O São Paulo Railway Athletic Club foi fundado na data de 16 de fevereiro de 1919, pelo inglês Arthur J. Owen, superintendente da estrada de ferro São Paulo Railway, com a finalidade de fazer com que os funcionários pudessem praticar o esporte.

Em 1936, foi promovido para a divisão principal, ao lado do São Paulo Alpargatas (que mais tarde passou a se chamar ALBION), o verdadeiro campeão amador da Capital.

Tendo em vista a estrada de ferro passar a se chamar Santos-Jundiaí, o São Paulo Railway Athletic Club mudou seu nome para Nacional Atlético Clube.

E, para comemorar esse fato, no dia 23 de fevereiro de 1947, foi realizado um amistoso, no Estádio Municipal do Pacaembu, contra o Clube de Regatas do Flamengo de Luis Borracha, Nilton e Norival. Biguá, Bria e Quirino. Adison, Tião, Pirilo, Vaguinho e Vevé.

O São Paulo Railway Athletic Club contou com o empréstimo dos jogadores Bauer, do São Paulo, Lorico, da Portuguesa de Desportos, Cláudio, do Corinthians, e Lima do Palmeiras.

O jogo foi um sucesso e a renda chegou a 112.433 cruzeiros, muito boa para uma época em que São Paulo tinha 2 milhões e 198 mil habitantes.

Quem entrou em campo foi o SPR A.C., com as camisas brancas e calções azul escuro e o escudo com as três letras no peito. Lá estavam Ivo, Moacir e Dedão. Charuto, Wallace e Inglês. Crespo, Vicente, Jesus, Passarinho e Tim.

Vicente abriu a contagem aos 2 minutos, Vaguinho empatou aos 5 e fez o segundo aos 10. Por causa de um toque de mão de Charuto, Pirilo marcou de pênalti, aos 15. Vicente, outra vez, fez 3×2, aos 42 minutos.

No intervalo, os jogadores caminharam até o placar de bandeirinhas vermelhas, arriaram a bandeira do SPR A.C., que estava ao lado das dos outros clubes da Federação, e colocaram em seu lugar o novo pavilhão do Nacional.

No segundo tempo, o Nacional jogou com Ivo, Moacir e Lorico; Charuto, Bauer e Inglês; Cláudio, Lima, Jesus, Vicente e Tim.

O Flamengo fez mais dois gols (Adilson, aos 20 e Pirilo, aos 34), contra outro de Vicente (aos 19 minutos) e a partida terminou com o placar de 5 a 3 para o Clube de Regatas do Flamengo.

OBS: segundo a Flapédia, o C.R. do Flamengo jogou com Luís Borracha, Newton, Norival, Biguá (Jacy), Bria, Quirino, Adilson (Velau), Tião (Perácio), Pirilo, Vaguinho e Vevé. E os gols do rubro negro foram: Vaguinho(2), Pirilo(2) e Vevé.

Fontes: Fotos e texto parcialmente retirados do periódico “O Estado de S. Paulo – Jornal da Tarde”, de autoria do inesquecível jornalista Sérgio Baklanos, cujo caderno de esportes circulou no dia 4 de outubro de 1982.

Escudos: Wikipedia

 

 

Fonte: Sport Ilustrado

 

CORINTHIANS

PALMEIRAS

SANTOS F.C.

SÃO PAULO

 

Fonte: Sport Ilustrado

 

O Palmeiras Atlético Clube, da Vila Hayden na cidade de Santos/SP, foi fundado nos anos 40. A sua criação foi inspirada em  seu homônimo da capital paulistana.

Fonte:

http://www.giginarede.com.br/

http://www.varzeasantista.com/

 

O Marinheiros Futebol Clube foi fundado em 07 de Setembro de 1947. Disputou o Campeonato Santista Amador em 1959 na divisão principal. O clube exercia a prática de futebol e natação.

Fonte:

http://www.giginarede.com.br/index.asp

colaborador Airton Bonfim

 

O Estádio Conde Rodolfo Crespi (popularmente conhecido como Estádio da Rua Javari ou Rua Javari) é o estádio de futebol onde o Clube Atlético Juventus manda seus jogos. O Estádio fica localizado no bairro da Mooca, Zona leste da cidade de São Paulo. Construído em 26 de abril de 1925, inaugurado em 10 de novembro de 1929 e adquirido da família Crespi pelo Clube Atlético Juventus em 1967, atualmente possui capacidade oficial para: 4.004 pessoas, no entanto já registrou a presença de 15 mil torcedores.A marca aconteceu num jogo onde o Juventus perdeu de 3 a 1 para o Corinthians, realizado no dia 13 de julho de 1941, quando houve a reinauguração do estádio devido à construção das arquibancadas de concreto e tribunas, as quais se mantêm até os dias de hoje.

 

Fontes: Wikipédia – Jornal Sport Ilustrado

 

O Cunha Moreira Futebol Clube, da cidade de Santos/SP, foi fundado em 26 de Janeiro de 1950. Foi campeão da 1ª divisão santista no seu 1º ano de vida.

Fonte:

http://www.giginarede.com.br/index.asp

http://www.varzeasantista.com/

 

Pela primeira vez na história, um clube paulista sagra-se campeão do Sulbrasileiro de Futebol Amador, o Ferroviários Atlético Clube de Bragança Paulista. O campeonato deste ano foi realizado no Estádio da Montanha em Nova Veneza(SC).

 

 

Jogos

21/11 – Serrano 0×4 Ferroviários

21/11 – Caravággio 0×0 Bandeirantes

22/11 – Bandeirantes 2×1 Serrano

22/11 – Caravággio 0×0 Ferroviários

23/11 – Ferroviários 6×1 Bandeirantes

23/11 – Caravággio 3×0 Serrano

 

Campeão: Ferroviários Atlético Clube de Bragança Paulista(SP)

Vice: Caravággio Futebol Clube de Nova Veneza(SC)

3º Lugar – Bandeirantes FC de Colombo(PR)

4º Lugar – EC Serrano de Canela(RS)

 

Obs.: o representante gaúcho foi escolhido através de sorteio entre Serrano e Doze Horas, uma vez que o campeonato está paralisado por ação do Guaíba FC. o campeonato gaúcho deste ano contou com a participação de apenas 4 equipes, sendo que o Tamoio de Viamão desistiu em meio ao campeonato. O Serrano atribui a má companha no Sulbrasileiro ao curto período de preparação, tendo apenas duas semanas para se preparar e montar o elenco.

 

 

 

O clube foi fundado em 26 de Abril de 1946, mas profissionalizou-se somente no ano de 1955. Seu uniforme é semelhante ao da Seleção Brasileira de Futebol. Atualmente disputa o amadorismo e faz um ótimo trabalho nas categorias de base.

Fonte:

http://www.segundonapaulista.com.br/

http://www.futebolnacional.com.br/

 

Segue a ficha completa do 1º jogo das finais da Copa do Brasil 2000 entre Cruzeiro e São Paulo. O São Paulo FC disponibilizou através de um e-mail a renda e público, que até hoje não haviam sido divulgados.

SÃO PAULO 0×0 CRUZEIRO

Data: Quarta-Feira, 05 de Julho de 2000 – 21h30min (Horário de Brasília)
Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi (São Paulo, SP)
Público: 52.472
Renda: R$ 545.990,00
Árbitro: Antônio Pereira da Silva (GO)
Cartões Amarelos: Belletti, Alexandre e Maldonado (São Paulo); Marcos Paulo e Ricardinho (Cruzeiro)
Cartão Vermelho: não houve

São Paulo:

Rogério Ceni, Belletti, Edmilson, Rogério Correa e Fábio Aurélio; Alexandre (Fabiano), Maldonado, Raí (Edu) e Marcelinho Paraíba; Sandro Hiroshi (Carlos Miguel) e França.

Cruzeiro:

André Döring, Rodrigo, Cris, Cléber e Sorín (Alonso); Donizete Oliveira, Ricardinho,  Marcos Paulo e Jackson (Viveros); Geovanni (Muller) e Oséas.

 

Fonte:

colaborador Fernando Marcelino

São Paulo FC

https://baudofutebolce.wordpress.com/2011/05/01/13%C2%AA-copa-do-brasil-2000-final/

 

Segue o escudo revitalizado da Associação Atlética República, do bairro da Aclimação, capital paulistana.

Fonte:

https://www.facebook.com/AssociacaoAtleticaRepublicaAclimacao/timeline?ref=page_internal

colaborador Fernando Marcelino

 

O União Agrícola Barbarense Futebol Clube, da cidade de Santa Bárbara d´Oeste, Estado de São Paulo, está completando neste dia 22 de novembro de 2014, cem anos de vida.

Os apelidos “Leão da Treze” ou “Alvinegro da 13 de Maio” é uma alusão ao endereço onde sua sede está instalada: Rua Treze de Maio número 1269.

