Segue um presente do amigo e pesquisador Douglas Rambor para os amigos cariocas, ofício do Rio Foot-Ball Club fundado em 18/07/902.

 

Olá amigos!

Encontrado papel timbrado do Fuss-Ball Club Porto Alegre, como já sabido com as cores verde e branca, porém existe a seguinte nota num jornal da época: “Durante a Primeira Guerra Mundial, em 1916, o nome do clube foi mudado para Foot-Ball Club Porto Alegre. As cores também mudaram, trocando o alvi-negro original pelo alvi-verde. Em 1923, inaugurou o maior estádio de Porto Alegre na época: a Chácara das Camélias, que foi depois utilizado pelo Nacional (um clube de ferroviários).” Como podemos notar, este ofício é datado de 1913, ou seja, bem antes da referida nota o clube já era verde e branco. Se alguém tem alguma informação a mais esclarecendo sobre as possíveis cores preta e branca, por favor comentem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Acervo do Memorial da Sogipa

Desenho: Telmo Paravisi Machado

 

O Sport Club Bagé foi o clube que inaugurou o futebol em Bagé, fundado em 15 de novembro de 1906.

Três diretores do Sport Club Rio Grande foram a Bagé e entraram em contato com Gedeão Ratto, comerciante e importador bageense, que mantinha relações comerciais com comerciantes de Rio Grande. Desta reunião resultou acerto para um amistoso, mas a equipe bageense não possuía um campo para a prática do novo esporte. Os organizadores do amistoso foram encontrar o presidente da Associação Rural de Bagé (Sr. Emílio Guilayn), e obtiveram a autorização para a realização da partida no parque de exposições da associação.

A primeira partida foi realizada na Associação Rural de Bagé. O gramado foi improvisado, na sede da Associação. A dimensão do campo foi demarcada com pá e colocadas as goleiras, apenas os postes, sem travessão. A arbitragem foi composta por três juízes e dois bandeirinhas.

O Sport Club Bagé manteve-se ativo até 1914, quando alguns de seus fundadores abandonaram o esporte e outros foram jogar no Guarany. Entretanto, com a fundação do Grêmio Esportivo Bagé, em 1920, os fundadores do Sport Club Bagé migraram para o novo clube amarelo e preto da cidade.

Fonte: Acervo Douglas M. Rambor/ Jornal Minuano/ Wikipédia

 


O Grêmio Esportivo Bagé é um clube gaúcho de futebol, da cidade de Bagé, no estado do Rio Grande do Sul.

O Bagé, que é um dos clubes mais tradicionais do estado, foi fundado em 5 de agosto de 1920, e já em 1925 foi Campeão Gaúcho, numa final contra o Grêmio, no Estádio da Baixada, em Porto Alegre. Este título foi conquistado de maneira invicta. Os responsáveis por esta conquista são chamados até hoje pela torcida como os “Imortais de 25″.

Escudo do segundo uniforme

Escudo do segundo uniforme

Fonte: Acervo Douglas Marcelo Rambor

 

O Grêmio Sportivo Flamengo originou-se da fusão entre  Rio Branco e Ruy Barbosa.  Em 1971 fundiu-se com o EC Juventude, dando origem à Associação Caxias de Futebol, fusão esta desfeita em 1975, o clube mudou o nome para SER Caxias.

Fonte: Acervo Douglas Marcelo Rambor

 

Fundado em 11 de outubro de 1908, o Esporte Clube Pelotas construiu uma história de pioneirismo no futebol brasileiro, ultrapassando um século de glórias sem jamais fechar suas portas. O Esporte Clube Pelotas começou a surgir na noite de 13 de setembro de 1908, quando, numa reunião na casa do Dr. Joaquim Luis Osório, na Rua 15 de Novembro, 471, foi acertada a fusão de dois clubes: Club Sportivo Internacional e Foot-ball Club.

Team do Sport Club Pelotas que jogou com o quadro Uruguayo na cidade de Pelotas, em 09 de Julho de 1911

Participaram da reunião os senhores: Joaquim Luis Osório, Leopoldo de Souza Soares, Francisco Rheingantz e João Frederico Nebel. Os dois primeiros eram presidentes do Internacional e do Foot-ball Club, respectivamente.

n/d

O objetivo era fundar, na época, uma associação desportiva que estivesse à altura do progresso que a cidade de Pelotas vinha experimentando. Caso a fusão fosse concretizada, o novo clube, em homenagem à cidade, levaria o seu nome e as suas cores seriam o azul e o amarelo.

As negociações foram crescendo e, no dia 11 de outubro de 1908, nos salões do Club Caixeral, os sócios dos dois clubes aceitaram a proposta e criaram o SPORT CLUB PELOTAS.

n/d

O primeiro grande triunfo futebolístico do E. C. Pelotas ocorreu no dia 24 de outubro de 1909 quando, jogando em seu estádio (A Boca do Lobo), derrotou o Sport Club Rio Grande (clube de futebol mais antigo do país), que desde a sua fundação nunca havia perdido uma partida.

Seguiram-se ainda outros feitos memoráveis dentro do futebol:

– organização do primeiro torneio intermunicipal de futebol do RS em 1910;

– jogo contra o “scratch” uruguaio em 1911 (primeira partida disputada pela seleção uruguaia no país);

– declarado Campeão Estadual por aclamação dos clubes gaúchos em 1911, após enfrentar vencer todos os campeões regionais;

– disputa de inúmeras partidas contra clubes e seleções argentinas, gaúchas, cariocas e paulistas;

– realização, em 1918, do Congresso Rio Grandense de Futebol, que resultou na criação da Federação Gaúcha de Futebol, por iniciativa do E. C. Pelotas; além de outras realizações.

Pelo seu pioneirismo e tradição em competições, o E. C. Pelotas sempre foi e sempre será considerado um dos principais clubes esportivos do país, dono de um patrimônio invejável e da maior e mais apaixonada torcida do interior gaúcho, colecionando ao longo de sua história inúmeros títulos, não só no futebol mas também em outros esportes, como futsal, tênis, basquete, hóquei, remo, natação e atletismo, entre outros.

 

FONTES: ColletorBazar – Valquiria Pelotas – Pelotas Antiga – Site do Clube

 

O modelo de escudo e uniforme do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, do ano de 1904. o Tricolor gaúcho foi Fundado no dia 15 de Setembro de 1903, por 31 rapazes se reuniram em um restaurante no centro da capital e escreveram a ata de fundação, que depois seria assinada por todos os presentes. Naquele momento, iniciou-se a trajetória de um clube vencedor. Carlos Luiz Bohrer foi eleito o 1º Presidente, sem imaginar a projeção que o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense alcançaria.

Grêmio de 1904

As cores escolhidas foi preto,azul e havana. Contudo, a cor havana (espécie de marrom) era muito difícil de se encontrar em Porto Alegre. Desta forma, sem jogar nenhum jogo, o clube substitui a cor havana pelo cor preta, usando um uniforme metade azul metade preto,com meias e calções pretos. Este uniforme foi usado ate 1910.

CURIOSIDADE

Mesmo sem provas, a camisa de 1904, possivelmente, foi inspirada na camisa do Sport Club Germania 1887, da cidade de Hamburgo, na Alemanha. O clube alemão usou tal uniforme ate 1904 quando se fundiu a mais dois clubes alemães para formar o Hamburg SV.

Pelo menos quatro jogadores de época no Grêmio eram alemães, da cidade de Hamburgo sabe-se que Georg Black (Foto acima) jogou no Germania (Foto abaixo), Mohrdieck tambem.

SC Germania Hamburg

FONTES: Site do clube.

 

O Guaíba Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Getúlio Vargas (RS). O ‘Papai’ foi Fundado no dia 1º de Maio de 1949. O seu início no Campeonato Citadino foi avassalador, conquistando seis títulos em oito anos. O Guaíba disputou alguns Campeonato Gaúcho de Amadores, na década de 50.

Em 1964, o clube Alviverde se fundiu com o Tabajara Futebol Clube, dando origem ao  Tabajara Guaíba Futebol Clube – TAGUÁ. Contudo, 35 anos depois, a fusão foi desfeita, em 1999.

FONTES: Blog Times do RS – Arquivo da F.G.F. (Federação Gaúcha de Futebol)

 

O Olaria Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Novo Hamburgo (RS). Fundado na segunda-feira, do dia 11 de Outubro de 1948, teve como 1ª Sede a Rua Onófre Pires, 112 – Bairro Ouro Branco. Atualmente, a sua Sede fica na Rua João Correa, 64 – Vila Kroeff, no Bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo. O Olaria foi Bicampeão do 3º Categoria do Diretório da Cidade de 1955. O clube disputou o Campeonato Gaúcho da 3ª Divisão.

 

FONTES: Blog Times do RS – Arquivo da F.G.F. (Federação Gaúcha de Futebol)

 

 

O Clube Esportivo Juventude é uma agremiação da cidade de Garibaldi (RS). O clube tricolor (nas cores verde, branco e vermelho) foi Fundado na sexta-feira, do dia 24 de Fevereiro de 1944. A sua Sede própria na Avenida Presidente Vargas, 404, no Centro da cidade. O principal título aconteceu no ano de 1965, quando se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho de Amadores, da Série Azul.


