O Lacerda Sobrinho Football Club foi uma agremiação da Cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Alviverde Campista surgiu nos anos 10.  A sua Praça de Esportes ficava no Bairro da Coroa.

O crescimento do Lacerda Sobrinho foi proporcional com a evolução futebol na cidade até que no dia 11 de setembro de 1913, na noite, na Sede Internacional Football Club,  juntamente com o Rio Branco, Goytacaz, Campos, Aliança, XV de Novembro e Luso-Brasileiro ajudaram a Fundar a Liga Campista de Football (que depois passou a se chamar Liga Campista de Desportos).

Em 1920, o Lacerda Sobrinho participou da Liga Sportiva Fluminense (LSF). Na quinta-feira, do dia 12 de Outubro de 1922, ocorreu um amistoso estadual, realizado na cidade de Campos dos Goytacazes. O Vasco da Gama venceu o Lacerda Sobrinho Football Club, pelo placar de 4 a 2.

O Jornal O Brasil deu uma nota sobre a peleja: “Está novamente no Rio a delegação do Vasco da Gama, cujo team foi enfrentar o do Lacerda Sobrinho F.C., na cidade de Campos.

Os sportmen cariocas foram excelentemente tratados pelos campistas, que lhes prodigalizaram o máximo de carinho. Chefiou a delegação a Sr. Antonio Antunes de Figueiredo. O team do Vasco alcançou um brilhante triumpho, abatendo o seu antagonista por 4 goals a 2, servindo de juiz o Sr. Everardo Martins Tinoco“.

FONTES: O Brasil – O Fluminense – Folha do Comercio – Blog Futebol Campista

 

O Athletico Cajuense Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A equipe Alvirrubra foi Fundada no Domingo, do dia 03 de Outubro de 1915. A sua Sede ficava na Rua Barão de São Félix, 145, no Centro do Rio. O 1º campo até 1916, estava situado na Rua dos Cajueiros, 61 e 63. Depois conseguiu um espaço maior na Rua João Ricardo, s/n – São Cristóvão – Zona Norte do Rio.

Sede (imóvel do meio): Rua Barão de São Félix, nº 145, no Centro do Rio

Por fim, conseguiram um local próximo a sede, e construíram a sua Praça de Esportes, na Rua Barão de São Félix, em frente à Rua General Caldwell, no Centro do Rio. Importante lembrar que após a criação da Avenida Presidente Vargas, nos anos 40, quando o Centro do Rio foi urbanizado, esse cruzamento entre essas duas ruas não existe mais.

O Athletico Cajuense Club disputou o Campeonato da Alliança Sportiva Municipal de 1919. Uma curiosidade é que no Estatuto do Clube, constava que o sócio que fosse pego em estado de embriaguez dentro das dependências do clube, seria retirado imediatamente das dependências, mostrando que as regras eram rígidas.

 Time-base de 1918-19 (Foto Abaixo): Augusto (Moura); Paulista (Pacca) e João Lino; Mineiro (Avellar), Collô (140) e Laudelino (Sant’Anna); Argentino (Mathias), Cretella (Bangu), Liberto {Cap. (Herculano)}, Celestino (Manoel ou Henrique) e Siry (Miguel).

FONTES: Revolução Vascaína: a profissionalização do futebol e a inserção sócio-econômica de negros e portugueses na cidade do Rio de Janeiro (1915-1934), de autoria: João Manuel Casquinha Malaia Santos – O Paiz  - A Época – A Noite – Google Maps – O Malho

 

O Tiradentes Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O “Tiradentino” foi Fundado no dia 21 de Abril de 1914, por um grupo de esportistas que escolheram a data e também o nome em homenagem ao mártir Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) para seu patrono.

O clube tinha o seu campo, na Rua Felipe Camarão, s/n – Aldeia Campista ( Sub-Bairro de Vila Isabel). A Sede ficava na Rua Bom Pastor, 29/ Casa 3. Depois passou para a Travessa Major Ávila, 13; e por fim, na Rua Uruguai, 236 / casa 1, todos esses no mesmo Bairro:  Tijuca.

FONTES: O Imparcial – Gazeta de Notícias – A Época 

 

FRIGORÍFICO AC (RJ)       3       X       6       YOLANDA FC (RJ)

LOCAL: Estádio Zé Magro, em Mendes (RJ)

DATA: Domingo, no dia 13 de agosto de 1922

CARATER: Amistoso Estadual

HORÁRIO: 16 horas

FRIGORÍFICO: Alcides; Santos e Nestor; João I, Pecego, Nelson e Esperança; Álvaro, Urbino, João II e J. Benedicto.

YOLANDA: Rosas; Pipio e Virgilio; Arlindo, J. Silva e Tito; Mario, Nelson, Severo, Eduardo e Nonô.

GOLS: Urbino aos 18 e 20 minutos (Frigorífico); J. Benedicto aos 30 minutos (Frigorífico); Eduardo aos 37 e 46 minutos (Yolanda); Severo aos 39 minutos (Yolanda), no 1º Tempo. Eduardo aos sete minutos (Yolanda); Nelson aos 36 e 40 minutos (Yolanda);

PRELIMINAR (Segundos times) – 14 horas: FRIGORÍFICO         1       X       5          YOLANDA


FONTE: Revista Suburbana

 

Villa Fonseca Football Club foi uma agremiação da cidade de São Pedro da Aldeia (RJ). Fundado em 1928, pelos dois irmãos da família Fonseca, que tinham uma fábrica de tijolos, no Bairro de Porto do Carro, em São Pedro da Aldeia.

Como a Liga Aldeense de Desportos (LAD) só foi fundada em 08 de Março de 1953, antes desta data os clubes de São Pedro da Aldeia e até de Araruama disputavam as competições em Cabo Frio, por serem municípios vizinhos.

A 1ª liga criada em Cabo Frio surgiu em 1926, a Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF), por ordem da Associação Fluminense de Esportes (AFE), de Niterói. Quatro anos depois, em 1930, a entidade foi refundada com a mesma nomenclatura: Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF). Na ocasião, contou com a presença de quatro agremiações:

Tamoyo Sport Club;

River Football Club, da Gamboa;

América Football Club, do bairro Praia do Siqueira;

União Football Club.

Em 1933, nova mudança:  surgiu a é Associação Leste Fluminense de Sports Atléticos (ALFSA). Esta em especial tinha uma peculiaridade, uma vez que englobavam as cidades de Araruama – Cabo Frio – São Pedro da Aldeia – Silva Jardim. Esta liga foi a que mais tempo durou: oito anos até a criação da Liga Cabofriense de Desportos (LCD), em 1941.

O Villa Fonseca Football Club participou das competições organizadas pelas Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF), de 1926 e 1930; e Associação Leste Fluminense de Sports Atléticos (ALFSA), 1933. Na criação da Liga Cabofriense de Desportos (LCD), em 1941, o Villa Fonseca  já tinha desaparecido.

 

FONTE:  José Francisco de Moura, ‘Professor Chicão’

 

O Sport Club Pimenta de Mello foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Rubro-negro foi Fundado na sexta-feira, do dia 13 de Setembro de 1918, por funcionários da firma Pimenta de Mello & Cia. A sua 1ª Sede ficava situada na Rua da América, nº 171 (sobrado) – Santo Cristo, Rio de Janeiro. Posteriormente, o Pimenta de Mello se mudou para o Centro do Rio e por fim, para o Bairro imperial de São Cristóvão.

Em 1919, se filiou na Alliança Sportiva Municipal  (ASM), onde disputou o Torneio Início e do Campeonato da ASM. Esta liga contou com a participação das seguintes equipes:

Cruz de Malta Athletico Club (Santo Cristo);

Athletico Cajuense Football Club (de São Cristóvão).

Sport Club Avenida Liberdade (do Centro).

Sport Club Bonsucesso (de Bonsucesso).

Sport Club Boa Vista (do Alto da Boa Vista).

Navarro Football Club (do Catumbi-Rio Comprido).

Pereira Passos Football Club (da Saúde-Centro).

Sport Club Pimenta de Mello (de S. Cristo-Centro-S. Cristóvão).

Vinte e Cinco de Novembro Football Club (da Gamboa-Santo Cristo).

Tiradentes Athletico Club (da Aldeia Campista-Maracanã).

Na foto acima os diretores e atrás a bandeira do SC Pimenta de Mello. Na imagem abaixo o time posado

Na segunda-feira, do dia 08 de março de 1920, se filiou a Associação Carioca de Sports Athleticos (ACSA). Porém, pouco tempo depois acabou se retirando, que sem que a razão tenha sido informada pelos veículos de comunicação da época.

Dois meses depois com o patrocínio do Sport Club Pimenta de Mello foi fundado  a liga da Alliança Sportiva Carioca (ASC). A sede provisória da nova liga ficava no SC Pimenta de Mello. Os clubes filiados foram:

Sant’Anna Football Club;

Dois de Junho Football Club;

Triângulo Football Club;

Independente Football Club;

Para se filiar as exigências da ASC eram: ter Estatutos; ter uma Praça de Esportes própria ou alugada; para a jóia de 30$000 (30 mil Réis); pagar mensalmente a quantia de 15$000 (15 mil Réis).

1ª Sede: Rua da América, nº 171 (sobrado) - Santo Cristo, Rio de Janeiro (RJ)

No domingo, do dia 23 de Maio de 1920, foi realizado o 1º Torneio Início, organizado pela ASC, no campo do Progresso Football Club, localizado na Rua João Rodrigues, s/n, no Bairro da São Francisco Xavier, na Zona Norte do Rio. Os participantes foram:

Dois de Junho Football Club;

Nova York Football Club;

Penha Football Club;

Sant’Anna Football Club;

SC Pimenta de Mello;

Triângulo Football Club.

