Serrano Futebol Clube (Petrópolis - RJ) - 1945

Fonte: Gazeta Esportiva / SP

 

 

O Sport Club União de Ururaí é uma agremiação da cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Tricolor de Aço do Norte-Noroeste Fluminense foi Fundado no dia 08 de Março de 1920, a sua Sede fica localizada na Avenida Amaral Peixoto, s/n, no 1º Distrito de Ururaí, que está cerca de 12 km do Centro de Campos dos Goytacazes.

Um dos momentos mais especiais vividos pelos seus torcedores foi o tricampeonato municipal conquistado em 1974, 1975 e 1976. Segundo os ururaienses, foi neste período em que o União viveu a melhor fase de sua quase centenária história.

De acordo com a Liga Campista de Desportos, a conquista expressiva mais recente do clube foi a Taça Cidade de Campos em 1997, após superar o Paraíso Futebol Clube. Forte nos campeonatos locais, o Sport Club União de Ururaí tem como seus principais rivais o Esporte Clube União Santa Cruz e o Guarani Futebol Clube, este último do mesmo distrito.

FONTES: Diego Rangel Mitos e Lendas do futebol – Liga Campista de Desportos – Livro “No País do Futebol, Cidade sem Memória: A História Futebolística de Campos dos Goytacazes”, de autoria do meu amigo Aristides Leo Pardo – Página no Facebook “Retratos do Futebol Fluminense”

 

FONTE: Revista O Cruzeiro

 

FONTES: Estatuto da AMEA – Revista O Cruzeiro

 

Por: Sérgio Mello

A paixão pelo futebol transcende a lógica e a razão, onde pode levar um cidadão pacato em num torcedor ou desportista atingir picos do devaneio. Apesar de ter surgido no Brasil por meio dos burgueses, o “esporte bretão” ganhou popularidade por meio da massa, que na sua maioria vinha dos locais mais humildes.

Entre o glamour e o fascínio, a realidade do futebol contam com muitos personagens espalhados pelo país! Dentre tantos, um nome tem muitas histórias para contar. Talvez o nome: João Baptista Chagas Ferreira Neto, não chame muito a sua atenção, mas quando ler essa reportagem, essa história mudará.

Classificar João Baptista Chagas como apaixonado por futebol, talvez seja o começo de um esboço que terminou como uma grande obra prima. Durante a trajetória esportiva João Baptista Chagas jogou futebol de areia, futebol de campo, depois se tornou árbitro, onde atuou na praia e no futebol profissional!

Década de 50: o início de um sonho

Após o fim da Segunda Guerra, o mundo viu o “Fim de uma tempestade e o início de um lindo sol e um belo arco-íris“. Assim, a década de 50 chegou: que depois ficou conhecida como o período dos “anos dourados“.

Uma época marcada por grandes avanços científicos, tecnológicos e mudanças culturais e comportamentais. Foi a década em que começaram as transmissões de televisão, provocando uma grande mudança nos meios de comunicação. No campo da política internacional, os conflitos entre os blocos capitalista e socialista (Guerra Fria) ganhavam cada vez mais força.

No futebol, o país viveu a experiência de sediar a Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 1950. O Uruguai sagrou-se campeão após vencer a seleção brasileira, em pleno Maracanã, pelo placar de 2 a 1. Oito anos depois, assistiu pelo rádio a redenção e o Brasil se sagrar campeão do mundo em 29 de junho de 1958, no Mundial na Suécia.

No meio dessa metamorfose frenética, as novidades surgiam! No auge dos seus 80 anos bem vividos, João Baptista Chagas relembra como nasceu o clube de areia mais famoso do Brasil: Esporte Clube Juventus!

“As histórias do Juventus é muito maior do que se imagina. Até o ano de 1949 mais ou menos em maio ainda era o Flamenguinho nome dado (para o novo clube que surgiria) por influência do Idovam Silva, o “Friquique” (um filho de militar), que era síndico do prédio, onde o Sebastião Pinto o “Tião Crioulo” trabalhava como faxineiro. O Idovam era Flamengo ‘doente’ e tentou persuadir para  que o “Tião Crioulo” batizasse o novo clube de futebol de praia com esse nome. O Flamengo existiu por pouco tempo até que em maio de 1949 foi trocado para Esporte Club Juventus, que permanece até hoje”, revelou João Baptista.

Algum tempo depois, João Baptista Chagas começou a jogar futebol nas areia de Copacabana no Esporte Clube Juventus. Clube pelo qual o “Maestro Júnior“, que jogou as Copas de 1982 e 1986, e atualmente é comentarista da Rede Globo, começou a carreira. O Juventus tanto jogava futebol de areia quanto futebol de campo. Isso seguiu até o final dos anos 50.

Substituição: sai a bola e entra o apito    

No entanto, ficar longe das areias e gramados estava fora de questão! Assim João Baptista Chagas tomou a decisão de trocar a bola pelo apito! desta maneira continuar perto da sua paixão: o futebol.

Após 1969, o sonho se realizou e se tornou virou arbitro de futebol de praia (junto com Carlson Gracie, Margarida, Xuxu, entre outros). Rapidamente, o talento de João Baptista Chagas ganhou eco e de forma meteórica, ele ingressou no quadro de árbitros da Federação Carioca de Futebol (FCF), em 1971. No ano seguinte (1972), passou a ser árbitro da Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF), onde apitou jogos estaduais e nacionais até o final de 1982.

