Por Leonor Macedo 

Em um passado não muito distante, a Pompéia, a Lapa e a Vila Anglo-Brasileira eram cheias de campinhos de futebol e times amadores. Lá pelo início de 1900, depois de Charles Miller voltar da Inglaterra para o Brasil com uma bola e um par de chuteiras, o futebol se tornou popular entre os operários, que se organizavam para partidas depois do trabalho e aos fins de semana.

Daí para fundarem equipes com nome, uniforme, sede e organizarem torneios foi um pulo. Os bairros ganharam o Santa Marina, o Lapeaninho, o Alfa, o Guaicurus, o Roma FC, o Fluminense, o Faísca de Ouro, o União Paulista, o Peñarol, o Corinthians Pompeiano, entre tantos outros.

Uma das mais fortes e tradicionais equipes era o União Lapa Foot Ball Club, que nasceu na mesma data que o Corinthians: 1º de setembro de 1910. Não por acaso, os fundadores dos dois times de operários resolveram marcar sua estreia nos campos um contra o outro, dez dias depois. E quem venceu aquela partida foi a equipe da Lapa, por 1 a 0.

De lá para cá, a história mudou de figura. O Corinthians cresceu, saiu da mão dos operários e se tornou um dos times mais importantes, ricos e competitivos do Brasil, enquanto o União Lapa acabou. Sua história é lembrada em algumas páginas de jornais armazenadas no Acervo de Memória da Lapa, mas pouco se sabe sobre a equipe.

Foi nestes jornais que o geógrafo Danilo Cajazeira buscou informações para começar a colocar em prática a ideia de refundar o União Lapa e recuperar a sua história. Junto com amigos, todos amantes do futebol e frequentadores do bairro e da região, remontou o time, mandou fazer os uniformes (camisa celeste, meião preto e calção branco) com o escudo original e já marcou a primeira partida: será no próximo sábado, contra o Pinguim da Mooca, que foi fundado em 1944.

Nessa entrevista, Cajazeira conta mais de suas descobertas sobre o União Lapa e seus planos para o time:

De onde surgiu a ideia de refundar o União Lapa?

Eu cresci na Lapa e sou corinthiano, além de géografo. Sempre curti pesquisar o passado do bairro, os rios, os campos de futebol antigos, as fábricas. Sabia que o primeiro jogo do Corinthians tinha sido contra o União Lapa e achava curioso que houvesse tão pouca informação sobre o clube (é o único clube no Almanaque do Futebol Paulista que não tem o escudo). Ao mesmo tempo, já há alguns anos me interesso e participo da vida cultural no bairro, e quando comecei a ir atrás da história do União vi que o clube era uma referência comunitária, um lugar de encontro dos lapeanos. Aí falei com amigos que curtem o bairro e que jogam bola por aqui e fomos animando a ideia de refundá-lo.

Onde ficava a sede do União Lapa?

Até o final de 1933, na Rua Doze de Outubro, 63. Depois mudou pra Doze de Outubro, 70. Não descobri ainda quando ela foi fechada. Segundo o livro “Lapa”, de Wanderley dos Santos, o campo do clube era no final da Rua Doze de Outubro e, lendo os jornais da época, dá pra notar que era a maior praça de esportes do bairro.

Por que você acha que a história do União Lapa ficou perdida e que o time não despontou como o Corinthians, já que os dois nasceram na mesma data?

Pelo que pesquisei até agora, tem algumas hipóteses. Com o crescimento do bairro surgiram muitos times de futebol. O bairro era referência no futebol da cidade, mas com diversos clubes os bons jogadores foram se dividindo entre eles. Achei um artigo em um jornal do bairro, de 1930, que lamentava isso e dizia que era melhor “antigamente”, quando só havia o União Lapa e o Ruggerone por aqui, e questionava porque não podia existir apenas um clube, que representasse o bairro “como o Corinthians no Bom Retiro”.

Paralelamente a isso, no final da década de 1920, o clube estava bem, havia ganhado a Divisão Intermediária da LPF invicto em 1927 e foi disputar a Primeira Divisão em 1928. Mas tinha uma crise financeira e política, ao que parece: José Ozzetti, que foi presidente por 12 anos, tinha sido “escorraçado” do clube por tê-lo deixado “falido”. A nova diretoria primeiro foi elogiada, mas depois perdeu o controle financeiro também. Tem um relato de reunião em que o José Ozzetti acaba com a diretoria, que se demite inteira, e é convidado à voltar, mas se nega. Isso é no final de 1932.

Infelizmente no Acervo de Memória da Lapa não tem as edições do jornal entre o final de 1932 e o começo de 1933, então não dá pra saber como isso terminou. Mas tinha ainda outra coisa, que eu acho que pesou mais que tudo isso: a polêmica entre o amadorismo e o profissionalismo nessa época. Ao que parece o União tentou acompanhar o profissionalismo, e foi alvo de críticas. Em 1929 ou 1930 todos os principais jogadores do Lapeaninho, outro clube do bairro, vão parar no União, e o jornal cai matando em cima deles. Um deles, especialmente, é bastante hostilizado: Carabina, que era ídolo no Lapeaninho (fundado em 1923). Passado um tempo, eles voltam pro Lapeaninho, e o jornal acha absurdo o clube aceitá-los de volta. Então, acho que em meio a isso, acabaram sobrevivendo os clubes que tinham grana pra atrair os bons jogadores, e na crise que o União estava, parece que não tinha essa grana. Entre 1933 e 1934 o clube quase desaparece das páginas dos jornais, que trazem notícias apenas de festas e bailes na sede e de resultados do pingue-pongue.

E o que você acha que o resgate do União Lapa vai trazer para o bairro? Qual é a ideia de vocês com a refundação do clube?

Acho que a Lapa tem um passado operário e um passado no futebol muito rico, e que, com o aumento da especulação imobiliária e a mudança na geografia do bairro, isso aos poucos vai se perdendo. Foi na Lapa que surgiu a segunda Liga Operária de São Paulo e o bairro foi um dos focos da greve geral de 1917, tendo grande importância na organização do movimento operário e na luta por direitos trabalhistas no começo do século XX. O União era um time de trabalhadores e pequenos comerciantes, o açougue do José Ozzetti aparece em vários anúncios do jornal do bairro na época.

Hoje, apesar das mudanças, ainda tem muito futebol pela Lapa e também tem crescido o número de iniciativas culturais no bairro. Temos um espaço público enorme que, a meu ver, é subutilizado: o Tendal da Lapa. E, ao mesmo tempo em que o crescimento da cidade “matou” vários dos campos de futebol no bairro, temos muitas escolas públicas na região, com muitos jovens que não tem muito onde jogar. Alguns deles criaram até um movimento, o Boa Quadra, pra lutar por espaços públicos no bairro – recuperaram uma quadra que tinha virado estacionamento na rua Mário.

Então, a ideia é que o União possa talvez funcionar como um catalisador disso tudo: futebol, memória do bairro e comunidade, ajudando a interligar as muitas atividades que acontecem por aqui. Vamos ver aonde chegaremos, mas como mostra o passado do clube, a primeira divisão é o limite.

Terceira divisão é o limite, mas não me parece que vocês queiram repetir o modelo de profissionalização dos times grandes. Como seria possível chegar, então, a primeira divisão fazendo diferente?

Essa é uma conversa bem inicial ainda. Na verdade, isso de Primeira Divisão foi mais uma brincadeira, embora eu não descarte a ideia, não. Se for pra pensar em chegar lá, pra mim, o modelo tem que ser o de um clube comunitário, onde todo mundo participa, opina e decide. Algo como a Democracia Corinthiana da década de 1980, ou como o St. Pauli, da Alemanha. Mas vamos com calma, jogamos porque gostamos de jogar e a ideia de fazer parte do primeiro escalão do futebol da cidade não é uma prioridade por enquanto.

No sábado vocês vão ter o primeiro jogo. Quem é que joga no time?

Marcamos esse primeiro jogo como um pontapé inicial pra levar o projeto pra frente. Quem está fazendo parte é, em geral, gente que mora, morou ou frequenta o bairro, e gente que joga bola junto há alguns anos. A ideia do projeto é ser aberta a todos que se identifiquem, independentemente de morar na Lapa ou não, e independentemente de gênero ou idade também. Nesse primeiro jogo teremos só uma mulher em campo, mas se aparecerem outras serão bem-vindas.

A estreia será na Mooca, contra o Pinguim da Mooca, um time fundado em 1944 e que tem muita tradição no bairro, uma história parecida com a do União, apesar de em outra época. Os conhecemos faz um tempo e achamos que seria legal fazer um primeiro jogo resgatando a história do futebol e do passado de dois bairros tradicionais na cidade.

 

Descoberta do Escudo (23/12/2010) feita por Mario Ielo, do História do Futebol:

 http://cacellain.com.br/blog/?p=13528

http://cacellain.com.br/blog/?p=16346

FONTES & FOTOS: Site Vila Pompeia – Jornal Commercio da Lapa  - Página no Facebook do clube

 

O Brasil Football Club foi uma agremiação da cidade de São Bernardo do Campo (SP). Fundado na década de 10, e Reorganizado na Segunda-feira, 26 de agosto de 1918.

FONTES:  livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho - A Gazeta – Correio Paulistano

 

Mais um livro publicado para a coleção dos apaixonados pela história do futebol. Trata-se do “Almanaque do Comercial Futebol Clube”. Os interessados entrem em contato pelo e-mail: juliodiogo@litoral.com.br

 

O White Team foi uma agremiação da cidade de Campinas (SP). O clube Alvinegro foi Fundado no início de novembro de 1914. A equipe mandava os seus jogos na Praça de Esportes do Hippodromo Campineiro.

Em 1915, o clube disputou o Campeonato organizado pela Liga Regional D’Oeste de São Paulo, que contou com as participações do Ideal Club de São Carlos, o Rio Claro, o White Team de Campinas, o Araraquara College, a AA Bebedourense e Jaboticabal Atlético, que se sagrou campeão!

O White Team participou do Campeonato Citadino de Campinas, de 1916, 1917, 1918, 1919 e 1920, organizado pela Associação Campineira de Futebol (ACF). Também esteve presente no  Campeonato Paulista do Interior de 1919, organizado  pela Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA). Nesse período faturou o bicampeonato campineiro de 1917 e 1918.

 

1921: Clube faz fusão

Seis anos e seis meses depois, o White Team se fundiu com o Campinas Black Team, na terça-feira, às 21 horas, do dia 24 de Maio de 1921, no Salão do Club Concórdia, dando origem a Associação Athletica Campinas. Alguns dos senhores presentes: Dr. Sylvio de Moraes Salles, Reynaldo Laubstein, Pedro de Alcântara, Andrelino Penna, Luiz Pires, Carlos Francisco, Adolpho Marracini, Luiz Ricardo Schreiner, Orlando de Oliveira, José de Seixas Júnior, Augusto de Paiva Castro e João dos Santos Marques, entre outros.

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Dr. Sylvio de Moraes Salles;

Vice-Presidente - Luiz Pires;

1º Secretário - Andrelino Penna;

2º Secretário - Adolpho Marracini;

Thesoureiro - Luiz Ricardo Schreiner;

2º Thesoureiro - Orlando de Oliveira;

A falta de organização de nossos dirigentes tem pedigree. Um bom exemplo, aconteceu no início de abril de 1922, quando a Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA), gastou dinheiro para colocar um anúncio dos clubes que ainda não tinham pagado a anuidade. Dentre eles o White Team, que nem existia mais. Como os dirigentes desconheciam tal fato, que ocorrera há 11 meses atrás?

White Team de 1919-20: Pinto; Lopes e Siqueira; Neufly, Zink e Durval; Lauro, Barreta e Poly; Graziani e Chernovik.

 

FONTES: Wikipédia – O Combate – A Gazeta – Correio Paulistano – Waldomiro Junho - livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Esporte Clube Democrático Paulista foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). A sua Sede e o campo ficava na Rua da Independência, nº 99, no Bairro de Cambuci, na capital paulista. Os Democráticos participaram do Campeonato Municipal de 1931 e 1932, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos).

 

FONTES: Waldomiro Junho – A Gazeta – Correio Paulistano - livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Lapa Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado em 1927, o Alvinegro ficava localizado no Bairro da Lapa. O clube participou duas vezes do Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1923 e 1924. Também esteve presente no Campeonato Paulista da Quarta Divisão de 1929.

 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – Livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Brasil Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Santos (SP). O Alvirrubro foi Fundado no dia 21 de Agosto de 1913, na Rua Dr. Cochrane 31, na residência de Vicente e Luiz Garcia, onde várias pessoas se reuniram para oficializar a formação do Clube. Entre eles estavam: Antero Correa, Emanuel Reis, Fábio Montenegro (autor do Hino do Brasil FC), Artur Silva, Adolfo E. da Rocha Soares, Francisco Joaquim da Cunha, Jorge Pereira Pinto, Manuel Cardoso, Valeriano Passos, Luiz Machado. Virgílio Silva, José Machado de Aragão, Jatil Neves. Raul Lagarcha, Eugênio de Souza Fontes e Aluízio Pereira Vilela.

Durante a reunião foi decidido a organização da 1ª Diretoria provisória que foi assim constituída:

Presidente: Adolfo E. da Rocha Soares.

Vice-Presidente: Armando Muniz.

Primeiro Secretario: Fabio Montenegro.

Segundo secretario: Jorge Pereira Pinto,

Tesoureiro: Vicente Garcia,

Primeiro Capitão: Raul Lagarcha.

Segundo Capitão: Jatil Neves

Diretores de Campo: Eugênio de Souza Fontes e Valeriano Passos.

