FONTE: A Gazeta

 

FONTE: A Gazeta

 

FONTE: A Gazeta

 

O Club Athletico Brasil foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O “Clube dos Homens de Cor” foi Fundado no sábado, do dia 07 de Outubro de 1916, com o nome de Club dos Cravos Vermelhos por cinco desportistas: Theodoro do Nascimento, Fausto da Silva, José Pereira Paixão, Umberto Vaz de Almeida e Laureano José Barboza, os quais desde então começaram a trabalhar com afinco e boa vontade, para coroar de êxito essa tarefa estafante. 

Em 1927, a Sede ficava Rua da Glória, nº 196 – Bairro da Liberdade – São Paulo. E, nos anos 30, estava situado na Rua Glycerio, nº 175-A, no Bairro do Glycerio, no Distrito da Liberdade, na capital paulista.

Seis meses depois desse acontecimento, entrou para as suas fileiras o Sr. Norberto Rocha e Paulino de Castro. Estes senhores pleitearam e conseguiram que o clube instalasse uma salão danças. Posteriormente Norberto Rocha ficou encarregado de organizar o quadro de futebol.

Os ensaios dançantes corriam regularmente bem e por iniciativa da diretoria sempre operosa às suas expensas e nos salões realizaram-se vários casamentos de associados.

Enquanto isso, o quadro de futebol ia desenvolvendo-se de modo animador. Foi o seu 1º Presidente, o Sr. Fausto da Silva e três anos após (1919), o Sr. Theodoro do Nascimento assumiu a presidência do clube. Todos eles coadjuvados pelo Sr. Paulino de Castro e outros trabalhos estavam dando a vida e desenvolvimento ao clube. 

1927: Mudança de nome e título da Segundona

Em 1927, houve uma assembléia geral no qual tratou-se da mudança de nome do quadro de futebol que passou a denominar-se Club Athletico Brasil, a fim de filiar-se na Liga Amadora de Football (LAF). E o resultado veio no mesmo ano quando se sagrou Campeão do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1927, recebendo como prêmio, a Taça Dr. Armando Prado.

Foram os seguintes jogadores componentes desse quadro campeão: Waldemar; Veneno e Cachimbo; Gradim, Dario e Rabudo; Edgard, Norberto, Argemiro, Armandinho e Ricardo.

 

Primeira prova esportiva de negros

Ainda, em um festival, promovido pelo Club Athletico Brasil, tomaram parte o então glorioso Paulistano e o Palmeiras, sendo esta a primeira vez que por iniciativa de homens de cor, dava-se em São Paulo a 1ª prova de iniciativa esportiva de negros.

Mais tarde, ainda por iniciativa do Club Athletico Brasil, organizou um encontro entre dois selecionados denominados: branco versus preto, passando a fazê-lo disputar todos os dias 13 de maio, conseguindo perder um jogo e ganhar dois.

Um dos encontros que mais sucesso alcançou, foi o que veio do Rio de Janeiro, da Liga Metropolitana, o qual foi abatido pela expressiva contagem de 7 x 1, ocasião em que todos os jornais paulistanos não regatearam elogios aos jogadores negros de São Paulo.

Nesse jogo formidável, destacaram-se os jogadores Bahianinho, Rabi, Nabor e Robertinho, astros de primeira grandeza na Association Bandeirante. Por essa ocasião, foi oferecido no Hotel do Braz, um banquete de 100 talheres, onde viam-se os azes Leônidas, Princeza, Augusto Américo e outros.

No champagne, falaram vários oradores e jornalistas cariocas, respondendo pelo Club Athletico Brasil, o então Secretário Gervasio de Moraes. Nesse trabalho de aproximação esportiva, muito se destacaram os senhores Salatiel de Campos e Oscar Souza Mello, dedicado e incansável thesoureiro do clube.

Assim pois, de iniciativa em iniciativa, o clube tendo em Norberto Rocha, um verdadeiro esteio, vem trabalhando para conseguir uma praça de esportes que honre a coletividade negra de São Paulo e do Brasil, pois como vimos, de lutas constantes tem sido a vida dessa pujante agremiação, cuja Sede repletas de taças, acha se instalada à Rua Glycerio, nº 175-A, no Bairro Glycerio (atual bairro da Liberdade). O povo negro pode orgulhar-se desse clube que tão bem tem-se portado durante tão longa existência, sempre conquistando louros e triunfos imensos.