 

História

Fundado no dia 22 de novembro de 1914, inicialmente com o nome de União Foot-Ball Club, a equipe de Santa Bárbara d’Oeste teve diversos nomes até chegar ao que ostenta atualmente. Em 1918, passou a se chamar Athlético Barbarense Foot-Ball Club e, um ano depois, se chamou Sport Club Athlético Barbarense. No ano de 1920, o clube se fundiu com o 7 de Setembro da Fazenda São Pedro e, mais uma vez, alterou seu nome: Sport Club União Agrícola Barbarense. Por fim, ainda naquele ano, passou a portar a denominação que tem até hoje: União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

No ano seguinte da definição do nome, em 1921, o União Barbarense se registrou na APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), que comandava o futebol do Estado. Vinte anos depois, em 1941, filiou-se à Federação Paulista de Futebol, ainda como amador, e no ano seguinte passou a ser membro da LBF (Liga Barbarense de Futebol), entidade do município de Santa Bárbara d’Oeste.

Apenas em 1964 é que o clube se profissionalizou nos quadros da Federação Paulista de Futebol e sua estréia não foi das mais felizes diante de Alumínio: derrota por 3 a 1 em partida válida pela 3ª Divisão de Acesso. Nesta partida, o autor do primeiro gol da equipe como profissional foi o atacante Mané de Campos. Três anos depois, o União decidiu adotar o “Leão da 13″ como mascote do clube, em homenagem aos torcedores fiéis que apoiavam com garra o time (como leões) e à sede do clube, na Rua Treze de Maio.

O primeiro título do clube foi conquistado em 1946, quando ainda era amador, o de campeão da cidade pela Liga Barbarense de Futebol. Dois anos depois, mais uma conquista: Campeão amador da região, disputando o Campeonato Paulista do Interior pela FPF. Foi tricampeão da “Taça Cidade de Santa Bárbara” nos anos de 1957, 1961 e 1963. Nessse período, mais precisamente em 15 de novembro 1959, o Jornal D’Oeste publicou a composição do Hino Oficial do clube, de autoria do Professor José Dagnoni (letra) e Hermosa Hadad Baruque Murbach (música). Em 1967, já como profissional, foi Campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando o acesso à 1ª Divisão (uma abaixo da divisão principal).

A partir daí, o clube conquistou alguns títulos regionais, como o Torneio Intermunicipal Americana x Santa Bárbara d’Oeste em 1973 e passou por bons e maus momentos. Depois de ficar alguns anos sem disputar os campeonatos da FPF foi, finalmente, em 1990, vice-campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando mais uma vez o acesso à Divisão Intermediária. Em 1995 foi Campeão Paulista de Juniores da Série A3 e, em 1996, dos Jogos Abertos do Interior, com a equipe de Juniores. Em 1997, conquistou o vice-campeonato da Série A3 do Paulista. No ano seguinte, o maior trunfo até então: o título do Campeonato Paulista da Série A2 e o acesso à divisão principal estadual.

Em 1999, por terminar o Paulistão como melhor time do interior na tabela, o União Barbarense se tornou Campeão do Interior. Em 2001, foi vice-campeão da Copa Federação Paulista de Futebol e, em 2004, Campeão Brasileiro da Série C. Entretanto, um ano depois do acesso à Série B, foi novamente rebaixado à Terceira Divisão nacional, por três pontos.

Nas competições estaduais, o União Agrícola Barberense se manteve na principal divisão do campeonato paulista até 2005, quando foi rebaixado para a Série A2 de 2006. Um novo tropeço em 2006 levou a equipe à Série A3, quando terminou a competição de 2007 na décima colocação.

O estádio Antonio Lins Ribeiro Guimarães, também conhecido como “Toca do Leão” está localizado na cidade de Santa Bárbara D’Oeste, no estado de São Paulo e pertence ao União Agrícola Barbarense Futebol Clube. Seu nome foi dado em homenagem a um ex-presidente e patrono do clube. Foi inaugurado em 21 de maio de 1921 e seu primeiro jogo foi União Barbarense 3 a 1 contra o EC Concórdia de Campinas. O estádio tem capacidade para 14.914 pessoas.

O estádio está situado na Rua 13 de Maio, 1269 – Santa Bárbara D’Oeste – SP

 

 

A Torcida Uniformizada Sangue Barbarense é a principal e a maior torcida uniformizada do União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

Fundada na data de 11 de novembro de 1984, é a segunda torcida mais antiga do interior do Estado de São Paulo e a quinta, incluindo a capital.

Fontes:

História (site do clube);

Estádio (botoesparasempre.blogspot);

Foto da equipe: Gustavo Belofardi;

Mascote: flogao

 

 

Oi amigos,

encontrei digitalizado o escudo da Associação Atlética República, do bairro da Aclimação, em São Paulo, que havia jogado as divisões de acesso do Campeonato Paulista nas décadas de 20 e 30.

Este escudo havia sido publicado no Guia Oficial do Campeonato Paulista de 2009, porém, seu escudo estava muito pequeno e bem difícil de escanear.

Fonte: https://www.facebook.com/AssociacaoAtleticaRepublicaAclimacao/timeline?ref=page_internal

abs

Wanderson

 

O Jabaquara Atlético Clube também já é centenário.

No dia 15 de novembro de 1914,  um grupo de nove jornaleiros, ou vendedores de jornais, descendentes de espanhóis, do então chamado Largo do Rosário, atual Praça Rui Barbosa, fundaram em Santos o Hespanha Foot Ball Club.

O nome Hespanha, sugerido por um ex-escravo, virou Espanha e, por fim, Jabaquara Atlético Clube, nome adotado devido a proibição, durante a Segunda Guerra Mundial,  do uso de nomes de países estrangeiros.

O goleiro Gilmar dos Santos Neves foi uma das maiores revelações feitas pelo Jabaquara A.C.

Posteriormente, o Jabaquara mudou-se para o bairro do Macuco onde, devido a notáveis exibições que o levou a se sagrar várias vezes campeão de Santos e do Litoral, ganhou dos santistas um apelido imortal: Leão do Macuco.

Jabaquara A.C. em 1960

Algum tempo depois, mudou-se para a Ponta da Praia e por fim se estabeleceu no bairro da Caneleira, na Zona Noroeste da cidade.

Na Caneleira o Jabuca mantém seu estádio Espanha e também sua sede social. A mudança para esse bairro deu origem a um novo apelido: Leão da Caneleira.

 

ESTÁDIO ESPANHA

O Jabaquara Atlético Clube, um dos clubes fundadores da Federação Paulista de Futebol, atualmente se encontra na 2ª Divisão do Campeonato Paulista de Futebol.

Parabéns ao Jabaquara Atlético Clube que, na data de 15 de novembro de 2014, completou cem anos de existência.

 

Fotos: com o arqueiro Gilmar e Estádio Espanha: novo milênio / Jabaquara AC em 1960: arquivo pessoal de Sérgio Silveira – esporte.terra.com.br

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

 

 

 

 

O DIA EM QUE O PAULISTANO DISSE ADEUS AO FUTEBOL

 

Nenhum clube conquistou tantos títulos no regime amador deste país como o Clube Atlético Paulistano. Por tudo isto mereceu a alcunha de GLORIOSO. O alvirrubro do Jardim América, representando a elite paulistana no nascedouro deste jogo, chegou inclusive a uma façanha, inédita até hoje, seu tetra campeonato paulista (1916, 1917, 1918 e 1919). E além dos ONZE CAMPEONATOS levantados (1905, 1908, 1913, 1916, 1917, 1918, 1991, 1921 – todos na sua fase áurea, e mais os campeonatos de 1926, 1927 e 1929, na caída final,  jogando na Liga de Amadores, quando se revoltou contra os primeiros ensaios do profissionalismo em terras bandeirantes.

Além destes títulos, o Clube Atlético Paulistano assinalou a grande conquista do primeiro Campeonato Brasileiro de clubes na década de vinte, derrotando o Fluminense FC do Rio de Janeiro e o SC Brasil, do Rio Grande do Sul.

Isto para não falar na sua antológica e memorável excursão à Europa em 1925. Foi então o primeiro clube brasileiro e sul-americano a jogar em campos europeus, com grandes resultados, derrotando seleções e clubes importantes, perdendo apenas um jogo em dez partidas.

Muitos troféus, taças e lauréis em cotejos interestaduais e internacionais colecionou o Paulistano que possuiu sem dúvida os dois maiores e mais talentosos Monstros Sagrados das décadas de 10 e 20 do futebol brasileiro: Rubens de Moraes Salles – um centromédio de notável carreira e Arthur Friedenreich, um dos melhores atacantes e goleadores da história brasileira em todos os tempos.

1929 – A DESPEDIDA DOS CAMPEÕES

Quando o Paulistano se desentendeu na APEA, em fins de 1925, por ocasião da decisão do campeonato contra a A.A. São Bento, sua revolta era um grito de contestação ao futebol profissional que na última metade da década de vinte já começava a se pronunciar e que conflitava com os ideais do Paulistano. Foi aí que em sua sede nasceu a Liga de Amadores. Com ele se juntavam três outros clubes pioneiros do futebol paulista: o S.C. Germânia (hoje Pinheiros), S.C. Internacional de Antonio Casemiro da Costa, desaparecido no advento do novo regime, juntamente com a A.A. das Palmeiras, outro clube pioneiro. Alguns clubes pequenos se juntaram a eles nesta Liga de Amadores, o derradeiro grito de revolta dos adeptos do Amadorismo.

