Nesta fotografia (acima) é possível observar a elevação e a inclinação que havia nas curvas da pista. Isto foi concebido para permitir maior velocidade aos ciclistas que chegavam a atingir 70 Km/h.

Na fotografia abaixo podemos ver o local onde foi construído o primeiro velódromo de Porto Alegre, também da União Velocipédica. Quando esta fotografia foi batida (1912) o local já servia como estádio para o Gremio Futebol Portoalegrense (Estádio da Baixada).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: pesquisador Marlon Krüger Compassi

 
Fachada do novo estádio

Fachada do novo estádio

Módulo que receberá as cadeiras doadas pela ADEMG

No outro lado, módulo que receberá as cadeiras doadas pela ADEMG

Arquibancada que receberá as cadeiras

Arquibancada que receberá as cadeiras

Rampa de acesso à arquibancada

Rampa de acesso à arquibancada

Área do gramado aguardando plantio

Área do gramado aguardando plantio

Fachada do CT

Fachada do CT

Fachada do CT

Fachada do CT

Caixa d'água

Caixa d'água

Campo do CT

Campo do CT

Campo do CT

Campo do CT

Detalhe do CT

Detalhe do CT

Localização do novo estádio

Espero que o Nacional volte com tudo na terceirona de 2013! Me parece que o estádio está ficando bom demais…

 

O Cruzeiro Esporte Clube é uma equipe amadora da cidade de Matozinhos, MG. Foi fundada em 20 de novembro de 1946. Seu estádio se localiza no bairro Cruzeiro – daí o nome da equipe – e leva o nome de José da Silva Cota.

Estádio José da Silva Cota

Arquibancadas do Estádio José da Silva Cota

 

O Aliança Esporte Clube é um time amador da cidade de Confins, MG. Foi fundado em 22 de agosto de 1922.

Seu campo se localiza à Rua Maria Rodrigues, s/n, no Centro. Seguem abaixo fotos extraídas do Facebook do clube:

Campo do Aliança EC

Campo do Aliança EC

Campo do Aliança EC

Campo do Aliança EC

Campo do Aliança EC

Campo do Aliança EC

 

O Aimoré Esporte Clube, fundado em 3 de outubro de 1932, é uma equipe de futebol de Conselheiro Lafaiete-MG.

Mais informações nos são trazidas em reportagem do Correio de Minas às vésperas do seu aniversário de 79 anos (a matéria diz erroneamente que o clube completara 78 anos):

Sem festa, Aimoré Esporte Clube completou 78 anos

O Aimoré Esporte Clube, de Conselheiro Lafaiete completou no dia 3, os seus 78 anos de fundação.  De acordo com a diretoria não houve comemoração e não haverá uma programação festiva alusiva a data.

O tradicional clube alvinegro foi fundado em 1932, tendo como primeiro presidente, João de Castro, já falecido que também foi vereador no município.

A casa do Aimoré é o Estádio Nossa Senhora da Paz, no bairro Sagrado Coração de Jesus, onde a apaixonada torcida mostra a sua loucura pelo time. Em 2009, o campo recebeu iluminação e mais recentemente ganhou um novo gramado, e um poço artesiano. Espera-se em breve a cons-trução de uma arquibancada no local onde atualmente existe um barranco.

Entre as principais conquistas do clube estão o título Amador de 1956, e de campeão do Centenário de 1966, torneio alusivo aos 100 anos de Conselheiro Lafaiete.  Em 1987, foi campeão na categoria Aspirante. Em 2008, em data memorável o Aimoré foi bicampeão Amador diante da sua torcida, derrotando na final o Santanense, de Santana dos Montes. Em 2010, o time Júnior levantou a taça de campeão no campeonato organizado pela Liga de Desportos.

 

O Social Futebol Clube foi fundado em 15 de setembro de 1939. Manda suas partidas no Estádio Paulo Campos, no bairro de Matosinhos, em São João del Rei.

Fonte: São João del Rei Alternativa

Fonte: Times Brasileiros

O clube tem 8 títulos municipais da Liga Municipal de Desportos de São João del Rei: 1948, 1951, 1955, 1979, 1988, 1995-1996 e 2001.

A seguir, um texto contando a história do Social, tal como encontrado no site O Grande Matosinhos.

A HISTÓRIA DO CLUBE ATRAVÉS DE SEUS PRESIDENTES

Escrever a história do Social F. Clube é aprofundar-se num tempo esquecido no passado. Amadurecido nas cabeças de José Nogueira, Inácio Rabelo Guedes, Domingos Cozza, Silvino Araujo, Sebastião Rabelo e Joaquim Zito de Souza, o Social tomou corpo e forma no dia 15 de setembro de 1939, data oficial de sua fundação. Tendo como padroeiro o Senhor Bom Jesus de Matosinhos, exaltado no dia 14 de Setembro, o Social, desde então, vem palmilhando sua trajetória com galhardia e altivez. Fundado no bairro considerado de baixa renda e de pequena população na época, estava destinado ao fracasso, assim como outros que o antecederam. Contrariando, porém, todos os prognósticos, o Social F. Clube encontrou em Dona Cotinha, genitora do Dr. Paulo Campos, uma ferrenha defensora dos ideais dos fundadores. Colocando à disposição do clube uma faixa de terreno de sua propriedade, para que nele se iniciasse, de modo concreto, a trajetória gloriosa do clube, Dona Cotinha lançava a semente do futebol “xavante”. (ZANETTI NETO: 1989)

Xavante, em reconhecimento à garra, o amor, à camisa e a vontade férrea de vencer dos socialinos. O Social Futebol Clube, conhecido como “O Xavante de Matosinhos”, denominação esta em homenagem a uma tribo indígena guerreira e persistente, tal qual a torcida do Social e daqueles que invergam e defendem as suas cores.

Foi seu primeiro presidente, Joaquim Zito de Souza, que no falar dos mais velhos, foi também o fanático chefe de torcida, o qual acompanhava o time aonde quer que ele fosse. Paralelamente à construção da sua sede social em 1948, o Social F. C. consagra-se campeão de São João del Rei, sendo este seu primeiro título oficial, tendo como presidente o Senhor José Pedro Henriques (1947-48). De 1948 a 1950 foi presidente do Social o fantástico e batalhador, Alcides Zanetti, que concluiu a sede social. Em 1951, o Social conquista pela segunda vez o título de campeão da cidade, sob a presidência de Enéas de Oliveira Morais (1950-53). Eleito no seu primeiro mandato (1950-51), através de voto à viva voz, em reunião do Conselho Deliberativo de 15/01/1950 e reeleito (1952-53) em reunião do Conselho, em 20/01/1952. Nesse período, o Social também foi campeão do “Torneio Dario Monteiro”, vice-campeão da cidade, nos segundos-quadros, e campeão do “Torneio Triangular Dr. Ivan de Andrade Reis”. Roberto José da Silva (1989) comenta em seu livro “O Social Futebol Clube” que na administração de Enéas Morais, o Social, representado pelo seu presidente, aceitou empreitar a construção do Grupo Escolar Tomé Portes del Rei, por interveniência do deputado são-joanense Dr. Mateus Salomé, o que não deu bom resultado, dado aos atrasos de pagamentos, advindos do estado de Minas Gerais. Em outubro de 1951, a família socialina enlutou-se: morre Dona Cotinha. O clube sofre uma perda irreparável. Em 03/12/1952, por impossibilidade de continuarem ocupando os mais altos cargos do clube, Enéas e seu vice José Carlos Filho, pedem demissão. Em 17/12/1952, o Sr. Elpídio Lima, antigo chefe da Estação Ferroviária de Chagas Doria e presidente do Conselho Fiscal do Social, aprova as contas do Sr. Enéas, no período de 1950-52. Nesta Assembléia, nomeiam o Sr. José Narciso da Silva, para presidente, e Alcides Zanetti para vice, para cumprirem o restante do mandato de Enéas, e desde já os nomeia para o biênio 1954-55. Narciso e Alcides acabam ficando até 1957, nomeados pela Assembléia de 25/04/1956. Em 1955, o Social conquista o seu terceiro título de campeão de São João del Rei.