A força de vontade de meia dúzia de idealistas deve o Brasil Futebol Clubede não ter perecido nas primeiras dificuldades. É bem provável que estes jovens e idealistas amantes do esporte. nem fizessem ideia de estarem participando da criação de um clube que iria acumular títulos e glória durante os anos que se seguiam. Um clube que se tornaria uma das mais prestigiosas agremiações da Baixada Santista. Em dezembro do mesmo ano, os sócios remanescentes fizeram uma reunião e lembraram de convidar para presidir os destinos do Clube, o Sr. Joaquim Simão Fava. Animado com a indicação. Fava firmou em definitivo a organização esportiva e social do Brasil Futebol Clube.

Na formação do Clube, faltava um campo de futebol. Mas com a vontade e o auxílio do Dr. Ulrico Mursa. superintendente da Cia. Docas de Santos que a título precário cedeu ao Brasil Futebol Clube uma área no Paquetá para a construção do campo. No dia 21 de janeiro de 1914, a equipe partiu para a montagem de uma grande equipe. Neste dia a Assembleia aprovou o Estatuto do Clube, onde foi definido o vermelho e o branco como as cores da agremiação além de serem definidas a escolha da bandeira e o pavilhão do Brasil Futebol Clube.


Em 1915, o clube Foi inaugurado o primeiro campo oficial de futebol de Santos, localizado na Avenida Conselheiro Nébias, em Santos/SP. Foi neste campo construído pelo Brasil FC que se disputou o primeiro campeonato de futebol organizado pela recém criada Liga Santista de Esportes Atléticos.

O Brasil Futebol Clube foi de fundamental importância apoiando a fundação da entidade. Esse investimento arrojado para a época, cercou de grandes simpatias ao alvirrubro, constituindo um verdadeiro acontecimento. Nessa primeira competição da Liga, o Brasil Futebol Clube ficou com a 3ª colocação, perdendo apenas três das partidas que disputou. Um dos adversários que o Brasil enfrentou foi o Clube Atlético Ipiranga, da capital, equipe onde jogavam Arthur Friedenreich e Formiga.

A partir daí, o time de futebol do Brasil acumulou grandes atuações obtendo o 1º título santista em 1916. Ainda em 1915, o Brasil instalou-se confortavelmente na sua primeira sede social, instalada na Rua General Câmara, esquina com a Rua Braz Cubas. Em 1916, sob a presidência de Simão Fava, o alvirrubro sagrou-se campeão da cidade vencendo por 4 a 0 a equipe do SPR.

No ano de 1917, foi fundada a Associação Santista de Esportes Atléticos, com o apoio do Brasil FC. E no primeiro ano de competição desta entidade, o Clube obteve o segundo lugar, conquistando o título nos segundos quadros. Já no ano seguinte, o Brasil Futebol Clube foi campeão dos primeiros quadros.

Em 1917, o Brasil FC registrou o seu primeiro Estatuto Social, sendo o primeiro Clube da cidade a se instituir como pessoa jurídica. Ainda neste ano, a agremiação realiza o primeiro carnaval de salão em clube da cidade, comprovando o espírito empreendedor e inovador que marcou toda a trajetória do Brasil FC.

No ano de 1921, os associados do Clube se viram às voltas com um problema inesperado. O proprietário do terreno da Avenida Conselheiro Nébias decidiu pedir a devolução do campo. Com a influência de Josino de Araújo Maia, é feita uma proposta ousada: alugar um terreno na Av. Pinheiro Machado, que hoje pertence à Santa Casa, onde foi construída uma das maiores e melhores praças de esporte de Santos.

Graças ao esforço de um verdadeiro batalhão de simpatizantes do Brasil FC, em sua maioria, jovens comerciários que em suas folgas deixavam de lado os compromissos para pegarem em pás e picaretas utilizadas na obra para a construção de novas instalações. Com esta dedicação, a equipe voltou a alcançar os primeiros lugares no campeonato de 1922. Um exemplo disto é que, ainda neste ano, o time do Brasil FC venceu o Campeonato Santista sem perder nenhuma das partidas que disputou, recebendo então o título de “Campeão do Centenário”.

No ano seguinte, uma crise violenta se manifestou dentro da Liga Santista de Esportes Atléticos.Inconformados com o desmando dentro da entidade liderados pelos “cartolas” que naquela época já causavam estragos em nosso esporte, originou-se uma cisão verificada com a retirada de cinco clubes: Atlético, SPR, América, Palestra e Brasil Futebol Clube que fundaram a Associação Santista de Amadores de Futebol, conhecida pela APEA (Associação Paulista de Esportes Amadores) como entidade oficial da cidade.

Mas as lutas políticas pelo comando do esporte santista acabaram sendo prejudiciais ao Brasil FC. Enquanto seus dirigentes lutavam pelo que sabiam ser uma causa justa, alguns cartolas se aproveitaram para tirar da equipe seus principais atletas. Além disso, em pouco tempo o Clube ficou isolado politicamente. Dois dos cinco clubes que participaram da criação da jovem Associação Santista de Amadores de Futebol a abandonaram.

Com o enfraquecimento da Associação e a saída de importantes atletas levaram o Brasil FC à sua segunda grande crise. Tanto é que em 1925, quando a nova diretoria do Brasil decide retornar à Liga, o Clube estava com todo o seu patrimônio praticamente perdido. Até a praça de esportes construída na Avenida Pinheiro Machado que causou grande esforço aos associados estava em mãos de outra agremiação.

Mas o Brasil Futebol Clube decidiu dar a volta por cima. Com muita garra e determinação, o Clube resgatou seus anos de ouro, reorganizando seu time de futebol que mesmo desfalcado das antigas estrelas, conseguiu resultados expressivos. Seguindo a vocação de estar sempre a frente das iniciativas desportivas da região, o Brasil FC apoiou em 1925 a criação da Liga Santista de Pingue-Pongue e organizou sua equipe, conquistando vários torneios entre 1927 a 1940.

Na vitoriosa história do Atletismo do Brasil Futebol Clube, o Clube obteve vários títulos, principalmente entre os anos 60 e 70, sob o comando do técnico Orlando da Silva. Apaixonado pelo atletismo, Silva dedicou parte da sua vida a revelar talentos da modalidade para o País. E conseguiu êxito no Brasil Futebol Clube, levando o nome do Clube como referência de muitas conquistas do atletismo brasileiro. Veja abaixo os principais deles:

Carlos Mota – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano nos 400 e 800 metros; Gilberto de Jesus – Campeão Sul-Americano, Paulista e Brasileiro nos 100 e 200 metros; Maria de Lourdes Teixeira – Campeã Paulista, Brasileira, Sul-Americano nos 100 metros com barreiras e 100 metros rasos; Rosa Antonia de Lima – Campeã Paulista e Brasileira de Arremesso de Peso e Lançamento de dardo; Carlos Alberto Ferreira – Campeão Paulista e Brasileiro nos 400 metros rasos; Francisco 44 – Campeão Paulista e Brasileiro de Arremesso de Peso e Lançamento de dardo; Fausto de Souza – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano no Salto com vara; Carlos Alberto – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano nos 100 e 200 metros; Pedro Barbosa de Andrade – Campeão Santista, Paulista e nos Jogos Abertos no Arremesso de Peso e lançamento de dardo, além de ter sido campeão no voleibol; Sérgio Rodrigues Macedo – Campeão Santista e nos Jogos Abertos nos 400 metros rasos e 400 metros com barreira.

Consolidação

Mas foi durante o ano de 1928 que o Brasil FC deu o salto mais ousado em direção a sua consolidação. No mês de julho, a Assembléia do Clube se decidiu pela compra de um grande terreno localizado na Vila Nogueira Ortiz (atual bairro de Aparecida) onde até hoje está instalado. A agremiação não tinha dinheiro para realizar um empreendimento tão grande. Mas a simples divulgação da possibilidade do Brasil FC adquirir o terreno motivou os sócios e simpatizantes que a diretoria resolveu aceitar o desafio.

Um grande número de novos associados se inscreveu em suas fileiras e muitos dos antigos membros acabaram por retornar ao Clube. Em 1934, o Clube monta sua primeira equipe de Basquete, participando das competições organizadas pela Associação Santista de Bola ao Cesto, da qual também foi um dos fundadores. O Basquete disputado na época tanto por equipes como em disputas individuais, de arremessos livres, foi uma das modalidades que mais títulos deu ao Brasil FC.

 

FONTES: Site do Clube – Correio Paulistano

 

O Corinthians Futebol Clube é uma agremiação da  cidade de Santo André (SP). O Galo Preto da Vila Alzira ou Corinthinha foi Fundado em 15 de agosto de 1912, em São Bernardo do Campo, sob o nome Corinthians Foot-Ball Club sendo conhecido como “Corinthians de São Bernardo“, e somente em 1938 quando a cidade de Santo André se emancipou de São Bernardo do Campo o clube passou a ser o “Corinthians de Santo André“.

A equipe disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual: A2): 1949 – 1950 – 1951 – 1952 – 1953 – 1955 – 1956 – 1970. Esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual: A3): 1957 e 1961; e no Campeonato Paulista da Quarta Divisão (atual: Segunda Divisão):  1932. Atualmente disputa apenas campeonatos amadores de futebol.

Assim como o Sport Club Corinthians Paulista, o nome da equipe de Santo André também surgiu devido ao Corinthian Football Club, equipe inglesa que excursionava pelo Brasil. Entre os fundadores as duas propostas finais de nome eram Flor da Índia e Corinthians.

A primeira escalação da equipe foi formada por João, Túlio, Manetti, Polesi e Veronesi, Jacomo e Américo, Paulista, Cortez, Severino e Carmine. A primeira partida e gol de Pelé foi contra o Corinthians de Santo André, numa partida amistosa de comemoração da Independência, em 7 de setembro de 1956.

 

FONTES: Wikipédia – A Gazeta – Correio Paulistano

 

O Corinthians Futebol Clube de Santo André ainda existe Conta com sócios que freqüentam sua sede social. Entre os jogadores mais importantes que vestiram sua camisa destacam-se Paulo Lunardi, Ângelo Balista, Haroldo Mattei, Zaluar, Américo Guazelli, Jovenil Saleme, Paschoalino Assumpção, Alécio Cavaggioni, Ariovaldo Alves e Benê Góes (o 18).

O jogo histórico que mudou a vida do Corinthians andreense para sempre aconteceu no dia 07 de setembro de 1956. Naquela tarde, o time perdeu para o Santos por 7 a 1, e Pelé marcou o primeiro gol de sua carreira aos 36 minutos da etapa final. Zaluar, o goleiro que levou o gol e faleceu em 1995, sempre relatou o fato com orgulho.

 YouTube: Pelé marca o seu 1º gol como profissional

 

 

CORINTHIANS (SANTO ANDRÉ)       1          X          7          SANTOS FC

LOCAL: Estádio Américo Guazelli, em Santo André (SP)

CARÁTER: Amistoso Estadual

DATA: Sexta-feira, do dia 07 de Setembro de 1956

RENDA: Cr$ 39.910,00

ÁRBITRO: Abílio Ramos

CORINTHIANS-SA: Antoninho (Zaluar); Bugre e Chicão (Talmar); Mendes, Zico e Schank; Vilmar, Cica, Teleco (Baiano), Rubens e Dore. Técnico: Jaú.

SANTOS: Manga; Hélvio e Ivan (Cássio); Ramiro (Fioti), Urubatão e Zito (Feijó); Alfredinho (Dorval), Álvaro (Raimundinho) e Del Vecchio (Pelé); Jair e Tite. Técnico: Lula.

GOLS: Alfredinho aos 30 e 41 minutos (Santos); Del Vecchio aos 32 minutos (Santos); Álvaro aos 36 minutos (Santos), no 1º Tempo. Del Vecchio aos 16 minutos (Santos); Pelé aos 36 minutos (Santos); Vilmar aos 41 minutos (Corinthians); Jair aos 44 minutos (Santos), no 2º Tempo.

 

FONTES: Terceiro Tempo – Marcelo Rozenberg

 

FONTES: Correio de São Paulo - Correio Paulistano 

 

O CRAIB (Club Recreativo Athletico Ítalo-Brasileiro) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). A sua Sede e a Praça de Esportes ficavam localizados na Rua dos Prazeres, nº 2 – Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo. Fundado na segunda-feira do dia 1º de Junho de 1925, por funcionários da Tecelagem de Sedas Ítalo-Brasileiro.

As instalações esportivas, na Villa Maria Zélia, contavam com o campo de futebol, uma quadra de basquete (contavam com duas equipes participando do Campeonato Paulistano da 2ª Divisão), onde também era praticado o futebol de salão. O clube também realizada competições de jogo de Dama.

No sábado, do dia 11 de agosto de 1934, às 20h30min., com o Jazz Columbia animando o público presente, o CRAIB inaugurou a sua nova Sede social, situado no prédio da Rua Brigadeiro Machado, nº 11, no Bairro do Brás, em São Paulo. No local, contava com secretária, salão de baile, salão nobre, toalete para senhoras, sala de leitura, sala para pingue-pongue e outros jogos de salão.

Participou do Campeonato Paulista da 1ª Divisão, Série B (Segunda Divisão), organizado pela Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA), de 1932, 1933 e 1934 (terminou na 7ª colocação).

Em 1933, o CRAIB foi o campeão da Série B e o Club Esportivo Fábricas Orion foi o vencedor da Série A. As duas equipes decidiram o título Paulista da Segunda Divisão em dois jogos. Melhor para a Fábricas Orion que venceu os dois jogos por 1 a 0 e 4 a 0, levantando a taça da Segundona de 1933.