A Liga de Amadores teve curta duração, no entanto. O Profissionalismo já era uma realidade, da qual apenas alguns poucos tentavam se afastar. Quatro anos, quatro campeonatos. O Paulistano campeão em 1926, 1927 e 1929. No certame de 1928, ele teve que ceder as honras da liga ao S.C. Internacional, e mais uma vez numa decisão “extra”.  Além dos seus onze títulos de campeão paulista, o Paulistano esteve envolvido em outras decisões – como em 1920, por exemplo, quando seria penta campeão se vencesse – e perdeu todas.

No último ano de sua vida no futebol, o Paulistano foi absoluto na Liga. Com apenas 6 pontos perdidos, um time já cansado de glórias, chegou outras 6 vezes a f rente do segundo colocado, não sem certa surpresa, a modesta A.A. Portuguesa, da cidade de Santos. E neste campeonato já pontificam a A.A. Ponte Preta, de Campinas,  (3º lugar, com 15 pontos), a A. Portuguesa de Sports (4º lugar, com 16 pontos, o Hespanha F.C. (hoje Jabaquara A.C.). da cidade de Santos (6º lugar com 18 pontos); o veterano C.A. Santista, outro baluarte do amadorismo; a A.A. São Bento – também reduto de expressão do regime quase morto e do famoso Colégio de Padres; e o Paulista F.C., da cidade de Jundiaí, presente desde o primeiro Campeonato da Liga.

Uma agremiação quase de várzea – o Antárctica F.C. – um dos antepenúltimos colocados do certame, com 24 pontos perdidos foi o derradeiro adversário do Glorioso em sua trajetória no futebol.

A SÚMULA DO JOGO

Fazia mau tempo. Era um domingo 15 de dezembro de 1929. A partida teve lugar no campo do Jardim América (campo do Paulistano). O clube alvirrubro vinha de resultados negativos, mas mesmo assim uma ótima assistência lotava o campo. O Antárctica, adversário do campeão, era um time modesto do bairro da Moóca. No entanto, uma grande atuação dos companheiros de Arthur Friedenreich levou o Paulistano a sua consagradora vitória de 6 a 1. Era a derradeira exibição do Paulistano no futebol. Quem viu, viu, quem não viu não veria nunca mais aquela camiseta tradicional nos verdes gramados brasileiros.

Os dois quadros entraram em campo assim constituídos:

Paulistano – Nestor, Clodoaldo e Barthô; Romeu, Rueda e Abbate; Luizinho, Joãozinho, Fried, Milton e Zuanella.

Antárctica – Damião, Jahu e Roque; Romano, Mona e Coca; Delphim, Alfredinho, Maxa, Spitaletti e Mathinas.

No quadro do Paulistano aparecia o extrema-direita Luizinho. Era o hoje Doutor Luiz Mesquita de Oliveira – mais tarde um notável extrema-direita, campeão pelo Palestra Itália e pelo São Paulo F.C.. O árbitro do encontro foi o senhor Cecarelli do São Bento.

No primeiro tempo o Paulistano construiu praticamente sua grande vitória. Milton, no primeiro minuto de jogo, abriu a contagem e o mesmo Milton, aos oito minutos, fez 2 a 0. Ambos em lançamento de Fried; aos 26 minutos Fried marcou o terceiro gol e aos 28, outra vez Fried lançou Milton, goleador da partida, para estabelecer 4 a 0. Foi aí que surgiu aos 36 minutos aquele que viria a ser o “gol de honra” do Antárctica, de autoria de Spitaletti. Fried, aos 39 minutos, quase em cima do apito do árbitro, marca Paulistano 5 a 1 e assinala seu último gol pelo clube do Jardim América. Na fase final, um gol somente. O derradeiro gol da história do Paulistano no futebol: o menino Luizinho, aos 39 minutos, no finzinho da partida.

Assim se conta a derradeira página do futebol no Paulistano. No jogo preliminar pelo Campeonato de Segundos Quadros, a vitória pertenceu ao Antárctica F.C., por 5 a 2. E este time secundário do clube da Moóca foi campeão paulista da Liga de Amadores em sua divisão.

O resto é saudade. Saudade de tanta gente boa. Saudade dos remanescentes do futebol de ouro do Paulistano, como o goleiro Nestor, a zaga Clodô e Barthô; os médios Rueda e Abbate; o extraordinário Arthur Friedenreich.

 

Fontes: texto copiado, na íntegra, de um antigo recorte retirado do jornal “Popular da Tarde”, salvo engano dos anos setenta, que guardo em meu acervo. O texto não traz a assinatura do autor.

Fotos: http://acervoshistoricos.blogspot.com.br

 

O clube foi fundado no dia 1º de Novembro de 1914 com o nome SC Taubaté. Anos depois mudou para a denominação atual.

Fonte:

http://www.esporteclubetaubate.com.br/home/index.asp

http://www.futebolnacional.com.br/

https://www.facebook.com/ectaubate

colaborador Fernando Marcelino

 

O Milionários Futebol Clube da Capital foi fundado no ano de 1964, por João Mendes Toledo, na época porteiro da emissora TV Bandeirantes.

Após seu falecimento, o time passou a ser comandado por Marco Antonio Rodrigues, irmão do zagueiro Zé Maria (ex-Corinthians), que havia atuado por diversas equipes, tais como Corinthians, Paissandu, Noroeste, Comercial de Ribeirão Preto, Internacional de Limeira e Araçatuba.

Segundo informações trazidas pelo blog, no ano de 2012, o time era formado por cerca de oitenta ex-jogadores de futebol, os quais realizavam partidas por todo o Brasil.

Chicão, Rivelino e Zé Maria também atuaram pelo Milionários FC

 

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

Uniforme desenhado por Sérgio Mello

Origem da pesquisa: foto da camisa do time, postada por Rodrigo Santana

Fonte: http://milionariosfutebolclube.blogspot.com.br/

 

 

 

 

VILA BANDEIRANTES ESPORTE CLUBE

FUNDAÇÃO – 1º de maio de 1962

Cores – bordô e branco

Entre seus principais títulos está o de Bi-Campeão invicto do campeonato amador de Cubatão no ano de 1968

 

 

VILA BANDEIRANTES ESPORTE CLUBE​

  • Fundação: O Vila Bandeirantes foi fundado no feriado de 01 de Maio de 1962, feriado nacional do dia do trabalhador, e dias antes de começar a Copa do Mundo da FIFA de Futebol,  em uma 1º reunião que ocorreu no bar do João Padeiro, nessa reunião estavam presentes Takasio Yamamoto, Paulo Pereira, Chico, Eliseu Garcia e Manoel Lessa(Panacho) entre outras pessoas
  • Presidentes: Sr. João Veiga, Armando Reis, Hildebrando Guimarães
  • Secretário: Walter​
  • Alguns Técnicos: Eliseu Garcia, Amando Reis e Sr. Oda, sendo na maior parte dos anos o Sr. Eliseu Garcia, campeão de 68
  • O Campo: À pedido de Panacho, o Sr. Basilio, homem influente na época em Cubatão conseguiu a liberação para a construção do Campo do Bandeirantes, hoje encontra-se o depósito da Perdigão e Maneco Açougueiro, conseguiu a liberação para a construção dos vestiários
  • ​Massagistas: João Trombada e João Lucas
  • Principal Título: Bi-Campeão Invicto 1968 – Divisão Principal de Cubatão​
  • Uniforme: Bordô e Branco​
  • Principais Adversários: EC Jardim Casqueiro e Comercial
  • ​Fim: Devido a saída de pessoas importantes na logística do time, na maioria por problemas pessoais, familiares e de trabalho, o clube foi ficando à deriva e acabando aos poucos.

“O Vila Bandeirantes foi tipo uma fogueira que a chama subiu e depois apagou”

Eliseu Garcia (Técnico)

FONTE: ACERVO PESSOAL SR. ELISEU ALBERTO GARCIA

 

Fonte: ecvilabandeirantes.wix.com

Texto extraído na íntegra do site do clube

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

Arte do uniforme: Sérgio Mello

 

 

Segue abaixo a evolução dos escudos do Esporte Clube Taubaté. No último dia 1º de novembro o clube completou 100 anos.
Colaboração: Waldomiro (Matão)
Fonte: http://guiataubate.com.br/noticias/2014/11/100-anos-parabens-esporte-clube-taubate

 

O Fluminense Atlético Clube, clube santista de grande prestígio, foi fundado em 04 de setembro de 1938 por José Maria Cunha e Hugo Torres. Chamado de “Tricolor do Embaré “, sempre teve em seu quadro associativo gente com muita garra, vontade de vencer e principalmente muito amor ao clube.

Em 1970, construiu duas quadras de tamboréu de saibro no bairro do Chico de Paula. Em 1973, utilizou a quadra do Enseada Praia Clube, na Av. Epitácio Pessoa próximo ao canal 5.

Texto incluído na seção Campo Neutro do semanário santista Boqueirão News, edição de 9 a 15 de setembro de 2006.

“O Fluminense Atlético Clube, mais conhecido como o Tricolor do Embaré, foi fundado em 04.09.1938, por oito associados, com a finalidade de congregar os moradores do bairro. Teve o seu início em um pequeno armazém de “secos e molhados” que se situava na esquina da Rua Osvaldo Cócrane com Av. Epitácio Pessoa, estabelecimento pertencente ao sr. José Rodrigues Meleiro, que com a sua visão educadora, ao perceber que diversos jovens do bairro estavam desgarrados de atividades esportivas, sugeriu que se agrupassem esportivamente.

