A Sociedade Sportiva Linhas e Cabos foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado dia 17 de Setembro de 1920, por funcionários do setor de instalação e manutenção dos cabos elétricos da Companhia Light: a Light & Power (atual: AES Eletropaulo).

PRAÇA DE ESPORTES

O seu primeiro campo, nos anos 20, ficava localizada na Rua Glycerio, nº 24. Na década seguinte a sua da Praça de Esportes passou para a Avenida do Estado, nº 10. Ambos ficavam no Bairro Várzea do Glicério ou Baixada do Glicério – Centro de São Paulo (SP).

CORES

Na sua primeira década de existência (anos 20), as suas cores era o vermelho e branco recebendo a alcunha de “Vermelhinhos“. Já em meados da década de 30, o clube com a nomenclatura aportuguesada (Sociedade Esportiva Linhas e Cabos) alterou as cores para alvinegro, sendo chamado diversas vezes como “Alvi-preto“.

SEVERINO GRAGGIANI: ‘O idealizador do 1º Jogo Noturno’

Falar da história de quase duas décadas e meia da Sociedade Sportiva Linhas e Cabos sem mencionar o nome do presidente Severino Rômulo Graggiani seria ignorar um fato histórico para o futebol paulista e quiçá brasileiro.

O fato de uma das alcunhas do clube ser chamado de o “Bando do interventor Severino” ou deste nobre homem ter até hoje um busto na Praça Charles Miller, diante do Estádio do Pacaembu, diz que Severino Rômulo Graggiani teve um papel de destaque.

Ele foi o idealizador e responsável pelo 1º jogo noturno realizado em São Paulo. A história começou em 1923. Era véspera de São João. As fogueiras ardiam em muitos quintais e os balões pontilhavam o céu ofuscando as estrelas.

Mas não era só em função disto que o Cambuci estava mais iluminado que de costume, naquela noite fria de sábado, no dia 23 de junho de 1923. Algo de novo acontecia: 22 homens disputavam uma bola de capotão marrom em um campo rodeado por refletores acesos (sob a iluminação dos faróis de 20 bondes). Tratava-se do primeiro jogo de futebol noturno iluminado por luz elétrica.

A idéia partiu de Severino Rômulo Gragnani, funcionário da Light e membro da Sociedade Esportiva Linhas e Cabos, clube pertencente aos empregados da companhia canadense. Os próprios jogadores se encarregaram de instalar dez projetores de mil watts cada nas laterais do campo, a uma altura de 16 pés, e dois refletores com 10 lâmpadas de cento e 50 watts em cada uma das extremidades, a uma altura de 25 pés.

Falecido em 1951, Severino Rômulo Gragnani foi postumamente homenageado – treze anos depois (1964), um busto de bronze, assentado sobre uma coluna de pedra, foi solenemente inaugurado na lateral esquerda do portão principal do estádio do Pacaembu.

Por ironia, os lightianos apenas puderam comemorar o pioneirismo: a partida terminou com a vitória da Associação Atlética República por 2 a 1, na Praça de Esportes, na Rua Glycerio, nº 24, em Várzea do Glicério, no Centro de São Paulo.

Um segundo jogo noturno foi realizado na véspera do natal de 1923, e nele verificou-se novamente um problema já ocorrido na primeira disputa: quando a bola, marrom (couro natural), saía dos focos de luz, ficava difícil encontrá-la.

No embate seguinte, ocorrido em 12 de janeiro de 1924, um anônimo componente da S. E. Linhas e Cabos deu uma ideia consagradora: pintar a bola de branco (Por motivos desconhecidos, não se encontra até hoje o resultado dessas duas partidas).

Busto de Severino Graggiani, na Praça Charles Miller, em frente do Pacaembu

TRÊS EDIÇÕES NA SEGUNDONA PAULISTA

Em 1926, se filiou na Liga de Amadores de Football (LAF). Após um desentendimento com a LAF, a SS Linhas e Cabos acabou sendo excluída. Assim, em julho de 1927, a SS Linhas e Cabos se filiou a Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA).

Durante esse período, o clube participou de três edições do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, nos anos de 1926, 1932 e 1933. A Sociedade Sportiva Linhas e Cabos sobreviveu até abril de 1943 quando encerrou suas atividades devido a despesas e diminuição de seus sócios, o que tornava inviável a sua manutenção.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE

Até 1939, o clube seguia sendo chamado de Sociedade Sportiva Linhas e Cabos. A Associação Atlética Light & Power, Fundada em Março de 1930, já existia. Tendo, inclusive, enfrentado a SS Linhas e Cabos, no dia 11 de março de 1937, em comemoração pelo sétimo aniversário da AA Light & Power. Em resumo, até 1939, não encontrei nenhum indício de que as duas equipes se fundiram.

Time base de 1926: Adolpho; Zupallo e Ismenio; Gernymo, Vieira e Canhoto; Antonio, Perillo, Francisco, Pastoril e Albano.

Time base de 1937: Jaguaré; Zezé e Chaney; Messias, Maneco e Landé; Filó, Tito, Francisquinho, Pancini e Sebastião.

 

 FONTES: Almanaque do Futebol Paulista de 2001, de autorias de Jorge Farah Neto e Rodolfo Kussarev Jr. – São Paulo Minha Cidade – Correio de São Paulo – Correio Paulistano 

 

 
O time de críquete do clube

O time de críquete do clube

Em uma época quando frequentar clubes era uma novidade ainda restrita aos estrangeiros que chegavam ao Brasil para trabalhar, um grupo de ingleses, liderado por George E. Cox e Basil Freeland, fundou em 15 de agosto de 1897 em Niterói o Rio Cricket and Athletic Association. O objetivo era ter um espaço próprio para a prática do cricket e do tennis de grama, onde pudessem também promover encontros para um chá ou whisky. O surgimento do novo clube tem relação direta com um importante evento histórico do país, a Proclamação da República, ocorrida no dia 15 de novembro de 1889.

Fundado com o nome de Rio Cricket Club, em 15 de agosto de 1872, o clube mudou de nome e de endereço algumas vezes. No início, ocupava um terreno na Rua Paysandu, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que era alugado pelo Conde d’Eu, marido da princesa Isabel. Com o advento da República, todos os imóveis da família real foram desapropriados, e o terreno utilizado pelo clube foi incorporado pela União em 1890.
Com o aluguel não renovado, o Rio Cricket ficou sem “casa”. O fato, combinado com a apatia dos associados, provocou a primeira cisão no clube, o que resultou no surgimento, em abril de 1892, do Clube Brasileiro de Cricket. O Banco da República, que geria os imóveis da família real, permitiu ao Rio Cricket utilizar o terreno como empréstimo. Em 1895, os dois clubes voltariam a ser um só, chamado Clube Brasileiro de Cricket. No início de 1897, o Banco da República colocou o terreno emprestado à venda, e alguns sócios decidiram adquirir um imóvel próprio, o que se deu em Niterói. Surgiu então o Rio Cricket and Athletic Association.
O Banco da República não conseguiu vender o terreno, e o Clube Brasileiro de Cricket continuou utilizando-o. Como forma de reforçar a ideia de que a área usada na rua homônima atendia perfeitamente aos seus associados, em 1899 passou a se chamar Paysandu Cricket Club. E, a partir de 1916, mudaria o nome novamente, para Paysandu Athletic Club.
Coube a um de seus associados, Oscar Cox, filho de George Cox, também seu fundador, lançar a semente da prática do futebol no Rio de Janeiro em 1898. Oscar treinaria duas equipes, uma formada por jogadores do Rio Cricket e a outra composta de atletas do Paysandu e de outros jogadores, que recebeu o nome de Rio Team. Em 22 de setembro de 1901, foi realizada a primeira partida de futebol com regras, bola e campo oficiais no estado do Rio de Janeiro.
Para serem aceitos na Liga Metropolitana de Football, que organizaria a primeira edição do campeonato carioca em 1906, o Rio Cricket e seu coirmão Paysandu precisaram incluir em seu estatuto a prática do futebol.
A estreia da equipe de Niterói aconteceu em 6 de maio, na goleada de 7 a 0 contra o Football & Athletic. O Rio Cricket fez uma boa campanha e ficou na terceira colocação entre as seis equipes participantes. A partida decisiva para o título, conquistado pelo Fluminense, foi em seu campo, no dia 14 de outubro, quando foi derrotado por 4 a 1. A partir de 1908 passou a fazer parte da Liga Metropolitana de Sports Athléticos, realizando campanhas regulares, sem grandes destaques, enquanto o Paysandu chegou a conquistar o título estadual em 1912. Ao longo dos anos a maior dificuldade do clube foi encontrar atletas dispostos a atuar pela equipe, o que nem sempre havia entre os associados.
Com a Primeira Guerra Mundial, mais de 50 sócios deixaram o Brasil para servir o país de origem no conflito. O que foi no primeiro momento motivo de orgulho pela causa patriótica e abnegada, logo se transformou em tristeza, à medida que notícias ruins chegavam da Europa.
No campeonato estadual de 1915, o Rio Cricket venceu apenas duas das dez partidas realizadas, uma delas por W.O. (Walkover) – o adversário São Cristóvão não apareceu. Último colocado na classificação geral, o clube teve a chance de escapar do rebaixamento ao enfrentar o campeão da segunda divisão, o Andarahy. A primeira partida acabou empatada em 2 a 2, o que provocou a realização de outro jogo.
Os desfalques no time inglês continuaram a crescer. O meio-campista Whitton, por exemplo, dias após o primeiro confronto, retirou-se e foi para a guerra. A segunda partida também terminou em empate. Na terceira e decisiva, a derrota por 4 a 2 definiu o rebaixamento do Rio Cricket. Em 16 de maio de 1917, ele oficializaria a saída da liga e não mais voltaria a participar do campeonato estadual, passando apenas a manter equipes amadoras.Fonte: Aventuras na História

 
 

16º Aniversário do Club Sportivo América – São Paulo-SP, no ano de 1930

Atualmente durante o campeonato paulista de 1930.

 

Fonte: jornal “A Gazeta”.

 

Fonte: jornal “Diario Nacional”

 

Esta postagem é apenas para complementar o artigo anterior e esclarecer que na cidade de Campo Mourão existem duas equipes com a mesma nomenclatura. Segue abaixo a história de cada uma.

SPORT CLUB CAMPO MOURÃO

Curiosidades:

- Para a disputa do seu primeiro campeonato, a 2ª divisão de 1989, a equipe foi inscrita com o nome de Cruzeiro. Na verdade foi utilizado apenas o CNPJ desta equipe. Podem verificar que a data de abertura do CNPJ é de 11/06/1975, sendo modificado posteriormente. Contudo a equipe que entrou em campo sempre foi o Sport.

- A fundação oficial da equipe é 31.07.1989, contudo seu primeiro jogo foi realizado em 01/05/1989. A estréia no campeonato da 2ª divisão ocorreu em 11/06/1989.

- A equipe foi promovida a 1ª divisão de 1990 graças a um convite da federação que aumentou o número de participantes da divisão principal do estadual.

 

SPORT CLUB DE CAMPO MOURÃO

Curiosidades:

- Da mesma for que seu antecessor o novo Sport utilizou a estrutura de uma equipe amadora para entrar no profissionalismo, porém com uma diferença, foi tirado um nono CNPJ. A equipe do E.C. Hawaí Campo Mourão ainda possui CNPJ ativo.

- Na tentativa de se identificar com o antigo Sport, nas temporadas 2013-2014 a equipe utilizou um escudo muito parecido com do seu antecessor e nele constava a data 31.07.1989 em referência a data de fundação do mesmo.

Fontes:

Site da Receita Federal

Livro Nos campos do Mourão de Raoni de Assis

Arquivos do autor.

 

Na data de 17 de fevereiro de 1954, o São Caetano Esporte Clube, da cidade de São Caetano do Sul, juntou-se ao Comercial Futebol Clube, da Capital, para dar origem a Associação Atlética São Bento.

Essa Associação nada tinha a ver com a antiga Associação Athletica São Bento da Capital. Apenas as cores de seu uniforme, que eram azul e branco.

A fusão durou apenas quatro anos e, sob a denominação de Associação Atlética São Bento, o clube disputou o campeonato paulista da primeira divisão nos anos de 1954, 1955, 1956 e 1957.

Em 1957 a fusão foi desfeita e tanto o Comercial Futebol Clube quanto o São Caetano Esporte Clube voltaram a suas antigas denominações.

Fontes:

São Caetano Esporte Clube – site do clube;

Almanaque do Futebol Paulista

São Caetano Esporte Clube – 100 Anos de Atividades – Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul

Jornais “Correio Paulistano” e “ A Gazeta”

 

 

O SÃO CAETANO ESPORTE CLUBE foi fundado no dia 1º de maio de 1914 e, atualmente, possui sua praça de esportes e sua sede na Rua Ceará, número 393, no bairro Fundação, na cidade de São Caetano do Sul.

No dia 1º de maio de 2014, o clube completou seu primeiro centenário.

 

O clube nasceu de uma fusão entre o Clube dos Amigos e o Rio Branco. Naquela época, São Caetano do Sul era, basicamente, um bairro, denominado Fundação, com algumas casas e pouco comércio E, por questão de espaço, dois clubes era um exagero para o local, sendo que os jogadores chegavam a defender os dois clubes, e isso não agradava as torcidas.

Então, o melhor a fazer foi marcar um jogo entre os dois clubes. Quem perdesse fechava e quem ganhasse seria reconhecido como o clube da cidade.

