O Ramos Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvianil foi Fundado na sexta-feira, do dia 23 de Maio de 1930, como Ramos Athletico Club, por um grupo de rapazes moradores e negociantes da Rua Dr. Noguchi, em Ramos, resolveram por iniciativa do desportista Antonio Pereira Mattos Filho.

A reunião aconteceu na Sede do Centro Beneficente Pedro II (ficava na Rua Dr. Noguchi, nº 104, no Bairro de Ramos), para tratarem da formação do mesmo nessa reunião depois de discutidas várias idéias ficou deliberado nomear uma junta governativa, com  plenos poderes para aquisição de campo, Sede e a elaboração do Estatuto do clube.

Também ficou definido a 1ª Diretoria, constituída da seguinte forma:

Presidente - Jacomo de Souza Lima;

Secretário - Arthur Bernard;

Tesoureiro - Antonio Pereira Mattos Filho;

Comissão para elaborar o Estatuto - Didimo de Aguiar, Leonel Dias Alves de Oliveira e Antonio Pereira Mattos Filho;

Ramos inaugurou a sua Sede e a Praça de Esportes

No início de 1931, a agremiação alterou a sua nomenclatura para Ramos Football Club. Além do futebol, o clube também contava com outras modalidades: Ping-pong (Tênis de Mesa), Ciclismo, Atletismo, entre outros.

Na sexta-feira, do dia 28 de agosto de 1931, foi eleita a 2ª Diretoria, já com o novo nome (Ramos Football Club):

Presidente de Honra - Antonio Pereira Mattos Filho;

Presidente - Manoel da Costa Júnior;

Vice-Presidente - Leonel Dias Alves de Oliveira;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário - José Alves Barbosa;

2º Secretário - Moacyr Freire;

1º Tesoureiro - Domingos Ribeiro;

2º Tesoureiro - Augusto de Oliveira;

1º Procurador - Laurino dos Santos Aguiar;

2º Procurador - Manoel Machado Esteves;

Comissão de Esportes - Jacomo de Souza Lima Sobrinho, Antonio Cabral, Fioravante Conde;

Conselho Fiscal - Manoel de Oliveira Junior, Antonio Ferreira, Antrovino M. Vieira dos Santos, Manoel Fernandes;

Comissão de Sindicância - Candido Machado, Augusto de Aguiar e José Neves.

 

Após erguer a Sede ‘Palacete Esteves’, localizado na Rua Dr. Noguchi, nº 139 – Bairro de Ramos – Zona Norte do Rio, foi inaugurado no sábado, do dia 24 de Outubro de 1931, a sua Praça de Esportes, que ficava do lado da sede, no número 186 a 226. O telefone da secretária do clube era: 9-6426.

Excursões

Em 1932, além dos amistosos e festivais, o Ramos fez algumas excursões. No domingo, do dia 10 de abril, foi até Niterói, a convite do Boaventura Football Club, onde enfrentou o Independência Football Club, de Nilópolis. No domingo, do dia 27 de Novembro, se deslocou até Barra do Piraí.

No início de Novembro de 1932, foi eleita a 3ª Diretoria, composta da seguinte forma:

Presidente - Romeu Dias Pino;

Vice-Presidente - Jacomo de Souza Lima Sobrinho;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário - Nelson Andrade;

2º Secretário - Manuel Machado Esteves Filho;

1º Tesoureiro - Antonio Aguiar;

2º Tesoureiro - João Coutinho;

Diretor de Patrimônio - Didimo Soares de Aguiar;

Diretor de Esportes - Antonio Cabral;

Conselho Fiscal - Antonio Leopoldino Conceição, Lourival Nascimento e Luiz de Almeida Claro;

Comissão de Sindicância - Benedicto Rebello, Tenente Luiz de Faria e Candido Machado;

Diretor de Futebol - Moacyr Freire;

Diretor de Ping-Pong - Joaquim Ferreira da Silva.

 

Ramos se filiou na Liga Metropolitana

Na sexta-feira, do dia 10 de Março de 1933, o clube deu entrada para a filiação na secretaria da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), da Liga Futebol Carioca.

Lembrando que em 1933, a LMDT, que organizou os campeonatos de janeiro até 1932, tornou-se uma “Sub-liga” menor amadora da Liga Futebol Carioca. Em 1935, o LMDT estava extinto, e os clubes se juntaram à Federação Metropolitana de Desportos (FMD).

O Ramos Football Club fez uma contração de peso: Alcides de Souza, mais conhecido nos meios esportivos por Medonho. O arqueiro defendeu por várias temporadas o Bonsucesso Futebol Clube.

No domingo, do dia 26 de Março de 1933, foi eleita a 4ª Diretoria, composta da seguinte forma:

Presidente - Romeu Dias Pino (reeleito);

Vice-Presidente - Victorio Caruso;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário – Moacyr Freire;

2º Secretário - Manuel Machado Esteves Filho;

1º Tesoureiro - Joaquim Gomes;

Diretor de Patrimônio - Jacomo de Souza Lima Sobrinho;

Diretor de Esportes - Antonio Cabral;

Conselho Fiscal - Antonio Aguiar, Luiz de Almeida Claro e Benedicto;

Rainha do clube - Maria de Lourdes Esteves.

 

Vice-Campeão de 1935

Foi Vice-campeão do Torneio Início do Sport Menor do Distrito Federal de 1935. As disputas aconteceram no campo do São Cristóvão. O Ramos eliminou o Carbonífero (1ª fase); depois o Portuense (Semifinais) e acabou perdendo na final para o campeão: Sport Club Império.

 

Participou da Torneio Aberto da Liga Carioca de 1936

No mês de agosto de 1936, se filiou na Sub-Liga Carioca de Football. Também participou do Torneio Aberto da Liga Carioca de 1936. Estreou vencendo o Carbonífera Football Club, por 3 a 1, no domingo, do dia 5 de Abril, no campo do Bonsucesso Futebol Clube.

Na 2ª fase, no domingo, no dia 12 de abril, empatou em 0 a 0 com o Sudan A.C., no Estádio das Laranjeiras. Com isso, foi necessário outro jogo, que aconteceu no domingo, no dia 19 de abril, e o Ramos goleou o Sudan A.C. por 5 a 2, no Estádio da Rua Campos Sales (propriedade do América Football Club), no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

 

Foi goleado pelo América Football Club: 12 x 0  

No domingo, do dia 21 de junho, o seu maior adversário: América Football Club, no Estádio das Laranjeiras. O resultado foi uma derrota acachapante: 12 a 0. Os gols do Mecão foram de Constancio (sete vezes), Orlandinho (três tentos), Lino e Mamede um gol cada.

Com o resultado foi para a repescagem, e acabou sendo eliminado ao ser goleado pelo Carbonífera Football Club, por 5 a 1, no domingo, do dia 12 de julho.

No início de novembro de 1936, o Ramos Football Club inaugurou os Departamentos: Infantil, Publicidade e Feminino.

 

Ramos ingresso na Liga Carioca de Athletismo

Na sexta-feira, do dia 19 de Fevereiro de 1937, entrou com pedido de filiação na Liga Carioca de Athletismo (LCA). O Ramos seguiu realizando amistosos e com resultados positivos. Num espaço de 12 dias, conquistou três importantes triunfos.

No Domingo, do dia 02 de Maio de 1937, foi até a cidade de Porto Novo (MG), e venceu o Commercial Football Club  por 2 a 1. Uma semana depois (Domingo, do dia 09 de Maio de 1937), acabou com a invencibilidade do Sport Club Ideal, em Parada de Lucas, pelo placar de 4 a 2. E na sexta-feira, do dia 14 de Maio de 1937, goleou os Medidores da Edison, por 6 a 2, no Estádio de Teixeira de Castro (propriedade do Bonsucesso Futebol Clube).

 

A partir de 1938, 1939 e 1940, foi encontrado alguns amistosos do Ramos Football Club, mas numa proporção menor se comparado aos anos anteriores. A sua última aparição, aconteceu na Taça Prefeito Henrique Dodsworth (Foi interventor no antigo Distrito Federal (Rio de Janeiro), de 11 de novembro de 1937 a 3 de novembro de 1945.), em 1941.

