No dia 17 de março de 2017, o Clube Náutico Marcílio Dias, um dos clubes mais tradicionais do futebol catarinense, completou 98 anos de existência. No sábado, dia 18, a diretoria do clube promoveu um grande evento para comemorar o aniversário do Rubro-Anil e, dentre as atrações, abriu espaço para exposição dos acervos de colecionadores de artigos históricos do clube.

Camisas, flâmulas, jornais, revistas, álbuns, súmulas de jogos, estatutos, carteirinhas de sócios, exemplares do livro “Torneio Luiza Mello – Marcílio Dias Campeão Catarinense de 1963″ e outros artigos de diversas épocas foram expostos na Sala de Troféus, localizada nas dependências do Estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí. Uma das preciosidades foi a carteirinha de sócio que pertenceu a Gabriel Collares, um dos fundadores do clube, além de camisas de jogo da década de 1980.

Participaram da exposição os colecionadores de camisas Marcelo Sagaz Baião, Felipe Leonardo Vieira e Giuliano Nazari, e os pesquisadores Fernando Alécio e Gustavo Melim. Durante a programação de aniversário do Marcílio Dias, também foi realizada a primeira edição do Seminário de História do Futebol Itajaiense, iniciativa do Grupo Memória do Futebol Catarinense, que abordou temas relacionados à história do quase centenário “Marinheiro”.

 

O Vasco da Gama Futebol Clube (Vasco de Caçador) é uma agremiação da cidade de Caçador (SC). Fundado no sábado, do dia 1º de Junho de 1957, a sua Sede está situado na Rua Itororó, nº 363,no Centro de Caçador.

Em 24 de abril de 1978, o então prefeito de Caçador, Reno Luiz Caramori sancionou a Lei nº 8/78, que firmava convênio, visando a execução e implantação de uma Praça de esportes num terreno de propriedade do Clube situado a Rua José Gioppo, as margens direita do Rio Caçador, no Bairro Gioppo.

Em pé da direita p/ a esquerda. Berardi, Lauro Bugre, Carazinho, Isca, Pedrinho, Nelson. Agachados da esquerda p/ a direita, Sabará, Ligação, Oscarsinho, Jonas, Idalin

O Vasco de Caçador fez parte do Campeonato Catarinense de 1965, na Quarta Zona (Região Planalto), juntamente com as equipes: Guarani e Internacional, ambos de Lages; Nevada (São Joaquim); Pery (Mafra); Santa Cruz, Botafogo e Ipiranga, todos de Canoinhas.

Em 1966, voltou a participar. Fez parte da Zona Rudi Nodari (Oeste), com mais sete clubes: Comercial  e Cruzeiro, ambos de Joaçaba; Guarany (Xaxim); Atlético Chapecoense (Chapecó); Perdigão (Videira); Sadia e Guaycurus, ambos de Concórdia.

 

FONTES: Leis Municipais de Caçador – Rsssf Brasil – Página no Facebook “História do Futebol de Santa Catarina” – Blog Boteco do Pardal – Página no Facebook “Fotos de Caçador SC” – Diário Rio do Peixe 

 

 

 

 

FONTE: Revista Placar.

 

 

 

No dia 02 de abril de 1978, ainda de camisa azul, o Criciúma fez o primeiro jogo da sua história, em um amistoso contra o Clube Náutico Marcílio Dias de Itajaí.

 Fonte: site Criciúma E. C.

 

 ACADEMIA DE FUTEBOL SPORT BRASIL LTDA.

FUNDAÇÃO: 05/05/2005

ENDEREÇO: R. BRUNO ANTUNES FARIAS/SN – CAPIVARI DE BAIXO/SC

ESTÁDIO: MUNICIPAL ENGENHEIRO LIRIO BURIGO.

SITUAÇÃO: EXTINTO.

DISPUTOU O CAMPEONATO CATARINENSE DA SÉRIE B1 (3. DIVISÃO)  EM 2005.

