FONTE: Revista Careta

 

Que o futebol é uma paixão mundial, não se discute. Confira uma lista de fotos raras incríveis que conta a história do futebol no decorrer do século XX. As imagens abarcam o futebol brasileiro e mundial. Delicie-se com as fotos do futebol jogado no Muro de Berlim, o time que jogava descalço, o goleiro trapaceiro, os jogadores de um pequeno time brasileiro que foi convidado a conhecer Che Guevara, e muitas outras.

Vale a pena conferir. Abaixo duas fotos pinçadas, as outras 28 basta clicar no link: http://www.historiadigital.org/curiosidades/30-fotos-raras-da-historia-do-futebol/

Esta foto foi capturada em 06 de outubro de 1912, no Rio de Janeiro, e mostra o primeiro time do Flamengo

 

Esta foto foi capturada em 1936, no Tibet, e mostra o Lhasa United, o primeiro time de futebol tibetano.

 

FONTE: História Digital

 

Esporte Clube Campo Belo

Carlos Gomes Futebol Clube

GE Juventude

Sociedade Esportiva Comunicações Portão

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Na cidade de  Itanhaém, localizada no litoral paulista, os campeonatos são promovidos pela Liga Itanhaense de Futebol Amador (LIFA) em três divisões, possuindo 47 equipes filiadas, conforme abaixo:

1ª Divisão (16 clubes)

2ª Divisão (16 clubes – 12 clubes + 4 clubes que subiram da 3ª divisão de 2016)

3ª Divisão (19 clubes – 04 subiram para 2ª divisão de 2016)

Fonte:

Comunidade no Facebook do Programa É Hora de Esporte da Rádio Anchieta 1390 khz.

 

Em São José dos Campos no Estado de São Paulo Existem duas entidades que organizam o futebol local: Liga Municipal de Futebol de São José dos Campos (LMFSJC), que é filiada a Federação Paulista de Futebol; e a Associação de Clubes Amadores de Futebol (ACAF). Sendo assim, mais de cem equipes se dividem entre as entidades. Para quem gosta de escudos e cores é um prato cheio. Segue abaixo a divisão:

LMFSJC – 2015 – 50 Filiados (Séries A e B)

 

ACAF – 2015 – 58 filiados (03 divisões – Especial, Primeira e Segunda divisão).

Fontes: Facebook da LMFSJC e ACAF

 

Corria o ano de 1982. O futebol brasileiro ainda sangrava a derrota de Sarriá e procurava por novos heróis, ou por algo que devolvesse o sentido à bola que se jogava. No meu caso, um garoto de nove anos que teve na Copa da Espanha sua primeira desilusão amorosa, algo que devolvesse o sentido à vida que se vivia, depois do sonho destroçado pelos pés de Paolo Rossi. Cada qual à sua maneira, os torcedores buscavam uma nova esperança. Era preciso reconciliar-se com o jogo.

Eu reencontrei o futebol em um pequeno palco do sul do país. “Estádio Vidal Ramos Júnior, o próprio da municipalidade”, dizia Aldo Pires de Godoy na Rádio Clube. Naquela noite de inverno o Inter de Lages entrou em campo para encarar o Joinville, que reinava absoluto em terras catarinenses. E era certo que aquele Joinville seria outra vez campeão catarinense, não havia força capaz de impedir o quinto título seguido tricolor. O que queríamos é que naquela noite, apenas naquela noite, a história fosse diferente. Que o Joinville levasse suas taças, mas não com uma vitória em nosso quintal. Havia sido assim na Taça Governador do Estado, disputada no primeiro semestre. Joinville campeão, mas sem vencer o Internacional.

Liderado pelo craque Nardela, o adversário buscou o ataque. Mas suas iniciativas paravam em um beque parrudo, peito estufado, altivez cangaceira. A barba espessa sobre a pele castigada, a cara de poucos amigos, nada era acolhedor em Eduardo. Poderia ser um bandido de um faroeste de Sergio Leone. Todavia, para nós lageanos, os colorados eram mocinhos, e bandidos eram os outros. Por isso Eduardo era o nosso xerife. Como morava no bairro do Morro do Posto, assim ficou conhecido: Eduardo, o Xerife do Morro do Posto.

Amigos, o embate foi épico. O Joinville atacava em bloco e Eduardo desbaratava a trama ofensiva sem sutilezas. Carrinhos, voadoras, cabeçadas na bola e nas chuteiras, chutes giratórios, tudo sem mexer um músculo facial. Houvesse uma gravação do que fez Eduardo naquela noite e os atuais lutadores de MMA mudariam de profissão, envergonhados. Talvez se transformassem em jardineiros para cultivar petúnias.