 

Futebol de Areia: mais do que um time, uma família

Após 35 anos, quando pendurou o apito, João Baptista Chagas ainda lembra com carinho todos os grandes momentos e até os percalços colocados pela vida. Mas de todas as lembranças, o futebol de areia tem um lugar de destaque no coração deste senhor de 80 anos, muito bem vividos!

Muito mais do que um time, o Esporte Clube Juventus era a sua segunda família. Sem pestanejar, João Baptista Chagas se recorda dos craques que viu jogar: os goleiros Castilho e o seu homônimo “Castilho da Obra“; os zagueiros: Haroldo e Rocha; a linha media: Roberto, Sergio Rebelo e Edu; e os atacantes Chico, Gildo, João (vovô), Birica e Zezinho.

Mostrando que a memoria está em excelente forma, João Baptista Chagas recordou da escalação do E.C. Juventus: Edivan; Friquique (Idovan Silva), Agrião, Edmundo e Levy; João, Sebastião e Zezinho. O técnico e dono do time era o Sebastião, conhecido nas areias cariocas de “Tião Macaco“.

Os grandes adversários daquela época eram: Americano do Neném Prancha, Dínamo do Tião Crioulo , Lá Vai Bola do Bolinha, o Maravilha do Jaime , Além do Huracam , Radar do Eurico, Areia lá do Leme, entre outros.

 

Sonho atual: reencontrar os amigos

O tempo passou e João Baptista Chagas foi embora do Rio de Janeiro. Acabou perdendo contato com os amigos dessa época. Agora, o seu maior desejo é poder reencontrar seus velhos e bons amigos.

A história destes quase 70 anos permanece ainda na minha memória, pois os anos 50 e 60 foram vividos e sentidos, onde deixaram saudades“, revelou João Baptista.

Desta forma, quem conhecer algum ex-jogador do Esporte Clube Juventus, da década de 50, nos informe. Afinal, pelos belos serviços prestados no futebol de areia e campo, e na arbitragem de areia, futebol profissional nas esferas estadual, nacional e internacional, João Baptista Chagas merece esse prêmio!

 Algumas fichas de jogos, onde João Baptista Chagas atuou:

 

DADOS EXTRAS

FONTES:

FOTOS: Acervo de João Baptista Chagas

Texto e Reportagem – Sérgio Mello

Entrevistados – o ex-jogador e árbitro João Baptista Chagas - Liene Christina, neta de João Baptista Chagas 

 

O ano de 1960, despediu-se como nos anos anteriores, deixando saudades para muitos e tristezas para outros. Por isso mesmo vamos recapitular, também com a colaboração da “Elcos-Press” , os campeões das ligas filiadas a Federação Fluminense de Desportos (F.F.D.):

Araruama: Rubro Atlético Clube

Angra dos Reis: São Bento

Barra Mansa: Barra Mansa Futebol Clube / Barbará Atlético Clube

Barra do Piraí: Esporte Clube 1º de Maio, de Santanésia (Pentacampeão de 1956, 1957, 1958, 1959 e 1960)

Bom Jesus do Itabapoana: Santa Maria Futebol Clube, de Santo Eduardo (Tricampeão de 1959, 1960 e 1961)

Cabo Frio: Guarani Esporte Clube, de Arraial do Cabo

Conceição de Macabu: Rio Branco

Duque de Caxias: Nacional Futebol Clube / Belém

Itaguaí: Brasil Industrial

Itaocara: Engenho Central Futebol Clube

Itaperuna: Clube Cimento Paraíso / Comércio e Indústria Atlético Clube

Magé: Guarani Esporte Clube

Natividade: Natividade Atlético Clube

Nova Friburgo: Friburgo Futebol Clube (nas quatro divisões)

Nova Iguaçu: Esporte Clube Miguel Couto

Paraíba do Sul: Cruzeiro do Sul

Petrópolis: Cruzeiro do Sul Futebol Clube

Resende: Porto Real Esporte Clube

Rio Bonito: Motorista Futebol Clube (Tricampeão de 1958, 1959 e 1960)

Santo Antônio de Pádua: Aperibeense Futebol Clube

São Gonçalo: Esporte Clube Metalúrgico

São João de Meriti: São Pedro Futebol Clube

São Pedro da Aldeia: São Pedro Futebol Clube

Saquarema: Saquarema Futebol Clube (Tetracampeão: 1957, 1958, 1959 e 1960)

Teresópolis: Várzea Futebol Clube (Tricampeão de 1958, 1959 e 1960)

Três Rios: Entrerriense Futebol Clube

Valença: Coroados Futebol Clube

Volta Redonda: Guarani Esporte Clube

Niterói: Fonseca Atlético Clube (no âmbito profissional).

FONTES: Jornal Última Hora – Jornal do Brasil

 

DATA: 01 DE FEVEREIRO DE 1920
LOCAL: NITERÓI / RJ

1º QUADROS

COMBINADO TRICOLOR (Niterói)

2-1

UBIRAJARA AC (Niterói)

1º QUADROS

BARRETO FC (Niterói)

7-1

AMÉRICA FC (Niterói)

1º QUADROS

FLUMINENSE AC (Niterói)

3-1

CARIOCA FC (Rio de Janeiro)

Fonte: O Fluminense / RJ

 

Ao longo de sua história, o Esporte Clube Corrêas participou de dezenas edições do Campeonato Citadino de Petrópolis. O seu maior feito ocorreu no ano de 1952, quando faturou o seu único título! O Corrêas chegou na última partida, necessitando de simples empate para se sagrar campeão.

