A Federação  Sportiva Mato-Grossense (FSM) foi uma entidade esportiva da cidade de Corumbá, no estado do Mato Grosso. Fundado na quinta-feira, do dia 15 de Setembro de 1927, como “Liga Matogrossense de Sports Athleticos (LMSA), pelos seguintes agremiações:

Corumbaense Football Club;

Riachuelo Football Club;

Ladário Athletico Club;

Commercio Sport Club.

Estiveram presentes na fundação da nova entidade:

Theodomiro Serra, tesoureiro, e Juan M. Vallejo, vice-presidente em exercício do Corumbaense Football Club;

Joaquim Alves Correa, presidente do Riachuelo Football Club;

José dos Santos Pité, presidente do Commercio Sport Club;

Leandro José Alves, vice-presidente em exercício do Ladário Athletico Club;

 

A 1ª Diretoria foi formada com os seguintes membros:

Presidente - Salusitano A. Maciel;

Vice-Presidente - Jeronymo Francisco Gonçalves;

1º Secretário - José de Souza Damy;

2º Secretário - Manoel H. Marques Fontes;

 

Curiosidades

Depois se filiou a Aliança Sportiva Campograndense. A primeira competição organizada pela FSM foi realizado em dois campos: Commercio Sport Club e Ladário Athletico Club. Cada um dos clubes fundadores entraram na nova entidade pagando 500 mil réis.

Os dados encontrados (na imagem abaixo) no Annuario dos Desportos no Brasil  (onde aparece o escudo) é referente ao ano de 1932. Conseqüentemente, os clubes e diretoria, nele mencionados, são referentes aquele ano.

FONTES: Annuario dos Desportos no Brasil - Gazeta Oficial – Estatuto da Federação  Sportiva Mato-Grossense (FSM) 

 

A Federação Amapaense de Futebol (FAF), foi fundada no dia 26 de junho de 1945, porém o inicio do campeonato do Território do Amapá aconteceu no ano anterior a fundação. Em 1950, no mês de Janeiro foi inaugurado o Estádio Municipal de Macapá, modificado depois para homenagear o primeiro presidente da Federação de Desportos do Amapá, Glicério Marques. Foi obra do governador do então Território Federal do Amapá, capitão Janari Gentil Nunes. Assim, os jogos do campeonato passaram a ser disputados no novo palco. O campo da Matriz cumprira a sua missão. No primeiro ano de “Glicerão” (1950), o Amapá Clube foi campeão.

 

A inauguração do estádio Municipal, depois chamado de estádio Glicério Marques, ocorreu no dia 15 de janeiro de 1950, na partida Seleção do Amapá 0 x 1 Seleção do Pará, com gol de Norman. Pelo Pará jogaram: Dodó (goleiro), Bereco, Sidoca, Sabá, Nonato, Biroba, Juvenil, China, Hélio, Teixeirinha e Norman (Cacetão). Treinador: Nagib Coelho Matni. Pelo Amapá: Lavareda, 75, Suzete, Cabral, Roxinho, Raimundinho, Luiz Melo, Dedeco, Alves, Adãozinho e Boró. Treinador: Delbanor Dias.

De 1944 a 1990, o futebol era disputado de forma amadora e o campeão detinha o título de campeão do Território Federal do Amapá. Somente em 1991 o futebol passou para o profissionalismo.

 

YPIRANGA CLUBE

 

Fruto do idealismo dos jovens integrantes da extinta e saudosa Juventude Oratoriana do Trem (JOT), movimento que pertencia à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, surgia em 15 de maio de 1963 no desporto Amapaense, o glorioso YPIRANGA CLUBE. Como cores oficiais o Clube ostenta a azul e preto, por influência e preposição do Padre Vitório Galliani, as mesmas cores da Internacional de Milão, seu clube de coração na Itália. A figura da “Torre” da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no Bairro do Trem é o principal símbolo do Clube, razão porque é chamado pelos torcedores de Clube da Torre.

 

A coruja branca é o mascote do Ypiranga Clube que costuma habitar as torres (principal símbolo do Negro-Anil) das igrejas. A torre que está representada no escudo do clube é da igreja Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Ypiranga.