Foi inicialmente fundado como Juvenil Fluminense, time de futebol de praia, rendendo homenagem ao campeão carioca que havia visitado a cidade. Sua primeira sede era na mesma esquina, no quintal do sr. Blanco, onde foi improvisada uma quadra de vôlei e guarda de material do clube. Posteriormente, em 1939, já com a denominação de Fluminense Atlético Clube, o sr. Vergara cedeu outro terreno maior, na Rua Proost de Souza, sendo construída quadra de vôlei, basquete e bocha. Em 1942, a barraca de praia foi inaugurada, com o escopo de unir os familiares dos associados, não se esquecendo que o Fluminense já era um esquadrão futebolístico temido por seus adversários, possuindo, também, time de voleibol amador sendo campeão da cidade diversas vezes.

Por volta de 1949, quando o único esporte genuinamente santista – o tamboréu – estava em franca atividade pelas praias santistas, começou a montar a sua equipe vitoriosa. Não se deve esquecer que o Fluminense é o nº 2 no registro de filiação da Liga Santista da modalidade, obtendo diversos títulos regionais e estaduais.

O primeiro deles foi em 1967 – Torneio Popular – tendo a dupla Délcio e Mario Ramalho como vencedores. Teve equipes memoráveis que contavam com atletas tais como: Rivaldo, Délcio, Valter Rocha, Gilberto, Meleiro, Clodoaldo, Clodinho, Gércio, Rubens Sérgio, Ratinho, Lisboa e outros fantásticos jogadores de tamboréu. Possui times de infantil, juvenil, aspirantes, principal, veteranos e veteraníssimos, sendo certo que todas as categorias conquistaram troféus e medalhas expostas nas dependências do clube, patrimônio inimaginável.

Uma das maiores conquistas do Fluminense foi a compra da atual sede, quando o presidente do clube – Orlando Rodrigues Dias – em setembro de 1970, iniciou uma verdadeira cruzada para a aquisição da sede atual, que era alugada. Com esforço de todos os associados, que participaram com assinatura de “livro de ouro“, rifas, bingos, comprou o imóvel da Rua Osvaldo Cócrane, 147 – Embaré, constituído de sobrado de forma arquitetônica tradicional, tendo na sua parte inferior salão de jogos, secretaria, salão de festas, cantina, exposição de troféus e flâmulas (…). A parte superior está locada para o Lions Clube, um parceiro do clube, onde são realizadas reuniões, chás beneficentes e promoções de cunho assistencial e social.

O Fluminense A. Clube se reveste no congraçamento de diversos tipos de profissionais liberais, aposentados e trabalhadores que se congregam em torno de uma existência social e participação esportiva, tão carente na vida cotidiana atual (…) O clube atualmente possui parceria com o Bingo Gonzaga, que nos moldes do fomento ao esporte, caminha lado a lado, dando respaldo financeiro de suma importância”.

(*) Alfredo Siqueira Costa é advogado e presidente do Fluminense AC

Fonte: Novo Milênio Santos - Dr. Alfredo Siqueira – Memórias Esportivas de Santos.

ARTE DO ESCUDO SÉRGIO MELLO

FONTE DO ARTIGO:

http://www.giginarede.com.br/varzea/fluminense.asp

 

 

 

Recebi um exemplar do livro FERROVIÁRIA EM CAMPO – BREVIÁRIO GRENÁ, escrito pelo nosso amigo Vicente Henrique Baroffaldi, e lançado por Pontes Editores.

Trata-se de uma edição atualizada daquela editada em 2010.

A obra contém pouco mais de 300 folhas, onde o autor expõe fatos marcantes da trajetória da gloriosa Associação Ferroviária de Esportes, de Araraquara, além de súmulas, títulos conquistados, resultados de jogos e fotos e fichas técnicas daqueles que, um dia, com orgulho e raça, defenderam o manto grená.

Parabéns ao Vicente Henrique Baroffaldi que, muito embora distante do blog, não se afastou do seu trabalho desenvolvido em prol do futebol, nos presenteando com mais essa pérola.

Sucesso Vicente!!!

Grande abraço do Toninho Sereno

 

PS – os interessados devem se dirigir ao autor através de seu endereço eletrônico: vicente.baroffaldi@gmail.com

 

Olá amigos do blog!

Encontrei esta flâmula no ML, alguém tem alguma informação sobre este clube?

 

BRASIL ATLÉTICO CLUBE

FUNDAÇÃO – 08 de fevereiro de 1953

Tinha sua sede no bairro Areia Branca

Campeão amador no ano de 1964

 

Fontes:

Foto – www.giginarede.com.br

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

Arte do uniforme: Sérgio Mello

 

INDEPENDENTE FUTEBOL CLUBE

FUNDAÇÃO – 16 de março de 1936

Tinha sua sede na Rua do Comércio, 15 – Centro

Campeão da 2ª Divisão do campeonato da Liga de Futebol Amador de Santos no ano de 1947

 

Fontes:

Foto – www.giginarede.com.br

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

Arte do Uniforme: Sérgio Mello

 

 

O clube foi fundado em 14 de setembro de 1913, por operários de uma fábrica de arreios, batizando-o de Sorocaba Athletic Club. Em 14 de Outubro de 1914 mudou o nome para Esporte Club São Bento. Com a recente reforma do Estatuto, em novembro de 2009, “aportuguesou-se” a denominação “Club”, sendo que a agremiação passou a ser chamada de Esporte Clube São Bento. O primeiro distintivo do Esporte Clube São Bento surgiu no meio da década de 1920. Antes disso, os uniformes do clube não carregavam escudo ou número dos jogadores.

Fonte:

