O Sport Club Brasil foi uma agremiação da cidade de Salvador (BA). A sua Sede e o Stadium Brasil, ficavam no Bairro de Brotas, na Zona Central de Salvador. O clube áureo-verde foi Fundado na terça-feira, do dia 11 de Dezembro de 1934. O Sport Club Brasil participou do Campeonato Baiano da 1ª Divisão, em duas oportunidades: 1935 (terminando na 4ª colocação) e 1936 (ficou em 6º lugar).

A escolha decriar o escudocomo uma adaptação da Bandeira Nacional não agradaram muitas pessoas, sobretudo, do meio esportivo e político, o que talvez expliquei o sumiço do clube em pouco tempo. A reportagem abaixo demonstra o quão desagradou essa escolha.

FONTES:  O Imparcial (BA)

 

FONTES: Jornal Pequeno – O Imparcial (BA)

 

HISTÓRIA DA INSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO

Em 16 de Junho de 1915, houve a primeira sessão com os representantes do Centro Sportivo do Peres; João de Barros Foot-Ball Club; Sport Club Flamengo; Agros Sport Club e Santa Cruz Futebol Clube, tendo se discutido as bases fundamentais de uma Liga de Sports para Pernambuco, terminando por se fundar a Liga Sportiva Pernambucana e nomeada uma Comissão para cuidar de seu Estatuto o qual foi aprovado em julho do mesmo ano. Em 07 de Novembro de 1915, em Assembléia Geral foi eleita sua primeira Diretoria.

A Federação que nasceu como Liga Sportiva Pernambucana, mudou o nome depois, em 1918, para Liga Pernambucana de Desportos Terrestres, posteriormente, em 1931, para Federação Pernambucana de Desportos e, finalmente, o nome que mantém até hoje, Federação Pernambucana de Futebol. Até 1930, funcionava a Liga Sportiva Pernambucana.

Na data de 19 de Dezembro de 1941, em consonância com o Dec. Lei 3.199, de 14 de Abril, que criou o Conselho Nacional de Desportos, bem como as Instruções do Ministério da Educação e Saúde e da Confederação Brasileira de Desportos, foi elaborado e aprovado o novo Estatuto da Federação Pernambucana de Desportos, a qual resultou antes, em 1931, da fusão das Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e Pernambucana de Desportos Aquáticos.

Deste modo, em 26 de Março de 1955, já sob a Presidência de Rubem Moreira e Osvaldo Salsa, como Vice, foi elaborado e aprovado o Estatuto da Federação Pernambucana de Futebol, sucedendo a Federação Pernambucana de Desportos que surgiu, como dito antes, da fusão das Ligas Pernambucana Terrestre e Aquática de Desportos.

ARTIGO 1º - A Federação Pernambucana de Futebol, abreviadamente identificada como F.P.F., fundada em 16 de junho de 1915, nesta cidade do Recife, com foro e sede na Rua Dom Bosco, 871 – Boa Vista – Recife-PE, é uma entidade dirigente do desporto, com personalidade jurídica e patrimônios próprios, representada em juízo ou fora dele pelo seu Presidente Executivo e na sua ausência, com os mesmos poderes, pelo imediato Vice-Presidente, constituída por tempo indeterminado 2 Secretaria Geral – FPF na forma do Art. 217, da Constituição Federal/88, gozando de autonomia administrativa quanto a sua organização e funcionamento, sendo representada ativa e passivamente, judicial e extra-judicialmente pelo seu Presidente Executivo, resultante da fusão da Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e da Liga Pernambucana de Desportos Náuticos, anteriormente denominada Liga Sportiva Pernambucana.

- Parágrafo Primeiro - São considerados fundadores da Federação: Sport Club Flamengo, América Futebol Clube (anteriormente denominado João de Barros FootBall Club), Santa Cruz Futebol Clube e igualmente considerados fundadores, Sport Club do Recife, Clube Náutico Capibaribe, Ferroviário Esporte Clube do Recife (anteriormente denominado Associação Atlética Great-Western e atualmente denominado Clube Ferroviário do Recife), Íbis Esporte Clube, Auto Esporte Clube, participando da Assembléia da Fundação as Ligas, Olindense de Desportos, Desportiva Caruaruense, Desportiva Garanhuense e Desportiva de Pesqueira.

Parágrafo Segundo - A FEDERAÇÃO, amparada no inciso I do Art. 217 da Constituição Federal e nos termos da Legislação Desportiva Federal goza de peculiar autonomia quanto a sua organização e funcionamento, não estando sujeito à ingerência ou interferência estatal, a teor do disposto nos incisos XVII e XVIII do Art. 5º da Constituição Federal.

§ 3º - A FEDERAÇÃO reger-se-á pelo presente Estatuto, pelas disposições legais que forem aplicáveis, cabendo-lhe, na qualidade de filiada observar e fazer cumprir em todo Estado, os ditames estatutários e regulamentares da Confederação Brasileira de Futebol – CBF.

§ 4º - A FEDERAÇÃO reconhece que a prática formal do futebol é regulada por normas nacionais e internacionais e pelas regras de jogo aprovadas pela ―INTERNATIONAL FOOTBALL ASSOCIATION BOARDIFAB‖ que lhe incumbe fazer observar no Estado.

§ 5º - A FEDERAÇÃO não terá atividades político-partidárias, nem admitirá qualquer forma de preconceito de raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação., inclusive religiosa.

Art. 2º – A FEDERAÇÃO, cujo prazo de duração é indeterminado, tem personalidade jurídica e patrimônio próprio, distinto daqueles dos filiados que a compõem e exercerá suas atividades segundo o disposto neste Estatuto e leis acessórias, e tem por fim:

a) Administrar, dirigir, controlar, difundir, incentivar, melhorar, regulamentar e fiscalizar, constantemente e de forma única e exclusiva, a prática de futebol profissional e não profissional em todo o Estado de Pernambuco;

b) Coordenar a realização de competições de futebol em qualquer de suas formas, no âmbito estadual, com a participação das agremiações a ela filiadas no gozo de seus direitos; 3 Secretaria Geral – FPF

c) Respeitar, cumprir e fazer cumprir os Estatutos, Regulamentos, Diretrizes, Decisões e demais atos originados da CBF;

d) Manter a ordem desportiva e velar pela disciplina da prática do futebol nas entidades a ela filiadas;

e) Expedir aos filiados, com caráter de adoção obrigatória, qualquer ato inerente à organização, funcionamento e disciplina das atividades de futebol que promoverem ou de que participarem;

f) Regulamentar as disposições legais baixadas a respeito de atletas não profissionais e profissionais, dispondo, no exercício de sua autonomia, sobre inscrições, registro, inclusive de contrato de trabalho ou prestação de serviço, transferências, remoções e reversões, cessões temporárias ou definitivas, de acordo com as normas internacionais e emanadas da CBF;

g) Aplicar penalidades, no limite de suas atribuições, aos responsáveis pela inobservância das normas estatutárias, regulamentares e legais;

h) Interceder, junto a entidades públicas e privadas, visando à defesa dos direitos e interesses legítimos das pessoas jurídicas e físicas sujeitas a sua jurisdição;

i) Decidir, com exclusividade, sobre a promoção de competições estaduais e sobre a participação dos clubes e ligas a ela filiados;

j) Impor o afastamento da entidade, em casos de urgência e em caráter preventivo, de qualquer filiado que infrinja ou tolere que sejam infringidos os Estatutos e as normas emanadas da FIFA e da CBF;

k) Tomar quaisquer medidas que se revelem necessárias ou convenientes, a fim de impedir que se infrinjam o presente Estatuto, atos emanados da FIFA, da CBF e Federação Pernambucana de Futebol bem como as regras do jogo, aprovadas pela International Football Association Board.

§ 1º – Todos os membros, órgãos e integrantes da FEDERAÇÃO, assim como clubes, atletas, árbitros, treinadores, médicos e outros dirigentes pertencentes a clubes e ligas filiadas devem observar e fazer cumprir no âmbito estadual os Estatutos, Regulamentos, Diretrizes, Decisões e demais documentos que contenham orientações sobre disciplina e ética desportivas.

§ 2º - As normas de exceção dos princípios fixados neste artigo serão prescritas, além do que consta neste Estatuto, nos regulamentos, resoluções, portarias e Atos da Presidência da Federação Pernambucana de Futebol e demais normas orgânicas e técnicas, baixadas em consonância com as normas da CBF .

DAS INSÍGNIAS E DOS UNIFORMES

Art. 3º - A Federação tem como insígnias o pavilhão, o escudo e uniforme com as características seguintes:

I. A Bandeira tem forma retangular, na cor azul e branco, medindo 1.90 m. por 1.35 m., tendo no centro do retângulo um círculo branco de 0,55 cm. de diâmetro e dentro deste, o escudo oficial da Federação. O escudo é de forma circular de fundo azul, tendo no centro as letras FPF e uma bola azul e branca, podendo usar as cores do arco-íris.

II. Consta o primeiro uniforme de calção branco e camisa azul, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. Consta ainda na parte da frente, no lado direito na altura do peito a logomarca FPF e na parte das costas a respectiva numeração na cor branca. Os meiões são de cor branca, tendo na parte superior a logomarca F.P.F .

III. Consta o segundo uniforme de calção azul e camisa branca, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. Consta também na parte da frente da camisa, no lado esquerdo na altura do peito a logomarca FPF e na parte das costas a respectiva numeração na cor preta. Os meiões são de cor branca, tendo na parte superior a logomarca F.P.F.

IV. Consta o terceiro uniforme de calção azul, camisa azul, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. Consta também na parte da frente da camisa, no lado esquerdo na altura do peito a logomarca FPF e na parte das costas a respectiva numeração na cor preta. Os meiões são de cor azul, tendo na parte superior a logomarca F.P.F.

V. O esquente tem calça azul O blusão de mangas compridas é de cor azul, com a bandeira do Estado de Pernambuco no braço, tendo no lado esquerdo na altura do peito a logomarca FPF, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. VI. A F.P.F. poderá adotar flâmulas, galhardetes com as características existentes no pavilhão.

 

FONTES: Estatuto da Federação Pernambucana de Futebol – Jornal Pequeno 

 

O Sport Club União de Ururaí é uma agremiação da cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Tricolor de Aço do Norte-Noroeste Fluminense foi Fundado no dia 08 de Março de 1920, a sua Sede fica localizada na Avenida Amaral Peixoto, s/n, no 1º Distrito de Ururaí, que está cerca de 12 km do Centro de Campos dos Goytacazes.

Um dos momentos mais especiais vividos pelos seus torcedores foi o tricampeonato municipal conquistado em 1974, 1975 e 1976. Segundo os ururaienses, foi neste período em que o União viveu a melhor fase de sua quase centenária história.

De acordo com a Liga Campista de Desportos, a conquista expressiva mais recente do clube foi a Taça Cidade de Campos em 1997, após superar o Paraíso Futebol Clube. Forte nos campeonatos locais, o Sport Club União de Ururaí tem como seus principais rivais o Esporte Clube União Santa Cruz e o Guarani Futebol Clube, este último do mesmo distrito.

FONTES: Diego Rangel Mitos e Lendas do futebol – Liga Campista de Desportos – Livro “No País do Futebol, Cidade sem Memória: A História Futebolística de Campos dos Goytacazes”, de autoria do meu amigo Aristides Leo Pardo – Página no Facebook “Retratos do Futebol Fluminense”

 

Oficialmente, o Clube Náutico Capibaribe foi fundado em 7 de abril de 1901. Na prática, porém, já existia desde 1898, quando dois grupos adversários de remadores recifenses decidiram unir forças, criando uma só sociedade. Em 1905, foi a vez de os alvirrubros entrarem em campo, estreando no futebol, esporte em que a instituição também se tornou tradicional, sobretudo com o vice-campeonato da Taça Brasil de 1967 e com o hexacampeonato pernambucano, entre 1963 e 1968.

