O Ramos Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvianil foi Fundado na sexta-feira, do dia 23 de Maio de 1930, como Ramos Athletico Club, por um grupo de rapazes moradores e negociantes da Rua Dr. Noguchi, em Ramos, resolveram por iniciativa do desportista Antonio Pereira Mattos Filho.

A reunião aconteceu na Sede do Centro Beneficente Pedro II (ficava na Rua Dr. Noguchi, nº 104, no Bairro de Ramos), para tratarem da formação do mesmo nessa reunião depois de discutidas várias idéias ficou deliberado nomear uma junta governativa, com  plenos poderes para aquisição de campo, Sede e a elaboração do Estatuto do clube.

Também ficou definido a 1ª Diretoria, constituída da seguinte forma:

Presidente - Jacomo de Souza Lima;

Secretário - Arthur Bernard;

Tesoureiro - Antonio Pereira Mattos Filho;

Comissão para elaborar o Estatuto - Didimo de Aguiar, Leonel Dias Alves de Oliveira e Antonio Pereira Mattos Filho;

Ramos inaugurou a sua Sede e a Praça de Esportes

No início de 1931, a agremiação alterou a sua nomenclatura para Ramos Football Club. Além do futebol, o clube também contava com outras modalidades: Ping-pong (Tênis de Mesa), Ciclismo, Atletismo, entre outros.

Na sexta-feira, do dia 28 de agosto de 1931, foi eleita a 2ª Diretoria, já com o novo nome (Ramos Football Club):

Presidente de Honra - Antonio Pereira Mattos Filho;

Presidente - Manoel da Costa Júnior;

Vice-Presidente - Leonel Dias Alves de Oliveira;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário - José Alves Barbosa;

2º Secretário - Moacyr Freire;

1º Tesoureiro - Domingos Ribeiro;

2º Tesoureiro - Augusto de Oliveira;

1º Procurador - Laurino dos Santos Aguiar;

2º Procurador - Manoel Machado Esteves;

Comissão de Esportes - Jacomo de Souza Lima Sobrinho, Antonio Cabral, Fioravante Conde;

Conselho Fiscal - Manoel de Oliveira Junior, Antonio Ferreira, Antrovino M. Vieira dos Santos, Manoel Fernandes;

Comissão de Sindicância - Candido Machado, Augusto de Aguiar e José Neves.

 

Após erguer a Sede ‘Palacete Esteves’, localizado na Rua Dr. Noguchi, nº 139 – Bairro de Ramos – Zona Norte do Rio, foi inaugurado no sábado, do dia 24 de Outubro de 1931, a sua Praça de Esportes, que ficava do lado da sede, no número 186 a 226. O telefone da secretária do clube era: 9-6426.

Excursões

Em 1932, além dos amistosos e festivais, o Ramos fez algumas excursões. No domingo, do dia 10 de abril, foi até Niterói, a convite do Boaventura Football Club, onde enfrentou o Independência Football Club, de Nilópolis. No domingo, do dia 27 de Novembro, se deslocou até Barra do Piraí.

No início de Novembro de 1932, foi eleita a 3ª Diretoria, composta da seguinte forma:

Presidente - Romeu Dias Pino;

Vice-Presidente - Jacomo de Souza Lima Sobrinho;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário - Nelson Andrade;

2º Secretário - Manuel Machado Esteves Filho;

1º Tesoureiro - Antonio Aguiar;

2º Tesoureiro - João Coutinho;

Diretor de Patrimônio - Didimo Soares de Aguiar;

Diretor de Esportes - Antonio Cabral;

Conselho Fiscal - Antonio Leopoldino Conceição, Lourival Nascimento e Luiz de Almeida Claro;

Comissão de Sindicância - Benedicto Rebello, Tenente Luiz de Faria e Candido Machado;

Diretor de Futebol - Moacyr Freire;

Diretor de Ping-Pong - Joaquim Ferreira da Silva.

 

Ramos se filiou na Liga Metropolitana

Na sexta-feira, do dia 10 de Março de 1933, o clube deu entrada para a filiação na secretaria da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), da Liga Futebol Carioca.

Lembrando que em 1933, a LMDT, que organizou os campeonatos de janeiro até 1932, tornou-se uma “Sub-liga” menor amadora da Liga Futebol Carioca. Em 1935, o LMDT estava extinto, e os clubes se juntaram à Federação Metropolitana de Desportos (FMD).

O Ramos Football Club fez uma contração de peso: Alcides de Souza, mais conhecido nos meios esportivos por Medonho. O arqueiro defendeu por várias temporadas o Bonsucesso Futebol Clube.

No domingo, do dia 26 de Março de 1933, foi eleita a 4ª Diretoria, composta da seguinte forma:

Presidente - Romeu Dias Pino (reeleito);

Vice-Presidente - Victorio Caruso;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário – Moacyr Freire;

2º Secretário - Manuel Machado Esteves Filho;

1º Tesoureiro - Joaquim Gomes;

Diretor de Patrimônio - Jacomo de Souza Lima Sobrinho;

Diretor de Esportes - Antonio Cabral;

Conselho Fiscal - Antonio Aguiar, Luiz de Almeida Claro e Benedicto;

Rainha do clube - Maria de Lourdes Esteves.

 

Vice-Campeão de 1935

Foi Vice-campeão do Torneio Início do Sport Menor do Distrito Federal de 1935. As disputas aconteceram no campo do São Cristóvão. O Ramos eliminou o Carbonífero (1ª fase); depois o Portuense (Semifinais) e acabou perdendo na final para o campeão: Sport Club Império.

 

Participou da Torneio Aberto da Liga Carioca de 1936

No mês de agosto de 1936, se filiou na Sub-Liga Carioca de Football. Também participou do Torneio Aberto da Liga Carioca de 1936. Estreou vencendo o Carbonífera Football Club, por 3 a 1, no domingo, do dia 5 de Abril, no campo do Bonsucesso Futebol Clube.

Na 2ª fase, no domingo, no dia 12 de abril, empatou em 0 a 0 com o Sudan A.C., no Estádio das Laranjeiras. Com isso, foi necessário outro jogo, que aconteceu no domingo, no dia 19 de abril, e o Ramos goleou o Sudan A.C. por 5 a 2, no Estádio da Rua Campos Sales (propriedade do América Football Club), no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

 

Foi goleado pelo América Football Club: 12 x 0  

No domingo, do dia 21 de junho, o seu maior adversário: América Football Club, no Estádio das Laranjeiras. O resultado foi uma derrota acachapante: 12 a 0. Os gols do Mecão foram de Constancio (sete vezes), Orlandinho (três tentos), Lino e Mamede um gol cada.

Com o resultado foi para a repescagem, e acabou sendo eliminado ao ser goleado pelo Carbonífera Football Club, por 5 a 1, no domingo, do dia 12 de julho.

No início de novembro de 1936, o Ramos Football Club inaugurou os Departamentos: Infantil, Publicidade e Feminino.

 

Ramos ingresso na Liga Carioca de Athletismo

Na sexta-feira, do dia 19 de Fevereiro de 1937, entrou com pedido de filiação na Liga Carioca de Athletismo (LCA). O Ramos seguiu realizando amistosos e com resultados positivos. Num espaço de 12 dias, conquistou três importantes triunfos.

No Domingo, do dia 02 de Maio de 1937, foi até a cidade de Porto Novo (MG), e venceu o Commercial Football Club  por 2 a 1. Uma semana depois (Domingo, do dia 09 de Maio de 1937), acabou com a invencibilidade do Sport Club Ideal, em Parada de Lucas, pelo placar de 4 a 2. E na sexta-feira, do dia 14 de Maio de 1937, goleou os Medidores da Edison, por 6 a 2, no Estádio de Teixeira de Castro (propriedade do Bonsucesso Futebol Clube).

 

A partir de 1938, 1939 e 1940, foi encontrado alguns amistosos do Ramos Football Club, mas numa proporção menor se comparado aos anos anteriores. A sua última aparição, aconteceu na Taça Prefeito Henrique Dodsworth (Foi interventor no antigo Distrito Federal (Rio de Janeiro), de 11 de novembro de 1937 a 3 de novembro de 1945.), em 1941.

O Ramos ficou na chave do 11º Distrito (Penha) que contou com 12 equipes: Associação Atlética Braz de Pinna; Capella Football Club; Campista Football Club; Itaoca Football Club; Manguinhos Athletico Club; Mineral Football Club; Pouca Sorte Football Club; Saldanha da Gama Football Club; Sport Club Inhaúma; Sport Club Jovial; Villa Turismo Football Club.