Contudo, a missão não era tão simples. Afinal, teve de encarar uma das forças do futebol petropolitano naquela época: Cruzeiro do Sul Futebol Clube. E para apimentar ainda mais a peleja seria na casa do adversário.

Com tantos ingredientes, o final do certame de 1952, organizado pela Liga Petropolitana de Desportos (LPD), teve um desfecho digno de uma grande competição. No final, no domingo, do dia 05 de outubro de 1952, um empate heróico, em 1 a 1, que resultou no título inédito na história do Esporte Clube Corrêas.

Após o jogo os jogadores, comissão técnica, dirigentes e torcedores realizaram uma grande passeata na Avenida 15 de Novembro, no Centro de Petrópolis, a fim de  festejar o título de 1952. O EC Corrêas atuou da seguinte forma: Lourenço; Vivinho e Paulo; Mozart, Bené e Gilberto; Waldir, Aluísio, Walter, Joaquim e Waldomiro. Os reservas: Toninho, Osvaldo, Caveira, Juarez e Gaguinho. O departamento médico esteve a cargo do Dr. Ernani Duarte.

O Cruzeiro do Sul jogou com: Jair; Silvério e Átila; Jair II, Djalma e Cláudio; Vale, Wilton, Amarino, Paulo e Rei.

FONTES: A Noite – Diário Carioca

 

SELEÇÃO DE PETRÓPOLIS     5          X         2          SELEÇÃO DE NOVA FRIBURGO

LOCAL: Estádio Osório Júnior (proprietário Esporte Clube Cascatinha), no Bairro Cascatinha, em Petrópolis (RJ)

DATA: Domingo, dia 21 de janeiro de 1962

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Seleções de 1961

RENDA: Cr$ 320.920,00 (trezentos e vinte mil, novecentos e vinte cruzeiros)

ÁRBITRO: Oswaldo Alfredo da Silva, o ‘Baliza’ (boa atuação)

AUXILIARES: Sebastião Antunes e Alcenor Albuquerque da Silva

EXPULSÕES: Gelson (Friburgo) e Carlos Teodoro (Petrópolis)

PETRÓPOLIS: Mica; Ives e Moraes; Irineu, Carlos Teodoro e Canudo; Joziel, João, Cristiano, Gonçalves e Esquerdinha.

FRIBURGO: Gabriel (Luiz); Carlito e Luizinho; Chiminga, Tilú e Agnaldo; Rapizo, Carlinhos, Gelson, Paulo e Pardal.

GOLS: Joziel e Cristiano (Petrópolis); Chiminga (Friburgo), no 1º Tempo. Paulo, de Pênalti (Friburgo); João (Petrópolis); Esquerdinha (Petrópolis); Moraes, de Pênalti (Petrópolis), no 2º Tempo.  

PS: O trio de arbitragem recebeu 5 mil cruzeiros pelos serviços prestados  

 

FONTE: Última Hora

 

FONTES: Jornal Última Hora – A Luta Democrática  

 

O Fundação São José Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Duque de Caxias, situada na Baixada Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. A sua Sede e o Estádio dos Eucaliptos ficam localizados na Avenida Gomes Freire, s/n, no Bairro da Vila São José (antigo Bairro Pantanal), em Duque de Caxias.

História

Em seus últimos anos de vida o lendário Tenório Cavalcanti dedicou-se à Fundação São José e ao Educandário Maria Tenório. A razão pelo qual o “Homem da Capa Preta” criou essas instituições na Vila São José, teve um motivo nobre.

Em 1958, a cidade de Duque de Caxias foi atingida por um temporal que gerou milhares de problemas, sobretudo, na Favela do Mangue que foi arrasada, deixando mais de mil famílias desabrigadas.

Diante de tantas promessas de ajuda, apenas um homem, de fato, prometeu e ajudou: Tenório Cavalcanti. Com a sua influência, conseguiu junto ao Presidente da República, Juscelino Kubitschek, verbas federais repassadas a Legião Brasileira de Assistência (LBA).

Assim num enorme espaço no Bairro Pantanal foi construindo a Vila São José, que sete anos depois já tinha se tornado o lugar mais populoso de Caxias. Tenório Cavalcanti não parou por aí. Ajudou na construção de escolas, agremiações sociais.

Diante de tantas obras sociais, Tenório Cavalcanti foi o responsável da Fundação do clube Alviceleste da Vila, no dia 16 de Outubro de 1965. Na época, a sua Sede ficava na Rua 27 de Setembro, congregando a família dos ex-flagelados e funcionários da administração da Vila.

Apesar de tantos afazeres, o “Homem da Capa Preta” atuava como diretor do clube. Além do futebol, o clube realizavam diversos eventos como bailes e concursos para escolher a Rainha do clube.

Alguns fatos marcantes

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Duque de Caxias, o Fundação São José fez uma campanha impecável, chegando a ficar 19 partidas sem perder um jogo.

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1973, o Alviceleste da Vila faturou o título com uma bela campanha! Foram 10 jogos, com: sete vitórias, dois empates e uma derrota; marcando 15 gols, sofrendo cinco tentos, com saldo positivo de 10.