A história do Club Athletico Brasil sofreu o seu primeiro baque, na terça-feira do dia 30 de dezembro de 1930, quando a Polícia fechou a sede, sob a alegação de irregularidades no último baile realizado. O incidente não desanimou a diretoria que conseguiu reverter o quadro e reabriram o clube.  No entanto, anos depois o clube acabou fechando às portas sem nenhum alarde. Contudo, ficou na lembrança pela sua luta pela inclusão dos negros na sociedade paulistana. 

 Participou do Campeonato Paulista da 3ª Divisão de 1927 e 1933; do Campeonato Paulista  da 2ª Divisão 1928 e 1929; e do Campeonato Paulista da 4ª Divisão de 1931. 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – O Kosmos – O Estado (SC) – Evolução (13-05-1933)

 

O Sport Lisboa e Benfica do Brasil, do bairro de Vila Maria, Zona Norte da cidade de São Paulo, foi fundado na data de 9 de julho de 1938.

Seu estádio se situa na Avenida Morvan Dias de Figueiredo número 213, próximo a Marginal do Rio Tietê.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, o historiador Waldevir Bernardo (Vie), meu acervo e google maps.

 

O União Fluminense Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado no dia 10 de Maio de 1913, tinha a sua Sede e o campo, na Rua João Antônia de Oliveira, nº 40, no Bairro da Moóca, em São Paulo. Já o Campo ficava na Rua Conselheiro Justino (esquina com a Almirante Brasil), s/n, na Moóca (Essa rua não existe mais).

Participou do Campeonato Paulista da Terceira Divisão em 1917. No ano seguinte esteve presente, onde disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão em seis oportunidades: 1918, 1919, 1920 e 1927, 1928 e 1929, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). Bicampeão da Segundona de 1918 e 1919 (em ambos, o clube não foi promovido para a Primeira Divisão).

Em 1918, o título veio, na quinta-feira do dia 15 de agosto, na vitória, fora de casa, por 1 a 0 em cima do União da Lapa, na Praça de Esportes da Rua Miller, no Brás. O gol do título saiu no segundo tempo, por intermédio do meia esquerda Turuna. Na preliminar, a partida dos segundos quadros também terminou com triunfo do União Fluminense por 4 a 3.

 Time de 1918: Mario; Bazan e Covelli; Bover, Affonso e Raphael; Turuna (Cap.), Andrione, Augusto, Américo e Chiquinho.

Time de 1919: Alabi; Vicente (Cap.) e Monte; Zerbrottini, Affonso e Attilio; Américo, Turuna, Liquori I, Liquori II e Paulino.

 

FONTES & FOTO: Correio Paulistano – O Combate – A Gazeta – Revista A Cigarra

DISTINTIVO: Waldomio Junho – Livro “Os Esquecidos – Arquivos do Futebol Paulista, de Rodolfo Kussarev 

 

FONTE: Blog na Mira – Futebol e Rock’n ‘Roll

 

 

O “Galo da Várzea” que virou “Gaviãofiel. A história do Sport Club Corinthians Paulista surgiu no dia 1º de Setembro de 1910. O que a maioria não sabe é que o Timão antes de nascer possuía outro nome e outras cores. Em meados de 1900, surgia a Associação Athletica Botafogo, nas cores vermelho e branco.

Conhecido como o “Galo da Várzea“, tinha a sua Praça de Esportes, que ficava localizado entre a Rua Prates e Rua da Graça, no Bairro Bom Retiro. Para muitos o Botafogo do Bom Retiro foi a mais poderosa de todas as equipes varzeanas.

No início dos Anos 10 do século XX era a sensação dos campos varzeanos, com um esquadrão muito forte que impunha respeito aos adversários. Grandes valores foram forjados em sua base, alguns deles se tornando astros do futebol paulista e brasileiro.

Mas além de ter fama de ser uma equipe talentosa, seus jogadores eram conhecidos como brigões, não sendo rara a intervenção da polícia em muitas das confusões que se envolvia, tanto é que a sede acabou sendo fechada. Com o fim da Associação Athletica Botafogo, os desportistas se reuniram e decidiram fundar outro clube: Sport Club Corinthians Paulista.

