O Atlético Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O “Tricolor Matapaquense” foi Fundado no dia 17 de Outubro de 1954. A sua Sede e o campo fica localizado às margens da Estrada Matapaca, em Pendotiba, em Niterói. O Atlético duas participações do Campeonato Niteroiense. O grande rival do Atlético é o Cruzeiro, ambos do bairro de Pendotiba.

 

FONTES: O Fluminense 

 

 

 FOTO: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense.

 

O Paraíba do Sul Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Paraíba do Sul, localizado na região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Com uma população de 41.088 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2010, Paraíba do Sul fica a 138 km da capital do Rio.

Fundado na quinta-feira, do dia 17 de março de 2005. A sua Sede e o Estádio Marcelo de Moura Campos e Souza, o “Marcelão” (capacidade para 10 mil pessoas), estão situados na Estrada do Catete, nº 638, no Bairro da Vila Salutaris, em Paraíba do Sul.

 

2005: Estreia na Terceirona do Rio

O clube Sul-paraibano debutou na esfera profissional no mesmo ano da sua fundação. No Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 2005, se classificou para a 2ª fase da competição em 3º lugar, sendo superado apenas pelo Esporte Clube Miguel Couto e Profute Futebol Clube, ficando à frente de Rubro Social Esporte Clube, Artsul Futebol Clube, Associação Atlética Colúmbia e o lanterna Futuro Bem Próximo Atlético Clube. Nas quartas-de-final acabou eliminado pelo Esporte Clube Tigres do Brasil.

Em 2006, é precocemente eliminado na primeira fase ao ficar em último em sua chave, sendo superado por Resende Futebol Clube, Grande Rio Bréscia Clube e Esporte Clube Resende, que se classificam.

2007: clube termina entre os quatro primeiros

Em 2007, se classifica como líder na primeira fase do certame, deixando para trás Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube e Esporte Clube Rio São Paulo, que também se classificam, além dos eliminados Futuro Bem Próximo Atlético Clube e Centro de Futebol Miguel de Vassouras Sociedade Esportiva, que são eliminados.

Na segunda fase se classifica em 1º lugar, em sua chave, juntamente com o segundo colocado, Clube Atlético Castelo Branco. Canto do Rio Football Club e Esporte Clube Rio São Paulo são eliminados.

Na terceira fase se classifica em segundo, atrás somente do Aperibeense Futebol Clube. O Esporte Clube Italva foi eliminado, ao perder três pontos pela utilização de um atleta em condição irregular. O outro que ficou fora foi o São João da Barra Futebol Clube.

Finalmente nas semifinais é eliminado em jogos de ida e volta para o futuro campeão daquele ano, o Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube. O Aperibeense Futebol Clube seria o outro finalista ao bater o Quissamã Futebol Clube nas penalidades.

2008: Paraíba do Sul é o campeão da Terceirona de Juniores

Em 2008, se sagra campeão no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de Juniores. Na categoria profissional o clube se classifica em terceiro em sua chave na primeira fase, sendo superado por Barra Mansa Futebol Clube e Fênix 2005 Futebol Clube, mas ultrapassando Campo Grande Atlético Clube e Semeando Cidadania Futebol Clube, que são eliminados.

 

2017: clube retorna após sete anos de ausência

Em 2009, joga a Terceira Divisão da categoria Juniores e Profissional. Depois o Paraíba do Sul Futebol Clube se licenciou por sete temporadas. Agora o clube se prepara agora para disputar o Campeonato Carioca da Série C (equivalente a Quarta Divisão) de 2017, que começa no próximo mês de junho.

 

FONTES & FOTOS: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Wikipédia – Paulo Roberto Rodrigues

 

O CESA (Centro Esportivo Social Arturzinho) é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 15 de Maio de 2000, por Artur dos Santos Lima, ou simplesmente Arturzinho, que completa neste sábado (13 de Maio), 61 anos.

Para quem não associou, o ‘Rei Artur’, como era chamado nos tempos de Bangu, foi um jogador extremamente habilidoso e que costumava surpreender os adversários nas cobranças de escanteio. Várias vezes, Arturzinho marcou gols olímpicos. E não importava qual o lado. Mesmo sendo destro, batia com a mesma eficiência escanteios pelo lado direito, o que não é comum.

O pequeno Arturzinho, com seus 1m62 de altura e 60kg, viveu a melhor fase de sua carreira jogando no Operário de Campo Grande (MS) e em equipes cariocas. O meia foi um dos maiores ídolos da história do futebol do Mato Grosso do Sul. No Rio, ele passou pelo Fluminense e brilhou, principalmente, com as camisas do Bangu e do Vasco da Gama, onde foi vice-campeão brasileiro de 1984.

Ainda em 84, Arturzinho foi contratado pelo Corinthians. Chegou ao Parque São Jorge com enorme responsabilidade: substituir Sócrates, na época negociado com a Fiorentina, da Itália. Apesar de não ter sido o mesmo jogador dos tempos de Bangu e Vasco, Arturzinho chegou a cair nos braços da Fiel torcida depois de uma partida contra o Palmeiras. Na ocasião, Arturzinho, de cabeça, marcou um dos gols da vitória alvinegra sobre o arquirrival.

Deixou o Corinthians, onde realizou 57 jogos conforme mostra o “Almanaque do Corinthians“, de Celso Dario Unzelte e marcou 12 gols (sendo um deles olímpico contra o XV de Jaú, no Morumbi, pelo Paulistão de 84), e retornou ao futebol carioca no ano seguinte da sua contratação. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, o meia voltou a chamar a atenção por suas boas exibições com a camisa do Vitória.

2012: Estreia no futebol profissional

Presidido pelo ex-atleta Arturzinho, o clube alviverde participou das competições da base, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Em 2012, o clube decidiu enveredar na esfera profissional.

Assim o CESA estreou no Campeonato Carioca da Terceira Divisão, em 2012. O clube do ‘Rei Artur’ caiu no Grupo A, da 1ª Fase, juntamente com o Barcelona Esporte Clube, Clube Atlético da Barra da Tijuca, Queimados Futebol Clube, União de Marechal Hermes Futebol Clube e Villa Rio Esporte Clube.

1ª Rodada – 11/03 – Queimados              8 x 2   CES Arturzinho;

2ª Rodada – 18/03 – CES Arturzinho       0 x 2   CA Barra da Tijuca;

3ª Rodada – 22/03 – CES Arturzinho       0 x 3   União de Marechal;

4ª Rodada – 25/03 – Villa Rio EC             2 x 2   CES Arturzinho;

5ª Rodada – 1º/04 – CES Arturzinho       3 x 2   Barcelona;

6ª Rodada – 08/04 – CES Arturzinho       4 x 5   Queimados;

7ª Rodada – 15/04 – Barra da Tijuca        2 x 1   CES Arturzinho;

8ª Rodada – 19/04 – União de Marechal 0 x 3   CES Arturzinho;

Por conta de problemas com inscrições de atletas, o CESA foi punido com a perda de todos os pontos e acabou eliminado da competição e não veio a disputar a categoria de Juniores no mesmo ano.

XXX
FONTES & FOTO: Wikipédia - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O CFZ do Rio (Centro de Futebol Zico do Rio Sociedade Esportiva) é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube-empresa foi Fundado na sexta-feira, do dia 12 de Julho de 1996, como Rio de Janeiro Futebol Clube. Poucos sabem, mas o clube possuem duas Sedes: na Principal (que está o Estádio Antunes, com capacidade para 1 mil pessoas) fica localizado na Avenida Miguel Antônio Fernandes, nº 700, no Bairro do Recreio dos Bandeirantes. O segundo (que há o Centro de Treinamento e a Sede Administrativa) fica na Via Serviente Quatro, 768-A, no Bairro Vargem Pequena. Ambos ficam situados na Zona Oeste do Rio.

O clube do Galinho de Quintino também possuiu uma “filial” em Brasília, uma em Juiz de Fora , Minas Gerais e outra na cidade de Imbituba, Santa Catarina. O clube inicialmente chamou-se Rio de Janeiro Futebol Clube e entrou em atividade seis meses depois do 1º aniversário do Centro de Futebol, no Recreio dos Bandeirantes. O projeto inicialmente foi concebido como uma escolinha de atletas chamada Nova Geração.

1997: estreia no futebol profissional e título inédito

A equipe profissional do Rio de Janeiro FC debutou na esfera profissional no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 1997, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

1º jogono sábado, do dia 22 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Correão, em Cabo Frio, as equipes da Associação Desportiva Cabofriense e o Rio de Janeiro estreavam no Campeonato Carioca da Terceira Divisão (chamado de Módulo Intermediário).

O jogo representou o retorno ao futebol profissional de uma equipe de Cabo Frio, enquanto o time do Galinho estreava oficialmente no futebol profissional. No final, um empate em 0 x 0, que resultou o que foi a partida, marcada por muito equilíbrio. O Rio de Janeiro jogou assim: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson. Técnico: Jaime de Almeida.

Na segunda partida, no sábado, do dia 29 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Antunes, que estava recebendo o 1º jogo oficial. No Final, o Rio de Janeiro estreou com uma goleada diante do Raiz da Gávea por 7 a 0. O primeiro gol aconteceu aos 38 minutos da primeira etapa, por intermédio do zagueiro Guarilha. Os demais tentos foram assinalados pelo meia Iran, o lateral Selé e o atacante Nilson, todos com um gol. O destaque ficou por conta de outro atacante: Samaroni, autor de três gols.

A equipe comandada por Jaime de Almeida (que depois foi técnico do Flamengo, conquistando a Copa do Brasil de 2013), foi a campo com a seguinte formação: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson.

No final, o Rio de Janeiro Futebol Clube acabou faturando o seu primeiro título! A campanha da primeira fase foi a seguinte:

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

7

X

0

Raiz da Gávea
Duquecaxiense

2

X

1

Rio de Janeiro
Rodoviário

0

X

2

Rio de Janeiro
Real EC, de Angra

2

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

A.A. Columbia, de Duque de Caxias
Rio de Janeiro

5

X

1

Queimados FC
Rio de Janeiro

3

X

0

Grêmio-49, de Seropédica
Rio de Janeiro

4

X

0

Opção FC, do Bairro de Realengo
Raiz da Gávea

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

0

X

0

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Rio de Janeiro

1

X

1

Duquecaxiense
Cascatinha, de Petrópolis

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Rodoviário
Rio de Janeiro

0

X

0

Real EC, de Angra
A.A. Columbia, de Caxias

0

X

1

Rio de Janeiro
Queimados FC

2

X

1

Rio de Janeiro
Grêmio-49, de Seropédica

0

X

2

Rio de Janeiro
Opção FC, de Realengo

0

X

2

Rio de Janeiro

 

O Rio de Janeiro FC avançou para o Quadrangular Final, com a segunda melhor campanha com 38 pontos, só atrás da Associação Desportiva Cabofriense, com 46 pontos. O Real Esporte Clube, de Angra dos Reis, ficou em 3º lugar com 37 e o Duquecaxiense na 4ª posição com 31.

Contudo, no Quadrangular Final, o Rio de Janeiro FC jogou como ente grande. Na partida do dia 28 de setembro, a equipe comandada por Jaime de Almeida derrotou o Duquecaxiense por 1 a 0, gol do japonês Takayuki Suzuki, e conquistou o título faltando uma rodada para o final da Terceirona de 1997.

Rio de Janeiro

1

X

1

Real EC, de Angra
Duquecaxiense

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

2

X

1

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Real EC, de Angra

1

X

2

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Duquecaxiense
A.D. Cabofriense

0

X

0

Rio de Janeiro

1998: Sai Rio de Janeiro FC e entra CFZ do Rio

Logo, o então Rio de Janeiro Futebol Clube teve de trocar o nome, uma vez que já existia outro clube com o mesmo nome no estado. No dia 4 de fevereiro de 1998, o Centro de Futebol Zico é oficializado e o “do Rio” é acrescentado para manter a essência da ideia original.

O CFZ do Rio deu origem a uma filial sediada na cidade de Brasília: o homônimo CFZ. O clube brasiliense foi fundado no dia 1º de agosto de 1999, em sociedade com a empresa HPMA. Os dois clubes passaram a utilizar os mesmos jogadores e comissão técnica durante algum tempo.

O CFZ esteve perto de conquistar o acesso à elite do futebol carioca em 2001, quando foi vice da Série B. Na ocasião, o Entrerriense saiu campeão. Em 2010, oficializa união com o Flamengo. O clube da Gávea cederá atletas não aproveitados do time de juniores e profissionais para o time de Zico.

Também é anunciado um arrendamento do clube para o grupo de investidores MFD Sports, que será responsável por todas as despesas do clube. Em 2011, o clube se licenciou das competições estaduais. Em 2014, foi desfiliado dos quadros da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, por ter se licenciado por mais de três anos seguidos, e deixou as atividades no futebol profissional. O clube pediu seu afastamento por razões.

 

FONTES: Wikipédia – Site do CFZ

FOTOS: Show de Camisas – Só Futebol - Paulo Roberto 

 

 

 

O Friburguense Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Nova Friburgo, localizado na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. O “Frizão” foi Fundado na sexta-feira, do dia 14 de Março de 1980, resultante da fusão do Fluminense Atlético Clube com o Serrano Futebol Clube. O 1º presidente foi Francisco Mastrângelo. Os principais fundadores foram: Francisco Sampaio, Jorge El-Jaick, Tuffy El-Jaick, João Bizzoto, Ernesto P. Faria e Henrique F. Leal.

A cidade de Nova Friburgo está localizada no centro-norte do Estado do Rio de Janeiro, a 846 m de altitude, com área de 938 Km2, e distante da em 136 km , Nova Friburgo é a cidade que mais se destaca no futebol na região capital serrana.
As cidades limites ao Norte, são os municípios de Sumidouro, Duas Barras, Bom Jardim e Trajano de Moraes; a Leste com o município de Macaé; ao Sul com os municípios de Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu; a Oeste com o município de Teresópolis.

Como homenagem especial e em atenção aos relevantes serviços prestados ao Fluminense Atlético Clube, é conferido ao Dr. César Guinle o título de Patrono do clube. O quadro social do Friburguense tem hoje mais de 1.300 sócios proprietários e sua área é de 41.500 m2 e está localizado na Rua Jardel Hotz, s/n, no Bairro de Olaria, em Nova Friburgo, funcionando de terça a domingo.
No mesmo endereço, encontra-se o estádio Eduardo Guinle, com capacidade para 12 mil pessoas, dimensões oficiais de 105 m x 68 m, com iluminação e o Placar Eletrônico é o antigo que pertencia ao Maracanã.

O Friburguense foi 4° colocado no Campeonato Carioca da 1ª Divisão de 1999, vencendo Botafogo e Fluminense no Maracanã. O time também foi 4° colocado no Carioca de 2002. No ano de 2004 chegou as semifinais da Taça Rio, sendo eliminado pelo Vasco nos pênaltis por 5 a 4, após empate de 1 x 1 em pleno Maracanã. O bom desempenho de 2004, premiou o time com a inédita classificação para a Copa do Brasil de 2005.

 

FONTES: Site e a página no Facebook do Friburguense Atlético Clube

 

Em arbitral realizado na tarde desta terça-feira (09 de maio de 2017) a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) definiu finalmente os componentes do Campeonato Estadual da Série C (na prática a Quarta Divisão). A 1ª rodada será em 9 de julho.

Os 17 participantes ficaram divididos em dois grupos. Os estreantes no profissionalismo são Brasileirinho, 7 de Abril e Viva Rio (Pérolas Negras). Já o Campos, que mantinha parceria com o Carapebus, e chegou até a Série A, requereu e conseguiu a sua refiliação aos quadros profissionais da entidade. Por isso, deverá refazer o caminho em direção à elite do futebol fluminense. O EC Resende, ausente desde 2006, volta à competição, assim como o Casimiro de Abreu, licenciado desde 2007.
As chaves ficaram assim compostas:

GRUPO A:

Viva Rio (Pérolas Negras);

Teresópolis;

Paduano;

 Itaperuna;

Tomazinho;

 Paraíba do Sul;

7 de Abril;

Campo Grande.

GRUPO B:

Riostrense;

União de Marechal;

Campos;

Brasileirinho;

Heliópolis;

Casimiro de Abreu;

Itaboraí Profute;

Miguel Couto;

EC Resende.

REGULAMENTO
O regulamento será mantido em relação à última edição da Série C. Haverá, portanto, quatro vagas de acesso. Na primeira fase ocorrerá dois turnos. No primeiro os clubes se enfrentam na mesma chave. No segundo, ocorrerá o cruzamento. Os primeiros de cada grupo avançarão diretamente à decisão e já garantirão vaga na Série B2 de 2018.
Já as outras duas equipes promovidas serão conhecidas nos playoffs através de um cruzamento entre o segundo e o terceiro colocado das duas chaves. Os confrontos serão de ida e volta. Apenas cinco atletas acima dos 23 anos poderão ser utilizados. As inscrições poderão ser feitas até a segunda rodada do returno.

No que tange à parte financeira, os clubes deverão receber alguma ajuda, ainda não especificada pela Federação. Sob risco de ficar fora da competição, o Campo Grande conseguiu resolver sua situação através de uma liminar no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD). Coincidentemente a advogada do clube é a filha do presidente da entidade, Rubens Lopes.

Já o Rubro Social, de Araruama, não teve a mesma sorte e nem o mesmo advogado e ficará novamente fora da disputa. Itaperuna, Paduano, Heliópolis, Tomazinho e Miguel Couto são outras agremiações que retornam à competição.
Jogos da primeira rodada:

Pérolas Negras x Campo Grande

Teresópolis x 7 de Abril

Paduano x Paraíba do Sul

Itaperuna x Tomazinho

Riostrense x EC Resende

União de Marechal x Miguel Couto

Campos x Itaboraí Profute

Brasileirinho x Casimiro de Abreu

Folga: Heliópolis

Profute vem sob nova direção com parceria com Volantes
Após vencer o Torneio Amistoso no ano passado, o Itaboraí Profute virá com outra administração. O novo presidente é Murilo Lima, dirigente da Associação Atlética Volantes, de Mesquita, que por anos foi filiada aos quadros da Federação, chegando até a vencer o Campeonato Estadual da Série C de Juniores de 1986.

O novo mandatário adquiriu o clube das mãos do pastor Márcio Jorge, que se encontra em delicado estado de saúde. Por conseguinte, o mando de campo da equipe será o estádio Augusto Simões, no bairro de Presidente Juscelino, em Mesquita. O antigo gerente de futebol Gilberto Figueiredo, o qual fez ótimo trabalho no Duquecaxiense e no próprio Profute, continuará dando assistência, porém mais à distância por conta de outras atribuições.

Estreantes, Brasileirinho e 7 de Abril prometem surpreender

O atual campeão amador da capital da categoria sub 20, Brasileirinho é um dos estreantes no profissionalismo. O time das cores verde e amarela deverá fazer seu mando de campo no estádio Mourão Filho, do Olaria Atlético Clube. Já o 7 de Abril, presidido pelo engenheiro Nelri Ferreira Leite, cuja maior conquista foi o vice-campeonato da Liga Rio Copa em 2014, poderá atuar em Teixeira de Castro, de propriedade do Bonsucesso Futebol Clube. Ambos são organizações não governamentais que visam apoiar crianças e jovens, tirando-as da rua e levando-as à pratica do desporto.

 

FONTES: Super Gol – André Luiz Pereira Nunes 

FOTO: Úrsula Nery (Agência FERJ) 

 

Fechando a lista dos novos clubes registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e que podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

Trata-se do Esporte Clube Porto Real. É uma agremiação do Município de Porto Real, localizado na Região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Com uma população de 18.552 habitantes, segundo o Censo IBGE/2016, Porto Real fica a 123 km da capital do Rio. A condição de município é algo relativamente novo, uma vez que a emancipação aconteceu em 05 de Novembro de 1995.

O neo clube Porto Realense foi Fundado no Sábado, do dia 05 de Novembro de 2016, e escolheu as cores da bandeira do município: vermelho, verde e branco. A sua Sede administrativa está situado no Avenida Geraldo Ribas, nº 1853, no Centro de Porto Real.