livro Almanaque do Futebol Paulista 2000

http://www.futebolnacional.com.br/

http://eduardobedami.wordpress.com/e-c-sao-bento-de-sorocaba-sp/

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

EQUIPE

CIDADE

001

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA FRANCANA FRANCA

002

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA INTERNACIONAL LIMEIRA

003

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTE PRETA CAMPINAS

004

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO BENTO MARÍLIA

005

BARRETOS FUTEBOL CLUBE BARRETOS

006

BATATAIS FUTEBOL CLUBE BATATAIS

007

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE RIBEIRÃO PRETO

008

ESPORTE CLUBE MOGIANA CAMPINAS

009

ESPORTE CLUBE TAUBATÉ TAUBATÉ

010

ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO PIRACICABA

011

GUARANI FUTEBOL CLUBE CAMPINAS

012

PALMEIRAS FUTEBOL CLUBE FRANCA

013

RIO BRANCO ESPORTE CLUBE AMERICANA

014

SOCIEDADE ESPORTIVA SANJOANENSE SÃO JOÃO DA BOA VISTA

1º TURNO

18.05.1947

PONTE PRETA

4-0

PALMEIRAS

18.05.1947

FRANCANA

2-0

RIO BRANCO

18.05.1947

TAUBATÉ

8-1

BOTAFOGO

18.05.1947

XV DE NOVEMBRO

2-2

MOGIANA

18.05.1947

SANJOANENSE

2-1

INTERNACIONAL

18.05.1947

BARRETOS

0-3

BATATAIS

18.05.1947

SÃO BENTO

4-1

GUARANI

25.05.1947

MOGIANA

2-2

TAUBATÉ

25.05.1947

INTERNACIONAL

4-0

BARRETOS

25.05.1947

RIO BRANCO

1-1

GUARANI

25.05.1947

BOTAFOGO

3-1

FRANCANA

25.05.1947

SANJOANENSE

1-0

PONTE PRETA

25.05.1947

XV DE NOVEMBRO

6-2

SÃO BENTO

29.05.1947

PONTE PRETA

6-1

INTERNACIONAL

01.06.1947

GUARANI

2-2

XV DE NOVEMBRO

01.06.1947

BATATAIS

2-1

MOGIANA

01.06.1947

PALMEIRAS

2-2

BOTAFOGO

01.06.1947

BARRETOS

1-2

RIO BRANCO

01.06.1947

TAUBATÉ

5-1

SANJOANENSE

08.06.1947

PONTE PRETA

2-0

BARRETOS

08.06.1947

FRANCANA

2-4

TAUBATÉ

08.06.1947

BOTAFOGO

3-3

GUARANI

08.06.1947

XV DE NOVEMBRO

3-2

SANJOANENSE

08.06.1947

INTERNACIONAL

10-2

PALMEIRAS

08.06.1947

SÃO BENTO

1-2

BATATAIS

12.06.1947

MOGIANA

6-1

FRANCANA

15.06.1947

PALMEIRAS

1-2

BATATAIS

15.06.1947

TAUBATÉ

2-2

PONTE PRETA

15.06.1947

SANJOANENSE

1-0

SÃO BENTO

15.06.1947

RIO BRANCO

0-5

XV DE NOVEMBRO

15.06.1947

BARRETOS

3-1

BOTAFOGO

21.06.1947

GUARANI

3-5

TAUBATÉ

22.06.1947

MOGIANA

0-2

INTERNACIONAL

22.06.1947

FRANCANA

1-2

SANJOANENSE

22.06.1947

BATATAIS

1-1

XV DE NOVEMBRO

22.06.1947

BOTAFOGO

4-2

RIO BRANCO

22.06.1947

SÃO BENTO

5-3

PALMEIRAS

29.06.1947

PONTE PRETA

3-2

GUARANI

29.06.1947

PALMEIRAS

0-1

MOGIANA

29.06.1947

SANJOANENSE

3-0

BARRETOS

29.06.1947

INTERNACIONAL

2-0

FRANCANA

29.06.1947

RIO BRANCO

1-2

SÃO BENTO

29.06.1947

TAUBATÉ

1-3

BATATAIS

05.07.1947

MOGIANA

2-0

BOTAFOGO

06.07.1947

PONTE PRETA

6-1

RIO BRANCO

06.07.1947

INTERNACIONAL

6-2

TAUBATÉ

06.07.1947

BATATAIS

3-0

GUARANI

06.07.1947

XV DE NOVEMBRO

6-2

PALMEIRAS

06.07.1947

BARRETOS

3-0

FRANCANA

13.07.1947

GUARANI

2-1

BARRETOS

13.07.1947

FRANCANA

2-5

PONTE PRETA

13.07.1947

BOTAFOGO

0-3

XV DE NOVEMBRO

13.07.1947

SÃO BENTO

0-0

INTERNACIONAL

13.07.1947

RIO BRANCO

2-3

TAUBATÉ

13.07.1947

SANJOANENSE

3-1

MOGIANA

20.07.1947

MOGIANA

1-3

SÃO BENTO

20.07.1947

BARRETOS

0-3

PALMEIRAS

20.07.1947

XV DE NOVEMBRO

4-1

PONTE PRETA

20.07.1947

BATATAIS

5-1

FRANCANA

20.07.1947

SANJOANENSE

3-2

RIO BRANCO

20.07.1947

INTERNACIONAL

4-0

BOTAFOGO

27.07.1947

PONTE PRETA

0-0

MOGIANA

27.07.1947

RIO BRANCO

3-1

BATATAIS

27.07.1947

PALMEIRAS

1-2

GUARANI

27.07.1947

BOTAFOGO

2-0

SANJOANENSE

27.07.1947

TAUBATÉ

3-0

SÃO BENTO

27.07.1947

INTERNACIONAL

3-0

XV DE NOVEMBRO

03.08.1947

GUARANI

5-3

FRANCANA

03.08.1947

PALMEIRAS

1-2

SANJOANENSE

03.08.1947

TAUBATÉ

4-2

BARRETOS

03.08.1947

BATATAIS

4-0

PONTE PRETA

03.08.1947

RIO BRANCO

2-0

MOGIANA

03.08.1947

SÃO BENTO

1-0

BOTAFOGO

10.08.1947

GUARANI

1-0

INTERNACIONAL

10.08.1947

SANJOANENSE

4-1

BATATAIS

10.08.1947

SÃO BENTO

2-0

BARRETOS

10.08.1947

XV DE NOVEMBRO

2-1

TAUBATÉ

10.08.1947

BOTAFOGO

1-0

PONTE PRETA

10.08.1947

FRANCANA

2-0

PALMEIRAS

17.08.1947

BATATAIS

2-0

BOTAFOGO

17.08.1947

BARRETOS

2-1

XV DE NOVEMBRO

17.08.1947

MOGIANA

2-0

GUARANI

17.08.1947

TAUBATÉ

4-1

PALMEIRAS

17.08.1947

FRANCANA

1-3

SÃO BENTO

17.08.1947

INTERNACIONAL

0-1

RIO BRANCO

23.08.1947

PONTE PRETA

2-2

SÃO BENTO

24.08.1947

GUARANI

2-2

SANJOANENSE

24.08.1947

PALMEIRAS

3-3

RIO BRANCO

24.08.1947

BARRETOS

1-1

MOGIANA

24.08.1947

XV DE NOVEMBRO

6-2

FRANCANA

24.08.1947

BATATAIS

1-1

INTERNACIONAL

2º TURNO

07.09.1947

BATATAIS

3-0

BARRETOS

07.09.1947

XV DE NOVEMBRO

4-0

BOTAFOGO

07.09.1947

INTERNACIONAL

1-1

SANJOANENSE

07.09.1947

TAUBATÉ

8-1

MOGIANA

07.09.1947

GUARANI

2-1

SÃO BENTO

07.09.1947

RIO BRANCO

5-0

FRANCANA

07.09.1947

PALMEIRAS

2-3

PONTE PRETA

14.09.1947

MOGIANA

1-3

XV DE NOVEMBRO

14.09.1947

SANJOANENSE

0-0

GUARANI

14.09.1947

FRANCANA

2-1

INTERNACIONAL

14.09.1947

BARRETOS

1-3

PONTE PRETA

14.09.1947

SÃO BENTO

2-0

RIO BRANCO

14.09.1947

BOTAFOGO

2-3

PALMEIRAS

21.09.1947

PONTE PRETA

5-1

BOTAFOGO

21.09.1947

BATATAIS

6-0

PALMEIRAS

21.09.1947

TAUBATÉ

6-1

RIO BRANCO

21.09.1947

XV DE NOVEMBRO

1-0

BARRETOS

21.09.1947

FRANCANA

4-2

MOGIANA

21.09.1947

INTERNACIONAL

4-2

SÃO BENTO

28.09.1947

GUARANI

1-0

MOGIANA

28.09.1947

PALMEIRAS

0-4

INTERNACIONAL

28.09.1947

RIO BRANCO

3-0

SANJOANENSE

28.09.1947

SÃO BENTO

4-1

XV DE NOVEMBRO

28.09.1947

BARRETOS

1-0

TAUBATÉ

28.09.1947

BOTAFOGO

0-1

BATATAIS

04.10.1947

MOGIANA

2-1

BARRETOS

05.10.1947

PONTE PRETA

1-0

GUARANI

05.10.1947

TAUBATÉ

2-1

FRANCANA

05.10.1947

XV DE NOVEMBRO

3-0

RIO BRANCO

05.10.1947

SANJOANENSE

2-1

BOTAFOGO

05.10.1947

BATATAIS

5-2

SÃO BENTO

12.10.1947

GUARANI

4-0

PALMEIRAS

12.10.1947

FRANCANA

3-2

BATATAIS

12.10.1947

INTERNACIONAL

2-2

PONTE PRETA

12.10.1947

BOTAFOGO

2-3

MOGIANA

12.10.1947

SÃO BENTO

1-1

TAUBATÉ

12.10.1947

BARRETOS

1-0

SANJOANENSE

18.10.1947

PONTE PRETA

1-1

FRANCANA

19.10.1947

MOGIANA

4-0

BATATAIS

19.10.1947

PALMEIRAS

2-1

SÃO BENTO

19.10.1947

SANJOANENSE

1-1

XV DE NOVEMBRO

19.10.1947

TAUBATÉ

6-1

GUARANI

19.10.1947

INTERNACIONAL

2-0

RIO BRANCO

26.10.1947

GUARANI

3-0

BOTAFOGO

26.10.1947

FRANCANA

2-0

BARRETOS

26.10.1947

BATATAIS

2-1

SANJOANENSE

26.10.1947

XV DE NOVEMBRO

3-3

INTERNACIONAL

26.10.1947

RIO BRANCO

5-1

PALMEIRAS

26.10.1947

SÃO BENTO

3-2

MOGIANA

01.11.1947

PONTE PRETA

1-1

XV DE NOVEMBRO

01.11.1947

BOTAFOGO

4-1

SÃO BENTO

01.11.1947

BARRETOS

3-0

GUARANI

01.11.1947

INTERNACIONAL

3-0

BATATAIS

01.11.1947

SANJOANENSE

5-0

FRANCANA

01.11.1947

PALMEIRAS

0-1

TAUBATÉ