Em 24/05/1958, o Conselho expôs os seguintes débitos do clube:
Antônio Otoni Sobrinho………………CR$ 4.000,00 (construção da sede)
Paulo de Resende Campos……………CR$ 17.100,00 (aluguel do campo)
José Soares…………………………………CR$ 1.091,00 (bebidas antigas)
Mário Rodrigues…………………………CR$ 230,00 (tijolos)
Ademar Zerlotini………………………..CR$ 320,00 (empréstimo bancário)
José Narciso………………………………CR$ 4.888,00 (dívida antiga)
Alcides Zanetti………………………….CR$ 13.118,00 (dívida antiga)

Os senhores Ademar Zerlotini e José Narciso cancelaram seus créditos com o clube, o que lhes valeram grandes elogios, bem como, elogios ao Sr. Vitório Zanetti, que ofereceu ao clube, um jogo de camisas de futebol.

Nesta mesma reunião foi consignado voto de pesar da família socialina pelo falecimento das seguintes pessoas:

Sr. Leoni Lombello, pai do conselheiro Sr. Humberto Lombello; Sr. Antônio André Vieira, ex-conselheiro; Srta. Marília, filha do secretário do conselho Sr. Antônio Lopes de Gouveia; Sr. Abelardo, pai do jogador de futebol Antônio Abelardo; à esposa do Sr. Palmiro Giarola; à cunhada do presidente José Narciso; Sr.Ângelo Zanetti; Sr. Liberato José dos Santos, ex-conselheiro.

De vice-presidente na administração anterior, o Sr. Alcides Zanetti torna presidente para o biênio 1958-60, através da Assembléia de25/05/1958 e em seguida para o biênio 1960-61. Portanto entre vice e presidência, o Sr. Alcides Zanetti, deu 15 anos de sua vida, dedicada ao Social, e continua até nos dias de hoje, nas arquibancadas dos estádios, torcendo para o Social.

Em 28/01/1962, o conselho elege para presidente, o comerciante Sr. José Garcia para o biênio 1962-63.

Em 10/05/1964, o conselho elege para presidente no biênio 1964-65 outro comerciante de renome em Matosinhos, Adenor Batista da Costa.

Em Assembléia Geral ocorrida a 06/01/1966, elege-se o novo conselho e nova diretoria do Social, tendo como presidente do conselho, o Sr. Paulo de Resende Campos e presidente executivo, o Sr. Jésus de Oliveira Morais.

Não por culpa do presidente Jesus de Oliveira Morais, mas a partir da sua administração, por contigências de época, o Social Futebol Clube vive um pesadelo em sua existência, que somado às ameaças da década de 50 está muito bem narrado, a seguir, por Zanetti Neto, em Jubileu de Ouro do Social Futebol Clube, 1989:

…após a conquista do título de 1955 e possuindo um forte plantel, o Social começa a sentir o poder econômico dos grandes rivais da época. Começa o aliciamento de seus atletas. São oferecidos objetos de valor aos atletas “xavantes” para se transferirem para outras equipes de nossa cidade e, numa época de difícil valorização de craques, esta oportunidade não poderia passar despercebida e, aos poucos, o Social, para desespero de seus abnegados Diretores: Major Pacheco, Sr. Adolfo, José Soares e outros, vê seus jovens craques envergarem outras camisas: Inácio, Tisca, Fundenga, Gaio, Waldemar, Tereré, Edson, Nortinho etc… Era precisso parar a máquina “xavante” e que outra coisa senão buscar aqueles craques que despontavam no futebol são-joanense? Não possuindo estrutura para enfrentar as investidas dos adversários, o Social se vê em sérias e terríveis dificuldades para armar um bom time para os próximos campeonatos. Os bens materiais e financeiros falavam mais alto. Já não bastava a força de vontade e o amor ao clube. Gerando uma crise interna, refletida necessariamente no esporte, o Social somente consegue caminhar tropegamente, para não sucumbir diante das adversidades que se lhe apresentam.

Na década de 60, tenta uma solução que seria desastrosa: passa a ser um clube profissional. Após uma campanha que deixou o clube em más condições financeiras, que já não era boa e enfrentando uma difículdade terrível, o Social volta à sua humilde origem de amador. Já nesta época, em litígio com os herdeiros de Dona Cotinha e não possuindo nenhum documento que assegurasse a posse do seu campo, o Social perde na justiça e o campo é restituído aos seus donos. É solicitada uma licença à LMD por tempo indeterminado.

Em 1968 [Assembléia de 16/05/1968], assume a Presidência do clube o jovem e então ex-atleta Gelson Rodrigues Vale. Era preciso conseguir outro terreno para se construir o campo de futebol, e sua primeira providência foi tornar isto possível. Entrando em contato imediatamente com os herdeiros de Dona Cotinha, inicia-se uma verdadeira maratona. Viagens, troca de cartas, conversas telefônicas, já que alguns herdeiros residiam fora de São João del Rei, dificultando assim as negociações. Propostas são feitas e desfeitas. O desânimo se apossa de todos, culminando com um golpe fatal: é loteado todo o terreno dos herdeiros, tendo a frente do loteamento o falecido Pedro Motta. Nesse período, faz se sentir a atuação do Dr. Paulo Campos, um dos herdeiros e Presidente do Conselho Deliberativo do clube. Sua ajuda foi fundamental para a solução do problema. Numa última tentativa, Gelson propõe ao dono do loteamento a permuta da sede social por um terreno para se construir o estádio. Pedro Motta, sentindo o drama do clube e amigo particular de Gelson, aceita a troca. E assim, em 1969, o Presidente Gelson entrega à família socialina a escritura do atual terreno onde está localizado todo o complexo esportivo-social do clube. Sempre lembrado e exaltado pela sua visão de grande presidente, Gelson deixa com dignidade, em 1969, a Presidência do Social F. C., na certeza de ter cumprido o seu mandato.

De 1969 a 1975, o Social permanece inativo. Durante sete anos fica afastado das lides esportivas. Neste espaço de tempo é apenas uma recordação na mente dos socialinos. Em 1975, assume a Presidência do clube, que se encontrava em estado caótico, aquele que promoveria a ascensão do Social: Octávio de Almeida Neves, irmão do presidente Tancredo de Almeida Neves. Arrebanhando os mais ferrenhos socialinos e num esforço titânico, começa a construção do atual estádio: Cabe aqui lembrar o nome de José Cesário de Castro, diversas vezes Presidente do Conselho Deliberativo, que foi o responsável pelo muramento do estádio, pois o mesmo era somente uma área aberta. Graças ao Sr. José Cesário, foram feitas as placas de cimento e consequentemente o estádio foi fechado, mesmo enfrentando as mais árduas dificuldades, José Cesário, com firmeza e garra que caracteriza a família socialina, sobrepujou a tudo e a todos conseguindo o seu objetivo.

Em 1976, o Social, devidamente reintegrado e legalizado junto a LMD, está apto para retornar ao cenário esportivo. É marcada a inauguração do novo estádio: 20 de junho de 1976. Social x Minas, jogo válido pelo campeonato da cidade, será a partida que inaugurará o estádio. O coração xavante bate forte. É o retorno do clube ao esporte são-joanense. A família socialina chora e vibra de emoção. E as comemorações? E o jogo? Pela manhã, é celebrada a Santa Missa em Ação de Graças. Bênção das novas instalações e do estádio. Tudo é festa. Abraços, agradecimentos, confraternização, lágrimas, tudo se mistura naquele dia. Octávio Neves, impassível, sereno e com toda humildade que sempre demonstrou durante sua gestão, aceitava os cumprimentos, debitando à sua Diretoria e amigos a grande realização. As solenidades prosseguiam em tom alegre e festivo, mas os pensamentos estavam voltados para o jogo da tarde. Às quinze horas e trinta minutos o juiz dá o apito inicial. É inacreditável. Mas lá estava novamente o Social a lutar em campo. Onze atletas honrando a camisa ”xavante”, renascendo para a posteridade. São eles: Paulo Aurélio, César (Abacate), Toninho (Bota Ovo) Bosco, Caxumba, Zé Antônio, Vicentinho, Jorge Rabelo, Lula e Jorginho. E mais: José Luís, José Espanhol e Gatinho.

