo, em 18 de julho de 1892 (faleceu: São Paulo, 6 de setembro de 1969), foi a primeira grande estrela do futebol brasileiro na época amadora, que durou até 1933.

Friedenreich participou da excursão do Paulistano pela Europa em 1925 onde disputou dez jogos e voltou invicto. Teve importante participação no campeonato sul-americano de seleções (atual Copa América) de 1919. O apelido de “El Tigre” foi dado pelos uruguaios após a conquista do Campeonato Sul-Americano de 1919, atual Copa América.

Ele marcou o gol da vitória contra os uruguaios na decisão e, ao lado de Neco, foi o artilheiro da competição. Após o feito, suas chuteiras ficaram em exposição na vitrine de um loja de joias raras no Rio de Janeiro. Nos dias atuais, ainda é considerado um dos maiores centroavantes que o Brasil já teve.

 

FONTES: Jornal A Noite – Wikipédia

 

 

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926

 

FICHA TÉCNICA

São Paulo 5 x 3 Rio Grande do Sul

Partida realizada na data de 10 de outubro de 1926, no Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Apparicio (3), Petro e Feitiço (SP) Pascoalito, Luiz e Mario (RS).

Árbitro: Leite de Castro

São Paulo: Tuffy, Grané e Bianco. Xingo, Amilcar e Serafim. Apparicio, Heitor, Petro, Feitiço e Mello.

Rio Grande do Sul: Lara, Grant e Mesquita. Ribeiro, Hugo e Guilherme. Coró, Pascoalito, Luiz, Reis e Fagundes.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

 

 

FICHA TÉCNICA

Rio Grande do Sul 5 x 2 Paraná

Partida realizada na data de 3 de outubro de 1926, no Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Mario (3), Pascoalino e Coró (RS) Canhoto e Marrequinho (PR)

Árbitro: Arzemiro Balliu

Rio Grande do Sul: Lara, Mesquita e Grant. Ribeiro, Hugo e Guilherme. Coró, Pascoalino, Luiz, Mario e Fagundes.

Paraná: Tercio, Borba e Gobardo. Orlando, Ninho e Nano. Ary, Marrequinho, Urbino, Canhoto e Cunha.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

 

 

FICHA TÉCNICA

São Paulo 16 x 0 Santa Catarina

Partida realizada na data de 26 de setembro de 1926, no Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Petro (6), Heitor (4), Apparicio 2, Feitiço, Grané, Amilcar e Zé Macaco (contra)

Árbitro: Martins Tinoco.

São Paulo: Tuffy, Grané e Del Debbio. Xingo, Amilcar e Serafim. Apparicio, Heitor, Petro, Feitiço e Mello.

Santa Catarina: Moritz, Aldo e La Porta II. Enéas, Zé Macaco e Peru. Carioca, La Porta I, Acelon, Zinder e Accioly.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

 

Novo uniforme da Seleção Carioca

Aos saudosistas uma boa notícia! Teve início no último sábado (12 de dezembro de 2015), a Copa Placar de Seleções Sub-20, que reúnem os selecionados estaduais do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Os jogo estão sendo realizados no Interior Paulista: nos estádios Novelli Júnior, em Itu, e Martins Pereira, em São José dos Campos. Os jogos estão sendo televisionados pela TV Brasil.

A escolha dos participantes foi feita por meio do Ranking Nacional de Federações (RNC) de 2015, sendo as quatro melhores colocadas da relação. Na 1ª fase, as seleções jogarão entre si, em turno único. Os dois melhores colocados farão a final marcada para a próxima sexta-feira (18/12/15), às 17h50min., no Estádio do Pacaembu, na capital paulista.

Em caso de empate, o vencedor será definido nos pênaltis. A seleção campeã leva um prêmio de R$ 100 mil. O regulamento também prevê uma ajuda de custo de R$ 50 mil para cada federação participante. A realização da Copa é uma iniciativa da revista Placar, com organização da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

TREINADORES

Ex-lateral-direito do Internacional e da seleção brasileira na década de 1980, Luiz Carlos Winck é o treinador da seleção gaúcha. Outro jogador aposentado, Max Sandro, é quem responde pelo selecionado de São Paulo. Rodrigo Fonseca comanda o time mineiro e Maurício Ferreira de Souza estará à frente dos garotos do Rio de Janeiro (confira as convocações abaixo).

DESFALQUES

O desfalque do torneio fica por conta de atletas que pertencem aos clubes envolvidos na Copa Ipiranga sub-20, competição de base organizada pela Federação Gaúcha e que está em sua fase classificatória, com 20 times na disputa (Ponte Preta, Atlético-PR, Cruzeiro, Goiás, Joinville, Chapecoense, Flamengo, Criciúma, Grêmio, São Paulo, Avaí, Vasco, Atlético-MG, Palmeiras, Internacional, Coritiba, Bahia, Figueirense, Fluminense e Corinthians).

A preparação para a tradicional Copa São Paulo de Futebol Júnior, que começa no dia 2 de janeiro, também levou algumas equipes a não liberarem seus talentos. O clube que mais forneceu atletas para a seleção foi o Botafogo, com 15 jogadores chamados para o time fluminense. A Lajeadense teve cinco atletas convocados para a seleção do Rio Grande do Sul, enquanto os meninos da Vila Belmiro – os santistas – estão em maioria na equipe paulista.

O RECOMEÇO

Agora voltada para o futebol de base, a Copa Placar de Seleções Estaduais remete ao início da história do futebol nacional, quando ocorreram os Campeonatos Brasileiros de Seleções Nacionais. A primeira edição aconteceu em 1922 e a última, em 1987, com 30 campeonatos disputados neste intervalo.

A fase áurea do campeonato aconteceu entre 1922 e 1929, tendo sido realizado anualmente – o histórico Arthur Friedenreich foi, inclusive, artilheiro do torneio de 1922. O declínio começou nos anos 1950, com intervalos cada vez mais espaçados. Em 1987, veio a última tentativa de retomar o campeonato, e desde então o torneio não foi mais organizado.