 FONTES:http://galeriadoscampeoes.xpg.uol.com.br/ – Times do RS – Sérgio Zarro - Arquivo da F.G.F. (Federação Gaúcha de Futebol)

 

 

Sport Club Cruzeiro do Sul

O Esporte Clube Cruzeiro do Sul foi uma agremiação do município de Jaguarão (RS). O Tricolor (verde, amarelo e vermelho) foi Fundado no dia 27 de Abril de 1924, como Sport Club Cruzeiro do Sul, na Rua Aquidabã pela boa vontade e esforço dos Srs. Cristovão Neves, João Correia da Silva, Pedro Correia da Silva, Dorval Knorr, Marçal Dias, Valter Jardim, Nésio Miranda, João Nunes Filho, Rubens Gerundo e Tomaz Miere.

Teve como iniciadores, formando a 1ª Diretoria, as seguintes pessoas:

Presidente - Lourival Tavares Leite;

Vice-presidente - Venceslau Garcia;

1º Secretário - Gabriel E. Correia;

2º Secretário - João Miranda;

Tesoureiro e Capitão geral - Cristovão de Almeida Neves;

Capitão de Quadro - Rubens Gerundo;

Orador - Luiz Dorval Lopes;

Guarda-desporte - Nepomuceno Larrosa.

Conselho consultivo presidente - Rosalino Lopes de Moura;

Relator - João Nunes Filho.

Presidindo a primeira diretoria provisória do Cruzeiro, deixou desde logo patenteado o seu grande interesse como responsável dos destinos do mesmo o incansável desportista Cristovão Almeida Neves, tendo mesmo depois de entregado a direção, se interessado e trabalhado com afinco destacado, merecendo-lhe agora a recompensa de ter sido aclamado sócio benemérito por grande número dos denodados cruzeiristas, que testemunharam assim um ato de inteira justiça aos seus serviços sempre empregados com interesse pelo bom nome do Cruzeiro.

INAUGURAÇÂO DO ESTÁDIO

Quando em 1927 inaugurou-se sob a responsabilidade do Sr. Claudino Neves, o seu campo de futebol, outro esforçado desportista da velha guarda do Cruzeiro, que tudo tem feito e se empenhado pelo brilho da existência de tão útil como simpática agremiação, ainda Cristovão Neves, secundando o seu parente e consócio não mediu sacrifícios, ora contribuindo com parcelas, ora trabalhando ele próprio com outros entusiastas elementos do alinhamento e marcação do campo.

Vem depois Lourival Tavares Leite, primeiro presidente eleito por grande maioria que, dirigindo de maneira admirável o futuro do Cruzeiro, demonstrou muito tino e capacidade no espinhoso cargo, procurando por todos os meios solucionar os problemas intrínsecos desde que os mesmos se movessem de acordo com a recomendação valorosa do clube da camisa tricolor. Merece portanto nossos aplausos o correto desportista que é, sem dúvida, Lourival Leite.

Seguindo os seus antecessores, não se tem descuido pelos destinos do glorioso Cruzeiro, Felipe Giozza, que há pouco deixou o cargo, entregando a Valter da Rocha Passos, conceituado cavalheiro e comerciante desta praça. Felipe Giozza foi incansável e um sincero amigo dos seus consócios.

Empregando como os demais o tempo em bem salvaguardar os interesses do clube, ele tem sido sempre o reparador para que nada falte de necessário nos dias de grande partida, tornando-a, por isso, esplendente a grandes elogios.

Haja vista quando foi da partida internacional realizada a 28 de outubro entre uruguaios da cidade de Vergara e o Cruzeiro, ficou maravilhosamente acertado um pacto admirável de camaradagem desportiva, graças ao empenho e boa vontade que empregou desde a recepção até o final das festas, das quais ficaram radiantemente demonstrada a educação e lealdade que possui Giozza.

Pelo Cruzeiro tem trabalhado um pugilo de homens dedicados, destacando-se tudo que diz respeito à glória da vida desportiva de Jaguarão: Luiz Dorval Lopes, orador; Rubens Gerundo, Tomaz Miere, Antônio Pinto Ribeiro, Alcides Moraes, Peri Moreira, Plínio Gomes, Julio Proença, Alcides Palma Pereira, irmãos Alcindo e João Amaro, José Pinto de Carvalho, Orestes Bezerra, Pedro Correia Silva e outros muitos que aparecem no plano onde figura a lista dos que se interessam do pujante e glorioso campeão.

O primeiro desses foi agraciado com o título de sócio honorário, estimulando assim os grandes e inestimáveis serviços prestados àquele. (Publicado no Diário de Notícias, em 24 de maio de 1934, cuja edição consta do acervo do senhor Carlos Alberto Machado Neves, filho do saudoso craque cruzeirista Alberto Neves).

O Cruzeiro do Sul participou do Campeonato Gaúcho quatro vezes, pela Zona do Litoral: em 1934, 1937, 1938 e 1939. Em 1961, se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho  amador. Fundiu-se com o Clube Jaguarense dando origem à Associação Cruzeiro Jaguarense.

Cruzeiro do Sul Bicampeão Citadino em 1959 e 1960

 

FONTES & FOTOS: Filatélica Zeppelin – Museu Virtual do Futebol

 

O Vasco da Gama Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio Grande (RS). Fundado no 1° de julho de 1918, por um grupo de denotados desportistas que batizou o time por  Foot-Ball Club General Osório, cujo sua alcunha era: ‘Jaqueta Branco-Encarnada’ (mais informações na publicação do dia 23/08/2012: http://cacellain.com.br/blog/?p=39564).

Em 1931, se fundiu com o Grêmio Athletico Militar dando origem ao formando o Grêmio Athletico Militar General Ozorio (verde, amarelo, azul e branco) manteve este nome ate 1940. Em 1941, o clube muda de nome para aproximar se da classe ferroviária passando a se chamar Grêmio Ferroviário General Ozorio, onde manteve essa nomenclatura até 1948.

Em 1945 a Liga Rio Grandense de Futebol (LRGF), rebaixou o Grêmio Ferroviário General Ozorio, assim como o América Athletico Club (ex F.B.C. Americano). O futebol gaúcho havia se profissionalizado e a cidade de Rio Grande comportava três times grandes e não havia mais espaço para os pequenos.

Além disso, havia subido de categoria o G.S Brasil (1943-1946), de propriedade da Cia. Swift de carne e enlatados, time conhecido como os ‘Milionários da Carne’. A empresa injetou muito dinheiro nos primeiros anos de atividade do Brasil.

Voltando ao Grêmio Ferroviário General Ozorio, o clube estava na Segundona em 1946, quando o G.S Brasil se extinguiu e no ano seguinte retornou, porém agora com uma nova nomenclatura: Grêmio General Ozorio (preto e amarelo) pertencendo agora a brigada militar (Policia Militar do Rio Grande do Sul).

Em 1948, por um breve período até 1949, co o intuito de se aproximar da colônia portuguesa o clube muda de nome para Vasco da Gama Football Club (verde e vermelho) e por ultimo volta a seu nome anterior Grêmio Esportivo General Ozorio (amarelo e preto) disputa ainda o citadino da 1ª Divisão sempre levando estrondosas goleadas quando fecha as portas em 1952.

P.S.: G.S. Brasil (da Cia. Swift) fechou as portas em 1946, pois apesar da grande ajuda em dinheiro nos anos de 1943 e 44, em 1945 a ajuda caiu drasticamente e em 1946 piorou, culminando com a sua extinção.

FONTES: Jornal O Tempo (Rio Grande) – Jornal Agora (Rio Grande) – Livro “Um Século de Futebol Popular”, do autor Willy Cesar 

 

O Grêmio Esportivo Florestal foi uma agremiação da cidade de Porto Alegre (RS). Fundado no dia 30 de Novembro de 1937, adotando as cores azul, preto e branco. A sua Sede ficava localizada na Ruas Paes de Andrade, nº 50, no Bairro Menino de Deus, na capital porto-alegrense.

Cinco anos depois, o Florestal se filiou a Federação Rio-Grandense de Futebol (FRGF), onde participou de diversos Campeonatos Citadinos, como por exemplo, em 1957, 1958, 1959, 1960 (ano este que o clube se sagrou campeão Porto-Alegrense da Segunda Divisão). Abaixo, a foto do time posado do a no de 1954.

FONTE: Arquivo Pessoal de Douglas Marcelo Rambor

 

O Gráfico Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). O clube Alvirrubro foi Fundado em Janeiro de 1938, como Graphico Foot Ball Club. A sua 1ª Diretoria foi composta da seguinte forma:

Presidente - Aggripino Pereira;

Vice-presidente - Getúlio Muniz,

1º Secretário - Feliz J. Veira,

2º Secretário - .Waldir Nunes;

1º Tesoureiro - Pedro Cardoso;

2º Tesoureiro - Aristides Muniz;

Diretor Técnico - Camilo Leão;

Capitão Geral - Setembrino Moreira;

Capitão de Campo - Dionysio Cavalheiro;

1º Guarda Esporte - Adão Gaspar dos Santos;

1º Guarda Esporte -  Claudio Gaspar dos Santos;

Cronista - Ney Faria Correa;

Madrinha - Emília B. Rodrigues.

Meses após ser fundado, o Gráfico ajudou a fundar a A.G.S.A (Associação Gabrielense de Sports thleticos). Em 1940, o Gráfico foi um dos clubes que ajudaram na fundação da L.G.D.T (Liga Gabrielense de Desportos Terrestres).