Após 17 anos, o município de Porto Real terá um time para torcer e incentivar, no futebol profissional. Após o Porto Real Country Club se desfiliar da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), Porto Real ficou órfão de um clube na esfera profissional.

No entanto, esse ano a história será diferente, pois o Esporte Clube Porto Real busca participar do Campeonato Carioca da Série C (de fato, a Quarta Divisão). A equipe disputava competições amadoras na cidade, oferecidas pela liga municipal da cidade, mas a diretoria resolveu em 2017 buscar vôos mais altos, e profissionalizar o clube.

Com a possível profissionalização, seria preciso pessoas de confiança no clube, o diretor Gabriel Almeida fez o convite para Nelson Pernasetti e Sérgio Luiz para somar forças e conquistar o primeiro passo, o CNPJ. Atualmente o clube já vem treinando e fazendo peneiras, esperando apenas o cumprimento de todas as exigências e buscando patrocinadores para poder disputar campeonatos estaduais.

No plantel do time possuí jogadores experientes no futebol carioca como: Cassiano Carvalho, ex-América e Audax, Wesley Coutinho, ex-América, Caio Fábio, ex-Madureira, Guilherme Souza, ex-Duque de Caxias, Heider Fidélis, ex-Botafogo e Seleção Militar Brasileira, além de jovens jogadores da cidade.

FONTES & FOTOS: Wikipédia - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Blog Futebol Sport Rio – Página do clube no Google+   

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

O CIG (Centro de Integração Geracional) 7 de Abril é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na terça-feira, do dia 22 de Agosto de 2006. A sua Sede fica localizado na Rua Engenheiro Gastão Rangel, nº 126, no Bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

Atualmente a CIG desenvolve dois projetos na área de esporte e capacitação profissional; o Projeto Pé na Bola e cabeça na escola que atua com meninos adolescentes em atividades esportivas nos períodos em que não estão na escola e o projeto Espaço Cuidar que capacita pessoas familiares ou não no cuidado à pessoa idosa.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Página do clube no Facebook

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017). O Estrela do Norte Esporte Clube é uma agremiação da cidade de São Fidélis (RJ). Fundado no Domingo, do dia 13 de Julho de 1952. A sua Sede fica localizada na Rua Otr Ipuca, s/n, no Distrito de Ipuca, em São Fidélis.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Página do clube no Facebook

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

Começamos pelo IQSL Brasileirinho Clube Social. É uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 12 de Julho de 2007. A sua Sede fica localizada na Rua José Marcelino de Vasconcelos, nº 252, no Bairro de Anchieta, na Zona Norte do Rio.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – YouTube – André Luiz Pereira Nunes

 

O Heliópolis Atlético Clube é uma agremiação da Cidade de Belford Roxo, situado na Baixada Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Fundado na segunda-feira, do dia 1º de Maio de 1950, sob denominação de Heliópolis Futebol Clube. No domingo, do dia 20 de Março de 1955, foi alterado para a nomenclatura atual. A sua Sede está localizada na Rua Londres, nº 345, no Bairro São Francisco de Assis, em Belford Roxo. O clube é proprietário do Estádio José de Alvarenga, também conhecido por ‘Alvarengão’, com capacidade para 4 mil pessoas.

Em 1976, o Alvianil se sagrou campeão do Campeonato Citadino de Nova Iguaçu, organizado pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu (LDNI). Profissionalizou-se em 1983 e estreou no Campeonato Carioca da 3ª Divisão. A equipe ficou em 6º lugar do seu grupo na fase inicial, não se classificando assim para a fase final. No ano seguinte fica em quinto da sua chave e novamente não se classifica para a fase final.

Em 1985 se classifica pela primeira vez para a fase final, ficando em terceiro lugar do seu grupo. Acabou terminando em sexto lugar geral do torneio. Em 1986 se licencia do torneio pela primeira vez. Retorna em 1987 e fica em 3º lugar de seu grupo se classifica assim para a segunda fase. Na segunda fase fica em quarto lugar e não se classifica para a fase final. Em 1988 novamente fica em terceiro e passa para a segunda fase, na qual fica em terceiro e é eliminado. Em 1989 se licencia pela segunda vez.

Retorna novamente em 1990, ficando apenas em sexto na sua chave, e não se classificando para a fase final. Em 1991 se licencia pela terceira vez. No Campeonato Carioca da 3ª Divisão de 1992 faz a sua melhor campanha. Fica em quarto lugar no seu grupo, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em primeiro na chave “A”. Na fase final fica em segundo no seu grupo, perdendo a vaga para o Serrano Football Club, que vai para a final contra o Esporte Clube Barreira, e se sagra campeão.

Em 1993 fica em terceiro na sua chave no primeiro turno. No segundo, é o quinto. Acaba sendo penalizado com a perda dos pontos em uma partida, à qual não compareceu contra o Barra Mansa Futebol Clube. Em 1994 fica em primeiro lugar em seu grupo, se classificando para a fase final, na qual fica em quinto lugar. O campeão e vice foram respectivamente Goytacaz Futebol Clube e Nova Iguaçu Futebol Clube.

Em 995, na então Segunda Divisão (na prática, a Terceirona) ganha o nome de Módulo Intermediário em 1995. O clube Alvianil de Belford Roxo, é apenas o oitavo em seu grupo. Participa da Copa Rio, Grupo 4, seção Interior, mas é eliminado na primeira fase ao ficar na quarta colocação, última, na sua chave, atrás de Barra Mansa Futebol Clube, Nova Iguaçu Futebol Clube e Mesquita Futebol Clube.

Em 1996 disputa novamente a Divisão Intermediária. Fica em oitavo no primeiro turno e em segundo lugar no returno, não se classificando para a final. Em 1997 é convidado a disputar a Divisão Especial, na prática a Segunda Divisão de Profissionais, o módulo abaixo da divisão de elite.

Pela primeira vez em sua história o clube se aproxima da divisão principal do futebol do Rio de Janeiro. A campanha, porém, é ruim e o Alvianil é o último em sua chave no término da primeira fase do campeonato, sendo logo eliminado da competição. Participa da Copa Rio, mas é eliminado na primeira fase ao ficar em quarto na sua chave, atrás dos classificados Duquecaxiense Futebol Clube e Rodoviário Piraí Futebol Clube, além do eliminado União Esportiva Coelho da Rocha. Entre 1998 e 1999 se licencia pela quarta vez.

Retorna em 2000 com uma campanha ruim. Fica em último na sua chave, sendo eliminado na primeira fase da competição. Em 2001, no Módulo Extra – Série A2, fica em segundo em sua chave, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em sétimo, não chegando às finais.

Em 2002 houve uma diminuição no número de participantes da Segunda Divisão e o Heliópolis voltou para a Terceirona. Nesse ano faz uma péssima campanha, ficando em último em sua chave, na primeira fase, sendo logo eliminado da competição. Em 2003 se licencia pela quinta vez.

Retorna em 2004 e fica em quinto na sua chave, sendo eliminado da competição. Em 2005 se licencia pela sexta vez. Retorna em 2006 e é o segundo em sua chave, atrás somente do Esporte Clube Nova Cidade. Na fase seguinte é eliminado em jogos de ida e volta pelo Resende Futebol Clube, que começava a sua trajetória vitoriosa rumo à Primeira Divisão. Entre 2007 e 2008 se licencia pela sétima vez.

Em 2009 disputa o Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Juniores, competição à qual não consegue a classificação para a segunda fase. Participa da categoria profissional da Terceirona, conseguindo a classificação para a segunda fase, ao se habilitar em seu grupo na segunda colocação, atrás somente do Clube Atlético Castelo Branco, superando Rubro Social Esporte Clube, Clube de Futebol Rio de Janeiro e o estreante Esporte Clube Marinho.

Na segunda fase, faz campanha irregular e não consegue marcar um único gol, empatando três partidas seguidas em 0 a 0. Se classificam, nessa fase, Santa Cruz Futebol Clube e Leme Futebol Clube Zona Sul, ficando o Heliópolis e o Bela Vista Futebol Clube eliminados da competição.

Em 2010 disputa o Campeonato Carioca da 3ª Divisão, onde é eliminado na primeira fase, na qual fica em último atrás do primeiro colocado, Associação Desportiva Itaboraí, do segundo, Esporte Clube São João da Barra, do terceiro, Serra Macaense Futebol Clube e do também eliminado Canto do Rio Football Club.

Desiste, já com a tabela montada, de disputar a categoria de Juniores do Campeonato Estadual da Série C. Entre 2011 e 2012 se licencia pela oitava vez. Na Terceirona de 2013 é eliminado na primeira fase, ao ficar em terceiro no seu grupo, que classificava dois times para a segunda fase. Fica em terceiro em seu grupo da Terceira Divisão do Rio de Janeiro e não se classifica para a segunda fase.

Em 26 de julho de 2014, com o empate sem gols diante do Ginga Brasil, o Heliópolis conquistou o titulo de campeão da Taça Cidade de Nova Iguaçu, categoria Sub 20, competição promovida pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu (LDNI).

A partida de volta da final aconteceu no Estádio José de Alvarenga, em Belford Roxo. Apesar da chuva, um bom público compareceu ao Alvarengão. A vitória conquistada no jogo de ida pelo placar de 2 a 1 deixou o Heliópolis bem à vontade e com a vantagem do empate para ser campeão.

FONTES & FOTOS: Site e Estatuto do Clube – Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

O União Central Futebol Clube é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na segunda-feira, do dia 14 de Abril de 1986, por camelôs da Central do Brasil. A sua Sede está localizado na Rua Feliciano Penha, nº 110 – Bairro Vila da Penha – Zona Norte do Rio.

Foi campeão em 1992, Taça Francisco Assis de Lima, do Departamento de Futebol Amador da Capital, categoria adultos, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), ao vencer o Esporte Clube Lucas.

Em 1994, repete o feito ao bater o Esporte Clube Dourados, no Estádio Mourão Filho, na Rua Bariri. Vence também a Taça Disciplina. Estreou na esfera profissional em 1995 no Campeonato Carioca da 3ª Divisão.

No primeiro turno, em sua chave, termina em sétimo lugar (penúltimo), à frente apenas do Sport Club União de Marechal Hermes. No segundo turno, é o lanterna da chave, não passando à segunda fase. No ano seguinte se licencia do campeonato.

Em 1997, é penúltimo colocado, à frente do Bela Vista Futebol Clube, na disputa da Quarta Divisão de Profissionais, chamada à época de Segunda Divisão, visto que a Terceira se intitulada Módulo Intermediário e a Segunda se chamava Divisão Especial.

Em 1999, não passa da primeira fase na Terceira Divisão de Profissionais, ficando em último lugar, atrás dos classificados Centro Esportivo Arraial do Cabo, Raiz da Gávea Esporte Clube e Esporte Clube Taquaral.

Em 2000, participa da Quarta Divisão de Profissionais, chamada de Série A-3, ficando com o vice-campeonato da competição, vencida pelo Casimiro de Abreu Esporte Clube. Em 2001, é o penúltimo colocado da Terceira Divisão (Módulo Especial), à frente apenas do Centro de Futebol Miguel de Vassouras Sociedade Esportiva.

Em 2002, não passa da primeira fase da Terceira Divisão (Módulo Especial), ficando em último, atrás dos classificados Unidos do IV Centenário Futebol Clube e União de Marechal Hermes Futebol Clube. Em 2003, participa novamente da Terceira Divisão (Série B-2), ficando em quinto (penúltimo) na sua chave e não se classificando para a seguinte, à frente apenas do Esporte Clube Taquaral.

Em 2004, o União Central fica em 1º lugar no seu grupo, se classificando à segunda fase com o Atlético Rio Futebol Clube. Na segunda fase, é eliminado ao ficar em terceiro lugar em seu grupo, à frente do Campo Grande Atlético Clube. Somente o líder Artsul Futebol Clube se habilitou à terceira fase.

Em 2006, é convidado a jogar uma fase preliminar da Segunda Divisão de Profissionais, na qual os primeiros colocados seriam convidados a jogar a mesma divisão no ano seguinte, mas o clube faz uma péssima campanha, voltando a disputar a Terceira Divisão no mesmo ano.

Nesta, classifica-se em primeiro lugar no seu grupo na primeira fase. Mas, na segunda fase, de caráter eliminatório, acaba eliminado em dois jogos pelo Condor Atlético Clube.

Em 2007, se licencia novamente do campeonato. Volta em 2008 na mesma Terceira Divisão, mas não consegue passar da primeira fase. A agremiação era presidida por João Antonio de Souza, presidente do Uni-Souza Futebol Clube.

Em 2009, o clube é comprado por um novo grupo, cujos homens-fortes são Ward de Souza Gusmão e o presidente José Renato de Oliveira, que prometem futuramente investir na construção de um estádio e levar a agremiação para a Primeira Divisão.

Participa da Terceira Divisão de Profissionais do estado do Rio de Janeiro na categoria Juniores e Profissional. Na ocasião, o clube passa a mandar os seus jogos no Estádio Municipal Hermenegildo Barcelos, numa parceria com a Prefeitura de Arraial do Cabo, que também se estende na utilização de jogadores da cidade.

A campanha em 2009 é bastante satisfatória sob a batuta do novo grupo que assumiu o clube. O União Central se classifica na primeira fase por índice técnico. Na segunda fase, é o segundo colocado, atrás somente do Fênix 2005 Futebol Clube, chegando à terceira fase, à qual fica em último, atrás dos classificados Rio das Ostras Futebol Clube e Sampaio Corrêa Futebol e Esporte, além do também eliminado Leme Futebol Clube Zona Sul, não conseguindo chegar às semifinais do certame.

Em 2010, o time não consegue passar da primeira fase em seu grupo no Campeonato Estadual da Terceira Divisão, apesar de contar com um elenco forte que tinha no meio-campo o habilidoso Dedeco, formado pelo Clube de Regatas Flamengo.

Em 2013, o União Central terminou na 2ª colocação no Grupo F, avançando para a segunda fase. Porém, na seqüência acabou terminando na última colocação do Grupo H, dando adeus ao sonho do acesso.

Em 2014, não fez boa campanha caindo na primeira fase, ao ficar na 3ª colocado do Grupo E (somente os dois primeiros se classificaram). Após essa temporada o clube se licenciou, mas prometendo retornar em breve.

FONTES & FOTO: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O Japeri Esporte Clube é uma agremiação do Município de Japeri, situado na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A equipe Áureo-anil foi Fundado na quarta-feira, do dia 23 de Agosto de 2006. A sua Sede está localizada na Rua Mario Antônio, nº 36, do Bairro da Vila Carmelita, em Japeri. Já o seu campo (Estádio Eduardo Viana), no bairro Cidade Jardim Marajoara, também em Japeri.

O Japeri debutou na esfera profissional em 2006, no  Campeonato Estadual da Terceira Divisão como um clube-empresa apoiado pela prefeitura local. A campanha foi excelente. Quase conseguiu o acesso para a Segunda Divisão. Terminou a primeira fase como líder do Grupo E. Foram cinco vitórias e um empate, marcando 15 gols e sofrendo apenas dois.

Mas, na segunda acabou sendo eliminado, terminando entre os oito primeiros do campeonato. Os cinco mais bem colocados foram promovidos à Segunda Divisão. O Japeri Esporte Clube encerrou logo as atividades por conta de uma mudança política na cidade. O novo prefeito que assumiu não quis continuar com o projeto do antecessor. Por conta disso, a agremiação não pôde mais continuar

PS: Não confundir o Japeri Esporte Clube com o Japeri Futebol Clube, clube antigo da cidade que só disputou o amadorismo da liga local. Importante informar que o Japeri EC ainda existe, onde participa das competições do Campeonato Citadino de Japeri.

FONTES: Wikipédia – “Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro”, de autoria de Eduardo Viana, da Editora Cátedra, s/d. – Página do Clube no Facebook

FOTOS: Paulo Roberto Rodrigues

 

O Nilópolis Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Nilópolis, situado na Baixada Fluminense do estado do Rio de Janeiro. O clube foi Fundado na sexta-feira, do dia 11 de Novembro de 1977. A sua Sede fica na Rua José Couto Guimarães, nº 64, no Bairro de Olinda, em Nilópolis.

Estréia no Campeonato Estadual da Terceira Divisão, em 1991, ficando na 8ª colocação entre onze agremiações. O Esporte Clube Barreira e o Porto Real Country Club foram promovidos. Bayer Esporte Clube, Everest Atlético Clube, Opção Futebol Clube, Grêmio Olímpico Mangaratiba e Portela Atlético Clube foram os outros colocados à frente da equipe Nilopolitana. Bela Vista Futebol Clube e Associação Atlética Colúmbia ficaram nas últimas colocações.

Em 1992, disputa novamente a mesma divisão. Nessa ocasião, perde quinze pontos pela utilização de jogadores em condição irregular, ficando na última posição na classificação geral. Esporte Clube Anchieta e São Paulo Futebol Clube são promovidos. Itapeba Atlético Clube, Grêmio Esportivo Km 49, Everest Atlético Clube, Bela Vista Futebol Clube, Sport Club União e Associação Atlética Colúmbia são os outros colocados.

Em 1993, termina em 10º lugar no primeiro turno, e em 9º no segundo, não conseguindo a classificação para a fase final. Atlético Clube Apollo e Esporte Clube Lucas são os clubes contemplados com o acesso.

Em 1994, passa a integrar a Segunda Divisão, na prática uma Terceirona, juntamente com os times do mesmo módulo, uma vez que a verdadeira Segunda Divisão virara Intermediária. O Nilópolis fica em 9º lugar na sua chave na fase inicial, não conseguindo a classificação para a fase seguinte.

O Heliópolis Atlético Clube ficou na liderança dessa fase seguido de Everest Atlético Clube, Associação Atlética Colúmbia, Esporte Clube Lucas, Barra da Tijuca Futebol Clube, União Esportiva Coelho da Rocha, Ceres Futebol Clube, Colégio Futebol Clube e Esporte Clube Nova Cidade. Os promovidos foram Nova Iguaçu Futebol Clube e Goytacaz Futebol Clube.

Em 1995, disputa a Terceira Divisão, na prática a Quarta, ficando em segundo lugar no primeiro turno, atrás do Belford Roxo Futebol Clube. No segundo turno, é penúltimo colocado, à frente apenas do União Central Futebol Clube, ficando eliminado da segunda fase. Tio Sam Esporte Clube e Belford Roxo Futebol Clube foram os promovidos.

Em 1996, se licencia dos campeonatos profissionais promovidos pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Advém um longo período de licenciamento que perdura por oito anos. Em 2004, é o penúltimo em seu grupo. Acaba eliminado da fase seguinte do campeonato.

Em 2005, na Terceira Divisão, fica em último na sua chave e é eliminado da competição na primeira fase. Após essa competição, licencia-se novamente das competições de âmbito profissional.

Volta em 2009 para a disputa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais. No entanto a campanha foi aquém terminando na lanterna do Grupo E, com apenas sete pontos, em oito jogos. Em 2010, o Nilópolis melhorou um pouco, mas insuficiente para avançar de fase. Ficou na 5ª colocação no Grupo C, num total de seis clubes. Foram dez jogos, com três vitórias e sete derrotas, marcando 11 gols e sofrendo 18.

Na Terceirona de 2011, novamente o clube parou na primeira fase. Terminou em 5º lugar, no Grupo B, com dois pontos em 10 partidas. Após se ausentar na temporada seguinte, retornou no do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de 2013. A campanha foi modesta ficando na 4ª colocação, no Grupo E, com oito pontos em 10 jogos. Os dois primeiros avançaram: Esporte Clube Miguel Couto e Centro Esportivo Arraial do Cabo. Após esse ano o Nilópolis se ausentou até o presente momento.

 

FONTES & FOTO: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O Deportivo La Coruña Brasil Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na terça-feira, no dia 15 de Novembro de 1994. A sua Sede fica localizada na Rua Iguaba Grande, nº 486 / Bloco 03 / Aptº. 403 – Bairro da Pavuna – Zona Norte do Rio.