A cidade do Rio de Janeiro, que até 1959 foi o Distrito Federal do país, é a maior vencedora do antigo campeonato de seleções, com 14 títulos. A seleção paulista, que ficou com a taça 13 vezes, vem logo atrás. Confira a convocação das seleções participantes da Copa Placar de Seleções Estaduais sub-20:

MINAS GERAIS

GOLEIROS: Hugo Miller Teixeira Lisboa (América) e Michael Matias Fracaro (Atlético Mineiro)

LATERAIS: Gilvan Lima de Oliveira (Atlético Mineiro) e Gabriel Luiz da Silva Machado (Cruzeiro)

ZAGUEIROS: Roger Duarte de Oliveira (América), Rodrigo de Souza Prado (Atlético Mineiro), Arthur de Vasconcelos Miranda (Cruzeiro) e Guilherme Batista Figueiredo (Cruzeiro)

MEIO CAMPISTAS: Christian Savio Machado (América), Pablo Luigi Francisco de Araújo (Atlético Mineiro), Marcelo Rodrigues Brandão (Atlético Mineiro), Fábio Ferreira dos Santos (Atlético Mineiro), Matheus Santos de Oliveira (Cruzeiro), Rafael Gonçalves da Silva (Cruzeiro) e Hiwry César Vasconcelos (Atlético Mineiro)

ATACANTES: Rick Sena Leal Noleto – (Cruzeiro), Guilherme Teixeira Santos (Atlético Mineiro), Welbert Kelvin Anicio Alves (Atlético Mineiro) e Ives Henrique Drumond Santos (Atlético Mineiro)

 

RIO GRANDE DO SUL

GOLEIROS: Eliás Martelo Curzel (Juventude) e Andrei (Glória)

LATERAIS: Diego Superti (Aimoré), Deivid Luis da Silva (São José) e Higor Henrique Martins (Lajeadense)

ZAGUEIROS: Douglas Matheus do Nascimento (Juventude), Diógenes Dante (Sport Clube Gaúcho de Passo Fundo) S.C. Gaúcho de Passo Fundo e Douglas Scherer (Novo Hamburgo)

MEIO CAMPISTAS: Luis Carlos Grando Júnior (Veranópolis), Fernando Urnau (Lajeadense), Tawan Vieira do Amaral (Cruzeiro de Porto Alegre), Reymond (Cruzeiro de Porto Alegre), Dener Melgarejo de Vargas (Juventude), Mateus Quaresma Correa (Lajeadense) e João Batista Pereira (Lajeadense)

ATACANTES: Igor Nebre de Freitas (Aimoré), Giovane Gomes da Silva (Pelotas), Janderson (Cruzeiro de Porto Alegre) e Diosefer Barbosa Lima (Lajeadense)

SÃO PAULO

GOLEIROS: Jonh Victor Maciel Furtado (Santos), Ivan Quaresma da Silva (Ponte Preta) e Mateus Santillo Simplício da Silva (Flamengo)

LATERAIS: Bruno Thiago Gomes de Lima (Osasco Audax), Igor Milioransa (Osasco Audax), Leonardo Rigo da Silva (Guarani) e Maycon Matheus do Nascimento (Ferroviária)

ZAGUEIROS: Vitor Hugo Leite Perusses (Red Bull Brasil), Jeferson de Araújo de Carvalho (Ponte Preta), Edilson Borba de Aquino (Santos) eCarlo Antônio Santos Siqueira (Flamengo)

MEIO CAMPISTAS: Kleber Kallyl dos Santos Melo (Osasco Audax), Wesley Dias Claudino (Guarani), Breno Gonçalves da Silva (Ituano), Caio Henrique Oliveira Silva (Santos), Matheus Augusto dos Reis da Silva (Santos), Marlon Luiz Lopes (Mogi Mirim), Daniel de Carvalho (Palmeiras), Leonardo Peixoto Príncipe (Corinthians) e Lucas Fernandes da Silva (São Paulo)

ATACANTES: Gleyson Garcia de Oliveira (São Caetano), Vinicius Silveira Pivetta (Santo André), Hiago Ribeiro de Barros (Red Bull Brasil), Matheus Lima Nascimento (Água Santa), Natan Wesley Dutra (Santos), Paulo de Souza Júnior (Mogi Mirim) e André Oliveira Silva (São Bernardo)

 

Novo uniforme da Seleção Carioca

RIO DE JANEIRO

Diego Terra Loreiro (Botafogo FR);

Vitor Hugo Jenné Allgreto (Botafogo FR);

Márcio Almeida de Oliveira (Botafogo FR);

Fernando Peixoto Costanza (Botafogo FR);

Marcelo da Conceição Benevenuto Malaquias (Botafogo FR);

Vitor Hugo dos Santos (Botafogo FR);

Yuri Antônio Costa da Silva (Botafogo FR);

Victor Lindenberg Tavares Vieira (Botafogo FR);

Gabriel Arruda de Lima Ferreira (Botafogo FR);

Matheus Fernandes Siqueira (Botafogo FR);

Rickson Barbosa Sá da Conceição (Botafogo FR);

Gustavo Costa da Silva Machado (Botafogo FR);

Mauro Gabriel Malheiros Gonçalves (Botafogo FR);

Matheus Lima Silva (Botafogo FR);

Lucas Ribamar Lopes dos Santos Bibiano (Botafogo FR);

Igor Cassio Vieira dos Santso (Botafogo FR);

Helerson Mateus do Nascimento (Olaria AC);

Maycon Douglas Oliveira Silva (Friburguense AC);

Fabrício Marques Tosi (AA Portuguesa Carioca);

André Regly Abrantes Teixeira (Bangu AC);

Pedro Barbosa Lucas (Olaria AC);

Vitor Andrade Veloso (Olaria AC);

 COMISSÃO TÉCNICA

Treinador: Maurício Ferreira de Souza

Preparador Físico: Victor Hugo Germano

Treinador de Goleiros: Gerson Rodrigues Rios

Fisioterapeuta: Leandro Oliveira de Souza

Supervisor: Paulo Ricardo Andreazzi Pereira

Mordomo: Mário Miranda dos Rei

CLASSIFICAÇÃO GERAL

Equipe Pontos J V E D Gp Gc S %
Seleção Carioca 6 3 2 0 1 6 2 4 100,00
Seleção Paulista 6 3 2 0 1 7 5 3 50,00
Seleção Mineira 6 3 2 0 1 6 5 1 75,00
Seleção Gaúcha 0 3 0 0 3 2 10 -8 0,00
12/12/2015   17:00 Seleção Carioca Seleção Carioca 2 x 0 Seleção Mineira Seleção Mineira
12/12/2015   19:30 Seleção Paulista Seleção Paulista 4 x 1 Seleção Gaúcha Seleção Gaúcha
14/12/2015   17:00 Seleção Gaúcha Seleção Gaúcha 0 x 4 Seleção Carioca Seleção Carioca
14/12/2015   19:30 Seleção Mineira Seleção Mineira 4 x 2 Seleção Paulista Seleção Paulista
16/12/2015   17:00 Seleção Mineira Seleção Mineira 2 x 1 Seleção Gaúcha Seleção Gaúcha
16/12/2015   19:30 Seleção Paulista Seleção Paulista 2 x 0 Seleção Carioca Seleção Carioca

 GRANDE FINAL

18/12/2015   17:50 Seleção Paulista Seleção Paulista 1 x 0 Seleção Carioca Seleção Carioca

Vídeos dos gols da vitória do Rio de Janeiro sobre Minas Gerais por 2 a 0:  http://www.fferj.com.br/videos/index?idVideo=4322 

 

São Paulo vence Rio de Janeiro e fatura Copa Placar de Seleções Estaduais Sub-20

São Paulo venceu a decisão da Copa Placar de Seleções Estaduais Sub-20 na tarde desta sexta-feira, 18 de dezembro de 2015. O time paulista derrotou a equipe fluminense por 1 x 0 na final e ficou com a taça do torneio, na partida disputada em Itu. Com 4 gols em 3 jogos, o atacante Rick Sena, de Minas Gerais, foi o artilheiro do torneio.