Desta forma, muitos jogadores da Associação Athletica Botafogo formaram a base do ‘Timão’ nos seus primeiros passos. Entre eles Amílcar, Francisco Police, Neco, que foi o 1º grande ídolo do time, irmão de um de seus fundadores, Carlos Nunes. 

 

FONTES & FOTOS: Correio Paulistano – A Gazeta – Livro “ Timão: 100 anos, 100 jogos, 100 craques” – Site Meu Timão

 

A Associação Athletica Ramenzoni foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O clube Rubro-anil foi Fundado no domingo, do dia 15 de Setembro de 1929, por um grande número de funcionários da Fábrica de Chapéus Ramenzoni, da firma Dante Ramenzoni e Cia. Ltda. O local foi no escritório da referida firma, gentilmente cedido pelos diretores.

A sua Praça de Esportes ficava localizado na Avenida dos Estados, nº 8, no Bairro do Canindé, em São Paulo. Em pouco tempo, o clube contava com 300 sócios. Em 1942, alcançou o número de 450 sócios. 

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte maneira:

Presidente Honorário - Lamberto Ramenzoni;

Vice-Presidente Honorário - Carlos Rusca;

Sócio Honorário - Ibsen Ramenzoni;

1º Presidente - Ziro Ramenzoni;

2º Presidente - Cesar Biondetti;

1º Tesoureiro - Orlando Pacini;

2º Tesoureiro – Firmino Calza;

Secretário Geral - Ivo Buoncristiani;

1º Secretário - João Cosentino;

2º Secretário - Igor Bittencourt;

Conselheiros - Bruno Lebblo, Gino Moro, Ítalo Vettorazzo e Menotti Coppini;

Revisores de conta - Achilles Camerini e Tullio Tito Lencioni;

Diretoria Esportiva:

Diretor Técnico - Floriano Guarany;

Diretor Esportivo - José Cortez, João Bertolucci e Carlos Avezzani;

Comissão Esportiva - José Leamare, Venancio Cristofari, Raphael Festa;

Sócios Beneméritos - Dante Ramenzoni (chefe da Casa Dante Ramenzoni Cia. Ltda.) e Leopoldo Sant’Anna (uma das figuras de maior destaque no esporte bretão).

Participou do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1932 e 1934; e o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1933. Todos organizados pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos).

 Time de 1932: Nicola; Belleri (Antonio) e Sigimundo; Carlete, Luiz e Manzzioni; Picinin (Mosca), Dias, Antonelli, Morrone e Guarizo.

 Time de 1933: Nicola; Nelusco e Bileri; Luiz, Zanota e Pepi; Victorio (Mosca), Manolo, Pizzone, Moroni e Ary.

 

FONTES: A Gazeta – Correio de São Paulo

 

A Associação Portugueza de Futebol foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). A “Portugueza da Villa Pompéia” foi Fundado na quarta-feira, do dia 24 de Março de 1926, a sua Sede ficava localizada na Rua João Ramalho, nº 87, no Bairro dos Perdizes, em São Paulo. Já o seu campo ficava próximo à sede, mas o bairro era outro: na Villa Pompéia. O Presidente foi Álvaro Teixeira Pinto, que depois cedeu o posto para José dos Santos Penna, em 1929.

Na esfera futebolística, a Portugueza da Villa Pompéia participou do  Campeonato da 2ª Divisão Série Principal (na prática, era o Paulista da 3ª Divisão), de 1927. Em 1928 e 1929, esteve presente no Campeonato da 1ª Divisão (na prática, era o Paulista da 2ª Divisão). Todas essas três competições foram organizadas pela Liga de Amadores de Football (LAF).

Time de 1927/28: Alfredo (Antonio); Francisco (Brazão) e João; Cesar (Horácio), Constantino (Bianchini) e Américo (Zeca); Manoel (Américo II), João II, José, David e Humberto (Maneco).

Time de 1929: Bighetti; Aró e Constantino; José, Franco e Armandiho; Octavio, David, João, Maneco e Júlio. 

 

 

FONTES: O Combate – Diário Nacional – Correio Paulistano 

DISTINTIVO: Waldomio Junho – Livro “Os Esquecidos – Arquivos do Futebol Paulista, de Rodolfo Kussarev 

 

A Sociedade dos Ex-Alunos do Instituto Médio Dante Alighieri Foot-Ball Club ou simplesmente Dante Alighieri foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O clube foi Fundado na quarta-feira, do dia 06 de agosto de 1930. Uma de suas primeiras sedes ficava na Rua do Carmo nº 39, 2º andar. Em 1932 sua sede provisória ficava na Rua 15 de Novembro nº 18. A equipe “Azzurra” disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão em 1932 organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos).

