O Ypiranga Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 22 de Julho de 1915, com o nome de Smart Athletic Club, nas cores vermelha e branca, sediado no Bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Os Fundadores: Alberto Garcia, Arthur Cardoso, Clóvis Ribeiro, Edgard Corrêa Gama, João Gomes, Joaquim Lyra, Júlio Guanabara, Mário Pinto Fonseca e Sandoval Silva.

1917: fusão com a Black & White dá origem ao Ypiranga

Após 23 meses, o Smart Athletic Club se fundiu com o Black & White Football Club, da Tijuca, na terça-feira em 19 de Junho de 1917, dando origem ao Ypiranga Football Club. A sua Sede ficava localizada no Bairro da Praça da Bandeira. As cores também foram alteradas para o preto e branco.

A directoria do Smart Athletic Club, filiado a Metropolitana fez entrar na secretária dessa instituição um officio communicando a mesma ter mudado seu nome para Ypiranga Football Club, conforme deliberaram seus associados na última assembléia levada a effeito.

A Primeira Directoria com o nome de Ypiranga Football Club foi composta da seguinte forma:

Presidente - Amâncio Ribeiro de Souza;

1° Vice-Presidente - Antônio de Guimarães Moraes;

2° Vice-Presidente – Fernando Veiga Pinto;

Procurador - Joaquim Alves;

Captain Geral - Antônio Dias da Silva;

Vice-Captain - Adalberto Mello.

 

1918: Vice-campeão Carioca da Terceira Divisão

O Ypiranga participou do Campeonato Carioca da Terceira Divisão da 1918, no qual terminou como o vice-campeão. Aliás, das seis equipes que disputaram o certame somente o escudo do Ypiranga ainda não tinha sido encontrado. Os participantes foram:

Esperança Football Club (de Bangu);

Sport Club Everest (da Tijuca);

Hellênico Athletico Club (do Rio Comprido);

Metropolitano Athletico Club (do Méier);

Tijuca Football Club (da Tijuca);

Ypiranga Football Club (da Praça da Bandeira).

No ano seguinte (1919),  o Ypiranga, já sediado no Centro do Rio, disputou, novamente, a Terceirona, ficando na 3ª colocação no geral. Em 1920, voltou a disputar o Campeonato Carioca da Terceira Divisão, terminando em 5º lugar. Em 1921, mudou de Sede passando a se fixar no Bairro de Cascadura.

Em junho de 1926, mudou novamente a denominação, passando a se chamar: Dramático Athletico Club. Cores: preto e branco.

OUTROS YPIRANGA:

1. Ypiranga Football Club 29/06/1911 Rua Eugênia, Rio Comprido
2. Ypiranga Football Club Divulgado em 1912 Rua Vaz de Toledo, Eng. Novo
3. Sport Club Ypiranga 12/05/1912 Maracanã-Botafogo
4. Ypiranga Football Club 24/06/1914 ?
5. Ypiranga Athletic Club 18/09/1914 São Cristóvão
6. Ypiranga Football Club*********** 22/07/1915 Centro-Cascadura
7. Sport Club Ypiranga 25/07/1916 Vila Isabel
8. Ypiranga Suburbano Football Club 10/10/1917 Bento Ribeiro

 

FONTES: O Imparcial – O Paiz – A Época – Revista Vida Sportiva – Pedro Varanda

 

 

O Comércio Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Cuiabá (MT). O esquadrão Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 10 de Agosto de 1931, na capital do Mato Grosso.

A Diretoria que tomou posse em 1936, foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Manoel Soares de Campos;

Vice-Presidente - Dr. Henrique José Vieira Neto;

1º Secretário - Álvaro Duarte Monteiro;

2º Secretário - Alcides Leite Pereira;

1º Tesoureiro - Gastão Proença;

2º Tesoureiro - Pioravanti Barbieri;

Orador Oficial - Vasco R. Palma;

Diretores Esportivos - Otávio Leite Pereira, Aclyne Cavalcanti de Mattos e Danglars Canavarros.

Meses depois, o Estádio do Comércio foi construído graças ao empenho do presidente, o farmacêutico Manoel Soares de Campos, nascido no Estado do Rio de Janeiro. Inaugurado na segunda-feira, do dia 07 de Setembro de 1936, surgia o 1º estádio de Cuiabá, situado na Praça de Esportes do Liceu Cuiabano.

O clube foi o 1º Campeão do Campeonato Cuiabano de 1936. Além desse ano, o Comércio esteve presente nas edições de 1937 e 1938. Voltando ao título de 1936, a campanha do Comercio foi a seguinte:

Domingo, dia 04 de Outubro

Comércio

2

X

0

Paulistano

Domingo, dia 25 de Outubro

Comércio

1

X

1

Americano

Domingo, dia 15 de Novembro

Comércio

2

X

0

Tipográfica

Domingo, dia 06 de Dezembro

Comércio

3

X

1

Destemido

Sexta-feira, dia 25 de Dezembro

Comércio

2

X

1

Mixto

Domingo, dia 03/Janeiro/ 1937

Comércio

1

X

1

Dom Bosco

FONTES:  Livro “Reminiscência do Futebol Cuiabano” – O Estado de Mato Grosso

 

 

O Campinas Futebol Clube, da cidade de Campinas-SP, foi fundado na data de 7 de setembro de 1928.

Sua sede ficava na famosa Vila Industrial, daí ser conhecido como “Tricolor Vilense”.  Também era conhecido por “Moleque Apeano”.

Os fundadores do Campinas Futebol Clube foram Guido Bonturi, Adolpho Bonturi, Dino Bonturi, Antônio Bento Gonçalves, José Tavil, Firmino Gomes, Afonso Guarulhos, Álvaro Urbano, Antônio Ferreira e o esportista Elegância.

Seu primeiro presidente foi o senhor Francisco Muniz Pacheco.

O “Tricolor Vilense” fazia contra o Guarani FC o famoso derby campineiro. Guarani FC x AA Ponte Preta era o clássico máximo.

Dentre suas principais conquistas, destacamos: Campeão da Terceira Região da APEA em 1931, Campeão da Série Campineira de 1934 e Campeão do Torneio Início da Liga Campineira de Futebol em 1935 e 1937.

O Campinas Futebol Clube encerrou suas atividades na década de setenta.

Fontes: A Gazeta (dos anos de 1931 e 1932) e o historiador Celso Franco.

