Por Leonor Macedo 

Em um passado não muito distante, a Pompéia, a Lapa e a Vila Anglo-Brasileira eram cheias de campinhos de futebol e times amadores. Lá pelo início de 1900, depois de Charles Miller voltar da Inglaterra para o Brasil com uma bola e um par de chuteiras, o futebol se tornou popular entre os operários, que se organizavam para partidas depois do trabalho e aos fins de semana.

Daí para fundarem equipes com nome, uniforme, sede e organizarem torneios foi um pulo. Os bairros ganharam o Santa Marina, o Lapeaninho, o Alfa, o Guaicurus, o Roma FC, o Fluminense, o Faísca de Ouro, o União Paulista, o Peñarol, o Corinthians Pompeiano, entre tantos outros.

Uma das mais fortes e tradicionais equipes era o União Lapa Foot Ball Club, que nasceu na mesma data que o Corinthians: 1º de setembro de 1910. Não por acaso, os fundadores dos dois times de operários resolveram marcar sua estreia nos campos um contra o outro, dez dias depois. E quem venceu aquela partida foi a equipe da Lapa, por 1 a 0.

De lá para cá, a história mudou de figura. O Corinthians cresceu, saiu da mão dos operários e se tornou um dos times mais importantes, ricos e competitivos do Brasil, enquanto o União Lapa acabou. Sua história é lembrada em algumas páginas de jornais armazenadas no Acervo de Memória da Lapa, mas pouco se sabe sobre a equipe.

Foi nestes jornais que o geógrafo Danilo Cajazeira buscou informações para começar a colocar em prática a ideia de refundar o União Lapa e recuperar a sua história. Junto com amigos, todos amantes do futebol e frequentadores do bairro e da região, remontou o time, mandou fazer os uniformes (camisa celeste, meião preto e calção branco) com o escudo original e já marcou a primeira partida: será no próximo sábado, contra o Pinguim da Mooca, que foi fundado em 1944.

Nessa entrevista, Cajazeira conta mais de suas descobertas sobre o União Lapa e seus planos para o time:

De onde surgiu a ideia de refundar o União Lapa?

Eu cresci na Lapa e sou corinthiano, além de géografo. Sempre curti pesquisar o passado do bairro, os rios, os campos de futebol antigos, as fábricas. Sabia que o primeiro jogo do Corinthians tinha sido contra o União Lapa e achava curioso que houvesse tão pouca informação sobre o clube (é o único clube no Almanaque do Futebol Paulista que não tem o escudo). Ao mesmo tempo, já há alguns anos me interesso e participo da vida cultural no bairro, e quando comecei a ir atrás da história do União vi que o clube era uma referência comunitária, um lugar de encontro dos lapeanos. Aí falei com amigos que curtem o bairro e que jogam bola por aqui e fomos animando a ideia de refundá-lo.

Onde ficava a sede do União Lapa?

Até o final de 1933, na Rua Doze de Outubro, 63. Depois mudou pra Doze de Outubro, 70. Não descobri ainda quando ela foi fechada. Segundo o livro “Lapa”, de Wanderley dos Santos, o campo do clube era no final da Rua Doze de Outubro e, lendo os jornais da época, dá pra notar que era a maior praça de esportes do bairro.

Por que você acha que a história do União Lapa ficou perdida e que o time não despontou como o Corinthians, já que os dois nasceram na mesma data?

Pelo que pesquisei até agora, tem algumas hipóteses. Com o crescimento do bairro surgiram muitos times de futebol. O bairro era referência no futebol da cidade, mas com diversos clubes os bons jogadores foram se dividindo entre eles. Achei um artigo em um jornal do bairro, de 1930, que lamentava isso e dizia que era melhor “antigamente”, quando só havia o União Lapa e o Ruggerone por aqui, e questionava porque não podia existir apenas um clube, que representasse o bairro “como o Corinthians no Bom Retiro”.

Paralelamente a isso, no final da década de 1920, o clube estava bem, havia ganhado a Divisão Intermediária da LPF invicto em 1927 e foi disputar a Primeira Divisão em 1928. Mas tinha uma crise financeira e política, ao que parece: José Ozzetti, que foi presidente por 12 anos, tinha sido “escorraçado” do clube por tê-lo deixado “falido”. A nova diretoria primeiro foi elogiada, mas depois perdeu o controle financeiro também. Tem um relato de reunião em que o José Ozzetti acaba com a diretoria, que se demite inteira, e é convidado à voltar, mas se nega. Isso é no final de 1932.

Infelizmente no Acervo de Memória da Lapa não tem as edições do jornal entre o final de 1932 e o começo de 1933, então não dá pra saber como isso terminou. Mas tinha ainda outra coisa, que eu acho que pesou mais que tudo isso: a polêmica entre o amadorismo e o profissionalismo nessa época. Ao que parece o União tentou acompanhar o profissionalismo, e foi alvo de críticas. Em 1929 ou 1930 todos os principais jogadores do Lapeaninho, outro clube do bairro, vão parar no União, e o jornal cai matando em cima deles. Um deles, especialmente, é bastante hostilizado: Carabina, que era ídolo no Lapeaninho (fundado em 1923). Passado um tempo, eles voltam pro Lapeaninho, e o jornal acha absurdo o clube aceitá-los de volta. Então, acho que em meio a isso, acabaram sobrevivendo os clubes que tinham grana pra atrair os bons jogadores, e na crise que o União estava, parece que não tinha essa grana. Entre 1933 e 1934 o clube quase desaparece das páginas dos jornais, que trazem notícias apenas de festas e bailes na sede e de resultados do pingue-pongue.

E o que você acha que o resgate do União Lapa vai trazer para o bairro? Qual é a ideia de vocês com a refundação do clube?

Acho que a Lapa tem um passado operário e um passado no futebol muito rico, e que, com o aumento da especulação imobiliária e a mudança na geografia do bairro, isso aos poucos vai se perdendo. Foi na Lapa que surgiu a segunda Liga Operária de São Paulo e o bairro foi um dos focos da greve geral de 1917, tendo grande importância na organização do movimento operário e na luta por direitos trabalhistas no começo do século XX. O União era um time de trabalhadores e pequenos comerciantes, o açougue do José Ozzetti aparece em vários anúncios do jornal do bairro na época.

Hoje, apesar das mudanças, ainda tem muito futebol pela Lapa e também tem crescido o número de iniciativas culturais no bairro. Temos um espaço público enorme que, a meu ver, é subutilizado: o Tendal da Lapa. E, ao mesmo tempo em que o crescimento da cidade “matou” vários dos campos de futebol no bairro, temos muitas escolas públicas na região, com muitos jovens que não tem muito onde jogar. Alguns deles criaram até um movimento, o Boa Quadra, pra lutar por espaços públicos no bairro – recuperaram uma quadra que tinha virado estacionamento na rua Mário.

Então, a ideia é que o União possa talvez funcionar como um catalisador disso tudo: futebol, memória do bairro e comunidade, ajudando a interligar as muitas atividades que acontecem por aqui. Vamos ver aonde chegaremos, mas como mostra o passado do clube, a primeira divisão é o limite.

Terceira divisão é o limite, mas não me parece que vocês queiram repetir o modelo de profissionalização dos times grandes. Como seria possível chegar, então, a primeira divisão fazendo diferente?

Essa é uma conversa bem inicial ainda. Na verdade, isso de Primeira Divisão foi mais uma brincadeira, embora eu não descarte a ideia, não. Se for pra pensar em chegar lá, pra mim, o modelo tem que ser o de um clube comunitário, onde todo mundo participa, opina e decide. Algo como a Democracia Corinthiana da década de 1980, ou como o St. Pauli, da Alemanha. Mas vamos com calma, jogamos porque gostamos de jogar e a ideia de fazer parte do primeiro escalão do futebol da cidade não é uma prioridade por enquanto.

No sábado vocês vão ter o primeiro jogo. Quem é que joga no time?

Marcamos esse primeiro jogo como um pontapé inicial pra levar o projeto pra frente. Quem está fazendo parte é, em geral, gente que mora, morou ou frequenta o bairro, e gente que joga bola junto há alguns anos. A ideia do projeto é ser aberta a todos que se identifiquem, independentemente de morar na Lapa ou não, e independentemente de gênero ou idade também. Nesse primeiro jogo teremos só uma mulher em campo, mas se aparecerem outras serão bem-vindas.

A estreia será na Mooca, contra o Pinguim da Mooca, um time fundado em 1944 e que tem muita tradição no bairro, uma história parecida com a do União, apesar de em outra época. Os conhecemos faz um tempo e achamos que seria legal fazer um primeiro jogo resgatando a história do futebol e do passado de dois bairros tradicionais na cidade.

 

Descoberta do Escudo (23/12/2010) feita por Mario Ielo, do História do Futebol:

 http://cacellain.com.br/blog/?p=13528

http://cacellain.com.br/blog/?p=16346

FONTES & FOTOS: Site Vila Pompeia – Jornal Commercio da Lapa  - Página no Facebook do clube

 

O Brasil Football Club foi uma agremiação da cidade de São Bernardo do Campo (SP). Fundado na década de 10, e Reorganizado na Segunda-feira, 26 de agosto de 1918.

FONTES:  livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho - A Gazeta – Correio Paulistano

 

O White Team foi uma agremiação da cidade de Campinas (SP). O clube Alvinegro foi Fundado no início de novembro de 1914. A equipe mandava os seus jogos na Praça de Esportes do Hippodromo Campineiro.

Em 1915, o clube disputou o Campeonato organizado pela Liga Regional D’Oeste de São Paulo, que contou com as participações do Ideal Club de São Carlos, o Rio Claro, o White Team de Campinas, o Araraquara College, a AA Bebedourense e Jaboticabal Atlético, que se sagrou campeão!

O White Team participou do Campeonato Citadino de Campinas, de 1916, 1917, 1918, 1919 e 1920, organizado pela Associação Campineira de Futebol (ACF). Também esteve presente no  Campeonato Paulista do Interior de 1919, organizado  pela Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA). Nesse período faturou o bicampeonato campineiro de 1917 e 1918.

 

1921: Clube faz fusão

Seis anos e seis meses depois, o White Team se fundiu com o Campinas Black Team, na terça-feira, às 21 horas, do dia 24 de Maio de 1921, no Salão do Club Concórdia, dando origem a Associação Athletica Campinas. Alguns dos senhores presentes: Dr. Sylvio de Moraes Salles, Reynaldo Laubstein, Pedro de Alcântara, Andrelino Penna, Luiz Pires, Carlos Francisco, Adolpho Marracini, Luiz Ricardo Schreiner, Orlando de Oliveira, José de Seixas Júnior, Augusto de Paiva Castro e João dos Santos Marques, entre outros.

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Dr. Sylvio de Moraes Salles;

Vice-Presidente - Luiz Pires;

1º Secretário - Andrelino Penna;

2º Secretário - Adolpho Marracini;

Thesoureiro - Luiz Ricardo Schreiner;

2º Thesoureiro - Orlando de Oliveira;

A falta de organização de nossos dirigentes tem pedigree. Um bom exemplo, aconteceu no início de abril de 1922, quando a Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA), gastou dinheiro para colocar um anúncio dos clubes que ainda não tinham pagado a anuidade. Dentre eles o White Team, que nem existia mais. Como os dirigentes desconheciam tal fato, que ocorrera há 11 meses atrás?

White Team de 1919-20: Pinto; Lopes e Siqueira; Neufly, Zink e Durval; Lauro, Barreta e Poly; Graziani e Chernovik.

 

FONTES: Wikipédia – O Combate – A Gazeta – Correio Paulistano – Waldomiro Junho - livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Esporte Clube Democrático Paulista foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). A sua Sede e o campo ficava na Rua da Independência, nº 99, no Bairro de Cambuci, na capital paulista. Os Democráticos participaram do Campeonato Municipal de 1931 e 1932, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos).

 

FONTES: Waldomiro Junho – A Gazeta – Correio Paulistano - livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Atlético Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O “Tricolor Matapaquense” foi Fundado no dia 17 de Outubro de 1954. A sua Sede e o campo fica localizado às margens da Estrada Matapaca, em Pendotiba, em Niterói. O Atlético duas participações do Campeonato Niteroiense. O grande rival do Atlético é o Cruzeiro, ambos do bairro de Pendotiba.

 

FONTES: O Fluminense 

 

 

O Lapa Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado em 1927, o Alvinegro ficava localizado no Bairro da Lapa. O clube participou duas vezes do Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1923 e 1924. Também esteve presente no Campeonato Paulista da Quarta Divisão de 1929.

 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – Livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Brasil Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Santos (SP). O Alvirrubro foi Fundado no dia 21 de Agosto de 1913, na Rua Dr. Cochrane 31, na residência de Vicente e Luiz Garcia, onde várias pessoas se reuniram para oficializar a formação do Clube. Entre eles estavam: Antero Correa, Emanuel Reis, Fábio Montenegro (autor do Hino do Brasil FC), Artur Silva, Adolfo E. da Rocha Soares, Francisco Joaquim da Cunha, Jorge Pereira Pinto, Manuel Cardoso, Valeriano Passos, Luiz Machado. Virgílio Silva, José Machado de Aragão, Jatil Neves. Raul Lagarcha, Eugênio de Souza Fontes e Aluízio Pereira Vilela.

Durante a reunião foi decidido a organização da 1ª Diretoria provisória que foi assim constituída:

Presidente: Adolfo E. da Rocha Soares.

Vice-Presidente: Armando Muniz.

Primeiro Secretario: Fabio Montenegro.

Segundo secretario: Jorge Pereira Pinto,

Tesoureiro: Vicente Garcia,

Primeiro Capitão: Raul Lagarcha.

Segundo Capitão: Jatil Neves

Diretores de Campo: Eugênio de Souza Fontes e Valeriano Passos.

A força de vontade de meia dúzia de idealistas deve o Brasil Futebol Clubede não ter perecido nas primeiras dificuldades. É bem provável que estes jovens e idealistas amantes do esporte. nem fizessem ideia de estarem participando da criação de um clube que iria acumular títulos e glória durante os anos que se seguiam. Um clube que se tornaria uma das mais prestigiosas agremiações da Baixada Santista. Em dezembro do mesmo ano, os sócios remanescentes fizeram uma reunião e lembraram de convidar para presidir os destinos do Clube, o Sr. Joaquim Simão Fava. Animado com a indicação. Fava firmou em definitivo a organização esportiva e social do Brasil Futebol Clube.

Na formação do Clube, faltava um campo de futebol. Mas com a vontade e o auxílio do Dr. Ulrico Mursa. superintendente da Cia. Docas de Santos que a título precário cedeu ao Brasil Futebol Clube uma área no Paquetá para a construção do campo. No dia 21 de janeiro de 1914, a equipe partiu para a montagem de uma grande equipe. Neste dia a Assembleia aprovou o Estatuto do Clube, onde foi definido o vermelho e o branco como as cores da agremiação além de serem definidas a escolha da bandeira e o pavilhão do Brasil Futebol Clube.


Em 1915, o clube Foi inaugurado o primeiro campo oficial de futebol de Santos, localizado na Avenida Conselheiro Nébias, em Santos/SP. Foi neste campo construído pelo Brasil FC que se disputou o primeiro campeonato de futebol organizado pela recém criada Liga Santista de Esportes Atléticos.

O Brasil Futebol Clube foi de fundamental importância apoiando a fundação da entidade. Esse investimento arrojado para a época, cercou de grandes simpatias ao alvirrubro, constituindo um verdadeiro acontecimento. Nessa primeira competição da Liga, o Brasil Futebol Clube ficou com a 3ª colocação, perdendo apenas três das partidas que disputou. Um dos adversários que o Brasil enfrentou foi o Clube Atlético Ipiranga, da capital, equipe onde jogavam Arthur Friedenreich e Formiga.

A partir daí, o time de futebol do Brasil acumulou grandes atuações obtendo o 1º título santista em 1916. Ainda em 1915, o Brasil instalou-se confortavelmente na sua primeira sede social, instalada na Rua General Câmara, esquina com a Rua Braz Cubas. Em 1916, sob a presidência de Simão Fava, o alvirrubro sagrou-se campeão da cidade vencendo por 4 a 0 a equipe do SPR.

No ano de 1917, foi fundada a Associação Santista de Esportes Atléticos, com o apoio do Brasil FC. E no primeiro ano de competição desta entidade, o Clube obteve o segundo lugar, conquistando o título nos segundos quadros. Já no ano seguinte, o Brasil Futebol Clube foi campeão dos primeiros quadros.

Em 1917, o Brasil FC registrou o seu primeiro Estatuto Social, sendo o primeiro Clube da cidade a se instituir como pessoa jurídica. Ainda neste ano, a agremiação realiza o primeiro carnaval de salão em clube da cidade, comprovando o espírito empreendedor e inovador que marcou toda a trajetória do Brasil FC.

No ano de 1921, os associados do Clube se viram às voltas com um problema inesperado. O proprietário do terreno da Avenida Conselheiro Nébias decidiu pedir a devolução do campo. Com a influência de Josino de Araújo Maia, é feita uma proposta ousada: alugar um terreno na Av. Pinheiro Machado, que hoje pertence à Santa Casa, onde foi construída uma das maiores e melhores praças de esporte de Santos.

Graças ao esforço de um verdadeiro batalhão de simpatizantes do Brasil FC, em sua maioria, jovens comerciários que em suas folgas deixavam de lado os compromissos para pegarem em pás e picaretas utilizadas na obra para a construção de novas instalações. Com esta dedicação, a equipe voltou a alcançar os primeiros lugares no campeonato de 1922. Um exemplo disto é que, ainda neste ano, o time do Brasil FC venceu o Campeonato Santista sem perder nenhuma das partidas que disputou, recebendo então o título de “Campeão do Centenário”.

No ano seguinte, uma crise violenta se manifestou dentro da Liga Santista de Esportes Atléticos.Inconformados com o desmando dentro da entidade liderados pelos “cartolas” que naquela época já causavam estragos em nosso esporte, originou-se uma cisão verificada com a retirada de cinco clubes: Atlético, SPR, América, Palestra e Brasil Futebol Clube que fundaram a Associação Santista de Amadores de Futebol, conhecida pela APEA (Associação Paulista de Esportes Amadores) como entidade oficial da cidade.

Mas as lutas políticas pelo comando do esporte santista acabaram sendo prejudiciais ao Brasil FC. Enquanto seus dirigentes lutavam pelo que sabiam ser uma causa justa, alguns cartolas se aproveitaram para tirar da equipe seus principais atletas. Além disso, em pouco tempo o Clube ficou isolado politicamente. Dois dos cinco clubes que participaram da criação da jovem Associação Santista de Amadores de Futebol a abandonaram.

Com o enfraquecimento da Associação e a saída de importantes atletas levaram o Brasil FC à sua segunda grande crise. Tanto é que em 1925, quando a nova diretoria do Brasil decide retornar à Liga, o Clube estava com todo o seu patrimônio praticamente perdido. Até a praça de esportes construída na Avenida Pinheiro Machado que causou grande esforço aos associados estava em mãos de outra agremiação.

Mas o Brasil Futebol Clube decidiu dar a volta por cima. Com muita garra e determinação, o Clube resgatou seus anos de ouro, reorganizando seu time de futebol que mesmo desfalcado das antigas estrelas, conseguiu resultados expressivos. Seguindo a vocação de estar sempre a frente das iniciativas desportivas da região, o Brasil FC apoiou em 1925 a criação da Liga Santista de Pingue-Pongue e organizou sua equipe, conquistando vários torneios entre 1927 a 1940.

Na vitoriosa história do Atletismo do Brasil Futebol Clube, o Clube obteve vários títulos, principalmente entre os anos 60 e 70, sob o comando do técnico Orlando da Silva. Apaixonado pelo atletismo, Silva dedicou parte da sua vida a revelar talentos da modalidade para o País. E conseguiu êxito no Brasil Futebol Clube, levando o nome do Clube como referência de muitas conquistas do atletismo brasileiro. Veja abaixo os principais deles:

Carlos Mota – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano nos 400 e 800 metros; Gilberto de Jesus – Campeão Sul-Americano, Paulista e Brasileiro nos 100 e 200 metros; Maria de Lourdes Teixeira – Campeã Paulista, Brasileira, Sul-Americano nos 100 metros com barreiras e 100 metros rasos; Rosa Antonia de Lima – Campeã Paulista e Brasileira de Arremesso de Peso e Lançamento de dardo; Carlos Alberto Ferreira – Campeão Paulista e Brasileiro nos 400 metros rasos; Francisco 44 – Campeão Paulista e Brasileiro de Arremesso de Peso e Lançamento de dardo; Fausto de Souza – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano no Salto com vara; Carlos Alberto – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano nos 100 e 200 metros; Pedro Barbosa de Andrade – Campeão Santista, Paulista e nos Jogos Abertos no Arremesso de Peso e lançamento de dardo, além de ter sido campeão no voleibol; Sérgio Rodrigues Macedo – Campeão Santista e nos Jogos Abertos nos 400 metros rasos e 400 metros com barreira.

Consolidação

Mas foi durante o ano de 1928 que o Brasil FC deu o salto mais ousado em direção a sua consolidação. No mês de julho, a Assembléia do Clube se decidiu pela compra de um grande terreno localizado na Vila Nogueira Ortiz (atual bairro de Aparecida) onde até hoje está instalado. A agremiação não tinha dinheiro para realizar um empreendimento tão grande. Mas a simples divulgação da possibilidade do Brasil FC adquirir o terreno motivou os sócios e simpatizantes que a diretoria resolveu aceitar o desafio.

Um grande número de novos associados se inscreveu em suas fileiras e muitos dos antigos membros acabaram por retornar ao Clube. Em 1934, o Clube monta sua primeira equipe de Basquete, participando das competições organizadas pela Associação Santista de Bola ao Cesto, da qual também foi um dos fundadores. O Basquete disputado na época tanto por equipes como em disputas individuais, de arremessos livres, foi uma das modalidades que mais títulos deu ao Brasil FC.

 

FONTES: Site do Clube – Correio Paulistano

 

O Corinthians Futebol Clube é uma agremiação da  cidade de Santo André (SP). O Galo Preto da Vila Alzira ou Corinthinha foi Fundado em 15 de agosto de 1912, em São Bernardo do Campo, sob o nome Corinthians Foot-Ball Club sendo conhecido como “Corinthians de São Bernardo“, e somente em 1938 quando a cidade de Santo André se emancipou de São Bernardo do Campo o clube passou a ser o “Corinthians de Santo André“.

A equipe disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual: A2): 1949 – 1950 – 1951 – 1952 – 1953 – 1955 – 1956 – 1970. Esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual: A3): 1957 e 1961; e no Campeonato Paulista da Quarta Divisão (atual: Segunda Divisão):  1932. Atualmente disputa apenas campeonatos amadores de futebol.

Assim como o Sport Club Corinthians Paulista, o nome da equipe de Santo André também surgiu devido ao Corinthian Football Club, equipe inglesa que excursionava pelo Brasil. Entre os fundadores as duas propostas finais de nome eram Flor da Índia e Corinthians.

A primeira escalação da equipe foi formada por João, Túlio, Manetti, Polesi e Veronesi, Jacomo e Américo, Paulista, Cortez, Severino e Carmine. A primeira partida e gol de Pelé foi contra o Corinthians de Santo André, numa partida amistosa de comemoração da Independência, em 7 de setembro de 1956.

 

FONTES: Wikipédia – A Gazeta – Correio Paulistano

 

FONTES: Correio de São Paulo - Correio Paulistano 

 

O CRAIB (Club Recreativo Athletico Ítalo-Brasileiro) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). A sua Sede e a Praça de Esportes ficavam localizados na Rua dos Prazeres, nº 2 – Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo. Fundado na segunda-feira do dia 1º de Junho de 1925, por funcionários da Tecelagem de Sedas Ítalo-Brasileiro.

As instalações esportivas, na Villa Maria Zélia, contavam com o campo de futebol, uma quadra de basquete (contavam com duas equipes participando do Campeonato Paulistano da 2ª Divisão), onde também era praticado o futebol de salão. O clube também realizada competições de jogo de Dama.

