Grêmio Esportivo Juventus em 1971

A primeira edição da Taça dos Municipios teve a participação das seguintes equipes da região norte de Santa Catarina.

Baependi (Jaraguá do Sul)

Continental (Rio Negrinho)

Dom Pedro II (Corupá)

Ipiranga (Rio Negrinho)

Juventus (Jaraguá do Sul)

Operário (Mafra)

Peri Ferroviário (Mafra)

 

Final

PeriFerroviário 2 x 2 Juventus

Data: 11/3/1972

Estádio: Ildefonso Mello (Mafra)

Árbitro: Benjamin Borges

Juventus –  Brigido; Lico, Adolfo, Rubens e Faraco; Paranaguá, Nandas e Nelsinho; Waldir, Aécio e Roquinho.

- Com o empate, o Grêmio Esportivo Juventus ficou com o título.

Fontes: A Notícia, LJD, Correio do Povo.

Foto: Arquivo Histórico GE Juventus

 

 

Fontes:

Jornal A Noticia e Marcelo Dieguez: www.historiadordofutebol.com.br.

 

Fonte: Paraná Esportivo

 

Escudo da Mutual

Nas festividades de aniversário do municípío de Brusque, o  Carlos Renaux enfrentou em 1982 a equipe volante da Mutual Uruguaia de Futebolistas Profissionais (MUFP), a associação de jogadores daquele país. O presidente da entidade era Fernando Morena, um dos maiores atletas da história do futebol uruguaio.

Alguns jornais, no intuito de promover o jogo, divulgaram que o Carlos Renaux estava recebendo a Seleção do Uruguai, quando na verdade era um time formado por jogadores veteranos e mesclado com outros que estavam sem clube.

Três dias mais tarde (7/8), a Mutual jogou em Lages e perdeu para o Internacional por 2 a 1.

Carlos Renaux 4 x 0 Mutual (Uruguai)

Motivo: Amistoso Internacional

Data: 4/8/1982

Estádio: Augusto Bauer (Brusque-SC)

Árbitro: Francisco Simas (SC)

Carlos Renaux – Luis Antônio; Cacaio (Lico), Dema (Hélio), Veneza, Betão; Tornando (Sérgio Roberto), Silva e Forró; Sarlei, Puruca e Julio César.

Mutual – Barreto (Ivan); Rodriguez, La Sálvia, Santana e Piriz; Britos (Krikos), Monteiro e Da Cruz; Borges, Caleaterra (Resola) e Calabero.

Gols: Silva (2), Puruca e Sarlei.

Fonte: Jornal de Santa Catarina, A Gazeta, O Municipio, O Estado, site Mutual.com.uy e  acervo do autor.

 
Ferroviário: campeão do Torneio Tubarão – Criciúma

O Torneio Tubarão – Criciuma, promovido em parceria pela LTD (Liga Tubaronense de Desportos) e LARM (Liga Atlética Região Mineira), teve a participação de quatro clubes:

Atlético Operário Futebol Clube (Criciúma)

Comerciário Esporte Clube (Criciúma) – atual Criciuma EC

Esporte Clube Ferroviário (Tubarão)

Hercílio Luz Futebol Clube (Tubarão)

TURNO

1ª rodada

14/4/57 – Hercílio Luz 1 x 0 Atlético Operário

14/4/57 – Comerciário 1 x 0 Ferroviário

2ª rodada

21/4/57 – Ferroviário 3 x 1 Atlético Operário

21/4/57 – Comerciário 2 x 1 Hercílio Luz (inacabado)

3ª rodada

28/4/57 – Atlético Operário 3 x 0 Comerciário

28/4/57 – Hercílio Luz 0 x 1 Ferroviário

RETURNO

1ª rodada

1/5/57 – Atlético Operário 4 x 1 Hercílio Luz

1/5/57 – Ferroviário 5 x 1 Comerciário

2ª rodada

5/5/57 – Atlético Operário 2 x 2 Ferroviário

5/5/57 – Hercílio Luz 3 x 2 Comerciário

3ª rodada

11/5/57 – Comerciário  ? x ? Atlético Operário (*)

2/6/57 – Ferroviário 7 x 5 Hercílio Luz

Campeão: Ferroviário (recebeu  a Taça Prefeituras de Tubarão e Criciuma)

Classificação PG J V E D GP GC
Ferroviário 9 6 4 1 1 18 10
Atlético Operário 5 5 2 1 2 10 7
Comerciário 4 5 2 0 3 6 12
Hercílio Luz 4 6 2 0 4 11 16

(*) – Resultado não encontrado

Fonte: jornal A Imprensa; livro Hercílio Luz FC, de Cesar do Canto Machado; acervo do autor. Foto: reprodução Roberto Roberge.

 

Valdir marcou dois gols

SELEÇÃO DE TUBARÃO (SC) 4 X 1 PORTUGUESA (RJ

Data: 19/5/1957

Estádio: Anibal Costa (Tubarão)

Árbitro: Adelson Menezes (SC)

Renda: Cr$ 60.660,00

Seleção de Tubarão – Pipa; Bega, Edu e Rato; Luizinho e Carequinha (Juarez); Xuxu, Lourinho, Valdir (Bracinho), Mangueira (Ernani) e De Lucas (Walmir). Técnico: Pajé.

Portuguesa – Antoninho (Jorge); Estevão, Juvaldo e Cicarino; Haroldo e Tião (Miraldo); Renato, Guilherme, Jaime, Russo e Carlinhos.

Gols: Waldir (2), De Lucas e Xuxu (T); Jaime (P).

 

Fonte/foto: A Imprensa, reprodução Roberto Roberge e acervo do autor.