15.11.1947

GUARANI

2-2

BATATAIS

16.11.1947

TAUBATÉ

2-1

INTERNACIONAL

16.11.1947

MOGIANA

2-0

PONTE PRETA

16.11.1947

RIO BRANCO

3-3

BOTAFOGO

16.11.1947

SÃO BENTO

4-0

FRANCANA

16.11.1947

PALMEIRAS

1-2

BARRETOS

24.11.1947

PONTE PRETA

6-0

SANJOANENSE

24.11.1947

BATATAIS

1-0

RIO BRANCO

24.11.1947

INTERNACIONAL

3-3

MOGIANA

24.11.1947

BOTAFOGO

0-4

TAUBATÉ

24.11.1947

FRANCANA

1-1

XV DE NOVEMBRO

24.11.1947

BARRETOS

3-0

SÃO BENTO

30.11.1947

MOGIANA

6-1

PALMEIRAS

30.11.1947

RIO BRANCO

1-2

BARRETOS

30.11.1947

FRANCANA

4-2

GUARANI

30.11.1947

SANJOANENSE

2-1

TAUBATÉ

30.11.1947

XV DE NOVEMBRO

1-1

BATATAIS

30.11.1947

SÃO BENTO

0-3

PONTE PRETA

06.12.1947

GUARANI

3-0

RIO BRANCO

07.12.1947

PONTE PRETA

3-0

BATATAIS

07.12.1947

FRANCANA

1-1

BOTAFOGO

07.12.1947

BARRETOS

2-1

INTERNACIONAL

07.12.1947

TAUBATÉ

2-2

XV DE NOVEMBRO

07.12.1947

SANJOANENSE

5-1

PALMEIRAS

13.12.1947

MOGIANA

1-2

RIO BRANCO

14.12.1947

PONTE PRETA

1-1

TAUBATÉ

14.12.1947

XV DE NOVEMBRO

4-0

GUARANI

14.12.1947

BOTAFOGO

4-2

INTERNACIONAL

14.12.1947

FRANCANA

3-0

PALMEIRAS

14.12.1947

SÃO BENTO

2-2

SANJOANENSE

21.12.1947

BOTAFOGO

2-0

BARRETOS

21.12.1947

PALMEIRAS

0-1

XV DE NOVEMBRO

21.12.1947

INTERNACIONAL

3-3

GUARANI

21.12.1947

BATATAIS

1-1

TAUBATÉ

21.12.1947

MOGIANA

2-0

SANJOANENSE

21.12.1947

RIO BRANCO

2-4

PONTE PRETA

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

XV DE NOVEMBRO

26

14

09

03

67

34

37

02º

TAUBATÉ

26

15

06

05

79

40

36

03º

PONTE PRETA

26

14

07

05

64

33

35

04º

BATATAIS

26

15

04

07

54

35

34

05º

SANJOANENSE

26

13

05

08

45

40

31

06º

INTERNACIONAL

26

12

06

08

65

39

30

07º

SÃO BENTO

26

11

04

11

48

50

26

08º

MOGIANA

26

10

05

11

48

46

25

09º

GUARANI

26

09

07

10

45

54

25

10º

BARRETOS

26

10

01

15

29

44

21

11º

RIO BRANCO

26

08

03

15

42

59

19

12º

FRANCANA

26

08

03

15

40

70

19

13º

BOTAFOGO

26

07

04

15

37

63

18

14º

PALMEIRAS

26

03

02

21

30

86

08

* COM ESTES RESULTADOS, O ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA SAGROU-SE CAMPEÃO PAULO – CAMPEONATO DO INTERIOR DE 1947.

 

1º TURNO

17.05.1947 CORINTHIANS 5 x 1 JABAQUARA
18.05.1947 JUVENTUS 2 x 0 SANTOS
18.05.1947 PORTUGUESA(SAN) 1 x 6 PALMEIRAS
18.05.1947 COMERCIAL 2 x 1 NACIONAL
24.05.1947 PORTUGUESA 3 x 2 YPIRANGA
25.05.1947 NACIONAL 4 x 0 PORTUGUESA(SAN)
25.05.1947 SÃO PAULO 11 x 1 COMERCIAL
25.05.1947 SANTOS 5 x 2 CORINTHIANS
31.05.1947 SÃO PAULO 2 x 2 NACIONAL
01.06.1947 JABAQUARA 3 x 1 YPIRANGA
01.06.1947 PALMEIRAS 3 x 2 JUVENTUS
07.06.1947 CORINTHIANS 1 x 0 YPIRANGA
08.06.1947 PORTUGUESA 4 x 1 COMERCIAL
08.06.1947 PORTUGUESA(SAN) 3 x 0 JABAQUARA
08.06.1947 NACIONAL 5 x 2 JUVENTUS
14.06.1947 PALMEIRAS 2 x 0 SANTOS
15.06.1947 SÃO PAULO 3 x 0 PORTUGUESA
15.06.1947 YPIRANGA 4 x 1 COMERCIAL
21.06.1947 COMERCIAL 1 x 2 JABAQUARA
22.06.1947 SÃO PAULO 6 x 1 JUVENTUS
22.06.1947 SANTOS 3 x 1 PORTUGUESA(SAN)
28.06.1947 CORINTHIANS 5 x 0 PORTUGUESA(SAN)
29.06.1947 JABAQUARA 3 x 1 NACIONAL
29.06.1947 PORTUGUESA 3 x 2 PALMEIRAS
05.07.1947 SÃO PAULO 4 x 0 YPIRANGA
06.07.1947 CORINTHIANS 2 x 1 COMERCIAL
06.07.1947 PORTUGUESA(SAN) 2 x 2 JUVENTUS
12.07.1947 PORTUGUESA 4 x 0 JABAQUARA
13.07.1947 SANTOS 6 x 1 COMERCIAL
13.07.1947 PALMEIRAS 5 x 2 NACIONAL
13.07.1947 JUVENTUS 7 x 1 YPIRANGA
19.07.1947 PORTUGUESA 4 x 1 PORTUGUESA(SAN)
20.07.1947 PALMEIRAS 3 x 2 CORINTHIANS
20.07.1947 JABAQUARA 2 x 3 SÃO PAULO
26.07.1947 CORINTHIANS 4 x 0 NACIONAL
27.07.1947 SÃO PAULO 1 x 1 SANTOS
27.07.1947 PORTUGUESA(SAN) 1 x 1 COMERCIAL
03.08.1947 SANTOS 1 x 0 JABAQUARA
03.08.1947 NACIONAL 8 x 1 YPIRANGA
09.08.1947 JUVENTUS 4 x 4 COMERCIAL
10.08.1947 PORTUGUESA 3 x 1 CORINTHIANS
16.08.1947 JUVENTUS 2 x 1 PORTUGUESA
17.08.1947 PALMEIRAS 0 x 0 SÃO PAULO
17.08.1947 SANTOS 2 x 1 YPIRANGA
23.08.1947 PALMEIRAS 5 x 1 COMERCIAL
24.08.1947 PORTUGUESA 3 x 1 NACIONAL
24.08.1947 YPIRANGA 2 x 0 PORTUGUESA(SAN)
24.08.1947 JABAQUARA 2 x 1 JUVENTUS
30.08.1947 YPIRANGA 1 x 0 PALMEIRAS
30.08.1947 NACIONAL 3 x 1 SANTOS
31.08.1947 PORTUGUESA(SAN) 0 x 2 SÃO PAULO
31.08.1947 JUVENTUS 3 x 1 CORINTHIANS
13.09.1947 PALMEIRAS 4 x 3 JABAQUARA
14.09.1947 SÃO PAULO 2 x 0 CORINTHIANS
14.09.1947 SANTOS 0 x 0 PORTUGUESA

2º TURNO

20.09.1947 COMERCIAL 1 x 0 SANTOS
21.09.1947 PALMEIRAS 4 x 1 PORTUGUESA(SAN)
21.09.1947 YPIRANGA 2 x 1 PORTUGUESA
21.09.1947 JUVENTUS 5 x 0 JABAQUARA
27.09.1947 YPIRANGA 1 x 1 JABAQUARA
27.09.1947 NACIONAL 3 x 2 COMERCIAL
28.09.1947 SANTOS 1 x 2 SÃO PAULO
28.09.1947 CORINTHIANS 7 x 2 JUVENTUS
04.10.1947 PALMEIRAS 4 x 1 NACIONAL
05.10.1947 CORINTHIANS 6 x 1 COMERCIAL
05.10.1947 PORTUGUESA(SAN) 0 x 2 PORTUGUESA
11.10.1947 PORTUGUESA 7 x 1 SANTOS
12.10.1947 JABAQUARA 2 x 2 PORTUGUESA(SAN)
12.10.1947 YPIRANGA 1 x 0 SÃO PAULO
12.10.1947 NACIONAL 3 x 2 JUVENTUS
18.10.1947 PALMEIRAS 2 x 0 JUVENTUS
19.10.1947 SÃO PAULO 1 x 0 PORTUGUESA
19.10.1947 NACIONAL 3 x 1 YPIRANGA
19.10.1947 JABAQUARA 0 x 1 CORINTHIANS
25.10.1947 COMERCIAL 5 x 2 PORTUGUESA(SAN)
26.10.1947 SANTOS 3 x 1 JABAQUARA
26.10.1947 CORINTHIANS 3 x 0 YPIRANGA
31.10.1947 CORINTHIANS 2 x 0 SANTOS
01.11.1947 PORTUGUESA(SAN) 2 x 4 YPIRANGA
02.11.1947 PALMEIRAS 5 x 0 PORTUGUESA
08.11.1947 SÃO PAULO 3 x 1 JABAQUARA
08.11.1947 JUVENTUS 3 x 1 PORTUGUESA(SAN)
08.11.1947 SANTOS 4 x 2 NACIONAL
15.11.1947 SÃO PAULO 4 x 1 NACIONAL
16.11.1947 JABAQUARA 1 x 2 COMERCIAL
16.11.1947 PORTUGUESA 4 x 3 JUVENTUS
16.11.1947 YPIRANGA 2 x 2 SANTOS
22.11.1947 COMERCIAL 2 x 1 YPIRANGA
23.11.1947 PORTUGUESA(SAN) 2 x 1 NACIONAL
23.11.1947 CORINTHIANS 2 x 2 PALMEIRAS
29.11.1947 YPIRANGA 2 x 1 PALMEIRAS
30.11.1947 SANTOS 2 x 3 JUVENTUS
30.11.1947 SÃO PAULO 2 x 1 COMERCIAL
06.12.1947 SÃO PAULO 4 x 0 PORTUGUESA(SAN)
07.12.1947 JABAQUARA 0 x 2 PALMEIRAS
07.12.1947 CORINTHIANS 3 x 1 PORTUGUESA
07.12.1947 JUVENTUS 5 x 3 COMERCIAL
13.12.1947 NACIONAL 3 x 2 PORTUGUESA
14.12.1947 SANTOS 1 x 1 PORTUGUESA(SAN)
14.12.1947 SÃO PAULO 1 x 1 PALMEIRAS
22.12.1947 PORTUGUESA 5 x 0 COMERCIAL
22.12.1947 YPIRANGA 3 x 3 JUVENTUS
22.12.1947 NACIONAL 7 x 4 JABAQUARA
27.12.1947 SÃO PAULO 3 x 1 JUVENTUS
28.12.1947 CORINTHIANS 2 x 1 NACIONAL
28.12.1947 SANTOS 1 X 2 PALMEIRAS
03.01.1948 PALMEIRAS 2 X 1 COMERCIAL
04.01.1948 JABAQUARA 1 X 5 PORTUGUESA
04.01.1948 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS
11.01.1948 PORTUGUESA(SAN) 2 X 3 CORINTHIANS
CF CLUBES J V E D GF GC PG
1 SÃO PAULO 20 14 5 1 54 14 33
2 PALMEIRAS 20 14 3 3 59 26 31
3 CORINTHIANS 20 13 2 5 55 29 28
4 PORTUGUESA 20 12 1 7 57 33 25
5 NACIONAL 20 9 1 10 52 50 19
6 JUVENTUS 20 8 3 9 53 53 19
7 SANTOS 20 7 4 9 35 38 18
8 YPIRANGA 20 7 3 10 30 47 17
9 COMERCIAL 20 5 2 13 33 69 12
10 JABAQUARA 20 4 2 14 28 60 10
11 PORTUGUESA(SAN) 20 2 4 14 24 61 8
 