No sábado, do dia 11 de agosto de 1934, às 20h30min., com o Jazz Columbia animando o público presente, o CRAIB inaugurou a sua nova Sede social, situado no prédio da Rua Brigadeiro Machado, nº 11, no Bairro do Brás, em São Paulo. No local, contava com secretária, salão de baile, salão nobre, toalete para senhoras, sala de leitura, sala para pingue-pongue e outros jogos de salão.

Participou do Campeonato Paulista da 1ª Divisão, Série B (Segunda Divisão), organizado pela Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA), de 1932, 1933 e 1934 (terminou na 7ª colocação).

Em 1933, o CRAIB foi o campeão da Série B e o Club Esportivo Fábricas Orion foi o vencedor da Série A. As duas equipes decidiram o título Paulista da Segunda Divisão em dois jogos. Melhor para a Fábricas Orion que venceu os dois jogos por 1 a 0 e 4 a 0, levantando a taça da Segundona de 1933.

 

Time de 1932/33: Fernandes; Victorio e Paschoal; Julio, Alceste e Almelindo (Callegaris); Marino (Orestes), Carmelo, Joãozinho (Rodrigues), Valdemar (Casuza) e Luiz.

Time de 1934: Adhemar; Paschoal e Victorio; Callegaris, Amleto e Roque; Oreste, Zeca, Casuza, Canhoto e Antoninho. Reservas: Fernandes, Russo, Toniolo, Alceste, Pompeu, Almelindo, Minhoca, Barbosa, Riva, Braz, Bragheroli, Oscar, Rosinha, Martins, Mario e Prenholato.

 

FONTES: Correio de São Paulo - Correio Paulistano - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev 

 

C.E FÁBRICAS ORION                4          X         0          C.R.A. ÍTALO-BRASILEIRO

LOCAL: Estádio do C.A. Paulista, na Rua da Moóca, nº 326 e 328, no Bairro da Moóca, em São Paulo (SP).

DATA: Domingo, dia 11 de Fevereiro de 1934

CARÁTER: Último jogo da final, do Campeonato da APEA, Primeira Divisão, Série B, de 1933

HORÁRIO: 16 horas

ÁRBITRO: Pedro Thomé

ORION: Juvenal; Carioca e Pelado; Faxica, Bastião e Fazula; Agostinho, Dicto, Anilú, Elias e Xavier.

ÍTALO-BRASILEIRO: Fernando; Paschoal e Victorio; Ermelindo, Hamleto e Roque; Orestes, Cazusa, Joãozinho, Zeca e Antoninho.

GOLS: Agostinho, duas vezes, no 1º Tempo. Dicto e Xavier, no 2º Tempo.

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

 FOTO: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense.

 

Club Athletico Fiorentino foi uma agremiação efêmera da cidade de São Paulo (SP). Fundado no domingo, do dia 20 de Abril de 1924, graças a fusão do Extra São Paulo Football Club e do Cavalheiro Crespi Football Club, surgiu o Cotonifício Football Club. Em 19 de fevereiro de 1930 o clube da Mooca adotou seu atual nome: Clube Atlético Juventus – homenagem ao time de coração de Rodolfo Crespi na Itália.

Em 1932, o Juventus fez a melhor campanha em toda história do Campeonato Paulista da Divisão Principal. Figurou como um fortíssimo candidato ao título. Sua equipe formada por: José (G), Segalla, Piola, Joãozinho, Brandão, Rafael, Vazio, Nico, Orlando, Moacyr, Hércules. Técnico: Raphael Liguori. Os juventinos e a imprensa do passado batizaram esta equipe grená como Os Inesquecíveis” ou “Máquina Juventina”.

1934: Surge o Club Athletico Fiorentina

Instaurando-se o profissionalismo no futebol, e o Juventus licencia-se das competições oficiais. Entretanto, com a denominação de Club Athletico Fiorentina – camisetas grenás e uma flor de lis branca no peito como escudo – disputa o Campeonato Paulista Amador, promovido pela FPF (Federação Paulista de Futebol), entidade filiada a CBD (Confederação Brasileira de Desportos).

O C.A. Fiorentino não teve dificuldades para vencer um a um os seus adversários e conquistar, por antecipação e de forma invicta, o título de Campeão Paulista Amador de 1934, no dia 02 de setembro de 1934, ao bater a Ponte Preta de Campinas na Rua Javari por 5 a 3, gols marcados por Euvaldo, Euclydes, Raul, Bellacosa, Moacyr.

Este resultado credenciou o C.A. Fiorentino, Campeão Paulista Amador, para a disputa da final do Campeonato Estadual promovido pela FPF numa melhor de três partidas diante da Ferroviária de Pindamonhangaba, Campeã Amadora do Interior.

Com expressivas vitórias por 5 a 0 e 3 a 1, o C.A. Fiorentino sagrou-se Campeão Estadual Amador de 1934. A finalíssima aconteceu no dia 28/10/1934 no Estádio da Rua Javari.

O Fiorentino formou com: Tito (G), Segalla, Bellacosa, Joãozinho (Itália), Dudu, Gongora, Sabratti, Euclydes, Raul, Moacyr, Euvaldo. Sabratti e Raul (2) marcaram para o Fiorentino. Guedes fez o único gol da equipe do interior paulista. Raul da Rocha Soares, que na vitória por 5 a 0 em Pindamonhangaba já havia marcado três gols, foi carregado em triunfo pelos torcedores.

Em 1935, o clube volta ao nome anterior (Club Athletico Juventus) e ingressa no futebol profissional. Com uma equipe renovada, o Juventus disputa o seu primeiro Campeonato Paulista da era do Profissionalismo.

 

FONTE & FOTO:  Site do C.A. Juventus 

 

O Cotonifício Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado no domingo, do dia 20 de Abril de 1924, graças a fusão do Extra São Paulo Football Club e do Cavalheiro Crespi Football Club, tradicional clube da Mooca dos trabalhadores da empresa de Rodolfo Crespi, que entrou com a sede social localizada na Rua dos Trilhos, nº 42 (antigo). As cores eram as do Extra São Paulo: vermelho, branco e preto.

O terreno da rua Javari foi doado por Rodolfo Crespi um ano e quatro dias depois da fundação. Só em 19 de fevereiro de 1930 o clube da Mooca adotou seu atual nome: Clube Atlético Juventus – homenagem ao time de coração de Rodolfo Crespi na Itália.

A “Vecchia Signora(apelido da Juventus de Turim/ITA) emprestou seu nome ao Moleque Travesso. Já as cores… como havia muitos alvinegros na liga paulista (Corinthians, Santos, Ypiranga), o bianconero da Juve original da Itália foi trocado no clube paulistano pelo grená e branco do outro grande de Turim: o Torino.

O apelido Moleque Travesso surgiu em setembro de 1930, cortesia do jornalista Tomaz Mazzoni. São explicações que estão em painéis na entrada social do clube, na Mooca, tradicional bairro paulistano.

FONTES: Waldomiro Junho – Fut Pop Clube – Livro “Glórias de um Moleque Travesso”

 

A Associação Atlética Orlândia é uma agremiação da cidade de Orlândia, no Interior do estado de São Paulo. Fundado na quarta-feira, do dia 05 de Maio de 1920, as cores de seu uniforme eram preta e branca. A sua Sede social fica localizado na Rua Quatro, nº 845, no Jardim Arantes, em Orlândia. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Virgílio Ferreira Jorge, o “Virgilhão”.

Ao longo da sua história, o Orlândia participou 27 vezes do Campeonato Paulista da FPF (Federação Paulista de Futebol). Na Segundona Paulista (atual A-2)  foram 15 edições: 1949 – 1950 – 1951 – 1952 – 1967 – 1969 – 1971 – 1972 – 1973 – 1974 – 1976 – 1982 – 1983 – 1984 – 1986.

Na Terceirona (atual A-3), esteve presente 11 vezes: 1961 – 1962 – 1963 – 1964 – 1965 – 1966 – 1977 – 1978 – 1979 – 1980 – 1981. Em 1982, se sagrou campeão do Torneio Matheus Marinelli.

Sua última participação ocorreu em 1994, quando a Associação Atlética Orlândia se sagrou campeã da Quinta Divisão (atual Série B). Logo após, encerrou suas atividades no futebol profissional, se tornando atualmente um clube recreativo e social.

FONTES & FOTO: A Bola e o Tempo – Wikipédia

 

O Palestra Itália Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado no dia 1º de Janeiro de 1917. A sua Sede fica localizado na Rua Padre Euclides, nº 543, no Bairro de Campos Elíseos, em Ribeirão Preto.

O Palestra Itália participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1926, 1927 e 1929. Em julho de 1932, o Operário foi desligado, juntamente com outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

 

Time de 1921: Carrara; Cecílio e Domingos; Vecchi, Julio e Orlando; Arthur, Scarparim, Totó, Ricardo e Lepera.

 

FONTES: Correio Paulistano – O Combate – A Gazeta - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes -  Waldomiro Junho

 

O Operário Football Club foi uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado na quinta-feira, do dia 07 de Setembro de 1916. A sua Praça de Esportes ficava localizada na Rua Álvares Cabral (nos altos), s/n, no Centro de Ribeirão Preto.

O Operário participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1927, 1928 e 1929. Em julho de 1932, o Operário foi desligado, juntamente com outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

Time de 1920: Jorge; Biloca e Marino; Barbosa, Coutinho e Américo; Nenê, Chiquinho, Juca, Ignácio, Pedrinho e Jahí.

 

FONTES: Correio Paulistano – O Combate – A Gazeta

 

O Roma Football Club, do bairro da Água Branca, foi fundado na data de  1º de junho de 1918.

O clube era conhecido como o time dos “cardeaes” (escrita da época), numa alusão as cores vermelho e branco do seu uniforme.

Tinha seu campo na Rua Moxell e no ano de 1930 inaugurou sua sede na Rua Guaycurus número 121, onde realizou uma festa para a rainha da agremiação.

O Roma Football Club participou dos campeonatos paulistas de futebol em nove oportunidades, sendo quatro delas na 3ª divisão, nos anos de 1923, 1924, 1925 e 1928 e cinco delas na 2ª divisão, nos anos de 1927, 1929, 1930, 1931 e 1932.

FONTES: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano e Almanaque do Futebol Paulista.

 

O União Paulista Football Club foi uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado no dia 15 de Novembro de 1917. O clube participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1927 e 1929. Em julho de 1932, o União Paulista foi desligado, juntamente com Operário FC de Ribeirão Preto e outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

 

FONTES: O Combate – A Gazeta

 

Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia (Antigos Juta Belém F.C.A. A. Scarpa  ) é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta, como Juta Belém Football Club. Em 1925, mudou para Associação Athletica Scarpa. Em  20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia.  A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

Dona Maria Zélia Street

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 19271929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

A Associação Athletica Scarpa (Atual: Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta, como Juta Belém Football Club. A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 19271929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

O Juta Belém Football Club (Atual: Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta. A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935. Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925, Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1927, 1929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

O Juta Sant’Anna Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na década de 10, por funcionários da Companhia Nacional de Tecidos Juta (Fábrica Juta Sant’Anna). A sua Praça de Esportes, ficava localizava na Rua Miller, nº 61, no Bairro do Brás, na Região Central de São Paulo. Filiado à Federação Paulista de Sports (FPS), participou do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1918.

Fábrica Juta Sant’Anna

FONTES: A Gazeta – Correio Paulistano - O Combate – Getty Imagens - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes -  Waldomiro Junho

 

O Esporte Clube Humberto Primo, do bairro de Villa Marianna, foi fundado na data de 1º de setembro de 1919.

O nome do clube é uma homenagem a  Humberto Primo de Savoya, rei da Itália entre os anos 1878 e 1900.

Seu primeiro campo para a prática do futebol situava-se na Rua França Pinto número 135, no bairro de Villa Marianna.

Esse estádio foi inaugurado na data de 22 de junho de 1931.

Disputou os campeonatos paulistas em cinco oportunidades, sendo três delas na 2ª Divisão, nos anos de 1932, 1933 e 1934 e duas na 1ª Divisão, nos anos de 1935 e 1936.

Esporte Clube Humberto Primo no ano de 1936 – A Gazeta

Quando da 2ª Guerra Mundial, os clubes que ostentavam nomes estrangeiros foram obrigados a mudar suas denominações.

Desta forma, na data de 30 de outubro de 1942, o Esporte Clube Humberto Primo mudou seu nome para Esporte Clube Vila Mariana.

Atualmente sua sede se situa na Rua Domingos de Moraes número 1768, no bairro de Vila Mariana.

Fontes: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano, Almanaque do Futebol Paulista e site do clube.

 

O Esporte Clube Quiririm é uma agremiação da cidade de Taubaté (SP). A sua Sede social está localizada na Avenida Granadeiro Guimarães, nº 157 (ao lado do estacionamento da Academia Vida Ativa), no Centro de TaubatéFundado na terça-feira, do dia 09 de Novembro de 1926, por um grupo de jovens, que se reuniu na casa do Sr. Alberto Lippi. O surgimento  significou a união em torno de um ideal. Da partida da Itália ao futuro desconhecido até a fundação de uma sociedade desportiva na terra de adoção, um longo caminho foi percorrido pelos imigrantes.

Não resta dúvida que o lazer sempre esteve presente, mesmo nos momentos mais difíceis e antes mesmo da fundação do clube e também não se restringia ao futebol, jogava-se a “bocha“, truco, etc. No entanto o significativo em relação a fundação do clube é a união do grupo para a construção de algo comum.

Antes de 1926, os italianos já haviam se unido em torno de uma outra causa: o socorro mútuo, mas em 1926, quando da fundação do clube, os objetivos eram diferentes, talvez o momento mais difícil de adaptação já tivesse passado, novos laços entre as famílias já haviam se constituído.

Permanecer já era uma certeza, agora a palavra chave era: construir e reconstruir o novo e o antigo ambiente. Viver na nova terra e não apenas sobreviver, e não foram poucas as vezes que a aquisição daquilo que era para todos, foi feita a partir do pouco que cada um tinha pra doar.

Em 1935 o Esporte Clube Quiririm adquire do hospital Santa Isabel de Taubaté, o terreno onde a sede foi construída por mutirões e doações feitas pelos italianos. A 1ª diretoria foi composta por Angelo Valério, Antonio Naldi, Estevão Corbani, José Manfredini, João Guarnieri, Albino Montesi, Cornélio Marcondes de Mattos.

Campo de Futebol

Em 1922 o Quiririm Football Club, antecessor do Esporte Clube Quiririm, adquire um terreno, no qual seria construído o campo de futebol. Em 1927 é feito um empréstimo para a construção da cerca do gramado do campo. Em 1930 o Coronel Delphino oferece uma planta para a construção da arquibancada, a mesma até hoje.

 

FONTES & FOTOS: Quiririm News – YouTube – Guia Taubaté – Página do Clube no Facebook

 

 

A Associação Esportiva São José é uma agremiação da cidade de São José dos Campos (SP). A “Vermelhinha” foi Fundada na sexta-feira, do dia 15 de Agosto de 1913, por um grupo de jovens esportistas, que deram o nome de São José Football Club. O 1º presidente foi José Miragaia, que comandou o clube entre 1913 a 1916.

Em 1918, com os escassos treinos e partidas oficiais de futebol, acabou surgindo uma divisão no clube, que resultou no surgimento da Associação Sportiva São José no dia 23 de maio de 1918. O presidente neste período foi Afonso César Siqueira. Na década de 20, o clube comprou mm casarão na Rua XV de Novembro na gestão de João Baptista de Souza, conquistando, assim, a sua 1ª sede, dando um caráter associativo ao clube.

A Vermelhinha começa a brilhar em torneios da Liga Paulista de Futebol, onde participou do Campeonato do Interior, na Zona Central de 1922. Nos anos 40, continua brilhando no futebol, conquistando títulos na Liga Paulista.

Na década de 50, a sua Sede social é reformada e ampliada com a compra do terreno com frente para a Avenida São José. É lançada a pedra fundamental do ginásio poliesportivo, na gestão de Linneu de Moura. O clube decide extinguir com a prática de futebol de campo, por questões financeiras, abrindo espaço para os chamados esportes de quadra.

 

FONTES: Site do clube – Correio Paulistano

 

O Esperança Football Club foi uma agremiação da cidade de Jacareí (SP). A sua Sede (inaugurada oficialmente na terça-feira, às 20 horas, do dia 02 de novembro de 1920),  ficava na Rua 13 de Maio, nº 1, no Centro de Jacareí.

O Esperança estreou o seu novo uniforme (calção branco e camisa branca e verde), no Domingo, do dia 06 de Junho de 1920. Na partida, melhor para o Esperança que venceu o Central do Brasil, da capital Paulista, por placar de 3 a 1, na cidade de Jacareí. Os gols foram marcados por Cecy, duas vezes, e Muller para o Esperança, enquanto Floriano fez o de honra do Central do Brasil.

No início de agosto de 1920, o Esperança se filiou à Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA). Em março de 1926, o clube saiu da APSA e se filiou na Liga de Amadores de Football (LAF).  

 

FONTES: Correio Paulistano – Waldomiro Junho

 

1º escudo

O Cruzeiro Futebol Clube é uma agremiação do Município de Cruzeiro (SP). O Papagaio do Vale foi Fundado no dia 03 de Setembro de 1914. A sua Sede fica situada Rua Dom Bosco, nº 33, no Centro de Cruzeiro. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Professor Virgílio Antunes de Oliveira, com capacidade para 4 mil pessoas.

 

História

Olhando de perto o anoitecer do dia 03 de setembro do ano de 1914, um grupo de idealistas, reunidos com o ânimo de criar um clube de futebol. Dias mais tarde, em 23 de setembro de 1914, outros se juntaram a esses pioneiros. Eram comerciantes, comerciários, ferroviários, professores, médicos etc.

Surgia, assim, o clube que, por sugestão do Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, seria denominado Cruzeiro Foot-ball Club. O 1º presidente, Dr. Maurício da Rocha Sobrinho, médico, eleito em 23 de setembro de 1914, tomou posse dois dias depois, na 1ª Assembléia Ordinária.

Na mesma ocasião, por maioria de votos, foram escolhidas as cores branca e verde para o Clube. A inauguração oficial ocorreu em um dia de domingo, 27 de dezembro de 1914. O Sr. Carlos Rossetti, arquiteto, ficou responsável pela ornamentação do “ground“, como se chamava na época o campo de futebol, bem como pela a armação da arquibancada e do coreto.

Ficava nas terras da fazenda Boa Vista, na rua Campos Salles, hoje Engenheiro Antônio Penido. Em 21 de fevereiro de 1915, realizou-se a primeira partida de futebol contra um time de fora. O adversário veio da cidade de Cachoeira.

1920: clube inaugura seu estádio

No domingo, dia 24 de outubro de 1920, foi inaugurada a nova praça de esportes, batizada com o nome de Rosalina Novaes dos Santos. Localizava-se no terreno situado na Av. Major Novaes, cedido pelo Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, sua esposa Celestina Novaes dos Santos Antunes (Dª Tita) e Sr. Antonio Celestino Novaes dos Santos.

A programação festiva foi extensa e, para inauguração do campo de futebol, foi convidada a equipe da “Associação Sportiva de Guaratinguetá“. Em 1921, conquistou o título da primeira edição da Taça Cidade de Cruzeiro. A agremiação também foi uma das maiores vencedores do campeonato regional promovido pela Liga de Futebol Norte do Estado de São Paulo, ao conquistar o título nos anos de 1939, 1944, 1946 e 1950.

Na praça de esportes o Clube viveu momentos de glória até 1955, quando ela foi desapropriada pelo Poder Público, através do Decreto Municipal n.º 67, subscrito pelo prefeito da época, Dr. Avelino.

Com esse ato, encerrou-se uma etapa da vida do Cruzeiro, marcando o início de uma nova era. A título de esclarecimento, no local foi construída a praça Dr. Antero Neves Arantes, também conhecida como “Praça Nova” ou “Praça 7“. A partir de então, capitaneado pelo Dr. Cástor Machado, o Clube, buscou novos caminhos.

1952: futebol é deixado de lado

Em 1952, o Cruzeiro parou com a equipe de futebol, mantendo apenas as atividades da sede social. Mas em meados da década de 60, o clube reativou o futebol e participou de várias competições amadores municipais.

O Cruzeiro seguiu com as disputas em campeonatos locais nos anos seguintes, com rivalidade a outros clubes locais, como Fabriva, ligada a Fábrica Nacional de Vagões e Frigorífico Atlético Clube, que surgiu com ligação ao Frigorífico Cruzeiro. Entretanto, o encerramento do time de futebol pela primeira empresa e a desativação do segundo clube devido ao fechamento da empresa, reduziu o apelo no futebol local.

Nova sede social, própria, foi construída na rua Major Hermógenes, esquina com a rua Cap. Avelino Bastos. Além do salão de festas, abriga toda a parte administrativa. No Complexo Esportivo, na Rua Dom Bosco, foram centralizadas as demais opções de lazer: piscinas, sauna, campos de futebol, quadras de tênis etc.

1975: O retorno

Porém, em 1975, um convite feito pelo Esporte Clube Taubaté para que a agremiação disputasse uma competição regional, o “Torneio Integração do Vale“, fez surgir apoio de esportistas de outros clubes locais para que o Cruzeiro fosse o representante do município. O time cruzeirense teve uma boa participação naquele ano e em 1976.

 

Bicampeão da Terceirona Paulista

Sob a presidência de José da Costa Sampaio Primo, e com boa aceitação popular, o Cruzeiro se interessou em ingressar no futebol profissional. Em 1977, o clube se filiou a Federação Paulista de Futebol e participou do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (na época, representava o quinto nível do futebol estadual). Com atletas locais, o “Papagaio do Vale” não conseguiu classificação à Segunda Divisão.

No ano seguinte, foi montada uma equipe com vários atletas com experiência no futebol do interior paulista. Na 1ª fase, fez grande campanha e terminou em 1º lugar, com 10 vitórias, cinco empates e uma derrota. Na fase final, conseguiu sete vitórias, três empates e duas derrotas. A vitória por 2 x 1 sobre o Macêdo, no dia 10 de dezembro, garantiu o título do Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1978, pela primeira vez.

Em 1979, o Cruzeiro disputou a Segunda Divisão (equivalente à Quarta Divisão) e fez ótima campanha. Na fase decisiva, terminou em 3º lugar, atrás do Fernandópolis e do Jaboticabal.

Entretanto, voltou a disputar a Terceira Divisão Estadual em 1980. O motivo foi uma ampla reformulação realizada pela Federação Paulista nas divisões de acesso do futebol estadual após a extinção da Divisão Intermediária (atual Série A2).

Mesmo com o “rebaixamento”, mostrou bom desempenho e chegou a fase decisiva, mas ficou atrás do Lemense e Tanabi, sem ascender à Segunda Divisão.

Mas em 1981 o clube alcançou o objetivo e novamente o “Papagaio do Vale” chegou ao bicampeonato da Terceira Divisão de Profissionais, em 1981. Em três fases, conquistou 26 vitórias, teve 13 empates e sofreu 5 derrotas. O jogo que selou a conquista aconteceu no dia 6 de dezembro, em Cruzeiro: vitória por 4 x 0 sobre o Guaçuano.

 

1988: novamente o clube desativa o futebol

Com a conquista, garantiu a participação na principal divisão de acesso do futebol estadual em 1982. Entretanto, realizou somente participações medianas na competição, sem ter disputado efetivamente uma vaga para a elite do Campeonato Paulista. A última participação na Segundona aconteceu em 1987.

No início de 1988, o presidente Domingos Antonio Pereira Creado, recém-eleito para a função, determinou a desativação do departamento de futebol profissional para destinar o foco da administração do clube para a área social. Foi o fim da participação do Cruzeiro Futebol Clube nos gramados do futebol paulista.