O Ramos ficou na chave do 11º Distrito (Penha) que contou com 12 equipes: Associação Atlética Braz de Pinna; Capella Football Club; Campista Football Club; Itaoca Football Club; Manguinhos Athletico Club; Mineral Football Club; Pouca Sorte Football Club; Saldanha da Gama Football Club; Sport Club Inhaúma; Sport Club Jovial; Villa Turismo Football Club.

 

Presidentes:

Jacomo de Souza Lima (1930/31);

Manoel da Costa Júnior (1931/32);

Romeu Dias Pino (1932/33 e 1933/34);

Victorio Caruso (1933/34 e 1936/37);

Victorino Carmo (1934/35);

Alberto Ferreira dos Santos (1939);

 

Time base de 1931: Tosquia; Conde (Manoel) e Palhaço {Cap. (Bolão)}; Juvenal (Nico), Lemos e Lotufo I; Alberto (Vera), Santinho (Cruz), Doce (Byra), J. Diogo (Augusto) e Manduca (Lotufo II). Reservas: Jorge, Bibi, Annibal, Feliciano e Alicio.

 

Time base de 1932: Rubens; Bolão e Armando (Martins); Nico, Ivo e Russo (Lotufo I); Santorio, Bibi (Cap.), Manoelzinho (Caetano), Ferreira (L. Silveira) e Niquinho (Alicio). Reservas: Carlinhos, Coelho I, Coelho II e Zeca.

 

Time base de 1933: Medonho (Isca ou Durval); Fernandes e Octavio (Canhoto); Russo (Claudio), Alfinete (David) e Souza; Carlos, Lotufo, Peixinho (Manteiga), Pimenta (Varela) e Pedrinho (Jaguarão). 

 

Time base de 1934: Ramos; Zezinho e Octavio; Tino (Batista), Mello I e Ângelo (Jair); Nelson (Caruso), Ernesto, Memé (Ely), Flly e Mello II. Reservas: Parreiras e Remo.

 

Time base de 1936: Moraes; Zezinho e Octavio; Dino, Manoelzinho e Cascudo; Mino, Ângelo, Jamico, Velha e Miro. 

 

P.S.: Não confundir essa agremiação com o Ramos Football Club (verde e branco), que disputou o Campeonato Carioca da 1ª Divisão, em 1924. Na mesma época (anos 30), existiu outro homônimo: Ramos Club, que ficava localizado na Rua Leopoldina Rego, nº 44, no Bairro de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. 

 

FONTES: A Batalha – A Manhã – A Esquerda – Diário Carioca – Diário da Noite – Diário de Notícias – Jornal do Brasil (JB) – Jornal do Commercio – Jornal dos Sports – O Imparcial – O Jornal – O Radical – Revista Lusitania – Revista Suburbana

 

Magno Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os Mulatinhos Azuis‘ foi Fundado no dia 15 de Agosto de 1913, tinha a sua Sede era próxima à Estação Magno (atual Estação de Madureira), na Rua Carolina Machado, 206; e o Campo na Estrada Monsenhor Félix, 302, ambos em Madureira, na Zona Norte do Rio.

Era o grande rival do Fidalgo. Que por sinal, em 1934 Magno e Fidalgo se fundiriam, passando a se chamar Madureira Athletico Club. A escolha das cores se fez da seguinte forma: o azul (Magno), roxa (Fidalgo) ebranca (comum a ambos).

Entretanto, o Magno depois acabou desistindo da fusão. Já o Fidalgo, mesmo sozinho manteve a ideia e tocou o projeto, com a nova nomenclatura de: Madureira AC (lembrando que na década de 70 o Madureira AC se juntou com outros clubes locais, virou Madureira EC e adotou as cores atuais).

Magno tem os títulos Suburbanos, pela Associação Athletica Suburbana (AAS) , em 1916 (Primeiros Quadros) e 1918 (Terceiros Quadros). Time-base de 1916: F. Heitor; Mello e Ribeiro; Camargo, Antônio e Laranjo; S. Lima, José, Monteiro, Paiva e Manoel B.

Fontes: Rsssf Brasil – O Imparcial – O Radical – Revista Suburbana

 

O Sport Club Albano foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Grêmio Albanista foi Fundado no Domingo, do dia 11 de Agosto de 1929, pelos seguintes desportistas: Drs. Álvaro Dias, José Fonseca Marques, Galdino José da Silva, Álvaro Silva, Antonio Aguiar, Aristides Aguiar, Oswaldo Souza Neves, Aristides de Paula Ribeiro, Manoel de Almeida e José Godoy. As suas cores eram o verde e branco.

A sua 1ª Sede ficava exatamente, na Rua Albano (nome do clube foi uma homenagem a esta rua), em Jacarepaguá (Atual Praça Seca). Depois o 1º Presidente Galdino José da Silva conseguiu a mudança para a Rua Barão, nº 200, na Praça Sêcca, onde ficava a Sede e a Praça de Esportes, em 1930. No local, um estupendo gramado, quadras de Voleibol e Basquetebol, mesas de ping-pong (Tênis de Mesa), Damas, Gamão, etc.

No mesmo ano, o clube adquiriu um casarão, na Rua Candido Benício, nº 500 (sobrado), na Praça Seca, com vastos salões, onde ficou a Sede. Assim, a Rua Barão ficou como a Praça de Desportes. Na Sede eram realizados diversos bailes, festas de grande destaque na região de Jacarepaguá.

O Sport Club Albano participou de diversas competições relevantes, como o Campeonato Carioca de 1932 e 1933, organizado pela LMDT (Liga Metropolitana de Desportos Terrestres) da Liga Brasileira de Desportos (LBD).

Time base de 1932: Jagunço; Caneta e Toledo; Agostinho (Jorge Pereira), Gunça (Catraia) e Tesomos (Norival); Rubens (Nelsinho), Antenor (Hilário), Zezé (Arnaldo), Zezinho (Betto) e Pedrinho.

FONTES: Jornal dos Sports – A Esquerda – A Batalha – Revista Suburbana

 

FONTE: O Liberal

 

Sport Club Belém é uma agremiação da cidade de Belém (PA). A sua Sede fica localizado na Rua dos Comerciários, nº 15, no Bairro do Souza, em Belém. O rubro-negro foi Fundado na quinta-feira, do dia 2 de dezembro de 1965, no cassino de oficiais da Aeronáutica.

No entanto o futebol do “Dragão da Maracangalha“, como é conhecido devido à junção do seu mascote com o bairro Belenense, só foi implantado dois anos depois de sua fundação.

Chegou a ser considerado como a 4ª força do futebol paraense, atrás apenas de RemoPaysandu e Tuna Luso. A tradição do Dragão o levou a disputar o Campeonato Brasileiro da Série B em duas ocasiões, em 1971, quando terminou na 20º colocação entre 23 equipes, e em 1986, quando terminou na 31ª posição entre 36 equipes.

Foram 14 partidas no total das duas edições. É o único que, dos clubes menores que participaram da fundação da Federação Paraense de Futebol, em 1969, sobrevive até os dias de hoje.

Apesar da pouca quantidade de torcedores da capital paraense, é o único time pequeno de Belém que não mudou sua sede para cidades do interior do estado, como fizeram o Independente (Tucuruí) Santa Rosa(Mãe do Rio). Seu atual presidente é Antônio Gomes da Silva, e o vice é Carlos Alberto da Rocha.

FONTES: Wikipédia - O Liberal 

 

O Yamada Clube de Belém é uma agremiação da cidade de Belém (PA). A  história começou em 1931, quando desembarcou em Belém um grupo de imigrantes japoneses da família Yamada. Dezenove anos depois, o avô Yoshio, e seu filho, Junichiro fundou as Lojas Y.Yamada, que oferecia ao público de implementos agrícolas em geral, motores marítimos e industriais, máquinas de costura e geradores.