 

 

FOTO: Diário Catarinense 16/05/1988

 

Edir com a camisa do Marcílio Dias em 1965

Todo mundo sabe que Pelé iniciou a carreira no interior de São Paulo, precisamente na equipe juvenil do Bauru Atlético Clube, o Baquinho. O que pouca gente sabe, porém, é que além do menino que viria a se tornar o Rei do Futebol, aquele time também tinha um volante alto, forte, que jogava com raça e ao mesmo tempo com classe. E que fez história no futebol de Itajaí, onde reside até hoje.

Edir Alves tem muita história para contar. Filho de Crizanto Alves, jogador do Noroeste de Bauru, Edir nasceu naquela cidade em 9 de abril de 1939. Depois de passar pelo juvenil do Baquinho, foi para o Noroeste, onde conquistou uma vaga no time titular aos 17 anos e não tardou para despertar o interesse de grandes equipes.

Nos anos 1960, Edir resolveu provar a sorte no Sul do país. Jogou no Londrina e depois no Coritiba, ambos do Paraná. Mas o seu destino estava traçado com Santa Catarina. Certo dia, dirigentes do Marcílio Dias visitaram o Coxa em busca de reforços para o Marinheiro. “Eles precisavam de um zagueiro. Eu não era zagueiro, era volante, mas o então treinador do Coritiba disse que eu jogava em qualquer posição e o Marcílio Dias me contratou”, recorda.

Era o ano de 1964. Edir Alves chegou a Itajaí e logo se transformou num ídolo da torcida marcilista, graças ao seu bom futebol e ao seu bom caráter, que não foi abalado nem quando trocou o Marcílio pelo seu maior rival, o Clube Náutico Almirante Barroso. Edir explica como aconteceu. “Era a semana do início do campeonato e eu estava me preparando com meus companheiros do Marcílio. Depois do treino, fui procurado por um homem. Ele disse que o diretor do Barroso, seu Hélio Caldas, queria falar comigo”.

Edir conta que, mesmo ressabiado, foi ao encontro do cartola do clube rival, num restaurante onde hoje funciona o hotel Caiçaras. “Seu Hélio Caldas me fez uma proposta irrecusável. No princípio não acreditei que ele pagaria o que prometeu, mas ele colocou o dinheiro vivo em cima da mesa”. Edir não teve outra opção. “Conversei com os diretores do Marcílio e eles entenderam, pois não tinham como cobrir aquela oferta e eu era um profissional”, diz. “O curioso é que treinei a semana toda com o Marcílio e no domingo joguei pelo Barroso”.

Mesmo tendo deixado o Marinheiro para jogar pelo rival, Edir continuou sendo respeitado pela torcida rubro-anil, sentimento conservado até os dias de hoje. “As pessoas me paravam na rua, mas eu explicava e elas compreendiam. Afinal, sabiam que eu era um profissional. Nunca tive nenhum problema com a torcida, seja no Marcílio ou no Barroso”.

No Almirante Barroso, Edir Alves jogou dois anos (1965 e 1966), antes de ir para o Palmeiras de Blumenau e encerrar a sua carreira profissional no Flamengo de Caxias do Sul (RS), o atual Caxias. Depois de pendurar as chuteiras, Edir Alves continuou jogando futebol nas peladas da cidade. Só parou neste ano, por culpa do joelho. “Levei uma pancada forte no joelho direito e ele começou a doer sempre que eu jogava, por isso resolvi parar de brincar. Afinal, já tenho 66 anos”. Por outro lado, ele não quis mais saber de se envolver profissionalmente com o esporte. Teve uma rápida experiência como treinador do Barroso, ainda em 1970, mas depois não se interessou em seguir a carreira de técnico.

FOTO

http://baudomarcilio.blogspot.com.br

FONTE:

Adaptado do texto original publicado no blog “Baú do Marcílio” – http://baudomarcilio.blogspot.com.br

 

Fonte: Jornal ‘O Estado’ de 5 de maio de 1924

 

 O JOGO DO TÍTULO:

28/03/1988

A POSE DOS CAMPEÕES


Fonte: DC de 28/03/1988

 

A história do CIP foi fugaz no Campeonato Catarinense. Sua única participação no torneio foi em 1938, mas a sua conquista não pode ser apagada.

A equipe de Itajaí era profissional, mas formada por funcionários da Companhia Itajaiense de Phosphoros. Na decisão, o CIP enfrentou o Atlético de São Francisco do Sul, em uma final que reuniu pela primeira vez dois clubes do interior – a decisão foi em 16 de abril de 1939, em Florianópolis.

A final pegou fogo, afinal, a equipe de São Francisco do Sul desceu o pau nos jogadores do CIP. O jornal O Estado elogiou a elegância da equipe itajaiense “pela exuberância e energia com que souberam batalhar ante a agressividade brutal do time adversário”.

Com gols de Coceira e Nanga, o CIP foi campeão. Única glória de um time que apagou a sua chama definitivamente ao fechar as portas em 1944.

Fonte: André Podiacki

 

 

A edição 2017 do Campeonato Catarinense tem um desafio extra para os times pequenos do Estado. Caso nenhum deles se sagre campeão, serão completados 25 anos sem a taça levantada por uma equipe de menor expressão. Atlético Tubarão, Inter de Lages, Barroso, Metropolitano e Brusque são os desafiantes dos cinco grandes. Em níveis diferentes de preparação, os times menores sabem que uma conquista é improvável, mas a palavra de ordem é lutar.

Um exemplo que serve de inspiração é a equipe de 1992 do Brusque, último campeão entre os pequenos. A taça foi levantada no estádio Augusto Bauer em 13 de dezembro daquele ano, após final contra o Avaí. Um dos destaques daquele time, o meia Palmito diz que a conquista foi a mais importante de sua carreira.