Depois de participar da esfera profissional do futebol Gaúcho, o clube se licenciou em 1942. O retorno aconteceu 11 anos depois, em 1953. Durante uma década o Gráfico disputou o Campeonato Citadino até meados de 1963.

Bandeira

FONTE: Livro “100 anos do Futebol Gabrielense”, do escritor Nilo Dias

 

Esporte Clube Rio Branco é uma agremiação do Município de Estrela (RS). A sua Sede fica localizada na Rua Arthur Preussler, 172, no CentroA equipe alvirrubra foi Fundado no dia 17 de Abril de 1947, com o nome Sport Clube Rio Branco, e registrado no Cartório de Estrela, em 22 de abril de 1950. Seu primeiro presidente foi Max Henrique Erichsen.

A fundação realizou-se na antiga Casa Comercial de Leopoldo Beckmann, na Avenida Rio Branco, 1149, que servia de sede para as reuniões. O objetivo era proporcionar a difusão do civismo e da cultura física, principalmente o futebol amador. O campo de futebol era alugado do proprietário Albino Leonhart, e ficava onde atualmente funciona uma fábrica de calçados. Todo o serviço de organização do clube era feito pelos sócios aos sábados e domingos.

Em 7 de setembro de 1947 o Esporte Clube Rio Branco conquistou a Taça Prefeito Municipal de Estrela em 20 de fevereiro de 1951faturou a Taça Tanac. Na década de 50, o clube alterou o nome para Sociedade Rio Branco.

 

FONTES: Blog Times do Rio Grande do Sul Airton Engster dos Santos (Pesquisa e texto)

 

O Esporte Clube Novo Hamburgo é uma agremiação da cidade de Novo Hamburgo (RS). Fundado no dia 1º de Maio de 1911, tem a sua Sede na Rua Santa Tereza, 420, no Bairro da Liberdade, em Novo Hamburgo. O clube manda os seus jogos no Estádio do Vale, com Capacidade para 15.178 pessoas.

Títulos

Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Copa FGF 2 2005 e 2013
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato do Interior Gaúcho 7 1942*, 1947*, 1949*, 1950*, 1952*, 1972 e 1980
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato Gaúcho – Segunda Divisão 2 1996 e 2000
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Copa Emídio Perondi 1 2005
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato da Região Metropolitana 2 2013 e 2014
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeão dos 4 Grandes do RS 1 1952*
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Copa ACEG (Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos) 1 1980*
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Torneio Serra/Sul 1 1982 e 1984
Municipais
Competição Títulos Temporadas
Porto Alegre (RS) - Brasao.png Campeonato Citadino de Porto Alegre [1] 1 1937
Campanhas em destaque
Competição Colocação Temporadas
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato Gaúcho Vice-campeão 1942*, 1947*, 1949*, 1950* e 1952*
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Copa Governador do Estado Vice-campeão 1970 e 1987

* Como Esporte Clube Floriano.

Outras conquistas

  • Rio Grande do Sul Seletiva do Campeonato Brasileiro da Série B: 1984

FONTES: Site e página do Clube no Facebook – Wikipédia 

 

O Esporte Clube Juventude é uma agremiação da cidade de Caxias do Sul (RS). O ‘Juve’ foi Fundado no dia 29 de Junho de 1913. A sua Sede fica na Rua Hercules Galló, 1.547, no Centro de Caxias do Sul. O time ‘Alviverde’ manda os seus jogos no Estádio Alfredo Jaconi, com capacidade para 23.726 pessoas. Atualmente, disputa o Campeonato Brasileiro da Série C.

Em nível nacional, o Juventude foi o primeiro e único clube do interior do Rio Grande do Sul a conquistar a Copa do Brasil, em 1999. Também obteve o título do Campeonato Brasileiro da Série B de 1994. Foi campeão do Campeonato Gaúcho de 1998.

Foi ainda, o primeiro e único clube do interior do Rio Grande do Sul a disputar a Libertadores da América, no ano 2000. Seu principal rival é o Caxias, com o qual disputa o clássico Ca-Ju, o segundo maior clássico do Rio Grande do Sul.

FONTE: Site do clube

 
O Grêmio Esportivo Flamengo (atual Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul) foi uma agremiação da Cidade de Caxias do Sul (RS). Fundado no dia 10 de abril de 1935, graças a fusão dos clubes Rio Branco e Rui Barbosa. As circunstâncias que envolveram o surgimento do Flamengo, estão diretamente ligadas ao seu mais tradicional rival, o Juventude.
Germano Pisani, presidente do Rio Branco, procurou o presidente do Rui Barbosa, Sílvio Toigo e propôs uma fusão entre os clubes. Eles pensavam que se unindo forças iriam ter condições de enfrentar os maiores rivais, especialmente o Juventude que dominava o futebol de Caxias do Sul na época.
A primeira diretoria do Grêmio Esportivo Flamengo foi formada por Sílvio Toigo (presidente), Bôrtolo Facchin e Germano Pisani (vice-presidentes), Alfredo Caberlon e Mário Menegaz (secretários), Guerino Bedin e Ítalo Bertuzzi (tesoureiros).
FONTE: Museu Virtual do Futebol
 

O Grêmio Esportivo Zivi foi uma agremiação da Cidade de Porto Alegre (RS). O Clube portoalegrense foi Fundado no dia 07 de Janeiro de 1948. Quatro anos depois, o Zivi se filiou à Federação Rio-Grandense de Futebool (FRGF), em 22 de janeiro de 1952.

 

O Clube Atlético Veranense Recreativo e Cultural foi uma agremiação da cidade Veranópolis (RS). O Tricolor (azul, vermelho e branco) foi Fundado no dia 16 de Junho de 1946, a sua Sede ficava no Bairro Palugana, em Veranópolis. O seu Estádio era o Alsemiro Laurino Guzzo, em Palugana.

Na esfera profissional, o Veranense participou do Campeonato Gaúcho da Segunda Divisão, em seis oportunidades: 1979, 1986, 1987, 1988, 1989 e 1991. No Estadual da Terceira Divisão, disputou uma vez: 1980.

No dia 15 de janeiro de 1992, o clube se fundiu com o Grêmio Esportivo e Cultural Dalban, dando origem ao Veranópolis Esporte Clube Recreativo e Cultural.

FONTES: Prefeitura de Veranopolis –  Blog Times do RS

 

O Club Sportivo Bento Gonçalves é uma agremiação da cidade de Bento Gonçalves (RS). A sua Sede fica na Avenida Julieta Sassi Dreher, 303, no Centro da cidade. Foi fundado em 28 de agosto de 1919. No dia 21 de setembro do mesmo ano, disputou a primeira partida de sua história, no empate em 1×1 com o Garibaldi. O Esportivo estava assim escalado: Pasquetti; Holleben e Salton; Cardoso, Turcato e Enricone; Zanoni, Fedullo, Bissaco, Ros e Ponzoni.

No dia 24 de agosto de 1945, aconteceu a inauguração do Estádio da Montanha num jogo entre Esportivo e Atlântico de Erechim. O pontapé inicial simbólico foi dado pela senhora Alinda Busnello, primeira madrinha do Esportivo. A partida acabou empatada em 0×0.

Em 1969, o Esportivo foi campeão da Segunda Divisão gaúcha. Foi uma campanha impecável, de 19 vitórias em 22 jogos disputados. O título veio sobre o Avenida, com vitória em Santa Cruz do Sul por 1 a 0 e nova vitória, desta vez por W.O, em Bento Gonçalves.

O ano de 1969 também registrava a comemoração do cinquentenário do Clube Esportivo e a direção queria marcar este grande acontecimento com a criação de um “hino” que cantasse as glórias e os feitos do alviazul. O hino foi composto pelo músico e maestro Moysés e teve os versos escritos por Maria Frota.
No dia 18 de abril de 1971 aconteceu uma vitória extraordinária. O Esportivo tirou a invencibildade de 24 partidas do Grêmio com uma goleada. A boa equipe de Bento Gonçalves derrotou o tricolor porto-alegrense por 5×2, virando notícia na mídia nacional.

Em 15 de abril de 1973, o Esportivo derrotou o Internacional por 2×1, conquistando sua primeira vitória diante do Colorado e tornando-se o primeiro clube do interior gaúcho a vencer no Beira-Rio.

No final de 1973, o Esportivo foi campeão da Copa Governador do Estado. O título veio com uma rodada de antecipação após vencer, em casa, o Internacional de Santa Maria por 2×1.

No ano de 1977, o Esportivo conquistou a Copa Governador do Estado pela segunda vez. Na decisão, enfrentou o Brasil de Pelotas. Na partida de ida, dia 12 de abril, venceu por 1×0 em pleno Estádio Bento Freitas, com gol de Rubem. Na volta, dia 15 de dezembro no Estádio da Montanha, perdeu pelo mesmo placar.

Com os resultados iguais, foi necessária a realização de uma terceira partida, a qual foi marcada para o dia 22 de dezembro, em campo neutro. O local escolhido foi o Estádio Cristo-Rei, em São Leopoldo. Entretanto, a torcida do Brasil derrubou o alambrado do estádio, e a partida foi cancelada por falta de segurança. A decisão ficou para o dia 2 de fevereiro de 1978, no Beira- Rio, em Porto Alegre, com a presença do Governador Sinval Guazzelli. O Esportivo venceu por 3×0, com os três gols da partida sendo marcados por Adilson, e ficou com o título.