CAMPANHA: 18 J – 7 V – 6E – 5D – 34GP – 30GC

ACUMULOU 27 PONTOS GANHOS, O QUE LHE VALERIA A 4. COLOCAÇÃO GERAL, PORÉM, DEVIDO A PERDA DE 12 PONTOS PELA ESCALAÇÃO DE DIVERSOS JOGADORES IRREGULARES, FECHOU A COMPETIÇÃO EM ULTIMO LUGAR (10.)  COM APENAS 15 PG.

Fonte: Acervo pessoal.

 

FONTES: Diomicio Freitas – Fernando Criciúma

 

 

Este torneio teve por finalidade, a arrecadação de fundos para a construção da sede do Clube Náutico Francisco Martinelli.

DATA: 08 DE FEVEREIRO DE 1931
LOCAL: CAMPO DA FEDERAÇÃO, EM FLORIANÓPOLIS / SC

1º JOGO

ATLÉTICO

0-0

FRANCISCO MARTINELLI (1-0 ESC)

2º JOGO

AVAÍ

1-0

TAMANDARÉ

3º JOGO

FIGUEIRENSE

0-0

BARRIGA VERDE (3-2 ESC)

4º JOGO

ATLÉTICO

0-0

AVAÍ (2-1 ESC)

FINAL

ATLÉTICO

1-0

FIGUEIRENSE

CAMPEÃO – CLUBE ATLÉTICO CATARINENSE (FLORIANÓPOLIS – SC)

 

Clube Atlético Tubarão é uma agremiação da cidade de Tubarão (SC). O “Peixe” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de Abril de 2005, com o nome de Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul. A sua Sede localizada na Rua Simeão Esmeraldino de Menezes, 400/ Sala 45, Uniparque UNISUL, no Bairro Dehon, em Tubarão.

Tricolor (Cores oficiais: Branco, Azul e Preto), manda os seus jogos no Estádio Domingos Silveira Gonzáles, com capacidade para 3.500 pessoas, que é patrimônio do clube, mas por questões judiciais, momentaneamente, pertence a Prefeitura de Tubarão.

Presidido por Luiz Henrique Martins Ribeiro, o Tubarão atualmente disputa o Campeonato Catarinense da Série A de 2017, organizado pela Federação Catarinense de Futebol (F.C.F.). No momento, a competição está na segunda rodada. O Tubarão estreou (29/01/17), com um empate sem gols, fora de casa, com o Metropolitano. Na rodada seguinte (1º/02/17), recebeu a visita da Chapecoense, e acabou derrotada pelo placar de 1 a 0 (gol de Wellington Paulista).

HISTÓRIA

O surgimento do clube aconteceu em 14 de abril de 2005 como Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul. Logo em sua primeira competição, no Campeonato Catarinense da Série B1 de 2005 (uma espécie de terceira divisão), venceu bem o 1º Turno, com oito vitórias e apenas uma derrota em nove jogos.

Na final, bateu o Operários Mafrenses e o título veio junto com uma vaga na semifinal geral do campeonato. No 2º Turno, o time não repetiu a boa campanha do primeiro e terminou na 6ª colocação. Mesmo assim se classificou para as quartas-de-final.

O Cidade Azul parou na semifinal do returno. No entanto, isso não foi um problema, já que o time estava automaticamente classificado para a semifinal geral do campeonato contra o Figueirense B. O Figueira venceu os dois jogos e foi para a final. Mas como a Federação não permite o acesso de times reservas, ou os chamados “times B”, e a vaga para a Série A2 caiu no colo do Cidade Azul.

 

PRESSÃO DERRUBOU

A pressão de encarar times de tradição como Criciúma e Joinville foi grande para o novato Cidade Azul que acabou não resistindo a pressão. Somou apenas nove pontos em 11 jogos e ficou no 11º lugar, o penúltimo da competição, caindo para a Segundona de 2007 apenas por ter sofrido mais gols que o Brusque.

 

APÓS A TEMPESTADE VEIO A BONANÇA

Em 2007 as coisas mudaram no Peixe. Rotina para os times pequenos, devido ao calendário, o clube entrou em campo apenas no segundo semestre, em julho. A batalha na Divisão de Acesso começou no dia 8 de julho: vitória por 1 a 0 sobre o Ferroviário. O restante da 1ª fase foi razoável, o bastante para se classificar e vencer o primeiro turno, que dava direito a uma vaga na final do campeonato.