O treinador Max Sandro da seleção paulista foi reconhecido na categoria melhor técnico enquanto Lucas Fernandes, também de São Paulo, na categoria melhor jogador. O melhor técnico e o craque do campeonato foram eleitos pelo júri formado pelo ex-atacante da seleção brasileira Careca, o ex-volante Mauro Silva e o jornalista da TV BrasilRodrigo Vianna.

A Copa Placar de Seleções Estaduais Sub-20 reuniu as quatro primeiras federações de futebol do ranking da CBF: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O campeonato estava há 28 anos fora do calendário do futebol brasileiro e foi retomado por iniciativa da Revista Placar, em parceria com a TV Brasil.

A vitória dos paulistas veio com gol de Paulo Souza, com três minutos da segunda etapa. Os paulistas venceram mesmo com um jogador a menos em campo, devido à expulsão de Bruno Lima.

 

FONTES: Site EBC – Sports21 – Federações do RJ, SP, MG e RS  - Placar – TV Brasil

 

Campeonato Brasileiro de Futebol

São Paulo 6 x 1 Paraná

Partida realizada na data de 26 de julho de 1925, no Parque da Antarctica Paulista.

Gols: Feitiço (5) Filó (SP) e Marrequinho (P)

Árbitro: Leite de Castro.

São Paulo: Tuffy, Clodô e Barthô. Abbate, Amilcar e Arthurzinho. Filó, Mario, Gamba, Feitiço e Formiga.

Paraná: Tercio, Dario e Borba. Abrahão, Ninho e Orlando. Ary, Marrequinho, Urbino, Faêco e Staco.

Fontes: revista “A Cigarra”, meu acervo e jornal “A Gazeta”.

 

A Federação Paraense de Futebol foi fundada no dia 1º de dezembro de 1969 e instalada oficialmente no dia 1º de julho de 1970, quando a euforia tomava conta dos brasileiros que comemoravam a conquista da Copa do Mundo, no México. O Pará, naquela época, era um dos poucos estados brasileiros que não possuíam uma entidade especializada que cuidasse única e exclusivamente do futebol de campo.

A nova Entidade sucedeu a antiga Federação Paraense Desportiva (FPD), fundada em 9 de maio de 1941, esta por sua vez sucedeu a antiga Liga Paraense de Desportos Terrestre, fundada em 1917, que também foi sucessora da Liga Paraense de Futebol, fundada em 19 de agosto de 1908.

FONTES: Site da F.P.F. 

 

 

FONTE: Revista O Tico-Tico (04 de Outubro de 1916)

 

 

FONTE: Revista O Tico-Tico (04 de Outubro de 1916)

 

No Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1929, a Seleção Amazonense foi designada novamente para enfrentar o seu tradicional rival: a Seleção Paraense, para definir quem seguiria na competição. Afinal, eram os únicos representantes do norte da país no torneio.

E, como nas edições anteriores, os amazonenses teriam que se dirigir mais uma vez para a capital do estado vizinho: a cidade de Belém. Até aquele momento, o Pará já tinha eliminado o rival duas vezes: em 1925 (3 a 2) e 1926 (7 a 0).

No entanto, o Amazonas não queria deixar barato, e, estava decidido a mostrar a sua força. A Federação Amazonense (FADA), resolveu formar uma boa uma boa seleção para vencer o confronto. Após definir o grupo a participar da nova peleja, o senhor Mem Xavier da Silveira foi definido como presidente da delegação, Frederico Gonçalves, o Fidoca, como diretor-técnico e o major Carlos Fleury como secretário.

E foi assim que a delegação amazonense embarcou, no dia 18 de outubro de 1929, no vapor Distrito Federal, rumo á capital paraense. Representantes do governo e da prefeitura foram ao porto se despedir do Selecionado Baré, como também representantes de vários clubes de Manaus, membros de famílias tradicionais e o povo em geral.

Após dias de viagem pelo majestoso rio Amazonas, e passando por pequenas cidades como Parintins, Óbidos, Santarém e Gurupá, o Distrito Federal finalmente aportava em Belém onde os amazonenses ficaram alojados em um hotel local. Visando estarem bem preparados para o jogo com os donos da casa, a se realizar dali há poucos dias, os visitantes resolveram realizar um jogo amistoso contra um pequeno time local chamado Paramount. A partida realizou-se no dia 26 de outubro e o Amazonas goleou o adversário pelo placar de 5 a 2.

O JOGO

Finalmente chegava o dia do grande jogo, em 27 de outubro. Em Manaus, a população lotou as dependências do parque amazonense para acompanhar o andamento da partida que chegavam pelo serviço telegráfico e era anunciado pelos cronistas do Jornal do Commercio. O jogo foi marcado para acontecer no estádio do clube do Remo que recebeu um bom público. Antes do duelo principal houve uma partida preliminar entre os times reservas do Remo e Paysandu, que terminou empatado em 3 a 3. Então, às 16 horas, entravam em campo as duas seleções com a seguinte escalação:

PARÁ: Pinto; Aprígio e Aristeu; Vivi; Sandoval e Marituba; Oscar, Doca, Quarenta, João (Ruy) e Arthur Moraes.

AMAZONAS: Lisboa; Rodolpho e Waldemar (Oliveira); Pequenino, Maluco e Sócrates; Orlando, Vidinho, Rochinha, Marcolino e Leonardo.

ÁRBITRO: Rodolpho Chermont (PA), substituído por Eurico Romariz

 

Mem Xavier, chefe da delegação Amazonense

PRIMEIRO TEMPO

Com a bola rolando, o jogo mostrou, desde o início, que seria eletrizante. Após a cobrança de um escanteio, Marcolino abria a contagem, fazendo o primeiro gol para o Amazonas. Em vantagem, o Pará foi para cima, mas o goleiro Lisboa fazia excelentes defesas. Contudo, como diz o velho ditado: “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura“. E furou, quando Arthur Moraes marcou o tento de empate para os paraenses.