No 1º jogo, que teve início às 13 horas, o Nova York venceu o Triângulo 1 a 0 (2 a 1, nos escanteios). Na segunda partida, o Dois de Junho bateu o Pimenta de Mello por 1 a 0 (2 a 0, nos escanteios). No 3º jogo, o Penha eliminou o Sant’Anna por um escanteio a zero.

Na fase semifinal, o Dois de Junho venceu o Nova York por 2 a 1 (2 a 1, nos escanteios). Na decisão, o Dois de Junho conquistou o título ao empatar em 1 a 1, mas vencer o Penha nos escanteios: 2 a 1.

Com isso, o  campeão Dois de Junho recebeu um artístico bronze, enquanto o Penha, vice-campeão, ganhou uma rica taça.

 

Time-base de 1920: Ernesto; Sexta e M. Souza; Alberto F., Erasmo e Raul; Cosme, Bahianinho, Victorio, Vicente e Rubens.

FONTES: O Paiz – O Malho

 

 

No domingo, do dia 13 de janeiro de 1929,  o América Football Club, então campeão Carioca de 1928, viajou até Cabo Frio, na Região dos Lagos, para enfrentar o Tamoyo Sport Club, no antigo campo da Nilo Peçanha. Um fato curioso é que esta partida amistosa não consta nos dados estatísticos do América, mesmo tendo sido o time titular que jogou e goleou pelo placar de 4 a 0.

 

FONTES: José Franscico de Moura, ‘Profº Chicão’ – A Crítica – O Imparcial

 

Com a preciosa colaboração de José Francisco de Moura, ou simplesmente Professor Chicão, foi possível montar o “esqueleto” do Tamoyo de Cabo Frio. A história começou a partir da sua Fundação no dia 13 de Novembro de 1915, quando surgiu o Tamoyo Football Club.

Cerca de uma década depois, a agremiação alterou o nome para Tamoyo Sport Club. A partir do aportuguesamento, no final dos anos 40, passou a se chamar Tamoyo Esporte Clube.

Agremiação Tricolor (Verde, branco e vermelho) está localizada na Avenida Nilo Peçanha, 153, no Centro de Cabo Frio, que fica na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro.

FONTE: José Francisco de Moura, ‘Profº Chicão

 

Com a preciosa colaboração de José Francisco de Moura, ou simplesmente Professor Chicão, foi possível montar o “esqueleto” do Tamoyo de Cabo Frio. A história começou a partir da sua Fundação no dia 13 de Novembro de 1915, quando surgiu o Tamoyo Football Club.

Cerca de uma década depois, a agremiação alterou o nome para Tamoyo Sport Club. A partir do aportuguesamento, no final dos anos 40, passou a se chamar Tamoyo Esporte Clube.

Agremiação Tricolor (Verde, branco e vermelho) está localizada na Avenida Nilo Peçanha, 153, no Centro de Cabo Frio, que fica na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro.

FONTE: José Francisco de Moura, ‘Profº Chicão

 

O Pereira Passos Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Foi Fundado no sábado, do dia 03 de Maio de 1913. A sua Sede ficava localizada na Rua do Livramento, 85 (sobrado), no bairro Saúde, no Rio de Janeiro.

Na sexta-feira, do dia 28 de Maio de 1915, patrocinado pelo Pereira Passos Football Club foi  Fundado a Associação Carioca de Foot-Ball (ACF), com Sede provisória na Rua da Saúde, nº 333. A nova entidade recebeu os seguintes filiados:

Foto posada de 1919

Avenida Foot-Ball Club;

Confiança Athletico Club;

Municipal Foot-Ball Club;

Sport Club Mackenzie.

O Pereira Passos participou do Campeonato Carioca de 1929, organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). No ano seguinte, o clube fechou às portas. Meses depois, já em 1931, um grupo se reuniu para reorganizar o clube. Posteriormente, existiu por mais uma década até desaparecer em definitivo.

Sede da Rua do Livramento, 85 (sobrado), no bairro Saúde, no Rio de Janeiro

FONTES: Google Maps – Revista Época Sportiva – Jornal do Brasil (JB) – Correio da Manhã – A Época – A Rua – A Batalha

 

O Atlas Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Querido Club da Haddock Lobo’ foi Fundado no domingo, do dia 19 de Novembro de 1916. A Sede Social do clube Alvirrubro ficava na Rua Haddock Lobo, s/n, o Bairro da Tijuca – Zona Norte do Rio; enquanto o seu Campo estava situado na Rua Barão de Itapagipe, nº 113, no Bairro Rio Comprido – Zona Norte do Rio.

O Campo do Atlas, atualmente fica o Edifício Geral do Hospital Central da Aeronáutica

Uma curiosidade do Atlas é que no Estatuto constava que “era dever dos sócios não perturbar a administração, os jogos do clube e a ordem nas arquibancadas“.

Na Revista Sports uma matéria contando um pouco do Atlas, em 05 de Abril de 1919. Abaixo a reportagem na íntegra:

“Seguindo o nosso programa, que é dar impulso aos pequenos clubes, que constituem o celeiro de abastecimento do nosso núcleo de jogadores, vamos dar publicidade ao que notamos numa visita feita ao Atlas, o Querido Clube da Haddock Lobo.

O seu campo, sitio á Rua Barão de Itapagipe, passa atualmente por reformas, a fim de ser aumentada  a área do ground, para o que foi aproveitada uma grande extensão de terreno adjacente, outrora ocupada por uma chácara.

Pretende também a atual diretoria, aumentar as arquibancadas, pois as existentes tornaram-se pequena para a assistência que sempre afluem aos jogos deste querido clube.

O Atlas conta em seu quadro principal, com elementos de real valor, entre os quais destacam-se: Juca Lima, o magistral e simpático keeper (goleiro), a principal barreira da defesa alvirrubra; e os irmãos Jacy, dois players completos, exímios fowards. Por todo mês, será realizado um festival esportivo; fazendo parte do programa um encontro entre o teamverde“, vencedor do torneio interno e o teamazul“, o segundo colocado. Nesta festa serão entregues as medalhas aos vencedores do último campeonato interno”.

 

FONTES: Google Maps – Revista Época Sportiva  

 

O Esporte Clube Brasil (Brasil do Baixo Grande) é uma agremiação da cidade de São Pedro da Aldeia (RJ). Fundado em 1943, a sua Sede fica localizada na Rua Amélio Soares dos Santos, em frente ao nº 17 – Baixo Grande – São Pedro da Aldeia .

O tradicional Brasil do Baixo Grande  foi campeão do Campeonato Citadino de São Pedro da Aldeia em 1963. Em 1965, dividiu o título do Campeonato Citadino de Cabo Frio com o Tamoyo.

O motivo pelo qual o Brasil do Baixo Grande participou de algumas edições do Campeonato de Cabo Frio é pela proximidade. Ou seja: os bairros de Baixo Grande e Porto do Carro estão muito mais perto de Cabo Frio do que do centro de São Pedro da Aldeia.

Por isso, os clubes desses bairros sempre se dividiram entre os dois municípios. Além disso, a Liga de São Pedro da Aldeia só surgiu em 1953. Antes, os clubes de São Pedro da Aldeia como: Palmeiras, Villa Fonseca, União, São Pedro Esporte Clube, Brasil, Estado Novo, disputavam o Campeonato Citadino de Cabo Frio.

Foto de 1953, da Sede do Brasil do Baixo Grande. No cume do telhado é possível ver o alto-falante.

 

FONTE & FOTOS: Página no Facebook “Se Essa Aldeia Fosse Nossa” – José Francisco de Moura, Chicão  

 

O Capitólio Futebol Clube é uma agremiação do Município de Pinheiral, que fica na Região Sul Fluminense a 121 km da capital do Estado do Rio de Janeiro. Vizinha a cidade de Volta Redonda, a localidade conta com uma população de 22.500 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2010.

Em Pinheiral há dois pontos turísticos que se destacam: a antiga Estação Ferroviária, construída em 1870, que conserva as características neoclássicas originais, e abriga atualmente a Biblioteca Pública Prefeito Aurelino Gonçalves Barbosa. Outro marco notável na história do município é o casarão, sede da fazenda que deu origem à cidade. Atualmente encontra-se em ruínas e, ao seu redor, estão as instalações do atual Instituto de Educação Tecnologia – Campus Nilo Peçanha.

Voltando ao clube rubro-negro pinheiralense, foi Fundado no sábado, do dia 30 de Outubro de 1926. A sua Sede e o campo ficam situados na Rua Domingos Mariano, nº 236, no Centro da cidade. Na esfera do futebol, Capitólio Futebol Clube participou do Campeonato da Liga Sportiva Sul Fluminense em 1933 e 1934.

Cantor famoso defendeu as cores do Capitólio

No final dos 20 e início dos anos 30, o 1º caminhão de Pinheiral era do Sr. Miguel Anchite, que tinha como motorista, nada mais, nada menos do que Sílvio Caldas, que posteriormente se tornaria famoso, conhecido como “O cantor das despedidas“, com músicas que marcaram época como o samba de Ari Barroso intitulado Faceira (1931); Chão de estrelas (1937), em parceria com Orestes Barbosa, foi um de seus maiores êxitos. Na época das “vacas magras“, Silvio Caldas dividia o tempo sendo motorista e atuando como goleiro, defendendo a meta do Capitólio Futebol Clube, o camisa nº 1.