 

 

PS.: O Torneio Início foi realizado, no domingo,  no dia 07 de Março de 1982

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

Rondoniense Social Clube é uma agremiação da cidade de Porto Velho (RO). A sua Sede fica na Estrada dos Periquitos, nº 3.698, no Bairro de Ulisses Guimarães, em Porto VelhoA partir de 2016 o Rondoniense debutou no Campeonato Rondoniense da 1ª Divisão e de cara se sagrou campeão.  Esse ano 2017, o clube terminou na 5ª colocação no geral.

HISTÓRIA

Rondoniense Social Clube nasceu no ano de 2007, por meio de um importante projeto social criado pelo seu fundador Antônio Tadeu de Oliveira, com o objetivo de usar o esporte para a promoção da inclusão e da integração social de crianças e adolescentes.

Contudo, no Estatuto do clube, consta que a data de Fundação é: dia 1º de Março de 2010O sítio, que antes servia de lazer para a sua família, se transformou em um Centro de Treinamentos composto por três campos oficiais e outras beneméritos. O projeto, que antes servia para a promoção da inclusão e do bem estar social, se modernizou e ultrapassou o viés único e exclusivamente social e passou a contar com uma metodologia de iniciação esportiva e formação de atletas.

Nestes 8 anos de atividades, mais de 2 mil crianças e adolescentes tiveram suas vidas de alguma maneira transformada pelo esporte. Mais de 40 jovens atletas tiveram a oportunidade de fazerem testes em grandes clubes de sete Estados brasileiros, com destaque para o atleta Gabriel Vasconcelos que, aos 12 anos passou pelo projeto do Rondoniense e hoje veste a camisa do Corinthians e da Seleção Brasileira de base.

Nos últimos quatro anos o Rondoniense Social Clube iniciou um importante processo de crescimento. O clube filiou-se a Federação de Futebol do Estado de Rondônia e passou a disputar os principais torneios e campeonatos de Categorias de Base. Com planejamento e dedicação, muitos títulos vieram e hoje o Rondoniense Social Clube é o maior campeão de Divisões de Base de Porto Velho.

ESTRUTURA & SÍMBOLOS

Rondoniense é o único clube de Porto Velho a possuir um Centro de Treinamentos. Trata-se de uma área de 47,5mil metros quadrados tendo a disposição 3 campos de futebol. Nos próximos 4 anos, serão investidos mais de R$ 2 milhões para a modernização do Centro de Treinamentos. Já a sua logomarca leva as cores do Estado de Rondônia e o peixe Tucunaré, um dos símbolos da Amazônia e mascote do Rondoniense.

  

FONTES: Esporte RO – Site do clube (http://www.rondoniensesc.com.br/

 

O Riachuelo Atlético Clube, o RAC, foi uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). A sua Sede ficava localizada na Rua Dom Joaquim (esquina com a Rua Tenente Benévolo), s/n, no Centro da cidade.

O RAC foi Fundado na quinta-feira, do dia 11 de Novembro de 1915, pelo jovem Alcides, então com apenas 16 anos. Na quarta-feira, do dia 14 de Abril de 1937, o clube foi reorganizado. Nesse período, uma curiosidade: como a sede do clube ficava próximo ao Seminário da Prainha, acabou ganhando a alcunha de o “Alvinegro do Seminário“. A última Sede ficava situada na Rua Padre Justino, nº 55, na Praia de Iracema, em Fortaleza.

Em pé (esquerda para a direita): Armando, Edilson, José, Gil, Valdemir, Pinheiro e Luizinho;

Agachados (esquerda para a direita): Cesinha, Totonho, Chico, Leonel, Iratan e Geraldo Cavalcanti.

 

O RAC participou de diversas edições do Campeonato Cearense da Segunda Divisão, de 1966, que na realidade equivalia a Terceira Divisão. Neste ano se sagrou campeão!

Na Segundona, foram três participações: 1967 (5º colocado),  1968 (2ª posição), 1969 (3º colocado).

Campeão da Terceirona de 1966

O Riachuelo foi campeão do Campeonato Cearense da Segunda Divisão, organizado pela Federação Cearense de Futebol (FCF); de 1966. Na final, bateu o Tiradentes. O clube acabou não aceitando o acesso para a Elite do Futebol Cearense, porque o “homem forte” do RAC, Silvio Carlos não tinha condições financeiras para arcar com todas as despesas necessárias para disputar o certame.

Campeão da Copa Arizona de 1977

Outra conquista do “Alvinegro do Seminário” aconteceu 11 anos depois. Na Copa Arizona de 1977 (competição esta promovida pela Souza Cruz, então maior produtora de cigarros do Brasil), onde se sagrou campeão.

Na decisão nacional, acabou perdendo para o Botafogo, do Bairro da Penha, na capital paulista (SP). Essa eliminação foi muito contestada pelos jogadores do Riachuelo, que reclamaram de uma atuação do trio de arbitragem “caseira“.

O RAC revelou grandes craques como por exemplo, Lucinho, Cacá, Leonel, Totonho, Túlio entre outros. O clube aproveitava muitos jogadores vindos do Futebol de Salão.  Em 1979, fez a Final contra o Floresta pela Copa Arizona, conquistando o título.

 

 

AGRADECIMENTO ESPECIAL: Ao amigo e ex-jogador Luizinho, obrigado pela colaboração, tanto com as fotos quanto informações! 

 

FONTES: Futebol na Veia – Acervo de Luizinho (ex-jogador do Fortaleza e do Riachuelo) – Jornal O Povo 

 

 

O Rolim de Moura Esporte Clube é uma agremiação do Município Rolim de Moura (RO). Com uma população de 62.017 habitantes (segundo o Censo do IBGE/2016), Rolim de Moura fica a 402 km da capital (Porto Velho). O ‘Tigre da Zona da Mata’ foi Fundado na sexta-feira, do dia 04 de Outubro de 2002. A sua Sede fica localizada na Avenida Macapá, nº 5.808 / Sala B, no Bairro de São Cristóvão, em Rolim de Moura. O clube manda os seus jogos no Estádio Ângelo Cassol, com Capacidade para 10 mil pessoas.

2007: fatura o vice-campeonato da Segundona e garante o acesso

O Rolim de Moura estreou no Campeonato Rondoniense da Segunda Divisão, em 2005, terminando na 4ª colocação (foram oito jogos, com 11 pontos: três vitórias, dois empates e três derrotas; 19 gols pró, 14 gols contra, saldo de cinco), num total de cinco equipes.