O selecionado paraense não diminuiu o ritmo, e logo depois conseguiu a virada, no tento de Quarenta. Este gol, aliás, foi muito contestado pelos amazonenses que alegaram que o jogador estava em impedimento. Mas a revolta não se limitou ao discurso. Os amazonenses partiram para cima do árbitro e o clima só não piorou, graças ao presidente da delegação do Amazonas, Frederico Gonçalves, o Fidoca, que entrou no gramado e conseguiu acalmar os ânimos.

Refeitos do episódio, o jogo prosseguiu, mas pouco tempo depois voltou a ficar paralisado, devido a substituição do jogador paraense João pelo reserva Ruy. O juiz, sentindo-se enfraquecido, recusou-se a continuar a arbitragem. Entra em campo então um outro juiz, Eurico Romariz, que foi um ex-jogador do Paysandu.O zagueiro amazonense Waldemar foi substituído por Oliveira. E assim terminou o 1º tempo com a vantagem do Pará por 2 a 1.

O atacante Vidinho, autor do 2º gol dos Amazonenses diante do Pará

SEGUNDO TEMPO

Na etapa final, foi a vez do atacante Marinheiro atirar contra o goleiro Lisboa. A bola acabou resvalando no pé de Rodolpho, fazendo assim o terceiro gol do Pará. Logo depois, foi a  vez de Quarenta ampliar, assinalando o quarto gol da seleção Paraense. Mas, os amazonenses não estavam mortos e, após uma cobrança de escanteio,o arqueiro Pinto rebateu a bola que foi cair nos pés de Vidinho que chutou e assinalou o segundo gol do Amazonas. Mas a reação durou pouco pois, Quarenta driblava Rodolpho e chutava contra a meta de Lisboa,marcando o quinto e último gol dos paraenses. E assim terminou o jogo,com o placar final: Pará 5 x 2 Amazonas.

 

IMPRENSA AMAZONENSE CULPA A ARBITRAGEM PELA ELIMINAÇÃO

Com esse resultado, o Pará passava à fase seguinte no Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1929 e o Amazonas mais uma vez voltava para Manaus eliminado. Mesmo com a derrota, a seleção do Amazonas mostrou garra e valentia onde Sócrates, Rodolpho, Marcolino e Vidinho foram os destaques da equipe visitante em campo.

Para os amazonenses, o maior responsável por precoce eliminação foi a arbitragem. Segundo a imprensa da época, por quatro vezes o juiz anulou jogadas legítimas do Amazonas, alegando impedimento. Outra irregularidade foi o segundo gol do Pará,na qual Quarenta estava impedido, o que gerou protesto e briga em campo por parte dos visitantes. Esses erros acabaram esmorecendo e desanimando os atletas manauaras.

ANTES DO RETORNO, DOIS AMISTOSOS

Mas a opinião pública paraense reconheceu o talento e raça dos amazonenses afirmando que aquela tinha sido a melhor seleção que o Amazonas tinha enviado a Belém. Aproveitando o resto de sua estadia em Belém, a seleção do Amazonas realizou outros dois jogos amistosos contra as duas principais forças do futebol paraense:Paysandu e Remo.

 

EMPATES COM O PAYSANDU E REMO

O jogo contra o Paysandu foi realizado no dia 1° de novembro e terminou empatado em 1 a 1. Orlando marcou o único gol dos amazonenses. Já a partida contra o Remo foi realizado no campo do time azulino, no dia 3 de novembro. Novamente houve um empate de 2 a 2 sendo que Marcolino e Leonardo assinalaram para o Amazonas e Leôncio e Doca para o Remo.   Após, o último jogo, a Seleção do Amazonas embarcava de volta para Manaus, esperando a realização do próximo campeonato para assim sonhar com um feito inédito para o futebol Baré daquele período: a passagem de um selecionado local para a 2ª fase do maior torneio nacional da época e,conseqüentemente, jogar pela primeira vez com seleções do sul do país.

 

FONTE: Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto

 

Atualmente, ainda traumatizados pela vexatória goleada sofrida para os alemães na última Copa do Mundo, encontrei uma passagem da Alemanha pelo Brasil, em meados de 1965. No sábado, do dia 06 de Junho daquele ano, A Seleção Brasileira venceu a Alemanha, com autoridade por 2 a 0 (gols de Pelé e Flávio), no Maracanã, com mais de 140 mil pessoas.

O fato de destaque, além da vitória da seleção canarinho, foi que os alemães viajaram logo depois para Recife enfrentar a Seleção Pernambucana, na quarta-feira, do dia 10 de Junho de 1965. Talvez imaginando que, de certa forma, se vingariam da derrota para o nosso selecionado, chegaram com a banca de favoritos.

Contudo, o Selecionado Pernambucano fez uma partida impecável e, abateu a Alemanha Ocidental por 1 a 0, no Estádio da Ilha do Retiro, mas vale ressaltar que diversas chances de gols foram criadas e o placar não refletiu a superioridade dos alvi-azulinos.

PERNAMBUCO      1          X         0          ALEMANHA OCIDENTAL

LOCAL: Estádio da Ilha do Retiro, em Recife (PE)

COMPETIÇÃO: Amistoso Internacional

DATA: Quarta-feira, 10 de Junho de 1965

RENDA: Cr$ 25.500.000,00 (25 milhões e 500 mil cruzeiros. PS.: Não foi revelado os valores apurados nos Postos de Venda)

ÁRBITRO: Alberto Tejada (PERU)

AUXILIARES: Arturo Jamasak (PERU) e Carlos Rivero (PERU)

PERNAMBUCO: Dudinha; Gena, Alemão, Baixa e Jório (Toinho); Gojoba e Ivan; Nado, Bita, Nunes (Nino) e Lala. Técnico: Antoninho

ALEMANHA OC.: Mangletzs; Piontec, Novah, Steenman (Lorentz) e Seiiofez; Weeb e Kueppers; Theelen (Libuda), Kramel, Kodekamp e Heiss. Técnico: Helmut Schoen

GOL: Gojoba aos 40 minutos do 2º tempo

 

Clubes dos jogadores que enfrentaram os Alemães:

Dudinha (Central de Caruaru);

Gena (Náutico Capibaribe);

Alemão (Sport Recife);

Baixa (Sport Recife);

Jório (Santa Cruz);

Gojoba (Sport Recife);

Ivan (Náutico Capibaribe);

Nado (Náutico Capibaribe);

Bita (Náutico Capibaribe);

Nunes (Sport Recife);

Lala (Náutico Capibaribe);

Toinho (Náutico Capibaribe);

Nino (Náutico Capibaribe).