TÍTULOS

 

Campeão Amapaense: *1976, 1992, 1994, 1997, 1999, 2002, 2003 e 2004. (*Campeão Amador)

 

SOCIEDADE ESPORTIVA E RECREATIVA SÃO JOSÉ

 

A Sociedade Esportiva e Recreativa São José, tricolor do bairro do Laguinho, é um clube esportivo da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. Fundado no dia 26 de agosto de 1946, é um dos principais clubes de futebol da terra amapaense, obtendo 6 troféus estaduais. Seu mascote é o bravo pitbull.

 

O clube foi fundado por Messias do Espírito Santo, um Oficial de Justiça do Fórum de Macapá, capital do então Território Federal do Amapá – TFA, hoje, estado da Federação Brasileira. O objetivo era participar oficialmente do esporte regional, tendo em 1947 participado do futebol e depois do voleibol.

O clube que surgiu eminentemente de uma classe pobre da população seu fundador, Messias do Espírito Santo, ao escolher o nome do clube como o mesmo do padroeiro da cidade conseguiu rapidamente a simpatia da maioria dos torcedores do longínquo povoado da cidade de Macapá. O clube é carinhosamente denominado de “O mais querido do Estado do Amapá”. Lembrando também que a sede o São José era fora do bairro, situada na Avenida Presidente Vargas com a Rua Leopoldo Machado, após alguns anos foi transferida para o bairro moreno da cidade, onde as primeiras equipes do São José eram todas formadas quase que na sua totalidade por atletas de cor negra.

 

Os primeiros títulos do tricolor vieram somente em 1970 e 1971, ainda na época amadora do futebol amapaense, em que o clube que possuía o domínio era o Macapá.

 

Em 1991 houve a implantação do profissionalismo no futebol amapaense, começando uma nova era no estado. Em 1993 conquistou o título de campeão amapaense.

 

Após 12 anos sem ganhar nenhum troféu, o São José acabou sendo campeão em 2005 em cima do Amapá. No ano posterior conseguiu novamente o campeonato estadual em cima do Amapá nos pênaltis. Voltou a conquistar o estadual em 2009, quando bateu o Santana na final disputada no estádio Glicério Marques.

Títulos

 

SANTOS FUTEBOL CLUBE/AP

 

Santos Futebol Clube é originário de  Macapá, capital do estado do Amapá. Suas cores são preto e branco. Foi fundado em 11 de maio de 1973.  É conhecido sob a alcunha de Peixe da Amazônia, cujo seu mascote também é o peixe, originário da amazônia brasileira.

 

Considerado o maior time do estado atualmente, o clube é  bicampeão amapaense na temporada 2013 e 2014, neste ano foi capeão invicto, ganhando os dois turnos, com uma campanha de 7 vitórias e 1 Empate em 8 jogos disputados.  O Santos é clube a ser batido.

Títulos

 

  • Campeonato Amapaense, Vice-campeão: 2011.

 

  • Campeonato Amapaense 2ª Divisão: 2007.

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE DO AMAPÁ

 

São Paulo Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. O Clube é conhecido como furacão da zona norte, seu mascote é o São Paulo. Suas cores são vermelho, preto e o branco.

 

Fundado no início de fevereiro de 1988, portanto com 27 anos, o clube  tem um um futuro promissor. É  o atual vice campeão amapaense de futebol.

Títulos

  • Vice-Campeonato Amapaense 2ª Divisão: 2007.

 

  • Vice-Campeonato  Amapaense 1ª Divisão: 2014.

ESPORTE CLUBE MACAPÁ

 

Esporte Clube Macapá é uma agremiação esportiva brasileira sediada na cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. Teve grande destaque no futebol amapaense na sua fase amadora, onde conquistou 17 campeonatos, até hoje não superados no campeonato estadual. Suas cores são azul e o branco, seu mascote é o leão. O clube também é conhecido como o Leão Azulino da avenida Fab.

 

O Macapá foi fundado no dia 18 de novembro de 1944, originado a partir do extinto clube Panair Esporte Clube, de Macapá, o qual  havia sido campeão estadual em 1944. Em 1946, mudou de nome para o atual: Esporte Clube Macapá.