O tempo passou, a empresa cresceu e outras idéias surgiram. Dentre elas criar um clube. Então, na década de 50, nascia o Yamada Clube, conhecido carinhosamente como ‘Agremiação Nipônica‘. A sua Sede fica localizado na Rua Senador Manoel Barata, 400, no Bairro Campina, em Belém. As cores eram vermelho e branco, uma homenagem a bandeira do Japão. Posteriormente, trocou o branco pelo preto, ficando rubro-negro.

Campeão da Segundona de 1959

O primeiro triunfo aconteceu no Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 1959. Na goleada por 4 a 1, sobre o União Esportiva, em 17 de Abril de 1960. Em 1960 e 1961, o Yamada disputou a Elite do Futebol do Pará.

Depois o clube se ausentou. Em 1986, o Rubro-Negro Nipônico retornou. Disputou a Segundona. Mesmo sem chegado na final, acabou recebendo um convite para jogar o Campeonato Paraense da 1ª Divisão de 1987.

Campeão da 1ª Divisão de Juniores e 1986

Ainda em 1986, o  Yamada Clube foi Campeão do Campeonato Paraense da 1ª Divisão de Juniores de 1986. Sob a presidência de Hirochi Yamada, o elenco era formado pelos seguintes jogadores: Albino; Zé Maria; Veiga; Bené; Beto; Reginaldo; Chico; Moisés; Carlos; Elias; Byron; Oliveira; Pedrinho; Brito; Nei; Bira; Kleber; Edmilson e Dino. O técnico foi Chiquinho, que em 1959 deu o título da Segundona Paraense.

Clube investe na estrutura, sonhando criar a “Toca da Raposa Paraense”

Em 1987, o Grupo Y. Yamada adquiriu o complexo Três Corações (depois rebatizado por Parque Esportivo Três Corações) com um projeto ousado: transformar o local na Toca da Raposa, na versão paraense (lembrando que na década de 80, o CT do Cruzeiro era a referência nacional).

Estadual de 1987: 7ª colocação recheada de polêmicas com a FPF

No Campeonato Paraense de 1987, alcançou a 7ª colocação. Foram 25 jogos e 19 pontos: sete vitórias, cinco empates e 13 derrotas; marcando 35 gols, sofrendo 36, saldo negativo de um.

A campanha foi boa, mas para a diretoria do Yamada Clube não ficou satisfeita com a Federação Paraense de Futebol (FPF). A razão foram as arbitragens, que para a direção prejudicou o clube em diversos jogos. O clima azedou entre a FPF e o clube, o que acabou acarretando uma decisão radical do Yamada: a saída de forma incondicional do Estadual. De lá prá, nunca mais o clube retornou.

Títulos no Futsal e Handebol

Na década de 80, o Yamada Clube não se limitou a fazer bonito nos gramados paraense. Em outras modalidade também mostrou a força oriental. No Handebol era uma das grandes potências do Estado, chegando a conquistar o Bicampeonato Estadual masculino em 1988 e 1989. No Futebol de Salão (Futsal), também era temido, se sagrando Bicampeão Estadual de Futsal em 1981 e 1983.

FONTES: O Liberal – Diário do Pará

 

O Terra Firme Esporte Clube Beneficente é uma agremiação da cidade de Belém (PA). O Alvirrubro foi Fundado na terça-feira, 03 de Março de 1953. A sua Sede e o Estádio Manoel Valdeci Costa e Silva, estão localizados na Rua Passagem Vitória, s/n, no Bairro Terra Firme, em Belém.

Sede e o campo

Apesar da escassez de informações, o clube participou de três edições do Campeonato Paraense da Segunda Divisão, organizado pela FPF (Federação Paraense de Futebol): 1985, 1986 e 1997.

FONTES: O Liberal – Google Maps – Diário do Pará

 

O Vila Nova Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Castanhal, no Estado do Pará. O “Tricolor Castanhalense” foi Fundado no Sábado, no dia 11 de Julho de 1970. As suas cores: vermelho, branco e azul. A sua Sede fica localizada na Rua João Coelho da Mota, nº 247-317, no Bairro da Saudade I, em Castanhal.

Na esfera profissional, o Vila Nova disputou o Campeonato Paraense da 1ª Divisão, em 1989. O clube chegou a liderar o 2º Turno, terminando a competição com uma boa campanha. Depois, o Vila se afastou e não mais retornou.

Time base: Capucho; Zeca (Ginha), Donda, Darinta e Roll (Tanaka); Regi (Gil Corrêa), Ivo (Cláudio) e Gil Kojá (Laércio); Luis Carlos (Dorval), Bira (Renato) e César. Outros: Lalá, Almir e Gil Corrêa. Técnico: José Maria Cunha depois entrou Bira.

FONTES: Diário do Pará – O Liberal

 

O Seleto Esporte Clube é um clube de futebol da cidade de Guaramirim. O clube foi fundado em 5 de fevereiro de 1930.

A Câmara Municipal de Guaramirim através da lei nº 292 de 10 de maio de 1967 declara de utilidade pública o Seleto Esporte Clube. Com isso ficam asseguradas ao clube as vantagens, isenções e outros benefícios legais.

Em 1967 foi inaugurado o seu estádio que recebeu o nome do homem que doou aquele espaço: João Butschardt. Em 2012, depois de 45 anos com a estrutura antiga a Prefeitura começou este ano a revitalizar o espaço. A primeira ação foi a reforma da arquibancada que contou com a construção de uma rampa, pintura e a troca da cobertura e da parte elétrica e hidráulica.

Antigo escudo

Antigo escudo

Participou dos estaduais de 1959 e 1969. Foi campeão da Liga Jaraguaense de Futebol em 1966/67/68. Atualmente o clube disputa a Segunda Divisão de Guaramirim e também possui um projeto social com cerca de 150 crianças que fazem parte das escolinhas de futebol nas categorias Sub9, Sub11, Sub13 e Sub15.

Nome: Seleto Esporte Clube
Endereço: Rua João Butschardt 550, Guaramirim (SC), CEP 89270-000
Telefone: (47) 3373-0065
Estádio: João Butschardt

Fonte: A Notícia / RSSSF Brasil/ Futebol Nacional/ Jaraguá AM/ O Correio do Povo/ CNPJ Brasil/ Almanaque do Juventus/ Facebook do clube

 

A ASBEP (Associação Desportiva e Recreativa dos Funcionários do BanPará) é uma agremiação da cidade de Belém do Pará. Fundado na segunda-feira do dia 13 de Maio de 1974. A sua Sede ficava na Rua Caetano Rufino, nº 52, no Bairro Campina, em Belém. Atualmente, o ASBEP é um clube social e o seu endereço fica na cidade de Ananindeua.

A sua única participação na esfera profissional aconteceu há 21 anos. No Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 1996, organizado pela Federação Paraense de Futebol (FPF), contou com a participação de quatro equipes: Clube Municipal Ananindeua (Ananindeua); Santa Rosa Esporte Clube (Icoaraci); ASBEP, Castanheira Esporte Clube e Independente Esporte Clube, todos de Belém.

FONTES: Rsssf Brasil – Blog Ademir Rocha – Site e Página do Clube no Facebook 

 

O Time Negra Carajás Clube (atual Carajás Esporte Clube)  foi uma agremiação da cidade de Belém (PA). Foi fundado em 27 de junho de 1997, com o nome de Carajás Esporte Clube e possuía o laranja, o violeta, o azul e o branco como cores oficiais.

Em 2007, assinou uma parceria com o Paysandu, recebendo jogadores da base do Papão para ganharem experiência. Em troca, mudou seu nome para Time Negra Carajás Clube, e suas cores passaram a ser o preto e o branco.

Em 2016, com o fim da parceria, o clube voltou a adotar o nome de Carajás Esporte Clube, mas com as cores laranja, branca e negra. Como o antecessor, o Time Negra continua mandando suas partidas no Estádio Alfredo Tragni, ou “Ilha do Outeiro“, com capacidade para 5 mil pessoas.

