Sport Club Madureira (2003-2005)

O Blumenau Sport Club Madureira foi fundado em 1° de novembro de 2003 com o nome de Sport Club Madureira.
Em 2004 o clube conquistou o campeonato da Liga Blumenauense de Futebol.
Profissionalizou-se em 2005 e disputou a Terceira Divisão Catarinense, terminando em 6º lugar entre 10 clubes.
Em 2006 muda de nome para Blumenau Sport Club Madureira para a disputa da Terceira Divisão Catarinense, ficando em terceiro lugar.
O clube fechou suas portas em 2007 por falta de recursos.
Em 2013 o clube retorna ao profissionalismo, ficando com o vice campeonato, conquistando o acesso.

Blumenau Sport Club Madureira (2006-2014)

Para 2015 o clube adota o nome do já extinto Blumenau Esporte Clube. Nos três primeiros jogos da Segunda Divisão de 2015 o clube foi punido por jogar com um jogador irregular. Por vários jogos o Blumenau não pôde entrar em campo por conta de débitos com a FCF. Como o Blumenau recebeu 2 WO’s seguidos, foi eliminado da competição e rebaixado.
Em seu retorno, em 2017, o BEC chega a final contra o Curitibanos de Orleans conquistando o título e o acesso.

Blumenau Esporte Clube (desde 2015)

Nome: Blumenau Sport Club Madureira
Fundação: 1° de novembro de 2003
Endereço: Rua Amazonas 590, Sala 103
Garcia, Blumenau (SC), CEP 89021-001
Mascote: Capivara
Estádio: Bernardo Wolfgang Werner (Sesi)
Capacidade: 10000 pessoas

Fonte: RSSSF Brasil/ Wikipedia/ blumenauesporteclube.com.br/ adalbertoday.blogspot.com.br

 

1º TURNO

 

 

 

 

 

03.05.1947

BOCAIÚVA

2

x

2

COLEGIAL

04.05.1947

AVAÍ

1

x

1

PAULA RAMOS

10.05.1947

CARAVANA DO AR

3

x

1

ATLÉTICO

11.05.1947

AVAÍ

2

x

2

FIGUEIRENSE (1)

17.05.1947

CARAVANA DO AR

2

x

1

BOCAIÚVA

18.05.1947

ATLÉTICO

4

x

0

PAULA RAMOS

24.05.1947

CARAVANA DO AR

6

x

3

COLEGIAL

25.05.1947

ATLÉTICO

1

x

0

FIGUEIRENSE

31.05.1947

BOCAIÚVA

1

x

0

PAULA RAMOS

01.06.1947

AVAÍ

3

x

3

ATLÉTICO

07.06.1947

COLEGIAL

3

x

1

PAULA RAMOS

08.06.1947

FIGUEIRENSE

5

x

0

BOCAIÚVA

14.06.1947

CARAVANA DO AR

4

x

1

PAULA RAMOS

15.06.1947

BOCAIÚVA

5

x

3

AVAÍ

21.06.1947

FIGUEIRENSE

5

x

3

COLEGIAL

22.06.1947

ATLÉTICO

6

x

4

BOCAIÚVA

28.06.1947

CARAVANA DO AR

2

x

0

FIGUEIRENSE

29.06.1947

AVAÍ

2

x

1

COLEGIAL

05.07.1947

FIGUEIRENSE

4

x

1

PAULA RAMOS

06.07.1947

COLEGIAL

3

x

2

ATLÉTICO

13.07.1947

AVAÍ

3

x

1

CARAVANA DO AR

2º TURNO

 

x

 

02.08.1947

PAULA RAMOS

2

x

1

AVAÍ

03.08.1947

ATLÉTICO

2

x

1

CARAVANA DO AR

09.08.1947

FIGUEIRENSE

2

x

0

AVAÍ

16.08.1947

PAULA RAMOS

2

x

1

ATLÉTICO

17.08.1947

COLEGIAL

6

x

2

CARAVANA DO AR

23.08.1947

FIGUEIRENSE

5

x

2

ATLÉTICO

24.08.1947

BOCAIÚVA

2

x

0

PAULA RAMOS

30.08.1947

AVAÍ

3

x

3

ATLÉTICO

31.08.1947

COLEGIAL

4

x

2

PAULA RAMOS

06.09.1947

FIGUEIRENSE

4

x

2

BOCAIÚVA

07.09.1947

CARAVANA DO AR

6

x

3

PAULA RAMOS

20.09.1947

ATLÉTICO

3

x

2

BOCAIÚVA

21.09.1947

FIGUEIRENSE

2

x

1

CARAVANA DO AR

27.09.1947

COLEGIAL

3

x

0

AVAÍ

04.10.1947

COLEGIAL

10

x

2

ATLÉTICO

11.10.1947

COLEGIAL

4

x

0

BOCAIÚVA

12.10.1947

CARAVANA DO AR

7

x

0

AVAÍ

18.10.1947

COLEGIAL

2

x

1

FIGUEIRENSE

19.10.1947

CARAVANA DO AR

8

x

1

BOCAIÚVA

08.11.1947

BOCAIÚVA

6

x

5

AVAÍ

09.11.1947

FIGUEIRENSE

3

x

0

PAULA RAMOS

(1) O FIGUEIRENSE PERDEU OS PONTOS.

