Segue abaixo transcrição de um interessante artigo publicado no jornal “O Fluminense” de Niterói – RJ do dia 21 de outubro de 1980. Nele existem mais curiosidades sobre esta extinta equipe niteroiense, inclusive sobre suas cores:

 

“O Byron, campeão de Niterói em 1922, 1924, 1925 e 1928 nasceu com o nome de Tupy e sua fundação data de 21 de outubro de 1913, Os cruzmaltinos da velha guarda lembram hoje da passagem do 67º aniversário de um clube que começou com Valentim Velasco, auxiliado por Domingos Guerra, Cândido Gomes e Miguel Alonso. A primeira providência foi organizar um grupo que pagasse 4 mil réis mensais e na zona norte, sem lugar qualquer, fizeram um campo com balizas de taquaruçu com Domingos Guerra, que viera do Andarahy AC, funcionando como diretor de futebol.

O clube era chamado Tupy e as cores eram verde e amarela. Com a chegada de alguns ingleses da Europa para a Fábrica de tecidos da rua Dr. March, Miguel Alonso conseguiu logo a cooperação deles e o clube passou a ser chamado Byron em homenagem a Lord Byron. Suas cores passaram a ser verde e branco. Após vários jogos sem compromisso, o Byron fez seu primeiro amistoso contra o Combinado Parrocos, organizado pelo Capitão Vitorino e integrado por Cordovil, Negrinho e os irmãos Couto. O resultado foi 1×1, gols de Henrique para o Byron e Negrinho para o Combinado.

As cores atuais foram em homenagem à direção da Fábrica Manufatura e sua primeira diretoria era presidida pelo Capitão Vitorino Schlusktler e integrada por Valentim Velasco, Nercino de Sousa, Cândido Gomes, Miguel Alonso e Domingos Guerra. O seu atual presidente é Ibê Cabreira Salmada. O campo com arquibancada foi idéia de Valentim Velasco, e para esse trabalho foi organizada a seguinte comissão: Roberto Santos, Mário Tinoco e Cândido Martins Gomes Em 21 de outubro de 1918 era inauguradas as arquibancadas com o jogo Botafogo 4×2 Byron.

O seu 1º título na 1ª Divisão foi em 1922 com Gonzaga, Coelho, Tesoura, João, Tesourão, Marcelino, Vabo, Carango, Gorró, Antenor Neto, Jorge, Laurinho e Albertinho. Já então, o Byron tinha até ode, feita com a melodia da canção do soldado paulista. A letra começava assim: O Byron, na luta ingente / É denodado, forte, valente / Não teme ao adversário / Qualquer surpresa que o desalenta / Nos prélios que toma parte / Leva a vitória sem desempate / Ainda mesmo que necessário / Se torne as vezes, vigor e arte. E a ode segue mais com duas estrofes publicadas em junho de 1919 quando seu 3º time foi campeão da cidade com Thomas, Coelho, Lucio, Hermogenio, Jeronimo, Sergio, Miguel, Gorró, Pedro, Lauro e Jorge. Depois dos títulos de 24 e 25, foi campeão em 28 com China, Lauro, Gudão, Djalma, Guarani, Luizinho, Vabo, Carango, Russo, Zacarias e China II. No 2º time foi campeão em 24, 23 e 27 e no 3º time de 19, 22 e 24.

Vários craques vestiram a camisa do Byron os longo dos 67 anos de sua existência.No início até 30 os destaques foram os que citamos acima e levantaram todos os títulos do clube. De 30 em diante, apesar de não ter sido campeão os destaques maiores foram o centro-médio Dequinha e os meias Didi e Zizinho, sendo que Zizinho saiu das fileiras cruzmaltinas para o Flamengo em novembro de 39, em noite chuvosa, veio a Niterói com Yustrich, Nilton, Caxambu e outros e venceu o Byron por 2×1 para pagar o passe do Mestre. O médio Doca não quis ficar no Rio e Didi estava no Flu quando foi para o Flamengo.”

 

Em pé, da esquerda para a direita: Cláudio Deodato, Roberto Dias, Benê, Edson Cegonha, Jurandir e Picasso.

Agachados, na mesma ordem: Miruca, Terto, Babá, Nenê e Paraná.

No dia 24 de agosto de 1969, há 49 anos atrás, o São Paulo Futebol Clube venceu o espanhol Real Madrid e conquistou o Troféu Colombino, tradicional competição europeia de pré-temporada, com gols de Bené e Babá.

Entretanto, o mais curioso foi, que nessa partida, o São Paulo atuou com um uniforme todo azul, emprestado por um time local.

O torneio começou um dia antes, 23 de agosto, em Huelva, na Espanha. Na estréia (semifinal), o São Paulo venceu o Las Palmas por 3 a 2, com gols de Zé Roberto, Babá e Nelsinho.

A decisão, na noite seguinte, se deu contra o time da capital espanhola, que na rodada inicial superou o Anderlecht , da Bélgica, por 2 a 1.

O Tricolor entrou em campo todo de azul. Ainda que se diga que foi uma homenagem ao Recreativo do Huelva, anfitrião do evento e clube de futebol mais antigo da Espanha, o mais provável é que o São Paulo tenha atuado assim por ausência do segundo uniforme do clube, o listado, visto que enfrentaria o Real Madrid, tradicionalmente de vestes brancas.

O jogo começou favorável aos adversários. Logo aos sete minutos da etapa inicial, o árbitro marcou um pênalti contra os são-paulinos. Gento mandou para as redes e abriu  o placar. O Tricolor não esmoreceu e partiu para o ataque, pressionando os espanhóis. O resultado chegou ainda no primeiro tempo, aos 32 minutos: rebatida da zaga e a bola sobrou para Benê, de fora da área, pegar o rebote e chutar forte e rasteiro para o gol, empatando o jogo.

Nos 45 minutos finais só deu São Paulo. Aos 15 minutos, Paraná foi derrubado na grande área, em lance semelhante ao pênalti marcado no primeiro tempo, mas o juiz, dessa vez, nada anotou. Apesar de todas as investidas são-paulinas, o tento da virada só aconteceu aos 41 minutos. Paraná, pela esquerda, cruzou para a área e Babá, que já havia perdido duas grandes oportunidades, cabeceou certeiro para o fundo do gol.

Nos acréscimos, o Tricolor ainda marcou o terceiro gol, com Téia, mas o árbitro havia “encerrado” o jogo momentos antes.

Não importava o resultado, o São Paulo FC sagrou-se campeão do Troféu Colombino e recebeu um magnífico e famoso troféu “A Caravela de Colombo”.

São Paulo FC 2 x 1 Real Madrid

Data: 24 de agosto de 1969.

Troféu Colombino 1969

Local: Huelva (Espanha), Estádio Huelva

Público – 25.000 pagantes

Árbitro: Ortiz de Mendibil (Espanha)

SPFC: Picasso; Cláudio Deodato, Jurandir, Roberto Dias e Édson Cegonha (Tenente); Nenê e Benê; Miruca, Nelsinho, Babá (Téia) e Paraná. Técnico: Diede Lameiro

Gols: Benê (32 do 1º) e Babá (41 do 2º) (SPFC) e Francisco Gento (7 do 1º) (RM)
Real Madrid: Antonio Betancort; Antonio Calpe (Gregório Benito), Pedro De Felipe e Manuel Sanchís; Sánchez Pirri (José Luis) e Ignacio Zoco; Fleitas, Amancio Varela, Ramón Grosso, Manuel Velázquez e Francisco Gento. Técnico: Miguel Muñoz Mozún

 

Fonte: site do São Paulo Futebol Clube

 

A Coligação Esportiva de Alagoas (CEA) foi fundada no dia 14 de março de 1927 e teve como seu primeiro presidente Otacílio Maia. Os clubes fundadores foram CSA. CRB. Vera Cruz. Tiradentes. Flamengo. Uruguai e Barroso.

Para a realização do primeiro campeonato oficial foram realizadas várias reuniões com os clubes interessados em discutir a organização de estatutos, tabelas e regulamentos. Ficou acertado que antes do campeonato teria um Torneio Início programado para o dis 17 de abril de 1927. Também ficou acertado que o campeonato teria seu início no dia 24 e o termino no dia 16 de outubro. O torneio Início foi realizado e o CSA foi o campeão. O clube recebeu o Troféu Mauricio & Cia., confeccionada no Rio de Janeiro.

Para o campeonato a CEA oficializou os campos da Pajuçara e Mutange para a realização dos jogos. Mas, as coisas não começaram bem. Mudaram a data do início, alteraram a tabela e os dirigentes não se entendiam. Logo no primeiro jogo, no dia 24 de abril, o jogo Barroso 2 x Uruguai 1, não terminou bem. O goleiro do Barroso deu em soco em um atacante do Uruguai e os jogadores brigaram com a intervenção da polícia. O campeonato estava programado para dois turnos. Depois de alguns jogos, muitos foram, fiaram desinteressados e abandonaram a competição. Por isso, o campeonato teve somente um turno. No último jogo, O CRB venceu o CSA por 2×0 e conquistou o primeiro título de campeão alagoano.

Ainda nesse ano de 1927, o presidente Otacílio Maia procurou entrar em entendimento com a Confederação Brasileira de Desportos, afim de filiar nossa entidade para disputar o campeonato brasileiro de seleções. O senhor Luiz Costa Filho, representante da CEA, no Rio de Janeiro, tratou de toda documentação para filiação da entidade. Aceita nossa inscrição, a CEA tratou de convocar os atletas que iriam defender Alagoas no campeonato brasileiro. Foram chamados os seguintes jogadores: Zébino. Xaxéo. Moacir. Marãozinho. Eraldo. Claudionor. Cavendisch. Odulfo. Onofre. Sergipe. Jacaré. Mimi. Geraldo. Artur Reis. Tininho. Ricardo. Mendes. Luiz. Gouveia. Paulo. Bráulio e Viana. A CBD programou para o dia 16 de outubro em São Januário, no Rio de Janeiro. O adversário dos alagoanos seria os paraenses. Como apoio do Governador Costa Rêgo, a delegação embarcou, no dia 5 de outubro, no navio Itaquatiá. No jogo, derrota para o Pará por 12 a 2.