Enquanto se chamou Time Negra, a equipe foi considerada como uma espécie de “Paysandu B“. O nome Time Negra se deve por ter sido o apelido do Norte Club, que deu origem ao Paysandu.

FONTES: Wikipédia – Diário Online – Arrekade

 

Aproveitando a foto da última postagem, a mesma foi referente ao amistoso entre o E.C. Santarém e Flamengo, em 1976. Abaixo segue as informações sobre essa partida, além da ficha-técnica da peleja.    

 

 Santarém - Em sua 83ª partida este ano (1976), o Flamengo empatou de 0 a 0 com o Esporte Clube Santarém, ontem à noite, no pequeno Estádio Elinaldo Barbosa. A péssima iluminação e o campo desnivelado foram os maiores adversários do clube carioca, que não conseguiu superar a retranca armada pelo time paraense. Pelo jogo o rubro-negro recebeu a cota liquida de 150 mil cruzeiros.

Foi a 3ª vez que o Flamengo jogou em Santarém (PA). Na primeira, em 1943, derrotou uma seleção local por 11 a 0. E na segunda, venceu um combinado formado pelo São Raimundo e São Francisco pelo placar de 5 a 0.

Com muita dificuldade de organizar as jogadas, sobretudo no meio de campo, onde as condições do gramado eram precárias, o Flamengo criou poucas oportunidades de gol no primeiro tempo. No intervalo, o técnico Cláudio Coutinho fez algumas alterações e o Flamengo cresceu de produção, mas não conseguiu aproveitar as chances que surgiram.

Após ter vendido o Nacional, em Manaus, por 2 a 0, na última quarta-feira (08 de Dezembro de 1976), o Flamengo segue hoje (sábado, dia 11 de Dezembro de 1976) para Macapá (AC), onde jogará amanhã com uma seleção local. Depois a delegação vai para Belém (PA), onde enfrentará o Clube do Remo. Na quinta-feira (16 de Dezembro de 1976) estará em São Luís (MA), jogando contra o Moto Club.

Os ingressos foram vendidos pelos seguintes preços: arquibancada custou 30 cruzeiros e as cadeiras foram vendidas por 150 cruzeiros para o Estádio Elinaldo Barbosa, com capacidade para 5 mil pessoas.

E.C. SANTARÉM (PA)

0

X

0

C.R. FLAMENGO (RJ)

LOCAL Estádio Elinaldo Barbosa, em Santarém (PA)
CARÁTER Amistoso Nacional de 1976
DATA Sexta-feira, no dia 10 de Dezembro de 1976
RENDA Entorno de Cr$ 230.000,00
ÁRBITRO Francisco Inbiriba (Federação Paraense de Futebol)
HORÁRIO 22 horas (21 horas local)
SANTARÉM Pedrinho; Laurimar, Odair, Dias e Ocimar; Miro, Juti e Lúcio; Bendelapi, Jeremias e Mano. Técnico: Cleomar Ferreira
FLAMENGO Cantareli; Toninho, Dequinha, Jaime e Júnior (Vanderlei Luxemburgo); Merica, Adílio e Luís Paulo (Dendê); Paulinho (Júnior Brasília), Zico e Luisinho Tombo. Técnico: Cláudio Coutinho
GOLS Nenhum

FONTES: Jornal do Brasil (JB) – Jornal do Commercio (AM) – Blog ‘O Mocorongo’ de Ercio Bemerguy - Acervo Raimundo Gonçalves

 

FONTE: Acervo de Raimundo Gonçalves

 

O Santa Rosa Esporte Clube é uma agremiação da cidade de  Icoaraci, um distrito pertencente a Belém (PA). O Alvianil foi Fundado no Domingo, do dia 06 de Janeiro de 1924. A sua Sede está localizada na Rua Siqueira Mendes, nº 269, no Bairro Cruzeiro, do Distrito de Icoaraci, em Belém.

A equipe manda os seus jogos no Estádio Abelardo Conduru, com capacidade para 3.500 pessoas. Atualmente disputa o Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 2017.

Durante a fase seletiva do Campeonato Paraense da Segundona de 2011, o Santa Rosa foi transferido de Icoaraci para a cidade de Castanhal. Em 2010, sediou os jogos em Mãe do Rio. Para 2017, firmou parceria com o Atlético Tucumã, utilizando o estádio Lago do Tigre para os jogos como mandante.

FONTES: Página do clube no Facebook – Wikipédia – Federação Paraense de Futebol (FPF)

 

Nome Oficial: Grêmio Esportivo 5 de Maio
Fundação: 05/05/1939
Status Atual: Extinto
Bairro: Água Verde
Cidade: Curitiba
Estado: Paraná
Cores: Grená e branco
Estádio: Estádio 5 de Maio, Curitiba, Paraná (em frente à Arena da Baixada).

Participações (incompleto):
Campeonato da 2ª Divisão de Amadores da FPF (Liga Suburbana): 1942, 1944 (campeão), 1945 (campeão), 1946, 1947 (campeão), 1950, 1953

História:
“O Grêmio Esportivo 5 de Maio, fundado pelo saudoso Alvim Jareski em 1939, no bairro Água Verde, e que tinha campo para realização de festivais esportivos bem defronte ao Estádio Joaquim Américo, do Atlético. Se estivesse em atividade, estaria comemorando hoje 75 anos.
O clube da camiseta grená teve seu período áureo na década de quarenta, quando conquistou os títulos de 1944, 1945 e 1947, mantendo por longos anos a famosa equipe formada por Tadeu (Ivanoski) ou Japonês, Afonsinho e Beethoven, Manoelzinho (Roldão), Nenê, Binho, Alvim (Sílvio), Cherro, Charuto, Polinga e Pimenta (Bolinha).
Além dos títulos acima, foi campeão do Torneio Independência da ACEP, em 1952, do torneio Monte Castelo, Confraternização e Irmãos Romanel, em 1946. Maximino Zanon, em 1948, e Moisés Lupion, em 1954. Levantou o Torneio Início em cinco oportunidades: 1942, 1944, 1946, 1947 e 1950. Além de vários vice-campeonatos e o título de aspirantes em 1953. O 5 de Maio encerrou suas atividade oficiais em 1970, deixando uma lacuna difícil de ser preenchida.” [1]

O seu Estádio (5 de Maio) foi demolido em 1970. Hoje é a Praça Afonso Botelho que fica em frente à Arena da Baixada.

Pesquisa: Levi Mulford Chrestenzen, Fabiano Thadeo (data da fundação, escudo e detalhes sobre o estádio).

Fonte (Escudo):
Livro “Futebol do Paraná 100 anos de História” de Heriberto Ivan Machado e Levi Mulford Chrestenzen

Fontes (Outras informações):
[1] http://www.tribunapr.com.br/blogs/suburbana/data-inesquecivel/

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/colunistas/jose-carlos-fernandes/o-5-de-maio-vive-9mqswxcsr91cxgymc9q0mcz7y

Nas matérias acima podemos ver outros escudos utilizados pelo clube ao longo do tempo.

 

O Clube Atlético Vila Rica é uma agremiação da cidade de Belém (PA). O “Cachorro Doido” foi Fundado no sábado, do dia 27 de Junho de 1987. A sua Sede fica na Travessa Enéas Pinheiro, nº 250, no Bairro Pedreira, em Belém.

Na esfera profissional, o Vila Rica conquistou dois títulos no Campeonato Paraense da Segunda Divisão: 1995 e 2001 e o vice em 2006. Aliás, em 2007, firmou parceria com a prefeitura de Cametá, e com isso adotou o nome de Vila Rica/Cametá, mandando suas partidas na mesma cidade.

Em 2008, mudou-se para Breves, na Ilha de Marajó, utilizando o nome-fantasia Vila Rica/Marajó, tendo no comando técnico Fran Costa. Em 2009, retornou para Belém e voltou a ter o nome original.

Na Elite do Futebol Paraense, o “Cachorro Doido” estreou em 1996. A campanha foi decepcionante, terminando na 9ª e última colocação, com apenas três pontos em 16 jogos (três empates e 13 derrotas; marcando oito gols e sofrendo 47).

