FONTE: Paraná Esportivo

 

Faro de gol apurado, perspicácia, técnica e inteligência. Estas eram algumas das qualidades de Antoninho Justiniano, um dos grandes nomes que vestiram a camisa do Marcílio Dias na década de 1980. Natural de São Paulo, onde nasceu em 7 de agosto de 1954, o atacante começou a carreira no Saad de São Caetano do Sul e chegou ao Gigantão das Avenidas em 1981, contratado pelo então presidente Delfim de Pádua Peixoto Filho.

Antoninho em ação pelo Marinheiro: goleador implacável

Embora fosse meio-campista de origem, Antoninho atuou em algumas temporadas como centroavante e foi um dos principais goleadores do time entre 1982 e 1985. Somente no ano de 1982 foram 24 gols. No período em que defendeu o Marcílio Dias, atuou ao lado de outros jogadores que ficaram marcados na memória da torcida rubro-anil, tais como Leleco, Careca e Veiga, entre outros.

Antoninho foi uma das figuras da equipe campeã da Taça FCF 60 Anos, em 1984. Coube a ele marcar o gol do título, na vitória por 2 a 0 sobre o Avaí, em 15 de abril daquele ano, no Estádio Hercílio Luz. Naquela competição, que reuniu os principais clubes do futebol catarinense da época, o time base do Marinheiro era formado por Mauro; Ari Marques, Jorge, Gilberto e Luiz Fernando; Rosa Lopes, Osmarzinho e Antoninho; Anderson, Jair e Veiga.

Campeões da Taça FCF 60 Anos. Antoninho é o último da esquerda para direita

Além do Saad e do Marcílio, Antoninho também jogou no Novo Hamburgo (1984) e Inter de Lages (1986), entre outros clubes. Atualmente, reside em São Paulo.

Nome: Antoninho Justiniano
Nascimento: 7 de agosto de 1954, São Paulo (SP)
Posição: Atacante
Período no Marcílio Dias: 1981-1985

FONTE

Baú do Marcílio - http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

Troféus, camisas e fotos são alguns dos artigos que compõem a exposição “Brasil, Palmeiras, Blumenau 98 anos! Nossa história continua”, aberta ao público de 19 de julho a 14 de agosto de 2017 no Shopping Neumarkt, em Blumenau.

A exposição celebra os 98 anos do BEC, fundado em 19 de julho de 1919 como Brazil Sport Club. Em 1936, mudou para Recreativo Brasil Esporte Clube e durante a Segunda Guerra Mundial alterou a denominação para Palmeiras Esporte Clube. A partir de 1980, a agremiação passou a adotar o nome da cidade: Blumenau Esporte Clube. Também neste ano adicionou a cor grená às tradicionais branca e verde.

Entre os títulos conquistados pelo clube tricolor  estão o Campeonato Catarinense da Segunda Divisão de 1987 e o Campeonato Catarinense da Série C de 2017. Também foi campeão catarinense de juniores em 1982. A exposição é organizada pela Associação dos Amigos do BEC, entidade criada em 2008 com o objetivo de manter viva a história do Blumenau Esporte Clube.

 

 

BLUMENAU ESPORTE CLUBE 
CAMPEÃO CATARINENSE SÉRIE C 2017

O Campeonato Catarinense da Série C de 2017 foi realizado no período de 21 de maio a 5 de agosto e teve como campeão o Blumenau Esporte Clube, que garantiu o acesso para a Série B de 2018. Além do Blumenau, participaram do certame as seguintes equipes: Curitibanos/Orleans, Caçador, Imbituba e Porto.