Na data de 1º de maio de 1914, uma sexta-feira, ocorreu o dia da fusão. O Clube dos Amigos venceu por 3 a 0. O sobrado da Rua Perrela foi o local escolhido para a reunião de fundação e, por um tempo, sede do clube.

A escolha do nome do clube seria algo que lembrasse a região da maioria dos fundadores que eram imigrantes italianos, mas então, com o consenso de todos, “por que não dar o nome da cidade ao time”?

Então nasceu o SÃO CAETANO ESPORTE CLUBE.

Seu primeiro estádio ficava na Rua Paraíba e se chamava Conde Francisco Matarazzo, com capacidade para 600 pessoas.

Esse estádio foi inaugurado no dia 1º de maio de 1937, em partida feita contra uma seleção da APEA.

O São Caetano Esporte Clube foi, por duas vezes, campeão do interior: nos anos de 1928 e 1941,

Disputou o campeonato paulista por 21 vezes, sendo que nos anos de 1935 e 1936, na primeira divisão.

Na data de 17 de fevereiro de 1954, fez fusão com o Comercial Futebol Clube, de São Paulo-Capital, originando a Associação Atlética São Bento, que durou apenas quatro anos.

A Prefeitura construiu rapidamente um novo estádio que foi doado para a nova Associação. Esse estádio recebeu o nome de Anacleto Campanella, o prefeito da cidade.

Sob a denominação de Associação Atlética São Bento, o clube disputou o campeonato paulista da primeira divisão nos anos de 1954, 1955, 1956 e 1957.

Em 1957 a fusão foi desfeita e o clube voltou a se chamar São Caetano Esporte Clube, que nada tem a ver com a Associação Desportiva São Caetano.

Atualmente o clube se dedica a vários esportes, dentre eles a prática do Voleibol que é reconhecido como um dos principais modelos na formação e revelação de jogadoras.

 

Fontes:

São Caetano Esporte Clube – site do clube;

Almanaque do Futebol Paulista

São Caetano Esporte Clube – 100 Anos de Atividades – Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul

Jornais “Correio Paulistano” e “ A Gazeta”

 

 

Após o título Pernambucano o Santa Cruz fez uma excursão em Manaus, em fevereiro de 1947,onde realizou quatro amistosos diante do Tijuca Clube, Nacional (campeão Amazonense),  Olímpico Clube e finalizando enfrentado a Seleção Amazonense, todos as pelejas foram disputadas no Estádio Parque Amazonense, em Manaus.

No todo foram duas vitórias e duas derrotas, marcando oito gols e sofrendo 11. A estreia foi diante do Tijuca Clube, vencendo pelo placar de 2 a 1, com uma Renda de Cr$ 22.500,00. Na segunda apresentação, entre os campeões de Pernambuco e do Amazonas, num jogo com oito gols, melhor para o Nacional que superou o Santa Cruz por 5 a 3, com uma Renda de 25.000,00.

Na terceira partida, o Tricolor pernambucano voltou a vencer. Desta vez em cima do Olímpico Clube por 3 a 2. E, no seu último compromisso na capital amazonense, derrota por 3 a 0 para a Seleção do Amazonas.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

NOME: MADUREIRA ESPORTE CLUBE

CIDADE: Curitiba – PR

FUNDAÇÃO: 03 de abril de 1937

CORES: azul – branco

HISTÓRICO: Foi fundado por um grupo de esportistas e a escolha do nome foi decidida em votação apertada. O nome foi uma sugestão do fundador Breno Vivas que quando jovem morou neste bairro carioca. O clube foi um dos fundadores da 3ª divisão em 1938. Seu principal título foi o de campeão amador invicto em 1941 e vice-campeão em 1952.

 

Madureira Esporte Clube (Curitiba - PR) - 1956

 

Campos Salles  equipe fundada em 30 de março de 1916 no Município de Vila Velha. Foi a primeira equipe de futebol registrada nesta cidade, o nome é em homenagem ao 3º presidente da República.
A sede do clube ficava no Bairro Olaria, onde hoje se localiza o Hospital Maternidade Dr Antônio Bezerra (Maternidade de Vila Velha), Durval Araújo (Dongo), Aureliano Falcão Filho e Carlos Queiroz. estavam entre os fundadores.

A estréia do Campos Salles foi com empate em 2×2 contra uma equipe da capital  Vitória, Carino marcou o 1º gol da história da equipe, e foi de seus pés também o 2º gol, a equipe buscava um empate após sofrer 2×0 na 1ª etapa.

O Campos Salles por pouco não se tornou um dos fundadores da federação de Futebol do Espírito Santo. Acabou não participando das últimas reuniões e no ano do 1º estadual em 1917 disputou a série B.

Uma passagem marcante do clube foi em uma partida diante do Vitória Futebol Clube, então campeão estadual dentro de seus domínios no Estádio Salvador Venâncio da Costa, a vitória do Campos Salles algo impensável naquele tempo deu vida a uma canção, “Campos Salles, Campos Salles,/ É um team de memória / [verso não encontrado] / Deu fumaça no Vitória”. fumaça era equivalente a goleada hoje em dia.

O Campos Salles Football Club , foi quem abriu as postas em Vila Velha para o clubes futebol organizados, depois deles vieram o Botafogo ,Vasco Coutinho, Vasco da Gama, Santos, América, Social, Olímpico, Ideal, Tupy e Vila Velhense(dos anos 30 não o atual).

A primeira partida oficial do Campos Salles foi na primeira partida da segunda divisão do capixaba, e estreou com vitória por 4×2 sobre o Tiradentes Football Club, Carino foi o destaque do Campos Salles marcando 3 vezes.

As equipes foram a campos com as seguintes formações :

Campos Salles : Durval, Clovis, Tamandaré, Dongo, Bricco, Carino, Carlos, Hylson, Dúda, Bébé, Joaquim.

Tiradentes : Agostinho, Ferreira, Cabral, Benedicto, Batuta, Ribeiro, Manoel, Amorim, Thenis, Thomas, Dario.

os nomes escritos de acordo com registros da época.

 

O Colégio de São Bento foi fundado em 1903 com o nome de Gymnasio de São Bento pelo insigne abade alemão Dom Miguel Kruse, então prior do Mosteiro de São Bento de São Paulo.

Desde o início, a prática de esportes estava na grade curricular do colégio beneditino paulistano. Os alunos do Gymnasio São Bento, desde que existe o futebol, praticavam esse esporte, quando foram formados os campeonatos infantis, aos quais concorreu o primeiro time do colégio.

O São Bento venceu vários campeonatos, tendo apenas como rival sério o time da Escola Americana Mackenzie. Já com 10 anos de fundação do colégio o futebol estava bem adaptado e desenvolvido entre os alunos do São Bento.

Mas o clube de futebol só se organizou em fins de 1913, quando o padre John Katon, professor do Ginásio, entre os anos de 1910 a 1913, conversando com dois ex-alunos, lamentou que estes se separassem na vida esportiva, defendendo cores de clubes diferentes nas grandes campanhas promovidas. E lembrou da convivência, de todos se congregarem, formando poderosas ‘equipes’, que disputassem os principais campeonatos que surgiam e se organizavam.

Com a ajuda material decisiva do famoso abade do mosteiro, Dom Miguel Kruse, OSB e do reitor do então Gymnasio de São Bento, o monge Dom Pedro Eggerath, OSB, a associação foi formada e imediatamente filiou-se à APEA – Associação Paulista de Esportes Athleticos.

A Associação Athletica São Bento teve início formal a 1° de Janeiro de 1914 e seu uniforme era formado pelas cores azul e branco, sendo a camisa listrada com tais cores.

O ano de 1914 foi um ano chave para o futebol no Brasil. Neste mesmo ano foram criados diversos clubes tanto na capital de São Paulo quanto no interior como o Palestra Italia, que anos mais tarde modificaria seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras. A Seleção Brasileira foi criada também nesse mesmo ano.

Logo em seu primeiro ano de fundação, a Associação Athletica São Bento disputou o Campeonato Paulista de Futebol, superando os grandes da época e sagrando-se campeã. Algo que não era surpresa, uma vez que o clube foi criado a partir dos melhores jogadores da época.

Em 1925, a proeza se repetiu e a equipe conquistou o bicampeonato. A agremiação continuou até 1933, quando abandonou o futebol com o advento do profissionalismo imposto pelo governo de Getúlio Vargas.

Dom João Baptista Barbosa Neto

A famosa disputa com o Flamengo

O clube beneditino também teve participação importante na história do Flamengo. Na data histórica de 04 de junho de 1916, enfrentou o clube carioca na inauguração do antigo estádio deste no Rio de Janeiro, na Rua Paysandu. Neste dia, por sinal, o Flamengo passou a usar a camisa com doze listras largas em vermelho e preto, modelo que se mantém até hoje apesar das variações. No final, o São Bento perdeu a partida amistosa por 3 a 1. Coube a Burgos marcar o gol de honra do time paulistano.

 

Feitiço, o craque beneditino

Um dos principais jogadores do clube foi Feitiço, Luís Macedo Matoso (1901-1985), que após deixar o time da capital brilhou com a camisa do Santos. Foi artilheiro do Campeonato Paulista vestindo o manto beneditino em 1923 (18 gols), 1924 (14 gols) e 1925 (10 gols).

Há uma lenda que diz que Feitiço a princípio se arrependeu de ter ido ao clube do São Bento, mas o pai de um aluno, que era delegado o ameaçou com a prisão, fazendo com que o jogador permanecesse e jogasse pelo clube.

 

Sylvio Lagreca, o primeiro técnico da Seleção Brasileira de Futebol

Um dos mais importantes e primeiros jogadores da Associação Athletica São Bento foi Sylvio Lagreca (1895-1966), que foi capitão do time. Foi um exímio jogador de futebol e também um dos fundadores da Seleção Brasileira de Futebol em 1914. Pela seleção brasileira foi capitão e em seguida treinador e técnico, sendo o primeiro a exercer tais funções. Já no ano de 1914 a Seleção Brasileira de Futebol jogou um amistoso no campo do Fluminense contra os profissionais do Exeter City da Inglaterra vencendo por 2 a 0. Nesse mesmo ano foi classificado como o craque brasileiro da seleção.

Lagreca jogou na Associação Athletica São Bento até 1921 e na Seleção Brasileira foi técnico até 1922. Ao aposentar-se como jogador de futebol passou a atuar como árbitro de futebol.

Faleceu em 29 de abril de 1966 aos 71 anos.

 

Equipe da Associação Athletica São Bento no ano de 1919, quando de um duelo travado contra a equipe do Club Athletico Paulistano. A equipe jogou com Colombo, Apprá e Barthô. Silva, Lagreca e Dias. Fernandes, Alencar, Zecchi, Tito e Mac Lean.

O segundo agachado, da esquerda para a direita, é o grande Lagreca.

O fim

Como bem vimos, a Associação Athletica São Bento foi extinta na década de 30 e tentou uma fusão com o São Paulo Futebol Clube, tentativa que acabou não se confirmando, sendo a mesma absorvida pelo Clube de Regatas Tietê, – união assinada por seu último dirigente Lauro Gomes de Almeida, que se tornaria mais tarde prefeito de São Bernardo do Campo – no bairro da Ponte Grande próximo a Santana, onde os monges beneditinos eram proprietários de terras e que na época chamava-se bairro da Floresta.

No entanto, a memória da Associação Athletica São Bento foi perpetuada pelo batismo de uma canoa a oito remos do Clube de Regatas Tietê, que recebeu o nome de A. A. São Bento. Trata-se de uma embarcação importada que venceu muitas provas clássicas a partir do ano de 1940.

O antigo estádio da Associação Atlética São Bento, no bairro da Ponte Grande, foi utilizado anteriormente pelo Corinthians até este se mudar para o Parque São Jorge em 1927. Hoje, no mesmo local, existem instalações esportivas como as quadras de tênis do Clube de Regatas Tietê, um local privilegiado onde aprendeu a jogar Maria Esther Bueno, a grande campeã de Wimbledon.

Campeonatos

O clube teve 20 participações em estaduais da Primeira Divisão (1914, 1915, 1916, 1917, 1918, 1919, 1920, 1921, 1922, 1923, 1924, 1925, 1926, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932 e 1933).

Títulos

• 1914 e 1925 – Campeão Paulista;
• 1915 – Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo;
• 1916 – vice – campeão Paulista. O Club Athletico Paulistano foi o campeão;
• 1933 – 11° lugar na Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo.

 

Fontes:

História narrada pelo monge beneditino Dom João Baptista Barbosa Neto, OSB

blog de Edison Silva no jornal “Estadão”

foto de Dom João Baptista Barbosa Neto – Werther Santana – “Estadão”

revista “A Cigarra”

vetorização do escudo e do uniforme: Sérgio Mello

 

Ibiraçu Esporte Clube completa 56 anos de sua fundação hoje, o clube campeão capixaba da série A 1988 manda suas partidas no estádio Marcos Jorge Campagnaro, o Marcão, que suporta aproximadamente 5 mil pessoas. Foi o primeiro clube capixaba disputar a Copa do Brasil em 1989 já que esta foi a 1ª edição, enfrentou Grêmio/RS, perdeu a partida de ida em Ibiraçu por 1×0, e na volta no estádio Olímpico levou um sonoro 6×0, sendo assim eliminado, detalhe o clube gaúcho foi o campeão desta competição! Marcus Vicente hoje o mas cotado para assumir a CBF se Del Nero sair alavancou sua carreira no Ibiraçu, após o sucesso com o clube ele cresceu politicamente usou o club de trampolim e abandou a cidade, tanto que o Ibiraçu não disputa capixabão desde o início dos anos 90, Marcus Vicente assumiu a Federação capixaba de Futebol em 1994, e em 2014 saiu mas deixou Gustavo Vieira seu aprendiz no lugar assim manda da mesma forma, igual será se Del Nero sair e ele assumir a CBF, em 1994 a Desportiva foi eliminado pelo Goiás pois Edmundo Filho árbitro da partida estava comprado, Marcus Vicente ficou junto com os goianos na partida do Serra Dourada, de 1994 o futebol capixaba passou de 1 clube brigando forte na série B pelo acesso todos anos anos e de pelo menos 3 clubes na série C para em 2015 apenas um clube na série D do brasileiro e uma vaga na Copa do Brasil..

