Em 1928 o SÃO PAULO RAILWAY ATLÉTICO CLUBE de São Paulo/SP (atual NACIONAL ATLÉTICO CLUBE) estava filiado a Liga de Amadores de Futebol. Disputou a Divisão Intermediária (2ª Divisão). O seu quadro principal (1º quadros) não fez uma boa campanha sendo eliminado no 1º turno, porém a equipe secundária (2º quadros) conquistou o título. Abaixo os resultados oficiais da equipe nesta temporada:

 

DATA

 

 

 

 

  LOCAL

08.04.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

2

PAULISTA DE ANIAGENS SÃO PAULO

21.04.1928

SÃO PAULO RAILWAY

3

x

1

COLOMBO SÃO PAULO

29.04.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

1

PORTUGUESA DE FUTEBOL SÃO PAULO

06.05.1928

SÃO PAULO RAILWAY

2

x

1

HELVÉTIA SÃO PAULO

10.06.1928

SÃO PAULO RAILWAY

2

x

2

CALIFÓRNIA SÃO PAULO

01.07.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

1

BRASIL SÃO PAULO

14.07.1928

SÃO PAULO RAILWAY

3

x

1

UNIÃO VASCO DA GAMA SÃO PAULO

22.07.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

3

UNIÃO FLUMINENSE SÃO PAULO

05.08.1928

SÃO PAULO RAILWAY

0

x

2

EC ORDEM E PROGRESSO SÃO PAULO

19.08.1928

SÃO PAULO RAILWAY

0

x

1

SÃO GERALDO SÃO PAULO

07.09.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

3

CASTELLÕES SÃO PAULO

16.09.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

1

ORIENTAL SÃO PAULO

30.09.1928

SÃO PAULO RAILWAY

5

X

2

TERRITORIAL PAULISTA SÃO PAULO
 

RECO-RECO/PALMEIRAS

Um clube de nome curioso era o Reco-Reco, que disputou alguns dos primeiros campeonatos e chegou a mudar de nome para Palmeiras. Era formado basicamente por estudantes e sumiu sem deixar vestígios após poucas partidas disputadas no final da década de 10.

SPARTANO

O Spartano — fundado em 14 de outubro de 1914 — surgiu dentro do Ginásio Paranaense e teve como influência de sua fundação, o Professor Dário Lopes Velloso. Durou pouco tempo no futebol e teve por muitos anos uma sede na Praça Osório famosa pelo jogo de carteado.

ACADÊMICA

A Acadêmica foi mais uma equipe de estudantes. Disputou uma temporada completa num dos primeiros campeonatos e depois, na sua segunda temporada, após o primeiro jogo, simplesmente sumiu.

POTY

O Poty — fundado em 14 de maio de 1925 — tinha sede na região da Galícia, no Bigorrilho e teve em suas fileiras Patesko, que chegou a defender a Seleção Brasileira em duas copas (1934 e 1938) e Tadeu, goleiro que também defendeu a seleção brasileira. Disputou poucas temporadas na divisão profissional e decidiu se dedicar à Suburbana.

BELA VISTA

O Bela Vista tinha sede no Alto Capanema (parte do atual bairro do Jardim Botânico), foi mais um clube de curta passagem pela divisão principal nas primeiras décadas de nosso futebol..

ESPERANÇA

O Esperança disputou apenas a temporada de 1920, mas uma das famílias ligadas ao clube, os Kupchak, depois integrou o Juventus.

CAMPO ALEGRE

O Campo Alegre teve passagem curta pela divisão profissional e depois se interessou apenas pelo Campeonato da Suburbana.

BANGU

O Bangu disputou 1929 e 1930, porém existe até hoje como integrante do Campeonato de Futebol Amador de Curitiba.

UNIVERSAL

O Universal durou alguns anos na divisão principal do Paranaense e deu origem à Sociedade Universal, famosa pelos bailes.

AQUIDABAN

O Aquidaban – fundado em 1º de maio de 1923 – durou também poucos anos na divisão principal do futebol, sumindo depois de 1931.

GUARANI-CTBA

O Guarani – que não era o homônimo de Ponta Grossa – também teve curtíssima passagem pela divisão principal.

BRASIL

Um clube chamado Brasil – nome que depois foi utilizado pelo Savóia durante a Segunda Guerra – teve passagem curta pelo futebol, mas uma família ligada ao clube, os Rosa, foram fazer história no Savóia e no Atlético.

PARANAENSE

Um clube chamado Paranaense – mesmo nome utilizado pelo Palestra Itália durante a Segunda Guerra – teve aparições na virada da década de 1920 para a de 1930. Após isso, foi para a Suburbana para depois desaparecer.

NACIONAL

O Nacional também durou pouco tempo, mas acabou por pressão dos oponentes, por se envolver em muitos casos de violência em campo e fora dele. O clube era formado por policiais militares e durante sua passagem pelos gramados, ganhou um Torneio Início antes de abandonar os gramados após mais um caso de agressão.

PARANÁ SPORTS CLUB

Em 30 de maio de 1912, foi fundado o Paraná Sports Club, tendo à frente bancários do London Bank, funcionários da Brazilian South American Engineering Co. e tendo como vice-presidente o dono do Diário da Tarde na época, Arthur Obino. O clube não praticava apenas futebol e tinha atividades como rúgbi, críquete e tênis. Em 1917, se fundiu com o América, fazendo o América-Paraná e conquistando o título daquele ano. A fusão foi desfeita em 1919 e o clube acabou em 1926.

JUNAK/JUVENTUS

Fundado em 10 de abril de 1922, por imigrantes poloneses e descendentes, com o nome de Strzelec, o Junak era uma sociedade que utilizava a educação física como meio de preparação para a cidadania. A sociedade passou a ter o futebol como atividade em 1927, uma equipe que tinha como jogador o então futuro governador Jayme Canet Júnior. Em 1935, após títulos amadores, o Junak resolve disputar o campeonato profissional. Em 1938, resolve se nacionalizar adotando o nome de Juventus. Em 1944, a Polônia estava ocupada pelos nazistas e com medo de represálias, o clube não disputou o campeonato, voltando em 1945. O máximo que o Juventus conseguiu foi ganhar alguns Torneios Início, porém revelou diversos jogadores, alguns até chegando à seleção. Em 1950, o clube abandona o Certame Oficial, com problemas financeiros e queixando-se das arbitragens, passando a disputar apenas as categorias de base, parando na década de 70. Hoje a Sociedade União Juventus é um clube de cunho sócio-cultural.

BLOCO MORGENAU

Fundado em 23 de abril de 1932, o Bloco Morgenau disputou a Suburbana por muitos anos, rivalizando como 5 de Maio e Operário do Ahu. Nesta época chegou a ter o famoso zagueiro Fedatto, então juvenil, jogando emprestado pelo Coritiba ao clube para pegar experiência. Resolveu disputar a divisão principal em 1951, ocupando o lugar do Juventus. Se era um clube de resultados grandiosos na Segundona, na Divisão Principal tornou-se saco de pancadas das equipes maiores. Sem condições de acompanhar o ritmo dos demais, o Bloco Morgenau largou o profissionalismo em 1964 e continuou disputando categorias de base. Em 15 de maio de 1968, o Bloco Esportivo Morgenau fundiu-se à Sociedade Operária Beneficente Recreativa Vila Morgenau – fundada em 5 de fevereiro de 1918 – dando origem a atual Sociedade Morgenau.

PRIMAVERA

O Clube Atlético Primavera – fundado em 20 de dezembro de 1932 – passou a ter futebol em 1935. Em 1961, passou a disputar a Divisão de Elite do Campeonato Paranaense e fez uma curiosa adaptação no estádio, construindo um túnel aéreo para a entrada dos jogadores e da arbitragem, já que não podia escavar o solo do estádio. Em campo, não obteve grandes resultados, não conseguindo acompanhar as mudanças no futebol. Em 1969, resolveu largar o futebol antes que tomasse o caminho da bancarrota. Mais tarde, vendeu a sede no Taboão e comprou uma em Almirante Tamandaré, sendo hoje um Clube Social de Campo.

Fonte: Trabalho de Conclusão de Curso do jornalista Leonardo Bonassoli.

 

Escudo da Ponte Preta

No dia 31 de janeiro de 1933, um grupo de esportistas
comandados por Alfredo Schurig resolveu fundar um novo clube de futebol,
já que o “Esperança Futebol Clube” havia sido desativado. Os
entusiastas deram ao clube o nome de “Ponte Preta Futebol Clube”
inspirados que foram na ponte de madeira que ligava o centro da cidade
ao bairro do São João.

 Alfredo Schurig cedeu uma área (onde hoje se encontra parte
do Jardim Leonídia) e que anteriormente havia sido destinada ao
“Esperança”. No local construiu-se um campo de futebol dotado de lance
de arquibancadas, muros e cerquinhas de madeira ao redor do gramado.

Campo do Ponte Preta

Naquele pequeno estádio, o “Ponte Preta” conquistou muitos
campeonatos na década de 1950. Naqueles torneios, regionais e estaduais,
despontaram craques da bola como Aristeu Turci, Didi, Pascoalzinho,
Xavantes, Alemão e muitos outros.

Uma foto antes de uma batalha campal

Além das práticas desportivas, os associados e freqüentadores
(em sua maioria negros e mulatos em contraste com outros clube
elitistas da cidade) participavam também de reuniões dançantes e
recreativas em salões alugados pela cidade. O clube teve como sedes
provisórias um sobrado na esquina da rua Carlos Porto com a rua Antonio
Afonso  e também um casarão na Praça Raul Chaves. Em 1950, por lei
municipal, recebeu uma área de 4 mil metros quadrados na rua XV de
Novembro com o compromisso de iniciar obras no local, fato que não
ocorreu.  

Muitos anos depois da fundação, após uma batalha jurídica, os
herdeiros de Alfredo Schurig reintegraram a posse da área do time
alvi-negro. O time de futebol passou a treinar no campo da Liga
Jacareiense de Futebol, cujo presidente era o ponte-pretano Nicolau
Capucci.

Em 1957, o “Ponte Preta”, presidido por Joel Barreto, comprou
um terreno de 20 mil m² de propriedade de Orlando Bonano para construir
seu campo de futebol. Contudo, na década de 1970, novamente o clube
sofreu um novo revés: um decreto municipal do então prefeito Antonio
Nunes de Morais Junior quis desapropriar a área por um valor
insignificante. Iniciou-se nova batalha judicial. A Prefeitura passou a
construir as arquibancadas e já na gestão do prefeito Benedicto Sérgio
Lencioni foram feitos os muros, alambrados e a pista de atletismo.
Somente em 1984, o clube conseguiu receber de volta seu patrimônio e
voltou a crescer através de campanhas para reativação do quadro
associativo o que levou à construção das piscinas, quadras e sede
social.

Parque Aquático do Ponte Preta Futebol Clube

Fonte:  Blog de Jacareí

 
Símbolo do Esporte Clube Elvira

O Esporte Clube Elvira, hoje somente um clube social, foi
fundado no início do século XX, na ânsia pela criação de um time de
futebol.  Tudo começou em 1917
quando Ubirajara
Mercadante Loureiro, o Biroca, Renato Ramos de Freitas e Francisco de
Lima Sobrinho decidiram formar um time de futebol com jogadores do
“Esperança Futebol Clube” e do “Vila Mariana”. Os três eram funcionários
da Fábrica de Meias Elvira (nome dado em homenagem à filha de seu
proprietário, Manuel Lopes Leal). Em 1918, já conhecido como “Team
Elvira”, a equipe que contava com jogadores da própria fábrica era
formado por Biroca, Chiquinho Patrício, Raul de Lima Raposo, Zózimo,
Leite, Cassianinho, Ditinho, Tirino, Felício Spadoni, Gumercindo Gomes e
Lima. Sem muita estrutura, conseguiu se destacar nas competições da
época e desta forma os donos da fábrica passaram a colaborar com o time.

Team Elvira – 1917

Assim, em 23 de julho de 1920, Jacareí passou a contar
oficialmente com o Esporte Clube Elvira. Naquela época, Seu Manoel
ampliou seus negócios e fundou mais uma empresa, a Fábrica de Meias
Alice (prédio que abrigou posteriormente a Manufactura de Tapetes Santa
Helena e onde hoje está o Vilarreal Supermercados) que contava com uma
ampla área, inclusive com espaço para um campo de futebol que tinha sua
frente voltada para a Rua Rui Barbosa. Em 1921 o campo foi reformado por
Antonio Jordão Mercadante, ganhando, então, uma arquibancada.

Campo do Elvira nos fundos da Fábrica de Meias Alice

O “vermelhinho” fez bater mais forte os corações dos
jacareienses. As partidas do Elvira eram acompanhadas com muito
interesse por trabalhadores, crianças e até por uma banda de música.
Quando os jogos eram fora da cidade, a torcida ia de trem e chegava a
encher vários vagões.

 O time sagrou-se campeão do interior em
1926 e revelou grandes craques como Preá, Cancio e Gradi. Em 1949 foi
Vice-Campeão do Interior e Campeão do Vale do Paraíba.

Na década de 1950, foi construído o Estádio Antonio Jordão
Mercadante com capacidade para três mil torcedores. Nesta mesma década, o
Elvira incorporou o Clube Náutico, às margens do Rio Paraíba.

Estádio Antonio Jordão Mercadante

 Já com estrutura para competir
profissionalmente, sagrou-se campeão da Terceira Divisão Paulista em
1956, título que o levou à Divisão Intermediária. Ao total, participou
por sete ocasiões do Campeonato Paulista de Futebol, a última em 1962.
 

Após longa trajetória, o clube voltou-se somente para o lado
social. Chegou a ter sete mil sócios, mas acabou acometido, assim como
diversos outros clubes, por grandes dificuldades financeiras, tendo seu
campo vendido para empresa do ramo imobiliário e seu clube de lazer
desapropriado pela Prefeitura Municipal para a instalação de um complexo
sócio / educativo denominado EducaMais. 

Fachada do Ginásio Milton Scherma, hoje EducaMais São JoãoFonte: Blog de Jacareí

 

 

Caríssimos,

Acabo de lançar o blog ALMANAQUE DO BOTAFOGO, onde pretendo, dentro do possível, colocar as súmulas, em ordem cronológica, dos jogos do Botafogo, do Rio de Janeiro, pesquisa que venho efetuando há muito tempo.
São mais de 5.000 jogos e por mais que me esforçasse ainda não consegui completar as fichas técnicas de todos eles. Além disso, podem existir resultados desconhecidos.
Nada que a contribuição dos amigos pesquisadores não possa tornar mais completo.
Quaisquer contribuições, correções, dúvidas ou sugestões, por gentileza, enviar para o e-mail de José Ricardo Caldas e Almeida (jrca1957@gmail.com). Terei a maior satisfação em fazer as correções ou acréscimos.
O endereço do blog é o seguinte:

http://sumulasalvinegras.blogspot.com.br/

Quando puderem, passem por lá.
Grato.
José Ricardo

 

NOME: ASSOCIAÇÃO GRÁPHICA DE DESPORTOS

CIDADE: São Paulo / SP

FUNDAÇÃO: 07 de agosto de 1918

CORES: azul / branco

Agradecimento da obtenção do escudo aos amigos Rodolfo Stella, Guilherme Nascimento e Rodolfo Kussarev

 

NOME: ASSOCIAÇÃO GRÁPHICA DE DESPORTOS

CIDADE: São Paulo / SP

FUNDAÇÃO: 07 de agosto de 1918

CORES: azul / branco

Obs.:  Infelizmente os dados a seu respeito são muito escassos, consegui a descrição de seu escudo. Se algum amigo se habilitar a tentar desenhá-lo com estas informações e publicar seria muito bom. No seu estatuto social registrado no 1º Cartório de Registro de Imóveis da Comarca da Capital segue os dados: “pavilhão inteiramente azul, tendo ao centro um escudo branco com uma faixa azul em diagonal, encimada por um círculo com as iniciais A. G. D. em vermelho e em baixo o distintivo das artes gráficas.”

 

DATA

 

 

 

 

 

LOCAL

CAR

22.01.1950

Ypiranga(SP)

2

x

4

XV de Novembro (Piracicaba-SP)

Piracicaba-SP

A

05.02.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

05.03.1950

Ypiranga(SP)

4

x

0

Noroste (Bauru-SP)

Bauru – SP

A

12.03.1950

Ypiranga(SP)

6

x

1

São João (Jundiaí-SP)

Jundiaí – SP

A

18.03.1950

Ypiranga(SP)

4

x

2

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

26.03.1950

Ypiranga(SP)

5

x

1

São João (Atibaia-SP)

Atibaia – SP

A

30.03.1950

Ypiranga(SP)

1

x

1

Santos (Santos-SP)

Santos – SP

A

02.04.1950

Ypiranga(SP)

1

X

2

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

09.04.1950

Ypiranga(SP)

0

x

5

Francana (Franca-SP)

Franca – SP

A

16.04.1950

Ypiranga(SP)

2

x

4

Internacional (Bebedouro-SP)

Bebedouro – SP

A

30.04.1950

Ypiranga(SP)

6

x

1

Lavoura (Arapongas-PR)

Arapongas – PR

A

01.05.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Operário (Londrina-PR)

Londrina – PR

A

03.05.1950

Ypiranga(SP)

8

x

0

Vasco da Gama (Sertanópolis-SP)

Sertanópolis – PR

A

21.05.1950

Ypiranga(SP)

2

x

2

Ponte Preta (Campinas-SP)

Campinas – SP

A

28.05.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Corinthians (Santo André-SP)

Santo André – SP

A

04.06.1950

Ypiranga(SP)

4

x

2

Comercial (Araras-SP)

Araras – SP

A

11.06.1950

Ypiranga(SP)

3

x

1

Jabaquara (Santos-SP)

Santos – SP

A

24.06.1950

Ypiranga(SP)

4

x

1

Santos (Santos-SP)

São Paulo – SP

A

02.07.1950

Ypiranga(SP)

3

x

1

Paulista (Araraquara-SP)

Araraquara – SP

A

29.07.1950

Ypiranga(SP)

3

x

3

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

06.08.1950

Ypiranga(SP)

3

x

0

Monte Azul (Monte Azul Pta-SP)

Monte Azul Pta – SP

A

20.08.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Santos (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

27.08.1950

Ypiranga(SP)

4

x

3

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

09.09.1950

Ypiranga(SP)

0

x

0

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

17.09.1950

Ypiranga(SP)

2

x

1

XV de Novembro (Piracicaba-SP)

São Paulo – SP

CP

24.09.1950

Ypiranga(SP)

2

x

5

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

01.10.1950

Ypiranga(SP)

0

x

2

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

07.10.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Portuguesa (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

15.10.1950

Ypiranga(SP)

3

x

1

Jabaquara (Santos-SP)

Santos – SP

CP

22.10.1950

Ypiranga(SP)

3

x

4

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

29.10.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Nacional (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

05.11.1950

Ypiranga(SP)

0

x

1

Guarani (Campinas-SP)

Campinas – SP

CP

15.11.1950

Ypiranga(SP)

0

x

4

Estrela da Saúde (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

18.11.1950

Ypiranga(SP)

1

x

3

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

25.11.1950

Ypiranga(SP)

1

x

3

Portuguesa (Santos-SP)

Santos – SP

CP

03.12.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

10.12.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

17.12.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Guarani (Campinas-SP)

São Paulo – SP

CP

24.12.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

30.12.1950

Ypiranga(SP)

0

x

3

XV de Novembro (Piracicaba-SP)

Piracicaba – SP

CP

CP – Campeonato Paulista
A – Amistoso Nacional

 

DATA

 

 

 

 

 

LOCAL

CAR

25.01.1948

Ypiranga(SP)

4

x

2

Guarani (Campinas-SP)

Campinas – SP

AM

15.02.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Barretos (Barretos-SP)

Barretos – SP

AM

16.02.1948

Ypiranga(SP)

 

x

 

Monte Azul (Monte Azul Pta.-SP)

Monte Azul Pta. – SP

AM

14.03.1948

Ypiranga(SP)

6

x

7

XV de Novembo (Piracicaba-SP)

Piracicaba – SP

AM

04.04.1948

Ypiranga(SP)

1

x

3

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

AM

11.04.1948

Ypiranga(SP)

2

x

4

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

AM

17.04.1948

Ypiranga(SP)

2

X

1

Comercial (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

AM

18.04.1948

Ypiranga(SP)

0

X

1

Ponte Preta (Campinas-SP)

Campinas – SP

AM

09.05.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Nacional (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

16.05.1948

Ypiranga(SP)

6

x

1

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

23.05.1948

Ypiranga(SP)

5

x

2

Comercial (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

30.05.1948

Ypiranga(SP)

0

x

1

Portuguesa (Santos-SP)

Santos – SP

CP

13.06.1948

Ypiranga(SP)

1

x

1

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

19.06.1948

Ypiranga(SP)

4

x

1

Santos (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

27.06.1948

Ypiranga(SP)

2

x

1

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

04.07.1948

Ypiranga(SP)

2

x

1

Jabaquara (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

14.07.1948

Ypiranga(SP)

7

x

0

Corinthians (Porto Alegre-RS)

São Paulo – SP

AM

25.07.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Santos (Santos-SP)

Santos – SP

AM

01.08.1948

Ypiranga(SP)

2

x

3

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

14.08.1948

Ypiranga(SP)

3

x

2

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

22.08.1948

Ypiranga(SP)

3

x

1

Vitória (Salvador-BA)

Salvador – BA

AM

25.08.1948

Ypiranga(SP)

7

x

3

Ypiranga (Salvador-BA)

Salvador – BA

AM

31.08.1948

Ypiranga(SP)

5

x

0

Bahia (Salvador-BA)

Salvador – BA

AM

07.09.1948

Ypiranga(SP)

1

x

3

7 de Setembro (Belo Horizonte-MG)

Belo Horizonte – MG

AM

12.09.1948

Ypiranga(SP)

2

x

3

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

26.09.1948

Ypiranga(SP)

0

x

0

Jabaquara (Santos-SP)

Santos – SP

CP

02.10.1948

Ypiranga(SP)

2

x

1

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

10.10.1948

Ypiranga(SP)

2

x

2

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

24.10.1948

Ypiranga(SP)

1

x

3

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

07.11.1948

Ypiranga(SP)

4

x

1

Guaratinguetá (Guaratinguetá-SP)

Guaratinguetá – SP

AM

14.11.1948

Ypiranga(SP)

0

x

0

Nacional (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

21.11.1948

Ypiranga(SP)

3

x

0

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

28.11.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Comercial (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

05.12.1948

Ypiranga(SP)

4

x

1

Portuguesa (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

19.12.1948

Ypiranga(SP)

1

x

1

Santos (Santos-SP)

Santos – SP

CP

 CP – Campeonato Paulista
AM – Amistoso Nacional

 

Uma grande noticia esta semana, foi lançado o Almanaque do Santos do amigo Guilherme Nascimento. Já adquiri o meu e para quem gosta de fichas técnicas, é sensacional.