Palmito foi o artilheiro do Brusque no Catarinense de 1992

— Eu já havia sido campeão catarinense seis vezes, cinco pelo Joinville e uma pelo Criciúma, mas essa foi a mais especial, justamente por ser em uma equipe média. Em time grande, ser campeão é obrigação. Aqui não era — conta.

O jogador lembra que o time era formado por atletas experientes, que foram se entrosando aos poucos. Uma prévia do que aconteceria no fim do ano ocorreu pouco antes, com o primeiro lugar da Copa Santa Catarina. Palmito aponta como ponto de virada a eliminação do Criciúma, que havia sido campeão das duas primeiras fases do torneio, pelo Avaí.

— Foi uma injeção de ânimo. Tínhamos uma equipe forte e que passou a confiar cada vez — lembra.

Força da torcida

Outro ponto que Palmito considera essencial para a conquista foi o apoio da torcida. Após anos de rivalidade com Carlos Renaux e Paysandu, a cidade inteira abraçou a equipe.

— A torcida jogava junto e nos deu um suporte muito grande. Foi uma das bases do time — afirma Palmito, que marcou 13 gols na competição, terminando como vice-artilheiro, atrás de Zé Melo, do Inter de Lages.

Na final contra o Avaí, um gol de Cláudio Freitas na prorrogação selou o título, após uma vitória de cada time. O carinho foi tão grande que ele decidiu ficar na cidade depois de terminar a carreira de jogador. Há 22 anos, trabalha no Sesc da cidade. Atualmente, é gerente da unidade e uma espécie de embaixador do time campeão em 1992.

Em 2012, jogadores do Brusque se encontraram para celebrar o aniversário de 20 anos do título.

Palmito Ajudou a organizar o encontro de 20 anos da conquista em dezembro de 2012. Dois anos mais tarde, viu o primeiro companheiro de equipe morrer o atacante Jair Bala faleceu em novembro de 2014. No mesmo ano, no entanto, Palmito recebeu o título de cidadão-honorário de Brusque. Para esse ano, pretende participar do encontro de 25 anos, o que ele diz ser mais uma prova da união daquele grupo. A torcida, agora, é para que a cidade de Brusque possa comemorar mais um título, porém ele sabe da dificuldade.

— Os pequenos mudaram pouco em estrutura e os grandes subiram muito de nível. É preciso de investimento para diminuir essa diferença, que está cada vez maior — opina.

Mauro Ovelha se agarra à esperança

Atual técnico do Brusque, Mauro Ovelha sabe o caminho das pedras. No comando do Atlético de Ibirama, ele chegou perto do título por duas oportunidades, sendo vice-campeão em 2004 e 2005. Foi a última vez que um pequeno chegou às finais. Em 2011, Ovelha levantou a taça na Chapecoense, que ainda não tinha a projeção nacional de hoje. Para o treinador, ainda é possível que um time pequeno seja campeão caso haja um trabalho muito bem encaixado, porém a dificuldade é maior do que nunca.

— A gente vive um momento diferente. Hoje a diferença de orçamento é muito grande, Mas é futebol. Não que seja impossível, mas é muito mais difícil — diz.

Ainda segundo Ovelha, o primeiro objetivo do Brusque para o Estadual é conseguir uma vaga na Copa do Brasil, assim como ocorreu no ano passado. Ele ainda conta que existe um fio de esperança no título, pois trata-se de uma competição mais curta.

— Sonhar não custa nada. O trabalho precisa encaixar. Se fosse numa competição longa, não seria possível. No tiro curto ainda dá, embora seja uma tarefa muito complicada. Vamos brigar pelo nosso espaço — finaliza.

Fonte: Diário Catarinense

 
Metropol (de branco) num dos clássicos com o Comerciário

Metropol (de branco) num dos clássicos com o Comerciário

Em 2017, completam-se 48 anos do encerramento das atividades no Esporte Clube Metropol. Apesar da distância no tempo, a mais lendária equipe do nosso futebol mantém seu fascínio sobre os aficionados do futebol. Às vezes, algum curioso vem me perguntar: “se o time era tão bom, por que acabou?”

De fato, o Metropol saiu de cena ainda por cima, logo após conquistar o estadual de 1969. Mas seu destino já estava traçado, devido a dois fatores. Um deles era o fim da sociedade Freitas-Guglielmi, que mantinha o time. O outro era a nebulosa eliminação para o Botafogo, na Taça Brasil. O episódio desiludiu Dite Freitas, patrono do Metropol, mas também impôs uma maldição de vinte anos sobre o time da Estrela Solitária.

Na época, apenas os campeões estaduais disputavam o torneio nacional. Era assim: os times de cada região do país se enfrentavam e, a partir daí, viajavam para encarar os representantes dos estados mais afastados.

Na Taça Brasil de 1968, o Metropol já havia deixado para trás o Água Verde, campeão paranaense, e o poderoso Grêmio, uma máquina de jogar bola que havia acabado de chegar ao heptacampeonato gaúcho. No caminho do Metropol estava agora o Botafogo do técnico Zagallo e do craque Gérson, num desafio que mudaria o destino das duas equipes.

A manchete do jornal “O Globo” em 5 de dezembro de 1968 anunciava: “O Metropol pela 1ª vez no Maracanã”. Mas o tão falado time dos mineiros de Criciúma frustrou a crônica do Rio de Janeiro e, irreconhecível, foi goleado por 6 a 1. Como não havia vantagem pelo saldo de gols, o 1 a 0 que o Metropol obteve no jogo de volta, três dias depois, garantiria a realização de uma terceira partida em solo catarinense — e aí é que entra em campo o subterrâneo do futebol.

O Botafogo alegou que o Estádio Heriberto Hülse, emprestado pelo Comerciário para a realização daqueles jogos, não tinha condições de segurança. De fato, a torcida não havia sido nada hospitaleira com o time de Zagallo — principalmente por acharem que a arbitragem estava empenhada em ajudar o Botafogo. Após aquela partida, a antiga CBD, sob o comando de João Havelange, decidiu paralisar a competição.