No segundo turno, a história se repetiu e o time de Tubarão levantou a taça. Ao vencer os dois turnos sagrou-se campeão da Divisão de Acesso 2007 e conquistou a tão sonhada vaga na elite do futebol Catarinense em 2008.

 

EM 2009 FOI CONTURBADO: MUDANÇA DE NOME E NOVO REBAIXAMENTO  

Antes do início do Campeonato Catarinense de 2009, a relação entre a diretoria e os torcedores chegou no limite. O motivo: a falta de identidade do nome do time (Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul) com a cidade de Tubarão.

Assim, a torcida decidiu protestar. Não aceitava mais o nome Cidade Azul. Torcedores exigiram que o nome do clube fosse ligado à cidade. Com isso, a diretoria se mexeu e deu início ao processo para a mudança do nome para Clube Atlético Tubarão.

No entanto, para conseguir a certidão negativa junto à Federação Catarinense de Futebol (FCF) e mudar o nome, o clube teve que quitar débitos com INSS e Receita Federal. O pessoal quitou os débitos e mudou o nome junto à FCF.

Porém, já com o novo nome (Atlético Tubarão) acabou rebaixado do Campeonato Catarinense em 2009, quando ficou na décima e última colocação, com apenas cinco pontos.

Nos anos seguintes o Peixe chegou a beliscar o acesso quatro vezes: em 2010 foi 3º colocado com 37 pontos. Em 2011 novamente na 3ª posição, com 34 pontos. Em 2012 ficou em 4º lugar, com 28 pontos. Em 2013 ficou com o 3º lugar, com 33 pontos. Em 2014 ficou em , com 28 pontos, e em 2015, quando perdeu a vaga no saldo de gols, ficou em terceiro, com 36 pontos.

 

DEPOIS DE BATER NA TRAVE, CLUBE FAZ PARCERIA INOVADORA

Em 2015 o Clube Atlético Tubarão e a empresa K2 Soccer S/A iniciaram um projeto inovador. O objetivo é modernizar e estruturar todos os setores investindo na qualificação.

Estruturada através de uma SPE (Sociedade de Propósito Específico), a união visa preservar receitas para o Clube e potencializar a capacidade de investimento no futebol, fomentando a profissionalização e a busca por novos negócios.

Atendendo ao escopo inovador, o Clube foi transformado em empresa, com a razão social: Clube Atlético Tubarão SPE Ltda. e incubado na Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), se tornando, assim, o 1º Clube startup do Brasil. A SPE tem previsão de duração de 20 anos, prorrogáveis por mais 20, com o propósito de fazer o Tubarão crescer e se tornar um exemplo nacional de governança e gestão esportiva. Até 2025, a meta é estar entre os 40 maiores clubes do Brasil.

 

ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA: 2016 ‘O RETORNO À ELITE

Finalmente em 2016, com grandes mudanças na estrutura do clube, o Tubarão conseguiu antecipadamente o acesso à elite do futebol catarinense no dia 30 de outubro de 2016 ao golear a equipe do Porto por 9 a 1 no Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma. Na disputa das finas da Série B, perdeu para o Almirante Barroso por 3 a 1 no estádio Camilo Mussi e ganhou em casa por 1 a 0, ficando o Vice-campeonato.

 

 

FONTES: Wikipédia Página do clube no Facebook – Site do Clube – Federação Catarinense de Futebol (F.C.F.) 

 

DATA: 18 DE ABRIL DE 1937
LOCAL: FLORIANÓPOLIS – SC

1º JOGO

AVAÍ

1-0

FIGUEIRENSE

2º JOGO

ÍRIS

1-0

ATLÉTICO

3º JOGO

AVAÍ

1-0

TAMANDARÉ

FINAL

ÍRIS

2-0

AVAÍ

CAMPEÃO – ÍRIS FUTEBOL CLUBE (FLORIANÓPOLIS – SC)

 


Fonte: Jornal de Joinville, edições 28/10/68 e 01/11/68.