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

 

 

SÃO PAULO            3          X         1          PERNAMBUCO     

LOCAL: Estádio de Pacaembu, em São Paulo (SP)

DATA: Quarta-feira, dia 10 de Fevereiro de 1960

RENDA: Cr$ 2.302.650,00

ÁRBITRO: Sherlock (boa atuação)

CARTÃO VERMELHO: Zito (SP)

SÃO PAULO: Gilmar; Getulio, Olavo e Zé Carlos; Zito e Formiga; Julinho, Chinezinho, Servilio, Pelé e Pepe.

PERNAMBUCO: Valdemar; Zequinha e Edson; Zé Maria, Clóvis e Givaldo; Traçaia, Osvaldo (Biu), Geraldo, Paulo e Elias.

GOLS: Osvaldo (PE); Pelé (SP) no 1º Tempo. Pelé e Servilio (SP) no 2º Tempo.

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

MINAS GERAIS      1          X         2          PERNAMBUCO     

LOCAL: Estádio de Juiz de Fora (MG)

DATA: Quarta-feira, dia 03 de Fevereiro de 1960

RENDA: Superior a 500 mil cruzeiros

ÁRBITRO: Antônio Viug (regular)

MINAS GERAIS: Helio;  Bico e Djalma; Faninho, Francinha e Clébis; Mauro, Odir (Celinho), Ipojucan, Isaias e Toledinho.

PERNAMBUCO: Valdemar; Zequinha e Edson; Zé Maria, Clóvis e Givaldo; Traçaia, Geraldo, Paulo,  Biu e Elias.

GOLS: Paulo (PE) no 1º Tempo. Paulo (PE); Celinho (MG) no 2º Tempo.

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

PERNAMBUCO      3          X         2          DISTRITO FEDERAL (RJ)

LOCAL:Estádio da Ilha do Retiro, no Recife (PE)

DATA: Quarta-feira, dia 27 de Janeiro de 1960

RENDA: Cr$ 985.720,00

ÁRBITRO: Antônio Viug (atuação fraca)

CARTÕES VERMELHOS: ELIAS (PE) e Sabará (DF)

PERNAMBUCO: Valdemar; Zequinha e Edson; Zé Maria, Clóvis e Givaldo; Traçaia, Osvaldo (Biu), Paulo, Geraldo e Elias.

DISTRITO FEDERAL: Manga; Joel e Darci Farias; Amaro, Russo e Altair; Sabará, Rossi (Almir), Pinga, Décio Esteves e Babá.

GOLS: Osvaldo (PE); Pinga (DF) no 1º Tempo. Traçaia, duas vezes (PE); Almir (DF) no 2º Tempo.

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

Seleção Amazonense embarcando para Belém

É no ano de 1925, que pela primeira vez, a Seleção Amazonense disputaria oCampeonato Brasileiro de Seleções que era organizado, na época pelaConfederação Brasileira de Desportos (CBD). Os amazonenses foram sorteados para viajar até Belém do Pará para enfrentar a seleção do Pará. AFederação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA) tratou de organizar um escrete bem competitivo para,quem sabe,eliminar os paraenses em sua própria casa.

Organizada em definitiva a seleção, partiam os jogadores no vapor que os levaria á Belém. Uma multidão foi despedir-se dos jogadores no porto. Depois de dias navegando no rio Amazonas,finalmente os amazonenses aportavam na bela capital paraense. O jogo estava marcado para o domingo,dia 2 de agosto de 1925, na qual os amazonenses intensificaram os treinos.

Finalmente,chegava o tão esperado dia.seria somente um jogo e quem ganhasse passaria a fase seguinte. Em Manaus a população lotou as dependências do teatro Alcazar para acompanhar o desenrolar do jogo,que chegava a cada 5 minutos por telegramas.

O estádio do clube do Remo estava lotado,cerca de 5 mil pessoas se espremiam nas arquibancadas. Um contra tempo quase dificultou a ida dos amazonenses ao estádio. Naquele momento os motoristas estavam de greve e se recusaram a levar o time visitante para o jogo. Felizmente,com muito diálogo,acabou se resolvendo o problema.

O governador do Pará, Dionysio Bentes ,estava presente e,a convite do centro amazonense, o governador paraense içou a bandeira do Amazonas no mastro á entrada do estádio. O árbitro escolhido para o duelo foi o senhor Armando Villar e foi posto um troféu em disputa,chamada taça Oscar Costa.

Era iniciado o jogo as 16 horas e 30 minutos da tarde. Começou a cair uma forte chuva. Amazonenses e Paraenses fazem um duelo bem disputado.O atacante Geraldo (que jogava no Nacional) abre a contagem para os  amazonenses. Mas, logo depois, Arthur Moraes empatava para o Pará. Continua o jogo.

Numa bela jogada, Vadico marca o segundo gol dos paraenses. Mais eis que o Amazonas não estava morto e Geraldo novamente marcava e empatava.E assim terminou o primeiro tempo com um empate de 2 a 2 entre os dois estados Amazonicos.

Inicia-se o segundo tempo,e o time da casa e os visitantes defendem heroicamente suas defesas. Até que Secundino (que era amazonense), com um forte chute, marca o gol da vitória da seleção do Pará, decretando 3 a 2. Após o apito final, apesar da forte chuva, a torcida invade o campo para abraçar os jogadores de sua seleção.

Para os amazonenses restou o consolo de terem feito uma bela partida que surpreendeu os paraenses que pensavam que ganhariam com facilidade Em Manaus a população, apesar da derrota,vibrou com o desempenho de seus jogadores e foram recebê-los com festa no porto,assim que eles desembarcaram.

AMAZONAS: Nery; Rodolpho e Oliveira; Pequenino, Cangalhas e Parafuso; Orlando, Dantas, Geraldo, Marcolino e Leonardo.

PARÁ: Pinto; Evandro e Octávio; Formigão, Vivi e Macambira; Cobrador, Vadico, Secundino, Santana e Arthur Moraes.

FONTE: Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto 

 

Esse era o antigo uniforme e escudo da Seleção Paraense, em 1960 (de quebra, vai também o escudo da Federação Paraense de Desportos, entidade que organizava o futebol naquele tempo).

 

 

Neste ano, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), deu uma recauchutada na sua logomarca. Outra curiosidade é o tom da camisa: roxo. A pergunta que fica é: será que a Seleção Carioca, numa eventual convocação, seja na categoria profissional ou amador, utilizaria tal uniforme? Pelo sim ou não, segue o distintivo e o uniforme.

Foto:  Úrsula Nery

 

Nem sempre é possível redesenhar alguns escudos. Porém, mesmo assim, não é justo privar certas relíquias e não postá-los. Por isso, duas fotos raras da Seleção Alagoana de futebol num intervalo de meio-século.