Após campanhas modestas, na Segundona de 2001, o Vila Rica voltou a brilhar. Com a participação de seis equipes, a fórmula de disputa foi simples. Com as agremiações jogando em turno e returno.

No final, o “Cachorro Doido” se sagrou campeão de forma invicta! Ao todo, foram 10 jogos e 24 pontos (quatro a mais do que a vice-campeã Ananindeua): foram sete vitórias e três empates; marcando 22 gols, sofrendo sete, com um saldo de 15.

De volta a Primeira Divisão do Pará em 2002, a esperança era fazer uma boa campanha e conquistar a primeira vitória, já que na sua estreia em 1996 não venceu nenhum jogo.

Porém, o Vila Rica voltou a decepcionar, terminando na última colocação, sem nenhum ponto conquistado: foram nove jogos e o mesmo número de derrotas, marcando 11 gols e sofrendo 28.

Como não teve rebaixamento, o Vila Rica voltou a participar da Primeirona em 2003. Novamente, o clube não conseguiu fugir da lanterna. Porém, conquistou a sua primeira vitória.

O triunfo aconteceu na estreia, no domingo do dia 24 de novembro, quando venceu o São Raimundo, fora de casa, por 3 a 1. Os gols da partida foram assinalados por Peruca para os donos da casa, enquanto Marcelo Lemos marcou os três gols do Vila Rica.

Apesar do bom início, o clube acabou amargando a lanterna: foram nove jogos, com uma vitória, um empate e sete derrotas; marcando nove gols, sofrendo 22 tentos.

Sem rebaixamento, o Vila Rica retornou em 2004, tentando fugir da última colocação. E conseguiu, mas só subiu um degrau, terminando na 13ª e penúltima posição (nove jogos, com duas vitórias, um empate e seis derrotas; assinando 12 e sofrendo 21). Com a volta do descenso, acabou caindo para a Série B.

Em 2005, o Vila Rica terminou a Segundona na 4ª colocação. No ano seguinte (2006), a competição foi acirrada e três clubes terminaram invictas: Tiradentes, Vila Rica e Izabelense. Melhor para os dois primeiros que somaram 14 pontos, enquanto o terceiro ficou com 12.

O retorno a Elite do Futebol Paraense em 2007, o Vila Rica, mais uma vez, voltou a fazer uma campanha pífia. Fechou em 14º e último lugar: nove jogos, com uma vitória, quatro empates e quatro derrotas; marcando sete gols e sofrendo 15.

Sem descenso, em 2008, lá estava o Vila Rica na Primeirona. Porém, dessa vez, o “Cachorro Doido” surpreendeu. Na primeira fase, sem a presença dos grandes, o clube terminou na 1ª colocação, dentre nove clubes: seis vitórias e dois empates; marcando 17 e sofrendo seis. Na fase final, já com a participação dos grandes, o Vila Rica terminou na 6ª colocação. A melhor campanha na sua história até aquele momento.

Em 2009, voltou a fazer boa campanha. Na primeira fase terminou na 2ª colocação (sem a presença dos grandes). Na fase final, já com a participação dos grandes, o Vila Rica voltou a fechar na 6ª posição.

Após duas boas temporadas, o ano de 2010 foi o retorno a realidade. Dentre 14 clubes, terminou na 13ª posição e acabou rebaixado. Após temporadas sem brilho, em 2017, o Vila Rica chegou às Quartas de Final, porém acabou sendo eliminado pelo Izabelense por 3 a 0, no último sábado (18/11/17), no Estádio Edilson Abreu, em Santa Izabel, dando adeus ao sonho de retornar para a Elite do Futebol Paraense.

 

FONTES: Wikipédia – Blog Rodada Paralela – Rsssf Brasil – Súmulas da Federação Paraense de Futebol (PA)

 

O Paraense Sport Club é uma agremiação da cidade de Marituba, que conta com uma população de 127.858 habitantes (segundo o Censo do IBGE/2017) fica apenas 11 km da capital (Belém) do Pará.

O Tricolor Maritubense foi Fundado no Domingo, do dia 25 de Novembro de  2012. A sua Sede administrativa está situado na Rua da Pirelli, Conj. Beija Flor – Qd. 29, nº 16, no Bairro Nova Marituba, em Marituba.

Uma curiosidade é que o presidente executivo do Paraense Sport Club é Carlos Lisboa, que é pai do jogador Yago Pikachu, que atualmente defende o Vasco da Gama desde 2016.

Após de conseguir o patrocínio da Prefeitura de Marituba, por meio do prefeito Mário Filho (PSD), Carlos Lisboa oficializou a profissionalização do clube no dia 1º de Setembro de 2017. As cores azul, branca e vermelha é uma homenagem em dose dupla, uma vez que são as mesmas das bandeiras de Marituba e também do Estado do Para.

Além de Carlos Lisboa como presidente executivo, a diretoria é constituída por:

Presidente - Marco Antonio Garrido;

Vice-presidente - Marcus Vinicius Garrido;

Diretoria Executiva – Carlos Augusto Lisboa da Silva e Ney Santos.

O Vice-presidente da FPF Mauricio Bororó , Chefe de gabinete da Presidência FPF Raimundo Feliz e o Diretor de Registro da FPF Juarez Scotta entregaram a Portaria de profissionalização de clube ao Presidente do Paraense Sport Club.

O clube debutou no Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 2017. A cidade já conta com outro participante na competição: Sociedade Desportiva Paraense.

Contudo, a campanha não foi boa. O Paraense estava no Chave A3, juntamente com Tapajós Futebol Clube, Clube Atlético Vila Rica, Santa Rosa Esporte Clube, Gavião Kyikateje Futebol Clube. O clube terminou na 5ª e última colocação com quatro jogos e apenas um ponto (um empate e três derrotas; com um gol pró e 14 contra). E acabou ficando de fora da seqüência da Segundona.

 Time: Paulo Victor; Índio, Gil, Baiano e Jairinho; Myke, Poe, Franck e Juninho; Léo Oliveira e Bruno Lopes (Cap.). Reservas: Paulo Eduardo, Alexandre Magno, Tico, Patrick, Thiago, Negrete e Yuri. Técnico: Doriney Pereira.

FONTES: Wikipédia – Futebol do Norte – Súmulas da Federação Paraense de Futebol (PA)

 

FONTE: Folha do Povo (MA)  

 

FONTE: Acervo de Gabriel Santos

 

O Codó Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Codó, que fica a 290 km da capital (São Luís) do estado do Maranhão. O Tricolor Codoense (nas cores azul, branco e vermelho) foi Fundado na segunda-feira, do dia 1º de Maio de 1995. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Renné de Matos Bayma, com Capacidade para 12 mil pessoas, situado na cidade de Codó.

Na esfera profissional, o Codó Futebol Clube disputou apenas uma edição do Campeonato Maranhense da Primeira Divisão de 1996, organizado pela Federação Maranhense de Futebol (FMF). A competição contou com a participação de nove clubes.

Na primeira fase, onde as equipes se enfrentaram em turno e returno, o Codó fez ótima campanha, terminando na 4ª colocação, com 27 pontos (foram 16 jogos: oito vitórias, três empates e cinco derrotas, com 29 gols pró, 16 contra e um saldo positivo de 13).

Na segunda fase, os oito melhores foram divididos em dois grupos de quatro equipes, o Codó voltou a surpreender e terminou na liderança da sua chave: 10 pontos em seis jogos; três vitórias, um empate e suas derrotas; marcando oito gols, sofrendo quatro e um saldo de quatro.

Com isso, o clube avançou para o Quadrangular Final. Nessa fase, o Codó não foi bem e terminou em 4º lugar (cinco pontos, em seis jogos: uma vitória, dois empates e três derrotas; marcando cinco gols, sofreu nove e um saldo negativo de quatro). O campeão foi o Caxiense (10 pontos); o Sampaio Corrêa ficou com o Vice (nove pontos e três vitórias); enquanto o Moto Club foi o 3º colocado (nove pontos e duas vitórias).