 

Presidentes:

Jacomo de Souza Lima (1930/31);

Manoel da Costa Júnior (1931/32);

Romeu Dias Pino (1932/33 e 1933/34);

Victorio Caruso (1933/34 e 1936/37);

Victorino Carmo (1934/35);

Alberto Ferreira dos Santos (1939);

 

Time base de 1931: Tosquia; Conde (Manoel) e Palhaço {Cap. (Bolão)}; Juvenal (Nico), Lemos e Lotufo I; Alberto (Vera), Santinho (Cruz), Doce (Byra), J. Diogo (Augusto) e Manduca (Lotufo II). Reservas: Jorge, Bibi, Annibal, Feliciano e Alicio.

 

Time base de 1932: Rubens; Bolão e Armando (Martins); Nico, Ivo e Russo (Lotufo I); Santorio, Bibi (Cap.), Manoelzinho (Caetano), Ferreira (L. Silveira) e Niquinho (Alicio). Reservas: Carlinhos, Coelho I, Coelho II e Zeca.

 

Time base de 1933: Medonho (Isca ou Durval); Fernandes e Octavio (Canhoto); Russo (Claudio), Alfinete (David) e Souza; Carlos, Lotufo, Peixinho (Manteiga), Pimenta (Varela) e Pedrinho (Jaguarão). 

 

Time base de 1934: Ramos; Zezinho e Octavio; Tino (Batista), Mello I e Ângelo (Jair); Nelson (Caruso), Ernesto, Memé (Ely), Flly e Mello II. Reservas: Parreiras e Remo.

 

Time base de 1936: Moraes; Zezinho e Octavio; Dino, Manoelzinho e Cascudo; Mino, Ângelo, Jamico, Velha e Miro. 

 

P.S.: Não confundir essa agremiação com o Ramos Football Club (verde e branco), que disputou o Campeonato Carioca da 1ª Divisão, em 1924. Na mesma época (anos 30), existiu outro homônimo: Ramos Club, que ficava localizado na Rua Leopoldina Rego, nº 44, no Bairro de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. 

 

FONTES: A Batalha – A Manhã – A Esquerda – Diário Carioca – Diário da Noite – Diário de Notícias – Jornal do Brasil (JB) – Jornal do Commercio – Jornal dos Sports – O Imparcial – O Jornal – O Radical – Revista Lusitania – Revista Suburbana

 

O Sport Club Albano foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Grêmio Albanista foi Fundado no Domingo, do dia 11 de Agosto de 1929, pelos seguintes desportistas: Drs. Álvaro Dias, José Fonseca Marques, Galdino José da Silva, Álvaro Silva, Antonio Aguiar, Aristides Aguiar, Oswaldo Souza Neves, Aristides de Paula Ribeiro, Manoel de Almeida e José Godoy. As suas cores eram o verde e branco.

A sua 1ª Sede ficava exatamente, na Rua Albano (nome do clube foi uma homenagem a esta rua), em Jacarepaguá (Atual Praça Seca). Depois o 1º Presidente Galdino José da Silva conseguiu a mudança para a Rua Barão, nº 200, na Praça Sêcca, onde ficava a Sede e a Praça de Esportes, em 1930. No local, um estupendo gramado, quadras de Voleibol e Basquetebol, mesas de ping-pong (Tênis de Mesa), Damas, Gamão, etc.

No mesmo ano, o clube adquiriu um casarão, na Rua Candido Benício, nº 500 (sobrado), na Praça Seca, com vastos salões, onde ficou a Sede. Assim, a Rua Barão ficou como a Praça de Desportes. Na Sede eram realizados diversos bailes, festas de grande destaque na região de Jacarepaguá.

O Sport Club Albano participou de diversas competições relevantes, como o Campeonato Carioca de 1932 e 1933, organizado pela LMDT (Liga Metropolitana de Desportos Terrestres) da Liga Brasileira de Desportos (LBD).

Time base de 1932: Jagunço; Caneta e Toledo; Agostinho (Jorge Pereira), Gunça (Catraia) e Tesomos (Norival); Rubens (Nelsinho), Antenor (Hilário), Zezé (Arnaldo), Zezinho (Betto) e Pedrinho.

FONTES: Jornal dos Sports – A Esquerda – A Batalha – Revista Suburbana

 

O Yamada Clube de Belém é uma agremiação da cidade de Belém (PA). A  história começou em 1931, quando desembarcou em Belém um grupo de imigrantes japoneses da família Yamada. Dezenove anos depois, o avô Yoshio, e seu filho, Junichiro fundou as Lojas Y.Yamada, que oferecia ao público de implementos agrícolas em geral, motores marítimos e industriais, máquinas de costura e geradores.

O tempo passou, a empresa cresceu e outras idéias surgiram. Dentre elas criar um clube. Então, na década de 50, nascia o Yamada Clube, conhecido carinhosamente como ‘Agremiação Nipônica‘. A sua Sede fica localizado na Rua Senador Manoel Barata, 400, no Bairro Campina, em Belém. As cores eram vermelho e branco, uma homenagem a bandeira do Japão. Posteriormente, trocou o branco pelo preto, ficando rubro-negro.

Campeão da Segundona de 1959

O primeiro triunfo aconteceu no Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 1959. Na goleada por 4 a 1, sobre o União Esportiva, em 17 de Abril de 1960. Em 1960 e 1961, o Yamada disputou a Elite do Futebol do Pará.

Depois o clube se ausentou. Em 1986, o Rubro-Negro Nipônico retornou. Disputou a Segundona. Mesmo sem chegado na final, acabou recebendo um convite para jogar o Campeonato Paraense da 1ª Divisão de 1987.

Campeão da 1ª Divisão de Juniores e 1986

Ainda em 1986, o  Yamada Clube foi Campeão do Campeonato Paraense da 1ª Divisão de Juniores de 1986. Sob a presidência de Hirochi Yamada, o elenco era formado pelos seguintes jogadores: Albino; Zé Maria; Veiga; Bené; Beto; Reginaldo; Chico; Moisés; Carlos; Elias; Byron; Oliveira; Pedrinho; Brito; Nei; Bira; Kleber; Edmilson e Dino. O técnico foi Chiquinho, que em 1959 deu o título da Segundona Paraense.

Clube investe na estrutura, sonhando criar a “Toca da Raposa Paraense”

Em 1987, o Grupo Y. Yamada adquiriu o complexo Três Corações (depois rebatizado por Parque Esportivo Três Corações) com um projeto ousado: transformar o local na Toca da Raposa, na versão paraense (lembrando que na década de 80, o CT do Cruzeiro era a referência nacional).

Estadual de 1987: 7ª colocação recheada de polêmicas com a FPF

No Campeonato Paraense de 1987, alcançou a 7ª colocação. Foram 25 jogos e 19 pontos: sete vitórias, cinco empates e 13 derrotas; marcando 35 gols, sofrendo 36, saldo negativo de um.

A campanha foi boa, mas para a diretoria do Yamada Clube não ficou satisfeita com a Federação Paraense de Futebol (FPF). A razão foram as arbitragens, que para a direção prejudicou o clube em diversos jogos. O clima azedou entre a FPF e o clube, o que acabou acarretando uma decisão radical do Yamada: a saída de forma incondicional do Estadual. De lá prá, nunca mais o clube retornou.

Títulos no Futsal e Handebol

Na década de 80, o Yamada Clube não se limitou a fazer bonito nos gramados paraense. Em outras modalidade também mostrou a força oriental. No Handebol era uma das grandes potências do Estado, chegando a conquistar o Bicampeonato Estadual masculino em 1988 e 1989. No Futebol de Salão (Futsal), também era temido, se sagrando Bicampeão Estadual de Futsal em 1981 e 1983.

FONTES: O Liberal – Diário do Pará

 

O Vila Nova Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Castanhal, no Estado do Pará. O “Tricolor Castanhalense” foi Fundado no Sábado, no dia 11 de Julho de 1970. As suas cores: vermelho, branco e azul. A sua Sede fica localizada na Rua João Coelho da Mota, nº 247-317, no Bairro da Saudade I, em Castanhal.

Na esfera profissional, o Vila Nova disputou o Campeonato Paraense da 1ª Divisão, em 1989. O clube chegou a liderar o 2º Turno, terminando a competição com uma boa campanha. Depois, o Vila se afastou e não mais retornou.

Time base: Capucho; Zeca (Ginha), Donda, Darinta e Roll (Tanaka); Regi (Gil Corrêa), Ivo (Cláudio) e Gil Kojá (Laércio); Luis Carlos (Dorval), Bira (Renato) e César. Outros: Lalá, Almir e Gil Corrêa. Técnico: José Maria Cunha depois entrou Bira.