Fonte: Arquivos de Lauthenay Perdigão

 

Parnahyba Sport Club é uma agremiação da cidade de Parnaíba (PI). A sua Sede fica localizada na Rua du Marechal Pires Ferreira, nº 634, no Bairro de Nossa Senhora de Fátima, na Parnaíba. O “Tubarão do Litoral” foi Fundado no dia 1º de Maio de 1913, por José de Moraes Correia, Ozias de Moraes Correia, Colibri Alves, Oton Ramos, Hilton Lopes, José Leite e Mário Reis.

É o clube mais antigo do estado, e participa do campeonato estadual desde 1916, quando o mesmo foi instituído pela Liga Sportiva Parnahybana. Com a criação da Federação Piauiense de Futebol, em 1941, ficou fora do estadual, retornando somente em 1968. O Parnahyba detém os recordes de público e renda nos Campeonatos Piauienses de 20042005 e 2006.


Estádio Petrônio Portela

Considerado o berço do futebol parnaibano, a história do estádio Petrônio Portela se confunde com a história do Parnahyba. Construído na década de 1920, pela Casa Inglesa, foi batizado originalmente por Estádio Internacional. Seu estilo arquitetônico semelhante aos estádio ingleses da época, único no Brasil, era símbolo do glamour das disputas do Campeonato Parnahybano no século passado.

Com o fechamento da Casa Inglesa, o estádio é colocado à venda, sendo comprado pelo Governo do Estado do Piauí, na pessoa do então-governador parnaibano Alberto Silva, sendo, em 1973, doado ao Parnahyba Sport Club.

Após as construções do estádio Municipal Mão Santa (atualmente Estádio Municipal Pedro Alelaf), o Parnahyba deixa, definitivamente, de mandar seus jogos do Petrônio Portela, que, “esquecido” começa a sofrer aos danos provocados pelo tempo e a falta de manutenção.

Restando apenas as ruínas da estrutura original, a diretoria do Parnahyba resolve, em 2008, iniciar uma grande reforma de restauração e ampliação no estádio, transformando-o no Centro de Treinamentos da equipe profissional e das categorias de base. As primeiras etapas, que consistiam na recuperação da estrutura administrativa já foram contempladas.

Títulos
Estaduais
Campeonato Piauiense: 13 (Incluindo era amadora e profissional)
1916, 1919, 1924, 1925, 1927, 1929, 1930, 1940, 2004, 2005, 2006, 2012 e 2013.
Taça Estado do Piauí: 2004 e 2012.
Taça Gov. Alberto Silva: 1988.
Outras Conquistas

Campeonato Parnaibano:
1941– 1942 – 1944 – 1945 – 1946 – 1954 – 1961 – 1965- 1967.

 

Curiosidades
- Campeão do Centenário do Futebol Piauiense, título simbólico alusivo aos 100 anos do futebol no Piauí, completos em 2005;

- Clube Piauiense mais antigo em atividade;

- Único tricampeão estadual do interior 2004/05/06;

- Primeiro campeão “arrastão” (sem precisar de final, vencendo 1º e 2º turnos do estadual) 2004.

 

HINO – Parnahyba Sport Club

 

Letra do Hino

Composto originalmente por R.Petit, o hino do clube transformou-se anos mais tarde no hino oficial da Cidade de Parnaíba, desde então o Hino do Parnahyba Sport Club vem fazendo parte de todas as cerimônias oficiais tanto do clube quanto da cidade.
“Ó Parnaíba,

Teu nome exprime

Em nosso peito

Ardor sublime

Que nos inspira a repetir a doce escala

Da voz do rio que te envolve que te embala


Teus filhos bravos

No embate rudo

Fazem do peito

Um bronzeo escudo


ESTRIBILHO - E quem da luta

Todo ardor não liba

Ao som do brado:

Salve ó Parnaíba

 

Possues o brilho

Da paz bendita

Que sobre nós

Fulge e palpita

 

Ao sopro forte do Nordeste a vida canta

Nessa oficina de labor que nos encanta


Do nosso esforço

Vem a surgir

A glória excelsa

Em teu porvir

 

ESTRIBILHO

A doce sombra

Da paz suprema

Progredir sempre

É o nosso lema


Onde a bravura destemida enfim assome,

Nos lembra o rio que te deu tão grande nome


Teus filhos bravos

No embate rudo

Fazem do peito

Um bronzeo escudo

 

ESTRIBILHO - E quem da luta

Todo ardor não liba

Ao som do brado:

Salve ó Parnaíba

 

Possues o brilho

Da paz bendita

Que sobre nós

Fulge e palpita”

 

 

FONTES: Site do clube – Blog Relíquias do Futebol - Acervo Severino Filho - Arquivo Nirez - Jornal São Luís (MA) 

 

O International Athletic Club foi uma agremiação da cidade de Parnaíba (PI). Fundado no dia 07 de Janeiro de 1917, por Septimus Clark, da secular Casa Inglesa, antiga proprietária do campo do International, hoje Centro de Treinamento Petrônio Portella de propriedade do Parnahyba, por doação do estado ao clube. O 1º nome da equipe: O Camisa Vermelha.

A cidade de Parnaíba teve a honra de ser o berço do futebol do Estado, através da Casa Inglesa e da Companhia de Navegação Booth-Line, duas instituições comerciais da cidade, e ambas com sede em Liverpool, Inglaterra.

José de Moraes Correia e Septimus Clark, então envolvidos pela beleza e popularidade do maior clássico do mundo na época (Everton Football Club e Liverpool Football Club), decidiram fundar duas agremiações: a primeira, o Parnahyba Sport Club, com as cores do Everton, The Blues, a segunda, o International Athletic Club, com as cores do Liverpool, The Reds. Assim nasceram as duas primeiras equipes do futebol piauiense, sobretudo o Tubarão do Litoral.

Sob a presidência de Samuel Bompet, o International disputou o Campeonato Piauiense de Futebol entre 1917 e 1940, pela Liga de Parnaíba. Ao longo desses 23 anos, o clube conquistou três estaduais: 1921, 1926 e 1928. Apesar da escassez das informações o International Athletic Club existiu até a década de 40, quando se retirou dos gramados para nunca mais voltar.

FONTES: Blog do Jonys – Wikipédia – Futebol Piauiense WordPress – Arquivo Nirez 

 

Foi convocada pelo então presidente do Internacional F.C., o Sr. Tácito Eliot Tavares, uma reunião entre dirigentes, jornalistas e admiradores do futebol para criar a Liga Campista de Football, a data escolhida foi 13 de setembro de 1913 e se fizeram representar na assembléia, GoytacazAliançaRio BrancoInternacionalXV de NovembroLacerda SobrinhoLuso Brasileiro e Campos Atlético.

Após as discussões dos assuntos em pauta, foram escolhidos os Srs. Múcio da Paixão, Aldo Muylaert e Alcides Caneca para a comissão que estudaria o estatuto da entidade que estava sendo fundada. Foi escolhido Múcio da Paixão como o primeiro presidente, mas este renunciou ao seu mandato quase no fim do ano de 1914, devido principalmente ao desgaste que teve com alguns jogadores de prestígio na cidade e que depois desse episódio originaria um dos grandes clubes de Campos e do Estado, o Americano Futebol Clube.

Na Liga assumiria o então vice-presidente e jornalista Júlio Nogueira, que também ficaria marcado na história como o primeiro profissional da imprensa a dirigir uma equipe de futebol. No decorrer dos anos houve muitas brigas, mudanças e diversas cisões, o que fez com que aparecessem entidades paralelas nas organizações dos eventos esportivos na cidade, como a Associação Campista de Esportes Terrestres (ACET)Associação Campista de Esportes Atléticos (ACEA), que contava com GoytacazAtlético, Fla-Flu e Itatiaia), que depois se uniriam novamente a LCF (composta por Americano, Campos, Luso Brasileiro e Leopoldina) e formaria a Liga Campista de Desportos (LCD), que durante anos promoveu o campeonato campista de futebol profissional e se fez representar com a seleção campista em outras competições.

O maior orgulho da Liga é que além de possuir sede própria, é junto com a de Niterói as únicas do Estado a ter campeonatos de profissionais. Atualmente somente a LCD mantém suas atividades, promovendo inúmeros campeonatos e torneios de futebol amador. A LCD também promoveu a Taça Cidade de Campos, realizada a partir de 1969 para suprir um intervalo de datas após o fim de cada temporada do campeonato principal e era disputada pelos primeiros colocados do campeonato campista do ano anterior, não tendo um número fixo de times na disputa, variando de ano a ano e teve como primeiro campeão o Americano, seguido de Goytacaz em 1970, novamente o Americano nos dois anos seguintes, Rio Branco em 73, Cambaíba em 74, Sapucaia em 75 e Goytacaz em 76 e Rio Branco em 77, último ano em que os principais clubes campistas disputaram esta competição, já que se envolveriam em competições promovidas pela federação do recém-criado Estado do Rio de Janeiro, mas continuaria sendo disputada por times amadores.

O campeonato campista começou a ser disputado em 1914 e teve o Goytacaz como o primeiro campeão e teve a sua última edição em 1977, quando, por falta de datas, Americano e Goytacaz dividiram o título, foi no ano seguinte que deixaria de ser disputado, devido à fusão dos estados do Rio e da Guanabara.