Em de 1979 o Esportivo sagrou-se vice-campeão estadual com Valdir Espinosa (treinador), Zeca Rodrigues (preparador físico), Jânio, Noelsen, Edgar, Carlão, José, Raquete, Celso Freitas, Dilvar, Toninho Fronza, Adilson, Sílvio, Sperotto, João Carlos, Lambari, Valdeci, Rubem, Renato Portaluppi, Jarbas, Daio, Eraldo, Sanches, Catarina, Néia e Tovar.

Nesse mesmo ano, no dia 30 de maio, ocorreu um jogo histórico. O Esportivo enfrentou o Grêmio na Montanha num jogo disputado com muita neve, numa temperatura de um grau centígrado. A partida terminou em 0×0 e foi batizada de “O Jogo da Neve”.

No ano de 1982, o Esportivo conquistou a Copa RS. A decisão foi em 17 de julho, com vitória do Esportivo sobre o Internacional de Santa Maria por 1×0, no Estádio da Montanha. Na semifinal, o Esportivo havia vencido o clássico, contra o Caxias, por 2×0, em pleno Centenário.

Um ano depois, em 1983, o Esportivo venceu a Copa ACEG. Na final, disputada contra o Novo Hamburgo, o Esportivo venceu o primeiro jogo, em casa, por 1×0 e buscou o empate na cidade de Novo Hamburgo, garantindo assim o título. Era o sexto título do Esportivo num período de dez anos (1973-1983), consolidando o clube como uma das principais forças do interior gaúcho tanto na década de 70, como na de 80.

O Esportivo foi Campeão do Interior por seis vezes, em 1970, 1971, 1976, 1979, 1982 e 1987, título este muito cobiçado pelas equipes interioranas na época. Na década de 80, o clube disputou as competições nacionais da Série B em 1983 e 1989, e da Série C em 1987 e 1988, não obtendo qualificações destacáveis.

O ano de 1999 ficou marcado pelo bicampeonato da Segunda Divisão estadual do Esportivo. O clube chegou na fase final, tendo que jogar contra Glória de Vacaria, Rio Grande e 15 de Novembro. O título foi conquistado com uma goleada por 6×0 contra o Glória.

No ano de 2004, após 15 anos afastado de torneios nacionais, o Esportivo disputou a Série C. A equipe ficou no 3º lugar do Grupo 16, composto por Novo Hamburgo, Ulbra e Lages.

Ainda em 2004, o Esportivo inaugurou seu novo estádio, Montanha dos Vinhedos, contra o Pelotas, e venceu por 2×0. No mesmo ano, o time conquistou a Copa FGF ao vencer o Gaúcho nos dois jogos da final por 3×0 e 2×0, classificando-se para a Copa do Brasil de 2005.

Na Copa do Brasil, o Esportivo eliminou o Londrina na primeira fase, e na segunda fase enfrentou o Fluminense. O primeiro jogo na Montanha dos Vinhedos terminou em 2×1 para o time carioca, credenciando o Esportivo a jogar no Maracanã. A partida histórica do Esportivo no templo mundial do futebol terminou em 1×0 para o Fluminense, eliminando o alviazul da competição.

Em 2007, o Esportivo disputou novamente a Série C, fazendo sua melhor campanha na história. Na primeira fase, fez parte do Grupo 16, onde enfrentou Joinville, Adap/Galo Maringá e Caxias, obtendo classificação em 2º lugar. Na segunda fase, num grupo composto por Bragantino, Roma Apucarana e Democrata, terminou na 1ª colocação da chave.

Na terceira fase então, numa chave mais complicada, em que o Esportivo teve de enfrentar Vila Nova, Atlético Goianiense e Villa Nova-MG, o clube terminou na 4ª colocação, sendo eliminado. Mesmo assim, foi uma campanha muito boa, visto que o Esportivo não era apontado como um dos favoritos da competição e quase chegou na fase final da mesma.

 

FONTE: Site do Clube

 

O Clube Esportivo Lajeadense é uma agremiação da Cidade de Lajeado (RS). A Sede fica localizado na RS-130, km 2, 7.900, no Bairro Floresta, em Lajeado. Fundado no dia 23 de Abril de 1911, por um grupo de amigos que se reuniam todos os finais de semana no “potreiro dos Berner”, um campo improvisado, para praticar o futebol. Este grupo era composto pelos jovens Deodato Borges de Oliveira, Carlos Gravina, Álvaro da Costa Mello, Fritz Plein, Paulo Lima entre outros nomes que se perderam na história. Deodato Borges de Oliveira foi o 1º Presidente.

 

 

FONTE: Site do clube

 

O Juventus Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Carlos Barbosa (RS). O clube Alvianil foi Fundado no dia 23 de Julho de 1953, e a sua Sede ficava no Centro de Carlos Barbosa.

 

O Esporte Clube Guarany é uma agremiação da cidade de Santa Cruz do Sul (RS). Fundado no dia 06 de Setembro de 1940. A primeira Sede (provisória), ficava na Rua 28 de Setembro, 992, no Centro da Cidade. Atualmente, o clube está situado na L. Pinhal São Francisco, s/n, no Bairro Décimo Primeiro, em Santa Cruz do Sul. O Guarany se filiou na  Federação Rio-Grandense de Futebol (FRGF), em 15 de Maio de 1945, onde ficou até 1950. O clube azul encarnado ficou com o vice-campeonato Citadino de 1947. Dois anos depois, o Guarany sofreu a sua pior derrota ao ser goleado pelo Santa Cruz por 12 a 0.

Time de 1945: Furtado; Oscar e Nutia; Laurentino, Schopp e Idi; Pimpo, Dedé, Adão, Waldemar e Adão II.

Time de 1946: Dinarte; Oscar e Nutia; Laurentino, Mestro e Idi; Pimpo, Carlos, Adão, Waldemar e Atanmásio.

Time de 1948: Mário; Caçapava e Lamário; Valdemar, Nuque e Idi; Perereca, Banga, Antonio, Lila e Adão.

Time de 1949: Dinarte; Caçapava e Lila; Banga, Nuque e Jesus; Antoninho, Mola, Pimpo, Osório e Adão.

Time de 1950: Napoleão; Graxa e Lila; Felipe, Nuque e Janesco; Pimpo, Jesus, Banga, Ignácio e Adão.

 

O Foot-Ball Club Esperança ou Sociedade Esportiva Esperança é uma agremiação da cidade de Novo Hamburgo (RS). A equipe Alviverde foi Fundado no dia 10 de Maio de 1914, na então “Pensão Breaescher”, um dos poucos locais de hospedagem no bairro de Hamburgo Velho, foi assinada e registrada a ata, que, no momento de seu surgimento, contava com 38 sócios iniciais:

João Emílio Leyser, Carlos Krause, Luiz C. de Moraes, Walburg Scheffel, Guilherme Frederico Wingert, Lulu W. Moraes, Alfredo e João A. Steigleder, P. Albino Steigleder, Leonel Habigzang, Alfredo Reichert, Adão Steigleder, Alfredo Knewitz, Henrique Cassel, Oscar Fauth, Ferdinando Rauber, Adolfo Kehl, Henrique Habigzang, Waldemar Magalhães, Bernardo Hack, Francisco Catapeste, Leopoldo Kehl, Luiz Schueler, Roberto Rotmann, Afonso Merkel, Reynaldo Nonnenmacher, Hugo J. Schoeler, Theobaldo Willirich, Pedro Loeblein, Estanislau Mancuso, Alfredo Dresch, Arno Schweitzer, Albano Haubert, Arthur Kunz, Otto Ries, Paul Janh, Rudolfo Fleck e Carlos Schmitt Filho.

Desde o começo de suas atividades, o Foot-Ball Club Esperança possuiu um atuante departamento social, configurando um diferencial em relação aos outros clubes de futebol e até mesmo agremiações tradicionalmente sociais existentes em Hamburgo Velho, como a tradicional Sociedade Fröshin (atualmente Sociedade Aliança) e a Sociedade Ginástica de Hamburgo Velho.

A Sociedade Fröshin tinha como principal atividade o canto coral e a Sociedade Ginástica dedicava-se, entre outras modalidades, à prática da ginástica, da cultura física e do bolão.

O FBC Esperança também possuía, paralelamente ao seu departamento esportivo, uma atividade cultural relevante, sempre contando, em suas programações oferecidas aos sócios, com apresentações musicais e artísticas, em maior número até que nas outras agremiações sociais de Hamburgo Velho.

Nesse sentido, outro detalhe interessante da história do FBC Esperança foi o de, em toda a sua trajetória, nunca ter possuído sede social própria, mas, em 1942, inaugurado seu estádio, o “10 de Maio”.

As atividades sociais, como bailes de aniversários, debutantes, festas e casamentos, além de outros momentos de sociabilidade, passaram, então, a acontecer nas dependências da Sociedade Ginástica de Hamburgo Velho.

Rivalidade

O principal rival do FBC Esperança sempre foi o Esporte Clube Novo Hamburgo, na época conhecido como Esporte Clube Floriano devido a segunda guerra mundial, o clássico ficou conhecido como Flor-Esp.

 

FONTE: Wikipédia

FOTOS: Douglas Marcelo Rambor

 

O Esporte Clube Independente foi uma agremiação do Município de Campo Bom (RS). Após uma crise administrativa, gerada entre a setor esportivo SC 15 de Novembro com a parte social. Assim, o clube, que acabou abandonou a Liga, passando a disputar apenas amistosos até 1943.