CF CLUBES J V E D GF GC SG PG
1 COLEGIAL 12 8 1 3 44 25 19 17
2 FIGUEIRENSE 12 8 0 4 33 16 17 16
3 CARAVANA DO AR 12 8 0 4 43 23 20 16
4 ATLÉTICO 12 5 2 5 30 36 -6 12
5 BOCAIÚVA 12 4 1 7 26 42 -16 9
6 AVAÍ 13 3 4 6 23 36 -13 10
7 PAULA RAMOS 12 2 1 9 13 34 -21 5

CAMPEÃ – ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA COLEGIAL (FLORIANÓPOLIS – SC)

Fonte: O Estado / SC

 

TURNO ÚNICO

07.09.1954
LAGES(SC) 2-1 INTERNACIONAL(SC)
CRUZEIRO(RS) 4-1 ALIADOS(SC)
11.09.1954
ALIADOS(SC) – INTERNACIONAL(SC) (CANCELADO)
CRUZEIRO(RS) 2-0 LAGES(SC)
12.09.1954
LAGES(SC) – ALIADOS(SC) (CANCELADO)
CRUZEIRO(RS) 5-0 INTERNACIONAL(SC)

CAMPEÃO – ESPORTE CLUBE CRUZEIRO (PORTO ALEGRE – RS)

Fonte: Correio Lageano / SC

 

Esta competição eliminatória disputada pelos clubes da capital, foi em homenagem a Associação de Cronistas Esportivos da capital do Estado. Abaixo os resultados:

DATA: 07 DE DEZEMBRO DE 1947
LOCAL: FLORIANÓPOLIS – SC

1º JOGO – CARAVANA DO AR 2-0 PAULA RAMOS
2º JOGO – AVAÍ 5-0 ATLÉTICO
3º JOGO – BOCAIÚVA 0-0 COLEGIAL (3-2 PEN)
4º JOGO – FIGUEIRENSE 0-0 CARAVANA DO AR (4-3 PEN)
5º JOGO – AVAÍ 2-0 BOCAIÚVA
FINAL     - FIGUEIRENSE 2-1 AVAÍ

CAMPEÃO – FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE (FLORIANÓPOLIS – SC)

Fonte: O Estado / SC

 

DATA: 27 DE ABRIL DE 1947
LOCAL: FLORIANÓPOLIS – SC

1º JOGO – COLEGIAL 0-0 BOCAIÚVA (1-0 ESC)
2º JOGO – AVAÍ 0-0 PAULA RAMOS (1-0 ESC)
3º JOGO – CARAVANA DO AR 1-0 ATLÉTICO
4º JOGO – FIGUEIRENSE 0-0 COLEGIAL (5-0 ESC)
5º JOGO – CARAVANA DO AR 0-0 AVAÍ (2-0 ESC)
FINAL     - FIGUEIRENSE 1-0 CARAVANA DO AR

CAMPEÃO – FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE (FLORIANÓPOLIS – SC)

Fonte: O Estado / SC

 

 

 

O Paula Ramos Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Florianópolis (SC). O clube das cores preto, vermelho e branco foi Fundado na quarta-feira, do dia 15 de dezembro de 1937, nas areias da Praia de Fora (atual Beira-Mar Norte).

O clube fora inicialmente criado para a prática da natação. Seus fundadores foram: Porfírio Almeida Gonçalves, João Cristakis, Moacir Schtell, Júlio Ferreira Lobo, Arnoldo Sabino, Adolfo Monteiro Pinto, Rubens Sabino, Abelardo Rupp, Jonas de Oliveira, Dionísio Freitas, Osval Pereira Baixo, Olímpio Monteiro Pinto, Bruno Boos, Adolfo Boos, João José Cunha e Antônio Araújo Figueiredo.

O nome do clube foi sugerido por Dionísio Freitas, em homenagem ao local em que os fundadores da agremiação realizavam suas reuniões, o trapiche Vitorino Paula Ramos. O 1º presidente do Paula Ramos foi Porfírio Gonçalves, tendo Francisco Melo como vice.

No futebol, entre 1937 e 1943, o Paula Ramos participou apenas de competições amadoras. Profissionalizou-se em 1944. Tornou-se bicampeão Citadino de Florianópolis, em 1947 e 1948. Em 1948 foi vice-campeão estadual.

Em 1959, obteve a maior conquista de sua história: o Campeonato Catarinense daquele ano. Os títulos conquistados foram: no Campeonato Citadino de Florianópolis, foram seis conquistadas: 1947, 1948, 1956, 1961, 1962 e 1964. No Torneio Início de Florianópolis, outros dois: 1954 e 1956.

FONTES: Wikipédia – Estado (SC)

 

 

Este torneio eliminatório teve como objetivo arrecadar fundos para a Sociedade Lageana de Auxílio aos Necessitados. Abaixo os resultados:

Data: 27 de fevereiro de 1955
Local: Lages / SC

1º jogo – Pinheiros 2-0 Lages
2º jogo – Vasco da Gama 1-1 Internacional (3-2 pen)
3º jogo – Aliados 0-0 Pinheiros (2-1 pen)
Final     – Aliados 1-0 Vasco da Gama

Campeão – Aliados Futebol Clube (Lages / SC)

Fonte: Correio Lageano / SC

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

 

EQUIPE CIDADE

001

ALIADOS FUTEBOL CLUBE LAGES – SC

002

ESPORTE CLUBE INTERNACIONAL LAGES – SC

003

GRÊMIO ESPORTIVO VASCO DA GAMA LAGES – SC

004

LAGES FUTEBOL CLUBE LAGES – SC

005

SPORT CLUB PINHEIROS LAGES – SC

 

1º TURNO

 