 

DATA

 

 

LOCAL

CAR

15.02.1942

BRUSQUENSE

3

X

3

CONCÓRDIA (RIO DO SUL-SC)

RIO DO SUL SC

A

08.03.1942

BRUSQUENSE

6

X

1

CIP (ITAJAÍ-SC)

ITAJAÍ – SC

A

15.03.1942

BRUSQUENSE

5

X

1

CIP (ITAJAÍ-SC)

BRUSQUE – SC

A

26.04.1942

BRUSQUENSE

2

X

2

PAYSANDU (BRUSQUE-SC)

BRUSQUE – SC

ASVI

03.05.1942

BRUSQUENSE

2

X

0

LAURO MULLER (ITAJAÍ-SC)

ITAJAÍ – SC

ASVI

10.05.1942

BRUSQUENSE

3

X

2

MARCÍLIO DIAS (ITAJAÍ-SC)

ITAJAÍ – SC

ASVI

17.05.1942

BRUSQUENSE

8

X

4

COBRASIL (ITAJAÍ-SC)

ITAJAÍ – SC

ASVI

31.05.1942

BRUSQUENSE

5

X

0

CIP (ITAJAÍ-SC)

BRUSQUE – SC

ASVI

07.06.1942

BRUSQUENSE

3

X

3

AMAZONAS (BLUMENAU-SC)

BRUSQUE – SC

A

28.06.1942

BRUSQUENSE

3

X

1

BLUMENAUENSE (BLUMENAU-SC)

BRUSQUE – SC

A

05.07.1942

BRUSQUENSE

6

X

2

MARCÍLIO DIAS (ITAJAÍ-SC)

BRUSQUE – SC

ASVI

09.07.1942

BRUSQUENSE

5

X

0

PAYSANDU (BRUSQUE-SC)

BRUSQUE – SC

ASVI

13.09.1942

BRUSQUENSE

4

X

1

BRASIL (BLUMENAU-SC)

BRUSQUE – SC

CE

27.09.1942

BRUSQUENSE

1

X

3

AMÉRICA (JOINVILLE-SC)

JOINVILLE – SC

CE

CE – CAMPEONATO ESTADUAL
ASVI – ASSOCIAÇÃO SPORTIVA DO VALE DO ITAJAÍ
A – AMISTOSO

Fonte: Livro “Com a Bola Toda – 100 anos do CA Carlos Renaux”

 

Em mais uma homenagem aos jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes que morreram no acidente aéreo, a Associação Chapecoense de Futebol  decidiu eternizar aqueles que partiram. O escudo do clube de Chapecó ganhou duas estrelas, num sinal de memória, afeto, solidariedade e união. A reformulação do escudo foi a forma de marcar no peito a lembrança de tudo o que foi despertado nesse momento de adversidade.

A primeira estrela faz menção à conquista da Copa Sul-Americana 2016. Ela é branca em sinal de paz. A paz encontrada pelos nossos Eternos Campeões. Além disso, a cor branca simboliza a luz que nos guiará adiante, diz a nota do clube. Já a segunda estrela, no interior da letra F – que refere ao futebol – é a forma sutil, mas impactante, de eternizar os que dedicavam suas vidas à Chapecoense, completa o texto.

 

FONTES: Globoesporte.com – Site da Chapecoense

 

 

FONTE: Revista Placar

 

Local da queda do avião que levava os jogadores do Manchester United em fevereiro de 1958Image copyrightPA Image caption O time do Manchester United viajava em um avião da British European Airways que caiu em fevereiro de 1958

Na madrugada da terça-feira, de 29 de novembro de 2016,  o avião que transportava o time de futebol da Associação  Chapecoense de Futebol, da cidade de Chapecó (SC) caiu próximo a Medellín, no Departamento (Estado) de Antióquia, Colômbia, uma região montanhosa e de difícil acesso. A equipe iria disputar a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional de Medellín.

Esta não foi a primeira vez que uma equipe de futebol sofre um acidente a caminho ou voltando de um jogo. Veja abaixo a história de acidentes com times de futebol.