 

Time de 1932/33: Fernandes; Victorio e Paschoal; Julio, Alceste e Almelindo (Callegaris); Marino (Orestes), Carmelo, Joãozinho (Rodrigues), Valdemar (Casuza) e Luiz.

Time de 1934: Adhemar; Paschoal e Victorio; Callegaris, Amleto e Roque; Oreste, Zeca, Casuza, Canhoto e Antoninho. Reservas: Fernandes, Russo, Toniolo, Alceste, Pompeu, Almelindo, Minhoca, Barbosa, Riva, Braz, Bragheroli, Oscar, Rosinha, Martins, Mario e Prenholato.

 

FONTES: Correio de São Paulo - Correio Paulistano - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev 

 

C.E FÁBRICAS ORION                4          X         0          C.R.A. ÍTALO-BRASILEIRO

LOCAL: Estádio do C.A. Paulista, na Rua da Moóca, nº 326 e 328, no Bairro da Moóca, em São Paulo (SP).

DATA: Domingo, dia 11 de Fevereiro de 1934

CARÁTER: Último jogo da final, do Campeonato da APEA, Primeira Divisão, Série B, de 1933

HORÁRIO: 16 horas

ÁRBITRO: Pedro Thomé

ORION: Juvenal; Carioca e Pelado; Faxica, Bastião e Fazula; Agostinho, Dicto, Anilú, Elias e Xavier.

ÍTALO-BRASILEIRO: Fernando; Paschoal e Victorio; Ermelindo, Hamleto e Roque; Orestes, Cazusa, Joãozinho, Zeca e Antoninho.

GOLS: Agostinho, duas vezes, no 1º Tempo. Dicto e Xavier, no 2º Tempo.

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

C.R.A. ÍTALO-BRASILEIRO                    0          X         1          C.E FÁBRICAS ORION

LOCAL: Estádio do C.A. Paulista, na Rua da Moóca, nº 326 e 328, no Bairro da Moóca, em São Paulo (SP).

DATA: Domingo, dia 04 de Fevereiro de 1934

CARÁTER: 1º jogo da final, do Campeonato da APEA, Primeira Divisão, Série B, de 1933

EXPULSÕES: Waldemar (CRAIB); Edmundo (Orion)

HORÁRIO: 15 horas

ÁRBITRO: Attilio Grimaldi (Palestra)

ÍTALO-BRASILEIRO: Fernando; Garcia e Victorio; Waldemar, Hamleto e Roque; Orestes (Luiz), Zeca, De Barbosa, Américo e Antoninho.

ORION: Juvenal; Carlito e Pelado; Edmundo, Moreno (Sebastião) e Falica (Faquila); Agostinho, Dicto, Anilú, Numa e Elias.

PRELIMINAR (2º Quadros):  E.C. Cama Patente       4          x          3          E.C. Humberto I

GOL: Numa, no 1º Tempo.

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

C.R.A. ÍTALO-BRASILEIRO                    2          X         0          A.A. LUZIADAS

LOCAL: Praça de Esportes da Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo (SP)

DATA: Domingo, dia 07 de Janeiro de 1934

CARÁTER: Campeonato da APEA, Primeira Divisão, Série B (Segunda Divisão), de 1933

ÁRBITRO: Romeu Garbo

ÍTALO-BRASILEIRO: Adhemar; Paschoal e Victorio; Calligaris, Amleto e Roque; Oreste, Zeca, Casuza, Canhoto e Antoninho.

LUZIADAS: Motta; Nico e Sabará; Geryasi, Zevato e Romão; Mulatinho, Bastião, Guido, Souza e D’Avanzo.

PRELIMINAR (2º Quadros):  Ítalo-Brasileiro    3          x          1          Luziadas  

GOLS: Orestes e Zeca, no 2º Tempo.

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

Club Athletico Fiorentino foi uma agremiação efêmera da cidade de São Paulo (SP). Fundado no domingo, do dia 20 de Abril de 1924, graças a fusão do Extra São Paulo Football Club e do Cavalheiro Crespi Football Club, surgiu o Cotonifício Football Club. Em 19 de fevereiro de 1930 o clube da Mooca adotou seu atual nome: Clube Atlético Juventus – homenagem ao time de coração de Rodolfo Crespi na Itália.

Em 1932, o Juventus fez a melhor campanha em toda história do Campeonato Paulista da Divisão Principal. Figurou como um fortíssimo candidato ao título. Sua equipe formada por: José (G), Segalla, Piola, Joãozinho, Brandão, Rafael, Vazio, Nico, Orlando, Moacyr, Hércules. Técnico: Raphael Liguori. Os juventinos e a imprensa do passado batizaram esta equipe grená como Os Inesquecíveis” ou “Máquina Juventina”.

1934: Surge o Club Athletico Fiorentina

Instaurando-se o profissionalismo no futebol, e o Juventus licencia-se das competições oficiais. Entretanto, com a denominação de Club Athletico Fiorentina – camisetas grenás e uma flor de lis branca no peito como escudo – disputa o Campeonato Paulista Amador, promovido pela FPF (Federação Paulista de Futebol), entidade filiada a CBD (Confederação Brasileira de Desportos).

O C.A. Fiorentino não teve dificuldades para vencer um a um os seus adversários e conquistar, por antecipação e de forma invicta, o título de Campeão Paulista Amador de 1934, no dia 02 de setembro de 1934, ao bater a Ponte Preta de Campinas na Rua Javari por 5 a 3, gols marcados por Euvaldo, Euclydes, Raul, Bellacosa, Moacyr.

Este resultado credenciou o C.A. Fiorentino, Campeão Paulista Amador, para a disputa da final do Campeonato Estadual promovido pela FPF numa melhor de três partidas diante da Ferroviária de Pindamonhangaba, Campeã Amadora do Interior.

Com expressivas vitórias por 5 a 0 e 3 a 1, o C.A. Fiorentino sagrou-se Campeão Estadual Amador de 1934. A finalíssima aconteceu no dia 28/10/1934 no Estádio da Rua Javari.

O Fiorentino formou com: Tito (G), Segalla, Bellacosa, Joãozinho (Itália), Dudu, Gongora, Sabratti, Euclydes, Raul, Moacyr, Euvaldo. Sabratti e Raul (2) marcaram para o Fiorentino. Guedes fez o único gol da equipe do interior paulista. Raul da Rocha Soares, que na vitória por 5 a 0 em Pindamonhangaba já havia marcado três gols, foi carregado em triunfo pelos torcedores.

Em 1935, o clube volta ao nome anterior (Club Athletico Juventus) e ingressa no futebol profissional. Com uma equipe renovada, o Juventus disputa o seu primeiro Campeonato Paulista da era do Profissionalismo.

 

FONTE & FOTO:  Site do C.A. Juventus 

 

O Cotonifício Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado no domingo, do dia 20 de Abril de 1924, graças a fusão do Extra São Paulo Football Club e do Cavalheiro Crespi Football Club, tradicional clube da Mooca dos trabalhadores da empresa de Rodolfo Crespi, que entrou com a sede social localizada na Rua dos Trilhos, nº 42 (antigo). As cores eram as do Extra São Paulo: vermelho, branco e preto.

O terreno da rua Javari foi doado por Rodolfo Crespi um ano e quatro dias depois da fundação. Só em 19 de fevereiro de 1930 o clube da Mooca adotou seu atual nome: Clube Atlético Juventus – homenagem ao time de coração de Rodolfo Crespi na Itália.

A “Vecchia Signora(apelido da Juventus de Turim/ITA) emprestou seu nome ao Moleque Travesso. Já as cores… como havia muitos alvinegros na liga paulista (Corinthians, Santos, Ypiranga), o bianconero da Juve original da Itália foi trocado no clube paulistano pelo grená e branco do outro grande de Turim: o Torino.

O apelido Moleque Travesso surgiu em setembro de 1930, cortesia do jornalista Tomaz Mazzoni. São explicações que estão em painéis na entrada social do clube, na Mooca, tradicional bairro paulistano.

FONTES: Waldomiro Junho – Fut Pop Clube – Livro “Glórias de um Moleque Travesso”

 

A Associação Atlética Orlândia é uma agremiação da cidade de Orlândia, no Interior do estado de São Paulo. Fundado na quarta-feira, do dia 05 de Maio de 1920, as cores de seu uniforme eram preta e branca. A sua Sede social fica localizado na Rua Quatro, nº 845, no Jardim Arantes, em Orlândia. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Virgílio Ferreira Jorge, o “Virgilhão”.

Ao longo da sua história, o Orlândia participou 27 vezes do Campeonato Paulista da FPF (Federação Paulista de Futebol). Na Segundona Paulista (atual A-2)  foram 15 edições: 1949 – 1950 – 1951 – 1952 – 1967 – 1969 – 1971 – 1972 – 1973 – 1974 – 1976 – 1982 – 1983 – 1984 – 1986.

Na Terceirona (atual A-3), esteve presente 11 vezes: 1961 – 1962 – 1963 – 1964 – 1965 – 1966 – 1977 – 1978 – 1979 – 1980 – 1981. Em 1982, se sagrou campeão do Torneio Matheus Marinelli.

Sua última participação ocorreu em 1994, quando a Associação Atlética Orlândia se sagrou campeã da Quinta Divisão (atual Série B). Logo após, encerrou suas atividades no futebol profissional, se tornando atualmente um clube recreativo e social.

FONTES & FOTO: A Bola e o Tempo – Wikipédia

 

O Palestra Itália Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado no dia 1º de Janeiro de 1917. A sua Sede fica localizado na Rua Padre Euclides, nº 543, no Bairro de Campos Elíseos, em Ribeirão Preto.

O Palestra Itália participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1926, 1927 e 1929. Em julho de 1932, o Operário foi desligado, juntamente com outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

 

Time de 1921: Carrara; Cecílio e Domingos; Vecchi, Julio e Orlando; Arthur, Scarparim, Totó, Ricardo e Lepera.

 

FONTES: Correio Paulistano – O Combate – A Gazeta - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes -  Waldomiro Junho

 

O Operário Football Club foi uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado na quinta-feira, do dia 07 de Setembro de 1916. A sua Praça de Esportes ficava localizada na Rua Álvares Cabral (nos altos), s/n, no Centro de Ribeirão Preto.

O Operário participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1927, 1928 e 1929. Em julho de 1932, o Operário foi desligado, juntamente com outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

Time de 1920: Jorge; Biloca e Marino; Barbosa, Coutinho e Américo; Nenê, Chiquinho, Juca, Ignácio, Pedrinho e Jahí.

 

FONTES: Correio Paulistano – O Combate – A Gazeta

 

O Roma Football Club, do bairro da Água Branca, foi fundado na data de  1º de junho de 1918.

O clube era conhecido como o time dos “cardeaes” (escrita da época), numa alusão as cores vermelho e branco do seu uniforme.

Tinha seu campo na Rua Moxell e no ano de 1930 inaugurou sua sede na Rua Guaycurus número 121, onde realizou uma festa para a rainha da agremiação.

O Roma Football Club participou dos campeonatos paulistas de futebol em nove oportunidades, sendo quatro delas na 3ª divisão, nos anos de 1923, 1924, 1925 e 1928 e cinco delas na 2ª divisão, nos anos de 1927, 1929, 1930, 1931 e 1932.

FONTES: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano e Almanaque do Futebol Paulista.

 

O União Paulista Football Club foi uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado no dia 15 de Novembro de 1917. O clube participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1927 e 1929. Em julho de 1932, o União Paulista foi desligado, juntamente com Operário FC de Ribeirão Preto e outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

 

FONTES: O Combate – A Gazeta

 

Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia (Antigos Juta Belém F.C.A. A. Scarpa  ) é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta, como Juta Belém Football Club. Em 1925, mudou para Associação Athletica Scarpa. Em  20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia.  A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

Dona Maria Zélia Street

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 19271929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

A Associação Athletica Scarpa (Atual: Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta, como Juta Belém Football Club. A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 19271929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

O Juta Belém Football Club (Atual: Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta. A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935. Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925, Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1927, 1929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

PARTICIPANTES:

001

ALTINÓPOLIS FUTEBOL CLUBE ALTINÓPOLIS

002

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ORLÂNDIA ORLÂNDIA

003

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA TONANNI JABOTICABAL

004

ASSOCIAÇÃO PORTUGUEZA DE ESPORTES ATLÉTICOS RIBEIRÃO PRETO

005

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE RIBEIRÃO PRETO

006

CASA BRANCA FUTEBOL CLUBE CASA BRANCA

007

PALESTRA ITÁLIA ESPORTE CLUBE RIBEIRÃO PRETO

008

RIO PARDO FUTEBOL CLUBE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO

 