Em 2006, o ‘Tigre da Zona da Mata’ terminou a Segundona na 3ª posição (foram 10 jogos, com 15 pontos: quatro vitórias, três empates e três derrotas; 21 gols pró, 22 gols contra, saldo negativo de um).

Enfim, o Rolim de Moura Esporte Clube conquistou o acesso ao faturar o vice-campeonato da Segunda Divisão de Rondônia, em 2007. O campeão foi o Ariquemes com 16 pontos; o Rolim de Moura foi o 2º com 11; o Moto Clube terminou na 3ª posição com sete; e o Cruzeiro, sem nenhum ponto, acabou na lanterna. 

Rolim debuta na Elite Rondoniense de 2008

Na sua estreia na Elite do futebol Rondoniense, em 2008, o Rolim de Moura Esporte Clube fez uma boa campanha, fechando a tabela de classificação em 4º lugar (foram 16 jogos, com 22 pontos: seis vitórias, quatro empates e seis derrotas; 18 gols pró, 22 gols contra, saldo negativo de quatro).

Em 2009, outra boa campanha no Campeonato Rondoniense da 1ª Divisão, quando chegou na fase semifinal. No jogo de ida (10 de maio), empatou em 2 a 2, em casa, com o VEC (Vilhena Esporte Clube), de Vilhena. Na partida de volta, acabou derrotado por 1 a 0 (17 de maio), fechando na 4ª colocação no geral.

 

2010: Rolim de Moura é terceiro lugar na Primeirona

Em 2010, o ‘Tigre da Zona da Mata’ fez a sua melhor campanha, ficando com o Vice-campeonato Estadual. Após o final dos dois turnos, o clube terminou na 1ª posição, um ponto a mais do VEC (foram 14 jogos, com 33 pontos: 10 vitórias, três empates e uma derrota; 40 gols pró, 10 gols contra, saldo de 30).

Nas semifinais, arrancou um empate em 1 a 1 (16 de maio), com o Ariquemes, fora de casa. Na volta, o Rolim de Moura voltou a empatar (2 a 2), e a definição do finalista aconteceu na disputa de penalidades. No final, melhor para o Ariquemes que venceu por 4 a 3.   

Em 2011, após três temporadas com boas campanhas, dessa vez o Rolim não foi bem. Acabou ficando na 5ª posição. Em 2012, nova campanha ruim, ao terminar em 7º lugar com oito pontos, só  a frente do lanterna União Cocalense com três.

Em 2013, o Rolim de Moura não foi bem, terminando na 5ª posição com 15 pontos. Em 2014, o clube teve um ligeira melhora, fechando a tabela de classificação em 4º lugar com 15 pontos.

Após se licenciar por duas temporadas, o Rolim de Moura Esporte Clube retornou no Campeonato Rondoniense da 1ª Divisão, de 2016. Contudo, a campanha foi pífia, terminando na última colocação, num total de oito clubes, com seis pontos em 14 jogos. Em 2017, o clube resolveu se licenciar novamente prometendo retornar em 2018.

FONTES & FOTOS: Rsssf Brasil – Nolancenet.com – Globoesporte.com – Página do clube no Blog e Facebook – Wikipédia 

 

O Clube Atlético Abunã foi uma agremiação da cidade de Porto Velo (RO). Fundado no domingo, do dia 07 de Julho de 1957. A sua Sede ficava localizado em Abunã, um Distrito de Porto Velho.

O 1º Presidente foi Vasco Pinto. Posteriormente teve como sucessores na presidência: Percy Holder, Carlos Ribeiro, Joary Mustafá, Moisés Bennesby e Rivaldo Moreira. Noutra época mais recente, o Ronildo Moreira veio ser Presidente.

FONTES: Alto Madeira (RO) – Aldenir Courinos Lima

 

O time dos Regimento de Fuzileiros Navais realizou diversos amistosos contra clubes profissionais nos anos 30 e 60, no Rio de Janeiro (RJ). E, com vitórias impactantes. Por exemplo, goleou, em amistoso, o Mavílis por 9 a 3, em 07 de Maio de 1961.

Talvez para os mais jovens seja uma surpresa, mas os Fuzileiros Navais participaram de algumas competições na esfera profissional.

Um bom exemplo, aconteceu no Torneio Aberto da Liga Carioca de Football de 1935, que contou com a participação de 23 clubes. E o time não fez feio. Em jogo único e eliminatório, na estreia bateu o Bonsucesso por 4 a 3, na domingo, do dia 31 de Março de 1935, no Estádio da Rua Campos Sales, na Tijuca.

Na segunda fase, foi à vez do Engenho de Dentro cair, pelo placar de 3 a 2, no domingo, no dia 14 de Abril de 1935, no Estádio da Rua Campos Sales, na Tijuca.

Na terceira fase, fez mais uma vítima: 2 a 1 no Iguaçu, de Nova Iguaçu, no domingo, no dia 05 de Maio de 1935, no Estádio das Laranjeiras, no bairro homônimo, na Zona Sul do Rio.

Na quarta fase, o adversário era de peso: Fluminense Football Club. Parecia que seria uma derrota inevitável. Porém, o Regimento de Fuzileiros Navais fez uma partida impecável e derrotou o Tricolor das Laranjeiras pelo placar de 3 a 1, no domingo, no dia 09 de Junho de 1935, no Estádio da Rua Campos Sales, na Tijuca.

Com o resultado o time avançou o quadrangular final, enquanto o Fluminense precisou jogar a repescagem, onde obteve a classificação. Os adversários eram de peso: América, Flamengo e Fluminense.

Para o Regimento de Fuzileiros Navais a missão estava cumprida. Apesar das derrotas para o Mecão (2 a 0, no dia 23/06/35), Fluzão (4 a 0, no dia 07/07/35) e Mengão (1 a 0, no dia 14/07/35), terminando na 4ª colocação a campanha foi memorável para os Fuzileiros Navais. O Fluminense ficou com o título.

FONTES: Diário Carioca – O Radical – O Imparcial – Gazeta de Notícias 

 

Participantes do Estadual de 1983

Associação Atlética Municipal, de Cacoal

Rio Branco Esporte Clube, de Ariquemes

Esporte Clube Vera Cruz, de Ji-Paraná

Ypiranga Esporte Clube, de Porto Velho

Cruzeiro Esporte Clube, de Porto Velho

Clube de Regatas Flamengo, de Porto Velho

América Futebol Clube, de  Guarajá-Mirim

São Domingos Esporte Clube, de Porto Velho

FONTE: Jornal Alto Madeira/RO

 

Apesar de escassez de informações, merece compartilhar o Industrial Esporte Clube, localizado no Município Ouro Preto D’Oeste (RO). O clube esteve presente no Campeonato Rondoniense da Primeira Divisão em 1992. Na ocasião, o Industrial terminou na 9ª colocação, num total de 11 agremiações. Ao todo, foram 16 jogos, com três vitórias, oito empates e cinco derrotas; marcando 20 gols e sofrendo 29.