 

O clube foi o primeiro campeão do Copão da Amazônia em 1975 ano de criação do torneio conhecido como  Copão Amazônia ou Torneio Integração da Amazônia onde clubes dos estados poderiam disputar uma competição oficial, além dos seus respectivos campeonatos estaduais. Por ter sido campeão amapaense de 1974 o Macapá foi o primeiro representante do Estado no referido torneio.

Títulos

  • Torneio Integração da Amazônia: 1975.

 

  • Vice-Campeonato Amapaense: 1994 e 2013

 

  • Vice-Campeonato Amapaense 2ª Divisão: 2005.

SANTANA ESPORTE CLUBE

 

Santana Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol da cidade de Santana, no estado do Amapá. Fundado em 1955, tem como suas cores o amarelo e o preto. O clube é conhecido como Canarinho Milionário, seu mascote é o canário.

 

Fundado por Roberto Maqueles Correia, notável da sociedade local, o time começou a se desenvolver, disputando amistosos enquanto acertava o plantel e a sua estrutura. Disputou o primeiro estadual em 1957, não conseguindo sucesso, campanha semelhante à do ano seguinte. o time com brilhantismo, faturou os estaduais de 1960, 61 e 62.

Títulos

 

INDEPENDENTE ESPORTE CLUBE

 

Independente Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Santana, no estado do Amapá. Suas cores são verde e branco. O clube é conhecido sob a alcunha de carcará uma especie de gavião do norte que também é seu mascote de origem.

 

Devido a problemas de acessibilidade, o clube não disputava o estadual desde 2014, junto com as outras equipes profissionais não-macapaenses, o Aliança e o Mazagão. Em 2007, o Independente voltou a disputar o Campeonato Amapaense, após três anos longe das atividades.

Títulos

 

  • Vice-Campeonato Amapaense: 2 vezes (2002 e 2003).

 

  • Vice-Campeonato Amapaense 2ª Divisão : 1964.

TREM DESPORTIVO CLUBE

 

Trem Desportivo Clube é uma agremiação esportiva brasileira, sediada na cidade de Macapá, capital do estado do Amapá, destacando-se no futebol. Suas cores são  vermelho e o preto. O clube é conhecido como Locomotiva do bairro do trem. Seu mascote é o pequeno maquinista.

 

O clube foi fundado em 1 de janeiro de 1947, sendo seus principais fundadores os ferroviários Bellarmino Paraense de Barros, Benedito Malcher, os irmãos Osmar e Arthur Marinho, Walter e José Banhos, além de outros. Tendo sua sede situada num dos mais importantes bairros de Macapá, o Trem Desportivo Clube já foi por duas vezes campeão amapaense. Possui um invejável histórico no velho Copão da Amazônia. Foi pentacampeão de 1985 a 1989.

 

O diferenciado nome do clube nada mais é do que uma homenagem ao bairro onde foi fundado e a profissão exercida por seus fundadores, todos eles ferroviários. Este, por sua vez , recebeu o nome no início do século XIX. Naquela época, foram encontrados na Avenida Feliciano Coelho de Carvalho vestígios de alguns trilhos de trem, que possivelmente serviram como meio de transporte do material para a construção da cidade.

Títulos

 

  • Vice-Campeonato Amapaense: 1992.

ORATÓRIO RECREATIVO CLUBE

 

Oratório Recreativo Clube é um clube brasileiro de futebol da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. Suas cores são azul e o branco. Seu mascote é uma orca, daí surgiu o apelido  orca demolidora do bairro santa rita.

 

O clube foi fundado em 15 de agosto de 1969 por um grupo de jovens comandados por Odoval Moraes, da comunidade religiosa da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no antigo bairro da Cea (hoje Santa Rita). Seu primeiro titulo na era profissional veio no ano de 2012 com uma brilhante campanha, demolindo todos os adversários que vinham pela frente.

 

O Oratório foi o primeiro clube do Amapá a participar da Copa São Paulo de Futebol Junior, em 2001, participando, também, em 2011 e 2012. Por ser de origem católica no passado, os atletas para jogarem pelo clube eram obrigados a assistir missa, caso contrário não jogavam. Prática que perdurou por longos anos. Os padres Salvador e Raimundo foram os principais incentivadores para a criação do clube. O Oratório ficou fora das competições de 2001 a 2009 por opção de seus conselheiros.