A origem do clube remonta a 1897, quando um grupo de praticantes de remo participou da recepção das tropas pernambucanas que haviam lutado na Guerra de Canudos. No dia 21 de novembro daquele ano, os remadores, liderados por João Victor da Cruz Alfarra, realizaram uma grande regata no Rio Capibaribe. A competição chamou a atenção no Recife e, consequentemente, o remo tornou-se uma modalidade popular.

Assim, alguns funcionários de armazéns das ruas do Rangel e Duque de Caxias, no Centro, decidiram criar o Clube dos Pimpões e disputar torneios contra o grupo comandado por João Victor Alfarra. No final de 1898, as duas equipes uniram-se, dando origem a uma terceira sociedade, que chegou a ser chamada de Recreio Fluvial, mas acabou se consolidando como Clube Náutico Capibaribe.

Nos gramados

A origem náutica nunca deixou de ter destaque na trajetória do clube. Entre 1905 e 1906, no entanto, ela começou a dividir espaço com o futebol. Foi nessa época que um grupo de ingleses formou a primeira equipe alvirrubra para a modalidade, jogando aos domingos, no campo de Santana ou na campina do Derby. Porém, o primeiro confronto oficial do Náutico só ocorreu em 1909.

O início nos gramados, porém, estava longe de ser glorioso, já que o esporte era tratado de forma secundária dentro do clube. Prova disso foi a falta de interesse do clube em se filiar à Liga Recifense de Futebol, criada em 1914. O início oficial só se deu dois anos depois, com a entrada na Liga Sportiva Pernambucana, em 1916.

A era profissional do futebol alvirrubro, por sua vez, veio na década de 1930. Em 1934, o clube conquistou o primeiro dos seus 21 títulos pernambucanos, vencendo os rivais Sport e Santa Cruz, por 8 a 1 e 2 a 1, respectivamente, nos últimos jogos do torneio estadual. Dois anos depois, o Náutico adquiriu o terreno em que construiu o Estádio Eládio de Barros Carvalho, mais conhecido como Aflitos (bairro onde se localiza). Em 2013, o time profissional deixou de atuar no local, passando a mandar seus jogos na Itaipava Arena Pernambuco, situada no município de São Lourenço da Mata. A sede, no entanto, continua recebendo treinamentos e competições de outras modalidades, além de eventos sociais.

O Timbu, mascote adotado pelo clube, tornou-se conhecido nacionalmente na década de 1960. E não foi à toa. A equipe conquistou seis campeonatos pernambucanos consecutivos, de 1963 a 1968. Quase cinquenta anos depois, a marca continua sendo uma exclusividade do Náutico no estado de Pernambuco e jogadores como Bita, Nino, Nado, Lala, Gena, Ivan Brondi e Salomão, ídolos da torcida alvirrubra.

Ao longo das décadas de 1970, 1980 e 1990, o Náutico conquistou quatro títulos pernambucanos. Em 2001, superando um jejum de 12 anos, voltou a levantar a taça, com um time que está gravado na memória de muitos alvirrubros. Comandada por Muricy Ramalho, a equipe tinha jogadores como Gilberto, Lima, Sangaletti, Adílson e Thiago Tubarão, além do ídolo e artilheiro Kuki, hoje auxiliar técnico do Timbu. Em 2002 e 2004, os alvirrubros sagraram-se campeões novamente.

Em 2006, foi a vez de o Náutico trilhar o caminho de volta para a Série A, após 12 anos longe da elite nacional. O Estádio dos Aflitos fez a diferença, já que o time conseguiu um aproveitamento de, aproximadamente, 90% nas partidas em casa. No último jogo, contra o Ituano, o Timbu venceu por 2 a 0, com gols de Felipe e Luís Carlos Capixaba.

Em 2009, porém, a equipe voltou à segunda divisão, conquistando um novo acesso em 2011. No ano seguinte, com uma boa campanha no Brasileiro, garantiu a vaga na Copa Sulamericana 2013. Foi a segunda participação do clube em uma competição internacional. Em 1968, o Náutico tornou-se o primeiro pernambucano a disputar a Libertadores, graças ao vice na Taça Brasil de 1967. No Brasileiro de 2013, o Timbu acabou rebaixado.

Agora, a missão é levar o alvirrubro de volta para o lugar que merece: a Série A. Faça parte desta corrente!

 

Títulos

Dentre os principais títulos conquistados pelo Clube Náutico Capibaribe, estão os 21 estaduais, além do vice-campeonato brasileiro de 1967.

Relação completa de todos os títulos:

PERNAMBUCANOS: 21 vezes campeão
(1934, 39, 45, 50/51/52, 54, 60, 63/64/65/66/67/68, 74, 84/85, 89, 2001/02 e 04)

TORNEIO INÍCIO: 14 vezes campeão
(33, 42, 44, 49, 52/53, 62/63/64/65, 75, 78/79 e 80)

TRICAMPEÃO DO NORTE – (65/66/67)

CAMPEÃO DOS CAMPEÕES DO NORTE – (1966)

VICE-CAMPEÃO BRASILEIRO “Taça Brasil de Clubes” – (1967)
VICE-CAMPEÃO BRASILEIRO DA SEGUNDA DIVISÃO – (1988 e 2011)

TORNEIO DA PAZ – (1943)
(Santa Cruz, América/PE, Great Western/PE e Flamengo-PE)

TORNEIO DOS CAMPEÕES DO NORTE – 1952
(América/RN, Tuna Luso/PA, Ceará/CE, Treze/PB, CRB/AL, Confiança/SE e Ipiranga-BA)

TORNEIO MUNICIPAL – 1952
(Sport, Santa Cruz, América/PE e Auto Esporte/PE)

TORNEIO CENTENÁRIO DE CAMPINA GRANDE – 1964
(Confiança/SE, Olaria/RJ e Fortaleza/CE + Outros Times em outros Grupos)

TORNEIO PENTAGONAL DOS CAMPEÕES DO NORTE – 1966
(Bahia/BA, Fortaleza/CE, Sport e Ceará/CE)

TAÇA ERALDO GUEIROS – 1972
(Sport, Santa Cruz, Central/PE, América/PE e Ferroviário/PE)

TORNEIO GOVERNADOR CORTEZ PEREIRA – 1975
(Santa Cruz, Bahia/BA, América/RN e ABC/RN)

TORNEIO REABERTURA DO ARRUDA – 1982
(Sport, Santa Cruz e Central/PE)

TORNEIO JAIME CISNEIROS – 1990
(Sport e Santa Cruz)

COPA FINTA – 1996 (CRB/AL)

 

FONTES: Site do clube – Diário de Pernambuco – Jornal Pequeno

 

Torre Sport Club foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). O ‘Madeira Rubra’ foi Fundado no dia 13 de Maio de 1909, por funcionários do Cotonifício Torre Ltda. juntamente com esportistas locais, entre os quais: Miguel Lima, Mario Pinto, Jeronymo Hygino e Álvaro Guimarães. A sua origem foi o Agro Esporte Clube, constituído por alunos da Escola de Agronomia de Socorro, no município de Jaboatão, Região Metropolitana do Recife.

A sua Sede ficava na Rua da Imperatriz, 168 – 1º andar, no Bairro da Boa Vista. Depois se mudou para a Rua da Glória, 243, no Bairro da Boa Vista. Por fim, na Rua do Rosário, 10, no Bairro da Torre, no Recife. O seu Estádio era o Campo da Torre.

FONTE: Jornal Pequeno

 

Santa Cruz Futebol Clube mais conhecido como Santa Cruz é uma agremiação poliesportiva brasileira, sediada no Recife. Fundada a 3 de fevereiro de 1914, é um dos mais tradicionais e populares clubes de futebol de Pernambuco e do Nordeste brasileiro.

Suas cores oficiais são o preto, o branco e o vermelho. Costuma mandar suas partidas no Arruda, um dos seis maiores do país. Tido como um dos três clubes de maior torcida de Pernambuco, tem como os dois maiores rivais esportivos o Sport Club do Recife, com o qual protagoniza o Clássico das Multidões, e o Clube Náutico Capibaribe, com quem disputa o Clássico das Emoções.

Dentre as suas principais conquistas, o Santa Cruz possui um título nacional do Campeonato Brasileiro – Série C e dois títulos regionais: um da Copa do Nordeste e um do Torneio Hexagonal Norte-Nordeste e entre os títulos estaduais são 29 do Campeonato Pernambucano (Dentre os quais um Super-Campeonato Pernambucano, sendo o único Tri-Supercampeão Pernambucano), 12 do Torneio Início de Pernambuco e 4 da Copa Pernambuco. O Santa Cruz ainda ostenta uma Fita Azul honraria de mérito concedida ao Clube que conclui de maneira invicta uma excursão no exterior (realizada em março de 1980).

FONTES: Wikipédia – Jornal Pequeno 

 

A Sociedade Recreativa Cascavel ou simplesmente SOREC foi uma agremiação esportiva da cidade de Cascavel no Estado Paraná. Foi fundada em 10 de dezembro de 1994 com sede  na rua Monjoleiro Nº 12 – Recanto Tropical. Criada inicialmente para ser um clube para revelação de talentos, fez sua estréia no profissionalmente em 1998 na Terceira divisão Estadual. Nos anos de 1998 e 1999 jogou a Segunda divisão, voltando para a Terceira divisão em 2000. Em 17 de dezembro de 2001 se fundiu as outras duas equipes existente na cidade, Cascavel Esporte Clube e Cascavel Clube S/A, para dar vida ao Cascavel Clube Recreativo, hoje na segunda divisão Paranaense. Apesar de juridicamente não existir mais, hoje na cidade há uma escola de futebol chamada SOREC/Tigrão.

Equipe do SOREC em  20/02/1999 em Marechal Cândido Rondon– Concórdia(MCR) 1 x 2 SOREC

 Fontes:

Enciclopédia do Lance!

Site do Concórdia de Marechal Cândido Rondon (Hoje inativo)

Facebook SOREC/Tigrão

 

A partir do final da década de 1920, o futebol suburbano recifense teve um grande impulso, com a criação da Associação Suburbana dos Desportos Terrestres (ASDT), que foi uma entidade da cidade de Recife (PE). Fundada na sexta-feira, do dia 1º de Fevereiro de 1929, teve como primeiro presidente o Sr. Ramos de Freitas. No ano seguinte a sua fundação, adquiriu a sua Sede própria que ficava na Rua Direita, 106 / 1º andar, no Bairro São José, no Recife.Antes da sua criação o futebol pernambucano se limitava apenas ao Campeonato Estadual, e, mesmo assim, agregando equipes da cidade do Recife.

Seus primeiros afiliados foram os seguintes times:

Tráfego, Aurora, Fluminense, Afogadense, Arruda Diversional, Monteirense, Santos Dumont, Independência, Varzeano, Cordeirense, Rio Branco, Palmeiras, Torre, Associação Atlética do Arruda, Auto Sport, Nacional, Pina, Recife, Rio Corrente, Jutaí, Atheniense, Tuyuti, ABC, Íris, Great Western e Tejipió.