Quem quiser comprar, segue uma dica:

http://editoramagma.com.br/products/almanaque-do-santos-fc.html

Há tempos, santistas e amantes do futebol pedem o lançamento do Almanaque do Santos FC. Se outros clubes, menos espetaculares, já tinham os seus, por que o querido Alvinegro Praiano, de façanhas inesgotáveis, ainda não possuía um livro que apresentasse os detalhes de seus duelos ao longo da história?

Este Almanaque traduz a grandeza do Santos FC em números, dados e estatísticas. São apresentadas mais de 5.600 fichas técnicas com informações completas de todas as partidas disputadas pelo clube em mais de 100 anos de história: quem jogou, quem fez gol, quando e onde foi realizada a partida, assim como observações e curiosidades feitas pelo pesquisador e autor, Guilherme Nascimento.

Além de ser um livro obrigatório para santistas apaixonados, também o será para pesquisadores do esporte, jornalistas e cronistas.

Já não há mais dúvidas sobre a história do Santos FC. Os mistérios foram desvendados. Agora é oficial.

 

O Sport Club União é uma equipe amadora de Belo Horizonte, MG. Fundada em 1999 no bairro Taquaril, a agremiação foi criada com um objetivo comum a milhares de times amadores pelo país: promover uma recreação que mantenha os jovens longe das drogas.

A equipe passou vários anos disputando apenas amistosos, até se filiar ao SFAC-FMF, no final da década passada. Em pouco tempo conseguiram o acesso ao Módulo II da Divisão Especial, equivalente à segunda divisão, onde se mantém até hoje.

Site do União (desatualizado): http://www.scuniao.xpg.com.br/

Campanha do clube em torneios oficiais em 2012:

Módulo II

Data Hora Grupo Rod Mandante Placar Visitante
05/02/12 14:00 5 1 SC União 0×3 Manchester
12/02/12 15:00 5 2 JUSG 1×1 SC União
26/02/12 16:00 5 3 Paranaense 0×2 SC União
04/03/12 14:00 5 4 SC União 6×0 Inst. Agronômico
11/03/12 15:00 5 5 Riviera 2×1 SC União

Copa Centenário Wadson Lima – Módulo C

Data Hora Grupo Rod Mandante Placar Visitante
02/09/12 15:30 F 1 Flor de Minas 4×2 SC União
16/09/12 13:30 F 2 SC União 2×2 Comunidade

Para o Módulo II 2013, por enquanto o SC União está no grupo 8, junto a Águia de Fogo, Califórnia, Estrela do Vale, Inter e Principal.

 

Criado em 1977, o Monte Rey é um time de futebol amador de Vera Cruz, cidade a 15 km de Salvador (de ferry boat). Em 1998, disputou seu primeiro e unico torneio profissional ate entao, na segunda divisão do estadual, no qual terminou com a nona colocação.
Atualmente, mesmo fora dos torneios oficiais, continua filiado à Federação Baiana de Futebol. O estadio  municipal Orlando Avelino de Jesus, cuja capacidade é de tres mil torcedores, é a casa do clube alviceleste.

 

Em 1977 a Federação Paulista de Futebol reformulou as várias divisões do futebol paulista. Por ser uma cidade de grande poder econômico do interior, a equipe conseguiu uma vaga na Divisão Intermediária.
Teve uma participação bem superior ao ano anterior, conseguindo na 1ª fase se classificar para o grupo de acesso a divisão principal do futebol paulista, mas caiu de produção nesta fase da competição e não conseguiu o acesso a elite do futebol paulista. Abaixo os resultados desta sua no futebol profissional:

DIVISÃO INTERMEDIÁRIA

 

24.04.1977

Sãocarlense

0-1

Barretos (Barretos-SP) Barretos – SP

01.05.1977

Sãocarlense

1-0

Catanduvense (Catanduva-SP) São Carlos – SP

08.05.1977

Sãocarlense

1-1

Independente (Limeira-SP) Limeira – SP

15.05.1977

Sãocarlense

0-0

Rio Claro (Rio Claro-SP) São Carlos – SP

22.05.1977

Sãocarlense

2-0

Rio Preto (São José do Rio Preto-SP) São Carlos – SP

29.05.1977

Sãocarlense

0-0

Corinthians (Presidente Prudente-SP) Presidente Prudente – SP

05.06.1977

Sãocarlense

1-1

Francana (Franca-SP) São Carlos – SP

12.06.1977

Sãocarlense

0-0

Andradina (Andradina-SP) Andradina – SP

19.06.1977

Sãocarlense

0-0

Araçatuba (Araçatuba-SP) São Carlos – SP

26.06.1977

Sãocarlense

2-1

Barretos (Barretos-SP) São Carlos – SP

03.07.1977

Sãocarlense

0-1

Catanduvense(Catanduva-SP) Catanduva – SP

10.07.1977

Sãocarlense

2-1

Independente (Limeira-SP) São Carlos – SP

17.07.1977

Sãocarlense

1-0

Rio Claro (Rio Claro-SP) Rio Claro – SP

24.07.1977

Sãocarlense

0-0

Rio Preto (São José do Rio Preto-SP) SJ do Rio Preto – SP

31.07.1977

Sãocarlense

1-0

Corinthians (Presidente Prudente-SP) São Carlos – SP

07.08.1977

Sãocarlense

0-1

Francana (Franca-SP) Franca – SP

14.08.1977

Sãocarlense

3-1

Andradina (Andradina-SP) São Carlos – SP

21.08.1977

Sãocarlense

0-0

Araçatuba (Araçatuba-SP) Araçatuba – SP

10.09.1977

Sãocarlense

0-2

Nacional (São Paulo-SP) São Paulo – SP

18.09.1977

Sãocarlense

2-2

Internacional (Limeira-SP) São Carlos – SP

21.09.1977

Sãocarlense

1-2

São José (São José dos Campos-SP) São José dos Campos – SP

25.09.1977

Sãocarlense

2-1

Francana (Franca-SP) São Carlos – SP

28.09.1977

Sãocarlense

1-1

Araçatuba (Araçatuba-SP) Araçatuba – SP

02.10.1977

Sãocarlense

2-2

Velo Clube (Rio Claro-SP) São Carlos – SP

05.10.1977

Sãocarlense

0-6

Independente (Limeira-SP) Limeira – SP

08.10.1977

Sãocarlense

1-3

Saad (São Caetano do Sul-SP) São Carlos – SP

16.10.1977

Sãocarlense

1-2

Barretos (Barretos-SP) São Carlos – SP

23.10.1977

Sãocarlense

0-0

Nacional (São Paulo–SP) São Carlos – SP

30.10.1977

Sãocarlense

1-2

Internacional (Limeira-SP) Limeira – SP

06.11.1977

Sãocarlense

1-1

São José (São José dos Campos-SP) São Carlos – SP

09.11.1977

Sãocarlense

0-2

Francana (Franca-SP) Franca – SP

13.11.1977

Sãocarlense

0-1

Araçatuba (Araçatuba-SP) São Carlos – SP

15.11.1977

Sãocarlense

1-4

Velo Clube (Rio Claro-SP) Rio Claro – SP

20.11.1977

Sãocarlense

0-1

Independente (Limeira-SP) São Carlos – SP

27.11.1977

Sãocarlense

1-3

Saad (São Caetano do Sul-SP) São Caetano do Sul – SP

04.12.1977

Sãocarlense

1-1

Barretos (Barretos-SP) Barretos – SP

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

 

SãoCarlense

36

08

14

14

29

44

30

 

Em 19 de março de 1976 era fundado na cidade de São Carlos/SP, o GRÊMIO ESPORTIVO SÃOCARLENSE, nas cores azul/vermelho/branco, que tinha como intuito ser um clube que representasse a cidade paulista no cenário estadual e brasileiro.
A sua primeira e única competição neste ano, foi o Campeonato Paulista da 1ª Divisão (na realidade a segundona paulista). Seu desempenho neste primeiro ano foi fraquíssimo. Fez parte da Série “João Ferreira Pinto” e nos dois turnos ficou na penúltima colocação, ficando a frente apenas da outra equipe da cidade, o Estrela da Bela Vista. Abaixo os resultados desta sua primeira participação no futebol profissional:

17.06.1976

Sãocarlense

0-0

Catanduvense (Catanduva-SP) Catanduva – SP

20.06.1976

Sãocarlense

0-1

Orlândia (Orlândia-SP) São Carlos – SP

04.07.1976

Sãocarlense

0-1

Independente (Limeira-SP) Limeira – SP

11.07.1976

Sãocarlense

0-2

Ginásio Pinhalense (Esp. Sto. Do Pinhal-SP) São Carlos – SP

18.07.1976

Sãocarlense

2-3

Pirassununguense (Pirassununga-SP) Pirassununga – SP

25.07.1976

Sãocarlense

1-0

Palmeiras (São João da Boa Vista-SP) São Carlos – SP

01.08.1976

Sãocarlense

0-2

Francana (Franca-SP) Franca – SP

08.08.1976

Sãocarlense

1-1

Batatais (Batatais-SP) São Carlos – SP

15.08.1976

Sãocarlense

0-0

Estrela da Bela Vista (São Carlos-SP) São Carlos – SP

22.08.1976

Sãocarlense

0-1

Internacional (Limeira-SP) São Carlos – SP

29.08.1976

Sãocarlense

1-1

Sertãozinho (Sertãozinho-SP) Sertãozinho – SP

05.09.1976

Sãocarlense

0-0

XV de Novembro (Jaú-SP) São Carlos – SP

12.09.1976

Sãocarlense

1-1

Catanduvense (Catanduva-SP) São Carlos – SP

19.09.1976

Sãocarlense

1-2

Orlândia (Orlândia-SP) Orlândia – SP

03.10.1976

Sãocarlense

0-1

Independente (Limeira-SP) São Carlos – SP

10.10.1976

Sãocarlense

1-2

Ginásio Pinhalense (Esp. Sto. do Pinhal-SP) Esp. Sto. do Pinhal-SP

17.10.1976

Sãocarlense

0-2

Pirassununguense (Pirassununga-SP) São Carlos – SP

24.10.1976

Sãocarlense

0-0

Palmeiras (São João Da Boa Vista-SP) SJ da Boa Vista – SP

31.10.1976

Sãocarlense

0-2

Francana (Franca-SP) São Carlos – SP

04.11.1976

Sãocarlense

1-1

Batatais (Batatais-SP) Batatais – SP

07.11.1976

Sãocarlense

1-1

Estrela da Bela Vista (São Carlos-SP) São Carlos – SP

14.11.1976

Sãocarlense

1-2

Internacional (Limeira-SP) Limeira – SP

21.11.1976

Sãocarlense

2-1

Sertãozinho (Sertãozinho-SP) São Carlos – SP

28.11.1976

Sãocarlense

1-6

XV de Novembro (Jaú-SP) Jaú – SP

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

 

SãoCarlense

24

02

09

13

14

33

13

 

Texto e pesquisa: Claudio Freati, pesquisador do futebol mineiro

O Sete de Setembro Futebol Clube, de Belo Horizonte, foi fundado em 07/09/1913 e disputou até 1998 mais de 1000 partidas, entre oficiais e amistosas, amadoras e profissionais.

Dois fatos curiosos se destacam em suas partidas:

  1. Nenhuma de suas partidas identificadas foi realizada fora de Minas Gerais.
  2. Apenas 5 partidas amistosas foram interestaduais, sendo todas em Belo Horizonte conforme as súmulas abaixo:

SETE DE SETEMBRO 0×3 VASCO DA GAMA-RJ
07/09/1939 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Lourdes (Atlético-MG)
Árbitro: Guilherme Gomes
Sete de Setembro: Bráulio; Dirceu e Hélio; Tarzan (Alfredo), Jaime e Vintena; Nino, Tiriri, Paulo, Pedro e Cury (Ary).
Vasco da Gama: Nascimento; Agnelli (Oswaldo) e Florindo; Figliola, Zarzur e Dacunto; Lindo, Alfredo II, Durval, Camillo (Gandulla) e Luna.
Gols: Lindo, Dacunto, Zarzur.
Obs: Comemoração do 26º aniversário do Sete de Setembro.

SETE DE SETEMBRO 3×1 BOTAFOGO-RJ
07/09/1943 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Campo de Santa Tereza (Sete de Setembro)
Árbitro: João Agular
Sete de Setembro: Geraldo I; Nelson e Dirceu; Ruben, Brant e Tilim; Onofre, Batista, Iango, Ninão e Homero
Botafogo: Garrido (Ari); Xisto e Danilo; Ivan (Antoninho), Santamaria (Helio) e Cid; Bazzoni, Bolinha (Miguel), Diaz (Paschoal), Limoeirinho e Reginaldo.
Gols: Iango (2), Batista; Diaz.
Obs: O Sete recebeu a Taça Cel. Persilva, comemorativa ao 30º aniversário do Sete de Setembro e o Botafogo atuou com um quadro misto.

SETE DE SETEMBRO 3×1 YPIRANGA-SP
07/09/1948 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Alameda (América-MG)
Árbitro: Mr. Dewine
Sete de Setembro: Randolfo; Corfino e Oldack; Pradinho, Tim e Mazinho; Esmerindo, Ferreira, Rui, Nelsinho e Caldeirão.
Ypiranga: Osvaldo (Rafael); Alberto e Giancoli; Reinaldo, Renato (Celso) e Belmiro; Liminha, Rubens, Silas, Bibe (Castro) e Valter.
Gols: Rui, Esmerindo (2); Alberto.
Obs: Comemoração do 35º aniversário do Sete de Setembro, a partida foi apitada por um juiz inglês.

SETE DE SETEMBRO 3×6 ATLÉTICO-PR
07/09/1949 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Alameda (América-MG)
Árbitro: Fuad Abras
Sete de Setembro: Orlando; Corsino (Luiz) e Zú; Orlandinho, Pradinho e Mazinho; Moacir, Ferreira, Rui, Paulo César e Elisson (Nelsinho).
Atlético-PR: Laio; Décio e Waldomiro; Joaquim (Perez), Wilson e Sanguinetti; Viana, Rui (Villanueva), Neno, Jackson e Cireno.
Gols: Rui (3); Jackson (2), Neno, Rui (2), Cireno
Obs: Comemoração do 36º aniversário do Sete de Setembro. Na preliminar: Formiga 4×4 Meridional.

SETE DE SETEMBRO 0×7 AMERICA-RJ
23/04/1954 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Independência (Sete de Setembro)
Árbitro: Valter Adad
Sete de Setembro: Eli (Mão de Onça); Rener e Preto; Amauri (Lincoln), Magnani e General; Natalino (Nono II), Tião (Eurico), Godo (Recenvindo) (Nelsinho), Nery e Moura.
America-RJ: Osni (Lourinho); Joel e Osmar; Rubens, Agnelo e Ivan; Ramos, Wassil, Simões, Valeriano e Jorginho (Ferreira).
Gols: Wassil (3), Simões (2) e Ramos (2)

 

O Joelho d’Água Futebol Clube é uma equipe amadora de Moeda, MG. Formada por veteranos, foi fundada em 4 de julho de 1976. Tem como cores no uniforme o branco, o vermelho e o preto.

Tem quatro títulos do Campeonato Sênior (2001, 2003-2004, 2006) e um vice-campeonato, em 2002. Foi também campeã do Campeonato Independente, em 2000.

História do Clube (fonte: Futebol Amador de Minas)

Moeda, 1976: no campo de pelada, chamado popularmente hoje de Campo Velho de Moeda, nas proximidades da linha férrea, nascia um dos Clubes mais expressivos da região. O Joelho D’água Futebol Clube, surgiu da reunião de amigos veteranos que já haviam deixado a prática esportiva, porém continuavam adeptos do esporte. Nessa época Moeda contava com aproximadamente 1000 habitantes. Completavam-se 24 dias do mês de Junho do ano de 1976, quando surgiu a ideia de três amigos: Moacir Alves, Afonso Angelino e Sr. Lamartine. Contudo, foi num domingo, dia 04 de Julho de 1976, o dia em que o grupo de veteranos deixou seus lares para participar da 1ª partida de futebol no Campo Velho, tendo como adversário a equipe de Moeda Velha.

Os fundadores foram os seguintes: Moacir Alves Gois, Paulo Alves do Carmo, Carlos Silva, Afonso Angelino Custódio, Vicente Braga de Moura, Alaor Braga de Moura, Bertie Soares de Oliveira, Bolivar Alves Maciel, José Maria dos Santos, Geraldo Oliveira, Sebastião Braz, Picolé, Lamartine (Sr. Bené),  Silvino Patente e Carlos Souza Carmo.

No símbolo do time, criado pelo amigo Carlos Souza Carmo (CASCA), destaca-se um veterano com água no Joelho, simbolizando seu próprio nome.

Após a sua fundação, o Joelho d’Água passou a recepcionar os jogadores na Toca, o qual passou a chamar “Toca do Joelho d’Água”, com sua tradicional vaca atolada após os jogos. Os anos se passaram e hoje o Joelho d’Água é uma equipe tradicional no município de Moeda e região do Vale do Paraopeba. Podemos dizer que nas manhãs de domingo, hoje já no estádio Moedão, sem uma partida do Joelho d’Água é difícil acreditar que não haverá jogo.

O Joelho d’Água tem o orgulho de manter em quase 100% desde sua criação, uma partida amistosa aos domingo. Acreditamos no potencial dos veteranos moedenses: Afonso, Wander, César, Pacelli, Dinho, Edinho, Roberto, Pitanga e muitos outros e que o JOELHO D’ÁGUA possa fazer por muitos anos a história que já marcou o passado e marcará o futuro de muitas gerações…

Fonte: Futebol Amador de Minas e facebook da Liga Desportiva de Moeda.

 

Este post está protegido por senha. Para vê-lo, digite sua senha abaixo:


 

O Peri-Peri Esporte Clube é um clube da cidade de Capim Branco, MG. Foi fundado em 26 de abril de 1936 por Paulo Sales e Argemiro Cardoso, diretores da fábrica de tecidos Peri-Peri, e localiza-se na área urbana do distrito também homônimo.

Abaixo seguem os dois escudos que podem ser vistos na fachada do clube:

Fonte: Panoramio (foto 1, foto 2) e Informatoz

 

O Aimoré Esporte Clube, fundado em 3 de outubro de 1932, é uma equipe de futebol de Conselheiro Lafaiete-MG.

Mais informações nos são trazidas em reportagem do Correio de Minas às vésperas do seu aniversário de 79 anos (a matéria diz erroneamente que o clube completara 78 anos):

Sem festa, Aimoré Esporte Clube completou 78 anos

O Aimoré Esporte Clube, de Conselheiro Lafaiete completou no dia 3, os seus 78 anos de fundação.  De acordo com a diretoria não houve comemoração e não haverá uma programação festiva alusiva a data.

O tradicional clube alvinegro foi fundado em 1932, tendo como primeiro presidente, João de Castro, já falecido que também foi vereador no município.

A casa do Aimoré é o Estádio Nossa Senhora da Paz, no bairro Sagrado Coração de Jesus, onde a apaixonada torcida mostra a sua loucura pelo time. Em 2009, o campo recebeu iluminação e mais recentemente ganhou um novo gramado, e um poço artesiano. Espera-se em breve a cons-trução de uma arquibancada no local onde atualmente existe um barranco.

Entre as principais conquistas do clube estão o título Amador de 1956, e de campeão do Centenário de 1966, torneio alusivo aos 100 anos de Conselheiro Lafaiete.  Em 1987, foi campeão na categoria Aspirante. Em 2008, em data memorável o Aimoré foi bicampeão Amador diante da sua torcida, derrotando na final o Santanense, de Santana dos Montes. Em 2010, o time Júnior levantou a taça de campeão no campeonato organizado pela Liga de Desportos.