 FONTES: Mercado Livre – Rsssf Brasil 

 

 

O Tangará Esporte Clube é uma agremiação da Cidade de Tangará da Serra (MT). Fundado na sexta-feira, do dia 22 de Fevereiro de 1991. A sua Sede está situada na Rua Antônio Orloni, nº 1.652, no Centro da cidade. O clube manda os seus jogos no Estádio Municipal Mané Garrincha, com capacidade para pouco mais de 1.500 pessoas.

O Tangará participou três vezes do Campeonato Mato-Grossense da Primeira Divisão, em 1991, 1994 e 1995, sempre fazendo campanhas ruins e sendo eliminado ainda na primeira fase.


FONTES:
Mercado Livre – Wikipédia – Rsssf Brasil

 

DATAS

JOGOS

Domingo, dia 17 de Setembro de 1922 Tupy

1

X

1

Commercial
Domingo, dia 24 de Setembro de 1922 Tupy

0

X

0

Tiradentes
Domingo, dia 1º de Outubro de 1922 Tiradentes

4

X

0

Commercial

 

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

CLUBES

J

PG

V

E

D

GP

GC

SG

Tiradentes

02

03

1

1

0

4

0

4

Tupy

02

02

0

2

0

1

1

0

Commercial

02

01

0

1

1

1

5

-4

 

FONTE: Correio do Estado

 

O Itaipu Esporte Clube participou do Campeonato Paranaense da Segunda Divisão de 1987. O time base de 1987: Anselmo; Djalma, Valdecir, Fábio e Juarez; Souza, Renato e Dequinha; Amauri, Valter Gomes e Da Silva. Técnico: Zizinho.

Ainda em 1987, se sagrou campeão do Torneio Início da Segundona Paranaense. Outra modalidade onde o Itaipu era forte: Futebol de Salão (Futsal). Veja alguns títulos:

Bicampeão Paranaense de 1987 e 1988, na categoria Infantil;

Campeão Paranaense de 1989, na categoria Fraudinhas;

Três vezes Campeão Paranaense de 1986 e 1989 e 1990, na categoria Infanto-Juvenil;

Campanha do título do Torneio Início da 2ª Divisão de 1987

Torneio foi disputado no Estádio Germano Krüger em Ponta Grossa, no dia 22 de Março de 1987. A competição contou com a presença de 10 clubes:

 Café Futebol Clube (Londrina)

Iguaçu Esporte Clube (União da Vitória)

Ipiranga Futebol Clube (Laranjeiras do Sul)

Itaipú Esporte Clube (Foz do Iguaçu)

Jandaia Esporte Clube (Jandaia)

Operário Ferroviário Esporte Clube (Ponta Grossa)

Rio Branco Sport Clube (Paranaguá)

Tabu Esporte Clube (Clevelândia)

Toledo Esporte Clube (Toledo)

Umuarama Futebol Clube (Umuarama).

1° jogo: Iguaçu                   0          x          0          Café (Iguaçu 2 a 1, nos escanteios)

2° jogo: Itaipu                     0          x          0          Tabú (Itaipu 1 a 0, nos escanteios)

3° jogo: Toledo                  0          x          0          Rio Branco  (Toledo 1 a 0, nos escanteios)

4° jogo: Umuarama           1          x          0          Ipiranga

5° jogo: Operário Ferroviário 0    x          0          Jandaia (Jandaia venceu nos pênaltis)

6° jogo: Toledo      1          x          0          Umuarama

7° jogo: Itaipu         2          x          0          Jandaia

8° jogo: Toledo      1          x          0          Iguaçu

Final: Toledo           0          x          1          Itaipu (gol de Ismael).

 

O Itaipu sagrou-se campeão do Torneio Início da Segunda Divisão do Paraná em 1987

 

FONTES: Mercado Livre – Rsssf Brasil – Correio de Notícias (PR) – Jornal Nosso Tempo

 

Escudo principal. Uniforme dos anos 70

O Clube Atlético Operário é uma agremiação da cidade de Mafra (SC). Fundado 12 de Maio de 1897, como clube social (Clube Zeppelin) , ou seja, Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses (SEROM). Vinte e três anos depois mudou o nome: Em 12 de outubro de 1920, passou a se chamar: Clube Atlético Operário.

Nestes anos de glória, este clube tem muito, o que comemorar no futebol catarinense e no planalto norte, onde sempre foi uma força e até hoje é muito respeitado, quantos jogadores, que marcaram época neste clube, desfilaram seu futebol no estádio Alfredo Herbst, o popular Pedra Amarela.

Há de destacar o centroavante Chiquinho, entrou para a história do Operário, como principal artilheiro do Campeonato Catarinense de 1978, depois foi contratado pelo Figueirense de Florianópolis.

Nos áureos tempos dos anos 60, envergavam a camisa operariana com muito brilho, o zagueiro Tutão, fez tanto pelo futebol mafrense, que tem ginásio, que leva seu nome no alto de Mafra, além de Nego Tião, centroavante Dilceu, Rex, Guimarães, Fubá, Lisandro o xerife e Mano, entre outros.

Nos anos 70, há de enaltecer, Tutinho, Nelinho, Airton Torto, Camiseta, Geada, Nereu Tatara, Nereu Baum, os laterais João Stock e Mario Bartnack, no meio de campo Xepa, Brandeburgo, o zagueiro Henrique a maioria deles citados, já faleceram, mas marcaram seu nome no glorioso Operário.

Nos anos 90 o Operário disputou a 2ª divisão de profissionais, época que o clube começou a ser administrado pela Sociedade Esportiva e Recreativa Operários Mafrenses (Zeppelin). A maioria dos jogadores eram prata da casa, Tarcísio, Hilário, Abel, Partala, Partalinha, Silvio Lanski, Mineiro, Odir, Edson Eckel, Dejair, Loriel, Miguelzinho e Marcelo.