História

Em 1993, a enfermeira Maria Geralda dos Santos, então com 56 anos, levava o seu neto Mike para os treinos da Escolhinha do Vasco da Gama, quando foi convidada a ser madrinha do time de um campeonato interno. Este fato este que mudou a vida de D. Geralda, pois depois em julho daquele ano, ela e um grupo de amigos e pais de alunos da mesma escolhinha fundaram a Escolhinha de Futebol no Bairro de Irajá, treinando na Quinta da Boa Vista.

A escolhinha atendia a meninos de 9 a 17 anos e recebeu o nome de Deportivo La Coruna Brasil F.C., em homenagem não só ao Clube Espanhol, mas principalmente ao Jogador Bebeto, Ídolo de D. Geralda.

Em 1995, o clube passou a disputar o Campeonato Carioca, do Departamento Amador da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). O seu melhor resultado aconteceu em 2002, quando terminou com o vice-campeonato  ao perder a final para o Onze Unidos Atlético Clube, de Vila Kennedy.

Time posado de 2007

Após jogar por sete anos, onde em seu elenco teve como técnico o ex-jogador do Flamengo campeão mundial Manguito, debutou na esfera profissional, ao participar do Campeonato da Terceira Divisão de 2003. Acabou ficando na 1ª fase. No ano seguinte (2004) a campanha é igualmente fraca.

Em 2005, se licencia das competições profissionais. Voltando em 2007 na disputa no Campeonato da Terceira Divisão, quando também não consegue passar da primeira fase.Em 2008, faz sua melhor campanha chegando à 3ª fase do campeonato.

Se ausentou por quatro temporadas até a sua última participação na Terceirona aconteceu em 2013, quando ficou na 1ª Fase ao terminar na 5ª colocação no Grupo E. Nos últimos anos, a presidente do clube, D. Geralda, atualmente com 80 anos, tem tentado parcerias para recolocar o clube de volta para o Estadual de 2017. Fez uma tentativa junto a secretaria de Esportes e Lazer, a Prefeitura do Rio de Janeiro, e a vários empresários, mas até agora nada.

Impedido de participar do Campeonato da Terceira Divisão por falta de Verbas e pendências administrativas na Federação tem ido a luta todos os dias para manter a chama e a esperança dos atletas em alta.

Ação Social

Atualmente, o clube desempenha ação social com intuito de tirar das ruas meninos e jovens sem ocupação. O Clube realizava treinos no DNER aos domingos e passou desenvolvendo seu trabalho em lugares ora emprestados e hora alugados com a pouca ajuda dos pais, como na Fabrica da Muller em Guadalupe; nos Filhos de Irajá na N.Sra. da Apresentação no Irajá; em Paciência, em Cabuçu; em Realengo.

FONTES: Wikipédia – Blog do Deportivo La Coruña do Brasil Futebol Clube – Sportv

FOTO: Paulo Roberto Rodrigues

 

Canto do Rio Foot-Ball Club é uma agremiação da Cidade de Niterói (RJ). O Cantusca foi Fundado no dia 14 de Novembro de 1913, por quatro garotos com idades entre 9 e 13 anos: Hugo Mariz de Figueiredo (o 1º Presidente do Cantusca), Cyro Domingues (criou o nome Canto do Rio), Ary Gurjão e Adail Figueiredo.

Em 1918, o Cantusca deixaria de atuar somente no futebol infantil e logo se tornaria o time mais popular de Niterói, disputando o campeonato municipal e conseguindo, em 1933, o seu primeiro título como campeão niteroiense: “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Foi um dos cinco fundadores da Associação Fluminense de Esportes Atléticos (AFEA), que se tornaria, posteriormente, a Federação Fluminense de Desportos, organizadora do futebol do antigo Estado do Rio de Janeiro. O Clube atuou no futebol profissional, de 1941 a 1964, época em que ficou conhecido como “O Mais Querido da Cidade Sorriso”.

Nos tempos áureos, o Cantusca formou muitos atletas, que se destacaram em várias modalidades esportivas, além do futebol, como natação, pólo aquático, basquete, voleibol e tênis, participando de vários campeonatos, inclusive estaduais, e conquistando alguns títulos, dos quais guarda em exposição os troféus, numa sala especial do andar térreo da sede.

Tropa de Elite do Cantusca

Canto do Rio Foot-Ball Club iniciou suas atividades, com a atenção voltada para o futebol infantil, perfil que viria a mudar, em 1916, quando recebia o re- forço de Mauricio Bekeun, Mario Valle, Octavio Valle, Arnaldo Vaz, seguidos por Ângelo de Andrade e Hermaun Bekeun, grupo que trazia novas propostas.

Em 1918, veio também Romeu Schmidt Pinto. Rapidamente o Cantusca ganhou fama em Niterói, disputou o Campeonato Citadino de Niterói, sagrando-se campeão de 1933, onde recebeu o título simbólico de “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Nas décadas de 1920 a 1950, tempos áureos do futebol niteroiense, Cantusca obteve destaque no esporte amador de Niterói e realizava o chamado Clássico da Zona Sul com o Fluminense A. C., com quem formava o “Grupo dos Seis”, junto com os extintos Ypiranga F. C.Niteroiense F. C.Byron F. C. e Barreto F. C. (estes últimos realizavam o Clássico da Zona Norte).

Após cinco temporadas inativo, o Canto do Rio Foot-Ball Club retornará a disputar uma competição na esfera profissional. O Cantusca participará do Campeonato Carioca da Série C de 2016.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1953;

Bicampeão Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1918 e 1926;

Hexacampeão do Campeonato Niteroiense de Futebol: 1933, 1934, 1945, 1948, 1954 e 1968;

Vice campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1962.

Outros Esportes

Tricampeão do Campeonato Estadual de Basquete Feminino: 1979, 1982 e 1983.

HINO DO CANTUSCA (Lamartine Babo)

“Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói”

Link para ouvir o Hino: https://www.youtube.com/watch?v=cXzkwHgfvVA

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Site do Clube – Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Editora Cátedra, s/d. Eduardo Vianna – Diário de Notícias – Última Hora – A Luta Democrática

 

Esporte Clube Cachoeirense é uma agremiação da cidade de Cachoeiras de Macacu (RJ). O clube foi Fundado no sábado, do dia 07 de Junho de 1958. O Clube das cores azul, vermelho e branco, manda as suas partidas no Estádio Municipal Coronel Isaltino Cordeiro, localizado no centro da cidade. Após disputar por 35 anos a Liga Cachoeirense de Desportos (LCD), decidiu tomar o caminho do profissionalismo.

Estreou, em 1993, no Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Profissionais, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Mesmo sendo um debutante, por muito pouco não chegou à fase final. Em 1994, se licenciou das competições profissionais, voltando em 1997, na Quarta Divisão, quando terminou na 3ª colocação. Na duas fases foi superado por Cosmos Social Clube e União Esportiva Coelho da Rocha.

Após essa disputa, o clube retirou-se das competições profissionais. Recentemente um outro chamado Cachoeiras Esporte Clube passou a disputar, mas não tem nenhuma relação, a não ser que as duas agremiações são da mesma cidade: Cachoeiras de Macacu. O Cachoeirense, após a experiência como profissional, participa atualmente dos campeonatos amadores promovidos pela Liga Cachoeirense de Desportos (LCD).

FONTES & FOTOS: Wikipédia – Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

 

 

FONTES & FOTO: Diego Rangel Mitos e Lendas do futebol – Liga Campista de Desportos – Aristides Leo Pardo “No País do Futebol, Cidade sem Memória: A História Futebolística de Campos dos Goytacazes” – Página no Facebook “Retratos do Futebol Fluminense” 

 

FONTE: Revista Para Todos

 

FONTE: Imprensa Popular 

 

O Barroso Football Club foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O ‘Verdejante’ foi Fundado nos anos 30. A Sua Sede ficava localizado no Bairro de São Francisco, em Niterói. Além do futebol, o clube contava com outras modalidades, como o tênis de mesa, basquete, voleibol, entre outros.

Torneio Aberto Carioca de 1936

No Torneio Aberto Carioca de 1936, o Barroso não foi bem e acabou sendo eliminado após perder seus dois jogos. No domingo, do dia 05 de abril de 1936, foi derrotado pelo Nacional por 3 a 2. No domingo, do dia 03 de maio de 1936, foi derrotado pelo Sport Club América por 4 a 2.

Torneio Aberto da Liga Carioca de Football – 1937

 

O Barroso participou do Torneio Aberto da Liga Carioca de Football, de 1937. Estreou, no domingo, do dia 11 de Abril de 1937, com vitória sobre o Vila Joppert pelo placar de 6 a 4, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

No 2º jogo, na quinta-feira, do dia 29 de Abril de 1937, novo triunfo. Dessa vez diante do Paraíso das Borboletas, por 4 a 2, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Assim avançou para a Fase Classificatória (Chave Principal), e voltou a vencer. A vitima dessa vez foi o Independentes, que caiu pelo incrível marcador de 8 a 2, no domingo, do dia 02 de Maio de 1937, no Estádio das Laranjeiras, no Bairro das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.

Na 2ª rodada eliminatória, o adversário foi a Aviação Naval, no domingo, do dia 09 de Maio de 1937, no Estádio Teixeira de Castro (propriedade do Bonsucesso F.C.).

O jogo terminou com o placar de 5 a 0 para a Centro de Aviação Naval. No entanto, o clube militar acabou desclassificado por ter realizado substituições irregulares no intervalo da partida. Com isso, o Barroso avançou na competição.

Contudo, no jogo seguinte uma verdadeira pedreira: o tradicional Fluminense Football Club. E não deu para o Barroso que acabou goleado por 9 a 3, no domingo, do dia 30 de Maio de 1937, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Apesar da derrota, o Verdejante de Niterói ainda conseguiu uma vaga na repescagem. No domingo, do dia 13 de Junho de 1937, enfrentou o Ramos, e conseguiu a reabilitação ao golear o adversário por 5 a 1, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Para chegar na fase final do Torneio Aberto da Liga Carioca de Football e se juntar a Portuguesa Carioca, Bonsucesso, América, Fluminense e Flamengo, o Barroso teria que superar o forte Atlético Mineiro.

Mesmo tendo feito um grande jogo, Na quarta-feira, do dia 16 de Junho de 1937, o Verdejante de Niterói não resistiu e acabou eliminado ao ser derrotado pelo clube mineiro pelo placar de 3 a 1, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio. Paulista, Alfredo Bernardino e Resende marcaram para o Atlético-MG, enquanto Tião fez o tento de honra para o Alviverde de Niterói.

No final, a campanha foi excelente terminando entre os oito primeiros. Foram sete jogos, com quatro vitórias e três derrotas; marcando 27 gols, sofrendo 26, com um saldo de um gol.

Filiação na ANF

Se filiou a Associação Nictheroyense de Football (ANF), na quarta-feira do dia 24 de abril de 1940. Disputou o Campeonato Niteroiense da Segunda Divisão, em 1941 e 1942.

 

Filiação na FMF melou

Na terça-feira, do dia 10 de março de 1942, o Barroso se filiou a Federação Metropolitana de Futebol (FMF). Para ter a sua filiação, o clube niteroiense alugou um escritório para ser a sua Sede, localizado na Avenida Rio Branco, nº 137 / Sala 816, no Centro do Rio.

Apesar de todo o esforço protocolar, o clube acabou vetado pelo Conselho Nacional de Desportos (CND), o que acabou inviabilizando a sua participação no Campeonato do Rio, organizado pela FMF.

Amistosos diante do Flamengo e Corinthians Paulista

O Barroso enfrentou, amistosamente, o Clube de Regatas Flamengo duas vezes. No primeiro encontro, acabou goleado pelo Rubro-Negro por 6 a 1. No último, no sábado, do dia 27 de julho de 1940, nova goleada. Dessa vez o Barroso perdeu por 8 a 2.

No sábado, do dia 29 de Junho de 1941, o Barroso foi até São Paulo, enfrentar o Sport Club Corinthians Paulista, no Estádio do Pacaembu. No final, o Timão goleou por 6 a 1.

No domingo, dia 03 de novembro de 1941, o Barroso F.C. fez a preliminar de Flamengo e Botafogo, quando enfrentou os reservas do Botafogo.

Time-base de 1942: Nelson; Amaro e Adalberto; Divo, Morgado (Paulista) e Juldemar João (José), Berlo, Octavio, Genésio e Durval.

 

FONTES: A Batalha – A Manhã – Jornal dos Sports – Correio da Manhã – O Jornal – Jornal A Noite – Gazeta Esportiva

 

Serrano Futebol Clube (Petrópolis - RJ) - 1945

Fonte: Gazeta Esportiva / SP

 

 

O Sport Club União de Ururaí é uma agremiação da cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Tricolor de Aço do Norte-Noroeste Fluminense foi Fundado no dia 08 de Março de 1920, a sua Sede fica localizada na Avenida Amaral Peixoto, s/n, no 1º Distrito de Ururaí, que está cerca de 12 km do Centro de Campos dos Goytacazes.

Um dos momentos mais especiais vividos pelos seus torcedores foi o tricampeonato municipal conquistado em 1974, 1975 e 1976. Segundo os ururaienses, foi neste período em que o União viveu a melhor fase de sua quase centenária história.

De acordo com a Liga Campista de Desportos, a conquista expressiva mais recente do clube foi a Taça Cidade de Campos em 1997, após superar o Paraíso Futebol Clube. Forte nos campeonatos locais, o Sport Club União de Ururaí tem como seus principais rivais o Esporte Clube União Santa Cruz e o Guarani Futebol Clube, este último do mesmo distrito.

FONTES: Diego Rangel Mitos e Lendas do futebol – Liga Campista de Desportos – Livro “No País do Futebol, Cidade sem Memória: A História Futebolística de Campos dos Goytacazes”, de autoria do meu amigo Aristides Leo Pardo – Página no Facebook “Retratos do Futebol Fluminense”

 

FONTE: Revista O Cruzeiro

 

FONTES: Estatuto da AMEA – Revista O Cruzeiro

 

Por: Sérgio Mello

A paixão pelo futebol transcende a lógica e a razão, onde pode levar um cidadão pacato em num torcedor ou desportista atingir picos do devaneio. Apesar de ter surgido no Brasil por meio dos burgueses, o “esporte bretão” ganhou popularidade por meio da massa, que na sua maioria vinha dos locais mais humildes.

Entre o glamour e o fascínio, a realidade do futebol contam com muitos personagens espalhados pelo país! Dentre tantos, um nome tem muitas histórias para contar. Talvez o nome: João Baptista Chagas Ferreira Neto, não chame muito a sua atenção, mas quando ler essa reportagem, essa história mudará.

Classificar João Baptista Chagas como apaixonado por futebol, talvez seja o começo de um esboço que terminou como uma grande obra prima. Durante a trajetória esportiva João Baptista Chagas jogou futebol de areia, futebol de campo, depois se tornou árbitro, onde atuou na praia e no futebol profissional!

Década de 50: o início de um sonho

Após o fim da Segunda Guerra, o mundo viu o “Fim de uma tempestade e o início de um lindo sol e um belo arco-íris“. Assim, a década de 50 chegou: que depois ficou conhecida como o período dos “anos dourados“.

Uma época marcada por grandes avanços científicos, tecnológicos e mudanças culturais e comportamentais. Foi a década em que começaram as transmissões de televisão, provocando uma grande mudança nos meios de comunicação. No campo da política internacional, os conflitos entre os blocos capitalista e socialista (Guerra Fria) ganhavam cada vez mais força.

No futebol, o país viveu a experiência de sediar a Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 1950. O Uruguai sagrou-se campeão após vencer a seleção brasileira, em pleno Maracanã, pelo placar de 2 a 1. Oito anos depois, assistiu pelo rádio a redenção e o Brasil se sagrar campeão do mundo em 29 de junho de 1958, no Mundial na Suécia.

No meio dessa metamorfose frenética, as novidades surgiam! No auge dos seus 80 anos bem vividos, João Baptista Chagas relembra como nasceu o clube de areia mais famoso do Brasil: Esporte Clube Juventus!

“As histórias do Juventus é muito maior do que se imagina. Até o ano de 1949 mais ou menos em maio ainda era o Flamenguinho nome dado (para o novo clube que surgiria) por influência do Idovam Silva, o “Friquique” (um filho de militar), que era síndico do prédio, onde o Sebastião Pinto o “Tião Crioulo” trabalhava como faxineiro. O Idovam era Flamengo ‘doente’ e tentou persuadir para  que o “Tião Crioulo” batizasse o novo clube de futebol de praia com esse nome. O Flamengo existiu por pouco tempo até que em maio de 1949 foi trocado para Esporte Club Juventus, que permanece até hoje”, revelou João Baptista.

Algum tempo depois, João Baptista Chagas começou a jogar futebol nas areia de Copacabana no Esporte Clube Juventus. Clube pelo qual o “Maestro Júnior“, que jogou as Copas de 1982 e 1986, e atualmente é comentarista da Rede Globo, começou a carreira. O Juventus tanto jogava futebol de areia quanto futebol de campo. Isso seguiu até o final dos anos 50.

Substituição: sai a bola e entra o apito    

No entanto, ficar longe das areias e gramados estava fora de questão! Assim João Baptista Chagas tomou a decisão de trocar a bola pelo apito! desta maneira continuar perto da sua paixão: o futebol.

Após 1969, o sonho se realizou e se tornou virou arbitro de futebol de praia (junto com Carlson Gracie, Margarida, Xuxu, entre outros). Rapidamente, o talento de João Baptista Chagas ganhou eco e de forma meteórica, ele ingressou no quadro de árbitros da Federação Carioca de Futebol (FCF), em 1971. No ano seguinte (1972), passou a ser árbitro da Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF), onde apitou jogos estaduais e nacionais até o final de 1982.

 

Futebol de Areia: mais do que um time, uma família

Após 35 anos, quando pendurou o apito, João Baptista Chagas ainda lembra com carinho todos os grandes momentos e até os percalços colocados pela vida. Mas de todas as lembranças, o futebol de areia tem um lugar de destaque no coração deste senhor de 80 anos, muito bem vividos!

Muito mais do que um time, o Esporte Clube Juventus era a sua segunda família. Sem pestanejar, João Baptista Chagas se recorda dos craques que viu jogar: os goleiros Castilho e o seu homônimo “Castilho da Obra“; os zagueiros: Haroldo e Rocha; a linha media: Roberto, Sergio Rebelo e Edu; e os atacantes Chico, Gildo, João (vovô), Birica e Zezinho.

Mostrando que a memoria está em excelente forma, João Baptista Chagas recordou da escalação do E.C. Juventus: Edivan; Friquique (Idovan Silva), Agrião, Edmundo e Levy; João, Sebastião e Zezinho. O técnico e dono do time era o Sebastião, conhecido nas areias cariocas de “Tião Macaco“.

Os grandes adversários daquela época eram: Americano do Neném Prancha, Dínamo do Tião Crioulo , Lá Vai Bola do Bolinha, o Maravilha do Jaime , Além do Huracam , Radar do Eurico, Areia lá do Leme, entre outros.

 

Sonho atual: reencontrar os amigos

O tempo passou e João Baptista Chagas foi embora do Rio de Janeiro. Acabou perdendo contato com os amigos dessa época. Agora, o seu maior desejo é poder reencontrar seus velhos e bons amigos.

A história destes quase 70 anos permanece ainda na minha memória, pois os anos 50 e 60 foram vividos e sentidos, onde deixaram saudades“, revelou João Baptista.

Desta forma, quem conhecer algum ex-jogador do Esporte Clube Juventus, da década de 50, nos informe. Afinal, pelos belos serviços prestados no futebol de areia e campo, e na arbitragem de areia, futebol profissional nas esferas estadual, nacional e internacional, João Baptista Chagas merece esse prêmio!