 

 

Sua maior glória foi o estadual de 1988 curiosamente vários jogadores foram espécie de “refugo”, não serviram para Desportiva e Rio Branco e no Ibiraçu acabam sendo campeões estaduais dando a volta por cima.
Para chegar ao título o Ibiraçu teve que passar pela chave com Desportiva, Vitória, São Mateus e Colatina, somente 1º e 2º colocado avançavam a fase final. Sem mais problemas o Ibiraçu passou de forma invicta e líder da chave, Desportiva passou em segundo.

Agora no quadrangular final Ibiraçu teria que passar por Rio Branco líder da sua chave e Estrela do Norte vice líder. Logo na estréia do quadrangular veio a primeira derrota do Ibiraçu na competição, 2×1 para o Rio Branco, na segunda rodada a goleada de 3×0 na Desportiva deixou o time vivo novamente, na ultima rodada do turno Ibiraçu vence sua partida contra o Estrela por 2×1 e comemora muito a vitória da Desportiva por 2×1 no clássico contra o Rio Branco. Só que na 4ª rodada 0×0 com o Rio Branco deixou ambos com 5 pontos, e a Desportiva ao derrotar o Estrela pulava para 6 pontos.
Na penúltima rodada outro 0×0, este com a Desportiva só não foi tão ruim pois o Estrela derrotou o Rio Branco por 4×3 deixando a decisão do t´tulo para a ultima rodada…
Desportiva com 7 pontos x Rio Branco com 5 pontos no Kleber Andrade, Ibiraçu com 6 pontos x Estrela com 2 pontos no estádio Marcos Jorge Campagnaro…
As partidas decorrendo e o Ibiraçu atropelando o Estrela, mas e na outra partida? de nada adiantaria o Ibiraçu vencer se a Desportiva também fizesse o mesmo, porém no Kleber Andrade oque se viu foi o Rio Branco vencendo por 3×0 o clássico(maior placar contra o rival) e o Ibiraçu pra alegria dos presentes no Marcão também goleando o Estrela por 3×0 e conquistando seu 1º e único título estadual da história Marcelo aos 12 1º tempo, Carola pênalte aos 32 e Marcelo aos 35 do 2º tempo.

Primeira Fase
Primeiro Turno
Ibiraçu 1×1 Desportiva
São Mateus 2×2 Ibiraçu
Ibiraçu 1×0 Vitória
Colatina 1×1 São Mateus

Segundo Turno
Desportiva 0×1 Ibiraçu
Ibiraçu 2×0 São Mateus
Vitória 1×1 Ibiraçu
Ibiraçu 3×1 Colatina

Quadrangular final

Rio Branco 2×1 Ibiraçu
Ibiraçu 3×0 Desportiva
Estrela do Norte 1×2 Ibiraçu
Ibiraçu 0×0 Rio Branco
Desportiva 0×0 Ibiraçu
Ibiraçu 3×0 Estrela do Norte

 

O Santos Futebol Clube, de João Pessoa, foi fundado em 9/11/1949 e em 1954 disputou pela primeira vez o Campeonato Paraibano, na época chamado de “Misto”, por ter times profissionais e semiprofissionais. Ao longo de cinco décadas, o clube estabeleceu um recorde: participou ininterruptamente de 39 edições do Campeonato Paraibano, aproveitando-se de crises políticas e financeiras que acometeram os quatro grandes campeões do Estado ainda na ativa – Botafogo, Campinense, Treze e Auto Esporte -, que deixaram de jogar um ou outro campeonato.

O recorde do Santos de Tereré só foi batido por um desses quatro em 2013, quando o Botafogo alcançou a marca de 40 edições consecutivas jogando o campeonato.

Ao longo dos tempos, o Santos quase sempre foi figurante no campeonato, fazendo-se presente na parte de baixo da tabela, na companhia de times como Nacional de Cabedelo e Santa Cruz de Santa Rita. Contudo, ano sim ano também o Santos estava lá.

A partir dos anos 2000, o clube preferiu manter apenas categorias de base e abandonou o futebol profissional. O campo que o clube possui hoje situa-se no bairro Ernesto Geisel, em João Pessoa, podendo ser visto aqui, no Google Street View.

Recentemente, o clube foi lembrado em uma crônica no site Esporte São José do Sabugi pelo colunista Francisco Serpa, cuja reprodução autorizada segue abaixo:

Crônicas do Serpa: O Santos de Tereré

O mundo possuía o Santos de Pelé e companhia, um time que ganhava todos os campeonatos que disputava, aqui e em alhures; João Pessoa desfrutava do Santos de Tereré, um time que não ganhava campeonatos mas jogava com bastante raça e formava e ainda forma jovens para a vida.

Três desportistas sonhadores, Jonatas Figueiredo de Souza, Renato Queiroz Fernandes e José Walter Marinho Marsicano, no dia nove de setembro de 1949, sentados em uma Praça localizada na Rua Odon Bezerra, Tambiá, em frente ao atual prédio da Federação Paraibana de Futebol fundaram o Santos Futebol Clube de João Pessoa. Não resta dúvida que a escolha do nome foi uma singela homenagem ao time paulista.

Por muitos anos o Santos Futebol Clube disputou a primeira divisão do campeonato paraibano de futebol com equipes modestas, utilizando jogadores jovens e prata da casa. Era um misto de juvenil com amador com garra e vontade competindo com os profissionais. Onde faltava recursos e meios, sobrava improvisação e disposição.

O seu eterno presidente José Walter Marsicano, que era conhecido por Tereré, dedicou-se tanto ao clube que o seu apelido foi incorporado pelo time, quando passou a ser carinhosamente denominado pelo torcedor e pela imprensa como o “Santos de Tereré”. Ele presidiu a agremiação por mais de trinta anos e nutriu no seio de sua família o amor pela agremiação, deixando o seu filho Leonardo Menezes Marsicano e o neto Leonardo Filho comandando a agremiação e não deixando o sonho acabar.

Vários jovens foram revelados nos quadros da base do Santos Futebol Clube e que posteriormente vestiram a camisa de times considerados grandes no estado e em centros maiores. Quem não se lembra do atacante “Zito Camburão”, do ponta esquerda “Vandinho”, do goleiro “Ademar”, do centroavante “Ary”, de “Marcos do Boi “ e tantos outros que a memória não recorda?

Em 1998 a agremiação resolveu suspender as suas atividades do departamento de futebol profissional, e dedicar-se exclusivamente as categorias de base que funcionam no seu centro de treinamento localizado no Bairro do Geisel, disputando anualmente todas as competições oficiais: desde fraudinha aos juniores.

Entre os títulos conquistados no futebol pelo Santos Futebol Clube, dois são bastante lembrados por seus dirigentes, o primeiro foi o título invicto do campeonato amador, quando seu treinador era o comentarista esportivo Ivan Bezerra Cavalcante, o segundo foi a conquista da segunda divisão do campeonato paraibano.

Como não poderia deixar de ser o Santos enfrentou várias crises durante a sua existência, em uma delas o time foi derrotado por 10 x 0 pelo Treze Futebol Clube, em Campina Grande. Nesse dia ninguém se entendeu, nem dentro nem fora de campo, e a discussão foi tão grande que no retorno esqueceram de trazer o material de jogo, que ficou na Rainha da Borborema.

Mesmo reconhecendo as dificuldades e a falta de políticas públicas destinadas aos clubes de futebol, em particular, aos pequenos, o sonho dos herdeiros de Walter Marinho Marsicano, o “Tereré”, é reativar o departamento de futebol profissional do Santos e voltar a disputar a primeira divisão, como nos bons e saudosos tempos.

Francisco Di Lorenzo Serpa
Membro da API, UBE e APP
falserpa@oi.com.br

O post original pode ser acessado aqui. Vale a pena visitar as outras colunas do Serpa, com várias histórias do futebol da Paraíba.

Assim como o caso do Floresta de Rio Branco/AC, o Santos de Tereré é mais um caso de clube que se confundiu com seu quase eterno mantenedor, e certamente há milhares de casos parecidos Brasil afora.

 

Olá amigos, trago a todos mais uma novidade do futebol paranaense. Depois de muita pesquisa, de várias ligações, mensagens, recados, meses de labuta, finalmente consegui todas as informações dessa equipe. Aproveitem e saboreiem. Lembrem-se, caso forem reproduzir parte das informações aqui disponibilizadas, citem a fonte e autor.

 

O Bosch Esporte Clube é uma agremiação do município da lapa-PR. A equipe foi fundada em 15 de Agosto de 1984. A equipe tem sua sede na Rua Mal. Floriano Peixoto nº 979 no centro da cidade. Tradicional equipe amadora do município, campeão por várias vezes em todas as categorias amadoras, participante de algumas Taças Paraná tentou o profissionalismo em 2001 na 4º Divisão Paranaense. Após este campeonato semi-profissional a equipe voltou a suas atividades amadoras.

O Bosch E.C. foi formado pela família Bosch como um grêmio recreativo da Metalúrgica Bosch, empresa pertencente a família. O interessante notar que nos primeiros anos o uniforme da equipe não utilizou escudo em suas camisas, mas sim apenas a logomarca da empresa.

Algumas imagens da equipe:

Uma das primeiras formações. Esta é de 1985.

Bosch esporte clube – Campeao da liga Municipal da Lapa

Equipe campeã amadora da Lapa em 2008

Time vice-campeão de veteranos em 2012

Esclarecimento: O escudo abaixo circula como sendo do Bosch E.C., contudo em nenhum momento o mesmo foi citado ou apareceu nas fotos. O Sr. Tadeu o desconhece, informando que certamente seja falso.

Escudo provavelmente falso que circula na internet

Fonte:

Arquivos de Tadeu Bosch

 

Em 15 de agosto de 1910, em Alfredo Chaves 81 km de distância da capital Vitória, região com forte influência de italianos,  nascia o primeiro clube capixaba de futebol,  o Alfredense Football Club, fundado por Carlos Soares Pinto, filho de militar, teve como sua primeira formação : Pedro Bonacossa, Theobaldo de Oliveira Pinto, Ronaldo Boanova, Públio Bellotti, José Bosio, Resk Caroni, José Pitanga dos Santos, Carlos Soares Pinto, José Fernandes Pinto, Luiz Saudino, José Organ, Luiz Villar, Aníbal Cardoso, Ivo Roversi, Luiz Franzotti, Antônio Soares Pinto Júnior e Zeferino Casoti. Nasceu nas cores vermelho e branco.

 

Alfredo Chaves escudo atual

Em 02 de maio de  1949 foi registrado na federação do estado com o nome de  Esporte Clube Alfredo Chaves, nas cores preta e branca. Sua ultima aparição na série A estadual foi em 1996, onde obtiveram ótima campanha, chegando ao quadrangular final mandando suas partidas no estádio: Carlos Soares Pinto (Estádio das Oliveiras). Jogaram o estadual série A de 1991 até 1996.

 

Em 1992 o Alfredo Chaves também fez grande campanha chegando as semi finais perdendo para a Desportiva Ferroviária que contava com Washington ex-Fluminense o mesmo do casal 20, e Andrade ex-Flamengo e foi a campeão capixaba daquele ano e havia conseguido o acesso a série A do brasileiro no 1º semestre.

 

 

 

Uma grande curiosidade :

Os trabalhadores do político Colombo Guardia, constituíram um segundo clube, chamado Usina Futebol Clube, para que  o Alfredense conseguisse  jogar com um time adversário.

 

 

 

 

 

Campanha de 1996

 

1ª Fase

 

Muniz Freire 4×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 4×2 Rio Pardo

Alfredo Chaves 3×1 Comercial

de Alegre

Mimosense 1×1 Alfredo Chaves

Rio Branco / Venda Nova 0×3 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 1×1 Muniz Freire

Rio Pardo 2×1 Alfredo Chaves

Comercial de Alegre 1×2 Alfredo Chaves

Muniz Freire 3×0 Mimosense

Alfredo Chaves  1×0 Mimosense

Alfredo Chaves 3×2 Rio Branco / Venda Nova

Decisão Primeira Fase (Grupo Sul)

Muniz Freire 0×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves qualificou para a fase final

 

Segunda Fase

Rio Branco da Capital 1×0 Alfredo Chaves

Vitória 1×2 Alfredo Chaves

Linhares 2×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 1×1 São Mateus

Alfredo Chaves 1×0  Desportiva

Alfredo Chaves 2×1 Colatina

 

Quadrangular final

Linhares 2×1 Alfredo Chaves

Desportiva 3×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 2×1 Rio Pardo

Alfredo Chaves 2×2 Linhares

Alfredo Chaves 0×2 Desportiva

Rio Pardo 1×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves foi o 3º colocado neste estadual, atrás apenas de Desportiva

Ferroviária(série B do brasileiro) campeão e Linhares(semi finalista da Copa do

Brasil) vice campeão,

 

 

Fonte: Alfredo Chaves – Uma visão histórica e política. Hésio Pessali. Alfredo Chaves – ES; 2010

 

O itinerário do Esporte Clube Biguaçu não para. Fundado em 16 de junho de 2011, o clube, no mesmo ano conquistou o Campeonato Catarinense da Segunda Divisão. Em 2012, já na Segunda Divisão, o clube realiza uma campanha mediana ficando em 6º lugar.