1929 - Coligação Esportiva de Alagoas

 

1979 - O trio alagoano: Aranha, Djalma Sales e Lourival

Fotos: Lauthenay Perdigão

 

Com a profissionalização do futebol do Paraná, surgiu a  Associação Sportiva Paranaense (A.S.P.), que utilizou o escudo (acima) de 1922 a 1926. No dia 2 de junho de 1926, alterou o seu nome para Federação Paranaense de Desportos (FPD).

 Fontes: Federação Paranaense de Futebol (FPF) – Livro “Futebol Paraná História -Vol. 1″, dos autores Ivan Heriberto Machado e Levi Chrestenzen

 

Entre 1920 a 1926

 

A Associação dos Desportos Cearense (ou ‘do Ceará’) – A.D.C., foi Fundada no dia 23 de março de 1920, substituindo a Liga. A entidade máxima do futebol do Ceará existiu por duas décadas até o dia 11 de julho de 1941, quando mudou a sua nomenclatura para Federação Cearense de Desportos (FCD), por decreto do então presidente da República Getúlio Vargas.

Uniforme e escudo: 1939

A entidade comandou as diretrizes do futebol por 31 anos. Então, no dia 22 de novembro de 1972, deu origem a atual Federação Cearense de Futebol (FCF)  com o desmembramento em várias federações correspondentes aos variados esportes cobertos pela FCD.

 

Fontes: Wikipédia – Nirez de Azevedo, Escritor e Pesquisador do “História do Campeonato Cearense de Futebol”

 

A seguir, algumas fotos de equipes mineiras, sobretudo de BH e região, publicadas em revistas da capital mineira. Estas revistas estão disponíveis na Coleção Revistas Diversas no site do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte.

Para ver as imagens em tamanho completo, basta clicar em cada imagem.

Atlético Mineiro x Morro Velho, partida disputada em 29 de março de 1914. Revista Vita ed. 11, 20 de abril de 1914.

Democrata Foot-Ball Club, Leopoldina-MG. Revista Vita ed. 11, 20 de abril de 1914.

Mar de Hespanha Foot-Ball Club, Mar de Espanha-MG. Revista A Vida de Minas ed. 3, 15 de agosto de 1915.

Primeiro time do América Futebol Clube. Revista A Vida de Minas ed. 4, 1 de setembro de 1915.

Primeiro team do Yale Athletic Club. Revista A Vida de Minas ed. 4, 1 de setembro de 1915.

 

Amistoso entre Atlético Mineiro e Granbery em 7 de setembro de 1915. Revista A Vida de Minas ed. 5-6, 30 de setembro de 1915.

 

Amistoso entre América e Morro Velho em 1 de novembro de 1915. Revista A Vida de Minas ed. 8, 10 de novembro de 1915.

 

Amistoso entre América e Tiradentes Foot-Ball Club, de Ouro Preto, em 30 de abril de 1916. Revista A Vida de Minas ed. 19, 15 de maio de 1916.

 

América Futebol Clube de Alfenas e Varginha Sport Club, amistoso de março de 1916. Revista A Vida de Minas ed. 24, 1 de setembro de 1916.

Primeiros times de América e Atlético. Revista A Vida de Minas ed. 25, 30 de setembro de 1916.

Segundos times de América e Atlético. Revista A Vida de Minas ed. 25, 30 de setembro de 1916.

Notas sobre a Liga Mineira de Desportos Terrestres e um amistoso entre América e Villa Nova. Revista Tank nº 7, fevereiro de 1919.

Festival de aniversário de 11 anos do Alves Nogueira Football Club. Revista Semana Illustrada nº 35, 28 de janeiro de 1928.

Torcedoras e escudo do Sport Club Minas-Rio. Revista Semana Illustrada nº 35, 28 de janeiro de 1928.

 

Bandeira do América em festa do clube. Revista Semana Illustrada nº 44-45, 14 de abril de 1928.

Equipes participando do Torneio Início de 1928: América, Guarany, Palestra Itália, Villa Nova, Calafate, Atlético e Syrio Horizontino.

Equipes do Alves Nogueira, Sport Club Calafate, Guarany e Palmeiras. Revista Semana Illustrada nº 46, 21 de abril de 1928.

Reportagem sobre a derrota da seleção mineira para a seleção fluminense no Campeonato Brasileiro de Seleções. Revista Semana Illustrada nº 72-73, 10 de novembro de 1928.

Algumas equipes disputantes do Campeonato de 1928: Calafate, Atlético, América e Palestra Itália. Revista Semana Illustrada nº 76-77, dezembro de 1928.

Festival envolvendo o América, o Palestra Itália, o Sete de Setembro (juvenil) e o Industrial Foot-Ball Club. Revista Silhueta nº 1, março de 1932.

Equipes participando do Torneio Início da AMEG (Associação Mineira de Esportes Geraes) de 1932. Participantes por ordem alfabética: América Futebol Clube, Auri-Verde Football Club, Companhia Industrial Football Club, Grêmio Ludopédio Calafate, Pedro Leopoldo Futebol Clube, Sociedade Sportiva Palestra Italia, Sport Club Brasil, Sport Club Mineiro, Tupynambás Football Club, Vasco da Gama Football Club, Vespasiano Esporte Clube e Villa Nova Atlético Clube. Revista Silhueta nº 3, maio de 1932.

 

Resumo da História:

As primeiras tentativas de se fundar uma Liga de esportes, entre eles o futebol, no estado datam de 1916. Segundo o pesquisador Luiz G. M. Bezerra, seis clubes da capital (ABC, América, Centro Esportivo, Atheneu SC, Cricket Club, Sport Club de Natal e Centro Náutico Potengi) fundaram a Liga Norteriograndense de Desportos Terrestres (LNDT) e empossaram um presidente, Luiz Potiguar Fernandes, em 27 de fevereiro de 1916. Contudo, esta Liga não prosperou.

A atual Federação Norteriograndense de Futebol (FNF) foi fundada em 14 de julho de 1918, com o nome de Liga de Desportos Terrestres do Rio Grande do Norte, no camarote do comandante do encouraçado “Deodoro(algumas fontes citam o “Minas Gerais”), por inspiração de abnegados como o tenente Aníbal Leite Ribeiro, Afonso Monteiro Chaves (que algumas fontes citam como tendo sido o primeiro presidente da Liga) e Emanuel Murtinho Braga (tio do futuro craque Nilo Murtinho Braga, que jogaria no América de Natal e depois no futebol do Rio de Janeiro, chegando a ser titular da seleção brasileira na Copa de 1930).