 Algumas fichas de jogos, onde João Baptista Chagas atuou:

 

DADOS EXTRAS

FONTES:

FOTOS: Acervo de João Baptista Chagas

Texto e Reportagem – Sérgio Mello

Entrevistados – o ex-jogador e árbitro João Baptista Chagas - Liene Christina, neta de João Baptista Chagas 

 

O ano de 1960, despediu-se como nos anos anteriores, deixando saudades para muitos e tristezas para outros. Por isso mesmo vamos recapitular, também com a colaboração da “Elcos-Press” , os campeões das ligas filiadas a Federação Fluminense de Desportos (F.F.D.):

Araruama: Rubro Atlético Clube

Angra dos Reis: São Bento

Barra Mansa: Barra Mansa Futebol Clube / Barbará Atlético Clube

Barra do Piraí: Esporte Clube 1º de Maio, de Santanésia (Pentacampeão de 1956, 1957, 1958, 1959 e 1960)

Bom Jesus do Itabapoana: Santa Maria Futebol Clube, de Santo Eduardo (Tricampeão de 1959, 1960 e 1961)

Cabo Frio: Guarani Esporte Clube, de Arraial do Cabo

Conceição de Macabu: Rio Branco

Duque de Caxias: Nacional Futebol Clube / Belém

Itaguaí: Brasil Industrial

Itaocara: Engenho Central Futebol Clube

Itaperuna: Clube Cimento Paraíso / Comércio e Indústria Atlético Clube

Magé: Guarani Esporte Clube

Natividade: Natividade Atlético Clube

Nova Friburgo: Friburgo Futebol Clube (nas quatro divisões)

Nova Iguaçu: Esporte Clube Miguel Couto

Paraíba do Sul: Cruzeiro do Sul

Petrópolis: Cruzeiro do Sul Futebol Clube

Resende: Porto Real Esporte Clube

Rio Bonito: Motorista Futebol Clube (Tricampeão de 1958, 1959 e 1960)

Santo Antônio de Pádua: Aperibeense Futebol Clube

São Gonçalo: Esporte Clube Metalúrgico

São João de Meriti: São Pedro Futebol Clube

São Pedro da Aldeia: São Pedro Futebol Clube

Saquarema: Saquarema Futebol Clube (Tetracampeão: 1957, 1958, 1959 e 1960)

Teresópolis: Várzea Futebol Clube (Tricampeão de 1958, 1959 e 1960)

Três Rios: Entrerriense Futebol Clube

Valença: Coroados Futebol Clube

Volta Redonda: Guarani Esporte Clube

Niterói: Fonseca Atlético Clube (no âmbito profissional).

FONTES: Jornal Última Hora – Jornal do Brasil

 

DATA: 01 DE FEVEREIRO DE 1920
LOCAL: NITERÓI / RJ

1º QUADROS

COMBINADO TRICOLOR (Niterói)

2-1

UBIRAJARA AC (Niterói)

1º QUADROS

BARRETO FC (Niterói)

7-1

AMÉRICA FC (Niterói)

1º QUADROS

FLUMINENSE AC (Niterói)

3-1

CARIOCA FC (Rio de Janeiro)

Fonte: O Fluminense / RJ

 

Ao longo de sua história, o Esporte Clube Corrêas participou de dezenas edições do Campeonato Citadino de Petrópolis. O seu maior feito ocorreu no ano de 1952, quando faturou o seu único título! O Corrêas chegou na última partida, necessitando de simples empate para se sagrar campeão.

Contudo, a missão não era tão simples. Afinal, teve de encarar uma das forças do futebol petropolitano naquela época: Cruzeiro do Sul Futebol Clube. E para apimentar ainda mais a peleja seria na casa do adversário.

Com tantos ingredientes, o final do certame de 1952, organizado pela Liga Petropolitana de Desportos (LPD), teve um desfecho digno de uma grande competição. No final, no domingo, do dia 05 de outubro de 1952, um empate heróico, em 1 a 1, que resultou no título inédito na história do Esporte Clube Corrêas.

Após o jogo os jogadores, comissão técnica, dirigentes e torcedores realizaram uma grande passeata na Avenida 15 de Novembro, no Centro de Petrópolis, a fim de  festejar o título de 1952. O EC Corrêas atuou da seguinte forma: Lourenço; Vivinho e Paulo; Mozart, Bené e Gilberto; Waldir, Aluísio, Walter, Joaquim e Waldomiro. Os reservas: Toninho, Osvaldo, Caveira, Juarez e Gaguinho. O departamento médico esteve a cargo do Dr. Ernani Duarte.

O Cruzeiro do Sul jogou com: Jair; Silvério e Átila; Jair II, Djalma e Cláudio; Vale, Wilton, Amarino, Paulo e Rei.

FONTES: A Noite – Diário Carioca

 

SELEÇÃO DE PETRÓPOLIS     5          X         2          SELEÇÃO DE NOVA FRIBURGO

LOCAL: Estádio Osório Júnior (proprietário Esporte Clube Cascatinha), no Bairro Cascatinha, em Petrópolis (RJ)

DATA: Domingo, dia 21 de janeiro de 1962

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Seleções de 1961

RENDA: Cr$ 320.920,00 (trezentos e vinte mil, novecentos e vinte cruzeiros)

ÁRBITRO: Oswaldo Alfredo da Silva, o ‘Baliza’ (boa atuação)

AUXILIARES: Sebastião Antunes e Alcenor Albuquerque da Silva

EXPULSÕES: Gelson (Friburgo) e Carlos Teodoro (Petrópolis)

PETRÓPOLIS: Mica; Ives e Moraes; Irineu, Carlos Teodoro e Canudo; Joziel, João, Cristiano, Gonçalves e Esquerdinha.

FRIBURGO: Gabriel (Luiz); Carlito e Luizinho; Chiminga, Tilú e Agnaldo; Rapizo, Carlinhos, Gelson, Paulo e Pardal.

GOLS: Joziel e Cristiano (Petrópolis); Chiminga (Friburgo), no 1º Tempo. Paulo, de Pênalti (Friburgo); João (Petrópolis); Esquerdinha (Petrópolis); Moraes, de Pênalti (Petrópolis), no 2º Tempo.  

PS: O trio de arbitragem recebeu 5 mil cruzeiros pelos serviços prestados  

 

FONTE: Última Hora

 

FONTES: Jornal Última Hora – A Luta Democrática  

 

O Fundação São José Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Duque de Caxias, situada na Baixada Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. A sua Sede e o Estádio dos Eucaliptos ficam localizados na Avenida Gomes Freire, s/n, no Bairro da Vila São José (antigo Bairro Pantanal), em Duque de Caxias.

História

Em seus últimos anos de vida o lendário Tenório Cavalcanti dedicou-se à Fundação São José e ao Educandário Maria Tenório. A razão pelo qual o “Homem da Capa Preta” criou essas instituições na Vila São José, teve um motivo nobre.

Em 1958, a cidade de Duque de Caxias foi atingida por um temporal que gerou milhares de problemas, sobretudo, na Favela do Mangue que foi arrasada, deixando mais de mil famílias desabrigadas.

Diante de tantas promessas de ajuda, apenas um homem, de fato, prometeu e ajudou: Tenório Cavalcanti. Com a sua influência, conseguiu junto ao Presidente da República, Juscelino Kubitschek, verbas federais repassadas a Legião Brasileira de Assistência (LBA).

Assim num enorme espaço no Bairro Pantanal foi construindo a Vila São José, que sete anos depois já tinha se tornado o lugar mais populoso de Caxias. Tenório Cavalcanti não parou por aí. Ajudou na construção de escolas, agremiações sociais.

Diante de tantas obras sociais, Tenório Cavalcanti foi o responsável da Fundação do clube Alviceleste da Vila, no dia 16 de Outubro de 1965. Na época, a sua Sede ficava na Rua 27 de Setembro, congregando a família dos ex-flagelados e funcionários da administração da Vila.

Apesar de tantos afazeres, o “Homem da Capa Preta” atuava como diretor do clube. Além do futebol, o clube realizavam diversos eventos como bailes e concursos para escolher a Rainha do clube.

Alguns fatos marcantes

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Duque de Caxias, o Fundação São José fez uma campanha impecável, chegando a ficar 19 partidas sem perder um jogo.

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1973, o Alviceleste da Vila faturou o título com uma bela campanha! Foram 10 jogos, com: sete vitórias, dois empates e uma derrota; marcando 15 gols, sofrendo cinco tentos, com saldo positivo de 10.

Curiosidade

Em 1974, as Federação Carioca de Futebol e a Federação Fluminense de Desportos (que começaram a fazer uma aliança que culminou com a fusão quatro anos depois, em 29 de Setembro de 1978), iniciaram um projeto a fim de criar o Torneio de Integração, que já tinham alguns clubes confirmados: Bangu, Bonsucesso, Campo Grande, Madureira, Madureira, Portuguesa e São Cristóvão.

Para participar desta competição os clubes deveriam se profissionalizar. De Niterói os possíveis candidatos: Manufatora, Tiradentes, Agra e Espanhol. Em Duque de Caxias, dois clubes estavam cotados: Nacional e o Fundação São José.

 

Estádio dos Eucaliptos, na Vila São José

Antes mesmo desse espaço tornar-se um campo, ladeava ele a um córrego que vinha do Rio Sarapuhy, totalmente despoluído. Assim, em grandes chuvas, quando o rio transbordava, jogava peixes em centenas que se espalhavam por onde seria o campo dos Eucaliptos.

Portanto, esse local é sagrado, visto que foi batizado por peixes. À medida que o Rio Sarapuhy foi morrendo, esse fenômeno deixou de existir. Com a vinda da Vila São José, em 1959, no quesito lazer, criou-se o Campo dos Eucaliptos, visto ser essa área cheia dessas árvores de um perfume inesquecível. E ainda fizeram uma cerca branca no seu entorno, o que tornava essa nova área de esporte mais bela.

Criou-se então o time representante da Vila São José, o forte Fundação São José Esporte Clube. Grandes jogadores passaram por lá: Carlinhos Rosquinha, Neném Piranha, Paulinho Binha, Pardal, Haroldo, Lamparina, Ximbica, o goleiro Zé Áureo, entre outros.

Ganhar do Fundação no campo dos eucaliptos era quase impossível. O campo ficava lotado aos domingos. O adversário tremia. Até o infanto-juvenil do Clube de Regatas Vasco da Gama foi abatido em 1973, num categórico 3 a 0 só no primeiro tempo. A famosa Rádio Difusora de Caxias fazia transmissões no local.

XXX
O estádio deu lugar ao CIEPs, nos anos 80

Nos anos 80, o Governador Leonel Brizola acolheu um projeto cultural sugerido por Darcy Ribeiro e implantou os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), mais conhecidos por “Brizolões“. O local escolhido foi justamente o Estádios dos Eucaliptos, criando uma ironia: dando vida a educação e matando o principal local de lazer da região.

A partir daí a Vila São José ficou desprovida desse lazer essencial. Como um prêmio de consolação construíram os “7 Campos“, onde antigamente estavam os campos do Brasil e do Cerâmica, no Pantanal, Morro do Sossego.

Contudo, a ex-presidente da república Dilma Rousseff acabou com os “7 Campos“, criando no local “Minha casa, minha vida“, deixando o Bairro São José órfão de um campo de futebol.

 

Time de 1966: Lula; Valito, Juca e Careca; Reco e Ximbica; Lamparina, Joaquim, Joãozinho, Válter e Miltinho.

Time base de 1967: Lula; Valito (Joaquim), Juca (Nequinha), Itamar (Erli) e Zé Maria; Osmi (Paulinho) e Bolão; Ximbica, Válter (Chico), Joãozinho (Macau) e Duca (Lamparina).

Time de 1968: Lula; Braga, Juca, Duca e Lamparina; Bolão e Válter; Paulinho, Gafu, Joãozinho e Nino.

Time base de 1973: Cebola (Zé Áureo); Carlinhos (Robson), Gilson, Bolão (Dias) e Domingos (Valdeci); Batista (Carlos Augusto), Jorge Davi (Sendas) e Paulinho (Lutércio); Almir (Arnaldo), Pardal (Morais ou Silva) e Melro (Jorginho). Técnico: Carlos Ramos de Souza, ‘Lelê’

 

PS: Uma detalhe que é importante citar. Em 1954, Tenório Cavalcanti fundou o jornal Luta Democrática, que usaria como ferramenta de propaganda política, especialmente para atacar desafetos e adversários, entre eles Getúlio Vargas. O jornal, de forte apelo sensacionalista, chegou a ser o terceiro maior do Rio de Janeiro nos anos 60. Por isso, que o clube ganhou tanto espaço neste veículo, nos ajudando a poder contar uma boa história.

FONTES: A Luta Democrática – Dias de São José – Jornal do Brasil – O Fluminense

 

ITAGUAÍ F.C.             2          X         2          FUNDAÇÃO SÃO JOSÉ E.C. (Duque de Caxias)

LOCAL: Estádio do Itaguaí FC, em Itaguaí (RJ)

DATA: Domingo, dia 30 de janeiro de 1972

CARÁTER: Amistoso Estadual

RENDA: Cr$ 500,00

ÁRBITRO: Paulo Moraes (Liga de Desportos de Duque de Caxias)

ITAGUAÍ: Antero; Fusca, Nilo, Cabral e Miro; Afonsinho e Déo; Miramar, Paulão e Serginho.

FUNDAÇÃO: Geninho; Rubinho, Edson, Bolão e Russinho; Paulinho e Valtencir; Sabará, Pantera, Silva e Bira.

GOLS: Paulinho aos 21 minutos (Fundação), no 1º Tempo. Afonsinho aos 18 minutos (Itaguaí); Paulinho aos 39 minutos (Fundação); Serginho aos 44 minutos (Itaguaí).

 

FONTE: O Fluminense

 

DATA: 15 DE ABRIL DE 1928
LOCAL: NITERÓI / RJ

1º JOGO

DEUSA DA VITÓRIA FC

W0-0

SC PRACINHA

2º JOGO

SC CENTRAL

2-0

7 DE SETEMBRO FC

3º JOGO

31 FC

1-0

GUANABARA FC

4º JOGO

BARREIRA FC

0-0

ODEON FC (2-0 ESC)

5º JOGO

BARRETO FC

1-0

FONSECA AC

6º JOGO

DEUSA DA VITÓRIA FC

2-0

SC CENTRAL

7º JOGO

31 FC

1-0

BARREIRA FC

8º JOGO

BARRETO FC

1-0

DEUSA DA VITÓRIA FC

FINAL

31 FC

2-1

BARRETO FC

CAMPEÃO – 31 FUTEBOL CLUBE (NITERÓI – RJ)

Fonte: A Noite / RJ

 

DATA: 01 DE MAIO DE 1928
LOCAL: CAMPO DO BYRON FC, EM NITERÓI / RJ

2º QUADROS

BYRON (Niterói)

0-0

NITEROIENSE (Niterói)

1º QUADROS

YPIRANGA (Niterói)

3-1

OLARIA (Rio de Janeiro)

1º QUADROS

BYRON (Niterói)

3-1

ANDARAÍ (Rio de Janeiro)

Fonte: A Noite / RJ

 
TIRADENTES AC (NITERÓI – RJ)

7

EC AGRA (NITERÓI – RJ)

0

DATA: 22 de setembro de 1974 LOCAL: Niterói – RJ
JUIZ: Ismael Correa da Silva CARÁTER: Campeonato Niteroiense – 1974
GOLS: Renato (3), ernando (2), Micinho e Marrom
Tiradentes(RJ): Gilberto; Ailton, Pelé (Beto), Camundongo e Edmilton; Valmir, Marrom e Micinho; Chinita, Renato e Fernando.
Agra(RJ): Edmar; Rogério, Albani, palito e Cabral; Zano, Reizinho e Walter; Mendigo, André e Bafinha.

Fonte: O Fluminense / RJ

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

EQUIPE

CIDADE

001

AGRA FUTEBOL CLUBE NITERÓI – RJ

002

CLUBE DOS PIONEIROS NITERÓI – RJ

003

ESPORTE CLUBE COSTEIRA NITERÓI – RJ

004

FLAMENGUINHO FUTEBOL CLUBE NITERÓI – RJ

005

MANUFATORA ATLÉTICO CLUBE NITERÓI – RJ

006

TIRADENTES ATLÉTICO CLUBE NITERÓI – RJ

1ª FASE

14.07.1974

AGRA

0-0

TIRADENTES

14.07.1974

COSTEIRA

5-1

PIONEIROS

21.07.1974

FLAMENGUINHO

1-0

PIONEIROS

21.07.1974

MANUFATORA

2-1

AGRA

28.07.1974

MANUFATORA

1-1

COSTEIRA

28.07.1974

TIRADENTES

1-0

FLAMENGUINHO

04.08.1974

COSTEIRA

1-0

AGRA

04.08.1974

PIONEIROS

2-1

TIRADENTES

11.08.1974

AGRA

1-0

PIONEIROS

11.08.1974

FLAMENGUINHO

1-1

MANUFATORA

18.08.1974

TIRADENTES

2-1

COSTEIRA

18.08.1974

MANUFATORA

1-0

PIONEIROS

25.08.1974

AGRA

2-1

FLAMENGUINHO

25.08.1974

MANUFATORA

2-1

TIRADENTES

01.09.1974

COSTEIRA

1-0

FLAMENGUINHO

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

MANUFATORA

05

03

02

00

07

04

08

02º

COSTEIRA

05

03

01

01

09

04

07

03º

TIRADENTES

05

02

01

02

05

05

05

04º

AGRA

05

02

01

02

04

04

05

05º

FLAMENGUINHO

05

01

01

03

03

05

03

06º

PIONEIROS

05

01

00

04

03

09

02

FASE FINAL

08.09.1974

TIRADENTES

3-0

MANUFATORA

08.09.1974

COSTEIRA

1-0

AGRA

15.09.1974

MANUFATORA

4-0

AGRA

15.09.1974

TIRADENTES

0-0

COSTEIRA

22.09.1974

MANUFATORA

3-1

COSTEIRA

22.09.1974

TIRADENTES

7-0

AGRA

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

TIRADENTES

03

02

01

00

10

00

05

02º

MANUFATORA

03

02

00

01

07

04

04

03º

COSTEIRA

03

01

01

01

02

03

03

04º

AGRA

03

00

00

03

00

12

00

# CAMPEÃO – TIRADENTES ATLÉTICO CLUBE (NITERÓI – RJ)

Fonte: O Fluminense / RJ

 
EC TAUBATÉ (TAUBATÉ-SP)

8

BARRA MANSA FC (BARRA MANSA-RJ)

0

Data: 10 de maio de 1936 Local: Taubaté – SP
Juiz: Joaquim Moreira Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Mestiço (2), Macário (2), Ismael (2), Alemão e Renato
Taubaté(SP): Chiquito; Andico e Ernesto; Moacir, Pedro e Zé Luiz; Ismael, Alemão, Renato, Macário e Mestiço.
Barra Mansa(RJ): Agostinho; Zequinha e Baião III; Geraldo, China e Mario; Isnard, Baião II, Amadeu, Chandre e Anatole.

Fonte: Gazeta Esportiva

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) – 1938

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ)

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

O Esporte Clube Cachoeirense é uma agremiação da cidade de Cachoeiras de Macacu (RJ). O clube foi Fundado no sábado, do dia 07 de Junho de 1958. O Clube das cores azul, vermelho e branco, manda as suas partidas no Estádio Municipal Coronel Isaltino Cordeiro, localizado no centro da cidade. Após disputar por 35 anos a Liga Cachoeirense de Desportos (LCD), decidiu tomar o caminho do profissionalismo.

Estreou, em 1993, no Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Profissionais, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Mesmo sendo um debutante, por muito pouco não chegou à fase final. Em 1994, se licenciou das competições profissionais, voltando em 1997, na Quarta Divisão, quando terminou na 3ª colocação. Na duas fases foi superado por Cosmos Social Clube e União Esportiva Coelho da Rocha.

Após essa disputa, o clube retirou-se das competições profissionais. Recentemente um outro chamado Cachoeiras Esporte Clube passou a disputar, mas não tem nenhuma relação, a não ser que as duas agremiações são da mesma cidade: Cachoeiras de Macacu. O Cachoeirense, após a experiência como profissional, participa atualmente dos campeonatos amadores promovidos pela Liga Cachoeirense de Desportos (LCD).