TABELA DE JOGOS

Turno

21/05/2017 – Imbituba 2 x 0 CEC/Orleans

21/05/2017 – Caçador 1 x 4 Blumenau

28/05/2017 – Porto 1 x 3 CEC/Orleans

28/05/2017 – Blumenau 3 x 1 Imbituba

04/06/2017 – Porto 2 x 1 Caçador

04/06/2017 – CEC/Orleans 2 x 2 Blumenau

11/06/2017 – Blumenau 3 x 0 Porto

11/06/2017 – Caçador 2  x 3 Imbituba

18/06/2017 – Imbituba 2 x 2 Porto

18/06/2017 – CEC/Orleans 1 x 0 Caçador

Returno

25/06/2017 – Porto 2 x 4 Imbituba

25/06/2017 – Caçador 0 x 2 CEC/Orleans

02/07/2017 – Porto 0  x 0 Blumenau

02/07/2017 – Imbituba 2 x 0 Caçador

08/07/2017 – Caçador 1 x 2 Porto

10/07/2017 – Blumenau 5 x 0 CEC/Orleans

16/07/2017 – CEC/Orleans 1 x 0 Porto

16/07/2017 – Imbituba 0 x 0 Blumenau

23/07/2017 – CEC/Orleans 2 x 0 Imbituba

23/07/2017 – Blumenau 5 x 0 Caçador

Final

30/07/2017 – CEC/Orleans 2 x 2 Blumenau

05/08/2017 – Blumenau 4 x 2 CEC/Orleans


FONTE

Federação Catarinense de Futebol

 

No dia 7 de setembro de 1924, feriado da Independência do Brasil, o Club Sportivo Paysandu recebeu na Praça de Esportes Coronel Carlos Renaux, em Brusque (SC), a visita do Operário Foot-Ball Club da vizinha cidade de Itajaí (na época, Itajahy) para a disputa de um amistoso. O quadro local se impôs com autoridade e venceu a partida pelo placar de 4 a 1.

Segundo o jornal Gazeta Brusquense, o espetáculo foi atrapalhado pela “chuva miúda e irritante”, que deixou  o campo “demasiadamente escorregadio em algumas partes e alagado em outras”. No jogos dos aspirantes ou “segundo quadro”, também deu Paysandu: 3 a 0.

C.S. PAYSANDU 4 x 1 OPERÁRIO F.B.C.

Data: 07/09/1924

Local: Coronel Carlos Renaux – Brusque (SC)

Árbitro: Henrique Bosco

Gols: não disponível

PAYSANDU: Sassy I; Rudy, Zanão, José, Pedro e Becker; Senador, Pedro II, Jacob, Appel e Sassy II.

OPERÁRIO: Adolpho; Mendonça, Pimenta, Coca e Cachopa; Lúcio, Emílio, Antonio, Alberto, Pedro e Canário.

FONTE

Gazeta Brusquense

 

 

Os confrontos entre Marcílio Dias e Figueirense remontam a 1930. Em 27 de julho daquele ano, houve o primeiro embate: vitória do Marinheiro por 3 a 0, em amistoso disputado no Estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí. Os gols foram anotados por Guarino (duas vezes) e Zé Macaco.

Duas expressivas vitórias marcilistas por 4 a 0 ocorreram em outro amistoso realizado em Itajaí em 1933 e numa partida do Campeonato Catarinense de 1964. Mas foi em 16 de junho de 1946, em mais um amistoso em Itajaí, que se registrou a maior goleada do Marcílio sobre o rival alvinegro: 6 a 1.

Um fato curioso ocorreu no Campeonato Catarinense de 1958. Em 11 de janeiro de 1959, o Marcílio Dias venceu o primeiro jogo em Itajaí por 4 a 0 – gols de Cirilo, Idésio (duas vezes) e Zênio. O Figueirense precisava vencer o segundo jogo no tempo normal e na prorrogação para se classificar.

Página esportiva do jornal Libertador, de Itajaí, em 1959. Acervo FGML

No dia 18 de janeiro as duas equipes se enfrentaram no Estádio Adolpho Konder, em Florianópolis. O time da Capital venceu no tempo normal por 2 a 0, mas a prorrogação de 30 minutos terminou sem gols. Uma nova prorrogação de 15 minutos foi disputada, sem movimentação no placar.

Depois de mais duas prorrogações de 15 minutos cada, totalizando 165 minutos sem balançar as redes, o jogo finalmente foi finalizado, tornando-se o mais longo da história do futebol de Santa Catarina. A vaga seria decidida numa terceira partida, em Blumenau, campo neutro, no dia 22 de janeiro de 1959. Deu Marinheiro: 2 a 1, dois tentos do goleador Idésio.