Em 2013, alegando falta de investimento da região, o clube muda-se para a cidade de Canoinhas, reativando o nome fantasia do extinto Clube Atlético Canoinhas. Na disputa da Segundona o Canoinhas acaba ficando na 9º colocação entre 10 clubes.

Ainda na Segundona, em 2014, o Clube Atlético Canoinhas realiza novamente uma péssima campanha, ficando em 9º lugar, ficando apenas a frente da Caçadorense, que perdeu 3 pontos na competição.

Utilizando o mesmo CNPJ do ano de fundação (08.766.329/0001-70), o Canoinhas muda muda para a cidade de Mafra, agora com uma nova razão social Esporte Clube Operário de Mafra, herdando assim a torcida do Clube Atlético Operário. Com essa dominação o clube irá disputar a Segunda Divisão do Catarinense (Série B).

Fonte: Wooki / Infoplex / receita.fazenda.gov.br / rsssfbrasil.com / https://www.facebook.com/groups/SerieBCatarinense / fcf.com.br / https://www.facebook.com/pages/EC-Operário-Mafra / https://www.facebook.com/pages/Canoinhas-Atletico-Clube / https://www.facebook.com/ECBiguacu

 

A fundação do Clube Náutico Almirante Barroso, originou-se de um descontentamento de cerca de 40 membros da diretoria do Clube Náutico Marcílio Dias, que não concordaram com a eleição da madrinha dos dois primeiros barcos (Yoles) adquiridos pelo Marcílio Dias.
Este grupo de descontentes se reuniu em um dos salões do então Grande Hotel, e acabaram fundando o Clube Náutico Almirante Barroso. Esta reunião aconteceu às 18 horas do dia 11 de maio de 1919. Neste mesmo dia foi homologada sua primeira diretoria oficial com o Presidente de Honra o Comandante Carlos N. Abreu.

Remo
Desde a fundação do clube até 1940, a atividade principal da entidade era o remo, que teve uma trajetória brilhante, obtendo expressivas conquistas, dentre elas destaca-se os campeonatos estaduais de 1920, 1921,1927 e 1928.

Futebol
O futebol entrou na historia do clube por volta de 1940, em 1949 foi feita uma fusão com o time do Lauro Müller (que havia sido campeão estadual em 1931). Neste mesmo ano o Clube Náutico Almirante Barroso conquistou o titulo de campeão Itajaiense. Esta fusão foi desfeita alguns anos depois. (O futebol encerrou suas atividades profissionais em 1971).

Estádio
Em 1956, na administração do presidente Camilo Mussi foi inaugurado o Estádio no terreno adquirido no período da gestão do Dr. Camilo. (Hoje denominado Estádio Dr. Camilo Mussi), onde foi construída a sede social.

Fonte: http://itajaifc.blogspot.com.br

 

Charles Miller sempre é lembrado como o introdutor do futebol do Brasil. Ainda que ele não tenha sido o pioneiro a bater a sua bolinha por aqui, ele merece todas as considerações. Afinal, ao trazer a bola e as regras da Inglaterra, o paulistano ajudou a institucionalizar o esporte. Porém, chamar o homem de longos bigodes “apenas” de pai do futebol brasileiro é desconsiderar toda a sua caminhada. Miller era muito, mas muito mais do que isso. Ele também se consagrou como o primeiro craque e o primeiro artilheiro do Brasil, assim como também foi decisivo para criar o primeiro time e o primeiro campeonato.

Nos parágrafos abaixo mostram pontos históricos para o desenvolvimento do futebol brasileiro. Além de locais de jogo, também estão destacados os primeiros clubes que fizeram a história do futebol no país.

SÃO PAULO
Associação Atlética Ponte Preta (Campinas-SP)
O segundo clube mais antigo ainda em atividade e o primeiro de maneira ininterrupta, a Ponte Preta surgiu em 1900. Também foi um dos primeiros times brasileiros a escalar jogadores negros.

Colégio São Luís (Itú-SP)
No prédio onde hoje funciona um quartel do exército, existia o Colégio São Luís. O local é considerado um dos primeiros a trazer o futebol para o Brasil, ainda na década de 1880. O esporte ganhou os seus principais traços no local em 1887.

Parque Antarctica (São Paulo-SP)
O atual terreno do Allianz Parque recebeu a primeira partida oficial da história do futebol brasileiro. Mandante no campo da Companhia Antarctica Paulista, o Germânia foi derrotado pelo Mackenzie, na rodada inicial do Paulistão de 1902.

Associação Atlética das Palmeiras (São Paulo-SP)
O Estádio da Floresta era um dos principais no início do futebol paulista. Era a casa inicial da A. A. das Palmeiras, que daria origem ao São Paulo da Floresta. Atualmente, o antigo estádio pertence ao Clube de Regatas Tietê.

Chácara Dulley (São Paulo-SP)
Antes do início do Campeonato Paulista, o campo era o principal palco de jogos de futebol no país. No local eram realizados os treinamentos do São Paulo Athletic Club, sob a batuta de Charles Miller. Atualmente, no terreno funciona a Fatec da Avenida Tiradentes, no bairro do Bom Retiro.

Sport Club Internacional (São Paulo-SP)
Formado em 1899 por dissidentes do Germânia, que não concordavam com as referências alemãs diante da presença de outros imigrantes no clube. Disputou a primeira edição do Paulista, ao lado de SPAC, Germânia, Mackenzie e Paulistano.

Várzea do Carmo (São Paulo-SP)
O local da primeira partida da história do futebol brasileiro, em 14 de abril de 1895. Atualmente, o local às margens do rio Tamanduateí é ocupado por prédios comerciais do bairro do Brás.

Associação Atlética Mackenzie College (São Paulo-SP)
Os universitários do Mackenzie fundaram o primeiro clube brasileiro para a prática do futebol, em 1898. Entre os pioneiros estava Belfort Duarte, jogador histórico e também líder do America-RJ. A equipe encerrou suas atividades em 1923.

Estádio do Velódromo (São Paulo-SP)
Onde hoje passa a rua Nestor Pestana ficava o Estádio do Velódromo, considerado o primeiro do Brasil. Inaugurado em 1892 para o ciclismo, foi adaptado ao futebol em 1901 e tinha capacidade para 5 mil espectadores.

São Paulo Athletic Club (São Paulo-SP)
O primeiro clube a jogar futebol no Brasil. Fundado em 1888, principalmente para a prática de críquete, era a equipe de Charles Miller e venceu as três primeiras edições do Campeonato Paulista. Seus treinos e primeiros amistosos eram realizados na Chácara Dulley, no Bom Retiro. Atualmente, segue em atividades amadoras poliesportivas.

Club Athletico Paulistano (São Paulo-SP)
Fundado em 1900, tornou-se o maior campeão paulista durante o amadorismo, superado pelo Corinthians apenas em 1939. Com a camisa da equipe que Friedenreich viveu os seus melhores momentos.

Sport Club Germânia (São Paulo-SP)
O atual Esporte Clube Pinheiros  surgiu em 1899 e é o segundo clube fundado para a prática de futebol, a partir dos esforços de Hans Nobling – que atuava em um clube homônimo na Alemanha. Naquele mesmo ano, desafiou o Mackenzie para a primeira partida entre clubes da história do país, um empate por 0 a 0.

Campo da Vila de Paranapiacaba (Ribeirão Pires-SP)
No caminho da estrada de ferro que ligava São Paulo ao porto de Santos, o campo é considerado o mais antigo do Brasil, surgido em 1894.

Americano Sport Club (Santos-SP)
Fundado em 1903, se tornou um dos primeiros times de fora da capital a disputar o Paulista, em 1907, ao lado do conterrâneo Internacional. O clube de Santos acabaria se mudando a São Paulo na década seguinte. Foi o primeiro brasileiro a vencer um time estrangeiro, em 1911, e o primeiro a excursionar pelo exterior, em 1913.

RIO DE JANEIRO
Fábrica Bangu (Bangu-RJ)
Local onde o escocês Thomas Donohoe bateu bola com os funcionários da Fábrica Bangu em 1894. A empresa também deu origem ao Bangu Atlético Clube, em 1904, sétimo clube mais antigo do país ainda em atividade e um dos primeiros clubes brasileiros a aceitar negros.

Rio Cricket Associação Atlética (Niterói-RJ)
A filial de Niterói do Rio Cricket carioca se tornou uma dissidência da matriz e, em 1901, disputou em sua sede aquela que é considerada a primeira partida da história do futebol carioca. Também contou com a participação de Oscar Cox.

Marina da Glória (Rio de Janeiro-RJ)
No terreno onde hoje funciona o Hotel Glória, aconteceu aquele que é considerado um dos primeiros bate-bolas relatados no Brasil, em 1874. Marinheiros ingleses realizaram a pelada no local, mas levaram a bola consigo.

Rua Paissandu (Rua Paissandu)
Em frente à residência real de Princesa Isabel, os tripulantes do navio Crimeia realizaram uma pelada em 1874. O mesmo endereço abrigou o primeiro estádio do Flamengo, a partir de 1915.

Fluminense Football Club (Rio de Janeiro-RJ)
Em 1902, Oscar Cox também ajudou a fundar o Fluminense, primeiro “clube de futebol” do Brasil a registrar suas atividades no nome. Também o primeiro dos 12 grandes a praticar a modalidade (Flamengo e Vasco já existiam, mas apenas como clubes de regatas). O Estádio das Laranjeiras abrigou o primeiro jogo da Seleção.

Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro-RJ)
O Botafogo é o oitavo clube de futebol mais antigo do país ainda em atividade, iniciando o seu time de futebol em 1904. Logo criou o clássico mais antigo em disputa, contra o Fluminense. O Estádio de General Severiano abrigou jogos dos combinados que originariam a seleção brasileira.

Paissandú Atlético Clube (Rio de Janeiro)
Fundado em 1872, o antigo Rio Cricket foi o primeiro clube a praticar o futebol no Rio de Janeiro. O principal pioneiro do esporte na capital foi Oscar Cox, filho de ingleses que estudou na Suíça e introduziu efetivamente as regras. Antes de sua chegada, alguns amistosos entre imigrantes já eram realizados no clube.

PARANÁ
Foot-ball Club Ponta-Grossense (Ponta Grossa-PR)
No campo próximo ao cemitério municipal de Ponta Grossa se disputou o primeiro jogo do futebol paranaense, em 1909 – desde o início da década, há registros de “bate-bolas” em Curitiba. O clube local recebeu o embrião Coritiba e venceu por 1 a 0, gol de Charles Wright, considerado o introdutor do futebol no estado.

Coritiba Foot-ball Club (Curitiba-PR)
Após o amistoso em Ponta Grossa, os curitibanos que participaram da partida resolveram criar o paranaense mais antigo ainda em atividade e o primeiro da capital. Em outubro de 1909, um grupo de descendentes de alemães fundou o Coritiba.

SANTA CATARINA
Gymnasio Santa Catharina (Florianópolis-SC)
A introdução do futebol em Santa Catarina se deu a partir do colégio, em 1906. O local permaneceu como único centro que praticava a modalidade no estado até 1911.

Brazilian Foot-Ball Club (Florianópolis-SC)
Em junho de 1911, o primeiro clube de futebol catarinense além do ginásio: o Brazilian. Nos meses seguintes, também nasceram o Barriga Verde Foot Ball Club e o Clube Sportivo Florianópolis, na capital, além do Itajahyense Football Clube, em Itajaí. Time mais antigo do estado na ativa, o Hercilio Luz foi criado em 1918.

RIO GRANDE DO SUL
Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (Porto Alegre-RS)
Após uma série de amistosos do Rio Grande em Porto Alegre, em 1903, surgiu o clube mais antigo de Porto Alegre ainda em atividade. No mesmo dia, também foi fundado o Fussball Club Porto Alegre, já extinto. O Tricolor é o sexto time mais antigo do país que segue na ativa.

Sport Club Rio Grande (Rio Grande-RS)
O clube mais antigo do Brasil em atividade (mas não de maneira contínua) surgiu em 19 de julho de 1900, na cidade de Rio Grande. Reuniu brasileiros, alemães e ingleses, sob a liderança de Johannes Minnemann.

Esporte Clube 14 de Julho (Santana do Livramento-RS)
A influência uruguaia permitiu que o 14 de Julho se tornasse o segundo clube gaúcho (e quarto no Brasil) ainda em atividade a disputar a sua primeira partida de futebol, em 1902.

Uruguaiana (Uruguaiana-RS)
A cidade fronteiriça, assim como Santana do Livramento, possui indícios de partidas de futebol desde o início da década de 1890. Os eventos ocorreram sob influência de uruguaios e argentinos, já iniciados no esporte.

MINAS GERAIS
Sport Club Foot-Ball (Belo Horizonte-MG)
O primeiro clube de futebol de Minas Gerais surgiu em 1904, fundado por Victor Serpa. Os estudantes que formavam a equipe também ajudaram a realizar a primeira edição do Campeonato de Belo Horizonte. Foi o primeiro adversário do Atlético Mineiro, em 1908.

Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG)
Fundado por um grupo de estudantes e de proletários, o Atlético é o clube mineiro mais antigo em atividade. Surgiu em 1908, mas só entrou em campo pela primeira vez no ano seguinte.

Villa Nova Atlético Clube (Nova Lima-MG)
Segundo clube mais antigo de Minas Gerais ainda em atividade, logo depois do Atlético Mineiro, compensou sendo o primeiro a entrar em campo, em 1908. Teve sua origem entre mineradores e operários ingleses.

ESPÍRITO SANTO
Vitória Futebol Clube (Vitória-ES)
Inspirados pelo Fluminense, um grupo de estudantes capixabas que voltou de férias à Vitória criou o primeiro time de futebol do Espírito Santo. O clube, no entanto, não tinha sede e se constituía a partir da iniciativa de seus membros.

BAHIA
Sport Club Bahiano (Salvador-BA)
No antigo Campo da Pólvora, aconteceu o primeiro jogo da história do futebol baiano, organizado por Zuza Ferreira. Já em 1903, funcionários do comércio fundaram o Sport Club Bahiano, participante da primeira edição do estadual, dois anos depois.

Sport Club Victória (Salvador-BA)
O Vitória surgiu como um clube de críquete em 1899, iniciando suas atividades no futebol apenas dois anos depois. Assim, segue como o time de futebol mais antigo do Nordeste e o terceiro do Brasil que mantém-se atuante.

SERGIPE
Sport Club Lux (Aracajú-SE)
Os primeiros relatos de jogos de futebol em Aracaju datam de 1907. Dois anos depois, um grupo de estudantes criou o Sport Club Lux, depois renomeado para Club de Football Sergipano, equipe pioneira no estado.

ALAGOAS
Sport Club Penedense (Penedo-AL)
O futebol já tinha surgido de maneira esporádica em Maceió, mas o primeiro clube perene de Alagoas é o Penedense. A equipe surgiu em 1909, um ano depois do extinto Alagoano Football Club, da capital.

PERNAMBUCO
Sport Club do Recife (Recife-PE)
O Sport segue como o clube mais antigo de Pernambuco ainda em atividade, disputando o seu primeiro jogo em 1905. Os primeiros relatos do esporte no estado vêm de 1903, em peladas realizadas por imigrantes ingleses que viviam em Recife. Embora tenha sido fundado em 1901, o Náutico só iniciou o futebol oito anos depois.

PARAÍBA
Club de Foot Ball Parahyba (João Pessoa-PB)
Os primeiros registros do futebol na Paraíba vêm de 1908, quando estudantes trouxeram a bola e as regras do Rio de Janeiro. A iniciativa impulsionou a criação do Parahyba, presente na primeira partida do estado.

RIO GRANDE DO NORTE
Sport Club Natalense (Natal-RN)
A primeira bola de futebol chegou em Natal pelas mãos de dois irmãos que estudavam na Inglaterra. A partir disso, o Natalense surgiu em 1904. A maior organização do futebol portiguar, contudo, se deu em 1915, ano de fundação do ABC, do Alecrim e do América.

CEARÁ
Football Club (Fortaleza-CE)
Há divergências sobre as origens do futebol cearense, entre a passagem de um clube inglês em 1903 e a chegada da primeira bola, com José Silveira, no ano seguinte. No primeiro dia de 1904, no entanto, apareceu o primeiro time de futebol do Ceará, o Football Club.

PIAUÍ
Parnahyba Sport Club (Parnaíba-PI)
Clube mais antigo do Piauí que segue em atividade, o Parnahyba foi criado em 1913. Inspirado nos estádios ingleses, o Estádio Petrônio Portela foi inaugurado em 1920 e era conhecido como Casa Inglesa.

MARANHÃO
Fabril Athletic Club (São Luis-MA)
Nhozinho Santos, que hoje dá nome um dos principais estádios do Maranhão, levou o futebol ao estado em 1905. Após estudar na Inglaterra, trouxe a novidade aos funcionários da fábrica têxtil onde trabalhava. Assim, criou-se o Fabril, que disputou o primeiro jogo em 1907.

PARÁ
Largo de Nazaré (Belém-PA)
O local no centro de Belém tem seus relatos de bate-bolas em 1890, antes mesmo da chegada de Charles Miller. Os rachões eram organizados por imigrantes ingleses que viviam na capital paraense.

AMAZONAS

Na ilustração: Disputa entre Brazil e Racing Club

Racing Club (Manaus-AM)
Fundado em 1906, o Racing foi idealizado por José Conduru Pacheco, maranhense que teve contato com o futebol em Manaus. Meses depois surgiu o Manáos Sport Club, criado por ingleses e principal rival do Racing.

ACRE
Xapury Sport Club (Xarupi-AC)
Os primeiros registros de futebol no Acre vêm de 1912, na cidade de Xapuri. Por lá, surgiram os dois primeiros clubes, o Xapury Sport Club e o Commercial Football Club, em 1915. Quatro anos depois, a capital Rio Branco teria as suas equipes pioneiras – o Acreano e o Rio Branco.

MATO GROSSO
Cuiabá Futebol Clube (Cuiabá-MT)
O futebol se iniciou no antigo estado de Mato Grosso em 1905. Entre 1911 e 1915, surgiram as equipes pioneiras da região: Americano, Paulistano, Royal, Internacional e Cuiabá Futebol Clube. O primeiro jogo, no terreno que hoje abriga a Câmara Municipal de Cuiabá, em 1913, com vitória do Cuiabá sobre o Internacional.

GOIÁS
Goyaz Football Club (Goiânia-GO)
As primeiras notícias do futebol em Goiás surgem em 1907, a partir da iniciativa de estudantes. Dois anos depois, fundou-se a primeira equipe da história do estado: o Goyaz Football Club. Além disso, o esporte também se desenvolvia em colégios de cidades do interior, como Catalão.

FONTE: O nascimento do futebol brasileiro em Itu (SP)
Futebol Nacional
Endereços desconhecidos em São Paulo guardam a história do futebol brasileiro
ESTADUAIS 2014 – SÃO PAULO – TODOS OS CAMPEÕES
Um passeio pelas origens do futebol brasileiro no aniversário de São Paulo
Documentário – Estádios Extintos
(SPAC) O CLUBE DOS INGLESES “120 anos de tradição”
Craque, artilheiro, técnico, cartola: Charles Miller não foi só o “pai do futebol no Brasil”
Serra do Mar: Paranapiacaba e Estrada Velha de Santos – Perguntas e Respostas
Fotos antigas do Rio de Janeiro
Parque Municipal: Berço do futebol mineiro
CAMPO DO COLÉGIO CATARINENSE – 100 ANOS

 

 

Em 2006 a Associação Portuguesa Londrinense na tentativa de conseguir maior apoio de patrocinadores e torcedores resolveu mudar de nome. Assim em  20 de abril de 2006 era fundado o Grande Londrina Futebol Clube que deveria substituir a Lusinha no campeonato paranaense da 2ª divisão daquele ano. 

Contudo a notícia não foi bem recebida pela outra equipe da cidade, o Londrina Esporte Clube. O LEC entrou na justiça contra a mudança de nome da Portuguesa, sendo apoiado por Federação Paranaense e CBF. Mesmo com a proibição nas primeiras rodadas a camisa que a Portuguesa usou era do Grande Londrina, nas demais rodadas foram usados os dois escudos.

Apesar de toda polemica inicial a Portuguesa conquistou o título da segunda divisão e garantiu vaga na elite paranaense de 2007.

Fontes:

Arquivos pessoais

http://www.flogao.com.br/tubaraomania/58594296
http://www.flogao.com.br/tubaraomania/62615946
http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/176427/
http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/199445/?noticia=IGUACU+E+PORTUGUESA+LONDRINENSE+PROMETEM+INCOMODAR
http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Paranaense_de_Futebol_de_2006_-_Segunda_Divis%C3%A3o
 

Reproduzo abaixo notícia do site da Federação Paraibana de Futebol:

Na última sexta-feira, em sua sede social, a Associação Atlética Portuguesa completou 60 anos de fundação, ocasião em que a diretoria, comandada pelo presidente Antonio Carlos de Andrade Medeiros realizou um encontro com fundadores e historiadores lusos como Benedito Honório – primeiro presidente -, Doutor, Temistocles (China), Marizio Coutinho, Ivaldo, Maninho, Mário Dornelas, Paulo Foba, além da presença de outros ilustres como Ivan Bezerra, José Araújo, Mineiro e Martinho Braço de guarda-chuva.

Um coquetel foi servido aos presentes à solenidade. O clube foi fundado em 27 de fevereiro de 1955 e já conquistou 15 títulos, inclusive o inédito de 2008, o I Campeonato Paraibano de Futebol Feminino, sendo o primeiro clube a representar a Paraíba na Copa do Brasil de Futebol Feminino. Entre os destaques da equipe, a jogadora Gleide, tendo como técnico Jorge Cláudio.

A Portuguesa já foi campeã infantil, juvenil, juniores e amador desde a sua fundação. As competições foram promovidas pela Federação Paraibana de Futebol. A Lusa também participou da Segunda Divisão de Profissionais de 1966.

Corrigindo o site da FPF: a Portuguesa participou da Segunda Divisão Mista (terceira divisão) do Paraibano em 1962 e da Primeira Divisão Mista (segunda divisão) em 1964-1965-1966-1967 e 1969.

O escudo da Portuguesa de Cruz das Armas é idêntico ao da Portuguesa carioca. Aqui pode ser vista sua sede, na Av. Cruz das Armas, em João Pessoa. No mesmo bairro localiza-se o Estádio da Graça.

 

NOME: NOROESTE FUTEBOL CLUBE
FUNDAÇÃO: 25/07/2000
SITUAÇÃO: EXTINTO
ESTÁDIO: MUNICIPAL WILLIE DAVIDS
CIDADE: MARINGÁ/PR
PARTICIPAÇÃO EM ESTADUAIS: 
2000: 3ª DIVISÃO
2001: 3ª DIVISÃO
 
CURIOSIDADE: Em 2000 EX-DIRIGENTES DO GRÊMIO MARINGÁ GEM, NÃO SATISFEITOS COM OS RUMOS DO ALVINEGRO RESOLVEM FUNDAR UM NOVO CLUBE.
 
2003 – TRANSFERE-SE PARA MANDAGUARI, MUDA SEU NOME PARA MEC-NOROESTE ESPORTE CLUBE. DISPUTA A 3° DIVISÃO ESTADUAL
2004 – MUDA-SE PARA IVAIPORÃ, MUDA O NOME PARA NOROESTE IVAIPORÃ ESPORTE CLUBE. DISPUTA A 2° DIVISÃO ESTADUAL
 
 
 

 

Escudo Oficial

 

O mais novo representante da cidade de Arapongas já possui nome e escudo. Trata-se do Grêmio Esportivo Araponguense. A equipe mandará seus jogos no estádio dos Pássaros (Mun. José Chiapin) e jogará a segunda divisão estadual. Uma curiosidade do site da equipe é a fundação: 06/06/1974. Esta na verdade é a fundação do licenciado Arapongas Esporte Clube… Vai entender esses dirigentes…

Escudo 2015 – não oficial (não chegou ser utilizado)

O Araponguense na verdade é o novo nome do Apucarana Sports LTDA. A equipe foi fundada em 2010 e já trocou de nome e cidade muitas vezes nos últimos anos, acompanhe.

2010 – Equipe é fundada com o nome de Esporte Clube Londrina. Filia-se a Liga Londrinense de Futebol, disputa os campeonatos de base da liga. Por existência de uma liminar é impedido a utilização do nome Londrina.

2011 – A equipe se profissionaliza utilizando o nome Cincão Esporte Clube. Estréia na terceira divisão paranaense. É vice e garante vaga na segunda divisão.

2012 – Estreia na segunda divisão, termina o campeonato em segundo lugar, o que lhe garantiria uma vaga na elite, contudo a equipe perde pontos por utilizar jogador irregular e perder a vaga na elite.

2013 – Joga a segunda divisão mais uma vez, mas não faz boa campanha.

2014 – O cincão E.C. faz fusão com o Roma Apucarana e passa a denominar-se Apucarana Sports LTDA. faz uma campanha mediana na segunda divisão. Ao final do ano, alegando falta de apoio em Apucarana e aproveitando-se do licenciamento do Arapongas E.C.  transfere-se para Arapongas mudando seu nome para Grêmio Esportivo Araponguense.

 

Fontes:
- Arquivos pessoais,
- Site redação em campo, 
- http://blogs.odiario.com/jorgejunior/2010/07/07/novo-time-sera-altamente-profissional/
- http://gremioaraponguense.com.br/clube/
- https://www.facebook.com/GremioAraponguense
 

Novo escudo

O Foz do Iguaçu F.C. apresentou um novo escudo para esta temporada. A equipe reestreia na primeira divisão após 5 temporadas na segunda divisão. O clube foi fundado em 09 de fevereiro de 1995 com o nome de Associação Esportiva Recreativa Auritânia. Em 2006 a equipe foi profissionalizada e passou a jogar a segunda divisão estadual utilizando o nome Auritânia/Foz do Iguaçu Futebol Clube. Alcançou a elite em 2009, contudo a equipe não faz boa campanha e é rebaixada. Beneficiado pela desistência do Arapongas Esporte Clube, foi promovida a 1ª divisão por ter ficado em 3ª lugar na segunda divisão de 2014.