Na sua primeira participação na Elite do Futebol Maranhense, o Codó Futebol Clube terminou na 4ª posição, na classificação geral: 42 pontos (foram 28 jogos: 12 vitórias, seis empates e 10 derrotas, com 42 gols pró, 29 contra e um saldo positivo de 13).

Apesar de ótima campanha, o Codó Futebol Clube se retirou das competições profissionais para não mais retornar. Apesar de uma só edição, o clube deixou saudades do povo codoense.

 

FOTO: Futebol Maranhense Antigo

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia 

 

 

Associação Atlética Coruripe é uma agremiação da cidade de Coruripe, no litoral Sul do Estado de Alagoas. O “Hulk Praiano” foi Fundado no sábado, do dia 1º de Março de 2003. As suas cores: verdeamarelo e branco. A sua Sede fica localizado na Rua Floriano Peixoto, nº 160 A, no Centro da cidade. O Coruripe manda os seus jogos no Estádio Municipal Gerson Amaral, com Capacidade para 6 mil pessoas.

Como tudo começou

Em 2002, a cidade de Coruripe foi convidada para disputar o campeonato de futebol da AMA (Associação dos Municípios de Alagoas). O convite foi aceito, e logo depois foi montada a Seleção Coruripense, que entrou no torneio sem grandes pretensões mas aos poucos conseguiu avançar e ao final saiu com o merecido título.

No ano seguinte, em 2003, a Seleção Coruripense voltou ao campeonato da AMA, voltou a fazer uma boa campanha e ficou com 3º lugar. Ainda em 2003, um homem de Teotônio Vilela, cidade vizinha, resolveu pedir o campo da Seleção Coruripense emprestado para que seu time, o Teotônio disputa-se o Campeonato Alagoano da 2ª divisão profissional. O responsável, Roswellington Tavares “O Pato” relatou para o então secretário de esportes da época, Maykon Beltrão.

Fundação

Maykon Beltrão vendo a possibilidade de uma equipe profissional na cidade, se juntou com o pai, Sr. João Beltrão e os mesmos tiveram a iniciativa de também colocar uma equipe para a disputar a segunda divisão.

Um dos fatos que mais pesou na decisão dos gestores, foi o grande número de espectadores que acompanhavam as partidas do time amador. Com um time profissional, a cidade ganharia mais visibilidade no estado, além servir como uma forma de lazer para a população.

Com apoio e dicas do clube/empresa Corinthians-AL, que ajudou a inexperiente diretoria a aprender um pouco sobre o mundo do futebol. O Coruripecomeçou a se planejar e montou um time forte, já visando o acesso a elite do futebol alagoano.

Estreia oficial

No dia 15 de junho de 2003 a Associação Atlética Coruripe entrou em campo pela primeira vez para disputar uma partida oficial. A partida aconteceu diante do Bandeirante, pela primeira rodada do grupo A da Segundona 2003. Em campo o Coruripe venceu por 2 a 0, com dois gols marcados pelo jogador Araújo (Vovô), aos 21 e 39 minutos do segundo tempo, cravando assim seu nome na história do verdão.

Principais fatos históricos

2003 - É campeão do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão e promovido à primeira divisão

2004 - Surpreende a todos e é finalista do Campeonato Alagoano, mas perde o título para o Corinthians Alagoano. Disputa pela primeira vez o Campeonato Brasileiro – Série C e a Copa do Brasil.

2005 - É novamente finalista do Campeonato Alagoano e perde para o ASA na final

2006 - Derrota o CSA na final e conquista o título inédito do Campeonato Alagoano

2007 - Derrota o ASA na final e conquista o bicampeonato estadual. Nesse mesmo ano faz sua melhor campanha na Série C, tendo terminado em 3° colocado em seu grupo.

2011 - Faz boa campanha no Campeonato Alagoano e chega à final, mas perde o título para o ASA.

2012 - É rebaixado para a Segunda Divisão após uma péssima campanha no Campeonato Alagoano.

2013 - É vice-campeão do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão e promovido à primeira divisão.

2014 - Surpreende a todos e conquista o título estadual sobre o CRB, até então bicampeão no estado (2012 e 2013). No mesmo ano disputou o Campeonato Brasileiro – Série D.

2015 - Vence o CSA nos dois jogos da semifinal do Estadual e elimina o time azulino do restante da temporada. Volta a enfrentar o CRB na final, só que desta vez é derrotado por 2×0 no Estádio Rei Pelé e perde o título. Na Copa do Brasil chega à segunda fase, mas é eliminado pelo Cuiabá. Na Série D foi eliminado nas oitavas de final pelo São Caetano.

2016 - É semifinalista do Campeonato Alagoano, mas é eliminado pelo CRB e perde a disputa do terceiro lugar para o Murici, ficando sem a vaga para a Série D.

2017 - No Campeonato Alagoano da 1ª Divisão, o Coruripe não fez uma boa campanha. Dentre as dez equipes participantes, o clube terminou na 8ª colocação, escapando por pouco do rebaixamento. O Sete de Setembro (9º lugar) e Miguelense (10 e último colocado) foram as equipes que desceram para a Segundona Alagoana, em 2018.

HINO – Associação Atlética Coruripe

“Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

Na segundona em 2003, o Coruripe foi a grande sensação.

pois jogando o fino da bola, foi fazendo escola,

vai ser

nosso campeão…

 (refrão) Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

 Com bira e beltrão no comando, e o açúcar

Coruripe no coração,

a seleção alvi verde vai ganhar o passaporte pra primeira divisão.

Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

 (refrão) Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor”.

 

 LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=MJn6tbE0vIU 

 

FONTES: Wikipédia – YouTube – Página do clube no Facebook – Federação Alagoana de Futebol (FAF)

 

A Associação Atlética Boituvense é uma agremiação da cidade de Boituva (SP). A sua Sede e o campo ficam localizados na Rua Moacir Ferreira, nº 81, na Vila Ferriello, em Boituva. Fundado no sábado, do dia 13 de Março de 1948, precisamente às 21 horas na residência do Sr. Luiz Grando, à Rua Cel. Eugênio Motta, nº 255.

A reunião foi presidida com inícios dos trabalhos pelo esportista Sr. Rogério Gomes que expôs aos presentes a finalidade da reunião e apresentou, para serem votados como diretores, os nomes constantes de uma relação. Foram votados por aclamação, sendo eleita então a 1ª Diretoria da Associação Atlética Boituvense:

Presidente: Leônidas Manoel da Silva;

Vice Presidente: Augusto Luiz Menin;

Tesoureiros: José Amadio, Domingos Barreto e Mário Moschioni;

1º Secretário: João Batista de Arruda;

2º Secretário: Dino Bruno Labronici;

Diretor Esportivo: Hibrahim Atalla;

Treinador: Luiz Grando;

Fiscal Geral: Antonio Vial;

Membros: Silverio Figueiredo, José Elizeu Ferriello, João Moschioni, Domingos Grosso, Armando Gianotti Ferriello, Eduardo Candiotto, Antonio Lopes, Mário de Paula Dias e Francisco Gomes dos Santos.

Diretor de Publicidade: Rogério Gomes;

Orador Oficial: Dr.Benedito Rolemberg de Oliveira.

 

Branco e Grená

Nesta reunião dentre vários assuntos determinou-se a elaboração de seu estatuto social e aprovada as cores oficiais da agremiação como branco e grená e fixando a sigla de A.A.B.

Assim iniciava a caminhada da agremiação como a primeira representante oficial da cidade e segundo se comenta que temiam que viesse a extinguir dado as dificuldades e obstáculos que teriam que ser enfrentadas.

 

A união faz a força

De 1948 até 1958 foram 10 anos que ser adepto, torcedor e associado era quase que uma devoção em uma cidade com menos de 5 mil habitantes e a agremiação se mantinha graças aos associados e torcedores que sempre financeiramente prestaram suas colaborações.

Ainda mais, naquela época ser Presidente da A.A.B. era tido como um grande cargo no Município. Por isso ao longo dos tempos as eleições para Presidente eram sempre concorridas e fosse quem se elegesse podia contar com o apoio e a colaboração de todos, portanto, a vontade de todos sempre esteve voltada para o sucesso da agremiação.