Outro jogo marcante para os marcilistas ocorreu em 3 de novembro de 1963. Jogando em Florianópolis, o Marinheiro bateu o Figueirense por 2 a 1, gols de Renê e Dufles. Era a primeira rodada do Campeonato Catarinense de 1963 e iniciava ali a campanha que levaria o Marcílio Dias à conquista do seu primeiro e único título da principal competição estadual. “Peguei a bola fora da área e enchi o pé. Acertei um belo chute, uma bomba, o goleiro nem se mexeu”, detalhou o autor do gol em depoimento ao livro “Torneio Luiza Mello – Marcílio Dias Campeão Catarinense de 1963″.

Lelo vibra após gol da classificação no Orlando Scarpelli.
Foto: Reprodução

Uma partida especialmente guardada na memória da torcida rubro-anil foi a realizada em 3 de junho de 2000, pelas semifinais do Campeonato Catarinense. Depois do empate em 0 a 0 no jogo de ida em Itajaí, o Marinheiro precisava vencer no Orlando Scarpelli.

Marquinhos abriu o placar para o Marcílio, mas Fernandes empatou para o Figueirense. O jogo caminhava para o final quando o lateral-direito Lelo, numa cobrança de falta milimétrica, fez o gol que decretou a vitória por 2 a 1 e classificou o Marcílio Dias à final do Catarinão daquele ano.

18 de novembro de 2007 é outra data que entrou para a história deste confronto. Neste dia, o Marinheiro derrotou de virada o Figueirense por 3 a 1 no Orlando Scarpelli e sagrou-se campeão da Copa Santa Catarina. Os gols do Marcílio foram marcados por Felipe Oliveira, Dauri e Michel.

No jogo do primeiro turno, dia 28 de outubro, em Itajaí, outra vitória marcilista: 4 a 1 – gols de Dauri, Felipe Oliveira, Luís Ricardo e Márcio Alcides. O título da Copa Santa Catarina deu ao Marinheiro uma vaga na Recopa Sul-Brasileira, disputada em dezembro daquele mesmo ano e também vencida pelo Rubro-Anil.

Schwenck comemora gol contra o Figueirense em Camboriú.
Foto: Marcos Porto/ClicRBS/2015

No Campeonato Catarinense de 2015, outro jogo memorável. Jogando em Camboriú, debaixo de chuva e com apagões dos refletores durante a partida, o Marcílio Dias saiu na frente com Schwenck, mas o Figueirense virou para 3 a 1. Numa reação espetacular, o Marinheiro virou o placar para 4 a 3. Soares e Schwenck empataram e Rogélio, aos 45 do segundo tempo, fez de cabeça o gol da vitória, para delírio da apaixonada torcida rubro-anil que lotou a arquibancada do acanhado estádio Robertão.

FONTE

Baú do Marcílio - http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

Não houve bola, jogadores ou mesmo um árbitro na maior batalha já travada no ginásio Colombo Salles. Na noite de 17 de março de 1978, centenas de torcedores do Comerciário sentaram-se no concreto frio das arquibancadas para acompanhar de perto a reunião do Conselho Deliberativo do clube. Dentro da quadra, seguiam-se discussões acaloradas entre quase 80 dos 120 sócios patrimoniais. Eles se preparavam para votar uma controversa proposta do presidente Antenor Angeloni: a mudança de nome do Bacharel. Se aprovada, o Comerciário passaria a ser conhecido como Criciúma daquela noite em diante. “Deu briga na arquibancada. O pau pegou”, recorda-se Osvaldo de Souza, vice-presidente naquela ocasião.