 

O Social Futebol Clube foi fundado em 15 de setembro de 1939. Manda suas partidas no Estádio Paulo Campos, no bairro de Matosinhos, em São João del Rei.

Fonte: São João del Rei Alternativa

Fonte: Times Brasileiros

O clube tem 8 títulos municipais da Liga Municipal de Desportos de São João del Rei: 1948, 1951, 1955, 1979, 1988, 1995-1996 e 2001.

A seguir, um texto contando a história do Social, tal como encontrado no site O Grande Matosinhos.

A HISTÓRIA DO CLUBE ATRAVÉS DE SEUS PRESIDENTES

Escrever a história do Social F. Clube é aprofundar-se num tempo esquecido no passado. Amadurecido nas cabeças de José Nogueira, Inácio Rabelo Guedes, Domingos Cozza, Silvino Araujo, Sebastião Rabelo e Joaquim Zito de Souza, o Social tomou corpo e forma no dia 15 de setembro de 1939, data oficial de sua fundação. Tendo como padroeiro o Senhor Bom Jesus de Matosinhos, exaltado no dia 14 de Setembro, o Social, desde então, vem palmilhando sua trajetória com galhardia e altivez. Fundado no bairro considerado de baixa renda e de pequena população na época, estava destinado ao fracasso, assim como outros que o antecederam. Contrariando, porém, todos os prognósticos, o Social F. Clube encontrou em Dona Cotinha, genitora do Dr. Paulo Campos, uma ferrenha defensora dos ideais dos fundadores. Colocando à disposição do clube uma faixa de terreno de sua propriedade, para que nele se iniciasse, de modo concreto, a trajetória gloriosa do clube, Dona Cotinha lançava a semente do futebol “xavante”. (ZANETTI NETO: 1989)

Xavante, em reconhecimento à garra, o amor, à camisa e a vontade férrea de vencer dos socialinos. O Social Futebol Clube, conhecido como “O Xavante de Matosinhos”, denominação esta em homenagem a uma tribo indígena guerreira e persistente, tal qual a torcida do Social e daqueles que invergam e defendem as suas cores.

Foi seu primeiro presidente, Joaquim Zito de Souza, que no falar dos mais velhos, foi também o fanático chefe de torcida, o qual acompanhava o time aonde quer que ele fosse. Paralelamente à construção da sua sede social em 1948, o Social F. C. consagra-se campeão de São João del Rei, sendo este seu primeiro título oficial, tendo como presidente o Senhor José Pedro Henriques (1947-48). De 1948 a 1950 foi presidente do Social o fantástico e batalhador, Alcides Zanetti, que concluiu a sede social. Em 1951, o Social conquista pela segunda vez o título de campeão da cidade, sob a presidência de Enéas de Oliveira Morais (1950-53). Eleito no seu primeiro mandato (1950-51), através de voto à viva voz, em reunião do Conselho Deliberativo de 15/01/1950 e reeleito (1952-53) em reunião do Conselho, em 20/01/1952. Nesse período, o Social também foi campeão do “Torneio Dario Monteiro”, vice-campeão da cidade, nos segundos-quadros, e campeão do “Torneio Triangular Dr. Ivan de Andrade Reis”. Roberto José da Silva (1989) comenta em seu livro “O Social Futebol Clube” que na administração de Enéas Morais, o Social, representado pelo seu presidente, aceitou empreitar a construção do Grupo Escolar Tomé Portes del Rei, por interveniência do deputado são-joanense Dr. Mateus Salomé, o que não deu bom resultado, dado aos atrasos de pagamentos, advindos do estado de Minas Gerais. Em outubro de 1951, a família socialina enlutou-se: morre Dona Cotinha. O clube sofre uma perda irreparável. Em 03/12/1952, por impossibilidade de continuarem ocupando os mais altos cargos do clube, Enéas e seu vice José Carlos Filho, pedem demissão. Em 17/12/1952, o Sr. Elpídio Lima, antigo chefe da Estação Ferroviária de Chagas Doria e presidente do Conselho Fiscal do Social, aprova as contas do Sr. Enéas, no período de 1950-52. Nesta Assembléia, nomeiam o Sr. José Narciso da Silva, para presidente, e Alcides Zanetti para vice, para cumprirem o restante do mandato de Enéas, e desde já os nomeia para o biênio 1954-55. Narciso e Alcides acabam ficando até 1957, nomeados pela Assembléia de 25/04/1956. Em 1955, o Social conquista o seu terceiro título de campeão de São João del Rei.

Em 24/05/1958, o Conselho expôs os seguintes débitos do clube:
Antônio Otoni Sobrinho………………CR$ 4.000,00 (construção da sede)
Paulo de Resende Campos……………CR$ 17.100,00 (aluguel do campo)
José Soares…………………………………CR$ 1.091,00 (bebidas antigas)
Mário Rodrigues…………………………CR$ 230,00 (tijolos)
Ademar Zerlotini………………………..CR$ 320,00 (empréstimo bancário)
José Narciso………………………………CR$ 4.888,00 (dívida antiga)
Alcides Zanetti………………………….CR$ 13.118,00 (dívida antiga)

Os senhores Ademar Zerlotini e José Narciso cancelaram seus créditos com o clube, o que lhes valeram grandes elogios, bem como, elogios ao Sr. Vitório Zanetti, que ofereceu ao clube, um jogo de camisas de futebol.

Nesta mesma reunião foi consignado voto de pesar da família socialina pelo falecimento das seguintes pessoas:

Sr. Leoni Lombello, pai do conselheiro Sr. Humberto Lombello; Sr. Antônio André Vieira, ex-conselheiro; Srta. Marília, filha do secretário do conselho Sr. Antônio Lopes de Gouveia; Sr. Abelardo, pai do jogador de futebol Antônio Abelardo; à esposa do Sr. Palmiro Giarola; à cunhada do presidente José Narciso; Sr.Ângelo Zanetti; Sr. Liberato José dos Santos, ex-conselheiro.

De vice-presidente na administração anterior, o Sr. Alcides Zanetti torna presidente para o biênio 1958-60, através da Assembléia de25/05/1958 e em seguida para o biênio 1960-61. Portanto entre vice e presidência, o Sr. Alcides Zanetti, deu 15 anos de sua vida, dedicada ao Social, e continua até nos dias de hoje, nas arquibancadas dos estádios, torcendo para o Social.

Em 28/01/1962, o conselho elege para presidente, o comerciante Sr. José Garcia para o biênio 1962-63.

Em 10/05/1964, o conselho elege para presidente no biênio 1964-65 outro comerciante de renome em Matosinhos, Adenor Batista da Costa.

Em Assembléia Geral ocorrida a 06/01/1966, elege-se o novo conselho e nova diretoria do Social, tendo como presidente do conselho, o Sr. Paulo de Resende Campos e presidente executivo, o Sr. Jésus de Oliveira Morais.

Não por culpa do presidente Jesus de Oliveira Morais, mas a partir da sua administração, por contigências de época, o Social Futebol Clube vive um pesadelo em sua existência, que somado às ameaças da década de 50 está muito bem narrado, a seguir, por Zanetti Neto, em Jubileu de Ouro do Social Futebol Clube, 1989:

…após a conquista do título de 1955 e possuindo um forte plantel, o Social começa a sentir o poder econômico dos grandes rivais da época. Começa o aliciamento de seus atletas. São oferecidos objetos de valor aos atletas “xavantes” para se transferirem para outras equipes de nossa cidade e, numa época de difícil valorização de craques, esta oportunidade não poderia passar despercebida e, aos poucos, o Social, para desespero de seus abnegados Diretores: Major Pacheco, Sr. Adolfo, José Soares e outros, vê seus jovens craques envergarem outras camisas: Inácio, Tisca, Fundenga, Gaio, Waldemar, Tereré, Edson, Nortinho etc… Era precisso parar a máquina “xavante” e que outra coisa senão buscar aqueles craques que despontavam no futebol são-joanense? Não possuindo estrutura para enfrentar as investidas dos adversários, o Social se vê em sérias e terríveis dificuldades para armar um bom time para os próximos campeonatos. Os bens materiais e financeiros falavam mais alto. Já não bastava a força de vontade e o amor ao clube. Gerando uma crise interna, refletida necessariamente no esporte, o Social somente consegue caminhar tropegamente, para não sucumbir diante das adversidades que se lhe apresentam.

Na década de 60, tenta uma solução que seria desastrosa: passa a ser um clube profissional. Após uma campanha que deixou o clube em más condições financeiras, que já não era boa e enfrentando uma difículdade terrível, o Social volta à sua humilde origem de amador. Já nesta época, em litígio com os herdeiros de Dona Cotinha e não possuindo nenhum documento que assegurasse a posse do seu campo, o Social perde na justiça e o campo é restituído aos seus donos. É solicitada uma licença à LMD por tempo indeterminado.

Em 1968 [Assembléia de 16/05/1968], assume a Presidência do clube o jovem e então ex-atleta Gelson Rodrigues Vale. Era preciso conseguir outro terreno para se construir o campo de futebol, e sua primeira providência foi tornar isto possível. Entrando em contato imediatamente com os herdeiros de Dona Cotinha, inicia-se uma verdadeira maratona. Viagens, troca de cartas, conversas telefônicas, já que alguns herdeiros residiam fora de São João del Rei, dificultando assim as negociações. Propostas são feitas e desfeitas. O desânimo se apossa de todos, culminando com um golpe fatal: é loteado todo o terreno dos herdeiros, tendo a frente do loteamento o falecido Pedro Motta. Nesse período, faz se sentir a atuação do Dr. Paulo Campos, um dos herdeiros e Presidente do Conselho Deliberativo do clube. Sua ajuda foi fundamental para a solução do problema. Numa última tentativa, Gelson propõe ao dono do loteamento a permuta da sede social por um terreno para se construir o estádio. Pedro Motta, sentindo o drama do clube e amigo particular de Gelson, aceita a troca. E assim, em 1969, o Presidente Gelson entrega à família socialina a escritura do atual terreno onde está localizado todo o complexo esportivo-social do clube. Sempre lembrado e exaltado pela sua visão de grande presidente, Gelson deixa com dignidade, em 1969, a Presidência do Social F. C., na certeza de ter cumprido o seu mandato.

De 1969 a 1975, o Social permanece inativo. Durante sete anos fica afastado das lides esportivas. Neste espaço de tempo é apenas uma recordação na mente dos socialinos. Em 1975, assume a Presidência do clube, que se encontrava em estado caótico, aquele que promoveria a ascensão do Social: Octávio de Almeida Neves, irmão do presidente Tancredo de Almeida Neves. Arrebanhando os mais ferrenhos socialinos e num esforço titânico, começa a construção do atual estádio: Cabe aqui lembrar o nome de José Cesário de Castro, diversas vezes Presidente do Conselho Deliberativo, que foi o responsável pelo muramento do estádio, pois o mesmo era somente uma área aberta. Graças ao Sr. José Cesário, foram feitas as placas de cimento e consequentemente o estádio foi fechado, mesmo enfrentando as mais árduas dificuldades, José Cesário, com firmeza e garra que caracteriza a família socialina, sobrepujou a tudo e a todos conseguindo o seu objetivo.

Em 1976, o Social, devidamente reintegrado e legalizado junto a LMD, está apto para retornar ao cenário esportivo. É marcada a inauguração do novo estádio: 20 de junho de 1976. Social x Minas, jogo válido pelo campeonato da cidade, será a partida que inaugurará o estádio. O coração xavante bate forte. É o retorno do clube ao esporte são-joanense. A família socialina chora e vibra de emoção. E as comemorações? E o jogo? Pela manhã, é celebrada a Santa Missa em Ação de Graças. Bênção das novas instalações e do estádio. Tudo é festa. Abraços, agradecimentos, confraternização, lágrimas, tudo se mistura naquele dia. Octávio Neves, impassível, sereno e com toda humildade que sempre demonstrou durante sua gestão, aceitava os cumprimentos, debitando à sua Diretoria e amigos a grande realização. As solenidades prosseguiam em tom alegre e festivo, mas os pensamentos estavam voltados para o jogo da tarde. Às quinze horas e trinta minutos o juiz dá o apito inicial. É inacreditável. Mas lá estava novamente o Social a lutar em campo. Onze atletas honrando a camisa ”xavante”, renascendo para a posteridade. São eles: Paulo Aurélio, César (Abacate), Toninho (Bota Ovo) Bosco, Caxumba, Zé Antônio, Vicentinho, Jorge Rabelo, Lula e Jorginho. E mais: José Luís, José Espanhol e Gatinho.

O estádio, completamente tomado, vibrava com o jogo, um clássico para comemorar o acontecimento. Movido pela sua galera, o Social F. Clube consegue expressiva vitória sobre o co-irmão Minas F. C., pelo placar de 2×0, dois belos gols de Jorge Rabelo. Era o retorno glorioso do Social F. C..

O terreno para a permuta com a sede social anteriormente mencionado era de propriedade dos herdeiros, que acabaram ajudando e contribuindo na transação, e acabou se dando da seguinte forma: o terreno foi avaliado no ano de 1968 em NCr$12.000,00 (doze mil cruzeiros novos), sendo 5 mil de entrada e o restante financiado em 2 anos.

Na reunião do conselho realizada em 05/06/1969, o presidente Gelson Vale disse que a entrada de 5 mil cruzeiros novos já tinha sido dada, graças a ajuda importantíssima dos socialinos, que acreditaram e compraram títulos do clube e o restante, corrigido pela inflação, que já estava em 10 mil cruzeiros novos teriam que ser pagos, vendendo a sede social. Com a aprovação da venda da sede pelo conselho, no valor de NCr$14.000,00 (quatorze mil cruzeiros novos). Vendida a sede, o Sr. Gelson Vale prestou contas, em reunião de 15/03/1970, passando às mãos do novo presidente eleito, Sr. Jorge Salomão, a escritura do terreno já todo pago, a relação dos bens patrimoniais do clube, e saldo em caixa, na presença do conselheiro Adelmo Ferreira, que confirmou a exatidão dos referidos documentos. (SILVA: 1989, p. 19)

Para o biênio 1970-71, foi eleito presidente do Social o Sr. Antônio Augusto da Silva Neto.

Em 02/06/1972, o conselho, sob a presidência do Sr. José Cesário de Castro, deu posse ao novo presidente eleito, Sr. Armênio Reis, que renunciou em 13/02/1973, alegando motivos particulares. Nesta mesma reunião, após ter sido aceito o pedido de demissão, o Sr. José Nogueira indicou o nome dos senhores José Luiz Baccarini para presidente e Wainer de Carvalho Ávila para vice, para o resto do mandato de 1973 e para o biênio 1974-75, o que foi aprovado pela Assembléia.

Em 20/04/1975, em sua sede social, à Av. Josué de Queiroz, 151 (Cine Arthur Azevedo), sob a presidência do Sr. José Cesário de Castro, elegeu-se para presidir o clube, para o biênio 1975-76, o Sr. Otávio de Almeida Neves, e para vice o Sr. José Nogueira.

Em Assembléia do dia 13/02/1977, foram eleitos para presidente, o Sr. Érico Siqueira, e para vice o Sr. José Nogueira. Neste dia foi prestada uma homenagem póstuma ao Sr. Paulo Agostini, grande colaborador do Social. Em 1978, o Social conquista o vice campeonato da cidade, por incrível que pareça, perdendo somente a última partida para o seu maior rival, o Athletic. Mas, com praticamente o mesmo plantel, no ano seguinte o Social conquista o campeonato de futebol da cidade.

Em Assembléia do dia 07/12/1979, foram eleitos para o biênio 1980-81, o Sr. José Nogueira, para presidente e para vice, os senhores: Gentil Rodrigues de Resende e José dos Santos Zanetti. José Nogueira, um dos fundadores do Social F. C., tido por muitos, ao lado de Alcides Zanetti, um dos melhores presidentes que o clube conheceu. Sua administração seria coroada de êxito e marcada por duas soberbas obras: Sede Social, inaugurada a 15 de setembro de 1979, e o Parque Aquático em 14 de janeiro de 1984. Esses dois patrimônios são responsáveis pela volta da saúde financeira do clube, com aumento do quadro de associados e arrecadações avulsas. Na inauguração da nova sede, comemorando os 40 anos do clube, velhos e novos atletas se encontram, para as festividades e recebimento de medalhas, entre eles, o veterano Edson, que defendeu o Fluminense do Rio de Janeiro e Seleção Brasileira. Aliás, é de grande orgulho para os são-joanenses, em especial para os socialinos, a existência de dois craques que vestiram a camisa da seleção brasileira de futebol, ambos saídos do Social. Além de Edson, também Cláudio Caçapa, que se transferiu diretamente do Social, para o Atlético Mineiro e, em seguida, para ser campeão francês pelo Lyon da França, no ano de 2002.

Em Assembléia do dia 16/05/1982, reelegeu-se para o biênio 1982-83, a chapa do Sr. José Nogueira. Em Assembléia do dia 17/06/1984, tornou a se reeleger para o biênio 1984-85, a chapa do Sr. José Nogueira.

Em Assembléia do dia 20/04/1986, realizou-se eleição para o biênio 1986-87, com duas chapas concorrentes, sendo a chapa nº 1, composta por José Nogueira, Maurício Fazzion e Osvaldo Silveira. A chapa nº 2 foi composta por Carlos Alberto Nery, Newton Sales Borges e José Rabelo de Castro. Saiu vencedora a chapa nº 2. Carlos Alberto Nery, dinâmico e brilhante advogado em nossa cidade, juntamente com seus dois vice-Presidentes: Newton Sales e José Rabelo de Castro, cuja administração revolucionaria o Social e o futebol local. Foi, sem dúvida, uma das mais concorridas eleições que o clube já viu, 518 sócios se comprimiam no salão da sede social para exercer seu direito de votar. Ao final da contagem dos votos, saiu vitoriosa a chapa de Carlos Alberto Nery, com 275 votos, tendo a chapa oponente 243 votos. Empossada no dia 24 de abril, a nova diretoria se desdobrou em reestruturar todos os departamentos, para se fazer uma boa administração. Todo o patrimônio foi vistoriado e muitas reformas tiveram seu início imediatamente. A entrada do estádio recebeu piso de “bloquete”, foi construído um novo bar, atendendo simultaneamente sede, campo e piscina, o conhecido tri-bar. Todo o sistema hidráulico e elétrico recebeu melhoria. Os vestuários da parte esportiva receberam piso de borracha e nova pintura. A parte social recebeu um impulso jamais visto no clube. Eram promovidos bailes alusivos a dias especiais: Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Aniversário do Clube etc. Surge a expansão do quadro social, em convênio com a firma Sorirama Empreendimentos de Campinas – SP. Em 1987, é montado um grande plantel com excelentes craques e por essas fatalidades do destino o time não conquista o título de 1987, sofrendo apenas três gols durante o campeonato.

No dia 21 de novembro de 1987, mais uma vez, a tristeza se abate sobre a família socialina: falece o ex-presidente e fundador José Nogueira. No dia 22, o Social iria enfrentar, em sua fase final o América R. F.. Os atletas, sentindo o ambiente triste pelo passamento de José Nogueira, entram em campo dispostos a render-lhe uma última homenagem. Conseguem uma expressiva vitória sobre o seu oponente por 2 x 0, dedicando ao ex-presidente José Nogueira esta vitória como uma recompensa por seu amor e trabalho ao Social F. Clube.

No ano de 1988, em que tiveram início as comemorações do JUBILEU DE OURO, foi iniciada a construção do primeiro lance de arquibancada, um velho sonho da família socialina e que se tornou realidade após cinqüenta anos de muita luta e sacrifício. Dotada de uma estrutura supermoderna, a arquibancada, com cem metros de extensão e cinco degraus, é sem dúvida, a maior conquista e o ápice da administração de Carlos Alberto Nery. Como se tudo isso não bastasse, foi substituída também a velha iluminação de lâmpada mista por outra moderna de lâmpada a vapor de mercúrio de 1.000 watts, bem como os postes de concreto por torres de estrutura metálica de dezessete metros de altura cada uma. E no dia 30 de novembro de 1988, o Estádio Paulo Campos reabriu seus portões ao público são-joanense para inauguração do primeiro lance de arquibancada e da nova iluminação, culminando com a entrega de faixas aos Campeões Invictos de 1988, num jogo sensacional com a equipe de profissionais do Tupi F. C. de Juiz de Fora. Estava realizada e consagrada a grande administração do Presidente Carlos Alberto Nery.

Em Assembléia do dia 11/12/1988, realizaram-se novas eleições, para o período de 12/12/1988 a 12/12/1991. Disputaram as chapas: “Invicta”, encabeçada por Gentil Rodrigues; “Azul”, encabeçada pelo Sr. Celso Novais. Saiu vitoriosa a chapa Invicta, com 161 votos, contra 94. Novamente, a família socialina deu uma lição de democracia e civismo. Num ambiente calmo e tranqüilo, as eleições transcorreram normalmente, desde a abertura, às 8h até o seu encerramento às 15h. A nova administração, logo no seu início, deu mostras de sua vontade em trabalhar para o Social F. Clube. Começou pela reforma total do alambrado do estádio e pintura do mesmo; construção de um W. C. no estádio, cobertura da entrada da sede, construção de uma passarela de concreto em volta do estádio, reforma da piscina e dos filtros, compra de aparelhos para aguar o campo, construção e reforma do passeio em frente ao estádio e sede, e pintura de toda a frente do patrimônio do clube.