O objetivo da Liga era cuidar do futebol e do atletismo no estado. Os clubes fundadores foram o ABC, o América e o Centro Esportivo Natalense, de acordo com o estatuto da própria FNF. Algumas fontes citam como seu primeiro presidente, o líder do movimento dos escoteiros no Rio Grande do Norte, Luiz Soares de Araújo.

O fato é que, logo no seu início, a Liga sofreria numerosos recessos, inesperados e imprevisíveis. Devido ao seu amadorismo, a Liga e os clubes existentes não registravam os acontecimentos em atas, o que tornava difícil o registro histórico, a certeza sobre a realização de alguns campeonatos e a homologação de títulos. Muitas divergências internas entre os membros da Liga e clubes afiliados causavam inércia e displicência por parte da mesma na organização dos campeonatos.

De acordo com o pesquisador Everaldo Lopes, ao longo de sua existência, a FNF já teve quatro endereços. O primeiro, numa pequena casa situada nos fundos do terreno do estádio Juvenal Lamartine. Depois, mudou-se para o centro da cidade, num casarão que servia de sede da Cruz Vermelha, ao lado do antigo cinema Rex. O terceiro endereço ficava no terceiro andar do edifício Melilo, em frente ao mesmo cinema Rex. E finalmente, o seu endereço atual, no estádio Juvenal Lamartine (Tribuna do Norte, 24/07/05).

A Federação já foi também chamada de Associação Riograndense de Atletismo (ARA), e posteriormente (1942) de Federação Norteriograndense de Desportos (FND). O nome atual foi assumido em 1976. Ao longo de sua história, muitos dos presidentes da Federação foram oficiais militares.

Em 1919, disputou-se o primeiro campeonato estadual oficial, e a década de 1940 marca o início das discussões sobre o profissionalismo no futebol do estado, finalmente implantado em 1950. Em 2005, a FNF contava com o número de 12 clubes de 8 diferentes municípios na primeira divisão do campeonato estadual e mais 56 outros clubes e associações afiliadas.

No final de julho de 2005, o Ministério Público intervio na FNF, destituindo seu presidente, Nilson Gomes da Costa, que estava à frente da federação desde 1992. Uma série de irregularidades encontradas durante a sua administração foram a causa da intervenção. O novo presidente interino da FNF, até dezembro de 2005, foi o interventor Paulo Eduardo Pinheiro, advogado. Esta foi a quarta intervenção na história da Federação. As outras três, ocorreram em 1941, 1944 e 1949, sendo que em 1944, a intervenção aconteceu após a renúncia do então presidente tenente Roberto Soares.

Assumiu em 2007 através de eleição o novo presidente, o deputado Alexandre Cavalcante, que após um ano de sucessivos erros de administração renunciou deixando evidente que não entendia do oficio que lhe foi confiado. Assumiu o seu vice, Jose Vanildo Rego.

 

Fontes: Tribuna do Norte – Brito Lopes – Blog Futebol Potiguar – Livro “Da Bola de Pito ao Apito Final”, do autor Everaldo Lopes

 

A primeira entidade de futebol estadual do Rio de Janeiro foi a Liga Sportiva Fluminense, fundada em 1915 na cidade de Niterói (RJ). Três anos depois se tornou a representante oficial do estado do Rio perante a então Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF), vencendo a disputa com a rival Associação Fluminense de Desportos Terrestre – AFDT, e passa a montar as seleções fluminenses para a disputa do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais.  Existiu até 1926.

 

Fontes: Revista O Malho – Camisas do Futebol carioca, do autor Auriel de Almeida 

 

 

Fonte: Revista O Malho

 

XXII Campeonato Brasileiro (Seleções Estaduais) de Futebol – 1954

 

Primeira Fase

Jogos de Ida (03 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Paraná

4

X

1

Bahia

Curitiba

Cr$ 304.330,00

Pernambuco

4

X

1

Sergipe

Recife

Cr$ 138.070,00

Espírito Santo

3

X

2

Santa Catarina

Vitória

Cr$ 87.120,00

Amazonas

3

X

2

Goiás

Manaus

Cr$ 61.390,00

Maranhão

0

X

2

Ceará

São Luís

Cr$ 54.080,00

Alagoas

4

X

3

Paraíba

Maceió

Cr$ 48.800,00

Acre

1

X

1

Guaporé

Rio Branco

Cr$ 38.690,00

Rio Grande do Norte

5

X

3

Piauí

Natal

Cr$ 37.390,00

 

Jogos de Volta  (10 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Bahia (0)

4

X

1

Paraná (1) **

Curitiba

Cr$ 444.045,00

Sergipe

2

X

4

Pernambuco

Aracaju

Cr$ 93.315,00

Santa Catarina

2

X

2

Espírito Santo

Florianópolis

Cr$ 57.850,00

Goiás

2

X

0

Amazonas

Goiânia

Cr$ 69.080,00

Ceará

1

X

0

Maranhão

Fortaleza

Cr$ 145.715,00

Paraíba

3

X

0

Alagoas

João Pessoa

Cr$ 88.150,00

Guaporé

1

X

0

Acre

Porto Velho

Cr$ 47.200,00

Piauí

3

X

0

Rio Grande do Norte

Teresina

Cr$ 37.760,00

 

* Em negrito os classificados para a próxima fase

** Jogo na prorrogação

 

Segunda Fase

Jogos de Ida  (17 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Minas Gerais

2

X

2

Estado do Rio

Belo Horizonte

Cr$ 234.116,00

Paraíba

0

X

3

Pernambuco

João Pessoa

Cr$ 142.735,00

Espírito Santo

2

X

2

Paraná

Vitória

Cr$ 103.660,00

Mato Grosso

3

X

2

Rio Branco

Cuiabá

Cr$ 48.620,00

Amapá

2

X

3

Pará

Macapá

Cr$ 42.300,00

Rio Grande do Norte

3

X

2

Ceará

Natal

Cr$ 41.000,00

Goiás

6

X

1

Guaporé

Goiânia

Cr$ 32.985,00

 

Jogos de Ida  (24 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Estado do Rio

1

X

4

Minas Gerais

Volta Redonda

Cr$ 166.720,00

Pernambuco

1

X

1

Paraíba

Recife

Cr$ 160.660,00

Paraná (1)

3

X

3

Espírito Santo (0)

Curitiba

Cr$ 330.820,00

Rio Branco (2)

2

X

1

Mato Grosso (3)

Boa Vista

Cr$ 21.530,00

Pará

5

X

1

Amapá

Belém

Cr$ 135.270,00

Ceará

4

X

2

Rio Grande do Norte

Fortaleza

Cr$ 159.210,00

Guaporé

0

X

1

Goiás

Porto Velho

Cr$ 34.000,00

 

* Em negrito os classificados para a próxima fase

** Jogo na prorrogação

 