Foram presidentes da Liga os senhores: Múcio da Paixão, Julio Nogueira, João Muylaert, Antônio Faria, Domingos Guimarães, Edmundo Chagas (1922/23), Ari Leôncio da Silva, Constantino Escocard (1925/26), Nelson Martins, Antônio Pereira Amares, Mário Veloso de Carvalho, Ilídio Rocha, Evandro Monteiro, José Alves Dias, Mário Pinheiro Mota, Osvaldo Cunha, João Pires Damasceno, Raul Abot Escocard (1954), Sílvio Araújo, Bento Faria da Paz, Edmundo Vaz de Araújo , Dr. Gentil Gomes, Jaime M. Faria, Amílcar Monteiro, Salim Nagem, Roberto D’Afonseca, Amílcar Monteiro, Danilo Knifis , Josélio Rocha, Geraldo Silva, Rubens da Mota Vilar e Edson Anomal Pereira, sendo presidente por vários mandatos, inclusive o atual.

FONTES: Blog Futebol Campista – Careta (RJ)

 

 

FONTES: Gazeta Suburbana – O Paiz – Careta

 

Foto de 1928

Fonte: http://blogarcosta.blogspot.com

 

O Perynas Atlético Clube foi uma agremiação da cidade de Cabo Frio (RJ). Fundado por funcionários da Companhia Salinas Perynas, a sua Sede e o campo ficavam localizados na Estrada Perynas, s/n, no Bairro de Perinas, em Cabo Frio.

Infelizmente, há poucas informações sobre essa equipe. O que sabemos é que foi vice-campeão do Torneio Início de Cabo Frio de 1961. Diante dessa escassez todos os novos dados coletados podem gerar enormes surpresas.

A última novidade foi uma foto dos anos 60, obtida pelo José Francisco de Moura, ‘Profº Chicão, onde é possível ver um escudo, cores e uniforme diferente. As mudanças são radicais, uma vez que na primeira publicação as cores eram vermelha, branca e azul, e nessa está alvinegra. Apesar das lacunas, vale a pena deixar o registro.  A explicação para a mudança das cores foi uma homenagem aos grandes clubes do país naquela época: Santos, do Pelé e o Botafogo, de Mané Garrincha!

FONTE: José Francisco de Moura, ‘Profº Chicão

 

O Sport Lagoa Seca é uma agremiação do Município de Lagoa Seca, localizado na Região Metropolitana de Campina Grande, estado da Paraíba. Sua população em 2016 foi estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 27.398 habitantes, distribuídos em 109 km² de área.

O “Carneiro da Borborema” foi Fundado em 2007 (se profissionalizando em 2010), com o nome de Sport Club Campina Grande cidade de Campina Grande. A decisão de alterar o nome e mudar de cidade aconteceu no último sábado, do dia 28 de julho de 2018.

A diretoria do clube que participará do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão desse ano, justificou as mudanças por conta de uma parceria fechada com a prefeitura de Lagoa Seca.

Além de carregar o nome da cidade vizinha de Campina Grande, o time terá como missão formar as crianças e adolescentes do município através do trabalho com o esporte. Segundo a diretoria do clube através da presidenta Khésia Suille, um centro de treinamento já está sendo construído. Khésia também relatou que o desejo de mudança é antigo.

Nosso estabelecimento na cidade de Lagoa Seca já era um desejo antigo, mas que só veio se concretizar na atual gestão municipal. O Prefeito Fábio Ramalho nos abriu as portas da cidade e tem nos dado total apoio, sabendo que essa parceria irá gerar emprego e renda para o município“, afirmou a presidente do clube, Khésia Suille.

O time terá uma sede fixa na cidade além do CT. Com a mudança o time que vai participar da Segundona do Paraibano deverá mandar seus jogos no Estádio Municipal Francisco Luiz de Seca, mais conhecido como O Titão.

Lagoa Seca terá, pela primeira vez, um clube profissional que representará a cidade na competição estadual. O elenco profissional contará com jogadores locais e deve iniciar os trabalhos visando o campeonato no próximo mês de agosto.

Breve histórico

A equipe começou como uma escolinha de futebol, atuando nas categorias sub-15, sub-17 e sub-21, tornando-se um clube profissional no ano de 2010. Seu primeiro jogo como equipe profissional foi em 27 de maio de 2012 contra o Treze, que venceu por 2 a 0. Em jogos oficiais, o debut foi em julho do mesmo ano, contra a Desportiva Guarabira, que aplicou 6 a 1 na primeira rodada do Campeonato Paraibano de Futebol.

Em 2014, teve sua primeira participação no Estadual da 1ª Divisão, como equipe convidada, juntamente com a Queimadense, para substituir Esporte e Nacional de Patos, que desistiram. Foi rebaixado, com apenas um empate e 13 derrotas, tendo o segundo pior ataque da competição (10 gols), ficando na frente apenas da Queimadense, que marcou um gol a menos.

Sofreu a maior goleada do campeonato ao perder para o CSP por 9 a 0. Seu único ponto foi conquistado em um empate de 0 a 0 contra a Queimadense na 1ª rodada. Durante a campanha, o Sport recebeu 150 mil reais de patrocínio da Prefeitura de Campina Grande.

Em 2016, a equipe firmou uma parceria com o Corinthians USA para jogar o Campeonato Paraibano da Segunda Divisão. O clube também aproveitou jogadores da equipe sub-19 do Treze. Em 18 de setembro, o Carneiro da Serra conquistou a primeira vitória de sua história ao derrotar o Serrano por 1 a 0, no Estádio Presidente Vargas, com gol marcado pelo atacante Júlio.

Terminou a primeira fase do seu grupo, o Grupo do Agreste, como 2º colocado, estando à frente do Lucena e atrás do Serrano, garantido portanto sua classificação para as Quartas. Foi eliminado pelo Nacional de Patos, empatando sem gols em casa na partida de ida, e perdendo na volta por 4 a 1.

Em 2017, a competição contou com a participação de 10 equipes, divididas em três grupos (Litoral, Agreste e Sertão). O Sport Club Campina Grande ficou no Grupo Agreste, juntamente com Perilima e Picuiense. No final, o clube terminou na liderança com 10 pontos (quatro jogos, com três vitórias e um empate; marcando nove gols, sofrendo dois, saldo de sete).

Nas Quartas de Final, no jogo de ida, o Carneiro da Serra arrancou um empate em 1 a 1, fora de casa, diante do Spartax. No jogo da volta, o Sport goleou por 3 a 0, avançando para a fase seguinte. Contudo, na Semifinal, o Sport perdeu, em casa, para a Desportiva Guarabira por 2 a 1. No jogo da volta, nova derrota por 3 a 0, dando adeus ao sonho do acesso.

 

FONTES: Wikipédia – GloboEsporte.com – Página do clube no Facebook – Homero Queiroga

 

O Esporte Clube Nova Cidade é uma agremiação da cidade de Nilópolis, localizado na Baixada Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. A sua Sede e o Estádio Joaquim de Almeida Flores (Capacidade para 5 mil pessoas),  ficam situados na Rua Arnaldo Tavares, nº 262, no Bairro Nova Cidade, em Nilópolis.

O “Gigante da Baixada” foi Fundado no domingo, do dia 10 de Setembro de 1939, pelos desportistas Joaquim de Almeida Flores e seus filhos Lauro de Almeida Flores, Paulo de Almeida Flores e Mauro de Almeida Flores, além dos amigos Sebastião Luiz Trindade, Luiz Maria de Aguillar, Wilson Palha de Castro, João Palha de Castro, Lourival Palha de Castro, Hugo Maurício Barbosa, Ernesto Cardoso, Fernando Rodegheri, Donizetti de Oliveira, Balduíno Francisco Cesar, Waldemar Arcas, João Batista Pinto, Geraldo Pedro da Silva, Genésio de Souza Barros e Jacinto Gomes Coelho.

Foi fundado oficialmente com a participação da família Palha de Castro, o clube teve sua primeira sede, provisória, instalada no escritório de Genésio de Souza Barros. No mesmo ano, ao custo de CR$ 60.000,00, foram adquiridos a Lincoln Rodrigues, 24 lotes de terrenos para a construção do seu estádio.

A sua 1ª diretoria foi constituída pelos seguintes membros:

Presidente - Oscar Fonseca Monteiro Júnior;

1º Secretário - Waldemar Areas;

2º Secretário - Edelfrido Antonio da Silva;

Tesoureiro - João Palha de Castro;

Diretor de esporte - Daniel da Costa Trindade.

Seu estádio é inaugurado em 1941, ano em que obtém a quarta colocação no campeonato da Liga Iguaçuana de Desportos. Em 1943, fica com o vice-campeonato do torneio.

Durante esses primeiros anos os melhoramentos do estádio apesar de tímidos foram constantes. No ano de 1949, disputando do primeiro campeonato da Liga Nilopolitana de Desportos, sagra-se campeão.

Nas duas primeiras décadas, começou a participar de grandes competições de futebol do Estado, conquistando vitórias importantes. Nesse período foi construído o estádio Joaquim de Almeida Flores, cercado por muro de aproximadamente cinco metros de altura, com vestiários, sala de administração e torres de iluminação.

No final dos anos 70 o clube entrou em decadência, pois muitos sócios deixaram de pagar mensalidades, as escolinhas de futebol foram sendo desativadas e os eventos sociais acabaram.

Somente na década de 80 é que o Nova Cidade voltou ao cenário do futebol com a grande colaboração do Dr. Jacob Sessim que fez uma reforma total no estádio e dos desportistas Julio Lourenço e Paulo Sérgio Fernandes que oficializaram a profissionalização do clube na Confederação Brasileira de Futebol, em maio de 1983.