Curiosidade

Em 1974, as Federação Carioca de Futebol e a Federação Fluminense de Desportos (que começaram a fazer uma aliança que culminou com a fusão quatro anos depois, em 29 de Setembro de 1978), iniciaram um projeto a fim de criar o Torneio de Integração, que já tinham alguns clubes confirmados: Bangu, Bonsucesso, Campo Grande, Madureira, Madureira, Portuguesa e São Cristóvão.

Para participar desta competição os clubes deveriam se profissionalizar. De Niterói os possíveis candidatos: Manufatora, Tiradentes, Agra e Espanhol. Em Duque de Caxias, dois clubes estavam cotados: Nacional e o Fundação São José.

 

Estádio dos Eucaliptos, na Vila São José

Antes mesmo desse espaço tornar-se um campo, ladeava ele a um córrego que vinha do Rio Sarapuhy, totalmente despoluído. Assim, em grandes chuvas, quando o rio transbordava, jogava peixes em centenas que se espalhavam por onde seria o campo dos Eucaliptos.

Portanto, esse local é sagrado, visto que foi batizado por peixes. À medida que o Rio Sarapuhy foi morrendo, esse fenômeno deixou de existir. Com a vinda da Vila São José, em 1959, no quesito lazer, criou-se o Campo dos Eucaliptos, visto ser essa área cheia dessas árvores de um perfume inesquecível. E ainda fizeram uma cerca branca no seu entorno, o que tornava essa nova área de esporte mais bela.

Criou-se então o time representante da Vila São José, o forte Fundação São José Esporte Clube. Grandes jogadores passaram por lá: Carlinhos Rosquinha, Neném Piranha, Paulinho Binha, Pardal, Haroldo, Lamparina, Ximbica, o goleiro Zé Áureo, entre outros.

Ganhar do Fundação no campo dos eucaliptos era quase impossível. O campo ficava lotado aos domingos. O adversário tremia. Até o infanto-juvenil do Clube de Regatas Vasco da Gama foi abatido em 1973, num categórico 3 a 0 só no primeiro tempo. A famosa Rádio Difusora de Caxias fazia transmissões no local.

XXX
O estádio deu lugar ao CIEPs, nos anos 80

Nos anos 80, o Governador Leonel Brizola acolheu um projeto cultural sugerido por Darcy Ribeiro e implantou os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), mais conhecidos por “Brizolões“. O local escolhido foi justamente o Estádios dos Eucaliptos, criando uma ironia: dando vida a educação e matando o principal local de lazer da região.

A partir daí a Vila São José ficou desprovida desse lazer essencial. Como um prêmio de consolação construíram os “7 Campos“, onde antigamente estavam os campos do Brasil e do Cerâmica, no Pantanal, Morro do Sossego.

Contudo, a ex-presidente da república Dilma Rousseff acabou com os “7 Campos“, criando no local “Minha casa, minha vida“, deixando o Bairro São José órfão de um campo de futebol.

 

Time de 1966: Lula; Valito, Juca e Careca; Reco e Ximbica; Lamparina, Joaquim, Joãozinho, Válter e Miltinho.

Time base de 1967: Lula; Valito (Joaquim), Juca (Nequinha), Itamar (Erli) e Zé Maria; Osmi (Paulinho) e Bolão; Ximbica, Válter (Chico), Joãozinho (Macau) e Duca (Lamparina).

Time de 1968: Lula; Braga, Juca, Duca e Lamparina; Bolão e Válter; Paulinho, Gafu, Joãozinho e Nino.

Time base de 1973: Cebola (Zé Áureo); Carlinhos (Robson), Gilson, Bolão (Dias) e Domingos (Valdeci); Batista (Carlos Augusto), Jorge Davi (Sendas) e Paulinho (Lutércio); Almir (Arnaldo), Pardal (Morais ou Silva) e Melro (Jorginho). Técnico: Carlos Ramos de Souza, ‘Lelê’

 

PS: Uma detalhe que é importante citar. Em 1954, Tenório Cavalcanti fundou o jornal Luta Democrática, que usaria como ferramenta de propaganda política, especialmente para atacar desafetos e adversários, entre eles Getúlio Vargas. O jornal, de forte apelo sensacionalista, chegou a ser o terceiro maior do Rio de Janeiro nos anos 60. Por isso, que o clube ganhou tanto espaço neste veículo, nos ajudando a poder contar uma boa história.

FONTES: A Luta Democrática – Dias de São José – Jornal do Brasil – O Fluminense

 

ITAGUAÍ F.C.             2          X         2          FUNDAÇÃO SÃO JOSÉ E.C. (Duque de Caxias)

LOCAL: Estádio do Itaguaí FC, em Itaguaí (RJ)

DATA: Domingo, dia 30 de janeiro de 1972

CARÁTER: Amistoso Estadual

RENDA: Cr$ 500,00

ÁRBITRO: Paulo Moraes (Liga de Desportos de Duque de Caxias)

ITAGUAÍ: Antero; Fusca, Nilo, Cabral e Miro; Afonsinho e Déo; Miramar, Paulão e Serginho.

FUNDAÇÃO: Geninho; Rubinho, Edson, Bolão e Russinho; Paulinho e Valtencir; Sabará, Pantera, Silva e Bira.