11.09.1955

ALIADOS

2-1

LAGES

18.09.1955

VASCO DA GAMA

3-0

PINHEIROS

02.10.1955

ALIADOS

2-1

INTERNACIONAL

09.10.1955

LAGES

1-1

PINHEIROS

16.10.1955

INTERNACIONAL

1-1

VASCO DA GAMA

23.10.1955

ALIADOS

2-2

PINHEIROS

30.10.1955

LAGES

4-2

INTERNACIONAL

06.11.1955

ALIADOS

2-2

VASCO DA GAMA

13.11.1955

INTERNACIONAL

2-1

PINHEIROS

20.11.1955

LAGES

1-1

VASCO DA GAMA

 

2º TURNO

 

08.12.1955

LAGES

3-0

ALIADOS

17.12.1955

PINHEIROS

4-1

VASCO DA GAMA

18.12.1955

ALIADOS

5-0

INTERNACIONAL

24.12.1955

LAGES

8-0

PINHEIROS

14.01.1956

INTERNACIONAL

3-3

VASCO DA GAMA

18.01.1956

ALIADOS

4-2

PINHEIROS

04.02.1956

LAGES

4-2

INTERNACIONAL

05.02.1956

ALIADOS

2-1

VASCO DA GAMA

18.02.1956

INTERNACIONAL

6-5

PINHEIROS

19.02.1956

LAGES

4-3

VASCO DA GAMA

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

LAGES

08

05

02

01

26

11

12

02º

ALIADOS

08

05

02

01

19

12

12

03º

VASCO DA GAMA

08

01

04

03

15

17

06

04º

INTERNACIONAL

08

02

02

04

17

25

06

05º

PINHEIROS

08

01

02

05

15

27

04

 

FINAL

 

18.03.1956

ALIADOS

0-0

LAGES

25.03.1956

ALIADOS

1-0

LAGES

 

# CAMPEÃO – ALIADOS FUTEBOL CLUBE (LAGES – SC)

Fonte: Correio Lageano / SC

 

1º Turno

01.07.1956
Internacional 2-1 Vasco da Gama
08.07.1956
Lages 3-0 Aliados (O Aliados desistiu do campeonato)
22.07.1956
Lages 2-1 Internacional
05.08.1956
Vasco da Gama 5-1 Lages

2º Turno

26.08.1956
Vasco da Gama 4-0 Internacional
02.09.1956
Lages 6-1 Internacional
16.09.1956
Vasco da Gama 2-0 Lages

Campeão – Grêmio Esportivo Vasco da Gama (Lages-SC)

Fonte: Correio Lageano (Lages / SC)

 

Data: 03 de junho de 1956
Local: Lages – SC

1º jogo – Internacional 0-0 Vasco da Gama (2-0 pen)
2º jogo – Lages 0-0 Aliados (Aliados eliminado por irregularidades)
Final    - Lages 3-1 Internacional

Campeão – Lages Futebol Clube

Fonte: Correio Lageano (Lages / SC)

 

A Sociedade Esportiva Ipiranga é um clube de futebol, fundado em 19 de março de 1944, na cidade de Rio Negrinho (SC). O clube disputou, em 2010, a Terceira Divisão do Campeonato Catarinense com a inscrição da Associação Blumenauense de Futebol, mandando seus jogos no Estádio Luiz Bernardo Olsen em Rio Negrinho. Para essa competição o clube utilizou o nome fantasia de Ipiranga de Rio Negrinho Futebol Clube. No final da competição o clube ficou na 7ª colocação entre nove clubes. Atualmente o clube encontra-se licenciado e atua somente nas categorias de base.

Utilizado em 2010

Nome: Sociedade Esportiva Ipiranga
Fundação: 19 de março de 1944
Endereço: Rua Roberto Ferreira de Lima, s/n°, Alegre, Rio Negrinho (SC), CEP 89295-000
Estádio: Luiz Bernardo Olsen

Fonte: Futebol Nacional/ RSSSF Brasil/ Sociedade Esportiva Ipiranga no Facebook

 

Escudo principal. Uniforme dos anos 70

O Clube Atlético Operário é uma agremiação da cidade de Mafra (SC). Fundado 12 de Maio de 1897, como clube social (Clube Zeppelin) , ou seja, Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses (SEROM). Vinte e três anos depois mudou o nome: Em 12 de outubro de 1920, passou a se chamar: Clube Atlético Operário.

Nestes anos de glória, este clube tem muito, o que comemorar no futebol catarinense e no planalto norte, onde sempre foi uma força e até hoje é muito respeitado, quantos jogadores, que marcaram época neste clube, desfilaram seu futebol no estádio Alfredo Herbst, o popular Pedra Amarela.

Há de destacar o centroavante Chiquinho, entrou para a história do Operário, como principal artilheiro do Campeonato Catarinense de 1978, depois foi contratado pelo Figueirense de Florianópolis.

Nos áureos tempos dos anos 60, envergavam a camisa operariana com muito brilho, o zagueiro Tutão, fez tanto pelo futebol mafrense, que tem ginásio, que leva seu nome no alto de Mafra, além de Nego Tião, centroavante Dilceu, Rex, Guimarães, Fubá, Lisandro o xerife e Mano, entre outros.

Nos anos 70, há de enaltecer, Tutinho, Nelinho, Airton Torto, Camiseta, Geada, Nereu Tatara, Nereu Baum, os laterais João Stock e Mario Bartnack, no meio de campo Xepa, Brandeburgo, o zagueiro Henrique a maioria deles citados, já faleceram, mas marcaram seu nome no glorioso Operário.

Nos anos 90 o Operário disputou a 2ª divisão de profissionais, época que o clube começou a ser administrado pela Sociedade Esportiva e Recreativa Operários Mafrenses (Zeppelin). A maioria dos jogadores eram prata da casa, Tarcísio, Hilário, Abel, Partala, Partalinha, Silvio Lanski, Mineiro, Odir, Edson Eckel, Dejair, Loriel, Miguelzinho e Marcelo.