Nesse ano, o clube participou pela primeira vez do Campeonato da 3ª Divisão de Profissionais da FERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), ficando em último em sua chave, a “B” e não se classificando à fase final, atrás de Nacional Foot-Ball Club, Tupy Sport Club, União Esportiva Coelho da Rocha, Esporte Clube Miguel Couto, Tomazinho Futebol Clube e Heliópolis Atlético Clube. O Nacional e a Associação Atlética Cabofriense foram os promovidos à 2ª Divisão.

Em 1984, o Nova Cidade se licenciou das disputas de caráter profissional e amadoras. No ano de 1985, conquistou o Campeonato Estadual de Juniores da 3ª Divisão. Na categoria profissional não chegou à fase final ao ficar apenas em quarto em sua chave, atrás de Tomazinho Futebol Clube, Central Sport Club e Heliópolis Atlético Clube. E à frente de Associação Atlética Volantes e União Esportiva Coelho da Rocha. Foram promovidos Porto Alegre e Central.

Em 1986, começa a escalada do clube de Nilópolis rumo à elite estadual. Após um mau começo de primeira fase em ficou em quarto e último em sua chave, atrás de Associação Atlética Volantes, Tomazinho Futebol Clube e União Esportiva Coelho da Rocha, o Nova Cidade se classificou para a fase final e se classificou na segunda posição, atrás somente do Tomazinho Futebol Clube, e à frente de Associação Atlética Volantes, União Esportiva Coelho da Rocha, Olympico Futebol Clube, Associação Esportiva XV de Novembro, Tamoio Futebol Clube e Cruzeiro Futebol Clube. O Nova Cidade, portanto, se sagrou vice-campeão da 3ª Divisão e obteve o acesso à 2ª Divisão.

Em 1988, após dois turnos disputados na 2ª Divisão, ficou em segundo lugar, atrás apenas do Campo Grande Atlético Clube, e à frente de Olaria Atlético Clube, Central Sport Club, Paduano Esporte Clube, Serrano Foot Ball Club, Mesquita Futebol Clube, Rubro Atlético Clube, Associação Atlética Portuguesa, Esporte Clube Miguel Couto, Bonsucesso Futebol Clube, Madureira Esporte Clube e Tomazinho Futebol Clube.

Na decisão do segundo turno, bateu o Campo Grande por 4 a 1 e se classificou para a fase final diante de Campo Grande, Olaria e São Cristóvão. Ao fim do quadrangular, ficou em primeiro, sucedido por Campo Grande Atlético Clube, Olaria Atlético Clube e São Cristóvão de Futebol e Regatas, conquistando assim de forma inédita o Campeonato da 2ª Divisão e alcançando o acesso à 1ª Divisão, na qual permaneceu nos anos de 1989 e 1990, sendo neste ano rebaixado à 2ª Divisão. Nos anos de 1991 e 1992 participou do Campeonato da 2ª Divisão.

Em 1992, descobriu o atleta Serginho, que com atuações destacadas no time, conquistou uma carreira brilhante passando pelo Itaperuna Esporte Clube, Bahia, CR Flamengo, Cruzeiro Esporte Clube, São Paulo Futebol Clube e na Itália jogando pelo Milan.

O Nova Cidade, de 1993 até os dias atuais, vive em extremas dificuldades, pois os sócios deixaram de pagar mensalidades e o clube só sobrevive graças aos dirigentes que o mantém atualizado perante a legislação esportiva, alternando sua participação, ora na 3ª Divisão, ora se licenciando da competição.

É presidido pelo ex-jogador do clube, Sinésio Benedetti Chagas que, por sua vez, é filho do falecido presidente Gélson Chagas, à época em que o clube estava na Primeira Divisão.

Em 2010, o clube retornou ao profissionalismo e participou da Terceira Divisão de Profissionais do estado do Rio de Janeiro, não chegando à segunda fase do certame.

Em 2015, o Nova Cidade confirmou a presença no Campeonato Carioca da Serie C, que foi composto por 15 equipes.  O Gigante da Baixada ficou apenas da 11° colocação, com 12 pontos, em 14 jogos. Conquista de maneira invicta a Taça Cidade de Nova Iguaçu, categoria sub 20, ao bater o Boavista Sport Club na final. Em 2016, o Nova Cidade jogou novamente o Campeonato Carioca Série C, disputados por 14 agremiações. O time nilopolitano, melhorou na Classificação Geral, foi o 8° colocado, com 16 pontos, em 13 jogos.

Em 2017, A FERJ lançou um nova nomenclatura para Terceira Divisão do Rio de Janeiro, a chamada Série B2. Na estreia, o Nova Cidade, comandado por Carlos Alberto Sotelho de Souza, recebeu em casa com o Bela Vista F.C, nos seus domínios.

Foi a volta da torcida ao Joaquinzão, foram mais de um década sem receber público no estádio. Porém o resultado não foi o dos melhores, a equipe tomou o empate nos minutos finais da partida, e o jogo acabou com o empate no placar, 1 a 1.

No fim do campeonato, o Nova Cidade ficou com a sexta colocação, com 17 pontos, em 11 jogos. O Gigante da Baixada ficou com mesmo números de pontos do quinto colocado, Rio de Janeiro/Maricá F.C e do quarto, Rio São Paulo, mas com uma vitória a menos.

 

FONTES: Wikipédia – A Manhã

 

O Standard Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 10 de Março de 1927, por funcionários da Standard Oil Company of Brazil.

No Brasil, a marca Esso também está presente e foi adquirida pelo Cosan. A empresa veio para o país em 17 de janeiro de 1912, com a autorização do presidente Hermes da Fonseca (governou entre 15 de novembro de 1910 a 15 de novembro de 1914), para instalar-se no país. Na época, veio sob o nome Standard Oil Company of Brazil, distribuindo gasolina e querosene, vendidos em tambores e latas.

A sua Sede administrativa ficava localizado no Edifício Standard, na Avenida Presidente Wilson, nº 118 / 2º andar, no Centro do Rio. O nº de Telefone era: 22-2100. O clube Tricolor possuía as seguintes cores: azul, branca e vermelha.

No mesmo ano da sua fundação (1927), o Standard se filiou na Federação Athletica Bancária e Alto Commercio (FABAC). No mesmo ano foi o campeão do Campeonato de Football. Depois se desligou da FABAC, retornando para a mesma em 1933. O grande momento aconteceu ao faturar o Tricampeão, em 1934, 1935 e 1936.

O Standard Football Club ajudou a Fundar na quinta-feira, do dia 17 de Junho de 1937, a Liga Commercial e Industrial de Football (LCIF). Ainda em 1937, o clube participou do III Torneio Aberto de Football do Rio de Janeiro, organizado pela Liga Carioca de Football (LCF).

No domingo, dia 18 de Abril de 1937, enfrentou o Sport Club Ideal, do Bairro de Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio, às 1530min, no Estádio das Laranjeiras (propriedade do Fluminense Football Club).

A partida teve arbitragem de Carlos Milistein (LCF). Porém, o Standard acabou sendo derrotado por 5 a 3, resultando na sua eliminação precoce no Torneio na esfera profissional.

Time de 1934: Perini; Braga e Dimas; Ézio, Sá Filho (Rodrigues) e Vivi (Gallo); Nelson, Neneco (Nenas), M. Guedes (Aguiar), Agenor e Cavalleiro.

Time de 1935: Perini; Ézio e Waldemar; Lobo, Sá Filho e Carlos; Nelson, Neneco, Jaburu, Agenor e Capixaba. Reservas: Malhado, Ary, Braga, Queiroz, Gallo, Cavalleiro, Zé Maria e Rodrigues.

 

FONTES: Wikipédia – A Noite – Diário da Noite – Diário de Notícias – Gazeta de Notícias – Jornal dos Sports – O Fluminense – O Jornal

 

O Sport Club União dos Servidores Municipais (SCUSM) foi uma agremiação da cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Alviverde foi Fundado no sábado, do dia 21 de Setembro de 1957. A sua Sede estava localizada na Avenida XV de Novembro, nº 621, no Bairro do Caju, na cidade de Campos dos Goytacazes.

No mesmo ano em que foi fundado, se filiou a Liga Campista de Desportos (LCD). O título mais importante na história do SCUSM aconteceu no ano de 1960, quando faturou o título de Campeão dos Campeões Campista.

 

FONTE: Leonardo Silva, Secretário da LCD

 

A Associação Grêmio Sorriso é uma agremiação da cidade de Sorriso (MT). Fundado na sexta-feira, do dia 05 de Julho de 1991. A sua Sede está localizada na Avenida Tancredo Neves, nº 125, no Centro de Sorriso.

Em 2017, o clube fez uma mudança radical, trocando o escudo e o uniforme similar ao Grêmio de Football Portoalegrense por um distintivo inspirado no Grêmio Prudente, que depois virou Barueri.

FONTES: Federação Matogrossense de Futebol – Agromave Insumos Agrícola

 

FONTES: A Gazeta (SP) – Celso Franco

 

FONTE: O Radical (RJ)

 

O Oceano Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alviceleste foi Fundado no dia 31 de Dezembro de 1920. A 1ª Sede ficava na Rua Vinte de Novembro, que depois mudou o nome para Rua Visconde de Pirajá, em Ipanema. Em 1923, o clube contava com 285 associados.

Após um período fechado, um grupo de abnegados reabriram o Oceano Football Club, na sexta-feira, dia 26 de Maio de 1933. Foi criado uma junta governista composta por: Hausto Bellini (presidente), Venâncio José (tesoureiro), Alberto da Silva (secretário geral). A nova sede ficava no prédio da Rua Barão da Torre, nº 109, em Ipanema.