Títulos

 

Campeonato Amapaense: 1 (2012)

Categorias de Base

  • Sub-13: 2011

 

  • Sub-15: 2009

 

  • Sub-20: 2011

 

  • Sub-18: 2010

 

  • Estadual Feminino: 2009-2010-2011

FONTES:  História do Futebol Amapaense – Federação Amapaense de Futebol

 

SELEÇÃO DE SERGIPE

6

X

1

SELEÇÃO DA PARAHYBA

LOCAL Estádio Arthur Morais (Campo da Graça), em Salvador (BA)
CARÁTER Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1928
DATA Domingo, do dia 14 de Outubro de 1928
HORÁRIO 15 horas e 15 minutos
RENDA Não divulgado
ÁRBITRO Sr. Anysio Silva (Liga Bahiana)
SERGIPE Amythas; Lourenço e Alcides; Antonino, Augusto e Massú; Laudelino, Souza, Zeca, Messias e Idalino.
PARAHYBA José Miguel; José Pedro e Capelinha; Seitz, Tota e Edgard; Amaral, Vavá, Pitota, Aurélio e Guaracy.
GOLS Messias aos 20 minutos (Sergipe); Zeca aos 44 minutos (Sergipe); no 1º Tempo. Edgard aos 11 minutos (Parahyba); Zeca aos 32 minutos (Sergipe); Laudelino aos 37 minutos (Sergipe); Augusto aos 42 minutos (Sergipe); Zeca aos 43 minutos (Sergipe), no 2º Tempo.

FONTE:  O Paiz

 

A Liga Sergipana de Esportes Athleticos (LSEA) foi a 2ª entidade (a primeira foi: Liga Desportiva Sergipana) desportiva do Estado do Sergipe. A história começou na quarta-feira, do dia 10 de Novembro de 1926, quando a Liga Sergipana de Esportes Athleticos foi criada.

A sua Sede ficava na Avenida (atual Travessa) José de Faro, nº 10; e depois se mudou para a Rua Itabaiana, nº 72, ambos no Centro de Aracaju (SE). Assim descreveu o “Cadastro : Commercial, Industrial, Agrícola e Informativo do Estado de Sergipe (SE)“, abordando a A 1ª Diretoria foi composta da seguinte forma:

Presidente - Clodomir de Souza e Silva;

Vice-Presidente – Bacharel Alfredo Rollemberg Leite;

Secretário - Aloysio Vieira;

Tesoureiro - Armando Barreto.

 

Agremiações filiadas da Capital e do Interior

Após a fundação da LSEA, os seguintes clubes da capital que se filiaram:

Sport Club Aracaju (Sede própria no Bairro Industrial);

Club Náutico Brasil (Sede na Rua de Villanova);

Etea Football Club;

Treze de Julho Football Club;

Cotinguiba Sport Club (Sede própria na Avenida 24 de Outubro);

Palestra Football Club;

Club Sportivo Sergipe (Sede própria Avenida Barão do Rio Branco);

Siqueira Campos Football Club;

Vasco da Gama Football Club;

Vitória Football Club;

Os seguintes clubes do Interior filiados:

Athletico Club Ypiranga;

Sport Club Socialista.

 

Filiação na CBD é oficializado em 1927

Entretanto, apenas três meses e 13 dias após a sua criação, que a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) concedeu filiação a LSEA, na quarta-feira, do dia 23 de fevereiro de 1927. A partir daí, a nova entidade do Sergipe estava legalizada para competir em âmbito nacional, juntamente com outras entidades federativas, tanto nos desportos terrestres quanto nos aquáticos.

A LSEA tinha jurisdição local sobre os desportos e seu representante junto a confederação era o Dr. Gilberto Amado, que na época era deputado federal pelo Estado de Sergipe.

Cores e uniforme

A descoberta das cores e do uniforme foi possível, numa reportagem do Jornal O Paiz, de 1928, onde foi contado a história do jogo, no qual a Seleção Sergipana goleou o Selecionado Parahybano por 6 a 1, em Salvador (BA). A explicação plausível para a LSEA ter as cores azul turquesa e branco tenha sido uma homenagem a Bandeira não-oficial da Província de Sergipe (foi uma província do Reino do Brasil, e posteriormente do Império do Brasil, tendo sido criada em 28 de fevereiro de 1821 a partir da Capitania de Sergipe).