A equipe carioca saiu de Criciúma sonhando com um terceiro jogo em campo neutro, mas obteve uma decisão da CBD ainda mais generosa: a partida decisiva seria em General Severiano, reduto alvinegro. Mesmo contrariado, o Metropol viajou ao Rio para enfrentar o Botafogo na noite de 2 de abril de 1969, uma quinta-feira santa. No apito, Armando Marques.

Logo no começo, o Metropol levou um gol olímpico — o goleiro Rubão jura, até hoje, que aquela bola não entrou por completo. Ainda no primeiro tempo, o empate: Leocádio driblou meio time e marcou para os catarinenses. Foi quando a chuva apertou. Além das poças no gramado, um imprevisto: aos 13 minutos do segundo tempo, 30 dos 96 refletores do estádio foram apagados. Armando Marques decidiu interromper a partida. O patrono Dite Freitas quis saber:

— O que a gente faz?

— Volta pra Criciúma. Quando marcarmos a data pra jogar o resto da partida, a gente avisa — garantiu o pessoal da CBD.

E, de fato, avisaram — mas no dia seguinte. O Metropol havia acabado de chegar a Criciúma, onde um telegrama esperava a diretoria, anunciando que o jogo seria naquela mesma data. Não havia como retornar a tempo. A malandragem fez os catarinenses serem eliminados por W.O., enquanto o Botafogo se preparava para enfrentar o Cruzeiro e marchar até a conquista daquela Taça Brasil.

Para o Metropol, foi um balde d’água fria nas pretensões de projeção nacional. Uma desilusão que desmotivou seus dirigentes a prosseguirem com o futebol.

Para o Botafogo, foi o início de uma época de sofrimento. Parecia que eles haviam sido vítimas de uma maldição. Nos anos seguintes, o time da Estrela Solitária afundou em dívidas e chegou a perder o estádio. Passou vinte anos sem vencer mais nada. Ser botafoguense virou sinônimo de “sofredor”. A maldição parecia dizer: “sofrerás até o dia em que alguém que tenha algo a ver com o Metropol venha tirá-los desse vale de lágrimas”.

O que realmente aconteceu, no ano de 1989, quando o Botafogo rompeu o jejum de duas décadas sem títulos, ao vencer o campeonato carioca. Liderando o ataque da equipe, estava Paulinho Criciúma — sobrinho de Zezinho Rocha, ex-lateral do Metropol.

Uma história que revela como funcionam os bastidores do futebol — e que mostra, também, que o sobrenatural, quando entra em campo, é ainda mais poderoso que isso.

Fonte: DC

 

Em 1955, o Olaria Atlético Clube, do Rio de Janeiro, excursionou peplo Estado de Santa Catarina. Um jogos jogos amistosos foi diante do Clube Atlético Baependi, da cidade de Jaraguá do Sul.

Baependi 2 x 7 Olaria

Data: 1/5/1955

Estádio: Clube Atlético Baependi (Jaraguá do Sul)

Competição: Amistoso interestadual

Árbitro: n.d.

Baependi – Gaulke; Jorge (Eduardo) e Octacílio (Piazera); Walter, Baloquinho, Zépi, Americano, Taranto, Chadeck, Turíbio e Oswaldinho.

Olaria – Walter; Oswaldo e Jorge; Moacir, Olavo e Dodô; Pombo, Arlindo, Gauchinho, Helter e Mário.

Gols: Arlindo (3), Gauchinho, Pombo(2) e Helter (Ola); Mário e Chadeck (Bae).

 

Fonte: LJD/Rogério Tomazelli

 

Time campeão do Torneio Início em 1949: Romeu, Vânio, Gustavo, Valmir, NIno, Juca, Jaime, Eládio, Pio, Aldo, Neri e Raulino.

O Torneio Início da Liga Tubaronense de Desportos de 1949 teve a participação de 10 clubes das seguintes cidades: Lauro Muller, Imbituba, Orleans, Laguna e Tubarão. O campeão foi o Conde D´Eu.

Barriga Verde (Laguna)

Flamengo (Laguna)

Imbituba AC (Imbituba)

Cerâmica (Imbituba)

Hercílio Luz (Tubarão)

Ferroviário Tubarão)

Cidade Azul (Tubarão)

Henrique Lage (Lauro Muller)

Guatá (Lauro Muller)

Orleanense (Orleans)

Conde D´Eu (Orleans)

 

19/6/1949

Primeira fase

Cidade Azul 1 x 0 Barriga Verde

Hercílio Luz 1 x 0 Orleanense

Imbituba 2 x 1 Ferroviário

Conde D´Eu 0 x 0 Guatá (2 x 1, escanteios)

Henrique Lage 2 x 1 Cerâmica (2 x 1, escanteiros)

Segunda Fase

Cidade Azul 0 x 0 Flamengo (2 x 1, escanteios)

Imbituba 2 x 1 Hercílio Luz

Semifinal

Conde D´Eu 0 x 0 Cidade Azul (2 x 1, escanteios)

Imbituba 2 x 1 Cidade Azul

Final

Conde D´Eu 1 x 0 Imbituba

Campeão: Conde D´Eu

 

Fontes: A Imprensa (Tubarão); site Fatos e Fotos Orleans e acervo do autor

 
O São Paulo estreou na partida de hoje, contra o Linense, o meia Thomaz, que defendeu o Marcílio Dias em 2012. Este artigo tem como objetivo recordar alguns jogadores que atuaram por estes dois clubes.