No ano seguinte, se instalou na Rua Visconde de Pirajá, nº 558 – Ipanema – Zona Sul do Rio (RJ). A sua Praça de Esportes ficava na Avenida Epitácio Pessoa (Praia do Pinto, esquina com a Rua do Pão), s/n, nas proximidades da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Pelo Decreto Lei nº 5.093, de 29 de Agosto de 1934, o Oceano foi considerado como Utilidade Pública, pelo interventor Federal do Distrito Federal, Dr. Pedro Ernesto.

Em 1923, o Oceano se filiou na União das Sociedades do Remo (USR), da Lagoa Rodrigo de Freitas. No ano seguinte, se filiou na Federação Brasileira de Esportes Athleticos (FBEA), que ficava na Rua Visconde de Pirajá, nº 118 – Ipanema. Em 21 de Junho de 1929, se filiou na Associação Sul de Esportes Athleticos (ASEA).

No inicio de fevereiro de 1936, o Oceano se fundiu com o Cyelo Portugal-Brasil, também do Bairro de Ipanema. No entanto, nem o nome e também as cores foram alterados. O que mudou foi a participação da equipe em outras modalidades esportivas, tais como no Ciclismo, voleibol, Ping-Pong, entre outras. No mesmo ano o clube participou da competição futebolística mais importante: Torneio Aberto de Football do Rio de Janeiro de 1936.

Na estreia, no dia 1º de Abril, acabou goleado pelo América Football Club pelo placar de 8 a 0. Nove dias depois enfrentou o Sport Club Iguaçu, de Nova Iguaçu para tentar se manter vivo da competição. No entanto, voltou a ser derrotado por 3 a 1, e acabou dando adeus ao Torneio Aberto.

FONTES: Beira-Mar: Copacabana, Ipanema, Leme (RJ) – Lusitania: Revista Illustrada de actualidades e de aproximação Luso-Brasileira (RJ) – O Imparcial – Jornal do Brasil – O Jornal – O Radica - Correio da Manhã (RJ)

 

FONTES: Revista Fon Fon

 

O Combinado Rubro-Negro foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na Segunda-feira, do dia 05 de Abril de 1936, pela diretoria do Clube de Regatas Flamengo. Tanto o escudo quanto o uniforme eram, basicamente, o mesmo utilizado pelo Flamengo.

A criação do Combinado Rubro-Negro foi um meio de aproveitar os jovens jogadores da base mesclando com aqueles atletas que eram pouco utilizados na equipe principal. Em outras palavras estava criado o time de Aspirantes. Importante citar, que a ideia não se limitava apenas ao futebol. Outras modalidades, como o basquete, também contavam com a equipe de Aspirantes.

Assim foi noticiado no Jornal dos Sports:

Os amadores do Flamengo organizaram o poderoso Combinado para concorrer no II Torneio Aberto de Football do Rio de Janeiro, da Liga Carioca. Esse combinado, que recebeu o nome de Combinado Rubro-Negro, vestirá o antigo uniforme do Flamengo, que contava com as cores preta, vermelha e branca, em listas horizontais.

Augusto Gonçalves, Oswaldo Menezes e outros extremados rubro-negros, fazem parte do corpo de diretivo do novel grêmio, que conta, também com inúmeros adeptos.

Surgindo com a antiga camisa do Flamengo, o Combinado Rubro-Negro vai reviver uma tradição dos sports da cidade, naturalmente decidido a reproduzir as façanhas gloriosas do simpático clube“.

Torneio Aberto de Football do RJ de 1936

Uma semana depois de ser criado, estreou, no domingo, do dia 12 de Abril de 1936, válido pelo Torneio Aberto de Football do Rio de Janeiro de 1936, organizado pela Liga Carioca de Football (LCF). Porém, acabou sendo derrotado pelo Combinado 5 de Julho, de Niterói, pelo placar de 4 a 3, no Estádio do Fluminense Football Club.

Na quarta-feira, do dia 06 de maio, voltou a enfrentar o mesmo adversário. Dessa vez, triunfou goleando a equipe niteroiense por 6 a 2. Voltou a campo, no domingo, do dia 24 de maio, para derrotar os Fuzileiros Navais pelo placar de 3 a 1. Porém, válido pela 9ª Eliminatória, no domingo, do dia 31 de maio, o Combinado Rubro-Negro deu adeus a competição ao ser derrotado pelo Centro Aviação Naval por 4 a 2.

Time base de 1936: Germano (Alberto); Lucio e Pompeu (Marin); Valdir (Delvaux), Geraldo e Faya (Famor); Qualter, Doca (Benterenzo), Ismael, Almir e Carlinhos.

 

FONTES: Diário Carioca – O Imparcial – Jornal dos Sports

 

O Centro Aviação Naval é uma agremiação militar da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O esporte é um fenômeno consagrado e praticado no meio militar em todo o mundo como ferramenta de preparação do corpo, como forma de competição e lazer, além de elemento de projeção do poder e força das instituições.

No Brasil, apesar de algumas atividades esportivas já serem praticadas por militares desde o século XIX, foi somente em 1915 que as Forças Armadas, até então Marinha do Brasil (MB) e Exército Brasileiro (EB), passaram a desenvolver processos de normatização das participações de seus integrantes na prática esportiva e organização de competições entre as Forças e com equipes civis.

Esta regulamentação se concretizou a partir da criação de duas entidades: Liga Militar de Football e Liga de Sports da Marinha. Este trabalho, utilizando as abordagens da História Comparada e o método de análise crítica de documentos, discute o processo de fundação das ligas esportivas
militares e suas principais preocupações e áreas de atuação nos anos iniciais de atividade (1915-1920).

A Liga Militar de Football, dedicou-se ao desenvolvimento da
modalidade que dava nome à entidade uma vez que muitos de seus integrantes já praticavam o futebol em meio civil desde o início do século XX. No entanto, nas competições entre Forças organizadas no período de análise registrou-se a participação do Exército em outras modalidades esportivas.

Já a Liga de Sports da Marinha iniciou suas atividades já contemplando
competições em diferentes esportes como Futebol, Remo, Vela, Water Polo e Natação. As duas ligas apresentavam configurações de organização similares com o corpo diretivo composto basicamente por oficiais, ficando as camadas hierárquicas mais baixas fora das ações decisivas e com possibilidade apenas de participação nas competições. A hierarquia era determinante na organização destas entidades e definia os espaços esportivos de atuação, já que pelas normativas internas indivíduos de diferentes círculos hierárquicos não poderiam participar de uma mesma competição.

Surge o Centro Aviação Naval

No meio desse crescimento, os ‘Marujos’ foi Fundado na quarta-feira, do dia 23 de Agosto de 1916. A sua Sede ficava na Base Militar da Ponta do Galeão, na Ilha do Governador. Entre os anos 20 e 30, surgiram “sucursais” do Centro Aviação Naval: Savoia 55, Galeão Club e Asas Athletico Club.

Todos com direito a constituição de diretorias, estatutos, treinamentos, jogos, excursões, etc. A partir daí, o Centro Aviação Naval montava a sua “seleção” desses clubes além dos demais soldados, lembrando que muitos jogadores serviam as forças armadas o que qualificava essas equipes.

A equipe participava dos campeonatos organizados pela Liga de Sports da Marinha (LSM).

Alguns amistosos registrados na imprensa carioca:

Domingo, dia 12 de Julho de 1931 – Aviação Naval 4 x 2 Encouraçado São Paulo, Estrada do Norte;

Quinta-feira, dia 02 de Junho de 1932 – Aviação Naval 0 x 1 Edison Athletico Club, Estrada do Norte;

Domingo, dia 07  de Outubro de 1934 – Sport Club Pracamby  1 x 2 Aviação Naval, em Paracambi.

Na esfera profissional, o Aviação Naval participou do Torneio Aberto de Football de 1935, 1936 e 1937, organizado pela Liga Carioca de Football (LCF). No sábado do dia 30 de julho de 1938, o Centro Aviação Naval realizou a sua primeira partida internacional.

O adversário foi o Exeter (formado por marinheiros ingleses), no Estádio Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio. No final, melhor para os majuros brasileiros que venceram os ingleses pelo placar de 3 a 1.

 

Time de 1932: Francisco; André e Oswaldo; Moyses, Oscar e Ferreira; Raymundo, Mendonça, Daniel, Nunes e Humberto.

Time de 1936: Portugal; Osmar e Ribeiro; Veiga, Appolinario e Lima; Rocha, Fraga, Benedicto, Aldo e Ruy (Mendonça).

FONTES: Relatórios do Ministério da Marinha (RJ) – A Offensiva (RJ) – Jornal dos Sports – Centro Sportivo Virtual – Revista Fon Fon – Revista Sport Ilustrado

 

O Guaraína Sport Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A equipe Alviverde foi Fundado em Setembro de 1936, por auxiliares do Laboratórios Raul Leite & Cia., sendo os seus principais organizadores: Raul Barreto de Sá, Rodrigo dos Santos Capella e Dr. Mario Gonçalves.

A escolha do nome é, no mínimo, curioso. Os Laboratórios Raul Leite & Cia., resolveram chamar de ‘Guaraína’, que era um produto especialmente voltado para as pessoas que praticavam futebol.

A propaganda do produto prometia curar problemas como a mal-estar, dores de cabeça, ouvidos ou dentes, provenientes da tensão de nervos. Talvez a escolha do nome tenha sido uma ‘jogada de marketing’ num período em que tal termo ainda não existia, mas não a ideia em si.

A Praça de Esportes ficava situado na Avenida Bartolomeu de Gusmão, s/n, no Bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio (próximo a Estação de São Cristóvão). A sua Sede ficava na Praça XV de Novembro, nº 42 / 1º andar, no Centro do Rio. A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Dr. Mario Gonçalves;

Vice-Presidente - Rodrigo dos Santos Capella;

Secretário - Celestino Cardoso;

1º Thesoureiro - Raul Barreto de Sá;

2º Thesoureiro - Edgard Vieira;

Diretor Sportivo - Armando Pelizone;

Procurador - Octavio Cunha;

Consultor Técnico - Nicolino Zagari.