Osvaldo, aliás, fazia campanha aberta contra a mudança de nome por considerá-la desnecessária, uma vez que todos os demais clubes da região haviam fechado as portas de seus departamentos de futebol profissional. Na hora do pleito estavam aptos a votar 62 associados, cujas mensalidades estavam em dia. Os favoráveis à mudança para Criciúma Esporte Clube venceram por 37 a 25. Carlos Borba, fundador do clube, garante que o novo nome foi escolhido atendendo a uma exigência da Prefeitura Municipal, que em troca ofereceria isenção fiscal. Num artigo publicado em um jornal local, Carlos afirmava com veemência que o novo Criciúma não poderia utilizar mais os títulos de “mais querido” ou “bacharel da pelota”, nem chamar o estádio Heriberto Hülse de Majestoso.

Osvaldo não concorda com a versão da insenção fiscal. “O (presidente) Antenor era um comercialino doente mas um cara muito avançado. Ele achou que esta seria a solução. Juntava os torcedores todos dos adversários (que fecharam as portas) e saía um time com força”. Além disso, o grupo derrotado na votação teve duas exigências atendidas: a data de fundação e o nome do estádio (Heriberto Hülse) foram preservados. Muitos decanos do Comerciário, porém, nunca mais colocaram os pés no clube. O próprio Osvaldo, participante da leva dos fundadores, precisou de mais de um ano para digerir a mudança. Começava a Era Criciúma.

A bandeira do novíssimo Criciúma Esporte Clube, já utilizando o novo escudo provisório. O definitivo só seria aprovado em 1984. O primeiro mascote sugerido depois da mudança de nome do clube do estádio Heriberto Hülse.

Os anos 70 foram uma década perdida para o futebol criciumense. Se na década passada a cidade havia conquistado cinco títulos estaduais (quatro do Metropol e um do Comerciário), entre 70 e 75, apenas o Próspera manteve, a duras penas, um time profissional disputando o catarinense. Neste período, o Comerciário dispunha de um modesto time amador. Em setembro de 1976, Osvaldo de Souza, comercialino doente desde 1947, juntou em torno de si um grupo de amigos, e reabriu o departamento de futebol profissional do Bacharel. Dia 7 de fevereiro de 77 ele assumiu a presidência do clube e montou um time qualificado para o retorno às disputas o campeonato catarinense. “Nós segurávamos a folha de pagamento com rifa e bingo”, lembra Osvaldo. Quando ampliavam-se as arquibancadas do estádio, surgiu a ideia de construir um restaurante. Ali correram vários fuscas em premiações para convivas dos jantares organizados pelo clube. No primeiro ano de regresso o Comerciário chegou à fase final do Estadual. Foi desclassificado pelo Avaí, no Heriberto Hülse, depois de perder 1 a 0. Infelizmente, o gol que classificou o time da Capital foi marcado por Lorival, ex-Atlético Operário, bronca antiga dos dirigentes do Bacharel. “O goleiro deu um balão no tiro de meta e caiu no pé do Lorival. Ele não esperou, deu por cobertura e fez 1 a 0”, lembra Osvaldo. A Chapecoense sagraria-se campeã naquele ano.