Em Assembléia do dia 08/12/1991, realizaram-se novas eleições, para o triênio 92/93/94. Duas chapas concorreram: novamente a chapa “Invicta”, encabeçada pó Gentil Rodrigues e a chapa “A Hora do Arranco II”, encabeçada por Carlos Alberto Nery. Saiu vitoriosa mais uma vez, a chapa Invicta.

Em Assembléia do dia 08/01/1995, realizaram-se eleições, para o triênio 95/96/97. Duas chapas concorreram: a chapa “Você Decide”, encabeçada por Carlos Alberto Nery e a chapa “Invicta”, encabeçada desta vez, pelo presidente do Conselho Deliberativo, Mahatma Gandy Câmara. Saiu vitoriosa a chapa Invicta.

Em Assembléia do dia 11/01/1998, realizaram-se eleições, para o triênio 98/99/2000. Duas chapas concorreram: O grupo “Pró Social”, encabeçada por José Cláudio Henriques e a chapa “Recondução”, encabeçada por Gentil Rodrigues de Resende. Saiu vitoriosa a chapa Recondução.

Em Assembléia do dia 14/01/2001, realizaram-se eleições, para o triênio 2001/02/2003. Duas chapas concorreram: a chapa “Recondução”, encabeçada por Gentil Rodrigues e a chapa encabeçada por José Francisco de Castro. Mais uma vez a chapa Recondução foi a vencedora. A relação completa dos presidentes do Social esta no Anexo VIII.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO HINO DO SOCIAL FUTEBOL CLUBE

Zanetti Neto (1989) descreveu:

Despertado pelo amor e curiosidade que sempre senti pelo Social F. C., procurei, desde meu ingresso no clube, averiguar a existência ou não do hino oficial do clube. Minhas pesquisas junto aos mais antigos e tradicionais “xavantes”, já que não existia nenhum documento a respeito, trouxeram à luz fragmentos de um antigo hino, mas, por mais que investigasse, não consegui provas autênticas de sua existência.

E assim, no dia 8 de janeiro de 1983, foi apresentado, em reunião, o novo hino do Social, com nova música, aproveitando a antiga letra, hino que foi aprovado por unanimidade, conforme consta no livro de Atas arquivado no clube.

A letra do hino eu a consegui graças a um antigo convite de baile que estava de posse do Sr. Álvaro José de Souza, antigo colaborador do clube, que gentilmente cedeu o convite para a divulgação da letra.

A primeira execução oficial do hino se deu no dia 14 de janeiro de 1984, quando da inauguração do Parque Aquático “José Nogueira”.

Cabe aqui uma sincera homenagem póstuma ao saudoso e exímio músico Francisco Mangabeira da Silva, que foi o autor dos arranjos musicais.

Que todo socialino, ao cantar o hino do Social, se encha de orgulho e que seu coração se rejubile nos doces e melodiosos acordes, demonstrando sua paixão e vaidade em ser “XAVANTE”, que pulsa no peito um coração BRANCO, AZUL E AMARELO. (p. 9)

HINO DO SOCIAL FUTEBOL CLUBE

Letra: Gustavo Campos
Música: Alberico Zanetti Neto

Avante Social,
Clube do meu coração!
Avante Social,
Tens fibra de campeão

Oh! Salve Social,
Tua glória é lutar
Lutar sempre jovial,
Com forças prá triunfar!

O nosso clube de Matosinhos,
Clube da força de vontade,
Tem por lema em seus caminhos
Disciplina, amor e amizade

Pela vitória do esporte
E da raça o engrandecer
O Social porfiará forte
Resoluto, sem esmorecer

Os socialinos, com razão,
Chamam seu clube varonil
Orgulho da nossa São João,
Pela grandeza do Brasil!

FOTOS DO SOCIAL
Fonte: O Grande Matosinhos

Inauguração do Parque Aquático do Social F. Clube

Inauguração do Parque Aquático do Social F. Clube

Estádio do Social F. Clube

Estádio do Social F. Clube

Social Campeão de 1955

Social Campeão de 1955

Músicos em prol da construção da 1ª sede social

Músicos em prol da construção da 1ª sede social

Torcida Social

Torcida Social

Inauguração da pedra fundamental da sede social

Inauguração da pedra fundamental da sede social

Parque Aquático do Social F. Clube

Parque Aquático do Social F. Clube

Time Social de 1942

Time Social de 1942

Time Social Júnior

Time Social Júnior

Fontes:

Escudo – Site do Social
Texto – HENRIQUES, José Cláudio. “Bairro de Matosinhos, berço da cidade de São João del Rei”, citado em O Grande Matosinhos

 

Time da Grande Florianópolis chegou a conquistar a Terceirona do Catarinense

A pequena e barulhenta torcida Fúria Biguaçuense, do Esporte Clube Biguaçu, ficará em silêncio no ano que vem. O clube, que disputou a Divisão Especial em 2012 e ficou em 5º lugar na classificação geral, estará em uma nova cidade, ainda não definida.

– Não recebemos o mínimo de apoio público – disse Taffarel Rodrigues, um dos dirigentes da equipe, ao confirmar a manobra.

Por mínimo, Taffarel define ajuda para transporte e alojamento, além do aluguel do estádio – cerca de R$ 500 por partida. Algo que não deveria depender de prefeitura, mas que acaba sendo realidade de times de menor expressão, não só em Santa Catarina.

Taffarel diz que os empresários negociam com outras cidades para manter o clube, que mudaria de nome. Algo semelhante ao que aconteceu, nos últimos anos, com o Grêmio Barueri (SP). O time paulista chegou a ser transferido para Presidente Prudente (SP), antes de voltar a Barueri.

Fonte: Hora SC

 

Diante de uma crise financeira, o Flamengo uniu-se ao seu maior rival, o Juventude, originando, no dia 14 de dezembro de 1971, a Associação Caxias de Futebol. A entidade, que usava uniforme nas cores preto e branco, teve Cláudio Eberle como seu primeiro presidente. Quatro anos depois, o Juventude desfez a sociedade e voltou ao futebol. O Flamengo continuou como Caxias, mas com o nome de Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul e com o uniforme grená, azul e branco.

 

O Santa Cruz foi um clube de Juiz de Fora, um dos precursores do Campeonato daquela cidade. Fundado em 3 de maio de 1919, começou a disputá-lo em 1920. Venceu dois Torneio Início.

Abaixo, uma nota do jornal “O Pharol” sobre o quarto aniversário do clube:

FOOT-BALL

O grande festival organizado pelo Sport Club Santa Cruz em commemoração ao seu 4º anniversario. – Surgindo em 3 de maio de 1919, amparado por um grupo de ardorosos associados, á frente dos quaes se encontravam Jacob Willig, Antonio Justiniano Bastos, Eduardo Lott Filho, Angelo Falci, Francisco Maia e outros, o Santa Cruz com altivez e energia soube impôr-se ao conceito dos outros clubs.

É um club dos mais novos pertencentes á Sub-Liga, porém contando muitos louros.

É elle duas vezes detentor do titulo de campeão do torneio Intium, sendo a primeira em 1921 e a segunda este anno (1923), aliás com grande brilho, conquistando duas ricas taças; e tambem Vice-Campeão do torneio realizado em 1922.

Possue o Santa Cruz grande numero de trophéos, taes como: medalhas, bronzes e taças.

O seu actual quadro é o seguinte:

Carvalho – Paulo, Luiz – Neca, Oscar, Nogueira – José Gomes, João Alves, Adalberto, Wentan e Evilazio.

A actual directoria do Santa Cruz, da qual se encontra á frente o acatado desportista dr. José André Bastos, é a seguinte:

Presidente, dr. José André Bastos; vice-presidente, Francisco Maia; 1º secretario, Antonio Justiniano Bastos, 2º secretario Octaviano Caputti, thesoureiro, Salvador de Moura Fontes; procurador, Luiz Nascimento. Registrando a passagem da data de hoje saudamos ao joven grmio e fazemos votos para que em seu seio seja sempre feito sport por sport.

Salve Santa Cruz !

Para commomorar tão grande data será levado a effeito na vasta praça de sports do valoroso Tupy, sito á avenida Francisco Bernardino, o lindo festival do Sport Santa Cruz.

Seráo disputadas diversas partidas entre os clubs que carinhosamente acceitaram o convite do club anniversariante.

A primeira prova, Santa Cruz:

Tupynambás x Santa Cruz, segundos teams.

Ao vencedor será offerecida uma medalha de prata.

Segunda prova: Pedro Vaz Caminha, primeiros teams.

Tupy F.C. x Renato Dias.

Terceira prova: Pedro Alvares Cabral, primeiros teams.

Sport Club Juiz de Fora x Sport Club Santa Cruz.

Aos vencedores dessas duas provas serão offerecidos dois riquissimos bronzes.

Nota do dia 5 de maio:

FOOT-BALL

Promovido pelo Sport Club Santa Cruz, teve logar ante-hontem no campo do Tupy, o festival commemorativo a passagem de mais um anniversario da fundação do Club.

Apesar da chuva, as provas que correram na melhor ordem tiveram o seguinte resultado:

Primeira prova – Santa Cruz – segundos teams.

Tupynambás x Santa Cruz – vencedor Tupynambás por 3 x 1 juiz Albino Amaral.

Segunda prova-  Pedro Vaz Caminha – primeiros teams.

Renato Dias x Tupy – vencedor Tupy, por 1×0, juiz Joaquim Carvalho.

Terceira prova – Pedro Alvares Cabral – primeiros teams.

Sport Club Juiz de Fora – Santa Cruz – vencedor Sport Club por 2×1, juiz Jayme Motta.

Aos vencedores foram entregues ricos premios que estavam ezposios nas vitrines da Casa Açucena.

Fonte: Jornal “O Pharol”, 3 de abril de 1923 e 5 de abril de 1923.

Consultando o amigo André Oliveira, analisamos a possível existência de um diferente Sport Club Santa Cruz, fundado a 18 de julho de 1958 e sediado no bairro de mesmo nome, às margens da BR-040. Creio mesmo se tratar de outro clube, uma vez que este bairro Santa Cruz me parece um bairro mais recente, que talvez não existisse à época da fundação do primeiro Santa Cruz.

 

A história do Operário de Várzea Grande-MT é muito confusa e alguns nem sabem. Através de minhas revistas e algumas informações da internet fiz o levantamento abaixo. Por favor, me corrijam ou acrescente algo se necessário.

CLUBE ESPORTIVO OPERÁRIO VÁRZEA-GRANDENSE

O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense foi fundado em 01/05/1949. Foi um dos clubes mais importantes do Estado do Mato Grosso. Ganhou 09 títulos Estaduais (1964, 1967, 1968, 1972, 1973, 1983, 1985, 1986, 1987).  Após alguns anos de altos e baixos em 1994 a equipe se encontrava falida e para fugir das dívidas seus dirigentes pediram o licenciamento junto a federação e fundaram o Esporte Clube Operário.

Contudo, em 2009 um grupo de pessoas da cidade reativaram a equipe, mesmo existindo outro Operário na cidade. Assim neste ano o operário F.C. LTDA jogou a 1° divisão e o C.E.O.V. a 2° divisão.

Escudo antigo

ESPORTE CLUBE OPERÁRIO

O Esporte Clube Operário foi fundado em 06/03/1994. Herdou toda a fama e história do C.E.O.V.. Como não possuía dívidas a equipe nasceu forte e conquistou um bi-campeonato logo de cara. Conquistou o Bi em 1994/95 e o título de 1997. Contudo da mesma forma que seu antecessor teve altos e baixos, culminando com a desistência de disputar o campeonato de 2001. Voltou em 2002 e conquistou o título.

 

OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE LTDA..

O operário Futebol Clube LTDA surgiu em 01/05/2002 substituindo o E.C.O. que havia ficado parado por um ano. No campeonato de 2002 a equipe iniciou a competição ainda com a nomenclatura antiga (campeonato começou em 17/02), porém a partir das semi-finais com o novo nome. Ganhou a Copa Governador de 2005 e o Estadual de 2006. Em 2011 fez péssima campanha no Estadual e acabou rebaixado  à 2ª divisão de 2012.

primeira versão

FONTES:

http://www.fmfmt.com.br/index.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/Oper%C3%A1rio_Futebol_Clube_Ltda.#T.C3.ADtulos

http://www.rsssfbrasil.com/historicco.htm#mt

http://operariomt.com.br/

http://umtimepordia.blogspot.com.br/2008/11/operrio-futebol-clube-ltda.html

Revistas Placar de 1994 a 2012.

 

 

Assim nasceu o Esporte Clube Progresso

Em 1922 é formada a Companhia Fazenda Belém, nas terras que haviam sido compradas pela Companhia S.P.R . do Barão de Mauá, e que eram constituídas das Fazendas Cachoeira e Borda da Mata.
Somente em 1932 é que foram iniciadas as vendas de lotes aos ferroviários, por preços módicos, como estava estabelecido nos contratos da companhia em Londres.
Em 1935, Adail Jarbas Duelos, Antonio Calvo e outros amigos fundam em São Paulo, mais precisamente na Estação da Luz, a revista Revista Ferrovia, que começa a circular mensalmente, tomando-se o grande elo de ligação entre todos aqueles que trabalhavam na estrada de ferro.
A pequena localidade de Belém da Serra, hoje Francisco Morato, começa nessa ocasião a conhecer sua primeira fase de progresso, com a formação de sua escola primária para abrigar um grande número de crianças que precisavam ser alfabetizadas.
Faltava no pequeno lugarejo um local onde os trabalhadores pudessem divertir-se nos fins de semana. É formada uma comissão de trabalhadores braçais da estrada de ferro. Que procuram o senhor Adail Jarbas Duelos que ouviu a proposta daqueles operários, que eram em sua grande maioria da turma da “Sóca”, quer dizer, eram pessoas que trabalhavam nas tarefas mais difíceis como: colocação de dormentes, pedras, remoção de terra, etc.
Após falar com o senhor Adail, todos foram encaminhados ao chefe Baltazar Fidelis, que prontamente acatou a idéia da formação de um clube dos ferroviários em Belém, recebendo o nome de Sociedade Recreativa e Musical Belém. A partir daquela ocasião passasse a realizar bailes abrilhantados pelo “Jazz Band de Campo Limpo Paulista”, de Jundiaí, Lapa, até a formação do próprio “Belém Jazz Band”.
Estávamos em Maio de 1936, o clube localizava-se nas proximidades, onde hoje está o Supermercado dos Italianos e a Loja Don Paco. Conforme o estatuto pode-se perceber que não havia futebol:

ESTATUTO DO CLUBE PROGRESSO
CAPÍTULO 1°
DA SOCIEDADE E SEUS FINS

Art. 1° – O Clube Progresso, fundado em 13 de maio de 1936, no Distrito de Francisco Morato, município de Franco da Rocha, é constituído de número ilimitado de sócios, sem distinção de sexo, crença, profissão ou nacionalidade.

Art. 2° – Seus fins são os seguintes:
a) proporcionar aos associados e suas famílias, todas as diversões ao seu alcance, instituindo e dirigindo seções esportivas e recreativas e outras julgadas consentâneas com o desenvolvimento da localidade;
b) criar e manter uma biblioteca e
c) na medida de suas possibilidades, criar escolas de ensino primário e de música, aos seus associados e seus filhos.

Sociedade Recreativa e Musical Progresso
Por ocasião do incêndio na Estação da Luz, em novembro de 1946, entre os documentos que foram queimados estavam incluídos os primeiros livros de atas da “Sociedade Recreativa e Musical Progresso”, fundada em 13 de maio de 1936 e que depois passou a chamar-se Clube Progresso de Francisco Morato.
Abaixo, um relato da Revista Ferrovia de outubro de 1937.

“A sociedade recreativa e musical “Progresso”, de Belém, que congrega em seu seio os empregados da Cia. Fazenda Belém e da S.P.R, acaba de lançar à público a seguinte circular, que tem por fim a angariação de donativos para a construção de sua sede social.

“Prezado Sr.:
Este clube, composto inteiramente de empregados da “São Paulo Railway” e da “Companhia Fazenda Belém”, sua filiada, trata, no momento do assunto mais importante de sua vida, representado no levantamento de uma sede a ser construída na Estação de Belém, concorrendo assim, para o progresso da classe a que pertence, além de unir os seus associados e suas famílias, bem como os funcionários das duas companhias que futuramente entrarem para o seu quadro social, de meios recreativos e esportivos, indispensáveis a todos nós.
Desejando, pois, essa diretoria dar inicio às obras da referida sede, resolveu levantar uma campanha para aquisição de donativos de qualquer espécie, materiais, etc. Esperando que os amigos do pessoal da “São Paulo Railway” e da “Companhia Fazenda Belém”, não se negarão a cooperar nesse sentido.
Por isso servimo-nos deste meio para apelar a todos aqueles que simpatizam pelo progresso do esporte e recreação do pessoal, que dispense a sua boa vontade à nossa iniciativa.
Qualquer material será útil, mesmo que não possa ser usado diretamente nas obras, trará beneficio monetário ao clube.
Assim, pedimos o obséquio de remeter qualquer material que nos possa ser oferecido por intermédio da “Estação do Pari”, que nos despachará. Para qualquer donativo em dinheiro pedimos o obsequio de dar aviso à diretoria, a fim de ser procurado mediante recibo oficial.
Certo de que este apelo merecerá da parte de V.S., para que nossa iniciativa seja coberta de êxito”.

A Revista Ferrovia tinha se transformado em um grande sucesso literário, era conhecida por todos ferroviários, desde Santos até Jundiaí, por esse motivo seus proprietários passaram a receber toda atenção dos mais altos dirigentes da “São Paulo Railway”, criando com isso uma amizade muito grande entre o superintendente Baltazar Fidelis e a população ordeira de Vila Belém.
Adail, que naquela época já residia na Vila, consegue trazer grandes melhorias para o local.
Assim, no dia 13 de maio de 1936, havia surgido a “Sociedade Recreativa e Musical Belém”. Através de uma sugestão do senhor Francisco Nunes, que na ocasião era presidente do Nacional da Água Branca, a referida sociedade transformou-se em clube de futebol, recebendo o nome de “Esporte Clube Progresso”, que um pouco mais tarde teve o seu campo construído pela turma da “Sóca”, no mesmo local onde se localizava o clube de baile. Era o ano de 1941.
Recebeu o campo, o sugestivo nome de Estádio Baltazar Fidelis.
A partir dessa ocasião, o futebol de Vila Belém passa a ser respeitado em toda a região, fazendo parte de suas equipes grandes futebolistas, grandes dirigentes, além de uma sensacional torcida.
Infelizmente, nunca pudemos localizar a ata de fundação, com os nomes dos ferroviários pioneiros.
Em 1952, num ato de bondade, a filha do Dr. Francisco Morato, dona Cinira Morato Leme e seu esposo, Dr. Celso Leme, doam uma área de terra de 9.500 metros quadrados, onde hoje está construído o conjunto esportivo.
Em 1954, a Vila Belém recebe o nome de Francisco Morato, e é eleito seu primeiro prefeito Cassiano Gonçalves Passos.
Parabéns aos dirigentes, atletas, funcionários e todos aqueles que aprenderam a gostar e respeitar o Esporte Clube Progresso, que nasceu graças à vontade de homens, que apesar das dificuldades da vida, sabiam e tinham coragem de lutar pela realização de seus ideais.

Fonte: Revista “Gralha Azul”, suplemente cultural N° 1, Abril/Maio de 2006. Distribuição: Franco da Rocha, Caieiras e Francisco Morato.

OBS: ESCUDO VETORIZADO PELO SÉRGIO MELLO

 


Até o ano de 1973, o Guarani participava somente de competições municipais e intercâmbios intermunicipais ou regionais, até porque não havia liga de futebol em São Miguel do Oeste. Até 1973, o Guarani pertencia à Liga de Futebol de São José do Cedro.

Em 1974, foi criada a Liga Esportiva Fronteirista, e neste mesmo ano foi realizado o Primeiro Campeonato Regional, do qual o CE Guarani sagrou-se campeão. Dessa forma, tomou-se a decisão de participar do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional, pela primeira vez na história do Extremo-Oeste. O CE Guarani disputou então a Primeira Divisão do Campeonato Catarinense nos anos de 1974, 1975, 1976 e 1977, na administração do Sr. Waldir João Fedrizzi.

Em 1977, mais especificamente em outubro daquele ano, houve o pedido de licenciamento do clube junto à Federação Catarinense. No entanto, formou-se uma comissão em prol da continuidade do CE Guarani no futebol profissional. Esta comissão assumiu o Clube por procuração e contrato de responsabilidade mútua. Assinaram o contrato: Clari Vareschini (in memorian), Romildo Schleder (in memorian), Avelino Neis (hoje residente em Porto Alegre), Waldir João Fedrizzi (hoje residente em Florianópolis), Sérgio Volpi (ainda residente em São Miguel do Oeste) e Orlando Mafinski (ainda residente em São Miguel do Oeste). Este contrato foi assinado no dia 1º de novembro de 1977, perdurando até o dia 28 de fevereiro de 1978. Deste modo, o Guarani participou do Torneio Incentivo da Federação Catarinense de Futebol.