O estádio, completamente tomado, vibrava com o jogo, um clássico para comemorar o acontecimento. Movido pela sua galera, o Social F. Clube consegue expressiva vitória sobre o co-irmão Minas F. C., pelo placar de 2×0, dois belos gols de Jorge Rabelo. Era o retorno glorioso do Social F. C..

O terreno para a permuta com a sede social anteriormente mencionado era de propriedade dos herdeiros, que acabaram ajudando e contribuindo na transação, e acabou se dando da seguinte forma: o terreno foi avaliado no ano de 1968 em NCr$12.000,00 (doze mil cruzeiros novos), sendo 5 mil de entrada e o restante financiado em 2 anos.

Na reunião do conselho realizada em 05/06/1969, o presidente Gelson Vale disse que a entrada de 5 mil cruzeiros novos já tinha sido dada, graças a ajuda importantíssima dos socialinos, que acreditaram e compraram títulos do clube e o restante, corrigido pela inflação, que já estava em 10 mil cruzeiros novos teriam que ser pagos, vendendo a sede social. Com a aprovação da venda da sede pelo conselho, no valor de NCr$14.000,00 (quatorze mil cruzeiros novos). Vendida a sede, o Sr. Gelson Vale prestou contas, em reunião de 15/03/1970, passando às mãos do novo presidente eleito, Sr. Jorge Salomão, a escritura do terreno já todo pago, a relação dos bens patrimoniais do clube, e saldo em caixa, na presença do conselheiro Adelmo Ferreira, que confirmou a exatidão dos referidos documentos. (SILVA: 1989, p. 19)

Para o biênio 1970-71, foi eleito presidente do Social o Sr. Antônio Augusto da Silva Neto.

Em 02/06/1972, o conselho, sob a presidência do Sr. José Cesário de Castro, deu posse ao novo presidente eleito, Sr. Armênio Reis, que renunciou em 13/02/1973, alegando motivos particulares. Nesta mesma reunião, após ter sido aceito o pedido de demissão, o Sr. José Nogueira indicou o nome dos senhores José Luiz Baccarini para presidente e Wainer de Carvalho Ávila para vice, para o resto do mandato de 1973 e para o biênio 1974-75, o que foi aprovado pela Assembléia.

Em 20/04/1975, em sua sede social, à Av. Josué de Queiroz, 151 (Cine Arthur Azevedo), sob a presidência do Sr. José Cesário de Castro, elegeu-se para presidir o clube, para o biênio 1975-76, o Sr. Otávio de Almeida Neves, e para vice o Sr. José Nogueira.

Em Assembléia do dia 13/02/1977, foram eleitos para presidente, o Sr. Érico Siqueira, e para vice o Sr. José Nogueira. Neste dia foi prestada uma homenagem póstuma ao Sr. Paulo Agostini, grande colaborador do Social. Em 1978, o Social conquista o vice campeonato da cidade, por incrível que pareça, perdendo somente a última partida para o seu maior rival, o Athletic. Mas, com praticamente o mesmo plantel, no ano seguinte o Social conquista o campeonato de futebol da cidade.

Em Assembléia do dia 07/12/1979, foram eleitos para o biênio 1980-81, o Sr. José Nogueira, para presidente e para vice, os senhores: Gentil Rodrigues de Resende e José dos Santos Zanetti. José Nogueira, um dos fundadores do Social F. C., tido por muitos, ao lado de Alcides Zanetti, um dos melhores presidentes que o clube conheceu. Sua administração seria coroada de êxito e marcada por duas soberbas obras: Sede Social, inaugurada a 15 de setembro de 1979, e o Parque Aquático em 14 de janeiro de 1984. Esses dois patrimônios são responsáveis pela volta da saúde financeira do clube, com aumento do quadro de associados e arrecadações avulsas. Na inauguração da nova sede, comemorando os 40 anos do clube, velhos e novos atletas se encontram, para as festividades e recebimento de medalhas, entre eles, o veterano Edson, que defendeu o Fluminense do Rio de Janeiro e Seleção Brasileira. Aliás, é de grande orgulho para os são-joanenses, em especial para os socialinos, a existência de dois craques que vestiram a camisa da seleção brasileira de futebol, ambos saídos do Social. Além de Edson, também Cláudio Caçapa, que se transferiu diretamente do Social, para o Atlético Mineiro e, em seguida, para ser campeão francês pelo Lyon da França, no ano de 2002.

Em Assembléia do dia 16/05/1982, reelegeu-se para o biênio 1982-83, a chapa do Sr. José Nogueira. Em Assembléia do dia 17/06/1984, tornou a se reeleger para o biênio 1984-85, a chapa do Sr. José Nogueira.

Em Assembléia do dia 20/04/1986, realizou-se eleição para o biênio 1986-87, com duas chapas concorrentes, sendo a chapa nº 1, composta por José Nogueira, Maurício Fazzion e Osvaldo Silveira. A chapa nº 2 foi composta por Carlos Alberto Nery, Newton Sales Borges e José Rabelo de Castro. Saiu vencedora a chapa nº 2. Carlos Alberto Nery, dinâmico e brilhante advogado em nossa cidade, juntamente com seus dois vice-Presidentes: Newton Sales e José Rabelo de Castro, cuja administração revolucionaria o Social e o futebol local. Foi, sem dúvida, uma das mais concorridas eleições que o clube já viu, 518 sócios se comprimiam no salão da sede social para exercer seu direito de votar. Ao final da contagem dos votos, saiu vitoriosa a chapa de Carlos Alberto Nery, com 275 votos, tendo a chapa oponente 243 votos. Empossada no dia 24 de abril, a nova diretoria se desdobrou em reestruturar todos os departamentos, para se fazer uma boa administração. Todo o patrimônio foi vistoriado e muitas reformas tiveram seu início imediatamente. A entrada do estádio recebeu piso de “bloquete”, foi construído um novo bar, atendendo simultaneamente sede, campo e piscina, o conhecido tri-bar. Todo o sistema hidráulico e elétrico recebeu melhoria. Os vestuários da parte esportiva receberam piso de borracha e nova pintura. A parte social recebeu um impulso jamais visto no clube. Eram promovidos bailes alusivos a dias especiais: Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Aniversário do Clube etc. Surge a expansão do quadro social, em convênio com a firma Sorirama Empreendimentos de Campinas – SP. Em 1987, é montado um grande plantel com excelentes craques e por essas fatalidades do destino o time não conquista o título de 1987, sofrendo apenas três gols durante o campeonato.

No dia 21 de novembro de 1987, mais uma vez, a tristeza se abate sobre a família socialina: falece o ex-presidente e fundador José Nogueira. No dia 22, o Social iria enfrentar, em sua fase final o América R. F.. Os atletas, sentindo o ambiente triste pelo passamento de José Nogueira, entram em campo dispostos a render-lhe uma última homenagem. Conseguem uma expressiva vitória sobre o seu oponente por 2 x 0, dedicando ao ex-presidente José Nogueira esta vitória como uma recompensa por seu amor e trabalho ao Social F. Clube.

No ano de 1988, em que tiveram início as comemorações do JUBILEU DE OURO, foi iniciada a construção do primeiro lance de arquibancada, um velho sonho da família socialina e que se tornou realidade após cinqüenta anos de muita luta e sacrifício. Dotada de uma estrutura supermoderna, a arquibancada, com cem metros de extensão e cinco degraus, é sem dúvida, a maior conquista e o ápice da administração de Carlos Alberto Nery. Como se tudo isso não bastasse, foi substituída também a velha iluminação de lâmpada mista por outra moderna de lâmpada a vapor de mercúrio de 1.000 watts, bem como os postes de concreto por torres de estrutura metálica de dezessete metros de altura cada uma. E no dia 30 de novembro de 1988, o Estádio Paulo Campos reabriu seus portões ao público são-joanense para inauguração do primeiro lance de arquibancada e da nova iluminação, culminando com a entrega de faixas aos Campeões Invictos de 1988, num jogo sensacional com a equipe de profissionais do Tupi F. C. de Juiz de Fora. Estava realizada e consagrada a grande administração do Presidente Carlos Alberto Nery.