Escudo raro da década de 60

Hoje o Operário continua no auge do profissionalismo, devido à paixão de Edmar Heiler por este clube, onde depois de vários anos, voltamos ao cenário catarinense. No ano de 1999 ressurgiu na Série C, fazendo uma ótima campanha, ficando entre os semifinalistas, fez jogos memoráveis contra Guarani de Palhoça e XV de Outubro de Indaial. No ano de 2015 o Operário comprou a vaga do Canoinhas Atlético Clube e ressurgiu na Série B do Catarinense.

ESTÁDIO

O estádio Alfredo Herbst o popular Pedra Amarela, terreno doado pela família Herbst, recebeu jogos memoráveis, os famosos Peri-Ope, o clássico das multidões, onde até hoje é lembrado, por quem teve o privilégio de assistir estes confrontos, parava a cidade de Mafra aos domingos a certeza de jogos emocionantes, muitas vezes acabava em pancadaria.

HISTÓRIA DESTE CLÁSSICO

Tantas histórias marcaram este clássico Peri-Ope, em campo jogadores que marcaram seus nomes no futebol mafrense, muitos deles já não estão mais em nossos meios. Em 1961 neste clássico houve até trocas de tiros entre um policial e um jogador do Peri. Estava 1 a 0 no primeiro tempo para o Peri, quando o juiz marcou um pênalti. Aí o Jogador Kid do Peri, chamou o juiz de ladrão e foi expulso. Até a polícia precisou ser chamada para que o jogador deixasse o campo pelo lado da torcida do Operário.

O estádio estava cheio. Na sequência o jogador ainda agrediu um policial que disparou dois tiros, que por sorte não acertou ninguém. O jogador saiu correndo em ziguezague. Em seguida dois policiais pegaram o jogador que ainda acertou um soco em um deles. A partida virou uma confusão. Na época não existia cartão amarelo nem vermelho. O Juiz acabou tendo que chamar o Exército para terminar com a pancadaria e a partida terminou ali mesmo.

Equipe Juvenil do C.A. Operário de 1975

PROFISSIONAL

O Clube Atlético Operário foi profissionalizado em 1977, sendo incluído no Campeonato Catarinense de profissional, recebendo equipes de ponta de Santa Catarina, Figueirense, Avaí, Joinville, Comerciário (hoje Criciúma), Chapecoense, entre outras, apresentando uma boa campanha.

Em 1978 passou a disputar as finais do campeonato catarinense, após sagrar-se campeão de sua chave e encerrou sua participação dentre os primeiros colocados.

 

TÍTULOS

Tem quatro títulos da Liga Esportiva Catarinense do Campeonato Regional da Zona Norte, em 1947/48/56 e 1962.

 

ILUMINAÇÃO

Uma das maiores aspirações do torcedor mafrense, foi realizado em maio de 1980, com a inauguração do sistema de inauguração do estádio Alfredo Herbst, foi uma festa que ficou marcada no esporte, com a participação de várias autoridades políticas.

Dentre as autoridades destacamos o governador do estado, Jorge Konder Bornhauser o prefeito mafrense Plácido Gaissler, que muito lutou para realizar este sonho da iluminação no estádio.

 

MAIOR PÚBLICO

Foi o maior público registrado até hoje no estádio Alfredo Herbst, estava totalmente tomado, faltava lugares para acomodar a fanática torcida operariana, mais de 3 mil torcedores fizeram parte desta festa de inauguração da iluminação.

Na ocasião o Mafra Atlético Clube, que passou a denominar-se, esta agremiação em 21 de setembro de 1979, enfrentou o Joinville Esporte Clube, pelo Campeonato Catarinense da divisão especial, naquela época não existia segunda divisão.

Com nomes consagrados na equipe do MAC, o goleiro Roberto, o meio campista Luiz Everton, os atacantes Chiquinho e Mauricio, apontou o empate em 00 a 00, contra a consagrada equipe do JEC, comandado pelo técnico Velha, o goleiro Borrachinha o meio campista Nardela e o atacante Zé Carlos Paulista.

 

FAMÍLIAS MARCANTES

Quantas famílias marcaram seu nome na história do Operário, onde destacamos, Herbst, Pigatto, Mann, Oscar Scholze, Abelardo Luiz de Oliveira, Weinschutz, Álvaro Weber, Cavalheiro, Arthur Sallai, Tadeu Munhoz, Boetcher e Heiler, entre tantas outras que de alguma forma, contribuíram e estão contribuindo, para com esta agremiação, que é a paixão do torcedor mafrense.

 

FONTES & FOTOS: Blog Camisa 10 - Wikipédia – Click Rio Mafra – Página do clube no Facebook

 

CAMPEONATO LIGA SERRANA 1962

Participantes: 

Cruzeiro (Lages)

Esporte Clube Pinheiros (Lages)

Esporte Clube Internacional (Lages)

Grêmio Atlético Guarani (Lages)

Sociedade Esportiva Recreativa Olinkraft (Otacílio Costa/ Lages)