GOLS: Paulinho aos 21 minutos (Fundação), no 1º Tempo. Afonsinho aos 18 minutos (Itaguaí); Paulinho aos 39 minutos (Fundação); Serginho aos 44 minutos (Itaguaí).

 

FONTE: O Fluminense

 

DATA: 15 DE ABRIL DE 1928
LOCAL: NITERÓI / RJ

1º JOGO

DEUSA DA VITÓRIA FC

W0-0

SC PRACINHA

2º JOGO

SC CENTRAL

2-0

7 DE SETEMBRO FC

3º JOGO

31 FC

1-0

GUANABARA FC

4º JOGO

BARREIRA FC

0-0

ODEON FC (2-0 ESC)

5º JOGO

BARRETO FC

1-0

FONSECA AC

6º JOGO

DEUSA DA VITÓRIA FC

2-0

SC CENTRAL

7º JOGO

31 FC

1-0

BARREIRA FC

8º JOGO

BARRETO FC

1-0

DEUSA DA VITÓRIA FC

FINAL

31 FC

2-1

BARRETO FC

CAMPEÃO – 31 FUTEBOL CLUBE (NITERÓI – RJ)

Fonte: A Noite / RJ

 

DATA: 01 DE MAIO DE 1928
LOCAL: CAMPO DO BYRON FC, EM NITERÓI / RJ

2º QUADROS

BYRON (Niterói)

0-0

NITEROIENSE (Niterói)

1º QUADROS

YPIRANGA (Niterói)

3-1

OLARIA (Rio de Janeiro)

1º QUADROS

BYRON (Niterói)

3-1

ANDARAÍ (Rio de Janeiro)

Fonte: A Noite / RJ

 
TIRADENTES AC (NITERÓI – RJ)

7

EC AGRA (NITERÓI – RJ)

0

DATA: 22 de setembro de 1974 LOCAL: Niterói – RJ
JUIZ: Ismael Correa da Silva CARÁTER: Campeonato Niteroiense – 1974
GOLS: Renato (3), ernando (2), Micinho e Marrom
Tiradentes(RJ): Gilberto; Ailton, Pelé (Beto), Camundongo e Edmilton; Valmir, Marrom e Micinho; Chinita, Renato e Fernando.
Agra(RJ): Edmar; Rogério, Albani, palito e Cabral; Zano, Reizinho e Walter; Mendigo, André e Bafinha.

Fonte: O Fluminense / RJ

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

EQUIPE

CIDADE

001

AGRA FUTEBOL CLUBE NITERÓI – RJ

002

CLUBE DOS PIONEIROS NITERÓI – RJ

003

ESPORTE CLUBE COSTEIRA NITERÓI – RJ

004

FLAMENGUINHO FUTEBOL CLUBE NITERÓI – RJ

005

MANUFATORA ATLÉTICO CLUBE NITERÓI – RJ

006

TIRADENTES ATLÉTICO CLUBE NITERÓI – RJ

1ª FASE

14.07.1974

AGRA

0-0

TIRADENTES

14.07.1974

COSTEIRA

5-1

PIONEIROS

21.07.1974

FLAMENGUINHO

1-0

PIONEIROS

21.07.1974

MANUFATORA

2-1

AGRA

28.07.1974

MANUFATORA

1-1

COSTEIRA

28.07.1974

TIRADENTES

1-0

FLAMENGUINHO

04.08.1974

COSTEIRA

1-0

AGRA

04.08.1974

PIONEIROS

2-1

TIRADENTES

11.08.1974

AGRA

1-0

PIONEIROS

11.08.1974

FLAMENGUINHO

1-1

MANUFATORA

18.08.1974

TIRADENTES

2-1

COSTEIRA

18.08.1974

MANUFATORA

1-0

PIONEIROS

25.08.1974

AGRA

2-1

FLAMENGUINHO

25.08.1974

MANUFATORA

2-1

TIRADENTES

01.09.1974

COSTEIRA

1-0

FLAMENGUINHO

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

MANUFATORA

05

03

02

00

07

04

08

02º

COSTEIRA

05

03

01

01

09

04

07

03º

TIRADENTES

05

02

01

02

05

05

05

04º

AGRA

05

02

01

02

04

04

05

05º

FLAMENGUINHO

05

01

01

03

03

05

03

06º

PIONEIROS

05

01

00

04

03

09

02

FASE FINAL

08.09.1974

TIRADENTES

3-0

MANUFATORA

08.09.1974

COSTEIRA

1-0

AGRA

15.09.1974

MANUFATORA

4-0

AGRA

15.09.1974

TIRADENTES

0-0

COSTEIRA

22.09.1974

MANUFATORA

3-1

COSTEIRA

22.09.1974

TIRADENTES

7-0

AGRA

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

TIRADENTES

03

02

01

00

10

00

05

02º

MANUFATORA

03

02

00

01

07

04

04

03º

COSTEIRA

03

01

01

01

02

03

03

04º

AGRA

03

00

00

03

00

12

00

# CAMPEÃO – TIRADENTES ATLÉTICO CLUBE (NITERÓI – RJ)

Fonte: O Fluminense / RJ

 
EC TAUBATÉ (TAUBATÉ-SP)

8

BARRA MANSA FC (BARRA MANSA-RJ)

0

Data: 10 de maio de 1936 Local: Taubaté – SP
Juiz: Joaquim Moreira Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Mestiço (2), Macário (2), Ismael (2), Alemão e Renato
Taubaté(SP): Chiquito; Andico e Ernesto; Moacir, Pedro e Zé Luiz; Ismael, Alemão, Renato, Macário e Mestiço.
Barra Mansa(RJ): Agostinho; Zequinha e Baião III; Geraldo, China e Mario; Isnard, Baião II, Amadeu, Chandre e Anatole.