Com a criação da ASDT, o futebol suburbano cresceu tanto, que os jogos da primeira divisão do campeonato pernambucano começaram a ficar vazios quando coincidia ter algum clássico suburbano. Vários desses times, incentivados pelo bom futebol e pelas torcidas, ingressaram na primeira divisão do futebol pernambucano, como o AthenienseGreat WesternAssociação Atlética do ArrudaFluminenseIsraelitaEncruzilhada e Íris.  Um jogo entre o Íris e o Atheniense, por exemplo, levava uma multidão ao campo onde fosse realizada a partida pelos bairros do Recife.

Contudo, o futebol bretão se espalhava rapidamente com o surgimento de diversas equipes que preenchiam as datas ao longo do ano em partidas amistosas e festivais.  partir da criação da ASDT o futebol pernambucano ganhou uma nova cara.

Indiretamente, a entidade estimulou o fortalecimento de outras ligas e os times que se destacavam seja no aspecto técnico ou no financeiro (atraiam bons públicos) recebiam o convite para disputar a elite do futebol pernambucano.

Portanto, não seria exagero nenhum afirmar que o Campeonato Suburbano, organizado pela Associação Suburbana de Desportes Terrestres (ASDT) era equivalente a um ‘embrião’ da Segunda Divisão Pernambucana, que ganhou essa nomenclatura em 1953.

FONTES: A Província – Jornal de Recife – Diário de Pernambuco – Jornal Pequeno

 

O Mocidade do Glicério Futebol Clube, foi fundado na data de 8 de maio de 1937.

Era conhecido como o Galo da Liberdade, e sua sede se situava na Rua do Glicério, número 88, no bairro do Cambuci.

Fontes: foto do time posada, encaminhada pelo autor Gilberto Maluf, jornal Última Hora, do Paraná, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

O América, Campeão do Centenário de 1922, levantou ontem (quarta-feira, do dia 30 de março de 1938), brilhantemente, o Torneio Início Pernambucano de 1938, no seu Estádio da Jaqueira (próximo a Rua do Futuro), no Bairro das Graças, no Recife.

Na estreia, o America, que apresentou-se com as novas camisas rubras, venceu o Flamengo por 3 a 2. Contudo, na seqüência foi impiedoso ao golear por 11 a 2 o Great Western, nas semifinais, e na decisão outra goleada. Dessa vez por 3 a 0 diante do Sport do Recife, também no Estádio da Jaqueira.

Primeira Fase (domingo, no dia 27 de março de 1938)

JOGOS

ÁRBITROS

HORÁRIO

1º Jogo

Sport Recife

3

X

1

Íris SC

José M. Carneiro Pessoa

14:30

2º Jogo

Santa Cruz

0 (1)

X

0 (0)

Náutico

Manoel Pinto

15:00

3º Jogo

Tramways

1

X

2

Great Western

Alberto Gomes Alves

15:30

4º Jogo

América

3

X

2

Flamengo

Julio Fernandes

16:00

 

No 1º Jogo, o Sport do Recife iniciou com fortes ataques conseguindo vencer por 3 gols a 1 o Íris Sport Club e um escanteio pró.

O 2º Jogo, foi a partida melhor disputada. Santa Cruz e Náutico jogaram com vontade firme de vencer. As duas defesas trabalharam muito. No final, melhor para o Santa Cruz que venceu por 1 escanteio a zero.

No 3º Jogo, a surpresa foi a brilhante vitória do Great Western contra a poderosa equipe do Tramways. Os “Ferroviários” mais homogêneos, atacaram muito os últimos redutos dos “Elétricos“, vencendo por 2 a 1.

O 4º Jogo do dia, os americanos venceram a turma alvinegra por 3 a 2, e um escanteio a zero.

 

Com esses resultados, o Sport Recife, Santa Cruz, Great Western e América avançaram às semifinais do Torneio Início de 1938. Os jogos foram de 40 minutos, divididos em dois tempos de 20 minutos. Os escanteios só passariam a valer nas prorrogações.

 

Os jogos finais foram realizados três dias depois, na noite da quarta-feira, do dia 30 de março de 1938. Os times foram escalados da seguinte forma:

América: Pedro; Allemão e Popó; Nylo, Zé Orlando e Jayme; Waldyr, Ayrton, Nicácio, Fuza e Duda.

Great Western: Vicente; Theonilo e Zeca; Babé, Tarzan e Helino; Garibaldi, Sylo, Badú, Tutú e Zé Pequeno.

Santa Cruz: Diógenes; Sidinho II e Pedrinho; Xaxá, Rubens e Siduda; Malaquias, Zé Pequeno, Tará, Sidinho e Siduca.

Sport do Recife: Enerson; Fernando e Gelsomino; Ernesto, Zago e Zezinho; Plínio, Djalma, Pitota, Limoeiro e Danzi.

 

Semifinais (quarta-feira, do dia 30 de março de 1938)

JOGOS

ÁRBITROS

HORÁRIO

5º Jogo

Sport Recife

1

X

0

Santa Cruz

José Fernandes Filho

20:00

6º Jogo

América

11

X

2

Great Western

Alberto Gomes Alves

20:50

 

Final (quarta-feira, do dia 30 de março de 1938)

JOGOS

ÁRBITROS

HORÁRIO

7º Jogo

América

3

X

0

Sport Recife

Alberto Gomes Alves

21:30

 

 FONTE: Jornal Pequeno

 

 

O “a ponta solta” na história do América Futebol Clube, ou simplesmente América do Recife, era o fato de a agremiação ter usado ou não a cor vermelha no seu escudo e uniforme em algum momento. No entanto, encontrei provas que comprovam que tal questão aconteceu, sim, no ano de 1938. Agora, vamos encaixar essa lacuna na história do América.

1914: O Início

Fundado no dia 12 de Abril de 1914, com o nome de João de Barros Football Club, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.

É considerado o quarto clube mais vitorioso do estado. Atualmente manda suas partidas na cidade de Paulista, usando o Estádio Ademir Cunha para realização de seus jogos. A sede fica localizada na Estrada do Arraial, no bairro de Casa Amarela, zona norte da cidade.

Sua torcida era composta por grandes famílias aristocratas do Recife e também era querido pela Colônia Portuguesa Recifense, sem contar os outros torcedores espalhados pelo Recife, especialmente nos bairros de Casa Amarela, Casa Forte, Apipucos e Caxangá.

Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.

Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.

Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada “América Futebol Clube”, convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube“, carta de  Belfort Duarte enviada a imprensa.

 

Maior virada do futebol brasileiro

Aconteceu em 1915 pelo Campeonato Pernambucano daquele ano onde o América vencia o Santa Cruz por 5 a 1 até os 30 minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o Santa Cruz marcou seis gols numa incrível seqüência e venceu o jogo por 7 x 5. Essa partida foi a maior virada do futebol profissional brasileiro. A bola do jogo se encontra na sede do Santa Cruz no bairro do Arruda, no Recife.

Em 1918, o América sagrava-se campeão estadual, com a seguinte escalação: Jorge, Ayres e Alecxi; Rômulo,Bermudes e Soares; Siza, Angêlo Perez, Zé Tasso, Juju e Lapa.

 

Campeão do Centenário da Independência em 1922

Em 1922, o América sagrava-se bicampeão pernambucano, mas o grito que ecoava no Recife era o de Campeão do Centenário, pois nesse ano o Brasil comemorava 100 anos de independência a Portugal. A Campanha vitoriosa foi a seguinte:

07.05 América 2 x 1 Sport

21.05 América 4 x 0 Peres

04.06 América 2 x 1 Náutico

23.07 América 3 x 1 Equador

06.08 Torre 1 x 0 América

22.10 América 2 x 1 Santa Cruz

05.11 América 4 x 2 Flamengo

 

Jogos interrompidos pelos mais diversos motivos, principalmente pelo fato de o campo ter ficado escuro, como o clássico América x Sport da primeira rodada, que terminaria decidindo o campeonato; jogos anulados, como o que envolveu o Torre e o novato Equador; entrega de pontos – Equador, Santa Cruz ao Sport, e Peres ao Náutico; jogo não realizado, devido ao desinteresse dos dois clubes – Flamengo e Santa Cruz – após adiamento provocado pelas chuvas, que caíram intensamente, tudo isso marcou o Campeonato Pernambucano de 1922, disputado sob intensa época chuvosa e frio.

O campeonato foi disputado em turno único. Assim, houve apenas os jogos de ida. Mais uma vez, Sport e América surgiam como candidatos ao título de campeão. Os rubro-negros pretendiam interromper a marcha de seu maior rival, que buscava o segundo bicampeonato.

A Liga já tinha instituído o sistema de dois ou mais jogos por rodada. Logo de saída, Náutico x Centro Peres deixou de ser disputado por causa do mau tempo. Tendo sido marcada para outra data, a partida terminou não sendo realizada porque o Peres entregou os pontos.

Vitória do Náutico, portanto, por WO. No mesmo dia, 7 de maio, o América derrotava o Sport pela contagem de 2 a 1, tendo sido o encontro suspenso por falta de iluminação. Na época invernosa, como ainda acontece hoje, escurece mais cedo nessa região, e os campos ainda não tinham iluminação artificial.

 

A direção da Liga determinou que os oito minutos restantes fossem disputados em data posterior, depois do cumprimento da tabela. Assim, rubro-negros e alviverdes voltaram a campo em 19 de novembro. Loca, Jaqueira, chamado de América Parque, onde a partida estava sendo disputada ao ser interrompida. Embora estivessem programados apenas alguns poucos jogos, um grande público compareceu. É que estava em cena o pomposo título de Campeão do Centenário.

O América, que sofrera uma derrota em meio à sua jornada, ao perder para o Torre por 1 a 0, chegava àquele momento, com 10 pontos ganhos, enquanto o Sport tinha 11, sem incluir, é claro, os pontos daquela partida, que os americanos estavam ganhando por 2 a 1.
Foram instantes dramáticos. O Sport lançou-se furiosamente ao ataque. Se conseguisse pelo menos empatar o jogo, ficaria com 12 pontos, e deixaria o gramado festejando a conquista de mais um título. Já o América se defendia com unhas e dentes, uma vez que se o placar fosse mantido, passaria a somar 12 pontos e levantaria a taça, pois o Sport permaneceria com 11. E foi o que ocorreu. Fim de jogo, vitória do América por 2 a 1. A torcida alviverde fez muito barulho na comemoração da conquista que ainda é lembrada, quando a imprensa se refere ao clube como o Campeão do Centenário.

Time-base campeão: Nozinho; Rômulo e Cunha Lima; Lindolpho, Licor e Faustino; Meirinha, Fabinho, Zé Tasso, Juju e Matuto.

Escudo de 1938 e 1939

 

O 1° campeão nordestino

Enquanto no sul se organizava a Copa dos Campeões e o Torneio Rio-São Paulo, em Alagoas foi organizada uma competição diferente: a Taça Nordeste (o primeiro torneio inter-estadual da região Nordeste de que se tem notícias).

A competição ocorreu para festejar o Dia do Trabalhador, em Maceió. Foram convocadas oito das melhores equipes do Nordeste: Botafogo e Vitória (Bahia), Cabo Branco e América (Paraíba), CRB e CSA (Alagoas) e Sport e América (Pernambuco).

O Mequinha passou às semifinais ao lado do Botafogo-BA e enfrentaria mais uma vez o Sport fazendo uma reprise da final de 1922, e dessa vez aplicando 6 a 2 no Leão, que era até então devastador.

O todo poderoso América ficaria conhecido em todo Nordeste e faria uma final histórica contra o CSA de Alagoas, que havia vencido o Botafogo da Bahia, o campeão baiano da época.