 P.S.: O escudo desta agremiação que circula pela Internet é verdadeiro. A diferença para este é que o postado é o atual!

 

FONTES: Wikipédia – André Luiz Pereira Nunes – Página do Facebook, da Liga Cachoeirense de Desportos (LCD)

 

O Esporte Clube Valim é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvianil foi Fundado no Sábado, do dia 1º de Outubro de 1927, pelos irmãos da família Valim: Faustino, Brasilino Cipriano, Hélio, entre outros. A sua Sede atual (que na realidade se resume a uma quadra de poliesportiva acanhada), fica localizado na Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, na Zona Norte do Rio.

A Sua 1ª Sede e a Praça de Esportes ficava na Rua Ferreira de Andrade (Esquina com a Rua Rocha Pita), nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio. Como referencia para aqueles que tenham a curiosidade em saber aonde ficava esse campo (endereço acima). Se entrar no ‘Google Maps’, o campo ficava do lado da Igreja N. S. Aparecida do Méier.

Aspecto do Auditório do clube

Ações Sociais: um marco do E.C. Valim

No início, a construção do campo não foi nada fácil. Afinal, o local era um brejo perigosíssimo, infecto e transmissor de moléstias ao povo adjacente. Com muita dificuldade, a Praça de Esportes foi erguida.

Na década de 30, o clube possuía mais mil sócios não por acaso. O Valim desenvolveu diversas ações sociais com as crianças e adolescentes da localidade. Além do futebol, que era o ‘carro-chefe’, também foi criada a Associação de Escoteiros, com fornecimento de vestimentas às crianças pobres.

Quadra de Basquete e Voleibol

Ou ação social bacana, era no período dos Natais, quando o clube realizava farta distribuições de tecidos (para que as famílias pudessem produzir roupas para os seus entes queridos) e mantimentos. O Esporte Clube Valim também colaborou com a sua vizinha: Igreja N. S. Aparecida do Méier. Para ajudar a instituição religiosa o clube construiu um teatrinho para ser uma fonte de renda! E o resultado funcionou e a Igreja no ano seguinte pode remodelar toda a Igreja.

Além disso, o Valim permitia, sem nenhum custo, que as suas instalações fossem utilizadas para exercícios dos alunos do Tiro de Guerra, nº 77, no Cachambi, e também para os soldados do 3º Batalhão da Polícia Militar. Em 1938, criou o curso Particular de Instrução, com material de expediente escolar, tudo inteiramente grátis. Depois o curso passou a se chamar: Instituto Valim, registrado sob o número 1.238. O curso recebia excedentes das Escolas Municipais.

Vista parcial do campo

As artes cênicas também tinha espaço, uma vez que o clube contava com um grupo artístico, que faziam exibições no auditório, com capacidade para 600 pessoas sentadas (a sua construção custou Cr$ 250 mil cruzeiros).  Uma curiosidade. Na Sede do clube existia um departamento médico, algo incomum para aquela época, sobretudo, nos clubes de segunda categoria.

 

Uma das salas de aulas

Um clube Poliesportivo

Na esfera esportiva, o Valim também possuía opções para a inclusão social da garotada. Além do futebol, nas instalações também contavam com Basquete, Voleibol, Atletismo, Ping-Pong (atual Tênis de Mesa), jogos de Salão (futebol de salão e atualmente chamado de Futsal).

Não era o simples fato de ter essas modalidades, mas também o clube federou todas: Federação Atlética Suburbana; Liga Suburbana de Basquete; Liga Suburbana de Voleibol; Liga de Esportes do Rio de Janeiro; Federação Metropolitana de Atletismo. No futebol o Valim se filiou a Liga Carioca de Futebol (LCF); e, posteriormente, na década de 40, se filiou ao Departamento Autônomo, uma sub-liga da Federação Metropolitana de Futebol.

Campeão de 1946

No futebol, o Esporte Clube Valim obteve resultados que merecem registro. Entre o final de 1941 até o fim 1942, o clube jogou 55 partidas, sem nenhuma derrota. Depois sagrou campeão da Federação Metropolitana de Futebol, em 1946.

Ameaça de Despejo virou uma odisséia

Nos anos 30 e 40, o Valim viveu a ameaça de perder a sua sede. O motivo era que o terreno pertenceu a três proprietários, destacando-se Darke Bhering de Oliveira Mattos, que presidiu o Botafogo Football Club, em 1936. Enquanto vida teve sempre consentiu que o clube permanecesse instalado na Sede e na Praça de Esportes na Rua Ferreira de Andrade, nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier.

No entanto, na década de 40, o local passou para as mãos do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), que exigiu a saída do Esporte Clube Valim, a fim de construir no local edifício no local.

A disputa teve um entrave judicial, onde o IPASE moveu uma ação de despejo. Em 11 de Maio de 1949, o juiz da 3ª Vara da Fazenda Publica, deu ganho de causa ao IPASE. O Valim foi intimado a deixar o local no prazo de seis meses (até o dia 19 de novembro de 1949).

No entanto, paralelamente a esse tramite, o Valim já tinha entrado em 1947, junto a Prefeitura do Distrito Federal, um processo de desapropriação (ficha 8.887 de 1948 do gabinete de S. excia. o Sr. Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, que governou de 16 de junho de 1947 a 24 de abril de 1951).

Naquela época alguns clubes se utilizaram desse processo com êxito. Naquele instante, com já tinha percorrido todos os tramites legais, o Valim só dependia da conclusão e da assinatura do Prefeito para “virar o jogo”.

Então, como num filme hollywoodiano, restando um dia para ser despejado, uma luz no final do túnel se acendeu. Na sexta-feira, do dia 18 de novembro de 1949, o juiz Tiago Pontes da 3ª Vara da Fazenda Publica, resolveu sustar a execução.

No entanto, um mês depois os advogados do IPASE derrubaram a suspensão. Diante desse quadro, o Valim voltou a depender da boa vontade do Prefeito Ângelo Mendes de Morais. Então, nessa odisséia, no dia 30 de dezembro, foi aceito um mandato de segurança.

O desembargador Sampaio da Costa, baseando-se na lei municipal nº 424, de 29 de novembro de 1949, sancionada pelo prefeito Mendes de Morais, aceitou a medida que veio a salvar o Valim da extinção. O despejo estava marcado para acontecer no dia 02 de janeiro de 1950.

Após idas e vindas, finalmente essa história teve um desfecho. Pena que desfavorável ao Valim. No dia 28 de março de 1950, foi executado o despejo do clube e a demolição da Sede e escola. Não foi apenas limar de um clube, mas também deixaram 300 alunos sem aula, pois existia uma escola na sede do Valim.

O duro recomeço

Naquela época, diversos clubes cariocas foram extintos com a desapropriação da sua e/ou campo pelo mesmo motivo do Valim. Então, por quê o clube sobreviveu?

Ao contrário das outras histórias com um triste fim, o Esporte Clube Valim virou notícia! Diversos jornais daquela época, sensibilizadas com a forma como a ação era feito pelo IPASE, realizaram diversas reportagens condenando o despejo.

Assim, rapidamente os moradores dos bairros adjacentes ao clube ficaram indignados com o processo e passaram a defender o Valim. Mesmo com a decisão desfavorável, o pós despejo o clube recebeu apoio e ajuda de diversos lugares como os clubes, sócios, moradores e apoio da mídia, o que deu uma sobrevida ao clube.

Os clubes filiados a Federação Metropolitana de Futebol (FMF), por exemplo, deram um auxílio ao Valim, no valor de Cr$ 5.000,00 para ajuda no transporte de seus materiais do depósito público para a sede provisória.

Um mês após a desapropriação, as constantes reportagens começaram a surtir efeito. O Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, enfim prometeu ajudar, a Câmara Municipal também fez coro em defesa do Valim.

Após muitas promessas, o Valim obteve outro espaço para montar a sua nova Sede: Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, onde o clube está até hoje.

Apesar de ser um espaço menor, a popularidade do clube estava em alta. O número de sócios girava em torno de 1.000.  Mesmo diante de uma realidade mais modesta, o clube seguiu com o ideal de educar! Com isso, ganhou uma justa frase: “Valim, Escola de Futebol e Alfabetização“.

Para se ter uma ideia da comoção que o Valim recebeu do país, o clube recebeu uma “chuva” de convites para excursionar  pelo Brasil. O Alvianil do Méier viajou para Minas Gerais, Corumbá (Na época Matogrosso e atualmente Mato Grosso do Sul), entre outros.

O clube seguiu participando do Departamento Autônomo, mas diante de uma realidade mais modesta. Durante décadas, a Associação de Moradores do Méier e o clube criaram um laço de união! Todos os eventos eram realizado no Valim.

 

Time-base de 1943: Hermes; João e Jaú; Bandeira, Brandão e Vadinho; Lindo, Roberto, Brasilino, Paco e Neném. Técnico: Sylvio Valim.

 

FONTES: Amanhã – Diário de Notícias – Gazetas de Notícias – Jornal dos Sports – Diário Carioca

 

1º TURNO

06.02.1965

GUANABARA

2-0

RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO

07.02.1965

GUANABARA

4-0

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

09.02.1965

RIO DE JANEIRO

1-0

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

2º TURNO

11.02.1965

GUANABARA

8-0

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

13.02.1965

RIO DE JANEIRO

4-1

RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO

14.02.1965

GUANABARA

2-1

RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO

CAMPEÃ – SELEÇÃO DA GUANABARA

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

Canto do Rio Futebol Clube (Niterói-RJ) - 1945

Fonte: A Manhã – RJ

 

NITERÓI                   4          X         3          NOVA FRIBURGO

LOCAL: Estádio Assad Abdalla, Rua Dr. March, 196, no Bairro do Barreto, em Niterói (RJ)

DATA: Domingo, dia 22 de Setembro de 1929

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Football de 1929

HORÁRIO: 16 horas

NITERÓI: Acyr; Congo e Bibi; Álvaro, Oscarino e Irenio; Nô, Elviro (depois Aristheu), Russo, Manoelsinho e Caláo.

FRIBURGO: Beauclair; Martins e Gambini (depois Nonô); Tião, Guadagnini (depois Ablen) e Secundino; Jordão I, Féres, Hugo, Lindório e Jordão II.

PRELIMINAR:

GOLS: Gambini, contra (Niterói); Lindório (Friburgo); Féres (Friburgo), no 1º Tempo. Russo, de pênalti (Niterói); Aristheu (Niterói); Aristheu (Niterói); Hugo (Friburgo), no 2º Tempo

 

 

FONTE: Jornal O Ferrão (Nova Friburgo/RJ) 

 

NOVA FRIBURGO             2          X         1          CAMPOS

LOCAL: Estádio Assad Abdalla, Rua Dr. March, 196, no Bairro do Barreto, em Niterói

DATA: Domingo, dia 08 de Setembro de 1929

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Football de 1929

ÁRBITRO: Otto Badusk (Andarahy A.C.)

FRIBURGO: Beauclair; Martius e Gambini; Van-Erven, Guadagnini e Secundino; Jordão I, Felix, Hugo, Lindório e Jordão II.

CAMPOS: Ernandes; Braga e Peix (depois Nelson); Alcimaco, Adyr e Alcides; Kaugurú, Ary, Polly, Neolim e Bragode.

GOLS: Lindório e Felix (Friburgo); Bragode (Campos)

P.S: Seleção de Nova Friburgo, organizada pela Associação Serrana de Esportes Athleticos;

enquanto o Selecionado de Campos era organizado pela Liga Campista de Football

 

 

FONTE: O Clarim

 

NOVA FRIBURGO             4          X         0          PETROPÓLIS

LOCAL: Estádio Jardim do Suspiro, em Nova Friburgo (RJ)

DATA: Domingo, dia 1º de Setembro de 1929

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Football de 1929

HORÁRIO: 16 horas e 10 minutos

ÁRBITRO: José Bassani

FRIBURGO: Beauclair; Dudu e Gambini; Tião, Guadagnini e Secundino; Jordão I, Felix, Hugo, Antenor e Jordão II.

PETROPÓLIS: Theophilo; Nestor e Apparicio (Manduca); Lago, Alegria e Ferreira; Lino, Avelino, Nenem, Eduardo e Jorge.

GOLS: Hugo aos quatro minutos (Friburgo); Felix (Friburgo), no 1º Tempo. Antenor (Friburgo); Felix (Friburgo), no 2º Tempo

 

 

FONTE: Jornal O Ferrão (Nova Friburgo/RJ) 

 

Torneio Início de Nova Friburgo da 1ª Divisão foi realizado no Domingo, do dia 17 de Junho de 1945. 

FONTE: A Voz da Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Torneio Início de Nova Friburgo da Segunda Divisão foi realizado no Domingo, do dia 17 de Junho de 1945. 

 

 

 

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE: A Voz da Serra (17 de Junho de 1945) 

 

ESPERANÇA DE FRIBURGO    3          X         2          AMERICANO DE CAMPOS

LOCAL: Estádio Paissandu, em Nova Friburgo (RJ)

DATA: Domingo, dia 29 de Abril de 1945

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Futebol de 1945

RENDA: Cr$ 6.187, 50 (Recorde)

PÚBLICO: superlotado

ÁRBITRO: Télio Peçanha

ESPERANÇA: Hortiz; Cigano e Regli; Elicides, Portela e Zé Preto; Armando Zórico, Geraldo, Ceci e Lampeão. Técnico: Lamparina

AMERICANO: Milton; Carabina e Degas; Alfredo Alves e Cinco; Poli, Maneco, Vaguinho, Morais e Batucada.

GOLS: Armando, duas vezes, e Ceci (Esperança); Morais e Vaguinho (Americano)

P.S.: Após a partida, diante do Americano, cada jogador recebeu um “Bicho” de Cr$ 50,00. Na decisão acabou sendo superado pelo Petropolitano Football Club (Petrópolis), ficando com o vice-campeonato o Esperança de Nova Friburgo. 

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE:  A Voz da Serra (30/11/1947)

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE: A Voz da Serra

 

FONTE: A Folha Esportiva

 

FONTE: A Folha Esportiva

 

Após a escassez em relação ao Engenho Central Futebol Clube, que foi uma agremiação da cidade de Itaocara (RJ), mais um escudo foi resgatado. O Alviverde foi Fundado em Outubro de 1939, por funcionários da Companhia Engenho Central Laranjeiras S/A. A sua Sede ficava localizada em Laranjais – 2º distrito do Município de Itaocara. O Engenho Central participou do Campeonato Fluminense de Futebol de 1944, chegando até a terceira fase, só caindo diante do forte Paduano de Santo Antonio de Pádua.

Para um clube do Interior do Rio, a sua estrutura era diferenciada. O seu Estádio Hernandes Campany, por exemplo, contava com arquibancadas cobertas. O Engenho Central revelou grandes jogadores como: Adhemar Gomes, Antônio Geraldo, Batista Oliveira, Flávio Campany, Jair Campany, João do Enéias, Oarci Ferraz, Olivier, Onivar, Paulinho “Boleba”, Porquita, Tião Sobrado, Waldemar Torres, entre outros.

Em 1948, o clube estava filiado a Liga Itaocarense de Desportos (LID), juntamente com o Portela Esporte ClubeAmérica Futebol ClubeUnião Esportiva Itaocarense e Brasil Esporte Clube.

Em agosto de 1971, foi assinado pelo Sr. Fernando Leandro, foi aprovado em discussão única, o projeto que considera de utilidade pública o Engenho Central Futebol Clube, com sede em Itaocara.

FONTES: Itaocararj – Jornal do Commercio – Diário Carioca – O Fluminense – André Luiz Pereira Nunes – Liga Itaocarense de Desportos (LID)

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

O Engenho Central Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Itaocara (RJ). O Alviverde foi Fundado em Outubro de 1939, por funcionários da Companhia Engenho Central Laranjeiras S/A. A sua Sede ficava localizada em Laranjais – 2º distrito do Município de Itaocara. O Engenho Central participou do Campeonato Fluminense de Futebol de 1944, chegando até a terceira fase, só caindo diante do forte Paduano de Santo Antonio de Pádua.

Para um clube do Interior do Rio, a sua estrutura era diferenciada. O seu Estádio, por exemplo, contava com arquibancadas cobertas. O Engenho Central revelou grandes jogadores como: Adhemar Gomes, Antônio Geraldo, Batista Oliveira, Flávio Campany, Jair Campany, João do Enéias, Oarci Ferraz, Olivier, Onivar, Paulinho “Boleba”, Porquita, Tião Sobrado, Waldemar Torres, entre outros.

Em 1948, o clube estava filiado a Liga Itaocarense de Desportos (LID), juntamente com o Portela Esporte Clube; América Futebol Clube; União Esportiva Itaocarense e Brasil Esporte Clube.

Em agosto de 1971, foi assinado pelo Sr. Fernando Leandro, foi aprovado em discussão única, o projeto que considera de utilidade pública o Engenho Central Futebol Clube, com sede em Itaocara.

FONTES: Itaocararj – Jornal do Commercio – Diário Carioca – O Fluminense – André Luiz Pereira Nunes – Liga Itaocarense de Desportos (LID)

 

C.R. VASCO DA GAMA    5          X         0          YPIRANGA F.C.

LOCAL: Estádio de São Januário

DATA: Domingo, do dia 1º de Março de 1931

CARÁTER: Amistoso Estadual

HORÁRIO: 16 horas

ÁRBITRO: André Dias (Olaria A.C.)

VASCO: Jaguará; Brilhante e Itália; Hermes, Fausto e Nesi; Bahianinho, Paes, Waldemar, Mario Mattos e Sant’Anna.

YPIRANGA: Carlos; Caboclo e Hermínio; Everardo, Oscarino e Moacyr; Otto (Alcides), Clóvis, Guerra, Manoelzinho e Calão.

GOLS: Sant’Anna aos 30 minutos (Vasco), no 1º Tempo. Mario Mattos aos 2 minutos (Vasco). Waldemar aos 23 minutos (Vasco); Sant’Anna aos 28 minutos (Vasco); Carlos, contra, aos 39 minutos (Vasco), no 2º Tempo

PRELIMINAR (Segundos Times): VASCO DA GAMA   3   X   5   AMÉRICA/RJ

FONTES: A Batalha – Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon 

 

Tomazinho Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade de São João de Meriti, no estado do Rio de Janeiro, fundada a 2 de janeiro de 1930. Após disputar por décadas os campeonatos promovidos pela Liga Desportiva de São João de Meriti sob a denominação de Filhos de Tomazinho Futebol Clube, estréia finalmente no profissionalismo, ao participar do Campeonato Estadual da Terceira Divisão do Rio de Janeiro, em 1982, ficando na terceira colocação de sua chave na fase inicial, não se classificando para a seguinte. Sob a presidência de Ílson Ruiz, o Tomazinho já havia sido pentacampeão meritiense amador de 1980 a 1984.

Em 1983, fica em quinto na sua chave e também não se habilita para a fase final do certame. Em 1984, lidera a primeira fase em sua chave e se classifica para a fase final, à qual fica em quinto na classificação geral. Os promovidos foram Clube Esportivo Rio Branco, de Campos e o Royal Sport Club, de Barra do Piraí.

Sede do Tomazinho Futebol Clube. Foto de André Luiz Pereira Nunes

Em 1985, lidera novamente a primeira fase na sua chave, composta de times do Sul do estado e da Baixada Fluminense. Na fase final fica em terceiro lugar, sendo promovidos o Porto Alegre Futebol Clube e o Central Sport Club, de Barra do Piraí.

Em 1986, faz a melhor campanha da sua história. Sagra-se campeão invicto da Terceira Divisão de Profissionais sob o comando técnico de João Paulo Nizzo. Na primeira fase é o segundo colocado, atrás somente da Associação Atlética Volantes. Na fase final é o primeiro colocado, sendo promovido com o vice-campeão Esporte Clube Nova Cidade, que começava a sua heróica trajetória rumo à Primeira Divisão.