1º TURNO
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22/07/1934
Rio Pardo 2×0 Palestra Itália
Tonanni 2×1 Botafogo
Altinópolis 2×1 Orlândia
_________________________________________________________________________________
29/07/1934
Orlândia 1×2 Portugueza
Palestra Itália 1×4 Botafogo
Altinópolis 2×2 Rio Pardo
Casa Branca 0×2 Tonanni
_________________________________________________________________________________
05/08/1934
Rio Pardo 2×2 Portugueza
Botafogo 3×0 Casa Branca
_________________________________________________________________________________
12/08/1934
Portugueza 1×0 Tonanni
Orlândia 1×1 Palestra Itália
Casa Branca 2×1 Rio Pardo
_________________________________________________________________________________
19/08/1934
Tonanni 2×0 Rio Pardo
Casa Branca 2×3 Altinópolis
Botafogo 4×2 Orlândia
_________________________________________________________________________________
26/08/1934
Palestra Itália 1×1 Portugueza*
Altinópolis 2×1 Botafogo
Orlândia 1×3 Casa Branca
_________________________________________________________________________________
02/09/1934
Tonanni 6×1 Altinópolis
Casa Branca 3×0 Palestra Itália
Portugueza 0×1 Botafogo
Rio Pardo 4×1 Orlândia
_________________________________________________________________________________
09/09/1934
Altinópolis 2×1 Portugueza
Botafogo 4×0 Rio Pardo
Orlândia 3×3 Tonanni**
_________________________________________________________________________________
16/09/1934
Palestra Itália 0×3 Tonanni
_________________________________________________________________________________
23/09/1934
Altinópolis 0×1 Palestra Itália
Portugueza 2×0 Casa Branca
_________________________________________________________________________________
2º TURNO
_________________________________________________________________________________
23/09/1934
Orlândia 1×2 Botafogo
Rio Pardo 2×0 Tonanni
_________________________________________________________________________________
30/09/1934
Palestra Itália 0×1 Rio Pardo
Tonanni 2×0 Portugueza
_________________________________________________________________________________
07/10/1934
Botafogo 1×1 Portugueza
Orlândia 1×2 Altinópolis
Rio Pardo 1×0 Casa Branca
_________________________________________________________________________________
21/10/1934
Casa Branca 3×0 Botafogo
Tonanni 5×0 Orlândia
Palestra Itália 2×1 Altinópolis
_________________________________________________________________________________
28/10/1934
Orlândia 3×0 Rio Pardo
Botafogo 6×3 Tonanni
Altinópolis x Casa Branca (Não se realizou)***
_________________________________________________________________________________
04/11/1934
Portugueza x Orlândia (Não se realizou)***
Rio Pardo 3×1 Altinópolis
Tonanni 5×3 Palestra Itália
_________________________________________________________________________________
11/11/1934
Palestra Itália x Casa Branca (Não se realizou)***
Rio Pardo 2×0 Botafogo
Altinópolis 2×0 Tonanni
_________________________________________________________________________________
18/11/1934
Botafogo 7×0 Altinópolis
Casa Branca x Orlândia (Não se realizou)***
_________________________________________________________________________________
02/12/1934
Portugueza 0×2 Rio Pardo
Tonanni x Casa Branca (Não se realizou)***
_________________________________________________________________________________
08/12/1934
Portugueza 8×0 Altinópolis
Orlândia x Palestra Itália (Não se realizou)***
_________________________________________________________________________________
16/12/1934
Botafogo 2×2 Palestra Itália
Casa Branca x Portugueza (Não se realizou)***
_________________________________________________________________________________
23/12/1934
Portugueza 1×1 Palestra Itália
_________________________________________________________________________________
*    O jogo foi interrompido 8 minutos antes de seu final pois o Palestra abandonou o campo de jogo, não concordando com a marcação de um pênalti para a Portugueza, que ganhou os pontos da partida.
**  O Tonanni ganhou os pontos da partida pela escalação irregular, pela A.A. Orlândia, do jogador Zeca Lopes.
*** Casa Branca e Orlândia abandonaram a competição e foram desclassificadas.
**** Tonanni pode ter perdido os pontos de partidas ganhas contra Orlândia, Palestra e Portugueza, pela escalação irregular de Bindo, pertencente ao São Paulo, o que pode explicar a inconsistência no somatório de pontos da classificação final oficial, publicada abaixo.
_________________________________________________________________________________
Classificação Final (Aprovada em reunião da LRF em 26/12/1934)****

1

RIO PARDO 6 pontos perdidos

2

BOTAFOGO 7 pontos perdidos

3

PORTUGUEZA  9 pontos perdidos

4

ALTINÓPOLIS  11 pontos perdidos

5

TONANNI****  12 pontos perdidos

6

PALESTRA  12 pontos perdidos

7

CASA BRANCA  Desclassificado

8

ORLÂNDIA  Desclassificado
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Com esses resultados, o Rio Pardo Futebol Clube, de São José do Rio Pardo – SP, sagrou-se campeão da Liga Regional de Futebol de Ribeirão Preto, em 1934.
_________________________________________________________________________________
FONTE:
- Jornal Diário da Manhã, de Ribeirão Preto – SP, diversas edições do ano de 1934, pertencentes ao acervo do Arquivo Público Municipal de Ribeirão Preto – SP.
 

O Juta Sant’Anna Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na década de 10, por funcionários da Companhia Nacional de Tecidos Juta (Fábrica Juta Sant’Anna). A sua Praça de Esportes, ficava localizava na Rua Miller, nº 61, no Bairro do Brás, na Região Central de São Paulo. Filiado à Federação Paulista de Sports (FPS), participou do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1918.

Fábrica Juta Sant’Anna

FONTES: A Gazeta – Correio Paulistano - O Combate – Getty Imagens - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes -  Waldomiro Junho

 

O Esporte Clube Humberto Primo, do bairro de Villa Marianna, foi fundado na data de 1º de setembro de 1919.

O nome do clube é uma homenagem a  Humberto Primo de Savoya, rei da Itália entre os anos 1878 e 1900.

Seu primeiro campo para a prática do futebol situava-se na Rua França Pinto número 135, no bairro de Villa Marianna.

Esse estádio foi inaugurado na data de 22 de junho de 1931.

Disputou os campeonatos paulistas em cinco oportunidades, sendo três delas na 2ª Divisão, nos anos de 1932, 1933 e 1934 e duas na 1ª Divisão, nos anos de 1935 e 1936.

Esporte Clube Humberto Primo no ano de 1936 – A Gazeta

Quando da 2ª Guerra Mundial, os clubes que ostentavam nomes estrangeiros foram obrigados a mudar suas denominações.

Desta forma, na data de 30 de outubro de 1942, o Esporte Clube Humberto Primo mudou seu nome para Esporte Clube Vila Mariana.

Atualmente sua sede se situa na Rua Domingos de Moraes número 1768, no bairro de Vila Mariana.

Fontes: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano, Almanaque do Futebol Paulista e site do clube.

 

O Esporte Clube Quiririm é uma agremiação da cidade de Taubaté (SP). A sua Sede social está localizada na Avenida Granadeiro Guimarães, nº 157 (ao lado do estacionamento da Academia Vida Ativa), no Centro de TaubatéFundado na terça-feira, do dia 09 de Novembro de 1926, por um grupo de jovens, que se reuniu na casa do Sr. Alberto Lippi. O surgimento  significou a união em torno de um ideal. Da partida da Itália ao futuro desconhecido até a fundação de uma sociedade desportiva na terra de adoção, um longo caminho foi percorrido pelos imigrantes.

Não resta dúvida que o lazer sempre esteve presente, mesmo nos momentos mais difíceis e antes mesmo da fundação do clube e também não se restringia ao futebol, jogava-se a “bocha“, truco, etc. No entanto o significativo em relação a fundação do clube é a união do grupo para a construção de algo comum.

Antes de 1926, os italianos já haviam se unido em torno de uma outra causa: o socorro mútuo, mas em 1926, quando da fundação do clube, os objetivos eram diferentes, talvez o momento mais difícil de adaptação já tivesse passado, novos laços entre as famílias já haviam se constituído.

Permanecer já era uma certeza, agora a palavra chave era: construir e reconstruir o novo e o antigo ambiente. Viver na nova terra e não apenas sobreviver, e não foram poucas as vezes que a aquisição daquilo que era para todos, foi feita a partir do pouco que cada um tinha pra doar.

Em 1935 o Esporte Clube Quiririm adquire do hospital Santa Isabel de Taubaté, o terreno onde a sede foi construída por mutirões e doações feitas pelos italianos. A 1ª diretoria foi composta por Angelo Valério, Antonio Naldi, Estevão Corbani, José Manfredini, João Guarnieri, Albino Montesi, Cornélio Marcondes de Mattos.

Campo de Futebol

Em 1922 o Quiririm Football Club, antecessor do Esporte Clube Quiririm, adquire um terreno, no qual seria construído o campo de futebol. Em 1927 é feito um empréstimo para a construção da cerca do gramado do campo. Em 1930 o Coronel Delphino oferece uma planta para a construção da arquibancada, a mesma até hoje.

 

FONTES & FOTOS: Quiririm News – YouTube – Guia Taubaté – Página do Clube no Facebook

 

 

A Associação Esportiva São José é uma agremiação da cidade de São José dos Campos (SP). A “Vermelhinha” foi Fundada na sexta-feira, do dia 15 de Agosto de 1913, por um grupo de jovens esportistas, que deram o nome de São José Football Club. O 1º presidente foi José Miragaia, que comandou o clube entre 1913 a 1916.

Em 1918, com os escassos treinos e partidas oficiais de futebol, acabou surgindo uma divisão no clube, que resultou no surgimento da Associação Sportiva São José no dia 23 de maio de 1918. O presidente neste período foi Afonso César Siqueira. Na década de 20, o clube comprou mm casarão na Rua XV de Novembro na gestão de João Baptista de Souza, conquistando, assim, a sua 1ª sede, dando um caráter associativo ao clube.

A Vermelhinha começa a brilhar em torneios da Liga Paulista de Futebol, onde participou do Campeonato do Interior, na Zona Central de 1922. Nos anos 40, continua brilhando no futebol, conquistando títulos na Liga Paulista.

Na década de 50, a sua Sede social é reformada e ampliada com a compra do terreno com frente para a Avenida São José. É lançada a pedra fundamental do ginásio poliesportivo, na gestão de Linneu de Moura. O clube decide extinguir com a prática de futebol de campo, por questões financeiras, abrindo espaço para os chamados esportes de quadra.

 

FONTES: Site do clube – Correio Paulistano

 

1º escudo

O Cruzeiro Futebol Clube é uma agremiação do Município de Cruzeiro (SP). O Papagaio do Vale foi Fundado no dia 03 de Setembro de 1914. A sua Sede fica situada Rua Dom Bosco, nº 33, no Centro de Cruzeiro. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Professor Virgílio Antunes de Oliveira, com capacidade para 4 mil pessoas.

 

História

Olhando de perto o anoitecer do dia 03 de setembro do ano de 1914, um grupo de idealistas, reunidos com o ânimo de criar um clube de futebol. Dias mais tarde, em 23 de setembro de 1914, outros se juntaram a esses pioneiros. Eram comerciantes, comerciários, ferroviários, professores, médicos etc.

Surgia, assim, o clube que, por sugestão do Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, seria denominado Cruzeiro Foot-ball Club. O 1º presidente, Dr. Maurício da Rocha Sobrinho, médico, eleito em 23 de setembro de 1914, tomou posse dois dias depois, na 1ª Assembléia Ordinária.

Na mesma ocasião, por maioria de votos, foram escolhidas as cores branca e verde para o Clube. A inauguração oficial ocorreu em um dia de domingo, 27 de dezembro de 1914. O Sr. Carlos Rossetti, arquiteto, ficou responsável pela ornamentação do “ground“, como se chamava na época o campo de futebol, bem como pela a armação da arquibancada e do coreto.

Ficava nas terras da fazenda Boa Vista, na rua Campos Salles, hoje Engenheiro Antônio Penido. Em 21 de fevereiro de 1915, realizou-se a primeira partida de futebol contra um time de fora. O adversário veio da cidade de Cachoeira.

1920: clube inaugura seu estádio

No domingo, dia 24 de outubro de 1920, foi inaugurada a nova praça de esportes, batizada com o nome de Rosalina Novaes dos Santos. Localizava-se no terreno situado na Av. Major Novaes, cedido pelo Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, sua esposa Celestina Novaes dos Santos Antunes (Dª Tita) e Sr. Antonio Celestino Novaes dos Santos.

A programação festiva foi extensa e, para inauguração do campo de futebol, foi convidada a equipe da “Associação Sportiva de Guaratinguetá“. Em 1921, conquistou o título da primeira edição da Taça Cidade de Cruzeiro. A agremiação também foi uma das maiores vencedores do campeonato regional promovido pela Liga de Futebol Norte do Estado de São Paulo, ao conquistar o título nos anos de 1939, 1944, 1946 e 1950.

Na praça de esportes o Clube viveu momentos de glória até 1955, quando ela foi desapropriada pelo Poder Público, através do Decreto Municipal n.º 67, subscrito pelo prefeito da época, Dr. Avelino.

Com esse ato, encerrou-se uma etapa da vida do Cruzeiro, marcando o início de uma nova era. A título de esclarecimento, no local foi construída a praça Dr. Antero Neves Arantes, também conhecida como “Praça Nova” ou “Praça 7“. A partir de então, capitaneado pelo Dr. Cástor Machado, o Clube, buscou novos caminhos.

1952: futebol é deixado de lado

Em 1952, o Cruzeiro parou com a equipe de futebol, mantendo apenas as atividades da sede social. Mas em meados da década de 60, o clube reativou o futebol e participou de várias competições amadores municipais.

O Cruzeiro seguiu com as disputas em campeonatos locais nos anos seguintes, com rivalidade a outros clubes locais, como Fabriva, ligada a Fábrica Nacional de Vagões e Frigorífico Atlético Clube, que surgiu com ligação ao Frigorífico Cruzeiro. Entretanto, o encerramento do time de futebol pela primeira empresa e a desativação do segundo clube devido ao fechamento da empresa, reduziu o apelo no futebol local.

Nova sede social, própria, foi construída na rua Major Hermógenes, esquina com a rua Cap. Avelino Bastos. Além do salão de festas, abriga toda a parte administrativa. No Complexo Esportivo, na Rua Dom Bosco, foram centralizadas as demais opções de lazer: piscinas, sauna, campos de futebol, quadras de tênis etc.