O Torneio Incentivo, promovido pela Federação Catarinense de Futebol (FCF), tinha como objetivo manter em atividade os clubes filiados da Divisão Especial, evitando uma pausa completa de jogos oficiais. Isso porque desde o final da Terceira Fase do Estadual, no dia 28 de agosto, os clubes eliminados ficariam inativos até o ano seguinte. O Torneio Incentivo de 1977 só terminou em 1978. A competição ficou paralisada desde o dia 18 de dezembro de 1977 e só reiniciou em fevereiro de 1978, devido às férias dos jogadores. A Chapecoense ficou com o título da competição. Joinville e Avaí não disputaram o torneio, pois estavam representando Santa Catarina no Campeonato Nacional. A fase final (em 1978) teve: Internacional (Lages), Figueirense, Carlos Renaux (Brusque), Joaçaba, Comerciário (Criciúma) e Chapecoense.

Destaque-se que o Guarani já tinha aparecido por três (03) vezes nos jogos na Loteria Esportiva Federal da época. Na oportunidade, o Guarani ficou 14 (quatorze) partidas invicto. Foram os quatro últimos jogos da Segunda Fase e todos os dez jogos da Terceira Fase do Estadual de 1977 sem derrotas. Essas duas fases eram regionalizadas (Planalto Serrano e Oeste Catarinense). Com oito vitórias e dois empates na segunda fase, o Guarani sagrou-se campeão do “Troféu Adolfo Camili”, único título de uma equipe do Extremo-Oeste no futebol profissional em toda a história.

Valendo ainda lembrar que neste mesmo período estiveram fazendo jogos amistosos em São Miguel do Oeste o Grêmio Fott Ball Porto-Alegrense e o Sport Club Internacional, de Porto Alegre. No dia 30 de agosto de 1976, o Guarani jogou contra a equipe do Milionários, de São Paulo e venceu pelo placar de  4-3. A equipe dos Milionários era composta por ex-jogadores da Seleção Brasileira como: Mané Garrincha, Fio Maravilha, Barbozinha, Humberto Monteiro, Tarciso, Minuca, Gilberto, Oreco, Paulo Borges, Cezar e Robson. No banco, jogadores como Tonho e Osvaldo. O Guarani tinha jogadores como Joãozinho, Lambari, Antonio Carlos, Valmir, Gessi, Paulo Renato, Clari, Alberto, Claudiomiro e Cezar. O técnico foi o Lindomar. O jogo foi arbitrado por Atílio Mallmann, com Simão de Oliveira e Hugo Simm na bandeira.

Em 05 de maio de 1978, houve uma Assembleia, tendo como local o CTG Porteira Aberta, para a formação da Associação São Miguel de Futebol. Este assunto ficou somente como um sonho, tanto do Guarani como do Clube Atlético Montese, mas nunca saiu do papel. Posteriormente, o Guarani licenciou-se das atividades profissionais no futebol.

 

 


O Clube dos Servidores da Universidade foi fundado em 6 de abril de 1966 por funcionários, servidores e alunos da Universidade de Brasília (UnB). Teve como seu primeiro presidente Carlos Augusto Vilalva Negreiros Falcão.
As cores do clube eram azul, verde e branco.
Naquele ano (1966), a Federação Desportiva de Brasília tinha campeonatos de futebol em três categorias: profissionais, amadores e Departamento Autônomo. O CSU optou por este último em seu primeiro ano de vida.
No dia 5 de junho de 1966, estreou no Torneio Início do Departamento Autônomo com derrota de 2 x 1 para a Civilsan.
O campeonato do Departamento Autônomo daquele ano foi dividido em três seções: Taguatinga, Plano Piloto e Sobradinho.
O CSU classificou-se em primeiro lugar na Seção Plano Piloto, superando outros oito times. Juntamente com a A.E.B., passou para a Fase Final (chamada de Supercampeonato), disputada pelos dois primeiros classificados de cada seção. Desconhecemos o resultado final dessa competição.
No dia 11 de dezembro de 1966 disputou um amistoso com o Rabello, perdendo por 2 x 1.
No ano seguinte, 1967, o CSU foi um dos clubes amadores que chegaram a realizar uma reunião para a elaboração de um campeonato com as agremiações dessa categoria. O campeonato acabou não vingando.
A mesma coisa aconteceu em 1968. Foram dois anos sem disputar nenhuma competição oficial da Federação Desportiva de Brasília.
No dia 10 de março de 1969, aconteceu a Assembléia Geral Extraordinária da qual tomaram parte os presidentes e representantes de todos os clubes filiados a F.D.B.
A Federação, então, criou um torneio chamado de “Taça Brasília”, podendo concorrer ao mesmo, todos os clubes filiados, quer profissionais, amadores ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais.
Inscreveram-se 24 equipes. O torneio foi em dois turnos, sendo que para o segundo só se classificariam os seis primeiros colocados de cada grupo.
O CSU fez sua estréia no dia 19 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo (do Defelê), empatando em 1 x 1 com o Jaguar.
Na primeira fase ficou em 4º lugar no Grupo A. Foram dez jogos, com cinco vitórias, três empates e duas derrotas. Marcou 24 gols e sofreu 18.
Na Fase Final, ficou com a nona colocação entre os 12 clubes participantes. Nos onze jogos que disputou, conseguiu vencer três, empatar outros três e foi derrotado em cinco oportunidades. Marcou dezoito gols e sofreu vinte e dois.
Dois foram os artilheiros do torneio, com 11 gols, sendo que um deles, Paulinho (Paulo Rogério Ferreira Campos), pertencia ao CSU.
Eis os nomes de alguns jogadores que defenderam o CSU na Taça Brasília de 1969: Goleiros: Neniomar e Pena; Defensores: Zeca, Cesar, Monteiro, Walfrido, Roque, Nilo, Isnard e Wilson; Atacantes: Cacá, Cleuber, Júlio, Walter, Sabará, Paulinho e Totó.
No ano de 1970 voltou a ficar de fora das competições amadoras promovidas pela Federação Desportiva de Brasília.
Retornou em 1971, disputando o Torneio “Governador do Distrito Federal”, juntamente com outras dez equipes.
O torneio foi marcado por muitos WO, pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da F.D.B.) e suspensos de suas obrigações.
O CSU desistiu de continuar na competição bem antes do seu encerramento.
Em 13 de agosto de 1971 foi realizada a Assembléia que desfiliou seis clubes da F.D.B., entre eles o CSU.
Somente no ano de 1975, quando ainda era amador o futebol de Brasília, o CSU volta a participar de competições promovidas pela então Federação Metropolitana de Futebol.
Primeiramente, participando, de 19 de março a 25 de maio de 1975, da I Copa Arizona de Futebol Amador, evento que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal. Não conseguiu ficar entre os oito finalistas que decidiram a Copa.
Em 12 de setembro de 1975 aconteceu a A.G.E. que aprovou uma nova filiação do CSU para a categoria de futebol amador.
Assim, inscreveu-se no campeonato amador de 1975, com mais sete equipes.
Venceu o primeiro turno de forma invicta, com cinco vitórias e dois empates. Foram 15 gols a favor e cinco contra. Com isso, qualificou-se para decidir o campeonato com a Campineira, vencedora do segundo também de forma invicta, numa
série “melhor-de-três”.
O final do ano mais as férias do mês de janeiro foram alguns fatos que atrasaram bastante o início da disputa. Assim, somente em 28 de março de 1976, aconteceu a primeira partida da melhor-de-três da decisão do Campeonato de 1975, no Estádio Pelezão.
A Campineira venceu por 2 x 1.
No dia 21 de abril de 1976, também no Pelezão, o CSU empatou a série ao vencer a segunda partida por 1 x 0.
A terceira e decisiva partida foi disputada no dia 1º de maio de 1976, novamente no Pelezão. Sob a arbitragem de Roberto Noronha, a Campineira marcou 2 x 0 e ficou com o título de campeã de 1975.
Dentre os jogadores que defenderam o CSU no campeonato de 1975 o destaque ficou com um jogador que mais tarde viria a brilhar em outras equipes do futebol de Brasília: o zagueiro Kidão.
Não demorou muito para seu presidente Álvaro da Silva Neves encaminhar o ofício CSU-06/76, de 17 de maio de 1976, solicitando licença do quadro de filiados da Federação Metropolitana de Futebol por um período de dez meses. Nunca mais voltou!

 

A paixão do torcedor é algo que nem Sigmund Freud conseguiria explicar com exatidão. O site Arquibancada Colorada fez uma matéria sobre a “Seleção” do Internacional de Porto Alegre de todos os tempos. Nessa ânsia, montaram quatro escalações. Veja abaixo a narrativa genuinamente colorada!

 Que Tesourinha, Falcão e Fernandão foram craques ninguém discute. E quem não gostaria de tê-los visto jogar juntos. No plano físico e material impossível tal conjugação, simplesmente por que atuaram em épocas distintas, com décadas de diferença. Mas esta possibilidade passa a se concretizar quando tratada no campo da imaginação. E partindo desse princípio imaginativo volta e meia vê-se divulgado o INTER DOS SONHOS, constituído pelos melhores jogadores de várias épocas.

 

Inter dos sonhos nº 1

A primeira ideia do gênero que vi estampada no papel foi através da Revista Placar, em princípio dos anos 80, conforme desenho exposto que compõe a figura ao lado (nº1). Nele pode ser vista uma seleção de jogadores que atuaram entre as décadas 40 e 70: Manga, Paulinho, Figueroa, Nena e Oreco – Salvador, Carpeggiani e Falcão – Tesourinha, Larry e Carlitos.  Afora os jogadores da última década referida (de Manga, Figueroa, Carpeggiani e Falcão) ainda tive o privilégio de acompanhar pelo rádio quando guri: Larry e Oreco. O 1° pude ver ainda em imagens preto e branco (TV Piratini) que eram enviadas ao interior do Estado, ao passo que o 2º pelas transmissões de rádio, nas vozes de Leonel Silveira, Euclides Prado e Mendes Ribeiro e depois vim a vê-lo já como jogador do Corinthians e pela Seleção Brasileira. Craques na verdadeira acepção da palavra.

 Inter dos sonhos nº 2

O outro quadro caricaturado é o que compõe a imagem nº2, cuja cópia foi extraída da Sala Consular do Estádio Beira-Rio, basicamente constitui uma reprise do anterior, abrangendo jogadores até os anos 90, com apenas duas modificações no elenco: Gamarra no lugar de Nena e Claudiomiro no de Carlitos.

 Inter dos sonhos nº 3

Mais recentemente, por ocasião do Centenário do S.C. INTERNACIONAL compilei mais duas novas montagens, a da Revista GOOL, que constitui o desenho nº3 e traz em seu bojo a inclusão de Cláudio Duarte na lateral direita no lugar de Paulinho, ingressando Valdomiro com a saída de Salvador e no lugar de Larry aparece como centroavante o nome de Fernandão, o grande ídolo participante das grandes e recentes conquistas do Mundial FIFA, 1º Libertadores, 1ª Recopa e Copa Dubai.

 Inter dos sonhos nº 4

E, por fim, o Time dos Sonhos apresentado pela Revista do INTER, em edição especial do Centenário, conforme a demonstração de nº 4. Eis o timaço: Manga, Paulinho, Figueroa, Gamarra, Oreco e Salvador – Tesourinha, Carpeggiani, Falcão, Valdomiro e Fernandão.

 É evidente, pois, que para colocar tantos craques juntos nem sempre foi possível considerar a posição original de cada um, a exemplo de Valdomiro e Tesourinha, eis que ambos foram ponteiros-direitos de ofício. Não resta dúvida, inclusive, que a seleção apresentada foi constituída por jogadores até o Centenário do Clube e no futuro teremos prováveis alterações pelo surgimento de novos craques.

 Para o meu time dos sonos, formado por jogadores que vi jogar ou pelo menos acompanhei pelo rádio, mas que não me esqueci de suas atuações, apenas substituiria Paulinho por Cláudio Duarte; retiraria Tesourinha e Salvador, com o respectivo ingresso de Nilmar no ataque e de Batista na composição do meio de campo. E como Técnico escolheria Rubens Minelli ou Enio Andrade.

 Mais uma vez enfatizo que minha escolha é de jogadores que vi jogar ou, pelo menos, acompanhei pelo rádio, sempre respeitando a escolha original que está estampada na revista. Meu pai, se ainda estivesse vivo, certamente não aceitaria a retirada de Paulinho, Salvador e Tesourinha. Tampouco de Nena, contida no 1º anexo.

 Na tentativa de apresentar outro (s) INTER (espécie de B), dada tamanha dificuldade em selecionar tantos craques ou bons jogadores e carregadores de piano que acompanhei em décadas (especialmente na era Beira-Rio), vestindo a gloriosa camisa Colorada, optei em colocar diversas alternativas. Minha sugestão recai para os seguintes nomes (excluídos os anteriormente citados, integrantes das seleções apresentadas):

 Goleiros: Benitez e Clemer (*);

Laterais direitos: Ceará, Luis Carlos Winck e Laurício;

Zagueiros: Scala, Célio Silva, Pontes, Pinga, Aloísio, Marinho Peres, Índio, Lúcio e Mauro Galvão;

Laterais esquerdos: Vacaria, Cláudio Mineiro, Kléber, Sadi, Jorge Andrade, Jorge Wagner e Rodrigues Neto;

Volantes: Caçapava, Carbone, Edinho, Tovar, Tinga, Guiñazu, Sandro e Ademir Kaeffer;

Meias (atacantes): Dorinho, Bráulio, Mário Sérgio, Rubem Paz, Jair e D’Alessandro;

Atacantes (**): Escurinho, Rafael Sóbis, Maurício, Fabiano, Lula, Alex, Iarley, Silvinho, Edu Lima e Alexandre Pato;

Centroavantes: Flávio Minuano, Dario, Geraldão, Gerson, Nilson e Christian (***).

Vejam bem, só ali estão relacionados 52 (cinquenta e dois) jogadores (****). É provável e possível que não tenha lembrado todos os grandes nomes que assisti jogar com a gloriosa camiseta Colorada, especialmente na era Beira-Rio. Além do mais, a análise tem o enfoque particularizado que, para alguns, não tiveram tanto destaque assim ou outros nomes deveriam estar inclusos e foram omitidos no rol supracitado.

 

Fonte: Arquibancada Colorada

Foto montagem: Revista Placar / Revista GOOL

 

Em 1960, a ENACO – Engenharia, Arquitetura e Construção Ltda. era uma construtora com sede no Edifício Ceará, Projeção 8, Sala 1.105 e que tinha como Presidente Valnor de Aguiar.
Como desportista que era, Valnor criou um clube de futebol para disputar torneios contra times de outras construtoras da cidade que começava a crescer. Assim, surgiu o ENACO Esporte Clube.
Sua primeira oportunidade foi o Torneio “Danton Jobim”, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros, competição disputada por 12 empresas de construção ou ligadas a elas.
O ENACO ficou na Chave B, juntamente com Expansão, Rabello e Nacional. Os jogos foram realizados nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960. No primeiro jogo, venceu o Expansão por 4 x 2. No dia 10, passou pelo Nacional, por 3 x 1. No terceiro e último jogo, apesar da derrota de 4 x 3 para o Rabello, ficou com a vaga de primeiro lugar do grupo, classificando-se para o triangular final.
Perdeu os dois jogos, para Ribeiro e Planalto, ficando com o terceiro lugar.
Com os bons resultados colhidos, Valnor de Aguiar resolveu criar, em 29 de julho de 1960, o Clube de Futebol e Regatas Alvorada, nascido da fusão dos clubes ENACO e Brasília Palace.
No mesmo dia, entregou ofício solicitando filiação à Federação Desportiva de Brasília. Valnor de Aguiar foi seu primeiro Presidente a Arisberto José Gaspar de Oliveira o representante do clube junto a FDB.
Conforme constava dos seus estatutos, as cores do clube eram vermelha, branca e preta.
A estréia do novo clube aconteceu no amistoso de 28 de agosto de 1960, com derrota para o Consispa, por 5 x 3.
Uma semana depois, em 4 de setembro de 1960, participou de sua primeira competição oficial, o Torneio Início (que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira”). Além do Alvorada, solicitaram inscrição outros 15 clubes.
Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará. No sorteio, o Alvorada não deu muita sorte, cabendo enfrentar no sétimo jogo do dia, a forte equipe do Rabello (que viria a ser campeão do torneio). Perdeu por 1 x 0.
Por decisão da Assembléia Geral realizada no dia 14 de setembro de 1960 e em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. O Alvorada ficou no Grupo D, com jogos no campo do Rabello, juntamente com Nacional, Rabello e Real.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro de 1960, empatou em 1 x 1 com o Real.
Na segunda, em 25.09.1960, perdeu para o Nacional por 1 x 0 e, na terceira, em 09.10.1960, foi goleado pelo Rabello, por 5 x 2. Ficou em último lugar do grupo.
Quando todos já achavam que iriam disputar a Segunda Divisão, em 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota (um dos qualificados para disputar a Primeira Divisão) encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a FDB promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960.
O primeiro adversário do Alvorada foi o Sobradinho, no campo do Grêmio. Aconteceu empate em 2 x 2, resultado que tornou obrigatória a realização de uma nova partida entre ambos. Esse jogo aconteceu no dia 6 de novembro de 1960 e o Alvorada venceu por 2 x 1, passando para a fase seguinte, quando enfrentou e venceu, no dia 13 de novembro, ao Guanabara. Com essa vitória, decidiria a vaga para a Primeira Divisão com o Defelê.
Foi aí que aconteceu outro fato que mudaria toda a história. Outro clube qualificado para a Primeira Divisão, o Consispa, resolveu desfiliar-se. Em virtude dessa desfiliação, a Federação então resolveu não mais realizar a partida entre Defelê e Alvorada, prevista para 20 de novembro de 1960, elevando a ambos para a Primeira Divisão.
A estréia na Primeira Divisão não foi nada agradável: no dia 27 de novembro de 1960, sofreu um tremenda goleada de 7 x 0 diante do Guará. Era o prenúncio de que o clube não estava preparado para encarar esse desafio. Outras goleadas vieram e o Alvorada ficou com a sexta colocação, com duas vitórias e cinco derrotas. Marcou doze gols e sofreu 32. Atrás do Alvorada ainda ficaram Nacional e Pederneiras.
Eis alguns jogadores que defenderam o Alvorada em 1960: Goleiro: Zequinha; Defensores: Zózimo, Rodrigues, Lindcelso, Tininho e Orlando; Atacantes: Zeca, Lazinho, Erivan, Bolacha, Zezinho, Dondão e Carioca.
No torneio de aspirantes, o Alvorada foi o último colocado.
Em 1961, as coisas não melhoraram para o lado do Alvorada. No Torneio Início disputado no dia 9 de julho de 1961, no Estádio “Israel Pinheiro”, do Guará, foi desclassificado pelo Nacional.
No campeonato, ficou em 7º lugar, só não ficando com a última colocação por que o Sobradinho resolveu não disputar o campeonato até o seu final. Nos 13 jogos que disputou, venceu apenas um, empatou três e perdeu nove. Marcou 17 gols e
sofreu 33.
O goleiro Pena, os defensores Ibê, Roberto, Fontenelle, Venino, Loureiro e Zeca e os atacantes Cícero, Sílvio, Gilberto, Jason, Valquir, Chico, Élcio, Luizinho e Zé Carlos foram alguns dos jogadores que vestiram a camisa do Alvorada em 1961.
Em 1962, nos dias 30 de maio e 3 de junho, promoveu o Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular que ainda reuniu Presidência, Guanabara e Cruzeiro do Sul. Foi uma festa sem a menor graça para o Alvorada, que perdeu o primeiro jogo para o Cruzeiro do Sul por 6 x 1 e o segundo para o Guanabara (2 x 1).
Recuperou-se uma semana depois (10 de junho), quando foi realizado o Torneio Início, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. Venceu por 1 x 0 o Presidência; depois ficou no 0 x 0 com o Grêmio, conquistando a vitória nos pênaltis (2 x 1).
Na final, contra o Guanabara, no tempo normal de jogo empate em 2 x 2; na decisão por pênaltis, vitória do Guanabara por 6 x 5.
O Campeonato da Primeira Divisão de 1962 foi dividido em duas zonas: Norte e Sul. O Alvorada pertencia a Zona Norte, com Nacional, Rabello, Defelê e Guanabara.
Disputou os quatro jogos do 1º turno e perdeu todos. Antes de ser iniciado o segundo turno, o Alvorada encaminhou ofício à Federação Desportiva de Brasília solicitando dispensa do restante do campeonato, no que foi atendido.
Voltou em 1963, novamente realizando uma boa campanha no Torneio Início realizado em 12 de maio, no campo do Grêmio, Estádio “Vasco Viana de Andrade”. Venceu o Nacional (1 x 0) e empatou com o Colombo (0 x 0), perdendo a chance de passar para a final nos pênaltis: 3 x 2 a favor do Colombo.
No campeonato de 1963, disputado por nove equipes, novamente ficou em último lugar. Disputou 16 jogos e só venceu um, empatando quatro e perdendo onze. Marcou apenas nove gols e sofreu 38. Com isso, foi obrigado a disputar, nos dias 27 de outubro e 3 de novembro, uma melhor-de-três contra o Dínamo (campeão da Segunda Divisão), para ver quem ficaria com a vaga na Primeira Divisão em 1964. Foi a única vez que aconteceu esse tipo de disputa.
No dia 27 de outubro, vitória do Alvorada, por 1 x 0, gol de Azulinho, cobrando pênalti. No dia 3 de novembro, goleada do Alvorada para cima do Dínamo, por 4 x 1 Dínamo, gols de Moacir (2) e Morato (2) para o Alvorada e Baiano para o Dínamo.
Com esses resultados, o Alvorada permaneceu na Primeira Divisão. Jogaram mais vezes durante o ano: Goleiros – Toninho e Roberto; Defensores – Ibê, Brun, Veludo, Marujo, Cardoso, Cremonês, Josias e Tomazinho; Atacantes – Batista, Hélcio, Azulinho, Moacir, Zeca, Almir, Baiano, Morato, Delém, Dias, Terêncio e Alemão.
Em 25 de fevereiro de 1964 ocorreu a Assembléia Geral que aprovou a reforma nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol
Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis. O Alvorada não se inscreveu em nenhuma delas.
Em 5 de dezembro de 1965, o Alvorada foi desfiliado da Federação Desportiva de Brasília.
Em 30 de julho de 1967, aconteceu reunião para se conhecer a nova diretoria do clube, que ficou assim composta: Presidente – Valnor de Aguiar; Vice-Presidente Social – João Monteiro; Vice-Presidente Esportivo – José Medeiros Teixeira e
Vice-Presidente Financeiro – Moacyr Antônio Machado da Silva.
Somente em 1968, o Alvorada resolveu filiar-se novamente a FDB, na categoria de amadores. Como não houve campeonato amador nesse ano, o clube ficou sem atividades.
Em 1969, tendo em vista a necessidade de movimentar o futebol de Brasília, a Federação Desportiva de Brasília resolveu instituir um torneio oficial, ao qual poderiam concorrer todos os clubes filiados, quer profissionais, amador ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais. Inscreveram-se 24 equipes.
Assim foi o retorno do Alvorada às competições oficiais. Mas, em relação às más campanhas anteriores, nada mudou. Integrando o Grupo A, com onze equipes, o Alvorada foi, de novo, o ultimo colocado. Nos dez jogos que disputou, venceu apenas um e sofreu oito derrotas. Marcou apenas cinco gols e sofreu 27. Um retorno nada agradável!
Não disputou nenhuma competição no ano de 1970 e, em 22 de junho de 1971, aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a sua desfiliação definitiva.