Além dos adeptos, foi organizado um quadro de sócios honorários do qual fazem parte: Dr. Raul Leite; Dr. Mario Rangel; João Moreira de Vasconcellos; Dr. Floriano de Azevedo e os colaboradores: Carlos Alberto Rothier Duarte; Christiano Rocha; Dr. Felippe Cardoso e Dr. Sá Leitão.

O time titular foi definido com os seguintes atletas: Mendonça; Le Rothier e Loureiro; Peli     zone, Quintino e Wilson; Lourival, Sá, Romualdo, Guilhermino e Santa Rita.

O Guaraína participou do Torneio Aberto de Football de 1937, organizado pela Liga Carioca de Football (LCF). Uma outra curiosidade é que nesse ano, é que Raul de Sá acumulava as funções de presidente e jogador do clube. Difícil imaginar que o treinador tivesse a coragem para barrá-lo.

O time para a competição estava definido com: Joaquim; Moacyr e Oliveira; Sá, Lalá e Nascimento; Jarbas, Cirio, Hyppolito, Manoelzinho e Antoninho. Dessa equipe dois nomes se destacavam: Moacyr, com passagens pelo Vasco da Gama e América Football Club; e Oliveira, que jogou no Tupy de Juiz de Fora (MG).

Em 1938, o clube diminuiu a sua atividade e ficou alguns meses sem jogos, só retornando no ano seguinte. Porém, já não era a mesma coisa e acabou sendo fechado. Em dezembro de 1940, a agremiação foi reaberta com o nome de Clube Guaraína, voltado mais para os eventos sociais do que para o desporto.

FONTES: Correio da Manhã – Jornal dos Sports – O Suburbano

 

O Pau Ferro Futebol Clube é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no Domingo, do dia 10 de Março de 1940. A sua Sede está situada na Rua Armando Gonzaga, nº 27 – Pechincha – Zona Oeste do Rio.

Participou do Campeonato da Terceira Categoria Amadores de 1943 e 1944, organizado pela Federação Metropolitana de Football (FMF). O Pau Ferro Futebol Clube ficou na ‘Série B‘, de 1943, juntamente com:

Anajé Esporte Clube (Bairro de Ricardo de Albuquerque);

Athletico Club Nacional (Bairro de Ricardo de Albuquerque);

Bento Ribeiro Futebol Clube (Bairro de Bento Ribeiro);

Esporte Clube Parames (Bairro de Jacarepaguá);

Sport Club Anchieta (Bairro de Anchieta);

Sport Club São José (Bairro de Magalhães Bastos);

Unidos de Ricardo de Albuquerque Futebol Clube (Bairro de Ricardo de Albuquerque).

Na classificação final da ‘Série B’, de 1943, o Pau Ferro Futebol Clube terminou na última colocação com seis pontos (dos 28 possíveis) em 14 jogos. Abaixo a campanha:

Domingo, dia 27/06/1943

Pau Ferro FC

2

X

3

EC Parames

Domingo, dia 04/07/1943

SC Anchieta

9

X

0

Pau Ferro FC

Domingo, dia 11/07/1943

Pau Ferro FC

1

X

4

AC Nacional

Domingo, dia 18/07/1943

Bento Ribeiro FC

6

X

1

Pau Ferro FC

Domingo, dia 25/07/1943

Pau Ferro FC

4

X

8

Unidos de Ricardo FC

Domingo, dia 1º/08/1943

Pau Ferro FC

7

X

2

Anajé EC

Domingo, dia 08/08/1943

SC São José

0

X

0

Pau Ferro FC

Domingo, dia 05/09/1943

Pau Ferro FC

3

X

2

SC Anchieta

Domingo, dia 12/09/1943

AC Nacional

4

X

0

Pau Ferro FC

Domingo, dia 19/09/1943

Pau Ferro FC

1

X

5

Bento Ribeiro FC

Domingo, dia 26/09/1943

Unidos de Ricardo FC

-

X

-

Pau Ferro FC

Domingo, dia 03/10/1943

Anajé EC

1

X

4

Pau Ferro FC

Domingo, dia 10/10/1943

Pau Ferro FC

3

X

3

SC São José

Domingo, dia 17/10/1943

EC Parames

9

X

1

Pau Ferro FC

O Pau Ferro Futebol Clube ficou na ‘Série B‘, de 1944, juntamente com Esporte Clube Parames (Jacarepaguá); Anajé Esporte Clube (Ricardo de Albuquerque); Unidos de Ricardo de Albuquerque (Ricardo de Albuquerque); Bento Ribeiro Futebol Clube (Bento Ribeiro) e Progresso Futebol Clube (Engenho de Dentro).

 

FONTES: Página do clube no Facebook – A Manhã – Jornal dos Sports – A Noite

 

 

O Tracção Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O “Cidade Light” foi Fundado no domingo, do dia 07 de Setembro de 1930, por funcionários do Departamento de Tração e Oficinas da Cia. Carris, Luz e Força do Rio de Janeiro Ltda., com o nome de Club Esportivo Social Tração. As suas cores eram o azul e branco.

Em meados dos anos 30, adotou o nome de Tracção Football Club. A sua Sede ficava localizada na Rua Figueira de Mello, nº 456 (atualmente fica a G.R.E.S. Paraíso do Tuiuti), no Bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

Torneio Aberto de Football do Rio de Janeiro de 1937

A competição mais relevante do Tracção foi, sem dúvida, o Torneio Aberto de Football do Rio de Janeiro de 1937. Importante esclarecer que nesse ano, a agremiação já tinha alterado nome para Tracção Football Club.

A competição reuniu grandes clubes do Rio e de Minas: América Football Club, Associação Atlética Portuguesa, Bonsucesso Futebol Clube, Clube de Regatas Flamengo, Fluminense Football Club, Atlético Mineiro e Esporte Clube Siderúrgica/MG.

Já com o nome aportuguesado, o Tração Futebol Clube foi campeão do Campeonato da LEALCA (Liga de Esportes Atléticos da Light e Companhias Associadas) de 1948; e Bicampeão do Torneio Início de 1943 e 1944.

 

FONTES: A Manhã (RJ) – A Batalha (RJ) – O Globo Sportivo (RJ) – Diário da Noite – Jornal dos Sports

 

O Light Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A história do “Alvianil Cetebense” começou na terça-feira, do dia 30 de Maio de 1933, quando foi fundado por funcionários dos escritórios da “Companhia de Carris, Força e Luz do Rio de Janeiro Ltda.” . O primeiro nome da equipe: Light Rua Larga Sport Club. Dois anos depois alterou para Light Atlético Clube.

A 1ª Sede ficava na Rua Mariz e Barros, 431, na Tijuca. Em abril de 1937, se transferiu para a Rua São Francisco Xavier, nº 605, na Tijuca. Posteriormente, outra mudança: a nova Sede foi inaugurada na sexta-feira, do dia 12 de janeiro de 1941, Avenida Lauro Muller, 91/ 1º andar, no Centro do Rio. O Telefone na época era: 28-3059.

Os jogos de futebol eram disputados na Praça de Esportes da Rua José do Patrocínio, em Villa Isabel (atual Grajaú). Além do futebol, o clube também contava com a pratica de Basquete, Tênis, Esgrima, Peteca americana, Ping-Pong, Xadrez e Dama. No Basquete, o clube faturou diversos títulos, como a da LEALCA, em 1937, 1939 e 1940.

Torneio Aberto da Liga Carioca de Football de 1937

A competição mais importante do Light Athletico Club aconteceu no ano de 1937, quando participou do Torneio Aberto da Liga Carioca de Football de 1937, que era uma competição profissional.

Nova mudança de nome

No dia 2 de Outubro de 1951, o clube alterou o seu estatuto e mudou o nome para: Fôrça e Luz Atlético Clube. As cores azul e branca foram mantidas. Já a sua nova sede ficava na Rua Visconde Santa Isabel, nº 379, Vila Isabel. Atualmente esse imóvel pertence a Associação Atlética Light.

 P.S.: O escudo e o uniforme corresponde tanto ao  Light Rua Larga Sport Club quanto ao Light Atlético Clube.

FONTES: O Radical (RJ) – Diário de Notícias – O Imparcial – Jornal dos Sports – Sport Ilustrado – Sino Azul – Correio da Manhã

 

Interessante notícia no Jornal dos Sports de 05/06/1942, que acredito ser do início do futsal no Brasil.

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

Esta foi com certeza a primeira partida de futsal no Brasil.

Fonte: Jornal dos Sports/RJ

 

O Carris Tráfego Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os “Soldados do Tráfego” foi Fundado no domingo, do dia 08 de Janeiro de 1939, por alguns associados do Light Tráfego Football Club (Fundado na sexta-feira, do dia 25 de Dezembro de 1931, com Sede na Avenida 28 de Setembro, nº 380, no Bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio/RJ) e funcionários da 1ª secção do Tráfego da “Companhia de Carris, Força e Luz do Rio de Janeiro Ltda.” As suas cores eram o amarelo e vermelho.