Outros tempos. Defender era um ofício sério, que prescindia de sorrisos ou boas maneiras. Eduardo não era violento, apenas herdara a impávida rudeza do homem lageano. Honrava suas chuteiras pretas e sua insígnia em forma de estrela. Era um cumpridor de seus deveres. Um boi de botas. Um sério.

Eduardo pôs os atacantes tricolores em debandada e o Joinville ficou acuado em sua metade de campo. O Inter estabeleceu o cerco. Apenas Eduardo ficou na intermediária defensiva, onde recolhia as rebatidas desesperadas do adversário para repor o Inter no ataque. Vinha o chutão, Eduardo amaciava a bola no peito estufado e a despachava para o companheiro melhor colocado.

De tanto pressionar, o Inter conseguiu um pênalti. Martinho Bin executou o goleiro Hélio Fernandes com a frieza habitual e anotou o único gol da noite. Os jogadores vieram comemorar junto ao pavilhão social onde eu estava com meu pai, e procurei no emaranhado de braços erguidos o nosso xerife. Não, ele não estava entre os que festejavam o gol. Eduardo já havia retornado ao seu posto, sozinho, e ajeitava a camisa por dentro do calção, esperando o jogo recomeçar.

Eduardo, estampa de bandido, autoridade de xerife

Pelo registro histórico, diga-se que naquele ano o Joinville venceu a Taça Governador e o campeonato estadual, mas não superou o Inter em nenhuma oportunidade. Nos dois jogos no Ernesto Schlemm Sobrinho, empates sem gols. Nos dois jogos no Vidal Ramos Júnior, vitórias coloradas pelo escore mínimo. Ser campeão era uma coisa. Dobrar o Inter de Eduardo em 1982 era algo bem diferente.

Naquela noite, o Inter venceu com o gol de Bin e com a autoridade de Eduardo, nos pés de quem o jogo se encerrou exatamente no nonagésimo minuto. Após dominar a derradeira rebatida do Joinville, o Xerife pisou na bola e ficou estático. Assertivo, olhou para o árbitro José da Silva Melo que, entendendo o gesto, apitou o fim. Melhor para todos. Eduardo não deixaria o Joinville fazer um gol nem que a partida fosse até o amanhecer.
A Rádio Clube já havia escolhido, por unanimidade, o melhor em campo. Eduardo receberia um radinho a pilha, oferecimento da Loja Magnetron. O repórter Evaldir Nascimento alcançou Eduardo quando este já deixava o gramado e o interpelou: “- Eduardo, você acaba de ganhar este rádio National Panasonic, fidelidade em ondas curtas, médias e longas, como o melhor jogador da noite!”

Sem interromper sua caminhada, Eduardo disse rangendo dentes: “- Não quero. Não fiz mais do que a minha obrigação”.

E desceu a escadaria rumo ao vestiário, onde deixaria sua camisa vermelha, sua estrela dourada e suas chuteiras pretas. Dentro de instantes voltaria a ser apenas Eduardo Antunes de Castro, misturado entre outros lageanos no último ônibus circular com destino ao Morro do Posto, sem querer mais que um prato de comida e o reconfortante sono dos justos.

O futebol sente saudade de você, Eduardo.

 

A primeira ficha técnica completa de um jogo realizado no Brasil e em São Paulo, publicada no jornal The Rio News em 19 de julho de 1898 em sua página 06 é inédita. Em nenhum momento da história do futebol no Brasil foi apresentado algum material de tamanha importância para a a verdadeira análise dos fatos nos primórdios do “football” que estava nascendo no país. Coube ao historiador e bugrino Moisés H.G.Cunha a descoberta neste jornal que circulava na capital do Império e depois República desde 1874. O editor e proprietário se chamava Andrew Jackson Lamourex que nasceu em 1850 e faleceu em 1928. Seus leitores eram majoritariamente britânicos. Na ficha podemos contemplar na escalação do SPAC  a presença de

Charles Miller e Hans Nobiling. Um presente valioso para São Paulo, no dia de sua fundação.

 

Em 1982 e 1983 a cidade de Campo Limpo Paulista teve um representante nas divisões de acesso do Campeonato Paulista: a Associação Atlética Campo Limpo Paulista. Do mesmo jeito que o time surgiu, ele sumiu. É muito complicado encontrar alguma lembrança física dessa equipe nos dias atuais.

Eis que nos últimos dias eu adquiri um agasalho da falecida agremiação, e constatei que o escudo é diferente daquele mostrado no Almanaque do Futebol Paulista, obra brilhante dos amigos Rodolfo Kussarev e Jorge Farah, a única publicação que mostrou esse distintivo até hoje. Não é uma diferença enorme em relação ao escudo mostrado na Bíblia, mas acho que vale o registro.