Turno

26/3 – Guarani 6 x 0 Pinheiros

1/4  -  Internacional 4 x 1 Cruzeiro

8/4 – Olinkraft 3 x 2 Internacional

15/4 – Pinheiros 4 x 3 Cruzeiro

22/4 – Guarani 2 x 0 Olinkraft

28/4 – Olinkraft 2 x 0 Cruzeiro

29/4 – Internacional 1 x 0 Pinheiros

5/5 – Pinheiros 0 x 2 Olinkraft

6/5 – Guarani 2 x 0 Cruzeiro

13/5 – Guarani 3 x 2 Internacional

 Returno

20/5 – Cruzeiro 0 x 2 Olinkfrat

27/5 – Guarani 8 x 0 Pinheiros

3/6 – Cruzeiro 2 x 7 Internacional

10/6 – Olinkraft 3 x 2 Pinheiros

16/6 – Internacional 2 x 1 Olinkraft

17/6 – Cruzeiro 3 x 2 Pinheiros

23/6 – Olinkraft 2 x 2 Guarani

24/6 – Internacional 10 x 3 Pinheiros

1/7 – Guarani 5 x 0 Cruzeiro

8/7 – Guarani 4 x 1 Internacional

 Campeão: Guarani (Lages) – 1 pp

Vice: Olinkraft (Otacílio Costa/Lages) – 5 pp

3º lugar: Internacional (Lages) – 6 pp

4º lugar: Cruzeiro e Pinheiros – 14 pp

Artilheiro: Silvio (Guarani) – 10 gols

Fonte: O Estado

 

 

Fonte: AN.

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

Faro de gol apurado, perspicácia, técnica e inteligência. Estas eram algumas das qualidades de Antoninho Justiniano, um dos grandes nomes que vestiram a camisa do Marcílio Dias na década de 1980. Natural de São Paulo, onde nasceu em 7 de agosto de 1954, o atacante começou a carreira no Saad de São Caetano do Sul e chegou ao Gigantão das Avenidas em 1981, contratado pelo então presidente Delfim de Pádua Peixoto Filho.

Antoninho em ação pelo Marinheiro: goleador implacável

Embora fosse meio-campista de origem, Antoninho atuou em algumas temporadas como centroavante e foi um dos principais goleadores do time entre 1982 e 1985. Somente no ano de 1982 foram 24 gols. No período em que defendeu o Marcílio Dias, atuou ao lado de outros jogadores que ficaram marcados na memória da torcida rubro-anil, tais como Leleco, Careca e Veiga, entre outros.

Antoninho foi uma das figuras da equipe campeã da Taça FCF 60 Anos, em 1984. Coube a ele marcar o gol do título, na vitória por 2 a 0 sobre o Avaí, em 15 de abril daquele ano, no Estádio Hercílio Luz. Naquela competição, que reuniu os principais clubes do futebol catarinense da época, o time base do Marinheiro era formado por Mauro; Ari Marques, Jorge, Gilberto e Luiz Fernando; Rosa Lopes, Osmarzinho e Antoninho; Anderson, Jair e Veiga.

Campeões da Taça FCF 60 Anos. Antoninho é o último da esquerda para direita

Além do Saad e do Marcílio, Antoninho também jogou no Novo Hamburgo (1984) e Inter de Lages (1986), entre outros clubes. Atualmente, reside em São Paulo.

Nome: Antoninho Justiniano
Nascimento: 7 de agosto de 1954, São Paulo (SP)
Posição: Atacante
Período no Marcílio Dias: 1981-1985

FONTE

Baú do Marcílio - http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

Troféus, camisas e fotos são alguns dos artigos que compõem a exposição “Brasil, Palmeiras, Blumenau 98 anos! Nossa história continua”, aberta ao público de 19 de julho a 14 de agosto de 2017 no Shopping Neumarkt, em Blumenau.

A exposição celebra os 98 anos do BEC, fundado em 19 de julho de 1919 como Brazil Sport Club. Em 1936, mudou para Recreativo Brasil Esporte Clube e durante a Segunda Guerra Mundial alterou a denominação para Palmeiras Esporte Clube. A partir de 1980, a agremiação passou a adotar o nome da cidade: Blumenau Esporte Clube. Também neste ano adicionou a cor grená às tradicionais branca e verde.

Entre os títulos conquistados pelo clube tricolor  estão o Campeonato Catarinense da Segunda Divisão de 1987 e o Campeonato Catarinense da Série C de 2017. Também foi campeão catarinense de juniores em 1982. A exposição é organizada pela Associação dos Amigos do BEC, entidade criada em 2008 com o objetivo de manter viva a história do Blumenau Esporte Clube.

 

 

BLUMENAU ESPORTE CLUBE 
CAMPEÃO CATARINENSE SÉRIE C 2017

O Campeonato Catarinense da Série C de 2017 foi realizado no período de 21 de maio a 5 de agosto e teve como campeão o Blumenau Esporte Clube, que garantiu o acesso para a Série B de 2018. Além do Blumenau, participaram do certame as seguintes equipes: Curitibanos/Orleans, Caçador, Imbituba e Porto.

TABELA DE JOGOS

Turno

21/05/2017 – Imbituba 2 x 0 CEC/Orleans

21/05/2017 – Caçador 1 x 4 Blumenau

28/05/2017 – Porto 1 x 3 CEC/Orleans

28/05/2017 – Blumenau 3 x 1 Imbituba

04/06/2017 – Porto 2 x 1 Caçador

04/06/2017 – CEC/Orleans 2 x 2 Blumenau

11/06/2017 – Blumenau 3 x 0 Porto

11/06/2017 – Caçador 2  x 3 Imbituba

18/06/2017 – Imbituba 2 x 2 Porto

18/06/2017 – CEC/Orleans 1 x 0 Caçador

Returno

25/06/2017 – Porto 2 x 4 Imbituba

25/06/2017 – Caçador 0 x 2 CEC/Orleans

02/07/2017 – Porto 0  x 0 Blumenau

02/07/2017 – Imbituba 2 x 0 Caçador

08/07/2017 – Caçador 1 x 2 Porto

10/07/2017 – Blumenau 5 x 0 CEC/Orleans

16/07/2017 – CEC/Orleans 1 x 0 Porto

16/07/2017 – Imbituba 0 x 0 Blumenau

23/07/2017 – CEC/Orleans 2 x 0 Imbituba

23/07/2017 – Blumenau 5 x 0 Caçador

Final

30/07/2017 – CEC/Orleans 2 x 2 Blumenau

05/08/2017 – Blumenau 4 x 2 CEC/Orleans


FONTE

Federação Catarinense de Futebol

 

No dia 7 de setembro de 1924, feriado da Independência do Brasil, o Club Sportivo Paysandu recebeu na Praça de Esportes Coronel Carlos Renaux, em Brusque (SC), a visita do Operário Foot-Ball Club da vizinha cidade de Itajaí (na época, Itajahy) para a disputa de um amistoso. O quadro local se impôs com autoridade e venceu a partida pelo placar de 4 a 1.