 

Capitólio vive nova fase

Em 14 de Maio de 1998, a Câmara Municipal aprovou e sancionou a Lei nº 47, reconhecendo de Utilidade Pública Municipal o Capitólio Futebol Clube. Atualmente, o clube rubro-negro vive uma nova fase de recuperação e ampliação da sua sede. Uma das fontes de renda está no aluguel do campo e eventos, shows que acontecem no campo.

 

FONTES: Wikipédia – Blog Cidade de Pinheiral – Câmara de Pinheiral – Página no Facebook “Capitólio Em Pinheiral” – Google Maps

 

FONTES: Diomicio Freitas – Fernando Criciúma

 

 

O Colubandê Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de São Gonçalo (RJ). Até o presente momento há poucas informações. Sabe-se que o time debutou no Campeonato Gonçalense de 1965. E até boa parte do certame, o Colubandê estava na liderança.

 

FONTE: O Fluminense

 

O Onze Rubros Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de São Gonçalo (RJ). O clube da “Galeria Cruzeiro” foi Fundado nos anos 50, e a sua Sede ficava situado no Bairro Galeria Cruzeiro, em São Gonçalo. O clube ingressou no Torneio Popular, que era uma competição que reuniam times de Niterói e São Gonçalo, que por uma série de questões, não estavam participando dos seus respectivos campeonatos citadinos niteroiense e gonçalense.

Participou das edições 1959, 1960, 1961 e 1962, onde enfrentou times, que futuramente estariam no Citadino de Niterói e/ou São Gonçalo: Paulistano, São Domingos, Veterano, Agra, Bangu, entre outros.

O Onze Rubros fez boas campanhas nas duas primeiras edições. Em 1961, foi vice-campeão , tanto no principal quanto nos Aspirantes. Em 1962, foi campeão nos Aspirantes ao derrotar na final, o Flamenguinho por 2 a 1, no Estádio da Rua São Lourenço. Time atuou da seguinte forma: Orlando; Artimário, Sérgio, Carlos Alberto e Sebastião; José Carlos e Arildo; Vitor, Hélio, Adilson e Altamir.

Apesar de ser oriundo de São Gonçalo, o Onze Rubros ingressou no Departamento Niteroiense de Futebol (DNF). Não foi encontrado informações se o clube mudou de cidade ou fez algo similar como o Tiradentes.

Sob a presidência do José Carlos Alves, Onze Rubros Futebol Clube debutou no  Torneio Início de Aspirantes do Departamento Niteroiense de Futebol, em 1965. Participaram: Ypiranga, Manufatora, CCREE Elétrica, Bangu, Eletrovapo, Canto do Rio, Costeira e E.C. União.

Surpreendente o Onze Rubros acabou ficando com o título, derrotando o Costeira, na final. Título este que renderia um amistoso contra o Fluminense, que receberia uma cota de Cr$ 600 mil cruzeiros.

O jogo amistoso foi marcado para o sábado, do dia 02 de Outubro de 1965, às 15 horas, no Estádio da Rua Dr. March, no Barreto, em Niterói. As equipes chegaram no estádio escalados: O técnico do Tricolor das Laranjeiras, João Carlos já tinha o time definido: Vitório; João Francisco, Zé Luiz, Dari e Baiano; Eliseu e Gonçalo; Gibira, Valmir, Antunes e Lula. Os reservas: Brandão, Squarizzi, Ivan e Carlinhos.

Já o Onze Rubros com: Vermelho; Iraí, Candinho, Pedro Paulo e Zezeca; Zano e Adílson; Ademir, Joãozinho, Teleco e Vitor.  Porém, caiu uma chuva torrencial, que deixou o campo impraticável para a pratica do futebol, o que acabou obrigando o cancelamento da peleja.

No Campeonato Niteroiense de futebol profissional de 1965, o Onze Rubros não fez uma boa campanha. Alguns resultados: derrotas para Eletrovapo (3 x 0); Cruzeiro (4 x 3); Manufatora (1 x 0); Ypiranga (3 x 0); Bangu (3 x 1). Empate com o EC União (1 x 1). Nesta edição, o Onze Rubros mandou os seus jogos no campo do Cruzeiro, de Pendotiba.

 

FONTES: O Fluminense – Última Hora

 

O Bangu Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). A sua Sede ficava na Rua Doutor March, nº 620, no Bairro Tenente Jardim, em Niterói. O “Tricolor da Zona Norte” foi Fundado na sexta-feira, do dia 04 de Dezembro de 1925. Suas cores: grená, branco e verde.

Ao contrário do que se possa parecer, o nome não tem nenhuma relação com o Bicampeão Estadual (1933 e 1966): Bangu Atlético Clube. A escolha foi uma  homenagem ao nome da Rua Bangu, onde o clube surgiu, e, assim, batizou o time como Bangu Futebol Clube.

A sua fase áurea foi nos anos 60. Após ingressar no Campeonato Niteroiense de Futebol, organizado pelo Departamento Niteroiense de Futebol (DNF), o Bangu chegou ao vice-campeonato citadino nos anos de 1964 e 1965. Foi campeão Niteroiense Juvenil em 1965. E, finalmente, o seu título mais expressivo:  campeão do Campeonato Niteroiense de Futebol, em 1966.

Para os supersticiosos e/ou curiosos, um fato, no mínimo, interessante. Em 1964, 1965 e 1966, tanto o Bangu do Rio quanto o Bangu de Niterói terminaram as competições em colocações idênticas.  Os Mulatinhos Rosados ficaram em 2º lugar no Campeonato Carioca em 1964 e 1965, e campeão em 1966. Enquanto o Tricolor da Zona Norte  terminou nas mesmas colocações, no Campeonato Niteroiense.

 

Escudo dos anos 20 a 40

FONTE: O Fluminense

 

O São José Atlético Clube é uma agremiação do Município de Cachoeiras de Macacu, que fica na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A localidade fica a 97 km da capital do Rio, e conta com uma população de 54.370 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2010.

anos 40

Sediado na Rua São João, s/n, no Bairro Venezas, em Cachoeiras de Macacu, o São José foi Fundado na terça-feira, do dia 19 de Março de 1935. O time manda os seus jogos no Estádio Municipal Izaltino Carneiro Ribeiro, com capacidade para 5 mil espectadores.

A principal competição no qual o São José participou foi, sem nenhuma dúvida o Campeonato Fluminense de 1944. Com a presença de 35 clubes de todas as regiões do estado do Rio, a competição tinha um glamour e era o sonho de consumo das agremiações interioranas.

Anos 50

O São José debutava na competição, mas isso não incomodou nem um pouco. Na sua estreia, no domingo, do dia 28 de janeiro de 1945 (a edição era 1944, mas foi disputada em 1945), a equipe cachoeirense jogou diante do seu torcedor e não decepcionou. O adversário foi o Esporte Clube Brasil, de Itaguaí, que não foi páreo. Fim de jogo e o placar apontava incríveis 8 a 0! Resultado este, que praticamente sacramentava a classificação para a próxima fase.

No jogo de volta, o São José foi até Itaguaí, podendo até perder por sete gols de diferença, que mesmo assim avançaria na competição. No entanto, a equipe cachoeirense fez bonito e voltou a golear o Brasil por 4 a 1 (quarta-feira, do dia 31 de janeiro de 1945).

1952

Na segunda fase, o São José enfrentou um dos oponentes mais poderosos daquela época: Esperança Futebol Clube, de Nova Friburgo. Diante de um adversário complicado, o time cachoeirense acabou sendo goleado nos seus domínios (domingo, dia 04 de fevereiro de 1945), pelo placar de 6 a 0.

No jogo da volta (domingo, do dia 18 de fevereiro de 1945), o São José acabou eliminado, porém de cabeça em pé. Num jogo duro, acabou caindo por 3 a 1, mostrando que foi um figurante na competição. Na sequência, o Esperança chegou até a final, ficando com o vice-campeonato, perdendo para o campeão do Campeonato Fluminense de 1944 Petropolitano F.C., de Petrópolis, os dois jogos: 3 a 1, fora de casa, e 3 a 2, em Nova Friburgo.

anos 60

Ao todo, o São José Atlético Clube realizou quatro jogos no do Campeonato Fluminense: duas vitórias, nenhum empate e duas derrotas; marcando 13 gols (média de 3,25 gols por partida) e sofrendo 10 (média de 2,5 por jogo); com saldo de três.

Atualmente, o São José vive uma nova era. Após ficar dez anos inativo, graças a perseverança e o empreendedorismo do presidente Leandro Ribeiro, o clube está reativado e crescendo gradativamente. Contado com diversos parceiros, o clube cachoeirense planeja novos voos, enchendo de alegria e esperança o povo de Cachoeiras de Macacu.

Escudo e uniforme atuais

 

anos 80

1995

2005

FONTES: Página do clube no Facebook – Site do clube – Rsssf Brasil

 

 

 

FONTE: Página do São José A.C. no Facebook

 

Fundado pouco depois da usina de açúcar, em 1936, o Santa Luiza Futebol Clube teve seus primeiros times formados por funcionários da indústria, cujo proprietário e patrono do clube, Dr. Durval Cruz, tinha inicialmente a intenção de dar aos trabalhadores, em sua maioria vindos de Campos e Espírito Santo, um domingo de lazer, já que no decorrer da semana o trabalho na plantação e corte da cana era muito duro. Mas a paixão pelo futebol logo foi crescendo. Foi formada uma diretoria, que filiou o clube à Liga Saquaremense de Desportos e à Federação Fluminense de Desportos que, com a fusão do estado da Guanabara e ao antigo Rio de Janeiro, passou a se chamar Federação do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

Assim, o Santa Luiza virou, como a usina, uma potência também no futebol, formando grandes equipes com atletas locais onde podemos destacar Dode, Jorginho Barbosa, Pituta, Roló, Elias, Euclides, Jorge Luiz, Geneci e Jorge Luiz Cardoso. Esses 3 últimos são um capítulo a parte; Canidé elevou o nome do clube e do terceiro distrito, chegando ao futebol profissional do Clube Atlético Mineiro. Delmir, com sua garra e dedicação, iniciou e encerrou sua carreira no Santa Luiza e Pintinho, também conhecido como “Pai Velho”, além de grande atleta, dedicou sua vida como auxiliar técnico, massagista, zelador e técnico da escolinha, sem dúvida um verdadeiro mito, respeitado e amado por todos.