FONTES: Diário do Pará – O Liberal

 

Aproveitando a foto da última postagem, a mesma foi referente ao amistoso entre o E.C. Santarém e Flamengo, em 1976. Abaixo segue as informações sobre essa partida, além da ficha-técnica da peleja.    

 

 Santarém - Em sua 83ª partida este ano (1976), o Flamengo empatou de 0 a 0 com o Esporte Clube Santarém, ontem à noite, no pequeno Estádio Elinaldo Barbosa. A péssima iluminação e o campo desnivelado foram os maiores adversários do clube carioca, que não conseguiu superar a retranca armada pelo time paraense. Pelo jogo o rubro-negro recebeu a cota liquida de 150 mil cruzeiros.

Foi a 3ª vez que o Flamengo jogou em Santarém (PA). Na primeira, em 1943, derrotou uma seleção local por 11 a 0. E na segunda, venceu um combinado formado pelo São Raimundo e São Francisco pelo placar de 5 a 0.

Com muita dificuldade de organizar as jogadas, sobretudo no meio de campo, onde as condições do gramado eram precárias, o Flamengo criou poucas oportunidades de gol no primeiro tempo. No intervalo, o técnico Cláudio Coutinho fez algumas alterações e o Flamengo cresceu de produção, mas não conseguiu aproveitar as chances que surgiram.

Após ter vendido o Nacional, em Manaus, por 2 a 0, na última quarta-feira (08 de Dezembro de 1976), o Flamengo segue hoje (sábado, dia 11 de Dezembro de 1976) para Macapá (AC), onde jogará amanhã com uma seleção local. Depois a delegação vai para Belém (PA), onde enfrentará o Clube do Remo. Na quinta-feira (16 de Dezembro de 1976) estará em São Luís (MA), jogando contra o Moto Club.

Os ingressos foram vendidos pelos seguintes preços: arquibancada custou 30 cruzeiros e as cadeiras foram vendidas por 150 cruzeiros para o Estádio Elinaldo Barbosa, com capacidade para 5 mil pessoas.

E.C. SANTARÉM (PA)

0

X

0

C.R. FLAMENGO (RJ)

LOCAL Estádio Elinaldo Barbosa, em Santarém (PA)
CARÁTER Amistoso Nacional de 1976
DATA Sexta-feira, no dia 10 de Dezembro de 1976
RENDA Entorno de Cr$ 230.000,00
ÁRBITRO Francisco Inbiriba (Federação Paraense de Futebol)
HORÁRIO 22 horas (21 horas local)
SANTARÉM Pedrinho; Laurimar, Odair, Dias e Ocimar; Miro, Juti e Lúcio; Bendelapi, Jeremias e Mano. Técnico: Cleomar Ferreira
FLAMENGO Cantareli; Toninho, Dequinha, Jaime e Júnior (Vanderlei Luxemburgo); Merica, Adílio e Luís Paulo (Dendê); Paulinho (Júnior Brasília), Zico e Luisinho Tombo. Técnico: Cláudio Coutinho
GOLS Nenhum

FONTES: Jornal do Brasil (JB) – Jornal do Commercio (AM) – Blog ‘O Mocorongo’ de Ercio Bemerguy - Acervo Raimundo Gonçalves

 

O Codó Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Codó, que fica a 290 km da capital (São Luís) do estado do Maranhão. O Tricolor Codoense (nas cores azul, branco e vermelho) foi Fundado na segunda-feira, do dia 1º de Maio de 1995. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Renné de Matos Bayma, com Capacidade para 12 mil pessoas, situado na cidade de Codó.

Na esfera profissional, o Codó Futebol Clube disputou apenas uma edição do Campeonato Maranhense da Primeira Divisão de 1996, organizado pela Federação Maranhense de Futebol (FMF). A competição contou com a participação de nove clubes.

Na primeira fase, onde as equipes se enfrentaram em turno e returno, o Codó fez ótima campanha, terminando na 4ª colocação, com 27 pontos (foram 16 jogos: oito vitórias, três empates e cinco derrotas, com 29 gols pró, 16 contra e um saldo positivo de 13).

Na segunda fase, os oito melhores foram divididos em dois grupos de quatro equipes, o Codó voltou a surpreender e terminou na liderança da sua chave: 10 pontos em seis jogos; três vitórias, um empate e suas derrotas; marcando oito gols, sofrendo quatro e um saldo de quatro.

Com isso, o clube avançou para o Quadrangular Final. Nessa fase, o Codó não foi bem e terminou em 4º lugar (cinco pontos, em seis jogos: uma vitória, dois empates e três derrotas; marcando cinco gols, sofreu nove e um saldo negativo de quatro). O campeão foi o Caxiense (10 pontos); o Sampaio Corrêa ficou com o Vice (nove pontos e três vitórias); enquanto o Moto Club foi o 3º colocado (nove pontos e duas vitórias).

Na sua primeira participação na Elite do Futebol Maranhense, o Codó Futebol Clube terminou na 4ª posição, na classificação geral: 42 pontos (foram 28 jogos: 12 vitórias, seis empates e 10 derrotas, com 42 gols pró, 29 contra e um saldo positivo de 13).

Apesar de ótima campanha, o Codó Futebol Clube se retirou das competições profissionais para não mais retornar. Apesar de uma só edição, o clube deixou saudades do povo codoense.

 

FOTO: Futebol Maranhense Antigo

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia 

 

 

Vídeo (um minuto e 33 segundos): https://www.youtube.com/watch?v=jXUx0zp4un4

FONTE: YouTube

 

Vídeo (7 minuto e 03 segundos): https://www.youtube.com/watch?v=ogpTWlre2v8

FONTE: YouTube

 

 

FONTE: Acervo de Dirceo Duarte.

 

Engenho de Dentro Football Club (atual Engenho de Dentro Atlético Clube) foi uma agremiação cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundada em 03 de Novembro de 1912, por Antônio Serrano Paes Filho. Assim foi descrito a notícia para a posse da diretoria: “Tenho a súbida honra em comunica-vos, que em assembléia geral ordinária, foi eleita a seguinte directoria para dirigir os destinos do club durante anno corrente.

Achilles Pederneiras de Lima (Presidente),

 L. C. Paes Leme (Vice-Presidente),

Benedicto J. Fernandes (1° Secretário),

João Ribas C. Pereira (2° Secretário),

Ângelo Vargas (1° Thesoureiro),

Reynaldo de Oliveira (2° Thesoureiro)

Athayde A. Coelho (Director Sportivo).

 Nesta mesma reunião foi escolhido para nosso órgão official o Jornal do Brasil.  Discutidos e approvados os novos Estatutos, bem como, por proposta de nosso associado e actual Presidente modificada a denominação de Engenho de Dentro FC para Engenho de Dentro AC. Sem mais assumpto e antecipadamente agradecido sou com toda estima e consideração de V. criado e obrigado Benedicto J. Fernandes, 1° secretário“.

A sua primeira Sede ficava localizado na Rua Adélia, nº 57; enquanto o Campo era na Rua Eugenia, s/n, ambos no Bairro de Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio.

 

FONTES: Jornal do Brasil - Jornal A Noite – Jornal dos Sports – O Imparcial – Gazeta de Notícias – Jornal A Manhã – Diário de Notícias - A Época

 

 

 


 

UBERABA S.C.

1

X

3

LIBERTAD (PARAGUAI)

LOCAL Estádio Boulanger Pucci, “das Mercês”, no Bairro das Mercês, em Uberaba (MG)
CARÁTER Amistoso Internacional de 1946
DATA Domingo, no dia 27 de Janeiro de 1946
RENDA Cerca de 20 mil cruzeiros
HORÁRIO 16 horas e 30 minutos
ÁRBITRO Eduardo Cravo (Paraguai)
UBERABA Veríssimo; Botelho e Nenzinho; Mexicano, Ferreira (Tião) e Carnaval; Anizio, Adão (Netinho e depois Ditinho), Cabelo, Otacílio e Barros.
LIBERTAD Vargas; Gonzales e Bazan; Cavilan, Meario e Fernandez; Diaz, Arévalos, Sosa e Roa.
GOLS Sosa aos 15 minutos (Libertad); Cabelo (Uberaba); no 1º Tempo. Arévalos (Libertad); Sosa (Libertad).
PRELIMINAR (Início às 14hs) Uberaba S.C. (Aspirantes)   3   x   1  Independente A.C. (Aspirantes)

PRÉ-JOGO

PÓS-JOGO

Estádio Boulanger Pucci, “das Mercês”, no Bairro das Mercês

 

FONTE: Jornal Lavoura e Comércio 

 

No último dia 10 de novembro, a direção do Uberaba Sport Club apresentou a camisa Retrô rara,que já está sendo comercializada. Inspirada no uniforme utilizado no dia 13 de agosto de 1922, no jogo contra a Associação Atlética do Triângulo.