Segundo o jornal Gazeta Brusquense, o espetáculo foi atrapalhado pela “chuva miúda e irritante”, que deixou  o campo “demasiadamente escorregadio em algumas partes e alagado em outras”. No jogos dos aspirantes ou “segundo quadro”, também deu Paysandu: 3 a 0.

C.S. PAYSANDU 4 x 1 OPERÁRIO F.B.C.

Data: 07/09/1924

Local: Coronel Carlos Renaux – Brusque (SC)

Árbitro: Henrique Bosco

Gols: não disponível

PAYSANDU: Sassy I; Rudy, Zanão, José, Pedro e Becker; Senador, Pedro II, Jacob, Appel e Sassy II.

OPERÁRIO: Adolpho; Mendonça, Pimenta, Coca e Cachopa; Lúcio, Emílio, Antonio, Alberto, Pedro e Canário.

FONTE

Gazeta Brusquense

 

 

Os confrontos entre Marcílio Dias e Figueirense remontam a 1930. Em 27 de julho daquele ano, houve o primeiro embate: vitória do Marinheiro por 3 a 0, em amistoso disputado no Estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí. Os gols foram anotados por Guarino (duas vezes) e Zé Macaco.

Duas expressivas vitórias marcilistas por 4 a 0 ocorreram em outro amistoso realizado em Itajaí em 1933 e numa partida do Campeonato Catarinense de 1964. Mas foi em 16 de junho de 1946, em mais um amistoso em Itajaí, que se registrou a maior goleada do Marcílio sobre o rival alvinegro: 6 a 1.

Um fato curioso ocorreu no Campeonato Catarinense de 1958. Em 11 de janeiro de 1959, o Marcílio Dias venceu o primeiro jogo em Itajaí por 4 a 0 – gols de Cirilo, Idésio (duas vezes) e Zênio. O Figueirense precisava vencer o segundo jogo no tempo normal e na prorrogação para se classificar.

Página esportiva do jornal Libertador, de Itajaí, em 1959. Acervo FGML

No dia 18 de janeiro as duas equipes se enfrentaram no Estádio Adolpho Konder, em Florianópolis. O time da Capital venceu no tempo normal por 2 a 0, mas a prorrogação de 30 minutos terminou sem gols. Uma nova prorrogação de 15 minutos foi disputada, sem movimentação no placar.

Depois de mais duas prorrogações de 15 minutos cada, totalizando 165 minutos sem balançar as redes, o jogo finalmente foi finalizado, tornando-se o mais longo da história do futebol de Santa Catarina. A vaga seria decidida numa terceira partida, em Blumenau, campo neutro, no dia 22 de janeiro de 1959. Deu Marinheiro: 2 a 1, dois tentos do goleador Idésio.

Outro jogo marcante para os marcilistas ocorreu em 3 de novembro de 1963. Jogando em Florianópolis, o Marinheiro bateu o Figueirense por 2 a 1, gols de Renê e Dufles. Era a primeira rodada do Campeonato Catarinense de 1963 e iniciava ali a campanha que levaria o Marcílio Dias à conquista do seu primeiro e único título da principal competição estadual. “Peguei a bola fora da área e enchi o pé. Acertei um belo chute, uma bomba, o goleiro nem se mexeu”, detalhou o autor do gol em depoimento ao livro “Torneio Luiza Mello – Marcílio Dias Campeão Catarinense de 1963″.

Lelo vibra após gol da classificação no Orlando Scarpelli.
Foto: Reprodução

Uma partida especialmente guardada na memória da torcida rubro-anil foi a realizada em 3 de junho de 2000, pelas semifinais do Campeonato Catarinense. Depois do empate em 0 a 0 no jogo de ida em Itajaí, o Marinheiro precisava vencer no Orlando Scarpelli.

Marquinhos abriu o placar para o Marcílio, mas Fernandes empatou para o Figueirense. O jogo caminhava para o final quando o lateral-direito Lelo, numa cobrança de falta milimétrica, fez o gol que decretou a vitória por 2 a 1 e classificou o Marcílio Dias à final do Catarinão daquele ano.

18 de novembro de 2007 é outra data que entrou para a história deste confronto. Neste dia, o Marinheiro derrotou de virada o Figueirense por 3 a 1 no Orlando Scarpelli e sagrou-se campeão da Copa Santa Catarina. Os gols do Marcílio foram marcados por Felipe Oliveira, Dauri e Michel.

No jogo do primeiro turno, dia 28 de outubro, em Itajaí, outra vitória marcilista: 4 a 1 – gols de Dauri, Felipe Oliveira, Luís Ricardo e Márcio Alcides. O título da Copa Santa Catarina deu ao Marinheiro uma vaga na Recopa Sul-Brasileira, disputada em dezembro daquele mesmo ano e também vencida pelo Rubro-Anil.