 

O São Paulo Futebol Clube realizou 536 jogos de caráter internacional, no período de 1930 a 2011, incluindo-se nesse levantamento os dois amistosos contra clubes estrangeiros realizados pelo São Paulo da Floresta.

O tricolor do Morumbi venceu 262 jogos, empatou 142 e perdeu 132. Ganhou praticamente metade deles, dividindo mais ou menos em um quarto os empates e também em um quarto as derrotas.

Aproximando-se dos mil gols nessas partidas, o SPFC consignou 975 tentos, sofrendo 639 e livrando um expressivo saldo de 336.

Desse total de jogos, 445 foram contra clubes do exterior e os restantes 91 contra clubes do Brasil.

Tendo os estrangeiros como rivais, são 230 vitórias contra 108 derrotas; enfrentando os brasileiros, 32 vitórias contra 24 derrotas.

O clube do exterior com o qual o São Paulo mais cruzou foi o Boca Juniors, 20 vezes.

Os adversários brasileiros mais frequentes do tricolor, em jogos internacionais, foram Grêmio e Cruzeiro, com 10 encontros cada.

Mas é contra o Palmeiras, adversário do tricolor em quatro edições da Libertadores, que os torcedores das três cores mais se entusiasmam, pois o seu time jamais perdeu, eliminando o clube esmeraldino em todas as ocasiões e mantendo-se invicto (6 vitórias e 2 empates). A vantagem do Verdão em jogos internacionais contra o São Paulo aconteceu somente em um jogo do Ramón de Carranza, em 1993.

Na única vez que são-paulinos e corintianos mediram forças em competição internacional de caráter oficial, em 1994, o São Paulo levou a melhor numa disputa que chegou aos pênaltis depois de uma vitória para cada lado. Na ocasião, o expressinho tricolor, comandado por Muricy Ramalho, passou pelo alvinegro nas semifinais e superou o Peñarol na final, levantando o título da Copa Conmebol.

Mais relevantes, porém, foram as cinco conquistas de títulos do SPFC em competições internacionais oficiais, com finais brasileiras. Eis os feitos do tricolor paulista sobre seus rivais brasileiros:
Uma Libertadores em cima do Atlético-PR;
Uma Supercopa Libertadores sobre o Flamengo;
Uma Copa Master Conmebol em cima do Atlético-MG;
Uma Recopa Sul-Americana sobre o Cruzeiro; e
Uma Recopa Sul-Americana sobre o Botafogo-RJ.

Fonte: São Paulo Internacional, Vicente Henrique Baroffaldi, Pontes/2012

Nota – Aos colegas são-paulinos do blog “História do Futebol”: os interessados em receber, de presente, o livro “São Paulo Internacional”, podem escrever para vicente.baroffaldi@gmail.com, passando o nome completo e o endereço idem.

 

A melhor participação da Ferroviária no Campeonato Paulista se deu em 1959: terceiro lugar, ao lado do São Paulo e atrás apenas de Palmeiras e Santos, que decidiram o supercampeonato.

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás
1 – 25.01.59 – XV de Piracicaba 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – Cardoso e Antoninho (pênalti)
2 – 28.01.59 – Ferroviária 5 x 2 Olaria-RJ – Amistoso – Baiano (2), Cardoso (2) e Gomes
3 – 31.01.59 – Ferroviária 5 x 3 XV de Piracicaba – Amistoso – Bazzani (3), Antoninho (pênalti) e Moacir
4 – 14.02.59 – Ferroviária 3 x 2 Portuguesa Santista – Amistoso – Boquita, Cardoso e Baiano
5 – 22.01.59 – Tupã 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
6 – 25.02.59 – Corinthians-PP 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – Bazzani, Boquita e Baiano
7 – 28.02.59 – Ferroviária de Assis 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
8 – 04.03.59 – Rolândia (PR) 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Dirceu e Cardoso
9 – 05.03.59 – Arapongas (PR) 2 x 0 Ferroviária – Amistoso
10 – 08.03.59 – Londrina (PR) 3 x 4 Ferroviária – Amistoso – Baiano (2), Boquita e Tequinha
11 – 15.03.59 – Jaboticabal 0 x 0 Ferroviária – Amistoso
12 – 19.03.59 – XV de Jaú 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)
13 – 25.03.59 – Botafogo-SP 1 x 4 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (2), Eusébio e Baiano
14 – 29.03.59 – Ferroviária 1 x 1 XV de Jaú – Amistoso – Antoninho (pênalti)
15 – 12.04.59 – Ferroviária 4 x 2 Catanduva – Amistoso – Amaral, Nelsinho, Cardoso e Baiano
16 – 15.04.59 – Ferroviária 3 x 3 Vasco da Gama-RJ – Amistoso – Paulinho (contra), Bazzani e Capelosa
17 – 18.04.59 – Ferroviária 2 x 2 Noroeste – Amistoso – (?)
18 – 01.05.59 – Tamoio 1 x 7 Ferroviária – Amistoso – Baiano (2), Amaral (2), Antoninho, Eusébio e Alcides
19 – 03.05.59 – Ferroviária de Botucatu 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)
20 – 14.05.59 – Penápolis (?) x (?) Ferroviária – Amistoso. (Vitória da AFE)
21 – 17.05.59 – Adamantina 0 x 4 Ferroviária – Amistoso – Benny (2), (?)
22 – 24.05.59 – Ferroviária 3 x 0 Juventus – Campeonato Paulista – Amaral (pênalti), Baiano e Benny
23 – 31.05.59 – XV de Piracicaba 0 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Dirceu
24 – 07.06.59 – Ferroviária 2 x 0 Jabaquara – Campeonato Paulista – Baiano (2)
25 – 13.06.59 – Comercial-SP 0 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Baiano, Amaral e Nei
26 – 21.06.59 – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa – Campeonato Paulista – Bazzani (2), Nei e Capelosa
27 – 28.06.59 – Guarani 2 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Benny
28 – 05.07.59 – Ferroviária 2 x 0 Noroeste – Campeonato Paulista – Bazzani e Dirceu
29 – 19.07.59 – Palmeiras 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Bazzani
30 – 26.07.59 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-SP – Camp. Paulista – Amaral
31 – 02.08.59 – São Paulo 2 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Benny e Cardoso
32 – 09.08.59 – América 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Nei e Cardoso
33 – 13.08.59 – Ferroviária 1 x 0 Ponte Preta – Camp. Paulista – Nei
34 – 19.08.59 – Santos 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
35 – 26.08.59 – Ferroviária 4 x 2 Taubaté – Campeonato Paulista – Bazzani (2), Rubens (contra) e Baiano
36 – 30.08.59 – XV de Jaú 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
37 – 07.09.59 – Nacional 2 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista – Cardoso (2), Benny e Nei
38 – 13.09.59 – Votuporanga 2 x 6 Ferroviária – Amistoso – (?)
39 – 17.09.59 – Ferroviária 5 x 1 Portuguesa Santista – Campeonato Paulista – Bazzani, Nei (2), Raul (contra) e Dirceu
40 – 20.09.59 – Comercial-RP 0 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Amaral
41 – 27.09.59 – Ferroviária 3 x 1 Corinthians – Campeonato Paulista – Cardoso, Bazzani e Benny
42 – 08.10.59 – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba – Campeonato Paulista – Amaral e Cardoso
43 – 11.10.59 – Botafogo-SP 0 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani
44 – 16.10.59 – União São João/Ararense 1 x 4 Ferroviária – Amistoso – Nei, Bazzani, Cardoso e Baiano
45 – 22.10.59 – Ferroviária 5 x 1 Comercial-RP – Campeonato Paulista – Benny, Cardoso (2), Baiano e Nei (pênalti)
46 – 25.10.59 – Corinthians 2 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
47 – 31.10.59 – Jabaquara 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Bazzani
48 – 08.11.59 – Ferroviária 3 x 2 Comercial-SP – Campeonato Paulista – Benny, Savério (contra) e Cardoso
49 – 12.11.59 – Ponte Preta 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
50 – 15.11.59 – Ferroviária 0 x 3 Palmeiras – Campeonato Paulista
51 – 19.11.59 – Ferroviária 7 x 1 América – Campeonato Paulista – Baiano (2), Bazzani (2), Benny (2) e Dudu
52 – 22.11.59 – Portuguesa Santista 1 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani (2) e Amaral
53 – 26.11.59 – Juventus 3 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Cardoso (2) e Amaral
54 – 29.11.59 – Ferroviária 1 x 1 Nacional – Campeonato Paulista – Luiz Carlos (contra)
55 – 02.12.59 – Taubaté 0 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Mexicano (contra), Ivã (contra) e Cardoso
56 – 06.12.59 – Ferroviária 2 x 5 Santos – Camp. Paulista – Bazzani (2)
57 – 12.12.59 – Portuguesa 5 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Alcides
58 – 20.12.59 – Ferroviária 3 x 2 XV de Jaú – Campeonato Paulista – Bazzani (2) e Benny
59 – 23.12.59 – Ferroviária 3 x 0 Guarani – Campeonato Paulista – Dudu e Amaral (2)
60 – 27.12.59 – Ferroviária 0 x 1 São Paulo – Campeonato Paulista
61 – 30.12.59 – Noroeste 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

Resumo da temporada 1959/ Ferroviária de Araraquara
Jogos – 61
Vitórias – 35
Empates – 12
Derrotas – 14
Gols pró – 139
Gols contra – 81
Saldo de gols – 58
Obs.: Não computados os gols do amistoso de 14 de maio, Penápolis x AFE (resultado não disponível).

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE – Prof. Antônio Jorge Moreira
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF

 

Por ter permanecido sem perder durante 14 jogos, a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara recebeu a IV Taça dos Invictos. O feito se deu por ocasião do Paulistinha de 1971, e a série da invencibilidade afeana seria dilatada para 16 jogos, no início de 1972.
A Ferroviária tornou-se vice-campeã do Torneio Paulistinha, versão 1971.
Paulistinha era uma fase classificatória para o Campeonato Paulista.

Fichas técnicas dos 14 jogos vencidos ou empatados pela Ferroviária de Araraquara, para a conquista da IV Taça dos Invictos da Federação Paulista de Futebol

Jogo – Ferroviária 4 x 2 Noroeste
Data – 03.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Jurandir Fonzi
Renda – Cr$ 4.092,00
Gols – Bebeto 12’30”, Nicanor 22 e Nei 34 do 1º; Marcos 9, Nei 25 e Brandão 29 do 2º
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri (Valtinho) e Ademir; Nicanor, Bebeto, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Noroeste – Armando; Geraldo (Marcos), Djalma, Marco Antônio e Bira; Nascimento e Márcio; Batista (Coité), Odair, Brandão e Jurandir. Técnico: Baiano

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Paulista
Data – 06.10.1971, quarta-feira (noite)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 4.382,00
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Bebeto, Bio (Valtinho) e Nei. Técnico: Almeida
Paulista – Gilson; Luizinho, Colombo, Guaraci e Jair; Ibraim e Benê (Lindemberg); Wilson, Adair, Jurandir e Wagner

Jogo – Botafogo 1 x 3 Ferroviária
Data – 10.10.1971, domingo (tarde)
Local – Estádio Santa Cruz, Ribeirão Preto
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 10.968,00
Gols – Bebeto 40 do 1º; Bebeto 9, Muri (pênalti) 33 e Alemão (pênalti) 36 do 2º
Botafogo – Geninho; Gali, Roberto Corsini, Jackson e Murilo (Carlucci); Alemão e Alfredo; Paulinho, Nato (Paraguaio), Ferreira e Afrânio. Técnico: Diede Lameiro
AFE – Carlos Alberto; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz (Valtinho), Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Nota: Morre afogado, no rio Mogi Guaçu, o goleiro afeano Carlos Alberto, em 11 de outubro de 1971.

Jogo – Ferroviária 3 x 0 Guarani
Data – 24.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José de Oliveira
Renda – Cr$ 7.851,00
Gols – Bebeto 10, Nicanor 14 e Nei 40 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei (Valtinho). Técnico: Almeida
Guarani – Carlos; Wilson, Amaral, Alberto e Bezerra; Paulo e Flamarion; Barnabé, Washington, Luís Alberto e Nenê

Jogo – Juventus 0 x 0 Ferroviária
Data – 27.10.1971, quarta-feira (tarde)
Local – Rua Javari, São Paulo
Árbitro – Wilmar Serra
Juventus – Miguel; Celso, Carlos, Oscar e Osmar; Brida e Luiz Moraes (Brecha); Luiz Antônio, Adnã, Sérgio e Antoninho. Técnico: Milton Buzetto
AFE – Sérgio; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Marília 1 x 2 Ferroviária
Data – 31.10.1971, domingo (tarde)
Local – Marília-SP
Árbitro – Renato de Oliveira
Expulsões – Nicanor e Valdemar, 27 do 1º
Renda – Cr$ 25.769,00
Gols – Henrique Pereira, de pênalti, 28 do 1º; Zé Luiz 4 e 20 do 2º
Marília – Mão-de-Onça (Franz); Juvenal, Bô, Paulinho e Henrique Pereira; Ari e Valdemar; Osmar, Toninho, Vani (Helinho) e Ivo. Técnico: Souza Arantes
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 América
Data – 07.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 8.589,00
Gol – Bebeto 31 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Bebeto, Zé Luiz, Itamar (Valtinho) (Bazzani) e Nei. Técnico: Almeida
América – Marco; Paulinho, Dobreu, John Paul e Valter; Alfredo e Bazzaninho; Mazinho (Rubinho), Paraná, Milton (Didi) e Joãozinho. Técnico: Vail Mota

Jogo – Comercial 1 x 1 Ferroviária
Data – 14.11.1971, domingo (tarde)
Local – Est. Palma Travassos, Ribeirão Preto
Árbitro – Edson Walter Pantozzi
Renda – Cr$ 22.700,00
Gols – Paulo Bim 29 e Itamar 39 do 2º
Comercial – Pascoalim; Batalhão, Leonardo, Poli (Maurício) e Klein; Jair Gonçalves e Golê; Joãozinho, Jair Bala, Paulo Bim e Mário Augusto. Técnico: Armando Renganeschi
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor (Bebeto), Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa Santista
Data – 21.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José Clemente de Oliveira
Renda – Cr$ 6.996,00
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Portuguesa Santista – Edson; Alberto (Celso), Lima (Célio), Cláudio e Campina; Roberto e Ferreira; Antenor, Jaime, Verneck e Mingo. Técnico: Filpo Nuñes

Jogo – XV de Piracicaba 1 x 1 Ferroviária
Data – 24.11.1971, quarta-feira (noite)
Local – Barão de Serra Negra, Piracicaba
Árbitro – Oscar Scolfaro
Gols – Foguinho (contra), 21 do 1º; Ademir 44 do 2º
XV – Roque; Nei, Macalé, Foguinho e Arlindo; Zé Carlos e Ademir; Bira (Ditinho), Tadeu, Pitanga e Cardosinho
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri (Bebeto) e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida
Obs. – Aos 20 do 2º, Pádua cometeu pênalti, defendido por Sérgio Bergantin.

Jogo – Ferroviária 0 x 0 São Bento
Data – 28.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 7.758,00
Expulsão – Chicão (São Bento), 22 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
São Bento – Luiz Antônio; Aranha, Mendes, Geraldo e Fernando; Gonçalves e Chicão; Nelson (Hertz), Adilson, Valdomiro e Tota (Vicente). Técnico: Marcos

Jogo – Noroeste 0 x 0 Ferroviária
Data – 01.12.1971, quarta-feira (noite)
Local – Alfredo de Castilho, Bauru
Árbitro – José de Oliveira
Noroeste – Luiz Carlos; Oldair, Renato, Davi e Edmo; Foguinho e Nascimento; Jair, Amauri (Hamilton), Márcio e Silva
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei

Jogo – Paulista 1 x 1 Ferroviária
Data – 05.12.1971, domingo (tarde)
Local – Jayme Cintra, Jundiaí
Árbitro – Arnaldo Fonseca Cabral
Renda – Cr$ 3.113,00
Gols – Muri (pênalti) 22 e Aloísio 45 do 2º
Paulista – Gilson; Luizinho, Guaraci, Colombo e Jaci; Adail e Benê (Garrincha); Cláudio, Aloísio, Jurandir e Vagner
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Itamar); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Ticão) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 Botafogo
Data – 12.12.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 12.635,00
Gol – Itamar 15 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Botafogo – Tonho; Gali, Roberto, Manoel e Luiz Celso; Jackson e Alfredo; Geraldo (Nato), Alemão (Marco Antônio), Ferreira e Galdino

Fonte: Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira)

Por ter permanecido sem perder durante 14 jogos, a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara recebeu a IV Taça dos Invictos. O feito se deu por ocasião do Paulistinha de 1971, e a série da invencibilidade afeana seria dilatada para 16 jogos, no início de 1972.
A Ferroviária tornou-se vice-campeã do Torneio Paulistinha, versão 1971.
Paulistinha era uma fase classificatória para o Campeonato Paulista.

Fichas técnicas dos 14 jogos vencidos ou empatados pela Ferroviária de Araraquara, para a conquista da IV Taça dos Invictos da Federação Paulista de Futebol

Jogo – Ferroviária 4 x 2 Noroeste
Data – 03.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Jurandir Fonzi
Renda – Cr$ 4.092,00
Gols – Bebeto 12’30”, Nicanor 22 e Nei 34 do 1º; Marcos 9, Nei 25 e Brandão 29 do 2º
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri (Valtinho) e Ademir; Nicanor, Bebeto, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Noroeste – Armando; Geraldo (Marcos), Djalma, Marco Antônio e Bira; Nascimento e Márcio; Batista (Coité), Odair, Brandão e Jurandir. Técnico: Baiano

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Paulista
Data – 06.10.1971, quarta-feira (noite)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 4.382,00
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Bebeto, Bio (Valtinho) e Nei. Técnico: Almeida
Paulista – Gilson; Luizinho, Colombo, Guaraci e Jair; Ibraim e Benê (Lindemberg); Wilson, Adair, Jurandir e Wagner

Jogo – Botafogo 1 x 3 Ferroviária
Data – 10.10.1971, domingo (tarde)
Local – Estádio Santa Cruz, Ribeirão Preto
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 10.968,00
Gols – Bebeto 40 do 1º; Bebeto 9, Muri (pênalti) 33 e Alemão (pênalti) 36 do 2º
Botafogo – Geninho; Gali, Roberto Corsini, Jackson e Murilo (Carlucci); Alemão e Alfredo; Paulinho, Nato (Paraguaio), Ferreira e Afrânio. Técnico: Diede Lameiro
AFE – Carlos Alberto; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz (Valtinho), Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Nota: Morre afogado, no rio Mogi Guaçu, o goleiro afeano Carlos Alberto, em 11 de outubro de 1971.