HISTÓRIA

Foi um grupo de idealistas, representados por ex-alunos e professores do Colégio Dante Alighieri que realizou o sonho acalentado durante já há algum tempo: fundar uma Associação dos Ex-Alunos do Dante. Reuniram-se nos idos de 06 de agosto de 1930, no Salão Nobre do Circolo Italiano, cerca de 80 participantes (fls1, do Livro de Registro de Assembleias). Eles foram promotores dessa que passou a chamar-se 1ª Assembleia Preparatória dos Ex-Alunos do Instituto Médio “Dante Alighieri”.

Os trabalhos foram abertos pelo Prof. Dante Izoldi, lente de matemática do Instituto que, após expor em linhas gerais a razão da reunião, ou seja a fundação de uma específica associação, indicou o Dr. João Manzoli, sob aplauso dos presentes, para presidir a reunião promovendo a eleição, por escrutínio secreto, de um comitê provisório, formado por nove membros que ficou assim constituído: Dr. João Manzoli, Aldo Travaglia, Carlos Lodi, Américo Fontana, Miguel Reale, Gerardo Romeo, DimesBenatti, Attilio Perrone e João Beretta.

Na 1ª Reunião do Conselho Provisório, em 11 de agosto de 1930, procedeu-se à escolha dos cargos, tendo sido eleitos João Manzoli-Presidente, Aldo Travaglia-Vice Presidente, Attilio Perrone-Secretário e Miguel Reale-2° Secretário.

Na 2ª Reunião do Conselho Provisório, em 15 de agosto de 1930, foi aceita a denominação “Sociedade dos Ex-Alunos do Instituto Médio Dante Alighieri”, estabelecendo-se a sigla “I.M.D.A.”

Na 3ª Reunião do Conselho Provisório, de 19 de agosto de 1930, ficou decidido que a novel instituição teria 9 Diretores com cargo e 2 Conselheiros.

Na 4ª Reunião do Conselho Provisório, de 22 de agosto de 1930, foram instituídos os Revisores de Contas e na 5ª Reunião, realizada em 24 de agosto de 1930, o projeto do estatuto foi aprovado para ser levado à Assembleia Geral.

Os trabalhos do Conselho Provisório foram encerrados dando por finda e cumprida sua missão. Em 25 de agosto de 1930 ocorreu a 1ª Assembleia Geral dos Ex-Alunos do IMDA.

O Presidente do Conselho Provisório, João Manzoli abriu a seção e indicou o Prof. Arthur Magnocavallo para presidir os trabalhos, sob aclamação dos presentes.

Foram aprovados os estatutos, foi realizada a eleição de 15 conselheiros e 3 Revisores de contas. Foi fixada para 3 de setembro de 1930 uma reunião dos conselheiros eleitos e revisores de contas, para a distribuição dos cargos na Diretoria.

No dia 14 de outubro de 1931 o Presidente, João Manzoli, abriu a seção e pediu aos presentes a indicação de um Presidente da mesa para proceder aos relativos trabalhos, inclusive para tratar da questão da sede da Associação.

Os objetivos da Associação permaneceram praticamente semelhantes desde a data de sua fundação até os dias de hoje, ou seja, como consta nos atuais Estatutos:

A AEDA tem como finalidade manter acesos os princípios e tradições do Colégio Dante Alighieri, na extensão pós-escolar, congregando ex-alunos, professores e simpatizantes, incentivando, através de suas manifestações sociais, esportivas e culturais, a par do aprimoramento do idioma pátrio e difusão da língua e cultura italianas, o relacionamento entre seus associados.”

Os primeiros estatutos foram publicados no Diário Oficial do Estado de São Paulo, na edição n° 284, de 11 de dezembro de 1931. Após a Assembléia Ordinária de 15 de janeiro de 1932, realizou-se, em 13 de janeiro de 1933 uma Assembleia Ordinária na qual os conselheiros eleitos e revisores de contas foram convocados para uma reunião da Diretoria, a ser realizada no dia 20 de janeiro de 1933 a fim de se proceder à necessária distribuição dos cargos e respectivas posses.