Malaquias Silva de Jesus (Quinha), o presidente. Foto de André Luiz Pereira Nunes

O clube cruzmaltino de São João de Meriti disputou a Segunda Divisão de 1987 até 1990 com campanhas modestas. Em 1987, fica em último lugar no primeiro turno. No segundo é apenas décimo entre doze equipes. Subiram Volta Redonda Futebol Clube e Friburguense Atlético Clube.

Em 1988, fica em último lugar nos dois turnos em um campeonato composto por quatorze agremiações, que não promoveu o descenso para a Terceira Divisão. Em 1989, é nono colocado entre quatorze equipes no primeiro turno. No segundo, é sétimo.

Em 1990, fica em oitavo, último, no primeiro turno no grupo “A”, não se classificando para a fase final.

Em 1991, a FFERJ transformou a Segunda Divisão em Módulo “B” da Primeira, contudo sem haver cruzamento com o grupo “A”, composto pelos clubes da elite do futebol do Rio de Janeiro. Somente os doze melhores do campeonato anterior se habilitaram a disputar, ficando de fora o Tomazinho, Rio das Ostras Futebol ClubeTamoio Futebol Clube e Araruama Esporte Clube, que acabaram compondo a nova Segunda Divisão com vinte e quatro clubes, que foi formada basicamente com os convidados oriundos da Terceira do ano anterior. Nesse novo módulo o Tomazinho ficou em quarto lugar na classificação geral de seu grupo na primeira fase, se classificando para a seguinte. Nesta, que foi dividida em dois grupos de seis equipes, o time de São João de Meriti ficou em último na sua chave. Foram promovidos Saquarema Futebol Clube e Entrerriense Futebol Clube.

Vista do estádio Josias José da Silva (Beronhão). Foto de André Luiz Pereira Nunes

Em 1992, é apenas o sexto colocado na sua chave, composta de sete equipes, só superando o Esporte Clube Nova Cidade, já de volta ao ostracismo, após a sua meteórica fase de ascensão que culminou com a chegada à Primeira Divisão.

Em 1993, é apenas sétimo entre oito equipes em sua chave no primeiro turno. No segundo, repete a mesma colocação, ficando longe, muito longe do quadrangular final que deveria promover Bayer Esporte Clube e Barra Mansa Futebol Clube.

Em 1994, sempre na Segunda Divisão, é apenas sexto em uma chave composta de nove agremiações, não passando da primeira fase.

Em 1995, se licencia dos campeonatos de âmbito profissional.

Em 1997, ensaia uma volta, mas acaba não participando do Campeonato Estadual da Segunda Divisão, na prática a Quarta Divisão, visto que o terceiro era Módulo Intermediário e o segundo se chamava Divisão Especial.

Volta apenas aos campeonatos profissionais em 2000 na Quarta Divisão, chamada de Segunda Divisão, ficando na penúltima colocação, sexto entre sete equipes. O campeão foi o Casimiro de Abreu Esporte Clube.

Em 2001, advém um novo período de ausência dos campeonatos profissionais, promovidos pela FFERJ.

Formação campeã juvenil invicta da Liga de Desportos de São João de Meriti de 1976

Em 2003, retorna à Terceira Divisão. A campanha é ruim e o clube fica em último na sua chave, sendo rebaixado para uma eventual Quarta Divisão que jamais viria a acontecer no ano seguinte.

Em 2004, disputa novamente a Terceira Divisão ficando em quarto lugar em uma chave com cinco equipes. No ano seguinte desiste de participar do campeonato. Em 2006, ensaia uma participação, mas declina com a tabela já divulgada.

Volta em 2008, contudo a campanha é novamente insuficiente. É o penúltimo apenas de sua chave na fase preliminar do campeonato, superando apenas o União Central Futebol Clube..

Em 2009, se licencia do Campeonato Estadual da Terceira Divisão, preferindo disputar o campeonato da Liga Independente de Clubes de São João de Meriti e os certames promovidos pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu.

Ainda em 2009, se sagra vice-campeão da Taça de Nova Iguaçu, categoria de juniores, promovida pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu, perdendo a finalíssima para o Bayer Esporte Clube.

Equipe principal do Tomazinho em 2010. Foto de André Luiz Pereira Nunes

Em 2010, não reune condições financeiras para disputar o Campeonato Estadual da Série C de Profissionais. Parcela uma dívida de 45 mil reais com a FFERJ em trinta prestações de 1.500 reais. O déficit advém do último ano (2008) em que disputou a Terceira Divisão, sendo fruto de uma má parceria. Disputa o Torneio de Verão, certame amador promovido pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu.

Em 2014 e em 2016, depois de vários anos disputando torneios amadores municipais, a equipe volta a ativa e disputa o Torneio Amistoso promovido pela FFERJ, no primeiro ano a equipe foi eliminada nas quartas de final e no segundo, ela foi eliminada na primeira fase da competição.

Em 2017, com a volta da Quarta Divisão promovida pela FFERJ, a equipe pretende voltar a disputar o campeonato esse ano.

Suas cores são preto e branco, com uma cruz de malta vermelha, nos moldes do Club de Regatas Vasco da Gama. Revelou em 1987, o volante Válber, que após jogar no São Cristóvão de Futebol e Regatas, se destacaria no São Paulo, pela Seleção Brasileira e outros times do Brasil. E logo em seguida em 1994, surgia mais uma promessa pro Futebol Brasileiro Marco Antônio que aos 11 anos já vinha despertando interesse de grandes clubes brasileiros, foi destaque no Botafogo, VitóriaAmora e América.

Possui praça de esportes própria, o Josias José da Silva (Beronhão), que no entanto, não é mais adequado para jogos oficiais de campeonatos profissionais.

Campeão Estadual invicto da Terceira Divisão

Equipe campeã invicta da Terceira Divisão de 1986

Em 1986, o Tomazinho sagrou-se campeão estadual invicto da Terceira Divisão de Profissionais. Na época a presidência estava a cargo do falecido Ílson Ruiz, o qual contou com o maciço apoio de dirigentes como Eloir Viana, Ílson Martins, José Antonio do Carmo Lopes (Tutuca) e Paulo Sérgio da Silva Fernandes.

Entre os atletas se destacaram Zeca Pagodinho e Tozzi, o qual hoje é treinador. Na vitoriosa campanha Paulo Nizzo foi o técnico e Amandio Augusto Pereira Filho, o preparador físico. Naquele ano Flamengo e Vasco decidiram o Campeonato Estadual numa melhor de quatro jogos no Maracanã. Na terceira partida, Tomazinho e União Esportiva Coelho da Rocha foram convidados a jogar a preliminar: o primeiro, que possui trajes quase idênticos aos do Gigante da Colina, contra o segundo, com um uniforme similar ao São Paulo Futebol Clube.

Ao contrário do Vasco original, que perdeu aquela partida por 2 a 0 e o título para o rival, o Cruzmaltino de São João de Meriti empatou em 0 a 0. Ao término da última fase, somou 14 pontos e se sagrou campeão invicto da competição.

Títulos

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Municipais

  • São João de Meriti Meritiense (L. D. S. J. M.): 7 vezes 197619801981198219831984 e 1996;
  • São João de Meriti Copa São João de Meriti (L. D. S. J. M.): 1976;
  • São João de Meriti Taça São João de Meriti (L. D. S. J. M.): 2 vezes 1997 e 1998;
  • São João de Meriti Troféu Moacir de Carvalho (L. D. S. J. M.): 1984;
  • São João de Meriti Troféu Edson Barbosa da Cunha (L. D. S. J. M.): 1984;
  • São João de Meriti Troféu Geraldo Careca (L. D. S. J. M.): 1997;

Outras categorias

  • Campeão da Liga de Desportos de Nova Iguaçu de Juniores: 2008
  • Campeão Juvenil (invicto) da Liga de Desportos de São João de Meriti: 1976

Campanhas em destaque

  • Vice-Campeão da Taça de Nova Iguaçu (Juniores): 2009
  • Vice-campeão do Torneio de Verão da Liga Desportiva de Nova Iguaçu (Juvenil): 2008
  • Vice-Campeão do Torneio 15 de Novembro (Juvenil): 2008
  • Vice-Campeão da Primeira Copa Verão: 2008
  • Vice-campeão da Liga Desportiva de Nova Iguaçu (Juniores): 2007
  • Vice-campeão da Taça Otojanes Coutinho (Masters): 2004
  • Vice-campeão do Primeiro Torneio 15 de Novembro: 1996
  • Campeão da Taça Cidade de Nova Iguaçu (Juniores): 2013

Curiosidade

  • Foi no estádio da União Esportiva Coelho da Rocha, o José Amorim Pereira, que Ronaldo “Fenômeno” fez a sua estréia nos gramados, assinando a sua primeira súmula. Ele estreou pelo São Cristóvão de Futebol e Regatas no dia 12 de agosto de 1990, quando tinha apenas 13 anos, em um jogo contra o Tomazinho Futebol Clube. Marcou três gols na vitória por 5 a 2 pelo Estadual da categoria Mirim. (Fonte: Jornal O Globo, Sessão Esportes, de 19 de maio de 2009


  • FONTES: Wikipédia – Página do Clube no Facebook 
 
CORITIBA FC (CURITIBA – PR)

8

CANTO DO RIO FC (NITERÓI – RJ)

2

DATA: 17 de janeiro de 1943 LOCAL: Curitiba / PR
JUIZ: Ataíde Santos CARÁTER: Amistoso Nacional
GOLS: Batista (4), Neno, Pio, Altevir e Rubinho / Geraldino e Noronha
Coritiba(PR): Bino; Lauro e Augusto; Tonico, Miro e Janguinho; Batista, Pio, Neno, Rubinho e Altevir.
Canto do Rio(RJ): Velez; Gerson e Grambell; Martins, Telesca e Alcebiades; Miledi, Carango, Geraldino, Magri e Noronha.

Fonte: Gazeta do Povo / PR

 

O Syrio e Libanez Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no dia 1º de Junho de 1921, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio. As suas cores eram o vermelho, o preto e o branco. Seu uniforme era em estilo cobra-coral, ou seja, listrado na horizontal em vermelho e preto separado por linhas brancas mais finas. O Syrio e Libanez disputou a elite do futebol carioca Cinco vezes: 1925, 1926, 1928, 1929 e 1930.

Ao longo dessas cinco participações, o Syrio e Libanez A.C.  o somou 60 pontos, em 96 jogos: com 25 vitórias, Nove empates e 62derrotas; marcando 153 gols e sofrendo 218, fechando com um saldo de menos 65. Apesar do pouco tempo, o Syrio e Libanez A.C.  conseguiu vitórias em cima de todas as grande equipes. O resultado mais expressivo aconteceu justamente na sua última participação, em 1930. No dia 20 de abril, o Syrio e Libanez  aplicou uma sonora goleada sobre o Flamengo pelo placar de 6 a 1.

Time posado de 1925

Além desse resultado, o time conseguiu vitórias sobre o América (3 a 2 e 1 a 0, nos dias 16 de maio de 1926 e 1º de agosto respectivamente); Botafogo (5 a 3, no dia 23 de maio de 1926); Fluminense (3 a 1, no dia 30 de setembro de 1928; 4 a 2, no dia 25 de maio de 1930; e 4 a 1, no dia 20 de novembro de 1930); Bangu (3 a 2, no dia 21 de outubro de 1928); Flamengo (3 a 2, no dia 16 de maio de 1926); Flamengo (3 a 0, no dia 04 de agosto de 1929); Vasco (1 a 0, no dia 28 de setembro de 1930). Abaixo todos os jogos do Syrio e Libanez Athletico Club nas cinco edições dos Estaduais de 1925, 26, 27, 29 e 30.

 

Em 1925, o Syrio e Libanez A.C.  debutou no Campeonato Estadual e não fez feio: ficou em 8ª lugar (num total de 10 equipes), com Oito pontos, em 18 jogos: três vitórias, dois empates e 13 derrotas; marcando 21 gols e sofrendo 44.

 

TIME BASE: Velloso, Rubens e Jaime (Rodrigues); Lemos, Rogério e Válter; Jocelino (Gentil), Rhodas, Celso, Ismael (Paduá) e Amphrísio.

 

Todos os jogos do Syrio, no Estadual de 1925

26/04  -           São Cristóvão          4          x          3          Syrio e Libanez

03/05  -           Hellênico                  4          x          1          Syrio e Libanez

10/05  -           Fluminense              3          x          1          Syrio e Libanez

17/05  -           Syrio e Libanez      1          x          2          Bangu

24/05  -           Botafogo                   3          x          1          Syrio e Libanez

31/05  -           América                     2          x          1          Syrio e Libanez

07/06  -           Syrio e Libanez      1          x          5          Flamengo

14/06  -           Syrio e Libanez      1          x          1          Vasco

28/06  -           Syrio e Libanez      4          x          2          SC Brasil

05/07  -           Syrio e Libanez      1          x          0          São Cristóvão

12/07  -           Syrio e Libanez      1          x          0          Hellênico

11/10  -           Syrio e Libanez      2          x          4          Fluminense

18/10  -           Bangu                       1          x          1          Syrio e Libanez

25/10  -           SC Brasil                  2          x          0          Syrio e Libanez

01/11  -           Flamengo                 2          x          0          Syrio e Libanez

22/11  -           Syrio e Libanez      1          x          3          Botafogo

06/12  -           Vasco                        5          x          1          Syrio e Libanez

13/12  -           Syrio e Libanez      0          x          1          América

 

 

Em 1926, o Syrio e Libanez A.C.  conquistou bons resultados e ficou na 7ª colocação (num total de 10 equipes), com 14 pontos, em 18 jogos: seis vitórias, dois empates e 10 derrotas; marcando 36 gols e sofrendo 53.

 

TIME BASE: Cotta, Uruguay e Heitor; Lemos, Rogério (Adolfo) e Rodrigues (Euclydes); Rhodas (Alô), Eduardo, Viola, Álvaro (Aprígio) e Amphrísio (Miro).

 

 

Todos os jogos do Syrio, no Estadual de 1926

04/04  -           SC Brasil                  1          x          2          Syrio e Libanez

18/04  -           Syrio e Libanez      2         x          6          Vasco

21/04  -           Syrio e Libanez      0          x          1          Bangu

02/05  -           Syrio e Libanez      1          x          3          Flamengo

16/05  -           América                     2          x          3          Syrio e Libanez

23/05  -           Botafogo                   3          x          5          Syrio e Libanez

30/05  -           Syrio e Libanez      1          x          3          São Cristóvão

06/06  -           Fluminense              2          x          1          Syrio e Libanez

13/06  -           Villa Isabel                3          x          4          Syrio e Libanez

27/06  -           Syrio e Libanez      3          x          0          SC Brasil

04/07  -           Vasco                        3          x          0          Syrio e Libanez

18/07  -           Flamengo                 2          x          2          Syrio e Libanez

25/07  -           Bangu                       5          x          2          Syrio e Libanez

1º/08   -           Syrio e Libanez      2          x          1          América

08/08  -           Syrio e Libanez      2          x          4          Botafogo

15/08  -           São Cristóvão          7          x          5          Syrio e Libanez

29/08  -           Syrio e Libanez      0          x          6          Fluminense

12/09  -           Syrio e Libanez      1          x          1          Villa Isabel

 

 

O Syrio Libanez não disputou o 1° turno por estar suspenso pela AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athléticos) desde 1927, por entender que o Syrio Libanez não dispunha de campo (o Syrio Libanez usava o campo do S. C. Mangueira na Rua Desembargador Izidro – Tijuca). Em maio de 1928,

os principais conselheiros da AMEA, reunidos em Assembleia, decidiram sobre a volta do Syrio Libanez AC ao campeonato. Contudo, o Syrio Libanez só disputou os jogos do segundo turno em 1928.

Apesar do enorme prejuízo, o Syrio Libanez não terminou na lanterna, ficando na 9ª posição (num total de 11 equipes), com Oito pontos, em 10 jogos: quatro vitórias e seis; marcando 18 gols e sofrendo 25.

 

TIME BASE: Cotta, Gigante e Jaime; Rodrigues, Lolô e Arthur; Esperidião (Álvaro), Alô, Fernando, Baiano e Miro.

 

 

Todos os jogos do Syrio, no Estadual de 1928

08/07  -           Syrio e Libanez      1          x          2          Vasco

05/08  -           Flamengo                 3          x          2          Syrio e Libanez

19/08  -           Andarahy                  4          x          3          Syrio e Libanez

26/08  -           Villa Isabel                1          x          2          Syrio e Libanez

09/09  -           Syrio e Libanez      0          x          4          São Cristóvão

23/09  -           SC Brasil                  1          x          2          Syrio e Libanez

30/09  -           Fluminense              1          x          3          Syrio e Libanez

07/10  -           América                     2          x          1          Syrio e Libanez

12/10  -           Botafogo                   5          x          1          Syrio e Libanez

21/10  -           Bangu                       2          x          3          Syrio e Libanez

 

 

Em 1929, o Syrio e Libanez A.C. ficou na 9ª colocação (num total de 11 equipes), com 13 pontos, em 20 jogos: cinco vitórias, três empates e 12 derrotas; marcando 40 gols e sofrendo 50. O destaque ficou por conta do atacante Fernandes, que terminou como o artilheiro do time com 11 gols.

 

TIME BASE: Cotta (Ismael), Aragão e Rodrigues; Arnô, Lolô e Arthur; Alô, Baiano (Esperidião), Gentil (Fernandes), Miro (Aprígio) e Catita (Aprígio).

 

Todos os jogos do Syrio, no Estadual de 1929

07/04  -           Syrio e Libanez      2          x          3          Botafogo

14/04  -           Syrio e Libanez      3          x          4          Vasco

21/04  -           Flamengo                 3          x          1          Syrio e Libanez

28/04  -           Andarahy                  3          x          1          Syrio e Libanez

05/05  -           Bangu                       2          x          0          Syrio e Libanez

26/05  -           Syrio e Libanez      2          x          3          América

02/06  -           Syrio e Libanez      3          x          6          Fluminense

09/06  -           SC Brasil                  0          x          1          Syrio e Libanez

16/06  -           Syrio e Libanez      2          x          2          Bonsucesso

14/07  -           São Cristóvão          2          x          1          Syrio e Libanez

21/07  -           Botafogo                   2          x          1          Syrio e Libanez

28/07  -           Vasco                        5          x          1          Syrio e Libanez

04/08  -           Syrio e Libanez      3          x          0          Flamengo

11/08  -           Syrio e Libanez      8          x          0          Andarahy

18/08  -           Syrio e Libanez      2          x          1          Bangu

22/09  -           América                     5          x          1          Syrio e Libanez

26/09  -           Fluminense              1          x          1          Syrio e Libanez

06/10  -           Syrio e Libanez      2          x          2          SC Brasil

20/10  -           Bonsucesso                         3          x          1          Syrio e Libanez

27/10  -           Syrio e Libanez      4          x          3          São Cristóvão

 

 

Na sua última participação, em 1930, o Syrio e Libanez A.C. terminou em 7º lugar (num total de 11 equipes), com 16 pontos, em 20 jogos: sete vitórias, dois empates e 11 derrotas; marcando 37 gols e sofrendo 46.

 

TIME BASE: Ismael, Aragão (Fernandes) e Rodrigues; Arnô, Lolô e Arthur; Lolô, Arnô e Aribar (Marcelo); Esperidião, Almeida, Cozinheiro, Miro e Catita.