Time de 1947

Nesse mesmo ano (1943), Sport Club 15 de Novembro, entrou em crise e acabou rompendo com a Sociedade Concórdia (clube social, ao qual se havia fusionado em 1917). Além disso, a agremiação mudou o nome para Esporte Clube Independente, alterou as cores (passando a ser alvinegro), e, de quebra, se filiou na Liga Leopoldense de Esportes Atlético (LLEA). Com essa nova estrutura participou do Campeonato do Interior contra o Grêmio Sportivo Sipla.

O EC Independente existiu por mais seis anos até que em 1949, o  clube voltou a se chamar Esporte Clube 15 de Novembro, retomando as cores originais (verde, amarelo e vermelho), contudo com um distintivo um pouco diferente.

 

Time de 1946

 

Fontes: Jornal Correio de São Leopoldo – Jornal 5 de Abril – Diário de Notícias – Correio do Povo – Site do Clube – Arquivo Pessoal

 

O Clube 15 de Novembro é uma agremiação do Município de Campo Bom (População        de 60.081 habitantes, segundo IBGE de2010), que fica a 57 km da capital Porto Alegre (RS). Fundado no dia 15 de novembro de 1911, como Sport Club 15 de Novembro, por operários da primeira indústria de calçados de Campo Bom, a Vetter & Irmãos.

Time de 1911-15

Os primeiros jogos do clube ocorriam em um potreiro no Morro das Pulgas, nos fundos da fábrica dos irmãos Vetter. O primeiro time do 15 de Novembro era formado pelos jogadores: Juvenal Soares, Carlos Blos, Osvaldo von Reisswitz, Gustavo Blos, Vergílio Feltes, Alfredo Blos, Oscar Vetter, Franz Appol, Edmundo Ermel, Alvício Lauer e Lulu Schaeffer.

No dia 17 de novembro de 1912, foi inaugurada a bandeira do clube, havendo a realização de uma partida amistosa com o Sport Club Colombo de Porto Alegre, que venceu pelo placar de 5 a 1.  Frequentemente o clube realizava amistosos contra as demais equipes locais no campo que pertencia a São Leopoldo até 1959.

Seus principais adversários eram SC Rio Grandense e EC Oriente, ambos de Campo Bom; SC Novo Hamburgo, FBC Esperança, SC Ypiranga, Grêmio Sp.Hamburguez, FBC Municipal, SC Progresso e SC Guarany todos de Novo Hamburgo, Sapyranga FBC e FBC Avante de Sapiranga, Estância Velha FBC, SC União de Estância Velha, SC Tiradentes de Dois Irmãos.

Time de 1933

Mesmo tendo recebido diversos convites, somente em 1934 o SC 15 de Novembro  ingressou na Liga, curiosamente na cidade vizinha, em Novo Hamburgo: A.H.E.A. (Associação Hamburguesa de Esportes Atléticos), onde começou disputando o Campeonato Citadino da 2ª Divisão.

 Surge o Esporte Clube Independente

A experiência não foi bem sucedida e o clube abandonou a Liga ainda em 1934, passando a disputar apenas amistosos até 1943. Nesse mesmo ano, Sport Club 15 de Novembro, entrou em crise e acabou rompendo com a Sociedade Concórdia (clube social, ao qual se havia fusionado em 1917). Além disso, a agremiação mudou o nome para Esporte Clube Independente, alterou as cores (passando a ser alvinegro), e, de quebra, se filiou na Liga Leopoldense de Esportes Atlético (LLEA). Com essa nova estrutura participou do Campeonato do Interior contra o FBC Esteio.

O EC Independente existiu por mais seis anos até que em 1949, o  clube voltou a se chamar Esporte Clube 15 de Novembro, retomando as cores originais (verde, amarelo e vermelho), contudo com um distintivo um pouco diferente. Disputou o Campeonato Citadino de São Leopoldo até a emancipação do município de Campo Bom. Nos anos 60 voltou a usar o escudo no estilo original.

Time de 1953

Fontes: Jornal Correio de São Leopoldo – Jornal 5 de Abril – Diário de Notícias – Correio do Povo – Site do Clube – Arquivo Pessoal

 

O Esporte Clube Rio Branco é uma agremiação do Município de Estrela (RS). A sua Sede fica localizada na Rua Arthur Preussler, 172, no Centro. A equipe alvirrubra foi Fundado no dia 17 de Abril de 1947, com o nome Sport Clube Rio Branco, e registrado no Cartório de Estrela, em 22 de abril de 1950. Seu primeiro presidente foi Max Henrique Erichsen.

A fundação realizou-se na antiga Casa Comercial de Leopoldo Beckmann, na Avenida Rio Branco, 1149, que servia de sede para as reuniões. O objetivo era proporcionar a difusão do civismo e da cultura física, principalmente o futebol amador. O campo de futebol era alugado do proprietário Albino Leonhart, e ficava onde atualmente funciona uma fábrica de calçados. Todo o serviço de organização do clube era feito pelos sócios aos sábados e domingos.

Em 7 de setembro de 1947 o Esporte Clube Rio Branco conquistou a Taça Prefeito Municipal de Estrela e em 20 de fevereiro de 1951 faturou a Taça Tanac. Na década de 50, o clube alterou o nome para Sociedade Rio Branco.

Fonte: Blog Times do Rio Grande do Sul - Airton Engster dos Santos (Pesquisa e texto)

 

O Clube Esportivo Aimoré é uma agremiação da cidade de São Leopoldo (RS). Localizado na Rua Concórdia, 450, Cristo Rei, em São Leopoldo, o ‘Índio Capilé’ foi Fundado no dia 26 de Março de 1936. Seus fundadores foram: Emílio Dietrich, Nelson Presser, João Ignácio da Silveira, Armando Jost, Plínio Hauschild, Orlando Haas, Alcides Cunha, Felisberto Ramos Filho, Rubem Presser, Walter Haas, Aníbal Lopes Diniz, Djalmo Luiz da Silva e Werner Schmidt.

1ª DIRETORIA:

Presidente: João Ignácio da Silveira

Vice-presidente: Frederico Luiz Weinmann

Presidentes honorários: Ernesto Gaspary e Emílio Sander

Primeiro secretário: Anibal Lopes Diniz

Segundo secretário: Nelson Presser

Primeiro tesoureiro: Plínio Hauschild

Segundo tesoureiro: Armando Jost

Capitão-geral e Guarda-sport: Alcides Cunha

Comissão fiscal: Emílio Dietrich, Orlando Haas e Luiz Horn.

PROFISSIONALIZAÇÃO

A primeira partida aconteceu 10 dias após a sua fundação. E o Aimoré começou acabou derrotado por 3 a 1, pelo Voluntários, em 05 de abril de 1936. A primeira vitória aconteceu no segundo jogo, uma semana depois (12 de abril), ao vencer o 20 de Setembro por 3 a 2. Dezesseis anos depois, o Aimoré decidiu dar um passo a frente e decidiu se profissionalizar em 1953 (desenho acima do escudo e uniforme desse ano). A decisão foi tomada após o convite especial do Sport Club Internacional para fazer parte do Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão.

Seis anos mais tarde, o Índio Capilé alcançou sua maior glória, sagrando-se vice-campeão gaúcho de 1959 ao perder para o Grêmio, em Porto Alegre, sendo que o time da capital fez o gol do título em uma jogada irregular, aos 47 minutos da segunda etapa.

 

Anos 60

Ainda na década de 1960, o Aimoré realizou grandes campanhas e revelou um dos maiores meias da história do futebol brasileiro, Mengálvio. Em 1962, o atleta foi adquirido pelo Santos Futebol Clube e foi bi-campeão mundial pela seleção brasileira com a linha ofensiva mais famosa de todos os tempos na

América do Sul: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

Ainda nesta fase o Aimoré viajou pela América em um torneio onde, enfrentou River Plate e inclusive o campeão mundial Boca Juniors em plena La Bombonera. Placar final 1 a 1.

Até hoje o “ninho de cobras” do Aimoré de 1959 é considerado um dos maiores times da história do futebol brasileiro com uma campanha única de 62 partidas e apenas 3 derrotas na temporada.

 

Anos 80

Na década de 1980, o Aimoré experimentou também o sabor das vitórias nas categorias de base. Em 1981 e 1987, o clube conquistou o Campeonato Gaúcho de Juniores (Sub-21). Também nesses dois anos, o elenco profissional foi vice-campeão da Série B do Campeonato Gaúcho.
A partir da década de 1990, o clube não conseguiu repetir o bom desempenho das décadas anteriores e acabou afastado das atividades profissionais, entre 1997 a 2006. Seis anos mais tarde, com o título do Campeonato Gaúcho da Série B de 2012

 

HINO DO CE AIMORÉ (Letra e música de Ary Georg e Danilo Silva)

Aimoré, Aimoré! 
Clube do meu coração 
Torço por ti, vibro por ti 
Com toda minha emoção 

Aimoré, Aimoré! 
Oh! Bravo índio capilé 
Tuas vitórias nos enchem de glórias 
Por ti sempre de pé 

Oh! Aimoré alvi-azul 
Brilhas no Rio Grande do Sul 
És o cacique da taba 
Contigo ninguém acaba. 