Escudo raro da década de 60

Hoje o Operário continua no auge do profissionalismo, devido à paixão de Edmar Heiler por este clube, onde depois de vários anos, voltamos ao cenário catarinense. No ano de 1999 ressurgiu na Série C, fazendo uma ótima campanha, ficando entre os semifinalistas, fez jogos memoráveis contra Guarani de Palhoça e XV de Outubro de Indaial. No ano de 2015 o Operário comprou a vaga do Canoinhas Atlético Clube e ressurgiu na Série B do Catarinense.

ESTÁDIO

O estádio Alfredo Herbst o popular Pedra Amarela, terreno doado pela família Herbst, recebeu jogos memoráveis, os famosos Peri-Ope, o clássico das multidões, onde até hoje é lembrado, por quem teve o privilégio de assistir estes confrontos, parava a cidade de Mafra aos domingos a certeza de jogos emocionantes, muitas vezes acabava em pancadaria.

HISTÓRIA DESTE CLÁSSICO

Tantas histórias marcaram este clássico Peri-Ope, em campo jogadores que marcaram seus nomes no futebol mafrense, muitos deles já não estão mais em nossos meios. Em 1961 neste clássico houve até trocas de tiros entre um policial e um jogador do Peri. Estava 1 a 0 no primeiro tempo para o Peri, quando o juiz marcou um pênalti. Aí o Jogador Kid do Peri, chamou o juiz de ladrão e foi expulso. Até a polícia precisou ser chamada para que o jogador deixasse o campo pelo lado da torcida do Operário.

O estádio estava cheio. Na sequência o jogador ainda agrediu um policial que disparou dois tiros, que por sorte não acertou ninguém. O jogador saiu correndo em ziguezague. Em seguida dois policiais pegaram o jogador que ainda acertou um soco em um deles. A partida virou uma confusão. Na época não existia cartão amarelo nem vermelho. O Juiz acabou tendo que chamar o Exército para terminar com a pancadaria e a partida terminou ali mesmo.

Equipe Juvenil do C.A. Operário de 1975

PROFISSIONAL

O Clube Atlético Operário foi profissionalizado em 1977, sendo incluído no Campeonato Catarinense de profissional, recebendo equipes de ponta de Santa Catarina, Figueirense, Avaí, Joinville, Comerciário (hoje Criciúma), Chapecoense, entre outras, apresentando uma boa campanha.

Em 1978 passou a disputar as finais do campeonato catarinense, após sagrar-se campeão de sua chave e encerrou sua participação dentre os primeiros colocados.

 

TÍTULOS

Tem quatro títulos da Liga Esportiva Catarinense do Campeonato Regional da Zona Norte, em 1947/48/56 e 1962.

 

ILUMINAÇÃO

Uma das maiores aspirações do torcedor mafrense, foi realizado em maio de 1980, com a inauguração do sistema de inauguração do estádio Alfredo Herbst, foi uma festa que ficou marcada no esporte, com a participação de várias autoridades políticas.

Dentre as autoridades destacamos o governador do estado, Jorge Konder Bornhauser o prefeito mafrense Plácido Gaissler, que muito lutou para realizar este sonho da iluminação no estádio.

 

MAIOR PÚBLICO

Foi o maior público registrado até hoje no estádio Alfredo Herbst, estava totalmente tomado, faltava lugares para acomodar a fanática torcida operariana, mais de 3 mil torcedores fizeram parte desta festa de inauguração da iluminação.

Na ocasião o Mafra Atlético Clube, que passou a denominar-se, esta agremiação em 21 de setembro de 1979, enfrentou o Joinville Esporte Clube, pelo Campeonato Catarinense da divisão especial, naquela época não existia segunda divisão.

Com nomes consagrados na equipe do MAC, o goleiro Roberto, o meio campista Luiz Everton, os atacantes Chiquinho e Mauricio, apontou o empate em 00 a 00, contra a consagrada equipe do JEC, comandado pelo técnico Velha, o goleiro Borrachinha o meio campista Nardela e o atacante Zé Carlos Paulista.

 

FAMÍLIAS MARCANTES

Quantas famílias marcaram seu nome na história do Operário, onde destacamos, Herbst, Pigatto, Mann, Oscar Scholze, Abelardo Luiz de Oliveira, Weinschutz, Álvaro Weber, Cavalheiro, Arthur Sallai, Tadeu Munhoz, Boetcher e Heiler, entre tantas outras que de alguma forma, contribuíram e estão contribuindo, para com esta agremiação, que é a paixão do torcedor mafrense.

 

FONTES & FOTOS: Blog Camisa 10 - Wikipédia – Click Rio Mafra – Página do clube no Facebook

 

O Municipal Esporte Clube foi uma agremiação efêmera da cidade de Macapá (AP). A sua Sede ficava no Estádio Glycério Marques, localizado na Avenida Mendonça Júnior, s/n, no Centro da cidade.

Fundado na década de 60, por servidores da Prefeitura Municipal de Macapá, com a finalidade de jogar uma bola no final de semana.

Após o interesse de alguns clubes – entre eles o Sr. Zeca Machado, que era influente na PMM – resolveram filiar o clube à Federação Amapaense de Futebol (FAF), para disputar o Campeonato do Amapá.

 

FONTE:  Blog Porta-Retrato – Macapá/Amapá de outrora

 

A Grêmio Esportivo San Remo foi uma agremiação da cidade de Toledo (PR). Após o Grêmio Atlético La Salle ter se mantido no Campeonato Paranaense da 2ª Divisão, em 1968, meses depois se uniu ao Esporte Clube Toledo, para dar vida a Grêmio Esportivo San Remo, na quinta-feira, do dia 17 de Outubro de 1968. As cores eram o verde e branco, visando ser um clube forte, para bem representar a cidade.

Em 1969, a Elite do futebol paranaense era chamado de “Divisão Especial“, enquanto a Segundona era denominada como “Primeira Divisão“. O San Remo fez parte da “Primeira Divisão“, que teve a participação de outras equipes:

GRUPO A (Zona Sul)

Guarany e Operário, ambos de Ponta Grossa; Rio Branco; Caramurú, de Castro;

GRUPO B

San Remo; Comercial, de Cascavel; União, de Francisco Beltrão; Tuiuti;

GRUPO A (Zona Norte)

Esportiva, de Jacarezinho; Pindorama Siqueirense; Andiraense;

GRUPO B

Cambé, de Cambé; Nacional, de Rolândia; Ibaiti; Platinense; Jandaia.

