A Sociedade Recreativa Cascavel ou simplesmente SOREC foi uma agremiação esportiva da cidade de Cascavel no Estado Paraná. Foi fundada em 10 de dezembro de 1994 com sede  na rua Monjoleiro Nº 12 – Recanto Tropical. Criada inicialmente para ser um clube para revelação de talentos, fez sua estréia no profissionalmente em 1998 na Terceira divisão Estadual. Nos anos de 1998 e 1999 jogou a Segunda divisão, voltando para a Terceira divisão em 2000. Em 17 de dezembro de 2001 se fundiu as outras duas equipes existente na cidade, Cascavel Esporte Clube e Cascavel Clube S/A, para dar vida ao Cascavel Clube Recreativo, hoje na segunda divisão Paranaense. Apesar de juridicamente não existir mais, hoje na cidade há uma escola de futebol chamada SOREC/Tigrão.

Equipe do SOREC em  20/02/1999 em Marechal Cândido Rondon– Concórdia(MCR) 1 x 2 SOREC

 Fontes:

Enciclopédia do Lance!

Site do Concórdia de Marechal Cândido Rondon (Hoje inativo)

Facebook SOREC/Tigrão

 

A Sociedade Sportiva Linhas e Cabos foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado dia 17 de Setembro de 1920, por funcionários do setor de instalação e manutenção dos cabos elétricos da Companhia Light: a Light & Power (atual: AES Eletropaulo).

PRAÇA DE ESPORTES

O seu primeiro campo, nos anos 20, ficava localizada na Rua Glycerio, nº 24. Na década seguinte a sua da Praça de Esportes passou para a Avenida do Estado, nº 10. Ambos ficavam no Bairro Várzea do Glicério ou Baixada do Glicério – Centro de São Paulo (SP).

CORES

Na sua primeira década de existência (anos 20), as suas cores era o vermelho e branco recebendo a alcunha de “Vermelhinhos“. Já em meados da década de 30, o clube com a nomenclatura aportuguesada (Sociedade Esportiva Linhas e Cabos) alterou as cores para alvinegro, sendo chamado diversas vezes como “Alvi-preto“.

SEVERINO GRAGGIANI: ‘O idealizador do 1º Jogo Noturno’

Falar da história de quase duas décadas e meia da Sociedade Sportiva Linhas e Cabos sem mencionar o nome do presidente Severino Rômulo Graggiani seria ignorar um fato histórico para o futebol paulista e quiçá brasileiro.

O fato de uma das alcunhas do clube ser chamado de o “Bando do interventor Severino” ou deste nobre homem ter até hoje um busto na Praça Charles Miller, diante do Estádio do Pacaembu, diz que Severino Rômulo Graggiani teve um papel de destaque.

Ele foi o idealizador e responsável pelo 1º jogo noturno realizado em São Paulo. A história começou em 1923. Era véspera de São João. As fogueiras ardiam em muitos quintais e os balões pontilhavam o céu ofuscando as estrelas.

Mas não era só em função disto que o Cambuci estava mais iluminado que de costume, naquela noite fria de sábado, no dia 23 de junho de 1923. Algo de novo acontecia: 22 homens disputavam uma bola de capotão marrom em um campo rodeado por refletores acesos (sob a iluminação dos faróis de 20 bondes). Tratava-se do primeiro jogo de futebol noturno iluminado por luz elétrica.

A idéia partiu de Severino Rômulo Gragnani, funcionário da Light e membro da Sociedade Esportiva Linhas e Cabos, clube pertencente aos empregados da companhia canadense. Os próprios jogadores se encarregaram de instalar dez projetores de mil watts cada nas laterais do campo, a uma altura de 16 pés, e dois refletores com 10 lâmpadas de cento e 50 watts em cada uma das extremidades, a uma altura de 25 pés.

Falecido em 1951, Severino Rômulo Gragnani foi postumamente homenageado – treze anos depois (1964), um busto de bronze, assentado sobre uma coluna de pedra, foi solenemente inaugurado na lateral esquerda do portão principal do estádio do Pacaembu.

Por ironia, os lightianos apenas puderam comemorar o pioneirismo: a partida terminou com a vitória da Associação Atlética República por 2 a 1, na Praça de Esportes, na Rua Glycerio, nº 24, em Várzea do Glicério, no Centro de São Paulo.

Um segundo jogo noturno foi realizado na véspera do natal de 1923, e nele verificou-se novamente um problema já ocorrido na primeira disputa: quando a bola, marrom (couro natural), saía dos focos de luz, ficava difícil encontrá-la.

No embate seguinte, ocorrido em 12 de janeiro de 1924, um anônimo componente da S. E. Linhas e Cabos deu uma ideia consagradora: pintar a bola de branco (Por motivos desconhecidos, não se encontra até hoje o resultado dessas duas partidas).

Busto de Severino Graggiani, na Praça Charles Miller, em frente do Pacaembu

TRÊS EDIÇÕES NA SEGUNDONA PAULISTA

Em 1926, se filiou na Liga de Amadores de Football (LAF). Após um desentendimento com a LAF, a SS Linhas e Cabos acabou sendo excluída. Assim, em julho de 1927, a SS Linhas e Cabos se filiou a Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA).

Durante esse período, o clube participou de três edições do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, nos anos de 1926, 1932 e 1933. A Sociedade Sportiva Linhas e Cabos sobreviveu até abril de 1943 quando encerrou suas atividades devido a despesas e diminuição de seus sócios, o que tornava inviável a sua manutenção.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE

Até 1939, o clube seguia sendo chamado de Sociedade Sportiva Linhas e Cabos. A Associação Atlética Light & Power, Fundada em Março de 1930, já existia. Tendo, inclusive, enfrentado a SS Linhas e Cabos, no dia 11 de março de 1937, em comemoração pelo sétimo aniversário da AA Light & Power. Em resumo, até 1939, não encontrei nenhum indício de que as duas equipes se fundiram.

Time base de 1926: Adolpho; Zupallo e Ismenio; Gernymo, Vieira e Canhoto; Antonio, Perillo, Francisco, Pastoril e Albano.

Time base de 1937: Jaguaré; Zezé e Chaney; Messias, Maneco e Landé; Filó, Tito, Francisquinho, Pancini e Sebastião.

 

 FONTES: Almanaque do Futebol Paulista de 2001, de autorias de Jorge Farah Neto e Rodolfo Kussarev Jr. – São Paulo Minha Cidade – Correio de São Paulo – Correio Paulistano 

 

 
O time de críquete do clube

O time de críquete do clube

Em uma época quando frequentar clubes era uma novidade ainda restrita aos estrangeiros que chegavam ao Brasil para trabalhar, um grupo de ingleses, liderado por George E. Cox e Basil Freeland, fundou em 15 de agosto de 1897 em Niterói o Rio Cricket and Athletic Association. O objetivo era ter um espaço próprio para a prática do cricket e do tennis de grama, onde pudessem também promover encontros para um chá ou whisky. O surgimento do novo clube tem relação direta com um importante evento histórico do país, a Proclamação da República, ocorrida no dia 15 de novembro de 1889.

Fundado com o nome de Rio Cricket Club, em 15 de agosto de 1872, o clube mudou de nome e de endereço algumas vezes. No início, ocupava um terreno na Rua Paysandu, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que era alugado pelo Conde d’Eu, marido da princesa Isabel. Com o advento da República, todos os imóveis da família real foram desapropriados, e o terreno utilizado pelo clube foi incorporado pela União em 1890.
Com o aluguel não renovado, o Rio Cricket ficou sem “casa”. O fato, combinado com a apatia dos associados, provocou a primeira cisão no clube, o que resultou no surgimento, em abril de 1892, do Clube Brasileiro de Cricket. O Banco da República, que geria os imóveis da família real, permitiu ao Rio Cricket utilizar o terreno como empréstimo. Em 1895, os dois clubes voltariam a ser um só, chamado Clube Brasileiro de Cricket. No início de 1897, o Banco da República colocou o terreno emprestado à venda, e alguns sócios decidiram adquirir um imóvel próprio, o que se deu em Niterói. Surgiu então o Rio Cricket and Athletic Association.
O Banco da República não conseguiu vender o terreno, e o Clube Brasileiro de Cricket continuou utilizando-o. Como forma de reforçar a ideia de que a área usada na rua homônima atendia perfeitamente aos seus associados, em 1899 passou a se chamar Paysandu Cricket Club. E, a partir de 1916, mudaria o nome novamente, para Paysandu Athletic Club.
Coube a um de seus associados, Oscar Cox, filho de George Cox, também seu fundador, lançar a semente da prática do futebol no Rio de Janeiro em 1898. Oscar treinaria duas equipes, uma formada por jogadores do Rio Cricket e a outra composta de atletas do Paysandu e de outros jogadores, que recebeu o nome de Rio Team. Em 22 de setembro de 1901, foi realizada a primeira partida de futebol com regras, bola e campo oficiais no estado do Rio de Janeiro.
Para serem aceitos na Liga Metropolitana de Football, que organizaria a primeira edição do campeonato carioca em 1906, o Rio Cricket e seu coirmão Paysandu precisaram incluir em seu estatuto a prática do futebol.
A estreia da equipe de Niterói aconteceu em 6 de maio, na goleada de 7 a 0 contra o Football & Athletic. O Rio Cricket fez uma boa campanha e ficou na terceira colocação entre as seis equipes participantes. A partida decisiva para o título, conquistado pelo Fluminense, foi em seu campo, no dia 14 de outubro, quando foi derrotado por 4 a 1. A partir de 1908 passou a fazer parte da Liga Metropolitana de Sports Athléticos, realizando campanhas regulares, sem grandes destaques, enquanto o Paysandu chegou a conquistar o título estadual em 1912. Ao longo dos anos a maior dificuldade do clube foi encontrar atletas dispostos a atuar pela equipe, o que nem sempre havia entre os associados.
Com a Primeira Guerra Mundial, mais de 50 sócios deixaram o Brasil para servir o país de origem no conflito. O que foi no primeiro momento motivo de orgulho pela causa patriótica e abnegada, logo se transformou em tristeza, à medida que notícias ruins chegavam da Europa.
No campeonato estadual de 1915, o Rio Cricket venceu apenas duas das dez partidas realizadas, uma delas por W.O. (Walkover) – o adversário São Cristóvão não apareceu. Último colocado na classificação geral, o clube teve a chance de escapar do rebaixamento ao enfrentar o campeão da segunda divisão, o Andarahy. A primeira partida acabou empatada em 2 a 2, o que provocou a realização de outro jogo.
Os desfalques no time inglês continuaram a crescer. O meio-campista Whitton, por exemplo, dias após o primeiro confronto, retirou-se e foi para a guerra. A segunda partida também terminou em empate. Na terceira e decisiva, a derrota por 4 a 2 definiu o rebaixamento do Rio Cricket. Em 16 de maio de 1917, ele oficializaria a saída da liga e não mais voltaria a participar do campeonato estadual, passando apenas a manter equipes amadoras.Fonte: Aventuras na História

 
 

16º Aniversário do Club Sportivo América – São Paulo-SP, no ano de 1930

Atualmente durante o campeonato paulista de 1930.

 

Fonte: jornal “A Gazeta”.

 

Fonte: jornal “Diario Nacional”

 

Esta postagem é apenas para complementar o artigo anterior e esclarecer que na cidade de Campo Mourão existem duas equipes com a mesma nomenclatura. Segue abaixo a história de cada uma.

SPORT CLUB CAMPO MOURÃO

Curiosidades:

- Para a disputa do seu primeiro campeonato, a 2ª divisão de 1989, a equipe foi inscrita com o nome de Cruzeiro. Na verdade foi utilizado apenas o CNPJ desta equipe. Podem verificar que a data de abertura do CNPJ é de 11/06/1975, sendo modificado posteriormente. Contudo a equipe que entrou em campo sempre foi o Sport.

- A fundação oficial da equipe é 31.07.1989, contudo seu primeiro jogo foi realizado em 01/05/1989. A estréia no campeonato da 2ª divisão ocorreu em 11/06/1989.

- A equipe foi promovida a 1ª divisão de 1990 graças a um convite da federação que aumentou o número de participantes da divisão principal do estadual.

 

SPORT CLUB DE CAMPO MOURÃO

Curiosidades:

- Da mesma for que seu antecessor o novo Sport utilizou a estrutura de uma equipe amadora para entrar no profissionalismo, porém com uma diferença, foi tirado um nono CNPJ. A equipe do E.C. Hawaí Campo Mourão ainda possui CNPJ ativo.

- Na tentativa de se identificar com o antigo Sport, nas temporadas 2013-2014 a equipe utilizou um escudo muito parecido com do seu antecessor e nele constava a data 31.07.1989 em referência a data de fundação do mesmo.

Fontes:

Site da Receita Federal

Livro Nos campos do Mourão de Raoni de Assis

Arquivos do autor.

 

Na data de 17 de fevereiro de 1954, o São Caetano Esporte Clube, da cidade de São Caetano do Sul, juntou-se ao Comercial Futebol Clube, da Capital, para dar origem a Associação Atlética São Bento.

Essa Associação nada tinha a ver com a antiga Associação Athletica São Bento da Capital. Apenas as cores de seu uniforme, que eram azul e branco.

A fusão durou apenas quatro anos e, sob a denominação de Associação Atlética São Bento, o clube disputou o campeonato paulista da primeira divisão nos anos de 1954, 1955, 1956 e 1957.

Em 1957 a fusão foi desfeita e tanto o Comercial Futebol Clube quanto o São Caetano Esporte Clube voltaram a suas antigas denominações.

Fontes:

São Caetano Esporte Clube – site do clube;

Almanaque do Futebol Paulista

São Caetano Esporte Clube – 100 Anos de Atividades – Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul

Jornais “Correio Paulistano” e “ A Gazeta”

 

 

O SÃO CAETANO ESPORTE CLUBE foi fundado no dia 1º de maio de 1914 e, atualmente, possui sua praça de esportes e sua sede na Rua Ceará, número 393, no bairro Fundação, na cidade de São Caetano do Sul.

No dia 1º de maio de 2014, o clube completou seu primeiro centenário.

 

O clube nasceu de uma fusão entre o Clube dos Amigos e o Rio Branco. Naquela época, São Caetano do Sul era, basicamente, um bairro, denominado Fundação, com algumas casas e pouco comércio E, por questão de espaço, dois clubes era um exagero para o local, sendo que os jogadores chegavam a defender os dois clubes, e isso não agradava as torcidas.

Então, o melhor a fazer foi marcar um jogo entre os dois clubes. Quem perdesse fechava e quem ganhasse seria reconhecido como o clube da cidade.

Na data de 1º de maio de 1914, uma sexta-feira, ocorreu o dia da fusão. O Clube dos Amigos venceu por 3 a 0. O sobrado da Rua Perrela foi o local escolhido para a reunião de fundação e, por um tempo, sede do clube.

A escolha do nome do clube seria algo que lembrasse a região da maioria dos fundadores que eram imigrantes italianos, mas então, com o consenso de todos, “por que não dar o nome da cidade ao time”?

Então nasceu o SÃO CAETANO ESPORTE CLUBE.

Seu primeiro estádio ficava na Rua Paraíba e se chamava Conde Francisco Matarazzo, com capacidade para 600 pessoas.

Esse estádio foi inaugurado no dia 1º de maio de 1937, em partida feita contra uma seleção da APEA.

O São Caetano Esporte Clube foi, por duas vezes, campeão do interior: nos anos de 1928 e 1941,

Disputou o campeonato paulista por 21 vezes, sendo que nos anos de 1935 e 1936, na primeira divisão.

Na data de 17 de fevereiro de 1954, fez fusão com o Comercial Futebol Clube, de São Paulo-Capital, originando a Associação Atlética São Bento, que durou apenas quatro anos.

A Prefeitura construiu rapidamente um novo estádio que foi doado para a nova Associação. Esse estádio recebeu o nome de Anacleto Campanella, o prefeito da cidade.

Sob a denominação de Associação Atlética São Bento, o clube disputou o campeonato paulista da primeira divisão nos anos de 1954, 1955, 1956 e 1957.

Em 1957 a fusão foi desfeita e o clube voltou a se chamar São Caetano Esporte Clube, que nada tem a ver com a Associação Desportiva São Caetano.

Atualmente o clube se dedica a vários esportes, dentre eles a prática do Voleibol que é reconhecido como um dos principais modelos na formação e revelação de jogadoras.

 

Fontes:

São Caetano Esporte Clube – site do clube;

Almanaque do Futebol Paulista

São Caetano Esporte Clube – 100 Anos de Atividades – Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul

Jornais “Correio Paulistano” e “ A Gazeta”

 

 

Após o título Pernambucano o Santa Cruz fez uma excursão em Manaus, em fevereiro de 1947,onde realizou quatro amistosos diante do Tijuca Clube, Nacional (campeão Amazonense),  Olímpico Clube e finalizando enfrentado a Seleção Amazonense, todos as pelejas foram disputadas no Estádio Parque Amazonense, em Manaus.

No todo foram duas vitórias e duas derrotas, marcando oito gols e sofrendo 11. A estreia foi diante do Tijuca Clube, vencendo pelo placar de 2 a 1, com uma Renda de Cr$ 22.500,00. Na segunda apresentação, entre os campeões de Pernambuco e do Amazonas, num jogo com oito gols, melhor para o Nacional que superou o Santa Cruz por 5 a 3, com uma Renda de 25.000,00.

Na terceira partida, o Tricolor pernambucano voltou a vencer. Desta vez em cima do Olímpico Clube por 3 a 2. E, no seu último compromisso na capital amazonense, derrota por 3 a 0 para a Seleção do Amazonas.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

NOME: MADUREIRA ESPORTE CLUBE

CIDADE: Curitiba – PR

FUNDAÇÃO: 03 de abril de 1937

CORES: azul – branco

HISTÓRICO: Foi fundado por um grupo de esportistas e a escolha do nome foi decidida em votação apertada. O nome foi uma sugestão do fundador Breno Vivas que quando jovem morou neste bairro carioca. O clube foi um dos fundadores da 3ª divisão em 1938. Seu principal título foi o de campeão amador invicto em 1941 e vice-campeão em 1952.

 

Madureira Esporte Clube (Curitiba - PR) - 1956

 

Campos Salles  equipe fundada em 30 de março de 1916 no Município de Vila Velha. Foi a primeira equipe de futebol registrada nesta cidade, o nome é em homenagem ao 3º presidente da República.
A sede do clube ficava no Bairro Olaria, onde hoje se localiza o Hospital Maternidade Dr Antônio Bezerra (Maternidade de Vila Velha), Durval Araújo (Dongo), Aureliano Falcão Filho e Carlos Queiroz. estavam entre os fundadores.

A estréia do Campos Salles foi com empate em 2×2 contra uma equipe da capital  Vitória, Carino marcou o 1º gol da história da equipe, e foi de seus pés também o 2º gol, a equipe buscava um empate após sofrer 2×0 na 1ª etapa.

O Campos Salles por pouco não se tornou um dos fundadores da federação de Futebol do Espírito Santo. Acabou não participando das últimas reuniões e no ano do 1º estadual em 1917 disputou a série B.

Uma passagem marcante do clube foi em uma partida diante do Vitória Futebol Clube, então campeão estadual dentro de seus domínios no Estádio Salvador Venâncio da Costa, a vitória do Campos Salles algo impensável naquele tempo deu vida a uma canção, “Campos Salles, Campos Salles,/ É um team de memória / [verso não encontrado] / Deu fumaça no Vitória”. fumaça era equivalente a goleada hoje em dia.

O Campos Salles Football Club , foi quem abriu as postas em Vila Velha para o clubes futebol organizados, depois deles vieram o Botafogo ,Vasco Coutinho, Vasco da Gama, Santos, América, Social, Olímpico, Ideal, Tupy e Vila Velhense(dos anos 30 não o atual).

A primeira partida oficial do Campos Salles foi na primeira partida da segunda divisão do capixaba, e estreou com vitória por 4×2 sobre o Tiradentes Football Club, Carino foi o destaque do Campos Salles marcando 3 vezes.

As equipes foram a campos com as seguintes formações :

Campos Salles : Durval, Clovis, Tamandaré, Dongo, Bricco, Carino, Carlos, Hylson, Dúda, Bébé, Joaquim.

Tiradentes : Agostinho, Ferreira, Cabral, Benedicto, Batuta, Ribeiro, Manoel, Amorim, Thenis, Thomas, Dario.

os nomes escritos de acordo com registros da época.

 

O Colégio de São Bento foi fundado em 1903 com o nome de Gymnasio de São Bento pelo insigne abade alemão Dom Miguel Kruse, então prior do Mosteiro de São Bento de São Paulo.

Desde o início, a prática de esportes estava na grade curricular do colégio beneditino paulistano. Os alunos do Gymnasio São Bento, desde que existe o futebol, praticavam esse esporte, quando foram formados os campeonatos infantis, aos quais concorreu o primeiro time do colégio.

O São Bento venceu vários campeonatos, tendo apenas como rival sério o time da Escola Americana Mackenzie. Já com 10 anos de fundação do colégio o futebol estava bem adaptado e desenvolvido entre os alunos do São Bento.

Mas o clube de futebol só se organizou em fins de 1913, quando o padre John Katon, professor do Ginásio, entre os anos de 1910 a 1913, conversando com dois ex-alunos, lamentou que estes se separassem na vida esportiva, defendendo cores de clubes diferentes nas grandes campanhas promovidas. E lembrou da convivência, de todos se congregarem, formando poderosas ‘equipes’, que disputassem os principais campeonatos que surgiam e se organizavam.

Com a ajuda material decisiva do famoso abade do mosteiro, Dom Miguel Kruse, OSB e do reitor do então Gymnasio de São Bento, o monge Dom Pedro Eggerath, OSB, a associação foi formada e imediatamente filiou-se à APEA – Associação Paulista de Esportes Athleticos.

A Associação Athletica São Bento teve início formal a 1° de Janeiro de 1914 e seu uniforme era formado pelas cores azul e branco, sendo a camisa listrada com tais cores.

O ano de 1914 foi um ano chave para o futebol no Brasil. Neste mesmo ano foram criados diversos clubes tanto na capital de São Paulo quanto no interior como o Palestra Italia, que anos mais tarde modificaria seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras. A Seleção Brasileira foi criada também nesse mesmo ano.

Logo em seu primeiro ano de fundação, a Associação Athletica São Bento disputou o Campeonato Paulista de Futebol, superando os grandes da época e sagrando-se campeã. Algo que não era surpresa, uma vez que o clube foi criado a partir dos melhores jogadores da época.

Em 1925, a proeza se repetiu e a equipe conquistou o bicampeonato. A agremiação continuou até 1933, quando abandonou o futebol com o advento do profissionalismo imposto pelo governo de Getúlio Vargas.

Dom João Baptista Barbosa Neto

A famosa disputa com o Flamengo

O clube beneditino também teve participação importante na história do Flamengo. Na data histórica de 04 de junho de 1916, enfrentou o clube carioca na inauguração do antigo estádio deste no Rio de Janeiro, na Rua Paysandu. Neste dia, por sinal, o Flamengo passou a usar a camisa com doze listras largas em vermelho e preto, modelo que se mantém até hoje apesar das variações. No final, o São Bento perdeu a partida amistosa por 3 a 1. Coube a Burgos marcar o gol de honra do time paulistano.

 

Feitiço, o craque beneditino

Um dos principais jogadores do clube foi Feitiço, Luís Macedo Matoso (1901-1985), que após deixar o time da capital brilhou com a camisa do Santos. Foi artilheiro do Campeonato Paulista vestindo o manto beneditino em 1923 (18 gols), 1924 (14 gols) e 1925 (10 gols).

Há uma lenda que diz que Feitiço a princípio se arrependeu de ter ido ao clube do São Bento, mas o pai de um aluno, que era delegado o ameaçou com a prisão, fazendo com que o jogador permanecesse e jogasse pelo clube.

 

Sylvio Lagreca, o primeiro técnico da Seleção Brasileira de Futebol

Um dos mais importantes e primeiros jogadores da Associação Athletica São Bento foi Sylvio Lagreca (1895-1966), que foi capitão do time. Foi um exímio jogador de futebol e também um dos fundadores da Seleção Brasileira de Futebol em 1914. Pela seleção brasileira foi capitão e em seguida treinador e técnico, sendo o primeiro a exercer tais funções. Já no ano de 1914 a Seleção Brasileira de Futebol jogou um amistoso no campo do Fluminense contra os profissionais do Exeter City da Inglaterra vencendo por 2 a 0. Nesse mesmo ano foi classificado como o craque brasileiro da seleção.

Lagreca jogou na Associação Athletica São Bento até 1921 e na Seleção Brasileira foi técnico até 1922. Ao aposentar-se como jogador de futebol passou a atuar como árbitro de futebol.

Faleceu em 29 de abril de 1966 aos 71 anos.

 

Equipe da Associação Athletica São Bento no ano de 1919, quando de um duelo travado contra a equipe do Club Athletico Paulistano. A equipe jogou com Colombo, Apprá e Barthô. Silva, Lagreca e Dias. Fernandes, Alencar, Zecchi, Tito e Mac Lean.

O segundo agachado, da esquerda para a direita, é o grande Lagreca.

O fim

Como bem vimos, a Associação Athletica São Bento foi extinta na década de 30 e tentou uma fusão com o São Paulo Futebol Clube, tentativa que acabou não se confirmando, sendo a mesma absorvida pelo Clube de Regatas Tietê, – união assinada por seu último dirigente Lauro Gomes de Almeida, que se tornaria mais tarde prefeito de São Bernardo do Campo – no bairro da Ponte Grande próximo a Santana, onde os monges beneditinos eram proprietários de terras e que na época chamava-se bairro da Floresta.

No entanto, a memória da Associação Athletica São Bento foi perpetuada pelo batismo de uma canoa a oito remos do Clube de Regatas Tietê, que recebeu o nome de A. A. São Bento. Trata-se de uma embarcação importada que venceu muitas provas clássicas a partir do ano de 1940.

O antigo estádio da Associação Atlética São Bento, no bairro da Ponte Grande, foi utilizado anteriormente pelo Corinthians até este se mudar para o Parque São Jorge em 1927. Hoje, no mesmo local, existem instalações esportivas como as quadras de tênis do Clube de Regatas Tietê, um local privilegiado onde aprendeu a jogar Maria Esther Bueno, a grande campeã de Wimbledon.

Campeonatos

O clube teve 20 participações em estaduais da Primeira Divisão (1914, 1915, 1916, 1917, 1918, 1919, 1920, 1921, 1922, 1923, 1924, 1925, 1926, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932 e 1933).

Títulos

• 1914 e 1925 – Campeão Paulista;
• 1915 – Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo;
• 1916 – vice – campeão Paulista. O Club Athletico Paulistano foi o campeão;
• 1933 – 11° lugar na Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo.

 

Fontes:

História narrada pelo monge beneditino Dom João Baptista Barbosa Neto, OSB

blog de Edison Silva no jornal “Estadão”

foto de Dom João Baptista Barbosa Neto – Werther Santana – “Estadão”

revista “A Cigarra”

vetorização do escudo e do uniforme: Sérgio Mello

 

Ibiraçu Esporte Clube completa 56 anos de sua fundação hoje, o clube campeão capixaba da série A 1988 manda suas partidas no estádio Marcos Jorge Campagnaro, o Marcão, que suporta aproximadamente 5 mil pessoas. Foi o primeiro clube capixaba disputar a Copa do Brasil em 1989 já que esta foi a 1ª edição, enfrentou Grêmio/RS, perdeu a partida de ida em Ibiraçu por 1×0, e na volta no estádio Olímpico levou um sonoro 6×0, sendo assim eliminado, detalhe o clube gaúcho foi o campeão desta competição! Marcus Vicente hoje o mas cotado para assumir a CBF se Del Nero sair alavancou sua carreira no Ibiraçu, após o sucesso com o clube ele cresceu politicamente usou o club de trampolim e abandou a cidade, tanto que o Ibiraçu não disputa capixabão desde o início dos anos 90, Marcus Vicente assumiu a Federação capixaba de Futebol em 1994, e em 2014 saiu mas deixou Gustavo Vieira seu aprendiz no lugar assim manda da mesma forma, igual será se Del Nero sair e ele assumir a CBF, em 1994 a Desportiva foi eliminado pelo Goiás pois Edmundo Filho árbitro da partida estava comprado, Marcus Vicente ficou junto com os goianos na partida do Serra Dourada, de 1994 o futebol capixaba passou de 1 clube brigando forte na série B pelo acesso todos anos anos e de pelo menos 3 clubes na série C para em 2015 apenas um clube na série D do brasileiro e uma vaga na Copa do Brasil..

 

 

Sua maior glória foi o estadual de 1988 curiosamente vários jogadores foram espécie de “refugo”, não serviram para Desportiva e Rio Branco e no Ibiraçu acabam sendo campeões estaduais dando a volta por cima.
Para chegar ao título o Ibiraçu teve que passar pela chave com Desportiva, Vitória, São Mateus e Colatina, somente 1º e 2º colocado avançavam a fase final. Sem mais problemas o Ibiraçu passou de forma invicta e líder da chave, Desportiva passou em segundo.

Agora no quadrangular final Ibiraçu teria que passar por Rio Branco líder da sua chave e Estrela do Norte vice líder. Logo na estréia do quadrangular veio a primeira derrota do Ibiraçu na competição, 2×1 para o Rio Branco, na segunda rodada a goleada de 3×0 na Desportiva deixou o time vivo novamente, na ultima rodada do turno Ibiraçu vence sua partida contra o Estrela por 2×1 e comemora muito a vitória da Desportiva por 2×1 no clássico contra o Rio Branco. Só que na 4ª rodada 0×0 com o Rio Branco deixou ambos com 5 pontos, e a Desportiva ao derrotar o Estrela pulava para 6 pontos.
Na penúltima rodada outro 0×0, este com a Desportiva só não foi tão ruim pois o Estrela derrotou o Rio Branco por 4×3 deixando a decisão do t´tulo para a ultima rodada…
Desportiva com 7 pontos x Rio Branco com 5 pontos no Kleber Andrade, Ibiraçu com 6 pontos x Estrela com 2 pontos no estádio Marcos Jorge Campagnaro…
As partidas decorrendo e o Ibiraçu atropelando o Estrela, mas e na outra partida? de nada adiantaria o Ibiraçu vencer se a Desportiva também fizesse o mesmo, porém no Kleber Andrade oque se viu foi o Rio Branco vencendo por 3×0 o clássico(maior placar contra o rival) e o Ibiraçu pra alegria dos presentes no Marcão também goleando o Estrela por 3×0 e conquistando seu 1º e único título estadual da história Marcelo aos 12 1º tempo, Carola pênalte aos 32 e Marcelo aos 35 do 2º tempo.

Primeira Fase
Primeiro Turno
Ibiraçu 1×1 Desportiva
São Mateus 2×2 Ibiraçu
Ibiraçu 1×0 Vitória
Colatina 1×1 São Mateus

Segundo Turno
Desportiva 0×1 Ibiraçu
Ibiraçu 2×0 São Mateus
Vitória 1×1 Ibiraçu
Ibiraçu 3×1 Colatina

Quadrangular final

Rio Branco 2×1 Ibiraçu
Ibiraçu 3×0 Desportiva
Estrela do Norte 1×2 Ibiraçu
Ibiraçu 0×0 Rio Branco
Desportiva 0×0 Ibiraçu
Ibiraçu 3×0 Estrela do Norte

 

O Santos Futebol Clube, de João Pessoa, foi fundado em 9/11/1949 e em 1954 disputou pela primeira vez o Campeonato Paraibano, na época chamado de “Misto”, por ter times profissionais e semiprofissionais. Ao longo de cinco décadas, o clube estabeleceu um recorde: participou ininterruptamente de 39 edições do Campeonato Paraibano, aproveitando-se de crises políticas e financeiras que acometeram os quatro grandes campeões do Estado ainda na ativa – Botafogo, Campinense, Treze e Auto Esporte -, que deixaram de jogar um ou outro campeonato.