ESTÁDIO Monumental do Cristo Rei

Área total do estádio: 46,244,96 metros quadrados.
Área construída: 1.883,00 metros quadrados.
Nome oficial: João Correa da Silveira.
Vestiários: Dois profissionais para visitantes, um profissional para o Aimoré, um profissional para arbitragem e dois para as categorias de base.
Alojamento: Capacidade para hospedagem de 20 atletas profissionais.
Refeitório: Capacidade para 100 pessoas.
Capacidade de público do Estádio: 14 mil pessoas (sentadas).
Quadras de esportes: 2 (futebol de areia, vôlei)
Parque Aquático: Duas piscinas (adulto e infantil). Cercadas por bar, vestiários e área de lazer.
Sede Social: Salão de eventos com bar, sala de estar, cozinha e banheiros.
Valor do Patrimônio : Avaliado em aproximadamente R$ 5 milhões.

Fontes: Jornal Diário de Notícias – Arquivo Municipal de Porto Alegre e São Leopoldo – Hipólito José da Costa – Jornal Correio de São Leopoldo – Site do C.E. Aimoré

 

Comemorativo pelo Cinquentenário: 1961

O Centenário Sport Club Taquarense é uma agremiação da Cidade de Taquara (RS).  no Rio Grande do Sul. O ‘Leão da Encosta da Serra ou Leão Alvirrubro ‘ foi Fundado no dia 30 de Novembro de 1911,  que já contou em seu elenco com Adalberto Pereira dos Santos, vice-presidente do Brasil no mandato do General Ernesto Geisel.

Um clube sem dívidas

Com exatos 103 anos e quatro meses, a ‘saúde financeira’ do Taquarense é de ‘se tirar o chapéu’. Possui um estádio próprio (Estádio Jair e Juarez Lemos, com capacidade para 3 mil torcedores), sem dívidas; as contas estão todas pagas, o patrimônio é todo do clube e para completar a adequação às exigências da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), falta apenas disponibilizar o acesso à torcida visitante, ou seja, recortar o muro e soldar um portão de ferro.

o Taquarense ficou fechado de 1912 a 1917. Depois retornou as atividades até o ano de 1922 quando se filiou a Federação Rio-grandense de Desportos, mas só veio a disputar o Campeonato Gaúcho de 1925. Seguiu participando até 1935, quando se desfilou e só retornou em 1944.

Em 1961, o Taquarense disputou aquela que seria sua melhor participação em um campeonato profissional. Naquele ano, da Segunda Divisão foi alçada à Primeira Divisão, e esta última, foi denominada de “Divisão Especial“. A Primeirona foi dividida em regiões, sendo que o Taquarense conquistou o título da Região 4, que também teve como participantes: Lansul, Lajeado, Estrela, Montenegro e Santa Cruz.

Campeões da Regional 4, o Leão Alvirrubro conquistou o direito de jogar o quadrangular final, que contou com Brasil de Pelotas; SÁ VIANA, de Uruguaiana e ATLÂNTICO, de Erechim. A campanha foi boa, incluindo uma vitória por 3 a 1 no Brasil e um arrasador 7 a 1 no Sá Viana. Porém, as viagens e a maratona de seis jogos em 22 dias, acabaram se fazendo presentes no jogo decisivo contra o Xavante. O time do extremo sul devolveu os 3 a 1 e se consagrou campeão daquele ano.

Como um pesadelo que não abandona, aquela derrota parece ter virado um fantasma para o clube. No ano seguinte, em 62, o futebol profissional fechou as portas e foi reabrir novamente lá pelos anos 70, com passagens toscas e sem importância pelas divisões inferiores. Outras tentativas nos anos 80, mas sem sucesso, acabaram por afastar definitivamente a comunidade do clube.

Em 1982, com o esforço financeiro para contratar reforços do então presidente Aldomiro Pereira dos Santos, o ‘Cabeça’, foi preponderante para deixar o time competitivo, o que acabou rendendo dois vice-campeonatos estaduais – o do Campeonato de Amadores, cujo quadrangular final foi em Taquara, e o do Absoluto, disputado no Estádio Olímpico, em Porto Alegre. Nessa época a competição era extremamente difícil de ser disputada, pois contava com muitas equipes do estado.

No ano de 2002 dia 26 de fevereiro, o clube inaugurou a sua nova sede social, construída no interior do estádio Jair e Juarez Lemos. E no dia 20 de outubro, o Taquarense conquistou o seu maior título: o de campeão estadual amador. O título foi obtido diante do Vila Rosa, de Dois Irmãos. No primeiro confronto da final, em Taquara, o Taquarense venceu por 2 x 1.

Na partida decisiva, disputada sob muita chuva no Estádio da Baixada Rubra, em Dois Irmãos, o jogo terminou em 2 x 1 para os donos da casa, o que garantiu a decisão nas penalidades máximas. Na disputa dos pênaltis, o goleiro Taffarel defendeu uma cobrança e outra bateu na trave. O jogador Sandrinho foi o autor da cobrança de penalidade que deu o inédito título ao Taquarense.

 

TÍTULOS

Campeonato citadino de Taquara: 9 vezes (1922, 1944, 1947, 1949, 1950, 1953, 1954, 1955, 1956)

Campeão da Região 4Primeira Divisão Gaúcha (1961)

Campeão Gaúcho de Juniores – Categoria B (1990)

Campeão Gaúcho Amador (2002)

 

 

HINO – SPORT CLUB TAQUARENSE (https://www.youtube.com/watch?v=qHvsPNOBKN8)

A emoção está no ar, está na vida
Quase não dá para controlar o coração
Taquarense é magia, é história
Entra em campo para mais uma missão

Taquarense teu passado é de glória
Teu presente é de luta e ousadia
Teu futuro vai ser sempre história
Taquarense é esplendor é alegria

Vermelho e branco são as cores da bandeira
Estou contigo na vitória e no tropeço
Tua camisa é simbolo de raça
Taquarense teu orgulho não tem preço

É nobre tua força, tua garra
Tem estrela, tem a força de um leão
Estás na galeria dos melhores
Ser Taquarense é ser sempre campeão

 

Fontes: Federação Gaúcha de Futebol (FGF) – Wikipédia – http://www.cfnt.org.br/hist_taquara/1919.php – YouTube – Site Toca Cancha

 

 

O Foot Ball Club Cachoeira (atualmente a grafia é Cachoeira Futebol Clube) é uma agremiação do município de Cachoeira do Sul (RS). Fundado no dia 24 de fevereiro de 1914, na residência do estudante Henrique Müller Barros, que mais tarde se tornaria médico no município.

No currículo, o Cachoeira possui 11 títulos da zona centro do estado, em 1944, 1948, 1951, 1955, 1959, 1962, 1963, 1969, 1971, 1973 e 1975. Das 11 conquistas, sete foram longe do Estádio Joaquim Vidal.Sagrou-se duas vezes vice-campeão do interior e terceiro colocado no Campeonato Gaúcho, em 1944 e 1948. Sua maior conquista foi em 2001, ao sagrar-se campeão da Terceira Divisão do Campeonato Gaúcho.

Entre altos e Baixos Em 1965 o Cachoeira F.C. desbancou o Grêmio, que era tricampeão gaúcho. Em 1972 o Inter, que era tricampeão gaúcho, acabou sendo surpreendido e perdeu por 1 a 0. Uma década depois, em1982, após ser derrotado pelo Farroupilha por 4 a 2, em Pelotas, a diretoria do Cachoeira, desiludida decidiu encerrar as suas atividades.  Após 17 anos longe dos gramados, o Cachoeira voltou as atividades em 1999.

 

Fontes e Foto: Sérgio Claudio Engel – Site do clube – Fotos Arquivo JP

 

Os efeitos do pós Segunda Guerra Mundial, causaram grandes mudanças no mundo. O futebol também acabou sofrendo. Um bom exemplo, foi o Esporte Clube Novo Hamburgo que alterou o seu nome para Esporte Clube Floriano, que perdurou por cause 25 anos.

Localizado na cidade de Novo Hamburgo, a cerca de 42 kim da capital gaúcha, foi Fundado no dia 1º de Maio de 1911, como Sport Club Novo Hamburgo, por um grupo de funcionários da extinta fábrica de calçados Adams fundou a agremiação.

Sempre no Dia do Trabalhador havia um churrasco de confraternização entre funcionários e diretoria no qual, ao final, o futebol encerrava as comemorações. Naquela época, o esporte começava a se preparar para virar preferência nacional e dezenas de clubes se formaram em todo o Brasil.

Na mesma noite daquele ano, o grupo, tendo à frente Manoel Lopes Mattos, José Scherer, Aloys Auschild, Manoel Outeiro, João Tamujo e Adão Steigleder decidiu-se pela criação do Anilado, como também é conhecido o ECNH em virtude de suas cores – o azul anil e o branco. A primeira diretoria do clube ficou assim estabelecida:

Por muito pouco o clube não se chamou Adams Futebol Clube, mas a corrente vencedora sempre buscou levar o nome da cidade em sua camiseta. Era fundado, então, o Sport Club Novo Hamburgo, que depois viria a ser Esporte Clube Novo Hamburgo.

Sua primeira sede ficava na Avenida Pedro Adams Filho, no bairro Pátria Nova, onde hoje se encontra uma madeireira. Este período foi muito curto, segundo os conselheiros mais antigos. Logo depois o alvianil se mudou para o Estádio dos Taquarais, no Centro da cidade, na Rua Major Bender, permanecendo lá até 1953. Lá, em amistosos ou em jogos oficiais, eram as rivalidades que falavam mais alto, suplantando a técnica ou qualquer esquema de jogo, sobretudo quando o confronto era com o Esperança, quando a rivalidade era, não raro, extra-campo.