A partir de 20 de janeiro de 1933 o Conde Raul Crespi passou a exercer a Presidência da IMDA, cujas atividades foram desenvolvidas com verdadeiro entusiasmo e dedicação. Os resultados foram brilhantes, mas com o advento da segunda guerra mundial a Associação suspendeu suas atividades por decisão tomada em 01 de dezembro de 1941, ocasião em que contava com apenas 19 sócios. Naquela época a Sede da Associação estava localizada no Prédio Martinelli.

Em 23 de novembro de 1959 a IMDA retomava suas atividades, desta feita sob o nome de AEDA-Associação dos Ex-Alunos do Colégio Dante Alighieri em memorável Assembleia Geral Extraordinária que aprovava novo Estatuto, sempre sob a Presidência do Conde Raul Crespi.

FONTES & FOTOS: Jornal A Gazeta (SP) – Jornal Il Pasquino (SP) – Site da AEDA – aeda.com.br – Acervo do Colégio Dante Alighieri (anos 30)

 

O Paulista Sport Club, da cidade de São Carlos, conhecido como “Águia de Aço”, foi fundado na data de 1º de setembro de 1903.

Foi o pioneiro dos clubes da cidade e o segundo clube de futebol mais antigo do interior do Estado.

Seu estádio foi inaugurado na data de 21 de março de 1926. O jogo inaugural foi um amistoso realizado contra o Club Athletico Paulistano, da Capital. O Paulistano venceu por 1 a 0, gol de Seixas.

Nos anos quarenta incorporou o Ruy Barbosa Futebol Clube, o “Azulão”, que havia sido fundado no ano de 1929.

O Paulista Sport Club sagrou-se campeão do Campeonato Amador de São Carlos nos anos de 1931 (invicto), 1942, 1944, 1946 e 1947.

Posteriormente, na data de 21 de março de 1951, o Paulista foi incorporado pelo São Carlos Clube.

 

Fontes: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano e wikipedia.

 

O São João Football Club foi uma agremiação da cidade de Piracicaba (SP). Fundado nos anos 20, tinha a sua Sede na Avenida Fioravante Cenedese, nº 772, no Bairro de Artemis, em Piracicaba. Participou do Campeonato Paulista do Interior, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos) de 1927, 1928.

FONTES: Wikipédia – Correio Paulistano – A Gazeta - Livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho 

 

O Ruy Barbosa Football Club foi uma agremiação da cidade de São Carlos (SP). O Alviceleste foi Fundado em 1929, por um grupo de desportistas da cidade. A escolha do nome foi uma homenagem à Rua Rui Barbosa, local este em que o clube foi criado.

A sua Sede ficava localizado, na Rua Rui Barbosa, s/n, na Vila Monteiro (Gleba I), em São Carlos. Além do futebol, o clube também participou das competições amadoras de basquete do Estado de São Paulo e da cidade.

O clube mandava o seus jogos no Estádio Municipal Rui Barbosa, inaugurado no dia 22 de maio de 1932, com capacidade para 2 mil pessoas, localizado na Vila Nery, em São Carlos. O Ruy Barbosa participou do Campeonato Paulista do Interior, em 1931, 1932 e 1933, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esporte Athleticos), assim como do Campeonato Citadino de São Carlos.

O Ruy Barbosa Football Club existiu por 11 anos, quando em 1940, foi incorporado pelo Clube Comercial (Fundado em 1936) de São Carlos. E, no dia 09 de Janeiro de 1944, o Clube Comercial se fundiu com o São Carlos Tênis Clube (fundado em 1920), dando origem ao atual São Carlos Clube.  

Campeonato Paulista do Interior APEA - 1931
  • Campeão da 7ª região – Ruy Barbosa FC
Campeonato Paulista do Interior APEA - 1932
Campeonato Paulista do Interior APEA - 1933
  • Classificação Final Primeira Fase
    • 1.Comercial (Araras) – 18p (campeão)
    • 2.Rio Claro - 16p
    • 3.Ruy Barbosa - 13p
    • 4.Operário (Araras) – 09p
    • 5.Pirasununguese (Pirassununga) – 08p
    • 6.Lemense (Leme) – 07p
    • 7.Paulista (São Carlos) – 07p

FONTES: Wikipédia – Correio Paulistano – A Gazeta – O Correio de São Carlos – Livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho 

 

O Minas Geraes Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Sobre a fundação do clube encontrei uma nota no Correio Paulistano, dando conta de que o clube foi Fundado na quinta-feira, do dia 21 de Abril de 1910, e não no dia 03 de Maio de 1910, como consta, inclusive, na carteirinha do clube.