O recorde do Santos de Tereré só foi batido por um desses quatro em 2013, quando o Botafogo alcançou a marca de 40 edições consecutivas jogando o campeonato.

Ao longo dos tempos, o Santos quase sempre foi figurante no campeonato, fazendo-se presente na parte de baixo da tabela, na companhia de times como Nacional de Cabedelo e Santa Cruz de Santa Rita. Contudo, ano sim ano também o Santos estava lá.

A partir dos anos 2000, o clube preferiu manter apenas categorias de base e abandonou o futebol profissional. O campo que o clube possui hoje situa-se no bairro Ernesto Geisel, em João Pessoa, podendo ser visto aqui, no Google Street View.

Recentemente, o clube foi lembrado em uma crônica no site Esporte São José do Sabugi pelo colunista Francisco Serpa, cuja reprodução autorizada segue abaixo:

Crônicas do Serpa: O Santos de Tereré

O mundo possuía o Santos de Pelé e companhia, um time que ganhava todos os campeonatos que disputava, aqui e em alhures; João Pessoa desfrutava do Santos de Tereré, um time que não ganhava campeonatos mas jogava com bastante raça e formava e ainda forma jovens para a vida.

Três desportistas sonhadores, Jonatas Figueiredo de Souza, Renato Queiroz Fernandes e José Walter Marinho Marsicano, no dia nove de setembro de 1949, sentados em uma Praça localizada na Rua Odon Bezerra, Tambiá, em frente ao atual prédio da Federação Paraibana de Futebol fundaram o Santos Futebol Clube de João Pessoa. Não resta dúvida que a escolha do nome foi uma singela homenagem ao time paulista.

Por muitos anos o Santos Futebol Clube disputou a primeira divisão do campeonato paraibano de futebol com equipes modestas, utilizando jogadores jovens e prata da casa. Era um misto de juvenil com amador com garra e vontade competindo com os profissionais. Onde faltava recursos e meios, sobrava improvisação e disposição.

O seu eterno presidente José Walter Marsicano, que era conhecido por Tereré, dedicou-se tanto ao clube que o seu apelido foi incorporado pelo time, quando passou a ser carinhosamente denominado pelo torcedor e pela imprensa como o “Santos de Tereré”. Ele presidiu a agremiação por mais de trinta anos e nutriu no seio de sua família o amor pela agremiação, deixando o seu filho Leonardo Menezes Marsicano e o neto Leonardo Filho comandando a agremiação e não deixando o sonho acabar.

Vários jovens foram revelados nos quadros da base do Santos Futebol Clube e que posteriormente vestiram a camisa de times considerados grandes no estado e em centros maiores. Quem não se lembra do atacante “Zito Camburão”, do ponta esquerda “Vandinho”, do goleiro “Ademar”, do centroavante “Ary”, de “Marcos do Boi “ e tantos outros que a memória não recorda?

Em 1998 a agremiação resolveu suspender as suas atividades do departamento de futebol profissional, e dedicar-se exclusivamente as categorias de base que funcionam no seu centro de treinamento localizado no Bairro do Geisel, disputando anualmente todas as competições oficiais: desde fraudinha aos juniores.

Entre os títulos conquistados no futebol pelo Santos Futebol Clube, dois são bastante lembrados por seus dirigentes, o primeiro foi o título invicto do campeonato amador, quando seu treinador era o comentarista esportivo Ivan Bezerra Cavalcante, o segundo foi a conquista da segunda divisão do campeonato paraibano.

Como não poderia deixar de ser o Santos enfrentou várias crises durante a sua existência, em uma delas o time foi derrotado por 10 x 0 pelo Treze Futebol Clube, em Campina Grande. Nesse dia ninguém se entendeu, nem dentro nem fora de campo, e a discussão foi tão grande que no retorno esqueceram de trazer o material de jogo, que ficou na Rainha da Borborema.

Mesmo reconhecendo as dificuldades e a falta de políticas públicas destinadas aos clubes de futebol, em particular, aos pequenos, o sonho dos herdeiros de Walter Marinho Marsicano, o “Tereré”, é reativar o departamento de futebol profissional do Santos e voltar a disputar a primeira divisão, como nos bons e saudosos tempos.

Francisco Di Lorenzo Serpa
Membro da API, UBE e APP
falserpa@oi.com.br

O post original pode ser acessado aqui. Vale a pena visitar as outras colunas do Serpa, com várias histórias do futebol da Paraíba.

Assim como o caso do Floresta de Rio Branco/AC, o Santos de Tereré é mais um caso de clube que se confundiu com seu quase eterno mantenedor, e certamente há milhares de casos parecidos Brasil afora.

 

Olá amigos, trago a todos mais uma novidade do futebol paranaense. Depois de muita pesquisa, de várias ligações, mensagens, recados, meses de labuta, finalmente consegui todas as informações dessa equipe. Aproveitem e saboreiem. Lembrem-se, caso forem reproduzir parte das informações aqui disponibilizadas, citem a fonte e autor.

 

O Bosch Esporte Clube é uma agremiação do município da lapa-PR. A equipe foi fundada em 15 de Agosto de 1984. A equipe tem sua sede na Rua Mal. Floriano Peixoto nº 979 no centro da cidade. Tradicional equipe amadora do município, campeão por várias vezes em todas as categorias amadoras, participante de algumas Taças Paraná tentou o profissionalismo em 2001 na 4º Divisão Paranaense. Após este campeonato semi-profissional a equipe voltou a suas atividades amadoras.

O Bosch E.C. foi formado pela família Bosch como um grêmio recreativo da Metalúrgica Bosch, empresa pertencente a família. O interessante notar que nos primeiros anos o uniforme da equipe não utilizou escudo em suas camisas, mas sim apenas a logomarca da empresa.

Algumas imagens da equipe:

Uma das primeiras formações. Esta é de 1985.

Bosch esporte clube – Campeao da liga Municipal da Lapa

Equipe campeã amadora da Lapa em 2008

Time vice-campeão de veteranos em 2012

Esclarecimento: O escudo abaixo circula como sendo do Bosch E.C., contudo em nenhum momento o mesmo foi citado ou apareceu nas fotos. O Sr. Tadeu o desconhece, informando que certamente seja falso.

Escudo provavelmente falso que circula na internet

Fonte:

Arquivos de Tadeu Bosch

 

Em 15 de agosto de 1910, em Alfredo Chaves 81 km de distância da capital Vitória, região com forte influência de italianos,  nascia o primeiro clube capixaba de futebol,  o Alfredense Football Club, fundado por Carlos Soares Pinto, filho de militar, teve como sua primeira formação : Pedro Bonacossa, Theobaldo de Oliveira Pinto, Ronaldo Boanova, Públio Bellotti, José Bosio, Resk Caroni, José Pitanga dos Santos, Carlos Soares Pinto, José Fernandes Pinto, Luiz Saudino, José Organ, Luiz Villar, Aníbal Cardoso, Ivo Roversi, Luiz Franzotti, Antônio Soares Pinto Júnior e Zeferino Casoti. Nasceu nas cores vermelho e branco.

 

Alfredo Chaves escudo atual

Em 02 de maio de  1949 foi registrado na federação do estado com o nome de  Esporte Clube Alfredo Chaves, nas cores preta e branca. Sua ultima aparição na série A estadual foi em 1996, onde obtiveram ótima campanha, chegando ao quadrangular final mandando suas partidas no estádio: Carlos Soares Pinto (Estádio das Oliveiras). Jogaram o estadual série A de 1991 até 1996.

 

Em 1992 o Alfredo Chaves também fez grande campanha chegando as semi finais perdendo para a Desportiva Ferroviária que contava com Washington ex-Fluminense o mesmo do casal 20, e Andrade ex-Flamengo e foi a campeão capixaba daquele ano e havia conseguido o acesso a série A do brasileiro no 1º semestre.

 

 

 

Uma grande curiosidade :

Os trabalhadores do político Colombo Guardia, constituíram um segundo clube, chamado Usina Futebol Clube, para que  o Alfredense conseguisse  jogar com um time adversário.

 

 

 

 

 

Campanha de 1996

 

1ª Fase

 

Muniz Freire 4×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 4×2 Rio Pardo

Alfredo Chaves 3×1 Comercial

de Alegre

Mimosense 1×1 Alfredo Chaves

Rio Branco / Venda Nova 0×3 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 1×1 Muniz Freire

Rio Pardo 2×1 Alfredo Chaves

Comercial de Alegre 1×2 Alfredo Chaves

Muniz Freire 3×0 Mimosense

Alfredo Chaves  1×0 Mimosense

Alfredo Chaves 3×2 Rio Branco / Venda Nova

Decisão Primeira Fase (Grupo Sul)

Muniz Freire 0×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves qualificou para a fase final

 

Segunda Fase

Rio Branco da Capital 1×0 Alfredo Chaves

Vitória 1×2 Alfredo Chaves

Linhares 2×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 1×1 São Mateus

Alfredo Chaves 1×0  Desportiva

Alfredo Chaves 2×1 Colatina

 

Quadrangular final

Linhares 2×1 Alfredo Chaves

Desportiva 3×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves 2×1 Rio Pardo

Alfredo Chaves 2×2 Linhares

Alfredo Chaves 0×2 Desportiva

Rio Pardo 1×1 Alfredo Chaves

Alfredo Chaves foi o 3º colocado neste estadual, atrás apenas de Desportiva

Ferroviária(série B do brasileiro) campeão e Linhares(semi finalista da Copa do

Brasil) vice campeão,

 

 

Fonte: Alfredo Chaves – Uma visão histórica e política. Hésio Pessali. Alfredo Chaves – ES; 2010

 

O itinerário do Esporte Clube Biguaçu não para. Fundado em 16 de junho de 2011, o clube, no mesmo ano conquistou o Campeonato Catarinense da Segunda Divisão. Em 2012, já na Segunda Divisão, o clube realiza uma campanha mediana ficando em 6º lugar.

Em 2013, alegando falta de investimento da região, o clube muda-se para a cidade de Canoinhas, reativando o nome fantasia do extinto Clube Atlético Canoinhas. Na disputa da Segundona o Canoinhas acaba ficando na 9º colocação entre 10 clubes.

Ainda na Segundona, em 2014, o Clube Atlético Canoinhas realiza novamente uma péssima campanha, ficando em 9º lugar, ficando apenas a frente da Caçadorense, que perdeu 3 pontos na competição.

Utilizando o mesmo CNPJ do ano de fundação (08.766.329/0001-70), o Canoinhas muda muda para a cidade de Mafra, agora com uma nova razão social Esporte Clube Operário de Mafra, herdando assim a torcida do Clube Atlético Operário. Com essa dominação o clube irá disputar a Segunda Divisão do Catarinense (Série B).

Fonte: Wooki / Infoplex / receita.fazenda.gov.br / rsssfbrasil.com / https://www.facebook.com/groups/SerieBCatarinense / fcf.com.br / https://www.facebook.com/pages/EC-Operário-Mafra / https://www.facebook.com/pages/Canoinhas-Atletico-Clube / https://www.facebook.com/ECBiguacu

 

A fundação do Clube Náutico Almirante Barroso, originou-se de um descontentamento de cerca de 40 membros da diretoria do Clube Náutico Marcílio Dias, que não concordaram com a eleição da madrinha dos dois primeiros barcos (Yoles) adquiridos pelo Marcílio Dias.
Este grupo de descontentes se reuniu em um dos salões do então Grande Hotel, e acabaram fundando o Clube Náutico Almirante Barroso. Esta reunião aconteceu às 18 horas do dia 11 de maio de 1919. Neste mesmo dia foi homologada sua primeira diretoria oficial com o Presidente de Honra o Comandante Carlos N. Abreu.

Remo
Desde a fundação do clube até 1940, a atividade principal da entidade era o remo, que teve uma trajetória brilhante, obtendo expressivas conquistas, dentre elas destaca-se os campeonatos estaduais de 1920, 1921,1927 e 1928.

Futebol
O futebol entrou na historia do clube por volta de 1940, em 1949 foi feita uma fusão com o time do Lauro Müller (que havia sido campeão estadual em 1931). Neste mesmo ano o Clube Náutico Almirante Barroso conquistou o titulo de campeão Itajaiense. Esta fusão foi desfeita alguns anos depois. (O futebol encerrou suas atividades profissionais em 1971).

Estádio
Em 1956, na administração do presidente Camilo Mussi foi inaugurado o Estádio no terreno adquirido no período da gestão do Dr. Camilo. (Hoje denominado Estádio Dr. Camilo Mussi), onde foi construída a sede social.

Fonte: http://itajaifc.blogspot.com.br

 

Charles Miller sempre é lembrado como o introdutor do futebol do Brasil. Ainda que ele não tenha sido o pioneiro a bater a sua bolinha por aqui, ele merece todas as considerações. Afinal, ao trazer a bola e as regras da Inglaterra, o paulistano ajudou a institucionalizar o esporte. Porém, chamar o homem de longos bigodes “apenas” de pai do futebol brasileiro é desconsiderar toda a sua caminhada. Miller era muito, mas muito mais do que isso. Ele também se consagrou como o primeiro craque e o primeiro artilheiro do Brasil, assim como também foi decisivo para criar o primeiro time e o primeiro campeonato.

Nos parágrafos abaixo mostram pontos históricos para o desenvolvimento do futebol brasileiro. Além de locais de jogo, também estão destacados os primeiros clubes que fizeram a história do futebol no país.

SÃO PAULO
Associação Atlética Ponte Preta (Campinas-SP)
O segundo clube mais antigo ainda em atividade e o primeiro de maneira ininterrupta, a Ponte Preta surgiu em 1900. Também foi um dos primeiros times brasileiros a escalar jogadores negros.

Colégio São Luís (Itú-SP)
No prédio onde hoje funciona um quartel do exército, existia o Colégio São Luís. O local é considerado um dos primeiros a trazer o futebol para o Brasil, ainda na década de 1880. O esporte ganhou os seus principais traços no local em 1887.

Parque Antarctica (São Paulo-SP)
O atual terreno do Allianz Parque recebeu a primeira partida oficial da história do futebol brasileiro. Mandante no campo da Companhia Antarctica Paulista, o Germânia foi derrotado pelo Mackenzie, na rodada inicial do Paulistão de 1902.

Associação Atlética das Palmeiras (São Paulo-SP)
O Estádio da Floresta era um dos principais no início do futebol paulista. Era a casa inicial da A. A. das Palmeiras, que daria origem ao São Paulo da Floresta. Atualmente, o antigo estádio pertence ao Clube de Regatas Tietê.

Chácara Dulley (São Paulo-SP)
Antes do início do Campeonato Paulista, o campo era o principal palco de jogos de futebol no país. No local eram realizados os treinamentos do São Paulo Athletic Club, sob a batuta de Charles Miller. Atualmente, no terreno funciona a Fatec da Avenida Tiradentes, no bairro do Bom Retiro.

Sport Club Internacional (São Paulo-SP)
Formado em 1899 por dissidentes do Germânia, que não concordavam com as referências alemãs diante da presença de outros imigrantes no clube. Disputou a primeira edição do Paulista, ao lado de SPAC, Germânia, Mackenzie e Paulistano.

Várzea do Carmo (São Paulo-SP)
O local da primeira partida da história do futebol brasileiro, em 14 de abril de 1895. Atualmente, o local às margens do rio Tamanduateí é ocupado por prédios comerciais do bairro do Brás.

Associação Atlética Mackenzie College (São Paulo-SP)
Os universitários do Mackenzie fundaram o primeiro clube brasileiro para a prática do futebol, em 1898. Entre os pioneiros estava Belfort Duarte, jogador histórico e também líder do America-RJ. A equipe encerrou suas atividades em 1923.

Estádio do Velódromo (São Paulo-SP)
Onde hoje passa a rua Nestor Pestana ficava o Estádio do Velódromo, considerado o primeiro do Brasil. Inaugurado em 1892 para o ciclismo, foi adaptado ao futebol em 1901 e tinha capacidade para 5 mil espectadores.

São Paulo Athletic Club (São Paulo-SP)
O primeiro clube a jogar futebol no Brasil. Fundado em 1888, principalmente para a prática de críquete, era a equipe de Charles Miller e venceu as três primeiras edições do Campeonato Paulista. Seus treinos e primeiros amistosos eram realizados na Chácara Dulley, no Bom Retiro. Atualmente, segue em atividades amadoras poliesportivas.

Club Athletico Paulistano (São Paulo-SP)
Fundado em 1900, tornou-se o maior campeão paulista durante o amadorismo, superado pelo Corinthians apenas em 1939. Com a camisa da equipe que Friedenreich viveu os seus melhores momentos.

Sport Club Germânia (São Paulo-SP)
O atual Esporte Clube Pinheiros  surgiu em 1899 e é o segundo clube fundado para a prática de futebol, a partir dos esforços de Hans Nobling – que atuava em um clube homônimo na Alemanha. Naquele mesmo ano, desafiou o Mackenzie para a primeira partida entre clubes da história do país, um empate por 0 a 0.

Campo da Vila de Paranapiacaba (Ribeirão Pires-SP)
No caminho da estrada de ferro que ligava São Paulo ao porto de Santos, o campo é considerado o mais antigo do Brasil, surgido em 1894.

Americano Sport Club (Santos-SP)
Fundado em 1903, se tornou um dos primeiros times de fora da capital a disputar o Paulista, em 1907, ao lado do conterrâneo Internacional. O clube de Santos acabaria se mudando a São Paulo na década seguinte. Foi o primeiro brasileiro a vencer um time estrangeiro, em 1911, e o primeiro a excursionar pelo exterior, em 1913.

RIO DE JANEIRO
Fábrica Bangu (Bangu-RJ)
Local onde o escocês Thomas Donohoe bateu bola com os funcionários da Fábrica Bangu em 1894. A empresa também deu origem ao Bangu Atlético Clube, em 1904, sétimo clube mais antigo do país ainda em atividade e um dos primeiros clubes brasileiros a aceitar negros.

Rio Cricket Associação Atlética (Niterói-RJ)
A filial de Niterói do Rio Cricket carioca se tornou uma dissidência da matriz e, em 1901, disputou em sua sede aquela que é considerada a primeira partida da história do futebol carioca. Também contou com a participação de Oscar Cox.

Marina da Glória (Rio de Janeiro-RJ)
No terreno onde hoje funciona o Hotel Glória, aconteceu aquele que é considerado um dos primeiros bate-bolas relatados no Brasil, em 1874. Marinheiros ingleses realizaram a pelada no local, mas levaram a bola consigo.

Rua Paissandu (Rua Paissandu)
Em frente à residência real de Princesa Isabel, os tripulantes do navio Crimeia realizaram uma pelada em 1874. O mesmo endereço abrigou o primeiro estádio do Flamengo, a partir de 1915.

Fluminense Football Club (Rio de Janeiro-RJ)
Em 1902, Oscar Cox também ajudou a fundar o Fluminense, primeiro “clube de futebol” do Brasil a registrar suas atividades no nome. Também o primeiro dos 12 grandes a praticar a modalidade (Flamengo e Vasco já existiam, mas apenas como clubes de regatas). O Estádio das Laranjeiras abrigou o primeiro jogo da Seleção.

Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro-RJ)
O Botafogo é o oitavo clube de futebol mais antigo do país ainda em atividade, iniciando o seu time de futebol em 1904. Logo criou o clássico mais antigo em disputa, contra o Fluminense. O Estádio de General Severiano abrigou jogos dos combinados que originariam a seleção brasileira.

Paissandú Atlético Clube (Rio de Janeiro)
Fundado em 1872, o antigo Rio Cricket foi o primeiro clube a praticar o futebol no Rio de Janeiro. O principal pioneiro do esporte na capital foi Oscar Cox, filho de ingleses que estudou na Suíça e introduziu efetivamente as regras. Antes de sua chegada, alguns amistosos entre imigrantes já eram realizados no clube.

PARANÁ
Foot-ball Club Ponta-Grossense (Ponta Grossa-PR)
No campo próximo ao cemitério municipal de Ponta Grossa se disputou o primeiro jogo do futebol paranaense, em 1909 – desde o início da década, há registros de “bate-bolas” em Curitiba. O clube local recebeu o embrião Coritiba e venceu por 1 a 0, gol de Charles Wright, considerado o introdutor do futebol no estado.

Coritiba Foot-ball Club (Curitiba-PR)
Após o amistoso em Ponta Grossa, os curitibanos que participaram da partida resolveram criar o paranaense mais antigo ainda em atividade e o primeiro da capital. Em outubro de 1909, um grupo de descendentes de alemães fundou o Coritiba.

SANTA CATARINA
Gymnasio Santa Catharina (Florianópolis-SC)
A introdução do futebol em Santa Catarina se deu a partir do colégio, em 1906. O local permaneceu como único centro que praticava a modalidade no estado até 1911.

Brazilian Foot-Ball Club (Florianópolis-SC)
Em junho de 1911, o primeiro clube de futebol catarinense além do ginásio: o Brazilian. Nos meses seguintes, também nasceram o Barriga Verde Foot Ball Club e o Clube Sportivo Florianópolis, na capital, além do Itajahyense Football Clube, em Itajaí. Time mais antigo do estado na ativa, o Hercilio Luz foi criado em 1918.

RIO GRANDE DO SUL
Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (Porto Alegre-RS)
Após uma série de amistosos do Rio Grande em Porto Alegre, em 1903, surgiu o clube mais antigo de Porto Alegre ainda em atividade. No mesmo dia, também foi fundado o Fussball Club Porto Alegre, já extinto. O Tricolor é o sexto time mais antigo do país que segue na ativa.

Sport Club Rio Grande (Rio Grande-RS)
O clube mais antigo do Brasil em atividade (mas não de maneira contínua) surgiu em 19 de julho de 1900, na cidade de Rio Grande. Reuniu brasileiros, alemães e ingleses, sob a liderança de Johannes Minnemann.

Esporte Clube 14 de Julho (Santana do Livramento-RS)
A influência uruguaia permitiu que o 14 de Julho se tornasse o segundo clube gaúcho (e quarto no Brasil) ainda em atividade a disputar a sua primeira partida de futebol, em 1902.

Uruguaiana (Uruguaiana-RS)
A cidade fronteiriça, assim como Santana do Livramento, possui indícios de partidas de futebol desde o início da década de 1890. Os eventos ocorreram sob influência de uruguaios e argentinos, já iniciados no esporte.

MINAS GERAIS
Sport Club Foot-Ball (Belo Horizonte-MG)
O primeiro clube de futebol de Minas Gerais surgiu em 1904, fundado por Victor Serpa. Os estudantes que formavam a equipe também ajudaram a realizar a primeira edição do Campeonato de Belo Horizonte. Foi o primeiro adversário do Atlético Mineiro, em 1908.

Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG)
Fundado por um grupo de estudantes e de proletários, o Atlético é o clube mineiro mais antigo em atividade. Surgiu em 1908, mas só entrou em campo pela primeira vez no ano seguinte.

Villa Nova Atlético Clube (Nova Lima-MG)
Segundo clube mais antigo de Minas Gerais ainda em atividade, logo depois do Atlético Mineiro, compensou sendo o primeiro a entrar em campo, em 1908. Teve sua origem entre mineradores e operários ingleses.

ESPÍRITO SANTO
Vitória Futebol Clube (Vitória-ES)
Inspirados pelo Fluminense, um grupo de estudantes capixabas que voltou de férias à Vitória criou o primeiro time de futebol do Espírito Santo. O clube, no entanto, não tinha sede e se constituía a partir da iniciativa de seus membros.

BAHIA
Sport Club Bahiano (Salvador-BA)
No antigo Campo da Pólvora, aconteceu o primeiro jogo da história do futebol baiano, organizado por Zuza Ferreira. Já em 1903, funcionários do comércio fundaram o Sport Club Bahiano, participante da primeira edição do estadual, dois anos depois.

Sport Club Victória (Salvador-BA)
O Vitória surgiu como um clube de críquete em 1899, iniciando suas atividades no futebol apenas dois anos depois. Assim, segue como o time de futebol mais antigo do Nordeste e o terceiro do Brasil que mantém-se atuante.

SERGIPE
Sport Club Lux (Aracajú-SE)
Os primeiros relatos de jogos de futebol em Aracaju datam de 1907. Dois anos depois, um grupo de estudantes criou o Sport Club Lux, depois renomeado para Club de Football Sergipano, equipe pioneira no estado.

ALAGOAS
Sport Club Penedense (Penedo-AL)
O futebol já tinha surgido de maneira esporádica em Maceió, mas o primeiro clube perene de Alagoas é o Penedense. A equipe surgiu em 1909, um ano depois do extinto Alagoano Football Club, da capital.

PERNAMBUCO
Sport Club do Recife (Recife-PE)
O Sport segue como o clube mais antigo de Pernambuco ainda em atividade, disputando o seu primeiro jogo em 1905. Os primeiros relatos do esporte no estado vêm de 1903, em peladas realizadas por imigrantes ingleses que viviam em Recife. Embora tenha sido fundado em 1901, o Náutico só iniciou o futebol oito anos depois.

PARAÍBA
Club de Foot Ball Parahyba (João Pessoa-PB)
Os primeiros registros do futebol na Paraíba vêm de 1908, quando estudantes trouxeram a bola e as regras do Rio de Janeiro. A iniciativa impulsionou a criação do Parahyba, presente na primeira partida do estado.

RIO GRANDE DO NORTE
Sport Club Natalense (Natal-RN)
A primeira bola de futebol chegou em Natal pelas mãos de dois irmãos que estudavam na Inglaterra. A partir disso, o Natalense surgiu em 1904. A maior organização do futebol portiguar, contudo, se deu em 1915, ano de fundação do ABC, do Alecrim e do América.

CEARÁ
Football Club (Fortaleza-CE)
Há divergências sobre as origens do futebol cearense, entre a passagem de um clube inglês em 1903 e a chegada da primeira bola, com José Silveira, no ano seguinte. No primeiro dia de 1904, no entanto, apareceu o primeiro time de futebol do Ceará, o Football Club.

PIAUÍ
Parnahyba Sport Club (Parnaíba-PI)
Clube mais antigo do Piauí que segue em atividade, o Parnahyba foi criado em 1913. Inspirado nos estádios ingleses, o Estádio Petrônio Portela foi inaugurado em 1920 e era conhecido como Casa Inglesa.

MARANHÃO
Fabril Athletic Club (São Luis-MA)
Nhozinho Santos, que hoje dá nome um dos principais estádios do Maranhão, levou o futebol ao estado em 1905. Após estudar na Inglaterra, trouxe a novidade aos funcionários da fábrica têxtil onde trabalhava. Assim, criou-se o Fabril, que disputou o primeiro jogo em 1907.

PARÁ
Largo de Nazaré (Belém-PA)
O local no centro de Belém tem seus relatos de bate-bolas em 1890, antes mesmo da chegada de Charles Miller. Os rachões eram organizados por imigrantes ingleses que viviam na capital paraense.

AMAZONAS

Na ilustração: Disputa entre Brazil e Racing Club

Racing Club (Manaus-AM)
Fundado em 1906, o Racing foi idealizado por José Conduru Pacheco, maranhense que teve contato com o futebol em Manaus. Meses depois surgiu o Manáos Sport Club, criado por ingleses e principal rival do Racing.

ACRE
Xapury Sport Club (Xarupi-AC)
Os primeiros registros de futebol no Acre vêm de 1912, na cidade de Xapuri. Por lá, surgiram os dois primeiros clubes, o Xapury Sport Club e o Commercial Football Club, em 1915. Quatro anos depois, a capital Rio Branco teria as suas equipes pioneiras – o Acreano e o Rio Branco.

MATO GROSSO
Cuiabá Futebol Clube (Cuiabá-MT)
O futebol se iniciou no antigo estado de Mato Grosso em 1905. Entre 1911 e 1915, surgiram as equipes pioneiras da região: Americano, Paulistano, Royal, Internacional e Cuiabá Futebol Clube. O primeiro jogo, no terreno que hoje abriga a Câmara Municipal de Cuiabá, em 1913, com vitória do Cuiabá sobre o Internacional.

GOIÁS
Goyaz Football Club (Goiânia-GO)
As primeiras notícias do futebol em Goiás surgem em 1907, a partir da iniciativa de estudantes. Dois anos depois, fundou-se a primeira equipe da história do estado: o Goyaz Football Club. Além disso, o esporte também se desenvolvia em colégios de cidades do interior, como Catalão.

FONTE: O nascimento do futebol brasileiro em Itu (SP)
Futebol Nacional
Endereços desconhecidos em São Paulo guardam a história do futebol brasileiro
ESTADUAIS 2014 – SÃO PAULO – TODOS OS CAMPEÕES
Um passeio pelas origens do futebol brasileiro no aniversário de São Paulo
Documentário – Estádios Extintos
(SPAC) O CLUBE DOS INGLESES “120 anos de tradição”
Craque, artilheiro, técnico, cartola: Charles Miller não foi só o “pai do futebol no Brasil”
Serra do Mar: Paranapiacaba e Estrada Velha de Santos – Perguntas e Respostas
Fotos antigas do Rio de Janeiro
Parque Municipal: Berço do futebol mineiro
CAMPO DO COLÉGIO CATARINENSE – 100 ANOS

 

 

Em 2006 a Associação Portuguesa Londrinense na tentativa de conseguir maior apoio de patrocinadores e torcedores resolveu mudar de nome. Assim em  20 de abril de 2006 era fundado o Grande Londrina Futebol Clube que deveria substituir a Lusinha no campeonato paranaense da 2ª divisão daquele ano. 

Contudo a notícia não foi bem recebida pela outra equipe da cidade, o Londrina Esporte Clube. O LEC entrou na justiça contra a mudança de nome da Portuguesa, sendo apoiado por Federação Paranaense e CBF. Mesmo com a proibição nas primeiras rodadas a camisa que a Portuguesa usou era do Grande Londrina, nas demais rodadas foram usados os dois escudos.

Apesar de toda polemica inicial a Portuguesa conquistou o título da segunda divisão e garantiu vaga na elite paranaense de 2007.

Fontes:

Arquivos pessoais

http://www.flogao.com.br/tubaraomania/58594296
http://www.flogao.com.br/tubaraomania/62615946
http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/176427/
http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/199445/?noticia=IGUACU+E+PORTUGUESA+LONDRINENSE+PROMETEM+INCOMODAR
http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Paranaense_de_Futebol_de_2006_-_Segunda_Divis%C3%A3o
 

Reproduzo abaixo notícia do site da Federação Paraibana de Futebol:

Na última sexta-feira, em sua sede social, a Associação Atlética Portuguesa completou 60 anos de fundação, ocasião em que a diretoria, comandada pelo presidente Antonio Carlos de Andrade Medeiros realizou um encontro com fundadores e historiadores lusos como Benedito Honório – primeiro presidente -, Doutor, Temistocles (China), Marizio Coutinho, Ivaldo, Maninho, Mário Dornelas, Paulo Foba, além da presença de outros ilustres como Ivan Bezerra, José Araújo, Mineiro e Martinho Braço de guarda-chuva.