 

No domingo, do dia 3 de agosto de 1969, o San Remo enfrentou, em amistoso, o Atlético Paranaense, em Toledo. No final, melhor para o Furacão que venceu pelo placar de 3 a 1. Após a partida, a diretoria do San Remo negociou os passes dos jogadores Darci e Naio com o rubro-negro paranaense.

FONTES: Diário da Tarde (PR) – Gazeta do Povo – Plano Diretor Participativo Toledo 2050 – Romilson Lima da Silva

 

A SERM (Sociedade Esportiva Recreativa Maringá) foi uma agremiação da cidade de Maringá (PR). A equipe Alvirrubra foi Fundada em 1948. A sua Sede ficava  na Praça Napoleão M. da Silva, s/n, no Centro da cidade. No dia 12 de Setembro de 1976, o clube se fundiu com o Maringá Esporte Clube.

FONTES: Gazeta de Toledo – Acervo Museu Esportivo

 

FONTES: AstorNews – Heriberto Mach

 

O Palmeira Futebol Clube foi uma agremiação da cidade Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quarta-feira, do dia 13 de Janeiro de 1943. A sua Sede ficava localizado na Estrada Marechal Malet, nº 272, no Bairro de Magalhães Bastos, na Zona Norte do Rio. Participou do Campeonato Carioca do DA (Departamento Autônomo) de 1958.

FONTES: Tribuna da Imprensa – André Luiz Pereira Nunes

 

Outro escudo cedido gentilmente pelo amigo, pesquisador e jornalista André Luiz Pereira Nunes. O Piraquara Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 15 de Julho de 1948. A sua Sede ficava localizada na Estrada General Canrobert da Costa, nº 204 – Bairro Realengo – Zona Oeste do Rio. As suas cores: vermelho, preto e branca.

O Piraquara participou de algumas edições do Campeonato Carioca do DA (Departamento Autônomo), organizado pela Federação Metropolitana de Futebol (FMF), como por exemplo, em 1953 (Série Carlos Lopes Guimarães); 1954, 1958.

Títulos

Bicampeão da “Taça Disciplina (1953 e 1957);

Campeão de Amadores “Série Wilson Lopes de Souza” (1957);

Campeão de Aspirantes “Série Suburbana (1958);

Vice-campeão de Aspirantes “Série Manoel Caetano Alves”.

 

Algumas formações

Time de 1948: Borracha; Homero e Gordo; Juquinha, Coção e Duide; Djamiro, Jorginho, Rubens, Mite e Jorge Braga.

Time de 1949: Babo; Homero e Joãosinho; Juquinha, Coção e Duide; Bacalhau, Jorginho, Rubens, Mite e Jorge Braga.

Time de 1950: Dadá; Homero e Francisco; Juquinha, Mario e Duide; Jorginho, Mite, Chiquinho, Waldemar (Índio) e Jorge Braga.

Time de 1952: Ivan; Ataliba e Bira; Heitor, Orlando e Carioca; Tuninho, Camaleão, Cidoca, Menildon e Paulo.

Time de 1954: José; Carioca e Darci; Duca, Zico, Odilon; Jorginho, Tampinha, Mito, Mário e Alexandre.

FONTES: A Manhã – Diário de Notícias – Gazeta de Notícias – André Luiz Pereira Nunes

 

Contando com a preciosa colaboração do amigo, pesquisador e jornalista André Luiz Pereira Nunes, segue mais um clube inédito. Trata-se do Esporte Clube Oity, que foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Oityense Alviceleste’ foi Fundado na sexta-feira, do dia 14 de Outubro de 1938. A sua Sede e a Praça de Esportes ficavam localizados na Avenida Santa Cruz nº 500 (atual nº 12.516), no Bairro de Senador Vasconcelos, na Zona Rural (atual Zona Oeste) do Rio. O espaço (campo e sede) de aproximadamente 14 mil metros quadrados, foi adquirido pelo clube na década de 50.

Oity foi um dos clubes que ajudaram a fundar o D.A.

O Oity começou a sua trajetória futebolística jogando festivais, excursões pelo estado do Rio. Após a extinção da Federação Atlética Suburbana, onde o Oity participava das competições, os clubes que dela faziam parte se sentiram desprestigiados com a política estabelecida pela Federação Metropolitana de Futebol (FMF).

Na tentativa de mudar esse quadro, o Oity juntamente com outras agremiações ajudou a fundar o Departamento Autônomo (DA) em Assembléia realizada na quinta-feira, do dia 7 de julho de 1949. Além do Esporte Clube Oity, os demais clubes que estiveram presentes foram:

Andaray Atlético Clube;

Atilla Futebol Clube;

Atlético Clube Nacional;

Associação Atlética Portuguesa;

Associação Atlética Nova América;

Bento Ribeiro Futebol Clube;

Cacique Futebol Clube;

Cruzeiro Futebol Clube;

Del Castilho Futebol Clube;

Distinta Atlético Clube;

Engenho de Dentro Atlético Clube;

Esporte Clube Anchieta;

Esporte Clube Coríntians;

Esporte Clube Guanabara;

Esporte Clube Royal;

Esporte Clube São José;

Esporte Clube Valim;

Irajá Atlético Clube;

Kosmos Atlético Clube;

Manufatura Nacional de Porcelana Futebol Clube;

Mavílis Futebol Clube;

Oriente Atlético Clube;

Realengo Futebol Clube;

Sampaio Atlético Clube.

A 1ª competição do Departamento Autônomo (DA) aconteceu no mesmo ano da fundação (1949), tendo como campeão o Engenho de Dentro A.C. Durante mais de uma década dez anos o DA organizou com sucesso os campeonatos dos clubes amadores pela FMF, até seu encerramento oficial em 1960.

O DA foi extinto, dando lugar ao Departamento de Futebol Amador da Capital. Hoje se chama Campeonato Carioca de Futebol Amador da Capital, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), incluindo também as categorias Infantil e Juvenil.

Títulos

O Esporte Clube Oity também participou do DA em diversas edições. Em relação as conquistas, o Esporte Clube Oity acumulou várias taças. Citando algumas:

Campeão de Amadores “Série Carlos Lopes Guimarães” (1953);

Campeão da “Taça de Disciplina” (1956);

Campeão da “Taça de Disciplina” (1957);

Campeão de Amadores “Série Floripes Monção” (1957);

Campeão de Aspirantes “Série Rural” (1958);

Campeão de Aspirantes do Departamento Autônomo (1958);

campeão de Amadores “Série Romeu Dias Pino” (1959).