 

Escudo 2006-2014

Fontes:

Arquivos pessoais, FaceBook da equipe, futebolparanaense.net.

 

 

ASSOCIAÇÃO ATHLETICA DAS PALMEIRAS

FUNDAÇÃO: 9 de novembro de 1902

 

Na vida do futebol paulista este nome reúne lembranças e um importante contexto de campeão.

No final de 1902, quando o futebol paulista já engatinhava a passos largos, com o primeiro campeonato paulista em seu final, um grupo de rapazes de uma determinada região da cidade se preparava para fundar este novo clube. Entre os moços que frequentavam o Velódromo nas tardes de domingo e se dispunham a criar sua própria agremiação estavam Gelásio Pimenta, José Pinto e Silva, Francisco de Salles, Collet e Silva, Francisco Correia, Persy Corbett, José de Barros, Mário Mendes, Jorge Collet e Fernando Ferreira da Rosa.

E, com efeito, a 9 de novembro de 1902, era fundada a ASSOCIAÇÃO ATHLETICA DAS PALMEIRAS, cujas cores adotadas foram preto e branco.

O clube abrigava na sua constituição algumas das principais famílias da cidade. Sua característica de time elitista pode ser comprovada pelo fato de que, até 1915, só doutorandos, engenheiros e Bacharéis em Direito podiam jogar pelo time.

Os fundadores moravam no bairro de Santa Cecília e Palmeiras. Ali não existiam as ruas de hoje e a Avenida Angélica era quase toda mato. No meio destes terrenos existia um campo cercado de matas e verduras.  Mas era o local propício para ser erguido o “ground” (campo de futebol).

Era necessário capinar e transformar o terreno num campo de futebol, o que foi feito e em 1903 já os “bravos rapazes” nele se exercitavam e jogavam bola. Os mais entusiastas – diz a história – eram Mário Mendes (antigo goleiro do Mackenzie College, Aquino Collet, Corbett, Eugênio Lefevre, Pinto Silva e Braga, que vieram a constituir o primeiro elenco da nova Associação.

Em princípio a Associação Athletica das Palmeiras enfrentava o Segundo Time do Club Athletico Paulistano, o que já era uma honra pela fama alcançada e categoria do tradicional clube. E não fazia feio, perdendo por dois gols e um de diferença apenas. Formou-se uma grande amizade e os jogos se sucediam nas datas em que não existiam as competições oficiais no Velódromo.

E nesse mesmo ano de 1903 foi realizado um Campeonato de Segundos Quadros, reunindo equipes do Paulistano, do Mackenzie, do Internacional, do Germania e da Palmeiras. E sabem que ficou no segundo posto, o novo clube que nascia para o futebol. Uma linda conquista. Em 1904 novo Campeonato de Segundos Quadros e outro brilhante vice-campeonato da A.A. das Palmeiras.

Chega a temporada de 1905.

A LIGA resolveu aumentar o número de concorrentes a “Taça Penteado”, ou seja, o Campeonato Paulista de Primeiros Times. A Associação Athletica das Palmeiras se candidata junto com o Clube Atlético Internacional, da cidade de Santos, pioneiro do futebol naquele centro.

Em virtude disto houve um Torneio de Seleção e a representação do alvinegro saiu vencedora (4 a 0) conquistando merecidamente a vaga. Experimentou inicialmente alguns revezes, ficando em último lugar.

A CAMPANHA NA ESTRÉIA

07 – maio – contra o Internacional – empate 0 a 0

21 – maio – contra o São Paulo Athletic – derrota – 1 a 2 – gol de Aquino

22 – junho – contra o Mackenzie – derrota – 6 a 0

09 – julho – contra o Germânia – derrota – 2 a 1 – gol de Eugênio

23 – julho – contra o Internacional – derrota – 2 a 1 – gol de Faria

13 – julho – contra o São Paulo Athletic – vitória 3 a 0 – gols de Aquino, Neves e Faria

27 – agosto – contra o Paulistano – derrota 3 a 1 – gol de Neves

10 – setembro – contra o Germânia – derrota – 7 a 1 – gol de Acácio

23 – setembro – contra o Mackenzie – derrota – 5 a 2 – gols de Aquino e Faria

OBS: todos os jogos foram realizados no campo do Velódromo

Mas depois deste campeonato se verifica um fato importante na vida do clube. Verifica-se uma cisão no Club Athletico Paulistano, liderada por Jorge Mesquita. E alguns desportistas como José Egydio, Raul Guimarães e Plinio Rubião deixam o clube do Jardim América ingressando na Associação Athletica das Palmeiras. Quem se desgosta com o fato é o grande palmeirense Aquino que abandona o clube.

E então o clube inicia sua trajetória gloriosa. Inicia o campeonato de 1906 vencendo o São Paulo Athletic por 2 a 1 e se consagra a 10 de junho ao vencer o C.A. Paulistano, campeão de 1905, por 3 a 2. E termina o campeonato apenas dois pontos atrás do S.C. Germânia, campeão daquele ano. Mas, numa crise com a Liga, acabou eliminada no final do certame, com dois jogos a cumprir, face um caso na partida contra o Internacional. E, por isso, ficou ausente dos Campeonatos de 1907 e 1908.

Mas em 1909 haveria de fazer um retorno vitorioso. Chegou ao final do campeonato empatada com o C.A. Paulistano.

Foi necessário um desempate. E, na tarde de 5 de dezembro de 1909, no Parque Antárctica, então campo do Germânia, a A.A. das Palmeiras iria  derrotar o famoso C.A. Paulistano por 2 a 1, conquistando assim seu primeiro título paulista de futebol.

Em 1910, com apenas dois pontos perdidos, o clube de Rubião voltou a ser campeão paulista.

Nova cisão e novo afastamento da Liga, desta vez em definitivo. Ficou de fora nos campeonatos de 1911 e 1912 e somente retornou às atividades em 1913, na nova entidade que surgia. Era a APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos).

E, finalmente, em 1913, num campeonato de três clubes apenas, ficou em terceiro e último lugar, atrás do Paulistano e do Mackenzie.

Em 1914 – ano da A.A. São Bento – ficou em penúltimo lugar, a frente apenas do Scottish Wandereres F.C.

Mas ressurgiu das cinzas em 1915, para conquistar invicta o título da APEA, com apenas um ponto perdido a frente, do Mackenzie e do Paulistano.

A.A. das PALMEIRAS – Campeã de 1915

 

No fim de sua vida no futebol, a A.A. das Palmeiras alcançou as seguintes colocações:

1916 – última colocada (APEA)

1917 – 5º lugar (APEA)

1918 – 4º lugar (APEA)

1919 – última colocada (APEA)

1920 – 8º lugar (APEA)

1921 – Penúltimo lugar (APEA)

1922 – 5º lugar (APEA)

1924 – desclassificada para o 2º turno (APEA)

1925 – retirou-se do campeonato e se desligou da APEA

1926 – 5º lugar – (Liga de Amadores)

1927 – último lugar – (Liga de Amadores)

1929 – último lugar – (Liga de Amadores)

A partir de 1930 não mais existiu a Associação Athletica das Palmeiras, a qual foi extinta. Seus dirigentes se juntaram a outros do Club Athletico Paulistano e fundaram o São Paulo Futebol Clube, que adotou as cores das duas agremiações em fusão.

 

FONTES:

Texto extraído do periódico Popular da Tarde, dos anos setenta, na sua íntegra. Obs: não consta do texto o nome do autor.

Fotos e camisas: colecionadores de camisas de futebol e wikipedia

 

A Associação Atlética Sucrerie foi fundada em 8 de fevereiro de 1914 por funcionários da Société Sucrerie Brasiliene que era de origem francesa e dona do Engenho Central na Vila Rezende.

Segundo dizem, Angelo Filipini um dos seus fundadores confeccionou o primeiro carimbo do clube a mão, fazendo uso de um canivete.

Em 1942 em virtude da 2° Grande Guerra Mundial, por imposição governamental, os clubes com nomes estrangeiros foram obrigados a adotar nomes brasileiros, assim a A.A. Sucrerie passou a se chamar Clube Atlético Piracicabano.

Um dos grandes rivais do XV de Piracicaba foi um dos pioneiros do profissionalismo no interior e disputou a 2° divisão (atual série A2) até o ano de 1954, deixando o profissionalismo em 1955.

Por suas fileiras passaram grandes jogadores como Pepino, Rabeca, Strauss, Coringa (recebeu o Belford Duarte da CBD por nunca ter sido expulso), Tito Ducatti (o seu maior artilheiro), Benedito Julião que jogou muitos anos no Corinthians e chegou a ser convocado  para a Seleção Brasileira e Cuíca, ou melhor, Mazzola, campeão Mundial em 1958 na Suécia.

Foto do mestre Idálio Filetti, provavelmente dos anos 1940. Mostra a torcida do Estádio Dr. Kok. Interessante é saber que o estádio surgiu por intercessão de alguns desportistas, sendo a maioria deles funcionários do Engenho Central, que solicitaram emprestado terreno situado na av. Dona Francisca, através de seu proprietário Dr. Holger Jensen Kok, então diretor superintendente da Societé de Sucreries Bresiliennes – Engenho Central. No início do século passado, locou a área por valor ínfimo, para que pudessem construir um campo de futebol.

Uma campanha destinada a arrecadar fundos para a compra da área do estádio, foi desencadeada pelo Sr. Lázaro Pinto Sampaio, que contatou fornecedores, industriais, comerciantes, proprietários de engenhos, usineiros etc, além de contribuições dos funcionários da empresa Dedini S/A, a fim de buscar as verbas necessárias para a compra do referido terreno. Assim foi possível a efetivação da aquisição da área que foi denominada ESTÁDIO DR. KOK, em homenagem à memória do nobre ilustra patriarca, no dia 5 de agosto de 1941.

A foto mostra a sede administrativa do Clube Atlético Piracicabano, nos anos de 1960. Situava-se na avenida Barão de Serra Negra, ao lado da praça da Igreja Imaculada Conceição, na Vila Rezende. O clube representou por muitas décadas os rezendinos, senão toda Piracicaba. O prédio não existe mais.

Atualmente, o Clube Atlético Piracicabano possui sua sede na Avenida Brasília, número 571, no bairro de Vila Rezende, nessa cidade.

Clube Atlético Piracicabano em uma de suas formações no ano de 1956

                                    Outro modelo de escudo da Associação Atlética Sucrerie

 

Fontes:

fotoeahistoria.blogspot.com.br de Edson Rontani Junior

educandopeloesporte.com.br

Esporte Ilustrado – edição número 193 do dia 18 de dezembro de 1941

 

 

 

 

ITATIBA – “Princesa da Colina”

Situada a 80 km de São Paulo, na Serra da Jurema, Itatiba – que em tupi-guarani significa muita pedra, ou  “ajuntamento de pedras” (itá = pedra + tyba =ajuntamento), é carinhosamente chamada por seus moradores de ‘Princesa da Colina’, título que conquistou por seu relevo acidentado.

 

ITATIBA ESPORTE CLUBE

Data de fundação: 5 de março de 1937

Endereço da sede: Rua Piza e Almeida nº 592.

Endereço do estádio: Rua Jundiaí nº 360

Inicialmente chamou-se JUVENIL ITATIBA e posteriormente JUVENIL ITATIBA ESPORTE CLUBE. Somente em junho de 1940 passou a ser oficialmente chamado de ITATIBA ESPORTE CLUBE.

FUNDADORES DO ITATIBA ESPORTE CLUBE

Danton Ernesto de Lima, Alcides Gilli, Luís Machado, Vitório Polesi, José Casanova Neto, Armando e Luís Carra, Valter Schiavinatto, Ítalo e José Sesti, Jácomo Bedani, Osvaldo Coletti, Onofre “Pipi”, Alberto Passador, Joanin Prevedel, Anísio Consoline, Vai-Vai, Gervásio Dian, Varguinha, Nelito, Wilson Gianini, Onofre, Máximo Panzarin,Carleto, Dito Lau, Rabelo(de Jundiaí), Orestes Paganini, King, Valdomiro Mendonça, Carnevale, Zepo, Juca Machado, Luciano Cremonese, Orlando Marcondes “Pagode”, Acácio Panzarin, Luís Labriola, Caio Pires de Morais, Antonio Marciano, Wilson Rela, Pedro Dian, Campana, Juca e Benedito.

A PRIMEIRA DIRETORIA

 • Presidente de Honra: Paulo Abreu

• Presidente da Diretoria: Dr. José Fachardo Junqueira

• 1º Vice-Presidente: Dorival Moura Leite

• Secretário Geral: Dr. João B. Ottoni Bastos

• 1º Secretário: Octávio Pupo da Silveira

• 2º Secretário: Geraldo Ferraz Mello

• 1º Tesoureiro: José Faggiano Junior

• 2º Tesoureiro: Álvaro da Costa Saraiva

• Diretor Esportivo: Bruno Lazzarini

• Técnico Esportivo: Antonio Marrasco

• Conselho Consultivo: Luiz Machado, Armando Gianini E. Antonio Saccardi

No dia 20 de abril de 1941, aconteceu o primeiro jogo da nova fase do clube, contra o Marinheiros da Lapa, de São Paulo.

Ao time visitante foi pago 80$000 e a renda do jogo foi de 154$000. O técnico rubro-negro era Antonio Marrasco e o Itatiba E.C. venceu o jogo… É o que consta da ata do clube. Só esqueceram de colocar o placar!