Um coquetel foi servido aos presentes à solenidade. O clube foi fundado em 27 de fevereiro de 1955 e já conquistou 15 títulos, inclusive o inédito de 2008, o I Campeonato Paraibano de Futebol Feminino, sendo o primeiro clube a representar a Paraíba na Copa do Brasil de Futebol Feminino. Entre os destaques da equipe, a jogadora Gleide, tendo como técnico Jorge Cláudio.

A Portuguesa já foi campeã infantil, juvenil, juniores e amador desde a sua fundação. As competições foram promovidas pela Federação Paraibana de Futebol. A Lusa também participou da Segunda Divisão de Profissionais de 1966.

Corrigindo o site da FPF: a Portuguesa participou da Segunda Divisão Mista (terceira divisão) do Paraibano em 1962 e da Primeira Divisão Mista (segunda divisão) em 1964-1965-1966-1967 e 1969.

O escudo da Portuguesa de Cruz das Armas é idêntico ao da Portuguesa carioca. Aqui pode ser vista sua sede, na Av. Cruz das Armas, em João Pessoa. No mesmo bairro localiza-se o Estádio da Graça.

 

NOME: NOROESTE FUTEBOL CLUBE
FUNDAÇÃO: 25/07/2000
SITUAÇÃO: EXTINTO
ESTÁDIO: MUNICIPAL WILLIE DAVIDS
CIDADE: MARINGÁ/PR
PARTICIPAÇÃO EM ESTADUAIS: 
2000: 3ª DIVISÃO
2001: 3ª DIVISÃO
 
CURIOSIDADE: Em 2000 EX-DIRIGENTES DO GRÊMIO MARINGÁ GEM, NÃO SATISFEITOS COM OS RUMOS DO ALVINEGRO RESOLVEM FUNDAR UM NOVO CLUBE.
 
2003 – TRANSFERE-SE PARA MANDAGUARI, MUDA SEU NOME PARA MEC-NOROESTE ESPORTE CLUBE. DISPUTA A 3° DIVISÃO ESTADUAL
2004 – MUDA-SE PARA IVAIPORÃ, MUDA O NOME PARA NOROESTE IVAIPORÃ ESPORTE CLUBE. DISPUTA A 2° DIVISÃO ESTADUAL
 
 
 

 

Escudo Oficial

 

O mais novo representante da cidade de Arapongas já possui nome e escudo. Trata-se do Grêmio Esportivo Araponguense. A equipe mandará seus jogos no estádio dos Pássaros (Mun. José Chiapin) e jogará a segunda divisão estadual. Uma curiosidade do site da equipe é a fundação: 06/06/1974. Esta na verdade é a fundação do licenciado Arapongas Esporte Clube… Vai entender esses dirigentes…

Escudo 2015 – não oficial (não chegou ser utilizado)

O Araponguense na verdade é o novo nome do Apucarana Sports LTDA. A equipe foi fundada em 2010 e já trocou de nome e cidade muitas vezes nos últimos anos, acompanhe.

2010 – Equipe é fundada com o nome de Esporte Clube Londrina. Filia-se a Liga Londrinense de Futebol, disputa os campeonatos de base da liga. Por existência de uma liminar é impedido a utilização do nome Londrina.

2011 – A equipe se profissionaliza utilizando o nome Cincão Esporte Clube. Estréia na terceira divisão paranaense. É vice e garante vaga na segunda divisão.

2012 – Estreia na segunda divisão, termina o campeonato em segundo lugar, o que lhe garantiria uma vaga na elite, contudo a equipe perde pontos por utilizar jogador irregular e perder a vaga na elite.

2013 – Joga a segunda divisão mais uma vez, mas não faz boa campanha.

2014 – O cincão E.C. faz fusão com o Roma Apucarana e passa a denominar-se Apucarana Sports LTDA. faz uma campanha mediana na segunda divisão. Ao final do ano, alegando falta de apoio em Apucarana e aproveitando-se do licenciamento do Arapongas E.C.  transfere-se para Arapongas mudando seu nome para Grêmio Esportivo Araponguense.

 

Fontes:
- Arquivos pessoais,
- Site redação em campo, 
- http://blogs.odiario.com/jorgejunior/2010/07/07/novo-time-sera-altamente-profissional/
- http://gremioaraponguense.com.br/clube/
- https://www.facebook.com/GremioAraponguense
 

Novo escudo

O Foz do Iguaçu F.C. apresentou um novo escudo para esta temporada. A equipe reestreia na primeira divisão após 5 temporadas na segunda divisão. O clube foi fundado em 09 de fevereiro de 1995 com o nome de Associação Esportiva Recreativa Auritânia. Em 2006 a equipe foi profissionalizada e passou a jogar a segunda divisão estadual utilizando o nome Auritânia/Foz do Iguaçu Futebol Clube. Alcançou a elite em 2009, contudo a equipe não faz boa campanha e é rebaixada. Beneficiado pela desistência do Arapongas Esporte Clube, foi promovida a 1ª divisão por ter ficado em 3ª lugar na segunda divisão de 2014.

 

Escudo 2006-2014

Fontes:

Arquivos pessoais, FaceBook da equipe, futebolparanaense.net.

 

 

ASSOCIAÇÃO ATHLETICA DAS PALMEIRAS

FUNDAÇÃO: 9 de novembro de 1902

 

Na vida do futebol paulista este nome reúne lembranças e um importante contexto de campeão.

No final de 1902, quando o futebol paulista já engatinhava a passos largos, com o primeiro campeonato paulista em seu final, um grupo de rapazes de uma determinada região da cidade se preparava para fundar este novo clube. Entre os moços que frequentavam o Velódromo nas tardes de domingo e se dispunham a criar sua própria agremiação estavam Gelásio Pimenta, José Pinto e Silva, Francisco de Salles, Collet e Silva, Francisco Correia, Persy Corbett, José de Barros, Mário Mendes, Jorge Collet e Fernando Ferreira da Rosa.

E, com efeito, a 9 de novembro de 1902, era fundada a ASSOCIAÇÃO ATHLETICA DAS PALMEIRAS, cujas cores adotadas foram preto e branco.

O clube abrigava na sua constituição algumas das principais famílias da cidade. Sua característica de time elitista pode ser comprovada pelo fato de que, até 1915, só doutorandos, engenheiros e Bacharéis em Direito podiam jogar pelo time.

Os fundadores moravam no bairro de Santa Cecília e Palmeiras. Ali não existiam as ruas de hoje e a Avenida Angélica era quase toda mato. No meio destes terrenos existia um campo cercado de matas e verduras.  Mas era o local propício para ser erguido o “ground” (campo de futebol).

Era necessário capinar e transformar o terreno num campo de futebol, o que foi feito e em 1903 já os “bravos rapazes” nele se exercitavam e jogavam bola. Os mais entusiastas – diz a história – eram Mário Mendes (antigo goleiro do Mackenzie College, Aquino Collet, Corbett, Eugênio Lefevre, Pinto Silva e Braga, que vieram a constituir o primeiro elenco da nova Associação.

Em princípio a Associação Athletica das Palmeiras enfrentava o Segundo Time do Club Athletico Paulistano, o que já era uma honra pela fama alcançada e categoria do tradicional clube. E não fazia feio, perdendo por dois gols e um de diferença apenas. Formou-se uma grande amizade e os jogos se sucediam nas datas em que não existiam as competições oficiais no Velódromo.

E nesse mesmo ano de 1903 foi realizado um Campeonato de Segundos Quadros, reunindo equipes do Paulistano, do Mackenzie, do Internacional, do Germania e da Palmeiras. E sabem que ficou no segundo posto, o novo clube que nascia para o futebol. Uma linda conquista. Em 1904 novo Campeonato de Segundos Quadros e outro brilhante vice-campeonato da A.A. das Palmeiras.

Chega a temporada de 1905.

A LIGA resolveu aumentar o número de concorrentes a “Taça Penteado”, ou seja, o Campeonato Paulista de Primeiros Times. A Associação Athletica das Palmeiras se candidata junto com o Clube Atlético Internacional, da cidade de Santos, pioneiro do futebol naquele centro.

Em virtude disto houve um Torneio de Seleção e a representação do alvinegro saiu vencedora (4 a 0) conquistando merecidamente a vaga. Experimentou inicialmente alguns revezes, ficando em último lugar.

A CAMPANHA NA ESTRÉIA

07 – maio – contra o Internacional – empate 0 a 0

21 – maio – contra o São Paulo Athletic – derrota – 1 a 2 – gol de Aquino

22 – junho – contra o Mackenzie – derrota – 6 a 0

09 – julho – contra o Germânia – derrota – 2 a 1 – gol de Eugênio

23 – julho – contra o Internacional – derrota – 2 a 1 – gol de Faria

13 – julho – contra o São Paulo Athletic – vitória 3 a 0 – gols de Aquino, Neves e Faria

27 – agosto – contra o Paulistano – derrota 3 a 1 – gol de Neves

10 – setembro – contra o Germânia – derrota – 7 a 1 – gol de Acácio

23 – setembro – contra o Mackenzie – derrota – 5 a 2 – gols de Aquino e Faria

OBS: todos os jogos foram realizados no campo do Velódromo

Mas depois deste campeonato se verifica um fato importante na vida do clube. Verifica-se uma cisão no Club Athletico Paulistano, liderada por Jorge Mesquita. E alguns desportistas como José Egydio, Raul Guimarães e Plinio Rubião deixam o clube do Jardim América ingressando na Associação Athletica das Palmeiras. Quem se desgosta com o fato é o grande palmeirense Aquino que abandona o clube.

E então o clube inicia sua trajetória gloriosa. Inicia o campeonato de 1906 vencendo o São Paulo Athletic por 2 a 1 e se consagra a 10 de junho ao vencer o C.A. Paulistano, campeão de 1905, por 3 a 2. E termina o campeonato apenas dois pontos atrás do S.C. Germânia, campeão daquele ano. Mas, numa crise com a Liga, acabou eliminada no final do certame, com dois jogos a cumprir, face um caso na partida contra o Internacional. E, por isso, ficou ausente dos Campeonatos de 1907 e 1908.

Mas em 1909 haveria de fazer um retorno vitorioso. Chegou ao final do campeonato empatada com o C.A. Paulistano.

Foi necessário um desempate. E, na tarde de 5 de dezembro de 1909, no Parque Antárctica, então campo do Germânia, a A.A. das Palmeiras iria  derrotar o famoso C.A. Paulistano por 2 a 1, conquistando assim seu primeiro título paulista de futebol.

Em 1910, com apenas dois pontos perdidos, o clube de Rubião voltou a ser campeão paulista.

Nova cisão e novo afastamento da Liga, desta vez em definitivo. Ficou de fora nos campeonatos de 1911 e 1912 e somente retornou às atividades em 1913, na nova entidade que surgia. Era a APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos).

E, finalmente, em 1913, num campeonato de três clubes apenas, ficou em terceiro e último lugar, atrás do Paulistano e do Mackenzie.

Em 1914 – ano da A.A. São Bento – ficou em penúltimo lugar, a frente apenas do Scottish Wandereres F.C.

Mas ressurgiu das cinzas em 1915, para conquistar invicta o título da APEA, com apenas um ponto perdido a frente, do Mackenzie e do Paulistano.

A.A. das PALMEIRAS – Campeã de 1915

 

No fim de sua vida no futebol, a A.A. das Palmeiras alcançou as seguintes colocações:

1916 – última colocada (APEA)

1917 – 5º lugar (APEA)

1918 – 4º lugar (APEA)

1919 – última colocada (APEA)

1920 – 8º lugar (APEA)

1921 – Penúltimo lugar (APEA)

1922 – 5º lugar (APEA)

1924 – desclassificada para o 2º turno (APEA)

1925 – retirou-se do campeonato e se desligou da APEA

1926 – 5º lugar – (Liga de Amadores)

1927 – último lugar – (Liga de Amadores)

1929 – último lugar – (Liga de Amadores)

A partir de 1930 não mais existiu a Associação Athletica das Palmeiras, a qual foi extinta. Seus dirigentes se juntaram a outros do Club Athletico Paulistano e fundaram o São Paulo Futebol Clube, que adotou as cores das duas agremiações em fusão.

 

FONTES:

Texto extraído do periódico Popular da Tarde, dos anos setenta, na sua íntegra. Obs: não consta do texto o nome do autor.

Fotos e camisas: colecionadores de camisas de futebol e wikipedia

 

A Associação Atlética Sucrerie foi fundada em 8 de fevereiro de 1914 por funcionários da Société Sucrerie Brasiliene que era de origem francesa e dona do Engenho Central na Vila Rezende.

Segundo dizem, Angelo Filipini um dos seus fundadores confeccionou o primeiro carimbo do clube a mão, fazendo uso de um canivete.

Em 1942 em virtude da 2° Grande Guerra Mundial, por imposição governamental, os clubes com nomes estrangeiros foram obrigados a adotar nomes brasileiros, assim a A.A. Sucrerie passou a se chamar Clube Atlético Piracicabano.

Um dos grandes rivais do XV de Piracicaba foi um dos pioneiros do profissionalismo no interior e disputou a 2° divisão (atual série A2) até o ano de 1954, deixando o profissionalismo em 1955.

Por suas fileiras passaram grandes jogadores como Pepino, Rabeca, Strauss, Coringa (recebeu o Belford Duarte da CBD por nunca ter sido expulso), Tito Ducatti (o seu maior artilheiro), Benedito Julião que jogou muitos anos no Corinthians e chegou a ser convocado  para a Seleção Brasileira e Cuíca, ou melhor, Mazzola, campeão Mundial em 1958 na Suécia.

Foto do mestre Idálio Filetti, provavelmente dos anos 1940. Mostra a torcida do Estádio Dr. Kok. Interessante é saber que o estádio surgiu por intercessão de alguns desportistas, sendo a maioria deles funcionários do Engenho Central, que solicitaram emprestado terreno situado na av. Dona Francisca, através de seu proprietário Dr. Holger Jensen Kok, então diretor superintendente da Societé de Sucreries Bresiliennes – Engenho Central. No início do século passado, locou a área por valor ínfimo, para que pudessem construir um campo de futebol.

Uma campanha destinada a arrecadar fundos para a compra da área do estádio, foi desencadeada pelo Sr. Lázaro Pinto Sampaio, que contatou fornecedores, industriais, comerciantes, proprietários de engenhos, usineiros etc, além de contribuições dos funcionários da empresa Dedini S/A, a fim de buscar as verbas necessárias para a compra do referido terreno. Assim foi possível a efetivação da aquisição da área que foi denominada ESTÁDIO DR. KOK, em homenagem à memória do nobre ilustra patriarca, no dia 5 de agosto de 1941.

A foto mostra a sede administrativa do Clube Atlético Piracicabano, nos anos de 1960. Situava-se na avenida Barão de Serra Negra, ao lado da praça da Igreja Imaculada Conceição, na Vila Rezende. O clube representou por muitas décadas os rezendinos, senão toda Piracicaba. O prédio não existe mais.

Atualmente, o Clube Atlético Piracicabano possui sua sede na Avenida Brasília, número 571, no bairro de Vila Rezende, nessa cidade.

Clube Atlético Piracicabano em uma de suas formações no ano de 1956

                                    Outro modelo de escudo da Associação Atlética Sucrerie

 

Fontes:

fotoeahistoria.blogspot.com.br de Edson Rontani Junior

educandopeloesporte.com.br

Esporte Ilustrado – edição número 193 do dia 18 de dezembro de 1941

 

 

 

 

ITATIBA – “Princesa da Colina”

Situada a 80 km de São Paulo, na Serra da Jurema, Itatiba – que em tupi-guarani significa muita pedra, ou  “ajuntamento de pedras” (itá = pedra + tyba =ajuntamento), é carinhosamente chamada por seus moradores de ‘Princesa da Colina’, título que conquistou por seu relevo acidentado.

 

ITATIBA ESPORTE CLUBE

Data de fundação: 5 de março de 1937

Endereço da sede: Rua Piza e Almeida nº 592.

Endereço do estádio: Rua Jundiaí nº 360

Inicialmente chamou-se JUVENIL ITATIBA e posteriormente JUVENIL ITATIBA ESPORTE CLUBE. Somente em junho de 1940 passou a ser oficialmente chamado de ITATIBA ESPORTE CLUBE.

FUNDADORES DO ITATIBA ESPORTE CLUBE

Danton Ernesto de Lima, Alcides Gilli, Luís Machado, Vitório Polesi, José Casanova Neto, Armando e Luís Carra, Valter Schiavinatto, Ítalo e José Sesti, Jácomo Bedani, Osvaldo Coletti, Onofre “Pipi”, Alberto Passador, Joanin Prevedel, Anísio Consoline, Vai-Vai, Gervásio Dian, Varguinha, Nelito, Wilson Gianini, Onofre, Máximo Panzarin,Carleto, Dito Lau, Rabelo(de Jundiaí), Orestes Paganini, King, Valdomiro Mendonça, Carnevale, Zepo, Juca Machado, Luciano Cremonese, Orlando Marcondes “Pagode”, Acácio Panzarin, Luís Labriola, Caio Pires de Morais, Antonio Marciano, Wilson Rela, Pedro Dian, Campana, Juca e Benedito.

A PRIMEIRA DIRETORIA

 • Presidente de Honra: Paulo Abreu

• Presidente da Diretoria: Dr. José Fachardo Junqueira

• 1º Vice-Presidente: Dorival Moura Leite

• Secretário Geral: Dr. João B. Ottoni Bastos

• 1º Secretário: Octávio Pupo da Silveira

• 2º Secretário: Geraldo Ferraz Mello

• 1º Tesoureiro: José Faggiano Junior

• 2º Tesoureiro: Álvaro da Costa Saraiva

• Diretor Esportivo: Bruno Lazzarini

• Técnico Esportivo: Antonio Marrasco

• Conselho Consultivo: Luiz Machado, Armando Gianini E. Antonio Saccardi

No dia 20 de abril de 1941, aconteceu o primeiro jogo da nova fase do clube, contra o Marinheiros da Lapa, de São Paulo.

Ao time visitante foi pago 80$000 e a renda do jogo foi de 154$000. O técnico rubro-negro era Antonio Marrasco e o Itatiba E.C. venceu o jogo… É o que consta da ata do clube. Só esqueceram de colocar o placar!

Participações em campeonatos estaduais:

Terceira Divisão (atual  série A3) – seis vezes]

- 1961 – 1962 – 1963 – 1964 – 1965 – 1966

Quarta Divisão (atual série B) – uma vez

- 1960

Uma das formações do Itatiba Esporte Clube durante o ano de 1960

Hino Oficial do ITATIBA EC – “Vermelho e Preto”

Autor: Zé Beléu, na verdade José Manoel da Silveira Franco

Quem vem de lá,
Sou eu morena,
Abra a porteira
Que eu quero passar.

Vermelho e preto
Sinal de guerra
É o ITATIBA
Que estremece a terra!

No canto do rouxinol,
Anunciando a nossa chegada
Somos onze corações de ouro
Que entram em campo
E picam o couro

Quem vem de lá,
Sou eu morena,
Abre a porteira
Que eu quero passar.

Vermelho e preto
Sinal de guerra
É o ITATIBA
Que estremece a terra!

Evolução de escudos do Itatiba Esporte Clube

 

Fontes:

Prefeitura Municipal de Itatiba

Site do clube

A História do Itatiba Esporte Clube de Celso Fernando Catalano

Evolução de escudos: Virgínio Saldanha

 

Segue em primeira mão o primeiro escudo da Associação Desportiva Leônico de Salvador/BA. A equipe foi fundada em 03 de abril de 1940 por um grupo de funcionários da Carl Leoni & Co., por isso o nome da agremiação. Seu primeiro nome foi Leônico Futebol Clube.

Leônico Futebol Clube: vice-campeão da 2ª divisão de amadores

A mudança de nome ocorreu entre os anos de 1958/1959. Estreou no profissionalismo em 1960.

O fato mais importante da história do clube foi a conquista do campeonato baiano de 1966 após derrotar o Vitória em um jogo desempate.  Mesmo sem disputar o primeiro turno do Campeonato Baiano, o Leônico foi campeão do segundo; enfrentou o Vitória na final. Após uma vitória para cada, foi realizado um jogo-desempate decisivo na Fonte Nova, onde o Leônico bateu o adversário por 2×1 e sagrou-se campeão baiano. Ganhou aí o apelido de “Moleque Travesso”.

Escudo utilizado por muitos anos pela equipe

Novo escudo

Após 15 anos inativo a equipe voltou ao cenário futebolístico em 2007.

FONTES:

Livro “Leônico 50 anos” - Guiovaldo Veiga (1990)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Associa%C3%A7%C3%A3o_Desportiva_Le%C3%B4nico
 
Escudo e uniforme do Leônico Futebol Clube desenhado por Sergio Mello.
 

O União Agrícola Barbarense Futebol Clube, da cidade de Santa Bárbara d´Oeste, Estado de São Paulo, está completando neste dia 22 de novembro de 2014, cem anos de vida.

Os apelidos “Leão da Treze” ou “Alvinegro da 13 de Maio” é uma alusão ao endereço onde sua sede está instalada: Rua Treze de Maio número 1269.

 

História

Fundado no dia 22 de novembro de 1914, inicialmente com o nome de União Foot-Ball Club, a equipe de Santa Bárbara d’Oeste teve diversos nomes até chegar ao que ostenta atualmente. Em 1918, passou a se chamar Athlético Barbarense Foot-Ball Club e, um ano depois, se chamou Sport Club Athlético Barbarense. No ano de 1920, o clube se fundiu com o 7 de Setembro da Fazenda São Pedro e, mais uma vez, alterou seu nome: Sport Club União Agrícola Barbarense. Por fim, ainda naquele ano, passou a portar a denominação que tem até hoje: União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

No ano seguinte da definição do nome, em 1921, o União Barbarense se registrou na APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), que comandava o futebol do Estado. Vinte anos depois, em 1941, filiou-se à Federação Paulista de Futebol, ainda como amador, e no ano seguinte passou a ser membro da LBF (Liga Barbarense de Futebol), entidade do município de Santa Bárbara d’Oeste.

Apenas em 1964 é que o clube se profissionalizou nos quadros da Federação Paulista de Futebol e sua estréia não foi das mais felizes diante de Alumínio: derrota por 3 a 1 em partida válida pela 3ª Divisão de Acesso. Nesta partida, o autor do primeiro gol da equipe como profissional foi o atacante Mané de Campos. Três anos depois, o União decidiu adotar o “Leão da 13″ como mascote do clube, em homenagem aos torcedores fiéis que apoiavam com garra o time (como leões) e à sede do clube, na Rua Treze de Maio.

O primeiro título do clube foi conquistado em 1946, quando ainda era amador, o de campeão da cidade pela Liga Barbarense de Futebol. Dois anos depois, mais uma conquista: Campeão amador da região, disputando o Campeonato Paulista do Interior pela FPF. Foi tricampeão da “Taça Cidade de Santa Bárbara” nos anos de 1957, 1961 e 1963. Nessse período, mais precisamente em 15 de novembro 1959, o Jornal D’Oeste publicou a composição do Hino Oficial do clube, de autoria do Professor José Dagnoni (letra) e Hermosa Hadad Baruque Murbach (música). Em 1967, já como profissional, foi Campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando o acesso à 1ª Divisão (uma abaixo da divisão principal).

A partir daí, o clube conquistou alguns títulos regionais, como o Torneio Intermunicipal Americana x Santa Bárbara d’Oeste em 1973 e passou por bons e maus momentos. Depois de ficar alguns anos sem disputar os campeonatos da FPF foi, finalmente, em 1990, vice-campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando mais uma vez o acesso à Divisão Intermediária. Em 1995 foi Campeão Paulista de Juniores da Série A3 e, em 1996, dos Jogos Abertos do Interior, com a equipe de Juniores. Em 1997, conquistou o vice-campeonato da Série A3 do Paulista. No ano seguinte, o maior trunfo até então: o título do Campeonato Paulista da Série A2 e o acesso à divisão principal estadual.

Em 1999, por terminar o Paulistão como melhor time do interior na tabela, o União Barbarense se tornou Campeão do Interior. Em 2001, foi vice-campeão da Copa Federação Paulista de Futebol e, em 2004, Campeão Brasileiro da Série C. Entretanto, um ano depois do acesso à Série B, foi novamente rebaixado à Terceira Divisão nacional, por três pontos.

Nas competições estaduais, o União Agrícola Barberense se manteve na principal divisão do campeonato paulista até 2005, quando foi rebaixado para a Série A2 de 2006. Um novo tropeço em 2006 levou a equipe à Série A3, quando terminou a competição de 2007 na décima colocação.

O estádio Antonio Lins Ribeiro Guimarães, também conhecido como “Toca do Leão” está localizado na cidade de Santa Bárbara D’Oeste, no estado de São Paulo e pertence ao União Agrícola Barbarense Futebol Clube. Seu nome foi dado em homenagem a um ex-presidente e patrono do clube. Foi inaugurado em 21 de maio de 1921 e seu primeiro jogo foi União Barbarense 3 a 1 contra o EC Concórdia de Campinas. O estádio tem capacidade para 14.914 pessoas.

O estádio está situado na Rua 13 de Maio, 1269 – Santa Bárbara D’Oeste – SP

 

 

A Torcida Uniformizada Sangue Barbarense é a principal e a maior torcida uniformizada do União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

Fundada na data de 11 de novembro de 1984, é a segunda torcida mais antiga do interior do Estado de São Paulo e a quinta, incluindo a capital.

Fontes:

História (site do clube);

Estádio (botoesparasempre.blogspot);

Foto da equipe: Gustavo Belofardi;

Mascote: flogao

 

 

Em 5 de agosto de 1997, foi disputado em Firenze na Itália o 4º Trófeu Cecchi Gori, que contou com a presença da AC Fiorentina, SS Lazio e Grêmio Esportivo Sãocarlense. Foram disputadas 3 partidas de 45 minutos cada uma, conforme o regulamento da disputa do Troféu.

Escalação dos clubes e jogadores que participaram da disputa do troféu

Fiorentina: Toldo; Padalino, Firicano, Mirri; Kanchelskis, Piacentini, Cois, Bettarini; Oliveira, Dionigi, Robbiati. (Reservas: Fiori, Falcone, Bartoloni, Bigica, Serena, Amoroso, Rui Costa, Benin, Flachi, Batistuta, Mussi) – Técnico: Alberto Malesani

Lazio: Marchegiani; Negro, Nesta, Lopez, Chamot; Fuser, Venturin, Jugovic; Mancini; Signori, Böksic. (Reservas: Orsi, Favalli, Grandoni, Pancaro, Gottardi, Marcolin, Nedved, Rambaudi, Buso, Casiraghi) – Técnico: Sven-Göran Eriksson.

Sãocarlense: Ricardo; Vile, João Cleber, Fabio, China; Marcinho, Bernardo, Olídio; Leo, Marco Aurélio, Coshe. (Reservas: Silvio Luiz, Douglas, Roberto, Neto, Cleber, Natela, André) – Técnico: Carlos Rabello.

Árbitro 1ª partida: Cosimo Bolognino – Lazio 2 x 0 Sãocarlense (gols de Alen Bokšić aos 28′ e Giuseppe Signori aos 41′)

Árbitro 2ª partida: Gennaro Borriello – Fiorentina 1 x 0 Sãocarlense (gol de Luís Oliveira aos 5′)

Árbitro 3ª partida: Cosimo Bolognino – Fiorentina 1 x 1 Lazio (Francesco Flachi aos 28′ e Negro aos 27′), 4-3 nos pênaltis para a Fiorentina, gols marcados por Negro e Dario Marcolin (Lazio); Flachi, Andrey Kanchelskis e Pasquale Padalino (Fiorentina).

Resultado final:
Fiorentina
Lazio
Sãocarlense

Fonte: http://archive.today/aFeRb#selection-1111.10027-1111.10044 – Archive today

 

“São Carlos” sempre participou do futebol amador e profissional na quarta, terceira, segunda e primeira divisões do Campeonato Paulista de Futebol e algumas participações na Copa FPF do Estado de São Paulo com os seguintes clubes, nos seguintes períodos, como está descrito abaixo.

História
Amadorismo
O clube ‘’’pioneiro”’ do futebol na cidade de São Carlos foi fundado em 1º de setembro de 1903 com o nome de “Paulista Sport Club” e posteriormente “Paulista Esporte Clube”, era um clube muito “charmoso” e respeitado por toda a comunidade regional e paulista, foi um dos maiores clubes do interior durante várias décadas, possuía uma equipe de futebol que era temida em toda a região, e fazia frente aos grandes da capital, como quando recebia o “Clube Atlético Paulistano”, a “Società Sportiva Palestra Italia”, ou o “Clube Atlético Ypiranga”, por exemplo. Possuía estádio próprio a partir de 1926, o “Estádio Paulista” que foi palco de grandes vitórias com seu temido “esquadrão”.

No início do futebol na cidade o “Paulista Esporte Clube” mandava seus jogos no antigo e pioneiro “Estádio Derby Sãocarlense”, que ficava no “Hipódromo Sãocarlense” que pertencia ao “Derby Club”, localizado nas imediações da “Estação Ferroviária Hipódromo”. A partir de 1926, inaugurou o “Estádio Paulista” de sua propriedade, e começou a mandar seus jogos no mesmo.

Na cidade, começou a possuir rivais na década de 10; e entre eles, o “Ideal Club”, o “Palestra Itália de São Carlos”, o “Ruy Barbosa FC” e depois o “Ferroviários EC” que tinham bons times amadores, que também recebiam a “Società Sportiva Palestra Italia”, o Sport Club Corinthians Paulista” e o “São Paulo Futebol Clube” nos seus estádios.

O Paulista EC disputou durante vários anos até a década de 40 a “Liga dos Amadores de Futebol”, o “Campeonato Paulista Amador do Interior” que era um campeonato semi-profissional, e geralmente era o “campeão” da região classificatória.
Em 21 de março de 1951 foi incorporado pelo “São Carlos Clube”, juntamente com toda a área onde está hoje instalado, em uma área de aproximadamente 135 mil m², mas deixou consignado que o São Carlos Clube manteria o nome do estádio como sendo “Estádio Paulista”.

Profissionalismo
A cidade de São Carlos entrou no futebol profissional em 1956 com o “Clube Atlético Bandeirantes”, o ‘’’pioneiro”’ do profissionalismo da cidade, clube fundado em 25 de janeiro de 1941 como amador; depois juntou-se ao Bonsucesso, ao “Vila Elizabeth” e ao “União” para se fortalecer em 1955. Disputou nove campeonatos sucessivos na segunda e terceira divisões. O clube possuía “charme” com sua categoria e mandava seus jogos no “Estádio do Paulista EC” que já pertencia ao São Carlos Clube desde 1951, em 1957 mandou seus jogos no “Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira”, e em 1964 no seu último ano, mandou alguns de seus jogos no “Estádio Municipal Rui Barbosa” na Vila Nery. Infelizmente para o futebol, o CA Bandeirantes foi extinto em 1965.

Na sequência o “Estrela da Bela Vista Esporte Clube”, fundado em 12 de janeiro de 1952, entrou no futebol profissional em 1957 e disputou dezesseis campeonatos não sucessivos na quarta, segunda e terceira divisões. Mandava seus jogos no “Estádio João Ratti” de sua propriedade, no Jardim Cruzeiro do Sul (sub-distrito da Bela Vista São-carlense). O clube na realidade nunca conseguiu cativar a população da cidade para o seu lado, provavelmente devido levar o nome de um bairro, com isso não despertando o interesse do comércio, da indústria e da mídia da cidade com os apoios necessários. O clube está licenciado na FPF desde 1994.