Schwenck comemora gol contra o Figueirense em Camboriú.
Foto: Marcos Porto/ClicRBS/2015

No Campeonato Catarinense de 2015, outro jogo memorável. Jogando em Camboriú, debaixo de chuva e com apagões dos refletores durante a partida, o Marcílio Dias saiu na frente com Schwenck, mas o Figueirense virou para 3 a 1. Numa reação espetacular, o Marinheiro virou o placar para 4 a 3. Soares e Schwenck empataram e Rogélio, aos 45 do segundo tempo, fez de cabeça o gol da vitória, para delírio da apaixonada torcida rubro-anil que lotou a arquibancada do acanhado estádio Robertão.

FONTE

Baú do Marcílio - http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

Não houve bola, jogadores ou mesmo um árbitro na maior batalha já travada no ginásio Colombo Salles. Na noite de 17 de março de 1978, centenas de torcedores do Comerciário sentaram-se no concreto frio das arquibancadas para acompanhar de perto a reunião do Conselho Deliberativo do clube. Dentro da quadra, seguiam-se discussões acaloradas entre quase 80 dos 120 sócios patrimoniais. Eles se preparavam para votar uma controversa proposta do presidente Antenor Angeloni: a mudança de nome do Bacharel. Se aprovada, o Comerciário passaria a ser conhecido como Criciúma daquela noite em diante. “Deu briga na arquibancada. O pau pegou”, recorda-se Osvaldo de Souza, vice-presidente naquela ocasião.

Osvaldo, aliás, fazia campanha aberta contra a mudança de nome por considerá-la desnecessária, uma vez que todos os demais clubes da região haviam fechado as portas de seus departamentos de futebol profissional. Na hora do pleito estavam aptos a votar 62 associados, cujas mensalidades estavam em dia. Os favoráveis à mudança para Criciúma Esporte Clube venceram por 37 a 25. Carlos Borba, fundador do clube, garante que o novo nome foi escolhido atendendo a uma exigência da Prefeitura Municipal, que em troca ofereceria isenção fiscal. Num artigo publicado em um jornal local, Carlos afirmava com veemência que o novo Criciúma não poderia utilizar mais os títulos de “mais querido” ou “bacharel da pelota”, nem chamar o estádio Heriberto Hülse de Majestoso.

Osvaldo não concorda com a versão da insenção fiscal. “O (presidente) Antenor era um comercialino doente mas um cara muito avançado. Ele achou que esta seria a solução. Juntava os torcedores todos dos adversários (que fecharam as portas) e saía um time com força”. Além disso, o grupo derrotado na votação teve duas exigências atendidas: a data de fundação e o nome do estádio (Heriberto Hülse) foram preservados. Muitos decanos do Comerciário, porém, nunca mais colocaram os pés no clube. O próprio Osvaldo, participante da leva dos fundadores, precisou de mais de um ano para digerir a mudança. Começava a Era Criciúma.

A bandeira do novíssimo Criciúma Esporte Clube, já utilizando o novo escudo provisório. O definitivo só seria aprovado em 1984. O primeiro mascote sugerido depois da mudança de nome do clube do estádio Heriberto Hülse.

Os anos 70 foram uma década perdida para o futebol criciumense. Se na década passada a cidade havia conquistado cinco títulos estaduais (quatro do Metropol e um do Comerciário), entre 70 e 75, apenas o Próspera manteve, a duras penas, um time profissional disputando o catarinense. Neste período, o Comerciário dispunha de um modesto time amador. Em setembro de 1976, Osvaldo de Souza, comercialino doente desde 1947, juntou em torno de si um grupo de amigos, e reabriu o departamento de futebol profissional do Bacharel. Dia 7 de fevereiro de 77 ele assumiu a presidência do clube e montou um time qualificado para o retorno às disputas o campeonato catarinense. “Nós segurávamos a folha de pagamento com rifa e bingo”, lembra Osvaldo. Quando ampliavam-se as arquibancadas do estádio, surgiu a ideia de construir um restaurante. Ali correram vários fuscas em premiações para convivas dos jantares organizados pelo clube. No primeiro ano de regresso o Comerciário chegou à fase final do Estadual. Foi desclassificado pelo Avaí, no Heriberto Hülse, depois de perder 1 a 0. Infelizmente, o gol que classificou o time da Capital foi marcado por Lorival, ex-Atlético Operário, bronca antiga dos dirigentes do Bacharel. “O goleiro deu um balão no tiro de meta e caiu no pé do Lorival. Ele não esperou, deu por cobertura e fez 1 a 0”, lembra Osvaldo. A Chapecoense sagraria-se campeã naquele ano.