Grande abraço a todos!


 

 

Partida realizada na data de 31 de outubro de 1920, no Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Heitor (1º tempo)

Árbitro: Ernani Cômmodo

Palestra: Primo, Bianco e Pedretti. Bertolino, Picagli e Fabbi. Caetano, Ministro, Heitor, Imparato e Martinelli.

Minas Gerais: Bozzato, Barbosa e Porto. Nonô, Sebastião e Castro. Laerte, De Vitto, Cádena, Francisco e Romão.

 

Fontes: revista “A Cigarra” e o livro “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

 

Partida realizada na data de 5 de setembro de 1920, no campo do Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Imparato (P) Amilcar e Américo (C)

Árbitro: Octávio Bicudo

Palestra: Primo, Bianco e Pedretti. Bertoline, Picaglie e Fabbi. Caetano, Ministro, Heitor, Imparato e Martinelli.

Corinthians: Mario, Nando e Gano. Roberto, Amilcar e Ciasca. Américo, Garcia, Gambarotta, Neco e Brasílio.

 

Fontes: revista “A Cigarra” e o livro “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

 

Partida realizada na data de 22 de agosto de 1920, no campo do Paulistano, no Jardim América.

Gols: Dias (2) (SB) e Friedenreich (P)

Árbitro: Ítalo Adami

Paulistano: Arnaldo, Orlando e Carlito. Sérgio, Rubens Salles e Mariano. Zonzo, Guariba, Friedenreich, Cassiano e Carneiro Leão.

São Bento: Colombo, Apprá e Barthô. Hopkins, Fausto e Caetano. Infantini, Dias, Zucchi, Spada e Tito.

 

Fontes: revista “A Cigarra” e o livro “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

 

 

Partida realizada na data de 15 de agosto de 1920, no Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Ministro (1º tempo) e Guariba (2º tempo)

Árbitro: Walter Paul Hampshire

Palestra: Primo, Bianco e Pedretti. Bertoline, Picagli e Fabbi. Caetano, Ministro, Heitor, Imparato e Martinelli.

Paulistano: Arnaldo, Orlando e Carlito. Sérgio, Rubens Salles e Mariano. Zonzo, Mario Andrada, Friedenreich, Guariba e Cassiano.

 

Fontes: revista “A Cigarra” e “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

 

Partida realizada na data de 1º de agosto de 1920, no Parque da Antárctica Paulista

Gol: Imparato I (2º tempo)

Árbitro: Walter Raul Hampshire

Palestra: Flosi, Bianco e Pedretti. Bertoline, Picagli e Fabbi. Caetano, Federici, Heitor, Imparato I e Martinelli.

Ypiranga: José, Grané e Ferreira. Japonês, Faragassi e Motta. Formiga, Cetra, Quedinho, Teppet e Osses.

 

Fontes: revista “A Cigarra” e “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

 

Partida realizada na data de 25 de julho de 1920, no campo da Floresta.

Fonte: revista “A Cigarra”

 

Partida realizada na data de 4 de julho de 1920, no Parque Antárctica Paulista.

Palestra Italia: Flosi, Bianco e Pedretti. Bertolino, Picagli e Fabbi. Caetano, Ministro, Heitor, Martinelli e Imparato I.

São Bento: Mac Lean, Barthô e Apprá. Hopkins II, Fausto e Caetano. Dias, Chico, Zucchi, Tito e Infantini.

Gols: Martinelli (10m do 1º), Infantini (pênalti 14m do 1º), Caetano (P) (29m do 1º), Heitor (13m do 2º), Imparato I (22m do 2º) e Zucchi (31m do 2º).

Árbitro: Sebastião Gravallos

Fontes: revista “A Cigarra” e “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

OBS: muito embora a revista tenha anunciado o resultado de 4 x 1 para o Palestra, confirmou-se que o placar, na realidade, foi 4 x 2 para o Palestra.

 

 

 

Olá amigos, trago a todos mais uma novidade do futebol paranaense. Depois de muita pesquisa, de várias ligações, mensagens, recados, meses de labuta, finalmente consegui todas as informações dessa equipe. Aproveitem e saboreiem. Lembrem-se, caso forem reproduzir parte das informações aqui disponibilizadas, citem a fonte e autor.