Na final um dos jogos mais eletrizantes da história, com uma vitória para ambas equipes. Como o América detinha a vantagem, sagrou-se o primeiro campeão nordestino de que se tem notícias.

O primeiro jogo foi realizado no dia 4 de fevereiro e o América venceu o CSA por 2 a 1, mostrando todo poderio de uma equipe que era famosa em todo Nordeste. O CSA abriu a contagem através de Nelcino. Zé Tarso e Juju deram a vitória ao clube pernambucano.

No dia 6, ocorreu a segunda partida. O CSA a venceu por 4 a 3. Foi uma das mais eletrizantes partidas de futebol da história do América. Juju fez 1 a 0 para o América. Nelcino empatou e Bráulio fez 2 a 1 para o CSA. Zé Tarso empatou outra vez, daí Odulfo fez 3 a 2 e 4 a 2 para os alagoanos.

Juju voltou a marcar para o América, fechando o placar. Foi uma vitória consagradora no torneio e que repercutiu nos grandes jornais do Recife. Americanos e azulinos jogaram as duas partidas com os mesmos jogadores. O América tornava-se a primeira potência do futebol nordestino.

O CSA formou com Mendes, Osvaldo e Hilário; Campelo, Mimi e Geraldino; Bráulio; Alírio; Odulfo; Murilo e Nelcino.

O América atuou com Nezinho, Romulo e Faustino; Lyndolfo; Moreira e Zizi; Lapinho; Leça; Zé Tarso; Juju e Araújo.

Tal título seria para alguns a maior conquista do clube alviverde até hoje, por ser uma conquista além dos domínios pernambucanos.

1938: América troca o verde pelo vermelho

O declínio do Torre Sport Club, que tinha informado a Federação Pernambucana de Desportos (FPD) que não participaria do certame de 1938, foi a oportunidade que o América esperava para mudar as cores alviverde para a alvirrubra.

Diante do quadro, a entidade máxima do futebol pernambucano de o aval ao America para utilizar as cores vermelha e branca. A estreia com as novas cores aconteceu no domingo, no dia 27 de março de 1938, na fase preliminar do Torneio Início da FPD.

O ex-diretor do Torre, Francis E. Hulder no dia seguinte, enviou uma carta de protesto ao, no dia 28 de março de 1938, Jornal Pequeno, manifestando o seu descontentamento com a ação da FPD:

Tendo lido o despacho que a presidência da FPD de a um oficio do América, e tendo procurado me interar do mesmo, vim  saber que se tratava da mudança de cores do mesmo para o Torre, ou seja, camisetas encarnadas, sob alegação de que o América dos outros estados são todos desse uniforme.

Como ex-diretor do Torre e como admirador que ainda sou do mesmo, que se acha afastado da Federação por negação ao apoio da mesma Federação, lanço por este meio o meu protesto à pretensão do América, não somente por acha-se o Torre afastado simplesmente sob licença, como também, por haver outro clube que assiste maior direito de usar as referidas cores por serem iguais alvirrubras“.

Apesar da reclamação, a FPD manteve a decisão e o América foi para final do Torneio Início com a ‘camisa encarnada’, na quarta-feira, no dia 30 de março de 1938,. E o resultado não poderia ter sido melhor. Na final, o América goleou o Sport Recife por 3 a 0, faturando o título do Torneio Início de 1938.

Parecia que a cor vermelha tinha vindo para ficar. Porém, bastou o América não ir bem no Estadual de 1938 para a oposição no clube exigir a volta da cor verde. Após uma briga interna, a direção do clube decidiu no início de 1939 voltar ao alviverde, colocando um ponto final na ‘camisa encarnada’.
1944: O Último e heróico

Zezinho, Capuco, Julinho, Djalma, Edgard, Oseás, Pedrinho, Barbosa, Leça, Galego e Rubens. Essa é a formação da Equipe Esmeraldina que foi Campeã pernambucana pela ultima vez. Foi o título mais sofrido e heróico do América. Vejam os resultados dessa final acirrada contra o Náutico: 28/01 Náutico 1 x 1 América, 04/02 Náutico 2 x 3 América, 09/02 Náutico 0 x 2 América, 18/02 América 3 x 0 Náutico.

Vejam o que foi dito em uma matéria esportiva do Diário de Pernambuco de 20 de fevereiro de 1945:

O Recife viveu horas de grande vibração esportiva, vibração espontânea e justificada do povo, à tarde e durante a noite de anteontem, quando o glorioso América Futebol Clube sagrou-se, mais uma vez, campeão pernambucano de futebol [ganhou do Náutico, com um placar de 3x0]. Aquela grande assistência que lotava parte das dependências do estádio da Ilha do Retiro recebeu com verdadeiro júbilo o triunfo do esquadrão americano, numa disputa leal, onde vencidos e vencedores foram dignos dos mais francos aplausos. O triunfo do América, não o triunfo de domingo, mas o triunfo do campeonato foi justo e merecido. Depois de 17 anos de trabalho, 17 anos de sonhos, o campeão do Centenário, honrando as suas tradições de baluarte dos desportos pernambucanos, conquista mais um custoso laurel para a sua história.”
A festa do Título durou muito tempo, Casa Amarela em peso festejava a conquista houve comemorações no Antigo Bar Savoy e no Clube Português do Recife, pois na época ainda não possuía a Sede da Estrada do Arraial.

 

Após a conquista do campeonato de 1944 pelo América, somente os outros três grandes times da capital pernambucana levantaram o caneco.

 

João Cabral de Melo Neto, um americano

O reconhecido escritor pernambucano foi um grande torcedor americano e sempre que podia ia ver os jogos do seu clube de coração. Além de poeta, João Cabral chegou a ocupar posição de center-half, ou, como se diz hoje, volante, e foi uma promessa do futebol pernambucano. Nele, disposição física e apuro intelectual conviveram sem crises ou antagonismos. Na adolescência, jogou pelos times do América e do Santa Cruz. Em 1935, aos 15 anos, foi campeão juvenil pelo Santa Cruz.

Dentre suas grandes obras destaca-se “Morte e Vida Severina“, de 1955. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de agosto de 1968, tomando posse de sua cadeira em 6 de maio de 1969.

No final da década de 80, descobriu que sofria de uma doença degenerativa incurável, a qual lhe impunha fortes e constantes dores de cabeça, o que causaria, aos poucos, a perda de sua visão, fazendo-o parar de escrever e ficar depressivo, e a vontade de falar (“Não tenho muito o que dizer”, argumentava).

Morreu no dia 9 de outubro de 1999, no Rio de Janeiro, aos 79 anos, encoberto com a bandeira do América e com a tristeza de não rever o Campeão do Centenário forte como antes, em sua juventude. Um dos momentos marcantes de seu velório foi o discurso proferido Arnaldo Niskier, no “Salão dos Poetas Românticos”, na Academia Brasileira de Letras, onde foi velado seu corpo:

Fecham-se os olhos cansados do poeta João e não conseguimos realizar o sonho que agora desvendo: ver o América Futebol Clube voltar aos seus dias de glória. Nem o daqui do Rio, nem aquele que era a sua verdadeira paixão: o América do Recife.”

 

Anos de jejum e Taça Recife

Após o Glorioso e heróico título pernambucano de 1944, o América ainda conseguiu um vice-campeonato em 1952, perdendo para o Náutico. Os anos seguintes foram de jejum e, aos poucos, durante o final da década de 1950 e as décadas de 1960 e 1970, o América foi perdendo espaço no cenário esportivo do estado por nunca mais ter conquistado um título.

Prevalecia ainda sua “fiel torcida da Velha-Guarda Americana” sempre quando o América ia jogar, e ainda possuindo a simpatia do público do bairro de Casa Amarela.

Em 1975, enfim o América fazia ecoar o grito de campeão. Venceu o Náutico na final da Taça Recife, desbancando até o Santa Cruz que na época era a maior potência local.

A imprensa recifense dava uma certa atenção ao time do América, tanto pelas polêmicas dos dirigentes, como pelos jogadores contratados, e também na tentativa de soerguer o clube, que já vinha numa descendente no futebol. O clube era carinhosamente chamado de Verdão 75.

Nos seus jogos sempre havia a presença de uma torcida, mesmo pequena, mas com charanga e bandeiras alviverdes. O artilheiro daquela edição da Taça Recife foi Edu Montes, com 7 gols.

 

Classificação para a Série D

Liderado por Carlinhos Bala o América conseguiu uma classificação inédita a Série D 2016 ,e por pouco não chegou as semifinal do Campeonato Pernambucano lutando até a última rodada por ela.

 

 

FONTES:  Wikipédia – Jornal Pequeno – Diário de Pernambuco

 

O Globo Sport Club foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). Fundado em Outubro de 1928, por um grupo de operários e funcionários dos Grandes Moinhos do Brasil S/A. A sua Sede social ficava localizado na Rua Vidal de Negreiros, nº 110, no Bairro São José, no Recife.

Os Grandes Moinhos do Brasil S/A associou-se em 30 de maio de 1914, com a empresa Just Basto & Cia., que operava no ramo de exportação e importação de farinha de trigo, procedente da Hungria e dos EUA, para a construção, montagem e funcionamento de um moinho a ser instalado junto ao cais do porto do Recife

A sociedade aconteceu, sobretudo, por que a Just Basto & Cia., não dispunha de capital suficiente para os negócios. Em 1966 os Grandes Moinhos do Brasil S/A acresceu a denominação Indústrias Gerais. Em 1986, teve sua razão social alterada para Moinho Recife S.A. Empreendimentos e Participações, uma das maiores unidades da Bunge em industrialização de trigo com estrutura portuária.

O seu 1º jogo foi realizado, no domingo, do dia 25 de Novembro de 1928, diante do Trafego Sport Club, no campo do Cordeirense. A partida foi um grande evento que contou com duas Bandas de música e as moças que compareceram receberam diversos prêmios. Infelizmente nenhum veículo disponibilizado fez uma matéria ou nota sobre o resultado dessa peleja.

O Globo estreou nos gramados com a seguinte equipe: José Mendes; Moacyr e Rheumatismo; Octavio (Cap.) Bataclan e Pacheco; Filó, Carioca, Espedicto, Berto e Raymundo. Reservas: Trindade, Tabocar e Pedro.

O clube seguiu realizando jogos amistosos e festivais até 1929. A partir daí o ocorreu um hiato e oito anos depois o Globo foi reorganizado na quarta-feira, do dia 09 de Junho de 1937. A 1ª Diretoria ficou constituída assim:

Presidente - Sylvio Menezes;

Vice-Presidente - Galba Mattos;

1º Secretário - Djalma Carvalho;

2º Secretário - Armindo Moura;

Tesoureiro - Geraldo Barbosa;

Vice-Tesoureiro - Nivaldo Alcântara;

Diretor de Esportes - Osmar Mattos;

Vice-Diretor de Esportes - Manoel Freire;

Comissão Fiscal - José Caminha, Aloysio Lira e Caetano Galvão.

Na quinta-feira, do dia 13 de Abril de 1939, o Globo deu entrada para obter filiação a Federação Pernambucana de Desportos (FPD). Desta forma o Globo completaria o número de clubes na Divisão Branca da FPD. Uma semana depois, o clube teve o seu pedido aprovado.

O Campeonato Pernambucano de Football de 1939, foi elaborado com dois grupos de profissionais: Divisão Azul (América, Náutico, Santa Cruz, Sport Recife e Tramways) e Divisão Branca (Flamengo, Globo Sport Club, Great Western, Íris e Torre).