Oitavas de Finais

Jogos de Ida  (31 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Paraná

2

X

3

Rio Grande do Sul

Curitiba

Cr$ 343.330,00

Minas Gerais

3

X

1

Pernambuco

Belo Horizonte

Cr$ 288.600,00

Ceará

1

X

0

Pará

Fortaleza

Cr$ 187.950,00

Mato Grosso

1

X

2

Goiás

Cuiabá

Cr$ 48.870,00

 

Jogos de Volta  (07 de Fevereiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Rio Grande do Sul

2

X

1

Paraná

Porto Alegre

Cr$ 191.295,00

Pernambuco

0

X

0

Minas Gerais

Recife

Cr$ 385.490,00

Pará

0

X

2

Ceará

Belém

Cr$ – ***

Goiás

5

X

0

Mato Grosso

Goiânia

Cr$ 44.945,00

 

* Em negrito os classificados para a próxima fase

*** Renda não foi conhecida devido à suspensão do jogo por força da chuva torrencial, obrigando a suspensão da peleja, que foi concluída no dia seguinte.

 

Quartas de Finais

Jogos de Ida  (14 e 21 de Fevereiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Goiás

1

X

2

Minas Gerais

Goiânia

Cr$ 95.600,00

Minas Gerais

7

X

1

Goiás

Belo Horizonte

Cr$ 103.945,00

 

Jogos de Volta  (27 de Fevereiro e 06 de março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Ceará

0

X

2

Rio Grande do Sul

São Paulo

Cr$ 177.240,00

Rio Grande do Sul

6

X

2

Ceará

Rio de Janeiro

Cr$ 154.307,50

 

Semifinais

Jogos de Ida  (13 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Minas Gerais

0

X

4

Rio de Janeiro

Belo Horizonte

Cr$ 902.050,00

Rio Grande do Sul

1

X

1

São Paulo

Porto Alegre

Cr$ 780.930,00

 

Jogos de Volta  (20 e 23 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

São Paulo

4

X

2

Rio Grande do Sul

Pacaembu

Cr$ 1.373.615,00

Rio de Janeiro

6

X

1

Minas Gerais

Maracanã

Cr$ 1.056.930,70

 

Decisão

Jogos de Ida  (27 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

São Paulo

3

X

1

Rio de Janeiro

Pacaembu

Cr$ 1.682.020,00

 

Jogos de Volta  (31 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Rio de Janeiro

3

X

4

São Paulo

Maracanã

Cr$ 2.269.914,70
            Campeão

 

 

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

Após ter apresentado os escudos e uniformes de 25 estados, além do antigo Distrito Federal, restaram dois estados: Mato Grosso do Sul e Tocantins. Como esses dois selecionados não existiam na década de 50, postarei como uma menção honrosa e, assim, fechar com todos os 27 estados brasileiros, encerrando essa longa, porém prazerosa jornada.

 

Foto: Perfil da entidade no Facebook

 

Após ter apresentado os escudos e uniformes de 25 estados, além do antigo Distrito Federal, restaram dois estados: Mato Grosso do Sul e Tocantins. Como esses dois selecionados não existiam na década de 50, postarei como uma menção honrosa e, assim, fechar com todos os 27 estados brasileiros, encerrando essa longa, porém prazerosa jornada.

 

 

 

Foto: Almanaque do Futebol Brasiliense

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Livro ‘Camisas do Futebol Carioca’, de Auriel de Almeida 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Livro ‘Camisas do Futebol Carioca’, de Auriel de Almeida 

 

 

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão - Sport Ilustrado – O Malho

 

PS: Fundada no dia 23 de julho de 1948, como Federação Riobranquense de Desportos, mudou para Federação Roraimense de Desportos, em 1961. Somente em 1974, mudou o nome para Federação Roraimense de Futebol.

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Acervo pessoal

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão - Blog João Silva AP

 

Federação de Desportos do Guaporé (atual Federação de Futebol do Estado de Rondônia – FFERF), fundada em 1944, era a responsável pelo futebol do Território do Guaporé, nas décadas de 40 a 50. No dia 17 de Fevereiro de 1956, o local mudou de nome, passando a se chamar: Rondônia.

Seleção de Rondônia na década de 50: Simeão (1º), Mario Teixeira (2º), Nézio (4º), Pacamon (6º), Tracajá (7º), Elizeu (10º), Técnico Eduardo Lima e Silva (penúltimo) e o preparador físico Nélio Guimarães (último).

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão - Site Gente de Opinião – Ivo Feitosa

 

 

 

Fonte : Álbum Craques do Robertão - Sport Ilustrado

 

 

 

Fonte : Álbum Craques do Robertão - O Globo Esportivo

 

 

Década de 40

 

Década de 50

Fonte : Álbum Craques do Robertão 

Fotos: O Globo Esportivo – Blog Futebol Maranhense Antigo

 

História das entidades futebolísticas da Paraíba

Contando com a colaboração do amigo pesquisador Júlio Cesar Gomes de Oliveira, além dos escudos e uniformes, contaremos a história das federações e ligas que existiram nesse um Século de futebol paraibano. Ao longo dos 101 anos, a Paraíba teve 5 (cinco) entidades. A primeira que se tem notícia, foi entre 1914 a 1915 com  a Liga Parahybana de Foot-Ball Association (L.P. F.B. A).

Entre 1916 a 1918 havia a Liga Sportiva Parahybana, que adotava o azul no uniforme da seleção. Entre 1919 a 1925 a seleção Paraibana usava azul e branco, da Liga Desportiva Paraibana que tudo indica seria semelhante ao escudo da Liga Pernambucana na época.

Em 1925, em virtude do Campeonato Brasileiro de Seleções, a Liga Desportiva adotou o vermelho no uniforme, tudo porque no confronto contra a seleção da Bahia o selecionado tinha o uniforme idêntico ao dos baianos e na época não havia uniforme reserva. Para não confundir o torcedor os dirigentes paraibanos foram no comercio de Salvador e compraram um uniforme vermelho e Branco (Listras).

Em 1935 apareceu o uniforme vermelho com listra branca horizontal no peito, ficando até 1948. (escudo de 35 a 41 – LDP; 42 a 46 – FDP e 47 a 48 – FPF).

 

Em 1949, o selecionado adotou o uniforme rubro-negro (camisa vermelha e faixa preta com as letras FPF em branco) em homenagem a bandeira da Paraíba.  (escudo de 1949 a 1967 – FPF). Somente em 1968 é que a FPF adotou o atual escudo com a tarja preta ao centro.

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Júlio Cesar Gomes de Oliveira

 

 

 

Pagão, Pepe e Pelé, com a camisa da seleção paulista

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Revista Placar

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