 

HINO – Cruzeiro Futebol Clube

(idealizado por Sérgio Valério, ao ser escolhido em um concurso realizado pela Rádio Mantiqueira de Cruzeiro no dia 7 de novembro de 1985)

 

O papagaio vai entrando no gramado

Arte, força, vibração

Cruzeiro do meu coração

bola pra frente com muita raça

que essa taça nós vamos levar.

Bola pra frente com muita raça, que essa taça nós vamos levar.

Salve o Cruzeiro, o campeão…

Salve Cruzeiro, nosso Verdão…

Salve o Cruzeiro, onde estiver, iremos nós…

A nossa voz um coro forte da torcida que unida, não crê em má sorte te leva a lutar

 

Rivalidade

O Cruzeiro teve na sua cidade-natal um grande rival: o Frigorífico, que teve duas participações no Campeonato Paulista, em 1957 e 1958. Durante anos, este clássico disputado por dois alviverdes movimentou o futebol de Cruzeiro.

Outra rivalidade foi com o Aparecida, clube com o qual disputou várias partidas importantes pelas divisões de acesso do Campeonato Paulista.

 

Participações em Estaduais

O Cruzeiro participou de 11 edições do Campeonato Paulista em diferentes divisões:

Segunda Divisão (atual A2) — 1982, 1983, 1984, 1985, 1986 e 1987 – 6 vezes;

Terceira Divisão (atual A3) — 1980 e 1981 - 2 vezes;

Quarta Divisão (atual Série B) — 1979 – 1 vez;

Quinta Divisão (extinta) — 1978 – 1 vez;

Seletiva para Quarta Divisão — 1977 – 1 vez;

 

Reativação bateu na “trave”

Entre 2012 e 2013, representantes da Prefeitura de Cruzeiro levantaram a possibilidade de reativação do futebol profissional do Cruzeiro. Segundo o secretário de Esportes da administração municipal, Alexandre de Góes Pereira, clubes foram contatados para representar a agremiação no Campeonato Paulista de Futebol – Segunda Divisão de 2013. Entretanto, as negociações não evoluíram e a proposta não teve sucesso.

 

FONTES: Wikipédia – Site e Página no Facebook do clube – Waldomiro Junho

FOTOS: Acervo de Alexandre de Góes Pereira – A Gazeta

 

O Esporte Clube Hepacaré é uma agremiação da cidade de Lorena, no Vale do Paraíba (SP). Fundado n dia 07 de Setembro de 1914, a sua Sede fica localizada na Rua Coronel José Vicente, nº 340, no Bairro da Cidade Industrial, em Lorena. A equipe mandava os seus jogos no Estádio General Affonseca, com capacidade para 2 mil pessoas, situado na Rua Conselheiro Rodrigues Alves, s/n (em frente ao número 100), no Centro da cidade.

Significado do nome

O nome Hepacaré a princípio foi o nome da cidade de Lorena e há dúvidas quanto ao seu significado. Há relatos que Hepacaré significa “braço” ou “seio da Lagoa Torta“, outra corrente diz que significa “lugar das goiabeiras“.


Pai de Pelé jogou no Hepacaré

O time teve em suas fileiras o futebol do atacante Dondinho, pai do Rei do futebol Édson Arantes do Nascimento, Pelé. Dondinho jogou no time de Lorena na década de 40, na época Pelé era apenas um garoto de pouco mais de dois anos de idade.

Estádio inaugurado em 1941, teve Friedenreich no apito

Os jogos do time acontecem no estádio General Affonseca. O nome é de um oficial do Ministério da Guerra nos anos 30, com ligações com a história da cidade de Resende no Rio de Janeiro.

A sua inauguração foi em um jogo em 30 de março de 1941 entre o Hepacaré e o Fluminense, onde o time de Lorena foi goleado pelo time carioca pelo placar de 5 a 0. O amistoso foi apitado por nada menos que Arthur Friedenreich, que dizem ter sido o primeiro futebolista a chegar a marca de 1.000 gols.

Doze participações no Paulista da Segunda e Terceira Divisões

Na esfera profissional, o Hepacaré disputou 10 edições do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual A3): 1956, 1957, 1958, 1960,  1961,  1962, 1963, 1964, 1965 e 1966. Além disso, no seu currículo, constam duas participações no Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual A2): 1959 e 1973.

Sede leiloda por R$ 5 milhões de reais

Atualmente o departamento de futebol do clube se dedica apenas a competições de cunho amador. Em 2011, o clube com poucos sócios, acabou entrando em falência. Com 51 ações foram movidas por falta de pagamento de direito dos funcionários. O total da dívida chega a R$ 500 mil reais. Sem dinheiro o Esporte Clube Hepacaré foi a leilão.

Uma rede de supermercados, dos irmãos Nunes do Produtor Supermercado, do Município de Cruzeiro arrematou o clube por R$ 5 milhões, 304 mil reais, em cinco parcelas (de R$ 1.060.800,00). Segundo uma fonte ligada ao grupo empresarial de Cruzeiro, revelou que a intenção é construir um supermercado no local.

Ficamos tristes com essa informação, pois grande jogadores passaram por aqui como foi o caso do Pelé e agora essa historia irá se acabar“, disse Raimundo Souza, Gordinho, técnico do Hepacaré.

 FONTES & FOTOS: Wikipédia – Blog Nossa Região em Foco – YouTube – Templos do Futebol – Rede Band – Waldomiro Junho

 

O Saint Germain Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Ji-Paraná (RO). Fundado em 2015, a sua Sede fica situada na  Rua João F. Almeida, nº 533, em Ji-Paraná.

Na última semana, a cidade de Ji-Paraná ganhou oficialmente mais um clube de futebol profissional. Com um trabalho direcionado para a formação de atletas de alto rendimento, além de num futuro bem próximo ingressar as competições oficiais, o Saint Germain Futebol Clube é a mais nova agremiação federada do estado de Rondônia. Recentemente o clube assinou filiação junto a Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER).

O objetivo inicial do clube é oferecer a comunidade local um ambiente adequado e de requinte para a prática do futebol soçaite, o Espaço de Eventos e Futebol Indoor Saint Germain, expandiu, tornado-se um complexo composto por um centro de formação de atletas (escolinha de futebol), que já começa a render frutos.

O curto mais eficiente trabalho dos professores junto aos garotos da escolinha de futebol Saint Germain FC que já teve seus primeiros atletas avaliados por grandes clubes do país. Alguns dos alunos que participaram recentemente de uma avaliação com o observador técnico Lélis Macedo, do Flamengo, em Ji-Paraná, foram convidados para uma nova avaliação no próximo mês, junto aos treinadores das categorias de base do clube Rubro-Negro carioca, na Gávea.

Outros três atletas, estiveram na última semana com o professor Vagner, no Internacional de Porto Alegre (RS), para um perídio de avaliação, quando dois deles foram aprovados e em breve devem integrar as categorias de base do Colorado Gaúcho.

Segundo o empresário Luiz Adolfo Petinati Domene, diretor presidente do mais novo clube federado de Rondônia, o objetivo principal do Saint Germain FC é o trabalho de formação de atletas de alto rendimento. A equipe será ampliada, com profissionais em todas as áreas, de forma a proporcionar um trabalho altamente comprometido na preparação dos atletas da base.

Seremos um clube formador de atletas, mas que já projeta também competir nos campeonatos promovidos pela Federação de Futebol do Estado de Rondônia, profissional, Juniores, Sub-17 e em outros mais”, garantiu Luiz Adolfo.

Para o novo e audacioso projeto, o Saint Germain Futebol Clube que já conta com parcerias importantes como a do experiente Luciano de Almeida, buscará também incorporar ainda instrutores de outras escolinhas de futebol do município e região.

 

FONTES E FOTO: Página do clube no Facebook – Nolancenet – Homero Queiroga

 

O Clube Atletico Parque da Moóca foi fundado na data de 26 de agosto de 1924 por imigrantes e descendentes de espanhóis da família Gongora e por alguns amigos.

Sua sede se situa na Rua Padre Raposo número 837, no bairro da Moóca, na Zona Leste da cidade de São Paulo.

foto: Diário Nacional – 1932

Foram estas suas participações nos campeonatos paulistas:

1929 – Divisão Municipal da APEA

1931 – Campeonato Municipal da APEA – equivalente a 4ª Divisão

1932 e 1933 – 2ª Divisão da APEA – campeão em 1932, com direito ao acesso a 1º Divisão

1934 – 1ª Divisão da APEA

1968 e 1969 – Campeão amador da Cidade de São Paulo

1971 – Campeão amador do Estado de São Paulo

Nos anos de 1979 e 1980 aventurou-se no futebol profissional

1979 – 5ª Divisão da Federação Paulista de Futebol

1980 – 3ª Divisão da Federação Paulista de Futebol – neste ano foi campeão da 1ª Taça São Paulo

Equipe campeã da 2ª Divisão da APEA, no ano de 1932

foto: A Gazeta – 1933

Fontes: Diário Nacional, Correio Paulistano, A Gazeta e site do clube.

 

O Americano Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Araraquara (atual Américo Brasiliense), no Interior Paulista. Fundado em 1921, por imigrantes italianos, time de futebol mais antigo da região. O campo de futebol ficava entre o velho prédio da atual Metalúrgica Brasiliense e do Fórum. As origens da cores do time foi inspirada na bandeira italiana. Na época, Américo Brasiliense era distrito do município de Araraquara.

O Americano foi o primeiro time de futebol de Araraquara. Entre seus jogadores, um deles estava destinado a fazer uma justa, mas brilhante carreira no futebol, Luiz Bento Palamone. Mais tarde, médico, também famoso, Palamone chegou a integrar a seleção brasileira.

Outro célebre defensor do Americano foi o goleiro Vico, filho de José Reusing, dono do antigo Hotel D’Oeste e primeiro arrendatário do Hotel Municipal. Vico morreu numa noite de carnaval, atingido por um tiro acidental, quando divertia-se com os amigos. Contava-se que suas últimas palavras foram estas: “Adeus, meus amigos”. Jogadores como José Galli (centroavante), Carlos Bortolli, Victor Zilioli e outros fizeram parte da primeira equipe.

Fusão com a Ferroviária de Araraquara

A fusão entre Associação Ferroviária de Esportes e Americano Futebol Clube, no dia 14 de agosto de 1953, conforme a Ata da Sessão, à rua Nove de Julho, no prédio do Cine São José para finalizar a fusão entre as duas agremiações, teve uma razão.

O clube ameriliense era filiado à Federação Paulista de Futebol desde 1943, e a entidade resolveu fazer cumprir, a partir daquele ano, uma norma que existia no papel mas não era consolidada na prática, qual seja, a de que um clube teria de ser filiado há dez anos para poder participar da competição. O Americano foi sensível ao apelo do clube da Estrada e representou papel fundamental para a continuidade de sua gloriosa história.

O presidente do Americano Elias Leme da Costa juntamente com os diretores José Camargo de Toledo Piza, Vito Barbieri, Caetano Nigro Sobrinho, Francisco Neves, Joaquim Justo e Carlos Abi-Jaudi, estavam presentes. Conforme alguns trechos retirados da Ata, ficou determinado o seguinte:

1.ª – A “Associação Ferroviária de Esportes” dará o seu nome ao novo clube surgido da fusão, desaparecendo, conseqüentemente, o do “Americano Futebol Clube”;

2.ª – A “Associação Ferroviária de Esportes”, resultante da fusão de que trata a cláusula primeira, assumirá todo o ativo e o passivo das agremiações que desapareceram;

3.ª – Até que, em assembléia geral, sejam aprovados os estatutos da nova agremiação, esta se regerá pelos estatutos da atual “Associação Ferroviária de Esportes”;

Continuando:

Procedida a votação nominal, responderam “sim” a todos os cinco itens lidos todos os presentes. Declarou, então o Sr. Presidente que estava, de pleno direito e para os efeitos, unanimemente aprovada a fusão entre a Associação Ferroviária de Esportes e o Americano Futebol Clube, resultando dessa fusão a agremiação denominada “Associação Ferroviária de Esportes”, que continuará com o todo o acervo e os direitos legais das associações ora extintas, principalmente aquele do Americano F.C., inscrito na Federação Paulista de Futebol desde 1943, de disputar o Campeonato da Paulista da 2.ª Divisão de profissionais, pois é certo que o Americano F.C., com a presente fusão, transfere à nova agremiação esse direito.

Ato contínuo, e sob uma salva de palmas, foram empossados os membros da Diretoria provisória da “Associação Ferroviária de Esportes”.

Em 1954, renasce o Americano

Depois de quatro meses da fusão com a Ferroviária, alguns esportistas de Américo Brasiliense se reuniram novamente, no salão do Cine São José, para fundar uma nova associação de esportes em substituição Americano Futebol Clube.

Ao iniciar a reunião, em 05 de janeiro de 1954, Elias Leme da Costa, que foi indicado por Benedito Nicolau de Marino e com o apoio de todos os presentes presidiu a sessão.

O primeiro item colocado em pauta foi a denominação do clube. Segundo Elias Leme para alguns credenciados da Liga Araraquarense de Futebol (LAF), não havia nenhum impedimento para que o nome do extinto Americano fosse também o nome dessa nova agremiação.

Em seguida formou-se duas comissões: uma para elaboração do Estatuto Social, composta por Joaquim Justo, Vito Barbieri, Francisco Neves, Miguel Ângelo Imbriani e Antônio Barbieri; e outra para dirigir provisoriamente composta por Elias Leme da Costa, presidente, e Vito Barbieri, secretário.

Estavam presentes nessa reunião além dos membros das comissões mencionadas acima, os Srs.: Tércio Della Rovere, José de Camargo Toledo Piza, Dorival Barbieri, Bazílio Quadrado, Geraldo Furlan, Salvador Romania, JurandyrBortollo, Antônio Pavan, Caetano Treve, Carlos Bortolli Filho, Erne Della Rovere, Bento Vieira, Luiz Rosa de Lima, Carlos Della Rovere, Evaristo Zen, Luiz Romania, Francisco Amaral, Ítalo Della Rovere, José Romania, José Roncalli, Augusto de Souza, Carlos Abi-Jaudi, Ernesto Tavares Carrilo, AchilleBortolli, Mário Coelho da Silva, Paschoal Antônio Nocce, Paulo Abi-Jaudi, Segundo Della Rovere, Rubens B. Leme Costa, João B. M. Ferraz, Rafael Festa, João Alves Carneiro, Antônio Cammarozano, Marcos Ginotti e Constantino Lahz.

Desta data até os anos 90, o Americano deu muitas alegrias para a cidade. Importantes conquistas como os vários regionais amadores e, principalmente, o terceiro lugar na Copa Arizona, realizada em 1974, com mais de mil equipes de São Paulo e Paraná. O endereço atual da Sede fica localizado na Avenida Joaquim Pinto Pereira De Almeida, nº 89, no Centro de Américo Brasiliense.

 

FONTES:

http://www.americobrasiliense.sp.gov.br/site/historia-da-cidade/

http://www.destaque1000.com.br/noticia/1893

http://ferroviariaemcampo.blogspot.com.br

Casa da Cultura, de Araraquara, tema “Memória de Araraquara”

Página do clube no Facebook

Waldomiro Junho

 

Associação Athletica Cambucy foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). APhalange do Cambucyfoi Fundado na terça-feira, do dia 22 de Abril de 1919. O clube ficava sediado no Bairro de Cambuci, no Centro de São Paulo. O Cambucy participou de algumas edições do  Campeonato Municipal da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), como por exemplo, em 1923.

O clube teve uma participação no Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1927; e oito edições no Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1924, 1925, 1926, 1928, 1929, 1930, 1931 e 1932.

 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes - Revista A Cigarra – Waldomiro Junho

 

O Nacional Atlético Clube de Visconde do Rio Branco de  1961. O time posado, formado da seguinte forma. EM PÉ (esquerda para a direita): Ivanir, Carlinhos, Sarg. Lucas,  Juca Pato,  Zé Pretinho, Nenê Carolina e João Leite. AGACHADOS (esquerda para a direita): Antônio Baixinho, Carioca, Ruy Tutu, Jésus, Sizé, Zezé Barreto e Hélio Veríssimo Ferreira.

FONTES: A Cidade (MG) – Acervo de Hélio Veríssimo

 

FONTES: Página do Clube no Facebook – A Cidade (MG) – Diário Mercantil

 

FONTES: Página do Clube no Facebook – A Cidade (MG)

 

E. C. Mário Bouchardet, no seu estádio

FONTES: Diário Mercantil – Acervo de Osvaldo Sartóri Henriques – Acervo de Edgar Amin

 

FONTE: Diário Mercantil (MG)

 

Mineiro Futebol Clube é uma agremiação do  Município de Santos Dumont (MG). O Alvinegro Sandumonense foi Fundado no dia 24 de Maio de 1925, como Palmira, possui a sua Sede localizada na Rua Roberto Dinamite, 320, no Centro da Cidade. Cerca de dois meses depois, no dia 22 de junho, foi constituída a 1ª Diretoria:

Presidente - Vicente Spinelli;

Vice-presidente - Goiatá Camopi;

1º Tesoureiro - José Abreu Jr.;

2º Tesoureiro - Broncibel Castelo Branco;

1º Secretário - Derossi Abreu;

2º Secretário - Moacir Pires de Mendonça;

Diretor Esportivo - Henrique Dias Coelho.

  No dia 21 de Junho de 1932, o Mineiro enfrentou o Flamengo do Rio, em amistoso. O rubro-negro carioca venceu por 4 a 2. São Cristóvão e América foram outros adversários cariocas que o Mineiro enfrentou nos anos 30. Em 1933, inaugurou a sua Sede e também passou a clube profissional da AMEA, com sede em Juiz de Fora.

Mineiro já disputou alguns Campeonatos Citadinos de Juiz de Fora, como os anos de 1961, 1962, 1964 e 1966Entre dezenas de troféus, um dos mais importantes foi o Campeonato Regional de Minas Gerais, quando enfrentou o Tupy de Juiz de Fora, 15 de Novembro, Vila do Carmo de Barbacena, Atlético de São João Del Rei entre outros campeões de diversas cidades.

 

FONTES: Flapédia – Jornal A Manhã – Diário Mercantil

 

O América Futebol Clube (América de Barbacena) foi uma agremiação da cidade de Barbacena (MG). Localizado no Campo das Vertentes (com uma população de 135.829 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2016), Barbacena fica a 169 km da capital (Belo Horizonte) mineira.

O Mecão Barbacenense foi Fundado na sexta-feira, do dia 06 de Novembro de 1931. A Sede ficava situada na Avenida Olegário Maciel, s/n, no Centro de Barbacena. A equipe rubra mandava os seus jogos no Estádio Onda Nunes, com Capacidade para 3 mil pessoas.

O América realizou diversos amistosos, como por exemplo, o Clube de Regatas Flamengo, num domingo, do 21 de abril de 1957, no Estádio Onda Nunes, em Barbacena. No final, melhor para o Rubro-Negro carioca que não teve trabalho para golear pelo placar de 7 a 0.

O América de Barbacena construiu uma história rica, onde faturou  inúmeros títulos do Campeonato Citadino, organizado pela Liga de Futebol Barbacena (LFB). Também participou de diversas competições na esfera profissional como o Campeonato Citadino de Juiz de Fora de 1964; o Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1967 e 1968; e o Campeonato Mineiro Terceira Divisão de 1987.

Vários grandes jogares passaram pelo Mecão: Paulinho, “Cabeçinha de Ouro”, o técnico Paulo Trindade, Mosquito, Canelinha, Willian, Celinho, Tonho, Joaozinho, Bigode, Russinho, Macalé, Nininho, Jurandir, Fubá, Lado, Tarzan, Chiquinho, Eli Vasques, Pascoal, Adalberto, Klebis, Zezé, Oiama, Pissolati, Célio, Hercules, Charrid e entre outros.

FONTES: Wikipédia – Gol Aberto – Flapédia – Diário Mercantil

 

FONTES:  Diário Mercantil

 

O Nacional Atlético Clube (Nacional de Muriaé) é uma agremiação da cidade de Muriaé (MG). Fundado em 25 de dezembro de 1927, mandava seus jogos no Estádio Soares de Azevedo, com capacidade para 8 mil pessoas. Seu antigo estádio foi vendido para uma rede de supermercados, sendo o novo estádio finalizado em 2014, com capacidade para 13.694 pessoas. O endereço do Novo Estádio Soares de Azevedo é às margens da BR 356 em frente ao SESC Muriaé.

Não deve ser confundido com o Nacional Esporte Clube Ltda, que disputou o Campeonato Mineiro de 2014, em contrato de parceria com o Nacional Atlético Clube.

O Nacional Atlético Clube foi formado por um grupo de jogadores liderados pelo Capitão João Felisberto, o seu 1º presidente, e Hércules Marcondes Nacif. Escolheram as cores Branco, Preto e Vermelho. O estádio é o Soares de Azevedo, chamado assim em homenagem ao desportista, que na época, doou o terreno para a sua construção. Mais tarde foi trocado com a prefeitura para obras da atual rodoviária passando-o para o terreno ao lado, continuando a ser denominado Soares de Azevedo, mas depois cognominado “Brazão” em homenagem ao prefeito João Braz.

O Nacional Atlético Clube é um clube marcado por campanhas memoráveis, notadamente no futebol, embora tenha conquistado outros lauréis em outras áreas esportivas como Voleibol e Atletismo, (inclusive com participação na São Silvestre), mas é no futebol que criou um nome de destaque.

Chamam-no “Nacional de Muriaé” não o separam da terra que tanto propagou, através de participações marcantes e ininterruptas, na primeira divisão de profissionais de futebol mineiro. No profissionalismo a sua brilhante carreira iniciou em 1969 quando sagrou-se campeão da Segunda Divisão, título conquistado em pleno Mineirão em Belo Horizonte; frente ao Atletic Club de São João Del Rei (terra de Tancredo Neves).

Daí por diante não parou e manteve-se na primeira divisão do futebol profissional até 1980, quando por falta de apoio decisivo por parte do poder público municipal e do empresariado local viu-se forçado a interromper a sua gloriosa trajetória de 11 anos ininterruptos no profissionalismo, e na principal divisão do Futebol Mineiro.

Dentre as suas conquistas neste período se destacam: 1977Campeão do Torneio Incentivo – certame de profissionais dos mais importantes da época que apenas não participaram o Cruzeiro, Atlético e América, mas fizeram parte, dentre outros: Vila Nova, Valério, Democrata (GV), Uberaba, Uberlândia, Caldense, Tupi (JF) e Guarani de Divinópolis, aliás foi frente a este tradicional clube mineiro que o Nacional decidiu o título novamente dentro do Estádio Magalhães Pinto (Mineirão da Pampulha) vencendo por 2×0 na preliminar do jogo decisivo do Campeonato Brasileiro de 1977 – pois na partida de fundos jogaria Atlético x São Paulo.

Detalhe: o público presente a este evento foi de mais de 130 mil pessoas. Fora esta conquista o clube obteve excelentes colocações nos campeonatos da primeira divisão que disputou, sendo que em 1977 chegou entre os 5 primeiros e em 1979 (sua melhor campanha) chegou no cômputo geral em 4º lugar, mas temos que ressaltar que esteve na liderança isolada do campeonato por várias rodadas, tanto no primeiro como no segundo turno, tendo sido considerado neste ano, campeão do interior de Minas, todas essas conquistas comandadas pelo saudoso Treinador e Supervisor Argemiro Moreira

Voltou, depois de 2 anos de interrupção, à disputa do campeonato mineiro de profissionais na terceira divisão mas logo galgou à Segunda Divisão, em 1991 foi terceiro colocado na Segunda divisão perdendo a vaga de retorno à primeira divisão frente ao URT de Patos de Minas lá em Patos há 6 minutos do final da partida.

O Nacional Atlético Clube, mesmo não tendo participado de todos os campeonatos promovidos pela Liga Esportiva de Muriaé, detém o título de primeiro campeão amador da cidade 1955 e o maior número de títulos, sete ao todo: 1955, 59, 63, 64, 67, 81 e 98 este último conquistado na gestão administrativa Sr. Wallace Sereno Fernandes.