Dezenove dias depois, ocorreu a reunião, para definir a diretoria, na Sede do Light Villa Izabel Football Club, no Bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Aberta a sessão pela junta governativa constituída pelos Senhores: Luiz Henrique Canelhas (Presidente); João Baptista Araujo (Secretário); Augusto de Souza (Tesoureiro). Após a reunião, em 27/01/1939, ficou definida a 1ª Diretoria, que tomou posse em 08/02/1939:

Presidente - Eduardo Leopoldo Gastão Corrêa;

Vice-Presidente - Antonio F. Guimarães;

Secretário Geral - Carlos Ferreira da Silva;

1º Secretário - João Baptista Araujo;

2º Secretário - Amir Olival;

1º Thesoureiro - Augusto Souza;

2º Thesoureiro - José de Azevedo; 

Procurador Geral - Abílio Pereira da Fonseca;

1º Procurador - José Monteiro Costa;

2º Procurador - Manoel Soares Calçado;

Director de Sports - Manoel Monteiro da Cunha;

Director Musical - João Sant’Anna da Silva;

Director de Scena - Nicanor Coelho;

Conselho Fiscal - Luiz Henrique Canelhas, Francisco Passino Filho, Arthur Costa, João Ferreira Coelho, Waldemar Carvalho, Clemente Alves, Leônidas Soares, Aurélio Cesar dos Santos, Augusto Lopes de Carvalho e Cencinato Thomé Reis.

Sedes e a Praça de Esportes

Uma curiosidade, se não for um recorde, foram o número de sócios fundadores: incríveis 503! Uma quantidade, no mínimo, invejável! A sua Sede estava localizado Avenida Lauro Muller (ficava entre a Avenida Francisco Bicalho e a Praça da Bandeira).

Na terça-feira, do dia 18 de dezembro de 1956, às 17 horas, foi inaugurado a nova Sede, situado na Avenida Presidente Vargas, nº 3.733, no Centro do Rio. Um local de amplo compartimento na área da Casa de Carros Vila Isabel, foi cedido pela Companhia de Carris, Força e Luz do Rio de Janeiro.

Já a Praça de Esportes, que ainda existe (atualmente é de propriedade da Associação Atlética Light, cuja entrada fica na Rua Barão do Bom Retiro, nº 2.002), onde a equipe Auri-rubra mandava os seus jogos, ficava na Rua José do Patrocínio, no Bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio.

Em março de 1939, o Carris Tráfego se filiou a LEALCA (Liga de Esportes Atléticos da Light e Companhias Associadas), onde participou das competições de Basquete e Futebol. Quarenta e dois dias depois, na sexta-feira, do dia 09 de Junho de 1939, se filiou a Federação Brasileira de Football (FBF).

1º Amistoso Nacional

No domingo, do dia 23 de Julho de 1939, o Carris Tráfego realizou a sua primeira partida interestadual. O adversário foi o Club Athletico Metrópole Paulista, da capital (SP), às 15h15, no Estádio da Rua Silva Teles, no Bairro do Andaraí (propriedade do Confiança Athletico Club). O valor do ingresso cobrado foi de 2$200 réis. O árbitro da peleja foi o Sr. Alfio Perrucci.

No final, vitória do Carris Tráfego por 2 a 1, com dois gols de Pereira, no primeiro tempo, que tirou uma invencibilidade de oito meses do esquadrão dos “Milionários Paulistas“. E, na etapa final, Acácio fez o gol de honra para a equipe paulista.

O Carris Tráfego jogou com: Santiago; Osmar e Paulista; Monteiro, Cruz e Silva; Jorge, Zezinho, Durval, Pereira e Bira. Técnico: Manuel Cunha. Metrópole atuou com: Henrique; Romeu e Armando; Alcebíades, Alberto e Dezidelio; Acácio, Nanim, Danilo, Mamede e Ailiano.

Primeira Excursão em 1940      

No Domingo, dia 17 de março de 1940, o clube realizou uma excursão até Magé, onde enfrentou, às 15h40, o Mageense Football Club, tricampeão citadino, com arbitragem de Eduardo Leopoldo Gastão Corrêa (LEALCA). No final, o Carris Tráfego derrotou pelo placar de 3 a 1.

O Carris jogou com: Santiago; Manoel e Sylvio; Açougueirinho, Darcy e Nicanor; Betinho, Orlando, Bahianinho, Hermínio e Tijolo. Técnico: Manuel Cunha. O Mageense formou com: Aristeu; Gallo e Helio; Derrepino, Pacheco e Frederico; Alceu, Zecrias, José, Alcino e Isaias.

No primeiro tempo, o Mageense abriu o placar aos 20 minutos por intermédio de Alcino. Logo no início da etapa final, Hermínio deixou tudo igual. Minutos depois, falta na entrada da área. Hermínio soltou uma bomba para deixar o Carris na frente do marcador. No final, Betinho fez boa jogada pela esquerda e centrou na área para Hermínio, o herói do jogo, testar de forma inapelável, dando números finais a peleja.

Clube se filia a A.F.R.J., em 1940

Na segunda-feira, do dia 25 de Março de 1940, o Carris Tráfego Futebol Clube ingressou na Associação de Football do Rio de Janeiro (AFRJ), Sub-Liga de Futebol do Rio de Janeiro. Naquele ano participou do Campeonato da AFRJ, que reuniu as seguintes agremiações:

Sport Club Benfica (Bairro de Benfica); Carris Tráfego (Bairro do Centro); Athletico Club Nacional (Bairro de Ricardo de Albuquerque); Olaria Athletico Club (Bairro de Olaria); Associação Athletica Portuguesa (Centro do Rio).

A estreia no Campeonato da AFRJ, aconteceu no domingo, do dia 30 de junho de 1940, diante do Sport Club Benfica, no campo da A.A. Portuguesa. No final, a Portuguesa foi campeã e o Olaria ficou com o vice.  No final do ano de 1940 a AFRJ foi extinta.

Dia 07 de Julho de 1940 – Olaria 4 x 3 Carris Tráfego

Mas seguiu filiado a LEALCA (Liga de Esportes Atléticos da Light e Companhias Associadas). O time principal jogava a AFRJ, enquanto o 2º Quadros disputava a LEALCA.

 

Campeão do Torneio Início da 2ª Divisão da LEALCA de 1940

Na sexta-feira, dia 17 de maio de 1940, o Carris Tráfego se sagrou campeão do Torneio Início da Segunda Divisão da LEALCA. Na final, empatou sem abertura de contagem, porém venceu o Districto Vila Athletico Club por 2 escanteios a zero. O Carris jogou com: Herculano; Colombo e Manoel; Antonio, Camilo e Jaime; Orlando, José, Guimarães, Euclides e Valter. Técnico: Manuel Cunha.

Após reorganização sai a LEALCA e entra ADECA

Na segunda-feira, do dia 10 de Maio de 1943, a LEALCA (Liga de Esportes Atléticos da Light e Companhias Associadas), controlada pela Companhia de Carris, Força e Luz do Rio de Janeiro Ltda. e companhias associadas passou por um processo de reorganização.

Após a reunião ficou definida a mudança do nome, passando a se chamar ADECA (Associação Desportiva dos Empregados das Companhias Associadas). Os estatutos e regulamentos também foram mudados. Foi reduzido de 17 para 10, o números de clubes filiados, de que a fusão de alguns clubes de menores possibilidades, foi considerado necessário.

Os “Soldados do Tráfego” seguiram participando as competições organizadas pela Light, sob o comando da ADECA, nas décadas de 50 e 60 até desaparecer no final de 60, deixando os fãs do Carris Tráfego Futebol Clube órfãos e saudosos do auri-rubro.

FONTES: A Manhã (RJ) – A Batalha (RJ) – Diário de Notícias – Diário Carioca (RJ) 0 Radical (RJ) – Correio da Manhã – Jornal do Brasil – Jornal dos Sports

 

O Esporte Clube São João da Barra é uma agremiação do Município de São João da Barra (RJ). Localizado no Norte Fluminense do Estado o Rio, a cidade conta com uma população 32.747 habitantes (sendo o Censo IBGE/2010), fica a 334 km da capital do Rio de Janeiro. As suas cores: azul, branco e vermelho.

O “Tricolor São-Joanense” foi Fundado na sexta-feira, do dia 31 de Julho de 2009. A sua Sede fica na Rua Quintino Bocaiúva, nº 335, na Chatuba, em São João da Barra. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, que fica na Rua Quintino Bocaiúva, s/n (enfrente ao nº 458), na Chatuba, em São João da Barra.

Homônimo do São João da Barra Futebol Clube, que disputou o Campeonato Carioca da 3ª Divisão, em 2007 e 2008, o Esporte Clube São João da Barra, que não tem nenhuma relação, debutou no profissionalismo no Estadual da Terceirona de 2010.

Campeão da Terceirona de 2010

O E.C. São João da Barra entrou em campo no dia 14 de março para enfrentar a equipe do Heliópolis Atlético Clube, válido pela primeira rodada. E, de cara, uma goleada para animar: São João da Barra 6 a 1.

Na 1ª fase do certame se classificou em 2º lugar no seu grupo, atrás somente do líder Associação Desportiva Itaboraí. O terceiro classificado da chave seria o Serra Macaense Futebol Clube, ficando eliminados Canto do Rio Football Club e Heliópolis Atlético Clube.

Na 2ª fase, se classificou na liderança da chave, juntamente com o Serra Macaense Futebol Clube. Clube Atlético Castelo Branco e Esporte Clube Nova Cidade, de Nilópolis, foram eliminados.

Na 3ª fase se classifica em 2º lugar, atrás somente do líder Barra Mansa Futebol Clube. Associação Desportiva Itaboraí e Esprof Atlético de Futebol e Clube são eliminados.

Nas semifinais elimina o Serra Macaense Futebol Clube com uma vitória por 1 a 0 em São João da Barra, e, um empate sem gols em Macaé, chegando à final do campeonato e, por conseguinte, sendo promovido ao Campeonato Estadual da Série B de 2011.

Na grande final venceu, em , a equipe do Barra Mansa Futebol Clube por 1 a 0, empatando sem abertura de contagem na casa do adversário, sagrando-se campeão do certame, ao mesmo tempo em que comemorava um ano de fundação.

Debuta na Segundona de 2011

Em 2011, disputou o Campeonato Estadual da Série B, não conseguindo chegar à fase final, por conta de uma polêmica envolvendo a classificação por índice técnico, entrando o Teresópolis Futebol Clube em seu lugar.