Fonte: Jornal da Manhã

 
CLUBE SEDE BAIRRO ESTÁDIO DIVISÃO
AFONSO PENA ESPORTE CLUBE RUA LAGUNA BUCAREIN NÃO POSSUIA 2a.
AMÉRICA FUTEBOL CLUBE RUA DUQUE DE CAXIAS (ATUAL DR. JOÃO COLIN) ZONA NORTE (ATUAL BAIRRO AMÉRICA) ‘AMERICANO’ 1a.
AVENTUREIRO ESPORTE CLUBE FINAL DA RUA IRIRIÚ (ATUAL TUIUTI) IRIRIÚ (ATUAL AVENTUREIRO) ‘CAMPO DO AVENTUREIRO’ 3a.
AVIAÇÃO FUTEBOL CLUBE AEROPORTO CUBATÃO ‘CAMPO DO AVIAÇÃO’ 3a.
BOA VISTA ESPORTE CLUBE RUA AUBÉ BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 2a.
CAXIAS FUTEBOL CLUBE RUA CORONEL FRANCISCO GOMES BUCAREIN ERNESTO SCHLEMM SOBRINHO 1a.
CLUBE ATLÉTICO OPERÁRIO RUA DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA ATUAL BAIRRO ANITA GARIBALDI DO SÃO LUIZ A.C. (ALUGADO) 1a.
COMETA ESPORTE CLUBE RUA IRIRIÚ IRIRIÚ ‘CAMPO DO COMETA’ 2a.
ESTIVA ESPORTE CLUBE SINDICATO DOS ESTIVADORES BUCAREIN NÃO POSSUIA 2a.
ESTRELA ESPORTE CLUBE RUA DONA FRANCISCA VILA BAUMER ‘CAMPO DO ESTRELA’ 3a.
FLORESTA FUTEBOL CLUBE VILA ELY – RUA SANTA CATARINA KM2 SANTA CATARINA (ATUAL FLORESTA) ALFREDO SOARES 2a.
GLÓRIA FUTEBOL CLUBE ALTO DA RUA XV DE NOVEMBRO ATUAL BAIRRO GLÓRIA PAULO EICHOLZ 2a.
JUVENTUS FUTEBOL CLUBE RUA GUAXANDUVA (ATUAL RUA IRIRIÚ) GUAXANDUVA (ATUAL IRIRIÚ) HERMÓGENES DE BRITTO 3a.
OLÍMPICO FUTEBOL CLUBE ALTO DA RUA XV DE NOVEMBRO ATUAL BAIRRO GLÓRIA DO GLÓRIA F.C. (ALUGADO) 3a.
SANTOS FUTEBOL CLUBE RUA CORONEL FRANCISCO GOMES – ‘AVENIDA CUBAS’ BUCAREIN ‘CAMPO DO SANTOS’ 3a.
SÃO LUIZ ATLÉTICO CLUBE AVENIDA GETULIO VARGAS ATUAL BAIRRO ANITA GARIBALDI WALDEMAR KOENTOPP 1a.
SOCIEDADE ESPORTIVA ADHEMAR GARCIA RUA AUBÉ BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 2a.
SULISTA FUTEBOL CLUBE RUA GUANABARA GUANABARA ‘CAMPO DO SULISTA’ 3a.
UNIÃO BOA VISTA FUTEBOL CLUBE RUA AUBÉ ESQUINA COM BARBALHO BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 3a.

 

fonte: A Noticia.

 

 

Fontes: Jornal A Noticia e acervo do autor.

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTES: Mercado Livre

 

A Associação Desportiva Colegial é um clube de futebol de salão da cidade de Florianópolis, do estado de Santa Catarina. Foi fundada em 25 de março de 1944. Comanda seus jogos no Ginásio Rozendo Lima Vasconcelos. Em 2008 usa na Liga Brasileira de Futsal o nome de Colegial/Umbro, em parceria com a marca esportiva Umbro. A equipe já foi duas vezes campeã catarinense de futsal: em 1980 e 2007.

Ainda foi um time de futebol, que disputou torneios importantes dentro do estado de Santa Catarina.

Em 1944, após a extinção dos clubes Externato Futebol Clube e Internato Futebol Clube, surgiu o time de futebol do Colegial. Foi campeão da segunda divisão florianopolitana em 1946 e também disputou a primeira divisão do Citadino que dava vaga para o estadual.
Cronologia
1930 - O Gymnásio Catharinense, (atual Colégio Catarinense) tinha duas equipes: Internato e Externato que foram extintos. Assim o Padre José Nunes, juntamente com colaboradores, sentiu a necessidade de criar uma associação para representar o Colégio nas competições da cidade.
1944 – Com o apoio recebido da Direção do Gymnásio Catharinense, o objetivo foi alcançado no dia 25 de março, fundado então a Associação Desportiva Colegial.
1946 - Com a justificativa de não obter um time competitivo, o clube desiste de participar da Primeira Divisão de Florianópolis para disputar somente a Segunda Divisão, no qual tornou-se campeão.
1947 - Abandona as modalidades de Futebol de campo passando a disputar apenas futebol de salão e basquete.
1985 - A AD Colegial, além do futebol de campo, passou a competir nos campeonatos regionais na categoria juvenil e adulto no futebol de salão.
1986 - Participou da I Olimpíada de Florianópolis, promovida pela Comissão Municipal de Esportes de Florianópolis.
1987 - Passa a competir com handebol, vôlei feminino e ginástica rítmica desportiva
1993 - Campeão Sul-Americano de Handebol Juvenil
1997 - Foi campeão Estadual de Futsal Juvenil
1998 - Torna-se Campeão Mirim de Futsal
1999 - Campeão Estadual da Primeira Divisão de Futsal Adulto.
2000 - É campeão Estadual de Handebol Mirim
2001 – A equipe da AD Colegial representou Santa Catarina na I Olimpíada Esperança, realizada em Poços de Caldas, Minas Gerais.
2004 - Conquista o título da modalidade de futebol de salão nos 44º Jogos Abertos de Santa Catarina.
2005 - Comemorado 100 anos do Colégio Catarinense, a escola de Samba Protegidos da Princesa de Florianópolis homenageia também a Associação Desportiva Colegial.
2008 - O Colegial e a Umbro assinaram no dia 15 de dezembro, no Colégio Catarinense, uma parceria para o fornecimento de material esportivo e para a participação da equipe de Florianópolis na Liga Futsal nas duas próximas temporadas. O Figueirense, que também tem acordo com a Umbro, é outro envolvido no projeto. Foi o clube que intermediou a aproximação entre Umbro e Colegial.

Fonte: Jornal O Colegial/ Wikipédia/ Acervo pessoal

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