 

Além destes, Balzinho foi outro grande jogador do terceiro distrito, que brilhou no clube, tendo sido considerado na época o melhor atacante em atividade no município. Mais tarde, o clube resolveu investir no mercado de fora e trouxe atletas de excelente qualidade, entre eles Arthur, João Carlos, Didi, Pelezinho, Carrete, Cleber, Paulinho, Josué, Chicão, Mamão e Gabriel. Já Rodolfo, Boquinha, Vavá e Luiz Carlos foram contratados pelo Santa Luiza a outros clubes do nosso próprio município. O terceiro distrito também teve grandes diretores como José de Azevedo Pinto (Zéquito), Lucio Couto, Arí Fonseca, Chiquinho Batista, Divaldo e Mertodinho. E não podemos deixar de mencionar os torcedores fervorosos como o Matinada, Dona Ana e Seu Pedro Delfino que chamavam atenção no campo, torcendo, e pelas nas laranjas e pão com mortadela que vendiam no estádio.

 

Em 1966, surgiu o Esporte Clube Sampaio Corrêa e a rivalidade foi grande com o Santa Luiza, já que alguns atletas insatisfeitos no tricolor se transferiram para o novo clube que também formou grandes elencos e diretorias, sendo Roberto Marques Ferreira (Sargento) e Ricardo Reis 2 baluartes. Mas, assim como ocorreu com o Santa Luiza, o Sampaio também encerrou suas atividades, entre outros locais como o Fundo de Quintal e o Esperança, restando hoje apenas o Baziléia, o Tropa de Elite e o Gelobol, no futebol amador e o Sampaio Corrêa no profissional. Já o velho estádio Durval Cruz, palco de grandes recordações de jogos memoráveis, hoje está totalmente abandonado. Dá pena de ver…

 

O terceiro distrito, além do forte futebol local, ainda revelou atletas para o profissional como Canidé, Rômulo e Zú que representaram o futebol saquaremense na Holanda. Romerito disputou o último Campeonato Brasileiro pela Ponte Preta e Fábio Neves, que já atuou no Fluminense, hoje se encontra no futebol internacional, jogando na Coréia do Sul. O distrito de Sampaio Corrêa revelou também grandes árbitros que fizeram parte do quadro da Liga Saquaremense: Fernando Goiaba, Brandão, Jorge Pezão, Bazilêu, Carlinho Alicate, Rubens, Carlos Conceição, Ricardo Gazoni e a grande revelação Carlos Cordeiro.

 

João Carlos, zagueiro do Santa Luiza

Ele mora em São Gonçalo, mas durante muitos anos fez parte da equipe do Santa Luiza, antes de jogar pelo Clube Saquarema, inclusive na Seleção de Saquarema que competia com outros municípios da Região dos Lagos e no time veterano do Saquarema. Em 1977, quando a usina já não estava mais funcionando, o Santa Luiza Futebol Clube ainda resistia, tanto que conquistou a Taça Mário Castanho, que congregava os clubes da região, tendo como zagueiro o então cabeludo João Carlos. Hoje, casado com Marli, uma das sobrinhas do Dr. Tatagiba, pioneiro da medicina local, João Carlos frequenta Saquarema apenas como veranista, mas não esquece seu tempo de glória no Santa Luiza e no Saquarema.

Curiosidade

Em 1972, a supersafra da usina foi comemorada com um show de escolas de samba do 1° grupo que veio do Rio: a Imperatriz Leopoldinense, o Salgueiro e a Mangueira”, conta Gervásio, hoje o funcionário mais antigo da Prefeitura Municipal.

Ele também se recorda, mas sem muita certeza, que a Imperatriz chegou a fazer um enredo falando da usina, inclusive do time de futebol da fábrica que era o Santa Luiza Futebol Clube.

“O Santa Luiza foi uma agremiação que realizou grandes acontecimentos e fez história no futebol de Saquarema, revelando jogadores para o cenário nacional e até internacional, conquistando vários títulos. Em 1958, a equipe do Santa Luiza realizou um jogo treino com a seleção brasileira campeã do mundo”, afirma o ex-funcionário da usina que começou trabalhando em pequenas funções e acabou sendo um dos mais importantes técnicos da área administrativa da Santa Luiza, na área de recursos humanos

 Participações no Campeonato Fluminense de Clubes Campeões

O Santa Luiza FC, como o campeão do Campeonato Citadino de Saquarema de 1944, disputou o Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1944, realizado em 1945. Acabou sendo eliminado na primeira fase, tendo o Petropolitano, de Petrópolis como o grande campeão daquela edição. O Esperança Futebol Clube, de Nova Friburgo ficou com o vice.  Com o título de campeão do Campeonato Citadino de Saquarema de 1969, participou do Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1969. O campeão de 1969 foi o Americano FC, de Campos.

FONTES & FOTO:  O Saquá – ‘O Jornal de Saquarema’

http://www.osaqua.com.br/2016/05/10/santa-luiza-a-usina-de-sampaio-correa-que-foi-um-verdadeiro-motor-para-saquarema-dos-anos-30-a-70/

http://www.osaqua.com.br/2016/05/10/senador-durval-cruz-o-criador-da-usina/

 


Fúria deu o Tricampeonato Niteroiense ao Espanhol

 O Espanhol conquistou pela terceira vez consecutiva (1971, 1972 e 1973) o título máximo do futebol Niteroiense, ao vencer o Tiradentes por 1 a 0, em 30/09/1973, gol de Renato, aos sete minutos da segunda fase. O Comando-Geral da Polícia Militar viu o jogo que o Major Durval Lobato, da CND, iniciou.

Foram 90 minutos de excelente futebol, com os dois quadros se empenhando a fundo pela vitória. Heraldo Prevot teve atuação magnífica e se todo mundo que foi ao Assad Abdala tivesse pago ingresso a renda ultrapassaria os 15 mil cruzeiros.

O Tiradentes caiu de pé, mas saiu traumatizado com a derrota, produto de uma infelicidade de Camundongo, seguida de uma outra de Paulão. Os dois quadros, além de bom futebol, mostraram excelente preparo físico. Após o jogo os espanhóis comemoraram a vitória no centro do gramado onde receberam homenagem da torcida do Tira. Depois os campeões foram a Itaipu e lá permaneceram até de madrugada.

Completando com felicidade um trabalho primoroso de César, Renato deu ao Espanhol o tão cobiçado título de tricampeão niteroiense, ao marcar aos sete minutos da fase final, o gol que liquidou o Tiradentes. Foi mais movimentado jogo da Copa-400, promoção jornal O Fluminense e Departamento Niteroiense de Futebol (DNF).

O Tiradentes teve uma atuação irrepreensível, o mesmo acontecendo com o Espanhol. O Major Durval Lobato, do CND, deu o pontapé inicial e Heraldo Prevot mereceu nota dez pela magnífica arbitragem. Um público recorde de Cr$ 3.318,00 superlotou o Assad Abdala, ressuscitando o futebol da cidade, agora em grande fase.

O Flamenguinho conseguiu um honroso lugar de vice-campeão, ao lado do Tiradentes, ao vencer o Fluminense por 3 a 2. Os tricolores jogaram com suas peças fora do lugar e por isso, de nada valeu o sacrifício de uma equipe que nunca parou de lutar. Cantareira, Marcelo, César foram as grandes figuras espanholas; enquanto Paulão, Evandro e Micinho foram os grandes destaques dos alvinegros.

O Espanhol viveu dez minutos de pânico após a entrada de Marrom e Popeye. A torcida organizada do Tira, com o cabo Maurício à frente, teve uma conduta muito elegante ao entrar em campo para homenagear os campeões.

 

Primeiro tempo

Vinte e dois jogadores com os nervos à flor da pele iniciaram o jogo, tocando a bola de pé em pé, proporcionando os lances mais emocionantes. O Espanhol estava melhor situado, mas aos poucos o Tiradentes crescia e não demorou muito já havia equilíbrio. Mesmo assim, coube ao ataque espanhol oferecer mais perigo. Renato e César estiveram por marcar, mas Paulão mais uma vez provou que é goleiro.

Cessados estes momentos, o jogo ganhou nova feição e as duas equipes exploravam os contra-ataques. A cada investida um perigo eminente de gol. Foi assim até o fim. Nessa fase, três lances chamaram atenção: aos 15 minutos, Renato quase marcou, após um cruzamento de Cláudio. Belo esteve para inaugurar o marcador aos 21 minutos e Marcelo foi severamente advertido por Heveraldo Prevot aos 40 minutos. O zero a zero foi justo e o nível técnico não poderia ter sido melhor.

Segundo tempo

Tudo como no primeiro tempo, dois quadros nervosos e o Espanhol mais desembaraçado. Houve lances primorosos no meio de campo e num de seus contra-ataques o Espanhol avançou pela esquerda, com César correndo pela lateral. Recebeu lançamento de Marcelo e correu pela ponta-esquerda para cruzar. Foi batido por Aílton, ambos caíram, mas o ponteiro foi mais rápido e levantou-se e jogou a bola na porta do gol. Camundongo saiu mal, Paulão quis socorrê-lo e abandonou a meta. Renato estava no lance e meio inclinado mandou para as redes. César e Renato receberam os cumprimentos dos companheiros: Espanhol 1 a 0.