1975: O retorno

Porém, em 1975, um convite feito pelo Esporte Clube Taubaté para que a agremiação disputasse uma competição regional, o “Torneio Integração do Vale“, fez surgir apoio de esportistas de outros clubes locais para que o Cruzeiro fosse o representante do município. O time cruzeirense teve uma boa participação naquele ano e em 1976.

 

Bicampeão da Terceirona Paulista

Sob a presidência de José da Costa Sampaio Primo, e com boa aceitação popular, o Cruzeiro se interessou em ingressar no futebol profissional. Em 1977, o clube se filiou a Federação Paulista de Futebol e participou do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (na época, representava o quinto nível do futebol estadual). Com atletas locais, o “Papagaio do Vale” não conseguiu classificação à Segunda Divisão.

No ano seguinte, foi montada uma equipe com vários atletas com experiência no futebol do interior paulista. Na 1ª fase, fez grande campanha e terminou em 1º lugar, com 10 vitórias, cinco empates e uma derrota. Na fase final, conseguiu sete vitórias, três empates e duas derrotas. A vitória por 2 x 1 sobre o Macêdo, no dia 10 de dezembro, garantiu o título do Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1978, pela primeira vez.

Em 1979, o Cruzeiro disputou a Segunda Divisão (equivalente à Quarta Divisão) e fez ótima campanha. Na fase decisiva, terminou em 3º lugar, atrás do Fernandópolis e do Jaboticabal.

Entretanto, voltou a disputar a Terceira Divisão Estadual em 1980. O motivo foi uma ampla reformulação realizada pela Federação Paulista nas divisões de acesso do futebol estadual após a extinção da Divisão Intermediária (atual Série A2).

Mesmo com o “rebaixamento”, mostrou bom desempenho e chegou a fase decisiva, mas ficou atrás do Lemense e Tanabi, sem ascender à Segunda Divisão.

Mas em 1981 o clube alcançou o objetivo e novamente o “Papagaio do Vale” chegou ao bicampeonato da Terceira Divisão de Profissionais, em 1981. Em três fases, conquistou 26 vitórias, teve 13 empates e sofreu 5 derrotas. O jogo que selou a conquista aconteceu no dia 6 de dezembro, em Cruzeiro: vitória por 4 x 0 sobre o Guaçuano.

 

1988: novamente o clube desativa o futebol

Com a conquista, garantiu a participação na principal divisão de acesso do futebol estadual em 1982. Entretanto, realizou somente participações medianas na competição, sem ter disputado efetivamente uma vaga para a elite do Campeonato Paulista. A última participação na Segundona aconteceu em 1987.

No início de 1988, o presidente Domingos Antonio Pereira Creado, recém-eleito para a função, determinou a desativação do departamento de futebol profissional para destinar o foco da administração do clube para a área social. Foi o fim da participação do Cruzeiro Futebol Clube nos gramados do futebol paulista.

 

HINO – Cruzeiro Futebol Clube

(idealizado por Sérgio Valério, ao ser escolhido em um concurso realizado pela Rádio Mantiqueira de Cruzeiro no dia 7 de novembro de 1985)

 

O papagaio vai entrando no gramado

Arte, força, vibração

Cruzeiro do meu coração

bola pra frente com muita raça

que essa taça nós vamos levar.

Bola pra frente com muita raça, que essa taça nós vamos levar.

Salve o Cruzeiro, o campeão…

Salve Cruzeiro, nosso Verdão…

Salve o Cruzeiro, onde estiver, iremos nós…

A nossa voz um coro forte da torcida que unida, não crê em má sorte te leva a lutar

 

Rivalidade

O Cruzeiro teve na sua cidade-natal um grande rival: o Frigorífico, que teve duas participações no Campeonato Paulista, em 1957 e 1958. Durante anos, este clássico disputado por dois alviverdes movimentou o futebol de Cruzeiro.

Outra rivalidade foi com o Aparecida, clube com o qual disputou várias partidas importantes pelas divisões de acesso do Campeonato Paulista.

 

Participações em Estaduais

O Cruzeiro participou de 11 edições do Campeonato Paulista em diferentes divisões:

Segunda Divisão (atual A2) — 1982, 1983, 1984, 1985, 1986 e 1987 – 6 vezes;

Terceira Divisão (atual A3) — 1980 e 1981 - 2 vezes;

Quarta Divisão (atual Série B) — 1979 – 1 vez;

Quinta Divisão (extinta) — 1978 – 1 vez;

Seletiva para Quarta Divisão — 1977 – 1 vez;

 

Reativação bateu na “trave”

Entre 2012 e 2013, representantes da Prefeitura de Cruzeiro levantaram a possibilidade de reativação do futebol profissional do Cruzeiro. Segundo o secretário de Esportes da administração municipal, Alexandre de Góes Pereira, clubes foram contatados para representar a agremiação no Campeonato Paulista de Futebol – Segunda Divisão de 2013. Entretanto, as negociações não evoluíram e a proposta não teve sucesso.

 

FONTES: Wikipédia – Site e Página no Facebook do clube – Waldomiro Junho

FOTOS: Acervo de Alexandre de Góes Pereira – A Gazeta

 

O Esporte Clube Hepacaré é uma agremiação da cidade de Lorena, no Vale do Paraíba (SP). Fundado n dia 07 de Setembro de 1914, a sua Sede fica localizada na Rua Coronel José Vicente, nº 340, no Bairro da Cidade Industrial, em Lorena. A equipe mandava os seus jogos no Estádio General Affonseca, com capacidade para 2 mil pessoas, situado na Rua Conselheiro Rodrigues Alves, s/n (em frente ao número 100), no Centro da cidade.

Significado do nome

O nome Hepacaré a princípio foi o nome da cidade de Lorena e há dúvidas quanto ao seu significado. Há relatos que Hepacaré significa “braço” ou “seio da Lagoa Torta“, outra corrente diz que significa “lugar das goiabeiras“.


Pai de Pelé jogou no Hepacaré

O time teve em suas fileiras o futebol do atacante Dondinho, pai do Rei do futebol Édson Arantes do Nascimento, Pelé. Dondinho jogou no time de Lorena na década de 40, na época Pelé era apenas um garoto de pouco mais de dois anos de idade.

Estádio inaugurado em 1941, teve Friedenreich no apito

Os jogos do time acontecem no estádio General Affonseca. O nome é de um oficial do Ministério da Guerra nos anos 30, com ligações com a história da cidade de Resende no Rio de Janeiro.

A sua inauguração foi em um jogo em 30 de março de 1941 entre o Hepacaré e o Fluminense, onde o time de Lorena foi goleado pelo time carioca pelo placar de 5 a 0. O amistoso foi apitado por nada menos que Arthur Friedenreich, que dizem ter sido o primeiro futebolista a chegar a marca de 1.000 gols.

Doze participações no Paulista da Segunda e Terceira Divisões

Na esfera profissional, o Hepacaré disputou 10 edições do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual A3): 1956, 1957, 1958, 1960,  1961,  1962, 1963, 1964, 1965 e 1966. Além disso, no seu currículo, constam duas participações no Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual A2): 1959 e 1973.

Sede leiloda por R$ 5 milhões de reais

Atualmente o departamento de futebol do clube se dedica apenas a competições de cunho amador. Em 2011, o clube com poucos sócios, acabou entrando em falência. Com 51 ações foram movidas por falta de pagamento de direito dos funcionários. O total da dívida chega a R$ 500 mil reais. Sem dinheiro o Esporte Clube Hepacaré foi a leilão.

Uma rede de supermercados, dos irmãos Nunes do Produtor Supermercado, do Município de Cruzeiro arrematou o clube por R$ 5 milhões, 304 mil reais, em cinco parcelas (de R$ 1.060.800,00). Segundo uma fonte ligada ao grupo empresarial de Cruzeiro, revelou que a intenção é construir um supermercado no local.

Ficamos tristes com essa informação, pois grande jogadores passaram por aqui como foi o caso do Pelé e agora essa historia irá se acabar“, disse Raimundo Souza, Gordinho, técnico do Hepacaré.

 FONTES & FOTOS: Wikipédia – Blog Nossa Região em Foco – YouTube – Templos do Futebol – Rede Band – Waldomiro Junho

 

ESPERANÇA FC (JACAREÍ)      3          X         1          CENTRAL DO BRASIL

LOCAL: Ground do Esperança FC, em Jacareí (SP)

DATA: Domingo, do dia 06 de Junho de 1920

CARÁTER: Festival Sportivo de 1920

HORÁRIO: 16 horas

ÁRBITRO: Ellias Bannald

ESPERANÇA: Arthur; Subis e Victor; Custódio, Júlio (Cap.) e Rezendo; Rogelio, Virgilio, Cecy, Muller e Vigo.

CENTRAL DO BRASIL: Sebastião; Antonio e Dante; Candido, Moreira e Reinaldo; Ernesto, Zeca, Nelson, Ângelo (Floriano)  e Totó.

GOLS: Cecy (Esperança); Cecy (Esperança), no 1º Tempo. Floriano (Central do Brasil); Muller (Esperança), no 2º Tempo.

 

FONTE: Correio Paulistano

 

O Clube Atletico Parque da Moóca foi fundado na data de 26 de agosto de 1924 por imigrantes e descendentes de espanhóis da família Gongora e por alguns amigos.

Sua sede se situa na Rua Padre Raposo número 837, no bairro da Moóca, na Zona Leste da cidade de São Paulo.

foto: Diário Nacional – 1932

Foram estas suas participações nos campeonatos paulistas:

1929 – Divisão Municipal da APEA

1931 – Campeonato Municipal da APEA – equivalente a 4ª Divisão

1932 e 1933 – 2ª Divisão da APEA – campeão em 1932, com direito ao acesso a 1º Divisão

1934 – 1ª Divisão da APEA

1968 e 1969 – Campeão amador da Cidade de São Paulo

1971 – Campeão amador do Estado de São Paulo

Nos anos de 1979 e 1980 aventurou-se no futebol profissional

1979 – 5ª Divisão da Federação Paulista de Futebol

1980 – 3ª Divisão da Federação Paulista de Futebol – neste ano foi campeão da 1ª Taça São Paulo

Equipe campeã da 2ª Divisão da APEA, no ano de 1932

foto: A Gazeta – 1933

Fontes: Diário Nacional, Correio Paulistano, A Gazeta e site do clube.

 

O Americano Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Araraquara (atual Américo Brasiliense), no Interior Paulista. Fundado em 1921, por imigrantes italianos, time de futebol mais antigo da região. O campo de futebol ficava entre o velho prédio da atual Metalúrgica Brasiliense e do Fórum. As origens da cores do time foi inspirada na bandeira italiana. Na época, Américo Brasiliense era distrito do município de Araraquara.

O Americano foi o primeiro time de futebol de Araraquara. Entre seus jogadores, um deles estava destinado a fazer uma justa, mas brilhante carreira no futebol, Luiz Bento Palamone. Mais tarde, médico, também famoso, Palamone chegou a integrar a seleção brasileira.

Outro célebre defensor do Americano foi o goleiro Vico, filho de José Reusing, dono do antigo Hotel D’Oeste e primeiro arrendatário do Hotel Municipal. Vico morreu numa noite de carnaval, atingido por um tiro acidental, quando divertia-se com os amigos. Contava-se que suas últimas palavras foram estas: “Adeus, meus amigos”. Jogadores como José Galli (centroavante), Carlos Bortolli, Victor Zilioli e outros fizeram parte da primeira equipe.

Fusão com a Ferroviária de Araraquara

A fusão entre Associação Ferroviária de Esportes e Americano Futebol Clube, no dia 14 de agosto de 1953, conforme a Ata da Sessão, à rua Nove de Julho, no prédio do Cine São José para finalizar a fusão entre as duas agremiações, teve uma razão.

O clube ameriliense era filiado à Federação Paulista de Futebol desde 1943, e a entidade resolveu fazer cumprir, a partir daquele ano, uma norma que existia no papel mas não era consolidada na prática, qual seja, a de que um clube teria de ser filiado há dez anos para poder participar da competição. O Americano foi sensível ao apelo do clube da Estrada e representou papel fundamental para a continuidade de sua gloriosa história.

O presidente do Americano Elias Leme da Costa juntamente com os diretores José Camargo de Toledo Piza, Vito Barbieri, Caetano Nigro Sobrinho, Francisco Neves, Joaquim Justo e Carlos Abi-Jaudi, estavam presentes. Conforme alguns trechos retirados da Ata, ficou determinado o seguinte:

1.ª – A “Associação Ferroviária de Esportes” dará o seu nome ao novo clube surgido da fusão, desaparecendo, conseqüentemente, o do “Americano Futebol Clube”;

2.ª – A “Associação Ferroviária de Esportes”, resultante da fusão de que trata a cláusula primeira, assumirá todo o ativo e o passivo das agremiações que desapareceram;

3.ª – Até que, em assembléia geral, sejam aprovados os estatutos da nova agremiação, esta se regerá pelos estatutos da atual “Associação Ferroviária de Esportes”;

Continuando:

Procedida a votação nominal, responderam “sim” a todos os cinco itens lidos todos os presentes. Declarou, então o Sr. Presidente que estava, de pleno direito e para os efeitos, unanimemente aprovada a fusão entre a Associação Ferroviária de Esportes e o Americano Futebol Clube, resultando dessa fusão a agremiação denominada “Associação Ferroviária de Esportes”, que continuará com o todo o acervo e os direitos legais das associações ora extintas, principalmente aquele do Americano F.C., inscrito na Federação Paulista de Futebol desde 1943, de disputar o Campeonato da Paulista da 2.ª Divisão de profissionais, pois é certo que o Americano F.C., com a presente fusão, transfere à nova agremiação esse direito.