Ao longo desse percurso, o clube, por duas vezes, esteve próximo de fazer fusão com o Esporte Clube Aliados, de Bangu e depois com o Campo Grande Atlético Clube. No entanto, as duas negociações não avançaram.

Posteriormente, o Oity foi incorporado ao Campo Grande Atlético Clube, continuando o espaço destinado ao lazer da comunidade local, incentivando o esporte, encontros em família, entretenimentos, festas, entre outros.

O campo do E.C. Oity visto de cima

Campo do Oity pode virar uma Vila Olímpica

Em 2013, o vereador Zico (PTB) apresentou um Projeto de Lei nº 618/2013, com o intuito de transformar o campo do Oity numa Vila Olímpica. No documento, o vereador explicou os motivos para a construção da Vila:

Logo, tendo em vista as razões dos moradores que anseiam por espaços públicos nesse sentido, a construção de uma Vila Olímpica permitirá a todos os moradores o fácil acesso à prática de vários esportes, colaborando para uma melhora significante da saúde da população, especialmente porque o bairro não possui uma área para tal final. Portanto, o Projeto visa proporcionar gratuitamente à comunidade local e aos bairros vizinhos, como Santíssimo, Senador Camará, Campo Grande, espaços adequados para o lazer, esporte e diversão. 
Vale acrescentar que, onde outrora funcionava uma área de lazer, hoje o local está ocupado por um depósito de carros rebocados pelo Detran. Sendo assim, pelos pedidos incansáveis de moradores locais, que necessitam da urbanização de uma área até então abandonada e degradada, é que venho pedir o apoio dos senhores parlamentares em prol desse projeto de lei“. 

 

FONTES: Google Maps/2010 – Câmara Municipal do Rio de Janeiro – O Fluminense – Correio da Manhã – André Luiz Pereira Nunes

 

O Sport Club Municipal foi uma agremiação da cidade de Porto Alegre (RS). O Rubro-Verde Municipalista foi Fundada na quarta-feira, do dia 08 de Dezembro de 1915, pelo niteroiense (RJ) Henrique Poppe Leão, então aos 34 anos. Um fato curioso é que Henrique Poppe foi um dos fundadores do Sport Club Internacional de Porto Alegre, em 1909, e que presidiu em 1910.

O seu 1º Campo ficava na Rua Souza Reis, s/n. No final de 1917, o Municipal inaugurou o seu novo campo: Ground da Chácara dos Maricás, situado na Rua Benjamin Constant, s/n. Ambos ficavam no mesmo Bairro: de São João, em Porto Alegre.

Na Sala da Escola Bibiano de Almeida, no 4º Distrito, ocorriam as reuniões e assembléias do clube. No domingo, do dia 06 de Agosto de 1922, o clube inaugurou, às 14 horas, a sua nova Sede, também localizada na Rua Benjamin Constant, nº 240 (antigo Stand de Tiro de Guerra, nº 318), no Bairro São João.

Títulos

O 2º Team do S.C. Municipal foi Campeão do Campeonato Citadino de Porto Alegre da 2ª Divisão da Federação Sportiva Rio-Grandense de 1917.  O time campeão formou com: Orestes; Muratori e Portella; Heid, Edgar e Maineri I; Paulo (Cap.), Novo, Tubarão, Maineri II e Cambota.

Na sua estreia na 1ª Divisão da Associação Porto Alegre de Football de 1921, se sagrou campeão do Torneio Início de Porto Alegre. A conquista rendeu para o clube um convite, onde realizou a sua primeira excursão foi para a cidade de  São Leopoldo.

No domingo, do dia 05 de Junho de 1921, às 14 horas, enfrentou o Sport Club Nacional. O 2º Quadros venceu os donos da casa pelo placar de 3 a 2. Às 16 horas, teve início a partida principal, tendo o Municipal obtido mais um triunfo pelo marcador de 2 a 1.

 

Algumas Formações

Time de 1917: Balão (Cap.); Arranca e Pedro; Carioca, Euzébio e Nando; Cláudio, Boleslan, Julio, Pedro Il e Loló.

Time de 1921: Pavim (Trave); Muratori e Nando; França (Sanguinetti), Grigollo e Antoninho {Cap. (Heid)}; Mano, Novo (Soveral), Koch, Oswaldo e Cezar (Fabretti).

Time de 1923: Emmanuel; Roedel e Sancho; Soveral, Mano e Fulhmann; Novo, Bertini, Fabretti, Aramis e Blaski.

 

FONTES: Wikipédia – A Federação  - O Exemplo (RS)

FOTOS: Douglas Marcelo Rambor – Marlon Compassi

 

O Sudan Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Club Rubro Cascadurense’ foi Fundada na quarta-feira, do dia 22 de Novembro de 1911. A sua Sede ficava na Rua Clarimundo de Mello, nº 857, em Cascadura. O seu campo alugado (de propriedade do Sport Club Campinho) ficava localizado na Rua Mendes de Aguiar, nº 18, no Bairro de Cascadura, na Zona Norte do Rio.

Sob a presidência de Armando Silva, o Sudan Athletico Club se mudou, no início do mês de março de 1950, para a Rua Nerval Gouveia, nº 331, no Bairro de Quintino Bocaiúva, também na Zona Norte do Rio.

Na segunda-feira, do dia 25 de Agosto de 1930, o Sudan iniciou um processo de reorganização, liderado pelo presidente do clube: Adelino Cardozo. Dentre as mudanças, foi colocado em votação a proposta para alterar o nome para Athletico Club Prado Júnior. Contudo, a sugestão foi rejeitada.

Então, oficialmente, na sexta-feira, do dia 12 de Setembro de 1930, o Sudan foi reorganizado. A diretoria eleita foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Adelino Cardoso;

Vice-Presidente - Alfredo Ferreira;

Secretário Geral - Honório Gonçalves Ferreira;

1º Secretário - David Lourenço;

2º Secretário - Armindo de Carvalho;

1º Tesoureiro - Francisco Alves;

2º Tesoureiro - João Cardoso;

Procurador - Amadeu Geada Filho;

Diretor Esportivo e técnico - Mario Ferreira;

Vice-Diretor Esportivo - Adriano Alves Ferreira.

Na terça-feira, do dia 25 de novembro de 1930, apresentou um reforço de primeira. Manoel Rodrigues, center-half do Brasil Football Club, da 1ª Divisão da Associação Paranaense de Esportes Athleticos (APEA).