Tira não esfriou

Quando se pensava que o Tiradentes esfriaria com aquele gol, eis que seus jogadores dobraram seus esforços. Agora, não para marcar um gol e sim dois. O time cresceu e com isso quem pagou caro foi a defesa do Espanhol. Só Cantareira tirou uma dez bolas super perigosas de seu arco, Paulo César, Artur e Tainha se multiplicaram. Não fosse o grande auxilio de Marcelo, Gutinho e Marquinhos e o resultado teria sido outro.

Um pouco tarde

O pior veio depois, Nilson Lamparina, precisando dar maior agressividade ao ataque, colocou Popeye no lugar de Domingos, deslocando Belo (aquela altura mal) para a ponta-direita, passando Evandro para a esquerda e momentos depois pôs Marrom no lugar de Melo. Essas modificações aumentaram o poderio ofensivo do Tiradentes, tanto que houve pânico de dez minutos na defesa amarela. Se o time não sofreu gol de empate, agradeça a Cantareira em primeiro lugar.

Depois aos demais elementos da zaga e ainda ao meio de campo que passou a tirar bola de dentro do gol. Tivesse Nilson Lamparina procedido as alterações aos 20 minutos e não aos 35 minutos, talvez domingo tivesse outro jogo, na pior das hipóteses. Juarez usou a cabeça; pôs Benedito no lugar de Cláudio, no momento “H”.

Todo mundo bem

Vinte e cinco jogadores tiveram grande atuação. Apenas o trabalho de alguns estiveram em maior evidência como Marcelo, Gutinho, César, Cantareira (o melhor de todos), pelo Espanhol e Paulão, que depois se redimiu, Micinho, Evandro e Souza pelo Tiradentes.

Espanhol e Tiradentes dificilmente repetirão a excelente atuação de domingo. O Espanhol ganhou o Tri e o título de campeão do IV Centenário, graças ao oportunismo de Renato, e o Tiradentes perdeu o título por causa de infelicidade de Camundongo e Paulão.

 

Classificação Final

1º Espanhol 1 ponto perdido (pp);

2º Tiradentes 3 pp;

2º Flamenguinho 3 pp;

4º Fluminense 5 pp.

ESPANHOL (RJ)

1

X

0

TIRADENTES (RJ)

LOCAL:

Estádio Assad Abdala, na Rua Dr. March, no Barreto, em Niterói/RJ

CARÁTER:

Final do Campeonato Citadino de Niterói de 1973

DATA:

Domingo, dia 30 de Setembro de 1973

RENDA:

Cr$ 3.318,00 (Recorde)

ÁRBITRO:

Heraldo Prevot (DNF)

AUXILIARES:

Sílvio Silva (DNF) e Aílson Oliveira (DNF)

ESPANHOL:

Carlos; Artur, Paulo César, Cantareira e Tainha; Marcelo, Gutinho e Marquinhos; Cláudio (Benedito), Renato e César. Técnico: Juarez

TIRADENTES:

Paulão; Aílton, Camundongo, Conrado e Pelé; Micinho, Melo (Marrom) e Evandro; Domingos (Popeye), Belo e Souza. Técnico: Nilson Lamparina

GOL:

Renato aos sete minutos (Espanhol), do 2º Tempo.

 FONTE: Jornal O Fluminense


 

O Grêmio Ubaense Esporte Clube é uma agremiação do Município de São José de Ubá, que fica na Região Noroeste Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Localizado a 293 km da capital do Rio, a localidade possui uma população de 7.175 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2014.

O clube Alvirrubro foi Fundado na sexta-feira, do dia 27 de Julho de 1951. A sua Sede e o Estádio José de Souza Lima, estão localizados na Rua Sete de Setembro, nº 5, no Centro de São José de Ubá.

O Grêmio Ubaense é uma agremiação tradicional na região, e conta, entre outros títulos, os canecos do Campeonato Noroeste Fluminense de 1983; e do Campeonato Citadino de 1987.

Além disso, o Grêmio Ubaense é um bom “sparring” dos clubes da região, como Goytacaz, Americano, Macaé, quando estão se preparando para disputar as competições estaduais e nacionais.

Grêmio Ubaense  -  Vice-Campeão do Noroeste de 1987 

No sábado, do dia 21 de fevereiro de 2015, o Grêmio Ubaense enfrentou em amistoso, no seu Estádio (José de Souza Lima), o Americano de Campos, que se preparava para disputar o Campeonato Carioca da Série B. O Cano goleou por 7 a 0. Os gols do jogo, foram assinalados por Thiago Correa (três gols); Léo Guerreiro (duas vezes); Noel e Nikson, um tento cada.

FONTES & FOTOS: Wikimapia – FutRio.Net – Blog São José de Ubá – Mathias Machado – Blog Aloísio Soares

 

 

Bar "Balança Mais Não Cai" em Várzea Grande. Encontro de dirigentes, torcedores e jogadores após os jogos do Operário VG nos anos 50

O pontapé inicial do futebol em Mato Grosso não aparece através de informações documentadas. Há poucos artigos, dados e registros relativos aos precursores do esporte no início do século XX na capital de Mato Grosso. Segundo alguns relatos, a 1ª “pelota” chegou a Cuiabá em 1905, por meio do Padre Antonio Maria Malan.

Adquirido em São Paulo, o artefato deixou a juventude alvoroçada para aprender as primeiras lições do esporte britânico. O governo era do presidente Antonio Paes de Barros, o “Totó Paes”, que entrou para a história também por participar da introdução do futebol no Estado.

Nesse início do século passado, entre 1911 e 1915, surgiram vários times na capital como o Americano, Paulistano, Royal, Internacional e Cuiabá Futebol Clube. Esses times, conforme registros, abriram a história do futebol em Mato Grosso.

O Internacional, com domicílio no Bairro do Porto, tinha como presidente Gustavo Kulman, sendo formado pelos jovens residentes na área portuária da Capital. Já o Cuiabá Futebol Clube, mais elitizado, era presidido por Leovegildo Martins, contando em seu elenco por jovens da sociedade cuiabana na época.

Inicia-­se a trajetória do futebol nos campos Matogrossense. Cronistas da época asseguram que em 15 de novembro de 1913 foi inaugurado a 1ª praça esportiva como forma de incentivo ao crescimento do esporte na cidade. O gramado ficava no Campo D’Ourique, onde atualmente se encontra a Praça Pascoal Moreira Cabral que abriga o marco do Centro Geodésico da América do Sul e a Câmara Municipal. O futebol começava a desbancar o “esporte” favorito na época, as touradas cuyiabanas.

O 1º jogo da história da cidade teve como protagonistas o Cuiabá e o Internacional do bairro do Porto. Cuiabá ganhou por 3 a 0. O esporte crescia, mas não havia uma entidade responsável pela organização de competições oficiais de futebol no estado.

Cada cidade simpatizante pelo esporte se organizava em ligas, estabelecendo as bases para que esses eventos se realizassem. Em Cuiabá a entidade responsável era conhecida como Liga Esportiva Cuiabana (LEC). Essa corporação foi fundada em 11 de junho de 1936 e presidida pelo desembargador José Vieira do Amaral e composta pelos seguintes clubes:

Comércio Futebol Clube;

Paulistano Futebol Clube;

Americano Esporte Clube;

Associação Atlética Tipográfica;

Esporte Clube Destemido (todos extintos);

Mixto Esporte Clube;

Clube Esportivo Dom Bosco (os dois últimos ainda em atividade).

 

As disputas eram realizadas no Campo do Bosque Municipal, onde mais tarde se construiu o “Estádio do Comércio” – o 1º Estádio de Futebol de Mato Grosso, presidido pelo desportista Manoel Soares de Campos e inaugurado em 7 de setembro de 1936.

Ficava onde hoje está o Colégio Estadual Liceu Cuiabano, localizado na Praça General Mallet, esquina com Avenida Getúlio Vargas. Registros informais apontam que Mixto versus Americano era o grande clássico da época, com casa cheia em todos os jogos.

 

Gestão esportiva

Em 26 de maio de 1942, em Cuiabá, foi fundada a Federação Mato­grossense de Desportos (FMD), denominação originária da Federação Mato­grossense de Futebol (FMF), com a finalidade de gerir o futebol no estado. Assinaram em baixo os clubes e ligas:

Americano Esporte Clube;

Clube Esportivo Dom Bosco;

Estado Novo Esporte Clube;

Paulistano Futebol Clube;

Terceiro Distrito Esporte Clube;

Liga Esportiva de Corumbá;

Liga Mirandense de Futebol;

Liga Esportiva Aquidauanense;

Liga Municipal de Amadores de Campo Grande;

Liga Três­lagoense de Desportos.

 

Era considerada uma entidade eclética, porque congregava por meio dos seus respectivos departamentos, todos os esportes. Foi eleito como seu 1º Presidente Dr. Alexandre Arddor Filho, que elaborou seu Estatuto Oficial (DO/MT/ 29/12/1943) e seu registro em cartório do 1º Oficio de Cuiabá em 11/01/1943.

 

1º Campeonato Mato­grossense de Futebol ­ 1943

O primeiro campeonato oficial, categoria amador, foi realizado em 1943. O primeiro jogo oficial do futebol regional ocorreu no dia 31 de janeiro de 1943, no Campo do Bosque Municipal, pertencente ao Comércio Esporte Clube.

O Mixto Esporte Clube venceu o Clube Esportivo Dom Bosco por 5 a 1. O primeiro gol marcado no campeonato foi de Hugo (Mixto).