Todos os jogos do Syrio, no Estadual de 1930

06/04  -           Botafogo                   4          x          0          Syrio e Libanez

13/04  -           Vasco                        3          x          1          Syrio e Libanez

20/04  -           Syrio e Libanez      6          x          1          Flamengo

27/04  -           Syrio e Libanez      2          x          1          Andarahy

04/05  -           Syrio e Libanez      2          x          0          Bangu

18/05  -           América                     5          x          1          Syrio e Libanez

25/05  -           Fluminense              2          x          4          Syrio e Libanez

01/06  -           SC Brasil                  1          x          2          Syrio e Libanez

08/06  -           Bonsucesso                         4          x          2          Syrio e Libanez

14/09  -           Syrio e Libanez      0          x          1          São Cristóvão

21/09  -           Syrio e Libanez      0          x          1          Botafogo

28/09  -           Syrio e Libanez      1          x          0          Vasco

05/10  -           Flamengo                 2          x          1          Syrio e Libanez

12/10  -           Andarahy                  3          x          1          Syrio e Libanez

19/10  -           Bangu                       2          x          2          Syrio e Libanez

09/11  -           Syrio e Libanez      1          x          1          América

20/11  -           Syrio e Libanez      4          x          1          Fluminense

23/11  -           Syrio e Libanez      4          x          5          SC Brasil

30/11  -           Syrio e Libanez      0          x          1          Bonsucesso

07/12  -           São Cristóvão          8          x          3          Syrio e Libanez

 

Após a sua saída do campeonato carioca, Syrio e Libanez A.C. foi perdendo força até fechar às portas na década de 30. É importante esclarecer que atualmente há o Clube Sírio e Libanês, que mudou de endereçedo saindo do Bairro de Botafogo e agora possui a sua nova sede no Bairro do Recreio dos Bandeirentes, na Zona Oeste. Só que esse clube não tem nenhuma relação com o antigo Syrio e Libanez Athletico Club.

 

FONTES: O Livro ‘História dos Campeonatos Cariocas de Futebol 1906 / 2010’, de Roberto Assaf e Clóvis Martins – Revista Fon-Fon  

 

O Estádio da Praia Vermelha foi a casa do Sport Club Brasil, Localizado no Bairro da Urca, Zona Sul do Rio (RJ). Essas fotos são raríssimas. Antes, só tinha encontrado uma foto desse Estádio.

FOTOS: Revista Fon-Fon 

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon 

 

FOTOS: Revista Fon-Fon 

 

FOTOS: Revista Fon-Fon 

 

ANDARAHY A.C. (RJ)       1          X         5          S.C. CORINTHIANS (SP)

LOCAL: Estádio da Rua Serzedello Correa (atual Rua Barão de São Francisco), no bairro do Andaraí, na Zona Norte do Rio (RJ).

DATA: Domingo, do dia 04 de Dezembro de 1921

CARÁTER: Amistoso Estadual

ÁRBITRO: Villas Boas.

ANDARAHY: Otto; Americano e Caratori; Nicolino, Braulio e Arthur; João, Gilabert, Waldemar, Russinho e Machado.

CORINTHIANS: Mario; Gano e Nando; Raphael, Amilcar e Roverso; Américo, Neco, Garcia, Tatú e Ratinho.

GOLS: Ratinho, Américo (2), Garcia e Neco (Corinthians); Waldemar, de pênalti (Andaray).

 

 

FONTES & FOTOS: O Malho – Revista Fon-Fon

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Na Usina do Queimado, que hoje integra a área urbana da cidade, mas na época era considerada parte rural de Campos e que se distância apenas 3 km do centro, um grupo de funcionários que sempre se reuniam nas horas de folga para jogarem futebol, nasceu à ideia de se formar um clube para se filiar à Liga Campista de Desportos (LCD) e que se fizesse presente nos campeonatos promovidos por essa entidade.
Liderados por Laudelino Batista e Antônio da Silva Sá, que respectivamente foram o primeiro presidente e vice do clube, procuraram os irmãos Julião e Inácio Nogueira, proprietários da usina e grandes admiradores dos esportes em geral, que gostaram muito da ideia e não só autorizaram a criação do time, como também colaboraram em muito para o seu desenvolvimento.

Em reunião ocorrida no dia 24 de abril de 1932, data oficial de fundação do clube, no pátio da usina e secretariada pelo jornalista e maestro Prisco de Almeida, ficou definido que o clube se chamaria Sport Club Aliança (apesar do mesmo nome, não pode ser confundido com o Aliança Foot-Ball Club, o segundo clube fundado na cidade de Campos, em 1912) e as cores foram inspiradas no ambiente que os cercavam: o verde dos canaviais e o branco do açúcar.
A primeira partida do Sport Club Aliança foi disputada no dia 24 de abril de 1932 (mesmo dia da fundação) contra o Industrial, no campo do Goytacaz, na Lapa, e terminou em um empate de 1 x 1.


Contando com um bom complexo esportivo, composto por dois campos de futebol, quadras de vôlei, basquete e tênis, o Aliança, alcançou o seu apogeu com apenas cinco anos de existência, quando conquistou um tricampeonato campista nos anos de 1937, 1938 e 1939 e, logo depois, também de forma meteórica, desapareceu, não chegando a era do futebol profissional de Campos.
Apesar de seus poucos anos de vida, o Aliança foi uma das forças futebolísticas da cidade em sua época, sendo até difícil de imaginar como uma equipe vitoriosa e com o suporte de uma empresa como a Usina do Queimado, na fase áurea da cana de açúcar, tenha desaparecido tão precocemente.
Vários jogadores de destaque tiveram passagem pelo clube, nomes como: Cláudio, Carbono, Lessa, Vicente, Rebite, Irineu e Evaldo Freitas.
Foi também de seus quadros, que saiu para o Vasco da Gama, o grande jogador Lelé, titular absoluto do time carioca que, na década de 40, conquistou vários títulos, entre eles o campeonato sul americano de 1946 e entrou para a história conhecido como o “Expresso da Vitória”.
Hoje o local já não apresenta mais as paisagens dos vastos canaviais de outrora, que perderam espaço para a construção de novos bairros, em nome do progresso, do desenvolvimento e da ganância dos homens. Mas o prédio da velha usina, inaugurada em 6 de agosto de 1880, ainda permanece de pé, imponente, apesar de há muito desativado, tendo seu espaço físico usado, eventualmente, como casa de shows e boate, mas ainda marca na memória de muitos, que viveram os anos dourados do futebol de Campos, uma época que não volta mais.

 

FONTE: Aristides Leo Pardo, Tide - Sport Ilustrado

 

Equipe de 1920

 

Equipe de 1933

Equipe de 1941 (profissional)

 

Participaram do campeonato as seguintes ligas:

Associação Campista de Esportes Terrestres (ACET) – CAMPOS
Associação Iguassuana de Esportes (AIE) – NOVA IGUAÇU
Associação Leste Fluminense de Esportes Athleticos (ALFEA) – CABO FRIO
Associação Petropolitana de Sports (APS) – PETRÓPOLIS
Associação Serrana de Esportes Athleticos (ASEA) – NOVA FRIBURGO
Associação Sudoeste Fluminense de Esportes Athleticos (ASFEA) – PARAÍBA DO SUL
Associação Therezopolitana de Esportes Athleticos (ATEA) – TERESÓPOLIS
Liga Esportiva Norte Fluminense (LENF) – MIRACEMA
Liga Esportiva Sul Fluminense (LESF) – BARRA DO PIRAÍ
Liga Nictheroyense de Football (LNF) – NITERÓI

Observem que muitas das mesmas eram ligas regionais, e não apenas municipais. Caso da campeã Liga Esportiva Sul Fluminense, que tinha clubes de Barra do Piraí, Barra Mansa etc.

Contudo, era costume de alguns jornais considerar as seleções como sendo representantes da cidade onde as mesmas estavam sediadas. Por isso, o título da Liga Esportiva Sul Fluminense costuma ser contabilizado como um título da Seleção de Barra do Piraí.

 

Demorou, mas encontrei. Sempre vi nas fotos do Barreto Football Club o primeiro escudo abaixo. Embora pudesse identificar o seu formato, não podia precisar o que tinha dentro do mesmo. Mas achei uma imagem da bandeira em “A Revista”, de Niterói, que esclareceu o conteúdo do escudo: um simples monograma.

Já o escudo redondo, em estilho semelhante ao do América Football Club-RJ, foi usado apenas em 1924. Em 1925 o escudo antigo voltou a ser usado e, pelo visto, até o fim das atividades do clube. Por falta de um escudo melhor, sempre utilizei esse nas minhas ilustrações. Oriento os colegas que atualizem seus arquivos.

 

Aspecto da inauguração oficial do Pavilhão do Riachuelense Football Club, do Centro do Rio de Janeiro (RJ), Fundado no dia 20 de Janeiro de 1913. No momento da foto em que o Dr. Julio Furtado içava o novo pavilhão.

 

FONTE: Revista Fon-Fon 

 

21 de Junho de 1913

 

24 de Maio de 1913

 

FONTE: Revista Fon-Fon 

 

FONTE: José Francisco de Moura, ‘Profº Chicão

 

FOTO: Revista Fon-Fon

 

Club Athletico Central  foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O “Club dos Ferroviários” foi Fundado no dia 27 de Novembro de 1917, Uma década depois, o clube alviverde foi Reorganizado no dia 12 de Outubro de 1927.

O Central passou por várias Sedes: Rua Archias Cordeiro, 157 – Méier (1921) e depois Rua Archias Cordeiro, 22 – Méier (28 de Novembro de 1929). Transferiu-se para Rua D. Anna Nery, 426, próximo a Estação do Rocha 07 de Janeiro de 1930); em seguida a Sede Social passou para a Praça do Engenho Novo, nº 22, no Bairro do Engenho Novo – Zona Norte do Rio. E por fim, na Rua Vinte e Quatro de Maio, 993 – Sampaio (1937).

Em março de 1929, o Central arrendou a Sede e a Praça de Esportes do River Football Club, na Rua Jorge Rudge (Antigo Municipal), 59, na Piedade, por 500$000 (Quinhentos mil-réis) mensais. Depois a sua Praça de Esportes ficava na Rua Adriano, nº 107Todos os Santos – Zona Norte do Rio. Já

Com quatro participações no Campeonato Carioca da 2ª Divisão, na década de 30, A equipe Centralense disputou as competições organizadas pela Liga Metropolitana de Desportes Terrestres entre 1929 a 1930, que tinha como time-base: J. Julio; Fedóca e J. Augusto; Orlando, Jonas e Marcello; Coruja, Hernani, Edilson, Hamilton e Urbano. Reservas: Othelo, Áureo e Augusto.

Em 1931 mudou para a Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), onde debutou no Campeonato Carioca da Segunda Divisão naquele mesmo ano. A campanha não foi boa e o Central terminou na 16ª e última colocação. Em 1932, mais adaptado fez uma campanha melhor e terminou em 4º lugar. Em 1933, o Club dos Ferroviários” não manteve o bom nível e acabou amargando a 6ª colocação da sua chave.

Em 1934, o clube atravessou por uma grave crise, chegando a sofrer uma intervenção. No ano seguinte, o Central retornou a Segundona, desta vez sob a administração da Federação Metropolitana de Desportos (FMD), mas sem muito sucesso. Em 1938, o clube deixou a Federação Athletica Suburbana (FAS).

FONTES: Almanak Laemmert (RJ) – Rsssf Brasil - O Jornal – Estatuto do Clube – Correio da Manhã – A Manhã – Jornal dos Sports – Jornal A Noite

 

O Henrique Valladares Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvinegro foi Fundado na quinta-feira, do dia 24 de Julho de 1913. A sua Sede ficava localizada na Avenida Henrique Valladares, nº 33 (Sobrado) – Centro do Rio.

Em 1919, ingressou na Associação Carioca de Sports Athleticos (ACSA), e faturou o título do Segundo Quadros. Em 14 de novembro de 1920, o Henrique Valladares excursionou para São João Nepomuceno, na Zona da Mata (MG), para realizar dois jogos amistosos: um diante do Mangueira Football Club e o outro contra o Operário Football Club.

FONTES: O Imparcial – O Paiz – O Malho

 

O Real Grandeza Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A sua Sede ficava localizada na Travessa Oliveira, nº 27, no Bairro de Botafogo, na Zona Sul do Rio. Nos anos 30, o clube se transferiu para a Rua Real Grandeza, nº 243, também em Botafogo.

O clube Alvianil foi Fundado no domingo, do dia 06 de Novembro de 1910, por um grupo de operários e alunos do antigo Gymnasio de Botafogo: Ernesto Amaral; capitão Arthur Henrique Santos; Tenente Eloy Valentim Aguiar; Julio Kengen; José de Maria Ferreira; José Nascimento Ferreira; Leandro da Rocha, entre outros.

 

Campeão do 1º Campeonato da Liga Sportiva Suburbana

Após uma temporada realizando amistosos e festivais, o Real Grandeza FC foi um dos primeiros clubes  a se filiar na nova Liga Sportiva Suburbana (LSS), fundada em abril de 1912 (Sede na Rua do Senado, nº 164, no Centro do Rio).

No 1º campeonato, o Real Grandeza fez bonito, ao conquistar o título no 1º Quadro e o vice-campeonato nos 2º Quadros.

 

Amistoso em Niterói

O clube Alvianil atravessou a Baía de Guanabara, onde enfrentou o Esperança Football Club, do Bairro de Icarahy, no sábado do dia 27 de julho de 1912. No final, o Real Grandeza goleou por 6 a 0, nos Primeiros Quadros. Nos Segundos Quadros, outro triunfo sobre o clube niteroiense: 5 a 0.

 

Triunfo em cima do Carioca F.B.C.

Em 1913, saiu da LSS. Contudo, nesta temporada enfrentou um forte adversário: Carioca Football Club, duas vezes, ambos na casa do adversário: Estrada Dona Castorina, no Bairro da Gávea. No primeiro encontro, Real Grandeza goleou o Carioca pelo placar de 3 a 0. No segundo, melhor para os donos da casa, que venceram apertado o Real Grandeza, por 2 a 1.

 

Real Grandeza fez o jogo “da entrega das faixas” do 1º Campeão de Niterói

No domingo, do dia 14 de dezembro de 1913, o Real Grandeza enfrentou o Guarany Football Club, às 14h30, no ‘Ground dos Salesianos’, no Bairro de Santa Rosa, em Niterói. A peleja foi organizado pelo Jornal Gazeta da Manhã, a fim de celebrar a conquista do Campeonato Niteroiense daquele ano, pelo Guarany, que se sagrou campeão vencendo todos os seus jogos. Antes do início do jogo, o jornal entregou a belíssima medalha de ouro ao clube niteroiense, que foi muito aplaudido pelo público presente.

A partida foi movimentada e com uma “chuva de gols“: oito. Melhor para o Guarany que bateu o Real Grandeza pelo placar de 5 a 3. Além da vitória, o clube niteroiense encerrou a temporada de forma invicta sem perder nenhuma partida tanto em jogos oficiais quanto nos amistosos. Ao todo, Guarany Football Club realizou 21 jogos na temporada de 1913: foram 19 vitórias e dois empates. Após o jogo, o Guarany faturou mais um caneco: a Taça Freitas e Félix, destinada ao vencedor do confronto.

O Guarany jogou da seguinte forma: O. Medeiros; J. Failace e M. Alexandrino; Eurico, F. Ferreira e L. Tinoco; Gravano, Monteirinho, R. Medeiros, Cecy e Lydio.

O Real Grandeza atuou: Álvaro da Silva; Alberto Rocha e  Euclydes Oliveira (Cap.); J. Félix, M. Leite e José de Maria Ferreira (Nero); Jorge Menna, Julio Kengen, J. Marcellino, E. Menezes e J. Pinto.

 

Campeão do 1º Campeonato da Federação Brasileira de Football

Em 1914, a equipe Alvianil se filiou na Liga Sportiva de Football (LSF), onde ficou com o vice-campeonato ao lado do Dois de Junho Football Club. Em 1915, ajudou na Fundação da Federação Brasileira de Football (FBF).

Nesta competição, fez excelente campanha, chegando ao ponto de arrasar o seu principal adversário: Dois de Junho Football Club, pelo elevado escore de 8 a 0. No final se sagrou Campeão da temporada de 1915. Como a FBF acabou sendo dissolvida, apenas Real Grandeza foi aclamado campeão! Nos segundos e terceiros quadros não tiveram vencedores.

Em 1916, entrou para a Associação Brasileira de Sports Athleticos (ABSA), onde conseguiu o 2º lugar no campeonato. Em razão das boas campanhas, o Real Grandeza Football Club recebeu muitos convites para viajar pelo país. Contudo, o clube não aceitou em razão dos compromissos e a dificuldade de se ausentar do Rio. Em 1920, se filiou a Liga Alliança Sportiva Municipal (LASM).

 

W.O. deu o título da Liga Suburbana de Football em 1922

O Real Grandeza foi campeão da Liga Suburbana de Football em 1922. Porém, a final não foi da forma como todos desejavam. Afinal, o Brasil Football Club (que depois se tornou o Brasil Suburbano FC) não compareceu! Com isso, o Real Grandeza venceu por WO!

O Brasil FC foi o  campeão da Série B, enquanto o Real Grandeza foi o vencedor da Série A. O que foi especulado naquela época é que a superioridade do Real Grandeza é tão grande que o Brasil FC temendo sofrer uma goleada humilhante optou em não comparecer na grande final.

Os Campeões da Liga Suburbana de Football:

Engenho de Dentro (tricampeão): 1916, 1917 e 1918;

Bonsucesso: 1919;

Mavilis (bicampeão): 1920 e 1921;

Real Grandeza: 1922.

Em 1923, a Liga Suburbana de Football, que era uma Subliga da Metropolitana, foi perdendo credibilidade e a bagunça imperou. Diante desse quadro foi desfilada pela Liga Metropolitana, e, por conseqüente foi extinta. No início de 1926, entrou na Liga Graphica.

Revista Vida Domestica, novembro de 1923

Time de 1912: Saul; João Martins e C. Meira; M. Leite, Waldemar e A. Silva; Nero, J. Carvalho, Manoel, Jorge Menna e Costa.

 Time de 1913: Álvaro da Silva; Alberto Rocha e  Euclydes Oliveira (Cap.); J. Félix, M. Leite e José de Maria Ferreira (Nero); Jorge Menna, Julio Kengen, J. Marcellino, E. Menezes e J. Pinto.

 Time de 1917: Francisco (Laranjeiras); Raymundo e Theodoro (Nilo); Romeu (Parafuso), João Lino e Eurico (Xexê); E. Lima, Waldemar, Julio Kengen, Luiz (Amadeu) e J. Medeiros.

 Time de 1921: Olavo; Bento e Baptista; Moura, Ferreira e José de Maria Ferreira; Marques, Eduardo, Amadeu, Medeiros e Carregal.

 

 

FONTES: Gazeta de Notícias – A Época – O Paiz – O Imparcial – Vida Domestica – Correio da Manhã

 

A Liga Gonçalense de Desportos, desde 1931, representa o Município, este Estado e o Brasil nas competições de diversos esportes. Pois esta Liga é a única Entidade do Brasil com mais de 30 (trinta) modalidades esportivas, e que desenvolve um Projeto Social, hoje com 20.112 inscritos. Nossas seleções e nossos Clubes filiados muito Contribuíram para as várias conquistas, do Município, 1958 (futebol), 1971 (atletismo), 2002 e 2003 (kung-fú), 2006 (ultra triathion), três Pan-americano (handebol), há 13 (treze) anos somos Campeões Brasileiro de Kick Boxing, e em todas as Seleções de Representação do Brasil, o maior numero de atletas até este momento, foi deste Estado, seja nos Pan-Americanos ou Sul-Americanos o BRASIL sagrou-se Campeão. Isto fora fruto do trabalho da Diretoria desta Casa, de suas Agremiações filiadas, professores e atletas.

Todas as representações durante a existência dos Bingos foram custeadas por recursos que a Lei Zico, depois Lei Pelé permitiram, e os atletas tinham alimentação, hospedagem, transporte e inscrições nas Competições de disputa de Títulos Brasileiros ou Internacionais. Atletas representaram o Brasil, no Peru, no Equador, na China, nos EUA, na Grécia, Eslovênia, Iugoslávia, Itália, Argentina e tantos outros, sempre com todas as despesas pagas.

Durante treze anos, tiramos jovens e adultos das drogas, fizemos muito mais do que muitos Governos com os nossos projetos sociais. Com a perda dos BINGOS o esporte ficou órfão, os atletas desiludidos. Pedimos SOCORRO, para manter nosso Projeto Social, pois sem outra fonte de renda fica difícil a sua sustentação.