Talvez por isso a A.A.B. pode manter suas atividades ao longo dos anos aqui mencionado, muito diferente dos tempos atuais, que não conta com associados e colaboradores e que vive hoje graças ao empenho e esforço de alguns abnegados esportistas que lutam pela sua sobrevivência.

De 1948 e até meados de 1959 a A.A.B. utilizou-se da praça de esporte localizada na Avenida Pereira Ignácio, de propriedade da Indústria Votorantim, hoje atualmente de propriedade da Empresa Brooklin, ainda hoje existente, por quase 11 anos, sempre lembrando que em Boituva era a única equipe existente e que neste local fazia seus treinamentos, disputando as partidas em jogos amistosos e em campeonatos regionais.

Em 1º de maio de 1959, já com um visível crescimento da Indústria Votorantim na cidade, formou-se o Esporte Clube Votoran, com o apoio dos Diretores, funcionários e operários da empresa e alguns esportistas da cidade e que não faziam parte da empresa.

Foi então que aconteceu o fato mais dramático na historia da A.A.B. qual seja a sua desocupação e proibição definitiva do uso do campo de futebol por determinação dos dirigentes da empresa.

Fato marcante que a primeira vista temeu-se pela extinção da A.A.B., mas que de imediato jogadores, diretores daquela época não mediram esforços e formaram fileiras em favor da agremiação, vindo a utilizar o campo de futebol, denominado de “cascavel” de propriedades de Ricieri Primo, onde hoje é o Residencial Primo, campo este de chão batido “peladão” como se diz na gíria e que existia desde 1951 aproximadamente.
Este campo foi ajeitado e um pouco adaptado para que a A.A.B. dele se utilizasse para seus treinos e alguns jogos, mas todos amistosos, pois que não comportava para disputa de jogos em campeonatos amadores.

Mas esse acontecimento repercutiu enormemente na cidade e a coisa não parou por aí. Não levou nem 6 meses e se envolveram para solucionar o problema políticos da cidade e esportistas. Embora a política naquela época já era dividida entre oposição e situação e agravou-se mais com o surgimento do E.C.Votoran.

Contudo, A.A. Boituvense era uma agremiação tão tradicional na cidade que políticos pró e contra eram torcedores da agremiação e então surgiu ao final do mandato do então Prefeito Municipal Sr. Rafael Caetano da Silva a decisão em iniciar a formação do campo onde hoje é o Estádio Luiz Grando e naquela época tratava-se de uma área da Municipalidade praticamente fora da região central da cidade, sendo hoje atualmente zona central da cidade dado o crescimento da cidade, que talvez muitos não imaginassem tal acontecido.

Ainda em 1960 agora com novo Prefeito Municipal Sr. João Rosa da Silva (Saraiva) deu continuidade a formação do campo e que praticamente ao final de 1960 já se encontrava com o campo gramado. A partir daí então a A.A.B. foi dando continuidade as construções do seu estádio contando sempre com a colaboração dos seus associados e do comércio em geral.

Foram quase 2 anos (meados 1959 e 1960) que a A.A.B. não disputou campeonatos regionais amador, mas esporadicamente se utilizava do campo “cascavel“ para disputa de jogos amistosos. Neste período já contava a A.A.B. com muitos jovens bons jogadores e estes tiveram que jogar fora da cidade, pois eram convidados por equipes amadoras da região, como Tatuí, Tiete, Cerquilho, Porto Feliz, cujas cidades possuíam ótimas equipes amadoras, pelo fato dos jogadores não estarem participando nos jogos de campeonatos amadores da região pela A.A.B.

Assim a agremiação passou por duas fazes distintas em sua história, e podemos dizer que a primeira fase de 1948 a 1959 ser a única equipe oficial amadora na cidade utilizando a campo da Avenida Pereira Ignácio da Indústria Votorantin, na época e como sua segunda fase a partir de 1960 até atualmente em seu próprio estádio de futebol.

Muito se questiona e se comenta sobre a propriedade que hoje é a A.A. Boituvense sua legítima proprietária. Sim foram vários atos do poder público municipal na concessão deste imóvel a favor da agremiação que culminou com a doação através da escritura pública lavrada em 07/04/1963 no 1º Tabelionato de Notas da Comarca de Porto Feliz registrada Cartório Imóveis sob nº 15320- livro 3AD-folhas 13/14 em 20/03/1964.

Ao longo dos anos contou com 21 presidentes e entre eles aqueles que mais permaneceram na presidência foram: Norberto Vercellino por 10 anos; Leonidas Manoel da Silva por 8 anos; Luiz Grando por 6 anos; Aparecido Jesus Laureano 4 anos; Laurindo Modolo, Paulo Ademir Mazulquim, Armando Theodoro Ferriello e Paulino Aparecido Prestes todos 3 anos cada. Outros presidentes foram: José Edney Franco, Raymundo Franco, Antonio Franco Filho, João Camargo, José Assad Atalla Junior, Antonio Brasil Holtz, Benedito Olimpio Leite, José Jorge Rodrigues, Luis Carlos Antonietti, Amaro José Andrade, Washington Thame, Sergio Antonio Marcon e Mauro Sartorelli.
Na formação das equipes um fato curioso foi contar com jogadores de outras cidades principalmente de Sorocaba e São Paulo nos anos de 1950 até 1957, já que em 1948 e 1949 a agremiação não participou de campeonatos regionais amadores.

A agremiação não conseguia montar equipes que pudesse competir com as equipes da região, por isso acontecia a vinda de jogadores de fora.
Para manter a participação destes jogadores havia a colaboração financeira dos torcedores, associados e do próprio comércio da cidade, para pagamento destas despesas.
Isso teve um fim a partir de 1958 em diante quando a agremiação passou a contar só com jogadores da cidade, que foram sendo formados em anos anteriores, que para tanto naquela época os jogadores participavam de campeonatos internos, enquanto as equipes amadoras participavam dos campeonatos regionais.
Sobre equipes de futebol, a A.A.B. contou com fortes equipes em alguns anos que brilhantemente representou o futebol boituvense: 1953, 1957, 1963 e 1981. Talvez a equipe formada em 1963 foi a melhor que a agremiação pode formar chegando a conquistar tri-campeonato amador da região e disputas em campeonatos amador do Estado.

Enfim nestes 63 anos pode promover a realização de grandes jogos memoráveis que ficaram na história da agremiação, em competições com grandes equipes da região e do Estado inclusive contra equipes profissionais, principalmente as grandes disputas do famoso derby local contra seu rival o E.C.Votoran, que pelos fatos ocorridos Boituva passou a contar com duas fortes equipes amadoras temidas em toda a região.

Muitas coisas aconteceram que demandariam páginas e mais páginas a serem escritas, uma história com fatos alegres, tristes, mas as pessoas passaram e irão ainda passar, mas a Associação Atlética Boituvense nunca passará.

 

TEXTO: Edir Ferriello

FONTE: Página no Facebook “Memorial Boituva”


 

 

 

FONTE: Página do clube no Facebook (fotógrafo Valinhense Haroldo Pazinatto)

 

FONTE: Página do clube no Facebook (fotógrafo Valinhense Haroldo Pazinatto)

 

O Clube Atlético Coxim é uma agremiação do Município de Coxim (MS). Fundado na quinta-feira, do dia 10 de Janeiro de 2002, as cores escolhidas é o azul e vermelho, a mesma da cidade. A sua Sede, o CT e o Estádio estão localizada na Avenida Virgínia Ferreira, nº 1.450 / Fundos, no Centro de Coxim.

A equipe rubro-anil coxinense manda seus jogos no Estádio Municipal André Borges, o ‘Calderão do Borjão’, que tem capacidade para 3.500 pessoas. A maior lotação foi no dia 25 de junho de 2006, quando o Chapadão montou a sua própria arquibancada e o número ampliou para mais de 5 mil pessoas na final do campeonato.