CLUBE

BAIRRO

FUNDAÇÃO

CORES

AJAX ESPORTE CLUBE GONZAGA 20/09/1978 VERMELHO / BRANCO
BANDEIRANTES FUTEBOL CLUBE SABOÓ 27/02/1950 VERMELHO / PRETO / BRANCO
BATE FÁCIL FUTEBOL CLUBE JABAQUARA 20/11/1981 VERDE / PRETO / LARANJA
ESPORTE CLUBE JARDIM SÃO MANOEL JARDIM SÃO MANOEL 29/06/1962 VERDE / BRANCO
ESPORTE CLUBE JUVENTUDE NOVA CINTRA 1970 VERDE / VERMELHO / BRANCO
ESPORTE CLUBE JUVENTUS ALEMOA 22/08/1993 AZUL / GRENÁ
ESPORTE CLUBE LEÃO CENTRO 10/02/1985  
ESPORTE CLUBE PEDRA 90 CENTRO 04/07/1970 AZUL / AMARELO
ESPORTE CLUBE XI SANTISTA MARAPÉ 1964 VERMELHO / PRETO / BRANCO
GRÊMIO ESPORTIVO PESCADOS MOURA PONTA DA PRAIA 01/12/1974 AZUL / VERMELHO
GRÊMIO RECREATIVO ESTRELA SANTISTA JARDIM RÁDIO CLUBE 01/06/1971 PRETO / BRANCO
LARGO SÃO BENTO FUTEBOL CLUBE MORRO DO SÃO BENTO 03/09/1949 AZUL / BRANCO
OURO PRETO FUTEBOL CLUBE MACUCO 01/03/1945 AMARELO / PRETO
PAQUETÁ FUTEBOL CLUBE PAQUETÁ 01/11/1945 PRETO / BRANCO
REAL COLORADO PRAIA CLUBE JOSÉ MENINO 17/04/1978 VERMELHO / BRANCO
SMTC ATLÉTICO CLUBE CENTRO 25/05/1952 AZUL /AMARELO
 

O Sertãozinho Futebol Clube  foi fundado oficialmente no dia 06 de Agosto de 1944. O clube é conhecido como Touro dos Canaviais desde a década de 80, quando o então presidente comparou o Sertãozinho FC com os animais que escapavam de sua propriedade e entravam na plantação de cana-de-açúcar. “Esse time é tão forte que até parece um touro solto no canavial”, disse o comendador, lembrando que assim como os animais, o Sertãozinho era muito difícil de ser vencido.

Fonte:

http://www.futebolnacional.com.br/

http://www.sertaozinhofc.com.br/

colaborador Fernando Marcelino

 

A equipe do São Paulo Gás Company

Há muitas histórias bacanas sobre o surgimento do futebol no Brasil. Uma delas, é sobre o primeiro jogo realizado no território nacional. Os funcionários da São Paulo Gás Company (empresa responsável pela iluminação pública a gás na cidade) enfrentou os trabalhadores da São Paulo Railway Company (primeira ferrovia do Estado de São Paulo), no dia 14 de abril de 1895, num descampado da Várzea do Carmo, região central de São Paulo.

Num jogo de seis gols, o São Paulo Railway Company venceu pelo placar de 4 a 2. Um dado interessante foi que o promotor da partida inédita era um dos jogadores do time ferroviário, vencedor: Charles Miller, hoje considerado o pai do futebol no Brasil.

 

 Introduzido em São Paulo no final do século 19, o futebol era, de início, um esporte praticado apenas pela elite e pela colônia inglesa. No entanto, sua popularização não tardaria a acontecer, com o surgimento dos times de várzea e das associações desportivas que reuniam os operários das fábricas. Foi por meio destas duas vias que, no decorrer das primeiras décadas do século 20, o futebol ganhou força para se profissionalizar no Brasil.

A primeira partida noturna no mundo

Como outras empresas de origem britânica, a Light, companhia responsável pela implantação de energia elétrica em São Paulo, incentivou a prática do futebol entre seus funcionários desde o início de seu estabelecimento na Capital, em 1900. Em 1903, as medalhas usadas na consagração dos bicampeões da Liga Paulista de Futebol, criada dois anos antes, foram ofertadas pela diretoria da Light, trazidas de Londres.

Outro mérito da empresa foi ter organizado o primeiro jogo noturno no mundo – e iluminado por luz elétrica. A partida aconteceu em 24 de junho de 1923 em um campo da Light na Rua do Glicério, no Cambuci, entre as equipes da Sociedade Esportiva Linhas & Cabos (depois passou a se chamar: Associação Atlética Light & Power), composta por empregados da companhia, e da Associação Atlética República, time paulistano. Após as dificuldades de se enxergar a bola neste jogo – até então a pelota era marrom, de couro natural -, teve-se a ideia de pintar a bola de branco para a disputa seguinte.

 

 Fonte e acervo: Fundação Energia e Saneamento / Site Alô Tatuapé

 

Desenho da camisa do time de futebol da Associação Atlética Light & Power, da capital paulista, criada em 1930, com o objetivo de reunir em uma só bandeira os diversos grêmios desportivos espalhados pelos departamentos da empresa.

A Associação Atlética Light & Power era formada por funcionários da companhia de energia elétrica da época, a Light & Power (atualmente AES Eletropaulo), disputou apenas 3 edições do Campeonato Paulista (1926, 1932 e 1933).

Apesar de sua curta duração, tem grande valor histórico para o futebol brasileiro. Quando ainda chamava-se SE Linhas e Cabos, promoveu o primeiro jogo noturno que se tem notícia no país. Isso se deu em 23 de Junho de 1923 na Várzea do Glicério, região central da cidade de São Paulo, quando o time jogou contra a Associação Atlética República sob a iluminação dos faróis de 20 bondes1 . Apesar da derrota, por 2×1, agora o Linhas e Cabos era o único time que podia dizer que também treinava nos dias de semana.

 

Foto: Acervo Fundação Energia e Saneamento de São Paulo.

 

O São Carlos Futebol Clube foi fundado em 1º de Janeiro de 1973, na Vila Sartori. É o clube de futebol mais antigo de Santa Bárbara d’Oeste/SP.

Fonte:

https://www.facebook.com/futebolsaocarlos

 

Jogo amistoso realizado em  São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do Clube Atlético Bandeirantes fez um movimentado jogo contra o Associação Portuguesa de Desportos, mas foi vencido pelo categoria da Portuguesa. Abaixo a ficha técnica desta partida:

BANDEIRANTES (SP) 2 x 4 PORTUGUESA (SP)
Data: 7 de julho de 1957
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: Cr$ 85.000,00
Juiz: João Rela Filho
Gols: Orlando aos 5′, Leize aos 6′, Orlando aos 17′ do 1º tempo; Orlando aos 18′, Liminha aos 30′ e Dulfi aos 45′ do 2º tempo.

Bandeirantes (SP): Flávio; Jarbas e Kelé (Bibi); Lanza, Orlando e Fábio; Sousinha (Nelinho), Ferrari, Zé Luís (Dulfi), Nelson e Leize – Técnico:

Portuguesa Desportos (SP): Cabeção (Oswaldo); Beiço e Julião; Mario Ferreira, Hermínio e Augusto (Ipojucan); Amaral, Ocimar, Liminha, Orlando e Walter (Nelsinho) – Técnico:

Fonte: Jornal Folha da Manhã e O Correio de São Carlos-SP

 

Jogo amistoso realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do Estrela da Bela Vista Esporte Clube fez um jogo contra a Sociedade Esportiva Palmeiras de São Paulo. Abaixo a ficha técnica desta partida:

ESTRELA DA BELA VISTA (SP) 0 x 5 PALMEIRAS (SP)
Data: 26 de fevereiro de 1956
Local: Estádio Luís Augusto de Oliveira – São Carlos/SP
Renda: Cr$ 65.000,00
Juiz: Aldo Trama
Gols: Mazzola (2), Bernardis (2) e Dido (1).