Participações em campeonatos estaduais:

Terceira Divisão (atual  série A3) – seis vezes]

- 1961 – 1962 – 1963 – 1964 – 1965 – 1966

Quarta Divisão (atual série B) – uma vez

- 1960

Uma das formações do Itatiba Esporte Clube durante o ano de 1960

Hino Oficial do ITATIBA EC – “Vermelho e Preto”

Autor: Zé Beléu, na verdade José Manoel da Silveira Franco

Quem vem de lá,
Sou eu morena,
Abra a porteira
Que eu quero passar.

Vermelho e preto
Sinal de guerra
É o ITATIBA
Que estremece a terra!

No canto do rouxinol,
Anunciando a nossa chegada
Somos onze corações de ouro
Que entram em campo
E picam o couro

Quem vem de lá,
Sou eu morena,
Abre a porteira
Que eu quero passar.

Vermelho e preto
Sinal de guerra
É o ITATIBA
Que estremece a terra!

Evolução de escudos do Itatiba Esporte Clube

 

Fontes:

Prefeitura Municipal de Itatiba

Site do clube

A História do Itatiba Esporte Clube de Celso Fernando Catalano

Evolução de escudos: Virgínio Saldanha

 

Segue em primeira mão o primeiro escudo da Associação Desportiva Leônico de Salvador/BA. A equipe foi fundada em 03 de abril de 1940 por um grupo de funcionários da Carl Leoni & Co., por isso o nome da agremiação. Seu primeiro nome foi Leônico Futebol Clube.

Leônico Futebol Clube: vice-campeão da 2ª divisão de amadores

A mudança de nome ocorreu entre os anos de 1958/1959. Estreou no profissionalismo em 1960.

O fato mais importante da história do clube foi a conquista do campeonato baiano de 1966 após derrotar o Vitória em um jogo desempate.  Mesmo sem disputar o primeiro turno do Campeonato Baiano, o Leônico foi campeão do segundo; enfrentou o Vitória na final. Após uma vitória para cada, foi realizado um jogo-desempate decisivo na Fonte Nova, onde o Leônico bateu o adversário por 2×1 e sagrou-se campeão baiano. Ganhou aí o apelido de “Moleque Travesso”.

Escudo utilizado por muitos anos pela equipe

Novo escudo

Após 15 anos inativo a equipe voltou ao cenário futebolístico em 2007.

FONTES:

Livro “Leônico 50 anos” - Guiovaldo Veiga (1990)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Associa%C3%A7%C3%A3o_Desportiva_Le%C3%B4nico
 
Escudo e uniforme do Leônico Futebol Clube desenhado por Sergio Mello.
 

O União Agrícola Barbarense Futebol Clube, da cidade de Santa Bárbara d´Oeste, Estado de São Paulo, está completando neste dia 22 de novembro de 2014, cem anos de vida.

Os apelidos “Leão da Treze” ou “Alvinegro da 13 de Maio” é uma alusão ao endereço onde sua sede está instalada: Rua Treze de Maio número 1269.

 

História

Fundado no dia 22 de novembro de 1914, inicialmente com o nome de União Foot-Ball Club, a equipe de Santa Bárbara d’Oeste teve diversos nomes até chegar ao que ostenta atualmente. Em 1918, passou a se chamar Athlético Barbarense Foot-Ball Club e, um ano depois, se chamou Sport Club Athlético Barbarense. No ano de 1920, o clube se fundiu com o 7 de Setembro da Fazenda São Pedro e, mais uma vez, alterou seu nome: Sport Club União Agrícola Barbarense. Por fim, ainda naquele ano, passou a portar a denominação que tem até hoje: União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

No ano seguinte da definição do nome, em 1921, o União Barbarense se registrou na APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), que comandava o futebol do Estado. Vinte anos depois, em 1941, filiou-se à Federação Paulista de Futebol, ainda como amador, e no ano seguinte passou a ser membro da LBF (Liga Barbarense de Futebol), entidade do município de Santa Bárbara d’Oeste.

Apenas em 1964 é que o clube se profissionalizou nos quadros da Federação Paulista de Futebol e sua estréia não foi das mais felizes diante de Alumínio: derrota por 3 a 1 em partida válida pela 3ª Divisão de Acesso. Nesta partida, o autor do primeiro gol da equipe como profissional foi o atacante Mané de Campos. Três anos depois, o União decidiu adotar o “Leão da 13″ como mascote do clube, em homenagem aos torcedores fiéis que apoiavam com garra o time (como leões) e à sede do clube, na Rua Treze de Maio.

O primeiro título do clube foi conquistado em 1946, quando ainda era amador, o de campeão da cidade pela Liga Barbarense de Futebol. Dois anos depois, mais uma conquista: Campeão amador da região, disputando o Campeonato Paulista do Interior pela FPF. Foi tricampeão da “Taça Cidade de Santa Bárbara” nos anos de 1957, 1961 e 1963. Nessse período, mais precisamente em 15 de novembro 1959, o Jornal D’Oeste publicou a composição do Hino Oficial do clube, de autoria do Professor José Dagnoni (letra) e Hermosa Hadad Baruque Murbach (música). Em 1967, já como profissional, foi Campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando o acesso à 1ª Divisão (uma abaixo da divisão principal).

A partir daí, o clube conquistou alguns títulos regionais, como o Torneio Intermunicipal Americana x Santa Bárbara d’Oeste em 1973 e passou por bons e maus momentos. Depois de ficar alguns anos sem disputar os campeonatos da FPF foi, finalmente, em 1990, vice-campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando mais uma vez o acesso à Divisão Intermediária. Em 1995 foi Campeão Paulista de Juniores da Série A3 e, em 1996, dos Jogos Abertos do Interior, com a equipe de Juniores. Em 1997, conquistou o vice-campeonato da Série A3 do Paulista. No ano seguinte, o maior trunfo até então: o título do Campeonato Paulista da Série A2 e o acesso à divisão principal estadual.

Em 1999, por terminar o Paulistão como melhor time do interior na tabela, o União Barbarense se tornou Campeão do Interior. Em 2001, foi vice-campeão da Copa Federação Paulista de Futebol e, em 2004, Campeão Brasileiro da Série C. Entretanto, um ano depois do acesso à Série B, foi novamente rebaixado à Terceira Divisão nacional, por três pontos.

Nas competições estaduais, o União Agrícola Barberense se manteve na principal divisão do campeonato paulista até 2005, quando foi rebaixado para a Série A2 de 2006. Um novo tropeço em 2006 levou a equipe à Série A3, quando terminou a competição de 2007 na décima colocação.

O estádio Antonio Lins Ribeiro Guimarães, também conhecido como “Toca do Leão” está localizado na cidade de Santa Bárbara D’Oeste, no estado de São Paulo e pertence ao União Agrícola Barbarense Futebol Clube. Seu nome foi dado em homenagem a um ex-presidente e patrono do clube. Foi inaugurado em 21 de maio de 1921 e seu primeiro jogo foi União Barbarense 3 a 1 contra o EC Concórdia de Campinas. O estádio tem capacidade para 14.914 pessoas.

O estádio está situado na Rua 13 de Maio, 1269 – Santa Bárbara D’Oeste – SP

 

 

A Torcida Uniformizada Sangue Barbarense é a principal e a maior torcida uniformizada do União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

Fundada na data de 11 de novembro de 1984, é a segunda torcida mais antiga do interior do Estado de São Paulo e a quinta, incluindo a capital.

Fontes:

História (site do clube);

Estádio (botoesparasempre.blogspot);

Foto da equipe: Gustavo Belofardi;

Mascote: flogao

 

 

Em 5 de agosto de 1997, foi disputado em Firenze na Itália o 4º Trófeu Cecchi Gori, que contou com a presença da AC Fiorentina, SS Lazio e Grêmio Esportivo Sãocarlense. Foram disputadas 3 partidas de 45 minutos cada uma, conforme o regulamento da disputa do Troféu.

Escalação dos clubes e jogadores que participaram da disputa do troféu

Fiorentina: Toldo; Padalino, Firicano, Mirri; Kanchelskis, Piacentini, Cois, Bettarini; Oliveira, Dionigi, Robbiati. (Reservas: Fiori, Falcone, Bartoloni, Bigica, Serena, Amoroso, Rui Costa, Benin, Flachi, Batistuta, Mussi) – Técnico: Alberto Malesani

Lazio: Marchegiani; Negro, Nesta, Lopez, Chamot; Fuser, Venturin, Jugovic; Mancini; Signori, Böksic. (Reservas: Orsi, Favalli, Grandoni, Pancaro, Gottardi, Marcolin, Nedved, Rambaudi, Buso, Casiraghi) – Técnico: Sven-Göran Eriksson.

Sãocarlense: Ricardo; Vile, João Cleber, Fabio, China; Marcinho, Bernardo, Olídio; Leo, Marco Aurélio, Coshe. (Reservas: Silvio Luiz, Douglas, Roberto, Neto, Cleber, Natela, André) – Técnico: Carlos Rabello.

Árbitro 1ª partida: Cosimo Bolognino – Lazio 2 x 0 Sãocarlense (gols de Alen Bokšić aos 28′ e Giuseppe Signori aos 41′)

Árbitro 2ª partida: Gennaro Borriello – Fiorentina 1 x 0 Sãocarlense (gol de Luís Oliveira aos 5′)

Árbitro 3ª partida: Cosimo Bolognino – Fiorentina 1 x 1 Lazio (Francesco Flachi aos 28′ e Negro aos 27′), 4-3 nos pênaltis para a Fiorentina, gols marcados por Negro e Dario Marcolin (Lazio); Flachi, Andrey Kanchelskis e Pasquale Padalino (Fiorentina).

Resultado final:
Fiorentina
Lazio
Sãocarlense

Fonte: http://archive.today/aFeRb#selection-1111.10027-1111.10044 – Archive today

 

“São Carlos” sempre participou do futebol amador e profissional na quarta, terceira, segunda e primeira divisões do Campeonato Paulista de Futebol e algumas participações na Copa FPF do Estado de São Paulo com os seguintes clubes, nos seguintes períodos, como está descrito abaixo.

História
Amadorismo
O clube ‘’’pioneiro”’ do futebol na cidade de São Carlos foi fundado em 1º de setembro de 1903 com o nome de “Paulista Sport Club” e posteriormente “Paulista Esporte Clube”, era um clube muito “charmoso” e respeitado por toda a comunidade regional e paulista, foi um dos maiores clubes do interior durante várias décadas, possuía uma equipe de futebol que era temida em toda a região, e fazia frente aos grandes da capital, como quando recebia o “Clube Atlético Paulistano”, a “Società Sportiva Palestra Italia”, ou o “Clube Atlético Ypiranga”, por exemplo. Possuía estádio próprio a partir de 1926, o “Estádio Paulista” que foi palco de grandes vitórias com seu temido “esquadrão”.

No início do futebol na cidade o “Paulista Esporte Clube” mandava seus jogos no antigo e pioneiro “Estádio Derby Sãocarlense”, que ficava no “Hipódromo Sãocarlense” que pertencia ao “Derby Club”, localizado nas imediações da “Estação Ferroviária Hipódromo”. A partir de 1926, inaugurou o “Estádio Paulista” de sua propriedade, e começou a mandar seus jogos no mesmo.

Na cidade, começou a possuir rivais na década de 10; e entre eles, o “Ideal Club”, o “Palestra Itália de São Carlos”, o “Ruy Barbosa FC” e depois o “Ferroviários EC” que tinham bons times amadores, que também recebiam a “Società Sportiva Palestra Italia”, o Sport Club Corinthians Paulista” e o “São Paulo Futebol Clube” nos seus estádios.

O Paulista EC disputou durante vários anos até a década de 40 a “Liga dos Amadores de Futebol”, o “Campeonato Paulista Amador do Interior” que era um campeonato semi-profissional, e geralmente era o “campeão” da região classificatória.
Em 21 de março de 1951 foi incorporado pelo “São Carlos Clube”, juntamente com toda a área onde está hoje instalado, em uma área de aproximadamente 135 mil m², mas deixou consignado que o São Carlos Clube manteria o nome do estádio como sendo “Estádio Paulista”.

Profissionalismo
A cidade de São Carlos entrou no futebol profissional em 1956 com o “Clube Atlético Bandeirantes”, o ‘’’pioneiro”’ do profissionalismo da cidade, clube fundado em 25 de janeiro de 1941 como amador; depois juntou-se ao Bonsucesso, ao “Vila Elizabeth” e ao “União” para se fortalecer em 1955. Disputou nove campeonatos sucessivos na segunda e terceira divisões. O clube possuía “charme” com sua categoria e mandava seus jogos no “Estádio do Paulista EC” que já pertencia ao São Carlos Clube desde 1951, em 1957 mandou seus jogos no “Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira”, e em 1964 no seu último ano, mandou alguns de seus jogos no “Estádio Municipal Rui Barbosa” na Vila Nery. Infelizmente para o futebol, o CA Bandeirantes foi extinto em 1965.

Na sequência o “Estrela da Bela Vista Esporte Clube”, fundado em 12 de janeiro de 1952, entrou no futebol profissional em 1957 e disputou dezesseis campeonatos não sucessivos na quarta, segunda e terceira divisões. Mandava seus jogos no “Estádio João Ratti” de sua propriedade, no Jardim Cruzeiro do Sul (sub-distrito da Bela Vista São-carlense). O clube na realidade nunca conseguiu cativar a população da cidade para o seu lado, provavelmente devido levar o nome de um bairro, com isso não despertando o interesse do comércio, da indústria e da mídia da cidade com os apoios necessários. O clube está licenciado na FPF desde 1994.