 

FONTE: Site da Liga Gonçalense de Desportos

 

O Sport Club Andarahy foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na terça-feira, do dia 06 de Março de 1917. A sua 1ª Sede ficava na Rua Theodoro da Silva, nº 359, no Bairro de Vila Isabel – Zona Norte do Rio. O Campo estava situado na Rua Barão de Mesquita, 941 /1017 – Bairro da Tijuca – Zona Norte do Rio.

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Domingos Carvalho;

Vice-presidente - Domingos Pereira;

1º Secretário - Waldemar Jorge;

2º Secretário - Heitor Suzart;

1º Thesoureiro - João Nogueira;

2º Thesoureiro - Carlos Moraes;

Capitain geral - Agostinho Rezende Souto;

Vice-Capitain - Ismael Teixeira;

Cobrador - Álvaro Guimarães.

 

Na terça-feira, do dia 12 de Junho de 1923, o clube foi reorganizado. Em 1924, transferiu a Sede para a Rua Barão de Mesquita, 93 A – Bairro da Tijuca – Zona Norte do Rio, ficando próximo ao campo de jogo. Em 22 de Janeiro de 1924 – Se filiou a Liga Brasileira de Desportos (LBD).

 

Time de 1920: Lalau; Beléo (Manduca) e Ismac (Mario); Joaquim (José), Caxangá (Roberto) e Leite (Cap.); Baratinha (Gentil), Velho (Albertino), David (Antonio), Lobo e Velloso.

 

FONTES: Voz do Povo – Revista O Tico-Tico – A Razão

 

FONTE: O Imparcial

 

O Ingá Football Club foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). Fundado em 1908, a sua Praça de Esportes ficava na Rua Boa Vista, s/n – São Francisco, em Niterói. Posteriormente, no local foi construído a Sede, em um vasto prédio, na Rua Boa Vista, inaugurado no domingo, do dia 1º de Junho de 1919. Em 1916, o seu campo passou a ser na Praia das Flechas, no Bairro do Ingá, em Niterói.

O Canto do Rio Football Club, fundado em 14 de novembro de 1913, surgiu com um time infantil. E, naquela época, o grande rival era justamente o Ingá FC, onde protagonizaram grandes jogos.

O Ingá participou do Campeonato Niteroiense em 1913. Essa competição teve uma característica ímpar.  Em Dezembro de 1911, foi Fundada a Liga Sportiva Fluminense (não confundir com a entidade homônima criada anos depois), que acabou sem ter organizado nenhum campeonato ou torneio.

Mesmo sem nenhuma liga, os clubes niteroienses se uniram para organizar o  Campeonato Niteroiense de 1913. Quem liderou essa empreitada audaciosa foi Associação Athletica Fluminense (que tem nome de liga mas era um clube), do Bairro Cubango  e também com apoio do jornal Gazeta da Manhã.

Os jogos foram realizados em dois campos: Ground da Travessa da Boa Vista, no Bairro do Cubango (propriedade da Associação Athletica Fluminense); e do Guarany F.C., no Ground dos Salesianos, no Bairro Santa Rosa (na realidade o campo pertencia ao Colégio Salesianos).

A participação de quatro agremiações: Associação Athletica Fluminense, Ingá Football ClubEsperança Football Club e Guarany Football Club (campeão invicto, vencendo todos os seus seis jogos. Aclamado campeão de 1913, recebeu o Taça Gazeta da Manhã, ofertada pelo jornal Gazeta da Manhã).

Na segunda-feira, do dia 26 de Janeiro de 1914, o Ingá solicitou filiação junto a Liga Metropolitana de Sports Athleticos (LMSA), onde disputou o Campeonato Carioca da Terceira Divisão em 1914 e 1915.

Na sua primeira participação na Terceirona de 1914, o Ingá Football Club terminou na 4ª colocado, num total de sete clubes. Esta edição contou com a participação das seguintes equipes:

Cattete Football Club (Bairro do Catete);

Club de Regatas Icarahy (Bairro do Icaraí, em Niterói);

Ingá Football Club (do Ingá, Niterói);

Palmeiras Athletico Club (Bairro de São Cristóvão);

Sport Club Brasil (Praia Vermelha- Bairro do Urca);

Sport Club Riachuelo (Bairro de São Cristóvão/ campo no Bairro de Vila Isabel);

Villa Isabel Football Club (Bairro de Vila Isabel).

Na sua segunda edição, o o Ingá Football Club fechou em 4º lugar, num total de cinco clubes. Esta edição contou com a participação das seguintes equipes:

Club de Regatas Icarahy (Bairro do Icaraí, em Niterói);

Ingá Football Club (do Ingá, Niterói);

Palmeiras Athletico Club (Bairro de São Cristóvão);

Sport Club Brasil (Praia Vermelha- Bairro do Urca);

Paladino Football Club (Centro do Rio).

Excursão à Campos, em 1914

Excursionou para Campos dos Goytacazes, onde ficaram hospedados no Grande Hotel Central. Assim, na tarde de sábado (27/06/1914), O Ingá enfrentou o Quinze de Novembro Football Club, às 16 horas, e goleou por 4 a 0. Os gols da partida foram assinalados por Ivo (duas vezes), Gilberto e Lafayette, um tento cada.

No dia seguinte (domingo, dia 28 de junho de 1914), foi a vez de encarar a Seleção da Liga Campista de Football, às 16 horas. Mesmo desfalcado de cinco titulares, o Ingá mostrou que a vida do adversário não seria moleza.

Telêmaco, de cabeça, abriu o placar para o Ingá. Depois Campos, em cobrança de falta, empatou e outro de pênalti, marcou o tento da virada do selecionado campista. Final do primeiro tempo: 2 a 1 para a Seleção de Campos.

Na etapa final, Gilberto voltou a empatar, dando números finais ao jogo: 2 a 2. O Ingá jogou com a seguinte formação: Ivan; Murillo (Cap.) e Egas; Couto, Affonso e Archimedes; Bocayuva, Rubens, Ivo, Gilberto e Telêmaco.

O goleiro Ivan era um dos destaques do Ingá. Tanto que em 1916, acabou sendo contratado pelo Botafogo do Rio para ser o titular da posição.

Por falta de pagamento, Ingá é excluído da Terceirona

Na quarta-feira, do dia 1º de Março de 1916, o conselho diretor da LMSA eliminou por unanimidade o Ingá Football Club, de acordo com o disposto pelos artigos 40 e 42 do estatuto.

O motivo foi que o clube niteroiense não quitou a dívida da mensalidade dentro do prazo de tolerância estipulada pela entidade.

FONTES: Correio da Manhã – Jornal do Brasil (JB) – O Paiz – O Fluminense – Gazeta de Notícias – O Imparcial – A Rua

 

Paduano Esporte Clube (Santo Antônio de Pádua-RJ) - 1950

Fonte: Esporte Ilustrado

 

A TAÇA EFICIÊNCIA era dada a equipe carioca que alcançasse mais pontos na somatória dos campeonatos profissionais, aspirantes, juvenis e de reservas.

COL

CLUBE

PONTOS

01º

FLUMINENSE

357

02º

VASCO DA GAMA

352

03º

FLAMENGO

316

04º

BOTAFOGO

312

05º

AMÉRICA

184

06º

BANGU

166

07º

SÃO CRISTÓVÃO

161

08º

OLARIA

145

09º

BONSUCESSO

142

102º

MADUREIRA

116

11º

CANTO DO RIO

72

Fonte: Esporte Ilustrado

 

 

Byron, do Barreto, fez história e até jogo contra o Flamengo

O bairro do Barreto, em Niterói, é marcado por uma histórica relação com o futebol. Na mesma época em que o Rio Cricket já havia se consolidado e disputava o Campeonato Carioca, surgia naquela região da Zona Norte, o Byron. Fundado no dia 21 de outubro de 1913, o clube foi uma das “potências” da região, que revelou um dos maiores craques do futebol nacional e mundial, tão admirado quanto Pelé e Garrincha: Zizinho, ou Mestre Ziza.

A sede do clube ficava num campo pertencente a Companhia Manufatora de Tecidos, situado ao lado da sede da empresa, na Rua Doutor March. Para desenvolver as atividades, a diretoria pagava aluguel à empresa, que ainda não explorava a prática do futebol. Para atrair os funcionários de família de origem britânica da fábrica, os fundadores do clube o batizaram com o nome do poeta inglês George Gordon Byron, um dos maiores do século XIX.

Com ajuda de comerciantes e diretores da fábrica de tecidos, o clube conseguiu se estruturar para montar também times em categorias de base e até se aventurar em outras práticas esportivas, como o boxe e o basquete. Venceu o primeiro Campeonato Niteroiense em 1917. E repetiu o feito nos anos de 1922, 1924 e 1925, nas chamadas modalidades ainda amadoras e já com respeitado elenco profissional, levantou outras duas taças, em 1928 e 1934.

 

O poeta e escritor George Byron deu nome ao clube do Barreto
O poeta e escritor George Byron deu nome ao clube do Barreto

 

 

A performance no Campeonato da Liga Niteroiense de 1934 rendeu ao clube o convite para disputar uma competição no Rio – o Torneio Aberto da Liga Carioca de Football, em 1935, que reuniu 23 equipes, a maioria da Capital, nos estádio do Fluminense (Laranjeiras) e do América (Campos Sales). A equipe do Barreto acabou eliminada após ser goleada pelo Flamengo, por 9 a 2 e também perder para o Anchieta por 3 a 2.

Declínio - O declínio do clube veio no fim da década de 40, quando a direção da fábrica Manufatora decidiu montar sua própria equipe. O “racha” acabou na Justiça e o Byron foi despejado. Enfraquecido, o clube acabou abandonado o futebol em 1953, vindo a se dedicar apenas a eventos sociais, e foi extinto em 1978.

Barreto e Ypiranga também marcaram década

Na década de 30, outras duas equipes de Niterói também fizeram fama. O Barreto, grande rival do Byron, na Zona Norte, e o Ypiranga, de São Lourenço, disputaram duas edições do Torneio da Liga Carioca de Footbal nos anos de 1935 e 1936, junto com Fluminense, América, Flamengo, Bangu, América e outras equipes de diferentes pontos da Região Metropolitana. Mas não passaram da primeira fase da competição.

O Barreto Football Club foi fundado no dia 14 de julho de 1912 por funcionários da Companhia de Fósforos Fiat Lux. As partidas entre essa equipe e o Byron arrastavam ‘multidões’ nas décadas de 20 e 30. O apelido do Barreto era “Leão do Norte”, e sua antiga sede, na Rua General Castrioto, era ornamentada com duas estátuas do animal. Suas cores eram o azul escuro e branco.

O Barreto conquistou a divisão principal da Liga Sportiva Fluminense em 1921 e 1923, além dos torneios início de 1919, 1920, 1924 e 1925, segundo registros da Liga Niteroiense de Futebol. Em 1941, o clube montou um time caríssimo para disputar com o Canto do Rio uma vaga no Campeonato Carioca, mas acabou preterido. A empreitada acabou por deixá-lo em situação financeira difícil. Em 1942, já sem condições de manter o futebol profissional, encerrou as atividades, com apenas 30 anos de existência.

O Ypiranga fez fama no futebol fluminense na década de 1930, quando chegou a ter jogadores convocados para a Seleção Brasileira, como Manoelzinho e Oscarino. O clube se manteve atuante até a década de 70, quando acabou extinto.

Zizinho, o craque mais ilustre

O filho mais “ilustre” que o Byron produziu foi o meia Zizinho, considerado o primeiro grande craque da história do futebol brasileiro em âmbito mundial. Nascido em São Gonçalo, no dia 14 de setembro de 1921, ele daria seus primeiros chutes nos campos de terra batida da cidade. Thomáz Soares da Silva iniciou a adolescência nas divisões de base do Byron. Chegou a fazer “peneiras” nas equipes do América, São Cristóvão e Bangu, quando ainda trabalhava no Loyd Brasileiro. As boas atuações no time de Niterói o levaram a fazer o teste que culminaria na ida para o Flamengo, em 1939, aos 18 anos.

À beira do campo, ele viu o lendário atacante Leônidas da Silva se contundir e incrédulo, foi chamado pelo técnico Flávio Costa para substituir o ídolo. “Menino, você é o meia lá de Niterói? Entra no lugar de Leônidas”, ordenou o técnico. O ‘garoto’ não apenas entrou como fez dois gols em dez minutos. Era a “senha” para começar a brilhante carreira, como mostrou o livro “Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro”, de Marcelo Barreto. A ida de Zizinho para o Flamengo é cercada por uma curiosidade, que levou o clube da Gávea a atravessar a baía para um histórico amistoso contra o Byron. Antes da contratação, acabou suspenso por causa de uma confusão no chamado “clássico da Zona Norte”, entre o Byron e o Barreto. Para facilitar a ida para o Rio, o time carioca, sugeriu o jogo, que aconteceu no campo do clube niteroiense. Com Zizinho atuando pelo rubro-negro, o jogo terminou empatado em zero a zero graças a uma atuação inesquecível do goleiro Leônidas, do Byron.

Apogeu no FLA e eterna tristeza pela perda da Copa

 

Injustamente, Zizinho foi apontado como ‘vilão’ da Copa de 50
Injustamente, Zizinho foi apontado como ‘vilão’ da Copa de 50

 

Zizinho teve dias de glória no Flamengo, onde conquistou o tricampeonato carioca nos anos de 1942, 1943 e 1944, mas caiu em descrédito com a perda da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã. Foi sua primeira e única participação na competição. Acabou vendido para o Bangu, sem tomar conhecimento da transação, já que servia à Seleção Brasileira.

Na Copa de 50, machucado, ficou fora das partidas iniciais. No terceiro jogo que decidiria uma vaga para a fase seguinte, contra a Iugoslávia, marcou um dos gols na vitória por 2 a 0. Uma atuação tão impressionante que recebeu da imprensa o apelido de ‘Mestre Ziza”.

Depois das goleadas por 7 a 1 contra a Suécia e 6 a 1 sobre a Espanha, a equipe precisava apenas do empate para chegar ao título, mas perdeu por 2 a 1 para o Uruguai, naquele que seria a pior tragédia do futebol brasileiro, até a goleada sofrida para a Alemanha, por 7 a 1, no Mineirão, na última Copa.

A derrota ficou marcada na carreira do jogador, que defendeu também o São Paulo, onde se tornou campeão paulista em 1957. “Ele nunca esqueceu a perda do título. Ficava triste e cabisbaixo quando se falava no episódio”, declarou Jair Marinho, ex-lateral direito e amigo inseparável de Zizinho. O São Paulo e o Audax Italiano, do Chile, foram os últimas equipes onde atuou. O craque chegou a lançar uma autobiografia antes de morrer em casa, no Ingá, em fevereiro de 2002, de causas naturais, aos 79 anos.

 

FONTES: Jornal O São Gonçalo – Sergio Soares - Ari Lopes

 

O Victoria Football Club foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). A sua Sede ficava localizada na Rua Bonfim, nº 132, no Bairro do Fonseca, em Niterói. O clube Alvianil foi Fundado na quinta-feira, do dia 10 de Junho de 1915. O Victoria disputou a Segundona da Liga Sportiva Fluminense (LSF), no final de 10 e início de 20.

O Jornal O Paiz descreveu assim, o surgimento da nova agremiação: “Fundou-se na vizinha capital, o Victoria Foot-Ball Club e que é composto por meninos da melhor sociedade fluminense. Para a estreia do “team“, será jogado, por esse Club e o Canto do Rio Foot-Ball Club, um “match”, que se realizará domingo, 13 do corrente, às 8 horas da manhã, no “ground” desta última sociedade“.

FONTES: A Rua – A Razão – O Paiz

 

O Torneio Início de Niterói de 1922, organizado pela Liga Sportiva Fluminense (LSF), foi realizado no domingo, do dia 26 de Março de 1922. Como o número de equipes era ímpar, um avançou para a segunda fase: Fluminense Athletico Club. A competição contou com a participação de 11 agremiações:

América Football Club;

Arariboya Football Club;

Barreto Football Club;

Byron Football Club;

Canto do Rio Football Club;

Fluminense Athletico Club;

Guarany Football Club;

Neves Athletico Club;

Nictheroyense Football Club;

Odeon Football Club;

Ypiranga Football Club.

 

Primeira Fase

1º Jogo - Byron FC venceu o Canto do Rio FC por 1 a 0, (dois escanteios a zero para o Byron). Árbitro: Francisco Monteiro.

2º Jogo - Arariboya FC venceu o América FC por 2 a 0, (em escanteios: 1 a 1). Árbitro: Euclydes de Araújo.

3º Jogo - Guarany FC venceu o América FC por 1 a 0. Árbitro: Franklin Baptista.

4º Jogo - Odeon FC venceu o Nictheroyense FC por 1 a 0. Árbitro: Thimotheo Pereira.

5º Jogo - Barreto FC empatou com o Neves AC em 0 a 0, mas venceu, em escanteios, por 1 a 0. Árbitro: Emygdio Nery.

 

Segunda Fase

6º Jogo - Fluminense AC empatou com o Byron FC em 0 a 0. Após duas prorrogações, o Flu venceu, em escanteios, por 1 a 0. Árbitro: Thomaz Goulart.

7º Jogo - Arariboya FC empatou com o Guarany FC em 0 a 0. Após uma prorrogação, o Arariboya venceu, em escanteios, por 2 a 0. Árbitro: Hércules Costa.

8º Jogo - Barreto FC empatou com o Odeon FC em 0 a 0. Após três prorrogações, o Barreto venceu, em escanteios, por 1 a 0. Árbitro: Joaquim Alves.

 

Terceira Fase

9º Jogo - Fluminense AC venceu o Arariboya FC por 1 a 0, (um escanteio a zero para o Fluminense). Árbitro: Waldemar Reis.

 

FINAL

10º Jogo - Fluminense AC venceu o Barreto FC por 1 a 0, com o gol do meia esquerda Carlos Almeida (um escanteio a zero para o Fluminense). Árbitro: Euclydes de Araújo.

 

Após o jogo, o Fluminense Athletico Club foi aclamado campeão do Torneio Início de Niterói de 1922, recebendo a Taça Ranulpho Bocayuva. O Barreto Football Club foi o vice-campeão e recebeu a Taça Eduardo Cotrim Filho. Os 11 clubes disputaram o torneio com as seguintes escalações:

 

Fluminense AC: Tristão; Henrique e Álvaro; Dedico, Tavares e Seraphim; Silvino, Freitas, Othon, Carlos Almeida e Roil.

Barreto FC: Alcides; Moreira e Monteiro; Julinho, Guarany e Gil; Minely, Sá, Nelson, Ferreira e Rubens.

Canto do Rio FC: Zezé; Nair e Orlando; Nestor, Guanabarino e Araujo; Segadas, Leopoldo, Oswaldo, Ary e Torreão.

Byron FC: Gonzaga; Coelho e Lauro; Napoleão, Laurindo e Julio; Alberto, Medeiros, Ranulpho, Vabo e Netto.

Arariboya FC: Enéas; Lydio e Dedmatto; Theodulo, Tide e Monteiro; Navado, Dóca, Accacio, Congo e Gabriel.

América FC: Vicente; Ulysses e José; Siqueira, Armando e Ferro; Zezé, Célio, Paixão, Capitão e Lagulo.

Guarany FC: Velarino; Lé e Marciano; Siqueira, Cunha e Pinho; Waldetaro, Nelson, Leal, Lomelino e Aurelio.

Ypiranga FC: Gastão; Ramos e Waldemar; Japonez, Manoelsinho e Irenio; Cabloco, Patacho, Roberto, Jacatibá e Dick.

Nictheroyense FC: Neves; Moreira e Menezes; Arnaldo, Bolinha e Zeca; Aristides, Roque, Cosme, Máximo e Oscar.

Odeon FC: Gama; Octavio e Pimenta; Genna, Lima e Zoroastro; Dantas, Paulo, Bibi, Affonso e Oswaldo.

Neves AC: Palmeirin; Armando e Waldemiro; Brito, Julio e Soares; Ferreira, Ismar, Caréca, Russo e Franklin.

 

FONTE: Jornal A Rua

 

FONTE: Revista Suburbana

© 2017 História do Futebol Suffusion theme by Sayontan Sinha