Três dias depois, o clube anunciou outra novidade. O cargo de diretor técnico foi extinto. Foi criado o Departamento Técnico composto de três membros: Mario Ferreira, Alcibíades da Costa Nunes e Adriano A. da Costa.

 

Curiosidade

Na quinta-feira, do dia 18 de Dezembro de 1930, o jornal Diário de Notícias deu o resultado do vencedor da Taça Diário de Notícias, referente ao clube mais votado na prova de simpatia. Com 100 votos, o Sudan Athletico Club foi o grande vencedor, seguido do Team do Encouraçado ‘Minas Geraes’.

Vice-campeão da LMDT de 1933

Após ter participado de algumas edições do Campeonato organizado pela Associação Suburbana de Deportes Athleticos (ASDT), a equipe Sudanense ingressou, na sexta-feira, do dia 24 de abril de 1931, na Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT).

Além disso, o Sudan obteve contrato do antigo campo do Jacarepaguá Athletico Club e efetuou grandes reformas a fim de poder ter condições de disputar o Campeonato de 1932. No entanto, por razões não noticiadas, o acordo acabou sendo desfeito e o Sudan permaneceu jogando no campo da Rua Mendes de Aguiar, nº 18, no Bairro de Cascadura, na Zona Norte do Rio.

Em 1933, ficou com o vice-campeonato da LMDT, só atrás do campeão Viação Excelsior Football Club. Em 1947, o Sudan participou do Campeonato Popular, organizado pelo jornal “A Tribuna Popular”, que festejava o seu 2º aniversário.

1º Time de 1930: Cardeal (Jaguaré); Jorge Pereira e Medonho (Moacyr); Donga (Setenta), Bilé e Ary (Quadro); Albino (Raposo), Nicanor (Bahianinho), Bahiano (Rubens), Bilú (Cap.) e Thomaz (Caixa d’Água).

2º Time de 1930: Geada; Adelino e Jeronymo; Pedro, Bebeto e Jamelão; Vespaziano, Miúdo, Gradim, Amadeu e Henrique.

Time de 1931: Mario; Moacyr e Valério; Vinício, Ary e Lourival; Sebastião, Bahiano, Rubem, Octavio e Antonio.  

Time de 1932: Joãosinho; Grané e Bento; Sebastião, Américo e Ary; Esteves, Antonio, Armindo, Mario e Manoel.

Time de 1934: Renato (João); Popó e Terrozo; Ary, Donga e Varella (Barbosa); João (Itamar), Lessa (Gallego), Bahiano, Rubens e Pitanga (Nicanor).

Time de 1943: Sylvio; Leite e Aluizio; Floriano (Bira), João e Paulinho; Chimango (Tião), Octacilio (Ica), Adelino (Baiano), Yvan e Maquita. 

Time de 1947: Jorge; Nelson e Aluizio; Oscar, João e Casaca; Wilson, Quatorze, Hélio, Osmário e Djalma. 

 

FONTE: O Imparcial – Correio da Manhã – Diário de Notícias – Diário da Noite – Jornal dos Sports

 

Nesta reportagem, há um dado interessante. Informa que o Vingador Football Club foi o campeão do Torneio Início Suburbano de Fortaleza de 1937, enquanto o Mangueira Football Club ficou com o vice.

 

FONTE: A Razão

 

FONTE: A Ilustração Brazileira 

 

 

FONTE: Gazeta Esportiva Ilustrada 

 

O Poty Sport Club foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). O “Tricolor da Galícia” ou “Bugre Galiciano” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de Maio de 1925, pelos senhores: João Simões de Lima; Miguel Catalosqui; Estevam Kugut; José Ordosqui; João Kupchck; Waldomiro Kupcharck e Pedro Kupcharck.

A sua Sede e o Estádio Capitão Manoel Aranha ficavam localizados na Rua Padre Anchieta (atual Praça 29 de Março), s/n, no Bairro Campo da Galícia (atual Bairro Mercês), na Região Central de Curitiba. No local havia o campo oficial e áreas adjacentes. Além disso, tinha um casarão de madeira, com amplo salão e, no fundo, um balcão, onde serviam bebidas, era protegido por uma cerca de tábuas.

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente Honorário - Ângelo Zanetti;

Presidente - João Eskabron;

Vice-Presidente - Sebastião Vidal da Rocha;

1º Secretário - Estevam Katoloski;  

2º Secretário - João David de Oliveira;

1º Tesoureiro - Mariano Kataloski;

2º Tesoureiro - João Balla.

Estádio Capitão Manoel Aranha

O Estádio Capitão Manoel Aranha já existia desde o início da década de 1940, sendo conhecido por “Campo do Paulo” porque o terreno fazia parte das propriedades de Paulo Mann.

Com dívidas junta a prefeitura de Curitiba, em 1947 a família Mann repassou o terreno a municipalidade, que por sua vez, transferiu o uso do local para o Poty S. C. através da lei nº. 10 de 07 de fevereiro de 1948. Com a posse provisória do terreno, o Poty S.C. inaugurou, ainda em 1948, o seu estádio com a denominação de Estádio Capitão Manoel Aranha.

A escolha do nome foi uma homenagem ao militar do Exército Brasileiro Manoel Aranha, que também foi presidente do Clube Atlético Paranaense entre 1943 e 1945 e presidente da Federação Paranaense de Futebol em 1947.

O “Bugre Galiciano“, endividado, devolveu o estádio, no início da década de 1960, para o município e com uma nova lei, revogando a anterior, o prefeito Ivo Arzua iniciou a construção, neste exato local, da “Praça 29 de Março” (data da comemoração do aniversário de Curitiba), inaugurada em novembro de 1966 com projeto urbanístico do futuro prefeito Jaime Lerner.

 

Extinto nos anos 60

O Poty existiu até a década de 60, disputando os campeonatos amadores da Federação Paranaense de Futebol e que chegou a participar do “Torneio Curitiba”, em 1931, com clubes profissionais, juntamente com o Clube Atlético Paranaense, Coritiba Foot Ball Club, Clube Atlético Ferroviário, entre outros.

O “Tricolor da Galícia” participou algumas vezes do Campeonato Paranaense da Segunda Divisão. O seu maior feito foi o vice-campeonato da Segundona de 1954. Foi Super-Campeão de 1955.

FONTES: Wikipédia – Paraná Esportivo

 

FONTE: Beira-Mar

 

FONTE: Beira-Mar

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