 

O Bosch Esporte Clube é uma agremiação do município da lapa-PR. A equipe foi fundada em 15 de Agosto de 1984. A equipe tem sua sede na Rua Mal. Floriano Peixoto nº 979 no centro da cidade. Tradicional equipe amadora do município, campeão por várias vezes em todas as categorias amadoras, participante de algumas Taças Paraná tentou o profissionalismo em 2001 na 4º Divisão Paranaense. Após este campeonato semi-profissional a equipe voltou a suas atividades amadoras.

O Bosch E.C. foi formado pela família Bosch como um grêmio recreativo da Metalúrgica Bosch, empresa pertencente a família. O interessante notar que nos primeiros anos o uniforme da equipe não utilizou escudo em suas camisas, mas sim apenas a logomarca da empresa.

Algumas imagens da equipe:

Uma das primeiras formações. Esta é de 1985.

Bosch esporte clube – Campeao da liga Municipal da Lapa

Equipe campeã amadora da Lapa em 2008

Time vice-campeão de veteranos em 2012

Esclarecimento: O escudo abaixo circula como sendo do Bosch E.C., contudo em nenhum momento o mesmo foi citado ou apareceu nas fotos. O Sr. Tadeu o desconhece, informando que certamente seja falso.

Escudo provavelmente falso que circula na internet

Fonte:

Arquivos de Tadeu Bosch

 

 

Partida realizada na data de 29 de junho de 1920, no estádio da Companhia Antárctica, em benefício do Hospital de Caridade do Brás.

Os gols do Palestra foram anotados por Heitor (2) e Constantino.

O vencedor Palestra Italia ganhou a taça “Charitas”.

Fontes: revista “A Cigarra” e meu acervo.

 

Partida realizada na data de 11 de abril de 1920.

O Palestra Itália venceu o G.E. Brasil de Pelotas, pelo placar de 2 x 0.

Os gols foram anotados por Caetano e Heitor.

O vencedor Palestra Italia recebeu a taça Benedito Montenegro.

Fontes: revista “A Cigarra” e meu acervo.

 

Fonte: revista “A Cigarra”

 

O Campeonato Paulista de Futebol de 1919, organizado pela APSA (Associação Paulista dos Sports Athleticos), teve o Club Athletico Paulistano como campeão, ficando o Palestra Italia com o vice.

Foi um campeonato importante historicamente pois foi nele que pela primeira e única vez, um time se sagrou ‘Tetra-campeão Paulista’ seqüencialmente, uma vez que o Paulistano já havia sido campeão em 1916, 1917 e 1918.

O Palestra Italia era o único time que podia impedir o tetra-campeonato do Paulistano. Venceu seu último jogo e teve que torcer para o Corinthians, que seria o último adversário do rival ao título. Se o Corinthians vencesse o Paulistano, o Palestra seria campeão. Se empatasse, ambos empatariam em pontos e haveria final desempate. Mas o Paulistano goleou o Corinthians por 4 a 1 e alcançou o inédito e nunca repetido tetra-campeonato paulista.

Tabela

27/04/1919 AA das Palmeiras 4 x 1 Mackenzie

27/04/1919 SC Internacional 3 x 3 Minas Gerais

04/05/1919 Minas Gerais 4 x 3 AA das Palmeiras

04/05/1919 Mackenzie 3 x 5 SC Internacional

01/06/1919 Mackenzie x Minas Gerais [Minas Gerais ganhou por wo]