No final, o Náutico foi o campeão da Divisão Azul (que, na prática foi o vencedor do Estadual de 1939). Já na Divisão Branca, o título ficou o Torre (que equivalia o Estadual da Segunda Divisão). O Globo não fez uma boa campanha, terminou na lanterna com apenas um ponto somado.

Em 1940, o Globo participou do Campeonato da Segunda Divisão, organizado pela Associação Suburbana dos Desportos Terrestres (ASDT). Em 1942, se mudou para Sede provisória na Rua Padre Floriano, s/n, no Bairro São José. Em 1946, já com a nomenclatura aportuguesada, o Globo Esporte Clube, tinha mudado de Sede, na Avenida Norte, s/n, em Casa Amarela, em Recife.

 

O Diário Pernambucano, em 29 de março de 1942, fez uma reportagem, onde apresentou uma tese do porquê do Globo não ter debutado no Estadual. “O Globo não pertence mais aos subúrbios. Há cerca de três anos que o Tricolor passou-se para a FPD. Todavia, e é bom salientar, depois que ele começou a figurar na lista dos filiados à Federação Pernambucana de Desportos sua situação mudou de figura; e mudou para pior. Não vamos atribuir o fato a uma melhor organização da ASDT sobre a FPD. Nem de longe pensamos nisso. Queremos demonstrar somente que, pertencendo à entidade da rua do Imperador, o Globo acompanhava com facilidade o passo de seus congêneres. Passando para a divisão dos principais, viu-se obrigado a acelerar o passo, formando numa corrida que não lhe era possível  acompanhar. Essa corrida foi o profissionalismo. Quando o grêmio de Neco entrou para a FPD, era Constituído de amadores, exclusivamente. Seus defensores jogavam com amor à camisa”.

Time de 1928: José Mendes; Moacyr e Rheumatismo (Gomes); Octavio (Cap.) Bataclan (Miro) e Pacheco (Similia); Filó (Rochinha), Carioca (Fininho), Espedicto, Berto (Malvadeza) e Raymundo (Laércio). Reservas: Trindade, Tabocar e Pedro.                                   

Time de 1929: Chatinho; Rangel e Zezé; Batuta, Louro e Biló; Luiz, Neco, Pipiu, Petrol e Júlio.

 Time de 1938: Joel; Geo e Bri; ourival, Rolim e Zuza; Edmilson, Murillo, Duda, Inaldo e Cebrito.

 

FONTES: Jornal A Província – Jornal Pequeno – Jornal de Recife – Diário de Pernambuco

 

A Associação Atlética e Recreativa Nacional, do bairro do Bom Retiro, fundada na data de 14 de março de 1913, completou no mês passado 104 anos de existência.

Sua sede situa-se na Rua Anhaia, no bairro do mesmo nome.

Trata-se de um dos mais antigos clubes de futebol amador, da cidade de São Paulo, ainda em existência.

Fontes: site do clube, meus arquivos, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

FONTE: Revista O Cruzeiro

 

FONTES: Estatuto da AMEA – Revista O Cruzeiro

 

FONTE: Revista O Cruzeiro

 

FONTE: Revista o Cruzeiro

 

Seguem abaixo fotos da fachada da sede do clube e em close o escudo desenhado na parede, diferente do que roda pela internet.

Fachada do clube

Escudo desenhado na fachada do clube

Fonte: Google Earth

 

Ao longo de sua história, o Esporte Clube Corrêas participou de dezenas edições do Campeonato Citadino de Petrópolis. O seu maior feito ocorreu no ano de 1952, quando faturou o seu único título! O Corrêas chegou na última partida, necessitando de simples empate para se sagrar campeão.

Contudo, a missão não era tão simples. Afinal, teve de encarar uma das forças do futebol petropolitano naquela época: Cruzeiro do Sul Futebol Clube. E para apimentar ainda mais a peleja seria na casa do adversário.

Com tantos ingredientes, o final do certame de 1952, organizado pela Liga Petropolitana de Desportos (LPD), teve um desfecho digno de uma grande competição. No final, no domingo, do dia 05 de outubro de 1952, um empate heróico, em 1 a 1, que resultou no título inédito na história do Esporte Clube Corrêas.

Após o jogo os jogadores, comissão técnica, dirigentes e torcedores realizaram uma grande passeata na Avenida 15 de Novembro, no Centro de Petrópolis, a fim de  festejar o título de 1952. O EC Corrêas atuou da seguinte forma: Lourenço; Vivinho e Paulo; Mozart, Bené e Gilberto; Waldir, Aluísio, Walter, Joaquim e Waldomiro. Os reservas: Toninho, Osvaldo, Caveira, Juarez e Gaguinho. O departamento médico esteve a cargo do Dr. Ernani Duarte.

O Cruzeiro do Sul jogou com: Jair; Silvério e Átila; Jair II, Djalma e Cláudio; Vale, Wilton, Amarino, Paulo e Rei.

FONTES: A Noite – Diário Carioca

 

A história do CIP foi fugaz no Campeonato Catarinense. Sua única participação no torneio foi em 1938, mas a sua conquista não pode ser apagada.

A equipe de Itajaí era profissional, mas formada por funcionários da Companhia Itajaiense de Phosphoros. Na decisão, o CIP enfrentou o Atlético de São Francisco do Sul, em uma final que reuniu pela primeira vez dois clubes do interior – a decisão foi em 16 de abril de 1939, em Florianópolis.

A final pegou fogo, afinal, a equipe de São Francisco do Sul desceu o pau nos jogadores do CIP. O jornal O Estado elogiou a elegância da equipe itajaiense “pela exuberância e energia com que souberam batalhar ante a agressividade brutal do time adversário”.

Com gols de Coceira e Nanga, o CIP foi campeão. Única glória de um time que apagou a sua chama definitivamente ao fechar as portas em 1944.

Fonte: André Podiacki

 

FONTES: Jornal Última Hora – A Luta Democrática  

 

O Esporte Clube Sul Americano, do bairro do Bom Retiro, foi fundado na data de 25 de julho de 1932.

Foi um dos grandes clubes do bairro do Bom Retiro. Seu estádio era situado próximo a Marginal do Rio Tietê, onde hoje está estabelecido um conjunto de prédios de moradias populares.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

O Fundação São José Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Duque de Caxias, situada na Baixada Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. A sua Sede e o Estádio dos Eucaliptos ficam localizados na Avenida Gomes Freire, s/n, no Bairro da Vila São José (antigo Bairro Pantanal), em Duque de Caxias.

História

Em seus últimos anos de vida o lendário Tenório Cavalcanti dedicou-se à Fundação São José e ao Educandário Maria Tenório. A razão pelo qual o “Homem da Capa Preta” criou essas instituições na Vila São José, teve um motivo nobre.

Em 1958, a cidade de Duque de Caxias foi atingida por um temporal que gerou milhares de problemas, sobretudo, na Favela do Mangue que foi arrasada, deixando mais de mil famílias desabrigadas.

Diante de tantas promessas de ajuda, apenas um homem, de fato, prometeu e ajudou: Tenório Cavalcanti. Com a sua influência, conseguiu junto ao Presidente da República, Juscelino Kubitschek, verbas federais repassadas a Legião Brasileira de Assistência (LBA).

Assim num enorme espaço no Bairro Pantanal foi construindo a Vila São José, que sete anos depois já tinha se tornado o lugar mais populoso de Caxias. Tenório Cavalcanti não parou por aí. Ajudou na construção de escolas, agremiações sociais.

Diante de tantas obras sociais, Tenório Cavalcanti foi o responsável da Fundação do clube Alviceleste da Vila, no dia 16 de Outubro de 1965. Na época, a sua Sede ficava na Rua 27 de Setembro, congregando a família dos ex-flagelados e funcionários da administração da Vila.

Apesar de tantos afazeres, o “Homem da Capa Preta” atuava como diretor do clube. Além do futebol, o clube realizavam diversos eventos como bailes e concursos para escolher a Rainha do clube.

Alguns fatos marcantes

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Duque de Caxias, o Fundação São José fez uma campanha impecável, chegando a ficar 19 partidas sem perder um jogo.

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1973, o Alviceleste da Vila faturou o título com uma bela campanha! Foram 10 jogos, com: sete vitórias, dois empates e uma derrota; marcando 15 gols, sofrendo cinco tentos, com saldo positivo de 10.

Curiosidade

Em 1974, as Federação Carioca de Futebol e a Federação Fluminense de Desportos (que começaram a fazer uma aliança que culminou com a fusão quatro anos depois, em 29 de Setembro de 1978), iniciaram um projeto a fim de criar o Torneio de Integração, que já tinham alguns clubes confirmados: Bangu, Bonsucesso, Campo Grande, Madureira, Madureira, Portuguesa e São Cristóvão.

Para participar desta competição os clubes deveriam se profissionalizar. De Niterói os possíveis candidatos: Manufatora, Tiradentes, Agra e Espanhol. Em Duque de Caxias, dois clubes estavam cotados: Nacional e o Fundação São José.

 

Estádio dos Eucaliptos, na Vila São José

Antes mesmo desse espaço tornar-se um campo, ladeava ele a um córrego que vinha do Rio Sarapuhy, totalmente despoluído. Assim, em grandes chuvas, quando o rio transbordava, jogava peixes em centenas que se espalhavam por onde seria o campo dos Eucaliptos.

Portanto, esse local é sagrado, visto que foi batizado por peixes. À medida que o Rio Sarapuhy foi morrendo, esse fenômeno deixou de existir. Com a vinda da Vila São José, em 1959, no quesito lazer, criou-se o Campo dos Eucaliptos, visto ser essa área cheia dessas árvores de um perfume inesquecível. E ainda fizeram uma cerca branca no seu entorno, o que tornava essa nova área de esporte mais bela.

Criou-se então o time representante da Vila São José, o forte Fundação São José Esporte Clube. Grandes jogadores passaram por lá: Carlinhos Rosquinha, Neném Piranha, Paulinho Binha, Pardal, Haroldo, Lamparina, Ximbica, o goleiro Zé Áureo, entre outros.

Ganhar do Fundação no campo dos eucaliptos era quase impossível. O campo ficava lotado aos domingos. O adversário tremia. Até o infanto-juvenil do Clube de Regatas Vasco da Gama foi abatido em 1973, num categórico 3 a 0 só no primeiro tempo. A famosa Rádio Difusora de Caxias fazia transmissões no local.

XXX
O estádio deu lugar ao CIEPs, nos anos 80

Nos anos 80, o Governador Leonel Brizola acolheu um projeto cultural sugerido por Darcy Ribeiro e implantou os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), mais conhecidos por “Brizolões“. O local escolhido foi justamente o Estádios dos Eucaliptos, criando uma ironia: dando vida a educação e matando o principal local de lazer da região.

A partir daí a Vila São José ficou desprovida desse lazer essencial. Como um prêmio de consolação construíram os “7 Campos“, onde antigamente estavam os campos do Brasil e do Cerâmica, no Pantanal, Morro do Sossego.

Contudo, a ex-presidente da república Dilma Rousseff acabou com os “7 Campos“, criando no local “Minha casa, minha vida“, deixando o Bairro São José órfão de um campo de futebol.

 

Time de 1966: Lula; Valito, Juca e Careca; Reco e Ximbica; Lamparina, Joaquim, Joãozinho, Válter e Miltinho.

Time base de 1967: Lula; Valito (Joaquim), Juca (Nequinha), Itamar (Erli) e Zé Maria; Osmi (Paulinho) e Bolão; Ximbica, Válter (Chico), Joãozinho (Macau) e Duca (Lamparina).