Houve também a participação em 1957 na terceira divisão do “Expresso São Carlos Esporte Clube”, fundado em 1953, mandava seus jogos em seu estádio, que numa espetacular exibição foi ‘’’campeão”’ e subiu para a segunda divisão, mas não se sabe bem o porque o clube não tomou seu posto na segunda divisão, o clube foi extinto em 1967.

Quando da extinção do ‘’’pioneiro”’ CA Bandeirantes, o “São Carlos Clube”, fundado em 9 de janeiro de 1944, clube da “elite sãocarlense” entrou no futebol profissional em 1965 e tinha “personalidade” dentro e fora de campo, disputou cinco campeonatos sucessivos na terceira e segunda divisões. Mandava seus jogos no “Estádio Paulista”, de sua propriedade e já remodelado. Em 1966 o clube inaugurou o sistema de iluminação para jogos noturnos e subiu para a segunda divisão, fez uma grande reforma no estádio com a ajuda da população da cidade, elevando a capacidade para 8 mil pessoas, em 1967 para disputar a segunda divisão aumentou 10 mil pessoas, mas em 1970 o clube saiu do futebol profissional não conseguindo colocar a cidade na primeira divisão, deixando saudade em toda a população e um “vácuo no tempo” sem que a cidade tivesse participação no futebol profissional, apesar das várias investidas do Estrela da Bela Vista EC em alcançar exito para conseguir tomar o espaço deixado, mas infelizmente sem sucesso.

Então em 19 de março 1976 é fundado o clube “considerado” o mais importante para o futebol profissional da cidade, o “Grêmio Esportivo Sãocarlense”, (sucessor do Madrugada Esporte Clube fundado em 17 de janeiro 1974 que disputou a terceira divisão em 1975), juntos disputaram trinta campeonatos sucessivos na terceira, segunda e primeira divisões. Mandava seus jogos no “Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira”, chegou a mandar alguns jogos no “Estádio Paulista” por problemas de interdição de estádio, mas por problemas administrativos e financeiros o clube foi presumivelmente “extinto” em 2005, mas na FPF consta como licenciado. Há rumores de que o clube voltará a atividade em 2009, pois filiou-se a “Liga Sãocarlense de Futebol”.

Por fim, em 25 de novembro de 2004 um grupo de empresários da cidade fundou o “São Carlos Futebol Clube” para dar continuidade ao futebol profissional. O clube traz consigo uma grande estrutura profissional (clube empresa “limitada”) e promete levar a cidade a primeira divisão do campeonato paulista, e já em 2005 o clube foi “campeão” da quarta divisão e subiu para a terceira. Manda seus jogos no “Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira” no sub-distrito da Bela Vista São-carlense.

Clubes e participações:
“Paulista Esporte Clube”
Disputou durante vários anos até a década de 40 a “Liga dos Amadores de Futebol” do “Campeonato Paulista Amador do Interior” que era um campeonato semi-profissional, e geralmente o Paulista era o campeão da sua região classificatória.

“Clube Atlético Bandeirantes”
Segunda divisão: 1956, 1957, 1958 e 1959 – (1959 caiu para a terceira)
Terceira divisão: 1960, 1961, 1962, 1963 e 1964 – (infelizmente o clube foi extinto em 1965)

“Estrela da Bela Vista Esporte Clube”
Segunda divisão: 1973, 1974 1975 e 1976
Terceira divisão: 1957, 1984, 1985, 1986, 1987 – (1987 caiu para a quarta), 1991, 1992, 1993
Quarta divisão: 1977, 1988, 1989 e 1990 – (1990 voltou para a terceira) – (clube está licenciado desde 1994)

“Expresso São Carlos Esporte Clube”
Terceira divisão 1957: (1957 clube foi campeão e subiu para a segunda, mas foi extinto)

“São Carlos Clube”
Terceira divisão: 1965, 1966 – (1966 subiu para a segunda)
Segunda divisão: 1967, 1968 e 1969 – (1970 clube saiu do futebol profissional)

“Madrugada Esporte Clube”
Terceira divisão: 1975 – (clube antecessor do Grêmio Esportivo Sãocarlense)

“Grêmio Esportivo Sãocarlense”
Terceira divisão: 1988 e 1989 – (1989 campeão da terceira e voltou para a segunda), 2004 – (2004 caiu para a quarta)
Segunda divisão: 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 – (1987 caiu para a terceira), 1990 – (1990 subiu para a primeira), 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003 – (2003 caiu para a terceira)
‘’’Primeira divisão”’: 1991, 1992 e 1993 – (1993 caiu para a segunda) – (2005 foi presumivelmente extinto, mas na FPF consta como licenciado; voltou em 2000 como amador e em 2016 como profissional)

“São Carlos Futebol Clube”
Quarta divisão 2005 e 2015 – (2005 e 2015 foi campeão da quarta e subiu para a terceira)
Copa São Paulo Júnior 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016
Terceira divisão (Campeonato Paulista Série A3) 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011 (2011 acesso para a segunda), 2013, 2014 (2014 caiu para a quarta) e 2016
Segunda divisão (Campeonato Paulista Série A2) 2012 e 2013 (2013 caiu para a terceira)
Copa FPF 2006, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2016

“Clube Atlético Paulistinha”
Quarta divisão 2010 e 2013 – (clube com mais de cinquenta anos nas categorias de base)

Observação: Esse artigo foi adaptado da “wikipédia” para esse blog, artigo que foi criado e editado por mim que sou editor cadastrado na enciclopédia.

Resgatado e atualizado do Blog Parte 1, editado em 20/08/2008 e não passado para a continuação do blog pelo administrador.

 

GUARANI FUTEBOL CLUBE

BAIRRO: IPIRANGA

ZONA SUL

SÃO PAULO – CAPITAL

FUNDAÇÃO: 10 de Setembro de 1961 – permaneceu em atividade até o ano de 1969

FUNDADOR: Julião Dias Tenório

Sua sede era na Rua das Municipalidades número 603, no bairro do Ipiranga.

 

Da esquerda para direita: Carlos, Pelé, Claudio, José, Julio, Juca, Biló, Ataide, Cuna, Nego e Kiko

 

.

JULIÃO DIAS TENÓRIO e seu sobrinho JOSÉ RINALDO UOYA

FONTES:

JOSÉ RINALDO UOYA, que aparece na foto acima, ao lado de seu tio JULIÃO DIAS TENÓRIO, fundador do GUARANI FUTEBOL CLUBE, em uma fotografia dos anos sessenta.

JULIÃO DIAS TENÓRIO faleceu no ano de 2001.

 

 

SÃO JOAQUIM FUTEBOL CLUBE

CIDADE: TATUÍ-SP

FUNDAÇÃO: 4 de Junho de 1983

UNIFORME: camisa vermelha, gola e mangas brancas, calções e meias brancas.

 

O SÃO JOAQUIM FUTEBOL CLUBE foi, por duas vezes, vice-campeão amador do Estado de São Paulo, respectivamente em 1984 e 2004, campeonatos esses promovidos pela Federação Paulista de Futebol.

Curiosamente, em ambos os anos, a equipe campeã foi o Clube Atlético Brotense, da cidade de Brotas.

Seguem abaixo  os resultados referentes ao campeonato de 2004, de acordo com o que consta no site www. rsssfbrasil.com

Campeonato Paulista de Futebol Amador – 2004

 43 EQUIPES

 PRIMEIRA FASE

[07 Set 2004] A.A. ITAPETININGA (ITAPETININGA) 2-4 SÃO JOAQUIM F.C.

[12 Set 2004] SÃO JOAQUIM F.C.  5-0 A.A. ITAPETININGA (ITAPETININGA)

SEGUNDA FASE
[19 Set 2004] INDEPENDÊNCIA F.C. (BAURU) – SÃO JOAQUIM F.C.

[26 Set 2004] SÃO JOAQUIM F.C. – INDEPENDÊNCIA F.C. (BAURU)

TERCEIRA FASE
[10 Out 2004] CANARINHO F.C. (ITU)  2-0 SÃO JOAQUIM F.C.

[17 Out 2004] SÃO JOAQUIM F.C. 4-0 CANARINHO F.C. (ITU)

[QUARTAS DE FINAIS
[31 Out 2004] A.E.C. SANTA LUZIA (BRAGANÇA PAULISTA) 1-0 SÃO JOAQUIM

[07 Nov 2004] SÃO JOAQUIM F.C.  3-2 A.E.C. SANTA LUZIA (BRAGANÇA PAULISTA)

SEMIFINAIS
[15 Nov 2004] C. RIOPEDRENSE DE FUTEBOL 2-2 SÃO JOAQUIM F.C.

[21 Nov 2004] SÃO JOAQUIM F.C.  1-1 A. RIOPEDRENSE DE FUTEBOL

FINAL
[28 Nov 2004]
SAO JOAQUIM F.C. 1-0 C.A. BROTENSE(BROTAS)

[05 Dez 2004]
C.A. BROTENSE (BROTAS) 4-0 SAO JOAQUIM F.C.

**** CLUBE ATLÉTICO BROTENSE DE BROTAS – CAMPEÃO PAULISTA AMADOR DE 2004 ****

 

FONTES:

www. rsssfbrasil.com

meu acervo

Tomaz Cresciulo – presidente da Liga Tatuiana de Futebol (LITAFU) – meus agradecimentos

 

 

 

 

PITANGUEIRA FUTEBOL CLUBE

Bairro – Casa Verde

Zona Norte

São Paulo – Capital

Fundação: 1º de Novembro de 1938

Sede social – Rua Maria Curupaiti número 1029 – Vila Ester – Casa Verde

Seus fundadores foram os senhores Severino de Oliveira, Armando Dalmas, Alberto de Oliveira, Antonio Ferreira Alves, Arthur Augusto Parreira, Donato Rodrigues Relva, Maurício Percivalli, Hans Roth, Antonio Sardinha, Alfredo Kremer, Alfredo Dalmas, Manoel da Silva, Roberto Ferreira, Hans Schwartzwalder, Jayme Siqueira, José Pereira, Adriano dos Santos, Toshiaki Kokuta, José Augusto Junior, João de Abreu Junior, Walter Schwartzwalder, Joaquim da Costa e Nelson Pereira da Silva.

Seu primeiro presidente foi o senhor Alfredo Frederico Scharer.

Inicialmente foi chamado de Flor da Pitangueira Futebol Clube.

Seu estádio, inaugurado na data de 7 de Agosto de 1983, se situa no terreno da Infraero, na Rua Marambaia – Casa Verde.

 

Fontes:

Site do clube

Fotos do estádio: meu acervo

 

 

 

VILA PAULINA FUTEBOL CLUBE

Fundação: 21 de Abril de 1951

Cores: verde e branco

Foram seus fundadores Romeu Donzel, Oswaldinho Moreno e Oswaldinho da Farmácia.

Inicialmente chamou-se Sociedade dos Moradores da Vila Paulina.

Manda seus jogos no CDM Jardim Itália, localizado na Avenida Salim Farah Maluf número 5000.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

GRÊMIO DESPORTIVO E RECREATIVO SETE DE SETEMBRO

Fundação: 7 de Setembro de 1931

Cores: vermelho, preto e branco

Sede: Rua Bom Jesus, 599 – Água Rasa

Estádio: Entrada 1 – Rua Bom Jesus, 707

Entrada 2 – Rua Maria Adelaide, 88

Fundado por dez ex-diretores do Esporte Clube Regente Feijó. A saber: Antonio Lopes Raposo, José Gattis, José Balbino R. da Silva, Manoel Lopes, Arthur Lino Casemiro, Miguel Bersani, João Reis de Almeida, Izidro da Costa, Sebastião Ferreira e Antonio Augusto.

Sua primeira partida ocorreu na data de 10 de abril de 1932. O adversário foi a equipe do Bonde Futebol Clube e o resultado final 1×1.

Pouco tempo depois o Sete de Setembro sagrou-se campeão do torneio promovido pelo jornal “O Dia”. E desde então vem acumulando uma infinidade de títulos.

Por duas vezes o Sete de Setembro sagrou-se bicampeão varzeano da Liga Duque de Caxias. O primeiro bicampeonato aconteceu nos anos 1941/1942 e o segundo bicampeonato nos anos 1945/1946.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

Site do clube

 

A.R. XV DE NOVEMBRO

Cores: preto e branco

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

XV DE AGOSTO FUTEBOL CLUBE

Cores: preto e branco

Mandava seus jogos no campo da Avenida Regente Feijó, em frente ao Lar Anália Franco (Asilo/Matão), onde hoje se encontra o Shopping Anália Franco e Universidade Unicsul.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

CLUBE ATLÉTICO BARÃO

Fundação: 1969

Cores: preto e branco

Se situava na Praça Barão de Macaúbas onde hoje é o Shopping Anália Franco.

Sua sede, desde o ano de 1969, se situa na Rua Armindo Guaraná número 100.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

SANTOS FUTEBOL CLUBE

Fundação: 1961

Cores: preto e branco

Corria o ano 1961 quando os irmãos Bica, Cobrinha, Chico e Foca fundaram um time para a molecada. Vivendo a era Pelé, o time só poderia se chamar Santos Futebol Clube.

Aos domingos, pela manhã, a molecada subia no caminhão estacionado na Rua Serra de Jairé quase esquina com a Rua Itamaracá para mais um jogo contra adultos. Sempre mais uma nova exibição.

Em 1966 encerrou suas atividades e a maioria de seus jogadores passou a jogar pelo Brazão São Paulo Futebol Clube.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

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