Como curiosidade a descrição dessa bandeira: era um retângulo divido ao meio (como a bandeira de Malta): azul, do lado esquerdo, e branco, do direito. Lembrando que a bandeira com as cores verde, amarelo, azul e branco só surgiu no início da década de 50.

Mudança do nome em 1941

Essa nomenclatura (Liga Sergipana de Esportes Athleticos) existiu por 15 anos, até em novembro de 1941, quando a entidade alterou o nome para Federação Sergipana de Desportos (FSD), passando a se especializar tão somente em uma modalidade esportiva.

Trinta e cinco anos depois, no dia 20 de Janeiro de 1976, após decisão de uma Assembléia Geral Extraordinária, a entidade passou a ter o nome atual e a gerir especificamente o futebol no estado de Sergipe: Federação Sergipana de Futebol (FSF).

FONTES: Wikipédia – Federação Sergipana de Futebol (FSF) – Annuario dos Desportos no Brasil – Correio da Manhã – O Jornal – O Paiz – Cadastro: Commercial, Industrial, Agrícola e Informativo do Estado de Sergipe (SE)

 
No início do século 20, foi criado o Campeonato Brasileiro de Seleções e a Seleção Mato-grossense teve sua primeira participação em 1928 e estreia aconteceu contra a Seleção Gaúcha, no Estádio das Laranjeiras, Rio de Janeiro. Confira a ficha técnica da histórica partida:
 
Mato Grosso 4 x 6 Rio Grande do Sul
Data: 11/11/1928
Local: Estádio das Laranjeiras (RJ)
Árbitro: Ary Amarante
Gols: Donald Ross (2), Luiz Carvalho (2), Nenê, Fagundes, Vicente (2), Felício e Elpídio
Mato Grosso: Honório, Chambalé, Bené, Agripino, Feliciano, Nélson, Elpídio, Felício, Chito, Vicentinho e Carmo.
Rio Grande do Sul: Lara, Grant, Luiz Luz, Poroto, Risada, Moreno, Floriano, Donald Ross, Joãozinho, Luiz Carvalho e Fagundes.
 
 
Fonte: Revista da Semana (RJ) e Arquivo Pessoal
 

FONTE: A Noite Supplemento

 

FONTE:  A Noite Supplemento

 

 

FONTE: Revista Vida Sportiva 

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

O Madureira fez uma curta excursão à Rio Branco (atual Estado de Roraima) para uma série de dois jogos. Na estreia venceu o Baré por 3 a 2. Depois foi à vez de enfrentar a Seleção de Roraima, da Federação Riobranquense de Desportos (FRD), onde fechou com chave de ouro, ao golear pelo placar de 4 a 0. O destaque ficou por conta do atacante Machado, autor de três gols. Apel fez o outro tento para o Tricolor Suburbano.

 

SELEÇÃO DO RIO BRANCO

0

X

4

MADUREIRA A.C. (RJ)

LOCAL: Estádio João Mineiro, em Boa Vista (RR)
CARÁTER: Amistoso Nacional
DATA: Quinta-feira, do dia 05 de Maio de 1955
RENDA: Cr$ 23.235,00
ÁRBITRO: Jaime Braga (Federação Metropolitana de Futebol)
CARTÃO VERMELHO: Moacyr (Madureira); Bebeto (Seleção de Roraima)
SEL. RIO BRANCO: Guilherme; Bonates (Sabá Pinheiro), Mão de Remo e Ribeiro; Chico Santos e Sabá Pinheiro (Toscano); Wanderley (Bebeto), Piranha (Dermário), Caveira (Salomão), Chico e Canhotinho (Sabarreto).
MADUREIRA: Danton; Jorge (Mário) e Darcy; Nilo (Apel), Bitum e Moacyr; 91, Zezinho, Machado, Tião e Deraldo (Osvaldo).
GOLS: Machado (Madureira), no 1º Tempo. Machado, duas vezes, e Apel (Madureira), no 2º Tempo

FONTE: Jornal O Átomo

 

Amistoso em 1975: Seleção Amapaense  1  x  1 Seleção Brasileira de Novos, no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques, na cidade de Macapá (AP). Na ocasião, foi  inaugurado  o sistema de iluminação do estádio. O gol amapaense foi assinalado por Trevisani.