O Nacional saiu de atividade em 2005, quando disputou a segunda divisão do Campeonato Mineiro. Oito anos depois, em agosto de 2013, assinou um contrato de parceria com o Nacional Esporte Clube Ltda., que depois de um ano em Coronel Fabriciano e três em Nova Serrana, estava jogando em Patos de Minas.

A parceria consistia apenas no uso do novo Estádio Soares de Azevedo, moderno e considerado um dos melhores do interior de Minas. Para “abafar” as críticas contra o “Nacional de mentira“, a equipe optou por utilizar as cores do tradicional clube muriaeense. Apesar de bons jogos em casa, o Nacional se perdeu nos jogos como visitante, sofreu 6 derrotas longe de seus domínios, sendo a última delas o 3 a 1 para o Villa Nova, que decretou o rebaixamento do NEC para o Módulo II do Campeonato Mineiro.

Já em 2014, em meio às especulações sobre a continuidade da parceria entre NAC e NEC, a diretoria do clube muriaeense anunciou que voltaria ao futebol profissional, de fato, após nove anos de ausência. O Campeonato Mineiro da Segunda Divisão (correspondente à Terceirona do estado) seria o marcante episódio do retorno do Nacional. A notícia agradou os torcedores da cidade.

No dia 7 de julho a Federação Mineira de Futebol anunciou a tabela do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, e o Nacional estreia diante do Valeriodoce Esporte Clube, de Itabira, no dia 8 de setembro, em Muriaé.

No dia 4 de outubro de 2014 o Nacional confirmou sua presença no hexagonal final do Campeonato Mineiro da segunda divisão ao vencer o Novo Esporte Ipatinga pelo placar de 1 x 0. O NAC tem pela frente no hexagonal final os seguintes times: Betinense, Funorte, CAP Uberlândia, Uberaba Sport, e Valeriodoce Esporte Clube.

No dia 30 de novembro de 2014 o Nacional venceu o Valeriodoce e garantiu acesso ao Módulo II do Mineiro na temporada 2015.

 

 

FONTES: Wikipédia – Diário Mercantil

 

 

Seleção de Juiz de Fora de 1958

Esquerda para direita: (em pé) Eurico Borges, Pedro, Pavio, Walter II, Gabriel, Joca e Timbinha.

(agachados) Maneco (Tupinambás), Douglas, Pirilo, Denoni e Rubens (Sport).

 

FONTES & FOTO:  Resgatando O Passado – A História de Juiz de Fora, de Maurício Lima Corrêa Acervo Odoni Turolla – Blog Maria do Resguardo 

 

Esporte Clube Ribeiro Junqueira é uma agremiação do Município de Leopoldina (MG).  O ‘Dragão da Zona da Mata’ foi Fundado no dia 27 de agosto de 1911, como Ribeiro Junqueira Sport Club, em um dos salões do Gymnasio Leopoldinense, pelos professores: José Botelho Reis, Antônio Moura, João Trentino Ziller, Dr. Pedro Arantes e Milton Ramos Pinto, juntamente com Esdras Lintz, Vicenti Domenice e alguns alunos.

O 1º presidente foi José Botelho e o senador Ribeiro Junqueira o seu presidente de honra. Posteriormente o Prof. José Botelho Reis ocuparia a presidência de honra. Naquela época, era comum utilizar nomes de famílias para denominar um time, e para homenagear o Deputado Ribeiro Junqueira, os alunos do Gymnásio Leopoldinense assim nomearam o clube.

Logo após o primeiro jogo, o Diretor da escola chamou os jogadores para saber quem teve a ideia de colocar o nome de Ribeiro Junqueira no time. No colégio, as coisas eram severas e os alunos ficaram com medo da repreensão e castigo. Mas o diretor Dr. José Monteiro Ribeiro Junqueira havia gostado da escolha e até mesmo propôs ajuda, comprando uniformes e dando apoio para o time seguir em frente.

Uma reunião definiu as cores do time. Um dos fundadores se manifestou dizendo ter recebido de parentes um postal vindo da Itália, o qual trazia em sua ilustração principal o desenho do Estádio do Milan com seu escudo. Desta forma foi definido o uniforme e as cores do Ribeiro Junqueira Sport Club.

Título na Terceirona e o Vice na Segundona

Foi campeão do Campeonato Mineiro do Interior de 1969. O melhor momento da agremiação foi no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando conquistou o Campeonato Mineiro da 3ª Divisão de 1989 e o vice-campeonato do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão de 1990, conseguindo o acesso à Elite do Futebol Mineiro de 1991, quando acabou rebaixado e licenciando-se em seguida do profissionalismo.

Foi tetracampeão da Zona da Mata, Campeão da BR-116, Campeão Regional da Liga de Cataguases em 1984, Campeão Regional da Liga de Juiz de Fora em 1985, Tetracampeão da Liga Esportiva Leopoldinense entre 1983 e 1986.

Estádio Ronaldo Junqueira

Estádio Guanahyro Fraga Motta, conhecido como Ronaldo Junqueira, é um estádio de futebol localizado na cidade de Leopoldina, no estado de Minas Gerais e tem capacidade para 1.600 pessoas.

Celeiro de craques

Entre diversas revelações, o EC Ribeiro Junqueira lançou jogadores como Zequinha (ex-Flamengo e Seleção Brasielira)Othon Valentim (ex-Botafogo e Seleção Brasileira)Dirceu Pantera (ex-Cruzeiro)Elmo(também ex-Cruzeiro) e Elair (ex-Atlético-MG).

 

FONTES :

Página do Clube no Facebook

Diário Mercantil

Wikipédia

Site Terceiro Tempo

Jornal Leopoldinense

BOTELHO, Luiz Eugênio. O Futebol. Artigo publicado do livro E.C Ribeiro Junqueira, O eterno

Campeão de Joseph Capdeville Gribel. 1991, pag 103.

LACERDA, Glauquer Brito de. CD.ROM – E.C Ribeiro Junqueira. 1ª Edição.

NOGUEIRA, Natânia. História e ensino. Acesso em:  06/05/2010. < http://historiadoensino.blogspot.com/2008_05_01_archive.html>

GAZETA ESPORTIVA. História do Futebol. Acesso em: 06/05/2010. http://cgi.gazetaesportiva.net/historia/futebol/historia_do_futebol/abertura.htm

COSTA, Dalmo. O Futebol. Gazeta de Leopoldina de 20/01/1944.

 

O Clube Atlético Montanhês foi uma agremiação do Município de Barroso (MG). O Alvinegro Barrosense foi Fundado no domingo, do dia 02 de Março de 1958, remanescente do Barroso Futebol Clube, que no princípio dos anos 50 era rival do time do Vasquinho. A sua sede ficava Rua Antenor Cunha, nº 346, no Bairro Dr. José Guimarães, em Barroso.

Até então, o time profissional utilizava o campo da cidade de São João del-Rei,  quando em 1961 houve a doação do terreno em que foi construído o estádio Montanhês, palco de diversas partidas que fizeram o clube invicto. O Montanhês participou de diversos campeonatos na região e disputou com adversários memoráveis, como o Tupi de Juiz de Fora, o Sete de Setembro de Dores de Campos e o Atlético Mineiro Juvenil, tornando-se o primeiro clube barrosense a jogar no Estádio do Mineirão, em 20 de abril de 1974.

Neste período, destacava–se o desportista Luiz Raposa, cujos dribles chamaram atenção do técnico Bijú. Outro craque do alvinegro barrosense foi o Zezé do Ponto, que por mais de 15 anos disputou pelo clube. O clube participou de alguns campeonatos profissionais de Juiz de Fora, como em 1964, quando terminou na 9ª colocação.

Depois de 32 anos de história, o Montanhês pendurou as chuteiras. O estádio encerrou atividades e foi tomado pelo mato. Por mais de 16 anos tornou-se ponto de prostituição e drogas, restaram apenas os troféus, evidências da trajetória do clube barrosense. A torcida dos barrosenses torcem para que no futuro um Museu possa abrigar os troféus e a história do alvinegro barrosense.

 

FONTE: Barroso e Mídia – Diário Mercantil

 

O Club Athletico São Paulo Gaz foi fundado na data de 25 de maio de 1928, e era filiado a ACEA (Associação Commercial de Esportes Athleticos), da cidade de São Paulo.

Inicialmente sua sede se situou na Rua do Carmo, no Centro da cidade e, posteriormente, foi transferida para a Rua do Gazometro, 126, no bairro do Braz.

 

Os GAZISTAS, como eram conhecidos, possuíam estádio de futebol situado na Avenida do Estado, no bairro do Braz, o qual era mantido pela Companhia de Gaz de São Paulo.

O estádio foi inaugurado na data de 21 de maio de 1932. Nesse dia o São Paulo Gaz enfrentou a equipe do Club Athletico Britannia e venceu pelo placar de 4 a 0.

O árbitro foi o senhor Francisco Ganovez Sobrinho.

Os gols foram marcados por Edmundo, Cayuba, Moreno e Cesar, nessa sequência.

As equipes assim alinharam:

SÃO PAULO GAZ: Mathias, Orestes e Bertinelli. Josias, Cayuba e Edmeu. Edmundo, Victorino, Puttin, Cesar e Moreno.

BRITANNIA: Skinner, Lipdhim e Chitchester. Tairot, Pettigrew e Melvile. Toal, Hilton, Jamieson, Maclean e Dowaldsch.

OBS: A denominação Club Athletico São Paulo Gaz foi encontrada escrita dessa forma no Almanaque Esportivo Olympicus, do autor Tomaz Mazzoni, publicado no ano de 1943.

Entretanto, cumpre informar que, em todas as citações feitas a esse clube, encontradas nos diversos periódicos consultados, a denominação é São Paulo Gaz Futebol Clube.

Fontes: Diario Nacional, A Gazeta, Correio Paulistano e Almanaque Esportivo Olympicus, de Tomaz Mazzoni.

 

O Paraíba do Sul Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Paraíba do Sul, localizado na região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Com uma população de 41.088 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2010, Paraíba do Sul fica a 138 km da capital do Rio.

Fundado na quinta-feira, do dia 17 de março de 2005. A sua Sede e o Estádio Marcelo de Moura Campos e Souza, o “Marcelão” (capacidade para 10 mil pessoas), estão situados na Estrada do Catete, nº 638, no Bairro da Vila Salutaris, em Paraíba do Sul.

 

2005: Estreia na Terceirona do Rio

O clube Sul-paraibano debutou na esfera profissional no mesmo ano da sua fundação. No Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 2005, se classificou para a 2ª fase da competição em 3º lugar, sendo superado apenas pelo Esporte Clube Miguel Couto e Profute Futebol Clube, ficando à frente de Rubro Social Esporte Clube, Artsul Futebol Clube, Associação Atlética Colúmbia e o lanterna Futuro Bem Próximo Atlético Clube. Nas quartas-de-final acabou eliminado pelo Esporte Clube Tigres do Brasil.

Em 2006, é precocemente eliminado na primeira fase ao ficar em último em sua chave, sendo superado por Resende Futebol Clube, Grande Rio Bréscia Clube e Esporte Clube Resende, que se classificam.

2007: clube termina entre os quatro primeiros

Em 2007, se classifica como líder na primeira fase do certame, deixando para trás Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube e Esporte Clube Rio São Paulo, que também se classificam, além dos eliminados Futuro Bem Próximo Atlético Clube e Centro de Futebol Miguel de Vassouras Sociedade Esportiva, que são eliminados.

Na segunda fase se classifica em 1º lugar, em sua chave, juntamente com o segundo colocado, Clube Atlético Castelo Branco. Canto do Rio Football Club e Esporte Clube Rio São Paulo são eliminados.

Na terceira fase se classifica em segundo, atrás somente do Aperibeense Futebol Clube. O Esporte Clube Italva foi eliminado, ao perder três pontos pela utilização de um atleta em condição irregular. O outro que ficou fora foi o São João da Barra Futebol Clube.

Finalmente nas semifinais é eliminado em jogos de ida e volta para o futuro campeão daquele ano, o Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube. O Aperibeense Futebol Clube seria o outro finalista ao bater o Quissamã Futebol Clube nas penalidades.

2008: Paraíba do Sul é o campeão da Terceirona de Juniores

Em 2008, se sagra campeão no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de Juniores. Na categoria profissional o clube se classifica em terceiro em sua chave na primeira fase, sendo superado por Barra Mansa Futebol Clube e Fênix 2005 Futebol Clube, mas ultrapassando Campo Grande Atlético Clube e Semeando Cidadania Futebol Clube, que são eliminados.

 

2017: clube retorna após sete anos de ausência

Em 2009, joga a Terceira Divisão da categoria Juniores e Profissional. Depois o Paraíba do Sul Futebol Clube se licenciou por sete temporadas. Agora o clube se prepara agora para disputar o Campeonato Carioca da Série C (equivalente a Quarta Divisão) de 2017, que começa no próximo mês de junho.

 

FONTES & FOTOS: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Wikipédia – Paulo Roberto Rodrigues

 

O CESA (Centro Esportivo Social Arturzinho) é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 15 de Maio de 2000, por Artur dos Santos Lima, ou simplesmente Arturzinho, que completa neste sábado (13 de Maio), 61 anos.

Para quem não associou, o ‘Rei Artur’, como era chamado nos tempos de Bangu, foi um jogador extremamente habilidoso e que costumava surpreender os adversários nas cobranças de escanteio. Várias vezes, Arturzinho marcou gols olímpicos. E não importava qual o lado. Mesmo sendo destro, batia com a mesma eficiência escanteios pelo lado direito, o que não é comum.

O pequeno Arturzinho, com seus 1m62 de altura e 60kg, viveu a melhor fase de sua carreira jogando no Operário de Campo Grande (MS) e em equipes cariocas. O meia foi um dos maiores ídolos da história do futebol do Mato Grosso do Sul. No Rio, ele passou pelo Fluminense e brilhou, principalmente, com as camisas do Bangu e do Vasco da Gama, onde foi vice-campeão brasileiro de 1984.

Ainda em 84, Arturzinho foi contratado pelo Corinthians. Chegou ao Parque São Jorge com enorme responsabilidade: substituir Sócrates, na época negociado com a Fiorentina, da Itália. Apesar de não ter sido o mesmo jogador dos tempos de Bangu e Vasco, Arturzinho chegou a cair nos braços da Fiel torcida depois de uma partida contra o Palmeiras. Na ocasião, Arturzinho, de cabeça, marcou um dos gols da vitória alvinegra sobre o arquirrival.

Deixou o Corinthians, onde realizou 57 jogos conforme mostra o “Almanaque do Corinthians“, de Celso Dario Unzelte e marcou 12 gols (sendo um deles olímpico contra o XV de Jaú, no Morumbi, pelo Paulistão de 84), e retornou ao futebol carioca no ano seguinte da sua contratação. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, o meia voltou a chamar a atenção por suas boas exibições com a camisa do Vitória.

2012: Estreia no futebol profissional

Presidido pelo ex-atleta Arturzinho, o clube alviverde participou das competições da base, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Em 2012, o clube decidiu enveredar na esfera profissional.

Assim o CESA estreou no Campeonato Carioca da Terceira Divisão, em 2012. O clube do ‘Rei Artur’ caiu no Grupo A, da 1ª Fase, juntamente com o Barcelona Esporte Clube, Clube Atlético da Barra da Tijuca, Queimados Futebol Clube, União de Marechal Hermes Futebol Clube e Villa Rio Esporte Clube.

1ª Rodada – 11/03 – Queimados              8 x 2   CES Arturzinho;

2ª Rodada – 18/03 – CES Arturzinho       0 x 2   CA Barra da Tijuca;

3ª Rodada – 22/03 – CES Arturzinho       0 x 3   União de Marechal;

4ª Rodada – 25/03 – Villa Rio EC             2 x 2   CES Arturzinho;

5ª Rodada – 1º/04 – CES Arturzinho       3 x 2   Barcelona;

6ª Rodada – 08/04 – CES Arturzinho       4 x 5   Queimados;

7ª Rodada – 15/04 – Barra da Tijuca        2 x 1   CES Arturzinho;

8ª Rodada – 19/04 – União de Marechal 0 x 3   CES Arturzinho;

Por conta de problemas com inscrições de atletas, o CESA foi punido com a perda de todos os pontos e acabou eliminado da competição e não veio a disputar a categoria de Juniores no mesmo ano.

XXX
FONTES & FOTO: Wikipédia - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O CFZ do Rio (Centro de Futebol Zico do Rio Sociedade Esportiva) é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube-empresa foi Fundado na sexta-feira, do dia 12 de Julho de 1996, como Rio de Janeiro Futebol Clube. Poucos sabem, mas o clube possuem duas Sedes: na Principal (que está o Estádio Antunes, com capacidade para 1 mil pessoas) fica localizado na Avenida Miguel Antônio Fernandes, nº 700, no Bairro do Recreio dos Bandeirantes. O segundo (que há o Centro de Treinamento e a Sede Administrativa) fica na Via Serviente Quatro, 768-A, no Bairro Vargem Pequena. Ambos ficam situados na Zona Oeste do Rio.

O clube do Galinho de Quintino também possuiu uma “filial” em Brasília, uma em Juiz de Fora , Minas Gerais e outra na cidade de Imbituba, Santa Catarina. O clube inicialmente chamou-se Rio de Janeiro Futebol Clube e entrou em atividade seis meses depois do 1º aniversário do Centro de Futebol, no Recreio dos Bandeirantes. O projeto inicialmente foi concebido como uma escolinha de atletas chamada Nova Geração.

1997: estreia no futebol profissional e título inédito

A equipe profissional do Rio de Janeiro FC debutou na esfera profissional no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 1997, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

1º jogono sábado, do dia 22 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Correão, em Cabo Frio, as equipes da Associação Desportiva Cabofriense e o Rio de Janeiro estreavam no Campeonato Carioca da Terceira Divisão (chamado de Módulo Intermediário).

O jogo representou o retorno ao futebol profissional de uma equipe de Cabo Frio, enquanto o time do Galinho estreava oficialmente no futebol profissional. No final, um empate em 0 x 0, que resultou o que foi a partida, marcada por muito equilíbrio. O Rio de Janeiro jogou assim: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson. Técnico: Jaime de Almeida.

Na segunda partida, no sábado, do dia 29 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Antunes, que estava recebendo o 1º jogo oficial. No Final, o Rio de Janeiro estreou com uma goleada diante do Raiz da Gávea por 7 a 0. O primeiro gol aconteceu aos 38 minutos da primeira etapa, por intermédio do zagueiro Guarilha. Os demais tentos foram assinalados pelo meia Iran, o lateral Selé e o atacante Nilson, todos com um gol. O destaque ficou por conta de outro atacante: Samaroni, autor de três gols.

A equipe comandada por Jaime de Almeida (que depois foi técnico do Flamengo, conquistando a Copa do Brasil de 2013), foi a campo com a seguinte formação: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson.

No final, o Rio de Janeiro Futebol Clube acabou faturando o seu primeiro título! A campanha da primeira fase foi a seguinte:

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

7

X

0

Raiz da Gávea
Duquecaxiense

2

X

1

Rio de Janeiro
Rodoviário

0

X

2

Rio de Janeiro
Real EC, de Angra

2

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

A.A. Columbia, de Duque de Caxias
Rio de Janeiro

5

X

1

Queimados FC
Rio de Janeiro

3

X

0

Grêmio-49, de Seropédica
Rio de Janeiro

4

X

0

Opção FC, do Bairro de Realengo
Raiz da Gávea

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

0

X

0

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Rio de Janeiro

1

X

1

Duquecaxiense
Cascatinha, de Petrópolis

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Rodoviário
Rio de Janeiro

0

X

0

Real EC, de Angra
A.A. Columbia, de Caxias

0

X

1

Rio de Janeiro
Queimados FC

2

X

1

Rio de Janeiro
Grêmio-49, de Seropédica

0

X

2

Rio de Janeiro
Opção FC, de Realengo

0

X

2

Rio de Janeiro

 

O Rio de Janeiro FC avançou para o Quadrangular Final, com a segunda melhor campanha com 38 pontos, só atrás da Associação Desportiva Cabofriense, com 46 pontos. O Real Esporte Clube, de Angra dos Reis, ficou em 3º lugar com 37 e o Duquecaxiense na 4ª posição com 31.

Contudo, no Quadrangular Final, o Rio de Janeiro FC jogou como ente grande. Na partida do dia 28 de setembro, a equipe comandada por Jaime de Almeida derrotou o Duquecaxiense por 1 a 0, gol do japonês Takayuki Suzuki, e conquistou o título faltando uma rodada para o final da Terceirona de 1997.

Rio de Janeiro

1

X

1

Real EC, de Angra
Duquecaxiense

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

2

X

1

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Real EC, de Angra

1

X

2

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Duquecaxiense
A.D. Cabofriense

0

X

0

Rio de Janeiro

1998: Sai Rio de Janeiro FC e entra CFZ do Rio

Logo, o então Rio de Janeiro Futebol Clube teve de trocar o nome, uma vez que já existia outro clube com o mesmo nome no estado. No dia 4 de fevereiro de 1998, o Centro de Futebol Zico é oficializado e o “do Rio” é acrescentado para manter a essência da ideia original.

O CFZ do Rio deu origem a uma filial sediada na cidade de Brasília: o homônimo CFZ. O clube brasiliense foi fundado no dia 1º de agosto de 1999, em sociedade com a empresa HPMA. Os dois clubes passaram a utilizar os mesmos jogadores e comissão técnica durante algum tempo.

O CFZ esteve perto de conquistar o acesso à elite do futebol carioca em 2001, quando foi vice da Série B. Na ocasião, o Entrerriense saiu campeão. Em 2010, oficializa união com o Flamengo. O clube da Gávea cederá atletas não aproveitados do time de juniores e profissionais para o time de Zico.

Também é anunciado um arrendamento do clube para o grupo de investidores MFD Sports, que será responsável por todas as despesas do clube. Em 2011, o clube se licenciou das competições estaduais. Em 2014, foi desfiliado dos quadros da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, por ter se licenciado por mais de três anos seguidos, e deixou as atividades no futebol profissional. O clube pediu seu afastamento por razões.

 

FONTES: Wikipédia – Site do CFZ

FOTOS: Show de Camisas – Só Futebol - Paulo Roberto 

 

SELEÇÃO BRASILEIRA  4          X         0          SELEÇÃO MEXICANA

LOCAL: Estádio Mario Filho, Maracanã, no Bairro do Maracanã, na Zona Note do Rio (RJ)

DATA: Sábado, do dia 24 de Junho de 1950

CARÁTER: 1ª rodada, da Primeira Fase, do Grupo 1, da IV Copa do Mundo de Futebol de 1950

PÚBLICO: 81.649 pagantes

ÁRBITRO: George Reader (Inglaterra)

AUXILIARES: George Mitchell (Escócia) e Benjamin Griffiths (País de Gales)

BRASIL: Barbosa; Augusto (Cap.) e Juvenal; Bauer, Danilo Alvim e Bigode; Friaça, Maneca, Baltazar, Ademir Menezes e Jair Rosa Pinto. Técnico: Flávio Costa

MÉXICO: Antonio Carbajal Rodríguez; Felipe Zetter Zetter, Alfonso Montemayor  Crespo (Cap.) e Rodrigo Ruiz; Mario Ochoa Gil e José Antonio Roca; Carlos Septién González, Héctor Ortiz, Horacio Casarín Garcilazo, Mario Pérez e José Guadalupe Velázquez. Técnico: Octavio Víal

GOLS: Ademir Menezes aos 30 minutos (Brasil), no 1º Tempo. Jair Rosa Pinto aos 20 minutos (Brasil); Baltazar aos 26 minutos (Brasil); Ademir Menezes aos 34 minutos (Brasil), no 2º Tempo.