Em 1942, o Sport Club Novo Hamburgo tinha uma dimensão relevante, a ponto de ter se tornado o vice-campeão do estado do Rio Grande do Sul. Contudo, a pressão exercida pelo Estado Novo naquele período de intensa repressão a representações que remetessem à nação alemã fez-se sentir.

Efeitos da 2ª Guerra faz o clube mudar o nome para E.C. Floriano

Durante a guerra, quem falava alemão não era bem visto pelas autoridades, que impuseram a mudança do nome dos clubes e escolas, além da proibição do uso e do ensino da língua alemã em todas as atividades públicas e, mesmo, privadas.

Essa onda de mudança e de aportuguesamento dos nomes chegou mesmo a ameaçar a cidade, que quase mudou de nome para Marechal Floriano Peixoto, em uma homenagem forçada ao Marechal Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro, o segundo Presidente da República do Brasil e um militar de linha dura. Em 1944, o Sport Club Novo Hamburgo, porém, não resistiu à pressão política e houve a transformação para Esporte Clube Floriano.

Essa pressão pela mudança de nome pode ser compreendida como uma das manifestações da influência das ideias fascistas no Brasil, especialmente no que se refere à sua perspectiva de uniformização da cultura nacional. Esse nome permaneceria no clube até 1968, quando o clube retornou às origens, aportuguesando seu nome para o atual Esporte Clube Novo Hamburgo – ECNH.

Fontes: Wikipédia – Jornal Correio do Povo – Diário de Noticias – Revista O Globo 

 

 

O Sport Club Americano foi uma agremiação da Cidade de Porto Alegre (RS). A equipe alvigrená foi Fundado no dia 04 de Julho de 1912, sob a denominação Sport Club Hispano-Americano. Foram seus fundadores: Jacinto Losano, João Ray, Bernardo Serrano, Erwin Siegmann, João Siegmann, Paulo Manchon, Manoel Manchon, André Ibañez, Reynaldo Preuss, Honório Ouriques e Napoleão Salatino.

O SC Americano existiu por quase três décadas tendo como o melhor resultado o título inédito o Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão de 1928. Vale ressaltar, que o Americano também possui o Tri do Campeonato Citadino Porto-alegrense: 1924, 1928 e 1929.

HISTÓRIA

Em 1913, o nome do clube é alterado para Sport Club Americano. No ano seguinte, ingressou na Liga de Foot-Ball Porto Alegrense, a qual abandonaria em julho de 1914, para criar a Associação de Foot-Ball Porto Alegrense, juntamente com Frisch Auf, Grêmio e Fussball Porto Alegre.

Com a unificação do futebol de Porto Alegre, em 1916, fundou-se a Federação Sportiva Riograndense, e o Americano foi integrado à 2ª Divisão da capital gaúcha. Participou da fundação da Federação Porto Alegrense de Foot-Ball, em 1918.

Em 1924, o Americano filiou-se à Associação Porto Alegrense de Desportos (APAD), pela qual conquistaria os campeonatos de 1924 e 1928. Neste ano, o clube sagrou-se campeão estadual, ao vencer o Bagé por 3 a 0, no dia 24 de outubro.

Em 1925, o Americano adquiriu posse do terreno onde foi construído o seu campo, situado na Rua Larga, próximo ao bairro da Azenha. A inauguração oficial ocorreu no dia 25 de abril de 1926, derrota para o Internacional por 3 a 0.

No início de 1929, o Americano desliga-se da APAD e, juntamente com Grêmio, Internacional e outros clubes de Porto Alegre, cria a Associação Metropolitana Gaúcha de Esportes Atléticos (AMGEA). Neste mesmo ano, o clube é novamente campeão citadino. Porém, ficou de fora do Campeonato Gaúcho, pois a Federação Riograndense de Desportos indicou o campeão da APAD – o Cruzeiro – para a disputa da competição estadual.

No final de 1934, uniu-se à Federação dos Estudantes Universitários de Porto Alegre, passando a se chamar Americano-Universitário. Em 1935, conquistou o Torneio Início de Porto Alegre. Em 1937, vários clubes rompem com a AMGEA, criando a “AMGEA Especializada“, numa tentativa de profissionalizar o futebol gaúcho. O Americano, porém, mantém-se fiel à AMGEA (agora conhecida como “AMGEA Cebedense”), sendo vice-campeão do campeonato organizado pela entidade, em 1937. Aderiu à “AMGEA Especializada” no ano seguinte.

No início da década de 1940, o Americano passou por severas crises financeiras. O clube tentou uma fusão com o Foot-Ball Club Porto Alegre. Porém, a fusão não progrediu e o Americano decretou a falência, sendo extinto em 1941.

Fontes: Jornal Correio do Povo – Diário de Noticias – Revista O Globo – Acervos do Museu da Comunicação Hipólito José da Costa e Arquivo Municopal de Porto Alegre – Moyses Velhinho – Wikipédia 

 

O Grêmio Atlético Capitão Salomão foi uma agremiação da cidade de São Leopoldo (RS). O clube alvianil foi Fundado no dia 15 de Junho de 1936, em Porto Alegre. Contudo, no ano seguinte (1937), tanto o Batalhão quanto o time se mudaram para a cidade de São Leopoldo.

O GA Capitão Salomão, que pertencia ao 3º Grupamento de Artilharia de Dorso, fora fundado para a prática de Atletismo, Esportes Equestres e o futebol. Atualmente esta unidade se denomina como 16º Grupamento de Artilharia de Campanha; auto propulsado; 16º G.A.C./AP.

 

Nome, Estádio e Fundadores

A escolha do nome do clube foi uma homenagem ao José Agostinho Salomão Rocha (Sergipe, 1855 — Canudos, 4 de março de 1897), conhecido por Capitão Salomão (Foto Acima), que foi um dos heróis na ‘Guerra de Canudos‘, no Sertão Nordestino. Posteriormente recebeu o título de ‘Patrono da Arma de Artilharia’.

O seu Estádio era o campo da Avenida Três de Outubro, conhecido por ‘Chácara dos Maricás’ ou ‘Estádio da Montanha’. O GA Capitão Salomão teve os seguintes Fundadores:

Capitão Otávio de Menezes Povoá;

Subtenente Carlos Ginitz;

Juvelino Trindade;

Sebastião do Carmo;

Omar Scelio (jogador do time);

Ovídio Leão (jogador do time);

Carlos Pinto (jogador do time);

 

Os times-base entre as décadas de 30 a 40

Em 1937: Hugo; Omare e Matte; Pinto, Monte e Assis; João, Edgar, Ovídio, Rubim e Moacir.

Em 1939: Vieira; Lacy e Omar; Fonseca, Darcy e Waldemar; Domingos, João, Edgar, Ovídio, Moacyr.

Em 1940: Vieira; Nenê e Omar; Décio, Foguinho, Idemar (Ovídio), Timóteo, Lima, Negrito e Homero.

Em 1941: Vieira; Nenê e Omar; Fogo, Dárcio e João; Timóteo, Negriso, Grisa, Ovídio e Homero.

Em 1942: Vieira; Carneiro e Omar; Plauto, Winter e Piato; Homero, Negrito, Grisa, Ovídio e Arno.

Em 1943: Ovo; Omar e Carneiro; Athanzio, Plauto e Picão; Homero, Negrito, Grisa, Velho, Baianinho.

Em 1944: Ovo; Omar e Moeller; Picarelli, Carnera, Winter, Ovídio, Negrito, Grisa, João e Gringo.

Em 1945: Ovo; Omar e Cristiano; Jaú, Jesus e Scheidt; Maravilha, Ivo, Grisa, Pita, Rui.

Em 1946: Ovo; Laci e São Paulo; Erico, Edenor e Engelck; Romano, Soares, Grisa, Ovídio e Mattos.

 

Anos 50: GA Capitão Salomão é extinto

Durante 14 anos o GA Capitão Salomão existiu até o ano de 1950, quando fechou às portas. Nesse período em que esteve na ativa, participou do Campeonato Gaúcho ‘Regional’, da 1ª Região, de 1936. Mas acabou eliminado pelo time do CADEM, de São Jerônimo pelo elástico escore de 8 a 3. Em 1942 e 1944, disputou o Campeonato Gaúcho de Amadores. Os títulos conquistados aconteceram nos anos de 1939, 1942 e 1944, quando foi campeão do Campeonato Citadino de São Leopoldo.

  

Fontes: Jornal Correio do Povo – Diário de Notícias – Museu da Comunicação Hipólito da Costa – Jornal Correio de São Leopoldo

 

Segue o escudo do Grêmio Atlético Farroupilha, utilizado pelo clube entre os anos de 1942 e 1945.

Fonte: Douglas Marcelo Rambor

 

O Clube Esportivo Aimoré é uma agremiação da Cidade de São Leopoldo (RS). A equipe alvianil foi Fundado no dia 26 de março de 1936. Abaixo fotos de como eram o escudo e uniforme na década de 30.

 

 

Fonte: Acervo pessoal de Douglas Rambor

 

Segue escudo do Quarahy F.B.C. na década de 1930, disponibilizado pelo colega Douglas Rambor.