O campeão do certame foi o Paulistano Futebol Clube. Rivalidade Na década dos anos 50, consta nos arquivos que a maior rivalidade no futebol cuiabano era no clássico Clube Atlético Mato­grossense X Mixto Esporte Clube. O desfile de craques tinha Uir Castilho, Fulêpa, Baicerê, Fião, Dasmaceno, Poxoréo e outros.

Em 1958, o jovem dirigente Rubens dos Santos filia seu Operário Várzea­grandense na FMD, valorizando mais ainda o Campeonato Cuiabano. No dia 23 de julho de 1958, o Operário realiza sua primeira partida noturna, e empata com o “Bicho Papão”, Atlético Mato­grossense em 1 a 1, com Fião marcando o gol do time da capital, e Tião Macalé empatando para o tricolor.

 

Profissionalização é sacramentada em 1967

A profissionalização do Futebol Mato­grossense ocorreu em 1967, através de uma iniciativa dos jovens dirigentes Rubens dos Santos, Ranulfo Paes de Barros, Macário Zanacape, João de Deus, Silva Freire, Francisco de Assis, e outros esportistas.

O coronel Hélio de Jesus Fonseca foi escolhido o primeiro presidente da Federação Matogrossense de Desportos (FMD). O 1º campeão foi o Clube Esportivo Operário Várzea­grandense, “o chicote da fronteira” presidido pelo habilidoso e astuto desportista Rubens Baracat dos Santos, “o Velho Guerreiro”. O Clube Esportivo Operário Várzea­grandense ganhou novamente no segundo campeonato oficial.

Presidiram a Federação Matogrossense de Desportos (FMD), entre outros, Alexandre Arddor Filho, Crescêncio Monteiro, Álvaro Miguéis, José Monteiro de Figueiredo, Lenine de Campos Póvoas, Ranulpho Paes de Barros, Otyles Moreira da Silva, Hélio de Jesus da Fonseca, Gastão de Mattos Muller, Macário Zanagape Filho, Herman Dutra Pimenta, Agostinho Dias Dorilêo, Agripino Bonilha Filho, Levi Rodrigues do Prado, Júlio José de Campos, Carlos Orione, Lourival Nunes de Barros.

 

Em 31 de maio de 1976, foi nomeado pelo Almirante Heleno de Barros Nunes, Presidente da Confederação Brasileira de Desportos o Sr. Carlos Orione (Procurador de Justiça aposentado) para assumir como interventor a Federação Mato­grossense de Desportos (FMD).

A Assembléia Geral e Extraordinária do dia 21 de Abril de 1979, homologou a aprovação da transformação da denominação da Federação Mato­grossense (FMD) na atual Federação Mato­grossense de Futebol (FMF), conforme consta na Ata nº. 08/79, sendo eleito Orione seu 1º presidente.

Em sucessivos mandatos, Orione coordenou a criação e ampliação das Ligas de Futebol Amadoras (hoje com mais de 82 Ligas filiadas a FMF). Instituiu a 1ª e 2ª Divisão de Futebol Profissional de MT e articulou com a CBF na inclusão no Campeonato Brasileiro Série A, nas décadas de 1976 a 1980, de cinco equipes de Mato Grosso: Mixto, Operário, Dom Bosco, Comercial e Operário de Campo Grande (MS). Este último conseguiu honrosa classificação de 3º lugar no Campeonato Brasileiro/1977.

 

FONTES: Site FMF (www.fmfmt.com.br) – Site Craques do Rádio (www.craquesdoradio.com.br) – José Eustáquio Pulula da Silva (http//zepulula.blogspot) – Governo de Mato Grosso/ Secopa  

 

Por Andre Luiz Pereira Nunes

O Verona Futebol Clube é uma agremiação do Município de Itatiaia (RJ). Fundado na sexta-feira, do dia 1º de Junho de 1990, é uma das maiores expressões do futebol amador do interior.

A equipe alviverde, que já dispôs até de uma sede, incentivou inclusive outras agremiações a disputarem o campeonato da cidade. O Verona sempre montou elencos fortes, contando até mesmo com atletas de outros municípios.

Campeão Citadino de 1993

Também priorizava as categorias de base, reforçando a importância da inclusão social através do desporto. Com esta filosofia, o Verona faturou o Campeonato Citadino de Itatiaia, organizado pela Liga Desportiva de Itatiaia (LDI), em 1993, 2009 (após longa ausência), 2010, 2011 e 2014.

Campeão Citadino de 2009

Já na categoria Veteranos foi campeão em 2009, 2011, 2012, 2013 e 2015. Ainda foi vice-campeão da Copa do Vale do Paraíba em 1992 e 1993 ao capitular respectivamente diante do América do Rústico, de Volta Redonda, e do Porto Real Country Club. Em 1991 e 1994 foi terceiro colocado.

Campeão Citadino de 2011

Esse desempenho motivou o clube que esteve muito perto de ingressar no futebol profissional. Mas acabou desistindo dias antes do início do Campeonato Carioca da Série C de 1992, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

O atleta Toninho Romário conta que o time trabalha atualmente apenas com as categorias Adultos e Veteranos. “Na verdade aquela estrutura que existia nos anos no 90 acabou. Hoje funciona na base mesmo do amor. Na véspera de começar o campeonato montamos o time. É uma reunião de amigos que jogam juntos há muito tempo“, concluiu.

 

Campeão Citadino de 2014

 P.S.: As cinco estrelas acima do escudo no Verona Futebol Clube correspondem as cinco conquistas do Campeonato Citadino Itatiaiense: 1993, 2009, 2010, 2011 e 2014.

 

FONTE & FOTOS: André Luiz Pereira Nunes

 

O União Desportiva de Coelho Neto é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 13 de Janeiro de 1949, a sua Sede atual fica na Rua Ouseley, nº 810, no Bairro de Coelho Neto, na Zona Norte do Rio. Fundado por desportistas do Conjunto residencial do I.A.P.C. a sua primeira sede ficava justamente neste local: Rua 5, nº 375 / Conjunto residencial do I.A.P.C., em Coelho Neto.

O União Desportiva se filiou no Departamento Autônomo da Federação Metropolitana de Futebol (DA-FMF) e ao Conselho Nacional de Desportos (CND). Participou do DA-FMF em 1954, 1970, entre outros.

Um ano que ficou marcado na história do União Desportiva foi em 1958. Não porque a Seleção Brasileira se sagrou campeã do Mundo pela primeira vez na Suécia, mas também pela campanha do clube naquela temporada. A equipe realizou 43 jogos, com 35 vitórias (81,4%), um empate (2,3%) e sete derrotas (16,3%); marcando 126 gols (2,9 gols por partida); sofrendo 47 (1,1 gol por jogo); com saldo pomposo de 79.

O artilheiro da equipe foi o dianteiro Zezinho, que balançou as redes adversárias em 26 oportunidades. A maior goleada aconteceu no domingo, do dia 1º de junho de 1958, quando de forma inapelável goleou a equipe do Liberdade Futebol Clube por 14 a 0. Após a goleada de 14 a 0, o Liberdade pediu uma revanche. Acabou derrotado novamente, sendo que desta vez perdeu por apenas 1 a 0.

Na sua série de vitórias, o clube de Coelho Neto venceu adversários possuidores de quadros de categoria, como os do:

Monte Alegre Futebol Clube;

Coqueirinho Futebol Clube;

Marechal de Ferro Futebol Clube;

Sport Club Rio de Janeiro;

Cruz de Malta Futebol Clube;

Estrela Branca Futebol Clube;

Tupy Futebol Clube;

Diamante Negro Futebol Clube;

Pantera Negra Futebol Clube;

Vasco Suburbano Futebol Clube;

Vila da Cava Futebol Clube;

Vasquinho de Areia Branca Esporte Clube;

Saudade Futebol Clube.

Time posado de 1965 – EM PÉ (Esquerda para a direita): Sr. Jorge,  Presidente; Wanderley, Garcez, Niltinho, Queiros, João Guilherme, Didi, Nilsinho, Fabiano. AGACHADOS (Esquerda para a direita): Luiz, Sardinha, Tião, Dario, Ricardo e Escurinho.

                                                                                    

Time de 1957: Amora (J. Mattos); Paulo e Padeiro; Waldir, Juca e Pida (Pedro); Fabiano, Dimas, Tião, Zezinho (Waldir II) e Mattos (Dida).

 Time de 1970: Nei; Pardal (Didi), Wilson, Augusto e César; Ocimar e Gutinha; Marcelo, Gude, Dario e Santos.

 

FONTES: Correio da Manhã – Imprensa Popular – Luta Democrática – André Luiz Pereira Nunes 

 

O Tupy Football Club foi o primeiro time de futebol da Ilha de Paquetá e foi fundado por José Mathias, Paulo Brito e José Saldanha, em 6 de junho de 1918. A sua camisa também era vermelha e preta, como a do Flamengo do R.J. e o seu campo ficava na Rua Manoel de Macedo, nas imediações de onde se encontra a Rua Frei Leopoldo.

O seu primeiro time tinha a seguinte formação: Nilton (depois Nezinho), Antenor e Manoel “Duduca”, Pedro, Rodrigo e Campo Grande, Nini, Edmundo, Cecéu, Zeca e Otinho.