Time de 1968: Lula; Braga, Juca, Duca e Lamparina; Bolão e Válter; Paulinho, Gafu, Joãozinho e Nino.

Time base de 1973: Cebola (Zé Áureo); Carlinhos (Robson), Gilson, Bolão (Dias) e Domingos (Valdeci); Batista (Carlos Augusto), Jorge Davi (Sendas) e Paulinho (Lutércio); Almir (Arnaldo), Pardal (Morais ou Silva) e Melro (Jorginho). Técnico: Carlos Ramos de Souza, ‘Lelê’

 

PS: Uma detalhe que é importante citar. Em 1954, Tenório Cavalcanti fundou o jornal Luta Democrática, que usaria como ferramenta de propaganda política, especialmente para atacar desafetos e adversários, entre eles Getúlio Vargas. O jornal, de forte apelo sensacionalista, chegou a ser o terceiro maior do Rio de Janeiro nos anos 60. Por isso, que o clube ganhou tanto espaço neste veículo, nos ajudando a poder contar uma boa história.

FONTES: A Luta Democrática – Dias de São José – Jornal do Brasil – O Fluminense

 

O Nacional Futebol Clube foi fundado em 1973 e é originário do bairro São Pedro em Belo Jardim, Pernambuco.
Apesar de muitas dificuldades ao longo dos anos, o Azulão do São Pedro (como é conhecido pelos seus torcedores) conseguiu ser campeão belo-jardinense nos anos de 1997 e 2013.

Participou da Terceira Divisão Pernambucana (competição amadora cujo campeão ganhava o acesso e a profissionalização) em pelo menos 2 oportunidades: 2000 (eliminado na 3ª Fase pelo Comercial de Pesqueira) e 2002.

Pesquisa e Redesenho do escudo: Givaldo Santos
Fontes: http://belojardinense.tumblr.com, http://www.nogirodacidade.com.br (fora do ar atualmente)

Segue o uniforme do clube:

 

Na Foto (abaixo), do ano de 1973, o  ASA (Agremiação Sportiva Arapiraquense) de Arapiraca, com Mané Garrincha. Nesta partida, o time posado com (EM PÉ): Lula (massagista), Julio Silva (presidente), Clóvis, Géo, Tião, Zito, Lula e Veludo. AGACHADOS: Santos, Mané Garrincha, Bado, Laranjeiras, Canhoto e Bió.

FONTE & FOTO: Acervo de Lauthenay Perdigão Do Carmo

 

Desde as primeiras negociações com o Clube Náutico Almirante Barroso, a força da história do clube no futebol de Santa Catarina, e na cidade de Itajaí como um todo mexeu com a diretoria do Sport Club Litoral. O Barroso acolheu com carinho o projeto de implantação do Litoral em sua sede e foi impossível ficar alheio ao orgulho e à nostalgia presente em cada conversa com os torcedores.

Para Adriano Cipriano, presidente do Litoral “é muito importante não perder a nossa identidade e simbolizar todas as cidades do litoral que representamos desde a fundação do clube. Por outro lado, foi impossível ficar indiferente ao carinho com que fomos recebidos pela torcida do Barroso”.

A solução foi, em parceria com o Clube, a partir de um documento de cessão de uso da marca, estrear na segunda-divisão do catarinense com o nome Clube Náutico Almirante Barroso, usando a tradicional camisa verde e branca, e com o Sport Club Litoral por trás responsabilidade administrativa e financeira das questões relacionadas ao futebol profissional.

Clube Náutico Almirante Barroso para o biênio 1931-1932

 

O clube, que estava fora do futebol profissional desde 1972, lembra com carinho dos anos em que Roberto Picolé, Mima, Pereirinha e muitos outros brilhavam nos clássicos estaduais e conquistavam o aplauso da torcida. Lilo Orsi, presidente do Clube Náutico Almirante Barroso acredita que o retorno ao campeonato é uma forma de resgatar a história.

Todos os dias nossos sócios se lembram com carinho de quando traziam a família pra assistir os jogos e torcer pelo time. É uma satisfação muito grande poder resgatar essa tradição entre os sócios e proporcionar para eles a oportunidade de compartilhar essa experiência com seus filhos e netos”.

A camisa branca e verde apareceu no futebol profissional de Santa Catarina em 1949, mas a história do Barroso começou 30 anos antes dessa bola rolar no gramado. A Fundação do Clube Náutico Almirante Barroso foi firmada no Grande Hotel, às 18 horas do dia 11 de maio de 1919, depois de mais de 40 membros do recém fundado, Clube Náutico Marcílio Dias solicitarem os seus desassociamentos.

A saída em massa aconteceu porque parte do Clube não concordava com a eleição da madrinha dos dois primeiros barcos do rubro-anil, chamados “Yara” e “Yarê”. A eleição que terminou em empate entre Marieta de Moro e Virgínia Fontes, acabou pela escolha da primeira candidata e a demissão de quase metade dos sócios.

O Clube Náutico Almirante Barroso, fundado para a prática do remo, logo adquiriu seus barcos e tornou-se o conterrâneo rival de Marcílio Dias. Naquele ano, o futebol já tornou-se parte da história dos clubes de forma inusitada. A diretoria do irmão mais velho convidou seu adversário para um jogo de futebol e acabou recebendo uma negativa do Barroso, que limitou-se a enfrentar o rival somente sobre as águas. O remo rendeu ao Barroso conquistas de expressão estadual em 1920, 1921, 1927 e 1928.

A pedra fundamental da sede havia sido colocada 49 dias após a fundação do Clube, em 29 de junho de 1919. A construção foi rápida. Em 1920 o Barroso já inaugurava sua primeira sede, em uma das esquinas da Rua Pedro Ferreira. O primeiro jogo oficial entre os dois clubes foi 12 anos antes do Barroso iniciar suas atividades no futebol profissional.  Em 1937, em 28 de julho, um incêndio grave destruiu parcialmente as instalações da sede e queimou totalmente dois barcos do Clube.

Os primeiros jogos profissionais do Barroso iniciaram por volta de 1940, e o primeiro jogo de que se tem registro foi contra o Riachuelo de Florianópolis, no qual o clube de Itajaí perdeu de 4 a 2. O investimento no futebol estava apenas começando. 1919 foi um ano especial para os amantes de futebol do Barroso. O Clube firmou parceria com o Lauro Muller Futebol Clube e no mesmo ano conquistou o Campeonato Itajaiense promovido pela Liga Itajaiense de Desporto.

O Lauro Muller Futebol Clube foi fundado no dia 24 de março de 1929, defendendo a camisa alvinegra com sede localizada na Vila Operária, onde atualmente se pode encontrar o pátio da empresa Viação Catarinense. O primeiro título veio dois anos após a fundação, em 1931, quando sagrou-se campeão catarinense e derrubando o favorito Clube Atlético Catarinense.

Poucos anos depois, a parceria se desfez e o Barroso deu continuidade às atividades, inaugurando em 1956 o Estádio que era conhecido com Estádio na Rua Silva. Naquela época, a sede social do Barroso ainda não estava no mesmo terreno.

Em 1959 o Barroso levantou novamente a taça de Campeão Itajaiense. A final foi disputada contra o Marcílio Dias e contou com diversos jogadores queridos pela torcida, como Roberto Picolé. Em 1963, o rival revidou, tirando do Barroso o título de Campeão Catarinense que, apesar disso teve seu vice-campeonato estadual muito comemorado. Na década de 60, uma pesquisa popular apontava o Clube Náutico Almirante Barroso como o favorito da cidade.

Em 1972 o Barroso encerrou as atividades no futebol profissional cumprindo a missão de revelar jogadores como o goleiro Diogo e o lateral esquerda Alvacir, ambos vendidos para o Corinthians, além de jogadores convocados para a seleção catarinense como Nelinho, Elio, Deba, Mima e Godeberto.

A partir daí o Clube dedicou-se à prática futebol amador e construção de sua nova sede. A nova área foi projetada ao lado do Estádio da Rua Silva que ganhou iluminação e passou a se chamar Estádio Camilo Mussi, em homenagem ao presidente que inaugurou o campo. O projeto contava ainda com piscina, quadra de tênis, salão de festas, sala de jogos, sala de ginástica e espaços diversos para confraternizações.

Em 2010 um reencontro marcou os 150 de Itajaí, craques de seus dois clubes mais famosos se uniram para relembrar o clássico Barroso X Marcílio em um amistoso no gigantão das avenidas. Em campo, pelo Marcílio jogaram Paulo, Mazinho, Nico, Reginaldo, Calinho do Parque, Dão, Lili, Nilson, Murilo, Joaquinzinho, Carlão, Amauri, Jorge Luís, Dalmo, Caloca e Antônio Augusto.

Defendendo o time alviverde estavam Wilson Santos, Alcir Bebê Valdecir, Mário Cesar, Joel, Zequinha, Luiz, Paulo José da Silva, Juquinha, Roberto Picolé, Adão Goulart, Paulo Fabeni, Sergio, Geraldo, Janilton Victorino, Vanildo, Walter, Vladimir, Antoninho, Checo, Sergio Mafra e Mario Furtado.

 

FONTES: Site do Clube – Página no Facebook “História do Futebol de Santa Catarina” – Acervo de Osni Meira

 

O Stella Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). O clube Alvirrubro foi Fundado no dia 30 de Maio de 1915, por Alcides Santos. O nome foi inspirado no colégio suíço onde os filhos de alguns representantes da alta sociedade de Fortaleza estudavam.

Também por causa de seu nome, o escudo do clube era uma estrela (stella) vermelha. O Stella mandava os seus jogos no Campo do Prado. O clube acabou sendo extinto em fins dos anos 20.

O Stella teve certa ligação com o Fortaleza Sporting Clubantiga denominação do Fortaleza Esporte Clube até a Segunda Guerra Mundial, mudada por decreto governamental nos anos 1940 – já que Alcides Santos também foi o fundador deste último.

Cumpre esclarecer, portanto, que se trata de duas agremiações esportivas diferentes e independentes, ainda que, por vezes, a primeira seja considerada inspiradora da segunda.


FONTES & FOTO: Wikipédia – Site do Fortaleza E.C.

 

Alcides Santos, Fundador do Fortaleza

Falar das origens do Fortaleza Esporte Clube passa necessariamente por falar do maior desportista cearense de todos os tempos: Alcides de Castro Santos.

Em 1912, ele fundou um clube também chamado Fortaleza, que posteriormente veio a ter suas atividades encerradas. A seguir, participou da fundação do Stella Foot-Ball Club, em 1915. Stella era o nome de um colégio suíço onde estudavam os filhos de alguns nobres representantes da alta sociedade de Fortaleza.

Este clube teve estreita ligação com o Fortaleza Esporte Clube, principalmente pela presença de Alcides Santos na formação dos dois, tendo o Fortaleza sido fundado em 18/10/1918. Como grande desportista, também estimulou e participou da fundação dos clubes Riachuelo, Tabajara e Maranguape, todos antes de 1918. Esteve ligado ao Fortaleza Esporte Clube em seus primeiros 20 anos de história.

Alcides Santos nasceu em 04/11/1889, filho do político e professor Agapito dos Santos. Estudou na Europa de onde trouxe a paixão pelo esporte bretão. Foi próspero comerciante, sendo sócio e fundador de diversas empresas cearenses, além de primeiro representante da Ford Company no Brasil.