Segundo, a matéria postada pelo clube, essa partida foi considerada por muitos anos, a maior conquista do Uberaba S.C. Para mais informações entre na página do clube no Facebook: Uberaba Sport Club.

 

FONTE: Página do clube no Facebook 

 

O Torneio Início de São Gonçalo de 1920, organizado pela Liga Sportiva Gonçalense (LSG), foi realizado no Domingo, do dia 15 de Agosto. A renda foi revertida para o Hospital de São Gonçalo. O Campeão foi o Tamoyo que venceu na final o Gonçalense.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Carpina Sport Club é uma agremiação da cidade Carpina, zona da mata Norte do estado de Pernambuco. A equipe alvi-azulino Carpinense foi Fundado na sexta-feira, do dia 6 de Janeiro de 2006. A sua Sede administrativa está localizado na Avenida Estácio Coimbra, nº 428 / Térreo, no Bairro da Senzala, em Carpina. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Paulo Pessoa Cavalcanti Petribú, em Carpina, com Capacidade para 3.500 pessoas.

Na esfera profissional, o Carpina esteve presente em duas oportunidades no Campeonato Pernambucano da Segunda Divisão (atual Série A2), em 2006 e 2012. Importante esclarecer para não confundir o Carpina Sport Club e o Carpinense Esporte Clube (Fundado em 6 de janeiro de 1998), uma vez que ambos não tem nenhuma relação

FONTES: Diário de Pernambuco – Wikipédia – YouTube 

 

FONTE: Mercado Livre

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

 

EQUIPE

CIDADE

001

14 DE MAIO ESPORTE CLUBE MIRASSOL DO OESTE

002

TREMENDÃO FUTEBOL CLUBE CÁCERES

003

SOCIEDADE ESPORTIVA VILA AURORA RONDONÓPOLIS

004

SANTOS FUTEBOL CLUBE BARRA DO GARÇAS

005

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA REAL COLIDER

006

FLORESTÃO ALTA FLORESTA

007

SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS BARRA DO BUGRES

008

CLUBE ATLÉTICO MATOGROSSENSE CUIABÁ

009

LITRÃO ESPORTE CLUBE TANGARÁ DA SERRA

010

UNIÃO GARIMPEIRA ESPORTE CLUBE NORTELÂNDIA

 

 

GRUPO A

1º TURNO

 

27.08

14 DE MAIO

2-2

TREMENDÃO

27.08

SANTOS

1-0

ATLÉTICO

03.09

ATLÉTICO

1-0

14 DE MAIO

03.09

TREMENDÃO

2-0

VILA AURORA

10.09

14 DE MAIO

3-0

SANTOS

10.09

VILA AURORA

2-0

ATLÉTICO

17.09

ATLÉTICO

2-1

TREMENDÃO

17.09

SANTOS

0-3

VILA AURORA

24.09

VILA AURORA

1-0

14 DE MAIO

24.09

TREMENDÃO

5-0

SANTOS

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

VILA AURORA

4

3

0

1

6

2

6

02º

TREMENDÃO

4

2

1

1

10

4

5

03º

ATLÉTICO

4

2

0

2

3

4

4

04º

14 DE MAIO

4

1

1

2

5

4

3

05º

SANTOS

4

1

0

3

1

11

2

 

OBS: O TREMENDÃO FOI ELIMINADO DO CAMPEONATO POR TER USADO JOGADORES DE FORMA IRREGULAR

 

2º TURNO

30.09

ATLÉTICO

1-1

SANTOS

01.10

14 DE MAIO

1-0

VILA AURORA

07.10

ATLÉTICO

0-2

VILA AURORA

08.10

SANTOS

0-1

14 DE MAIO

15.10

14 DE MAIO

5-1

ATLÉTICO

15.10

VILA AURORA

W-0

SANTOS

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

14 DE MAIO

3

3

0

0

7

1

6

02º

VILA AURORA

3

2

0

1

2

1

4

03º

SANTOS

3

0

1

2

1

2

1

04º

ATLÉTICO

3

0

1

2

2

8

1

 

GRUPO B

 

1º TURNO

 

27.08

PALMEIRAS

0-1

LITRÃO

27.08

FLORESTÃO

1-1

UNIÃO GARIMPEIRA

03.09

UNIÃO GARIMPEIRA

4-0

PALMEIRAS

03.09

LITRÃO

2-0

REAL COLIDER

10.09

PALMEIRAS

0-0

FLORESTÃO

10.09

REAL COLIDER

0-0

UNIÃO GARIMPEIRA

17.09

UNIÃO GARIMPEIRA

1-0

LITRÃO

17.09

FLORESTÃO

0-2

REAL COLIDER

24.09

PALMEIRAS

2-2

REAL COLIDER

24.09

LITRÃO

1-1

FLORESTÃO

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

UNIÃO GARIMPEIRA

4

2

2

0

6

1

6

02º

LITRÃO

4

2

1

1

4

2

5

03º

REAL COLIDER

4

1

2

1

4

4

4

04º

FLORESTÃO

4

0

3

1

2

4

3

05º

PALMEIRAS

4

0

2

2

2

7

2

 

2º TURNO

 

01.10

LITRÃO

1-0

PALMEIRAS

01.10

UNIÃO GARIMPEIRA

0-0

FLORESTÃO

08.10

PALMEIRAS

0-0

UNIÃO GARIMPEIRA

08.10

REAL COLIDER

2-0

LITRÃO

15.10

FLORESTÃO

5-2

PALMEIRAS

15.10

UNIÃO GARIMPEIRA

1-1

REAL COLIDER

22.10

LITRÃO

3-1

UNIÃO GARIMPEIRA

22.10

REAL COLIDER

*

FLORESTÃO

29.10

FLORESTÃO

2-1

LITRÃO

29.10

REAL COLIDER

0-0

PALMEIRAS

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

FLORESTÃO

3

2

1

0

7

3

5

02º

REAL COLIDER

3

1

2

0

3

1

4

03º

LITRÃO

4

2

0

2

5

5

4

04º

UNIÃO GARIMPEIRA

4

0

3

1

2

4

3

05º

PALMEIRAS

4

0

2

2

2

6

2

 

NO JOGO REAL COLIDER X FLORESTÃO, ESTAVA 1 A 0 PARA O VISITANTE ATÉ QUE O REAL EMPATOU E COMEÇOU UMA GRANDE CONFUSÃO EM CAMPO, ENVOLVENDO TODOS OS JOGADORES. UMA NOVA PARTIDA SERIA MARCADA, MAS NÃO SE SABE O MOTIVO DE TER SIDO REALIZADA E O FLORESTÃO ACABOU SE CLASSIFICANDO.

 

SEMIFINAL

 

22.10

VILA AURORA

0-0

14 DE MAIO

28.10

14 DE MAIO

1-2

VILA AURORA

05.11

FLORESTÃO

1-2

UNIÃO GARIMPEIRA

12.11

UNIÃO GARIMPEIRA

0-0

FLORESTÃO

 

FINAL

 

19.11

UNIÃO GARIMPEIRA

0-1

VILA AURORA

26.11

VILA AURORA

0-0

UNIÃO GARIMPEIRA

COM ESTES RESULTADOS O VILA AURORA SAGROU-SE CAMPEÃO DO CAMPEONATO MATOGROSSENSE DA 2ª DIVISÃO DE 1989.

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso/Diário de Cuiabá/Jornal O Dia

 

 

 

Em pé, da esquerda para a direita: Silas, João Luís, Bolivar, Juarez, Manguinha, Pécos e Kita.

Agachados, na mesma ordem: Tato, Gilberto Costa, João Batista, Gilson Gênio e o massagista Bolão.

FINAL: Melhor de três

Primeira partida: 31 de agosto de 1986

S.E. Palmeiras 0 x 0 A.A. Internacional

Local: Estádio do Morumbi (São Paulo) Árbitro: Romualdo Arppi Filho
Público pagante: 104.136 Renda: CZ$ 3.043.640,00

Cartão amarelo: Manguinha (AAI)
PALMEIRAS: Martorelli, Diogo, Márcio Alcântara, Vágner Bacharel (Amarildo) e Denys; Lino, Edu Manga e Mendonça; Jorginho, Edmar (Mirandinha) e Éder. Técnico: Carbone.