 

O jogo dos sabres-parte final

A atmosfera do jogo São Leopoldo, cidade de fácil acesso

Os jornais da capital únicas testemunhas existentes do acontecido trazem em bons relatos do que era o futebol na década de 20.dizia assim sobre a partida certo periódico existente na época;

As 20h (dia anterior) o Nacional, puxado pela banda de música do 8º B.C. foi ao Hotel Brazil cumprimentar a missão do SC Juvenil.

Prossegue o relato

Falou em nome do SC Nacional o advogado Octaviano de Paula, tendo este agradecido em termos elevados o Sr. tem Caldas Braga, em seguida o Nacional convidou a missão do Juvenil para tomar um copo de cerveja no Café Sport.

Vai decorrendo com raro brilhantismo e entusiasmo as pugnas do “campeonato do estado”, disputado pelo patrocínio da Federação Rio-Grandense de Desportos, entidade diretora dos desportos terrestres do rio grande do sul.

Sobre os clubes locais dizia assim o jornal;

Pelo valor dos combatentes, pelo preparo das duas turmas e sobre tudo pela velha rivalidade desportiva entre ambos existentes.

Dizia ainda o velho informativo;

Em Caxias e em São Leopoldo se faziam grandes apostas sendo uma nas cores alvirrubras outra nas cores auriverdes.

Ainda no preparo da atmosfera reinante visando ilustrar a importância da partida relata mais uma vez o “correio” porto alegrense.

Mas esta pugna não interessou apenas os desportistas das cidades campeãs, nos arredores destas cidades assim como na capital, todos se interessavam de maneira especial pelo prélio.

O jornal fala do estádio estar repleto de aficionados (falam se de 3 a 4 mil pessoas) devido ao fácil acesso a cidade de São Leopoldo, estiveram presentes pessoas dos distritos da cidade, dos municípios de taquara, Caxias, Novo Hamburgo e porto alegre; a partida começou as 15h 30, sendo arbitrada pelo senhor Manoel Marques de Souza; juiz da federação; auxiliado por Luiz Palhares e Joaquim Machado; por assim estavam postadas as equipes;

Nacional;

Bugio, Rubem, Waldemar, Puchulu, Menna, Conceição, Ivo, Ferraz, Encrenca, Toco e Cabrito

x
Picchi, Minguelli, Pesce, Tarouco, Victor, Casara, Cyrillo, Rodrigues, Darrigo, Gilberto e Monteiro

Juvenil

Primeiro tempo – um jogo parelho

Estavam também presentes nas tribunas de honra o presidente da federação, Sr. Antenor Lemos, o intendente municipal, membros da imprensa e demais graduados.
A partida começa agitada com grande pressão do Nacional sendo várias cargas repelidas pelo ótimo zagueiro Minguelli do Juvenil, mais aos 4 minutos de jogo Ivo escapa pela direita passa a bola para Ferraz este avança para dentro da área e cruza para Ivo de cabeça arrematar o primeiro tento da partida.um minuto depois a partida já toma ares de nervosismo quando Ferraz faz violenta falta no goleiro Picchi do Juvenil, a partir dali a partida fica equilibrada com defesas do goleiro Bugiu e do zagueiro Minguelli, aos 36 minutos Cabrito entra na área dribla Minguelli e marca o segundo tento da partida; dois minutos depois a Juvenil ataca sendo que o zagueiro do Nacional comete um “hand” este batido por Darrigo (tido como jogador aguerrido e briguento, porem atleta símbolo do Juvenil ao qual dedicou boa parte de sua carreira) resulta no gol do Juvenil terminando assim o primeiro tempo.

Segundo Tempo – O Peso Da Disputa

No segundo tempo o jogo torna-se pesado, com 5 minutos o arbitro pune o Nacional com 4 “fouls” e o Juvenil com 3. Aos 8 minutos Ferraz atira violento “shoot” Picchi tenta impedir a queda de sua cidade, não consegue. Assim está assinalado o 3º gol do Nacional, a torcida enlouquecida aplaude os “players” do Nacional. Ainda na ovação das palmas cabrito fecha a tampa do caixão do Juvenil, os caxienses duplicam seus esforços para descontar o escore porem o Nacional se encontra em grande tarde. Faltando 6 minutos para encerrar a partida, registra-se um incidente entre os atletas Puchulu do Nacional e Darrigo do Juvenil, sendo que os dirigentes de ambas as equipes entram em campo para conter os ânimos até o presidente da federação intervém, porem isso não termina por assim dizer.

Parte Final – Sabres E Espaldeiradas

Quando os ânimos já estavam quase serenados eis que entra em campo o delegado de polícia municipal de São Leopoldo, este apossa-se do sabre de um policial, com o sabre em riste, investe contra os “Juvenilistas”,o gesto e imitado pelos demais policiais, tal como uma carga de cavalaria, daquelas que vemos nos filmes de faroeste, os “brigadianos” agridem os caxienses com “espaldeiradas” sendo somente separados pelos próprios jogadores do Nacional na figura de seu “capitain”, Sr. Ruben Correa, que interpela em favor de seu rivais, a muito custo serenado os anseios dos combatentes, por nenhum momento se quer dos 6 minutos faltantes que foram disputados o Sr. delegado guardou o sabre que tirara do policial, não houve alternância no placar, Nacional 4×1 Juvenil. O fato foi muito mal visto pela crítica de época o Sr. Ten. Carlos Braga vice-presidente Da associação caxiense telegrafou a federação queixando se dos acontecidos porem nada a mais que uma advertência foi feita pela mesma aja visto que não era culpa do SC Nacional pela má conduta da polícia local. Entre os principais jogadores dos clubes foram destacados Darrigo e Minguelle, excelente zagueiro caxiense, pelo Nacional Ruben, Toco, Ivo e Ferraz.
O Nacional acabaria campeão da zona nordeste sendo eliminado pelo Inter nas finais, o Juvenil nunca mais disputou um regional decaiu nos dois anos seguintes e fechou em 1933. O Nacional também fechou em 1954 quando se fundiu com o GE Leopoldense, o tal delegado não sabemos o que dele foi feito por certo continuou espaldeirando por alguma cidade de interior, já o futebol do rio grande do sul, haaa!!!! Este continuaria com muitas espaldeiradas, sururus e histórias para contar.

 

Ola pessoal, primeiramente agradeço a todos os membros e nao membros que me felicitaram pela participaçao no blog,a voces meu muito obrigado.
tentando enriquecer ainda mais a ja vasta historia contida nesta pagina venho trazer uma pequena demostraçao do humilde trabalho que desejo fazer assim que terminar minhas pesquisas sobre o historia do futebol gaucho levando em enfase o campeonato regional ,principal pretençao de disputas dos clubes do interior e da capital na epoca.
em uma serie que poderia intitular se ,”grandes sururus” do futebol gaucho trago aqui o que passei a chamar de “o jogo dos sabres”
aconteceu no dia 19 de agosto de 1927,jogo valido pelo campeonato estadual de foot-ball do rio grande do sul,zona nordeste segunda regiao…ufa!!!
se enfrentariam na cidade de sao leopoldo as equipes do SPORT CLUB NACIONAL x SPORT CLUB JUVENIL,era a primeira e unica vez que o juvenil passava pelo juventude na disputa do citadino,campeonato este que contava ainda com o s.c americano,s.c luzitano.juventude e juvenil venceram seus adversario e decidiram o citadino ,na parte metropolitana,no dia 31 de julho,a partida foi disputada no estadio quinta dos pinheiros,reduto do juventude,a partida estava 2×1 pro juvenil quando a cronometrista da partida encerrou o jogo 7 minutos antes,gerando grande confusao.mais tarde ja comemorando o titulo o juvenil proporsionou uma festa onde inesperadamente membros do juventude apareceram na festa sem convite,tudo levava a parecer que ali se instalaria um briga generalizada,porem os esmeraldinos anunciaram aceitar o resultado, abrindo mao de jogar o restante da partida,felicitando o juvenil pelo titulo de campeao da cidade na parte metropolitana,isso porque a forma de disputado “caxiao” previa o enfrentamento do campeao da cidade x campeao do interior.na disputa do interior estavao escritos oas equipes do s.c serrano de carlos barbosa e o c.sportivo b.g de bento gonçalves,portando a verdadeira final foi entre juvenil x serrano,o juvenil venceupor 2×1 ,agora sim era o campeao caxiense de fato.ja o nacional ao qual nao temos os detalhes do citadino,disputava o certame com as equipes do rio branco f.b.c,g.s leopoldense e guarany f.b.c.
feito o relato dos citadinos, ja pela segunda regiao o juvenil eliminou a forte equipe do s.c novo hamburgo,entao pela primeira vez disputando um regional como municipio(fazia parte de s.leopoldo ate1927) em duas acirradas disputadas no dia 14 de agosto no campo do juventude resultado de 1×1,no jogo desempate no dia seguinte vence o juvenil por 2×1,ja o nacional enfrentara e vencera jogando em taquara na praça de esportes da rua federaçao,o s.c taquarense,por 3×2.sendo assim a tabela marcava o enfrentamento do vencedor do jogo 1 versus vencedor do jogo 2 ;marcado o macht para o dia 18 de agosto em sao leopoldo no estadio chacara das paineiras,reduto do nacional, no tempo normal 0×0 terminando assim dizia a regra que deveria ser disputada a prorrogaçao com dois tempos de 10 minutos,neste interim cada clube fez um gol,nao havendo vencedor a ja com falta de luz solar a partida foi encerrada e marcado jogo desempate para o dia seguinte….. continua na proxima postagem.

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