01/06/1919 SC Internacional 1 x 0 AA das Palmeiras

22/06/1919 AA São Bento 2 x 7 Ypiranga

22/06/1919 Santos 6 x 0 Mackenzie

22/06/1919 Corinthians 4 x 0 Minas Gerais

22/06/1919 Paulistano 1 x 1 Palestra Italia

29/06/1919 Santos 1 x 0 Corinthians

29/06/1919 Palestra Italia 5 x 2 Mackenzie

29/06/1919 Ypiranga 2 x 2 SC Internacional

29/06/1919 Paulistano 5 x 1 AA das Palmeiras

13/07/1919 Palestra Italia 3 x 0 SC Internacional

13/07/1919 Santos 1 x 3 Paulistano

13/07/1919 Minas Gerais 2 x 9 AA São Bento

13/07/1919 Ypiranga 1 x 0 Corinthians

20/07/1919 AA das Palmeiras 1 x 2 AA São Bento

20/07/1919 Corinthians 0 x 1 Palestra Italia

20/07/1919 Paulistano 1 x 3 Ypiranga

27/07/1919 Santos 2 x 4 AA São Bento

27/07/1919 Corinthians 1 x 1 SC Internacional

27/07/1919 Minas Gerais 2 x 5 Palestra Italia

03/08/1919 Ypiranga 3 x 6 Santos

03/08/1919 Corinthians 3 x 3 Paulistano

03/08/1919 Mackenzie 0 x 2 AA São Bento

10/08/1919 Ypiranga 1 x 5 Palestra Italia

10/08/1919 AA das Palmeiras 1 x 4 Santos

10/08/1919 AA São Bento 2 x 0 Paulistano

24/08/1919 Ypiranga 4 x 1 Minas Gerais

24/08/1919 Corinthians 1 x 0 AA São Bento

24/08/1919 Palestra Italia 3 x 2 AA das Palmeiras

31/08/1919 Paulistano 5 x 0 SC Internacional

31/08/1919 AA das Palmeiras 2 x 6 Ypiranga

31/08/1919 Santos 0 x 2 Palestra Italia

31/08/1919 Corinthians 4 x 2 Mackenzie

07/09/1919 Paulistano 4 x 0 Mackenzie

07/09/1919 Santos 4 x 0 Minas Gerais

07/09/1919 AA das Palmeiras 0 x 3 Corinthians

07/09/1919 SC Internacional 0 x 2 AA São Bento

14/09/1919 AA São Bento 1 x 4 Palestra Italia

14/09/1919 Ypiranga 2 x 0 Mackenzie

14/09/1919 Paulistano 5 x 1 Minas Gerais

14/09/1919 Santos 0 x 0 SC Internacional

21/09/1919 SC Internacional 0 x 1 Ypiranga

21/09/1919 AA São Bento 3 x 4 Minas Gerais

21/09/1919 Corinthians 5 x 0 Santos

28/09/1919 Ypiranga 2 x 2 AA São Bento

28/09/1919 Minas Gerais 1 x 5 Corinthians

28/09/1919 Paulistano 2 x 0 Santos

05/10/1919 Santos 5 x 0 Mackenzie

05/10/1919 AA São Bento 3 x 3 SC Internacional

05/10/1919 Palestra Italia 1 x 6 Ypiranga

12/10/1919 Paulistano 7 x 3 SC Internacional

12/10/1919 AA das Palmeiras 0 x 5 Palestra Italia

12/10/1919 Corinthians 5 x 0 AA São Bento

19/10/1919 Ypiranga 2 x 5 Paulistano

19/10/1919 Corinthians 4 x 1 AA das Palmeiras

19/10/1919 Minas Gerais 0 x 2 Palestra Italia

26/10/1919 Ypiranga 9 x 1 AA das Palmeiras

26/10/1919 Paulistano 4 x 0 Mackenzie

26/10/1919 SC Internacional 6 x 3 Santos

01/11/1919 Paulistano 2 x 0 Minas Gerais

01/11/1919 AA São Bento 1 x 2 Mackenzie

01/11/1919 Palestra Italia 4 x 1 Santos

09/11/1919 Santos 1 x 2 AA São Bento

09/11/1919 Mackenzie 1 x 4 Ypiranga

09/11/1919 Palestra Italia 0 x 1 Corinthians

16/11/1919 Santos 1 x 3 Ypiranga

16/11/1919 AA São Bento 2 x 3 AA das Palmeiras

16/11/1919 Palestra Italia 1 x 2 Paulistano

23/11/1919 SC Internacional 1 x 5 Palestra Italia

23/11/1919 Mackenzie 0 x 4 Corinthians

23/11/1919 Minas Gerais 0 x 0 Ypiranga

30/11/1919 Corinthians 4 x 0 Ypiranga

30/11/1919 Paulistano 7 x 0 AA das Palmeiras

30/11/1919 Minas Gerais 0 x WO Santos

07/12/1919 Corinthians 6 x 1 SC Internacional

07/12/1919 Santos 1 x 8 AA das Palmeiras

07/12/1919 Mackenzie 0 x 7 Palestra Italia

07/12/1919 Paulistano 2 x 0 AA São Bento

14/12/1919 Palestra Italia 5 x 1 AA São Bento

21/12/1919 Paulistano 4 x 1 Corinthians

 

Classificação – Final

Time

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

Paulistano

30

18

14

2

2

62

19

43

2

Palestra Italia

29

18

14

1

3

59

21

38

3

Corinthians

26

18

12

2

4

51

16

35

4

Ypiranga

25

18

11

3

4

56

34

22

5

A.A. São Bento

16

18

7

2

9

38

44

- 6

6

Santos

13

18

6

1

11

36

43

- 7

7

S.C. Internacional

11

15

3

5

7

26

44

- 18

8

Minas Gerais F.C.

10

15

4

2

9

18

49

- 31

9

A.A. das Palmeiras

6

15

3

0

12

27

57

- 30

10

Mackenzie

2

15

1

0

14

11

57

- 46

PG – pontos ganhos; J – jogos; V – vitórias; E – empates; D – derrotas; GP – gols pró; GC – gols contra; SG – saldo de gols

 

Partida final, realizada na data de 21 de dezembro de 1919.