FONTES: Revista Sport Ilustrado – Revista Fon Fon

 

O Friburguense Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Nova Friburgo, localizado na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. O “Frizão” foi Fundado na sexta-feira, do dia 14 de Março de 1980, resultante da fusão do Fluminense Atlético Clube com o Serrano Futebol Clube. O 1º presidente foi Francisco Mastrângelo. Os principais fundadores foram: Francisco Sampaio, Jorge El-Jaick, Tuffy El-Jaick, João Bizzoto, Ernesto P. Faria e Henrique F. Leal.

A cidade de Nova Friburgo está localizada no centro-norte do Estado do Rio de Janeiro, a 846 m de altitude, com área de 938 Km2, e distante da em 136 km , Nova Friburgo é a cidade que mais se destaca no futebol na região capital serrana.
As cidades limites ao Norte, são os municípios de Sumidouro, Duas Barras, Bom Jardim e Trajano de Moraes; a Leste com o município de Macaé; ao Sul com os municípios de Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu; a Oeste com o município de Teresópolis.

Como homenagem especial e em atenção aos relevantes serviços prestados ao Fluminense Atlético Clube, é conferido ao Dr. César Guinle o título de Patrono do clube. O quadro social do Friburguense tem hoje mais de 1.300 sócios proprietários e sua área é de 41.500 m2 e está localizado na Rua Jardel Hotz, s/n, no Bairro de Olaria, em Nova Friburgo, funcionando de terça a domingo.
No mesmo endereço, encontra-se o estádio Eduardo Guinle, com capacidade para 12 mil pessoas, dimensões oficiais de 105 m x 68 m, com iluminação e o Placar Eletrônico é o antigo que pertencia ao Maracanã.

O Friburguense foi 4° colocado no Campeonato Carioca da 1ª Divisão de 1999, vencendo Botafogo e Fluminense no Maracanã. O time também foi 4° colocado no Carioca de 2002. No ano de 2004 chegou as semifinais da Taça Rio, sendo eliminado pelo Vasco nos pênaltis por 5 a 4, após empate de 1 x 1 em pleno Maracanã. O bom desempenho de 2004, premiou o time com a inédita classificação para a Copa do Brasil de 2005.

 

FONTES: Site e a página no Facebook do Friburguense Atlético Clube

 

O União Vasco da Gama Futebol Clube, do bairro da Moóca, na cidade de São Paulo, foi fundado na data de 1º de maio de 1924.

Foto de 1929 do jornal A Gazeta

O clube teve nove participações no campeonato paulista, nos seguintes anos e divisões: 1927 (3ª), 1928 (2ª), 1929 (2ª), 1931 (4ª), 1932 (4ª), 1935 (2ª), 1938 (2ª) 1939 (2ª) e 1940 (2ª).

Anos 60

Antiga e histórica sede do clube, situada na Rua da Moóca, 3297.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, o historiador Waldevir Bernardo (Vie), Portal da Moóca, A Gazeta, e Almanaque do Futebol.

 

No Campeonato de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), além das sete equipes postadas anteriormente, tivemos ainda a presença do Sport Club Aymorés, de Ubá (o escudo é diferente dos demais conhecidos do clube).

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

 

Time Profissional

Equipe do Tupi, Campeão do Torneio Início de Juiz de Fora, na categoria Juvenil

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

 

A Associação Atlética Açucena foi fundada na data de 8 de agosto de 1924.

Tinha sua sede estabelecida na Avenida Thomaz Edson número 2352, no bairro do Limão, Zona Norte da Cidade de São Paulo.

O clube era conhecido como “O Mais Querido da Várzea”.

Na reunião realizada para a fundação desse clube, havia dúvidas quanto ao nome que ele receberia. Naquela época, havia existido no bairro vizinho da Barra Funda, uma agremiação carnavalesca denominada AÇUCENA CLUBE, que um mês antes havia sido extinta. Foi sugerido esse nome, que teve aceitação geral.

Os fundadores da Associação Atlética Açucena foram os senhores Antonio Carvalho Leite, Bruno Barbosa, Manoel Fernandes Balsero, Eugenio Cavalini, Aparício da Silva, Fernando Iacovantuono, Salvador Iacovantuono (primeiro presidente), José Fernandes Mourão, Antonio da Silva, José A. Luciano, Salustiano da Silva (Lilico), Tarquinio Belmonte e Domingos Rosa.

Primeiro jogo: A.A. Açucena 2 x 1 União Progresso da Casa Verde (o famoso Esmaga Sapo).

Estreia do uniforme: A.A. Açucena 1 x 1 Sete de Setembro F.C. (Freguesia do Ó).

A A.A. Açucena formou com Henrique, Fernando e Zé Bento. Bruno, Salvador e Medaglia. Aparício, Tarquinio, Lilico, Tonico e Eugenio.

Significado de Açucena

Açucena é uma planta que pode corresponder ao gênero Amaryllis, Hippeastrum, Worsleya e Zephyranthes, da família das amarilidáceas. A flor desta planta, originária da América do Sul, também é conhecida como amarílis, flor-de-lis do Japão e flor-de-lis de São Tiago.

Fontes: “A Gazeta Esportiva Ilustrada”, revista “Futebol Total-Futebol Amador Varzeano” álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, significados.com.br e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

 

A estreia dos quadros dos “Bohemios” argentinos entre nós, foi magnífica, brilhante. São elementos formidáveis, no manejo da pelota. Aliás, já foram os rapazes do Club Atlético Atlanta cognominados os “Bohemios” da pelota por dominarem inteiramente o couro.

O escore de ontem (Sexta-feira, do dia 29 de Janeiro de 1937), que há muito não se verifica nesta capital (Recife), veio confirmar que a força do quadro visitante está na linha de ataque, perigosíssima, de uma rapidez pouco comum, e bem impetuosa.

Todos, sem distinção, se empenham com ardor na luta, auxiliando-se mutuamente e socorrendo o companheiro nos momentos difíceis, quando em perigo a sua barra.

É admirável, também, o jogo homogêneo de passes curtos e rápidos. A vitória alcançada ontem contra o Náutico foi legitima, sem a menor duvida. Ao quadro local faltou, além da chance, rapidez nas jogadas e melhor distribuição do centro-médio.

Quase todas as bolas iam aos pés dos adversários, ótimos controladores do balão. O Náutico jogou muito, conseguindo vazar a rede argentina seis vezes. Foi uma jogo admirável, enfim, o de ontem.

Árbitro teve atuação ruim

O árbitro Manoel Pinto, o “Né” teve sensíveis falhas. A marcação do 5º gol dos visitantes em visível ‘off-side’ e a marcação de um penal contra os locais, enquanto os visitantes praticavam penalidades iguais, sem salvá-las, foi duro… Empanou o brilho do jogo por momentos.

 

Público lotou as dependências do Parque da Jaqueira

A assistência foi vultosa. Todas as dependências do Estádio Parque da Jaqueira, estavam repletas. O nosso público demonstrou, ontem, mais uma vez, a sua educação desportiva aplaudindo os feitos mais emocionantes do embate, sem distinguir, se dos locais, se dos visitantes. Os Bohemios” poderão atestar a educação tão diferente da nossa assistência, para uma outra, bem pertinho de nós.

 

Preliminar termina empatada

A prova preliminar, que teve início às 19h30min., apitada pelo árbitro Argemiro Félix, disputada entre os segundos quadros do Sport Recife e do América, terminou empatada em 1 a 1.

 

Local e Valores dos Ingressos

Na Casa Azul, localizado na Rua João Pessoa, nº 171, no Bairro Casa Amarela, no Recife, foram vendidos nos dias 29 e 30 (sexta-feira e sábado), os ingressos para os jogos de 29 de janeiro de 1937. Foram estabelecidos os seguintes preços de entradas:

Arquibancada 6$600 (6 mil e 600 réis)
Geral 4$400 (4 mil e 400 réis)
Senhoras 4$400 (4 mil e 400 réis)
Militares e Crianças 3$300 (3 mil e 300 réis)
Cadeiras numeradas, no campo 11$000 (11 mil réis)
Automóveis 16$500 (16 mil e 500 réis)
Os Sócios do Tramways e disputante 50% de abatimento, exceto para as cadeiras e autos.

 

Escalte do jogo (Movimento geral da Partida)

ITENS

NÁUTICO

ATLANTA

Toques

6

10

Faltas

1

1

Impedimentos

0

2

Escanteios

2

4

Pênaltis

0

1

Defesas

14

20

Gols

6

10

 

 NÁUTICO CAPIBARIBE (PE)     6          X         10       C.A. ATLANTA (ARG)

LOCAL: Estádio Parque da Jaqueira (capacidade para 3 mil pessoas), na Avenida Rui Barbosa, nº 1.820, no Bairro da Jaqueira, no Recife (PE).

DATA: Sexta-feira, do dia 29 de Janeiro de 1937

HORÁRIO: 21 horas e 25 minutos (o jogo começou com 15 minutos de atraso)

CARÁTER: Amistoso Internacional

ÁRBITRO: Manoel Pinto, o “” (FPD)

DELEGADO E CRONOMETRISTA: Alonso Rodrigues de Souza

NÁUTICO: Orlando (Muniz); Fernando II e Salsinha; Zé Orlando, Edson e Ernani; Zezé (Emygdio), Athur Carvalheira, Fernando, Bermudes (Sidinho) e Celso (Siduca).

ATLANTA: Herrera; Ibanez II e Blanco; Ibanez Carlos, Del Felice e Esperon; Freiye, Morales, Miranda, Perez e Martino. Técnico: Maximo Garai

Reservas: Carigliano, Murra, Valdatti, Spitale, Tornaroli, Irazoqui, Lozano, Crippe e Lamas.

PRELIMINAR (Segundos Quadros): Sport do Recife          1          x          1  América-PE

GOLS: Miranda a um e aos 12 minutos (Atlanta); Zezé aos sete minutos (Náutico); Perez aos 15 e 32 minutos (Atlanta); Morales aos 19 minutos (Atlanta); Arthur aos 21 minutos (Náutico); Bermudes aos 40 minutos (Náutico), no 1º Tempo.

Arthur aos dois e cinco minutos (Náutico); Miranda, de pênalti, aos oito minutos (Atlanta); Martino aos 14 minutos (Atlanta); Perez aos 18, 35 e 40 minutos (Atlanta); Siduca aos 30 minutos (Náutico); no 2º tempo.

FONTES: Jornal Pequeno – Diário de Pernambuco

 

O Grêmio Esportivo Brasiliense é uma agremiação da cidade do Núcleo Bandeirante, no Distrito Federal. Fundado na quinta-feira, do dia 26 de Março de 1959. O clube Alviverde foi campeão do Campeonato Brasiliense da 1ª Divisão, nos anos de 1959 e 1970.

 

FONTE: Correio Brasiliense (DF)

 

No mesmo dia em que Brasília completava seu primeiro ano de vida (21 de abril de 1961), às dez horas, na Casa 1 da Quadra 16 do Setor Residencial Econômico Sul – SRES, reuniram-se 93 moradores do então bairro do Cruzeiro para organizar uma associação recreativa e esportiva.

Foi pelos presentes escolhido João Scarano para presidir a seção e para secretariá-la Norberto Fernandes Teixeira. João Scarano explicou o motivo da criação de uma associação esportiva e recreativa, dizendo que, com a criação daquela entidade o setor teria mais vida e seus moradores não precisariam recorrer a outros lugares para se distraírem, porque a agremiação que estava sendo fundada iria lhes proporcionar o que de melhor existia no setor recreativo e esportivo.

Continuou dizendo que já estava sendo providenciada a sua sede provisória, com sua praça de esportes para competições oficiais e que, em breve, seria passada a “patrola” (espécie de trator para nivelar terrenos) para os primeiros passos do futebol no bairro.

A seguir foi escolhida uma comissão para elaborar os estatutos da agremiação, sendo Felinto Epitácio Maia, o Presidente, e tendo como auxiliares Zorobabel Josué dos Passos, Francisco Jacob dos Santos, Geraldo da Silva Santos e Norberto Fernandes Teixeira.

O novo clube recebeu o nome de Associação Esportiva Cruzeiro do Sul e tinha como cores oficiais a azul e a branca. O uniforme tinha duas variações: o primeiro com camisa azul, calção branco e meias azuis (semelhante do Cruzeiro, de Belo Horizonte) e o segundo com camisas com listras verticais em azul e branco, calção branco e meias com listras horizontais também em azul e branco.
Tinha um gavião como símbolo. Norberto Fernandes Teixeira foi eleito o primeiro Presidente da A. E. Cruzeiro do Sul. Aproveitando a paralisação do certame oficial de 1961, o Cruzeiro do Sul fez um amistoso visando a assegurar boa estrutura para sua equipe. No dia 14 de janeiro de 1962, venceu o Carioca, por 4 x 3.

No dia 20 de janeiro de 1962 foi até a cidade goiana de Luziânia, vencendo o clube local por 2 x 0, quebrando uma invencibilidade de 54 jogos do Luziânia.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho de 1962 participou do Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo também Presidência e Guanabara.

No dia 30 de maio, estragou a festa do clube promotor, vencendo o Alvorada por 6 x 1. No dia 3 de junho, perdeu a final para a A. E. Presidência, por 3 x 1.
Veio o Torneio Início, em 10 de junho de 1962, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. Logo no primeiro jogo, foi derrotado pelo Rabello, por 3 x 0.

Cedeu o zagueiro Edilson Braga para a Seleção que representou o Distrito Federal no Campeonato Brasileiro de 1962. O Campeonato Brasiliense da 1ª Divisão de 1962 dividiu-se em duas zonas: Norte e Sul. O Cruzeiro do Sul ficou na Zona Sul, onde fez sua estréia na competição no dia 8 de julho de 1962, no Estádio Vasco Viana de Andrade, perdendo para o Grêmio por 1 x 0.

Só foi conseguir a primeira vitória já no segundo turno da competição, no dia 19 de agosto de 1962, ao derrotar o Colombo, por 4 x 2. Morales (2) e Walmir (2) marcaram os gols do Cruzeiro do Sul. E foi só essa. Foram oito jogos no total e mais dois empates e cinco derrotas. Marcou 7 gols e sofreu 15. Ficou na penúltima e nona colocação, à frente somente do Alvorada, que desistiu da competição.
Utilizou os seguintes jogadores: goleiros - David e Assis; defensores – Vicente, Meridian, Mello, Adalberto, Morales e Miro; atacantes – Laerte, Foguinho, Barros, Chumbinho, Chaves, Walmir, Isnard e Aguinaldo.

O ano de 1962 não foi de todo ruim para o Cruzeiro do Sul, pois este venceu o primeiro campeonato brasiliense da categoria de juvenis, com apenas um ponto perdido. Participaram da competição os mesmos clubes que disputaram a Primeira Divisão.

 

Cruzeiro do Sul fatura o título Estadual de 1963

Para o ano de 1963, o Cruzeiro do Sul passou a contar com a administração da dupla Norberto Teixeira e Jackson Roedel, o que lhe renderia bons frutos.
Além de manter os bons jogadores de 1962, tais como Edilson Braga e Morales, o Cruzeiro do Sul reforçou o time, contratando bons jogadores dos clubes locais e também de outros Estados, tais como Ceninho, que jogou no futebol carioca (no Fluminense e no América), e Beto Pretti, que era jogador do Atlético Mineiro.

Com isso, conquistou de forma brilhante o título de campeão do Campeonato Brasiliense da 1ª Divisão de 1963, com uma campanha impecável: nos 16 jogos que disputou, venceu 10, empatou 5 e perdeu apenas 1. Marcou 39 gols e sofreu 14. Além disso, teve os dois principais artilheiros do campeonato, Ceninho, em 1º (com 10 gols) e Beto Pretti, em 2º (juntamente com Nilson, do Nacional), com 9.

Os jogadores utilizados pelo Cruzeiro do Sul foram: Goleiros – Zezinho e João Luís; Defensores – Edilson Braga, Aderbal, Mello, Davis, Morales, Humberto, Remis, Valdemar, Pedrinho e Pedersoli; Atacantes – Foguinho, Zezito, Ceará, Beto Pretti, Moisés, Ceninho, Omar, Quarteroli, Belini, Raimundinho, Paulinho, Isnard e Zezé.

Na “Seleção do Ano” escolhida pelo DC-Brasília, o Cruzeiro do Sul cedeu Beto Pretti, Ceninho e Quarteroli. Além disso, Beto Pretti foi escolhido o “craque do campeonato” e Gil Campos, o melhor treinador do ano de 1963.
No final deste ano, com a saída de Jackson Roedel para o Rabello (que iria aderir ao profissionalismo no ano seguinte), vários jogadores do Cruzeiro do Sul foram com ele, tais como Aderbal, Ceninho, Beto Pretti e outros.

Taça Brasil de 1964

Assim sendo, não estava mais com sua força máxima quando enfrentou o Vila Nova, de Goiânia (GO) pela Taça Brasil de 1964. No primeiro jogo, em 26 de julho de 1964, em Goiânia, perdeu por 3 x 1. No jogo de volta, em Brasília, foi desclassificado com o empate de 2 x 2.

Defenderam o Cruzeiro do Sul na Taça Brasil os seguintes jogadores: João Luís, Zé Paulo, Melo, Davis e Pedersoli; Mário César e Fino (Beline) (Waldemar); Zezito, Baiano, Paulinho (Abel) e Zezé.

Não adotou o profissionalismo no ano de 1964 e ficou em 4º lugar no campeonato brasiliense de amadores, atrás de Guanabara, Dínamo e Nacional. Foram sete vitórias, dois empates e três derrotas nos doze jogos que disputou.
Como consolo, conquistou a Taça Eficiência de 1964, três pontos à frente do campeão Guanabara, e novamente venceu o campeonato brasiliense de juvenis, com apenas três pontos perdidos. Continuou perdendo peças importantes para os clubes que aderiram ao profissionalismo e em 1965 realizou péssima campanha no campeonato brasiliense de amadores, chegando em último lugar, sem conquistar ao menos uma vitória.
Em 1966, mais um ano ruim para o Cruzeiro do Sul, novamente último colocado no campeonato brasiliense de amadores.

 

Clube adere ao profissionalismo em 1967

Em 20 de fevereiro de 1967, a A. E. Cruzeiro do Sul enviou ofício nº 3/67 a Federação Desportiva de Brasília solicitando sua inscrição no campeonato de profissionais. Uma semana depois, aconteceu a Assembléia Geral que elegeu sua nova diretoria, tendo à frente o ex-presidente da Federação, Wilson Antônio de Andrade.

Para concorrer com os fortes adversários, trouxe muitos jogadores do interior de Minas Gerais e também aproveitou alguns jogadores da sua base, sendo o de maior destaque o meio-de-campo Alencar (que mais tarde jogaria no Ceub).
E os resultados não demoraram para aparecer.

Cruzeiro do Sul vence o Remo (PA) e fatura o título Interestadual   

Foi vice-campeão do Torneio Início (disputado em 11 de junho de 1967). Logo depois, nos dias 16 e 18 de junho, conquistou o torneio interestadual em comemoração ao 9º aniversário de Taguatinga.

Os jogos foram realizados no recém-inaugurado estádio do Flamengo (Ruy Rossas do Nascimento). O Cruzeiro do Sul venceu o Flamengo (3 x 2) e, na decisão, contra o Clube do Remo, do Pará, vitória de 1 x 0,  gol de Ribamar.
Também conquistou um torneio quadrangular realizado na cidade do Gama, em novembro de 1967, vencendo a A. A. Cultural Mariana (2 x 1) e, na decisão, marcou 4 x 3 sobre o Coenge. O outro time que participou do torneio foi o Rabello.

Para coroar o seu bom primeiro ano no profissionalismo, ficou com o vice-campeonato brasiliense, somente atrás do Rabello, à frente de Colombo, Defelê, Flamengo e Guará.

Utilizou os seguintes jogadores: Goleiros – Waldemar e Vicente; Defensores: Juca, Grover, Elias, Maninho, Brigadeiro, Adilson, Ercy, Elinho e Aderbal; Meias e Atacantes – Ramalho, Geraldo, Alencar, Mário César, Paulada, Nando, Luciano e Edgard.
Não conseguiu manter a ótima performance de 1967 no ano seguinte (1968). No campeonato brasiliense, disputado por apenas cinco equipes, o Cruzeiro do Sul ficou em 4 lugarº. Foram apenas duas vitórias nos oito jogos que disputou.
Sua última participação no campeonato de 1968 aconteceu no dia 22 de maio, com derrota de 3 x 0 diante do Defelê. Foi a última vez de forma oficial que o Cruzeiro do Sul entrou em campo.

Preferiu ficar de fora do campeonato brasiliense de 1969, quando a Federação resolveu juntar em sua competição oficial clubes profissionais com amadores, e também do ano seguinte, 1970. Em 22 de junho de 1971 aconteceu a Assembléia Geral de Clubes que aprovou a desfiliação do Cruzeiro do Sul.

 

FONTES: Correio Brasiliense –  História do Futebol Brasiliense – José Ricardo de Almeida

 

A Associação São Paulo Alpargatas foi agremiação da cidade de São Paulo (SP). Foi Fundado na terça-feira, do dia 24 de Maio de 1921. A sua Sede ficava localizada na Rua Brigadeiro Machado, nº 5, no Bairro do Brás, em São Paulo.

 

FONTES: Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev - O Combate – Waldomiro Junho

 

O Esporte Clube Novo Hamburgo conquistou o título mais importante em toda a sua história nos 106 anos e seis dias de existência! No último domingo, no dia 07 de maio de 2017, após um empate em 1 a 1, no tempo normal, o Noia venceu o Internacional por 3 a 1, no pênaltis, faturando o inédito título do Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão de 2017, organizado pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF).

Na 1ª Fase, o Esporte Clube Novo Hamburgo terminou na liderança isolada com 23 pontos em 11 jogos (sete vitórias, dois empates e duas derrotas; marcando 19 gols, sofrendo nove, com saldo positivo de 10).

Primeira Fase

DATA

JOGO

LOCAL

2ª-feira – 30/01/2017

Novo Hamburgo

1

X

0

Caxias

Estádio do Vale

Sábado – 04/02/2017

Internacional

1

X

2

Novo Hamburgo

Estádio Beira Rio

2ª-feira – 13/02/2017

Novo Hamburgo

1

X

0

São José

Estádio do Vale

2ª-feira – 20/02/2017

Novo Hamburgo

4

X

1

Juventude

Estádio do Vale

6ª-feira – 24/02/2017

São Paulo/RS

1

X

3

Novo Hamburgo

Estádio Aldo Dapuzzo

2ª-feira – 06/03/2017

Novo Hamburgo

4

X

1

Passo Fundo

Estádio do Vale

Sábado – 11/03/2017

Cruzeiro/RS

1

X

0

Novo Hamburgo

Estádio Antônio Vieira

Sábado – 18/03/2017

Ypiranga/RS

2

X

1

Novo Hamburgo

Estádio Colosso da Lagoa

4ª-feira – 22/03/2017

Novo Hamburgo

1

X

1

Grêmio

Estádio do Vale

Domingo – 26/03/2017

Brasil de Pelotas

1

X

1

Novo Hamburgo

Estádio Bento Freitas

4ª-feira – 29/03/2017

Novo Hamburgo

1

X

0

Veranópolis

Estádio do Vale

 

Quartas de Final

DATA

JOGO

LOCAL

Sábado – 1º/04/2017

São José

0

X

1

Novo Hamburgo

Estádio Antônio Vieira

3ª-feira – 04/02/2017

Novo Hamburgo

1

X

0

São José

Estádio do Vale

 

Semifinal

 

DATA

JOGO

LOCAL

Domingo – 16/04/2017

Grêmio

1

X

1

Novo Hamburgo

Arena Grêmio

Domingo – 23/04/2017

Novo Hamburgo

1

X

1

Grêmio

Estádio do Vale

Nos pênaltis, o Novo Hamburgo venceu por 7 a 6.

 

Finais

DATA

JOGO

LOCAL

Domingo – 30/04/2017

Internacional

2

X

2

Novo Hamburgo

Estádio Beira Rio

Domingo – 07/05/2017

Novo Hamburgo

1

X

1

Internacional

Estádio Centenário

Nos pênaltis, o Novo Hamburgo venceu por 3 a 1,  se sagrando campeão pela 1ª vez no Gauchão!