Jogo – Ferroviária 3 x 0 Guarani
Data – 24.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José de Oliveira
Renda – Cr$ 7.851,00
Gols – Bebeto 10, Nicanor 14 e Nei 40 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei (Valtinho). Técnico: Almeida
Guarani – Carlos; Wilson, Amaral, Alberto e Bezerra; Paulo e Flamarion; Barnabé, Washington, Luís Alberto e Nenê

Jogo – Juventus 0 x 0 Ferroviária
Data – 27.10.1971, quarta-feira (tarde)
Local – Rua Javari, São Paulo
Árbitro – Wilmar Serra
Juventus – Miguel; Celso, Carlos, Oscar e Osmar; Brida e Luiz Moraes (Brecha); Luiz Antônio, Adnã, Sérgio e Antoninho. Técnico: Milton Buzetto
AFE – Sérgio; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Marília 1 x 2 Ferroviária
Data – 31.10.1971, domingo (tarde)
Local – Marília-SP
Árbitro – Renato de Oliveira
Expulsões – Nicanor e Valdemar, 27 do 1º
Renda – Cr$ 25.769,00
Gols – Henrique Pereira, de pênalti, 28 do 1º; Zé Luiz 4 e 20 do 2º
Marília – Mão-de-Onça (Franz); Juvenal, Bô, Paulinho e Henrique Pereira; Ari e Valdemar; Osmar, Toninho, Vani (Helinho) e Ivo. Técnico: Souza Arantes
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 América
Data – 07.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 8.589,00
Gol – Bebeto 31 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Bebeto, Zé Luiz, Itamar (Valtinho) (Bazzani) e Nei. Técnico: Almeida
América – Marco; Paulinho, Dobreu, John Paul e Valter; Alfredo e Bazzaninho; Mazinho (Rubinho), Paraná, Milton (Didi) e Joãozinho. Técnico: Vail Mota

Jogo – Comercial 1 x 1 Ferroviária
Data – 14.11.1971, domingo (tarde)
Local – Est. Palma Travassos, Ribeirão Preto
Árbitro – Edson Walter Pantozzi
Renda – Cr$ 22.700,00
Gols – Paulo Bim 29 e Itamar 39 do 2º
Comercial – Pascoalim; Batalhão, Leonardo, Poli (Maurício) e Klein; Jair Gonçalves e Golê; Joãozinho, Jair Bala, Paulo Bim e Mário Augusto. Técnico: Armando Renganeschi
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor (Bebeto), Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa Santista
Data – 21.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José Clemente de Oliveira
Renda – Cr$ 6.996,00
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Portuguesa Santista – Edson; Alberto (Celso), Lima (Célio), Cláudio e Campina; Roberto e Ferreira; Antenor, Jaime, Verneck e Mingo. Técnico: Filpo Nuñes

Jogo – XV de Piracicaba 1 x 1 Ferroviária
Data – 24.11.1971, quarta-feira (noite)
Local – Barão de Serra Negra, Piracicaba
Árbitro – Oscar Scolfaro
Gols – Foguinho (contra), 21 do 1º; Ademir 44 do 2º
XV – Roque; Nei, Macalé, Foguinho e Arlindo; Zé Carlos e Ademir; Bira (Ditinho), Tadeu, Pitanga e Cardosinho
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri (Bebeto) e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida
Obs. – Aos 20 do 2º, Pádua cometeu pênalti, defendido por Sérgio Bergantin.

Jogo – Ferroviária 0 x 0 São Bento
Data – 28.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 7.758,00
Expulsão – Chicão (São Bento), 22 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
São Bento – Luiz Antônio; Aranha, Mendes, Geraldo e Fernando; Gonçalves e Chicão; Nelson (Hertz), Adilson, Valdomiro e Tota (Vicente). Técnico: Marcos

Jogo – Noroeste 0 x 0 Ferroviária
Data – 01.12.1971, quarta-feira (noite)
Local – Alfredo de Castilho, Bauru
Árbitro – José de Oliveira
Noroeste – Luiz Carlos; Oldair, Renato, Davi e Edmo; Foguinho e Nascimento; Jair, Amauri (Hamilton), Márcio e Silva
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei

Jogo – Paulista 1 x 1 Ferroviária
Data – 05.12.1971, domingo (tarde)
Local – Jayme Cintra, Jundiaí
Árbitro – Arnaldo Fonseca Cabral
Renda – Cr$ 3.113,00
Gols – Muri (pênalti) 22 e Aloísio 45 do 2º
Paulista – Gilson; Luizinho, Guaraci, Colombo e Jaci; Adail e Benê (Garrincha); Cláudio, Aloísio, Jurandir e Vagner
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Itamar); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Ticão) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 Botafogo
Data – 12.12.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 12.635,00
Gol – Itamar 15 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Botafogo – Tonho; Gali, Roberto, Manoel e Luiz Celso; Jackson e Alfredo; Geraldo (Nato), Alemão (Marco Antônio), Ferreira e Galdino

Fontes: Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira); e revista Placar.

 

O Boca Juniors é o adversário estrangeiro mais frequente do São Paulo. Contra ninguém mais o SPFC atuou tantas vezes, na esfera internacional. Foram 20 jogos realizados, que mostram equilíbrio de forças, levando o clube de La Bombonera uma vantagem mínima: 8 vitórias contra 7. Em competições oficiais, porém, o clube argentino tem se dado melhor.
Os jogos:
04.01.1947 – São Paulo 0 x 1 Boca Juniors – Amistoso
28.01.1948 – São Paulo 0 x 1 Boca Juniors – Amistoso
11.03.1956 – São Paulo 4 x 0 Boca Juniors – Torneio Roberto G. Pedrosa
26.02.1960 – Boca Juniors 5 x 2 São Paulo – Amistoso
25.01.1961 – Boca Juniors 1 x 5 São Paulo – Torneio Internac. de Verão
11.05.1961 – Boca Juniors 1 x 1 São Paulo – Amistoso
29.06.1961 – São Paulo 1 x 1 Boca Juniors – Amistoso
07.07.1993 – Boca Juniors 1 x 0 São Paulo – Copa de Ouro Sul-Americana
10.07.1993 – São Paulo 1 x 1 Boca Juniors – Copa de Ouro Sul-Americana
19.10.1994 – Boca Juniors 2 x 0 São Paulo – Supercopa Libertadores
26.10.1994 – São Paulo 1 x 0 Boca Juniors – Supercopa Libertadores
13.09.1995 – São Paulo 1 x 0 Boca Juniors – Supercopa Libertadores
10.10.1995 – Boca Juniors 2 x 3 São Paulo – Supercopa Libertadores
15.01.1997 – São Paulo 3 x 1 Boca Juniors – Amistoso
31.07.1999 – Boca Juniors 5 x 1 São Paulo – Mercosul
08.09.1999 – São Paulo 1 x 1 Boca Juniors – Mercosul
07.09.2006 – Boca Juniors 2 x 1 São Paulo – Recopa Sul-Americana
14.09.2006 – São Paulo 2 x 2 Boca Juniors – Recopa Sul-Americana
19.09.2007 – Boca Juniors 2 x 1 São Paulo – Copa Sul-Americana
26.09.2007 – São Paulo 1 x 0 Boca Juniors – Copa Sul-Americana

Performance são-paulina contra o Boca Juniors
Jogos – 20
Vitórias – 7
Empates – 5
Derrotas – 8
Gols pró – 29
Gols contra – 29

Fonte: São Paulo Internacional, Vicente Henrique Baroffaldi, Pontes/2012

 

Hoje em dia divulga-se muito a porcentagem de aproveitamento de um clube dentro e fora de casa, em uma competição.

Passam-se algumas rodadas e já se percebe que nenhum dos participantes está mais com 100% de aproveitamento, mesmo em jogos efetuados em seus domínios.

Quando um time sustenta a totalidade dos pontos ganhos, em casa ou fora de seu reduto, tem-se como certo que esse é um clube grande, jamais intermediário ou pequeno.

Mas houve uma vez, ou pelo menos uma vez, em que um clube incipiente em termos de Paulistão – era o seu quarto ano seguido de presença na divisão principal do certame bandeirante e do bloco dos meros coadjuvantes – se agigantou e foi protagonista de um feito inigualável para os seus padrões.

Foi no Campeonato Paulista de 1959, e tratou-se da Associação Ferroviária de Esportes, que venceu 12 vezes seguidas em seu estádio (Dr. Adhemar Pereira de Barros, mais divulgado como Fonte Luminosa). Toda essa dúzia de jogos valendo pelo difícil Campeonato Paulista.

A série foi iniciada justamente na primeira rodada do campeonato, em 24 de maio de 1959, contra o C.A. Juventus, e prolongou-se até 15 de novembro, quando a Ferrinha recebeu o Palmeiras e foi abatida por 3 a 0.

Antes disso, porém, transcorreu quase toda a temporada oficial sem que a Ferrinha conhecesse, na Fonte, o dissabor de um revés ou mesmo de um empate. Doze jogos, doze vitórias. E vitórias maiúsculas, contra times do porte de um Corinthians e de uma Portuguesa (quando esta era respeitada como clube grande), ambos derrotados por diferença de dois gols.

Não era apenas obtenção de vitórias; o que mais impressionava era ver o futebol maiúsculo exibido pelos comandados de José Guillermo Agnelli.

Foi tamanho o sucesso grená em 1959, que logo no primeiro semestre do ano subsequente ela empreendia a sua primeira excursão ao exterior, por gramados lusos e espanhóis, além de campos – nem sempre gramados – da África portuguesa.

Um feito extraordinário, fantástico, que muito provavelmente jamais será superado ou mesmo igualado, e que por isso mesmo merece ocupar este espaço precioso com a divulgação das fichas técnicas dos 12 jogos vencidos pela Ferroviária, consecutivamente, em seu estádio, no ano de 1959, pelo certame bandeirante.

1ª vitória – Ferroviária 3 x 0 Juventus

14.05.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 74.650,00; Gols: Amaral (pênalti), 17 e Baiano, 43 do 1º; Benny, 40 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Cardoso, Baiano, Nei e Benny; Juventus: Claudinei; Julinho e Homero; Cássio, Clóvis e Pando; Zeola, Palico, Baltazar, Buzzone e Rodrigues

2ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Jabaquara

Equipe da AFE contra o Jabaquara, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Amaral, Baiano, Ney, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)

07.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Anacleto Pietrobon; Renda: Cr$ 86.075,00; Gols: Baiano, 28 do 1º e 12 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Jabaquara: Barbosinha; Macedo e Sarno; Darci, Miguel e Ivan; Jorge, Luiz, Vasconcelos, Bugre e Carlinhos

3ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa

Equipe da AFE contra a Portuguesa, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Capelosa, Ney, Baiano, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)

21.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 209.850,00; Gols AFE: Nei, 32 do 1º; Bazzani, 19 e 35, e Capeloza, 43 do 2º; Gols Lusa: Ocimar, 19 do 1º e Servílio, 15 do 2º; AFE: Rosan; Ismael, Antoninho e Osni; Dirceu e Rodrigues; Capeloza, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Portuguesa: Carlos Alberto; Mário Ferreira, Ditão e Juths; Hermínio e Vilela; Ocimar, Didi, Servílio, Zé Carlos e Raul Klein

4ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Noroeste

05.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Dino Pasini; Renda: Cr$ 84.600,00; Gols: Bazzani, 37 do 1º e Dirceu, 35 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Noroeste: Julião; Pedro e Zarrir; Diógenes, Gaspar e Nelsinho; Batista, Edir, Marinho, Fernando e Ismar

5ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-RP

26.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 164.850,00; Gol: Amaral, 4 do 1º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Botafogo: Machado; Egídio e Benedito Julião; Hugo, Antônio Julião e Gil; Antoninho, Laerte, Silva, Mário e Dodô. Obs.: O encontro entre essas duas agremiações passou a ser chamado “Clássico Bota-Ferro”, do interior.

6ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Ponte Preta

13.08.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Pedro Calil; Renda: Cr$ 113.400,00; Gol: Nei, 12 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Dudu e Benny; Ponte Preta: Nino; Pirani, Derem e Carlito Roberto; Pitico e Carlinhos; Nivaldo, Wilse, Paulinho, Gamba e Jansen; Obs.: Nei, da AFE, perdeu um pênalti aos 27 do 2º.

7ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Taubaté

26.08.1959, quarta-feira (noite); Árbitro: Telêmaco Pompeu; Renda: Cr$ 170.900,00; Gols AFE: Bazzani, 28 do 1º; Rubens (contra), 13, Baiano, 35 e Bazzani, 41 do 2º; Gols Taubaté: Renatinho, 6 e Gardel, 31 do 1º; AFE: Rosan; Elcias e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Dudu, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Taubaté: Rossi; Mexicano, Rubens e Zé Carlos; Gardel e Celso; Evaldo, Renatinho, Tec, Ivan e Valter Prado

8ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Portuguesa Santista

17.09.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Stefan Walter Glanz; Renda: Cr$ 125.925,00; Gols AFE: Bazzani, 40” e Nei, 7 do 1º; Raul (contra), 13, Dirceu, 22 e Nei, 25 do 2º; Gol Port. Sant.: Edemir, 19 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Portuguesa Santista: Aparecido; Pixu, Raul e Henrique; Clóvis e Jorge; Bota, Edemir, Grilo, Perinho e Valdo

9ª vitória – Ferroviária 3 x 1 Corinthians

27.09.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 583.650,00 (recorde na Fonte); Gols AFE: Cardoso, 23 e Bazzani, 38 do 1º; Benny, 40 do 2º; Gol Corinthians: Miranda, 9 do 2º; Expulsão: Rafael (Cor.), 42 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Corinthians: Gilmar; Benedito e Oreco; Valmir, Goiano e Roberto Belangero; Miranda, Joãozinho, Joaquinzinho, Rafael e Tite

10ª vitória – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba

08.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Casemiro Gomes; Renda: Cr$ 105.465,00; Gols: Amaral, 90” do 1º e Cardoso, 19 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; XV de Piracicaba: Orlando; Clélio, Cardinalli e Dema; Biguá e Drace; Alfredinho, Nilo, Oraci, Pita e Nelsinho

11ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Comercial-RP

22.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Olten Aires de Abreu; Renda: Cr$ 125.300,00; Gols AFE: Benny, 7 e Cardoso, 10 do 1º; Cardoso, 18, Baiano, 30 e Nei (pênalti), 45 do 2º; Gol Comercial-RP: Carlos César, 17 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-RP: Paulo; Arruda, Valdemar e Toninho; Parracho e Vastinho; Noca, Almeida, Gato, Lero e Carlos César

12ª vitória – Ferroviária 3 x 2 Comercial-SP

08.11.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 84.225,00; Gols AFE: Benny, 15 do 1º; Savério (contra), 24 e Cardoso, 40 do 2º; Gols Comercial-SP: Tantos, 29 do 1º e Osvaldo, 13 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Dudu, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-SP: Nivaldo; Diógenes, Savério e Alan; Maurinho e Rubens de Almeida; Tantos, Orlando, Alvacir, Mituca e Osvaldo; Obs.: Algumas garrafas foram atiradas em um dos bandeirinhas. O estádio da Fonte foi interditado e a AFE teve de atuar no Estádio Municipal de Araraquara, contra o América de Rio Preto.

 

Nessas 12 vitórias seguidas na Fonte Luminosa, pelo certame paulista de 1959, a Ferroviária assinalou 35 gols e sofreu apenas 9.

O quadro afeano perdeu a invencibilidade em casa no 13º jogo, ao enfrentar o Palmeiras (que viria a ser o supercampeão paulista), pela contagem de 3 a 0. Mas no jogo seguinte em casa, realizado no Estádio Municipal pela interdição do estádio da Fonte, a Ferroviária aniquilou o América de Rio Preto, ao abatê-lo pelo dilatado marcador de 7 a 1, em 19 de novembro.

No dia 29 de novembro, a Ferroviária decepcionou a sua torcida ao empatar em Araraquara com o Nacional da Capital, um dos times mais fracos da competição; resultado: 1 a 1.

No dia 6 de dezembro, a esquadra avinhada do Interior recebeu o Santos, fez 1 a 0 mas não resistiu ao poderio de Pelé e companhia, perdendo de goleada: 5 a 2.

Em 20 de dezembro, uma vitória sem brilho contra o XV de Jaú, por 3 a 2; mas três dias depois, triunfo expressivo sobre o Guarani, 3 a 0.

E no dia 27 de dezembro, despedindo-se de sua torcida, a Ferroviária perdeu para o São Paulo por 1 a 0.

Foram 19 partidas em Araraquara, com 15 vitórias, 1 empate e 3 derrotas (para os três times mais fortes do certame: Palmeiras, Santos e São Paulo). Os grenás assinalaram 51 gols na presença de seus torcedores, sofrendo 22. Uma campanha de clube grande, marcando o início de destacadas presenças na Primeira Divisão do Campeonato Paulista.

Atrás apenas de Palmeiras e Santos, que terminaram juntos na primeira colocação e decidiram o certame em três partidas extras, a Ferroviária terminou em terceiro lugar, ao lado do São Paulo FC.

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira);
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF;
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás

1 – 05.01.58 – XV de Jaú 3 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista/Torneio Rebaixamento – Cardoso (3) e Cardarelli

2 – 12.01.58 – Linense 3 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – Bazzani e Carica

3 – 15.01.58 – Ferroviária 0 x 2 Noroeste – C.P./T.R.

4 – 19.01.58 – Ferroviária 1 x 1 Juventus – C.P./T.R. – Araraquara (pênalti)

5 – 22.01.58 – Guarani 8 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – Bazzani e Carica

6 – 26.01.58 – Ferroviária 3 x 1 Taubaté – C.P./T.R. – Araraquara (2) e Ananias (contra)

7 – 02.02.58 – Barretos 1 x 4 Ferroviária – Amistoso – Araraquara, Otávio, Baiano e Eusébio

8 – 23.02.58 – Seleção Amadora de Araraquara 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – Otávio, Alípio e Araraquara

9 – 02.03.58 – Expresso (São Carlos) 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)

10 – 09.03.58 – Ferroviária 0 x 0 XV de Jaú – Amistoso

11 – 13.03.58 – XV de Piracicaba 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Alípio e Otávio

12 – 16.03.58 – Ferroviária 2 x 2 América – Amistoso – Baiano e Bazzani

13 – 21.03.58 – Ferroviária 3 x 3 XV de Piracicaba – Amistoso – Bazzani (2, 1 de pênalti) e Alípio

14 – 23.03.58 – Catanduva 2 x 0 Ferroviária – Amistoso

15 – 30.03.58 – XV de Jaú 2 x 5 Ferroviária – Amistoso – Otávio, Bazzani, Baiano (2) e Araraquara

16 – 07.04.58 – Ararense 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani e Alípio

17 – 13.04.58 – Ferroviária 3 x 1 Noroeste – Amistoso – Araraquara, Otávio e Dirceu

18 – 17.04.58 – Barretos 1 x 1 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (pênalti)

19 – 27.04.58 – Noroeste 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Araraquara (2)

20 – 01.05.58 – América 3 x 1 Ferroviária – Amistoso – Marinho

      – 04.05.58 – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba – Torneio-Início do Camp. Paulista – Bazzani e Antoninho

      – 04.05.58 – Palmeiras 0 x 0 Ferroviária – Torneio-Início do Campeonato Paulista

21 – 11.05.58 – Ferroviária 2 x 0 Botafogo – Amistoso – Nivaldo e Bazzani

22 – 15.05.58 – CAT 0 x 0 Ferroviária – Amistoso

23 – 18.05.58 – Francana 0 x 1 Ferroviária – Amistoso – Araraquara

24 – 25.05.58 – Ponte Preta 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani e Alípio

25 – 01.06.58 – Ferroviária 1 x 1 Jabaquara – Campeonato Paulista – Bazzani (pênalti)

26 – 04.06.58 – América 2 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

04.06.1958 - Time grená que perdeu para o América, em Rio Preto, por 2x0. De pé : Fia, Cardarelli, Elcias, Dirceu, Antoninho e Lourenço; Agachados: Araraquara, Nivaldo, Otávio, Bazani e Alípio. Arquivo de O Imparcial

27 – 08.06.58 – Ypiranga 1 x 2 Ferroviária – Camp. Paulista – Otávio (2)

28 – 11.06.58 – Ferroviária 4 x 1 Comercial-SP – Campeonato Paulista – Otávio (2), Nivaldo e Bazzani

11.06.1958 -Gol de Bazani, na goleada grená sobre o comercial FC, por 4x1. O goleiro Jura se esticou todo mas o chute do famoso meia afeano teve o caminho certo das redes.

29 – 15.06.58 – Ferroviária 1 x 2 XV de Piracicaba – Campeonato Paulista – Lourenço

30 – 22.06.58 – XV de Jaú 0 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Alípio e Araraquara

22.6.1958-AFE na vitória sobre o XV de Jaú 2x0. De pé: Fia, Porunga, Antoninho, Elcias, Dirceu e Lourenço Agachados: Araraquara, Baiano, Otávio, Bazani e Alípio.

31 – 25.06.58 – Ferroviária 1 x 1 Guarani – Campeonato Paulista – Bazzani (pênalti)

32 – 29.06.58 – Ferroviária 0 x 0 Noroeste – Campeonato Paulista

33 – 02.07.58 – Ferroviária 1 x 1 Juventus – Campeonato Paulista – Otávio (gol olímpico)

34 – 06.07.58 – Nacional 1 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

35 – 20.07.58 – Rio Preto 0 x 0 Ferroviária – Amistoso

36 – 27.07.58 – Ferroviária 2 x 4 São Paulo – Campeonato Paulista – Sarcinelli e Bazzani

37 – 30.07.58 – Palmeiras 3 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Liminha e Sarcinelli

38 – 03.08.58 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – Campeonato Paulista – Sarcinelli

39 – 10.08.58 – Portuguesa Santista 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani e Nivaldo

40 – 13.08.58 – Santos 4 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani, Liminha e Baiano

41 – 17.08.58 – Seleção de Itápolis 0 x 1 Ferroviária – Amistoso – Jarbas (pênalti)

42 – 24.08.58 – Ferroviária 1 x 2 Botafogo – Campeonato Paulista – Bazzani (pênalti)

43 – 03.09.58 – Corinthians 1 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

44 – 07.09.58 – Ferroviária 3 x 2 Barretos – Amistoso – (?)