A1ª Praça de Esportes ficava na Rua Barão de Ladário, nº 56, no Bairro do Brás – São Paulo. m 1916, se mudou para a Rua Miller, s/n, também no Brás. O nome da agremiação foi uma homenagem com o encouraçado Minas Geraes, orgulho da marinha nacional à época.

No dia 1º de Abril 1914, o Minas Geraes se filiou na Liga Paulista Football (LPF). O Minas Geraes Football Club participou 12 vezes do Campeonato Paulista da 1ª Divisão, mas alterou algumas vezes sua denominação. Em 1924, trocou o nome para Braz Athletic Club, e em 1925 para Auto Sport Club. Em 1927, fundiu-se ao Clube Athletico Audax gerando o Esporte Clube Americano, que ficou mais conhecido como Auto-Audax.

 Time de 1912: Lagos; Chaves e Corrêa; João, Emilio e Ernesto; Giuliano, Penteado, Plínio, Sahito e Domingos.

Time base de 1914: Lagos; Chaves (Carlos) e Fernando (Pereira); Arlindo (José), Ferreira e Argons (Saverio); Santos (Albeloa), Vermudes (Francisco), Plínio (Fonseca), Emílio (Affonso) e Oliveira (Penteado).

 

FONTES: A Gazeta – Wikipédia – Correio Paulistano – Revista O Pirralho (25-04-1914)

 

 

FONTE: Revista O Pirralho (25-04-1914) 

 

 

FONTE: Revista O Pirralho (25-04-1914) 

 

 

FONTE: Revista O Pirralho (25-04-1914) 

 

FONTE: Diário Nacional (SP)

 

FONTE: Revista Para Todos

 

FONTE: Revista Para Todos

 

FONTE: O Pirralho (03 de Outubro de 1914)

 

Fonte: A Gazeta

 

FONTE: Correio Paulistano

 

FONTE: Correio Paulistano

 

FONTE: Diário Nacional (SP)

 

FONTE: Correio Paulistano

 

O Clube Esportivo Paulista de Aniagens foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O Alviceleste foi Fundado na quarta-feira, do dia 15 de Novembro de 1916, por funcionários da Companhia Paulista de Aniagens.

A Sede ficava localizado na Rua Luiz Gama, nº 08, no Bairro da Mooca, em São Paulo. O Campo ficava na Rua da Mooca, nº 2. Nos anos 30, o campo passou para a Avenida do Estado, ambos Bairro da Mooca.

O CE Paulista de Aniagens disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, organizado pela LAF (Liga de Amadores de Football), em 1926, 1927, 1928 e 1929. Em 1927, na 1ª Divisão da ‘Série Intermediária’ (Segundona), foi campeão nos Segundos Quadros.

 

Time de 1925: João Pizzocaro; Raymundo Vitello e Primo; Marino, Antonio Janeiro e Victorio Amato; José, Luiz, Salvador Penna, Feitiço e Jogica.

Time de 1926: João Pizzocaro; Dunge e Raymundo Vitello; Piquira, Antoninho III e Victorio Amato; Caetano, Dino, Passarelli, Salvador Penna e Primo.

 Time-base de 1927: Rogério (Sylvio); Ziza (Marino ou Benedicto) e Primo (Henrique); Victorio Amato (Bassani), Tunga (Dino) e Camargo (André); Daniel (Antonio), Sebastião (Américo), Salvador Penna (Luiz ou Bidi), Nenê (Cyrino ou Cabral) e Raymundo Vitello (Generoso ou Raymundo). 

Time de 1928: Rogério; Primo (Antonio) e Arnaldo (Musa); Leonardo, Tunga e Victorio Amato; Daniel (Revello), Salvador Penna, Spartaco, Luiz e Caetano (Anilú).

 

FONTES: Diário Oficial do Estado de São Paulo, 29/02/1929 – A Gazeta – O Combate – Correio Paulistano – Diário Nacional (SP)

 

FONTE: A Gazeta

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