FONTE:  Blog Porta-Retrato – Macapá/Amapá de outrora

 

FONTES: Estatuto da AMEA – Revista O Cruzeiro

 

 

Antecedentes

O Brasil em 1972 vivia sob o regime militar, liderado pelo então presidente Médici. No campo esportivo e, porque não, no campo político, a Seleção Brasileira, Tricampeã em 1970 era um motivo de orgulho para a nação.

Naquele ano de 72, o técnico Zagallo convocou a seleção canarinho para a Taça Independência, em comemoração aos 150 anos de emancipação do País.

Na convocação, Zagallo não chamou nenhum jogador do Rio Grande do Sul, quando era esperada a convocação do jogador do Grêmio, o tricampeão Everaldo e do centroavante Claudiomiro, que vivia uma grande fase no Internacional.

A discussão não era com relação aos jogadores de Rio e São Paulo, pois, sem sombra de dúvida, tinham o melhor futebol do país na época. A celeuma era no que condizia à convocação dos jogadores de Minas Gerais, que rivalizava com o Rio Grande do Sul como terceira força do futebol brasileiro.

Tal fato gerou algo inusitado: a união de gremistas e colorados contra a Confederação Brasileira de Desportos.

O presidente da Federação Gaúcha de Futebol na época, Rubens Hoffmeister, agiu nos bastidores de modo a realizar um amistoso contra a seleção brasileira antes da Taça Independência.

Após muitas conversas, o jogo foi marcado para 17 de junho de 1972 no Estádio Beira-Rio.

A Seleção Brasileira vinha com craques como Leão, Brito, Marco Antônio, Clodoaldo, Piazza, Rivellino, Jairzinho e Paulo César Cajú, liderados pelo técnico Zagallo.

Já a Seleção Gaúcha, contava com jogadores apenas da dupla Grenal, incluindo o uruguaio Ancheta, o chileno Figueroa e o argentino Oberti. O treinador era Aparício Viana e Silva, o Apa.

Polêmicas

Zagallo criticou a convocação dos jogadores apenas da dupla Gre-nal, pois queria que fossem chamados jogadores também dos outros clubes do Estado.

Chegou a dizer que era um combinado local e não uma legítima seleção estadual.

A crítica do velho lobo tinha como alvo João Saldanha, visto que Aparício tinha sido olheiro do treinador na seleção em 1969.

Jairzinho afirmou que teriam pedido o passaporte para os jogadores da seleção no aeroporto de Porto Alegre e temia pela violência dos jogadores gaúchos no amistoso, o que acirrou ainda mais o clima de guerra da partida.

A partida

O Beira-Rio estava lotado, naquele dia recebeu o maior público de sua história.

A seleção brasileira usara o seu tradicional uniforme com camisetas amarelas e calções azuis, enquanto a seleção gaucha utilizou uniforme branco, com detalhes nas cores da bandeira do Rio Grande do Sul.

Os torcedores estavam exaltados. Reza a lenda que até bandeiras do Brasil foram queimadas antes do início da partida, fato não confirmado pela imprensa local.

Entretanto, os dois times entraram em campo segurando uma grande bandeira brasileira.

Uma vaia grandiosa foi ouvida no estádio quando foi tocado o hino nacional.

O jogo terminou empatado em 3×3, sendo que a seleção gaúcha sempre esteve a frente no placar.

Quando o jogo terminou empatado, o treinador Zagallo correu e comemorou eufórico junto à comissão técnica.

Os gols do Brasil foram marcados por Jairzinho, Paulo César Cajú e Rivellino. Pela Seleção Gaúcha, marcaram Tovar, Carbone e Claudiomiro.

O Brasil jogou com Leão (Sérgio) – Zé Maria, Brito, Vantuir e Marco Antônio; Clodoaldo, Piazza e Rivelino; Jairzinho, Leivinha e Paulo César Caju.

Os gaúchos atuaram com Schneider, Espinosa, Figueroa, Ancheta e Everaldo; Carbone, Tovar e Torino; Valdomiro, Claudiomiro e Oberti (Mazinho).

Estádio: Beira-Rio, público: 106.554 pagantes.