Fonte: Jornal da Manhã

 
CLUBE SEDE BAIRRO ESTÁDIO DIVISÃO
AFONSO PENA ESPORTE CLUBE RUA LAGUNA BUCAREIN NÃO POSSUIA 2a.
AMÉRICA FUTEBOL CLUBE RUA DUQUE DE CAXIAS (ATUAL DR. JOÃO COLIN) ZONA NORTE (ATUAL BAIRRO AMÉRICA) ‘AMERICANO’ 1a.
AVENTUREIRO ESPORTE CLUBE FINAL DA RUA IRIRIÚ (ATUAL TUIUTI) IRIRIÚ (ATUAL AVENTUREIRO) ‘CAMPO DO AVENTUREIRO’ 3a.
AVIAÇÃO FUTEBOL CLUBE AEROPORTO CUBATÃO ‘CAMPO DO AVIAÇÃO’ 3a.
BOA VISTA ESPORTE CLUBE RUA AUBÉ BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 2a.
CAXIAS FUTEBOL CLUBE RUA CORONEL FRANCISCO GOMES BUCAREIN ERNESTO SCHLEMM SOBRINHO 1a.
CLUBE ATLÉTICO OPERÁRIO RUA DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA ATUAL BAIRRO ANITA GARIBALDI DO SÃO LUIZ A.C. (ALUGADO) 1a.
COMETA ESPORTE CLUBE RUA IRIRIÚ IRIRIÚ ‘CAMPO DO COMETA’ 2a.
ESTIVA ESPORTE CLUBE SINDICATO DOS ESTIVADORES BUCAREIN NÃO POSSUIA 2a.
ESTRELA ESPORTE CLUBE RUA DONA FRANCISCA VILA BAUMER ‘CAMPO DO ESTRELA’ 3a.
FLORESTA FUTEBOL CLUBE VILA ELY – RUA SANTA CATARINA KM2 SANTA CATARINA (ATUAL FLORESTA) ALFREDO SOARES 2a.
GLÓRIA FUTEBOL CLUBE ALTO DA RUA XV DE NOVEMBRO ATUAL BAIRRO GLÓRIA PAULO EICHOLZ 2a.
JUVENTUS FUTEBOL CLUBE RUA GUAXANDUVA (ATUAL RUA IRIRIÚ) GUAXANDUVA (ATUAL IRIRIÚ) HERMÓGENES DE BRITTO 3a.
OLÍMPICO FUTEBOL CLUBE ALTO DA RUA XV DE NOVEMBRO ATUAL BAIRRO GLÓRIA DO GLÓRIA F.C. (ALUGADO) 3a.
SANTOS FUTEBOL CLUBE RUA CORONEL FRANCISCO GOMES – ‘AVENIDA CUBAS’ BUCAREIN ‘CAMPO DO SANTOS’ 3a.
SÃO LUIZ ATLÉTICO CLUBE AVENIDA GETULIO VARGAS ATUAL BAIRRO ANITA GARIBALDI WALDEMAR KOENTOPP 1a.
SOCIEDADE ESPORTIVA ADHEMAR GARCIA RUA AUBÉ BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 2a.
SULISTA FUTEBOL CLUBE RUA GUANABARA GUANABARA ‘CAMPO DO SULISTA’ 3a.
UNIÃO BOA VISTA FUTEBOL CLUBE RUA AUBÉ ESQUINA COM BARBALHO BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 3a.

 

fonte: A Noticia.

 

 

Fontes: Jornal A Noticia e acervo do autor.

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTES: Mercado Livre

 

A Associação Desportiva Colegial é um clube de futebol de salão da cidade de Florianópolis, do estado de Santa Catarina. Foi fundada em 25 de março de 1944. Comanda seus jogos no Ginásio Rozendo Lima Vasconcelos. Em 2008 usa na Liga Brasileira de Futsal o nome de Colegial/Umbro, em parceria com a marca esportiva Umbro. A equipe já foi duas vezes campeã catarinense de futsal: em 1980 e 2007.

Ainda foi um time de futebol, que disputou torneios importantes dentro do estado de Santa Catarina.