Na seqüência, o Esporte Clube Novo Hamburgo fez valer a melhor campanha eliminando o São José ,nas Quartas de Final; o Grêmio, nas Semifinais; e o Internacional, nas finais.

Desta forma, o Novo Hamburgo encerrou a sua participação com ‘chave de ouro’, no Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão de 2017, com a melhor campanha. Dos 51 pontos possíveis, o Noia somou 33 pontos em 17 jogos (nove vitórias, seis empates e duas derrotas; assinalando 26 gols, sofrendo 14, com saldo positivo de 12).

Parabéns Esporte Clube Novo Hamburgo e a toda a população hamburguense!

 

FONTES & FOTOS: Jornal NH – GloboEsporte.com – Site do E.C. Novo Hamburgo – Federação Gaúcha de Futebol (FGF)

 

 

O Spartanos Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O time Alvinegro foi Fundado na quinta-feira, do o dia 1º de Janeiro de 1914. A sua Sede e o campo ficavam no Bairro da Penha – Zona Leste de capital Paulistana.

O seu grande feito aconteceu no Torneio Paulista da Divisão Municipal de 1921 (os jogos, no entanto, foram realizados no ano seguinte: 1922), quando faturou o título. Na 1ª Fase, em jogo único, no domingo, do dia 12 de fevereiro de 1922, derrotou o Brasil Sport Club por 4 a 2.  Na 2ª Fase, também em jogo único, no domingo, do dia 05 de março de 1922, venceu o Busiris Football Club por 1 a 0. Pela 3ª Fase, também em jogo único, no domingo, do dia 19 de março de 1922, bateu a Associação Athletica Ordem e Progresso por 3 a 1.

Na fase semifinal, no domingo, do dia 26 de março de 1922, enfrentou a Associação Athletica Sul América. Num jogo equilibrado, a partida terminou empatada em 1 a 1. Com o resultado, foi necessário um jogo-extra. Então, no domingo, do dia 02 de abril de 1922, as duas equipes voltaram a se enfrentar. Desta vez, o Spartanos superou o adversário pelo marcador de 2 a 1.

Na grande final, no domingo, do dia 09 de abril de 1922, o adversário foi o Oriente Football Club. Numa partida disputada, o Spartanos venceu apertado por 2 a 1, fincando com o inédito título. A campanha do Spartanos Football Club: foram seis jogos, com cinco vitórias e um empate; marcando 13 gols, sofrendo seis, com um saldo positivo de sete tentos.

Time-base de 1915: Ferraz; Toledo e Miranda (Cap.); Wenceslau, Orlando e Cesário; Benjamin, Eurípedes, Maneco, Vieira e Josias.

 

FONTES: A Gazeta (SP) – Correio Paulistano – Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho

 

Esses são todos os escudos do Paissandu que já encontrei em pesquisas:

1) O único documento timbrado que já vi do Paysandu Cricket Club tinha um desenho estilizado de sua bandeira como o símbolo. Considero esse o escudo do Paysandu Cricket Club. (Na internet circula um escudo de três pontas com um monograma dentro, mas nunca vi esse escdudo fora da internet. Contudo, não o descarto).

2) O mesmo escudo foi usado pelo clube, mudando apenas as iniciais, quando este mudou de nome para Paysandu Athletic Club / Paissandu Atlético Clube. Já vi esse escudo sendo usado até em documentos bem mais recentes, quando o clube já usava o distintivo atual.

3) Esse escudo vi em foto dos anos 40. E tem um azulejo no clube com esse escudo que, contudo, é datado dos anos 90, talvez seja homenagem a um escudo antigo.

4) Escudo usado em algumas camisas sociais do clube em fotos dos anos 60 e 70

5) Esse escudo com as palmeiras (referência às palmeiras da Rua Paissandu, de onde o clube ganhou o nome) aparece a partir dos anos 70

6) Escudo atual. Esse estilo é usado no mínimo desde os anos 90. Por vezes o fundo do escudo é em degradê, ou tem a metade superior em azul claro e a inferior em azul escuro, como no escudo (5). O azul claro pode ser apenas uma referência ao primeiro uniforme do clube – listrado azul celeste e branco. Apenas em 1911 o clube adotou o uniforme em metades azul escuro e branco. Mas as cores oficiais do clube, na bandeira, sempre foram apenas azul escuro e branco.

 

A Associação Atlética Luziânia é uma agremiação da cidade de Luziânia (GO). A sua Sede fica na Rua Doutor João Teixeira, Q. 02 Lote. 06 / Sl. 7/8, no Centro de Santa Luzia (Atual Luziânia). Seu Estádio é o Serra do Lago, em Luziânia, com Capacidade para 5,564 pessoas. Fundado no dia 13 de Dezembro de 1926, como Associação Athletica Luziana pelo mineiro de Rio Pomba, Manoel Gonçalves da Cruz, um grande desportista, comerciante, professor e pioneiro do automobilismo.

Constituiu a 1ª Diretoria do clube, tendo como Presidente Carlos Machado de Araújo e membros Delfino Meireles e Paulino Lobo Filho. Nesse período, a cidade de Luziânia chamava-se Santa Luzia.

1945: cidade troca de nome

A mudança de nome da cidade de Santa Luzia para Luziânia aconteceu no dia 13 de dezembro de 1945, através da Lei Estadual nº 8.305. No dia 25 de março de 1945, o clube foi reorganizado por Arione Correia de Morais. Para não desagradar os torcedores dos times do eixo Rio – São Paulo as cores do uniforme antes azul e branca para vermelha e branca, semelhantes às do América, do Rio de Janeiro, que tinha a simpatia da maioria dos torcedores e seu nome também foi mudado, passando a ser denominado: Associação Atlética Luziânia.

 

Foto de 1964

1959: clube muda o nome e as cores

Em reunião realizada no Clube Recreativo e Cultural de Luziânia, no dia 26 de julho de 1959, foi eleita a nova diretoria do Luziânia, tendo como presidente Francisco das Chagas Rocha. O presidente eleito mudou novamente a denominação do clube passando a se chamar Luziânia Esporte Clube e alterando o seu uniforme para as cores preta e branca e o escudo semelhante ao do Santos Futebol Clube.

 

Início dos Anos 60: clube entra num processo de crise financeira

O 1º estatuto do Luziânia foi publicado no dia 10 de abril de 1960 sob essa nova direção. O clube passou por um grande declínio. Passou a sofrer com os interesses duvidosos dos políticos. Com essa nova atmosfera rondando o time, criaram pretextos, dividiram a equipe em duas, com a fundação do Fluminense, como se não soubessem que toda divisão é prejudicial, inventaram a tristemente famosa desapropriação da área do Estádio Rochão.

Processos surgiram, a desavença foi implantada e tudo foi destruído. Por muito tempo usaram e abusaram do clube. Mesmo assim, está viva na lembrança dos torcedores apaixonados, fanáticos, pessoas que realmente amam o seu time e estimulam em tudo que se faz, não arredam o pé do Estádio, investem tempo e dinheiro para fazer o clube crescer.

Meados dos Anos 60: Luziânia consegue se reerguer e passa a disputar as competições no novo Estado brasileiro, o Distrito Federal

Uma pessoa deixou seu nome escrito nos anais do futebol de Luziânia: Francisco das Chagas Rocha. Eleito Presidente, quase desconhecido da totalidade da população, resolveu deixar no clube a marca do seu dinamismo, de sua personalidade empreendedora. Já contava com um pequeno grupo de sócios e torcedores dedicados, mas precisava despertar o entusiasmo da cidade toda.

Contava com uma equipe razoável, onde despontavam as estrelas da casa, mas precisava reforçar o time, pois pretendia fazê-lo brilhar nas cidades vizinhas, mormente na recém-nascida Brasília.

Dispunha de um campo típico interiorano, medíocre, desconfortável, sem grama, arquibancadas, muros e vestiários. A Câmara Municipal aprovou e a Prefeitura doou a área do campo de futebol ao clube. Desmembrada parte desta área, loteada e vendida, juntando-se ao dinheiro de que já dispunha, conseguiu construir algo que poderia chamar de seu estádio.

Era o único clube no Distrito Federal que possuía o seu próprio estádio e não parou aí, dispondo de uma sede respeitável e na época invejada até por Brasília. O incansável presidente promoveu o engrandecimento da equipe. Inscreveu o clube na então Federação Desportiva de Brasília, com a permissão da CBD (Confederação Brasileira de Desportos).

Luziânia chegou a ficar 50 jogos sem derrota

Contratou jogadores de outros estados e profissionalizou o clube. O Luziânia tornou-se conhecido, temido e quase imbatível, pois em 1962 esteve invicto em 50 e duas partidas. Clubes poderosos de Brasília e Goiás, além da seleção profissional de Brasília, estiveram atuando em Luziânia e amargaram derrotas ou tiveram que se desdobrar para vencer.

O povo vibrava, iam ao estádio, falavam com carinho de sua equipe. Compravam ingressos, rifas, bingos, pagavam votos à candidata a rainha, porque estavam ajudando uma equipe de valor. No mês de julho de 1965, o Presidente Rocha se afastou.

 

1981: clube muda de nome outra vez

Em reunião, no Colégio Santa Luzia, no dia 9 de novembro de 1981, a denominação do clube foi alterada novamente, passando a se chamar Luziânia Futebol Clube.

Os dirigentes resolveram se aventurar em participar do futebol goiano após a empolgação pelo acesso à primeira divisão em 1992. No entanto, teve fraco desempenho na Primeira Divisão. O time caiu para a Divisão Intermediária e desistiu de participar do campeonato goiano pelas dificuldades financeiras das longas viagens e hospedagens.

Em 1995, após a aventura no futebol goiano, com a queda para a Divisão Intermediária e com o acúmulo de dívidas, o Luziânia solicitou autorização a CBF para retornar ao futebol brasiliense. Os desportistas se uniram e perceberam que seria mais viável disputar o campeonato brasiliense.

1995: nova mudança de nome e das cores

A única exigência da Federação Goiana de Futebol era de que o Luziânia Futebol Clube efetuasse a quitação de todos os débitos perante a entidade. No dia 20 de janeiro de 1995 o presidente Cecílio Sepúlveda Monteiro, protocolou a nova filiação do clube junto a Federação Metropolitana de Futebol, presidida por Tadeu Roriz.

Ao optar pelo retorno ao futebol brasiliense, o clube voltou à sua denominação de fundação, Associação Atlética Luziânia, adotando um novo escudo: a igreja do Rosário, numa sugestão do desportista Albino Inácio Soares e voltando a usar as cores originais no uniforme do clube, a azul celeste e a branca.

Durante o período de retorno ao futebol brasiliense, o Luziânia caiu algumas vezes para a segunda divisão, o clube esteve em alguns momentos para deixar de existir, ninguém queria assumi-lo sem apoio. O Luziânia passou por grandes turbulências, contornadas quase sempre pelos dirigentes Albino Inácio e José Egídio, os quais corriam atrás das pessoas para assumir a diretoria, cobrando junto à imprensa posição das autoridades locais.

 

O Título Inédito de 2014 e o Bi em 2016

O técnico Ricardo Antônio trabalhou nas categorias de base de grandes clubes brasileiros como Cruzeiro, Atlético Mineiro, Vitória, da Bahia e Atlético Goianense. Foi auxiliar de treinadores como Toninho Cerezo e Mauro Fernandes, dentre outros.

Em Brasília trabalhou na base do Ceilândia. O técnico foi o responsável pela montagem do elenco juntamente com o presidente Daniel Vasconcelos, que está no clube desde 2006. Foram contratados o experiente Lúcio Bala (ex-Goiás, Flamengo, Botafogo, Atlético-MG e Santos), Max Pardalzinho (ex-Palmeiras, Goiás, Vila Nova e Guarani) e Vaguinho (ex-Portuguesa de Desportos e Ponte Preta).

Juntaram-se ao goleiro Edmar Sucuri e os experientes Zé Ricarte, Rodriguinho, Chefe, Carlão e Perivaldo, os líderes do grupo. O atual prefeito Cristóvão Tormin foi um dos responsáveis pela conquista, trabalhando na captação de patrocínios e literalmente vestindo a camisa do time.

 

Campanha

Acompanhava treinos e jogos. Na fase classificatória, o Luziânia teve a melhor campanha entre os 12 participantes (com o mesmo número de pontos ganhos do Brasiliense), em 2014. Nos 11 jogos que disputou, venceu sete, empatou dois e perdeu dois. Marcou 11 gols e sofreu cinco.

Nas quartas-de-final, passou pelo Santa Maria, com uma vitória e um empate. Na semifinal, usou do direito de jogar pelo empate por ter a melhor campanha, obtendo dois resultados iguais diante do Sobradinho. E, na grande final, contra o Brasília, também jogou com o regulamento debaixo do braço, ao vencer a primeira partida por 3 x 2 e perder a segunda por 1 x 0.

A torcida acompanhou os jogos sempre com muita dedicação. Depois da final do campeonato, onde os luzianienses lotaram Mané Garrincha, houve um longo congestionamento na BR-040 sentido Luziânia devido uma enorme carreata de torcedores, contendo mais de mil automóveis, com festa madrugada adentro, só terminando na chácara do antigo presidente Remi Sorgatto.

A formação do Luziânia nos dois jogos finais foi a seguinte: Edmar Sucuri, Thompson, Carlão, Perivaldo e Rafinha; Lucas Garcia (Thiago Eciene), Pixote (Aldo), David (Vaguinho), Rodriguinho e Max Pardalzinho (Danilo); Chefe.

Foi a terceira vez que o Luziânia chegou à final do campeonato brasiliense. A 1ª aconteceu em e 1966, quando foi superado pelo Rabello a 2ª em 2012, quando foi superado pelo Ceilândia, que jogava por dois resultados iguais.

 

Rodriguinho chegou ao 10º título do Distrito Federal

Com o título inédito conquistado pelo Luziânia, o meia Rodriguinho passou a ser o segundo jogador a conquistar dez títulos de campeão brasiliense (o outro é o volante Deda). Foram cinco pelo Gama (1997, 1998, 1999, 2000 e 2001), quatro pelo Brasiliense (2006, 2007, 2008 e 2009) e 2014, pelo Luziânia.

Além disso, Rodriguinho foi o principal artilheiro da equipe, com 6 gols marcados. O atacante Chefe foi o vice-artilheiro, com 5 gols. E o que o futebol de uma pequena cidade do Entorno de Brasília pode esperar após a inédita conquista do título de campeão brasiliense?

Primeiramente, torcer para que, com a conquista do título, o Luziânia deixe de ser apenas um time de futebol e passe a ser um clube. Já há a disposição da nova diretoria e do prefeito da cidade para que seja construído um Centro de Treinamento para valorizar as categorias de base e se tornar uma grande força no futebol do Distrito Federal. Em 2016, o Luziânia chegou ao Bicampeonato Candango!

FONTES: Site do clube – Correio Brasiliense – Blog Edição dos Campeões – José Ricardo Almeida – José Egídio Pereira

 

OBS: a história do clube já está inserida neste blog.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60 e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

A Sociedade Esportiva e Recreativa São Gabriel foi uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). O ressurgimento do futebol profissional em São Gabriel, aconteceu sob a liderança do radialista e jornalista Domingos Olímpio Rivas, quando foi Fundado na terça-feira, do dia 1º de Maio de 1979, as suas cores era o verde, vermelho e branco.

Ao todo, o SER São Gabriel participou uma vez do Campeonatos Gaúcho da 1ª Divisão, em 1981; já no Campeonatos Gaúcho da 2ª Divisão, foram 10 participações: 1979, 1980, 1982, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990 e 1992; e uma vez no Campeonatos Gaúcho da 3ª Divisão, em 2000.

Em 1980, um ano após ser fundada a S.E.R. São Gabriel conseguiu o grande feito de subir para a Elite do Futebol Gaúcho. No dia 29 de novembro, no Estádio Silvio de Faria Corrêa derrotou o F.B.C. Rio-Grandense, de Rio Grande por 2 a 0, gols de Cigano e Duira. Antes, havia perdido em Rio Grande por 1 a 0.

Com isso a decisão foi para os pênaltis, com vitória da S.E.R São Gabriel e a conseqüente classificação junto com o Armour F.C., de Santana do Livramento, para o Campeonato Gaúcho da Divisão Principal de 1981.

Pena que o time não correspondeu, chegando ao fim do campeonato com a ingrata tarefa de decidir com o Juventude, de Caxias do Sul, quem cairia para a “Segundona” do ano seguinte. A S.E.R. São Gabriel chegou a essa situação depois de ter escalado de forma irregular o jogador Saraco, numa partida contra o São Borja e ter perdido os pontos.

Em jogo extra, realizado no Estádio dos Plátanos, em Santa Cruz do Sul, o Juventude venceu por 3 a 1 e se manteve na Divisão Principal.

A S.E.R. São Gabriel começou o campeonato com este time: Ricardo, Sérgio Vieira, Serginho, Caio Rocha e Miralha. Caio Flávio, Júnior (Paulo Molina) e Saraco. Batista, Cigano e Betinho.

As boas atuações do centroavante Cigano chamaram a atenção de vários clubes. Além de Internacional, Caxias e São Paulo, o Palmeiras também mostrou interesse em contar com o goleador. O clube paulista estaria disposto a pagar Cr$ 15 milhões por seu passe. Quem acabou ficando com Cigano foi o Internacional, de Porto Alegre.

Depois disso a S.E.R. São Gabriel nunca mais disputou a Divisão Principal do Campeonato Gaúcho. Andou sempre nas divisões inferiores e parando em determinados momentos. O retorno a elite gaúcha só aconteceu em 2001 já com a denominação de São Gabriel F.C.

Em 1988 os desportistas Rudyar Guarani de Bem e José Boneval Nunes, tentaram levantar novamente o E.C. Cruzeiro. A intenção inicial era disputar como amador, para depois de consolidado se tornar de novo profissional.

Mas não deu certo. Chegou a participar do Campeonato Estadual da categoria em 1988, tendo se sagrado campeão da Chave Fronteira. No ano seguinte em razão de dificuldades financeiras, encerrou definitivamente as atividades.

No dia 26 de abril de 1992, num jogo entre S.E.R. São Gabriel versus Guarany, de Bagé, o hino do Rio Grande do Sul foi tocado pela primeira vez num estádio de futebol.

O que poucas pessoas sabem é que a primeira pessoa a defender a execução do Hino do Rio Grande do Sul, em jogos de futebol foi o tradicionalista Gabrielense, João Carlos Fagundes Cardoso, de saudosa memória. Ele apresentou essa sugestão durante o 37º Congresso Tradicionalista, realizado na cidade de Pelotas.

Em 1998, algumas semanas antes do início do campeonato assumiu a presidência da S.E.R São Gabriel o coronel reformado do Exército, Pedro Martino, que conseguiu apoio da prefeitura para cobrir os gastos com as viagens.

No dia 13 de Outubro de 1998, depois de ficar inativo o G.E. Gabrielense oficializou seu retorno aos gramados. Participou do Campeonato da Segunda Divisão de 1999.

O time contratou jogadores experientes como o goleiro Jairo, ex-14 de Julho, de Livramento e Penãrol, de Montevidéu, Ronaldo Martins, também vindo de Livramento, Luís Carlos Gaúcho, que brilhou no E.C. Pelotas e Márcio Ferreira, vindo do próprio São Gabriel. Ao fim do campeonato o clube se licenciou e não voltou mais as disputas oficiais.

No dia 13 de fevereiro de 1999 morreu o coronel Pedro Marins Martino, presidente da S.E.R. São Gabriel. Com isso assumiu a presidência do clube o desportista Roque Oscar Hermes.

Na tarde de 6 de novembro de 1999 a tragédia abateu o principal jogador da S.E.R. São Gabriel. O atacante Ademir Vega, que teve uma breve passagem pelo Internacional, de Porto Alegre, foi morto aos 25 anos com um tiro no peito, desferido pelo policial militar José Henrique Siqueira de Oliveira, com quem tinha uma rixa.

Nascido e criado em São Gabriel, Ademir Antunes dos Santos, nome de batismo do jogador, era o craque do time e ídolo em sua terra natal. Era filho de um ex-goleiro do futebol amador gabrielense, de apelido “Cabo Velho”, já falecido.

O crime chocou e comoveu a comunidade gabrielense. O caso repercutiu também em Bagé, onde o jogador era benquisto desde que atuou pelo Grêmio Bagé.

Ao final de 2000 a S.E.R. São Gabriel mudou a denominação para São Gabriel F.C. E com a desistência da S.E.R.C. Brasil, da cidade de Farroupilha, ganhou o direito de disputar em 2001 a Série “B” do Campeonato Gaúcho, denominada “Taça Doutor James Vidal”.

 

FONTES: Wikipédia – N1 Notícia – Times do RS – Camisas Gaúchas

 

O Esporte Clube Coronel Fulgêncio de Almeida foi uma agremiação da cidade de Franca, localizado no Interior Paulista. Fundado às 12 horas, da quinta-feira, no dia 23 de Abril de 1914, como Football Club Coronel Fulgêncio de Almeida.

Reuniram-se na sua Sede à Praça João Mendes, no Centro de Franca (Posteriormente a Sede passou para a Avenida Major Nicácio, s/n, no Centro da Cidade), as diretorias dos clubes Coronel Fulgêncio de Almeida e Quinze de Novembro, grande massa popular, as bandas de música do Grêmio S. Benedicto e Eduardo Nunes.

Ali formou-se uma extensa comitiva que se dirigiu a casa da Sra. D. Amabile Braczak, a fim de receber um lindo estandarte que essa senhora confeccionou e gentilmente ofereceu ao clube.

Após entrega, falou o Sr. Homero Alves, orador oficial do clube, agradecendo o valioso donativo. O préstito dirigiu-se então para a Sede da Associação Athletica Francana, que incorporou, indo todos cumprimentar as redações dos jornais locais.

O préstito seguiu para a Sede do Club onde foi servido a todos um copo de cereja, havendo por essa ocasião, diversos brindes. Às 16 horas e meia, houve no campo do Club Coronel Fulgêncio de Almeida, um jogo amistoso entre esse Club e a Associação Athletica Francana. No final, os visitantes venceram pelo placar de 2 a 0.

Às 20 horas, grande e compacta massa popular, precedida das as bandas de música do Grêmio S. Benedicto, foi na casa do Professor David Carneiro, presidente da Associação Athletica Francana, cumprimentado-o pela vitória alcançada. O Coronel Fulgêncio de Almeida foi aclamado de forma unânime com o presidente honorário do clube.

Conquistas do Fulgêncio de Almeida 

O clube foi vice-campeão do Campeonato Citadino de Franca, em 1921, somando oito pontos (foram oito jogos, com três vitórias, dois empates e três derrotas). A AA Francana foi a campeã com 10 pontos (foram oito jogos, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas; marcando 11 gols e sofrendo quatro).

Em 1942, o Esporte Clube Coronel Fulgêncio de Almeida participou do Campeonato Paulista do Interior daquele ano. A competição contou com a presença dos 24 clubes campeões municipais. O Rubro-negro Francano entrou como o campeão da 8ª Região (Franca).

No entanto, o Coronel Fulgêncio de Almeida não foi e acabou eliminado. No domingo, do dia 04 de Outubro de 1942, foi até Ribeirão Preto e não se deu bem. O Botafogo venceu por 3 a 0, avançando na competição.

 

Time-base de 1932: Bahiano; Bruza e Arnaldo; Mezolino, Nenê e Jeronymo; Xaleira, Paulo, Azul, Franklin e Durval.

Nesta foto (acima), da década de 50, o Esporte Clube Coronel Fulgêncio de Almeida no seu campo (atualmente no local fica a Prefeitura de Franca, na Cidade Nova). O que sobrou do patrimônio do extinto Fulgêncio de Almeida ninguém sabe ao certo.