AGENOR
Oriundo de Piçarras, então bairro de Itajaí, o ponta-esquerda Agenor Eugênio Rodrigues começou no Tiradentes da Barra do Rio, transferindo-se para o Marcílio Dias em 1955. No ano seguinte foi para o Carlos Renaux e em 1960 para o São Paulo. No Tricolor Paulista, atuou em 119 partidas e fez 31 gols, de acordo com o Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa.

RATINHO
Revelado no time amador do Fluminense do bairro Itaum (Joinville), Heitor Martinho de Souza, mais conhecido como Ratinho, habilidoso ponta-direita, foi contratado pelo Marcílio Dias em 1962. No clube de Itajaí tornou-se ídolo e participou da conquista do título estadual de 1963. Em 1966, foi negociado com a Portuguesa e no ano de 1973 trocou o Canindé pelo Morumbi. Integrou o plantel são-paulino vice-campeão brasileiro daquele ano.

Ratinho, no Marcílio em 1965

LUÍS RICARDO
Herói do Marcílio Dias na final da Recopa Sul-brasileira em 2007, quando anotou três gols diante do Caxias (RS), Luís Ricardo Silva Umbelino atuou no Marinheiro como atacante. Em 2013, foi anunciado como reforço do São Paulo, depois de se destacar na Portuguesa jogando como lateral-direito.

HARISON
Surgido na base do São Paulo junto com Kaká, o meia Harison da Silva Ney era apontado como uma das principais revelações do Tricolor em 2001, mas não ficou muito tempo no time profissional. Depois de rodar por diversos clubes, foi contratado pelo Marcílio Dias em 2014. Disputou poucas partidas pelo Marinheiro, devido a uma lesão. Com o manto rubro-anil, foram apenas sete jogos e um gol, segundo o blog Todos os Jogos do Marcílio, de Gustavo Melim.
Harison disputou o Catarinão de 2014 pelo Marcílio Dias
THOMAZ
O paulistano Antonio Thomaz Santos de Barros jogou pelo Marcílio Dias no Campeonato Catarinense de 2012. Apesar da péssima campanha do time, rebaixado naquele ano, o meia foi um dos poucos jogadores a sair com algum crédito com a torcida, demonstrando qualidade técnica. Rodou por vários clubes e disputou a Libertadores de 2017 pelo Jorge Wilstermann (BOL), chamando a atenção do São Paulo, que o contratou a pedido do técnico Rogério Ceni.

Thomaz defendeu o Marinheiro em 2012

EDU BALA
Ponta-direita, Carlos Eduardo da Silva jogou a maior parte de sua carreira no Palmeiras, mas também defendeu o São Paulo entre 1978 e 1980. Teve uma rápida passagem pelo Marcílio Dias em 1987, já em fim de carreira, aos 38 anos.

JEAN ROLT
O bom zagueiro Jean de Oliveira Rolt defendeu o Marinheiro em 2005, sendo campeão do primeiro turno do Campeonato Catarinense da Série A2. Contratado pelo São Paulo em 2009, fez apenas seis partidas e marcou um gol pelo time do Morumbi.

JORGINHO PAULISTA
O lateral-esquerdo Jorge Henrique Amaral de Castro, mais conhecido como Jorginho Paulista, jogou no São Paulo entre 2002 e 2003. Passou pelo Marcílio Dias sem deixar saudades no Campeonato Catarinense de 2012, quando o time foi rebaixado.

Obs.: Este artigo não pretende relacionar todos os jogadores que defenderam os dois clubes. De qualquer forma, sugestões de outros nomes a serem incluídos na lista podem ser feitas através dos comentários. 

Agradecimento pela colaboração: Ivo Castro Jr., Lopes.

FOTOS:

http://baudomarcilio.blogspot.com.br

http://www.cnmd.com.br

http://www.torcedordevantagens.com.br

FONTE:

Adaptado do texto original publicado no blog “Baú do Marcílio” – http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

Desde as primeiras negociações com o Clube Náutico Almirante Barroso, a força da história do clube no futebol de Santa Catarina, e na cidade de Itajaí como um todo mexeu com a diretoria do Sport Club Litoral. O Barroso acolheu com carinho o projeto de implantação do Litoral em sua sede e foi impossível ficar alheio ao orgulho e à nostalgia presente em cada conversa com os torcedores.

Para Adriano Cipriano, presidente do Litoral “é muito importante não perder a nossa identidade e simbolizar todas as cidades do litoral que representamos desde a fundação do clube. Por outro lado, foi impossível ficar indiferente ao carinho com que fomos recebidos pela torcida do Barroso”.

A solução foi, em parceria com o Clube, a partir de um documento de cessão de uso da marca, estrear na segunda-divisão do catarinense com o nome Clube Náutico Almirante Barroso, usando a tradicional camisa verde e branca, e com o Sport Club Litoral por trás responsabilidade administrativa e financeira das questões relacionadas ao futebol profissional.

Clube Náutico Almirante Barroso para o biênio 1931-1932

 

O clube, que estava fora do futebol profissional desde 1972, lembra com carinho dos anos em que Roberto Picolé, Mima, Pereirinha e muitos outros brilhavam nos clássicos estaduais e conquistavam o aplauso da torcida. Lilo Orsi, presidente do Clube Náutico Almirante Barroso acredita que o retorno ao campeonato é uma forma de resgatar a história.

Todos os dias nossos sócios se lembram com carinho de quando traziam a família pra assistir os jogos e torcer pelo time. É uma satisfação muito grande poder resgatar essa tradição entre os sócios e proporcionar para eles a oportunidade de compartilhar essa experiência com seus filhos e netos”.

A camisa branca e verde apareceu no futebol profissional de Santa Catarina em 1949, mas a história do Barroso começou 30 anos antes dessa bola rolar no gramado. A Fundação do Clube Náutico Almirante Barroso foi firmada no Grande Hotel, às 18 horas do dia 11 de maio de 1919, depois de mais de 40 membros do recém fundado, Clube Náutico Marcílio Dias solicitarem os seus desassociamentos.