Houve também a participação em 1957 na terceira divisão do “Expresso São Carlos Esporte Clube”, fundado em 1953, mandava seus jogos em seu estádio, que numa espetacular exibição foi ‘’’campeão”’ e subiu para a segunda divisão, mas não se sabe bem o porque o clube não tomou seu posto na segunda divisão, o clube foi extinto em 1967.

Quando da extinção do ‘’’pioneiro”’ CA Bandeirantes, o “São Carlos Clube”, fundado em 9 de janeiro de 1944, clube da “elite sãocarlense” entrou no futebol profissional em 1965 e tinha “personalidade” dentro e fora de campo, disputou cinco campeonatos sucessivos na terceira e segunda divisões. Mandava seus jogos no “Estádio Paulista”, de sua propriedade e já remodelado. Em 1966 o clube inaugurou o sistema de iluminação para jogos noturnos e subiu para a segunda divisão, fez uma grande reforma no estádio com a ajuda da população da cidade, elevando a capacidade para 8 mil pessoas, em 1967 para disputar a segunda divisão aumentou 10 mil pessoas, mas em 1970 o clube saiu do futebol profissional não conseguindo colocar a cidade na primeira divisão, deixando saudade em toda a população e um “vácuo no tempo” sem que a cidade tivesse participação no futebol profissional, apesar das várias investidas do Estrela da Bela Vista EC em alcançar exito para conseguir tomar o espaço deixado, mas infelizmente sem sucesso.

Então em 19 de março 1976 é fundado o clube “considerado” o mais importante para o futebol profissional da cidade, o “Grêmio Esportivo Sãocarlense”, (sucessor do Madrugada Esporte Clube fundado em 17 de janeiro 1974 que disputou a terceira divisão em 1975), juntos disputaram trinta campeonatos sucessivos na terceira, segunda e primeira divisões. Mandava seus jogos no “Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira”, chegou a mandar alguns jogos no “Estádio Paulista” por problemas de interdição de estádio, mas por problemas administrativos e financeiros o clube foi presumivelmente “extinto” em 2005, mas na FPF consta como licenciado. Há rumores de que o clube voltará a atividade em 2009, pois filiou-se a “Liga Sãocarlense de Futebol”.

Por fim, em 25 de novembro de 2004 um grupo de empresários da cidade fundou o “São Carlos Futebol Clube” para dar continuidade ao futebol profissional. O clube traz consigo uma grande estrutura profissional (clube empresa “limitada”) e promete levar a cidade a primeira divisão do campeonato paulista, e já em 2005 o clube foi “campeão” da quarta divisão e subiu para a terceira. Manda seus jogos no “Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira” no sub-distrito da Bela Vista São-carlense.

Clubes e participações:
“Paulista Esporte Clube”
Disputou durante vários anos até a década de 40 a “Liga dos Amadores de Futebol” do “Campeonato Paulista Amador do Interior” que era um campeonato semi-profissional, e geralmente o Paulista era o campeão da sua região classificatória.

“Clube Atlético Bandeirantes”
Segunda divisão: 1956, 1957, 1958 e 1959 – (1959 caiu para a terceira)
Terceira divisão: 1960, 1961, 1962, 1963 e 1964 – (infelizmente o clube foi extinto em 1965)

“Estrela da Bela Vista Esporte Clube”
Segunda divisão: 1973, 1974 1975 e 1976
Terceira divisão: 1957, 1984, 1985, 1986, 1987 – (1987 caiu para a quarta), 1991, 1992, 1993
Quarta divisão: 1977, 1988, 1989 e 1990 – (1990 voltou para a terceira) – (clube está licenciado desde 1994)

“Expresso São Carlos Esporte Clube”
Terceira divisão 1957: (1957 clube foi campeão e subiu para a segunda, mas foi extinto)

“São Carlos Clube”
Terceira divisão: 1965, 1966 – (1966 subiu para a segunda)
Segunda divisão: 1967, 1968 e 1969 – (1970 clube saiu do futebol profissional)

“Madrugada Esporte Clube”
Terceira divisão: 1975 – (clube antecessor do Grêmio Esportivo Sãocarlense)

“Grêmio Esportivo Sãocarlense”
Terceira divisão: 1988 e 1989 – (1989 campeão da terceira e voltou para a segunda), 2004 – (2004 caiu para a quarta)
Segunda divisão: 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 – (1987 caiu para a terceira), 1990 – (1990 subiu para a primeira), 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003 – (2003 caiu para a terceira)
‘’’Primeira divisão”’: 1991, 1992 e 1993 – (1993 caiu para a segunda) – (2005 foi presumivelmente extinto, mas na FPF consta como licenciado; voltou em 2000 como amador e em 2016 como profissional)

“São Carlos Futebol Clube”
Quarta divisão 2005 e 2015 – (2005 e 2015 foi campeão da quarta e subiu para a terceira)
Copa São Paulo Júnior 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016
Terceira divisão (Campeonato Paulista Série A3) 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011 (2011 acesso para a segunda), 2013, 2014 (2014 caiu para a quarta) e 2016
Segunda divisão (Campeonato Paulista Série A2) 2012 e 2013 (2013 caiu para a terceira)
Copa FPF 2006, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2016

“Clube Atlético Paulistinha”
Quarta divisão 2010 e 2013 – (clube com mais de cinquenta anos nas categorias de base)

Observação: Esse artigo foi adaptado da “wikipédia” para esse blog, artigo que foi criado e editado por mim que sou editor cadastrado na enciclopédia.

Resgatado e atualizado do Blog Parte 1, editado em 20/08/2008 e não passado para a continuação do blog pelo administrador.

 

GUARANI FUTEBOL CLUBE

BAIRRO: IPIRANGA

ZONA SUL

SÃO PAULO – CAPITAL

FUNDAÇÃO: 10 de Setembro de 1961 – permaneceu em atividade até o ano de 1969

FUNDADOR: Julião Dias Tenório

Sua sede era na Rua das Municipalidades número 603, no bairro do Ipiranga.

 

Da esquerda para direita: Carlos, Pelé, Claudio, José, Julio, Juca, Biló, Ataide, Cuna, Nego e Kiko

 

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JULIÃO DIAS TENÓRIO e seu sobrinho JOSÉ RINALDO UOYA

FONTES:

JOSÉ RINALDO UOYA, que aparece na foto acima, ao lado de seu tio JULIÃO DIAS TENÓRIO, fundador do GUARANI FUTEBOL CLUBE, em uma fotografia dos anos sessenta.

JULIÃO DIAS TENÓRIO faleceu no ano de 2001.

 

 

SÃO JOAQUIM FUTEBOL CLUBE

CIDADE: TATUÍ-SP

FUNDAÇÃO: 4 de Junho de 1983

UNIFORME: camisa vermelha, gola e mangas brancas, calções e meias brancas.

 

O SÃO JOAQUIM FUTEBOL CLUBE foi, por duas vezes, vice-campeão amador do Estado de São Paulo, respectivamente em 1984 e 2004, campeonatos esses promovidos pela Federação Paulista de Futebol.

Curiosamente, em ambos os anos, a equipe campeã foi o Clube Atlético Brotense, da cidade de Brotas.

Seguem abaixo  os resultados referentes ao campeonato de 2004, de acordo com o que consta no site www. rsssfbrasil.com

Campeonato Paulista de Futebol Amador – 2004

 43 EQUIPES

 PRIMEIRA FASE

[07 Set 2004] A.A. ITAPETININGA (ITAPETININGA) 2-4 SÃO JOAQUIM F.C.

[12 Set 2004] SÃO JOAQUIM F.C.  5-0 A.A. ITAPETININGA (ITAPETININGA)

SEGUNDA FASE
[19 Set 2004] INDEPENDÊNCIA F.C. (BAURU) – SÃO JOAQUIM F.C.

[26 Set 2004] SÃO JOAQUIM F.C. – INDEPENDÊNCIA F.C. (BAURU)

TERCEIRA FASE
[10 Out 2004] CANARINHO F.C. (ITU)  2-0 SÃO JOAQUIM F.C.

[17 Out 2004] SÃO JOAQUIM F.C. 4-0 CANARINHO F.C. (ITU)

[QUARTAS DE FINAIS
[31 Out 2004] A.E.C. SANTA LUZIA (BRAGANÇA PAULISTA) 1-0 SÃO JOAQUIM

[07 Nov 2004] SÃO JOAQUIM F.C.  3-2 A.E.C. SANTA LUZIA (BRAGANÇA PAULISTA)

SEMIFINAIS
[15 Nov 2004] C. RIOPEDRENSE DE FUTEBOL 2-2 SÃO JOAQUIM F.C.

[21 Nov 2004] SÃO JOAQUIM F.C.  1-1 A. RIOPEDRENSE DE FUTEBOL

FINAL
[28 Nov 2004]
SAO JOAQUIM F.C. 1-0 C.A. BROTENSE(BROTAS)

[05 Dez 2004]
C.A. BROTENSE (BROTAS) 4-0 SAO JOAQUIM F.C.

**** CLUBE ATLÉTICO BROTENSE DE BROTAS – CAMPEÃO PAULISTA AMADOR DE 2004 ****

 

FONTES:

www. rsssfbrasil.com

meu acervo

Tomaz Cresciulo – presidente da Liga Tatuiana de Futebol (LITAFU) – meus agradecimentos

 

 

 

 

PITANGUEIRA FUTEBOL CLUBE

Bairro – Casa Verde

Zona Norte

São Paulo – Capital

Fundação: 1º de Novembro de 1938

Sede social – Rua Maria Curupaiti número 1029 – Vila Ester – Casa Verde

Seus fundadores foram os senhores Severino de Oliveira, Armando Dalmas, Alberto de Oliveira, Antonio Ferreira Alves, Arthur Augusto Parreira, Donato Rodrigues Relva, Maurício Percivalli, Hans Roth, Antonio Sardinha, Alfredo Kremer, Alfredo Dalmas, Manoel da Silva, Roberto Ferreira, Hans Schwartzwalder, Jayme Siqueira, José Pereira, Adriano dos Santos, Toshiaki Kokuta, José Augusto Junior, João de Abreu Junior, Walter Schwartzwalder, Joaquim da Costa e Nelson Pereira da Silva.

Seu primeiro presidente foi o senhor Alfredo Frederico Scharer.

Inicialmente foi chamado de Flor da Pitangueira Futebol Clube.

Seu estádio, inaugurado na data de 7 de Agosto de 1983, se situa no terreno da Infraero, na Rua Marambaia – Casa Verde.

 

Fontes:

Site do clube

Fotos do estádio: meu acervo

 

 

 

VILA PAULINA FUTEBOL CLUBE

Fundação: 21 de Abril de 1951

Cores: verde e branco

Foram seus fundadores Romeu Donzel, Oswaldinho Moreno e Oswaldinho da Farmácia.

Inicialmente chamou-se Sociedade dos Moradores da Vila Paulina.

Manda seus jogos no CDM Jardim Itália, localizado na Avenida Salim Farah Maluf número 5000.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

GRÊMIO DESPORTIVO E RECREATIVO SETE DE SETEMBRO

Fundação: 7 de Setembro de 1931

Cores: vermelho, preto e branco

Sede: Rua Bom Jesus, 599 – Água Rasa

Estádio: Entrada 1 – Rua Bom Jesus, 707

Entrada 2 – Rua Maria Adelaide, 88

Fundado por dez ex-diretores do Esporte Clube Regente Feijó. A saber: Antonio Lopes Raposo, José Gattis, José Balbino R. da Silva, Manoel Lopes, Arthur Lino Casemiro, Miguel Bersani, João Reis de Almeida, Izidro da Costa, Sebastião Ferreira e Antonio Augusto.

Sua primeira partida ocorreu na data de 10 de abril de 1932. O adversário foi a equipe do Bonde Futebol Clube e o resultado final 1×1.

Pouco tempo depois o Sete de Setembro sagrou-se campeão do torneio promovido pelo jornal “O Dia”. E desde então vem acumulando uma infinidade de títulos.

Por duas vezes o Sete de Setembro sagrou-se bicampeão varzeano da Liga Duque de Caxias. O primeiro bicampeonato aconteceu nos anos 1941/1942 e o segundo bicampeonato nos anos 1945/1946.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

Site do clube

 

A.R. XV DE NOVEMBRO

Cores: preto e branco

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

XV DE AGOSTO FUTEBOL CLUBE

Cores: preto e branco

Mandava seus jogos no campo da Avenida Regente Feijó, em frente ao Lar Anália Franco (Asilo/Matão), onde hoje se encontra o Shopping Anália Franco e Universidade Unicsul.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

CLUBE ATLÉTICO BARÃO

Fundação: 1969

Cores: preto e branco

Se situava na Praça Barão de Macaúbas onde hoje é o Shopping Anália Franco.

Sua sede, desde o ano de 1969, se situa na Rua Armindo Guaraná número 100.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

SANTOS FUTEBOL CLUBE

Fundação: 1961

Cores: preto e branco

Corria o ano 1961 quando os irmãos Bica, Cobrinha, Chico e Foca fundaram um time para a molecada. Vivendo a era Pelé, o time só poderia se chamar Santos Futebol Clube.

Aos domingos, pela manhã, a molecada subia no caminhão estacionado na Rua Serra de Jairé quase esquina com a Rua Itamaracá para mais um jogo contra adultos. Sempre mais uma nova exibição.

Em 1966 encerrou suas atividades e a maioria de seus jogadores passou a jogar pelo Brazão São Paulo Futebol Clube.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

ESPORTE CLUBE REGENTE FEIJÓ

Fundação: 29 de outubro de 1925

Cores: vermelho e verde

Sua sede ficava na Avenida Regente Feijó número 230, esquina com a Rua Água Rasa.

Mandava seus jogos no campo que existia na Avenida Regente Feijó, em frente ao Lar Anália Franco (Asilo-Matão) onde também jogavam o XV de Agosto e o Fla-Flu.

No ano de 1931, dez diretores deixaram o clube e fundaram o G.D.R. Sete de Setembro da Água Rasa.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

PAULA SOUZA FUTEBOL CLUBE

Fundação: 22 de Fevereiro de 1959

Cores: preto e branco

Seus fundadores foram Fernando Carvalho Fonseca, José Munhoz e Manoel Martinho Simões.

Quando perdeu sua sede na Rua Barão do Serro Largo,  passou a usar a sede do Clube Atlético Barão

Ocupava a sede do Estudantes Futebol Clube e jogava aos domingos à tarde, no campo do mesmo time, em frente ao local onde viria a ser o Ceret.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

LEÃO DO NORTE FUTEBOL CLUBE

Fundação: 7 de Janeiro de 1937

Cores: verde, amarelo, azul e branco

Seus fundadores foram Sebastião Garcia, Sérgio Lopes, Benjamim Araújo Silva, Virgilio Augusto Brás e Mário Brás.

Sua sede se localiza na Rua Passarola número 85.

Seu campo se situava no terreno atrás do Cemitério Quarta Parada.

Dentre seus principais títulos se encontra o de campeão varzeano do torneio Duque de Caxias, nos anos de 1941 e 1947.

Atualmente se dedica apenas ao futebol de salão e a bocha.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

INDEPENDENTE FUTEBOL CLUBE

Cores: preto, branco e vermelho

Tinha sua sede na Rua Serra de Jairé, entre a Rua Manoel Pereira Lobo e a Rua Itaqueri.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

FLA-FLU FUTEBOL CLUBE

Fundação: década de cinquenta

Tinha sua sede social na Rua Pantojo, quase esquina com a Rua Anália Franco.

O time mandava seus jogos no campo que ficava em frente ao antigo Lar Anália Franco, conhecido como Asilo, e onde hoje se encontra a Universidade Unicsul.

Encerrou suas atividades na década de setenta.

Por seus times passaram vários craques de destaque no bairro: Cabral, Lísca, Brogotá, Ticão, Quinhentão, Luiz Caganeira (falecido em 2012), Ezequiel, Mazzolinha e Zelão, dentre outros.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

ESTUDANTES FUTEBOL CLUBE

Fundação: início dos anos cinquenta

Cores: preto e branco

Esteve em atividade desde o início dos anos cinquenta até meados dos anos oitenta.

Sempre teve sua sede própria. A primeira delas na Rua Bento Gonçalves, depois na Rua Armindo Guaraná e, por último, na Rua Marechal Barbacena.

Um de seus principais incentivadores, senhor Durval de Abreu, por diversas vezes seu presidente, faleceu na data de 28 de fevereiro de 1989.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

CENTRAL FUTEBOL CLUBE

Fundação: 1953

Cores: azul e branco

O nome teve origem no Armazém Central, que era estabelecido na Rua Siqueira Bueno esquina com a Rua São José do Barreiro.

Seu fundador foi o senhor João Maria Monteiro.

O Central revelou, dentre outros craques, os profissionais Mendes (Portuguesa de Desportos) o goleiro Sérgio Gomes (Juventus e Guarani, entre outros) e Potchão (Juventus).

Entre os anos de 1956 e 1957, acumulou 57 partidas invictas disputadas no Campo dos Bois e em campos do interior do Estado.

Encerrou suas atividades no início da década de setenta, logo após o início da construção de condomínios no Campo dos Bois.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

CENTENÁRIO FUTEBOL CLUBE

Foi fundado no início dos anos sessenta pelos jovens Marcílio, Tenerelli, Silvio, Alcino e Rielo

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

CBD

Sua história começa no início dos anos sessenta com o senhor Renato, que tinha uma loja de auto peças na Avenida Álvaro Ramos.

A sede era na própria loja e os jogadores se trocavam no próprio campo de jogo (Campo dos Bois).

Em 1963 mudou o nome para Juvenil CBD e parou em 1966.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

GRÊMIO ESPORTIVO CAVEIRA DE PRATA

Fundação: 3 de Março de 1946

Cores: preto e branco

Seus fundadores foram Pedrão, Bube e Armando.

Em 1962 sagrou-se vice-campeão do torneio promovido pelo jornal Última Hora e em 1977 foi campeão da Região Leste do torneio Governador Laudo Natel, realizado no campo do Sete de Setembro da Água Rasa.

Também é um dos poucos times ainda em atividade.

Alguns de seus jogadores, na década de cinquenta, chegaram a atuar em times profissionais, tais como Dimas (Portuguesa de Desportos) e Burissa (Juventus e Portuguesa Santista).

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

BRAZÃO SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

Fundação: 9 de Setembro de 1938

Cores: vermelho, preto e branco

Seus fundadores foram Antonio Monteiro (Tote), Alípio Martins, Ferdinando Nastari e Oswaldo Simões Lopes.

Inicialmente jogava em campos adversários e na década de cinquenta passou a jogar em seu próprio campo que se situava na Rua João Soares, ao lado da igreja Nossa Senhora de Lourdes.

Em seus quadros, dentre outros craques, destacou-se o jogador Landinho (Orlando de Freitas) “O Mestre”, considerado um dos melhores jogadores da região.

Em 1974 perdeu seu campo, que era do INPS, e passou a jogar em campos adversários até 1976, quando parou de vez.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

BENTO GONÇALVES FUTEBOL CLUBE

Fundação: 1º de Fevereiro de 1956

Cores: preto e branco

Seu nome é o mesmo da rua onde iniciou suas atividades. No ano de 2012 transferiu sua sede social para a Rua Marechal Barbacena.

Seus fundadores foram Luiz Gonzaga Pereira, Agostinho da Silva Castro e Wilson Tozzelli.

É um dos poucos times ainda em atividade na Água Rasa.

Disputou com destaque o torneio Desafio ao Galo e sempre está presente nos campeonatos Copa Kaiser.

Fonte:

Waldevir Bernardo, o Vie do site boleirosdaaguarasa

 

 

 

 

O Esporte Clube São Martinho, da cidade de Tatui-SP,  foi fundado na data de 31 de maio de 1939.

O São Martinho surgiu com as peladas dos operários da Fábrica Têxtil São Martinho, no final da década de 1930, que ao fim da jornada de trabalho, se reuniam onde ficava o antigo lenheiro da fábrica. E assim surgiu o Esporte Clube Camelo, que logo passou a se chamar Esporte Clube São Martinho.

O time logo passou a contar com o carinho e a simpatia do povo tatuiano, tal que no ano de 1939, Dario Freire Meirelles, passou a se tornar um benemérito do clube, com a doação de um campo, na área da propriedade da Fábrica Têxtil São Martinho.

Apesar de sua fundação ter sido em 31 de maio de 1939, a inauguração oficial, feita em sua sede na Praça São Martinho, deu-se muito depois, no dia 17 de janeiro de 1942, quando o São Martinho, já havia conquistado um lugar de destaque entre os grandes de Tatuí.

O estádio do São Martinho se chama “José Rubens do Amaral Lincoln”.

A alcunha “Leão do Sul” surgiu em meados dos anos quarenta, quando o São Martinho terminou como terceiro colocado do Campeonato Paulista Amador de Futebol, e por ter sido o único time restante da parte Sul do Estado.

Seus principais títulos:

 

 

  • Campeão da 26ª Copa Região em 1944;
  • Campeão Regional em 1944, 1945, 1949, 1953, 1955, 1961, 1965, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1983, 1984, 1989 e 1991;
  • Campeão do Torneio Início em 1958, 1961, 1967, 1969, 1977 e 1978;
  • Campeão Triangular em 1958 e 1969;
  • Campeão da Taça Altamiro Vieira em 1977;
  • Campeão da Copa Tatuí em 1993;
  • Campeão Amador em 1994, 1996 e 1997;
  • Campeão Regional em 1996;
  • Vice-Campeão do Campeonato Paulista Amador de Futebol em 2006. 

HINO DO EC SÃO MARTINHO

Música: Claudinei Velasco de Camargo

Letra: Oswaldo Laranjeira

Salve o Leão, símbolo meu/ Tua garra, tua garra renasceu/ Dentro e fora do gramado/ Felino amado, teu passado convenceu/ Dentro e fora do gramado/ És operário, a tua fé nunca morreu

Começaste em 39/ E o que te move é o denodo, destemor/ Quando entras na disputa/ A tua luta sempre assusta o contendor

Time sempre posto à prova/ A tua fé a cada dia se renova/ Enfrentando o poderoso/ Tua altivez é outra vez poder de fogo

Imponente Alviceleste/ Leão do Sul de Camelo à Capitão/ Mostra sempre as tuas vestes/ Manto Sagrado de um eterno campeão/ Mostra sempre as tuas vestes/ Manto Sagrado de um eterno campeão

http://youtu.be/3BwYWbb0w0E

FONTES:

Meu acervo, wikipedia, site do clube

 

 

Na data de 11 de agosto de 1929 foi fundado o XI de Agosto Futebol Clube, em homenagem ao aniversário da cidade de Tatuí.

O primeiro presidente indicado, de forma extraoficial, pois o grupo ainda não possuía um estatuto, foi Procedino de Almeida, o Dingo. O presidente, que era bancário, não chegou a assumir e acabou deixando o cargo para o vice-presidente Frederico Holtz, depois de ter sido transferido de agência.

O grupo já pensava em organizar um estatuto e em registrá-lo na Federação Paulista de Futebol. Para tanto, foi convidado o advogado Chichorro Netto, que elaborou o estatuto.

Ao apresentar o documento para aprovação em assembleia, realizada no Clube Recreativo Onze de Agosto, Chichorro Netto demonstrou que o estatuto já previa possibilidades mais auspiciosas.

Os jogadores do XI de Agosto e alguns torcedores aprovaram o estatuto por unanimidade. O documento já denominava a equipe de Associação Atlética XI de Agosto, prevendo que o time pudesse crescer e suas atividades viessem a ser ampliadas.

O Estádio Doutor Gualter Nunes começou como um campinho de várzea. No mês de junho de 1930 o campo foi fechado com tábuas, para ser construída uma arquibancada. O primeiro jogo foi realizado na data de 11 de agosto daquele ano contra a Associação Atlética Pindorama, mas sua inauguração oficial deu-se cinco anos depois, em 11 de agosto de 1935, contra o Palestra Itália (atual Sociedade Esportiva Palmeiras), e terminou com o empate em 1 x 1.

O terreno onde está situado o estádio, foi conseguido através da influência de Gualter Nunes, que obteve a doação da área. O terreno primeiro foi doado a Gualter Nunes que, depois, oficializou doação à Associação Atlética XI de Agosto. A oficialização ocorreu somente no ano de 1946. O empenho de Gualter Nunes fez com que ele, mesmo não sendo associado agostino, se tornasse o presidente do clube de 1933 a 1935 e 1938 a 1939.

O mascote do clube é a Égua Vermelha. Sua história é um tanto curiosa. O XI que disputava o Campeonato Amador de Futebol do Interior do Estado de São Paulo no ano de 1957. Quando se preparava para embarcar para mais um jogo em outra cidade, seus torcedores, que estavam em um bar local, ficaram perplexos ao perceber uma agitação anormal na cidade. Logo, um andarilho gritou: “a égua vermelha tá morta!”. De fato, havia sido atropelada uma égua de cor avermelhada no centro da cidade. Os torcedores adversários aproveitando a situação diziam: “A égua vermelha do XI vai morrer”, brincando com a cor do uniforme do XI.

O XI venceu a partida e o campeonato, e sua torcida, em comemoração, gritava “A Égua Vermelha Nunca Vai Morrer”. E desde então, a torcida e o clube passaram a adotar a égua como mascote.

Dentre seus principais títulos estão o tricampeonato amador da LITAFU (Liga Tatuiana de Futebol) nos anos de 1940, 1941 e 1942;

Bicampeão Municipal de Futebol Varzeano em 1957 e 1958;

Campeão do Campeonato Municipal de Futebol Varzeano em 2003.

 

Memórias do Clube

Tatuí do XI de Agosto

XI de Agosto conquistou em 57 e 58 o bicampeonato amador do Estado de São Paulo, que nessa ocasião não era pouca coisa. 

O feito do time da égua vermelha foi tão grande que lhe valeu uma menção até mesmo no hino de Tatuí. 

No estribilho do hino, vem a lembrança de “Tatuí do XI de Agosto”. Essa menção advém das glórias do time tatuiano. O futebol continuava a ser o carro-chefe da Associação Atlética XI de Agosto. Nos anos de 1941, 1942 e 1943, o XI de Agosto conquistou os campeonatos municipais, sagrando-se tricampeão do Campeonato Amador Federado da Litafu (Liga Tatuiana de Futebol).

Durante mais de dez anos, as atividades limitavam-se aos jogos de futebol e participação em campeonatos locais e regionais. No ano de 1953, o XI de Agosto participou do campeonato da 2ª Divisão do Futebol do Estado de São Paulo, terminando em sexto lugar. Mas foi nos anos de 1957 e 1958 que o XI de Agosto obteve sua mais alta glória no futebol do interior paulista. A equipe agostina sagrou-se bicampeã paulista do Campeonato Amador Estadual organizado pela FPF (Federação Paulista de Futebol).

Utilizando uniformes nas cores vermelha e preta (ou camisa branca e calção vermelho), o XI de Agosto fez bonito em duas finais consecutivas; O XI de Agosto venceu o Comercial de Araras na final do Campeonato Amador do Interior de 1957 por 3 a 2.

A final do campeonato foi realizada em 12 de janeiro de 1958, na cidade de Piracicaba. Registros da época indicam que a partida foi “de ótima qualidade e os agostinos dominaram o famoso adversário conseguindo logo nos primeiros 30 minutos o resultado de 3 a 0”. Ainda conforme os registros, os defensores do Comercial diminuíram numa cobrança de pênalti, mas a primeira etapa terminou em 3 a 1. No segundo tempo, aos 43 minutos, o Comercial assinalou o segundo gol, também em cobrança de pênalti. Placar final: 3 a 2, com gols marcados por Paias e Sato.

Os heróis do Campeonato de 1957 foram: Aldo, Bia, Nicola, Sato, Osmar, Ponce, Paias, Kaquá, Paulinho, Renato, Eurides, Alfeu, Neto e Milton. Notícias indicam que mais de mil torcedores tatuianos foram até Piracicaba para incentivar os jogadores e conferir a decisão.

No ano seguinte, a conquista do bicampeonato veio sobre o conceituado time do Itatiba Esporte Clube. O placar do Campeonato do Interior de 1958, nem parecia de final: 7 a 1, tamanha a superioridade da equipe tatuiana. Em 13 partidas, o XI de Agosto conquistou oito vitórias, dois empates e três derrotas. Marcou 54 gols e sofreu 17, tendo Nicola, com 20 gols, como o artilheiro da competição.

A equipe presidida por PG Meirelles e tendo Oswaldo Avalone como técnico, atuou com Bia, Alfeu, Eurides, Ponce, Sato, Paias, Osmar, Neto, Nicola, Paulinho, Aldo Jonas, Neco, Hioti, Tião, Carvalhinho e Paraguaio. Essas duas importantes conquistas colocaram o XI de Agosto na história do futebol estadual. Até hoje nenhuma equipe local conseguiu repetir o feito dos agostinos.

 

 

Hino do XI de Agosto

Oi Quem vem lá?
Sou eu morena,
Oi abre alas;
Que eu quero passar.

Vermelho e preto
Sinal de guerra,
É o nosso Onze
Que estremece A terra

Quando pegamos uma
Bola amarelinha,
Não há defesa
Que segure A nossa linha

Nosso quinteto
Pega o couro e costura.
O Adversário
Olha a Bola e não segura.

 

FONTES:

Meu acervo, wikipedia, site do clube 

 

O Santa Cruz Futebol Clube, da cidade de Tatuí-SP, foi fundado na data de 25 de janeiro de 1925. É o clube esportivo mais antigo da cidade, ainda ativo, e o quinto mais antigo da história de Tatuí, atrás apenas do Sport Clube Tatuhyense e do Tatuhy Foot Ball Club ambos de 1907, do Operário Futebol Clube de 1910 e da Associação Atlética Pindorama de 1921, porém todos já se encontram extintos.

Nascido como Associação Atlética Tatuhyense em 28 de janeiro de 1923, foi rebatizado como Santa Cruz Futebol Clube dois anos depois. Essa nova equipe formou com o Operário F.C. e com a A.A. Pindorama o primeiro “trio de ferro” na década de 20, e no início da década de 30 foi somada a A.A. XI de Agosto, formando os “quatro grandes de Tatuí”.

Em meados dos anos 30 surgiu o Esporte Clube Camelo, que logo passou a se chamar Esporte Clube São Martinho,  e com a extinção do Operário e do Pindorama, formou-se então o segundo “trio de ferro” com Santa Cruz, XI de Agosto e São Martinho.

O estádio do Santa Cruz se chama Menotti de Campos.  O terreno onde o mesmo está situado foi doado pela então prefeita Chiquinha Rodrigues e pelo benemérito Menotti de Campos, em meados dos anos 40.

Desde a sua fundação como A.A. Tatuhyense, o Santa Cruz se definiu como os Dragões da Colina, tendo em vista que o clube ficava no bairro Colina da Santa Cruz, hoje chamado Alto da Santa Cruz. Ainda assim os próprios torcedores se intitulam como os “Dragões da Colina Santa”. O símbolo do dragão faz parte da história da equipe tendo seu símbolo cravado no escudo do time.

 

TÍTIULOS DO SANTA CRUZ

  • Campeão da Copa Centenário em 1954;
  • Campeão Amador em 1972, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1980 e 1995;
  • 5 vezes Campeão da Copa Tatuí (onde foi obtido o troféu permanentemente);
  • Campeão da Categoria Veteraníssima da Copa Rádio Notícias de Futebol Master em 2011.