A equipe posada do Fulgêncio de Almeida. EM PÉ: (da esquerda para a direita): Sebastião Furini, Déco, Ivo Finardi, Agostinho, Pacífico e Katira. AGACHADOS: (da esquerda para a direita): Zezinho Geron, Nêgo Oreia, Peres, Giba e Aroeira.

FONTES & FOTO: Rsssf Brasil – O Combate – Correio Paulistano – Diário Nacional – GCN.net.br – Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes - Waldomiro Junho

 

Fechando a lista dos novos clubes registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e que podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

Trata-se do Esporte Clube Porto Real. É uma agremiação do Município de Porto Real, localizado na Região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Com uma população de 18.552 habitantes, segundo o Censo IBGE/2016, Porto Real fica a 123 km da capital do Rio. A condição de município é algo relativamente novo, uma vez que a emancipação aconteceu em 05 de Novembro de 1995.

O neo clube Porto Realense foi Fundado no Sábado, do dia 05 de Novembro de 2016, e escolheu as cores da bandeira do município: vermelho, verde e branco. A sua Sede administrativa está situado no Avenida Geraldo Ribas, nº 1853, no Centro de Porto Real.

Após 17 anos, o município de Porto Real terá um time para torcer e incentivar, no futebol profissional. Após o Porto Real Country Club se desfiliar da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), Porto Real ficou órfão de um clube na esfera profissional.

No entanto, esse ano a história será diferente, pois o Esporte Clube Porto Real busca participar do Campeonato Carioca da Série C (de fato, a Quarta Divisão). A equipe disputava competições amadoras na cidade, oferecidas pela liga municipal da cidade, mas a diretoria resolveu em 2017 buscar vôos mais altos, e profissionalizar o clube.

Com a possível profissionalização, seria preciso pessoas de confiança no clube, o diretor Gabriel Almeida fez o convite para Nelson Pernasetti e Sérgio Luiz para somar forças e conquistar o primeiro passo, o CNPJ. Atualmente o clube já vem treinando e fazendo peneiras, esperando apenas o cumprimento de todas as exigências e buscando patrocinadores para poder disputar campeonatos estaduais.

No plantel do time possuí jogadores experientes no futebol carioca como: Cassiano Carvalho, ex-América e Audax, Wesley Coutinho, ex-América, Caio Fábio, ex-Madureira, Guilherme Souza, ex-Duque de Caxias, Heider Fidélis, ex-Botafogo e Seleção Militar Brasileira, além de jovens jogadores da cidade.

FONTES & FOTOS: Wikipédia - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Blog Futebol Sport Rio – Página do clube no Google+   

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

O CIG (Centro de Integração Geracional) 7 de Abril é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na terça-feira, do dia 22 de Agosto de 2006. A sua Sede fica localizado na Rua Engenheiro Gastão Rangel, nº 126, no Bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

Atualmente a CIG desenvolve dois projetos na área de esporte e capacitação profissional; o Projeto Pé na Bola e cabeça na escola que atua com meninos adolescentes em atividades esportivas nos períodos em que não estão na escola e o projeto Espaço Cuidar que capacita pessoas familiares ou não no cuidado à pessoa idosa.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Página do clube no Facebook

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017). O Estrela do Norte Esporte Clube é uma agremiação da cidade de São Fidélis (RJ). Fundado no Domingo, do dia 13 de Julho de 1952. A sua Sede fica localizada na Rua Otr Ipuca, s/n, no Distrito de Ipuca, em São Fidélis.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Página do clube no Facebook

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

Começamos pelo IQSL Brasileirinho Clube Social. É uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 12 de Julho de 2007. A sua Sede fica localizada na Rua José Marcelino de Vasconcelos, nº 252, no Bairro de Anchieta, na Zona Norte do Rio.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – YouTube – André Luiz Pereira Nunes

 

Na data de 6 de julho de 1932, quando se iniciava a Revolução Constitucionalista de 1932, a Associação Athletica Alpargatas trocou seu nome para Clube Atlético Albion,  sendo certo que este clube desligou-se por completo da fábrica que lhe emprestava o nome.

Com a revolução, as atividades futebolísticas de todos os clubes paulistas sofreram um recesso, somente retomadas no final daquele ano.

E no início do ano de 1933, o Clube Atlético Albion disputou com o Luzitano Futebol Clube, numa melhor de duas partidas, o título de campeão da Primeira Divisão do futebol de São Paulo.

Na primeira partida aconteceu um empate por um ponto.

E na data de 15 de janeiro de 1933, no campo do Sport Club Internacional, o Clube Atlético Albion venceu o Luzitano Futebol Clube pelo placar de 4 a 1, sagrando-se o campeão de 1932, título esse que lhe garantiu o acesso a Divisão de elite de São Paulo.

Nessa partida final, as equipes assim alinharam:

ALBION: Rêde, Batata e Cachimbo. Sebastião, Nino e Moura. Frederico, Imparato, Celeste, Renato e Rolando.

LUZITANO: Rodrigues, Alfredo e Roxo. Accacio, Nobre e Accacio II. Paulo, Tatu, Toneco, Bianchini e Serrone.

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

O Esporte Clube Cruzeiro foi uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). O Áureo-anil foi Fundado na segunda-feira, do 31 de Dezembro de 1951, a partir do clube amador Esporte Clube Manivela de São Gabriel. Mandava os seus jogos no Estádio Municipal Sílvio de Faria Corrêa, com capacidade para 8.500 pessoas. Localiza-se ao lado da rodoviária municipal, no Bairro Capiotti.

Profissionalizado, o Cruzeiro de São Gabriel passou a participar do Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão, tendo sido 3º colocado em 1955 e repetindo a mesma posição no ano seguinte (1956). Foi Campeão da Zona Sudoeste de 1956. Com isso, superou o feito do seu rival local, o Grêmio Esportivo Gabrielense, que havia conquistado a quarta colocação do Gauchão de 1954.

No final da década de 1950, o dinheiro começou a escassear. Após uma má campanha no Campeonato Gaúcho, o Cruzeiro fechou seu departamento de futebol em 1959, sendo logo seguido pelo rival Gabrielense.

O Cruzeiro ainda voltou a disputar o campeonato em 1962, mas fechou novamente no ano seguinte. Em 1966, uma fusão dos dois antigos rivais resultou na criação do Esporte Clube Cruzeiro-Gabrielense, que durou até 1968. Participou da 1ª Divisão em 1955, 1956 e 1959; na Segundona esteve presente nos anos de 1962, 1965, 1966 e 1968.

FONTES & FOTO: Wikipédia – Times do RS – Memória do Futebol de São Gabriel

 

O Esporte Clube São Gabriel é uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). O ‘Sanga’ foi Fundado na segunda-feira, do dia 23 de Setembro de 2013, a fim de preencher o vazio deixado pela extinção do São Gabriel Futebol Clube, meses antes. A equipe Gabrielense manda os seus jogos no Estádio Municipal Sílvio de Faria Corrêa, com capacidade para 8.500 pessoas. O campo está localizado ao lado da rodoviária municipal, no Bairro Capiotti, em São Gabriel.

De cara, o acesso para a Segundona

A sua primeira competição aconteceu em 2014, quando debutou no Campeonato Gaúcho da Série B (que na prática equivalia a Terceira Divisão), organizado pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF).

De cara, o EC São Gabriel terminou na 3ª colocação, o que lhe rendeu o acesso para disputar o Campeonato Gaúcho da Segunda Divisão de 2015. A equipe Gabrielense seguiu bem e terminou na 4ª posição da Segundona, e por pouco não obteve o acesso para a Elite do Futebol Gaúcho.

Maior Goleada

Ainda em 2015, na fase de preparação, o Esporte Clube São Gabriel comandado por Gelson Conte aplicou a sua maior goleada no curto período de existência ao derrotar o Milan, de Porto Alegre pelo elástico placar de 9 a 0, no domingo, do dia 1º de fevereiro de 2015, no Estádio Municipal Silvio de Faria Corrêa. Os gols da partida foi marcados pelo atacante Bahia (três vezes); Jean e Rafael Paraíba, duas vezes cada um; o lateral esquerdo Stanley, de pênalti, e Edu, em cobrança de falta; um tento cada.

A luta para seguir na Segundona

Em 2016, outra boa campanha, no qual terminou em 6º lugar.  Em 2017, o São Gabriel não faz boa campanha na Divisão de Acesso (Segundona). Restando um jogo para o fim da fase de classificação, o Esporte Clube São Gabriel recebe a visita do Guarany, de Bagé, neste sábado (06 de Maio de 2017), no Estádio Municipal Sílvio de Faria Corrêa, em São Gabriel, precisando de um empate para permanecer na Segundona.

Neste momento, o São Gabriel ocupa a 7ª e penúltima colocação no Grupo A, com 12 pontos (13 jogos, com três vitórias, três empates e sete derrotas; marcando 15 gols, sofrendo 25, com saldo negativo de 10).

Já o Guarany, de Bagé está na última colocação no Grupo A, com 11 pontos (13 jogos, com três vitórias, dois empates e oito derrotas; marcando 11 gols, sofrendo 17, com saldo de menos seis). O último colocado do Grupo A será rebaixado juntamente com o lanterna da chave B para o Campeonato Gaúcho da 3ª Divisão em 2018.

HINO Oficial do Esporte Clube São Gabriel (divulgado na página oficial do clube no Facebook, no dia 10 de março de 2016)

(Compositores: Alex Silveira, André Teixeira, Marcel da Cohab e Rogério Melo. Intérpretes: André Teixeira e Rogério Melo)

“Os clarins anunciam tua chegada
Paixão que move uma cidade inteira
E o amor desta torcida apaixonada
Emociona ao desfraldar nossa bandeira
És o retrato de um povo valente

Que da luta não desiste jamais
A cada grito de gol da nossa gente
Canta vibrante a “Terra dos Marechais”

Avante, sempre avante, São Gabriel
Honrando tua camisa e este chão
Avante, sempre avante, São Gabriel
Com força, garra e coração (2x)

És o glorioso baluarte do Rio Grande
Com a identidade dos que fizeram tua história
Traz a fibra pampiana dos teus filhos
Que já nasceram com sede de vitória

Avante, sempre avante, São Gabriel
Honrando tua camisa e este chão
Avante, sempre avante, São Gabriel
Com força, garra e coração (2x)”

 

YouTube:  https://www.youtube.com/watch?v=VGezkNh43xw

 

FONTES & FOTO: Site Caderno 7 – Wikipédia – YouTube – Página do Clube no Facebook –  Site N1 Notícia “A Notícia On Line” – Federação Gaúcha de Futebol (FGF)

 

O São Gabriel Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). Fundado no ano de 2000, resultante da fusão da Sociedade Esportiva e Recreativa São Gabriel com o Grêmio Esportivo Gabrielense.

A melhor colocação do clube no campeonato estadual foi o 4º lugar dois anos consecutivos (2002 e 2003). A colocação no campeonato de 2003 deu ao time uma vaga na Copa do Brasil de 2004.

Na primeira fase o clube eliminou o Figueirense em Santa Catarina. Na segunda fase, enfrentou o Palmeiras. No primeiro jogo em casa venceu por 2 a 1, mas, no jogo da volta, em São Paulo, perdeu por 4 a 0 e foi eliminado.

O São Gabriel foi rebaixado para o Campeonato Gaúcho da Segunda Divisão em 2005. Em 2009 se licenciou e em 2013 foi extinto. Mandava os seus jogos no Estádio Municipal Sílvio de Faria Corrêa, com capacidade para 8.500 pessoas. Localiza-se ao lado da rodoviária municipal, no Bairro Capiotti.

 

FONTES: Wikipédia – Página do Facebook: “Memória do Futebol de São Gabriel” – Show de Camisas

 

 

 

 HISTÓRIA

Segundo relatos históricos de Jacomo Alves com 84 anos de idade.

O Vasco começou com a junção de Sacadura Cabral e Gago Coutinho e foi batizado de Grêmio Dramático Recreativo Vasco da Gama por Antônio Borges, aonde o Dramático origina-se de que o clube realizava peças dramáticas antecipando os bailes.

O primeiro campo do Vasco foi na Rua Padre Caldas Barbosa na década de 20 e teve passagem de grandes jogadores, dando ênfase ao time tri-campeão da liga de Santana (João Xatulé, Brasílio, Pereirinha, Filhote, Toninho da Chácara, China, Olívio, Diamantino, Angé, Ulisses, Tatu, Agostinho, De Maria etc…). Foi com esse time em que o clube ficou conhecido, aonde até as mulheres e crianças ocupavam os caminhões que acompanhavam o clube em suas disputas.

Dentre as grandes figuras destaca-se a Dona Antonia Castino considerada a maior torcedora do clube, chegando a brigar com árbitros nos jogos e Oswaldo Monteiro Brandão, nosso massagista, que trabalhou 35 anos da federação universitária de esportes (FUPE) e foi massagista da seleção brasileira de volley.

A origem do mascote Galo Azul foi criada por Adolfo, que pintou um galo de azul para soltar no campo do Flamengo da Vila Maria.

O Vasco teve vários times, dentre os quais se destaca o time da década de 60, composto por: Soares, Octavio Solto, Zé Colméia, Nardão, João XXI, Lagartixa, Carlinhos, Lingüiça, Zé Mau, Pinga e Walter.

A primeira sede social foi situada na esquina da Avenida Joaquina Ramalho com a Rua João Ventura Baptista.

Nessa época fazia-se muitos bailes animados por Jacomo e sua orquestra, porém o melhor da época eram os bailes de carnaval.

Em 1968, o Vasco comprou a sua sede atual, na Rua José Bernardo Pinto, 486 na Vila Guilherme, onde está situado um ginásio de esportes com uma quadra de Futsal e um campo de Bocha Sintético com um time que participava de campeonatos, sendo presidente Dionízio Lopes Martins, 1º Vice-Presidente Carlos Alberto Reimão, 2º Vice-Presidente Antônio Francisco dos Santos.

Após estes, tivemos vários presidentes: Carlos Alberto Reimão, Eleotério Herrera, Jadir Silvestre, José dos Santos Estevão, Lúcio Martins, Luiz Henrique Gobby, Osvaldo Reimão, Raul Vilar, Vitorino Augusto Nascimento Morgado, Wolney Reimão, José Soares…
E foi na gestão de Carlos Alberto Reimão que o Vasco comprou um terreno e ampliou nosso clube com um lindo salão social de 374m².

A diretoria atual, trabalha para desenvolver um projeto social para crianças, jovens, adultos e idosos com arte marcial, escolinha de futebol e ginástica.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”, site “Vila Guilherme, a Pérola da Zona Norte” e site do clube (de onde foi retirada sua história).

Especiais agradecimentos ao ex-arqueiro José Soares.

 

O Grêmio Esportivo Militar foi uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). O Alvianil Celeste foi Fundado no Sábado, do dia 18 de Outubro de 1924, como Grêmio Sportivo Militar.

Em 1935, o G.S. Militar de São Gabriel filiou-se à Federação Rio-Grandense de Desportos (FRGD) e disputou o Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão daquele ano. O clube Gabrielense na chave Zona Sul, da 9ª Região, juntamente com o Grêmio Esportivo Duque de Caxias, de Dom Pedrito.

Time posado de 1945

No ano seguinte (em 13 de Maio de 1936) se fundiu com o Cavalaria Foot-Ball Club, dando origem ao Botafogo Foot-Ball Club. Ainda naquele ano disputou o Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão. Pouco depois a fusão foi desfeita.

O Grêmio Esportivo Militar seguiu participando do Campeonato Citadino de São Gabriel, onde ficou com o vice-campeonato de 1945. O clube seguiu até o dia 1º de Outubro de 1947, quando mudou de nome, passando a se chamar: Grêmio Esportivo Minuano.

 

FONTES & FOTO: Site N1 Notícia – Página no Facebook: “Memória do Futebol de São Gabriel” – Jornal A Federação 

 

O Heliópolis Atlético Clube é uma agremiação da Cidade de Belford Roxo, situado na Baixada Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Fundado na segunda-feira, do dia 1º de Maio de 1950, sob denominação de Heliópolis Futebol Clube. No domingo, do dia 20 de Março de 1955, foi alterado para a nomenclatura atual. A sua Sede está localizada na Rua Londres, nº 345, no Bairro São Francisco de Assis, em Belford Roxo. O clube é proprietário do Estádio José de Alvarenga, também conhecido por ‘Alvarengão’, com capacidade para 4 mil pessoas.

Em 1976, o Alvianil se sagrou campeão do Campeonato Citadino de Nova Iguaçu, organizado pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu (LDNI). Profissionalizou-se em 1983 e estreou no Campeonato Carioca da 3ª Divisão. A equipe ficou em 6º lugar do seu grupo na fase inicial, não se classificando assim para a fase final. No ano seguinte fica em quinto da sua chave e novamente não se classifica para a fase final.

Em 1985 se classifica pela primeira vez para a fase final, ficando em terceiro lugar do seu grupo. Acabou terminando em sexto lugar geral do torneio. Em 1986 se licencia do torneio pela primeira vez. Retorna em 1987 e fica em 3º lugar de seu grupo se classifica assim para a segunda fase. Na segunda fase fica em quarto lugar e não se classifica para a fase final. Em 1988 novamente fica em terceiro e passa para a segunda fase, na qual fica em terceiro e é eliminado. Em 1989 se licencia pela segunda vez.

Retorna novamente em 1990, ficando apenas em sexto na sua chave, e não se classificando para a fase final. Em 1991 se licencia pela terceira vez. No Campeonato Carioca da 3ª Divisão de 1992 faz a sua melhor campanha. Fica em quarto lugar no seu grupo, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em primeiro na chave “A”. Na fase final fica em segundo no seu grupo, perdendo a vaga para o Serrano Football Club, que vai para a final contra o Esporte Clube Barreira, e se sagra campeão.

Em 1993 fica em terceiro na sua chave no primeiro turno. No segundo, é o quinto. Acaba sendo penalizado com a perda dos pontos em uma partida, à qual não compareceu contra o Barra Mansa Futebol Clube. Em 1994 fica em primeiro lugar em seu grupo, se classificando para a fase final, na qual fica em quinto lugar. O campeão e vice foram respectivamente Goytacaz Futebol Clube e Nova Iguaçu Futebol Clube.

Em 995, na então Segunda Divisão (na prática, a Terceirona) ganha o nome de Módulo Intermediário em 1995. O clube Alvianil de Belford Roxo, é apenas o oitavo em seu grupo. Participa da Copa Rio, Grupo 4, seção Interior, mas é eliminado na primeira fase ao ficar na quarta colocação, última, na sua chave, atrás de Barra Mansa Futebol Clube, Nova Iguaçu Futebol Clube e Mesquita Futebol Clube.

Em 1996 disputa novamente a Divisão Intermediária. Fica em oitavo no primeiro turno e em segundo lugar no returno, não se classificando para a final. Em 1997 é convidado a disputar a Divisão Especial, na prática a Segunda Divisão de Profissionais, o módulo abaixo da divisão de elite.

Pela primeira vez em sua história o clube se aproxima da divisão principal do futebol do Rio de Janeiro. A campanha, porém, é ruim e o Alvianil é o último em sua chave no término da primeira fase do campeonato, sendo logo eliminado da competição. Participa da Copa Rio, mas é eliminado na primeira fase ao ficar em quarto na sua chave, atrás dos classificados Duquecaxiense Futebol Clube e Rodoviário Piraí Futebol Clube, além do eliminado União Esportiva Coelho da Rocha. Entre 1998 e 1999 se licencia pela quarta vez.

Retorna em 2000 com uma campanha ruim. Fica em último na sua chave, sendo eliminado na primeira fase da competição. Em 2001, no Módulo Extra – Série A2, fica em segundo em sua chave, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em sétimo, não chegando às finais.

Em 2002 houve uma diminuição no número de participantes da Segunda Divisão e o Heliópolis voltou para a Terceirona. Nesse ano faz uma péssima campanha, ficando em último em sua chave, na primeira fase, sendo logo eliminado da competição. Em 2003 se licencia pela quinta vez.

Retorna em 2004 e fica em quinto na sua chave, sendo eliminado da competição. Em 2005 se licencia pela sexta vez. Retorna em 2006 e é o segundo em sua chave, atrás somente do Esporte Clube Nova Cidade. Na fase seguinte é eliminado em jogos de ida e volta pelo Resende Futebol Clube, que começava a sua trajetória vitoriosa rumo à Primeira Divisão. Entre 2007 e 2008 se licencia pela sétima vez.

Em 2009 disputa o Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Juniores, competição à qual não consegue a classificação para a segunda fase. Participa da categoria profissional da Terceirona, conseguindo a classificação para a segunda fase, ao se habilitar em seu grupo na segunda colocação, atrás somente do Clube Atlético Castelo Branco, superando Rubro Social Esporte Clube, Clube de Futebol Rio de Janeiro e o estreante Esporte Clube Marinho.

Na segunda fase, faz campanha irregular e não consegue marcar um único gol, empatando três partidas seguidas em 0 a 0. Se classificam, nessa fase, Santa Cruz Futebol Clube e Leme Futebol Clube Zona Sul, ficando o Heliópolis e o Bela Vista Futebol Clube eliminados da competição.

Em 2010 disputa o Campeonato Carioca da 3ª Divisão, onde é eliminado na primeira fase, na qual fica em último atrás do primeiro colocado, Associação Desportiva Itaboraí, do segundo, Esporte Clube São João da Barra, do terceiro, Serra Macaense Futebol Clube e do também eliminado Canto do Rio Football Club.

Desiste, já com a tabela montada, de disputar a categoria de Juniores do Campeonato Estadual da Série C. Entre 2011 e 2012 se licencia pela oitava vez. Na Terceirona de 2013 é eliminado na primeira fase, ao ficar em terceiro no seu grupo, que classificava dois times para a segunda fase. Fica em terceiro em seu grupo da Terceira Divisão do Rio de Janeiro e não se classifica para a segunda fase.

Em 26 de julho de 2014, com o empate sem gols diante do Ginga Brasil, o Heliópolis conquistou o titulo de campeão da Taça Cidade de Nova Iguaçu, categoria Sub 20, competição promovida pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu (LDNI).

A partida de volta da final aconteceu no Estádio José de Alvarenga, em Belford Roxo. Apesar da chuva, um bom público compareceu ao Alvarengão. A vitória conquistada no jogo de ida pelo placar de 2 a 1 deixou o Heliópolis bem à vontade e com a vantagem do empate para ser campeão.

FONTES & FOTOS: Site e Estatuto do Clube – Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

O União Central Futebol Clube é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na segunda-feira, do dia 14 de Abril de 1986, por camelôs da Central do Brasil. A sua Sede está localizado na Rua Feliciano Penha, nº 110 – Bairro Vila da Penha – Zona Norte do Rio.

Foi campeão em 1992, Taça Francisco Assis de Lima, do Departamento de Futebol Amador da Capital, categoria adultos, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), ao vencer o Esporte Clube Lucas.

Em 1994, repete o feito ao bater o Esporte Clube Dourados, no Estádio Mourão Filho, na Rua Bariri. Vence também a Taça Disciplina. Estreou na esfera profissional em 1995 no Campeonato Carioca da 3ª Divisão.

No primeiro turno, em sua chave, termina em sétimo lugar (penúltimo), à frente apenas do Sport Club União de Marechal Hermes. No segundo turno, é o lanterna da chave, não passando à segunda fase. No ano seguinte se licencia do campeonato.

Em 1997, é penúltimo colocado, à frente do Bela Vista Futebol Clube, na disputa da Quarta Divisão de Profissionais, chamada à época de Segunda Divisão, visto que a Terceira se intitulada Módulo Intermediário e a Segunda se chamava Divisão Especial.

Em 1999, não passa da primeira fase na Terceira Divisão de Profissionais, ficando em último lugar, atrás dos classificados Centro Esportivo Arraial do Cabo, Raiz da Gávea Esporte Clube e Esporte Clube Taquaral.

Em 2000, participa da Quarta Divisão de Profissionais, chamada de Série A-3, ficando com o vice-campeonato da competição, vencida pelo Casimiro de Abreu Esporte Clube. Em 2001, é o penúltimo colocado da Terceira Divisão (Módulo Especial), à frente apenas do Centro de Futebol Miguel de Vassouras Sociedade Esportiva.