Torino, 1949

Jogadores do Torino em 1948Image copyrightWIKIMEDIA COMMONS

Image captionO time era chamado ‘Il Grande Torino’ e era a equipe mais forte da Itália na época, inclusive com vários jogadores da Seleção Italiana

 

Em maio de 1949 um avião Fiat G.212 levava o time do Torino de Lisboa para Turim depois de um amistoso contra o Benfica.

Mas o avião sofreu um acidente durante a aproximação e a aeronave se chocou contra a Basílica de Superga.

Ao todo 31 pessoas morreram, entre elas 18 jogadores e cinco membros da comissão técnica do Torino. Entre os jogadores mortos estavam vários titulares da Seleção Italiana.

Na época a equipe, apelidada de “Il Grande Torino”, era a mais forte da Itália e da Europa, tinha vencido cinco títulos italianos.

Após o acidente que matou quase todos os seus jogadores, o clube nunca mais conseguiu formar uma equipe tão forte.

Manchester United, 1958

O jogador Albert Scanlon fotogrado em um hospital de Munique depois do acidente que matou seus companheiros do Manchester UnitedImage copyrightGETTY IMAGES

Image captionO jogador Albert Scanlon fotogrado em um hospital de Munique depois do acidente que matou seus companheiros do Manchester United

 

Em fevereiro de 1958 a equipe do Manchester United voltava de um jogo da Copa dos Campeões Europeus contra o Estrela Vermelha de Belgrado quando o avião onde estava caiu no Aeroporto de Munique, na Alemanha, no que ficou conhecido como o Desastre de Munique.

O desastre ocorreu quando o avião tentava decolar. Nevava muito em Munique e o piloto tentou a decolagem várias vezes até que uma asa do avião bateu em uma casa e em seguida acertou outra construção, se incendiando em seguida.

O acidente matou 23 pessoas incluindo oito jogadores do Manchester United que na época, eram conhecidos na Inglaterra como os “Busby Babes”, por causa do então técnico Matt Busby.

O avião levava 44 pessoas. Além dos jogadores também morreram oito jornalistas, sete funcionários e tripulantes.

Bobby Charlton, um dos jogadores mais famosos do Reino Unido, foi um dos sobreviventes e acabou sendo campeão mundial pela Inglaterra em 1966.

Seleção Olímpica da Dinamarca, 1960

Em julho de 1960, após decolar do Aeroporto de Copenhague, na Dinamarca, o avião fretado pela Associação Dinamarquesa de Futebol caiu em Oresund.

Só o piloto sobreviveu. Oito pessoas morreram, todos eram jogadores da seleção olímpica da Dinamarca que ia disputar os Jogos na Itália.

Green Cross, do Chile, 1961

Em abril de 1961 o avião que transportava 24 pessoas, incluindo treinadores e jogadores de uma das equipes de futebol mais famosas do Chile, o Green Cross, caiu nos Andes.

Não houve sobreviventes.

Eles voltavam para Santiago depois de uma partida fora de casa contra o Osorno, uma equipe do sul do país. A equipe, na época um dos principais times da primeira divisão chilena, foi dividida em dois aviões.

O avião que caiu, um Douglas DC3, levava oito jogadores e o Green Cross não conseguiu se recuperar. O time foi dissolvido em 1984.

 

A equipe do Green Cross/ArquivoImage copyrightHERMAN JARA

Image captionA equipe do Green Cross era uma das mais famosas do Chile na época do acidente, no início da década de 1960

 

Uma temporada mais tarde ele foi rebaixado para a segunda divisão e depois a equipe se mudou para a cidade de Temuco, onde foi absorvido pelo time local. O Deportes Temuco encerrou as atividades em 1984.

Os destroços do avião só foram encontrados em 2015, 53 anos depois, por uma equipe de alpinistas a mais de 300 quilômetros da capital, Santiago.

The Strongest, da Bolívia, 1969

Em setembro de 1969 o The Strongest, da Bolívia, tinha sido convidado para um amistoso em Santa Cruz de La Sierra, onde foi derrotado pelo Cerro Porteño, do Paraguai.

Na volta para La Paz o avião que levava a equipe caiu em La Concha, uma região montanhosa a cerca de cem quilômetros da capital boliviana.