A saída em massa aconteceu porque parte do Clube não concordava com a eleição da madrinha dos dois primeiros barcos do rubro-anil, chamados “Yara” e “Yarê”. A eleição que terminou em empate entre Marieta de Moro e Virgínia Fontes, acabou pela escolha da primeira candidata e a demissão de quase metade dos sócios.

O Clube Náutico Almirante Barroso, fundado para a prática do remo, logo adquiriu seus barcos e tornou-se o conterrâneo rival de Marcílio Dias. Naquele ano, o futebol já tornou-se parte da história dos clubes de forma inusitada. A diretoria do irmão mais velho convidou seu adversário para um jogo de futebol e acabou recebendo uma negativa do Barroso, que limitou-se a enfrentar o rival somente sobre as águas. O remo rendeu ao Barroso conquistas de expressão estadual em 1920, 1921, 1927 e 1928.

A pedra fundamental da sede havia sido colocada 49 dias após a fundação do Clube, em 29 de junho de 1919. A construção foi rápida. Em 1920 o Barroso já inaugurava sua primeira sede, em uma das esquinas da Rua Pedro Ferreira. O primeiro jogo oficial entre os dois clubes foi 12 anos antes do Barroso iniciar suas atividades no futebol profissional.  Em 1937, em 28 de julho, um incêndio grave destruiu parcialmente as instalações da sede e queimou totalmente dois barcos do Clube.

Os primeiros jogos profissionais do Barroso iniciaram por volta de 1940, e o primeiro jogo de que se tem registro foi contra o Riachuelo de Florianópolis, no qual o clube de Itajaí perdeu de 4 a 2. O investimento no futebol estava apenas começando. 1919 foi um ano especial para os amantes de futebol do Barroso. O Clube firmou parceria com o Lauro Muller Futebol Clube e no mesmo ano conquistou o Campeonato Itajaiense promovido pela Liga Itajaiense de Desporto.

O Lauro Muller Futebol Clube foi fundado no dia 24 de março de 1929, defendendo a camisa alvinegra com sede localizada na Vila Operária, onde atualmente se pode encontrar o pátio da empresa Viação Catarinense. O primeiro título veio dois anos após a fundação, em 1931, quando sagrou-se campeão catarinense e derrubando o favorito Clube Atlético Catarinense.

Poucos anos depois, a parceria se desfez e o Barroso deu continuidade às atividades, inaugurando em 1956 o Estádio que era conhecido com Estádio na Rua Silva. Naquela época, a sede social do Barroso ainda não estava no mesmo terreno.

Em 1959 o Barroso levantou novamente a taça de Campeão Itajaiense. A final foi disputada contra o Marcílio Dias e contou com diversos jogadores queridos pela torcida, como Roberto Picolé. Em 1963, o rival revidou, tirando do Barroso o título de Campeão Catarinense que, apesar disso teve seu vice-campeonato estadual muito comemorado. Na década de 60, uma pesquisa popular apontava o Clube Náutico Almirante Barroso como o favorito da cidade.

Em 1972 o Barroso encerrou as atividades no futebol profissional cumprindo a missão de revelar jogadores como o goleiro Diogo e o lateral esquerda Alvacir, ambos vendidos para o Corinthians, além de jogadores convocados para a seleção catarinense como Nelinho, Elio, Deba, Mima e Godeberto.

A partir daí o Clube dedicou-se à prática futebol amador e construção de sua nova sede. A nova área foi projetada ao lado do Estádio da Rua Silva que ganhou iluminação e passou a se chamar Estádio Camilo Mussi, em homenagem ao presidente que inaugurou o campo. O projeto contava ainda com piscina, quadra de tênis, salão de festas, sala de jogos, sala de ginástica e espaços diversos para confraternizações.

Em 2010 um reencontro marcou os 150 de Itajaí, craques de seus dois clubes mais famosos se uniram para relembrar o clássico Barroso X Marcílio em um amistoso no gigantão das avenidas. Em campo, pelo Marcílio jogaram Paulo, Mazinho, Nico, Reginaldo, Calinho do Parque, Dão, Lili, Nilson, Murilo, Joaquinzinho, Carlão, Amauri, Jorge Luís, Dalmo, Caloca e Antônio Augusto.

Defendendo o time alviverde estavam Wilson Santos, Alcir Bebê Valdecir, Mário Cesar, Joel, Zequinha, Luiz, Paulo José da Silva, Juquinha, Roberto Picolé, Adão Goulart, Paulo Fabeni, Sergio, Geraldo, Janilton Victorino, Vanildo, Walter, Vladimir, Antoninho, Checo, Sergio Mafra e Mario Furtado.

 

FONTES: Site do Clube – Página no Facebook “História do Futebol de Santa Catarina” – Acervo de Osni Meira

 

Embora já possua mais de 300 camisas do Criciúma e seja considerado um dos maiores colecionadores de camisas de futebol de Santa Catarina, Fernando Geremias, 29 anos, também conhecido como Fernando Criciúma, ainda tinha um objetivo a ser alcançado: juntar as camisas, de 1 a 11, do time de 1991/1992, o melhor da história do Tigre.

Neste sábado, 1º de abril, o colecionador anunciou que a missão foi cumprida, ao postar em sua conta no Facebook a foto com as onze peças da época em que o Criciúma conquistou a Copa do Brasil (1991) e ficou em quinto lugar na Copa Libertadores da América (1992). “Há um ano faltavam apenas a 4 e a 6 e eis que essa semana, surpreendentemente, apareceram”, comemora o colecionador, que também possui camisas do Metropol, clube que fez sucesso no futebol catarinense na década de 1960, e do Comerciário, antigo nome do Criciúma.