Local: Campo do Club Athletico Paulistano, no Jardim América.

Paulistano: Arnaldo, Orlando e Carlito. Sérgio, Rubens Salles e Benedicto. Agnello, Mario Andrada, Friedenreich, Zito e Cassiano.

Corinthians: Medaglia, Fúlvio e Cesar. Gano, Amilcar e Ciasca. Américo, Armando, Bororó, Garcia e Brasílio.

Gols: Zito e Friedenreich (1º tempo) Friedenreich e Agnello (2º tempo), para o Paulistano e Garcia (2º tempo) para o Corinthians.

 

Fontes: Wikipedia – revista “A Cigarra” e o livro “O Caminho da Bola”, de Rubens Ribeiro

 

 

A partida foi realizada na data de 28 de dezembro de 1919, no campo da União Recreativa do Cambucy.

O S.C. Corinthians Paulista venceu pelo placar de 2 x 0, e os gols foram anotados por Bororó e Armando.

Fontes: revista “A Cigarra” e meu acervo.

 

                Associação Athletica São Bento da Capital

 

7 de dezembro de 1919

Club Athletico Paulistano 2 x 0 Associação Athletica São Bento

Campo do Paulistano, no Jardim América

Árbitro: João da Silva

Paulistano: Arnaldo, Orlando e Carlito. Sergio, Rubens Salles e Benedicto. Agnello, Mario Andrada, Friedenreich, Guariba e Cassiano.

São Bento: Colombo, Apprá e Barthô. Silva, Lagreca e Dias. Fernandes, Alencar, Zecchi, Tito e Mac Lean.

Gols: Guariba (1º tempo) e Mario Andrada (2º tempo).

Fonte: revista “A Cigarra” – ficha técnica: “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

 

16 de novembro de 1919

Palestra Italia 1 x 2 Club Athletico Paulistano

Parque da  Antarctica Paulista

Árbitro: Odilon Penteado do Amaral

Palestra Italia: Flosi, Bianco e Grimaldi. Gasparino, Picagli e Fabbi. Caetano, Forte II, Heitor, Imparato II e Taurisano.

Paulistano: Arnaldo, Orlando e Carlito. Ferreira, Rubens Salles e Sérgio.

Agnello, Mario Andrada, Friedenreich, Zito e Cassiano.

Gols: Imparato II (7m do 1º tempo) – Friedenreich (13m do 2º) e Mario Andrada (31m do 2º).

Fonte: revista “A Cigarra” – ficha técnica: “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro.

 

 

O Maringá Futebol Clube foi  uma agremiação fundada em 10 de maio de 1995 na cidade de Maringá. Isso mesmo, foi, pois esse Maringá F.C. não é o atual Maringá F.C. . A equipe possuía sua sede na Rua Joubert de Carvalho 373, no centro da cidade. mandava seus jogos no Estádio Regional Willie Davids com capacidade para 21.600 pessoas.

O tricolor maringaense nasceu forte. No mesmo ano de fundação o Lobo (mascote da equipe) disputa a 2ª divisão paranaense e sagra-se campeã. Nos anos de 1996,97 e 98 disputa a 1ª divisão, contudo na sua ultima temporada faz péssima campanha e acaba rebaixada a 2ª divisão de 1999, contudo a equipe se licencia e não volta mais aos gramados paranaenses.

Acima a mascote (lobo) na apresentação da equipe em 1995; abaixo outro modelo de escudos.

Fontes:

- Arquivos Pessoais
- https://maringamaringa.wordpress.com/2014/01/14/maringa-futebol-clube-de-novo/
- Placar 1127-A 
- Livro “A História do Futebol Profissional de Maringá” – Reginaldo Vieira; Ortílio C. Vieira (2005)
- Desenho do escudo e uniforme de Sergio Mello.
 

O Mixto Futebol Clube foi uma agremiação do município de Cambé, cidade do norte do Estado do Paraná. A equipe foi fundada em 1974 e por muito tempo participou das competições amadoras da região. Tinha sua sede na Rua São Judas Tadeu S/N, Vila Santa Izabel. Mandava seus jogos no Estádio Municipal José Gaberlini (Estádio da Curva).

Em 1990 a Federação Paranaense de Futebol fez uma grande abertura para novas equipes se profissionalizarem e aproveitando-se disso o Mixto fez sua única aparição em competições profissionais. Sendo assim o time participou da 2ª Divisão daquele ano, sendo eliminadado na segunda fase. Após esse insucesso a equipe desapareceu.