Em 1944, após a extinção dos clubes Externato Futebol Clube e Internato Futebol Clube, surgiu o time de futebol do Colegial. Foi campeão da segunda divisão florianopolitana em 1946 e também disputou a primeira divisão do Citadino que dava vaga para o estadual.
Cronologia
1930 - O Gymnásio Catharinense, (atual Colégio Catarinense) tinha duas equipes: Internato e Externato que foram extintos. Assim o Padre José Nunes, juntamente com colaboradores, sentiu a necessidade de criar uma associação para representar o Colégio nas competições da cidade.
1944 – Com o apoio recebido da Direção do Gymnásio Catharinense, o objetivo foi alcançado no dia 25 de março, fundado então a Associação Desportiva Colegial.
1946 - Com a justificativa de não obter um time competitivo, o clube desiste de participar da Primeira Divisão de Florianópolis para disputar somente a Segunda Divisão, no qual tornou-se campeão.
1947 - Abandona as modalidades de Futebol de campo passando a disputar apenas futebol de salão e basquete.
1985 - A AD Colegial, além do futebol de campo, passou a competir nos campeonatos regionais na categoria juvenil e adulto no futebol de salão.
1986 - Participou da I Olimpíada de Florianópolis, promovida pela Comissão Municipal de Esportes de Florianópolis.
1987 - Passa a competir com handebol, vôlei feminino e ginástica rítmica desportiva
1993 - Campeão Sul-Americano de Handebol Juvenil
1997 - Foi campeão Estadual de Futsal Juvenil
1998 - Torna-se Campeão Mirim de Futsal
1999 - Campeão Estadual da Primeira Divisão de Futsal Adulto.
2000 - É campeão Estadual de Handebol Mirim
2001 – A equipe da AD Colegial representou Santa Catarina na I Olimpíada Esperança, realizada em Poços de Caldas, Minas Gerais.
2004 - Conquista o título da modalidade de futebol de salão nos 44º Jogos Abertos de Santa Catarina.
2005 - Comemorado 100 anos do Colégio Catarinense, a escola de Samba Protegidos da Princesa de Florianópolis homenageia também a Associação Desportiva Colegial.
2008 - O Colegial e a Umbro assinaram no dia 15 de dezembro, no Colégio Catarinense, uma parceria para o fornecimento de material esportivo e para a participação da equipe de Florianópolis na Liga Futsal nas duas próximas temporadas. O Figueirense, que também tem acordo com a Umbro, é outro envolvido no projeto. Foi o clube que intermediou a aproximação entre Umbro e Colegial.

Fonte: Jornal O Colegial/ Wikipédia/ Acervo pessoal

 

Fonte: A Noticia.

 

 

 

Fonte: A Notícia / SC

 

Fonte: Jornal de Joinville.

 

 

 

O Esporte Clube Cruzeiro realizou uma excursão por nove cidades de Santa Catarina no final de 1955. Nos dez jogos disputados, o time de Porto Alegre obteve sete vitórias, dois empates e perdeu apenas uma vez.

23/11/1955 – Avaí 4 x 5 Cruzeiro-RS – em Florianópolis

25/11/1955 – Sel. Blumenau 3 x 1 Cruzeiro-RS – em Blumenau

27/11/1955 – Haiti 0 x 1 Cruzeiro-RS – em Rio do Sul

30/12/1955 – Sel. Ibirama 1 x 5 Cruzeiro-RS – Ibirama

3/12/1955 – Sadia 2 x 6 Cruzeiro-RS — em Concórdia

4/12/1955 – Sel. Videira 1 x 2 Cruzeiro-RS -em Videira

8/12/1955 – Cruzeiro 1 x 1 Cruzeiro-RS – em Joaçaba

10/12/1955 – Coringa 1 x 3 Cruzeiro-RS – em Caçador

11/121955 – Corinto 1 x 1 Cruzeiro-RS – em Caçador

18/12/1955 – Sel. Xaxim 1 x 9 Cruzeiro-RS – em Xaxim

Fonte: O Estado

 

 

 

Em novembro e dezembro de 1955, o Aimoré de São Leopoldo (RS) realizou um tour por Santa Catarina. A campanha teve 13 jogos (11 vitórias, um empate e uma derrota) com 42 gols marcados e 10 sofridos.

19/11/1955 – Comercial 1 x 3 Aimoré – em Joaçaba

20/11/1955 – Cruzeiro 0 x 3 Aimoré – em Joaçaba

23/11/1955 – Seleção de Caçador 2 x 3 Aimoré – em Caçador

26/11/1955 – Aliados 0 x 7 Aimoré – em Lages

27/11/1955 – Vasco da Gama 1 x 2 Aimoré – em Lages

20/11/1955 – Avaí 0 x 2 Aimoré – em Florianópolis

4/12/1955 – Haiti 1 x 5 Aimoré – em Rio do Sul

6/12/1955 – Caxias 2 x 1 Aimoré – em Joinville

8/12/1955 – Baependi 1 x 1 Aimoré – em Jaraguá do Sul

11/12/1955 – Ipiranga 1 x 4 Aimoré – Rio Negrinho

14/12/1955 – Sel. Blumenau 1 x 3 Aimoré – em Blumenau

17/12/1955 – Estiva 1 x 3 Aimoré – em Itajaí

18/12/1955 – Lauro Muller 0 x 5 Aimoré – em Itajaí

Fonte: O Estado

 

 

 

 

FONTE: Memorial do B.E.C.