Todos os 69 passageiros e nove tripulantes morreram. Entre eles estavam 16 jogadores do The Strongest e três integrantes da comissão técnica do clube.

Pakhatakor Tashkent, 1979

Em agosto de 1979 a equipe uzbeque do Pakhtakor Tashkent ia para Minsk, em Belarus, onde enfrentaria o Dinamo Minsk.

O avião Tupolev sobrevoava a Ucrânia quando se chocou contra outro Tupolev.

Todas as 178 pessoas a bordo dos dois aviões morreram e, entre elas, estavam os 14 jogadores e três membros da comissão técnica do Pakhtakor Tashkent.

Outros times da União Soviética fizeram doações para que o clube conseguisse terminar a temporada.

Alianza Lima, 1987

Em dezembro de 1987, o time peruano do Alianza, de Lima, viajava em um Fokker F27, voltando de Pucallpa para a capital.

Na aproximação do aeroporto Jorge Chávez, minutos antes do pouso, o avião caiu no Oceano Pacífico e apenas o piloto sobreviveu.

No total 43 pessoas morreram. Todos os 16 jogadores do então líder do campeonato peruano estavam entre os mortos além de dez membros da comissão técnica, oito diretores e um trio de arbitragem.

Colorful, 1989

Um grupo de jogadores de origem surinamesa que atuavam na Holanda formaram um time, o Colorful 11 que deveria participar de um amistoso no Suriname em junho de 1989 contra o SV Robinhood.

Eles viajavam em um DC-8 da Surinam Airways, vindos de Amsterdã, mas a aeronave caiu durante a aproximação para o aeroporto de Paramaribo.

Dos 178 a bordo apenas 11 sobreviveram, incluindo três jogadores. Outros 15 atletas morreram.

Jogadores famosos como Ruud Gullit e Frank Rijkaard escaparam pois não obtiveram autorização de seus clubes para a viagem.

Seleção da Zâmbia, 1993

Em 1993 o então capitão da Seleção da Zâmbia, Kalusha Bwalya, visitou os túmulos dos companheiros de equipe mortos no acidente no Gabão, perto do Estádio de LusakaImage copyrightGETTY IMAGES

Image captionEm 1993 o então capitão da Seleção da Zâmbia, Kalusha Bwalya, visitou os túmulos dos companheiros de equipe mortos no acidente no Gabão, perto do Estádio de Lusaka

 

A Seleção da Zâmbia iria participar de uma partida das eliminatórias para a Copa do Mundo de 1994 em abril de 1993 e iria para o Senegal.

No entanto o avião da Força Aérea da Zâmbia explodiu logo após decolar de um aeroporto em Libreville, no Gabão, onde tinha parado para reabastecer.

No total 30 pessoas morreram. Entre as vítimas estavam 18 jogadores, três dirigentes da Associação de Futebol da Zâmbia e cinco militares morreram.

Os jogadores foram sepultados perto do Estádio da Independência na capital, Lusaka.

O melhor jogador do time, Kalusha Bwalya não estava no avião e comandou a nova equipe que chegou à Final da Copa Africana de Nações em 1994.

 

FONTES & FOTOS: Wikipédia – Arquivo Pessoal – Sites do Torino e Manchester – BBC Brasil

 

Neste momento negro, onde a querida e simpática Associação Chapecoense de Futebol perdeu, praticamente o time inteiro e comissão técnica, além de queridos amigos jornalistas, o História do Futebol vem por meio desta postagem manifestar o mais profundo pesar! Essa, certamente, não era a publicação que gostaríamos de fazer sobre o nosso futebol.

Desejamos, de coração, que Deus possa acalentar a cada família que perdeu um ente querido, dos seus dirigentes, torcedores e a toda cidade de Chapecó/SC.

Nossa solidariedade neste momento tão triste e doloroso!