Em 2012, a equipe promove boa campanha, se classifica para a fase final, mas não consegue o acesso à Série A, terminando o campeonato entre as cinco primeiras. O técnico Manuel Neto deixa a equipe no meio da competição e atrapalha o andamento da campanha. Luiz Antonio Zaluar o substituiu, porém, sem manter a mesma rotina de vitórias.

Em 2013, o Esporte Clube São João da Barra fez uma boa campanha, mas sem conseguir o acesso. Terminado na 6ª colocação na classificação geral. Em 2014, ficou no Grupo B, onde não se classificou para as semifinais nos dois turnos. Terminado em 3º lugar no turno e na 4ª colocação no returno.

Nesse mesmo ano, o clube se sagrou campeão do Torneio do Interior, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) derrotando na final o Sampaio Correa, de Saquarema. O Mangaratibense ficou em 3º lugar e o Goytacaz, de Campos, terminou na 4ª colocação.

Em 2015, não fez uma boa campanha, terminado em 9º e último lugar no 1º turno e na 8ª posição no 2º turno. Após o final da competição a diretoria dissolveu o elenco e solicitou licença na FERJ. Lá se vão três temporadas de ausência, mas a promessa é que clube deve retornar na próxima temporada.

 

FONTES: Arquivo Pessoal – Wikipédia – - Blog Zé Armando Net – Página do clube no Facebook – Fábio Menezes

 

O Profute Volantes Futebol Clube (antigo: Itaboraí Profute Futebol Clube) é uma agremiação esportiva da cidade de Mesquita (RJ). Fundado na sexta-feira, do dia 04 de Junho de 2004, como Itaboraí Profute Futebol Clube, sediado no município de Itaboraí.

Estréia no Campeonato da Terceira Divisão de Profissionais em 2005. Na primeira fase se classifica em segundo lugar, atrás do Esporte Clube Miguel Couto e à frente de Paraíba do Sul Futebol Clube e Rubro Social Esporte Clube, também habilitados.Nas quartas-de-final foi eliminado pelo Estácio de Sá Futebol Clube, o campeão da competição.

Em 2006, é convidado a disputar a fase preliminar da Segunda Divisão, se classificando na primeira fase em terceiro lugar, atrás de Teresópolis Futebol Clube e Villa Rio Esporte Clube. Na primeira fase acaba eliminado ao ficar em sexto lugar em sua chave. Os classificados foram CFZ do Rio, Sociedade Esportiva e Duque de Caxias Futebol Clube.

A equipe Sub-20 em preparação para o estadual da categoria, no mesmo ano, foi campeã Gonçalense sobre o Flamenguinho do Pacheco, bairro de São Gonçalo, com vitória por 5 a 2 e tendo o artilheiro da competição Wellington com oito gols, comandada pelo então treinador interino Álvaro Santos, e que depois viria à estrear no estadual sob o comando de Renato Santos com vitória de 5 a 0 sobre o Bangu.

Em 2007, o time fica em último lugar em sua chave, atrás dos classificados Guanabara Esporte Clube, São Cristóvão de Futebol e Regatas, Goytacaz Futebol Clube e Associação Atlética Portuguesa. O Estácio de Sá Futebol Clube foi eliminado e o Profute foi obrigado a disputar um torneio de repescagem visando o descenso.

Nesse “torneio da morte” a equipe ficou na liderança, seguida do Artsul Futebol Clube. Foram rebaixados à Terceira Divisão Casimiro de Abreu Esporte Clube e Rubro Social Esporte Clube.

Em 2008, ficou em quinto lugar em sua chave, não se classificando à fase seguinte. Se classificaram Tigres do Brasil, Teresópolis Futebol Clube, Silva Jardim Futebol Clube e Guanabara Esporte Clube.

Em 2009, fica apenas na nona posição no Grupo “A”, caindo para o torneio de repescagem, o Grupo X, conhecido por “Torneio da Morte”. O America Football Club é o primeiro, seguido de Quissamã Futebol Clube, Riostrense Esporte Clube, Bonsucesso Futebol Clube, Artsul Futebol Clube, Cardoso Moreira Futebol Clube, CFZ do Rio Sociedade Esportiva e São Cristóvão de Futebol e Regatas.

Mais uma vez conseguiu escapar do rebaixamento ao liderar o grupo. O Aperibeense Futebol Clube ficou em segundo, seguido do Angra dos Reis Esporte Clube. Foram rebaixados Villa Rio Esporte Clube, Campo Grande Atlético Clube e Grande Rio Bréscia Clube, o qual desistiu de participar do torneio da morte.

Em 2010, na primeira fase no Grupo “B” fica apenas na oitava posição. Se classificam Sendas Esporte Clube, Bonsucesso Futebol Clube, Sampaio Corrêa Futebol e Esporte, Itaperuna Esporte Clube e Artsul Futebol Clube. Goytacaz Futebol Clube, Profute, Ceres Futebol Clube e Angra dos Reis Esporte Clube são eliminados e são obrigado a disputar o Grupo “X”, o “torneio da morte”.

O São Cristóvão de Futebol e Regatas liderou a disputa, seguido de Mesquita Futebol Clube e Angra dos Reis Esporte Clube. O Profute, Associação Atlética Portuguesa e Goytacaz Futebol Clube seriam os rebaixados, mas apenas este último caiu por conta da desistência do Rio das Ostras Futebol Clube e do Riostrense Esporte Clube.

Em 2011, anuncia a suspensão das atividades profissionais sofrendo automaticamente descenso à Série C. A agremiação deixa suas instalações em Tanguá. Aparentemente estaria decretado o fim do time que revelou tantos atletas.

Contudo, em 2013, resolveu retornar às disputas sob nova direção e nova roupagem. Márcio Santos foi empossado no cargo de presidente, entrando na vaga que era de Aílson Jorge Brasil. Com o pensamento de transformar o Profute no primeiro clube no coração da população de Itaboraí, o novo mandatário pensa em uma série de ações de marketing, sendo uma delas inclusive, a mudança de nome e o investimento nas categorias de base, contudo por desentendimentos quanto a locação do Alzirão o clube teve que mandar seus jogos no Marrentão.

O clube logo após passou por um longo período de inatividade, só voltando as competições em 2016, sendo campeão do Torneio Amistoso da FERJ, equivalente a um nível abaixo da Serie C do carioca. Jogando novamente em Duque de Caxias abandonando de vez os planos de jogar em Itaboraí.

Clube faz parceria com Associação Atlética Volantes

Em 2017, o clube acertou uma aliança com a Associação Atlética Volantes, de Mesquita, resultado no surgimento do Profute Volantes Futebol Clube. Dessa forma, o  clube participou do Campeonato Carioca da Série C (equivalente a Quarta Divisão).

O Profute ficou no Grupo B, terminando na 4ª colocação num total de nove equipes. Porém, apenas os três primeiros se classificavam. Agora, a equipe se prepara para a estreia do Grupo A, do Campeonato Carioca da Série C de 2018, no dia 29 de julho, quando enfrenta o Ceres, em Bangu, às 15 horas.

 

FONTES: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) – Página do clube no Facebook – André Luiz Pereira Nunes

 

O Ferroviário Esporte Clube Ribeirense é uma agremiação do Município de Ribeirão Vermelho, que fica a 270 km da capital do Estado de Minas Gerais. Conta com a população de 3.826 habitantes (segundo o Censo do IBGE/2010), ganhou status de município na segunda-feira, do dia 27 de dezembro de 1948.

Fundado na terça-feira, do dia 26 de Novembro de 1935, como Ferroviário Sport Club RibeirenseA sua Sede está localizada na Rua Alberto Bolognane, nº 120, no Bairro de Bela Vista, em Ribeirão Vermelho. O seu Estádio é o Antônio Pereira.

O Ferroviário Ribeirense, juntamente com Associação Olímpica de Lavras (fundada em 1937), a Associação Atlética Ferroviária (fundada em 1944), ajudaram a fundar a Liga Esportiva de Desportos de Lavras (LEDL), em 29 de Agosto de 1943.

O 1º Campeonato Citadino de Lavras, transcorreu em 1944. Todavia, seria nos anos 1950 que o futebol lavrense ganharia novo impulso com a criação da Liga Esportiva de Lavras (LEL), em 1953, formada pelas três associações da LEDL mais o Fabril Esporte Clube, que juntos disputaram vários campeonatos naquela década.

No Campeonato Citadino de Lavras, o Ferroviário Ribeirense possui três títulos: 1967, 1976 e 1978. Foi vice-campeão em três oportunidades: 1973, 1981 e 1987. Dois vices no Torneio Início de 1954 e 1957. Um 3º lugar no Campeonato Citadino e no Torneio Início, ambos em 1953. Recentemente, o clube participou do Campeonato Mineiro de 2006, nas categorias Sub-15 (Infantil) e Sub-17 (Juvenil).

FONTES: Wikipédia – Gol Aberto – Ronaldo Fernandes – O Jornal

 

O Esperança Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube Alviverde foi Fundado no dia 22 de Novembro de 1914, por um grupo de desportistas do bairro de Santa Cruz. Entre eles, Agripino dos Passos Martins, o ‘Passinho’ que foi goleiro titular da equipe. Acabou falecendo de forma prematura em 1918.

A sua Sede e a Praça de Esportes ficavam localizados na Rua Felipe Cardoso, nº 381, no Bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Em 1925, participou do Campeonato, organizado pela Associação Athletica Suburbana (AAS).

 

Time de 1925: Castro; Oliveira e Silva; Mello, Anjos e Ramos; Castro II, Farias, Martins, Mendes, Filho e Silva II.

 

FONTES: O Imparcial : Diario Illustrado do Rio de Janeiro (RJ)

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