Fonte: Gazeta Esportiva

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) – 1938

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ)

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

O Esporte Clube Cachoeirense é uma agremiação da cidade de Cachoeiras de Macacu (RJ). O clube foi Fundado no sábado, do dia 07 de Junho de 1958. O Clube das cores azul, vermelho e branco, manda as suas partidas no Estádio Municipal Coronel Isaltino Cordeiro, localizado no centro da cidade. Após disputar por 35 anos a Liga Cachoeirense de Desportos (LCD), decidiu tomar o caminho do profissionalismo.

Estreou, em 1993, no Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Profissionais, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Mesmo sendo um debutante, por muito pouco não chegou à fase final. Em 1994, se licenciou das competições profissionais, voltando em 1997, na Quarta Divisão, quando terminou na 3ª colocação. Na duas fases foi superado por Cosmos Social Clube e União Esportiva Coelho da Rocha.

Após essa disputa, o clube retirou-se das competições profissionais. Recentemente um outro chamado Cachoeiras Esporte Clube passou a disputar, mas não tem nenhuma relação, a não ser que as duas agremiações são da mesma cidade: Cachoeiras de Macacu. O Cachoeirense, após a experiência como profissional, participa atualmente dos campeonatos amadores promovidos pela Liga Cachoeirense de Desportos (LCD).

 P.S.: O escudo desta agremiação que circula pela Internet é verdadeiro. A diferença para este é que o postado é o atual!

 

FONTES: Wikipédia – André Luiz Pereira Nunes – Página do Facebook, da Liga Cachoeirense de Desportos (LCD)

 

O Esporte Clube Valim é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvianil foi Fundado no Sábado, do dia 1º de Outubro de 1927, pelos irmãos da família Valim: Faustino, Brasilino Cipriano, Hélio, entre outros. A sua Sede atual (que na realidade se resume a uma quadra de poliesportiva acanhada), fica localizado na Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, na Zona Norte do Rio.

A Sua 1ª Sede e a Praça de Esportes ficava na Rua Ferreira de Andrade (Esquina com a Rua Rocha Pita), nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio. Como referencia para aqueles que tenham a curiosidade em saber aonde ficava esse campo (endereço acima). Se entrar no ‘Google Maps’, o campo ficava do lado da Igreja N. S. Aparecida do Méier.

Aspecto do Auditório do clube

Ações Sociais: um marco do E.C. Valim

No início, a construção do campo não foi nada fácil. Afinal, o local era um brejo perigosíssimo, infecto e transmissor de moléstias ao povo adjacente. Com muita dificuldade, a Praça de Esportes foi erguida.

Na década de 30, o clube possuía mais mil sócios não por acaso. O Valim desenvolveu diversas ações sociais com as crianças e adolescentes da localidade. Além do futebol, que era o ‘carro-chefe’, também foi criada a Associação de Escoteiros, com fornecimento de vestimentas às crianças pobres.

Quadra de Basquete e Voleibol

Ou ação social bacana, era no período dos Natais, quando o clube realizava farta distribuições de tecidos (para que as famílias pudessem produzir roupas para os seus entes queridos) e mantimentos. O Esporte Clube Valim também colaborou com a sua vizinha: Igreja N. S. Aparecida do Méier. Para ajudar a instituição religiosa o clube construiu um teatrinho para ser uma fonte de renda! E o resultado funcionou e a Igreja no ano seguinte pode remodelar toda a Igreja.

Além disso, o Valim permitia, sem nenhum custo, que as suas instalações fossem utilizadas para exercícios dos alunos do Tiro de Guerra, nº 77, no Cachambi, e também para os soldados do 3º Batalhão da Polícia Militar. Em 1938, criou o curso Particular de Instrução, com material de expediente escolar, tudo inteiramente grátis. Depois o curso passou a se chamar: Instituto Valim, registrado sob o número 1.238. O curso recebia excedentes das Escolas Municipais.

Vista parcial do campo

As artes cênicas também tinha espaço, uma vez que o clube contava com um grupo artístico, que faziam exibições no auditório, com capacidade para 600 pessoas sentadas (a sua construção custou Cr$ 250 mil cruzeiros).  Uma curiosidade. Na Sede do clube existia um departamento médico, algo incomum para aquela época, sobretudo, nos clubes de segunda categoria.

 

Uma das salas de aulas

Um clube Poliesportivo

Na esfera esportiva, o Valim também possuía opções para a inclusão social da garotada. Além do futebol, nas instalações também contavam com Basquete, Voleibol, Atletismo, Ping-Pong (atual Tênis de Mesa), jogos de Salão (futebol de salão e atualmente chamado de Futsal).

Não era o simples fato de ter essas modalidades, mas também o clube federou todas: Federação Atlética Suburbana; Liga Suburbana de Basquete; Liga Suburbana de Voleibol; Liga de Esportes do Rio de Janeiro; Federação Metropolitana de Atletismo. No futebol o Valim se filiou a Liga Carioca de Futebol (LCF); e, posteriormente, na década de 40, se filiou ao Departamento Autônomo, uma sub-liga da Federação Metropolitana de Futebol.