 

Em 1983, o São Paulo de Rio Grande recebeu em seu estádio o Internacional de Lages para um amistoso. A vitória ficou com a equipe catarinense, que marcou o um gol em cada tempo com Nestor e Nunes. Não foram encontradas informações sobre público e renda.

SÃO PAULO             
0   X  2 INTER DE LAGES (SC)
Data: 05/02/1983 [Sábado], Hora: 20:30, Local: Aldo Dapuzzo (Rio Grande, RS), Arbitragem: Zeno Escobar Barbosa, Auxiliares: Valdir Vioni e Luz Carlos Tibursky, Cartão Amarelo: Djalma, Paranhos e Toninho (SP), Toninho Caixão (I), Gols: Nestor aos 6′ e Nunes aos 52′.
São Paulo (Rio Grande, RS) Nando; Douglas, Carlão, Toninho e Paulo Barroco; Djalma, Mazinho e Neca; Gélson, Paranhos e Baltazar. Técnico: Daltro Menezes.
Internacional (Lages, SC) Carlos Alberto; Dutra, Jorge, Cidão e Cláudio Radar; Toninho Caixão, Bim e Rubenval; Nunes, Nestor e Toninho Caju. Técnico: Firmino Romual Negri.

 

FONTE: Site Súmulas Tchê

 

 

Fonte: A Noticia / http://historiadoparanaclube.blogspot.com.br

 

FONTE: Blog Anotando Fútbol

 

Na programação do inauguração do estádio municipal da Ponte Grande, atual Vidal Ramos Junior, foi realizado um torneio quadrangular em Lages. Participaram três clubes lageanos (Internacional,  Aliados, Lages FC) e o Cruzeiro de Porto Alegre (RS).

Primeira Fase

7/9/1954 – Lages 2 x 1 Internacional (1º gol de Alemão, do Lages)

7/9/1954 – Aliados 1 x 4 Cruzeiro (RS)

Decisão

11/9/1954 – Lages 0 x 2 Cruzeiro (RS)

Campeão: Cruzeiro

 

Fonte: Correio Lageano / Mauricio Neves

 

Fonte: Jornal A Noticia / Artigo: Foto Rara, de 1954: Madureira Atlético Clube – Rio de Janeiro (RJ) de Sergio Mello.

 

No dia 25 de abril de 1965, o Olímpico de Blumenau derrotou o Internacional de Lages em um jogo marcado por polêmicas e conquistou o título estadual de 1964. O jogo foi no estádio da Baixada.

OLÍMPICO:  Barreira; Paraguaio, Orlando, Nilson e Jurandir;  Mauro, Paraná e Lila (Quatorze); Rodrigues, Joca e Ronald. Técnico: Aducci Vidal.

INTERNACIONAL: João Batista; Nicodemus, Airton, De Paula e Carlinhos, Roberto, Dair e Puskas; Jóia, Sérgio (Pedro) e Anacleto.

FONTE & FOTO: Site Notícia do Dia - Acervo Roberto P. Nascimento

 

No dia 24 de abril de 1960, o Paula Ramos derrotou o Carlos Renaux por 2 x 0  e conquistou o campeonato estadual de 1959. O time vermelho, branco e preto da capital do estado disputou oito estaduais tornando-se depois apenas um clube social.

PAULA RAMOS: Gainete; Marreco e Neri; Manoel, Zilton e Nelinho; Helinho, Valério, Oscar, Sombra e Zachi. Técnico: Hélio Rosa.

CARLOS RENAUX: Adalberto; Merísio e Afonsinho; Simplício (Cambinha), Zen e Sardo; Miltinho, Petrusky, Alcinho, Teixeirinha e Aducci. Técnico: Leleco.

FONTE & FOTO: Site Notícia do Dia

 

Fonte: Jornal A Noticia / Artigo: Foto Rara, de 1954: Madureira Atlético Clube – Rio de Janeiro (RJ) de Sergio Mello.

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