Agradeço ao Jornalista/Locutor Esportivo Mauro Segura por disponibilizar a camisa da equipe para fotos e ao nosso amigo Virgínio Saldanha pelo desenho do escudo e o Grande Sergio Mello pelo desenho do escudo e uniforme.

Fontes:

- Arquivos pessoais;
- Mauro Segura; 
- Jornais Folha de Londrina de 1990.
 

 

Em 2006 a Associação Portuguesa Londrinense na tentativa de conseguir maior apoio de patrocinadores e torcedores resolveu mudar de nome. Assim em  20 de abril de 2006 era fundado o Grande Londrina Futebol Clube que deveria substituir a Lusinha no campeonato paranaense da 2ª divisão daquele ano. 

Contudo a notícia não foi bem recebida pela outra equipe da cidade, o Londrina Esporte Clube. O LEC entrou na justiça contra a mudança de nome da Portuguesa, sendo apoiado por Federação Paranaense e CBF. Mesmo com a proibição nas primeiras rodadas a camisa que a Portuguesa usou era do Grande Londrina, nas demais rodadas foram usados os dois escudos.

Apesar de toda polemica inicial a Portuguesa conquistou o título da segunda divisão e garantiu vaga na elite paranaense de 2007.

Fontes:

Arquivos pessoais

http://www.flogao.com.br/tubaraomania/58594296
http://www.flogao.com.br/tubaraomania/62615946
http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/176427/
http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/199445/?noticia=IGUACU+E+PORTUGUESA+LONDRINENSE+PROMETEM+INCOMODAR
http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Paranaense_de_Futebol_de_2006_-_Segunda_Divis%C3%A3o
 

Mais uma novidade no Paraná. No dia 24 de janeiro foi anunciado que o Toledo Colônia Work (TCW) passará a chamar Toledo Futebol LTDA. A equipe foi fundada e, 10 de Fevereiro de 2004 com idas e vindas entre 1ª e 2ª divisões do estadual. Irá jogar a segundinha em 2015 e seu objetivo é o acesso apesar da falta de verba para a montagem da equipe.

Segue o comunicado da equipe em seu FaceBook:

TOLEDO COLÔNIA WORK MUDA DE NOME
Na tarde de ontem (23/01) aconteceu a entrevista coletiva do novo presidente do nosso time. Carlos Dulaba afirmou que o time deixará de ser Toledo Colônia Work legalmente partir de 2016, porém o nome fantasia do time muda já nesse ano. A princípio o nome do time passa a ser Toledo Futebol. Segundo o novo presidente o nome que continha o nome de duas empresas atrapalhava a vinda de novos patrocinadores, inclusive nas discussões com Prati e BRF, com as mudanças as conversas devem ser retomadas. Dulaba ainda afirmou que mantendo os pés no chão sobre a real situação financeira o time será composto por atletas cedidos por clubes como o Figueirense que vai emprestar três jovens atletas ao time, também terá jogadores das categorias de base.
Na oportunidade foi anunciado também o nome do novo treinador, o também jovem Rodrigo Casca, ex-Maringá. O treinador chega a Toledo na segunda feira e será apresentado no dia seguinte. Apartir daí será montando o elenco e até dia 6 deverá já ter pelo menos 80% do elenco definido e tão logo iniciado os trabalhos.
Foto e informações: Elvis Matos TPS

Escudos já utilizados pela equipe nesses 11 anos de história

Fontes:
- https://www.facebook.com/ToledoCW.PR/timeline
- http://toledofutebol.com.br/
 

Novo escudo

O Foz do Iguaçu F.C. apresentou um novo escudo para esta temporada. A equipe reestreia na primeira divisão após 5 temporadas na segunda divisão. O clube foi fundado em 09 de fevereiro de 1995 com o nome de Associação Esportiva Recreativa Auritânia. Em 2006 a equipe foi profissionalizada e passou a jogar a segunda divisão estadual utilizando o nome Auritânia/Foz do Iguaçu Futebol Clube. Alcançou a elite em 2009, contudo a equipe não faz boa campanha e é rebaixada. Beneficiado pela desistência do Arapongas Esporte Clube, foi promovida a 1ª divisão por ter ficado em 3ª lugar na segunda divisão de 2014.

 

Escudo 2006-2014

Fontes:

Arquivos pessoais, FaceBook da equipe, futebolparanaense.net.