Em Assembléia do dia 11/12/1988, realizaram-se novas eleições, para o período de 12/12/1988 a 12/12/1991. Disputaram as chapas: “Invicta”, encabeçada por Gentil Rodrigues; “Azul”, encabeçada pelo Sr. Celso Novais. Saiu vitoriosa a chapa Invicta, com 161 votos, contra 94. Novamente, a família socialina deu uma lição de democracia e civismo. Num ambiente calmo e tranqüilo, as eleições transcorreram normalmente, desde a abertura, às 8h até o seu encerramento às 15h. A nova administração, logo no seu início, deu mostras de sua vontade em trabalhar para o Social F. Clube. Começou pela reforma total do alambrado do estádio e pintura do mesmo; construção de um W. C. no estádio, cobertura da entrada da sede, construção de uma passarela de concreto em volta do estádio, reforma da piscina e dos filtros, compra de aparelhos para aguar o campo, construção e reforma do passeio em frente ao estádio e sede, e pintura de toda a frente do patrimônio do clube.

Em Assembléia do dia 08/12/1991, realizaram-se novas eleições, para o triênio 92/93/94. Duas chapas concorreram: novamente a chapa “Invicta”, encabeçada pó Gentil Rodrigues e a chapa “A Hora do Arranco II”, encabeçada por Carlos Alberto Nery. Saiu vitoriosa mais uma vez, a chapa Invicta.

Em Assembléia do dia 08/01/1995, realizaram-se eleições, para o triênio 95/96/97. Duas chapas concorreram: a chapa “Você Decide”, encabeçada por Carlos Alberto Nery e a chapa “Invicta”, encabeçada desta vez, pelo presidente do Conselho Deliberativo, Mahatma Gandy Câmara. Saiu vitoriosa a chapa Invicta.

Em Assembléia do dia 11/01/1998, realizaram-se eleições, para o triênio 98/99/2000. Duas chapas concorreram: O grupo “Pró Social”, encabeçada por José Cláudio Henriques e a chapa “Recondução”, encabeçada por Gentil Rodrigues de Resende. Saiu vitoriosa a chapa Recondução.

Em Assembléia do dia 14/01/2001, realizaram-se eleições, para o triênio 2001/02/2003. Duas chapas concorreram: a chapa “Recondução”, encabeçada por Gentil Rodrigues e a chapa encabeçada por José Francisco de Castro. Mais uma vez a chapa Recondução foi a vencedora. A relação completa dos presidentes do Social esta no Anexo VIII.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO HINO DO SOCIAL FUTEBOL CLUBE

Zanetti Neto (1989) descreveu:

Despertado pelo amor e curiosidade que sempre senti pelo Social F. C., procurei, desde meu ingresso no clube, averiguar a existência ou não do hino oficial do clube. Minhas pesquisas junto aos mais antigos e tradicionais “xavantes”, já que não existia nenhum documento a respeito, trouxeram à luz fragmentos de um antigo hino, mas, por mais que investigasse, não consegui provas autênticas de sua existência.

E assim, no dia 8 de janeiro de 1983, foi apresentado, em reunião, o novo hino do Social, com nova música, aproveitando a antiga letra, hino que foi aprovado por unanimidade, conforme consta no livro de Atas arquivado no clube.

A letra do hino eu a consegui graças a um antigo convite de baile que estava de posse do Sr. Álvaro José de Souza, antigo colaborador do clube, que gentilmente cedeu o convite para a divulgação da letra.

A primeira execução oficial do hino se deu no dia 14 de janeiro de 1984, quando da inauguração do Parque Aquático “José Nogueira”.

Cabe aqui uma sincera homenagem póstuma ao saudoso e exímio músico Francisco Mangabeira da Silva, que foi o autor dos arranjos musicais.

Que todo socialino, ao cantar o hino do Social, se encha de orgulho e que seu coração se rejubile nos doces e melodiosos acordes, demonstrando sua paixão e vaidade em ser “XAVANTE”, que pulsa no peito um coração BRANCO, AZUL E AMARELO. (p. 9)

HINO DO SOCIAL FUTEBOL CLUBE

Letra: Gustavo Campos
Música: Alberico Zanetti Neto

Avante Social,
Clube do meu coração!
Avante Social,
Tens fibra de campeão

Oh! Salve Social,
Tua glória é lutar
Lutar sempre jovial,
Com forças prá triunfar!

O nosso clube de Matosinhos,
Clube da força de vontade,
Tem por lema em seus caminhos
Disciplina, amor e amizade

Pela vitória do esporte
E da raça o engrandecer
O Social porfiará forte
Resoluto, sem esmorecer

Os socialinos, com razão,
Chamam seu clube varonil
Orgulho da nossa São João,
Pela grandeza do Brasil!

FOTOS DO SOCIAL
Fonte: O Grande Matosinhos

Inauguração do Parque Aquático do Social F. Clube

Inauguração do Parque Aquático do Social F. Clube

Estádio do Social F. Clube

Estádio do Social F. Clube

Social Campeão de 1955

Social Campeão de 1955

Músicos em prol da construção da 1ª sede social

Músicos em prol da construção da 1ª sede social

Torcida Social

Torcida Social

Inauguração da pedra fundamental da sede social

Inauguração da pedra fundamental da sede social

Parque Aquático do Social F. Clube

Parque Aquático do Social F. Clube

Time Social de 1942

Time Social de 1942

Time Social Júnior

Time Social Júnior

Fontes:

Escudo – Site do Social
Texto – HENRIQUES, José Cláudio. “Bairro de Matosinhos, berço da cidade de São João del Rei”, citado em O Grande Matosinhos

 

Redesenho do escudo: Sérgio Mello

Nome: Remo Atlético Clube
Endereço: Rua Macarena, 613-A (entrada pela Rua Cachoeira da Prata, 900)
Fundação: data desconhecida
Estádio: Júlio César Vasconcelos

Fachada Remo

Entrada do estádio do Remo - Fonte: Google Street View. Foto de 2011

Instalações do Remo Atlético Clube. Foto: Vítor Dias, em 19/08/2007

Estádio Júlio César Vasconcelos. Foto: Vítor Dias, em 19/08/2007

Estádio Júlio César Vasconcelos. Foto: Vítor Dias, em 19/08/2007

Em primeiro plano, o campo do Palmeirense. Ao fundo, o campo do Remo. À esquerda, o já desativado Aterro Sanitário de Belo Horizonte. Foto: Vítor Dias, em 19/08/2007

O Remo é vizinho imediato do Palmeirense Futebol Clube, como mostra a foto acima, e também de outros dois clubes com campos em terrenos vizinhos ao ex-aterro: o Acaraí Esporte Clube e a Sociedade Esportiva Danúbio.

Em 2012, o Remo não teve sucesso nas competições que disputou. Foi penúltimo em seu grupo no Campeonato do Módulo I, safando-se por pouco do rebaixamento e terminando em 43º entre 48 times, e foi eliminado na primeira fase da etapa BH da Copa Kaiser, terminando empatado em 5 pontos com os dois classificados mas perdendo no número de gols marcados para o segundo colocado do grupo. No campeonato juvenil, também não passou da primeira fase, com duas vitórias e três derrotas.

Fonte: Futebol BH!

nov 222012
 

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O Esporte Clube 12 Horas da Tuca é uma agremiação da Cidade de Porto Alegre (RS). Fundado na terça-feira, do dia 14 de Agosto 2001, é uma das mais importantes equipes amadoras da atualidade.

Nos últimos dois anos disputou o estadual de amadores em parceria com o Tamoio de Viamão. Em 2012, fechou parceria com o SC Americano de Novo Hamburgo. Isto porque o clube ainda não conseguiu filiação junto a Federação Gaúcha de Futebol (FGF), então fica jogando em parceria com outros clubes.

 

O Ratrans Esporte Clube é uma agremiação do Município de São Sebastião do Passé (BA). O clube Alvianil foi Fundado no dia 1º de Março de 1986, pela transportadora homônima. A sua Sede fica localizada na Rua Alto do São Roque, 38 – Casa – no Bairro de São Roque, em São Sebastião do Passe. A equipe manda os seus jogos no Estádio Antônio Pena com capacidade para 3 mil pessoas.

Quatro anos depois do seu surgimento, o Ratrans estreou no futebol profissional. O clube participou do Campeonato Baiano da 2ª Divisão em 1990. O Ratrans ainda disputou a mesma competição em 1992, 1994 e 1998, mas sem obter resultados expressivos.