 

O Aliados em 1953, quando conquistou o tricampeonato municipal. Da esquerda para a direita: Lulu, Pedrinho Brustolin, Tâncio, Eustálio, Wilton, Clóvis Fava, Jorge, Abelardo, Túlio Bolão, Aldo Neves, Galego, Capitão Sombra (presidente) e dois diretores não identificados

FONTES: Site do Inter de Lages

 
No dia 26 de fevereiro de 1938, nascia em Bauru (SP) o atacante Dulphe Jeronymo Adalberto de Cunto, ou Dufles, como era mais conhecido. Iniciou a carreira junto com Pelé no Bauru Atlético Clube, o Baquinho, e depois tornou-se um verdadeiro cigano do futebol, atuando em diversas equipes, entre elas Santos, Bangu, Atlético Mineiro, Guarani de Ponta Grossa e Marcílio Dias.

Dulfes (o penúltimo agachado) no Santos, em 1958. Foto: Guilherme Guarche/Terceiro Tempo

A passagem do centroavante no clube catarinense foi breve, mas marcante. Contratado para o lugar do ídolo Idésio, que havia se transferido do Marcílio para o Metropol de Criciúma, Dufles estreou com a camisa do Marinheiro na primeira rodada do Campeonato Catarinense de 1963, em 3 de novembro de 1963, quando marcou o gol da vitória do Marcílio por 2 a 1 sobre o Figueirense, em Florianópolis.

Dufles (o terceiro agachado) em 1967, no Ferroviário de Tubarão. Foto: Terceiro Tempo.

De acordo com o livro “Torneio Luiza Mello – Marcílio Dias Campeão Catarinense de 1963”, Dufles atuou em dez partidas na competição e anotou quatro gols, sendo uma das figuras do escrete marcilista na conquista do título estadual. Também participou da campanha do título do campeonato da Liga Itajaiense de 1963.

Além de goleador nato e exímio cabeceador, Dufles tinha temperamento imprevisível. Conta-se que, certa vez, aos ser vaiado pela torcida, abaixou o calção e virou-se para a arquibancada, numa atitude que hoje certamente lhe renderia uma bela punição. Permaneceu em Itajaí de novembro de 1963 a agosto de 1964. Outros clubes catarinenses que defendeu foram o Próspera de Criciúma e o Ferroviário de Tubarão. Dufles faleceu em 10 de novembro de 2004.

Fonte: http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

FONTE: Revista Placar

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Este time foi campeão municipal de Itajaí em 1951, ao derrotar o Marcílio Dias na final, realizada em 16 de dezembro daquele ano, no Estádio Hercílio Luz. É o Estivadores Esporte Clube. Da esquerda para a direita, em pé: Maru, Tuca, Luiz, Geninho, Careta e Seara. Agachados: Odão, Quirino, Morgado, Zico e Ieiê.

Fontes: DC/ Acervo Schneider

 

Fluminense de Itajaí – 1930

Mais informações sobre este time podem ser encontrada no artigo de Cícero Alves.

Fonte: Acervo pessoal de Camilo Mussi

 

Pesquisa do autor.

 
 

O Ipiranga Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Florianópolis (SC). A equipe Alviverde foi Fundada no dia 31 de Julho de 1941, e tinha a sua Sede fica localizada no bairro Saco dos Limões, em Florianópolis. O presidente de honra era Telmo Vieira Ribeiro.

As cores do escudo, bandeira e uniforme eram verde e branca. Dois estádios sediavam jogos da equipe: Vila Operária e Adolfo Konder. O Ipiranga está extinto, mas permanece no coração e memória daqueles que de alguma maneira participaram da vida deste clube.

Entre eles, citamos os ex-diretores, membros da comissão técnica de atletas, Ari Ocampo Moré, Joaquim Matos, Antônio Dias, Mário Raulino, Osvaldo Wiethorn, Nilton Maciel, Osvaldo da Silveira,Lothar Schaeffer, Placidinio Vieira, Francisco Vieira, João Heleodoro Ferreira, Arnoldo Régis e Nelis Cardoso.

O diretor e atleta Lothar defendeu o Paula Ramos em 1945. Ele estava em campo no fatídico dia que o Avaí aplicou 21 a 3, a maior goleada na história do futebol catarinense.

A temporada mais marcante do Ipiranga ocorreu em 1949. O clube participou da Divisão de Amadores do campeonato de Florianópolis, fez excursões ao interior do Estado e disputou um amistoso com o São Cristóvão, do Rio de Janeiro, na Vila Operária. Sim! O time carioca, campeão estadual em 1926, pisou no lendário campo do Saco dos Limões.