FONTE: Marcelo Cardoso - Jornal A Noite  ((02/12/1941)

 

FONTE: Jornal Última Hora

 

Esperança (Friburgo) finalista do certame de campeões

Friburgo é o centro esportivo do Estado do Rio de Janeiro, onde o futebol, sem nenhum favor, tem sido o preferido do público. Embora a mentora local seja portadora do “bastão” máximo do futebol amador a verdade é que a Liga Friburguense de Desportos (LFD) não tem procurado participar de todas as competições futebolísticas patrocinadas pela Federação Fluminense de Desportos (FFD). O III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões está sendo disputado pela terceira vez. Só agora, entretanto, os dirigentes do clube campeão da última temporada e da própria entidade friburguense tomaram algum interesse pela disputa, merecendo, por isso mesmo, os melhores aplausos.

 

O Esperança Futebol Clube, campeão de 1961, no município, está participando ativamente do Campeonato de Campeões. Aliás, o grêmio presidido pelo desportista e ex-atleta esperancista, Sr. Geraldo Moura, está realizando uma campanha de um modo geral muito boa.

Com o seu plantel integrado de Lalau, Cici, Leão, Chiminga, Cléo, Célio, Ivan, Cinézio, Carlinhos, Telesca, Pardal, Mau, Djalma e, a orientação técnica de Decache, o quadro do Esperança se encontra desfrutando da situação de finalista.

Curioso, também, que seu avante Cinézio é o artilheiro do campeonato, com um total de 11 tentos, o que bem demonstra o trabalho de vanguarda para desbaratar a defesa adversária. O esquadrão esperancista pode não chegar ao título máximo, porém, sua participação serviu para elevar ainda mais o futebol de Friburgo.

A turma verdejante tem raça, coragem e muito entusiasmo, daí haver chegado na esplêndida situação de finalista. Domingo próximo, dia 24 de junho de 1962, ao que tudo indica, Esperança e Metalúrgico estarão se digladiando pelo título. Serão dois ou três jogos de importância para os dois municípios, no terreno esportivo, pois que, servirão também para realçar ainda mais o espírito de cavalheirismo e cordialidade que deve existir numa disputa estadual.

O Metalúrgico tem em mãos o “bastão” de campeão, e, portanto, prepara-se para sustentar sua posição. Mas, o Esperança, que participa pela primeira vez, e com um desempenho deveras elogioso, não poupará esforços para derrotar o rubro-anil de Neves. Assim, portanto,  os jogos finais do III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões deverão suplantar financeira e tecnicamente, todos os já realizados anteriormente.

Verifica-se, portanto, que Friburgo, desta feita, não faltou com o seu concurso e brilhantismo à temporada dos campeões. Entretanto, no III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões a LFD continuou ausente este ano.

Numa cidade onde a mentora promove o certame com a disputa de todas as categorias, não se  justifica de modo algum a ausência de sua seleção. Ademais, este campeonato facilita a presença de atletas de 16 a 20 anos, mercê o preparo e organização da seleção do Estado do Rio, que participará do Campeonato da Juventude.

 

Será em Neves o jogo decisivo de Campeões

Na Sede da Federação Fluminense de Desportos (FFD), foi sorteado o local do 1º jogo das finais do III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões. Assim, o embate Metalúrgico x Esperança será realizado no campo da Rua Dr. Alberto Torres, em Neves, em São Gonçalo, às 15h15min. Os campeões de Friburgo estão animados, pois, disputando o certame pela primeira vez, lograram uma posição destacada.

Por outro lado, os rubro-anis estão preparados e esperam realizar boa exibição. Pena que os dirigentes dos dois clubes não acertassem jogar nos Estádios do Mauá e do Friburgo, onde, sem dúvida alguma, toda segurança teriam os 22 jogadores e o próprio árbitro.

 

Metalúrgico ganhou o primeiro jogo por 2 x 0

No gramado da Rua Dr. Alberto Torres, em Neves, em São Gonçalo, jogaram os quadros do Metalúrgico e do Esperança, de Friburgo, na primeira peleja decisiva do III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões.

O jogo não foi nada fácil para os locais durante os 90 minutos, pois que, desfalcado de alguns valores não puderam proporcionar uma atuação espetacular. Todavia, levando-se em conta a resistência do adversário, foi boa a vitória do Metalúrgico por 2 a 0, gols de Tamiro e Hilton, na fase complementar.

 

E.C. METALÚRGICO                    2          X         0          ESPERANÇA F.C.

LOCAL: Estádio da Rua Dr. Alberto Torres, em Neves, em São Gonçalo (RJ)

CARÁTER: 1º Jogo da Final do  III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões de 1962

DATA: Domingo, dia 24 de junho de 1962

HORÁRIO:  15h15min.

RENDA: Cr$ 17.000, 00 (dezessete mil cruzeiros)

ÁRBITRO: José Rodrigues (FFD)

METALÚRGICO: Valdir; Odilon e Daniel; Picorrucho, Coroa e Carlinhos; Irani (Hilton), Hilton (Daquinho), Tamiro, Cizinho e Pelé.

ESPERANÇA: Lalau; Cici e Leão; Chiminga, Cléo e Célio; Ivanzinho, Cinézio, Carlinhos, Telesca e Pardal. Técnico: Decache

GOLS: Tamiro e Hilton (Metalúrgico), no 2º Tempo.

 

2º jogo: Esperança goleia por 4 a 1

Na Serra, o rubro-anil não foi feliz. Tanto assim, que o Esperança levou a melhor pelo escore de 4 x 1, na tarde de domingo, do dia 1º de julho de 1962. A vitória representaria o bicampeonato estadual de campeões para o Metalúrgico, porém, uma contusão influiu no rendimento do conjunto. Os visitantes venceram o período inicial por 1 a 0.

Na etapa complementar com a queda de produção decorrente da contusão do meia-direita, o quadro gonçalense acabou por ser abatido irremediavelmente. Assim, portanto, reabilitou-se o campeão friburguense.

Ganharam os esperancistas a segunda batalha, tirando, em conseqüência, partido do fator gramado e, sobretudo, torcida, além das peripécias normais da disputa. Metalúrgico e Esperança estão iguais nos pontos.

Sabe-se, também, que acertaram o terceiro jogo para domingo próximo (08 de julho de 1962). O local escolhido foi a cidade de Petrópolis onde, aliás, o campeonato local se encontra em pleno andamento.

Não sabemos se os dirigentes esperancistas e rubro-anis consultaram os interesses  da Liga Petropolitana de Desportos (LPD), pois que, podem os clubes filiados recusar a cessão da data ou até, mesmo do Estádio principal do município.

Assim, portanto, vamos aguardar as próximas horas para conhecer, na realidade, algo sobre o terceiro e decisivo cotejo, pois está sujeito a uma prorrogação.

 

3º jogo: Esperança goleia novamente por 4 a 2 e fica com inédito título

A supremacia do III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões está, agora, em poder de Friburgo, que desse modo, lidera os certames do futebol amador de nosso Estado. Aliás, o presidente da Liga Friburguense de Desportos (LFD), Ademar Combat adiantou-nos que o Esperança seria o vencedor, em virtude de ser um conjunto de boa constituição.

No Estádio Almirante Heleno Nunes, do Várzea F.C., em Teresópolis, jogaram as equipes do Metalúrgico e do Esperança, no 3º combate decisivo. O rubro-anil de São Gonçalo subiu a serra desejoso de triunfar e faturar o bicampeonato.

Por outro lado, a turma do verdejante friburguense foi a campo preparado para lutar e conquistar o título da competição, credenciado, sobretudo, pelos resultados anteriores e pelo bom desempenho técnico da equipe.

Embora entrando nesta temporada como representante legitimo do futebol de sua cidade, pela primeira vez, o Esperança demonstrou algo, tanto assim que chegou a finalista e foi um brilhante campeão. Interrompendo, ainda, a série de sucessos dos campeões de São Gonçalo: Trindade e Metalúrgico.

O Jogo agradou pela movimentação, com os rubro-anis tentaram por diversas vezes vencer a defesa contrária visando estabelecer vantagem numérica de modo a perturbar o desempenho do adversário. No entanto, mercê a vigilância com que atuou a defesa do seu competidor, todos os esforços foram suplantados.

Deve-se salientar que o trabalho tático posto em prática pelos verdejantes para chegar a vitória de 4 a 2 foi certo e preciso, pois que tiveram ainda o mérito de tirar partido das peripécias do “match“, além de valer-se de suas próprias forças diante de um rival que fatalmente poderia surpreender num descuido de marcação ou em lances diante de sua meta.

Pardal, duas vezes; Carlinhos e Ivan marcaram para o Esperança, o novo campeão dos campeões do Estado do Rio de Janeiro e detentor da “Taça Deputado Afonso Celso Ribeiro de Castro“.

 

Tapetão de 1962, quase estragou a festa!

Se não deu para ganhar dentro de campo, o presidente do Metalúrgico, Moacir Menezes tentou anular o jogo. Cinco dias após a terceira partida, o dirigente rubro-anil entendia que três jogadores do Esperança estavam irregulares. Desta forma, reivindicou junto a Federação Fluminense de Desportos (FFD), que fosse realizado outra partida.

O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), da FFD julgou e tirou os pontos do Esperança. O clube friburguense recorreu e, dois meses depois, conseguiu reverter o quadro e venceu por unanimidade.  Desta forma, o Esperança Futebol Clube, de Nova Friburgo confirmou o título inédito do III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões de 1962.

 

FONTE: Jornal Última Hora  

 

O Esperança Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Rio Bonito (RJ). Fundado em 1931, a sua Sede e o Estádio ficam localizados na Rodovia RJ, 24, em Boa Esperança – 2º Distrito de Rio Bonito.

Na publicação de ontem (http://cacellain.com.br/blog/?p=100350), abordei os campeões de Resende e Rio Bonito. No Campeonato Citadino de Rio Bonito, apresentei a classificação final de 1961:

Campeão: Castelo Futebol Clube, do Distrito Castelo;
Vice-campeão: Motorista Futebol Clube;
Terceiro lugar: Cruzeiro, de Rio Bonito;
Último lugar: Esperança Futebol Clube.