INTERNACIONAL: Silas, João Luís, Juarez, Bolívar e Pecos; Gilberto Costa, Manguinha e João Batista; Tato, Kita (Gilcimar) e Lê (Carlos Silva). Técnico: Pepe.

 

Segunda partida: 3 de setembro de 1986

S.E. Palmeiras 1 x 2 A.A. Internacional

Local: Estádio do Morumbi (São Paulo) Árbitro: Dulcídio Vanderley Boschilla
Público pagante: 68.564 Renda: CZ$ 2.443.610,00

Cartão Amarelo: Denys e Éder (SEP) e Silas (AAI).

Expulsão: Jorginho (SEP) 39 do 2º Tempo

Gols: Kita aos 5 e Tato aos 9 (AAI) e Amarildo (SEP) aos 29 minutos do segundo tempo.
PALMEIRAS: Martorelli, Diogo (Ditinho), Márcio, Amarildo e Denys; Lino (Mendonça), Gerson e Jorginho; Mirandinha, Edmar e Éder. Técnico: Carbone.
INTERNACIONAL: Silas, João Luis, Juarez, Bolivar e Pecos; Manguinha, Gilberto Costa e João Batista (Alves), Tato, Kita e Lê (Carlos Silva). Técnico: Pepe.

 

Fontes: Jornal da Tarde e Campeões do Futebol

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

 

EQUIPE

CIDADE

001

ESPORTE CLUBE TUBARÃO RIO BRANCO

002

MADUREIRA FUTEBOL CLUBE VÁRZEA GRANDE

003

PONTE PRETA FUTEBOL CLUBE NORTELÂNDIA

004

TREMENDÃO FUTEBOL CLUBE CÁCERES

005

GRÊMIO ESPORTIVO GABIROBENSE ALTO ARAGUAIA

006

SPORT CLUB INTERNACIONAL CUIABÁ

007

GRÊMIO ESPORTIVO JACIARA JACIARA

008

CLUBE DE REGATAS FLAMENGO RONDONÓPOLIS

009

ESPORTE CLUBE INDEPENDENTE POXORÉU

010

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VASCO DA GAMA TANGARÁ DA SERRA

 

 

CHAVE NORTE

 

13.09

TUBARÃO

1-0

MADUREIRA

13.09

PONTE PRETA

1-0

TREMENDÃO

20.09

TREMENDÃO

0-0

TUBARÃO

20.09

VASCO

2-2

PONTE PRETA

27.09

MADUREIRA

1-2

TREMENDÃO

27.09

TUBARÃO

2-0

VASCO

04.10

VASCO

0-1

MADUREIRA

04.10

PONTE PRETA

1-0

TUBARÃO

10.10

MADUREIRA

0-0

PONTE PRETA

11.10

VASCO

3-2

TREMENDÃO

18.10

PONTE PRETA

2-1

MADUREIRA

18.10

VASCO

1-3

TUBARÃO

25.10

TREMENDÃO

2-0

PONTE PRETA

25.10

MADUREIRA

7-1

VASCO

01.11

TUBARÃO

0-0

TREMENDÃO

01.11

PONTE PRETA

2-0

VASCO

08.11

TREMENDÃO

1-1

MADUREIRA

08.11

TUBARÃO

2-0

PONTE PRETA

15.11

TREMENDÃO

1-2

VASCO

15.11

MADUREIRA

1-1

TUBARÃO

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

TUBARÃO

8

4

3

1

9

3

11

02º

PONTE PRETA

8

4

2

2

8

7

10

03º

MADUREIRA

8

2

3

3

12

8

7

04º

TREMENDÃO

8

2

3

3

8

8

7

05º

VASCO

8

2

1

5

9

20

5

 

CHAVE SUL

 

13.09

GABIROBENSE

1-1

INTERNACIONAL

13.09

GRÊMIO JACIARA

2-2

FLAMENGO

20.09

INTERNACIONAL

3-1

GRÊMIO JACIARA

20.09

INDEPENDENTE

0-1

GABIROBENSE

27.09

FLAMENGO

1-0

INTERNACIONAL

04.10

GABIROBENSE

0-1

GRÊMIO JACIARA

04.10

INDEPENDENTE

1-1

FLAMENGO

10.10

INTERNACIONAL

4-1

INDEPENDENTE

11.10

FLAMENGO

1-0

GABIROBENSE

18.10

GRÊMIO JACIARA

5-0

INDEPENDENTE

18.10

GABIROBENSE

1-1

FLAMENGO

21.10

FLAMENGO

1-1

GRÊMIO JACIARA

25.10

INDEPENDENTE

1-0

INTERNACIONAL

25.10

GRÊMIO JACIARA

3-1

GABIROBENSE

01.11

INDEPENDENTE

0-0

GRÊMIO JACIARA

01.11

INTERNACIONAL

4-1

FLAMENGO

08.11

GABIROBENSE

1-0

INDEPENDENTE

08.11

GRÊMIO JACIARA

2-2

INTERNACIONAL

14.11

INTERNACIONAL

2-1

GABIROBENSE

15.11

FLAMENGO

4-0

INDEPENDENTE

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

INTERNACIONAL

8

4

2

2

16

9

10

02º

GRÊMIO JACIARA

8

3

4

1

15

9

10

03º

FLAMENGO

8

3

4

1

12

9

10

04º

GABIROBENSE

8

2

2

4

6

9

6

05º

INDEPENDENTE

8

1

2

5

3

16

4

 

 

SEMI-FINAIS

 

22.11

GRÊMIO JACIARA

1-0

INTERNACIONAL

22.11

PONTE PRETA

2-0

TUBARÃO

29.11

TUBARÃO

5-0

PONTE PRETA

29.11

INTERNACIONAL

0-0

GRÊMIO JACIARA

 

FINAL

 

06.12

TUBARÃO

0-0

GRÊMIO JACIARA

13.12

GRÊMIO JACIARA

2-2

TUBARÃO

17.12

GRÊMIO JACIARA

0-0

TUBARÃO

COM ESTES RESULTADOS O TUBARÃO SAGROU-SE CAMPEÃO DO CAMPEONATO MATOGROSSENSE DA 2ª DIVISÃO DE 1987.

Fonte: Jornal O Estado de ato Grosso/Diário de Cuiabá/Jornal O Dia

 

 

 

 

Paulista Esporte Clube era conhecido como Paulista de São Carlos, foi o pioneiro dos clubes de São Carlos e o segundo do interior paulista, fundado em 1 de setembro de 1903 pela sociedade são-carlense, com nome escolhido para homenagear o estado de São Paulo e a ferrovia; primeiramente para a pratica de hipismo e basquetebol e posteriormente futebol, com nome original de Paulista Sport Club, posteriormente incorporou alguns clubes, e acabou sendo incorporado pelo São Carlos Clube em 21 de março de 1951, que está localizado no centro norte da cidade de São Carlos.