Foi fundador da Sociedade Cearense de Filatelia e Numismática. Comprou e doou ao Fortaleza o campo do Alagadiço (próximo de onde hoje é a Igreja de São Gerardo, na cidade de Fortaleza), além de construir o Campo do Prado (onde se situa a Escola Técnica Federal – atualmente IFCE) e doá-lo à ADC (Associação Desportiva Cearense, fundada em 23/03/1920, sob sua liderança).

Trouxe o primeiro atleta de fora do estado para jogar oficialmente em Fortaleza – Nelsindo em 1919. Além disso, foi atleta de remo do Flamengo, quando sua família morou no Rio de Janeiro, acompanhando seu pai, à época deputado federal.

No que se refere ao Fortaleza Esporte Clube, podemos citar, entre seus fundadores, o próprio Alcides Santos (o primeiro presidente do clube), Oscar Loureiro, João Gentil, Pedro Riquet, Walter Olsen, Walter Barroso, Clóvis Moura, Jayme Albuquerque e Clóvis Gaspar, dentre outros.

Cores Tricolores

Azul, vermelho e branco são as cores do Fortaleza Esporte Clube, que formam sua principal identidade. A escolha foi uma homenagem do fundador Alcides Santos às cores da bandeira francesa. No estádio, elas proporcionam um festa inigualável por tamanha beleza e têm o poder de levar o Leão do Pici a grandes conquistas, pois como diz a marchinha: “o feitiço do teu jogo está nas cores, daquelas camisas tricolores”.

A bandeira é um símbolo de soberania e, como tal, deve ser respeitada em sua originalidade e proporções. Pensando nisso, o Fortaleza Esporte Clube mantém sua tradição em respeito à história do Tricolor de Aço e o que diz o seu Estatuto.

Estatuto: Art. 95 – O Pavilhão do Fortaleza será representado por uma bandeira com seis faixas de dez centímetros cada uma, nas cores vermelho, azul e branco, com um retângulo de cor branca, na parte superior esquerda, onde serão apostas estrelas em número correspondente aos títulos conquistados pelo elenco de Futebol Profissional, na cor vermelha, e dourada para os títulos de âmbito nacional.

A iniciativa de vários torcedores em criar outras versões para a bandeira são aceitas, no entanto, a descrita no Estatuto é a representação da tradição e do respeito ao Fortaleza Esporte Clube.

HINO DA BANDEIRA DO FORTALEZA ESPORTE CLUBE

Salve o Tricolor de Aço
Salve também sua bandeira
No meu coração há espaço
Pra te amar a vida inteira

Brilham no céu do Brasil
Tres cores que dão emoções
Vermelha, branca, azul anil
Conquistando mil corações

Bandeira do Fortaleza
Meu amor por ti é profundo
Pois tuas cores estão presentes
Em copas de todo o mundo

Na terra em que nasceste
Tem mais vibrante torcida
Entre todas as bandeiras
Tu és a preferida

Entre todas as bandeiras
Tu és a escolhida

Letra e música de JOSÉ ODORICO DE MORAES NETO (Zé Moraes) 

 

Futebol profissional

Regionais

Torneio Norte-Nordeste: 2 (1946, 1970)

Estaduais

Campeonato Cearense: 40 (1920, 1921, 1923, 1924, 1926, 1927, 1928, 1933, 1934, 1937, 1938, 1946, 1947, 1949, 1953, 1954, 1959, 1960, 1964, 1965, 1967, 1969, 1973, 1974, 1982, 1983, 1985, 1987, 1991, 1992, 2000, 2001, 2003, 2004, 2005, 2007, 2008, 2009, 2010, 2015 e 2016).

Torneio Início do Ceará: 12 (1925, 1927, 1928, 1933, 1935, 1948, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965 e 1977).

Categorias de base

Campeão da III Copa Alagoas Sub-20: 2005
Campeão Cearense de Juniores: 1972, 1973, 1974, 1976, 1978, 1980, 1981, 1983, 1985 e 1986
Campeão Cearense de Juvenil: 1963, 1964, 1965, 1966 1967 1968, 1969, 1980, 1981 e 1996
Campeão Cearense Sub-20: 1998, 2001, 2005, 2011, 2013 e 2014
Campeão Cearense Sub-18: 2002, 2003, 2007 e 2009
Campeão Cearense Sub-17: 2000, 2011, 2012 e 2014
Campeão Cearense Sub-16: 2003, 2007 e 2009
Campeão Cearense Sub-15: 2005, 2013 e 2014
Campeão Cearense Sub-14: 2011 e 2012
Campeão Cearense Sub-12: 2006, 2007 e 201.
Campeão Cearense Infantil : 1937
Campeão da 3ª Taça Internacional de Futebol do Interior Paulista – Infantil: 2002
Campeão da Copa Messejana Sub-14: 2009
Campeão da Copa Messejana Sub-12: 2008Campeão da Copa Caucaia Sub-15: 2009 e 2011
Campeão da Copa Serrinha Sub-12: 2010
Campeão da Copa Internacional de Futebol Sub-14: 2002
Campeão da Super Liga Metrópole Sub-14: 2010
Campeão da Super Liga Messejana de Desportos Sub-12: 2010
Campeão do Torneio Início Campeonato Assunção Globo Sub-15: 2011

 

Curiosidades

 

Artilheiros em Campeonatos Cearenses

O Fortaleza já “ofereceu” o artilheiro do Campeonato Cearense por 40 vezes, tendo, inclusive, o maior de todos: Sandro, em 1997.

O Fortaleza já forneceu o artilheiro do Campeonato Cearense por 43 vezes, tendo, inclusive, o maior deles: Sandro, em 1997, com 39 gols.

Campeão como goleiro e zagueiro

O Fortaleza já teve um jogador que se sagrou campeão jogando como goleiro (1926 e 1927) e como zagueiro (1928). Foi Rolinha.

Quando o Fortaleza foi tricampeão (1926/27/28), tivemos um fato bastante curioso. Rolinha, que foi goleiro em 26 e 27, sagrou-se tricampeão pelo Tricolor jogando como zagueiro.

Estrelas no escudo do Fortaleza

No escudo do Leão, as duas estrelas brancas representam os títulos de 46 e 70 do Nordestão e as três amarelas, os tricampeonatos cearenses.

As estrelas acima do escudo do Fortaleza foram postas pelos seguintes motivos: as duas estrelas brancas representam os dois títulos dos Torneios Norte-Nordeste, conquistados pelo Leão, em 1946 e 1970; já as quatro estrelas amarelas representam a conquista do tetracampeonato cearense conquistado pelo Tricolor em 2007/08/09/10.

Maior artilheiro em um único Clássico-Rei

O atacante Rinaldo foi o jogador que mais marcou gols num único Clássico-Rei, tendo feito 4 gols na vitória de 6 a 3 do Fortaleza em 2006.

O atacante Rinaldo marcou 4 gols na vitória do Fortaleza sobre o Ceará por 6 a 3. A partida foi realizada no dia 29 de fevereiro de 2006, pela disputa do Campeonato Cearense daquele ano.

Maior goleada no Clássico-Rei

A maior goleada do Clássico-Rei aconteceu em 1927. O Fortaleza não teve pena do Ceará e venceu por 8 a 0.

Você sabe qual foi a maior goleada no Clássico-Rei, entre o Fortaleza e o Ceará? Foi no Campeonato Cearense de 1927, em que o Fortaleza aplicou um 8 a 0 sobre o adversário. Marcaram os gols: Hildebrando (3), Pirão (2), Xixico, Humberto e Juracy.

Maiores artilheiros tricolores em Brasileiros

Os maiores artilheiros do Fortaleza, em Campeonatos Brasileiros, são Rinaldo, Vinícius e Clodoaldo, nesta ordem.

Você sabe quem são os maiores artilheiros do Fortaleza em Campeonatos Brasileiros? Em primeiro temos Rinaldo, com 52 gols, seguido por Vinícius, com 33 gols, e de Clodoaldo, com 31 gols. Por fim, Marciano é o quarto maior artilheiro com 22 gols.

Mané Garrincha com a camisa do Tricolor

Você sabia que Mané Garrincha, o anjo das pernas tortas, já vestiu a camisa tricolor? Foi em um amistoso, dia 28/01/1968, contra o Fluminense

Mané Garrincha, o “anjo das pernas tortas”, o lendário camisa 7, já vestiu a camisa tricolor. Foi em um amistoso, no dia 28 de janeiro de 1968, contra o Fluminense, no estádio Presidente Vargas, para um público (privilegiado) de 3.399 pessoas, em comemoração ao título estadual de 1967. Garrincha jogou apenas 45 minutos, mas vai ficar pra sempre guardado na memória de todo torcedor leonino. O Fortaleza venceu a partida por 1 a 0, gol de Humaitá.

 

FONTES: Site do Clube

 

O Esporte Clube Cachoeirense é uma agremiação da cidade de Cachoeiras de Macacu (RJ). O clube foi Fundado no sábado, do dia 07 de Junho de 1958. O Clube das cores azul, vermelho e branco, manda as suas partidas no Estádio Municipal Coronel Isaltino Cordeiro, localizado no centro da cidade. Após disputar por 35 anos a Liga Cachoeirense de Desportos (LCD), decidiu tomar o caminho do profissionalismo.

Estreou, em 1993, no Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Profissionais, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Mesmo sendo um debutante, por muito pouco não chegou à fase final. Em 1994, se licenciou das competições profissionais, voltando em 1997, na Quarta Divisão, quando terminou na 3ª colocação. Na duas fases foi superado por Cosmos Social Clube e União Esportiva Coelho da Rocha.

Após essa disputa, o clube retirou-se das competições profissionais. Recentemente um outro chamado Cachoeiras Esporte Clube passou a disputar, mas não tem nenhuma relação, a não ser que as duas agremiações são da mesma cidade: Cachoeiras de Macacu. O Cachoeirense, após a experiência como profissional, participa atualmente dos campeonatos amadores promovidos pela Liga Cachoeirense de Desportos (LCD).

 P.S.: O escudo desta agremiação que circula pela Internet é verdadeiro. A diferença para este é que o postado é o atual!

 

FONTES: Wikipédia – André Luiz Pereira Nunes – Página do Facebook, da Liga Cachoeirense de Desportos (LCD)

 


FONTE: Revista Placar

 


FONTE: Revista Placar

 

O Esporte Clube Valim é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvianil foi Fundado no Sábado, do dia 1º de Outubro de 1927, pelos irmãos da família Valim: Faustino, Brasilino Cipriano, Hélio, entre outros. A sua Sede atual (que na realidade se resume a uma quadra de poliesportiva acanhada), fica localizado na Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, na Zona Norte do Rio.

A Sua 1ª Sede e a Praça de Esportes ficava na Rua Ferreira de Andrade (Esquina com a Rua Rocha Pita), nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio. Como referencia para aqueles que tenham a curiosidade em saber aonde ficava esse campo (endereço acima). Se entrar no ‘Google Maps’, o campo ficava do lado da Igreja N. S. Aparecida do Méier.

Aspecto do Auditório do clube

Ações Sociais: um marco do E.C. Valim

No início, a construção do campo não foi nada fácil. Afinal, o local era um brejo perigosíssimo, infecto e transmissor de moléstias ao povo adjacente. Com muita dificuldade, a Praça de Esportes foi erguida.

Na década de 30, o clube possuía mais mil sócios não por acaso. O Valim desenvolveu diversas ações sociais com as crianças e adolescentes da localidade. Além do futebol, que era o ‘carro-chefe’, também foi criada a Associação de Escoteiros, com fornecimento de vestimentas às crianças pobres.