Ato contínuo, e sob uma salva de palmas, foram empossados os membros da Diretoria provisória da “Associação Ferroviária de Esportes”.

Em 1954, renasce o Americano

Depois de quatro meses da fusão com a Ferroviária, alguns esportistas de Américo Brasiliense se reuniram novamente, no salão do Cine São José, para fundar uma nova associação de esportes em substituição Americano Futebol Clube.

Ao iniciar a reunião, em 05 de janeiro de 1954, Elias Leme da Costa, que foi indicado por Benedito Nicolau de Marino e com o apoio de todos os presentes presidiu a sessão.

O primeiro item colocado em pauta foi a denominação do clube. Segundo Elias Leme para alguns credenciados da Liga Araraquarense de Futebol (LAF), não havia nenhum impedimento para que o nome do extinto Americano fosse também o nome dessa nova agremiação.

Em seguida formou-se duas comissões: uma para elaboração do Estatuto Social, composta por Joaquim Justo, Vito Barbieri, Francisco Neves, Miguel Ângelo Imbriani e Antônio Barbieri; e outra para dirigir provisoriamente composta por Elias Leme da Costa, presidente, e Vito Barbieri, secretário.

Estavam presentes nessa reunião além dos membros das comissões mencionadas acima, os Srs.: Tércio Della Rovere, José de Camargo Toledo Piza, Dorival Barbieri, Bazílio Quadrado, Geraldo Furlan, Salvador Romania, JurandyrBortollo, Antônio Pavan, Caetano Treve, Carlos Bortolli Filho, Erne Della Rovere, Bento Vieira, Luiz Rosa de Lima, Carlos Della Rovere, Evaristo Zen, Luiz Romania, Francisco Amaral, Ítalo Della Rovere, José Romania, José Roncalli, Augusto de Souza, Carlos Abi-Jaudi, Ernesto Tavares Carrilo, AchilleBortolli, Mário Coelho da Silva, Paschoal Antônio Nocce, Paulo Abi-Jaudi, Segundo Della Rovere, Rubens B. Leme Costa, João B. M. Ferraz, Rafael Festa, João Alves Carneiro, Antônio Cammarozano, Marcos Ginotti e Constantino Lahz.

Desta data até os anos 90, o Americano deu muitas alegrias para a cidade. Importantes conquistas como os vários regionais amadores e, principalmente, o terceiro lugar na Copa Arizona, realizada em 1974, com mais de mil equipes de São Paulo e Paraná. O endereço atual da Sede fica localizado na Avenida Joaquim Pinto Pereira De Almeida, nº 89, no Centro de Américo Brasiliense.

 

FONTES:

http://www.americobrasiliense.sp.gov.br/site/historia-da-cidade/

http://www.destaque1000.com.br/noticia/1893

http://ferroviariaemcampo.blogspot.com.br

Casa da Cultura, de Araraquara, tema “Memória de Araraquara”

Página do clube no Facebook

Waldomiro Junho

 

Associação Athletica Cambucy foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). APhalange do Cambucyfoi Fundado na terça-feira, do dia 22 de Abril de 1919. O clube ficava sediado no Bairro de Cambuci, no Centro de São Paulo. O Cambucy participou de algumas edições do  Campeonato Municipal da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), como por exemplo, em 1923.

O clube teve uma participação no Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1927; e oito edições no Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1924, 1925, 1926, 1928, 1929, 1930, 1931 e 1932.

 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes - Revista A Cigarra – Waldomiro Junho

 

O Club Athletico São Paulo Gaz foi fundado na data de 25 de maio de 1928, e era filiado a ACEA (Associação Commercial de Esportes Athleticos), da cidade de São Paulo.

Inicialmente sua sede se situou na Rua do Carmo, no Centro da cidade e, posteriormente, foi transferida para a Rua do Gazometro, 126, no bairro do Braz.

 

Os GAZISTAS, como eram conhecidos, possuíam estádio de futebol situado na Avenida do Estado, no bairro do Braz, o qual era mantido pela Companhia de Gaz de São Paulo.

O estádio foi inaugurado na data de 21 de maio de 1932. Nesse dia o São Paulo Gaz enfrentou a equipe do Club Athletico Britannia e venceu pelo placar de 4 a 0.

O árbitro foi o senhor Francisco Ganovez Sobrinho.

Os gols foram marcados por Edmundo, Cayuba, Moreno e Cesar, nessa sequência.

As equipes assim alinharam:

SÃO PAULO GAZ: Mathias, Orestes e Bertinelli. Josias, Cayuba e Edmeu. Edmundo, Victorino, Puttin, Cesar e Moreno.

BRITANNIA: Skinner, Lipdhim e Chitchester. Tairot, Pettigrew e Melvile. Toal, Hilton, Jamieson, Maclean e Dowaldsch.

OBS: A denominação Club Athletico São Paulo Gaz foi encontrada escrita dessa forma no Almanaque Esportivo Olympicus, do autor Tomaz Mazzoni, publicado no ano de 1943.

Entretanto, cumpre informar que, em todas as citações feitas a esse clube, encontradas nos diversos periódicos consultados, a denominação é São Paulo Gaz Futebol Clube.

Fontes: Diario Nacional, A Gazeta, Correio Paulistano e Almanaque Esportivo Olympicus, de Tomaz Mazzoni.

 

O União Vasco da Gama Futebol Clube, do bairro da Moóca, na cidade de São Paulo, foi fundado na data de 1º de maio de 1924.

Foto de 1929 do jornal A Gazeta

O clube teve nove participações no campeonato paulista, nos seguintes anos e divisões: 1927 (3ª), 1928 (2ª), 1929 (2ª), 1931 (4ª), 1932 (4ª), 1935 (2ª), 1938 (2ª) 1939 (2ª) e 1940 (2ª).

Anos 60

Antiga e histórica sede do clube, situada na Rua da Moóca, 3297.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, o historiador Waldevir Bernardo (Vie), Portal da Moóca, A Gazeta, e Almanaque do Futebol.

 

Fonte: A Gazeta

 

FONTE: Revista Fon Fon

 

 

A Associação Atlética Açucena foi fundada na data de 8 de agosto de 1924.

Tinha sua sede estabelecida na Avenida Thomaz Edson número 2352, no bairro do Limão, Zona Norte da Cidade de São Paulo.

O clube era conhecido como “O Mais Querido da Várzea”.

Na reunião realizada para a fundação desse clube, havia dúvidas quanto ao nome que ele receberia. Naquela época, havia existido no bairro vizinho da Barra Funda, uma agremiação carnavalesca denominada AÇUCENA CLUBE, que um mês antes havia sido extinta. Foi sugerido esse nome, que teve aceitação geral.

Os fundadores da Associação Atlética Açucena foram os senhores Antonio Carvalho Leite, Bruno Barbosa, Manoel Fernandes Balsero, Eugenio Cavalini, Aparício da Silva, Fernando Iacovantuono, Salvador Iacovantuono (primeiro presidente), José Fernandes Mourão, Antonio da Silva, José A. Luciano, Salustiano da Silva (Lilico), Tarquinio Belmonte e Domingos Rosa.

Primeiro jogo: A.A. Açucena 2 x 1 União Progresso da Casa Verde (o famoso Esmaga Sapo).

Estreia do uniforme: A.A. Açucena 1 x 1 Sete de Setembro F.C. (Freguesia do Ó).

A A.A. Açucena formou com Henrique, Fernando e Zé Bento. Bruno, Salvador e Medaglia. Aparício, Tarquinio, Lilico, Tonico e Eugenio.

Significado de Açucena

Açucena é uma planta que pode corresponder ao gênero Amaryllis, Hippeastrum, Worsleya e Zephyranthes, da família das amarilidáceas. A flor desta planta, originária da América do Sul, também é conhecida como amarílis, flor-de-lis do Japão e flor-de-lis de São Tiago.

Fontes: “A Gazeta Esportiva Ilustrada”, revista “Futebol Total-Futebol Amador Varzeano” álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, significados.com.br e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

 

A Associação São Paulo Alpargatas foi agremiação da cidade de São Paulo (SP). Foi Fundado na terça-feira, do dia 24 de Maio de 1921. A sua Sede ficava localizada na Rua Brigadeiro Machado, nº 5, no Bairro do Brás, em São Paulo.

 

FONTES: Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev - O Combate – Waldomiro Junho

 

O Spartanos Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O time Alvinegro foi Fundado na quinta-feira, do o dia 1º de Janeiro de 1914. A sua Sede e o campo ficavam no Bairro da Penha – Zona Leste de capital Paulistana.

O seu grande feito aconteceu no Torneio Paulista da Divisão Municipal de 1921 (os jogos, no entanto, foram realizados no ano seguinte: 1922), quando faturou o título. Na 1ª Fase, em jogo único, no domingo, do dia 12 de fevereiro de 1922, derrotou o Brasil Sport Club por 4 a 2.  Na 2ª Fase, também em jogo único, no domingo, do dia 05 de março de 1922, venceu o Busiris Football Club por 1 a 0. Pela 3ª Fase, também em jogo único, no domingo, do dia 19 de março de 1922, bateu a Associação Athletica Ordem e Progresso por 3 a 1.

Na fase semifinal, no domingo, do dia 26 de março de 1922, enfrentou a Associação Athletica Sul América. Num jogo equilibrado, a partida terminou empatada em 1 a 1. Com o resultado, foi necessário um jogo-extra. Então, no domingo, do dia 02 de abril de 1922, as duas equipes voltaram a se enfrentar. Desta vez, o Spartanos superou o adversário pelo marcador de 2 a 1.

Na grande final, no domingo, do dia 09 de abril de 1922, o adversário foi o Oriente Football Club. Numa partida disputada, o Spartanos venceu apertado por 2 a 1, fincando com o inédito título. A campanha do Spartanos Football Club: foram seis jogos, com cinco vitórias e um empate; marcando 13 gols, sofrendo seis, com um saldo positivo de sete tentos.

Time-base de 1915: Ferraz; Toledo e Miranda (Cap.); Wenceslau, Orlando e Cesário; Benjamin, Eurípedes, Maneco, Vieira e Josias.

 

FONTES: A Gazeta (SP) – Correio Paulistano – Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho

 

OBS: a história do clube já está inserida neste blog.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60 e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 
SE PALMEIRAS (SÃO PAULO – SP)

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CR OPERÁRIO (LONDRINAS – PR)

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Data: 07 de setembro de 1947 Local: Londrina – PR
Juiz: Vicente Gengo Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Osvaldinho (3), Bovio (2), Lula (2), Mário Miranda, Arturzinho e Mantovani
Palmeiras(SP): Oberdan (Lourenço); Osvaldo II e Turcão; Zezé, Tulio e Fiume (Gengo); Lula, Arturzinho (Renato II), Osvaldinho (Bovio), Canhotinho e Mário Miranda (Mantovani).
Operário(PR): Julio (Moacir); Gouveia (Nilo) e Rubens; Gilberto (Noronha), Baianinho e Oscar; Boanerges (Albertinho), Albertinho (Olavo), Leonidas, Fagundes e Canhoto.

Fonte: Gazeta Esportiva- SP

 

Fonte: Blog Escarafunchando

 

NOME: Associação Atlética Ferroviária
CIDADE: Mairinque – SP
FUNDAÇÃO: 19 de março de 1951
HISTÓRICO: Um das equipes mais tradicionais do futebol amador da cidade. Atualmente se dedica as categorias de base.

Equipe de 1979

Fonte: Blog de Vander Luiz

 

O Esporte Clube Coronel Fulgêncio de Almeida foi uma agremiação da cidade de Franca, localizado no Interior Paulista. Fundado às 12 horas, da quinta-feira, no dia 23 de Abril de 1914, como Football Club Coronel Fulgêncio de Almeida.

Reuniram-se na sua Sede à Praça João Mendes, no Centro de Franca (Posteriormente a Sede passou para a Avenida Major Nicácio, s/n, no Centro da Cidade), as diretorias dos clubes Coronel Fulgêncio de Almeida e Quinze de Novembro, grande massa popular, as bandas de música do Grêmio S. Benedicto e Eduardo Nunes.

Ali formou-se uma extensa comitiva que se dirigiu a casa da Sra. D. Amabile Braczak, a fim de receber um lindo estandarte que essa senhora confeccionou e gentilmente ofereceu ao clube.

Após entrega, falou o Sr. Homero Alves, orador oficial do clube, agradecendo o valioso donativo. O préstito dirigiu-se então para a Sede da Associação Athletica Francana, que incorporou, indo todos cumprimentar as redações dos jornais locais.

O préstito seguiu para a Sede do Club onde foi servido a todos um copo de cereja, havendo por essa ocasião, diversos brindes. Às 16 horas e meia, houve no campo do Club Coronel Fulgêncio de Almeida, um jogo amistoso entre esse Club e a Associação Athletica Francana. No final, os visitantes venceram pelo placar de 2 a 0.

Às 20 horas, grande e compacta massa popular, precedida das as bandas de música do Grêmio S. Benedicto, foi na casa do Professor David Carneiro, presidente da Associação Athletica Francana, cumprimentado-o pela vitória alcançada. O Coronel Fulgêncio de Almeida foi aclamado de forma unânime com o presidente honorário do clube.

Conquistas do Fulgêncio de Almeida 

O clube foi vice-campeão do Campeonato Citadino de Franca, em 1921, somando oito pontos (foram oito jogos, com três vitórias, dois empates e três derrotas). A AA Francana foi a campeã com 10 pontos (foram oito jogos, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas; marcando 11 gols e sofrendo quatro).