CURIOSIDADES – O clube ficou conhecido nacionalmente por revelar o atleta Magno Alves, que atuou durante vários anos no Fluminense Football Club, tornando-se um dos maiores artilheiros da história do clube e até chegando a Seleção Brasileira, em 2001.

O Município São Sebastião do Passé, com uma população de 42.153 habitantes (Censo IBGE/ 2010), fica na Região Metropolitana de Salvador, a 58 km da capital.

Atualmente, apesar de estar licenciado, sem disputar nenhum campeonato desde 1998, o Ratrans E.C. ainda consta como filiada a Federação Baiana de Futebol (FBF).

 

Fontes: Federação Baiana de Futebol / Orkut do Ratrans EC / Wikipedia

 

O Brasil sediou a 4ª Copa do Mundo de futebol e sediará a 20ª edição. Será o quinto país a conseguir ser sede do Mundial em duas edições, o que já foi privilégio de, pela ordem: México, Itália, França e Alemanha.

A Europa lidera, por continente, tendo promovido 10 das 19 Copas. Com um total bem inferior, aparece em seguida a América do Sul, com quatro. A América do Norte sediou três edições. Ásia e África, apenas uma.

Se se considerar o “duelo” Europa x Américas, os europeus estabelecem 10 x 7.

Na Itália, na França e na Alemanha o jogo final ocorreu em estádios diferentes:
Itália
1934 – Stadio Nazionale PNF, Roma
1990 – Stadio Olimpico, Roma
França
1938 – Stade Olympique de Colombes, Paris
1998 – Stade de France, Saint Denis
Alemanha
1974 – Olympiastadion, Munique
2006 – Olympiastadion, Berlim

Sendo assim, o único estádio que recebeu duas finais de Copa do Mundo foi o Azteca, na cidade do México, em 1970 e 1986.

Portanto, na 20ª edição, o Maracanã deverá igualar-se ao Azteca, visto que nele acontecerá a final da Copa do Mundo de 2014.

Das 19 edições, somente em seis o país-sede sagrou-se campeão, festejando em casa.
1930 – Uruguai
1934 – Itália
1966 – Inglaterra
1974 – Alemanha
1978 – Argentina
1998 – França

Em feito inigualável, o Brasil é pentacampeão, com todas as conquistas fora de seu território.

O grupo de países campeões é bem restrito: apenas oito chegaram ao título máximo: Brasil, 5 vezes; Itália, 4; Alemanha, 3; Uruguai e Argentina, 2; Inglaterra, França e Espanha, 1.

No duelo intercontinental, Europa 10 x 9 América do Sul.

Fonte: Wikipédia
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi

 

Tão cedo a comunidade do Porto da Lagoa, em Florianópolis, não vai esquecer do decreto municipal 9.955/12. A resolução assinada pelo prefeito da Capital, Dário Berger, no dia 27 de abril, e divulgada apenas nesta quinta-feira em coletiva para a imprensa, declara o terreno de 8.020 metros quadrados, onde havia o estádio do Palmeiras, como área de utilidade pública.

O decreto é o primeiro passo para a desapropriação. Agora, a prefeitura precisa depositar em juízo o valor de R$ 291 mil, avaliação feita com base no IPTU, para entrar com a ação de desapropriação.

-Essa foi a primeira parte do processo, que não tem data para terminar. Já estava tudo certo com os proprietários, mas eles voltaram atrás e não tivemos outra saída – declarou o prefeito de Florianópolis.

Como não havia previsão orçamentária para indenizar a área, Berger informou que a quantia deve sair do caixa da Secretaria de Obras. Apesar do decreto, a comunidade ainda precisa aguardar uma decisão judicial para voltar a ter a posse do espaço.

O Palmeiras do Porto da Lagoa utilizava a área há 50 anos. O clube mantinha escolinhas de futebol para crianças, além de uma equipe nos campeonatos de futebol não-profissional da Capital. No último 10 de abril, através de decisão judicial, a família do empresário Walnei Medeiros, que faleceu durante o tempo do processo, tomou posse da área e destruiu o estádio.

Entenda o caso

1960 - Comunidade começa a utilizar a área
1962 - Manoel Ernesto Bittencourt doa o terreno para a comunidade
1987 - Empresário Walnei Medeiros entra no campo alegando ser o proprietário
1990 - O empresário entra na Justiça pela posse do terreno
1996 - Justiça dá ganho de causa para o requerente pela falta de provas do Palmeiras
2003 - Comunidade toma ciência do caso e contrata um laudo pericial
2005 - Aprovada Lei Complementar 205/05, que transforma o terreno em Área Verde de Lazer
2011 - Processo chega na fase da ordem de execução para a reintegração de posse
2012 - Em abril, família do empresário Walnei Medeiros, que faleceu, toma posse da área e destrói o campo do Palmeiras
2012 - Em maio, prefeito Dário Berger assina decreto que declara a área como de utilidade pública e desencadeia o processo para desapropriação

Fonte: HoraSC

 

O Estádio Dr. Adhemar Pereira de Barros, em Araraquara, foi inaugurado no dia 10 de junho de 1951. Conhecido como Estádio da Fonte Luminosa, o mesmo abrigou os jogos da Associação Ferroviária de Esportes daquele dia até 3 de maio de 2008. Praticamente durante 57 anos.
Então, o estádio foi reformado e transformado em moderna arena multiuso.

Estádio da fonte Luminosa - Araraquara /SP

É apresentado, nesta matéria, um rápido retrospecto do que aconteceu com o mando de jogos da Ferroviária durante o espaço de tempo em que o estádio da Fonte foi reformado.
Primeiro, ela se valeu do Estádio Adail Nunes da Silva, em Taquaritinga, para mandar jogos. Depois, quando o Estádio Municipal Cândido de Barros, que vinha sendo construído em Araraquara, ficou pronto, a Ferroviária transferiu para ele os seus jogos, até que a Arena Fonte Luminosa pudesse ser inaugurada.

Despedida da Fonte

A última vez que a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara atuou no Estádio da Fonte Luminosa, antes que o mesmo fosse transformado em Arena multiuso, foi no dia 3 de maio de 2008.
Em jogo válido pelo Campeonato Paulista da Série A2, os grenás recepcionaram o seu tradicionalíssimo rival, o Botafogo F.C., de  Ribeirão Preto. Goleada afeana no adeus ao antigo estádio, inaugurado em 1951.

A ficha técnica do jogo de despedida:

Jogo: Ferroviária 4 x 1 Botafogo

Data: 3 de maio de 2008, sábado, 19 horas

Local: Estádio Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)

Finalidade: Campeonato Paulista da Série A2

Árbitro: Luciano Calabietto Quilichini

Renda: R$ 7.930,00           Público: 1.061 pagantes

Gols da AFE: Cascata, 1’; Rafael Rocha, 11’; Osny, 20’ e 41’ do 1º tempo

Gol do Botafogo: Guilherme, 23’ do 1º tempo

AFE: Éder; Chimba (Robinson), Tabarana (Santiago), Marcel e Fernando Luís; Vagner, Rafael Rocha, Fábio Duarte e Cascata; Osny e Laerte (Gerônimo). Técnico: Paulo Cézar Catanoce

Botafogo: Renato; Mazinho (Claudionor), João Renato, Renato Benatti e Márcio Loyola; Cenedesi, Lau, Guilherme e João Henrique (Léo Dias); Willian e Branquinho. Técnico: Luciano Dias

 

Taquarão

Antes que o Estádio Municipal Cândido de Barros, de Araraquara, fosse concluído, a Ferroviária mandou seus jogos no Estádio Adail Nunes da Silva (Taquarão), em Taquaritinga, a 68km de Araraquara.

Estádio Taquarão - Taquaritinga/SP

O Estádio Municipal Cândido de Barros

Capacidade: 5.000 torcedores. Lances de arquibancadas em forma de L; as do gol do fundo são destinadas à torcida visitante.

Os vestiários dos times, arbitragem, polícia e imprensa localizam-se no lado oposto às arquibancadas e são livres de pressões.

Atrás do gol de entrada há uma ampla área de estacionamento para ônibus e ambulâncias, além de entrega de materiais.

Dimensões do gramado: 100 x 76 m

O estádio possui seis torres de iluminação com 24 mil watts distribuídos em 12 projetores, perfazendo um total de 144 mil watts.