Em 2002, não passa da primeira fase da Terceira Divisão (Módulo Especial), ficando em último, atrás dos classificados Unidos do IV Centenário Futebol Clube e União de Marechal Hermes Futebol Clube. Em 2003, participa novamente da Terceira Divisão (Série B-2), ficando em quinto (penúltimo) na sua chave e não se classificando para a seguinte, à frente apenas do Esporte Clube Taquaral.

Em 2004, o União Central fica em 1º lugar no seu grupo, se classificando à segunda fase com o Atlético Rio Futebol Clube. Na segunda fase, é eliminado ao ficar em terceiro lugar em seu grupo, à frente do Campo Grande Atlético Clube. Somente o líder Artsul Futebol Clube se habilitou à terceira fase.

Em 2006, é convidado a jogar uma fase preliminar da Segunda Divisão de Profissionais, na qual os primeiros colocados seriam convidados a jogar a mesma divisão no ano seguinte, mas o clube faz uma péssima campanha, voltando a disputar a Terceira Divisão no mesmo ano.

Nesta, classifica-se em primeiro lugar no seu grupo na primeira fase. Mas, na segunda fase, de caráter eliminatório, acaba eliminado em dois jogos pelo Condor Atlético Clube.

Em 2007, se licencia novamente do campeonato. Volta em 2008 na mesma Terceira Divisão, mas não consegue passar da primeira fase. A agremiação era presidida por João Antonio de Souza, presidente do Uni-Souza Futebol Clube.

Em 2009, o clube é comprado por um novo grupo, cujos homens-fortes são Ward de Souza Gusmão e o presidente José Renato de Oliveira, que prometem futuramente investir na construção de um estádio e levar a agremiação para a Primeira Divisão.

Participa da Terceira Divisão de Profissionais do estado do Rio de Janeiro na categoria Juniores e Profissional. Na ocasião, o clube passa a mandar os seus jogos no Estádio Municipal Hermenegildo Barcelos, numa parceria com a Prefeitura de Arraial do Cabo, que também se estende na utilização de jogadores da cidade.

A campanha em 2009 é bastante satisfatória sob a batuta do novo grupo que assumiu o clube. O União Central se classifica na primeira fase por índice técnico. Na segunda fase, é o segundo colocado, atrás somente do Fênix 2005 Futebol Clube, chegando à terceira fase, à qual fica em último, atrás dos classificados Rio das Ostras Futebol Clube e Sampaio Corrêa Futebol e Esporte, além do também eliminado Leme Futebol Clube Zona Sul, não conseguindo chegar às semifinais do certame.

Em 2010, o time não consegue passar da primeira fase em seu grupo no Campeonato Estadual da Terceira Divisão, apesar de contar com um elenco forte que tinha no meio-campo o habilidoso Dedeco, formado pelo Clube de Regatas Flamengo.

Em 2013, o União Central terminou na 2ª colocação no Grupo F, avançando para a segunda fase. Porém, na seqüência acabou terminando na última colocação do Grupo H, dando adeus ao sonho do acesso.

Em 2014, não fez boa campanha caindo na primeira fase, ao ficar na 3ª colocado do Grupo E (somente os dois primeiros se classificaram). Após essa temporada o clube se licenciou, mas prometendo retornar em breve.

FONTES & FOTO: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O Japeri Esporte Clube é uma agremiação do Município de Japeri, situado na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A equipe Áureo-anil foi Fundado na quarta-feira, do dia 23 de Agosto de 2006. A sua Sede está localizada na Rua Mario Antônio, nº 36, do Bairro da Vila Carmelita, em Japeri. Já o seu campo (Estádio Eduardo Viana), no bairro Cidade Jardim Marajoara, também em Japeri.

O Japeri debutou na esfera profissional em 2006, no  Campeonato Estadual da Terceira Divisão como um clube-empresa apoiado pela prefeitura local. A campanha foi excelente. Quase conseguiu o acesso para a Segunda Divisão. Terminou a primeira fase como líder do Grupo E. Foram cinco vitórias e um empate, marcando 15 gols e sofrendo apenas dois.

Mas, na segunda acabou sendo eliminado, terminando entre os oito primeiros do campeonato. Os cinco mais bem colocados foram promovidos à Segunda Divisão. O Japeri Esporte Clube encerrou logo as atividades por conta de uma mudança política na cidade. O novo prefeito que assumiu não quis continuar com o projeto do antecessor. Por conta disso, a agremiação não pôde mais continuar

PS: Não confundir o Japeri Esporte Clube com o Japeri Futebol Clube, clube antigo da cidade que só disputou o amadorismo da liga local. Importante informar que o Japeri EC ainda existe, onde participa das competições do Campeonato Citadino de Japeri.

FONTES: Wikipédia – “Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro”, de autoria de Eduardo Viana, da Editora Cátedra, s/d. – Página do Clube no Facebook

FOTOS: Paulo Roberto Rodrigues

 

No dia 25 de abril de 1965, o Olímpico de Blumenau derrotou o Internacional de Lages em um jogo marcado por polêmicas e conquistou o título estadual de 1964. O jogo foi no estádio da Baixada.

OLÍMPICO:  Barreira; Paraguaio, Orlando, Nilson e Jurandir;  Mauro, Paraná e Lila (Quatorze); Rodrigues, Joca e Ronald. Técnico: Aducci Vidal.

INTERNACIONAL: João Batista; Nicodemus, Airton, De Paula e Carlinhos, Roberto, Dair e Puskas; Jóia, Sérgio (Pedro) e Anacleto.

FONTE & FOTO: Site Notícia do Dia - Acervo Roberto P. Nascimento

 

No dia 24 de abril de 1960, o Paula Ramos derrotou o Carlos Renaux por 2 x 0  e conquistou o campeonato estadual de 1959. O time vermelho, branco e preto da capital do estado disputou oito estaduais tornando-se depois apenas um clube social.

PAULA RAMOS: Gainete; Marreco e Neri; Manoel, Zilton e Nelinho; Helinho, Valério, Oscar, Sombra e Zachi. Técnico: Hélio Rosa.

CARLOS RENAUX: Adalberto; Merísio e Afonsinho; Simplício (Cambinha), Zen e Sardo; Miltinho, Petrusky, Alcinho, Teixeirinha e Aducci. Técnico: Leleco.

FONTE & FOTO: Site Notícia do Dia

 

FONTE: Correio Brasiliense (DF)

 

O Nilópolis Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Nilópolis, situado na Baixada Fluminense do estado do Rio de Janeiro. O clube foi Fundado na sexta-feira, do dia 11 de Novembro de 1977. A sua Sede fica na Rua José Couto Guimarães, nº 64, no Bairro de Olinda, em Nilópolis.

Estréia no Campeonato Estadual da Terceira Divisão, em 1991, ficando na 8ª colocação entre onze agremiações. O Esporte Clube Barreira e o Porto Real Country Club foram promovidos. Bayer Esporte Clube, Everest Atlético Clube, Opção Futebol Clube, Grêmio Olímpico Mangaratiba e Portela Atlético Clube foram os outros colocados à frente da equipe Nilopolitana. Bela Vista Futebol Clube e Associação Atlética Colúmbia ficaram nas últimas colocações.

Em 1992, disputa novamente a mesma divisão. Nessa ocasião, perde quinze pontos pela utilização de jogadores em condição irregular, ficando na última posição na classificação geral. Esporte Clube Anchieta e São Paulo Futebol Clube são promovidos. Itapeba Atlético Clube, Grêmio Esportivo Km 49, Everest Atlético Clube, Bela Vista Futebol Clube, Sport Club União e Associação Atlética Colúmbia são os outros colocados.

Em 1993, termina em 10º lugar no primeiro turno, e em 9º no segundo, não conseguindo a classificação para a fase final. Atlético Clube Apollo e Esporte Clube Lucas são os clubes contemplados com o acesso.

Em 1994, passa a integrar a Segunda Divisão, na prática uma Terceirona, juntamente com os times do mesmo módulo, uma vez que a verdadeira Segunda Divisão virara Intermediária. O Nilópolis fica em 9º lugar na sua chave na fase inicial, não conseguindo a classificação para a fase seguinte.

O Heliópolis Atlético Clube ficou na liderança dessa fase seguido de Everest Atlético Clube, Associação Atlética Colúmbia, Esporte Clube Lucas, Barra da Tijuca Futebol Clube, União Esportiva Coelho da Rocha, Ceres Futebol Clube, Colégio Futebol Clube e Esporte Clube Nova Cidade. Os promovidos foram Nova Iguaçu Futebol Clube e Goytacaz Futebol Clube.

Em 1995, disputa a Terceira Divisão, na prática a Quarta, ficando em segundo lugar no primeiro turno, atrás do Belford Roxo Futebol Clube. No segundo turno, é penúltimo colocado, à frente apenas do União Central Futebol Clube, ficando eliminado da segunda fase. Tio Sam Esporte Clube e Belford Roxo Futebol Clube foram os promovidos.

Em 1996, se licencia dos campeonatos profissionais promovidos pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Advém um longo período de licenciamento que perdura por oito anos. Em 2004, é o penúltimo em seu grupo. Acaba eliminado da fase seguinte do campeonato.

Em 2005, na Terceira Divisão, fica em último na sua chave e é eliminado da competição na primeira fase. Após essa competição, licencia-se novamente das competições de âmbito profissional.

Volta em 2009 para a disputa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais. No entanto a campanha foi aquém terminando na lanterna do Grupo E, com apenas sete pontos, em oito jogos. Em 2010, o Nilópolis melhorou um pouco, mas insuficiente para avançar de fase. Ficou na 5ª colocação no Grupo C, num total de seis clubes. Foram dez jogos, com três vitórias e sete derrotas, marcando 11 gols e sofrendo 18.

Na Terceirona de 2011, novamente o clube parou na primeira fase. Terminou em 5º lugar, no Grupo B, com dois pontos em 10 partidas. Após se ausentar na temporada seguinte, retornou no do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de 2013. A campanha foi modesta ficando na 4ª colocação, no Grupo E, com oito pontos em 10 jogos. Os dois primeiros avançaram: Esporte Clube Miguel Couto e Centro Esportivo Arraial do Cabo. Após esse ano o Nilópolis se ausentou até o presente momento.

 

FONTES & FOTO: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O Deportivo La Coruña Brasil Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na terça-feira, no dia 15 de Novembro de 1994. A sua Sede fica localizada na Rua Iguaba Grande, nº 486 / Bloco 03 / Aptº. 403 – Bairro da Pavuna – Zona Norte do Rio.

História

Em 1993, a enfermeira Maria Geralda dos Santos, então com 56 anos, levava o seu neto Mike para os treinos da Escolhinha do Vasco da Gama, quando foi convidada a ser madrinha do time de um campeonato interno. Este fato este que mudou a vida de D. Geralda, pois depois em julho daquele ano, ela e um grupo de amigos e pais de alunos da mesma escolhinha fundaram a Escolhinha de Futebol no Bairro de Irajá, treinando na Quinta da Boa Vista.

A escolhinha atendia a meninos de 9 a 17 anos e recebeu o nome de Deportivo La Coruna Brasil F.C., em homenagem não só ao Clube Espanhol, mas principalmente ao Jogador Bebeto, Ídolo de D. Geralda.

Em 1995, o clube passou a disputar o Campeonato Carioca, do Departamento Amador da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). O seu melhor resultado aconteceu em 2002, quando terminou com o vice-campeonato  ao perder a final para o Onze Unidos Atlético Clube, de Vila Kennedy.

Time posado de 2007

Após jogar por sete anos, onde em seu elenco teve como técnico o ex-jogador do Flamengo campeão mundial Manguito, debutou na esfera profissional, ao participar do Campeonato da Terceira Divisão de 2003. Acabou ficando na 1ª fase. No ano seguinte (2004) a campanha é igualmente fraca.

Em 2005, se licencia das competições profissionais. Voltando em 2007 na disputa no Campeonato da Terceira Divisão, quando também não consegue passar da primeira fase.Em 2008, faz sua melhor campanha chegando à 3ª fase do campeonato.

Se ausentou por quatro temporadas até a sua última participação na Terceirona aconteceu em 2013, quando ficou na 1ª Fase ao terminar na 5ª colocação no Grupo E. Nos últimos anos, a presidente do clube, D. Geralda, atualmente com 80 anos, tem tentado parcerias para recolocar o clube de volta para o Estadual de 2017. Fez uma tentativa junto a secretaria de Esportes e Lazer, a Prefeitura do Rio de Janeiro, e a vários empresários, mas até agora nada.

Impedido de participar do Campeonato da Terceira Divisão por falta de Verbas e pendências administrativas na Federação tem ido a luta todos os dias para manter a chama e a esperança dos atletas em alta.

Ação Social

Atualmente, o clube desempenha ação social com intuito de tirar das ruas meninos e jovens sem ocupação. O Clube realizava treinos no DNER aos domingos e passou desenvolvendo seu trabalho em lugares ora emprestados e hora alugados com a pouca ajuda dos pais, como na Fabrica da Muller em Guadalupe; nos Filhos de Irajá na N.Sra. da Apresentação no Irajá; em Paciência, em Cabuçu; em Realengo.

FONTES: Wikipédia – Blog do Deportivo La Coruña do Brasil Futebol Clube – Sportv

FOTO: Paulo Roberto Rodrigues

 

O Rolândia Esporte Clube é uma agremiação esportiva fundada em 1973 na cidade de Rolândia, no norte do Estado Paraná. Apesar de mais de quatro décadas de existência apenas em 2017 se filiou a federação paranaense. Tem a intenção de disputar o campeonato paranaense da terceira divisão de profissionais que será jogado a partir de agosto. Para este primeiro semestre a equipe disputará o Campeonato paranaense sub-17. Mandará seus jogos no Estádio Erich George com capacidade para 2.200 pessoas.

Equipe do REC em campeonato amador em 2016 (Fonte: Jornal de Rolândia)

Partida de 2016 contra a equipe de Florestópolis. (Fonte: Jornal de Rolândia)

Uniformes para a temporada 2017 – Cores da bandeira alemã. (A cidade de Rolândia foi colonizada por alemães).

Fonte: Facebook de Sebastião Vieira Soares.

Uma das primeira formações da equipe. Ano desconhecido. Fonte: Facebook de Mauro Roberto Souza.

Em pé: Arthur Altino, Orlandino, Rubinho, Mauro Roberto Souza, Lincoln, Cosmos, Zé polaco, Leusemar( Corintiano), Geraldinho, Domigos Pantarotto, Odair Mendonça, Rosquinha e Ademar. Agachados: Luiz de Paula, Dercides, Odir Soller, Pingo, Gilmar, João Maria e Alan Pantarotto.

 

Fontes:

- Site da Federação Paranaense de Futebol
- Facebook.
 

 

 

 

 

 

 

FONTE: Correio Brasiliense (DF)

 

FONTE: Correio Brasiliense (DF)

 

FONTE: Correio Brasiliense (DF)

 

O Corumbaense Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Corumbá, no Estado de Mato Grosso do Sul. O “Carijó da Avenida” foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1914, sendo, por muitos anos, a base da seleção amadora de Mato Grosso. A sua Sede administrativa se localiza na Avenida General Rondon, nº 1.338, no Centro de Corumbá, que na época do seu surgimento pertencia ao Estado de Mato Grosso até 1977, quando passou para o estado de Mato Grosso do Sul.

O clube revelou grandes jogadores em sua história, entre eles o atacante Dionísio, que jogou também no Flamengo. Em sua época de ouro revelou também craques do quilate de Matateu, Titinho, Rutênio, Tota, Ramão, Delgado, Garrafinha, Edson Duarte, Cuiabano, Aires, Cavassa, Negão, Tiquira, Carlinhos, Ênio, Juninho Aguiar, entre outros.

Antes do profissionalismo, que surgiu em 1972 em Campo Grande, Corumbaense, Marítimos e Riachuelo se consagraram nos campeonatos amadores do Mato Grosso. Após a divisão, em 1984, foi campeão pelo estado de Mato Grosso do Sul.

No ano seguinte participou da primeira divisão do Campeonato Brasileiro e é rebaixado, ficando em 41º lugar na tabela. Participou ainda da Taça de Bronze de 1981 e do Módulo Azul da segunda divisão do Campeonato Brasileiro de 1987, ficando inativo entre 1997 e 2005.

Em 2005, o clube voltou ao futebol profissional, disputando a Série B do campeonato estadual, depois da desistência do Clube Atlético Kapital. Em 2006, o time foi campeão da Série B sul-mato-grossense e subiu para a primeira divisão do estadual, onde permaneceu até 2011.

Neste ano, ficou em penúltimo lugar em seu grupo e acabou rebaixado para a segunda divisão de 2012. Nesse mesmo ano, em 15 de setembro, o Corumbaense jogou contra o Coxim Atlético Clube, onde o Carijó da Avenida dominou a partida e acabou vencendo o jogo com uma goleada histórica de 23 a 1 no Estádio Arthur Marinho, com grande atuação do atacante Amarildo, sendo esta a 2ª maior goleada da história do Brasil em torneios oficiais, só perdendo para Botafogo 24 a 0 Mangueira, pelo Campeonato Carioca de 1909. Em 2013 o clube retorna a Série A do estadual.

Classificações no Campeonato Estadual

ANO SÉRIE A SÉRIE B
1979 - -
1980 -
1981 -
1982 -
1983 -
1984 -
1985 -
1986 -
1987 -
1988 -
1989 -
1992 -
1998 11° -
2005 -
2006 -
2007 -
2008 -
2009 11° -
2010 -
2011 13° -
2012 -
2013 14º -
2014 -
2015 -
2016 -

A volta do torcedor ao Estádio Arthur Marinho

Desde a final do Campeonato Estadual da Série B em 2014, mesmo ficando com o vice-campeonato, o Corumbaense joga com estádio acima de mil torcedores. A população demonstra carinho pelo time e se faz presente nos jogos do Corumbaense. Mesmo sabendo que nos últimos anos, a média de torcedores nos estádios do estado de Mato Grosso de Sul vem caindo, em Corumbá é ao contrário. Isso se deve ao fato da diretoria fazer promoções, gerando boa arrecadações.

2015

Partida Público
Corumbaense 1×1 Ivinhema 5.020
Corumbaense 1×0 Chapadão do Sul 3.095
Corumbaense 1×2 Águia Negra 2.082
Corumbaense 2×0 Ubiratan 2.024
Corumbaense 0×1 Sete de Dourados 1.636
Corumbaense 1×0 Naviraiense 1.554
Corumbaense 1×1 Ivinhema 1.470

2016

Partida Público
Corumbaense 0×0 Comercial 5.380
Corumbaense 2×2 Costa Rica 5.280
Corumbaense 0×1 Águia Negra 2.586
Corumbaense 2×2 Ivinhema 1.985
Corumbaense 5×1 Aquidauanense 1.808
Corumbaense 1×1 Naviraiense 1.685
Corumbaense 2×0 Sete de Dourados 1.159

FONTES: Wikipédia – Revista Para Todos

 

Por: José Ricardo Almeida

O Humaitá Esporte Clube foi fundado em 2 de julho de 1968, no Guará. Suas cores oficiais eram a preta e a branca. Seu uniforme era composto por camisa branca com faixa transversal preta, calção branco e meias brancas (semelhante ao Vasco da Gama, do Rio de Janeiro).
Num esforço da família Carvalho, tradicional da cidade do Guará, sempre participou dos campeonatos regionais de futebol, tendo levantado os títulos de campeão do Torneio Imprensa de 1971, campeão da Taça Jarbas Passarinho em 1972 e campeão da Taça IV Aniversário do Guará em 1973.
Filiou-se à Federação Metropolitana de Futebol em 16 de agosto de 1973. Antes, no dia 1º de abril, participou do 1º Festival da Pelota (torneio de jogos com a duração de 60 minutos – 30 x 30 – e, no caso de empate, decisão através de pênaltis), juntamente com outras equipes amadoras de Brasília, terminando como vice-campeão. Na decisão, perdeu de 1 x 0 para o Atlético, de Brazlândia.
Sua estréia na competição oficial de 1973 aconteceu no dia 26 de agosto de 1973, no Estádio Pelezão. Com gols de Vavá e Moisés, contra um de João Dias, venceu o Carioca, por 2 x 1.
Oito clubes disputaram o campeonato de 1973 e o Humaitá ficou na sexta colocação. Nos 17 jogos que disputou, venceu 5, empatou 7 e perdeu 5. Marcou 27 gols e sofreu outros 27, ficando sem saldo de gols. Somou 17 pontos ganhos. O Ceub foi o campeão de 1973.
Defenderam o Humaitá em 1973, os seguintes jogadores:
Goleiro: Waldimar; Defensores: Nazo, Messias, Landulfo, Carlinhos, Itamar, Nenê, Ângelo e Emábio; Atacantes: Assis, Pedrinho, Lord, China, Gilmar, Moisés, Júlio, Vavá e Arleno. Técnico: Wilson Francisco.
Vavá e Moisés estiveram entre os principais artilheiros, marcando cada um 7 gols, ficando na terceira colocação.
No ano de 1974, tornou-se campeão do Torneio Início, evento realizado no dia 14 de julho de 1974, no Pelezão.
Para chegar ao título, venceu o Unidos de Sobradinho (3 x 0), o Jaguar (1 x 0) e, na decisão, goleou o Ceub (4 x 0), ficando com o título de campeão.
No campeonato brasiliense de 1974, disputado por sete equipes, ficou com a quarta colocação, após 10 jogos, onde venceu quatro, empatou dois e perdeu outros quatro.
Em 1975, participou da I Copa Arizona de Futebol Amador, competição promovida pelos cigarros Arizona e A Gazeta Esportiva e que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal.
Nas semifinais, derrotou a Campineira, por 2 x 1, gols de Aderbal e Vavá.
Didi era o técnico do Humaitá.
Na final, em 25 de maio de 1975, foi derrotado pelo Unidos de Sobradinho (2 x 0). Jogaram a final pelo Humaitá Edmilson, Nazo, Aderbal, Emábio e Arimatéia; Júlio César, Jânio e Pedrinho; Lóide (Antônio), Elson, Argemiro e Moisés.
Logo depois, nos meses de julho e agosto, disputou o Torneio Quadrangular da F.M.F., em Brazlândia, juntamente com as equipes do A. A. Relações Exteriores, Canarinho e Guadalajara. Foi vice-campeão, atrás do Canarinho.
Também disputou o Torneio Incentivo, com jogos nas preliminares dos encontros do Ceub no Campeonato Brasileiro de 1975. Em três turnos, disputando contra o Brasília e o Campineira, ficou com a segunda colocação.
Já no campeonato brasiliense de 1975, ficou na penúltima colocação. Oito equipes disputaram a competição.
No ano de 1976, disputou o Torneio Imprensa, primeira competição oficial da nova fase do futebol do Distrito Federal, depois da implantação do profissionalismo. Seis equipes competiram e o Humaitá ficou em último.
Veio o fatídico campeonato brasiliense de 1976. Após diversos acontecimentos não muito claros até os dias de hoje, que culminaram com a extinção do Ceub e a perda da vaga de Brasília no Campeonato Brasileiro daquele ano, o Humaitá foi proclamado campeão do 1º turno (antes vencido pelo Ceub e revertido em favor do Humaitá após o abandono do clube acadêmico). Antes do final do campeonato, mudou seu nome para Guará Esporte Clube em Assembléia Geral realizada em 27 de julho de 1976. Já com esse nome, perdeu a decisão do campeonato para o Brasília no dia 16 de outubro de 1976, por 3 x 0. Defenderam o Guará nesse jogo: Bonomo (Batista), Aderbal (Pedrinho II), Zé Mauro, Ivair e Pedrinho I; Heitor, Renildo e Zequinha; China, Redi e Palito. Técnico: Luiz Alberto.
FONTES & FOTO: Correio Brasiliense (DF) – José Ricardo Almeida – Almanaque do Futebol Brasiliense
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