HISTÓRIA

  • O clube foi fundado com o nome de “Paulista Sport Club”, era um clube muito “charmoso” e respeitado por toda a comunidade regional e paulista, foi um dos maiores clubes do interior durante várias décadas, possuía uma equipe de futebol que era temida em toda a região, e fazia frente aos grandes da capital, como quando recebia o Santos ou o Paulistano, por exemplo. Possuía estádio próprio, o Estádio Paulista que foi palco de grandes vitórias com seu temido “esquadrão”.
  • Nos primeiros anos de sua existência, por não haver competições organizadas na cidade, a atividade futebolística do Paulista se limitava a disputas internas entre os associados e esporádicos jogos amistosos contra outras equipes. Os primeiros rivais começaram a aparecer em 1904, como o “Sport Club Sãocarlense e a “Associação Atlética Sãocarlense”, posteriormente a partir de 1912 e 1914, quando surgiu o Ideal Club. No seu começo de confrontos com esses novos rivais, o clube utilizou o campo do “Derby Club” no atual bairro Hipódromo o chamado Estádio Derby Sãocarlense mais conhecido na época como Hipódromo Sãocarlense, onde também jogava o “Ideal Club”, clube que foi incorporado pelo Paulista em 1918.
  • Em 1922, o Paulista filia-se a (A.P.E.A.) Associação Paulista de Esportes Atléticos e passa a disputar o Campeonato Paulista do Interior, tendo como adversários Rio Claro, XV de Piracicaba, Comercial, Paulista de Araraquara, Palestra de São Carlos, entre outros. Muitos anos o Paulista foi o vencedor na sua região classificatória, e mandava seus jogos no Estádio Derby Sãocarlense.
  • Em 1926 mudou-se para instalações próprias em uma grande área ao lado do que é hoje a USP e o bairro Jardim Lutfalla. No local o Paulista construiu o seu campo, então chamado de Estádio do Paulista dentro do hipódromo do Derby Club, para oferecer mais condições de lazer aos associados e maior conforto aos atletas e à torcida, com a ajuda de toda a comunidade, inclusive com mão de obra voluntária de associados e ferroviários. Em 21 de março de 1926 o estádio foi inaugurado com a presença do Paulistano da capital, e o Paulistano venceu por 1 a 0, gol anotado por Seixas.
  • No começo dos anos 1940, incorporou o Ruy Barbosa Futebol Clube e toda sua estrutura.
  • Na década de 40, o clube aportuguesou o nome, mudando para Paulista Esporte Clube. Além dessa mudança, o clube manteve a cor branca, mas trocou a cor preta pelo azul marinho.
  • A partir de 1945, a direção do Paulista passou a ter problemas com a manutenção do estádio e do clube, o que foi crescendo ano a ano e culminou com sua incorporação pelo atual São Carlos Clube em 1951, portanto devido à retração econômica do pós-guerra, o clube se viu impossibilitado de reunir os recursos necessários para mantê-lo.
  • O clube disputou durante vários anos até a década de 1940 o Campeonato Paulista Amador que era um campeonato semiprofissional, e geralmente era o campeão da região classificatória.
  • Jogadores como ZuzaArmandinho e Clayton, jogaram também no Paulista Esporte Clube.
  • Em 21 de março de 1951 foi incorporado pelo São Carlos Clube, juntamente com toda a área onde está hoje instalado, em uma área de aproximadamente 135 mil m², mas deixou consignado que o São Carlos Clube terá que manter o nome do estádio como sendo estádio Paulista como homenagem ao clube.
  • Essa incorporação foi efetuada e efetivada, através de Lei Municipal nº 1.374 de 1951, onde se autorizou a permuta da área do estádio Rui Barbosa para a prefeitura que pertencia ao São Carlos Clube, com a área do Paulista EC que pertencia a prefeitura, onde atualmente está instalado o São Carlos Clube.

JOGOS MARCANTES

  • Em 4 de julho de 1915, recebeu no Hipódromo Sãocarlense em jogo amistoso contra o Corinthians, jogo vencido pelo Corinthians por 4-1.[1]
  • Em 15 de abril de 1917, jogo amistoso “Torneio Bronze” contra o Corinthians, jogo vencido pelo Corinthians por 3-1; houve conquista do “Troféu Bronze” oferecido pelo Sr. Celino Ambrósio ao Corinthians; jogo realizado no Hipódromo Sãocarlense.[2]
  • Em 25 de maio de 1919 recebeu no Hipódromo Sãocarlense a visita do Palestra Itália em jogo amistoso que o Palestra Itália venceu por 2 a 0; houve conquista do “Troféu Comércio de São Carlos” ao Palestra.
  • Na inauguração de seu estádio, o Estádio do Paulista, em 21 de março de 1926, realizou jogo amistoso com o Paulistano no qual foi derrotado por 1 a 0, gol anotado por Nondas ou Seixas. Nesse jogo o Paulistano era formado pelos seguintes jogadores: Nestor, Clodoaldo, Barthô; Abate, Nondas, Villela; Filó, Roque, Arthur Friedenreich, Seixas e Castro I.[3]
    • Juiz: Mariano Procópio (vice-presidente do Paulistano)
    • Gols: Nondas ou Seixas (1)
    • Paulista(SC): Milburgues, Milori e Corisco; Schuracchio, Branco e Max; Mario, Armandinho, Alberto, Julio e Romeu
    • Paulistano(SP): Nestor, Clodoaldo e Barthô; Abate, Nondas e Villela; Daltro (Castro I), Seixas, Friedenreich, Roque e Filó
  • Em 1 de janeiro de 1921 - Uberaba 4x1 Paulista (em Uberaba), jogo amistoso nacional realizado em Uberaba. Nesse jogo a ficha técnica foi a seguinte:
    • Juiz: Antonio Meira
    • Gols: Walfredo (2), Walter e Kiki / Aldonis
    • Uberaba(MG): Rodarte; Walfredo e Kiki; Gonçalo, Maciel e Walter; Badu, Garcez, Miguel, Bueno e Pino
    • Paulista(SP): Franguinho; Max e Zocco; Fritz, Altino e Capoburgues; Cazuza, Pozum, Mimi, Jevel e Aldonis

 

Jogos de campeonatos e títulos

Campeonato Paulista Amador do Interior de Futebol - 1923

  • Eliminado – (Campeão final foi o Rio Branco)

Torneio Martins Pimenta – 1925

Campeonato Paulista Amador do Interior de Futebol – 1925

Torneio Cruz Azul – 1927

Campeonato Amador de São Carlos – 1931

  • Resultado da competição entre: São Carlos FC, EC Corinthians Sancarlense, Democrata FC e Flor de Maio FC
    • Campeão invicto no time principal e campeão no 2º quadro[5]

Campeonato Regional – 1933

Campeonato Paulista Amador do Interior de Futebol – 1942 (22ª região)

  • Campeão da 22ª região
  • Segunda fase – campeão da 3ª região x campeão da 22ª região

Campeonato Paulista Amador do Interior de Futebol – 1944

  • Resultado
    • 3 de setembro de 1944 - Paulista 3×0 AA Barra Bonita [6]
    • 10 de setembro de 1944 – AA Barra Bonita 2x1 Paulista
    • 17 de setembro de 1944 - Paulista 2×1 Descalvadense
    • 24 de setembro de 1044 – Descalvadense 3x1 Paulista

Campeonato Amador do Estado – 1946 (6ª região – 3ª zona)

  • Participantes:
  • Participou fase seguinte contra o Clube Atlético Taquaritinga
    • 14 de julho de 1946 – Taquaritinga ?x? Paulista

Campeonato Amador do Estado – 1947 (setor 23 – 6ª zona)

  • Participantes:
    • Associação Atlética Pederneiras (Pederneiras)
    • Associação Atlética Mocoembu (Dois Córregos)
    • Clube Atlético Brotense (Brotas)
    • Paulista Esporte Clube (São Carlos)
    • Associação Atlética Barra Bonita (Barra Bonita)

Campeonato Amador de São Carlos

  • Campeão em 1931 (invicto), 1942, 1944, 1946 e 1947

 

Jogos amistosos

 

Futebol profissional

clube foi o pioneiro no futebol na região de São Carlos, onde disputou vários campeonatos. O clube que nasceu com o apoio dos funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, como vários outros clubes por onde a ferrovia chegava.

Plantel de jogadores lembrados

  • Julien Fauvel (*), Úlpio (*), Fia (*), Odracyr, Paulo Branco, Jaú, Cardoso, Celo, Guido, João do Biro, Nóca, Santo, Tião, Ricardinho, Pirilo, Ricardão, Corisco, Zuza, Zé Indio, Petroni, Brandãozinho, Ferrari, Albertinho Martins, Gervásio, e outros.

(*) Goleiro

 Presidentes e dirigentes

  • Dr. Teixeira de Barros
  • Aldo de Cresci
  • Carlos Hugo Dornfeld
  • Luiz Stevan de Siqueira Neto
  • Vicente Gagliardi
  • Juvenal Jacques
  • Arnaldo Gomes
  • Raul de Moraes
  • Germano Graeser
  • Gilberto Leão
  • Olivio Acaccio
  • Arlindo Sarmento
  • José Martins Dias
  • Douvidor Cunha
  • José dos Santos

 

FONTES:  Wikipédia – Almanaque Esportivo Olimpicus (4ª Edição) – Jornal de São Carlos, Cidade de São Carlos - 5 de novembro de 1917 – Jornal Estado de São Paulo – Jornal de Santos, A Tribuna – Arquivo do Santos Futebol Clube – Arquivo do Clube Atlético Paulistano – Revista Lance, Almanaque do Corinthians – Revista Lance, Almanaque do Palmeiras – Página oficial do São Carlos Clube – Rsssf Brasil

 

Em pé, da esquerda para a direita: Pedro, Sidinho II, Vicente, Rubinho, Pedrinho e Pelado.

Agachados, na mesma ordem: China, Tará, Somoza, Sidinho I e Siduca..

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: Pepino, Oswaldo, Mimi, Carlinhos, Alberto e Rodrigues.

Agachados, na mesma ordem: Genarino, Aurélio, Guanabara, Nelson e Wilson.

 

Fonte: Popular da Tarde

 

Em pé, da esquerda para a direita: Luis Carlos, Vicente, Biluca, Adilson, Geneci e Grimaldi.

Agachados, na mesma ordem: Neco, Clair, Claudio Lopes, Jorge Mendes e Luis Paulo.