Estádio Municipal Cândido de Barros (Araraquara) - araraquara.com

Inauguração

Estádio Municipal Cândido de Barros (Araraquara) - Inauguração

 Com a presença do presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, foi inaugurado o Estádio Municipal Cândido de Barros, no Jardim Botânico, em Araraquara, no dia 20 de setembro de 2008, um sábado, às 18 horas. Se o Botafogo de Ribeirão Preto ajudou a fechar o antigo Estádio da Fonte Luminosa, o tricolor participou também da inauguração do novo Estádio Municipal de Araraquara. Ferroviária e Botafogo jogaram pela Copa Paulista e o time visitante foi, desta feita, o vencedor. O primeiro gol do estádio foi marcado por Fabinho, do Botafogo, aos 18 minutos de jogo.

 

A ficha técnica do jogo inaugural:

Ferroviária 1 x 2 Botafogo de Ribeirão Preto

Data: 20 de setembro de 2008, sábado, 18 horas

Local: Estádio Municipal Cândido de Barros, em Araraquara (SP)

Finalidade: Copa Paulista de Futebol (FPF)

Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira

Renda: R$ 13.676,00     Público: 3.092 pagantes

Gol da AFE: Laertinho, 32’ do 1º tempo

Gols do Botafogo: Fabinho, 18’ do 1º tempo (1º gol do estádio) e Pereira, 24’ do 2º tempo

AFE: Guilherme; Carlinhos Capixaba, André (Dióghenes), Anderson Carvalho e Dudu; Thiago Costa, Reinaldo, Laertinho e Jonas; Fabinho e Robinson (Welington). Técnico: Edison Só

Botafogo: Renato; Aírton, João Renato, Johildo e Caio (Renaldo); Júlio César, Fábio, Elton (Carlos) e Everton César (Ricardinho); Fabinho e Pereira. Técnico: Da Bahia

 

Retrospecto afeano no Botânico

Após a inauguração, e antes que a bela Arena Fonte Luminosa fosse aberta para o futebol, a Ferroviária atuou em mais 21 ocasiões no Estádio Municipal Cândido de Barros, sendo, aquele próprio, a sua referência como clube mandante, no período de 20.09.2008 a 18.10.2009.

 

Os 22 jogos da Ferroviária no Municipal do Botânico

(Jogo/Data/Finalidade/Artilheiros)

Ferroviária
1 x 2 Botafogo
– 20.09.08 – Copa Paulista – Laertinho

Ferroviária 1 x 1 CAT – 04.10.08 – Copa Paulista – Welington

Ferroviária 0 x 1 XV de Piracicaba – 10.10.08 – Copa Paulista

Ferroviária 2 x 1 Noroeste – 25.10.08 – Copa Paulista – Laertinho e Fabinho

Ferroviária 0 x 1 Flamengo (Guarulhos) – 29.10.08

Ferroviária 1 x 1 Rio Branco – 11.02.09 – Campeonato Paulista, Série A2 – Washington

Ferroviária 0 x 1 União São João – 18.02.09 – Campeonato Paulista, Série A2

Ferroviária 2 x 1 Comercial – 21.02.09 – Campeonato Paulista, Série A2, Almir e Robinson

Ferroviária 1 x 0 União Barbarense – 07.03.09 – Campeonato Paulista, Série A2, Robinson

Ferroviária 0 x 1 CAT – 21.03.09 – Campeonato Paulista, Série A2

Ferroviária 0 x 1 Sertãozinho – 25.03.09 – Campeonato Paulista, Série A2

Ferroviária 2 x 1 Linense – 04.04.09 – Campeonato Paulista, Série A2, Kléber Goiano e Serginho Baiano

Ferroviária 0 x 0 América – 19.04.09 – Campeonato Paulista, Série A2

Ferroviária 1 x 0 América – 18.07.09 – Copa Paulista – Danilo Martins

Ferroviária 0 x 0 Sertãozinho – 29.07.09 – Copa Paulista

Ferroviária 0 x 1 Linense – 01.08.09 – Copa Paulista

Ferroviária 2 x 1 Mirassol – 15.08.09 – Copa Paulista – Amarildo e Fernando Luís

Ferroviária 1 x 0 Grêmio Catanduvense – 23.08.09 – Copa Paulista – Laertinho

Ferroviária 1 x 0 Rio Preto – 05.09.09 – Copa Paulista – Tiago

Ferroviária 1 x 1 Noroeste – 20.09.09 – Copa Paulista – Cauan

Ferroviária 2 x 0 Botafogo – 03.10.09 – Copa Paulista – Assis e Laertinho

Ferroviária 0 x 0 São Bernardo – 18.10.09 – Copa Paulista

AFE 0 x 0 São Bernardo, pela Copa Paulista

 

Resumo

 

J

V

E

D

GP

GC

SG

22

9

6

7

18

15

3

 

Artilheiro da Ferroviária no Botânico: Laertinho, 4 gols.

Arena da Fonte (Multiuso) pronta para a inauguração - araraquara.com

Fontes:

Site oficial da Ferroviária: http://www.ferroviaria.com.br

Arquivo pessoal

Texto: Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali (Fotos)

 

O estádio Adhemar Pereira de Barros, de Araraquara, mais conhecido como estádio da Fonte Luminosa, foi inaugurado em 1951.
Em 2009, passando por total reformulação, ele foi transformado na Arena Fonte Luminosa.
A inauguração da Arena deu-se em 22.10.2009, uma quinta-feira, às 21 horas.
Jogaram, pela Copa Paulista, Ferroviária e Ituano, com vitória grená por 2 a 1. O lateral esquerdo Fernando Luís marcou o primeiro gol da Arena da Fonte, aos 35 minutos do primeiro tempo, de cabeça. Daniel Faria, aos 2 do segundo, anotou o tento do Ituano. E o gol da vitória afeana aconteceu aos 29 minutos da etapa final, através do atacante Joel.
Nesse jogo de reabertura do estádio, deu-se a quebra do recorde de público no local, registrando-se a presença de 21.254 pessoas.
Dirigiu o jogo histórico, Wander Escardine (FPF).
Ferroviária: Marcão; Feijão, André, Amarildo e Fernando Luís; Henrique, Assis, Biro (Daniel) e Felipe Dias; Laertinho (Joel) e Guilherme Alves (Leandro Banana). Técnico: João Martins.
Ituano: Éder; Gilberto Flores, Cazão, Cristiano e Ricardo; Diego Faria, Emerson, Hudson (Thiago) e Ângelo (Fabrício); Daniel e Daniel Reis (Flávio). Técnico: Mazzola.
Até esta data (13.02.2012), o time principal da Ferroviária realizou 48 jogos na Arena Fonte Luminosa. Obteve 26 vitórias, sofreu 15 derrotas e empatou em 7 ocasiões. Anotou 73 gols contra 60 dos adversários.
Fontes: Ferroviária em Campo (Vicente Henrique Baroffaldi), Pontes Editores, 2010.
Arquivo pessoal do autor.
Fotos: Paulo Luís Micali
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

jan 172012
 

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ESTÁDIO MUNICIPAL DOUTOR PAULO MACHADO DE CARVALHO - PACAEMBU

 ESTÁDIO MUNICIPAL DR. PAULO MACHADO DE CARVALHO – PACAEMBU

SÃO PAULO – CAPITAL

AO FUNDO A CONCHA ACÚSTICA, ONDE HOJE SE ENCONTRA O TOBOGÃ.

 

 

 

A saudosa Fonte Nova além de ter sido o palco de grandes craques do futebol brasileiro e internacional, foi também o cenário para alguns jogadores de pouca qualidade técnica , e que lá tiveram o seu dia de glória.