Entre os ídolos do Criciúma na época, figuram jogadores como Itá, Gelson, Grizzo, Soares e Jairo Lenzi, além do goleiro Alexandre (já falecido). “Os melhores anos do Criciúma. Baita jogadores que honravam a camisa do Tricolor”, orgulha-se o torcedor do Tigre, que frequenta as arquibancadas do Heriberto Hülse desde criança.

Morador de Orleans, cidade próxima a Criciúma, Fernando deu o ponta pé inicial em sua coleção no ano de 2007 e a partir de 2011 passou a levar o assunto mais a sério. Atualmente, ele é um dos organizadores do Encontro de Colecionadores de Camisas de Futebol de Santa Catarina, evento que reúne colecionadores de diversas cidades e que já teve cinco edições. No ano passado, o evento foi realizado em Itajaí e neste ano será realizado na cidade de Chapecó.

FONTE:

Texto adaptado do original publicado no site “Torcedores.com”

 

Equipe do Amazonas de Blumenau em registro feito em 1963 no estádio da Empresa Industrial Garcia, atual Artex/Coteminas. As cores do clube eram azul e branca.

Foto/colaboração: acervo Adalberto Day

 

FONTE: JORNAL A NOTICIA DE JOINVILLE.

 

Sadinha e Augusto: goleadores da final

Torneio Início – Torneio Extra da Liga Blumenauense

4/Abril/1952

Estádio: Alameda Rio Branco (G.E. Olímpico – Blumenau)

Palmeiras (Blumenau) WO x Carlos Renaux (Brusque)

Paysandu (Brusque) 0 x 1 Tupy (Gaspar)

Semifinal

Olímpico 0 x 1 Palmeiras

Final

Palmeiras 2 x 0 Tupy (60 minutos)

Árbitro: Salvador Lemos dos Santos

Gols: Sadinha e Augusto

Palmeiras (campeão): Juca; De Lucas e Aury; Lázaro, Wuegers e Darci; Luizinho, Lazinho, Sadinha, Augosto e Zico.

Fonte: Lume e A Nação (Blumenau)

 

 

Chapecoense 5 x 2 Colo Colo (Chile)

Data: 21/3/1976

Estádio: Regional Índio Condá (Chapecó)

Competição: Amistoso Internacional

Árbitro: Pedro Luis Basso (SC)

Chapecoense – Jair; Di, Valmir, Silva e Paulo; Rui (Ivan) e Pio; Jairzinho, Sérgio Galocha, Volmir (Gilberto) e Gerê (Luis Carlos). Técnico: Roberto Caramuru.

Colo Colo – Adolfo; Javier, Augusto, Hermann e Alfonso; Hugo Salles e Luiz; Raul, Julio, Francisco e  Daniel.

Gols: Volmir (2), Sérgio Galocha (2) e Augusto-contra (Ch); Hermann (2) (CC)

Fonte/foto: Jornal de Santa Catarina

 

Registro do primeiro jogo em 9/3/1976: Joinville x Vasco da Gama-RJ

No dia 30 de março de 2017, quinta-feira, diante do Avaí em Florianópolis, o  Joinville Esporte Clube realiza o jogo 2.500 de sua história (não inclui jogos treinos).

Fundado no dia 29 de janeiro de 1976, a partir da fusão dos departamento de futebol profissional de Caxias e América, o JEC já realizou 2.499 partidas. Segundo Anderson Miranda, pesquisador oficial da história do clube, a estatística apresenta os seguintes números:

Jogos: 2.499

Vitórias: 1.088

Empates: 729

Derrotas: 682

Gols marcados: 3.513

Gols sofridos: 2.523

Maiores artilheiros:  Lima (140 gols em 202 jogos) e  Nardela (130 gols em 680 jogos).

Fonte/colaboração: Anderson Miranda (Joinville-SC) – foto: autor não encontrado/acervo do JEC

 

Sel. Liga Jaraguaense de Desportos (SC) 1 x 2 Bonsucesso (RJ)

Data: 25/5/1953

Local: Clube Atlético Baependi (Jaraguá do Sul)

Árbitro: Otacílio Barbosa (de São Bento do Sul-SC)

Seleção LJD – Eduardo; Bio e Ronaldo; Elpídio, Baloquinho e Benor; Jorge, Walter, Taranto, Turibio e Olinger (Chico).

Bonsucesso – Valentim; Bibi e Mauro; Jofred, Urubatão (Décio), Serafim, Nicola (Odir), Carlos, Wilson, Soca e Bene.

Gols: Jorge (LJD); Soca e Bene (B).

- Primeiro jogo realizado por uma seleção da Liga Jaraguaense de Desportos.

Fonte: LJD / Rogério Lauro Tomazelli

 

DOM PEDRO II (SC) 2 X 4 BONSUCESSO (RJ)

Data: 21/5/1953 (quinta-feira)

Local: estádio do Dom Pedro II (Corupá (SC)

Competição: Amistoso interestadual

Árbitro: Otacílio Barbosa

Dom Pedro II – Maba; Alídio e Morett; Mafezzoli, Munga, Zeca, Tião, Antenor, Horávio, Francinha e Nilo.

Bonsucesso –  Ari; Bibi e Mauro; Urubatão, Gilberto, Serafim, Nicola, Odir, Zildo, Soca e Bene.

Gols: não disponíveis.

Fonte: LJD / Rogério Mauro Tomazelli

 

O Torneio Triangular de Tubarão foi promovido pela Liga Tubaronense de Desportos no dia 8 de setembro de 1957. Participaram as três principais agremiações de Tubarão: Ferroviário, Grêmio Cidade Azul e Hercílio Luz. Os jogos foram disputados no estádio Aníbal Costa e a renda foi destinada para as obras do novo Seminário Diocesano.