 

FONTES:

Meu acervo, wikipedia, site do clube

 

 

CLUBE DA CAPITAL BRILHOU NO CERTAME DA TERCEIRA DIVISÃO

O LAPEANINHO FUTEBOL CLUBE é uma das mais antigas agremiações da várzea paulistana. Esse grêmio, fundado em 1º de junho de 1923, resolveu, há pouco, ingressar no profissionalismo, imitando os exemplos do ALFA e do ESTRELA DA SAÚDE. Inscreveu-se no Campeonato Paulista de Futebol, 3ª Divisão de Profissionais, e, com brilho invulgar, disputou, este ano, o referido torneio conseguindo magníficos resultados. O conjunto da Lapa, cuja praça de esportes fica na rua Tenente Landy, disputou 10 pelejas, cinco cada turno, vencendo seis, empatando duas e perdendo duas, conseguindo o segundo posto. Foi uma campanha difícil e que exigiu muito dos dirigidos de Valdomiro Pavão.

Os resultados registrados pelo Lapeaninho F.C. foram os seguintes:

 

1º TURNO

Lapeaninho 2 x 0 Alfa

Irmãos Romano 2 x 1 Lapeaninho

Lapeaninho 3 x 1 São Bernardo

Rigeza 1 x 1 Lapeaninho

Lapeaninho 2 x 2 Sorocabana

 

2º TURNO

Lapeaninho 5 x 1 Alfa

Lapeaninho 0 x 1 Irmãos Romano

São Bernardo 0 x 4 Lapeaninho

Sorocabana 2 x 4 Lapeaninho

Lapeaninho 4 x 1 Rigeza

 

Resumo: 26 gols pró, 11 contra e saldo de 15

Artilheiros: Pitoti e Tila, com 8 gols: Marinho, com 6; Fan, com 2; Alberto e Sabará, com 1 cada.

A equipe principal do Lapeaninho joga com Moreno: Jesué e Pitiguira; Rosario, Serginho e Alvize; Pitoti, Marinho, Tila, Fan e Sabará.

O técnico Valdomiro Pavão acredita que, nos próximos torneios, o Lapeaninho prosseguirá em sua campanha vitoriosa.

 

OBS: essa matéria foi extraída, em sua íntegra, do exemplar número 148 – 2ª quinzena de novembro de 1959 – da revista “A Gazeta Esportiva Ilustrada”.

 

Vale ressaltar que o Lapeaninho F.C. disputou duas edições do Campeonato Paulista da 3ª Divisão (1958 e 1959) e uma edição do Campeonato Paulista da 4ª Divisão (1960).

Em pé: técnico Valdomiro Pavão, Jesué, Moreno, Pitiguira, Rosario, Serginho e Alvize.

Abaixados: Pitoti, Marinho, Tila, Fan e Sabará.

 

Nos anos noventa, visitei a sede do clube, no bairro da Lapa, e conversei um bom tempo com o diretor Elias da Malva Rangel, que me ofertou um cartão de visita.

 

Como se pode verificar do mesmo, a data exata da fundação do Lapeaninho Futebol Clube é 1º de junho de 1923. Portanto, o escudo, que há tempos circula pela internet, é falso, tendo em vista que a data aposta no mesmo é 1º de junho de 1926.

 

Fontes:

Meu acervo;

A Gazeta Esportiva Ilustrada;

Digitalização da foto: Marco Basile

Colaborador: Fernando Marcelino

 

 

CAPELA DO ALTO é uma cidade do Estado de São Paulo. Tem como limítrofes os municípios de Araçoiaba da Serra, Tatuí, Itapetininga, Iperó, Alambari e Sarapuí.

O futebol capelense é representado pelo São João Futebol Clube que, em algumas oportunidades, disputou os campeonatos promovidos pela Liga Tatuiana de Futebol, da vizinha cidade de Tatuí.

O São João Futebol Clube foi fundado na data de 7 de julho de 1960. No início suas cores e distintivo eram semelhantes aos do São Paulo Futebol Clube.

No ano de 1973 foram oficializadas as cores azul e branco.

 

FUNDADORES DO SÃO JOÃO FUTEBOL CLUBE

JOSÉ GUILHERME – MOACIR BENEDITO SIMONINI – JOSÉ DELFINO DE CAMPOS – JOÃO LOPES – OTAVIANO MIRANDA – ANTONIO FRANCISCO NICOLAU GONZALES RODRIGUES – JOÃO ANTONIO NUNES – HELENO LOPES PLENS – LAZARO PAES DE ALMEIDA – GENTIL FIUZA – EUZÉBIO MOREIRA – BELARMINO CORRÊA – PLINIO GARCIA DE ALMEIDA – JOSUÉ CONFORTINI – ANDRÉ CORRÊA – PAULO MACHADO – HONORATO DAMAZIO DOS SANTOS – DIONISIO TAMBELLI – DIONIZIO FRANCISCO LOPES – ABILIO CORRÊA – ANTONIO MANUEL DIAS – ANTONIO GUILHERME NETO – JOÃO DE ALMEIDA – JOSÉ DE MORAES – LAZARO EULOTÉRIO DOMINGUES – CASTORINO DE ALMEIDA – LAZARO FERRAZ FIUZA – JULIO TAMBELLI – BENEDITO RUIVO – CARLOS SIMONINI – AMADO DE MORAES – ATALIBA LOPES PLENS – PAULO FERNANDES PIRES – ORLANDO PAULINO DA CRUZ – LUIZ DE SOUZA – CARLOS DE SOUZA QUEVEDO – JOSÉ DE SOUZA QUEVEDO E JOSÉ VITAL CORRÊA.

 

TÍTULOS SÃO JOÃO FUTEBOL CLUBE

AS CINCO ESTRELAS

- CAMPEÃO AMADOR REGIONAL FEDERADO 1988 (LITAFU)
- BI-CAMPEÃO AMADOR REGIONAL FEDERADO 1989 (LITAFU)
- CAMPEÃO DA COPA DOS CAMPEÕES 1989 (LITAFU)
- CAMPEÃO AMADOR REGIONAL COPA DITE ONE 1995 (LISOFU)
- BI-CAMPEÃO AMADOR REGIONAL COPA DITE ONE 1966 (LISOFU)

O SÃO JOÃO FUTEBOL CLUBE também ostenta o título de vice-campeão amador do Estado de São Paulo, no ano de 1990, onde, após ter eliminado as fortes equipes da A.A. AVENIDA de Sorocaba, ESTRELA F.C.  de Itu, S.E. PALMEIRAS de Regente Feijó e CORINTHIANS F.C. de Pindamonhangaba, decidiu o título contra a equipe do E.C. VOTORAN de Boituva.

OBS:

LITAFU (Liga Tatuiana de Futebol)

LOSOFU (Liga Sorocabana de Futebol)

FONTES:

Site do clube – Meu acervo

 

 

A Estância Hidromineral de Poá, conhecida como “Cidade Jóia”, é uma cidade do Estado de São Paulo.

Fundada em 1º de janeiro de 1949, tem como limítrofes os municípios de Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e Suzano.

Na data de 1º de junho de 1928, aconteceu a fundação do Clube Atlético Democráticos, para a prática do futebol e do atletismo. O clube recebeu o apoio da diretoria do Partido Democrático e de seus associados. Isso aconteceu quando ainda não havia sido instalado o município de Poá.

Mais de um ano depois de sua fundação, em 30 de novembro de 1929, o Clube Atlético Democráticos deu lugar à Associação Atlética Poaense.

O clube é parte importante da história do município de Poá. Os associados da agremiação viram de perto, por exemplo, a lei que instituiu o Brasão da Cidade, em 1953, e o desligamento da cidade de Ferraz de Vasconcelos, no mês de dezembro daquele mesmo ano.

Abaixo o escudo antigo e antigas formações da Associação Atlética Poaense.

 

 

 

Sua sede e estádio estão localizados na Rua Associação Atlética Poaense número 339, no bairro Jardim Emília.

O Estádio Associação Atlética Poaense.

 

 

Fontes: Wikipédia e Facebook

 

 

História de Itatinga

“Itatinga” é um termo tupi que significa “pedra branca”, a partir da junção dos termos itá (“pedra”) e ting (“branco”).

Conhecida como o “Presépio da Serra”, a cidade teve sua fundação na data de 24 de julho de 1896.

Antônio Francisco da Silva e José Pinto de Oliveira em 1881 ergueram no local um cruzeiro. Em 1884, os senhores Major João Pinto de Araújo Novaes, Antônio Cocco e Jacintho Nunes erigiram uma capela onde hoje se encontra a igreja matriz.

Em 1891, por lei estadual do dia 1º de abril, foi criado o Distrito de Paz de São João de Itatinga. Em 24 de julho de 1896, pela Lei nº 415, foi elevada à  categoria de município.

Itatinga faz limite com os seguintes municípios:  Botucatu, Pardinho, Bofete, Avaré, Angatuba e Paranapanema.

O clube que representa a cidade é a ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ITATINGUENSE, fundada em 19 de abril de 1944. Sua sede e o estádio Euclydes de Moraes Rosa se localizam na Rua Pedro di Piero, no centro da cidade.

Não há em Itatinga um campeonato citadino e, desta forma, o clube disputa os campeonatos amadores botucatuenses, organizados pela Liga Botucatuense de Futebol.  

 

Fontes:

Wikipedia

Google maps Panoramio

 

 

O Sport Club Sorocabano ou “diabo rubro”, como ficou conhecido, foi uma das primeiras equipes de futebol da cidade de Sorocaba. Foi fundado na data de 7 de setembro de 1903, por jovens idealistas, inspirados no Club Athletico Sorocabano, adotando as cores vermelha e branca em seus uniformes.

Sua sede era localizada na Rua São Bento, área central da cidade e chegou a possuir campo próprio. Foi uma equipe da alta sociedade sorocabana do início do século XX.

Filiou-se mais tarde a APSA (Associação Paulista de Sports Athleticos) e passou a disputar os campeonatos do interior organizados por esta entidade.

Foi, durante longos anos, uma das maiores agremiações futebolísticas da cidade de Sorocaba, tendo como seu maior rival o Esporte Clube São Bento.

Após algumas décadas o Sorocabano entrou em decadência e acabou abandonando o futebol, tornando-se apenas um clube social e posteriormente extinto em 1949.

 

FONTES:

Wikipedia

Ilson Pinhalvel

Meu acervo

Foto fornecida por Ilson Pinhalvel e digitalizada por Marco Basile

 

O Fortaleza Clube foi um dos primeiros times de futebol da cidade de Sorocaba. Fundado em 7 de novembro de 1904, por Nicolau Parella e Romano Biazoli, ambos funcionarios das indústrias texteis Santa Rosália (atual bairro de Santa Rosália), com o nome de Sport Club Santa Rosalia, para a prática do futebol entre os funcionários daquela fábrica de tecidos.

Mais tarde, a mesma fábrica passou a ser administrada pelo inglês Joseph Klirck, que além de esportista, tinha estreita relação com Charles Miller. Como bom bretão, Klirck incentivou a prática do futebol, instruindo a equipe e doando a primeira bola de futebol.

Foi em uma viagem ao nordeste brasileiro que Klirck, inspirado pela bela cidade de Fortaleza, rebatizou a equipe como Fortaleza Foot-Ball Club.

Porém, nos anos 20 adotou o novo uniforme nas cores vermelho, preto e branco, além de seu nome oficial para Fortaleza Clube.

Mais tarde, em 1906, o recém fundado Sport Club Floresta, de Santa Rosália fez fusão com o Fortaleza Foot-Ball Club, prevalecendo o nome Fortaleza. Suas cores originais eram o verde e branco.

O Fortaleza foi considerado o único rival a altura do Savóia de Votorantim, então bairro da cidade de Sorocaba, em que várias vezes as equipes se enfrentavam dentro e fora de campo.

Em 1940, o empresário Severino Pereira da Silva assumiu a administração da empresa, e em 1942 inaugurou o seu estádio próprio Estádio Severino Pereira da Silva. Este foi o primeiro estádio da cidade de Sorocaba a receber iluminação artificial para jogos noturnos, sendo inaugurado no dia 19 de julho de 1952.

Em sua história, o Fortaleza se destaca pela vitória sobre o C.R. Flamengo por 4 x 1, no dia 1º de março de 1947. Foi, por várias vezes, campeão dos torneios amadores de Sorocaba e região, tendo se tornado Campeão Amador de Sorocaba por 13 vezes, se destacando pelo tetra-campeonato de 1949, 1950, 1951 e 1952 e pelo tri-campeonato de 1967, 1968 e 1969, além de Campeão do Interior em 1948.

Muitos atletas sorocabanos passaram pelo clube, tais como Oberdan Cattani, Zecão e Hélio (goleiros) e Wilson Campos. Em 1970 o clube extinguiu seu departamento de futebol e a especulação imobiliária deu fim ao estádio e sede social

 

FONTES:

Wikipedia

Ilson Pinhalvel

Meu acervo

Fotos fornecidas por Ilson Pinhalvel e digitalizadas por Marco Basile

 

 

O FUTEBOL NA VILA SÃO GERALDO

Arthur Audrá, antigo proprietário da Companhia Fabril de Juta Taubaté, era um fervoroso esportista. Inclusive, foi um dos fundadores do Taubaté Country Club e ex-presidente do Esporte Clube Taubaté. Em 1938, Audrá montou, no distrito de Quiririm, um imbatível time de futebol com o nome de Quiririm Juta Fabril Futebol Clube, de curta trajetória, mas que ficou na memória dos taubateanos devido à categoria indiscutível de seu elenco de jogadores.

Com a construção da Vila Fabril de Juta, em 1938, hoje Vila Nossa  Senhora das Graças, foi fundado um time de futebol para representar o novo bairro, com a denominação de União Fabril de Juta (campeão amador em 1946 e 1947). Após a construção da Vila Fabril de Juta, o arrojado empresário Arthur Audrá iniciou a construção da Vila São Geraldo em 1944, equipada de parque esportivo, campo de futebol e uma suntuosa sede social (construída na Vila Fabril de Juta) onde se realizavam inesquecíveis bailes dançantes e carnavalescos. Esse clube esportivo recebeu o nome de Grêmio São Geraldo e representava o bairro Vila São Geraldo, com seu time de futebol.

Existiam, portanto, dois times de futebol distintos: União Fabril de Juta (Vila Fabril de Juta) e Grêmio São Geraldo (Vila São Geraldo) ambos sob a tutela da Companhia Fabril de Juta Taubaté.

O Grêmio São Geraldo nasceu com uma grande estrutura composta de sede, conjunto poliesportivo denominado de Parque Infantil e um aconchegante campo de futebol, hoje Estádio Geraldo de Lima Franco, pertencente atualmente à municipalidade, mas sob a tutela administrativa da Associação Esportiva Vila São Geraldo,

No fim dos anos 40 as duas agremiações foram extintas surgindo apenas uma para representar a Fábrica Fabril de Juta, cuja denominação do novo time de futebol passou a ser Grêmio Juta Fabril (campeão amador em 1948 e 1961).

Com o fim do Grêmio São Geraldo, a Vila ficou sem representante no futebol (de 1947 a 1952), pois apesar de o campo do Grêmio Juta Fabril ser no bairro, a sede social e o corpo diretivo ficavam na Vila Fabril (Vila das Graças), o que mexeu com os brios dos moradores esportistas. Heroica e corajosamente, alguns esportistas fundaram em 11 de dezembro de 1953, a gloriosa e querida Associação Esportiva Vila São Geraldo.

Quanto ao time do Grêmio Juta Fabril, com a falência da Companhia Fabril de Juta Taubaté, tornou-se insolvente e encerrou suas atividades no ano de 1974.

As reuniões realizadas para fundação do novo time aconteceram na residência do saudoso Antero Ferreira da Silva. Delas participaram os senhores Antero Ferreira da Silva, Antonio Martins Franco, José Alves Machado, Antonio Campos, Hélio Ribeiro, Aristides de Paula, José Alexandre (papagaio), Manuel Lopez, Osvaldo Barbosa, João Bosco, Valmor de Sousa e Enélio Dolcinote.

 

Uma das formações do time na década de cinquenta.

 

Devido a dificuldades financeiras, o futebol amador do Vila São Geraldo parou em 1964, deixando uma grande lacuna no bairro, apesar dos esforços dos esportistas da época, entre eles, Vicente Fonseca Lima, um dos responsáveis pela existência do Vila.

Para felicidade dos esportistas do bairro, surgiu na Vila São Geraldo um timaço de futebol, que disputava partidas amistosas nas tardes de sábado e que tinha o sugestivo nome de “Brasinha”.

Envergavam as jaquetas grenás deste time verdadeiros craques da bola como Niltinho, Luzia, Biel, Pakuera, Ademir Vitório, Lelé e muitos outros talentos, todos, por sinal, moradores da Vila São Geraldo.
Para a alegria de todos ressurgia através do “Brasinha” a Associação Esportiva Vila São Geraldo, que até hoje adota o “Diabinho”, como símbolo do time.

Recebi os livros NOSSA VILA SÃO GERALDO “Histórias e Estórias”  e HISTÓRIA DA A.E. VILA SÃO GERALDO ”Garra e Dedicação ao Futebol Amador”, ambos de autoria do escritor CLAUDIO DE MORAIS.

São obras valiosas, escritas com sabedoria e conhecimento, e que retratam personagens e acontecimentos vividos por uma comunidade.

Parabéns ao Claudio de Morais, por preservar a memória do bairro Vila São Geraldo, de seu povo, e da entidade esportiva que, com dignidade, carrega seu nome.

 

 

 

Os interessados em adquirir essas obras, podem entrar em contato com o autor através dos telefones (12) 3622-6461 e (12) 9124-7167 ou através do e-mail: vsgclaudio@ig.com.br.

 

FONTES:

SITE DO CLUBE

NOSSA VILA SÃO GERALDO “Histórias e Estórias”  e HISTÓRIA DA A.E. VILA SÃO GERALDO ”Garra e Dedicação ao Futebol Amador”, ambos de autoria do escritor CLAUDIO DE MORAIS.

 

SÃO JOAQUIM DA BARRA – “A JOIA DA ALTA MOGIANA”

 

História

 

O município já se chamou Jussara, São Joaquim de Oiçaí, São Joaquim de Nuporanga, Capão do Meio e São Joaquim. Acrescentou-se da Barra ao nome por causa do córrego da Barra divisor dos municípios de Ipuã e São Joaquim da Barra. Pouso habitual de viajantes e tropeiros no percurso entre Ipuã e Nuporanga.

O município surgiu no início do século XIX, devido ao êxodo dos moradores do sul da Província de Minas Gerais, atraídos pela riqueza da terra, pelo clima agradável e boas aguadas. Nascia o povoado de São Joaquim quase 100 anos depois disto, em 1898. Trilhos da Companhia Mogiana e da primeira casa de comércio na estrada que ligava Batatais e Nuporanga a Sant’Ana dos Olhos d’Água(hoje Ipuã) foram motivos do crescimento do município.

Em 1901, começou a construção da primeira capela que teve como padroeiro, São Joaquim e o Distrito de São Joaquim foi criado pela Lei Estadual nº 859, de 6 de dezembro de 1902.

Em 19 de dezembro de 1906 foi levado a categoria de vila pela lei nº 1038. Criado o município pela lei estadual nº 1588 de 16 de dezembro de 1917, com território desmembrado de Orlândia, elevando sua sede à categoria de cidade.

Em 30 de novembro de 1944, pelo Decreto Lei Estadual nº 14374, o nome foi mudado para São Joaquim da Barra.

 

O FUTEBOL

Em São Joaquim,  a primeira notícia de futebol aparece no final do ano de 1915.  O jovem Avelino Cozza, pelas suas extraordinárias qualidades futebolísticas, foi desde esse início, a alma do futebol na vila.  O futebol em todas as cidades do interior, sempre sofreu de altos e baixos, momentos de glória e instantes de marasmo. Assim em 1920, reorganizando tudo que acontecera no futebol da cidade, até então, exatamente a 20 de abril de 1920, uniram-se as forças esportivas para fundar o São Joaquim Futebol Club (S.J.F.C.).

 

 

A estrela amarela de cinco pontas, simboliza a conquista pelo S.J.F.C. do título de Campeão Paulista de Profissionais da série B2 no ano de 1995.

 

A primeira diretoria do clube ficou assim formada: PRESIDENTE: Manoel Mafud;  VICE-PRESIDENTE: Antônio Mendes de Oliveira; PRIMEIRO SECRETÁRIO:  Ayres Barbosa da Silva.; SEGUNDO SECRETÁRIO: Othello Mélega e TESOUREIRO: Clemente de Lollo.

Nas décadas de 20 e 30, os grandes ídolos foram Avelino Cozza, Pedro Pierre, Ítalo Paschoal, Humberto Monassi e Paulino Nicolau. Em 1923 o S.J.F.C. chegou a jogar com o famoso time do Paulistano que fizera um furor na Europa. Fomos honrosamente derrotados por 4 a 2.   Nas dècadas de 40 e 50 os grandes ídolos foram: o goleiro Cera, o zagueiro Ferraciolli e principalmente o atacante Fábio Prócida.

 

Em 31 de outubro de 1948 o S.J.F.C., carinhosamente chamado de Espigão, ficou conhecido em todo o país por ter vencido a S.E. Palmeiras, com o famoso goleiro Oberdan, por 2 a 1.  Nessa mesma época aqui esteve o São Paulo F.C., com o famosíssimo Leônidas da Silva.

Em 1958 o campo do espigão, que era quase no centro da cidade foi loteado, para ser reconstruído na Vila Deieno. Hoje ele ali tem uma bela sede, piscinas, estádio e quadras de tênis.

 

Sede do São Joaquim Futebol Clube – Rua São Vicente de Paula, 845 – Alto Bela Vista

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Em 3 de fevereiro de 1942 foi fundada por Sr. Izéquias Parada, Anor Ferracioli e Paulino Nicolau, a Associação Atlética Joaquinense (A.A.J.).  Essa agremiação passou a ser chamada de ‘Baixada”.

 

 

Sede da Associação Atlética Joaquinense – Rua Voluntário Geraldo, 390

FONTES:

Wikipedia

Crônicas e fotos de São Joaquim da Barra de Lúcio Falleiros

Sites dos clubes

Meu acervo

 

O AMOR À PÁTRIA FUTEBOL CLUBE,  foi o primeiro time de várzea a surgir nas imediações da Rua Antonio Fonseca, no bairro de Vila Maria, tendo encerrado suas atividades por volta de 1943/1944.

Bandeirantes Futebol Clube

Foi então que, na data de 8 de março de 1944, membros das famílias Carvalho e Martins, muitos deles ex-jogadores do AMOR À PÁTRIA FUTEBOL CLUBE, fundaram o BANDEIRANTES FUTEBOL CLUBE que, mais tarde, no dia 15 de novembro de 1948, passou a se chamar BANDEIRA PAULISTA FUTEBOL CLUBE, carinhosamente conhecido por BANDEIRA.

O BANDEIRA revelou diversos craques, alguns deles que chegaram  a se profissionalizar e atuar por grandes times da capital e do interior, tais como BUCO (Antonio Baptista), CANHOTO (Uilson Ferreira da Silva), MURFA (José Augusto Lopes), CEREJEIRA (Antonio Carlos Pereira de Almeida) e o goleiro REIS (Reinaldo Barreto).

No ano de 1952, o Partido Social Progressista (PSP) da Vila Maria, organizou um campeonato envolvendo diversas equipes pertencentes a  Vila Maria Alta e Vila Maria Baixa, com jogos acontecendo nos períodos matutino e vespertino.

A semifinal envolveu dois times: Bandeira Paulista FC e Vila Elza. A partida aconteceu no campo do Vila Elza. Com dois gols de Hélio e um de Ceguinho, o Bandeira venceu por 3 x 1. Abílio anotou para o Vila Elza.

Bandeira Paulista e Flamengo da Vila Maria fizeram a final que apontou o campeão matutino da Vila Maria Baixa. O placar apontou 3 x 2 para o Bandeira,  que se sagrou campeão matutino da Vila Maria Baixa. Os gols foram marcados por Buco (2) e Hélio, ao passo que Leopoldo e Paulinho Mulata fizeram para o Flamengo.

Então aconteceu a partida que definiu o campeão matutino da Vila Maria, ou seja, Bandeira Paulista, campeão matutino da Vila Maria Baixa, contra o Flor da Mocidade, campeão matutino da Vila Maria Alta.

A partida foi realizada no campo do Ypiranguinha e terminou 5 x 0 para o Bandeira Paulista, que se sagrou o campeão. Os gols foram anotados por Nico, Ceguinho e Buco (três).

 

Os campeões de 1952: Em pé, da esquerda para a direita: Osvaldo Araca, Amândio, Arthurinho, Álvaro, Hélio, Toninho, Dinho, Orlando Hungarez e o técnico Anthero. Agachados: Raimundo, Nelson, Buco, Ceguinho e Nico.

Uniforme: camisas com listas pretas e brancas, gola vermelha,  calção branco e meias vermelhas.

Fonte: Bandeira Paulista Futebol Clube e meu acervo.

 

 

BÚFALO ATLÉTICO CLUBE

FUNDAÇÃO: 10 de junho de 1952

BAIRRO: Vila Prudente – Região Sudeste da Capital de São Paulo

“O GALO DA VÁRZEA PAULISTA”

 

O BÚFALO ATLÉTICO CLUBE  foi fundado na data de 10 de junho de 1952, pelos irmãos Sérgio e Vitorino Pizzo. Os dois eram diretores da Companhia Industrial Paulista de papel e papelão, uma empresa símbolo no bairro da Vila Prudente.  O BÚFALO tinha um grande atrativo em relação aos rivais da várzea:  um campo próprio, situado dentro do terreno da empresa, onde atualmente está localizada a estação de metrô Vila Prudente.

O BÚFALO ATLÉTICO CLUBE teve como seu primeiro dirigente Idílio Bertolassi. A torcida era a maior que havia no bairro, depois de encerradas as atividades do Capelifício Crespi F.C.

Sua sede social era na Rua Cavour esquina com a Rua Conde Barbielini (atual Rua Ettore Ximenes).

Em 1954, o clube conquistou o prêmio de Galo da Várzea e Galo de Ouro. Depois de acirrados jogos com diversos clubes varzeanos da Capital, o BÚFALO ATLÉTICO CLUBE sagrou-se campeão e o bairro de Vila Prudente tornou-se ainda mais conhecido depois daquela vitória.

A partir daí o BÚFALO ATLÉTICO CLUBE passou a ser conhecido  como o “Galo da Várzea Paulista”.

Teve como um de seus principais jogadores Manoel Barroso, popularmente conhecido como Nheque.

Além do goleiro Miguel Lopes Ruiz Filho que, no ano de 1969, trabalhava numa indústria de papelão que fabricava caixas para embalar produtos de barbearia e cabeleireira. Nos fins de semana jogava no gol do Búfalo.  Certo dia o ponta-direita Antoninho Minhoca, que atuava no Juventus, pediu para o técnico Pinga ver o garoto jogar. Após uma partida Miguel foi convidado a treinar no Juventus e ali se profissionalizou, tendo ficado até o ano de 1972, quando se transferiu para a Associação Portuguesa de Desportos.

Era conhecido como Miguel Cabeleira ou São Miguel, devido aos milagres feitos quando atuava no Clube Atlético Juventus. Faleceu  na data de 28 de maio de 2002, aos 54 anos de idade, vítima de um infarto.

No ano de 2012, quando completou 60 anos de sua fundação, o BÚFALO ATLÉTICO CLUBE ofereceu uma grande festa, onde foi exibido um vídeo cujo link se encontra abaixo.

 

Uma das antigas formações do Búfalo Atlético Clube

 

Fontes: Blog Moleque, Blog do Búfalo, meu acervo.

 

 

 


ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AÇUCENA

BAIRRO DO LIMÃO – ZONA NORTE

FUNDAÇÃO – 08-08-1924

“O MAIS QUERIDO DA VÁRZEA”

 

Tinha sua sede localizada na Avenida Thomaz Edson, 2352, no Bairro do Limão.

 

O NOME DO CLUBE:

Na reunião que procedeu a fundação do clube, havia dúvidas sobre o nome a ser dado ao mesmo. Naquela época, existia o AÇUCENA CLUBE, agremiação carnavalesca do bairro vizinho da Barra Funda que, um mês antes, havia extinto suas funções. Sugeriu-se esse nome, que foi aceito com agrado geral.

O SIGNIFICADO DE AÇUCENA

É uma planta que pode corresponder ao gênero Amaryllis, Hippeastrum, Worsleya e Zephyranthes, da família das amarilidáceas. A flor desta planta originária da América do Sul também é conhecida como amarílis, flor-de-lis do Japão e flor-de-lis de São Tiago.

 

FUNDADORES

Foram fundadores da Associação Atlética Açucena, os senhores Antonio Carvalho Leite, Bruno Barbosa, Manoel Fernandes Balsero, Eugenio Cavalini,  Aparicio da Silva, Fernando Iacovantuono, Salvador Iacovantuono (primeiro presidente), José Fernandes Mourão, Antonio da Silva, José A. Luciano, Salustiano da Silva (Lilico), Tarquinio Belmonte e Domingos Rosa.

Primeiro jogo

A.A. Açucena 2×1 União Progresso da Casa Verde (conhecido por “Esmaga Sapo”).

Na estreia do uniforme, contra o Sete de Setembro da Freguesia do Ó, o resultado foi 1×1.

O Açucena jogou com Henrique, Fernando e Zé Bento. Bruno, Salvador e Medaglia. Aparício, Tarquínio,  Lilico, Tonico e Eugenio.

 Durantes os anos em que esteve em atividade, a Associação Atlética Açucena colecionou diversos títulos de campeã da 1ª Divisão de Amadores da Federação Paulista de Futebol.

FONTES: “A Gazeta Esportiva Ilustrada” e  foto “Futebol Total-Futebol Amador Varzeano”.

 

No próximo dia 13 de maio, o Esporte Clube Rio Branco estará comemorando o seu centenário.

Fundado em 13 de maio de 1914, ele é o mais antigo clube futebolístico do Vale do Caí ainda em atividade.
Durante 72 anos ele mandou seus jogos em campo cedido, primeiro pela famíia Voges e, depois, por Adolfo Schenkel.

Adolfo Voges foi um dos fundadores e primeiro presidente. Junto dele, na diretoria, atuaram Manoel Joaquim Alves de Moraes, Guilherme Esteves, Hermano Olíbio Peters, Raymundo Peters e Lotário Batista Nunes Pinheiro. Uma salutar mescla de germânicos e lusos, um tanto difícil na época, mas que deu certo.

Do clube de futebol, surgiu a Sociedade Sportiva Rio Branco, criada em 1º de agosto de 1933 e, mais tarde a Sociedade Cultural Esportiva e Recreativa Rio Branco. Esta fundada em 26 de dezembro de 1984.

Esta é a atual denominação do clube, que tem por presidente Paulo Sérgio Nunes (Paulinho) e conta com 60 associados.

Isso mostra que o bairro Rio Branco teve, ao longo de um século inteiro, teve capacidade de associação e organização.

Com a união dos sócios, o Rio Branco conseguiu construir o seu Estádio Acyo Peters.

Esse centenário exercício da organização coletiva é, sem dúvida, a principal explicação da capacidade de união existente nesse bairro. O que faz com que o Rio Branco tenha, hoje, sua igreja, um salão comunitário, um ginásio de esportes, uma das mais antigas escolas infantis do município, uma casa mortuária, além de um pequeno posto de saúde, além das ruas asfaltadas e outros benefícios que poucos bairros caienses têm.

Para o próximo mês de maio estão sendo preparadas as festividades alusivas ao centenário.

Segundo Iraní Rudolfo Lösch, pesquisador da história do clube e do futebol regional, o Rio Branco é o mais antigo clube futebolístico da região dos vales do Sinos, Caí, Taquari e Paranhana que ainda permanece em atividade.