Mascote

O mascote do CAC é o Jaú, e o clube é conhecido também como os Jaús Furiosos. O Jaú, um peixe forte e traiçoeiro, que exige muita paciência. Por ser conhecedor das correntezas locais, o Jaú exige muita paciência do pescador, que muitas vezes tem de trabalhar por mais de uma hora para que a linha não arrebente e o peixe escape levando a isca por água abaixo.

HISTÓRIA

Na realidade, o Clube Atlético Coxim foi criado no ano de 2001, porém no dia 10 de janeiro de 2002 foi oficializada a data de sua fundação. A equipe surgiu de fato quando uma seleção sub-23 disputou em 2001 o Campeonato Estadual da Série B, ficando em 2º lugar, onde a equipe do Águia Negra de Rio Brilhante ficou em 1º lugar.

Acesso a Elite do futebol Sul-Mato-grossense

As duas primeiras colocadas subiram para a Série A e houve a necessidade de se fundar um time com o nome da cidade e que fosse profissionalizado. O Sr. José Carlos, o engenheiro Zanin e outros membros da LEC (liga Esportiva Coxinense) convencidos de que era a hora de investir e aproveitar o bom momento da equipe fundaram oficialmente o Clube Atlético Coxim.

No ano de 2002, a equipe fez boa campanha e chegou na 12° colocação. Em 2003, chegou as quartas de final com cinco vitórias em 10 jogos, acabou parando em 5° lugar e começou a ser um dos mais temidos do estado.

Queda e o retorno a Primeirona

O Coxim permaneceu até 2004 quando fez sete pontos em 18 jogos, parando na penúltima colocação em 9° lugar e sendo rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Sul-Mato-Grossense. Numa recuperação, o time voltou a elite outra vez chegando na segunda colocação na Série B, em 2005.

Em 2006, com os belos jogadores Chaveirinho e Tainha, o clube sagrou-se campeão estadual em uma bela campanha de 41 pontos em 22 jogos, com duas goleadas por 9 a 0 sobre o Maracaju e o Pantanal no Calderão do Borjão, e na final levando o título sobre o Chapadão por dois resultados de 0 a 0.

Coxim debutou na Copa do Brasil

Com essa conquista, o clube obteve o direto de disputar a Copa do Brasil de 2007. O time pegou de cara o Atlético Paranaense e em uma partida no estádio Morenão, na cidade de Campo Grande, foi derrotado pelo placar de 5 a 3, sendo eliminado logo na primeira fase da competição.

No estadual do mesmo ano, era o grande favorito da competição, mas a equipe acabou sendo punida pelo TJD de Mato Grosso do Sul, pois escalou um jogador de forma irregular e teve seis pontos a menos na segunda fase, acabando ficando de fora da fase final parando em 5° lugar.

Em 2008, teve uma crise geral pelo ocorrido no interior, e conseguiu apenas cinco pontos em 12 jogos, mas graças a desistência dos times campeões da série B o clube continuou na elite do futebol sul-mato-grossense. Em 2009, a equipe terminou na 12° colocação.

Crise obrigou o clube a se ausentar em 2010

No início de 2010 iria participar do estadual da série A, mas por falta de patrocínio, ficou de fora da competição e cedeu espaço para o Guaicurus. Em 2011, o time estava cotado para participar da Série B do Campeonato Sul-Mato-Grossense, mas recusou outra vez.

O Clube Atlético Coxim só retornou em 2014, onde disputou o Campeonato Sul-Mato-grossense da Segunda Divisão. A competição contou com sete equipes, divididas em dois grupos de três e quatro times. Os dois primeiros avançariam para a fase semifinal. Porém, o Coxim, terminou na 3ª colocação no Grupo A (que contou com quatro agremiações), e acabou de fora.

Em 2015, o clube se ausentou, mas na temporada seguinte (2016) retornou a Segundona. Com apenas quatro clubes, e duas vagas de acesso, e mesmo assim o Coxim não conseguiu. Terminou na 3ª posição. Neste ano (2017), o clube mais uma vez optou em se ausentar, prometendo retornar em 2018.

 

FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

Outro aspecto interessante é a reportagem do Jornal Lavoura e Commercio abordando a inauguração da iluminação do Estádio Antonio Dal Secchi (nome do presidente do clube naquela época), de propriedade do Independente Atlético Clube, localizado no Bairro Estados Unidos, em Uberaba (MG), no sábado do dia 30 de Março de 1946. O adversário escolhido foi o Palmeiras de Franca (SP) e o horário definido: 20 horas. Até aquele momento, mais de mil ingressos já tinham sido vendidos, pelo valor de 16 cruzeiros cada bilhete!

FONTE: Lavoura e Commercio 

 

Engenho de Dentro Football Club (atual Engenho de Dentro Atlético Clube) foi uma agremiação cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundada em 03 de Novembro de 1912, por Antônio Serrano Paes Filho. Assim foi descrito a notícia para a posse da diretoria: “Tenho a súbida honra em comunica-vos, que em assembléia geral ordinária, foi eleita a seguinte directoria para dirigir os destinos do club durante anno corrente.

Achilles Pederneiras de Lima (Presidente),

 L. C. Paes Leme (Vice-Presidente),

Benedicto J. Fernandes (1° Secretário),

João Ribas C. Pereira (2° Secretário),

Ângelo Vargas (1° Thesoureiro),

Reynaldo de Oliveira (2° Thesoureiro)

Athayde A. Coelho (Director Sportivo).

 Nesta mesma reunião foi escolhido para nosso órgão official o Jornal do Brasil.  Discutidos e approvados os novos Estatutos, bem como, por proposta de nosso associado e actual Presidente modificada a denominação de Engenho de Dentro FC para Engenho de Dentro AC. Sem mais assumpto e antecipadamente agradecido sou com toda estima e consideração de V. criado e obrigado Benedicto J. Fernandes, 1° secretário“.

A sua primeira Sede ficava localizado na Rua Adélia, nº 57; enquanto o Campo era na Rua Eugenia, s/n, ambos no Bairro de Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio.

 

FONTES: Jornal do Brasil - Jornal A Noite – Jornal dos Sports – O Imparcial – Gazeta de Notícias – Jornal A Manhã – Diário de Notícias - A Época

 

 

 


 

UBERABA S.C.

1

X

3

LIBERTAD (PARAGUAI)

LOCAL Estádio Boulanger Pucci, “das Mercês”, no Bairro das Mercês, em Uberaba (MG)
CARÁTER Amistoso Internacional de 1946
DATA Domingo, no dia 27 de Janeiro de 1946
RENDA Cerca de 20 mil cruzeiros
HORÁRIO 16 horas e 30 minutos
ÁRBITRO Eduardo Cravo (Paraguai)
UBERABA Veríssimo; Botelho e Nenzinho; Mexicano, Ferreira (Tião) e Carnaval; Anizio, Adão (Netinho e depois Ditinho), Cabelo, Otacílio e Barros.
LIBERTAD Vargas; Gonzales e Bazan; Cavilan, Meario e Fernandez; Diaz, Arévalos, Sosa e Roa.
GOLS Sosa aos 15 minutos (Libertad); Cabelo (Uberaba); no 1º Tempo. Arévalos (Libertad); Sosa (Libertad).
PRELIMINAR (Início às 14hs) Uberaba S.C. (Aspirantes)   3   x   1  Independente A.C. (Aspirantes)

PRÉ-JOGO

PÓS-JOGO

Estádio Boulanger Pucci, “das Mercês”, no Bairro das Mercês

 

FONTE: Jornal Lavoura e Comércio 

 

No último dia 10 de novembro, a direção do Uberaba Sport Club apresentou a camisa Retrô rara,que já está sendo comercializada. Inspirada no uniforme utilizado no dia 13 de agosto de 1922, no jogo contra a Associação Atlética do Triângulo.

Segundo, a matéria postada pelo clube, essa partida foi considerada por muitos anos, a maior conquista do Uberaba S.C. Para mais informações entre na página do clube no Facebook: Uberaba Sport Club.

 

FONTE: Página do clube no Facebook 

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