Quadra de Basquete e Voleibol

Ou ação social bacana, era no período dos Natais, quando o clube realizava farta distribuições de tecidos (para que as famílias pudessem produzir roupas para os seus entes queridos) e mantimentos. O Esporte Clube Valim também colaborou com a sua vizinha: Igreja N. S. Aparecida do Méier. Para ajudar a instituição religiosa o clube construiu um teatrinho para ser uma fonte de renda! E o resultado funcionou e a Igreja no ano seguinte pode remodelar toda a Igreja.

Além disso, o Valim permitia, sem nenhum custo, que as suas instalações fossem utilizadas para exercícios dos alunos do Tiro de Guerra, nº 77, no Cachambi, e também para os soldados do 3º Batalhão da Polícia Militar. Em 1938, criou o curso Particular de Instrução, com material de expediente escolar, tudo inteiramente grátis. Depois o curso passou a se chamar: Instituto Valim, registrado sob o número 1.238. O curso recebia excedentes das Escolas Municipais.

Vista parcial do campo

As artes cênicas também tinha espaço, uma vez que o clube contava com um grupo artístico, que faziam exibições no auditório, com capacidade para 600 pessoas sentadas (a sua construção custou Cr$ 250 mil cruzeiros).  Uma curiosidade. Na Sede do clube existia um departamento médico, algo incomum para aquela época, sobretudo, nos clubes de segunda categoria.

 

Uma das salas de aulas

Um clube Poliesportivo

Na esfera esportiva, o Valim também possuía opções para a inclusão social da garotada. Além do futebol, nas instalações também contavam com Basquete, Voleibol, Atletismo, Ping-Pong (atual Tênis de Mesa), jogos de Salão (futebol de salão e atualmente chamado de Futsal).

Não era o simples fato de ter essas modalidades, mas também o clube federou todas: Federação Atlética Suburbana; Liga Suburbana de Basquete; Liga Suburbana de Voleibol; Liga de Esportes do Rio de Janeiro; Federação Metropolitana de Atletismo. No futebol o Valim se filiou a Liga Carioca de Futebol (LCF); e, posteriormente, na década de 40, se filiou ao Departamento Autônomo, uma sub-liga da Federação Metropolitana de Futebol.

Campeão de 1946

No futebol, o Esporte Clube Valim obteve resultados que merecem registro. Entre o final de 1941 até o fim 1942, o clube jogou 55 partidas, sem nenhuma derrota. Depois sagrou campeão da Federação Metropolitana de Futebol, em 1946.

Ameaça de Despejo virou uma odisséia

Nos anos 30 e 40, o Valim viveu a ameaça de perder a sua sede. O motivo era que o terreno pertenceu a três proprietários, destacando-se Darke Bhering de Oliveira Mattos, que presidiu o Botafogo Football Club, em 1936. Enquanto vida teve sempre consentiu que o clube permanecesse instalado na Sede e na Praça de Esportes na Rua Ferreira de Andrade, nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier.

No entanto, na década de 40, o local passou para as mãos do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), que exigiu a saída do Esporte Clube Valim, a fim de construir no local edifício no local.

A disputa teve um entrave judicial, onde o IPASE moveu uma ação de despejo. Em 11 de Maio de 1949, o juiz da 3ª Vara da Fazenda Publica, deu ganho de causa ao IPASE. O Valim foi intimado a deixar o local no prazo de seis meses (até o dia 19 de novembro de 1949).

No entanto, paralelamente a esse tramite, o Valim já tinha entrado em 1947, junto a Prefeitura do Distrito Federal, um processo de desapropriação (ficha 8.887 de 1948 do gabinete de S. excia. o Sr. Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, que governou de 16 de junho de 1947 a 24 de abril de 1951).

Naquela época alguns clubes se utilizaram desse processo com êxito. Naquele instante, com já tinha percorrido todos os tramites legais, o Valim só dependia da conclusão e da assinatura do Prefeito para “virar o jogo”.

Então, como num filme hollywoodiano, restando um dia para ser despejado, uma luz no final do túnel se acendeu. Na sexta-feira, do dia 18 de novembro de 1949, o juiz Tiago Pontes da 3ª Vara da Fazenda Publica, resolveu sustar a execução.

No entanto, um mês depois os advogados do IPASE derrubaram a suspensão. Diante desse quadro, o Valim voltou a depender da boa vontade do Prefeito Ângelo Mendes de Morais. Então, nessa odisséia, no dia 30 de dezembro, foi aceito um mandato de segurança.

O desembargador Sampaio da Costa, baseando-se na lei municipal nº 424, de 29 de novembro de 1949, sancionada pelo prefeito Mendes de Morais, aceitou a medida que veio a salvar o Valim da extinção. O despejo estava marcado para acontecer no dia 02 de janeiro de 1950.

Após idas e vindas, finalmente essa história teve um desfecho. Pena que desfavorável ao Valim. No dia 28 de março de 1950, foi executado o despejo do clube e a demolição da Sede e escola. Não foi apenas limar de um clube, mas também deixaram 300 alunos sem aula, pois existia uma escola na sede do Valim.

O duro recomeço

Naquela época, diversos clubes cariocas foram extintos com a desapropriação da sua e/ou campo pelo mesmo motivo do Valim. Então, por quê o clube sobreviveu?

Ao contrário das outras histórias com um triste fim, o Esporte Clube Valim virou notícia! Diversos jornais daquela época, sensibilizadas com a forma como a ação era feito pelo IPASE, realizaram diversas reportagens condenando o despejo.

Assim, rapidamente os moradores dos bairros adjacentes ao clube ficaram indignados com o processo e passaram a defender o Valim. Mesmo com a decisão desfavorável, o pós despejo o clube recebeu apoio e ajuda de diversos lugares como os clubes, sócios, moradores e apoio da mídia, o que deu uma sobrevida ao clube.

Os clubes filiados a Federação Metropolitana de Futebol (FMF), por exemplo, deram um auxílio ao Valim, no valor de Cr$ 5.000,00 para ajuda no transporte de seus materiais do depósito público para a sede provisória.

Um mês após a desapropriação, as constantes reportagens começaram a surtir efeito. O Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, enfim prometeu ajudar, a Câmara Municipal também fez coro em defesa do Valim.

Após muitas promessas, o Valim obteve outro espaço para montar a sua nova Sede: Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, onde o clube está até hoje.

Apesar de ser um espaço menor, a popularidade do clube estava em alta. O número de sócios girava em torno de 1.000.  Mesmo diante de uma realidade mais modesta, o clube seguiu com o ideal de educar! Com isso, ganhou uma justa frase: “Valim, Escola de Futebol e Alfabetização“.

Para se ter uma ideia da comoção que o Valim recebeu do país, o clube recebeu uma “chuva” de convites para excursionar  pelo Brasil. O Alvianil do Méier viajou para Minas Gerais, Corumbá (Na época Matogrosso e atualmente Mato Grosso do Sul), entre outros.

O clube seguiu participando do Departamento Autônomo, mas diante de uma realidade mais modesta. Durante décadas, a Associação de Moradores do Méier e o clube criaram um laço de união! Todos os eventos eram realizado no Valim.

 

Time-base de 1943: Hermes; João e Jaú; Bandeira, Brandão e Vadinho; Lindo, Roberto, Brasilino, Paco e Neném. Técnico: Sylvio Valim.

 

FONTES: Amanhã – Diário de Notícias – Gazetas de Notícias – Jornal dos Sports – Diário Carioca

 

O Esporte Clube Comercial de Espírito Santo do Pinhal, fundado em 1937, já disputou o Campeonato Paulista Amador do Interior pelo menos em uma edição: 1947. Neste ano inclusive pegou logo de clara o Rio Pardo, que se tornaria o campeão.

Meu amigo Givaldo Santos, em suas pesquisas, encontrou a página no Facebook do Clube. Lá existem 2 versões do escudo:

 

 

 

 

 

Pelo estilo, parece que o distintivo azul e branco é o mais recente. As imagens originais são estas:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: https://www.facebook.com/Esporte-Clube-Comercial-402476913262455/

 

O Clube Atlético União Iracemapolense é um clube da cidade de Iracemápolis, fundado no dia 1º de maio de 1946 e que disputou nove edições do Campeonato Paulista de Futebol, incluindo cinco edições da terceira divisão (atual Série A3), entre 1986 e 1992. Após a passagem pela Série A3, o clube licenciou-se de 1994 a 1998, retornando nas duas temporadas seguintes, 1999 e 2000, na última divisão do estado, a Série B2. Em 2001 disputou a Série B3 (sexta divisão) e após esse breve retorno, afastou-se das competições da Federação Paulista de Futebol.

Participações:
5 na Terceira Divisão (Atual Série A3) = 1986, 1989, 1990, 1991 e 1992.
1 na Quarta Divisão (Atual Segunda Divisão) = 1988.
2 na Quinta Divisão (atualmente extinta) = 1999 e 2000.
1 na Sexta Divisão (atualmente extinta) = 2001.

O meu amigo Givaldo Santos encontrou um escudo diferente do Clube Atlético União Iracemapolense, como pode ser visto na imagem abaixo.

 

 

 

 

 

 

O escudo foi retirado da foto a seguir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O último escudo utilizado pelo clube, encontrado mais frequentemente na internet:

 

 

 

 

Uma das últimas formações:

 

 

 

 

 

 

 

 

Seu mascote, o pé de cana:

 

 

 

 

 

Fontes:

http://www.asmilcamisas.com.br/2012/10/11/em-busca-do-estadio-perdido-em-iracemapolis/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_Atl%C3%A9tico_Uni%C3%A3o_Iracemapolense

https://www.facebook.com/BolaPaulista/photos/a.786831024667759.1073742044.422278377789694/786831071334421/

 

O Bocaina FC da cidade homônima disputou o Campeonato Paulista Amador do Interior de 1949. O clube foi fundado em 1924, de acordo com o seu distintivo.

Redesenho do escudo: Givaldo Santos

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=rKImpIE1LAI

 


FONTE: Revista Placar

 


FONTE: Revista Placar

 


FONTE: Revista Placar

 

A Sociedade Recreativa Palestra Itália de Piracicaba foi fundada em 27 de julho de 1926 em uma reunião no prédio da Escola de Comércio Cristóvão Colombo. Foram eleitos como Presidente Honorário: Terêncio Galesi, Presidente: Pedro Cofani e Vice-Presidente: Dario Brasil.

Estreou no dia 22/05/1927 contra o XV e venceu por 2 a 1.

No ano de sua fundação o Palestra já conquistou um grande título, o de Campeão Regional de 1927 pela Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA). Importante observar que pelo menos em 1928 e 1930 voltou a participar do Campeonato do Interior.

Clube Campeão Regional de 1927 – APEA

Chico Godoi

Em virtude da 2° Grande Guerra, o Palestra assim como seu homônimo da Capital mudou o nome para Palmeiras, passando a se chamar S.R Palmeiras de Piracicaba.

SR Palmeiras, campeão citadino de 1958 (reparem o tamanho do troféu!)

Seu primeiro campo situava-se na Rua Regente Feijó com a Rua São João. O Palmeirinhas, como era conhecido, revelou craques do futebol nacional e mundial como Gatão, De Sordi e Coutinho.

Obs: Para outras fotos e estas em maior escala, favor consultar a fonte abaixo.

Obs (2): Existiu um Palmeiras na década de 10 (disputou o citadino de 1915) que não tem qualquer relação com este clube.

Pesquisa: Givaldo Santos, Gerson Rodrigues

Fonte: http://educandopeloesporte.com.br/capa.asp?idpagina=423

Redesenho do escudo do Palestra: Givaldo Santos

 

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