Estrela da Bela Vista (SP): Itamar (Julio); Laerte Ramos e Paulo (Carlão); Vado (Lanzinha), Itirapina e Aldo; Quim, Diamante, Vladimir, Lanza e Paulinho.

Palmeiras (SP): Laércio (Vitor); Belmiro (Ismael) e Mario; Tocafundo (Nicolau), Fiúme (Joel) e Dema (Mexicano); Renatinho, Dido (Mingo); Reis (Wilson), Mazzola e Elzo (Bernardis) – Técnico: Oswaldo Brandão

Fonte: Jornal Folha da Manhã de São Paulo e Jornal Correio de São Carlos-SP

 

Jogo amistoso realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do Clube Atlético Bandeirantes fez um jogo contra o Sociedade Esportiva Palmeiras de São Paulo. Abaixo a ficha técnica desta partida:

BANDEIRANTES (SP) 3 x 5 PALMEIRAS (SP)
Data: 7 de abril de 1957
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: Cr$
Juiz:
Gols: No 1º tempo, aos 15′ para o Bandeirantes, Tati aos 21′ (falta) e Mazzola aos 42′ para o Palmeiras; no 2º tempo, Zé Luís aos 19′ e Dulfi aos 22′ para o Bandeirantes, Mazzola aos 23′, Colombo aos 25′ e Mazzola aos 41′ para o Palmeiras.

Bandeirantes (SP): Flávio (Lito); Jarbas e Kelé; Luís (Adão), Ruiz e Ferrari; Zé Carlos, Dulfi, Zé Luís, Elson e Bento – Técnico: Santo Sapeiro

Palmeiras (SP): Nivaldo; Major e Martim; Maurinho, Joel e Gersio (Durval); Renatinho, Nardo, Mazzola, Nei (Tati) e Tati (Colombo) – Técnico:

Nota: Jogo de reinauguração do Estádio do Paulista.

Fonte: Jornal Folha da Manhã de São Paulo e Jornal Correio de São Carlos-SP

 

Jogo amistoso realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do Clube Atlético Bandeirantes fez um jogo contra o Sociedade Esportiva Palmeiras de São Paulo. Abaixo a ficha técnica desta partida:

BANDEIRANTES (SP) 1 x 5 PALMEIRAS (SP)
Data: 6 de outubro de 1957
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: Cr$ 140.595,00
Juiz: Serafim Bombicino (regular)
Gols: No 1º tempo, Tati aos 5′, Renatinho aos 12′ para o Palmeiras; no 2º tempo, Zé Luís aos 3′ para o Bandeirantes, Antoninho aos 8′, Nardo aos 17′ e Antoninho aos 40′, para o Palmeiras.

Bandeirantes (SP): Lito (Caibar), Bibi (Jorge) e Kelé; Tiana, Lanza e Fábio (Lima); Gomes (Jarbas, depois Ferrari, depois Marinho), Jarbas (depois Wilson), Cabelo, Zé Luís e Leize (Gomes e depois Ferrari)  – Técnico: Santo Sapeiro

Palmeiras (SP): Edgar; Mucio e Ismael; Maurinho (Gil), Joel e Gersio; Renatinho (Quincas), Caraballo (Nardo), Nilo (Antoninho), Tati (Joãozinho) e Colombo (Quincas e Bittencourt).

Nota: Nesse jogo, houve no Palmeiras a estreia do meia uruguaio Caraballo.

Fonte: Jornal Folha da Manhã de São Paulo e Jornal Correio de São Carlos-SP

 

Jogo histórico realizado em Araraquara, no interior de São Paulo. A equipe da Associação Ferroviária de Esportes recebeu 0 Clube Atlético Bandeirantes de São Carlos, para um jogo amistoso comemorando os festejos do aniversário de 140 anos do município de Araraquara.  Abaixo a ficha técnica desta partida:

FERROVIÁRIA (SP) 1 x 2 BANDEIRANTES (SP)
Data: 22 de agosto de 1957 (à tarde)
Local: Estádio da Fonte Luminosa – Araraquara/SP
Renda: Cr$
Juiz: Luís Vitez (FPF)
Gols: No 1º tempo,  Gomes aos 30′ para o Bandeirantes e Nelinho aos 36′ para a Ferroviária; no 2º tempo, Gomes aos 9′ para o Bandeirantes.

Ferroviária (SP): Fia (Basílio), Cardarelli (Giancoli) e Antoninho (Natalino); China (Antoninho), Rodrigues e  Elclas; Nelinho, Esteves, Cardoso (Olavo), Maestro (Bazzani) (Ponce) e Valdeir  – Técnico:

Bandeirantes: Flávio, Jarbas e Kelé; Lanza, Ienco e Fábio; Moreno, Cabelo (Gomes), Zé Luís,  Elson e Leize – Técnico: Santo Sapeiro

Fonte: Folha da Manhã de São Paulo e O Correio de São Carlos/SP

 

Jogo Histórico realizado em São Carlos, no inteiro de São Paulo. O São Paulo Futebol Clube contra a Sociedade Esportiva Palmeiras pela primeira vez na história jogando amistosamente em um jogo festivo e comemorativo dos 111º anos aniversário da município e também a inauguração oficial do Estádio Municipal Professor Luiz Augusto de Oliveira. Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO PAULO 3 x 2 PALMEIRAS
Data: 3 de novembro de 1968
Local: Estádio Luís Augusto de Oliveira – São Carlos/SP
Público: 8.000 (aproximadamente)
Renda: Portões abertos
Juiz: Albino Zanferrari (regular)
Gols: No 1º tempo, Antoninho aos 19′ e Julio Amaral aos 26′ (pênalti); no 2º tempo, Nenê aos 38′, Miruca aos 40′ e Julio Amaral aos 44′ .

São Paulo: Cláudio; Antoninho, Lima, Arlindo e Dé; Carlos Alberto e Nenê; Miruca, Nelsinho, Babá (Téia) e Paraná – Técnico: Diede Lameiro

Palmeiras: Perez; Neves, Luís Pereira, Minuca e Geraldo Scalera; Julio Amaral e Écio; Priá, Cabralzinho, César e Marco Antonio – Técnico: Nelson Ernesto Filpo Nuñez

Nota: Nesse jogo amistoso, o São Paulo interrompeu uma série de jogos (24) sem derrota que o Palmeiras vinha mantendo!

Fonte: Jornal Folha de São Paulo e A Folha São Carlos/SP

 

Jogo histórico realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do São Carlos Clube recebeu a Associação Ferroviária de Esportes da Capital, para um jogo amistoso, comemorando a inauguração dos novos refletores do Estádio do Paulista.  Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO CARLOS CLUBE 1 x 2 FERROVIÁRIA (SP)
Data: 28 de julho de 1968 (à noite)
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: NCr$ 7.000,00
Juiz: Idewildes Soares (FPF)
Gols: Alemão aos 11′, para o São Carlos e Valdir aos 39′, para a Ferroviária; Téia aos 17′ do 2º tempo para a Ferroviária.

São Carlos Clube:  – Técnico: Zezé Procópio

Ferroviária (SP): Getúlio; Baiano, Fernando, Bebeto e Rossi; Zé Carlo e Valdir; Zé Luis, Téia, Bazzani e Pio  – Técnico:

Fonte: Folha de São Paulo e A Folha de São Carlos/SP

 

Jogo histórico realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do São Carlos Clube recebeu a Associação Ferroviária de Esportes da Capital, para um jogo amistoso, no houve a concorrida inauguração das torres e da iluminação do Estádio do Paulista. O jogo teve transmissão direta da Rádio Bandeirantes de São Paulo, com a presença do narrador Fiori Giglioti, do comentarista Barbosa Filho e do repórter de campo, que erroneamente chamava os torcedores da cidade de torcedores “são-carlinos”. Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO CARLOS CLUBE 0 x 2 FERROVIÁRIA (SP)
Data: 27 de fevereiro de 1966 (à noite)
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: Cr$ 1.507.000,00
Juiz: Alberto Dunke Filho (FPF)
Gols: Rossi e Téia para o Palmeiras.

São Carlos Clube: Macalé; Pedrinho, Zequinha e Laerte; Dirceu e Tinin; Roberto (Darci), Rui, Baltazar, Adair e Valdir (Nogueira) – Técnico: Agenor Gomes (Manga)

Ferroviária (SP): Machado; Fogueira, Brandão e Beto; Rossi (Tonhé) e Paina; Valdir (Zélio), Osmar, Téia, Bazani (Rezende) e Pio (Robertinho) – Técnico: Cilinho

Fonte: Folha de São Paulo e A Folha de São Carlos/SP

Contribuição: Vicente Baroffaldi

© 2015 História do Futebol Suffusion theme by Sayontan Sinha