Sei que desde a sua fundação o Estádio Otávio Mangabeira viu muito destes atletas esforçados e que nem se eram notados pela mídia e pelos torcedores, tive a lembrança do campeonato baiano de 1983, onde houve já na segunda rodada uma grata surpresa, na derrota do Bahia para o Fluminense de Feira por 1 a 0 o atacante Magno fez a festa na Fonte Nova, com uma atuação vibrante de um jovem cheio de força de vontade marcar o gol da vitória do Touro do Sertão e que poder ser o surgimento de uma nova promessa do futebol baiano, mero engano, Magno sumiu depois deste jogo, o gol marcado na Fonte Nova neste dia, foi seu único tento no campeonato. Outro que neste campeonato marcou seu nome na velha Fonte foi o centroavante Laranjeira do Itabuna Esporte Clube, alto e esquio e brigador dentro da área e trombador  mais sem técnica, fez seu nome nas semi finais do segundo turno, quando foi o responsável pelos gols que eliminaram o Bahia quando o time grapíuna bateu em Itabuna por 1 a 0 e na volta na Fonte Nova pelo mesmo escore com os dois gols dele, depois disto Laranjeira que tinha feio apenas dois gols na competição, ganhou fama nos gols do Fantástico e ficou só nisto, sumiu ninguém mais viu.

IEC 1983

Itabuna Esporte Clube 1983. Jogo pela campeonato Baiano contra o Vitória em Itabuna. Placar 1 x 1. Em pé: Antonio Carlos (Preparador Físico), Dermeval Costa (médico), Celso, William, Paulo César, Tarantine, Veludo, Da Costa, Miltinho Simões (técnico), Adonias Braga (Supervisor), Hélio Lima (diretor). Agachados: Napaiêta (roupeiro), Tonhão, Laranjeiras, Nei, Zé Mário Mendonça e Mario Sérgio.

Quem também chegou a ter uma reaparição no cenário futebolístico baiano foi o avante Pita, revelado pela Redenção em 1979 e que teve um bom destaque no Vitória até o meado de 1980 e que foi negociado com o futebol árabe, Pita que foi herói de uma virada rubro-negra em um BA – Vi no campeonato brasileiro de 79 quando o Vitória ainda sentia o peso da derrota para o Bahia no baianão daquele ano, voltava ao futebol baiano defendendo o Botafogo local, foram 5 gols a maioria no primeiro turno quando ajudou o seu time a decidir o turno com o Bahia.

IEC 1985

Adilton Cai N´Água o primeiro agachado com a bola na mãos, nos bons tempos que infernizava a vida dos laterais.

Já em 1985, o Vitória vinha tentando conquistar o campeonato baiano e dar fim na nova serie de conquistas do Bahia, montou um timaço comandados por Ricky, Heider, Bigu, Lulinha e veterano Jesum, estava invicto durante todo o primeiro turno, em dois jogos seguidos na Fonte Nova, duas derrotas com dois protagonistas que ganharam fama em apenas um jogo, Adilton Cai N´Água, ponteiro direito do Itabuna fez chover na noite de 30/10/1985 usou e abusou da zaga do Vitória, fez seu nome em cima do veterano Jorge Valença e marcou os dois gols da vitória itabunense por 2 a 0 por causa deste jogo foi contratado pelo Bahia para a temporada de 1986, porém uma lesão o prejudicou e ele sumiu do mundo da bola. No dia 02/11/1985 foi a vez de Adailton ou ponteiro direito que atuava pelo Leônico, fazer seu jogo da vida na Fonte Nova, a vitória por 1 a 0 e uma atuação de gala, valeu a sua contratação pelo próprio Vitória onde jamais chegou a uma titularidade.

Fontes: Textos Galdino Silva

Fotos : Arquivo Papo de Bola

Pesquisa: RSSSF Brasil e Site do Leônico


 

Para quem viu o estádio por muitos anos usado pelo JEC, foi gratificante revê-lo, terça-feira, todo remodelado. É que, com a inauguração da Arena, o Ernestão foi devolvido ao Caxias e derrubado.

Agora surgiu o novo estádio, aconchegante, histórico, e com o seu proprietário, Caxias, voltando a usá-lo no dia em que completou 90 anos de muita tradição.

 

No dia 21 de abril de 1927, o Gigante da Colina deu um importante passo em sua história. Com recursos próprios, o clube inaugurou o Estádio Vasco da Gama, popularmente conhecido como São Januário. Na época, o então mandatário vascaíno Raul da Silva Campos reuniu o presidente da república Washington Luís, o major aviador português Sarmiento de Beires, que havia feito a travessia Rio-Lisboa na aeronave Argos, e alguns conselheiros para realizar o ato simbólico de cortar a fita preta e branca. Localizado na Rua Abílio, hoje General Almério de Moura, o caldeirão vai completar nesta quarta-feira 83 anos de vida. A festa vai ficar ainda mais completa por conta do jogo entre os donos da casa e o Corinthians-PR, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Um empate coloca a equipe do técnico Gaúcho na próxima fase do torneio nacional e presenteia o “aniversariante” com mais um triunfo cruzmaltino.
Mas não será apenas a partida em si ou a vaga nas quartas de final do torneio que vai chamar a atenção de quem for à Colina. São Januário transpira fatos marcantes do futebol e da próprio história do Brasil. A partida de abertura, em 1927, contou com a presença de cerca de 40 mil pessoas e marcou a primeira derrota do time cruzmaltino em sua casa. O Santos venceu por 5 a 3, e o primeiro gol registrado no estádio foi marcado por Evangelista, da equipe paulista.

Até 1930, São Januário era o mais importante estádio da América do Sul. Foi ultrapassado apenas após a construção do Centenário de Montevidéu, utilizado na disputa da primeira Copa do Mundo. No período entre 1927 e 1950, São Januário abrigou inúmeros eventos políticos e esportivos. A seleção brasileira conquistou o sul-americano de 1949, o então presidente da república Getúlio Vargas discursou na tribuna de honra da Colina, os soldados que lutaram na Segunda Guerra Mundial treinaram no caldeirão e até mesmo desfiles de escolas de samba aconteceram no gramado. A fachada é tombada pelo patrimônio histórico e artístico nacional.
Com 56 anos de clube, o roupeiro Severino de Melo, de 83 anos, já viu de tudo na Colina. Funcionário mais antigo do Vasco após a morte de Murilo da Costa Ribeiro, no início do mês, ele conviveu com grandes nomes do futebol brasileiro. O goleiro Barbosa, o meia Ademir Menezes, o goleador Roberto Dinamite, atual presidente do Gigante da Colina, os rebeldes Edmundo e Romário e o capitão Carlos Alberto já receberam os cuidados do profissional.

- Foram vários jogadores que passaram por aqui e eu pude conhecer. Trabalhei com o Orlando Pessanha, como Bellini, com o Ademir, com o Roberto Dinamite, com o Edmundo – disse Severino, que está sempre nas rodas de brincadeiras dos jogadores vascaínos.

Antes de ingressar no quadro de funcionários do clube, em 1954, Severino teve a oportunidade de acompanhar o Expresso da Vitória. A equipe montada pela diretoria vascaína entre os anos de 1942 a 1952 ganhou praticamente todas as competições que disputou, inclusive o Sul-Americano de 1948.

- Era um grupo maravilhoso, extraordinário. Se colocassem os reservas, o time continuava ganhando de todo mundo. Era como uma seleção – afirmou o funcionário, que também viu a seleção brasileira vencer a Copa América da época, em 1949.
Na década de 50, o estádio ganhou uma capela (1955) e os seus dois ginásios (1956). Em 1953, as piscinas foram contruídas em São Januário e passaram a servir de escolinhas em várias modalidades. Em 1998, o local foi sede de uma etapa da Copa do Mundo de Natação.
A partir daí, o que era para ser apenas um estádio se transformou em um projeto ainda mais ambicioso. A diretoria construiu um hotel-concentração e a Escola Vasco da Gama, ambos em 2003. O primeiro atendia ao elenco profissional, que passou a ficar hospedado em um hotel na Zona Sul do Rio de Janeiro. O outro educa os atletas do clube que não têm tempo hábil para realizar as atividades esportivas e manter os estudos em dia.

O estádio conviveu ainda com os artilheiros. Na década de 70 e 80, Roberto Dinamite trilhou o caminho do sucesso em São Januário. O atual mandatário do clube é o maior goleador da história da Colina, com 184 gols. Até mesmo o atual técnico do Vasco, o ex-zagueiro Gaúcho, tem histórias para contar no local. Em 1977, em um amistoso entre Vasco e Porto para comemorar os 50 anos do caldeirão, ele marcou o gol do empate por 1 a 1 com os portugueses.
- Jogamos contra o Porto e foi marcante aquela partida. Eu não era de fazer muitos gols, mas deixei a minha marca no aniversário de 50 anos. Foi um gol de cabeça em uma bola cruzada pelo Luiz Carlos. Lembro que o time do Porto contava com vários atletas da seleção portuguesa – conta Gaúcho.