Em 1942, o Esporte Clube Coronel Fulgêncio de Almeida participou do Campeonato Paulista do Interior daquele ano. A competição contou com a presença dos 24 clubes campeões municipais. O Rubro-negro Francano entrou como o campeão da 8ª Região (Franca).

No entanto, o Coronel Fulgêncio de Almeida não foi e acabou eliminado. No domingo, do dia 04 de Outubro de 1942, foi até Ribeirão Preto e não se deu bem. O Botafogo venceu por 3 a 0, avançando na competição.

 

Time-base de 1932: Bahiano; Bruza e Arnaldo; Mezolino, Nenê e Jeronymo; Xaleira, Paulo, Azul, Franklin e Durval.

Nesta foto (acima), da década de 50, o Esporte Clube Coronel Fulgêncio de Almeida no seu campo (atualmente no local fica a Prefeitura de Franca, na Cidade Nova). O que sobrou do patrimônio do extinto Fulgêncio de Almeida ninguém sabe ao certo.

A equipe posada do Fulgêncio de Almeida. EM PÉ: (da esquerda para a direita): Sebastião Furini, Déco, Ivo Finardi, Agostinho, Pacífico e Katira. AGACHADOS: (da esquerda para a direita): Zezinho Geron, Nêgo Oreia, Peres, Giba e Aroeira.

FONTES & FOTO: Rsssf Brasil – O Combate – Correio Paulistano – Diário Nacional – GCN.net.br – Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes - Waldomiro Junho

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

Clube Atlético Parque da Moóca (São Paulo-SP) - 1946

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Na data de 6 de julho de 1932, quando se iniciava a Revolução Constitucionalista de 1932, a Associação Athletica Alpargatas trocou seu nome para Clube Atlético Albion,  sendo certo que este clube desligou-se por completo da fábrica que lhe emprestava o nome.

Com a revolução, as atividades futebolísticas de todos os clubes paulistas sofreram um recesso, somente retomadas no final daquele ano.

E no início do ano de 1933, o Clube Atlético Albion disputou com o Luzitano Futebol Clube, numa melhor de duas partidas, o título de campeão da Primeira Divisão do futebol de São Paulo.

Na primeira partida aconteceu um empate por um ponto.

E na data de 15 de janeiro de 1933, no campo do Sport Club Internacional, o Clube Atlético Albion venceu o Luzitano Futebol Clube pelo placar de 4 a 1, sagrando-se o campeão de 1932, título esse que lhe garantiu o acesso a Divisão de elite de São Paulo.

Nessa partida final, as equipes assim alinharam:

ALBION: Rêde, Batata e Cachimbo. Sebastião, Nino e Moura. Frederico, Imparato, Celeste, Renato e Rolando.

LUZITANO: Rodrigues, Alfredo e Roxo. Accacio, Nobre e Accacio II. Paulo, Tatu, Toneco, Bianchini e Serrone.

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

 

 HISTÓRIA

Segundo relatos históricos de Jacomo Alves com 84 anos de idade.

O Vasco começou com a junção de Sacadura Cabral e Gago Coutinho e foi batizado de Grêmio Dramático Recreativo Vasco da Gama por Antônio Borges, aonde o Dramático origina-se de que o clube realizava peças dramáticas antecipando os bailes.

O primeiro campo do Vasco foi na Rua Padre Caldas Barbosa na década de 20 e teve passagem de grandes jogadores, dando ênfase ao time tri-campeão da liga de Santana (João Xatulé, Brasílio, Pereirinha, Filhote, Toninho da Chácara, China, Olívio, Diamantino, Angé, Ulisses, Tatu, Agostinho, De Maria etc…). Foi com esse time em que o clube ficou conhecido, aonde até as mulheres e crianças ocupavam os caminhões que acompanhavam o clube em suas disputas.

Dentre as grandes figuras destaca-se a Dona Antonia Castino considerada a maior torcedora do clube, chegando a brigar com árbitros nos jogos e Oswaldo Monteiro Brandão, nosso massagista, que trabalhou 35 anos da federação universitária de esportes (FUPE) e foi massagista da seleção brasileira de volley.

A origem do mascote Galo Azul foi criada por Adolfo, que pintou um galo de azul para soltar no campo do Flamengo da Vila Maria.

O Vasco teve vários times, dentre os quais se destaca o time da década de 60, composto por: Soares, Octavio Solto, Zé Colméia, Nardão, João XXI, Lagartixa, Carlinhos, Lingüiça, Zé Mau, Pinga e Walter.

A primeira sede social foi situada na esquina da Avenida Joaquina Ramalho com a Rua João Ventura Baptista.

Nessa época fazia-se muitos bailes animados por Jacomo e sua orquestra, porém o melhor da época eram os bailes de carnaval.

Em 1968, o Vasco comprou a sua sede atual, na Rua José Bernardo Pinto, 486 na Vila Guilherme, onde está situado um ginásio de esportes com uma quadra de Futsal e um campo de Bocha Sintético com um time que participava de campeonatos, sendo presidente Dionízio Lopes Martins, 1º Vice-Presidente Carlos Alberto Reimão, 2º Vice-Presidente Antônio Francisco dos Santos.

Após estes, tivemos vários presidentes: Carlos Alberto Reimão, Eleotério Herrera, Jadir Silvestre, José dos Santos Estevão, Lúcio Martins, Luiz Henrique Gobby, Osvaldo Reimão, Raul Vilar, Vitorino Augusto Nascimento Morgado, Wolney Reimão, José Soares…
E foi na gestão de Carlos Alberto Reimão que o Vasco comprou um terreno e ampliou nosso clube com um lindo salão social de 374m².

A diretoria atual, trabalha para desenvolver um projeto social para crianças, jovens, adultos e idosos com arte marcial, escolinha de futebol e ginástica.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”, site “Vila Guilherme, a Pérola da Zona Norte” e site do clube (de onde foi retirada sua história).

Especiais agradecimentos ao ex-arqueiro José Soares.

 

Campeão da Divisão Intermediária de 1939

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

CAMPEONATO DO INTERIOR – 1947

1ª ZONA

SETOR 1
ESPORTE CLUBE PARAIBÚNA (PARAIBÚNA)
ESPORTE CLUBE PEDRA SANTA (JACAREÍ)
ESPORTE CLUBE SÃO JOSÉ (SÃO JOSÉ DOS CAMPOS)
ESPORTE CLUBE ELVIRA (JACAREÍ)
PONTE PRETA FUTEBOL CLUBE (JACAREÍ)
UNIÃO FUTEBOL CLUBE (MOGI DAS CRUZES)
SETOR 2

ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA GUARATINGUETÁ (GUARATINGUETÁ)
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA INDUSTRIAL (PINDAMONHANGABA)
ESPORTE CLUBE TAUBATÉ (TAUBATÉ)
TECIGUARÁ FUTEBOL CLUBE (TECIGUARÁ)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA FERROVIÁRIA (PINDAMONHANGABA)
CLUBE ATLÉTICO TREMEMBÉ (TREMEMBÉ)

SETOR 3

FRIGORÍFICO ATLÉTICO CLUBE (CRUZEIRO)
BRASIL FUTEBOL CLUBE (CRUZEIRO)
ESPORTE CLUBE ESTRELA (PIQUETE)
CRUZEIRO FUTEBOL CLUBE (CRUZEIRO)
ESPORTE CLUBE HEPACARÉ (LORENA)
CACHOEIRA FUTEBOL CLUBE (CACHOEIRA PAULISTA)

SETOR 4

CLUBE ATLÉTICO RHODIA (SANTO ANDRÉ)
UNIÃO TIETÊ FUTEBOL CLUBE (GUARULHOS)
ESPORTE CLUBE PAULISTA (TIETÊ)
SÃO CAETANO ESPORTE CLUBE (SÃO CAETANO DO SUL)

2ª ZONA

SETOR 5

SÃO JOÃO FUTEBOL CLUBE (JUNDIAÍ)
CLUBE ATLÉTICO BRAGANTINO (BRAGANÇA PAULISTA)
BRAGANÇA FUTEBOL CLUBE (BRAGANÇA PAULISTA)
CORINTHIANS FUTEBOL CLUBE (CAMPINAS)

SETOR 6
CLUBE ATLÉTICO EXPEDICIONÁRIOS (FRANCO DA ROCHA)
COUROS E CURTUME PAULISTA ATLÉTICO CLUBE (ITATIBA)
MORUNGABA FUTEBOL CLUBE (MORUNGABA)
ITATIBA ESPORTE CLUBE (ITATIBA)
CLUBE RECREATIVO MELHORAMENTOS (CAIEIRAS)

SETOR 7
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SOCORRENSE (SOCORRO)
AMPARO ATLÉTICO CLUBE (AMPARO)
FLORESTA ATLÉTICO CLUBE (AMPARO)
CORINTHIANS ESPORTE CLUBE (PEDREIRA)
ESPORTE CLUBE CORINTHIANS (PEDREIRA)
ESPORTE CLUBE SANTA SOFIA (PEDREIRA)

SETOR 8

CLUBE ATLÉTICO USINA SANTA BÁRBARA (SANTA BÁRBASRA DO OESTE)
UNIÃO AGRÍCOLA BARBARENSE FUTEBOL CLUBE (SANTA BÁRBASRA DO OESTE)
CLUBE RECREATIVO E ESPORTIVO CARIOBA (AMERICANA)
RIO BRANCO ESPORTE CLUBE (AMERICANA)

SETOR 9
MATARAZZO FUTEBOL CLUBE (RIO CLARO)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ARARENSE (ARARAS)
COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (ARARAS)
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA VELO CLUBE RIOCLARENSE (RIO CLARO)
RIO CLARO FUTEBOL CLUBE (RIO CLARO)
CLUBE ATLÉTICO PIRACICABANO (PIRACICABA)

3ª ZONA

SETOR 10
ROSÁRIO FUTEBOL CLUBE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)
COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)
CLUBE ATLÉTICO PRATA (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)
PALMEIRAS FUTEBOL CLUBE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)
SOCIEDADE ESPORTIVA SANJOANENSE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)

SETOR 11

ESPORTE CLUBE UNIÃO (PIRASSUNUNGA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANALANDENSE (ANALÂNDIA)
PORTO FERREIRA FUTEBOL CLUBE (PORTO FERREIRA)
CLUBE ATLÉTICO PIRASSUNUNGUENSE (PIRASSUNUNGA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SANTARRITENSE (SANTA RITA DO PASSA QUATRO)
INDEPENDENTE FUTEBOL CLUBE (PIRASSUNUNGA)

SETOR 12
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VARGEANA (VARGEM GRANDE DO SUL)
ESPORTE CLUBE IPIRANGA (ESPÍRITO SANTO DO PINHAL)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RIOPARDENSE (SÃO JOSÉ DO RIO PARDO)
RADIUM FUTEBOL CLUBE (MOCOCA)
COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (ESPÍRITO SANTO DO PINHAL)
GINÁSIO PINHALENSE DE ESPORTES ATLÉTICOS (ESPÍRITO SANTO DO PINHAL)
RIO PARDO FUTEBOL CLUBE (SÃO JOSÉ DO RIO PARDO)

SETOR 13

ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SÃO SIMÃO (SÃO SIMÃO)
ASSOCIAÇÃO AMÁLIA ESPORTES ATLÉTICOS (SANTA ROSA DO VITERBO)
SERTÃOZINHO FUTEBOL CLUBE (SERTÃOZINHO)
BARBACENA FUTEBOL CLUBE (PONTAL)
SÃO JOAQUIM FUTEBOL CLUBE (SÃO JOAQUIM DA BARRA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JOAQUINENSE (SÃO JOAQUIM DA BARRA)
BATATAIS FUTEBOL CLUBE (BATATAIS)

4º ZONA

SETOR 14

COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (TIETÊ)
CAPIVARIANO FUTEBOL CLUBE (CAPIVARI)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JUVENTUS (CAPIVARI)
ESPORTE CLUBE PRIMAVERA (INDAIATUBA)

SETOR 15

GUARANI SALTENSE ATLÉTICO CLUBE (SALTO)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SALTENSE (SALTO)
ESPORTE CLUBE OFICINA GAZOLA (ITU)
ESPORTE CLUBE UNIÃO (PORTO FELIZ)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTOFELICENSE (PORTO FELIZ)

SETOR 16
ESPORTE CLUBE SANTANA (ITAPEVA)
CLUBE ATLÉTICO SOROCABANA (ITAPETININGA)
BANDEIRANTES FUTEBOL CLUBE (BURI)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ITAPETININGA (ITAPETININGA)

SETOR 17
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA XI DE AGOSTO (TATUÍ)
ESPORTE CLUBE SÃO MARTINHO (TATUÍ)
SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE (TATUÍ)
PIEDADE FUTEBOL CLUBE (PIEDADE)
CLUBE ATTLÉTICO VOTORANTIM (SOROCABA)

5ª ZONA

SETOR 18

BANDEIRANTES FUTEBOL CLUBE (BOTUCATU)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AVAREENSE (AVARÉ)
SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (AVARÉ)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BOTUCATUENSE (BOTUCATU)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA FERROVIÁRIA (BOTUCATU)

SETOR 19

ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SANTACRUZENSE (SANTA CRUZ DO RIO PARDO)
CLUBE ATLÉTICO IPAUÇUENSE (IPAUÇU)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SANTACRUZENSE (SANTA CRUZ DO RIO PARDO)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BERNARDINENSE (BERNARDINO DE CAMPOS)
ESPORTE CLUBE OLÍMPICO (OURINHOS)
ESPORTE CLUBE ITAIENSE (ITAÍ)