Fonte: http://www.fatonovo.com.br/cem-anos-de-glorias-do-esporte-clube-rio-branco-not-2473.php

 

 

O Centroluz Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Conselheiro Lafaiete, MG. Foi fundado em 24 de julho de 1988. Disputou o Campeonato Mineiro Infantil e Juvenil no ano de 2001.

Campo do Centroluz: http://goo.gl/maps/9ua0O

Fontes:

 

O segundo clássico municipal mais significativo do interior mineiro, em termos de divisão principal, é o Mamoré x URT, de Patos de Minas, que se consolidou na divisão principal nos anos 90. Apesar disso, desde 2005 o clássico não é reeditado no Módulo I do Campeonato Mineiro.

Este clássico é, com certeza, o mais vivo e equilibrado atualmente do interior de Minas Gerais. Infelizmente a discrepância entre Uberaba e Nacional impede que o clássico entre ambos tenha uma maior rivalidade, ainda que exista uma rivalidade acérrima entre Zebu e Elefante.

O Clássico do Milho, nome do dérbi patense, foi disputado algumas vezes na Primeira Divisão de Profissionais – nome da Divisão de Acesso mineira naqueles tempos – nos anos 60. Após a extinção da Lei de Acesso pelo CND no início da década de 70, o Mamoré saiu de cena por um longo período – na segunda metade dos anos 70 e por toda a década de 80 apenas a URT militou no futebol profissional, quase sempre na Segunda Divisão, pois jogou o Campeonato Mineiro apenas em 1976 e 1977, quando foi rebaixada num rebolo contra o Fluminense de Araguari.

Em 1990, o Mamoré retornou ao profissionalismo e conquistou a última edição da Terceira Divisão mineira, carimbando o passaporte para rever o velho rival em 1991. Naquele ano, o Mamoré continuou sua subida meteórica e foi campeão da Segunda Divisão, trazendo a reboque a Velha Mangueira, seu rival, vice-campeão daquela edição.

Ao todo, Mamoré e URT duelaram 44 vezes por diversos torneios oficiais da Federação Mineira de Futebol. Como não tenho informações dos demais confrontos entre as equipes, deixo aqui os resultados dos confrontos por torneios da FMF, que obtive até agora. Faltam apenas dois placares, dos anos de 1965 e 1966.

Campeonato Data Mandante G x G Visitante
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1961 16/07/1961 URT 1 x 2 Mamoré
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1961 08/10/1961 Mamoré 1 x 0 URT
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1965 19/09/1965 URT 4 x 1 Mamoré
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1966 16/10/1966 Mamoré 3 x 1 URT
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1967 13/08/1967 Mamoré 1 x 0 URT
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1967 24/09/1967 URT 1 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1968 19/05/1968 Mamoré 2 x 4 URT
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1968 21/07/1968 URT 4 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1991 01/09/1991 URT 1 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1991 29/09/1991 Mamoré 0 x 0 URT
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1991 24/11/1991 URT 0 x 1 Mamoré
Campeonato Mineiro Segunda Divisão 1991 08/12/1991 Mamoré 0 x 0 URT
Supercopa Minas Gerais 1992 05/04/1992 Mamoré 1 x 1 URT
Supercopa Minas Gerais 1992 26/04/1992 URT 3 x 2 Mamoré
Supercopa Minas Gerais 1992 07/06/1992 URT 0 x 0 Mamoré
Supercopa Minas Gerais 1992 21/06/1992 Mamoré 0 x 0 URT
Campeonato Mineiro 1992 02/08/1992 Mamoré 1 x 1 URT
Campeonato Mineiro 1992 13/09/1992 URT 0 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro 1993 07/02/1993 URT 1 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro 1993 07/03/1993 Mamoré 1 x 0 URT
Supercopa Minas Gerais 1993 08/08/1993 Mamoré 0 x 1 URT
Supercopa Minas Gerais 1993 23/10/1993 URT 0 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro 1995 05/03/1995 URT 1 x 1 Mamoré
Campeonato Mineiro 1995 23/04/1995 Mamoré 1 x 0 URT
Campeonato Mineiro 1996 16/03/1996 URT 0 x 1 Mamoré
Campeonato Mineiro 1996 05/05/1996 Mamoré 2 x 1 URT
Campeonato Mineiro Módulo II 1998 15/02/1998 Mamoré 0 x 0 URT
Campeonato Mineiro Módulo II 1998 22/03/1998 URT 3 x 1 Mamoré
Campeonato Mineiro Módulo II 1998 03/05/1998 URT 4 x 1 Mamoré
Campeonato Mineiro Módulo II 1998 31/05/1998 Mamoré 1 x 1 URT
Campeonato Mineiro 2001 11/02/2001 URT 1 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro 2003 26/01/2003 URT 3 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro 2004 24/03/2004 Mamoré 2 x 1 URT
Campeonato Mineiro 2005 20/02/2005 URT 2 x 1 Mamoré
Campeonato Mineiro Módulo II 2010 20/02/2010 Mamoré 1 x 1 URT
Campeonato Mineiro Módulo II 2010 28/03/2010 URT 1 x 0 Mamoré
Campeonato Mineiro Módulo II 2011 12/02/2011 Mamoré 0 x 2 URT
Campeonato Mineiro Módulo II 2011 20/03/2011 URT 4 x 2 Mamoré
Campeonato Mineiro Módulo II 2012 12/02/2012 URT 1 x 3 Mamoré
Campeonato Mineiro Módulo II 2012 14/04/2012 Mamoré 2 x 1 URT
Campeonato Mineiro Módulo II 2013 24/02/2013 Mamoré 3 x 0 URT
Campeonato Mineiro Módulo II 2013 31/03/2013 URT 1 x 1 Mamoré

Total:

  • 44 partidas
  • 16 vitórias da URT
  • 13 empates
  • 13 vitórias do Mamoré
  • 2 resultados desconhecidos
  • 51 gols pró URT
  • 35 gols pró Mamoré

Fontes: RSSSF Brasil, Revista Placar, pesquisas do autor em jornais de Belo Horizonte e interior de Minas Gerais

 

Pesquisando na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, em “O Jornal”, descrevem-se as seguintes cores das equipes que jogaram o Campeonato Paraibano de 1924

América Futebol Clube – rubro-negro
Esporte Clube Cabo Branco – alviceleste (hoje é alvirrubro)
Palmeiras Futebol Clube – alvinegro
Pythaguares Futebol Clube – alviverde
Clube do Remo – azulino

Além disso, há referências também sobre clubes homônimos a outros fundados mais tarde: Auto Esporte Clube (o atual é de 1936) e Guarabira Esporte Clube (houve um fundado nos anos 30).

Alguém teria mais informações sobre os referidos clubes?

 

Para enriquecer a história deste tradicional clube de Minas Gerais, campeão de 1937 e 1964, abaixo uma lista de jogos de toda a sua trajetória.

Todos os Jogos do E.C Siderúrgica-MG.

Saluti

Claudio

 

ALIANÇA DO CAMPO GRANDE ESPORTE CLUBE

ALIANÇA DO CAMPO GRANDE ESPORTE CLUBE

FUNDAÇÃO – 2004

BAIRRO – CAMPO GRANDE

ZONA SUL

SÃO PAULO – CAPITAL

 

www.aliancacampogrande.com.br

https://www.facebook.com/Aliancacgec

 

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Em 1928 o SÃO PAULO RAILWAY ATLÉTICO CLUBE de São Paulo/SP (atual NACIONAL ATLÉTICO CLUBE) estava filiado a Liga de Amadores de Futebol. Disputou a Divisão Intermediária (2ª Divisão). O seu quadro principal (1º quadros) não fez uma boa campanha sendo eliminado no 1º turno, porém a equipe secundária (2º quadros) conquistou o título. Abaixo os resultados oficiais da equipe nesta temporada:

 

DATA

 

 

 

 

  LOCAL

08.04.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

2

PAULISTA DE ANIAGENS SÃO PAULO

21.04.1928

SÃO PAULO RAILWAY

3

x

1

COLOMBO SÃO PAULO

29.04.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

1

PORTUGUESA DE FUTEBOL SÃO PAULO

06.05.1928

SÃO PAULO RAILWAY

2

x

1

HELVÉTIA SÃO PAULO

10.06.1928

SÃO PAULO RAILWAY

2

x

2

CALIFÓRNIA SÃO PAULO

01.07.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

1

BRASIL SÃO PAULO

14.07.1928

SÃO PAULO RAILWAY

3

x

1

UNIÃO VASCO DA GAMA SÃO PAULO

22.07.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

3

UNIÃO FLUMINENSE SÃO PAULO

05.08.1928

SÃO PAULO RAILWAY

0

x

2

EC ORDEM E PROGRESSO SÃO PAULO

19.08.1928

SÃO PAULO RAILWAY

0

x

1

SÃO GERALDO SÃO PAULO

07.09.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

3

CASTELLÕES SÃO PAULO

16.09.1928

SÃO PAULO RAILWAY

1

x

1

ORIENTAL SÃO PAULO

30.09.1928

SÃO PAULO RAILWAY

5

X

2

TERRITORIAL PAULISTA SÃO PAULO
 

RECO-RECO/PALMEIRAS

Um clube de nome curioso era o Reco-Reco, que disputou alguns dos primeiros campeonatos e chegou a mudar de nome para Palmeiras. Era formado basicamente por estudantes e sumiu sem deixar vestígios após poucas partidas disputadas no final da década de 10.

SPARTANO

O Spartano — fundado em 14 de outubro de 1914 — surgiu dentro do Ginásio Paranaense e teve como influência de sua fundação, o Professor Dário Lopes Velloso. Durou pouco tempo no futebol e teve por muitos anos uma sede na Praça Osório famosa pelo jogo de carteado.

ACADÊMICA

A Acadêmica foi mais uma equipe de estudantes. Disputou uma temporada completa num dos primeiros campeonatos e depois, na sua segunda temporada, após o primeiro jogo, simplesmente sumiu.

POTY

O Poty — fundado em 14 de maio de 1925 — tinha sede na região da Galícia, no Bigorrilho e teve em suas fileiras Patesko, que chegou a defender a Seleção Brasileira em duas copas (1934 e 1938) e Tadeu, goleiro que também defendeu a seleção brasileira. Disputou poucas temporadas na divisão profissional e decidiu se dedicar à Suburbana.

BELA VISTA

O Bela Vista tinha sede no Alto Capanema (parte do atual bairro do Jardim Botânico), foi mais um clube de curta passagem pela divisão principal nas primeiras décadas de nosso futebol..

ESPERANÇA

O Esperança disputou apenas a temporada de 1920, mas uma das famílias ligadas ao clube, os Kupchak, depois integrou o Juventus.

CAMPO ALEGRE

O Campo Alegre teve passagem curta pela divisão profissional e depois se interessou apenas pelo Campeonato da Suburbana.

BANGU

O Bangu disputou 1929 e 1930, porém existe até hoje como integrante do Campeonato de Futebol Amador de Curitiba.

UNIVERSAL

O Universal durou alguns anos na divisão principal do Paranaense e deu origem à Sociedade Universal, famosa pelos bailes.

AQUIDABAN

O Aquidaban – fundado em 1º de maio de 1923 – durou também poucos anos na divisão principal do futebol, sumindo depois de 1931.

GUARANI-CTBA

O Guarani – que não era o homônimo de Ponta Grossa – também teve curtíssima passagem pela divisão principal.

BRASIL

Um clube chamado Brasil – nome que depois foi utilizado pelo Savóia durante a Segunda Guerra – teve passagem curta pelo futebol, mas uma família ligada ao clube, os Rosa, foram fazer história no Savóia e no Atlético.

PARANAENSE

Um clube chamado Paranaense – mesmo nome utilizado pelo Palestra Itália durante a Segunda Guerra – teve aparições na virada da década de 1920 para a de 1930. Após isso, foi para a Suburbana para depois desaparecer.

NACIONAL

O Nacional também durou pouco tempo, mas acabou por pressão dos oponentes, por se envolver em muitos casos de violência em campo e fora dele. O clube era formado por policiais militares e durante sua passagem pelos gramados, ganhou um Torneio Início antes de abandonar os gramados após mais um caso de agressão.

PARANÁ SPORTS CLUB

Em 30 de maio de 1912, foi fundado o Paraná Sports Club, tendo à frente bancários do London Bank, funcionários da Brazilian South American Engineering Co. e tendo como vice-presidente o dono do Diário da Tarde na época, Arthur Obino. O clube não praticava apenas futebol e tinha atividades como rúgbi, críquete e tênis. Em 1917, se fundiu com o América, fazendo o América-Paraná e conquistando o título daquele ano. A fusão foi desfeita em 1919 e o clube acabou em 1926.

JUNAK/JUVENTUS

Fundado em 10 de abril de 1922, por imigrantes poloneses e descendentes, com o nome de Strzelec, o Junak era uma sociedade que utilizava a educação física como meio de preparação para a cidadania. A sociedade passou a ter o futebol como atividade em 1927, uma equipe que tinha como jogador o então futuro governador Jayme Canet Júnior. Em 1935, após títulos amadores, o Junak resolve disputar o campeonato profissional. Em 1938, resolve se nacionalizar adotando o nome de Juventus. Em 1944, a Polônia estava ocupada pelos nazistas e com medo de represálias, o clube não disputou o campeonato, voltando em 1945. O máximo que o Juventus conseguiu foi ganhar alguns Torneios Início, porém revelou diversos jogadores, alguns até chegando à seleção. Em 1950, o clube abandona o Certame Oficial, com problemas financeiros e queixando-se das arbitragens, passando a disputar apenas as categorias de base, parando na década de 70. Hoje a Sociedade União Juventus é um clube de cunho sócio-cultural.

BLOCO MORGENAU

Fundado em 23 de abril de 1932, o Bloco Morgenau disputou a Suburbana por muitos anos, rivalizando como 5 de Maio e Operário do Ahu. Nesta época chegou a ter o famoso zagueiro Fedatto, então juvenil, jogando emprestado pelo Coritiba ao clube para pegar experiência. Resolveu disputar a divisão principal em 1951, ocupando o lugar do Juventus. Se era um clube de resultados grandiosos na Segundona, na Divisão Principal tornou-se saco de pancadas das equipes maiores. Sem condições de acompanhar o ritmo dos demais, o Bloco Morgenau largou o profissionalismo em 1964 e continuou disputando categorias de base. Em 15 de maio de 1968, o Bloco Esportivo Morgenau fundiu-se à Sociedade Operária Beneficente Recreativa Vila Morgenau – fundada em 5 de fevereiro de 1918 – dando origem a atual Sociedade Morgenau.

PRIMAVERA

O Clube Atlético Primavera – fundado em 20 de dezembro de 1932 – passou a ter futebol em 1935. Em 1961, passou a disputar a Divisão de Elite do Campeonato Paranaense e fez uma curiosa adaptação no estádio, construindo um túnel aéreo para a entrada dos jogadores e da arbitragem, já que não podia escavar o solo do estádio. Em campo, não obteve grandes resultados, não conseguindo acompanhar as mudanças no futebol. Em 1969, resolveu largar o futebol antes que tomasse o caminho da bancarrota. Mais tarde, vendeu a sede no Taboão e comprou uma em Almirante Tamandaré, sendo hoje um Clube Social de Campo.

Fonte: Trabalho de Conclusão de Curso do jornalista Leonardo Bonassoli.

 
Escudo da Ponte Preta

 

No dia 31 de janeiro de 1933, um grupo de esportistas
comandados por Alfredo Schurig resolveu fundar um novo clube de futebol,
já que o “Esperança Futebol Clube” havia sido desativado. Os
entusiastas deram ao clube o nome de “Ponte Preta Futebol Clube”
inspirados que foram na ponte de madeira que ligava o centro da cidade
ao bairro do São João.

 Alfredo Schurig cedeu uma área (onde hoje se encontra parte
do Jardim Leonídia) e que anteriormente havia sido destinada ao
“Esperança”. No local construiu-se um campo de futebol dotado de lance
de arquibancadas, muros e cerquinhas de madeira ao redor do gramado.

Campo do Ponte Preta

Naquele pequeno estádio, o “Ponte Preta” conquistou muitos
campeonatos na década de 1950. Naqueles torneios, regionais e estaduais,
despontaram craques da bola como Aristeu Turci, Didi, Pascoalzinho,
Xavantes, Alemão e muitos outros.

Uma foto antes de uma batalha campal

Além das práticas desportivas, os associados e freqüentadores
(em sua maioria negros e mulatos em contraste com outros clube
elitistas da cidade) participavam também de reuniões dançantes e
recreativas em salões alugados pela cidade. O clube teve como sedes
provisórias um sobrado na esquina da rua Carlos Porto com a rua Antonio
Afonso  e também um casarão na Praça Raul Chaves. Em 1950, por lei
municipal, recebeu uma área de 4 mil metros quadrados na rua XV de
Novembro com o compromisso de iniciar obras no local, fato que não
ocorreu.  

Muitos anos depois da fundação, após uma batalha jurídica, os
herdeiros de Alfredo Schurig reintegraram a posse da área do time
alvi-negro. O time de futebol passou a treinar no campo da Liga
Jacareiense de Futebol, cujo presidente era o ponte-pretano Nicolau
Capucci.

Em 1957, o “Ponte Preta”, presidido por Joel Barreto, comprou
um terreno de 20 mil m² de propriedade de Orlando Bonano para construir
seu campo de futebol. Contudo, na década de 1970, novamente o clube
sofreu um novo revés: um decreto municipal do então prefeito Antonio
Nunes de Morais Junior quis desapropriar a área por um valor
insignificante. Iniciou-se nova batalha judicial. A Prefeitura passou a
construir as arquibancadas e já na gestão do prefeito Benedicto Sérgio
Lencioni foram feitos os muros, alambrados e a pista de atletismo.
Somente em 1984, o clube conseguiu receber de volta seu patrimônio e
voltou a crescer através de campanhas para reativação do quadro
associativo o que levou à construção das piscinas, quadras e sede
social.

Parque Aquático do Ponte Preta Futebol ClubeFonte:  Blog de Jacareí
 

O Esporte Clube Elvira, hoje somente um clube social, foi
fundado no início do século XX, na ânsia pela criação de um time de
futebol.  Tudo começou em 1917
quando Ubirajara
Mercadante Loureiro, o Biroca, Renato Ramos de Freitas e Francisco de
Lima Sobrinho decidiram formar um time de futebol com jogadores do
“Esperança Futebol Clube” e do “Vila Mariana”. Os três eram funcionários
da Fábrica de Meias Elvira (nome dado em homenagem à filha de seu
proprietário, Manuel Lopes Leal). Em 1918, já conhecido como “Team
Elvira”, a equipe que contava com jogadores da própria fábrica era
formado por Biroca, Chiquinho Patrício, Raul de Lima Raposo, Zózimo,
Leite, Cassianinho, Ditinho, Tirino, Felício Spadoni, Gumercindo Gomes e
Lima. Sem muita estrutura, conseguiu se destacar nas competições da
época e desta forma os donos da fábrica passaram a colaborar com o time.

Team Elvira – 1917

Assim, em 23 de julho de 1920, Jacareí passou a contar
oficialmente com o Esporte Clube Elvira. Naquela época, Seu Manoel
ampliou seus negócios e fundou mais uma empresa, a Fábrica de Meias
Alice (prédio que abrigou posteriormente a Manufactura de Tapetes Santa
Helena e onde hoje está o Vilarreal Supermercados) que contava com uma
ampla área, inclusive com espaço para um campo de futebol que tinha sua
frente voltada para a Rua Rui Barbosa. Em 1921 o campo foi reformado por
Antonio Jordão Mercadante, ganhando, então, uma arquibancada.

Campo do Elvira nos fundos da Fábrica de Meias Alice

O “vermelhinho” fez bater mais forte os corações dos
jacareienses. As partidas do Elvira eram acompanhadas com muito
interesse por trabalhadores, crianças e até por uma banda de música.
Quando os jogos eram fora da cidade, a torcida ia de trem e chegava a
encher vários vagões.

 O time sagrou-se campeão do interior em
1926 e revelou grandes craques como Preá, Cancio e Gradi. Em 1949 foi
Vice-Campeão do Interior e Campeão do Vale do Paraíba.

Na década de 1950, foi construído o Estádio Antonio Jordão
Mercadante com capacidade para três mil torcedores. Nesta mesma década, o
Elvira incorporou o Clube Náutico, às margens do Rio Paraíba.

Estádio Antonio Jordão Mercadante

 Já com estrutura para competir
profissionalmente, sagrou-se campeão da Terceira Divisão Paulista em
1956, título que o levou à Divisão Intermediária. Ao total, participou
por sete ocasiões do Campeonato Paulista de Futebol, a última em 1962.
 

Após longa trajetória, o clube voltou-se somente para o lado
social. Chegou a ter sete mil sócios, mas acabou acometido, assim como
diversos outros clubes, por grandes dificuldades financeiras, tendo seu
campo vendido para empresa do ramo imobiliário e seu clube de lazer
desapropriado pela Prefeitura Municipal para a instalação de um complexo
sócio / educativo denominado EducaMais. 

Fachada do Ginásio Milton Scherma, hoje EducaMais São JoãoFonte: Blog de Jacareí 

 

Caríssimos,

Acabo de lançar o blog ALMANAQUE DO BOTAFOGO, onde pretendo, dentro do possível, colocar as súmulas, em ordem cronológica, dos jogos do Botafogo, do Rio de Janeiro, pesquisa que venho efetuando há muito tempo.
São mais de 5.000 jogos e por mais que me esforçasse ainda não consegui completar as fichas técnicas de todos eles. Além disso, podem existir resultados desconhecidos.
Nada que a contribuição dos amigos pesquisadores não possa tornar mais completo.
Quaisquer contribuições, correções, dúvidas ou sugestões, por gentileza, enviar para o e-mail de José Ricardo Caldas e Almeida (jrca1957@gmail.com). Terei a maior satisfação em fazer as correções ou acréscimos.
O endereço do blog é o seguinte:

http://sumulasalvinegras.blogspot.com.br/

Quando puderem, passem por lá.
Grato.
José Ricardo

 

NOME: ASSOCIAÇÃO GRÁPHICA DE DESPORTOS

CIDADE: São Paulo / SP

FUNDAÇÃO: 07 de agosto de 1918

CORES: azul / branco

Agradecimento da obtenção do escudo aos amigos Rodolfo Stella, Guilherme Nascimento e Rodolfo Kussarev

 

NOME: ASSOCIAÇÃO GRÁPHICA DE DESPORTOS

CIDADE: São Paulo / SP

FUNDAÇÃO: 07 de agosto de 1918

CORES: azul / branco

Obs.:  Infelizmente os dados a seu respeito são muito escassos, consegui a descrição de seu escudo. Se algum amigo se habilitar a tentar desenhá-lo com estas informações e publicar seria muito bom. No seu estatuto social registrado no 1º Cartório de Registro de Imóveis da Comarca da Capital segue os dados: “pavilhão inteiramente azul, tendo ao centro um escudo branco com uma faixa azul em diagonal, encimada por um círculo com as iniciais A. G. D. em vermelho e em baixo o distintivo das artes gráficas.”

 

DATA

 

 

 

 

 

LOCAL

CAR

22.01.1950

Ypiranga(SP)

2

x

4

XV de Novembro (Piracicaba-SP)

Piracicaba-SP

A

05.02.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

05.03.1950

Ypiranga(SP)

4

x

0

Noroste (Bauru-SP)

Bauru – SP

A

12.03.1950

Ypiranga(SP)

6

x

1

São João (Jundiaí-SP)

Jundiaí – SP

A

18.03.1950

Ypiranga(SP)

4

x

2

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

26.03.1950

Ypiranga(SP)

5

x

1

São João (Atibaia-SP)

Atibaia – SP

A

30.03.1950

Ypiranga(SP)

1

x

1

Santos (Santos-SP)

Santos – SP

A

02.04.1950

Ypiranga(SP)

1

X

2

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

09.04.1950

Ypiranga(SP)

0

x

5

Francana (Franca-SP)

Franca – SP

A

16.04.1950

Ypiranga(SP)

2

x

4

Internacional (Bebedouro-SP)

Bebedouro – SP

A

30.04.1950

Ypiranga(SP)

6

x

1

Lavoura (Arapongas-PR)

Arapongas – PR

A

01.05.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Operário (Londrina-PR)

Londrina – PR

A

03.05.1950

Ypiranga(SP)

8

x

0

Vasco da Gama (Sertanópolis-SP)

Sertanópolis – PR

A

21.05.1950

Ypiranga(SP)

2

x

2

Ponte Preta (Campinas-SP)

Campinas – SP

A

28.05.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Corinthians (Santo André-SP)

Santo André – SP

A

04.06.1950

Ypiranga(SP)

4

x

2

Comercial (Araras-SP)

Araras – SP

A

11.06.1950

Ypiranga(SP)

3

x

1

Jabaquara (Santos-SP)

Santos – SP

A

24.06.1950

Ypiranga(SP)

4

x

1

Santos (Santos-SP)

São Paulo – SP

A

02.07.1950

Ypiranga(SP)

3

x

1

Paulista (Araraquara-SP)

Araraquara – SP

A

29.07.1950

Ypiranga(SP)

3

x

3

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

06.08.1950

Ypiranga(SP)

3

x

0

Monte Azul (Monte Azul Pta-SP)

Monte Azul Pta – SP

A

20.08.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Santos (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

27.08.1950

Ypiranga(SP)

4

x

3

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

09.09.1950

Ypiranga(SP)

0

x

0

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

17.09.1950

Ypiranga(SP)

2

x

1

XV de Novembro (Piracicaba-SP)

São Paulo – SP

CP

24.09.1950

Ypiranga(SP)

2

x

5

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

01.10.1950

Ypiranga(SP)

0

x

2

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

07.10.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Portuguesa (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

15.10.1950

Ypiranga(SP)

3

x

1

Jabaquara (Santos-SP)

Santos – SP

CP

22.10.1950

Ypiranga(SP)

3

x

4

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

29.10.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Nacional (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

05.11.1950

Ypiranga(SP)

0

x

1

Guarani (Campinas-SP)

Campinas – SP

CP

15.11.1950

Ypiranga(SP)

0

x

4

Estrela da Saúde (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

A

18.11.1950

Ypiranga(SP)

1

x

3

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

25.11.1950

Ypiranga(SP)

1

x

3

Portuguesa (Santos-SP)

Santos – SP

CP

03.12.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

10.12.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

17.12.1950

Ypiranga(SP)

2

x

0

Guarani (Campinas-SP)

São Paulo – SP

CP

24.12.1950

Ypiranga(SP)

1

x

2

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

30.12.1950

Ypiranga(SP)

0

x

3

XV de Novembro (Piracicaba-SP)

Piracicaba – SP

CP

CP – Campeonato Paulista
A – Amistoso Nacional

 

DATA

 

 

 

 

 

LOCAL

CAR

25.01.1948

Ypiranga(SP)

4

x

2

Guarani (Campinas-SP)

Campinas – SP

AM

15.02.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Barretos (Barretos-SP)

Barretos – SP

AM

16.02.1948

Ypiranga(SP)

 

x

 

Monte Azul (Monte Azul Pta.-SP)

Monte Azul Pta. – SP

AM

14.03.1948

Ypiranga(SP)

6

x

7

XV de Novembo (Piracicaba-SP)

Piracicaba – SP

AM

04.04.1948

Ypiranga(SP)

1

x

3

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

AM

11.04.1948

Ypiranga(SP)

2

x

4

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

AM

17.04.1948

Ypiranga(SP)

2

X

1

Comercial (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

AM

18.04.1948

Ypiranga(SP)

0

X

1

Ponte Preta (Campinas-SP)

Campinas – SP

AM

09.05.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Nacional (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

16.05.1948

Ypiranga(SP)

6

x

1

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

23.05.1948

Ypiranga(SP)

5

x

2

Comercial (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

30.05.1948

Ypiranga(SP)

0

x

1

Portuguesa (Santos-SP)

Santos – SP

CP

13.06.1948

Ypiranga(SP)

1

x

1

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

19.06.1948

Ypiranga(SP)

4

x

1

Santos (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

27.06.1948

Ypiranga(SP)

2

x

1

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

04.07.1948

Ypiranga(SP)

2

x

1

Jabaquara (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

14.07.1948

Ypiranga(SP)

7

x

0

Corinthians (Porto Alegre-RS)

São Paulo – SP

AM

25.07.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Santos (Santos-SP)

Santos – SP

AM

01.08.1948

Ypiranga(SP)

2

x

3

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

14.08.1948

Ypiranga(SP)

3

x

2

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

22.08.1948

Ypiranga(SP)

3

x

1

Vitória (Salvador-BA)

Salvador – BA

AM

25.08.1948

Ypiranga(SP)

7

x

3

Ypiranga (Salvador-BA)

Salvador – BA

AM

31.08.1948

Ypiranga(SP)

5

x

0

Bahia (Salvador-BA)

Salvador – BA

AM

07.09.1948

Ypiranga(SP)

1

x

3

7 de Setembro (Belo Horizonte-MG)

Belo Horizonte – MG

AM

12.09.1948

Ypiranga(SP)

2

x

3

Juventus (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

26.09.1948

Ypiranga(SP)

0

x

0

Jabaquara (Santos-SP)

Santos – SP

CP

02.10.1948

Ypiranga(SP)

2

x

1

Portuguesa (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

10.10.1948

Ypiranga(SP)

2

x

2

Corinthians (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

24.10.1948

Ypiranga(SP)

1

x

3

São Paulo (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

07.11.1948

Ypiranga(SP)

4

x

1

Guaratinguetá (Guaratinguetá-SP)

Guaratinguetá – SP

AM

14.11.1948

Ypiranga(SP)

0

x

0

Nacional (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

21.11.1948

Ypiranga(SP)

3

x

0

Palmeiras (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

28.11.1948

Ypiranga(SP)

2

x

0

Comercial (São Paulo-SP)

São Paulo – SP

CP

05.12.1948

Ypiranga(SP)

4

x

1

Portuguesa (Santos-SP)

São Paulo – SP

CP

19.12.1948

Ypiranga(SP)

1

x

1

Santos (Santos-SP)

Santos – SP

CP

 CP – Campeonato Paulista
AM – Amistoso Nacional

 

Uma grande noticia esta semana, foi lançado o Almanaque do Santos do amigo Guilherme Nascimento. Já adquiri o meu e para quem gosta de fichas técnicas, é sensacional.

Quem quiser comprar, segue uma dica:

http://editoramagma.com.br/products/almanaque-do-santos-fc.html

Há tempos, santistas e amantes do futebol pedem o lançamento do Almanaque do Santos FC. Se outros clubes, menos espetaculares, já tinham os seus, por que o querido Alvinegro Praiano, de façanhas inesgotáveis, ainda não possuía um livro que apresentasse os detalhes de seus duelos ao longo da história?

Este Almanaque traduz a grandeza do Santos FC em números, dados e estatísticas. São apresentadas mais de 5.600 fichas técnicas com informações completas de todas as partidas disputadas pelo clube em mais de 100 anos de história: quem jogou, quem fez gol, quando e onde foi realizada a partida, assim como observações e curiosidades feitas pelo pesquisador e autor, Guilherme Nascimento.

Além de ser um livro obrigatório para santistas apaixonados, também o será para pesquisadores do esporte, jornalistas e cronistas.

Já não há mais dúvidas sobre a história do Santos FC. Os mistérios foram desvendados. Agora é oficial.