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Triel, Noriva, Celso, Jair, Dias e Almir.

Agachados, na mesma ordem: Valdo, Alexandre, Eraldo, Ivo e Madeira.

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

O Barreirinha Futebol e Regatas é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A sua Sede está localizada na Rua Pinheiro Freire, nº 20, na pacata Ilha de Paquetá, situado na Zona Central do Rio. O Rubro-negro Paquetaense foi Fundado em 1949.

Fachada da sede

Campeão Estadual Amador de 1963

Em outubro de 1963, o Barreirinha se sagrou Campeão do I Campeonato de Futebol Amador do Governo do Estado do Rio de Janeiro “Taça Governo do Estado”.

A competição contou com a impressionante participação de 376 clubes de todo o Estado do Rio de Janeiro. Em 1964, o campeão foi o Bandeirantes Futebol Clube, enquanto o Monte Castelo ficou com o vice.

O título foi confirmado na vitória diante do Progressista, na última rodada, no Estádio Aniceto Moscoso, na Rua Conselheiro Galvão, em Madureira, na Zona Norte do Rio. A partida teve início às 15h15, com o trio de arbitragem formado pelo árbitro Otacílio Soares e os seus auxiliares: Afonso Jorge Hauat e Walter Santos.

Na cerimônia de premiação, no sábado, do dia 09 de novembro de 1963, às 19h30, no Ginásio do Maracanãzinho, o troféu foi entregue ao capitão do clube pelo polêmico jornalista e político Carlos Lacerda. O evento contou com a exibição da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Em 1967, 1968 e 1969 o Rubro-negro Paquetaense participou do Campeonato Carioca do Departamento Autônomo.

Foto (acima), dos anos 60. Em PE (esquerda pra direita): Juquinha, Zé Carlos, Beta,Jim, Bub,Cielio e o Técnico Ivo. AGACHADOS (esquerda pra direita): Paulinho, Noel, Gerson, Célio e Roberto.

Algumas Formações

Time-base de 1950: Cid; Caico e Waldir; Paulo, Mario e Carlos; Jajá (Peru), Jolar, Cepo (Niltinho), Nilo (Zezé) e Miúdo.

Time-base de 1952: Ivo; Caico e Osmar; Haroldo, Jolar e Januário; Olivio, Mario, Alair, Nilo e Darci.

Time-base de 1955: Bira; Caico e Waldir; Juquinha, Haroldo e Edson; Darci, Saquarema, Elaide, Dilson e Zezinho.

Time-base de 1957: Ivo; Caico e Waldir; Juquinha, Delson e Januário; Adilson, Waltinho, Lessa, Heladio e Zezinho.

Time-base de 1963: Bira; Tunga, Taíco, Odir e Figueiredo; Delcio e Darcy; Lula, Vico, Walter e Getúlio.

 

Reportagem de 1957

Revelação: Nilo, campeão Carioca em 1960 pelo América  

O Barreirinha de Paquetá surgiu em 1949, e na sua primeira formação apresentou um craque para o futebol brasileiro: Nascido em 20 de Janeiro de 1932, Nilo Alves da Cunha, o Nilo, ponta-esquerda campeão carioca de 1960 pelo América, morreu no dia 20 de dezembro de 2006, em Nilópolis (RJ).

Jogou no Barreirinha de Paquetá dos 17 aos 23 anos. Em 1952, ingressou no juvenil do Flamengo, e depois se transferiu para o Bonsucesso Futebol Clube, entre 1955 a 1957; América, entre 1959 a 1964, e nesse período também defendeu o Palmeiras.

No Bonsucesso, onde atuou pela primeira vez ao lado do goleiro Ari (os dois ainda seriam juntos campeões cariocas pelo América). Ele veio para o Palmeiras na mesma transação que trouxe Djalma Dias para o Palestra Itália, em 1962.

Pelo Palmeiras, Nilo atuou entre os anos de 1963 e 1964, realizou 50 jogos (33 vitórias, 13 empates e 4 derrotas) e marcou 16 gols. Depois do Verdão, Nilo foi para o América Mineiro e atuou ao lado do zagueiro Aldemar.

O ex-ponta era conhecido por ter um “canhão” no pé esquerdo. Um gol de falta marcado “do meio da rua” no Botafogo do goleiro Manga, no Maracanã, não sai da memória dos americanos.

FOTO (Anos 60) -  Da esquerda para a direita: Alfredo Maravilha, Ivo, Tunga, Bira, Caico, Delcio, Odir, Ouriço, Zezé, Lula, Ivinho (Mascote), Waltinho, Darcy, Ferreirinha, Noel e Roque Freire.

Nesse jogo, o Barreirinha venceu a Seleção de Amadores de Juiz de Fora pelo placar de 1 a 0.

 

O Barreirinha jogou pela primeira vez no Maracanã, em 1951. O clube fez a preliminar do jogo entre Flamengo versus São Paulo, válido pelo Torneio Rio – São Paulo. O que ninguém poderia imaginar é que um jogador do clube de Paquetá chamaria a atenção dos torcedores e jornalistas. O final dessa história é surpreendente! Leiam a história na integra abaixo e entendam:

Um “Extrema” do outro mundo…

Não ligava ao juiz  e acabou quebrando a canela

do goleiro e sendo, afinal, expulso de campo

 O Estádio Municipal (Maracanã), no domingo, do dia 18 de março de 1951,  estava repleto de fãs de futebol, que ali foram para assistir ao jogo entre Flamengo e São Paulo (vitória rubro-negra pelo placar de 4 a 2), pelo Torneio Rio – São Paulo.

Como sempre acontece, havia uma preliminar, e essa foi jogada entre o Barreirinha de Paquetá e o União de Botafogo, encontro esse, aliás, movimentado e apresentando por vezes fases jamais vistas em Football.

Tudo ali aconteceu. O guardião do União de Botafogo foi para a Assistência com a perna esquerda quebrada. O extrema esquerda do Barreirinha de Paquetá, quando pegava a bola, era um verdadeiro sucesso. O juiz podia apitar com todas as forças do pulmão, que o homem não parava nunca. Para ele não havia penalidades e tudo corria as mil maravilhas.

Também tinha uma vantagem. Não fazia nenhuma reclamação ao juiz da partida, não falava. E toda aquela multidão ali não tinha explicação para tudo a que assistia. Quando o jogador do Barreirinha, pegava a bola, o estádio vibrava.

Aconteceu, porém, que, em determinada ocasião, o “famoso” extrema esquerda conseguiu escapar e fechar sobre o “gol“. O arqueiro do União de Botafogo, num lance arrojado, jogou-se aos seus pés.

Antes, porém, o juiz, já tinha apitado mais de trinta vezes. Mas o extrema esquerda não quis saber de nada,  e aplicou uma falta no guardião, penalidade feia. O juiz apitou. Em vão. O homem havia marcado o gol e deixara estendido, com a perna fraturada, Fernando Nascimento Cagenin, de 23 anos, funcionário dos Correios e Telégrafos, residente a Praça Duque de Caxias, nº 233/ 1º andar, e que era quem defendia o arco do União de Botafogo.

O juiz, a esta altura, já indignado, fez gestos, expulsando o extrema esquerda de campo. Foi a única vez em que ele o atendeu. No fim, o capitão da equipe do Barreirinha de Paquetá, explicou tudo. O extrema esquerda era surdo-mudo.

Fernando, foi levado para o Hospital e aí teve  a perna engessada. Falando ao repórter sobre o antagonista, disse: “Ele é excelente rapaz. Ficou tão nervoso e fez tantos gestos, quando soube o que me aconteceu, que chegou a me comover. Tenho até pena dele. Como deve estar sofrendo!

FONTES: Google Maps – A Manhã – Correio da Manhã – A Noite – Diário da Noite – Jornal do Commercio – Jornal dos Sports – O Jornal (RJ) – André Luiz Pereira Nunes 

 

O Tremendão Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Cáceres, que fica a 214 km da capital Cuiabá (MT). O Escorpião do Pantanal foi Fundado em Fevereiro de 1979, pelo comerciante Joaquim Deolindo (foi o 1º Presidente), que era o proprietário do mercado “O Tremendão“. Daí surgiu o nome da agremiação. Os primeiros passos, a equipe iniciou suas atividades disputando o Campeonato Citadino Cacerense.

Posteriormente, com o sucesso e alguns títulos pelo campeonato, no fim da década de 80, o Tremendão se aventurou no profissionalismo, se filiando a Federação Matogrossense de Futebol (FMF), a fim de disputar o Campeonato Matogrossense da Segunda Divisão. O Tremendão mandava os seus jogos no Estádio é o Geraldão, com capacidade para 5 mil pessoas.