Desses times, quase todos já tinham sido publicados no História do Futebol. A exceção era, justamente, o Esperança. Bom, agora não é mais!

 

FONTES: Jornal Última Hora – Página do clube no Facebook 

 

Friburgo tem o seu novo campeão: Esperança 

O Esperança Futebol Clube, de Nova Friburgo, depois de 30 anos, voltou a conquistar o título de campeão, invicto, do município de 1961. O presidente Válter Saldanha muito colaborou nesta jornada. O técnico foi Antônio Decache e a equipe contou com: Decache; Ceci, Ivan, Cinézio e Carlinhos; Leão, Chiminga e Cléo; Célio, Telesca e Pardal.

Os esperancistas asseguraram o cetro após derrotar o Friburgo, por 4 a 1, no cotejo que foi decisivo para os dois concorrentes.

FONTE: Jornal Última Hora (23 de outubro de 1961)

 

FONTE: Jornal Última Hora

 

LMD – Liga Macaense de Desportos
Fundado na quarta-feira, do dia 30 de Setembro de 1942
Sede: Rua Lira dos Conspiradores, 350 – Centro – Macaé (RJ)

FONTE: Jornal Última Hora

 

FONTE: Jornal Última Hora

 

 

 

FONTE: Jornal Última Hora

 

FONTE: Jornal Última Hora

 

FONTE: Jornal Última Hora 

 

Jogando amistosamente, ontem à tarde, no Estádio Ítalo Del Cima, o Campo Grande venceu o Madureira por 5 a 3, após um primeiro tempo que terminou empatado em 2 a 2. O Campusca começou melhor e abriu o placar aos 19 minutos, por intermédio de Décio Esteves. Seis minutos depois o Madura conseguiu deixar tudo igual com Alcides.

O jogo seguiu movimento e Eloy fez o gol da virada para o Tricolor Suburbano aos 38 minutos. Porém, o Campusca não demorou a igualar o marcador com Roberto Peniche aos 41 minutos do primeiro tempo. Assim os jogadores foram para os vestiários com um empate parcial de 2 tentos a dois, na Zona Rural do Rio.

Na etapa complementar, a partida seguiu eletrizante. Russo aos 18 e Adilson Bueno aos 24 minutos ampliaram para o Campo Grande. Oito minutos depois, Décio Esteves mostrou faro de gol e marcou o quinto para o Campusca. Aos 40 minutos, pênalti para o Madureira. O  zagueiro Apel cobrou forte e diminuiu para o Madureira. Mas já era tarde. Final: Campusca 5 x 3 no Madura.

CAMPO GRANDE A.C. (RJ)

5

X

3

MADUREIRA A.C.  (RJ)

LOCAL: Estádio Ítalo Del Cima, no Bairro de Campo Grande – Zona Rural (atual Zona Oeste) do Rio (RJ)
CARÁTER: Amistoso Estadual
DATA: Domingo, dia 8 de Abril de 1962
RENDA: Cr$ 109.820.000,00
ÁRBITRO: Frederico Lopes (FFF)
CAMPO GRANDE : Edmar (Jorginho); Átila (Harley), Adilson, Quirinho, Guilherme e Darcy Santos; Dequinha e Russo (Jarbas); Paulinho, Adilson Bueno, Décio Esteves e Roberto Peniche.
MADUREIRA: Salomão (Lucas); Bitum, Almir (Alfredo), Apelo e Aloísio; Odir (Batata) e Homero (Paulinho); Danilo (Hércules), Alcides, Fernando e Eloy.
GOLS: Décio Esteves aos 19 minutos (Campusca); Alcides aos 25 minutos (Madureira); Eloy aos minutos (Madureira);  Roberto Peniche aos 41 minutos (Campusca), no 1º Tempo. Russo  aos 18 minutos (Campusca);  Adilson Bueno  aos 24 minutos (Campusca);  Décio Esteves aos 32 minutos (Campusca);  Apel, de pênalti, aos 40 minutos (Madureira), no 2º Tempo.

 

 

FONTE: Jornal Última Hora

 

FONTE: Jornal Última Hora

 

CAMPEÃO: Esporte Clube Metalúrgico

Enfim, na cidade de Petrópolis, foi decidido o Campeonato Fluminense de Campeões, sagrando-se herói da jornada o “esquadrão de aço” do Esporte Clube Metalúrgico. O jogo teve lugar no Estádio Atílio Marotti, no Bairro Bingon, na bonita e fria cidade serrana.

 

1º Jogo: E.C. 1º de Maio leva a melhor

Após passarem por vários adversários, o Metalúrgico, de São Gonçalo e o Primeiro de Maio, da Barra do Piraí, classificaram-se para disputar as finais. O primeiro embate foi jogado em Santanésia vencido pelos locais por 3 a 2.

VICE: Esporte Clube 1º de Maio

2º Jogo: Metalúrgico dá o troco

Em gramados gonçalenses, ou  melhor, no Estádio do Tamoio, no segundo encontro, os rubro-anis levaram a melhor por 2 a 0. Desse modo, foi necessária a terceira peleja.

 

2º Jogo: Metalúrgico é campeão!!

Para a batalha que lhe valeu o título, o “esquadrão de aço“, que venceu o time de uniforme celeste, por 3 a 1, ficando com o caneco do Campeonato Fluminense de Campeões de 1961.

E.C. METALÚRGICO        3          X         1          E.C. 1º DE MAIO

LOCAL: Estádio Atílio Marotti, no Bairro Bingon, em Petrópolis (RJ)

RENDA: Cr$ 12.300,00

ÁRBITRO: Almir Salino (FFD)

AUXILIARES: Nilton Vianna de Abreu (LGD – Liga Gonçalense de Desportos) e Darci de Oliveira (LDBP – Liga Desportiva de Barra do PIraí)

CARÁTER: 3º jogo da final do Campeonato Fluminense de Campeões de 1961

DATA: Domingo, dia 18 de junho de 1961

HORÁRIO: 15 horas

E.C. METALURGICO: Valdir; Iranir, Bringela, Hilton e Lédio; Cizinho e Pico; Flavinho, Vavá (Daquinho), Tamiro e Ari.

E.C. 1º DE MAIO: César; Dario e Vidal; Dadanha, Mattos e Brás; Norival, Zé Luiz, Ezio, Toquinho e Nelito.

GOLS: Flavinho (Metalúrgico); Zé Luiz (1º de Maio), no 1º Tempo. Daquinha e Cizinho (Metalúrgico), no 2º Tempo.

PRELIMINAR (Juvenil): Bingon             2          x          1          Serrano

FONTE: Jornal Última Hora

 

Friburgo: O Campeão

1º Jogo: Friburgo goleou

No 1º jogo da final do Campeonato Fluminense de Futebol Amador, a Seleção de Nova Friburgo fez vale o fator casa e goleou o selecionado de Itaguaí pelo placar de 4 a 0. A Renda foi 74 mil cruzeiros, arbitrado por Américo Loureiro. A partida aconteceu no domingo, no dia 21 de agosto de 1960, no Estádio Eduardo Guinle, em Friburgo.

A Seleção “Fantasma” não viu a cor da bola. Melhor para os friburguenses que aproveitaram para vencer, com gols de Paulo (duas vezes), Catita e Russo (um cada).

 

Itaguaí: Vice-campeão

2º Jogo: empate sem gols

No 2º jogo, no domingo, no dia 28 de agosto de 1960, o Itaguaí recebeu o Nova Friburgo, em seus domínios. Porém, não conseguiu sair de um placar de 0 a 0. Assim foi necessário um jogo-extra para definir o campeão.

 

3º Jogo: Friburgo vence e fatura o título

No Estádio Caio Martins, em Niterói, teve lugar do terceiro jogo Nova Friburgo x Itaguaí para decidir o Campeonato Fluminense de Futebol Amador. Bom público, mais uma vez prestigiou o espetáculo, proporcionando uma renda de quase 40 mil cruzeiros.

Em que pese o empenho da seleção “benjamim” da FFD, a verdade é que os friburguenses estiveram mais seguros e se entenderam bem melhor diante da meta adversária. Os vice-campeões realizaram trabalho proveitoso na meia-cancha, porém nos arremates finais pecaram.

Os tentos de Paulo e Pardal no primeiro período da peleja serviram para a vitória e a conquista do título máximo no futebol amador do Estado. César e Juca foram expulsos.

PS: A Liga Friburguense de Desportos (LFD), era presidido pelo Sr. Carlos Mastrangelo. A Seleção de Itaguaí ganhou o apelido de a “Seleção Revelação de 1960″.

ITAGUAÍ                   0          X         2          NOVA FRIBURGO

LOCAL: Estádio Caio Martins, em Niterói (RJ)

ÁRBITRO: José Luís Ennes (FFD)

EXPULSÕES: César (Itaguaí) e Juca (Friburgo)

CARÁTER: 3º jogo da final do Campeonato Fluminense de Futebol Amador de 1960

DATA: Domingo, dia 04 de setembro de 1960

HORÁRIO: 15 horas

FRIBURGO: Ivan; Cléo e Leoni; Chiminga, Tilu e Agnaldo; Juca, Russo, Carlinhos, Paulo e Pardal.

ITAGUAÍ: Nélio; Sílvio e César; Carlos Luís, Enezio e Paulo; Apiciutar, Washington, Adu, Heitor e Assis.

GOLS: Paulo e Pardal (Friburgo), ambos no 1º Tempo.

 

 

FONTE: Jornal Última Hora

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