 

O Sport Club União é uma equipe amadora de Belo Horizonte, MG. Fundada em 1999 no bairro Taquaril, a agremiação foi criada com um objetivo comum a milhares de times amadores pelo país: promover uma recreação que mantenha os jovens longe das drogas.

A equipe passou vários anos disputando apenas amistosos, até se filiar ao SFAC-FMF, no final da década passada. Em pouco tempo conseguiram o acesso ao Módulo II da Divisão Especial, equivalente à segunda divisão, onde se mantém até hoje.

Site do União (desatualizado): http://www.scuniao.xpg.com.br/

Campanha do clube em torneios oficiais em 2012:

Módulo II

Data Hora Grupo Rod Mandante Placar Visitante
05/02/12 14:00 5 1 SC União 0×3 Manchester
12/02/12 15:00 5 2 JUSG 1×1 SC União
26/02/12 16:00 5 3 Paranaense 0×2 SC União
04/03/12 14:00 5 4 SC União 6×0 Inst. Agronômico
11/03/12 15:00 5 5 Riviera 2×1 SC União

Copa Centenário Wadson Lima – Módulo C

Data Hora Grupo Rod Mandante Placar Visitante
02/09/12 15:30 F 1 Flor de Minas 4×2 SC União
16/09/12 13:30 F 2 SC União 2×2 Comunidade

Para o Módulo II 2013, por enquanto o SC União está no grupo 8, junto a Águia de Fogo, Califórnia, Estrela do Vale, Inter e Principal.

 

Em 1977 a Federação Paulista de Futebol reformulou as várias divisões do futebol paulista. Por ser uma cidade de grande poder econômico do interior, a equipe conseguiu uma vaga na Divisão Intermediária.
Teve uma participação bem superior ao ano anterior, conseguindo na 1ª fase se classificar para o grupo de acesso a divisão principal do futebol paulista, mas caiu de produção nesta fase da competição e não conseguiu o acesso a elite do futebol paulista. Abaixo os resultados desta sua no futebol profissional:

DIVISÃO INTERMEDIÁRIA

 

24.04.1977

Sãocarlense

0-1

Barretos (Barretos-SP) Barretos – SP

01.05.1977

Sãocarlense

1-0

Catanduvense (Catanduva-SP) São Carlos – SP

08.05.1977

Sãocarlense

1-1

Independente (Limeira-SP) Limeira – SP

15.05.1977

Sãocarlense

0-0

Rio Claro (Rio Claro-SP) São Carlos – SP

22.05.1977

Sãocarlense

2-0

Rio Preto (São José do Rio Preto-SP) São Carlos – SP

29.05.1977

Sãocarlense

0-0

Corinthians (Presidente Prudente-SP) Presidente Prudente – SP

05.06.1977

Sãocarlense

1-1

Francana (Franca-SP) São Carlos – SP

12.06.1977

Sãocarlense

0-0

Andradina (Andradina-SP) Andradina – SP

19.06.1977

Sãocarlense

0-0

Araçatuba (Araçatuba-SP) São Carlos – SP

26.06.1977

Sãocarlense

2-1

Barretos (Barretos-SP) São Carlos – SP

03.07.1977

Sãocarlense

0-1

Catanduvense(Catanduva-SP) Catanduva – SP

10.07.1977

Sãocarlense

2-1

Independente (Limeira-SP) São Carlos – SP

17.07.1977

Sãocarlense

1-0

Rio Claro (Rio Claro-SP) Rio Claro – SP

24.07.1977

Sãocarlense

0-0

Rio Preto (São José do Rio Preto-SP) SJ do Rio Preto – SP

31.07.1977

Sãocarlense

1-0

Corinthians (Presidente Prudente-SP) São Carlos – SP

07.08.1977

Sãocarlense

0-1

Francana (Franca-SP) Franca – SP

14.08.1977

Sãocarlense

3-1

Andradina (Andradina-SP) São Carlos – SP

21.08.1977

Sãocarlense

0-0

Araçatuba (Araçatuba-SP) Araçatuba – SP

10.09.1977

Sãocarlense

0-2

Nacional (São Paulo-SP) São Paulo – SP

18.09.1977

Sãocarlense

2-2

Internacional (Limeira-SP) São Carlos – SP

21.09.1977

Sãocarlense

1-2

São José (São José dos Campos-SP) São José dos Campos – SP

25.09.1977

Sãocarlense

2-1

Francana (Franca-SP) São Carlos – SP

28.09.1977

Sãocarlense

1-1

Araçatuba (Araçatuba-SP) Araçatuba – SP

02.10.1977

Sãocarlense

2-2

Velo Clube (Rio Claro-SP) São Carlos – SP

05.10.1977

Sãocarlense

0-6

Independente (Limeira-SP) Limeira – SP

08.10.1977

Sãocarlense

1-3

Saad (São Caetano do Sul-SP) São Carlos – SP

16.10.1977

Sãocarlense

1-2

Barretos (Barretos-SP) São Carlos – SP

23.10.1977

Sãocarlense

0-0

Nacional (São Paulo–SP) São Carlos – SP

30.10.1977

Sãocarlense

1-2

Internacional (Limeira-SP) Limeira – SP

06.11.1977

Sãocarlense

1-1

São José (São José dos Campos-SP) São Carlos – SP

09.11.1977

Sãocarlense

0-2

Francana (Franca-SP) Franca – SP

13.11.1977

Sãocarlense

0-1

Araçatuba (Araçatuba-SP) São Carlos – SP

15.11.1977

Sãocarlense

1-4

Velo Clube (Rio Claro-SP) Rio Claro – SP

20.11.1977

Sãocarlense

0-1

Independente (Limeira-SP) São Carlos – SP

27.11.1977

Sãocarlense

1-3

Saad (São Caetano do Sul-SP) São Caetano do Sul – SP

04.12.1977

Sãocarlense

1-1

Barretos (Barretos-SP) Barretos – SP

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

 

SãoCarlense

36

08

14

14

29

44

30

 

Em 19 de março de 1976 era fundado na cidade de São Carlos/SP, o GRÊMIO ESPORTIVO SÃOCARLENSE, nas cores azul/vermelho/branco, que tinha como intuito ser um clube que representasse a cidade paulista no cenário estadual e brasileiro.
A sua primeira e única competição neste ano, foi o Campeonato Paulista da 1ª Divisão (na realidade a segundona paulista). Seu desempenho neste primeiro ano foi fraquíssimo. Fez parte da Série “João Ferreira Pinto” e nos dois turnos ficou na penúltima colocação, ficando a frente apenas da outra equipe da cidade, o Estrela da Bela Vista. Abaixo os resultados desta sua primeira participação no futebol profissional:

17.06.1976

Sãocarlense

0-0

Catanduvense (Catanduva-SP) Catanduva – SP

20.06.1976

Sãocarlense

0-1

Orlândia (Orlândia-SP) São Carlos – SP

04.07.1976

Sãocarlense

0-1

Independente (Limeira-SP) Limeira – SP

11.07.1976

Sãocarlense

0-2

Ginásio Pinhalense (Esp. Sto. Do Pinhal-SP) São Carlos – SP

18.07.1976

Sãocarlense

2-3

Pirassununguense (Pirassununga-SP) Pirassununga – SP

25.07.1976

Sãocarlense

1-0

Palmeiras (São João da Boa Vista-SP) São Carlos – SP

01.08.1976

Sãocarlense

0-2

Francana (Franca-SP) Franca – SP

08.08.1976

Sãocarlense

1-1

Batatais (Batatais-SP) São Carlos – SP

15.08.1976

Sãocarlense

0-0

Estrela da Bela Vista (São Carlos-SP) São Carlos – SP

22.08.1976

Sãocarlense

0-1

Internacional (Limeira-SP) São Carlos – SP

29.08.1976

Sãocarlense

1-1

Sertãozinho (Sertãozinho-SP) Sertãozinho – SP

05.09.1976

Sãocarlense

0-0

XV de Novembro (Jaú-SP) São Carlos – SP

12.09.1976

Sãocarlense

1-1

Catanduvense (Catanduva-SP) São Carlos – SP

19.09.1976

Sãocarlense

1-2

Orlândia (Orlândia-SP) Orlândia – SP

03.10.1976

Sãocarlense

0-1

Independente (Limeira-SP) São Carlos – SP

10.10.1976

Sãocarlense

1-2

Ginásio Pinhalense (Esp. Sto. do Pinhal-SP) Esp. Sto. do Pinhal-SP

17.10.1976

Sãocarlense

0-2

Pirassununguense (Pirassununga-SP) São Carlos – SP

24.10.1976

Sãocarlense

0-0

Palmeiras (São João Da Boa Vista-SP) SJ da Boa Vista – SP

31.10.1976

Sãocarlense

0-2

Francana (Franca-SP) São Carlos – SP

04.11.1976

Sãocarlense

1-1

Batatais (Batatais-SP) Batatais – SP

07.11.1976

Sãocarlense

1-1

Estrela da Bela Vista (São Carlos-SP) São Carlos – SP

14.11.1976

Sãocarlense

1-2

Internacional (Limeira-SP) Limeira – SP

21.11.1976

Sãocarlense

2-1

Sertãozinho (Sertãozinho-SP) São Carlos – SP

28.11.1976

Sãocarlense

1-6

XV de Novembro (Jaú-SP) Jaú – SP

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

 

SãoCarlense

24

02

09

13

14

33

13

 

Texto e pesquisa: Claudio Freati, pesquisador do futebol mineiro

O Sete de Setembro Futebol Clube, de Belo Horizonte, foi fundado em 07/09/1913 e disputou até 1998 mais de 1000 partidas, entre oficiais e amistosas, amadoras e profissionais.

Dois fatos curiosos se destacam em suas partidas:

  1. Nenhuma de suas partidas identificadas foi realizada fora de Minas Gerais.
  2. Apenas 5 partidas amistosas foram interestaduais, sendo todas em Belo Horizonte conforme as súmulas abaixo:

SETE DE SETEMBRO 0×3 VASCO DA GAMA-RJ
07/09/1939 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Lourdes (Atlético-MG)
Árbitro: Guilherme Gomes
Sete de Setembro: Bráulio; Dirceu e Hélio; Tarzan (Alfredo), Jaime e Vintena; Nino, Tiriri, Paulo, Pedro e Cury (Ary).
Vasco da Gama: Nascimento; Agnelli (Oswaldo) e Florindo; Figliola, Zarzur e Dacunto; Lindo, Alfredo II, Durval, Camillo (Gandulla) e Luna.
Gols: Lindo, Dacunto, Zarzur.
Obs: Comemoração do 26º aniversário do Sete de Setembro.

SETE DE SETEMBRO 3×1 BOTAFOGO-RJ
07/09/1943 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Campo de Santa Tereza (Sete de Setembro)
Árbitro: João Agular
Sete de Setembro: Geraldo I; Nelson e Dirceu; Ruben, Brant e Tilim; Onofre, Batista, Iango, Ninão e Homero
Botafogo: Garrido (Ari); Xisto e Danilo; Ivan (Antoninho), Santamaria (Helio) e Cid; Bazzoni, Bolinha (Miguel), Diaz (Paschoal), Limoeirinho e Reginaldo.
Gols: Iango (2), Batista; Diaz.
Obs: O Sete recebeu a Taça Cel. Persilva, comemorativa ao 30º aniversário do Sete de Setembro e o Botafogo atuou com um quadro misto.

SETE DE SETEMBRO 3×1 YPIRANGA-SP
07/09/1948 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Alameda (América-MG)
Árbitro: Mr. Dewine
Sete de Setembro: Randolfo; Corfino e Oldack; Pradinho, Tim e Mazinho; Esmerindo, Ferreira, Rui, Nelsinho e Caldeirão.
Ypiranga: Osvaldo (Rafael); Alberto e Giancoli; Reinaldo, Renato (Celso) e Belmiro; Liminha, Rubens, Silas, Bibe (Castro) e Valter.
Gols: Rui, Esmerindo (2); Alberto.
Obs: Comemoração do 35º aniversário do Sete de Setembro, a partida foi apitada por um juiz inglês.

SETE DE SETEMBRO 3×6 ATLÉTICO-PR
07/09/1949 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Alameda (América-MG)
Árbitro: Fuad Abras
Sete de Setembro: Orlando; Corsino (Luiz) e Zú; Orlandinho, Pradinho e Mazinho; Moacir, Ferreira, Rui, Paulo César e Elisson (Nelsinho).
Atlético-PR: Laio; Décio e Waldomiro; Joaquim (Perez), Wilson e Sanguinetti; Viana, Rui (Villanueva), Neno, Jackson e Cireno.
Gols: Rui (3); Jackson (2), Neno, Rui (2), Cireno
Obs: Comemoração do 36º aniversário do Sete de Setembro. Na preliminar: Formiga 4×4 Meridional.

SETE DE SETEMBRO 0×7 AMERICA-RJ
23/04/1954 – Amistoso
Belo Horizonte-MG
Estádio: Independência (Sete de Setembro)
Árbitro: Valter Adad
Sete de Setembro: Eli (Mão de Onça); Rener e Preto; Amauri (Lincoln), Magnani e General; Natalino (Nono II), Tião (Eurico), Godo (Recenvindo) (Nelsinho), Nery e Moura.
America-RJ: Osni (Lourinho); Joel e Osmar; Rubens, Agnelo e Ivan; Ramos, Wassil, Simões, Valeriano e Jorginho (Ferreira).
Gols: Wassil (3), Simões (2) e Ramos (2)

 

O Joelho d’Água Futebol Clube é uma equipe amadora de Moeda, MG. Formada por veteranos, foi fundada em 4 de julho de 1976. Tem como cores no uniforme o branco, o vermelho e o preto.

Tem quatro títulos do Campeonato Sênior (2001, 2003-2004, 2006) e um vice-campeonato, em 2002. Foi também campeã do Campeonato Independente, em 2000.

História do Clube (fonte: Futebol Amador de Minas)

Moeda, 1976: no campo de pelada, chamado popularmente hoje de Campo Velho de Moeda, nas proximidades da linha férrea, nascia um dos Clubes mais expressivos da região. O Joelho D’água Futebol Clube, surgiu da reunião de amigos veteranos que já haviam deixado a prática esportiva, porém continuavam adeptos do esporte. Nessa época Moeda contava com aproximadamente 1000 habitantes. Completavam-se 24 dias do mês de Junho do ano de 1976, quando surgiu a ideia de três amigos: Moacir Alves, Afonso Angelino e Sr. Lamartine. Contudo, foi num domingo, dia 04 de Julho de 1976, o dia em que o grupo de veteranos deixou seus lares para participar da 1ª partida de futebol no Campo Velho, tendo como adversário a equipe de Moeda Velha.

Os fundadores foram os seguintes: Moacir Alves Gois, Paulo Alves do Carmo, Carlos Silva, Afonso Angelino Custódio, Vicente Braga de Moura, Alaor Braga de Moura, Bertie Soares de Oliveira, Bolivar Alves Maciel, José Maria dos Santos, Geraldo Oliveira, Sebastião Braz, Picolé, Lamartine (Sr. Bené),  Silvino Patente e Carlos Souza Carmo.

No símbolo do time, criado pelo amigo Carlos Souza Carmo (CASCA), destaca-se um veterano com água no Joelho, simbolizando seu próprio nome.

Após a sua fundação, o Joelho d’Água passou a recepcionar os jogadores na Toca, o qual passou a chamar “Toca do Joelho d’Água”, com sua tradicional vaca atolada após os jogos. Os anos se passaram e hoje o Joelho d’Água é uma equipe tradicional no município de Moeda e região do Vale do Paraopeba. Podemos dizer que nas manhãs de domingo, hoje já no estádio Moedão, sem uma partida do Joelho d’Água é difícil acreditar que não haverá jogo.

O Joelho d’Água tem o orgulho de manter em quase 100% desde sua criação, uma partida amistosa aos domingo. Acreditamos no potencial dos veteranos moedenses: Afonso, Wander, César, Pacelli, Dinho, Edinho, Roberto, Pitanga e muitos outros e que o JOELHO D’ÁGUA possa fazer por muitos anos a história que já marcou o passado e marcará o futuro de muitas gerações…

Fonte: Futebol Amador de Minas e facebook da Liga Desportiva de Moeda.

 

O Peri-Peri Esporte Clube é um clube da cidade de Capim Branco, MG. Foi fundado em 26 de abril de 1936 por Paulo Sales e Argemiro Cardoso, diretores da fábrica de tecidos Peri-Peri, e localiza-se na área urbana do distrito também homônimo.

Abaixo seguem os dois escudos que podem ser vistos na fachada do clube:

Fonte: Panoramio (foto 1, foto 2) e Informatoz

 

O Aimoré Esporte Clube, fundado em 3 de outubro de 1932, é uma equipe de futebol de Conselheiro Lafaiete-MG.

Mais informações nos são trazidas em reportagem do Correio de Minas às vésperas do seu aniversário de 79 anos (a matéria diz erroneamente que o clube completara 78 anos):

Sem festa, Aimoré Esporte Clube completou 78 anos

O Aimoré Esporte Clube, de Conselheiro Lafaiete completou no dia 3, os seus 78 anos de fundação.  De acordo com a diretoria não houve comemoração e não haverá uma programação festiva alusiva a data.

O tradicional clube alvinegro foi fundado em 1932, tendo como primeiro presidente, João de Castro, já falecido que também foi vereador no município.

A casa do Aimoré é o Estádio Nossa Senhora da Paz, no bairro Sagrado Coração de Jesus, onde a apaixonada torcida mostra a sua loucura pelo time. Em 2009, o campo recebeu iluminação e mais recentemente ganhou um novo gramado, e um poço artesiano. Espera-se em breve a cons-trução de uma arquibancada no local onde atualmente existe um barranco.

Entre as principais conquistas do clube estão o título Amador de 1956, e de campeão do Centenário de 1966, torneio alusivo aos 100 anos de Conselheiro Lafaiete.  Em 1987, foi campeão na categoria Aspirante. Em 2008, em data memorável o Aimoré foi bicampeão Amador diante da sua torcida, derrotando na final o Santanense, de Santana dos Montes. Em 2010, o time Júnior levantou a taça de campeão no campeonato organizado pela Liga de Desportos.

 

O Social Futebol Clube foi fundado em 15 de setembro de 1939. Manda suas partidas no Estádio Paulo Campos, no bairro de Matosinhos, em São João del Rei.

Fonte: São João del Rei Alternativa

Fonte: Times Brasileiros

O clube tem 8 títulos municipais da Liga Municipal de Desportos de São João del Rei: 1948, 1951, 1955, 1979, 1988, 1995-1996 e 2001.

A seguir, um texto contando a história do Social, tal como encontrado no site O Grande Matosinhos.

A HISTÓRIA DO CLUBE ATRAVÉS DE SEUS PRESIDENTES

Escrever a história do Social F. Clube é aprofundar-se num tempo esquecido no passado. Amadurecido nas cabeças de José Nogueira, Inácio Rabelo Guedes, Domingos Cozza, Silvino Araujo, Sebastião Rabelo e Joaquim Zito de Souza, o Social tomou corpo e forma no dia 15 de setembro de 1939, data oficial de sua fundação. Tendo como padroeiro o Senhor Bom Jesus de Matosinhos, exaltado no dia 14 de Setembro, o Social, desde então, vem palmilhando sua trajetória com galhardia e altivez. Fundado no bairro considerado de baixa renda e de pequena população na época, estava destinado ao fracasso, assim como outros que o antecederam. Contrariando, porém, todos os prognósticos, o Social F. Clube encontrou em Dona Cotinha, genitora do Dr. Paulo Campos, uma ferrenha defensora dos ideais dos fundadores. Colocando à disposição do clube uma faixa de terreno de sua propriedade, para que nele se iniciasse, de modo concreto, a trajetória gloriosa do clube, Dona Cotinha lançava a semente do futebol “xavante”. (ZANETTI NETO: 1989)

Xavante, em reconhecimento à garra, o amor, à camisa e a vontade férrea de vencer dos socialinos. O Social Futebol Clube, conhecido como “O Xavante de Matosinhos”, denominação esta em homenagem a uma tribo indígena guerreira e persistente, tal qual a torcida do Social e daqueles que invergam e defendem as suas cores.

Foi seu primeiro presidente, Joaquim Zito de Souza, que no falar dos mais velhos, foi também o fanático chefe de torcida, o qual acompanhava o time aonde quer que ele fosse. Paralelamente à construção da sua sede social em 1948, o Social F. C. consagra-se campeão de São João del Rei, sendo este seu primeiro título oficial, tendo como presidente o Senhor José Pedro Henriques (1947-48). De 1948 a 1950 foi presidente do Social o fantástico e batalhador, Alcides Zanetti, que concluiu a sede social. Em 1951, o Social conquista pela segunda vez o título de campeão da cidade, sob a presidência de Enéas de Oliveira Morais (1950-53). Eleito no seu primeiro mandato (1950-51), através de voto à viva voz, em reunião do Conselho Deliberativo de 15/01/1950 e reeleito (1952-53) em reunião do Conselho, em 20/01/1952. Nesse período, o Social também foi campeão do “Torneio Dario Monteiro”, vice-campeão da cidade, nos segundos-quadros, e campeão do “Torneio Triangular Dr. Ivan de Andrade Reis”. Roberto José da Silva (1989) comenta em seu livro “O Social Futebol Clube” que na administração de Enéas Morais, o Social, representado pelo seu presidente, aceitou empreitar a construção do Grupo Escolar Tomé Portes del Rei, por interveniência do deputado são-joanense Dr. Mateus Salomé, o que não deu bom resultado, dado aos atrasos de pagamentos, advindos do estado de Minas Gerais. Em outubro de 1951, a família socialina enlutou-se: morre Dona Cotinha. O clube sofre uma perda irreparável. Em 03/12/1952, por impossibilidade de continuarem ocupando os mais altos cargos do clube, Enéas e seu vice José Carlos Filho, pedem demissão. Em 17/12/1952, o Sr. Elpídio Lima, antigo chefe da Estação Ferroviária de Chagas Doria e presidente do Conselho Fiscal do Social, aprova as contas do Sr. Enéas, no período de 1950-52. Nesta Assembléia, nomeiam o Sr. José Narciso da Silva, para presidente, e Alcides Zanetti para vice, para cumprirem o restante do mandato de Enéas, e desde já os nomeia para o biênio 1954-55. Narciso e Alcides acabam ficando até 1957, nomeados pela Assembléia de 25/04/1956. Em 1955, o Social conquista o seu terceiro título de campeão de São João del Rei.

Em 24/05/1958, o Conselho expôs os seguintes débitos do clube:
Antônio Otoni Sobrinho………………CR$ 4.000,00 (construção da sede)
Paulo de Resende Campos……………CR$ 17.100,00 (aluguel do campo)
José Soares…………………………………CR$ 1.091,00 (bebidas antigas)
Mário Rodrigues…………………………CR$ 230,00 (tijolos)
Ademar Zerlotini………………………..CR$ 320,00 (empréstimo bancário)
José Narciso………………………………CR$ 4.888,00 (dívida antiga)
Alcides Zanetti………………………….CR$ 13.118,00 (dívida antiga)

Os senhores Ademar Zerlotini e José Narciso cancelaram seus créditos com o clube, o que lhes valeram grandes elogios, bem como, elogios ao Sr. Vitório Zanetti, que ofereceu ao clube, um jogo de camisas de futebol.

Nesta mesma reunião foi consignado voto de pesar da família socialina pelo falecimento das seguintes pessoas:

Sr. Leoni Lombello, pai do conselheiro Sr. Humberto Lombello; Sr. Antônio André Vieira, ex-conselheiro; Srta. Marília, filha do secretário do conselho Sr. Antônio Lopes de Gouveia; Sr. Abelardo, pai do jogador de futebol Antônio Abelardo; à esposa do Sr. Palmiro Giarola; à cunhada do presidente José Narciso; Sr.Ângelo Zanetti; Sr. Liberato José dos Santos, ex-conselheiro.

De vice-presidente na administração anterior, o Sr. Alcides Zanetti torna presidente para o biênio 1958-60, através da Assembléia de25/05/1958 e em seguida para o biênio 1960-61. Portanto entre vice e presidência, o Sr. Alcides Zanetti, deu 15 anos de sua vida, dedicada ao Social, e continua até nos dias de hoje, nas arquibancadas dos estádios, torcendo para o Social.

Em 28/01/1962, o conselho elege para presidente, o comerciante Sr. José Garcia para o biênio 1962-63.

Em 10/05/1964, o conselho elege para presidente no biênio 1964-65 outro comerciante de renome em Matosinhos, Adenor Batista da Costa.

Em Assembléia Geral ocorrida a 06/01/1966, elege-se o novo conselho e nova diretoria do Social, tendo como presidente do conselho, o Sr. Paulo de Resende Campos e presidente executivo, o Sr. Jésus de Oliveira Morais.

Não por culpa do presidente Jesus de Oliveira Morais, mas a partir da sua administração, por contigências de época, o Social Futebol Clube vive um pesadelo em sua existência, que somado às ameaças da década de 50 está muito bem narrado, a seguir, por Zanetti Neto, em Jubileu de Ouro do Social Futebol Clube, 1989:

…após a conquista do título de 1955 e possuindo um forte plantel, o Social começa a sentir o poder econômico dos grandes rivais da época. Começa o aliciamento de seus atletas. São oferecidos objetos de valor aos atletas “xavantes” para se transferirem para outras equipes de nossa cidade e, numa época de difícil valorização de craques, esta oportunidade não poderia passar despercebida e, aos poucos, o Social, para desespero de seus abnegados Diretores: Major Pacheco, Sr. Adolfo, José Soares e outros, vê seus jovens craques envergarem outras camisas: Inácio, Tisca, Fundenga, Gaio, Waldemar, Tereré, Edson, Nortinho etc… Era precisso parar a máquina “xavante” e que outra coisa senão buscar aqueles craques que despontavam no futebol são-joanense? Não possuindo estrutura para enfrentar as investidas dos adversários, o Social se vê em sérias e terríveis dificuldades para armar um bom time para os próximos campeonatos. Os bens materiais e financeiros falavam mais alto. Já não bastava a força de vontade e o amor ao clube. Gerando uma crise interna, refletida necessariamente no esporte, o Social somente consegue caminhar tropegamente, para não sucumbir diante das adversidades que se lhe apresentam.

Na década de 60, tenta uma solução que seria desastrosa: passa a ser um clube profissional. Após uma campanha que deixou o clube em más condições financeiras, que já não era boa e enfrentando uma difículdade terrível, o Social volta à sua humilde origem de amador. Já nesta época, em litígio com os herdeiros de Dona Cotinha e não possuindo nenhum documento que assegurasse a posse do seu campo, o Social perde na justiça e o campo é restituído aos seus donos. É solicitada uma licença à LMD por tempo indeterminado.

Em 1968 [Assembléia de 16/05/1968], assume a Presidência do clube o jovem e então ex-atleta Gelson Rodrigues Vale. Era preciso conseguir outro terreno para se construir o campo de futebol, e sua primeira providência foi tornar isto possível. Entrando em contato imediatamente com os herdeiros de Dona Cotinha, inicia-se uma verdadeira maratona. Viagens, troca de cartas, conversas telefônicas, já que alguns herdeiros residiam fora de São João del Rei, dificultando assim as negociações. Propostas são feitas e desfeitas. O desânimo se apossa de todos, culminando com um golpe fatal: é loteado todo o terreno dos herdeiros, tendo a frente do loteamento o falecido Pedro Motta. Nesse período, faz se sentir a atuação do Dr. Paulo Campos, um dos herdeiros e Presidente do Conselho Deliberativo do clube. Sua ajuda foi fundamental para a solução do problema. Numa última tentativa, Gelson propõe ao dono do loteamento a permuta da sede social por um terreno para se construir o estádio. Pedro Motta, sentindo o drama do clube e amigo particular de Gelson, aceita a troca. E assim, em 1969, o Presidente Gelson entrega à família socialina a escritura do atual terreno onde está localizado todo o complexo esportivo-social do clube. Sempre lembrado e exaltado pela sua visão de grande presidente, Gelson deixa com dignidade, em 1969, a Presidência do Social F. C., na certeza de ter cumprido o seu mandato.

De 1969 a 1975, o Social permanece inativo. Durante sete anos fica afastado das lides esportivas. Neste espaço de tempo é apenas uma recordação na mente dos socialinos. Em 1975, assume a Presidência do clube, que se encontrava em estado caótico, aquele que promoveria a ascensão do Social: Octávio de Almeida Neves, irmão do presidente Tancredo de Almeida Neves. Arrebanhando os mais ferrenhos socialinos e num esforço titânico, começa a construção do atual estádio: Cabe aqui lembrar o nome de José Cesário de Castro, diversas vezes Presidente do Conselho Deliberativo, que foi o responsável pelo muramento do estádio, pois o mesmo era somente uma área aberta. Graças ao Sr. José Cesário, foram feitas as placas de cimento e consequentemente o estádio foi fechado, mesmo enfrentando as mais árduas dificuldades, José Cesário, com firmeza e garra que caracteriza a família socialina, sobrepujou a tudo e a todos conseguindo o seu objetivo.

Em 1976, o Social, devidamente reintegrado e legalizado junto a LMD, está apto para retornar ao cenário esportivo. É marcada a inauguração do novo estádio: 20 de junho de 1976. Social x Minas, jogo válido pelo campeonato da cidade, será a partida que inaugurará o estádio. O coração xavante bate forte. É o retorno do clube ao esporte são-joanense. A família socialina chora e vibra de emoção. E as comemorações? E o jogo? Pela manhã, é celebrada a Santa Missa em Ação de Graças. Bênção das novas instalações e do estádio. Tudo é festa. Abraços, agradecimentos, confraternização, lágrimas, tudo se mistura naquele dia. Octávio Neves, impassível, sereno e com toda humildade que sempre demonstrou durante sua gestão, aceitava os cumprimentos, debitando à sua Diretoria e amigos a grande realização. As solenidades prosseguiam em tom alegre e festivo, mas os pensamentos estavam voltados para o jogo da tarde. Às quinze horas e trinta minutos o juiz dá o apito inicial. É inacreditável. Mas lá estava novamente o Social a lutar em campo. Onze atletas honrando a camisa ”xavante”, renascendo para a posteridade. São eles: Paulo Aurélio, César (Abacate), Toninho (Bota Ovo) Bosco, Caxumba, Zé Antônio, Vicentinho, Jorge Rabelo, Lula e Jorginho. E mais: José Luís, José Espanhol e Gatinho.

O estádio, completamente tomado, vibrava com o jogo, um clássico para comemorar o acontecimento. Movido pela sua galera, o Social F. Clube consegue expressiva vitória sobre o co-irmão Minas F. C., pelo placar de 2×0, dois belos gols de Jorge Rabelo. Era o retorno glorioso do Social F. C..

O terreno para a permuta com a sede social anteriormente mencionado era de propriedade dos herdeiros, que acabaram ajudando e contribuindo na transação, e acabou se dando da seguinte forma: o terreno foi avaliado no ano de 1968 em NCr$12.000,00 (doze mil cruzeiros novos), sendo 5 mil de entrada e o restante financiado em 2 anos.

Na reunião do conselho realizada em 05/06/1969, o presidente Gelson Vale disse que a entrada de 5 mil cruzeiros novos já tinha sido dada, graças a ajuda importantíssima dos socialinos, que acreditaram e compraram títulos do clube e o restante, corrigido pela inflação, que já estava em 10 mil cruzeiros novos teriam que ser pagos, vendendo a sede social. Com a aprovação da venda da sede pelo conselho, no valor de NCr$14.000,00 (quatorze mil cruzeiros novos). Vendida a sede, o Sr. Gelson Vale prestou contas, em reunião de 15/03/1970, passando às mãos do novo presidente eleito, Sr. Jorge Salomão, a escritura do terreno já todo pago, a relação dos bens patrimoniais do clube, e saldo em caixa, na presença do conselheiro Adelmo Ferreira, que confirmou a exatidão dos referidos documentos. (SILVA: 1989, p. 19)

Para o biênio 1970-71, foi eleito presidente do Social o Sr. Antônio Augusto da Silva Neto.