Naquele momento, o clube contou alguns jogadores de destaque, a exemplo de Rivair, que no auge de seus 13 anos, com habilidade, despertou interesse de outros times da cidade, a exemplo do não menos tradicional Velho Barreiro. O Souza teve a chance de vestir a camisa da Portuguesa Santista e do São Paulo. Neste ultimo, apos obter sucesso em um teste do clube, foi reprovado por ter idade avançada (18 anos).

Ao todo, o Tremendão Futebol Clube participou de duas edições do Campeonato Matogrossense da Segunda Divisão: 1988 e 1989. O suficiente para marcar para sempre a história do clube. Nessa mesma década, em parceria com o time das “Gatinhas“, ajudou o futebol feminino a ganhar força na região, inspirando na fundação de novas equipes.

Atualmente, longe de seu apogeu, o Tremendão Futebol Clube ainda respira. Encontra-se novamente nos certames do Campeonato Citadino Cacerense, disputando, porém, somente na categoria veterano.

FONTES & FOTOS: Wikipédia – YouTube “ Uma história social do futebol em Cáceres-MT”

 

FONTE: O Imparcial “Supplemento Sportivo”

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

 

EQUIPE

CIDADE

001

TREMENDÃO CÁCERES

002

CLUBE ATLÉTICO MATOGROSSENSE CUIABÁ

003

GRÊMIO ESPORTIVO JACIARENSE JACIARA

004

JUVENTUDE PRIMAVERA DO LESTE

005

DIAMANTINENSE DIAMANTINO

006

PRESIDENTE TANGARÁ DA SERRA

007

VILA NOVA ALTO PARAGUAI

008

PENHAROL NOBRES

009

PALMEIRAS BARRA DO BUGRES

 

FÓRMULA DE DISPUTA: O CAMPEONATO MATOGROSSENSE DA SEGUNDA DIVISÃO DE 1990 TEVE A PARTICIPAÇÃO DE NOVE EQUIPES, DIVIDIDAS EM DOIS GRUPOS. AS EQUIPES SE ENFRENTARAM DENTRO DE SEUS GRUPOS EM JOGOS DE IDA E VOLTA E O CAMPEÃO DE CADA TURNO GARANTIA VAGA PARA O QUADRANGULAR FINAL

GRUPO A

1º TURNO

 

26.08

TREMENDÃO

3-1

ATLÉTICO

26.08

GRÊMIO JACIARENSE

1-2

JUVENTUDE

02.09

JUVENTUDE

1-0

TREMENDÃO

07.09

ATLÉTICO

2-1

JUVENTUDE

09.09

TREMENDÃO

2-3

GRÊMIO JACIARENSE

16.09

ATLÉTICO

2-1

GRÊMIO JACIARENSE

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

JUVENTUDE

3

2

0

1

4

3

4

02º

ATLÉTICO

3

2

0

1

5

5

4

03º

TREMENDÃO

3

1

0

2

5

5

2

04º

GRÊMIO JACIARENSE

3

1

0

2

5

6

2

 

 

2º TURNO

 

22.09

ATLÉTICO

2-0

TREMENDÃO

23.09

JUVENTUDE

2-1

GRÊMIO JACIARENSE

30.09

GRÊMIO JACIARENSE

1-0

ATLÉTICO

07.10

TREMENDÃO

0-0

JUVENTUDE

14.10

JUVENTUDE

0-1

ATLÉTICO

21.10

GRÊMIO JACIARENSE

4-0

TREMENDÃO

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

GRÊMIO JACIARENSE

3

2

0

1

6

2

4

02º

ATLÉTICO

3

2

0

1

3

1

4

03º

JUVENTUDE

3

1

1

1

2

2

3

04º

TREMENDÃO

3

0

1

2

0

6

1

 

 

GRUPO B

1º TURNO

 

19.08

PENHAROL

1-1

PALMEIRAS

19.08

PRESIDENTE

2-0

VILA NOVA

26.08

DIAMANTINENSE

0-2

PRESIDENTE

26.08

VILA NOVA

1-0

PENHAROL

02.09

PALMEIRAS

1-0

DIAMANTINENSE

02.09

PENHAROL

1-1

PRESIDENTE

07.09

PRESIDENTE

2-0

PALMEIRAS

09.09

PALMEIRAS

4-2

VLA NOVA

09.09

DIAMANTINENSE

3-1

PENHAROL

16.09

VILA NOVA

1-0

DIAMANTINENSE

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

PRESIDENTE

4

3

1

0

7

1

7

02º

PALMEIRAS

4

2

1

1

6

5

5

03º

VILA NOVA

4

2

0

2

4

6

4

04º

PALMEIRAS

4

1

0

3

3

5

2

05º

PENHAROL

4

0

2

2

3

6

2

 

2º TURNO

 

23.09

VILA NOVA

1-0

PRESIDENTE

23.09

PALMEIRAS

2-1

PENHAROL

30.09

PRESIDENTE

3-2

DIAMANTINENSE

30.09

PENHAROL

1-4

VILA NOVA

07.10

DIAMANTINESE

4-0

PALMEIRAS

07.10

PENHAROL

1-12

PRESIDENTE

14.10

PALMEIRAS

1-2

PRESIDENTE

14.10

DIAMANTINENSE

1-3

VILA NOVA

21.10

VILA NOVA

10-0

PALMEIRAS

21.10

PENHAROL

4-1

DIAMANTINENSE

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

VILA NOVA

4

4

0

0

18

2

8

02º

PRESIDENTE

4

3

0

1

17

5

6

03º

DIAMANTINENSE

4

1

0

3

8

10

2

04º

PALMEIRAS

4

1

0

3

3

17

2

05º

PENHAROL

4

1

0

3

7

19

2

 

 

FASE FINAL

 

28.10

JUVENTUDE

3-0

GRÊMIO JACIARENSE

28.10

PRESIDENTE

1-0

VILA NOVA

04.11

GRÊMIO JACIARENSE

0-1

PRESIDENTE

04.11

VILA NOVA

0-0

JUVENTUDE

11.11

PRESIDENTE

0-1

JUVENTUDE

11.11

VILA NOVA

3-0

GRÊMIO JACIARENSE

15.11

JUVENTUDE

1-1

PRESIDENTE

15.11

GRÊMIO JACIARENSE

0-3

VILA NOVA

18.11

PRESIDENTE

6-1

GRÊMIO JACIARENSE

18.11

JUVENTUDE

0-0

VILA NOVA

25.11

GRÊMIO JACIARENSE

3-2

JUVENTUDE

25.11

VILA NOVA

1-1

PRESIDENTE

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

PRESIDENTE

6

3

1

1

10

4

7

02º

JUVENTUDE

6

2

3

1

7

4

7

03º

VILA NOVA

6

2

3

1

6

1

7

04º

GRÊMIO JACIARENSE

6

1

0

5

4

18

2

 

FINAL

 

02.12

PRESIDENTE

0-0

JUVENTUDE

10.12

JUVENTUDE

1-0

PRESIDENTE

COM ESTES RESULTADOS O JUVENTUDE SAGROU-SE CAMPEÃO DO CAMPEONATO MATOGROSSENSE DA 2ª DIVISÃO DE 1990.

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso

 

 

 

 

 

FONTE: Revista Sportiva

 

Considerado o berço do futebol parnaibano, a história do estádio Petrônio Portela se confunde com a história do Parnahyba. Construído em 1920, pela Casa Inglesa, foi batizado originalmente por Estádio Internacional. Seu estilo arquitetônico semelhante aos estádio ingleses da época, único no Brasil, era símbolo do glamour das disputas do Campeonato Parnahybano no século passado.

Com o fechamento da Casa Inglesa, o estádio é colocado à venda, sendo comprado pelo Governo do Estado do Piauí, na pessoa do então-governador parnaibano Alberto Silva, sendo, em 1973, doado ao Parnahyba Sport Club.  Após as construções do estádio Mão Santa, agora Pedro Alelaf o Parnahyba deixa, definitivamente, de mandar seus jogos do Petrônio Portela, que, “esquecido” começa a sofrer aos danos provocados pelo tempo e a falta de manutenção.

Restando apenas as ruínas da estrutura original, a diretoria do Parnahyba resolve, em 2008, iniciar uma grande reforma de restauração e ampliação no estádio, transformando-o no Centro de Treinamentos da equipe profissional e das categorias de base. As primeiras etapas, que consistiam na recuperação da estrutura administrativa já foram contempladas.

 

FONTES: Wikipédia – Revista Sportiva

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