Campeão de 1946

No futebol, o Esporte Clube Valim obteve resultados que merecem registro. Entre o final de 1941 até o fim 1942, o clube jogou 55 partidas, sem nenhuma derrota. Depois sagrou campeão da Federação Metropolitana de Futebol, em 1946.

Ameaça de Despejo virou uma odisséia

Nos anos 30 e 40, o Valim viveu a ameaça de perder a sua sede. O motivo era que o terreno pertenceu a três proprietários, destacando-se Darke Bhering de Oliveira Mattos, que presidiu o Botafogo Football Club, em 1936. Enquanto vida teve sempre consentiu que o clube permanecesse instalado na Sede e na Praça de Esportes na Rua Ferreira de Andrade, nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier.

No entanto, na década de 40, o local passou para as mãos do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), que exigiu a saída do Esporte Clube Valim, a fim de construir no local edifício no local.

A disputa teve um entrave judicial, onde o IPASE moveu uma ação de despejo. Em 11 de Maio de 1949, o juiz da 3ª Vara da Fazenda Publica, deu ganho de causa ao IPASE. O Valim foi intimado a deixar o local no prazo de seis meses (até o dia 19 de novembro de 1949).

No entanto, paralelamente a esse tramite, o Valim já tinha entrado em 1947, junto a Prefeitura do Distrito Federal, um processo de desapropriação (ficha 8.887 de 1948 do gabinete de S. excia. o Sr. Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, que governou de 16 de junho de 1947 a 24 de abril de 1951).

Naquela época alguns clubes se utilizaram desse processo com êxito. Naquele instante, com já tinha percorrido todos os tramites legais, o Valim só dependia da conclusão e da assinatura do Prefeito para “virar o jogo”.

Então, como num filme hollywoodiano, restando um dia para ser despejado, uma luz no final do túnel se acendeu. Na sexta-feira, do dia 18 de novembro de 1949, o juiz Tiago Pontes da 3ª Vara da Fazenda Publica, resolveu sustar a execução.

No entanto, um mês depois os advogados do IPASE derrubaram a suspensão. Diante desse quadro, o Valim voltou a depender da boa vontade do Prefeito Ângelo Mendes de Morais. Então, nessa odisséia, no dia 30 de dezembro, foi aceito um mandato de segurança.

O desembargador Sampaio da Costa, baseando-se na lei municipal nº 424, de 29 de novembro de 1949, sancionada pelo prefeito Mendes de Morais, aceitou a medida que veio a salvar o Valim da extinção. O despejo estava marcado para acontecer no dia 02 de janeiro de 1950.

Após idas e vindas, finalmente essa história teve um desfecho. Pena que desfavorável ao Valim. No dia 28 de março de 1950, foi executado o despejo do clube e a demolição da Sede e escola. Não foi apenas limar de um clube, mas também deixaram 300 alunos sem aula, pois existia uma escola na sede do Valim.

O duro recomeço

Naquela época, diversos clubes cariocas foram extintos com a desapropriação da sua e/ou campo pelo mesmo motivo do Valim. Então, por quê o clube sobreviveu?

Ao contrário das outras histórias com um triste fim, o Esporte Clube Valim virou notícia! Diversos jornais daquela época, sensibilizadas com a forma como a ação era feito pelo IPASE, realizaram diversas reportagens condenando o despejo.

Assim, rapidamente os moradores dos bairros adjacentes ao clube ficaram indignados com o processo e passaram a defender o Valim. Mesmo com a decisão desfavorável, o pós despejo o clube recebeu apoio e ajuda de diversos lugares como os clubes, sócios, moradores e apoio da mídia, o que deu uma sobrevida ao clube.

Os clubes filiados a Federação Metropolitana de Futebol (FMF), por exemplo, deram um auxílio ao Valim, no valor de Cr$ 5.000,00 para ajuda no transporte de seus materiais do depósito público para a sede provisória.

Um mês após a desapropriação, as constantes reportagens começaram a surtir efeito. O Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, enfim prometeu ajudar, a Câmara Municipal também fez coro em defesa do Valim.

Após muitas promessas, o Valim obteve outro espaço para montar a sua nova Sede: Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, onde o clube está até hoje.

Apesar de ser um espaço menor, a popularidade do clube estava em alta. O número de sócios girava em torno de 1.000.  Mesmo diante de uma realidade mais modesta, o clube seguiu com o ideal de educar! Com isso, ganhou uma justa frase: “Valim, Escola de Futebol e Alfabetização“.

Para se ter uma ideia da comoção que o Valim recebeu do país, o clube recebeu uma “chuva” de convites para excursionar  pelo Brasil. O Alvianil do Méier viajou para Minas Gerais, Corumbá (Na época Matogrosso e atualmente Mato Grosso do Sul), entre outros.

O clube seguiu participando do Departamento Autônomo, mas diante de uma realidade mais modesta. Durante décadas, a Associação de Moradores do Méier e o clube criaram um laço de união! Todos os eventos eram realizado no Valim.

 

Time-base de 1943: Hermes; João e Jaú; Bandeira, Brandão e Vadinho; Lindo, Roberto, Brasilino, Paco e Neném. Técnico: Sylvio Valim.