Em 02/06/1972, o conselho, sob a presidência do Sr. José Cesário de Castro, deu posse ao novo presidente eleito, Sr. Armênio Reis, que renunciou em 13/02/1973, alegando motivos particulares. Nesta mesma reunião, após ter sido aceito o pedido de demissão, o Sr. José Nogueira indicou o nome dos senhores José Luiz Baccarini para presidente e Wainer de Carvalho Ávila para vice, para o resto do mandato de 1973 e para o biênio 1974-75, o que foi aprovado pela Assembléia.

Em 20/04/1975, em sua sede social, à Av. Josué de Queiroz, 151 (Cine Arthur Azevedo), sob a presidência do Sr. José Cesário de Castro, elegeu-se para presidir o clube, para o biênio 1975-76, o Sr. Otávio de Almeida Neves, e para vice o Sr. José Nogueira.

Em Assembléia do dia 13/02/1977, foram eleitos para presidente, o Sr. Érico Siqueira, e para vice o Sr. José Nogueira. Neste dia foi prestada uma homenagem póstuma ao Sr. Paulo Agostini, grande colaborador do Social. Em 1978, o Social conquista o vice campeonato da cidade, por incrível que pareça, perdendo somente a última partida para o seu maior rival, o Athletic. Mas, com praticamente o mesmo plantel, no ano seguinte o Social conquista o campeonato de futebol da cidade.

Em Assembléia do dia 07/12/1979, foram eleitos para o biênio 1980-81, o Sr. José Nogueira, para presidente e para vice, os senhores: Gentil Rodrigues de Resende e José dos Santos Zanetti. José Nogueira, um dos fundadores do Social F. C., tido por muitos, ao lado de Alcides Zanetti, um dos melhores presidentes que o clube conheceu. Sua administração seria coroada de êxito e marcada por duas soberbas obras: Sede Social, inaugurada a 15 de setembro de 1979, e o Parque Aquático em 14 de janeiro de 1984. Esses dois patrimônios são responsáveis pela volta da saúde financeira do clube, com aumento do quadro de associados e arrecadações avulsas. Na inauguração da nova sede, comemorando os 40 anos do clube, velhos e novos atletas se encontram, para as festividades e recebimento de medalhas, entre eles, o veterano Edson, que defendeu o Fluminense do Rio de Janeiro e Seleção Brasileira. Aliás, é de grande orgulho para os são-joanenses, em especial para os socialinos, a existência de dois craques que vestiram a camisa da seleção brasileira de futebol, ambos saídos do Social. Além de Edson, também Cláudio Caçapa, que se transferiu diretamente do Social, para o Atlético Mineiro e, em seguida, para ser campeão francês pelo Lyon da França, no ano de 2002.

Em Assembléia do dia 16/05/1982, reelegeu-se para o biênio 1982-83, a chapa do Sr. José Nogueira. Em Assembléia do dia 17/06/1984, tornou a se reeleger para o biênio 1984-85, a chapa do Sr. José Nogueira.

Em Assembléia do dia 20/04/1986, realizou-se eleição para o biênio 1986-87, com duas chapas concorrentes, sendo a chapa nº 1, composta por José Nogueira, Maurício Fazzion e Osvaldo Silveira. A chapa nº 2 foi composta por Carlos Alberto Nery, Newton Sales Borges e José Rabelo de Castro. Saiu vencedora a chapa nº 2. Carlos Alberto Nery, dinâmico e brilhante advogado em nossa cidade, juntamente com seus dois vice-Presidentes: Newton Sales e José Rabelo de Castro, cuja administração revolucionaria o Social e o futebol local. Foi, sem dúvida, uma das mais concorridas eleições que o clube já viu, 518 sócios se comprimiam no salão da sede social para exercer seu direito de votar. Ao final da contagem dos votos, saiu vitoriosa a chapa de Carlos Alberto Nery, com 275 votos, tendo a chapa oponente 243 votos. Empossada no dia 24 de abril, a nova diretoria se desdobrou em reestruturar todos os departamentos, para se fazer uma boa administração. Todo o patrimônio foi vistoriado e muitas reformas tiveram seu início imediatamente. A entrada do estádio recebeu piso de “bloquete”, foi construído um novo bar, atendendo simultaneamente sede, campo e piscina, o conhecido tri-bar. Todo o sistema hidráulico e elétrico recebeu melhoria. Os vestuários da parte esportiva receberam piso de borracha e nova pintura. A parte social recebeu um impulso jamais visto no clube. Eram promovidos bailes alusivos a dias especiais: Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Aniversário do Clube etc. Surge a expansão do quadro social, em convênio com a firma Sorirama Empreendimentos de Campinas – SP. Em 1987, é montado um grande plantel com excelentes craques e por essas fatalidades do destino o time não conquista o título de 1987, sofrendo apenas três gols durante o campeonato.

No dia 21 de novembro de 1987, mais uma vez, a tristeza se abate sobre a família socialina: falece o ex-presidente e fundador José Nogueira. No dia 22, o Social iria enfrentar, em sua fase final o América R. F.. Os atletas, sentindo o ambiente triste pelo passamento de José Nogueira, entram em campo dispostos a render-lhe uma última homenagem. Conseguem uma expressiva vitória sobre o seu oponente por 2 x 0, dedicando ao ex-presidente José Nogueira esta vitória como uma recompensa por seu amor e trabalho ao Social F. Clube.

No ano de 1988, em que tiveram início as comemorações do JUBILEU DE OURO, foi iniciada a construção do primeiro lance de arquibancada, um velho sonho da família socialina e que se tornou realidade após cinqüenta anos de muita luta e sacrifício. Dotada de uma estrutura supermoderna, a arquibancada, com cem metros de extensão e cinco degraus, é sem dúvida, a maior conquista e o ápice da administração de Carlos Alberto Nery. Como se tudo isso não bastasse, foi substituída também a velha iluminação de lâmpada mista por outra moderna de lâmpada a vapor de mercúrio de 1.000 watts, bem como os postes de concreto por torres de estrutura metálica de dezessete metros de altura cada uma. E no dia 30 de novembro de 1988, o Estádio Paulo Campos reabriu seus portões ao público são-joanense para inauguração do primeiro lance de arquibancada e da nova iluminação, culminando com a entrega de faixas aos Campeões Invictos de 1988, num jogo sensacional com a equipe de profissionais do Tupi F. C. de Juiz de Fora. Estava realizada e consagrada a grande administração do Presidente Carlos Alberto Nery.

Em Assembléia do dia 11/12/1988, realizaram-se novas eleições, para o período de 12/12/1988 a 12/12/1991. Disputaram as chapas: “Invicta”, encabeçada por Gentil Rodrigues; “Azul”, encabeçada pelo Sr. Celso Novais. Saiu vitoriosa a chapa Invicta, com 161 votos, contra 94. Novamente, a família socialina deu uma lição de democracia e civismo. Num ambiente calmo e tranqüilo, as eleições transcorreram normalmente, desde a abertura, às 8h até o seu encerramento às 15h. A nova administração, logo no seu início, deu mostras de sua vontade em trabalhar para o Social F. Clube. Começou pela reforma total do alambrado do estádio e pintura do mesmo; construção de um W. C. no estádio, cobertura da entrada da sede, construção de uma passarela de concreto em volta do estádio, reforma da piscina e dos filtros, compra de aparelhos para aguar o campo, construção e reforma do passeio em frente ao estádio e sede, e pintura de toda a frente do patrimônio do clube.

Em Assembléia do dia 08/12/1991, realizaram-se novas eleições, para o triênio 92/93/94. Duas chapas concorreram: novamente a chapa “Invicta”, encabeçada pó Gentil Rodrigues e a chapa “A Hora do Arranco II”, encabeçada por Carlos Alberto Nery. Saiu vitoriosa mais uma vez, a chapa Invicta.

Em Assembléia do dia 08/01/1995, realizaram-se eleições, para o triênio 95/96/97. Duas chapas concorreram: a chapa “Você Decide”, encabeçada por Carlos Alberto Nery e a chapa “Invicta”, encabeçada desta vez, pelo presidente do Conselho Deliberativo, Mahatma Gandy Câmara. Saiu vitoriosa a chapa Invicta.

Em Assembléia do dia 11/01/1998, realizaram-se eleições, para o triênio 98/99/2000. Duas chapas concorreram: O grupo “Pró Social”, encabeçada por José Cláudio Henriques e a chapa “Recondução”, encabeçada por Gentil Rodrigues de Resende. Saiu vitoriosa a chapa Recondução.

Em Assembléia do dia 14/01/2001, realizaram-se eleições, para o triênio 2001/02/2003. Duas chapas concorreram: a chapa “Recondução”, encabeçada por Gentil Rodrigues e a chapa encabeçada por José Francisco de Castro. Mais uma vez a chapa Recondução foi a vencedora. A relação completa dos presidentes do Social esta no Anexo VIII.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO HINO DO SOCIAL FUTEBOL CLUBE

Zanetti Neto (1989) descreveu:

Despertado pelo amor e curiosidade que sempre senti pelo Social F. C., procurei, desde meu ingresso no clube, averiguar a existência ou não do hino oficial do clube. Minhas pesquisas junto aos mais antigos e tradicionais “xavantes”, já que não existia nenhum documento a respeito, trouxeram à luz fragmentos de um antigo hino, mas, por mais que investigasse, não consegui provas autênticas de sua existência.

E assim, no dia 8 de janeiro de 1983, foi apresentado, em reunião, o novo hino do Social, com nova música, aproveitando a antiga letra, hino que foi aprovado por unanimidade, conforme consta no livro de Atas arquivado no clube.

A letra do hino eu a consegui graças a um antigo convite de baile que estava de posse do Sr. Álvaro José de Souza, antigo colaborador do clube, que gentilmente cedeu o convite para a divulgação da letra.

A primeira execução oficial do hino se deu no dia 14 de janeiro de 1984, quando da inauguração do Parque Aquático “José Nogueira”.

Cabe aqui uma sincera homenagem póstuma ao saudoso e exímio músico Francisco Mangabeira da Silva, que foi o autor dos arranjos musicais.

Que todo socialino, ao cantar o hino do Social, se encha de orgulho e que seu coração se rejubile nos doces e melodiosos acordes, demonstrando sua paixão e vaidade em ser “XAVANTE”, que pulsa no peito um coração BRANCO, AZUL E AMARELO. (p. 9)

HINO DO SOCIAL FUTEBOL CLUBE

Letra: Gustavo Campos
Música: Alberico Zanetti Neto

Avante Social,
Clube do meu coração!
Avante Social,
Tens fibra de campeão

Oh! Salve Social,
Tua glória é lutar
Lutar sempre jovial,
Com forças prá triunfar!

O nosso clube de Matosinhos,
Clube da força de vontade,
Tem por lema em seus caminhos
Disciplina, amor e amizade

Pela vitória do esporte
E da raça o engrandecer
O Social porfiará forte
Resoluto, sem esmorecer

Os socialinos, com razão,
Chamam seu clube varonil
Orgulho da nossa São João,
Pela grandeza do Brasil!

FOTOS DO SOCIAL
Fonte: O Grande Matosinhos

Inauguração do Parque Aquático do Social F. Clube

Inauguração do Parque Aquático do Social F. Clube

Estádio do Social F. Clube

Estádio do Social F. Clube

Social Campeão de 1955

Social Campeão de 1955

Músicos em prol da construção da 1ª sede social

Músicos em prol da construção da 1ª sede social

Torcida Social

Torcida Social

Inauguração da pedra fundamental da sede social

Inauguração da pedra fundamental da sede social

Parque Aquático do Social F. Clube

Parque Aquático do Social F. Clube

Time Social de 1942

Time Social de 1942

Time Social Júnior

Time Social Júnior

Fontes:

Escudo – Site do Social
Texto – HENRIQUES, José Cláudio. “Bairro de Matosinhos, berço da cidade de São João del Rei”, citado em O Grande Matosinhos

 

Time da Grande Florianópolis chegou a conquistar a Terceirona do Catarinense

A pequena e barulhenta torcida Fúria Biguaçuense, do Esporte Clube Biguaçu, ficará em silêncio no ano que vem. O clube, que disputou a Divisão Especial em 2012 e ficou em 5º lugar na classificação geral, estará em uma nova cidade, ainda não definida.

– Não recebemos o mínimo de apoio público – disse Taffarel Rodrigues, um dos dirigentes da equipe, ao confirmar a manobra.

Por mínimo, Taffarel define ajuda para transporte e alojamento, além do aluguel do estádio – cerca de R$ 500 por partida. Algo que não deveria depender de prefeitura, mas que acaba sendo realidade de times de menor expressão, não só em Santa Catarina.

Taffarel diz que os empresários negociam com outras cidades para manter o clube, que mudaria de nome. Algo semelhante ao que aconteceu, nos últimos anos, com o Grêmio Barueri (SP). O time paulista chegou a ser transferido para Presidente Prudente (SP), antes de voltar a Barueri.

Fonte: Hora SC

 

Diante de uma crise financeira, o Flamengo uniu-se ao seu maior rival, o Juventude, originando, no dia 14 de dezembro de 1971, a Associação Caxias de Futebol. A entidade, que usava uniforme nas cores preto e branco, teve Cláudio Eberle como seu primeiro presidente. Quatro anos depois, o Juventude desfez a sociedade e voltou ao futebol. O Flamengo continuou como Caxias, mas com o nome de Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul e com o uniforme grená, azul e branco.

 

O Santa Cruz foi um clube de Juiz de Fora, um dos precursores do Campeonato daquela cidade. Fundado em 3 de maio de 1919, começou a disputá-lo em 1920. Venceu dois Torneio Início.

Abaixo, uma nota do jornal “O Pharol” sobre o quarto aniversário do clube:

FOOT-BALL

O grande festival organizado pelo Sport Club Santa Cruz em commemoração ao seu 4º anniversario. – Surgindo em 3 de maio de 1919, amparado por um grupo de ardorosos associados, á frente dos quaes se encontravam Jacob Willig, Antonio Justiniano Bastos, Eduardo Lott Filho, Angelo Falci, Francisco Maia e outros, o Santa Cruz com altivez e energia soube impôr-se ao conceito dos outros clubs.

É um club dos mais novos pertencentes á Sub-Liga, porém contando muitos louros.

É elle duas vezes detentor do titulo de campeão do torneio Intium, sendo a primeira em 1921 e a segunda este anno (1923), aliás com grande brilho, conquistando duas ricas taças; e tambem Vice-Campeão do torneio realizado em 1922.

Possue o Santa Cruz grande numero de trophéos, taes como: medalhas, bronzes e taças.

O seu actual quadro é o seguinte:

Carvalho – Paulo, Luiz – Neca, Oscar, Nogueira – José Gomes, João Alves, Adalberto, Wentan e Evilazio.

A actual directoria do Santa Cruz, da qual se encontra á frente o acatado desportista dr. José André Bastos, é a seguinte:

Presidente, dr. José André Bastos; vice-presidente, Francisco Maia; 1º secretario, Antonio Justiniano Bastos, 2º secretario Octaviano Caputti, thesoureiro, Salvador de Moura Fontes; procurador, Luiz Nascimento. Registrando a passagem da data de hoje saudamos ao joven grmio e fazemos votos para que em seu seio seja sempre feito sport por sport.

Salve Santa Cruz !

Para commomorar tão grande data será levado a effeito na vasta praça de sports do valoroso Tupy, sito á avenida Francisco Bernardino, o lindo festival do Sport Santa Cruz.

Seráo disputadas diversas partidas entre os clubs que carinhosamente acceitaram o convite do club anniversariante.

A primeira prova, Santa Cruz:

Tupynambás x Santa Cruz, segundos teams.

Ao vencedor será offerecida uma medalha de prata.

Segunda prova: Pedro Vaz Caminha, primeiros teams.

Tupy F.C. x Renato Dias.

Terceira prova: Pedro Alvares Cabral, primeiros teams.

Sport Club Juiz de Fora x Sport Club Santa Cruz.

Aos vencedores dessas duas provas serão offerecidos dois riquissimos bronzes.

Nota do dia 5 de maio:

FOOT-BALL

Promovido pelo Sport Club Santa Cruz, teve logar ante-hontem no campo do Tupy, o festival commemorativo a passagem de mais um anniversario da fundação do Club.

Apesar da chuva, as provas que correram na melhor ordem tiveram o seguinte resultado:

Primeira prova – Santa Cruz – segundos teams.

Tupynambás x Santa Cruz – vencedor Tupynambás por 3 x 1 juiz Albino Amaral.

Segunda prova-  Pedro Vaz Caminha – primeiros teams.

Renato Dias x Tupy – vencedor Tupy, por 1×0, juiz Joaquim Carvalho.

Terceira prova – Pedro Alvares Cabral – primeiros teams.

Sport Club Juiz de Fora – Santa Cruz – vencedor Sport Club por 2×1, juiz Jayme Motta.

Aos vencedores foram entregues ricos premios que estavam ezposios nas vitrines da Casa Açucena.

Fonte: Jornal “O Pharol”, 3 de abril de 1923 e 5 de abril de 1923.

Consultando o amigo André Oliveira, analisamos a possível existência de um diferente Sport Club Santa Cruz, fundado a 18 de julho de 1958 e sediado no bairro de mesmo nome, às margens da BR-040. Creio mesmo se tratar de outro clube, uma vez que este bairro Santa Cruz me parece um bairro mais recente, que talvez não existisse à época da fundação do primeiro Santa Cruz.

 

A história do Operário de Várzea Grande-MT é muito confusa e alguns nem sabem. Através de minhas revistas e algumas informações da internet fiz o levantamento abaixo. Por favor, me corrijam ou acrescente algo se necessário.

CLUBE ESPORTIVO OPERÁRIO VÁRZEA-GRANDENSE

O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense foi fundado em 01/05/1949. Foi um dos clubes mais importantes do Estado do Mato Grosso. Ganhou 09 títulos Estaduais (1964, 1967, 1968, 1972, 1973, 1983, 1985, 1986, 1987).  Após alguns anos de altos e baixos em 1994 a equipe se encontrava falida e para fugir das dívidas seus dirigentes pediram o licenciamento junto a federação e fundaram o Esporte Clube Operário.

Contudo, em 2009 um grupo de pessoas da cidade reativaram a equipe, mesmo existindo outro Operário na cidade. Assim neste ano o operário F.C. LTDA jogou a 1° divisão e o C.E.O.V. a 2° divisão.

Escudo antigo

ESPORTE CLUBE OPERÁRIO

O Esporte Clube Operário foi fundado em 06/03/1994. Herdou toda a fama e história do C.E.O.V.. Como não possuía dívidas a equipe nasceu forte e conquistou um bi-campeonato logo de cara. Conquistou o Bi em 1994/95 e o título de 1997. Contudo da mesma forma que seu antecessor teve altos e baixos, culminando com a desistência de disputar o campeonato de 2001. Voltou em 2002 e conquistou o título.

 

OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE LTDA..

O operário Futebol Clube LTDA surgiu em 01/05/2002 substituindo o E.C.O. que havia ficado parado por um ano. No campeonato de 2002 a equipe iniciou a competição ainda com a nomenclatura antiga (campeonato começou em 17/02), porém a partir das semi-finais com o novo nome. Ganhou a Copa Governador de 2005 e o Estadual de 2006. Em 2011 fez péssima campanha no Estadual e acabou rebaixado  à 2ª divisão de 2012.

primeira versão

FONTES:

http://www.fmfmt.com.br/index.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/Oper%C3%A1rio_Futebol_Clube_Ltda.#T.C3.ADtulos

http://www.rsssfbrasil.com/historicco.htm#mt

http://operariomt.com.br/

http://umtimepordia.blogspot.com.br/2008/11/operrio-futebol-clube-ltda.html

Revistas Placar de 1994 a 2012.

 

 

Assim nasceu o Esporte Clube Progresso

Em 1922 é formada a Companhia Fazenda Belém, nas terras que haviam sido compradas pela Companhia S.P.R . do Barão de Mauá, e que eram constituídas das Fazendas Cachoeira e Borda da Mata.
Somente em 1932 é que foram iniciadas as vendas de lotes aos ferroviários, por preços módicos, como estava estabelecido nos contratos da companhia em Londres.
Em 1935, Adail Jarbas Duelos, Antonio Calvo e outros amigos fundam em São Paulo, mais precisamente na Estação da Luz, a revista Revista Ferrovia, que começa a circular mensalmente, tomando-se o grande elo de ligação entre todos aqueles que trabalhavam na estrada de ferro.
A pequena localidade de Belém da Serra, hoje Francisco Morato, começa nessa ocasião a conhecer sua primeira fase de progresso, com a formação de sua escola primária para abrigar um grande número de crianças que precisavam ser alfabetizadas.
Faltava no pequeno lugarejo um local onde os trabalhadores pudessem divertir-se nos fins de semana. É formada uma comissão de trabalhadores braçais da estrada de ferro. Que procuram o senhor Adail Jarbas Duelos que ouviu a proposta daqueles operários, que eram em sua grande maioria da turma da “Sóca”, quer dizer, eram pessoas que trabalhavam nas tarefas mais difíceis como: colocação de dormentes, pedras, remoção de terra, etc.
Após falar com o senhor Adail, todos foram encaminhados ao chefe Baltazar Fidelis, que prontamente acatou a idéia da formação de um clube dos ferroviários em Belém, recebendo o nome de Sociedade Recreativa e Musical Belém. A partir daquela ocasião passasse a realizar bailes abrilhantados pelo “Jazz Band de Campo Limpo Paulista”, de Jundiaí, Lapa, até a formação do próprio “Belém Jazz Band”.
Estávamos em Maio de 1936, o clube localizava-se nas proximidades, onde hoje está o Supermercado dos Italianos e a Loja Don Paco. Conforme o estatuto pode-se perceber que não havia futebol:

ESTATUTO DO CLUBE PROGRESSO
CAPÍTULO 1°
DA SOCIEDADE E SEUS FINS

Art. 1° – O Clube Progresso, fundado em 13 de maio de 1936, no Distrito de Francisco Morato, município de Franco da Rocha, é constituído de número ilimitado de sócios, sem distinção de sexo, crença, profissão ou nacionalidade.

Art. 2° – Seus fins são os seguintes:
a) proporcionar aos associados e suas famílias, todas as diversões ao seu alcance, instituindo e dirigindo seções esportivas e recreativas e outras julgadas consentâneas com o desenvolvimento da localidade;
b) criar e manter uma biblioteca e
c) na medida de suas possibilidades, criar escolas de ensino primário e de música, aos seus associados e seus filhos.

Sociedade Recreativa e Musical Progresso
Por ocasião do incêndio na Estação da Luz, em novembro de 1946, entre os documentos que foram queimados estavam incluídos os primeiros livros de atas da “Sociedade Recreativa e Musical Progresso”, fundada em 13 de maio de 1936 e que depois passou a chamar-se Clube Progresso de Francisco Morato.
Abaixo, um relato da Revista Ferrovia de outubro de 1937.

“A sociedade recreativa e musical “Progresso”, de Belém, que congrega em seu seio os empregados da Cia. Fazenda Belém e da S.P.R, acaba de lançar à público a seguinte circular, que tem por fim a angariação de donativos para a construção de sua sede social.

“Prezado Sr.:
Este clube, composto inteiramente de empregados da “São Paulo Railway” e da “Companhia Fazenda Belém”, sua filiada, trata, no momento do assunto mais importante de sua vida, representado no levantamento de uma sede a ser construída na Estação de Belém, concorrendo assim, para o progresso da classe a que pertence, além de unir os seus associados e suas famílias, bem como os funcionários das duas companhias que futuramente entrarem para o seu quadro social, de meios recreativos e esportivos, indispensáveis a todos nós.
Desejando, pois, essa diretoria dar inicio às obras da referida sede, resolveu levantar uma campanha para aquisição de donativos de qualquer espécie, materiais, etc. Esperando que os amigos do pessoal da “São Paulo Railway” e da “Companhia Fazenda Belém”, não se negarão a cooperar nesse sentido.
Por isso servimo-nos deste meio para apelar a todos aqueles que simpatizam pelo progresso do esporte e recreação do pessoal, que dispense a sua boa vontade à nossa iniciativa.
Qualquer material será útil, mesmo que não possa ser usado diretamente nas obras, trará beneficio monetário ao clube.
Assim, pedimos o obséquio de remeter qualquer material que nos possa ser oferecido por intermédio da “Estação do Pari”, que nos despachará. Para qualquer donativo em dinheiro pedimos o obsequio de dar aviso à diretoria, a fim de ser procurado mediante recibo oficial.
Certo de que este apelo merecerá da parte de V.S., para que nossa iniciativa seja coberta de êxito”.

A Revista Ferrovia tinha se transformado em um grande sucesso literário, era conhecida por todos ferroviários, desde Santos até Jundiaí, por esse motivo seus proprietários passaram a receber toda atenção dos mais altos dirigentes da “São Paulo Railway”, criando com isso uma amizade muito grande entre o superintendente Baltazar Fidelis e a população ordeira de Vila Belém.
Adail, que naquela época já residia na Vila, consegue trazer grandes melhorias para o local.
Assim, no dia 13 de maio de 1936, havia surgido a “Sociedade Recreativa e Musical Belém”. Através de uma sugestão do senhor Francisco Nunes, que na ocasião era presidente do Nacional da Água Branca, a referida sociedade transformou-se em clube de futebol, recebendo o nome de “Esporte Clube Progresso”, que um pouco mais tarde teve o seu campo construído pela turma da “Sóca”, no mesmo local onde se localizava o clube de baile. Era o ano de 1941.
Recebeu o campo, o sugestivo nome de Estádio Baltazar Fidelis.
A partir dessa ocasião, o futebol de Vila Belém passa a ser respeitado em toda a região, fazendo parte de suas equipes grandes futebolistas, grandes dirigentes, além de uma sensacional torcida.
Infelizmente, nunca pudemos localizar a ata de fundação, com os nomes dos ferroviários pioneiros.
Em 1952, num ato de bondade, a filha do Dr. Francisco Morato, dona Cinira Morato Leme e seu esposo, Dr. Celso Leme, doam uma área de terra de 9.500 metros quadrados, onde hoje está construído o conjunto esportivo.
Em 1954, a Vila Belém recebe o nome de Francisco Morato, e é eleito seu primeiro prefeito Cassiano Gonçalves Passos.
Parabéns aos dirigentes, atletas, funcionários e todos aqueles que aprenderam a gostar e respeitar o Esporte Clube Progresso, que nasceu graças à vontade de homens, que apesar das dificuldades da vida, sabiam e tinham coragem de lutar pela realização de seus ideais.

Fonte: Revista “Gralha Azul”, suplemente cultural N° 1, Abril/Maio de 2006. Distribuição: Franco da Rocha, Caieiras e Francisco Morato.

OBS: ESCUDO VETORIZADO PELO SÉRGIO MELLO

 


Até o ano de 1973, o Guarani participava somente de competições municipais e intercâmbios intermunicipais ou regionais, até porque não havia liga de futebol em São Miguel do Oeste. Até 1973, o Guarani pertencia à Liga de Futebol de São José do Cedro.

Em 1974, foi criada a Liga Esportiva Fronteirista, e neste mesmo ano foi realizado o Primeiro Campeonato Regional, do qual o CE Guarani sagrou-se campeão. Dessa forma, tomou-se a decisão de participar do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional, pela primeira vez na história do Extremo-Oeste. O CE Guarani disputou então a Primeira Divisão do Campeonato Catarinense nos anos de 1974, 1975, 1976 e 1977, na administração do Sr. Waldir João Fedrizzi.

Em 1977, mais especificamente em outubro daquele ano, houve o pedido de licenciamento do clube junto à Federação Catarinense. No entanto, formou-se uma comissão em prol da continuidade do CE Guarani no futebol profissional. Esta comissão assumiu o Clube por procuração e contrato de responsabilidade mútua. Assinaram o contrato: Clari Vareschini (in memorian), Romildo Schleder (in memorian), Avelino Neis (hoje residente em Porto Alegre), Waldir João Fedrizzi (hoje residente em Florianópolis), Sérgio Volpi (ainda residente em São Miguel do Oeste) e Orlando Mafinski (ainda residente em São Miguel do Oeste). Este contrato foi assinado no dia 1º de novembro de 1977, perdurando até o dia 28 de fevereiro de 1978. Deste modo, o Guarani participou do Torneio Incentivo da Federação Catarinense de Futebol.

O Torneio Incentivo, promovido pela Federação Catarinense de Futebol (FCF), tinha como objetivo manter em atividade os clubes filiados da Divisão Especial, evitando uma pausa completa de jogos oficiais. Isso porque desde o final da Terceira Fase do Estadual, no dia 28 de agosto, os clubes eliminados ficariam inativos até o ano seguinte. O Torneio Incentivo de 1977 só terminou em 1978. A competição ficou paralisada desde o dia 18 de dezembro de 1977 e só reiniciou em fevereiro de 1978, devido às férias dos jogadores. A Chapecoense ficou com o título da competição. Joinville e Avaí não disputaram o torneio, pois estavam representando Santa Catarina no Campeonato Nacional. A fase final (em 1978) teve: Internacional (Lages), Figueirense, Carlos Renaux (Brusque), Joaçaba, Comerciário (Criciúma) e Chapecoense.

Destaque-se que o Guarani já tinha aparecido por três (03) vezes nos jogos na Loteria Esportiva Federal da época. Na oportunidade, o Guarani ficou 14 (quatorze) partidas invicto. Foram os quatro últimos jogos da Segunda Fase e todos os dez jogos da Terceira Fase do Estadual de 1977 sem derrotas. Essas duas fases eram regionalizadas (Planalto Serrano e Oeste Catarinense). Com oito vitórias e dois empates na segunda fase, o Guarani sagrou-se campeão do “Troféu Adolfo Camili”, único título de uma equipe do Extremo-Oeste no futebol profissional em toda a história.

Valendo ainda lembrar que neste mesmo período estiveram fazendo jogos amistosos em São Miguel do Oeste o Grêmio Fott Ball Porto-Alegrense e o Sport Club Internacional, de Porto Alegre. No dia 30 de agosto de 1976, o Guarani jogou contra a equipe do Milionários, de São Paulo e venceu pelo placar de  4-3. A equipe dos Milionários era composta por ex-jogadores da Seleção Brasileira como: Mané Garrincha, Fio Maravilha, Barbozinha, Humberto Monteiro, Tarciso, Minuca, Gilberto, Oreco, Paulo Borges, Cezar e Robson. No banco, jogadores como Tonho e Osvaldo. O Guarani tinha jogadores como Joãozinho, Lambari, Antonio Carlos, Valmir, Gessi, Paulo Renato, Clari, Alberto, Claudiomiro e Cezar. O técnico foi o Lindomar. O jogo foi arbitrado por Atílio Mallmann, com Simão de Oliveira e Hugo Simm na bandeira.

Em 05 de maio de 1978, houve uma Assembleia, tendo como local o CTG Porteira Aberta, para a formação da Associação São Miguel de Futebol. Este assunto ficou somente como um sonho, tanto do Guarani como do Clube Atlético Montese, mas nunca saiu do papel. Posteriormente, o Guarani licenciou-se das atividades profissionais no futebol.

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