FONTES: Mercado Livre – pesquisa e arquivo do autor, Osny Meira, O Estado

 

Avaí versus Seleção da Bulgária, em 1970

FONTES: Acervo de Adalberto Klüser – Mercado Livre

 

O Grêmio Juventus Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Concórdia (SC). O ex- atleta e diretor Lino Biezus relata que o clube (nas cores vermelha, azul e branca) foi Fundado em 06 de Janeiro de 1950. Naquela época os jogadores não ganhavam nada para jogar era tudo por prazer. Cada jogador comprava seu material. Alguns jogadores eram de Ipumirim e de Lindóia do Sul que vieram na época estudar em Concórdia.  A presença da torcida uniformiza era freqüente nos jogos em Concórdia.

O Juventus fez história na cidade participando dos jogos amistosos, campeonatos da cidade, regionais e estaduais. Nesses períodos grandes jogadores de futebol foram revelados na cidade de Concórdia – SC.  Procurou-se descrever o passado até então esquecido, estabelecendo um histórico importante para a captação do registro do futebol de Concórdia – SC.

FONTES & FOTOS:

Futebol da Cidade de Concórdia-SC – Reconstruindo sua História (Monografia de Ivan Correia, da Universidade do Contestado – UnC)

Mercado Livre

 BIEZUS, Lino. Ex – Atleta. Concórdia – SC, Entrevistado, 15 de Setembro de 2008.

 BONISSONI, Nelso. Ex – Atleta. Concórdia – SC, Entrevistado, 25 de Setembro de 2008.

 BUCHELE, Maria da Graça Silva. Retalhos Históricos das comunidades Grupos de Idosos. Concórdia; Equiplan, 1995.

 DA COSTA, Lamartine. Atlas do Brasil. São Paulo; Shape, 2005.   Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Guaycurus_Futebol_Clube> Acesso em – 27/09/2008 15h30min

 Disponível em: <www.fcf.com.br> Acesso em – 26/09/2008 – 21h15min

 Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/futebol/> – 26/09/2008 – 21h00min

 FERREIRA, Antenor G. Zanetti. Concórdia: O Rastro de sua História. Florianópolis; Imprensa Universitária, 1992.

 FRANCESCHINI, Nelson. Ex – Atleta. Concórdia – SC, Entrevistado, 14 de Julho de 2008.

 LUCAS, Osni Caetano. Ex – Atleta. Concórdia – SC, Entrevistado, 21 de Agosto de 2008.

 SILVA, Ilton Almeida. Ex – Atleta. Concórdia – SC, Entrevistado, 23 de Setembro de 2008.

 ROTTA, Marcos. Ex – Atleta. Concórdia – SC, Entrevistado, 21 de Agosto de 2008.

 

NOME: Ideal Esporte Clube
ENDEREÇO: Avenida do Cinquentenário, S/N
CIDADE: Forquilhinha / SC
CORES OFICIAIS: azul / vermelho

 

FONTES: Blog Clubes de Itajaí – www.McNish.com.br

 

O Clube Atlético Itajaí conquistou na tarde deste domingo o título de campeão catarinense da Série C. A conquista veio mesmo com a derrota para o Fluminense de Joinville, em Joinville, por 3 a 1. É que no primeiro jogo da decisão, realizado no sábado anterior em Itajaí, o Itajaí goleou o Fluminense por 6 a 2.

Com o título, o Clube Atlético Itajaí garantiu uma vaga na Série B de Santa Catarina em 2017, já que apenas o campeão garante o acesso. O curioso é que este campeonato foi o primeiro disputado pelo Atlético Itajaí, que foi fundado em abril deste ano e já começa sua história com uma importante conquista.

O futebol de Santa Catarina é atualmente um dos mais organizados no Brasil e a Série C teve seis equipes disputando o torneio, sendo que o Santa Catarina, de Imbituba, desistiu do torneio no meio da competição.

Fonte: Futebol Interior

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Site do clube

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Site do clube

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi - Site oficial do Criciúma E.C.

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi - Blog do Curioso

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