 

Fonte: Revista “A Cigarra”

 

BRASIL ATLÉTICO CLUBE

FUNDAÇÃO – 08 de fevereiro de 1953

Tinha sua sede no bairro Areia Branca

Campeão amador no ano de 1964

 

Fontes:

Foto – www.giginarede.com.br

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

Arte do uniforme: Sérgio Mello

 

INDEPENDENTE FUTEBOL CLUBE

FUNDAÇÃO – 16 de março de 1936

Tinha sua sede na Rua do Comércio, 15 – Centro

Campeão da 2ª Divisão do campeonato da Liga de Futebol Amador de Santos no ano de 1947

 

Fontes:

Foto – www.giginarede.com.br

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

Arte do Uniforme: Sérgio Mello

 

 

Olá amigos, em minhas andanças pela net me deparei com escudo inédito do falecido CASCAVEL ESPORTE CLUBE, campeão paranaense de 1980. O interessante é que possuo um livro sobre a história do futebol profissional de Cascavel e o mesmo não tem esse escudo. Compartilho com os amigos.

Peço ajuda de alguém para redesenhar o escudo.

 

 

Procurando por alguma informação na net me deparei com o seguinte chaveiro… Um indicio que as cores eram verde/branco…

E agora “José”?

 

Olá amigos, alguém sabe me dizer qual escudo é o correto? O primeiro foi publicado nos almanaques do futebol paulista de 2000 e 2001, o segundo no almanaque de 2002.

 

Versão almanaque 200 e 2001

Versão almanaque 2002

 

Na data de ontem foi anunciado a mais “nova” equipe de futebol do Paraná: trata-se do Apucarana Sports, fruto da fusão de Cincão Esporte Clube da cidade de Londrina e do Roma Esporte de Apucarana. A equipe vai jogar a segunda divisão paranaense na vaga do Cincão (CNPJ) e o Roma vai pedir licença junto a federação. Segue o escudo da nova equipe.

Fonte:

http://redacaoemcampo.com/2014/05/26/roma-apucarana-e-cincao-anunciam-fusao-e-surge-o-apucarana-sports/

 

Para matar a saudade do blog trago a vocês, direto do livro “Almanaque do futebol Paulista – 2001″ dos nossos amigos Jorge Farah e Rodolfo Kussarev o Castilho A.C.

NOME: CASTILHO ATLÉTICO CLUBE
FUNDAÇÃO: 1966
SITUAÇÃO: EXTINTO
CIDADE: CASTILHO/SP
ESTÁDIO: MUNICIPAL VALDOMIRO MOREIRA AGUIAR
PARTICIPAÇÃO EM ESTADUAIS:
1968 – 4ª DIVISÃO
 
FONTE:
 “Almanaque do futebol Paulista – 2001″ – Jorge Farah e Rodolfo Kussarev
 

Com informações de Renato Sátiro e com desenho de Virgínio Saldanha.

O Floresta Esporte Clube, foi uma tradicional equipe de futebol amador do Ceará, sediado no humilde bairro cearense, a Vila Manoel Sátiro, em Fortaleza sendo fundado por Felipe de Lima Santiago em 09/11/1954.

Primeiro escudo.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/memoriafutebol

 

Amigos do Blog,

Tomei a liberdade de inserir este post com os dados do amigo Fernando Alécio, de Itajaí/SC que acaba de lançar um livro contando a trajetória do Marcílio Dias na conquista do campeonato de 1963.

Também fiz o convite para ele se juntar a nós e de imediato ele aceitou, portanto peço ao amigo Ricardo Amaral que entre em contato com ele para dar as explicações de como inserir material do futebol catarinense em nosso blog.

O email dele é fernando.alecio@gmail.com

 

NOME: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA NOVA ODESSA
FUNDAÇÃO: 07/07/1978
SITUAÇÃO: EXTINTO
ENDEREÇO: RUA ARISTEU VALENTE 370 – CEP 13460-000
CIDADE: NOVA ODESSA/SP
ESTÁDIO: MUNICIPAL NATAL GAZZETTA (CAMPO DO PROGRESSO)
TÍTULOS: CAMPEÃO AMADOR 1980
 

EQUIPE CAMPEÃO 1980

FONTES:

http://br.w393.com/ASSOCIACAO+ATLETICA+NOVA+ODESSA+Rever/3393962

http://wooki.com.br/w/cnpj/Associacao%20Atletica%20Nova%20Odessa/cD2xdtaJty3Bcg8/ilWrPtsloh

http://www.jusbrasil.com.br/diarios/4807689/pg-31-ineditoriais-diario-oficial-do-estado-de-sao-paulo-dosp-de-23-01-1979

 

OBS: PEÇO DESCULPAS, MAS EU NÃO LOCALIZEI A FONTE DA FOTO. EU A SALVEI DA INTERNET A UM TEMPO ATRÁS E NÃO GUARDEI O LINK.

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