 

FONTES: Amanhã – Diário de Notícias – Gazetas de Notícias – Jornal dos Sports – Diário Carioca

 

1º TURNO

06.02.1965

GUANABARA

2-0

RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO

07.02.1965

GUANABARA

4-0

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

09.02.1965

RIO DE JANEIRO

1-0

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

2º TURNO

11.02.1965

GUANABARA

8-0

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

13.02.1965

RIO DE JANEIRO

4-1

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

14.02.1965

GUANABARA

2-1

RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO

CAMPEÃ – SELEÇÃO DA GUANABARA

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

Canto do Rio Futebol Clube (Niterói-RJ) - 1945

Fonte: A Manhã – RJ

 

NITERÓI                   4          X         3          NOVA FRIBURGO

LOCAL: Estádio Assad Abdalla, Rua Dr. March, 196, no Bairro do Barreto, em Niterói (RJ)

DATA: Domingo, dia 22 de Setembro de 1929

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Football de 1929

HORÁRIO: 16 horas

NITERÓI: Acyr; Congo e Bibi; Álvaro, Oscarino e Irenio; Nô, Elviro (depois Aristheu), Russo, Manoelsinho e Caláo.

FRIBURGO: Beauclair; Martins e Gambini (depois Nonô); Tião, Guadagnini (depois Ablen) e Secundino; Jordão I, Féres, Hugo, Lindório e Jordão II.

PRELIMINAR:

GOLS: Gambini, contra (Niterói); Lindório (Friburgo); Féres (Friburgo), no 1º Tempo. Russo, de pênalti (Niterói); Aristheu (Niterói); Aristheu (Niterói); Hugo (Friburgo), no 2º Tempo

 

 

FONTE: Jornal O Ferrão (Nova Friburgo/RJ) 

 

NOVA FRIBURGO             2          X         1          CAMPOS

LOCAL: Estádio Assad Abdalla, Rua Dr. March, 196, no Bairro do Barreto, em Niterói

DATA: Domingo, dia 08 de Setembro de 1929

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Football de 1929

ÁRBITRO: Otto Badusk (Andarahy A.C.)

FRIBURGO: Beauclair; Martius e Gambini; Van-Erven, Guadagnini e Secundino; Jordão I, Felix, Hugo, Lindório e Jordão II.

CAMPOS: Ernandes; Braga e Peix (depois Nelson); Alcimaco, Adyr e Alcides; Kaugurú, Ary, Polly, Neolim e Bragode.

GOLS: Lindório e Felix (Friburgo); Bragode (Campos)

P.S: Seleção de Nova Friburgo, organizada pela Associação Serrana de Esportes Athleticos;

enquanto o Selecionado de Campos era organizado pela Liga Campista de Football

 

 

FONTE: O Clarim

 

NOVA FRIBURGO             4          X         0          PETROPÓLIS

LOCAL: Estádio Jardim do Suspiro, em Nova Friburgo (RJ)

DATA: Domingo, dia 1º de Setembro de 1929

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Football de 1929

HORÁRIO: 16 horas e 10 minutos

ÁRBITRO: José Bassani

FRIBURGO: Beauclair; Dudu e Gambini; Tião, Guadagnini e Secundino; Jordão I, Felix, Hugo, Antenor e Jordão II.

PETROPÓLIS: Theophilo; Nestor e Apparicio (Manduca); Lago, Alegria e Ferreira; Lino, Avelino, Nenem, Eduardo e Jorge.

GOLS: Hugo aos quatro minutos (Friburgo); Felix (Friburgo), no 1º Tempo. Antenor (Friburgo); Felix (Friburgo), no 2º Tempo

 

 

FONTE: Jornal O Ferrão (Nova Friburgo/RJ) 

 

Torneio Início de Nova Friburgo da 1ª Divisão foi realizado no Domingo, do dia 17 de Junho de 1945. 

FONTE: A Voz da Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Torneio Início de Nova Friburgo da Segunda Divisão foi realizado no Domingo, do dia 17 de Junho de 1945. 

 

 

 

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE: A Voz da Serra (17 de Junho de 1945) 

 

ESPERANÇA DE FRIBURGO    3          X         2          AMERICANO DE CAMPOS

LOCAL: Estádio Paissandu, em Nova Friburgo (RJ)

DATA: Domingo, dia 29 de Abril de 1945

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Futebol de 1945

RENDA: Cr$ 6.187, 50 (Recorde)

PÚBLICO: superlotado

ÁRBITRO: Télio Peçanha

ESPERANÇA: Hortiz; Cigano e Regli; Elicides, Portela e Zé Preto; Armando Zórico, Geraldo, Ceci e Lampeão. Técnico: Lamparina

AMERICANO: Milton; Carabina e Degas; Alfredo Alves e Cinco; Poli, Maneco, Vaguinho, Morais e Batucada.

GOLS: Armando, duas vezes, e Ceci (Esperança); Morais e Vaguinho (Americano)

P.S.: Após a partida, diante do Americano, cada jogador recebeu um “Bicho” de Cr$ 50,00. Na decisão acabou sendo superado pelo Petropolitano Football Club (Petrópolis), ficando com o vice-campeonato o Esperança de Nova Friburgo. 

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE:  A Voz da Serra (30/11/1947)

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE: A Folha Esportiva

 

FONTE: A Folha Esportiva

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