SETOR 20
ATLÉTICO BRASIL CLUBE (ARAGUAÇU)
CANDIDO MOTA FUTEBOL CLUBE (CANDIDO MOTA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA FERROVIÁRIA (ASSIS)
CLUBE ATLÉTICO ASSISENSE (ASSIS)
ESPORTE CLUBE 1º DE MAIO (ARAGUAÇU)
CLUBE ATLÉTICO FERROVIÁRIO (CANDIDO MOTA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ARAGUAÇUENSE (ARAGUAÇU)

SETOR 21

MARTINS ESPORTE CLUBE (MARTINÓPOLIS)
ESPORTE CLUBE REGENTE FEIJÓ (REGENTE FEIJÓ)
ASSOCIAÇÃO PRUDENTINA DE ESPORTES ATLÉTICOS (PRESIDENTE PRUDENTE)
ESPORTE CLUBE CORINTHIANS (PRESIDENTE PRUDENTE)

SETOR 22
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VENCESLAUENSE (PRESIDENTE VENCESLAU)
PAULISTA FUTEBOL CLUBE (ÁLVARES MACHADO)
FADA FUTEBOL CLUBE (SANTO ANASTÁCIO)
ESPORTE CLUBE BANDEIRANTES (ÁLVARES MACHADO)

6ª ZONA

SETOR 23
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PEDERNEIRAS (PEDERNEIRAS)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA MOCOEMBU (DOIS CÓRREGOS)
CLUBE ATLÉTICO BROTENSE (BROTAS)
PAULISTA ESPORTE CLUBE (SÃO CARLOS)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BARRA BONITA (BARRA BONITA)

SETOR 24

ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO (JAÚ)
BOCAINA FUTEBOL CLUBE (BOCAINA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ITAPUÍ (ITAPUí)
UNIÃO FUTEBOL CLUBE (BARIRI)
ESPORTE CLUBE AMÉRICA (JAÚ)
ESPORTE CLUBE FERROVIÁRIO DOURADENSE (DOURADO)

SETOR 25

ATLÉTICO MONTE AZUL (MONTE AZUL PAULISTA)
JABOTICABAL ATLÉTICO (JABOTICABAL)
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA BANCÁRIOS (OLÍMPIA)
CLUBE ATLÉTICO TAQUARITINGA (TAQUARITINGA)

SETOR 26

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA INTERNACIONAL (BEBEDOURO)
ESPORTE CLUBE PAULISTA (BEBEDOURO)
ESPORTE CLUBE SÃO PAULO GOYAZ (BEBEDOURO)
CLUBE ATLÉTICO VASCO DA GAMA (BEBEDOURO)
BARRETOS FUTEBOL CLUBE (BARRETOS)

7ª ZONA

SETOR 27

AGUDOS FUTEBOL CLUBE (AGUDOS)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SAÕMANOELENSE (SÃO MANOEL)
ESPORTE CLUBE BANDEIRANTES (SÃO MANOEL)
BAURU ATLÉTICO CLUBE (BAURU)
ESPORTE CLUBE NOROESTE (BAURU)
CLUBE ATLÉTICO LENÇOENSE (LENÇOIS PAULISTA)

SETOR 28
ESPORTE CLUBE MUNICIPAL (VERA CRUZ)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO BENTO (MARÍLIA)
BRASIL BANDEIRANTES ESPORTE CLUBE (MARÍLIA)
ESPORTE CLUBE COMERCIAL (MARÍLIA)
GARÇA FUTEBOL CLUBE (GARÇA)

SETOR 29
ORIENTE FUTEBOL CLUBE (ORIENTE)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA POMPEIANA (POMPÉIA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA QUINTANA (QUINTANA)
TUPÃ FUTEBOL CLUBE (TUPÃ)
OURO BRANCO FUTEBOL CLUBE (TUPÃ)

SETOR 30
GLÓRIA FUTEBOL CLUBE (CAFELÂNDIA)
PIRAJUÍ ATLÉTICO CLUBE (PIRAJUÍ)
CAFELÂNDIA FUTEBOL CLUBE (CAFELÂNDIA)
CLUBE ATLÉTICO PRESIDENTE ALVES (PRESIDENTE ALVES)
COQUEIRÃO FUTEBOL CLUBE (PIRAJUÍ)

SETOR 31
PAULISTA FUTEBOL CLUBE (GUAIÇARA)
BANDEIRANTE ESPORTE CLUBE (BIRIGUI)
CLUBE ATLÉTICO COMERCIAL (LINS)
SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (ARAÇATUBA)
CLUBE ATLÉTICO LINENSE (LINS)

8ª ZONA

SETOR 32

UCHOA FUTEBOL CLUBE (UCHOA)
GUARANI FUTEBOL CLUBE (CATANDUVA)
ESPORTE CLUBE RIO BRANCO (IBITINGA)
COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (CATANDUVA)
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UCHOENSE (UCHOA)
CLUBE ATLÉTICO NOVO HORIZONTE (NOVO HORIZONTE)
PAULISTA FUTEBOL CLUBE (ARARAQUARA)

SETOR 33

MIRASSOL FUTEBOL CLUBE (MIRASSOL)
CAFÉ FUTEBOL CLUBE (SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA JOSÉ BONIFÁCIO (JOSÉ BONIFÁCIO)
TANABI ESPORTE CLUBE (TANABI)
RIO PRETO ESPORTE CLUBE (SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)
PALESTRA FUTEBOL CLUBE (SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)
AMÉRICA FUTEBOL CLUBE (SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)

Fonte: Gazeta Esportiva- SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Associação Portuguesa de Desportos - Campeã do Torneio Início

 

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

1º turno

 

07/04/1946 Jabaquara 1 x 0 SP Railway

07/04/1946 Juventus 3 x 1 Ypiranga

07/04/1946 Portuguesa 4 x 2 Port. Santista

07/04/1946 Corinthians 6 x 4 Comercial

13/04/1946 Comercial 0 x 3 Port. Santista

14/04/1946 Santos 1 x 3 Ypiranga

14/04/1946 São Paulo 3 x 1 Jabaquara

14/04/1946 Palmeiras 3 x 0 Juventus

20/04/1946 Corinthians 2 x 3 SP Railway

21/04/1946 Juventus 0 x 1 Comercial

21/04/1946 Port. Santista 2 x 6 Jabaquara

21/04/1946 Portuguesa 3 x 2 Palmeiras

27/04/1946 Corinthians 5 x 1 Santos

27/04/1946 Ypiranga 1 x 0 SP Railway

27/04/1946 Jabaquara 3 x 2 Portuguesa

27/04/1946 São Paulo 3 x 1 Port. Santista

04/05/1946 Portuguesa 1 x 0 Juventus

05/05/1946 Santos 2 x 0 Port. Santista

05/05/1946 São Paulo 4 x 0 SP Railway

05/05/1946 Palmeiras 3 x 2 Ypiranga

11/05/1946 Palmeiras 3 x 1 Santos

12/05/1946 Comercial 4 x 2 Ypiranga

12/05/1946 Juventus 1 x 1 Jabaquara

12/05/1946 Port. Santista 3 x 3 Corinthians

18/05/1946 Corinthians 2 x 0 Portuguesa

19/05/1946 SP Railway 2 x 1 Juventus

19/05/1946 Santos 1 x 1 Jabaquara

19/05/1946 São Paulo 2 x 1 Ypiranga

25/05/1946 Comercial 2 x 5 SP Railway

26/05/1946 Portuguesa 0 x 2 Santos

26/05/1946 Jabaquara 0 x 2 Palmeiras

02/06/1946 São Paulo 4 x 1 Juventus

02/06/1946 Palmeiras 1 x 0 Comercial

02/06/1946 Ypiranga 0 x 2 Portuguesa

05/06/1946 Port. Santista 1 x 1 SP Railway

09/06/1946 Santos 7 x 0 Comercial

09/06/1946 Corinthians 2 x 2 São Paulo

15/06/1946 Juventus 3 x 1 Santos

16/06/1946 Palmeiras 2 x 2 SP Railway

16/06/1946 Portuguesa 3 x 1 Comercial

16/06/1946 Jabaquara 2 x 1 Ypiranga

20/06/1946 Santos 2 x 2 SP Railway

23/06/1946 Corinthians 2 x 0 Ypiranga

23/06/1946 Port. Santista 3 x 0 Palmeiras

23/06/1946 São Paulo 2 x 2 Portuguesa

29/06/1946 Corinthians 2 x 0 Palmeiras

29/06/1946 Ypiranga 3 x 3 Port. Santista

06/07/1946 SP Railway 2 x 3 Portuguesa

07/07/1946 Comercial 1 x 8 São Paulo

07/07/1946 Jabaquara 0 x 3 Corinthians

13/07/1946 Comercial 2 x 5 Jabaquara

14/07/1946 Corinthians 2 x 2 Juventus

14/07/1946 Santos 1 x 3 São Paulo

21/07/1946 São Paulo 0 x 1 Palmeiras

21/07/1946 Port. Santista 4 x 2 Juventus

 

2º Turno

 

27/07/1946 Portuguesa 4 x 1 Jabaquara

28/07/1946 Port. Santista 1 x 4 São Paulo

28/07/1946 Santos 0 x 3 Ypiranga

28/07/1946 Comercial 2 x 2 SP Railway

03/08/1946 Comercial 4 x 3 Juventus

04/08/1946 Corinthians 5 x 1 SP Railway

04/08/1946 Palmeiras 2 x 1 Portuguesa

04/08/1946 Port. Santista 0 x 3 Jabaquara

10/08/1946 SP Railway 2 x 0 Jabaquara

11/08/1946 Ypiranga 0 x 2 Juventus

11/08/1946 Santos 0 x 0 Corinthians

11/08/1946 São Paulo 0 x 1 Comercial

17/08/1946 Palmeiras 4 x 1 Jabaquara

18/08/1946 Port. Santista 1 x 2 Santos

18/08/1946 São Paulo 1 x 0 Ypiranga

18/08/1946 Juventus 2 x 5 Portuguesa

24/08/1946 Portuguesa 3 x 2 Ypiranga

25/08/1946 Corinthians 1 x 1 Port. Santista

25/08/1946 Palmeiras 2 x 1 Comercial

25/08/1946 Santos 3 x 1 SP Railway

31/08/1946 São Paulo 3 x 1 Santos

01/09/1946 SP Railway 1 x 3 Port. Santista

01/09/1946 Jabaquara 5 x 1 Juventus

01/09/1946 Portuguesa 2 x 2 Corinthians

07/09/1946 Jabaquara 0 x 1 São Paulo

07/09/1946 Palmeiras 3 x 1 Juventus

08/09/1946 Port. Santista 2 x 2 Comercial

08/09/1946 Portuguesa 0 x 0 SP Railway

14/09/1946 Corinthians 1 x 0 Jabaquara

15/09/1946 Palmeiras 0 x 0 Ypiranga

15/09/1946 Santos 4 x 0 Juventus

15/09/1946 São Paulo 3 x 1 SP Railway

21/09/1946 Ypiranga 5 x 2 Jabaquara

22/09/1946 Santos 2 x 2 Palmeiras

22/09/1946 Juventus 1 x 5 SP Railway

22/09/1946 Portuguesa 2 x 0 Comercial

29/09/1946 São Paulo 0 x 0 Corinthians

05/10/1946 Palmeiras 3 x 1 Port. Santista

06/10/1946 Comercial 0 x 1 Corinthians

06/10/1946 Ypiranga 0 x 3 SP Railway

12/10/1946 Juventus 4 x 2 Port. Santista

13/10/1946 Portuguesa 0 x 1 São Paulo

13/10/1946 Ypiranga 2 x 1 Comercial

20/10/1946 Jabaquara 3 x 1 Comercial

20/10/1946 Port. Santista 2 x 1 Ypiranga

20/10/1946 Corinthians 0 x 1 Palmeiras

26/10/1946 Palmeiras 1 x 1 SP Railway

27/10/1946 Santos 4 x 3 Portuguesa

27/10/1946 Corinthians 1 x 3 Ypiranga

28/10/1946 São Paulo 6 x 0 Juventus

01/11/1946 Santos 5 x 1 Comercial

03/11/1946 Corinthians 3 x 0 Juventus

03/11/1946 Port. Santista 5 x 2 Portuguesa

10/11/1946 Jabaquara 1 x 1 Santos

10/11/1946 Palmeiras 0 x 0 São Paulo

Classificação (por pontos perdidos):

São Paulo 8 pp, Palmeiras 10 pp, Corinthians 13 pp, Portuguesa 17 pp, Santos 19 pp, Jabaquara 21 pp, Port. Santista e SP Railway 23 pp, Ypiranga 26 pp, Comercial e Juventus 30 pp.

São Pasulo Futebol Clube - Tetracampeão Paulista de Aspirantes

Fonte: Gazeta Esportiva, Folha da Manhã e Folha da Noite

 

Sociedade Esportiva Palmeiras - Campeã

São Paulo Futebol Clube - Vice campeão

 

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Clube Atlético Piracicabano - Campeão do Torneio Início de 1946

 

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

 

 

 

Fonte: A Gazeta Esportiva - SP

 

Sua formação principal era Vucel, Monte e Cocodé. Zico, Romana e Armando. Luizinho, Olegario, Gouveia, Sebastião e Alarico.

O Paulista Futebol Clube participou do Campeonato Paulista da Segunda Divisão nos anos de 1948, 1949, 1950, 1952 e 1954.

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: A Gazeta.

 

Seleção Paulista de Futebol - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

 

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva / SP

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