45 – 14.09.58 – Taubaté 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Nivaldo

46 – 21.09.58 – Mirassol 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – (?)

47 – 28.09.58 – Ferroviária 2 x 0 Portuguesa Santista – Campeonato Paulista – Bazzani e Antoninho (pênalti)

48 – 05.10.58 – Ferroviária 0 x 2 Palmeiras – Campeonato Paulista

49 – 08.10.58 – Ferroviária 3 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista – Nivaldo, Eusébio e Araraquara

50 – 12.10.58 – Comercial-SP 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

51 – 16.10.58 – XV de Piracicaba 1 x 0 Ferroviária – Camp. Paulista

52 – 18.10.58 – Ferroviária 3 x 0 Ypiranga – Campeonato Paulista – Antoninho (pênalti) e Bazzani (2)

53 – 22.10.58 – Portuguesa 5 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

54 – 25.10.58 – Jabaquara 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani (2)

55 – 01.11.58 – Ferroviária 3 x 0 Taubaté – Campeonato Paulista – Bazzani, Gomes e Valter

56 – 06.11.58 – São Paulo 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Bazzani

57 – 09.11.58 – Ferroviária 2 x 1 Santos – Campeonato Paulista – Antoninho (pênalti) e Baiano

58 – 12.11.58 – Ferroviária 4 x 2 XV de Jaú – Campeonato Paulista – Antoninho, Valter (2) e Nivaldo

59 – 16.11.58 – Noroeste 3 x 2 Ferroviária – Camp. Paulista – Nivaldo (2)

60 – 19.11.58 – Juventus 1 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Sarcinelli

61 – 22.11.58 – Botafogo 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Baiano

62 – 30.11.58 – Ferroviária 2 x 3 Corinthians – Campeonato Paulista – Bazzani e Nivaldo

63 – 04.12.58 – Guarani 5 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Nivaldo e Eusébio

64 – 07.12.58 – Ferroviária 4 x 0 Nacional – Campeonato Paulista – Gomes, Nivaldo e Baiano (2)

65 – 14.12.58 – Ferroviária 1 x 0 América – Campeonato Paulista – Gomes (pênalti)

Time afeano que atuou contra o América FC. De pé: Fia, Porunga, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; agachados: Nivaldo, Gomes, Baiano, Bazani e Walter. (Arquivo O Imparcial)

66 – 21.12.58 – Juventus (Fernando Prestes) 1 x 7 Ferroviária – Amistoso – Baiano (3), Eusébio (2), Nivaldo e Moacir

 

Campanha da Ferroviária em 1958

 

J

V

E

D

GP

GC

SG

66

27

16

23

117

99

18

 

Fontes:
Arquivo do Prof. Antônio Jorge Moreira;
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali
Fotos:Jornal o Imparcial

 

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Artilheiros Grenás

1 – 13.01.57 – Nacional 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista/Torneio Rebaixamento – Paulinho (2)

2 – 20.01.57 – Guarani 0 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – (?)

3 – 24.01.57 – Inter de Bebedouro 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani e Cardoso

4 – 27.01.57 – Ferroviária 1 x 1 Ponte Preta – C.P./T.R. – Gomes (pênalti)

5 – 03.02.57 – Jabaquara 2 x 0 Ferroviária – C.P./T.R.

6 – 10.02.57 – Ferroviária 2 x 0 Noroeste – C.P./T.R. – Paulinho e Bazzani (pênalti)

7 – 17.02.57 – CAT 3 x 1 Ferroviária – Amistoso – Bazzani

8 – 24.02.57 – Ferroviária 1 x 1 Uberaba-MG – Amistoso – Boquita

9 – 10.03.57 – Uberaba 2 x 3 Ferroviária – Amistoso – Otávio, Boquita e Gomes

10 – 17.03.57 – Ferroviária 2 x 1 Botafogo-RP – Amistoso – Cardoso e Paulinho

17.03.1957, na Fonte Luminosa - AFE que enfrentou e venceu o Botafogo FC. De pé: Itamar, Cardarelli, Dirceu, Elcias, Basílio e Giancoli; Agachados: Boquita, Bazani, Gomes, Cardoso e Paulinho.

11 – 21.03.57 – Ferroviária 4 x 1 Fortaleza (Barretos) – Amistoso – Gomes (pênalti), Paulinho, Otávio e Gomes

12 – 31.03.57 – Ferroviária 2 x 1 Taubaté – Amistoso – Cardoso e Gomes

13 – 04.04.57 – XV de Piracicaba 1 x 2 Ferroviária – Amistoso – Otávio e Bazzani

14 – 07.04.57 – Taubaté 2 x 3 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (pênalti), Cardoso e Otávio

15 – 14.04.57 – Ferroviária 0 x 1 São Paulo – Amistoso

16 – 18.04.57 – Bandeirantes (São Carlos) 2 x 4 Ferroviária – Amistoso – Boquita, Bazzani, Paulinho e Cardoso

17 – 01.05.57 – Catanduva 2 x 0 Ferroviária – Amistoso

18 – 05.05.57 – Ferroviária 2 x 1 XV de Piracicaba – Amistoso – Paulinho e Bazzani

19 – 12.05.57 – XV de Jaú 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – Cardoso

20 – 19.05.57 – Ferroviária 4 x 0 XV de Jaú – Amistoso – Esteves (2), Bazzani (pênalti) e Cardoso

       – 26.05.57 – Guarani 1 x 0 Ferroviária – Torneio-Início do Campeonato Paulista

21 – 02.06.57 – Ferroviária 3 x 1 Corinthians – Amistoso – Bazzani (2) e Gomes

22 – 09.06.57 – Portuguesa Santista 3 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista/Turno Classificatório – Valter

23 – 16.06.57 – Jabaquara 1 x 4 Ferroviária – C.P./T.C. – Otávio (2) e Cardoso (2)

24 – 23.06.57 – Ypiranga 2 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Bazzani

25 – 30.06.57 – Ferroviária 4 x 1 Juventus – C.P./T.C. – Cardoso, Paulinho (2) e Valter

26 – 14.07.57 – Ferroviária 2 x 1 Taubaté – C.P./T.C. – Bazzani (2)

27 – 18.07.57 – Corinthians 7 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Baiano

28 – 21.07.57 – Ponte Preta 4 x 0 Ferroviária – C.P./T.C.

29 – 28.07.57 – São Bento (São Caetano do Sul) 3 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Nelinho

30 – 04.08.57 – Ferroviária 3 x 2 Santos – C.P./T.C. – Cardoso (2) e Bazzani

31 – 10.08.57 – Palmeiras 0 x 0 Ferroviária – C.P./T.C.

32 – 15.08.57 – São Paulo 1 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista, Turno Classificatório – Valter

33 – 18.08.57 – Ferroviária 1 x 2 XV de Piracicaba – C.P./T.C. – Esteves

34 – 25.08.57 – Linense 0 x 2 Ferroviária – C.P./T.C. – Cardoso e Bazzani

35 – 01.09.57 – Guarani 2 x 0 Ferroviária – C.P./T.C.

36 – 08.09.57 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-RP – C.P./T.C. – Bazzani

37 – 15.09.57 – Ferroviária 2 x 2 Nacional – C.P./T.C. – Otávio e Valter (pênalti)

38 – 22.09.57 – Ferroviária 2 x 1 XV de Jaú – C.P./T.C. – Bazzani e Otávio

39 – 26.09.57 – Portuguesa 2 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Ponce de Leon

40 – 29.09.57 – Noroeste 3 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Bazzani

41 – 06.10.57 – Ferroviária 2 x 1 Portuguesa – Amistoso – Cardoso e Valter (pênalti)

42 – 12.10.57 – América-SP 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – (?)

43 – 13.10.57 – Rio Preto 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – Nelinho

44 – 20.10.57 – Taubaté 2 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista/Torneio Rebaixamento

45 – 27.10.57 – Ferroviária 4 x 0 XV de Jaú – C.P./T.R. – Bazzani, Cardoso (2) e Nelinho

46 – 03.11.57 – Nacional 6 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – Antoninho e Valter (pênalti)

47 – 10.11.57 – Ferroviária 1 x 0 São Bento (SCS) – C.P./T.R. – Bazzani

48 – 13.11.57 – Noroeste 3 x 1 Ferroviária – C.P./T.R. – (?)

49 – 17.11.57 – Ferroviária 2 x 1 Linense – C.P./T.R. – Cardoso (2)

50 – 24.11.57 – Ferroviária 0 x 0 Ypiranga – C.P./T.R.

51 – 01.12.57 – Ferroviária 4 x 3 Guarani – C.P./T.R. – Bazzani (2), Araraquara e Cardoso

52 – 08.12.57 – Juventus 2 x 0 Ferroviária – C.P./T.R.

53 – 15.12.57 – São Bento (SCS) 2 x 1 Ferroviária – C.P./T.R. – Valter

54 – 22.12.57 – Ypiranga 1 x 1 Ferroviária – C.P./T.R. – Baiano

55 – 29.12.57 – Ferroviária 4 x 0 Nacional – C.P./T.R. – Bazzani (2), Antoninho e Baiano

 

Resumo da Ferroviária de Araraquara em 1957

J

V

E

D

GP

GC

SG

55

26

7

22

94

93

1

 

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira)
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi
Fotos: Ferroviária.kit.net / Jornal O Imparcial,

 

Fundado em 3 de dezembro de 1930, o Paulista Futebol Clube, de Araraquara, teve como primeiro presidente o esportista Carlos Bersanetti, sendo resultado da fusão dos clubes Gaúcho e 24 de Outubro.

Sua estreia oficial deu-se em 28 de dezembro de 1930. Os dados técnicos desse jogo número 1 do “Tricolor Guaçu” são apresentados a seguir:

Jogo – Paulista FC (Araraquara) 2 x 2 Ruy Barbosa FC (São Carlos)

Data – 28.12.1930, domingo, 16h25

Local – Estádio Municipal de Araraquara

Finalidade – Amistoso regional

Árbitro – Nenê Magdalena

Gols do Paulista – Lolo (2)

Gols do Ruy Barbosa – Zuza (2), informação verbal

Paulista FC – Tucci; Monte e Cocodé; Branco, Armando e Romeu; Bocucci, Carioca, Ditinho, Júlio e Lolo

Ruy Barbosa FC – Zinho; Pelocha e Campulungo; Miguel, Chiquito e Cruz; Mariano, Zuza, Zé Preto, Hermes e Tonissi

 

Primeiras constituições do Paulista de Araraquara

1930/31 – em pé: Bento Cemitério, Carioca, Baid, Turqueta, Gouvêa, Bicicleta, Lolo Arena e Tucci; ajoelhados: Freitas, Monte, Armandinho, Romeu Cefaly, Cocodé e Alfredo Tucci

1932 – em pé: Dr. Otávio de Arruda Camargo (presidente), Armandinho, Ramona, Zico, Alfredo Tucci, Monte, Cocodé e Tucci; ajoelhados: Lolo Arena, Adérico, Laerte, Nico e Gouvêa

 

Fontes:

Araraquara Futebol e Política, Luís Marcelo Inaco Cirino – SJS Gráfica e Editora, 2008;

O Imparcial Esportivo, edição de 08.03.1954 (fotos)

Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali

 

Nos primeiros anos de sua existência, início da década de 1950, a Ferroviária envergou uma camisa com faixa transversal no peito, e rivalizou com a ADA, a Associação Desportiva Araraquara.

Vicente Henrique Baroffaldi
Paulo Luís Micali
Fotos: Jornal “O Imparcial”

 

Nos velhos e bons tempos em que os grandes clubes de São Paulo encontravam espaço no calendário para exibições no Interior, e eram uma atração excepcional, as cidades engalanadas recepcionavam com muita festa e alegria os esquadrões e seus craques.

Foi assim, por exemplo, no dia 23 de julho de 1950, um domingo à tarde, quando a Sociedade Esportiva Palmeiras exibiu-se na cidade de Araraquara, a Morada do Sol, contra a representação do Paulista F.C. local.

Com o Estádio Municipal de Araraquara lotado e renda de Cr$ 60.000,00, o encontro foi dirigido por Cireno Pereira de Andrade.

No primeiro tempo, o quadro da capital paulista assinalou três gols por meio de Manoelito e Dino (2); ainda na primeira etapa, Maurinho marcou para o Paulista.

Na etapa complementar, Montanholi fez dois, o mesmo conseguindo o avante Maurinho, que acabou sendo o artilheiro do jogo com três gols (todos os do time vermelho, preto e branco de Araraquara).

Formou o Palmeiras com: Oberdan; Turcão (Palante) e Sarno; Salvador, Túlio e Waldemar Fiúme; Nestor, Manoelito (Montanholi), Aquiles, Dino e Brandãozinho (Rodrigues). Técnico: Jim Lopes.

O Paulista de Araraquara apresentou-se com: Madalena (Monteiro); Laxixa e Monte I; Tiana, Humaitá e Rafael; Xerito, Maurinho, Élvio, Galisé e Monte II.

Fontes:

Almanaque do Palmeiras – Celso Dario Unzelte e Mário Sérgio Venditti, Placar/Abril
Araraquara Futebol e Política – Luís Marcelo Inaco Cirino – SJS Gráfica e Editora, 2008
Foto: O Imparcial (Araraquara), 28/02/1998
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

 

E a Ferroviária alcança a elite…

 

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás

1 – 08.01.56 – Internacional de Bebedouro 3 x 3 Ferroviária – Amistoso – Paulinho, Boquita e Bazzani

2 – 15.01.56 – ADA 2 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista/2ª Divisão – Pixo, Gomes (pênalti), Cardoso e Dirceu

3 – 22.01.56 – Ferroviária 2 x 1 Comercial-RP – C.P., 2ª – Gomes (2)

4 – 29.01.56 – Marília 2 x 2 Ferroviária – C.P., 2ª – Paulinho e Gomes

5 – 05.02.56 – Ferroviária 2 x 1 América – C.P., 2ª – Cardoso (2)

6 – 19.02.56 – Ferroviária 5 x 2 Juventus – C.P., 2ª – Paulinho (2), Gomes (2) e Cardoso

7 – 26.02.56 – Botafogo-RP 2 x 2 Ferroviária – C.P., 2ª – Cardoso e Gomes

8 – 04.03.56 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa Santista – C.P., 2ª – Gomes

9 – 11.03.56 – Ferroviária 4 x 1 ADA – C.P., 2ª – Cardoso, Boquita (2) e Bazzani

10 – 18.03.56 – Comercial-RP 3 x 4 Ferroviária – C.P., 2ª – Paulinho (2), Gomes e Bazzani

11 – 25.03.56 – Ferroviária 2 x 2 Marília – C.P., 2ª – Atílio (contra) e Cardoso

12 – 01.04.56 – América 2 x 3 Ferroviária – C.P., 2ª – Gomes (2) e Cardoso

13 – 08.04.56 – Juventus 1 x 2 Ferroviária – C.P., 2ª – Cardoso e Boquita

14 – 15.04.56 – Ferroviária 6 x 3 Botafogo-RP – C.P., 2ª – Bazzani (2), Gomes (2) e Cardoso (2)

Obs.: Com esse resultado, a Ferroviária sagrou-se campeã da Segunda Divisão, certame de 1955, adquirindo o direito de disputar, ainda em 1956, o Campeonato Paulista da Primeira Divisão.

15 – 22.04.56 – Portuguesa Santista 4 x 5 Ferroviária – C.P., 2ª – Cardoso (2), Gomes, Bazzani e Pixo

16 – 29.04.56 – Ferroviária 3 x 2 ADA – Amistoso em comemoração à subida para a Primeira Divisão – Gomes (2) e Paulinho

17 – 01.05.56 – Estrela (São Carlos) 0 x 1 Ferroviária – Amistoso – Marinho

18 – 09.05.56 – Palmeiras 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – Gomes (2)

19 – 13.05.56 – Rio Preto 2 x 3 Ferroviária – Amistoso – Gomes, Bazzani e Cardoso

20 – 27.05.56 – A.A. Joaquinense (S.J. da Barra) 1 x 11 Ferroviária – Amistoso (Inauguração do Estádio Ferraciolli) – Zeca (3), Cardoso (2), Gomes (2), Bazzani, Boquita, Didié e Tiana

  – 03.06.56 – Ferroviária 0 x 0 Noroeste – Torneio-Início do Campeonato Paulista da Primeira Divisão – Nos escanteios, Noroeste, 1 a 0.

21 – 10.06.56 – Ferroviária 3 x 2 XV de Jaú – Amistoso – Cardoso, Paulinho e Bazzani

22 – 17.06.56 – Nacional-SP 3 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista, Turno Classificatório – Boquita e Bazzani (2)

23 – 24.06.56 – Ferroviária 1 x 1 São Bento (São Caetano do Sul) – C.P., Turno Classificatório – Paulinho

24 – 01.07.56 – Ferroviária 4 x 0 São Bento (Sorocaba) – Amistoso – Gomes, Paulinho, Cardoso e Boquita

25 – 08.07.56 – São Bento (Sorocaba) 7 x 0 Ferroviária – Amistoso

26 – 15.07.56 – Palmeiras 4 x 3 Ferroviária – C.P., Turno Classific. – Cardoso, Gomes e Bazzani

27 – 18.07.56 – Santos 4 x 2 Ferroviária – C.P., Turno Classif. – Bazzani e Cardoso

28 – 21.07.56 – Jabaquara 4 x 1 Ferroviária – C.P., Turno Classif. – Boquita

29 – 25.07.56 – Rio Claro 1 x 6 Ferroviária – Amistoso – Cabelo (2), Gomes (2) e Lopes (2)

30 – 29.07.56 – Ferroviária 5 x 3 XV de Jaú – C.P., Turno Classif. – Paulinho (3), Cardoso e Gomes

31 – 05.08.56 – Ferroviária 2 x 1 Ponte Preta – C.P., Turno Classif. – Gomes e Paulinho

32 – 12.08.56 – Noroeste 1 x 0 Ferroviária – C.P., Turno Classificatório

33 – 19.08.56 – Ferroviária 4 x 3 Linense – C.P., Turno Classif. – Cardoso (3) e Gomes

34 – 23.08.56 – Portuguesa 2 x 4 Ferroviária – C.P., Turno Classif. – Gomes (2), Bazzani e Paulinho

35 – 26.08.56 – Juventus 2 x 0 Ferroviária – C.P., Turno Classificatório

36 – 02.09.56 – XV de Piracicaba 3 x 2 Ferroviária – C.P., Turno Classif. – Bazzani (2)

37 – 09.09.56 – Ferroviária 1 x 2 Taubaté – C.P., Turno Classific. – Gomes

38 – 16.09.56 – Portuguesa Santista 2 x 0 Ferroviária – C.P., Turno Classif.

39 – 19.09.56 – São Paulo 3 x 1 Ferroviária – C.P., Turno Classif. – Gomes

40 – 23.09.56 – Corinthians 6 x 2 Ferroviária – C.P., Turno Classif. – Gomes e Cardoso

41 – 30.09.56 – Ferroviária 4 x 1 Guarani – C.P., Turno Classif. – Lopes (2), Bazzani e Boquita

42 – 28.10.56 – Ferroviária 2 x 0 Jabaquara – C.P., Torneio Rebaixamento – Gomes e Paulo Reis

43 – 04.11.56 – Ponte Preta 0 x 3 Ferroviária – C.P., Torneio Rebaixamento – Paulinho (2) e Gomes

44 – 11.11.56 – Linense 2 x 2 Ferroviária – C.P., Torneio Rebaixamento – Gomes (2)

45 – Bandeirantes (São Carlos) 3 x 4 Ferroviária – Amistoso – Lopes (3) e Gomes

46 – 18.11.56 – Ferroviária 6 x 1 Nacional-SP – C.P., Torneio Rebaixamento – Lopes (2), Gomes (2) e Boquita (2)

47 – 25.11.56 – Ferroviária 4 x 0 Guarani – C.P., Torneio Rebaixamento – Gomes (2), Cardarelli e Boquita

48 – 01.12.56 – Ferroviária 3 x 4 Portuguesa Santista – C.P., Torneio Rebaixamento – Gomes, Paulinho e Boquita

49 – 09.12.56 – Noroeste 2 x 1 Ferroviária – C.P., Torneio Rebaixamento – Lopes

50 – 16.12.56 – Portuguesa Santista 2 x 3 Ferroviária – C.P., Torneio Rebaixamento – Bazzani (2) e Gomes

51 – 23.12.56 – Ferroviária 4 x 1 Linense – C.P., Torneio Rebaixamento – Bazzani, Paulinho e Gomes (2)

 

Resumo do ano de 1956

J

V

E

D

GP

GC

SG

51

29

8

14

147

109

38

 

Fontes:

Tópicos do Passado da AFE – Prof. Antônio Jorge Moreira

O Caminho da Bola – Rubens Ribeiro, F.P.F.

Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali

© 2013 História do Futebol-Final Suffusion theme by Sayontan Sinha