A Colina também foi palco de um show de Edmundo. Em 1997, o Animal marcou seis gols em uma única partida de Campeonato Brasileiro, na vitória do Vasco sobre o União São João por 6 a 0. Dois anos depois, após uma passagem razoável pela Fiorentina, da Itália, o atacante retornou ao clube e pousou de helicóptero no gramado de São Januário. Naquela ocasião, mais de dez mil vascaínos presenciaram o evento.
Em 2007, Romário marcou o seu nome em São Januário. No dia 20 de maio, o Baixinho marcou o milésimo gol de sua carreira em uma partida contra o Sport, pelo Campeonato Brasileiro. De pênalti, o goleador superou o goleiro Magrão para balançar a rede. Além do feito, o atacante ainda ganhou uma estátua atrás do gol localizado à esquerda das cabines de rádio.
Para o futuro, a expectativa é que São Januário passe por uma reforma para receber os Jogos Olímpicos de 2016, que vão acontecer no Rio de Janeiro. O estádio foi escolhido para ser sede dos jogos de rugby. Até lá, a Colina vai seguir transpirando história e escrevendo o futuro do gigante Vasco da Gama.

fONTE:site oficial do Vasco e globo.com
0,,40222941-EX,00

 

pastodobode
Estádio Adolfo Konde que hoje não existe mais, pois no local foi construído o Beiramar Shopping. O Adolfo Konder era conhecido também como pasto do Bode. Não precisa explicar muito o por quê desse nome. Certo?

 

Segue uma foto do estádio do Municipal da Ilha de Paquetá, em um jogo pelo antigo Departamento Anônimo, em 74.

[img:imagem2.JPG,thumb,centralizado]

 

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O menor estádio do mundo certificado pela FIFA para partidas internacionais fica no principado de Liechtenstein. O Rhine Park Stadium, construído em 1998, tem capacidade pra 3.500 pessoas.

Mas, relativamente, talvez seja o maior estádio do Planeta. Que outro Estádio poderia comportar dez por cento da população de um país?

É isso mesmo – a população de Lienchtenstein é de 35 mil pessoas.

Fonte : Folha do ES

 

Após inserção do novo estádio de Manicoré na minha base de dados me dei conta que o mesmo homenageava uma mulher. Por curiosidade fiz uma pesquisa para descobrir outros estádios com nomes femininos. Por enquanto encontrei os seguintes:

Estádio Flávia Blante de Oliveira – Manicoré – AM
Estádio Maria Abadia (Abadião) – Ceilândia – DF
Estádio Santa Isabel – São Luís – MA
Estádio Santa Luzia – São Gonçalo – RJ
Estádio Santa Luzia – Sampaio Corrêa – Saquarema – RJ
Estádio Maria Lamas Farache (Frasqueirão) – Natal RN
Estádio Santa Rosa – Novo Hamburgo – RS
Estádio Municipal Maria Thereza Breda – Olímpia – SP

Fiquem a vontade para completar as informações.

 

Reforma no Lindolfo Monteiro deve ser concluída em dezembro

OBRA − No último dia 08, o prefeito de Teresina, Sílvio Mendes, assinou a ordem de serviço autorizando a reforma do Estádio Lindolfo Monteiro. Iniciadas no dia 13 desse mês, as obras vão melhorar a qualidade das atividades esportistas para os teresinenses, que já têm até data para voltar a desfilar seus dotes futebolísticos no gramado do “Lindolfinho”. De acordo com o Secretário Municipal de Esportes e Lazer, Reanto Berger, a reforma será concluída até o mês de dezembro, e o estádio será liberado para eventos esportivos já em janeiro de 2008.

Para a realização da reforma do Estádio Municipal Lindolfo Monteiro, a Prefeitura de Teresina está investindo R$ 1,1 milhão. Os recursos utilizados são do próprio município, e as obras serão coordenadas pela Superientendência de Densenvolvimento Urbano Centro/Norte.

Inaugurado em 1944, o estádio chamado carinhosamente de “Lindolfinho” por parte dos futebolistas piauienses não passava por modificações já há um bom tempo. As obras iniciadas no último dia 13, no entanto, deverão mudar a cara dessa que é uma das praças esportivas mais tradicionais do Piauí.

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Serão realizadas obras nos vestiários, nos bancos de reservas, nas cadeiras, nos banheiros e no gramado. Quem explica é o secretário da Semel, Renato Berger. “A reforma compreende, além da recuperação da estrutura física do estádio, a reformulação dos bancos de reservas, dos vestiários, a ampliação dos banheiros e a instalação de assentos nas duas arquibancadas, além de um placar eletrônico e novo alambrado”, ressalta.

Duas modificações, porém, merecem destaque especial: a mudança do gramado e a instalação do sistema de drenagem. “O gramado será todo novo. Fizemos, inclusive, um estudo para saber que tipo de grama se adequava ao nosso clima. E o sistema de drenagem será uma novidade, já que o estádio não contava com esse tipo de serviço”, comenta o secretário de Esportes e Lazer.

De acordo com Renato Berger, o estádio deverá estar liberado para receber eventos esportivos já a partir de janeiro de 2008. “As obras começaram há duas semanas e o trabalho está sendo realizado. A reforma deve ser concluída em dezembro, e o Lindolfo Monteiro já poderá receber jogos oficiais e amadores a partir de janeiro”, assinala.

 

O Estádio Caio Martins, localizado no Município de Niterói, RJ, foi inaugurado na década de 40, em 20 de julho de 1941, na época do Governador Ernani do Amaral Peixoto, Diretor de Educação Física, o Dr. Tobias Machado, e chefe do Serviço de Educação Física, a professora Danila Nicolau, a quem se atribui a idéia da construção do Estádio.

Segundo historiadores da época, como o professor Airton Ribeiro (já falecido) em “Histórias do Futebol de Niterói”, elaborado pela extinta Federação Fluminense de Desportos, o próprio Governador pretendia repetir em Niterói, o fenômeno ocorrido em São Paulo, onde o Santos Futebol Clube conseguira congregar toda a população da cidade praiana e assim se fazer representar no Campeonato Paulista de Futebol, com sucesso considerável. A exemplo do ocorrido em Santos, pretendia então, o Governador Amaral Peixoto, inserir um clube Niteroiense no Campeonato Carioca de Futebol, na época, indiscutivelmente, de maior expressão que o Campeonato Paulista.

Dentre os Clubes Niteroienses existentes à época, destacavam-se o Byron Futebol Clube, o Niteroiense Futebol Clube, o Ypiranga Futebol Clube e o Canto do Rio Futebol Clube, este último por ser elitizado, foi o escolhido para integrar o Campeonato Carioca até o ano de 1963, tendo sido afastado em 1965.

Quando se cogitou a construção do Estádio, pretendeu-se escolher um local mais ou menos central e de fácil acesso para os anseios de transportes da época, tendo sido escolhido uma área do bairro de Icaraí, de aproximadamente 47.8200 m2, onde funcionava um Canódromo, e apresentava algumas dificuldades topográficas, inclusive, a necessidade de canalização de dois rios, obra de considerável custo para a época. Assim, o 1º módulo construído foi o Campo de Futebol, para 1.200 espectadores; em seqüência A Piscina Olímpica e outra infantil e, finalmente o Ginásio Olímpico polivalente, com capacidade para 8.000 pessoas, sendo 592 cadeiras especiais e 82 lugares na Tribuna de Honra. Na época o maior do Brasil, abrigando em sua inauguração o Campeonato Mundial de Basquetebol, já na década de 50.

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Fonte:Suderj

 

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Bom dia,bom trabalho

Mais uma vez aproveitando a tecnologia do Google Earth,desta vez vamos a Barcelona na Espanha,peguei imagens do estádio do Barcelona,da cidade com a localização dos demais clubes para os amigos terem uma noção e o mais interessante,Sabadell que todos colocam como sendo de Barcelona se vocês repararem,fica bem distante,perto mas não fica dentro da cidade,digamos que na periferia.
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Abraços
Edu

 

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