 

Fontes: Jornal do Brasil, GloboEsporte, Wikipédia e Nilo Dias Repórter.  

 

De pé, da esquerda para a direita, o roupeiro Faustino, Bordão, Lambari, Chicão, Luia, ? , Ismar, Bilu, ? , e o treinador Braulio Blos. Agachados, na mesma ordem, o massagista Edo Schein, Flávio, Ivan, Auri, Paulo Schuh e Silvio.

No ano de 1978, a Federação Gaúcha de Futerbol convocou jogadores amadores, formando uma seleção, que disputou alguns jogos amistosos. O 15 de Campo Bom, além do treinador Braulio Blos, colaborou com os jogadores Luia, Ismar, Bilu, Ivan e Paulo Schuh. Também prestaram serviços o roupeiro Faustino e o massagista Edo Schein.

Esta seleção teve também jogadores do Riachuelo, de São Sebastião do Caí, Juventude, de Ibirubá, e do Juventus, de Encruzilhada do Sul.

Fonte: Clube 15 de Campo Bom.

 

Entre as décadas de 40 e 60, as seleções mato-grossense e goiana se enfrentaram diversas vezes, em jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro de Seleções. Segue abaixo a relação dos jogos:

 

DATA
LOCAL
09.11.1941
Goiás
2
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
08.11.1942
Mato Grosso
6
x
3
Goiás
São Paulo (SP)
19.09.1944
Goiás
7
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
22.09.1944
Goiás
3
x
1
Mato Grosso
São Paulo (SP)
29.09.1946
Mato Grosso
3
x
0
Goiás
Uberaba (MG)
06.10.1946
Goiás
1
x
1
Mato Grosso
Uberaba (MG)
08.01.1950
Mato Grosso
1
x
3
Goiás
Cuiabá (MT)
15.01.1950
Goiás
2
x
2
Mato Grosso
Goiânia (GO)
23.03.1952
Goiás
2
x
2
Mato Grosso
Goiânia (GO)
30.03.1952
Mato Grosso
2
x
1
Goiás
Cuiabá (MT)
31.01.1954
Mato Grosso
1
x
2
Goiás
Cuiabá (MT)
07.02.1954
Goiás
5
x
0
Mato Grosso
Goiânia (GO)
18.11.1956
Goiás
2
x
1
Mato Grosso
Goiânia (GO)
25.11.1956
Mato Grosso
2
x
2
Goiás
Cuiabá (MT)
12.08.1987
Mato Grosso
1
x
0
Goiás
Cuiabá (MT)
16.08.1987
Goiás
2
x
0
Mato Grosso
Goiânia (GO)

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso

 

Juntos, Clodo, Fried e Bartho, também atuaram pelo Club Athletico Paulistano e pelo São Paulo F.C. da Floresta.

Fonte: “A Gazeta”.

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Seleção Carioca Juvenil campeão Brasileiro de 1978

Em Pé (esquerda para a direita): Luís Cláudio, Vitor, Leandro, Luís Carlos, Miltão e Jorge Luís.

Agachados (esquerda para a direita): Gilcimar, Wescley, André, Gerson e Airton.

FONTE: Revista Placar

 

Seleção Paulista

Campeonato Brasileiro de Seleções de 1931 – São Paulo 6 x 4 Paraná

Partida realizada na data de 19 de julho de 1931, na Chácara da Floresta, em São Paulo.

Juiz: Virgilio Fredrighi, do Rio de Janeiro.

Gols: Luizinho (3), Heitor (2) e Siriri (São Paulo) e Gabardino (2) e Levorato (2) (Paraná)

São Paulo: Athié, Grané e Loschiavo. Milton, Goliardo e Munhoz. Luizinho, Heitor, Friedenreich, Feitiço e Siriri.

Paraná: Alberto, Anjelino e Borba. Andretta, Duia e Ross. Levorato, Vani, Gabardino, Emilio e Carnieri.

Fonte: A Gazeta

 

 

Um período romântico, sem as mordomias do futebol atual

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Mercado Livre

 

 

FONTE: O Malho

 

 

 

 

FONTE: O Malho 

 

 

FONTE:O Malho

 

FONTE: Diário do Acre 

 

FONTE: Diário do Acre 

 

FONTE: Diário do Acre 

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