Participantes

Esporte Clube Ferroviário – Estádio de Vila Oficinas

Grêmio Desportivo Cidade Azul – Estádio da Rua Santos Dumont

Hercílio Luz Futebol Clube – Estádio Aníbal Torres Costa

Jogos

Data: 8/9/1957

Hercílio Luz 1 x 0 Ferroviário (30 min)

Grêmio Cidade Azul 0 x 0 Hercílio Luz (30 min)

Ferroviário 0 x 1 Grêmio Cidade Azul (30 min)

Final

Hercílio Luz 2 x 0 Grêmio Cidade Azul (60 min)

Campeão: Hercílio Luz

Time campeão: Bateria; Rato e Dedé; Adir, Lupércio e Ney; Betinho, Ernani, Juarez, Waldir e De Luca.

Fonte: A Imprensa (Tubarão)

 

Seleção de Florianópolis

O Torneio de Seleções foi uma competição promovida pela Federação Catarinense de Desportos (FCD, atual FCF). Os jogos foram disputados de 30 de outubro a 11 de dezembro de 1949.

O objetivo principal era ampliar a margem de observação sobre quais atletas deveriam ser convocados para a Seleção Catarinense, que iria disputar o Campeonato Brasileiro a partir de janeiro de 1950.

A tour do Canto do Rio-RJ em Santa Catarina e a reta final dos campeonatos regionais desviou um pouco o foco da crônica esportiva. Embora com pouca repercussão nas rádios e jornais, a competição apresentou um bom nível técnico a presença de público atendeu a expectativa.

Nos 12 jogos realizados foram marcados 61 gols, média de 5,08. Teixeirinha, o principal jogador do futebol catarinense, atuou nos quatro jogos classificatórios da Seleção da Liga Blumenauense, mas ficou de fora da decisão.

Participantes
LDNC – Liga de Desportos Norte Catarinense (Porto União)
LMD – Liga Mafrense de Desportos (Mafra/Canoinhas)
LJD – Liga Joinvillense de Desportos (Joinville/São Francisco do Sul)
LTD – Liga Tubaronense de Desportos (Tubarão/Laguna/Imbituba)
LARM – Liga Atlética Região Mineira (Criciuma e região carbonífera)
LBD – Liga Blumenauense de Desportos (Blumenau/Brusque/Gaspar)
FCD – Federação Catarinense de Desportos (Florianópolis) (*)
- Como não havia uma Liga em Florianópolis (exceto entre 1937 e 1940), o Campeonato da Cidade era organizado pela FCD.

Primeira Fase
30/10/1949
Sel. LBD 3 x 2 Sel. LJD – em Blumenau
Sel. LDNC 1 x 2 Sel. LMD – em Porto União
Sel. LTD 4 x 4 Sel. LARM – em Tubarão

6/11/1949
Sel. LJD 2 x 3 Sel. LBD – em Joinville
Sel. LMD 4 x 3 Sel. LDNC – em Mafra
Sel. LARM 1 x 4 Sel LTD – em Criciúma

Fase Semifinal
13/11/1949
Sel. FCD 5 x 0 Sel. LTD – em Florianópolis
25/11/1949
Sel. LMD 1 x 2 Sel. LBD – em Canoinhas
20/11/1949
Sel. LTD 1 x 4 Sel. FCD –em Tubarão
27/11/1949
Sel. LBD 8 x 0 LMD – em Blumenau

Final
4/12/1949
Sel. LBD 1 x 2 Sel. FCD – em Blumenau
11/12/1949
Sel. FCD 3x 1 Sel. LBD – em Florianópolis
Campeão: Sel. FCD
Ficha técnica da Final
SEL. FCD 3 X 1 SEL. LBD
Estádio: Adolpho Konder (Florianópolis)
Árbitro: Francisco Chagas (FMF-RJ)
FCD – Adolfinho; Garcia e Chinês; Ivan, Bráulio e Geraldo (Jair); Bentevi, Néde, Urubu (Mandico), Fornerolli (Niltinho) e Saul. Técnico: Procópio Dário Ouriques.
LBD – Oswaldo (Waldir); Aducci e Arécio; Pilolo, Bolomini e Jalmo; Nascimento, Nicolau (Juarez), Hélio, Lazinho e Renê.
Gols: Hélio (LBD); Néde (2) e Mandico (FCD)

Equipes base
LMD – Tadeu; Cordeiro e Frederico; Lacava, Zico e Joanino; Reinaldo, Pavão, Bastinho, Cirineu e Boca Branca (Orlando).
LDNC – Juarez; Índio e Ivo (Mansur); Arnoldo, José e Mansur (Edu); Romeu, Deco, Colita, Paulinho (Barroso) e Baiano.
FCD – Adolfinho; Garcia e Chinês; Ivan (Boos), Bráulio e Geraldo (Jair); Bentevi (Américo), Néde (Nizeta), Urubu (Mandico), Fornerolli (Niltinho) e Saul.
LTD – Juca; Edio e Tiago; Tubinho, Dinho e Alvarenga; Brandão (Euclides), Zabot, Den, Badeco e Renê.
LBD – Oswaldo (Waldir, Oscar); Aducci (Antoninho) e Arécio (Osni); Pilolo (Pachequinho), Bolomini e Jalmo; Nascimento (Chadeck), Teixeirinha, Nicolau (Juarez), Lazinho e Renê (Abreu, Sadinha).
LTD – Tonico (Milton); Beneval e Jupi; Waldir, Nelsinho (Ivo) e Neri; Foguinho, Filhinho, Pinto, (Jeremias), Arley e Norzinho.
LARM – Mário; Mineiro e Vante; Roxo, Murici e Dando; Jonas, Heraldo, Argenário, Carioca e Ary.

Fontes: jornais Barriga Verde (Mafra), O Comércio (Porto União), A Imprensa (Tubarão), A Notícia (Joinville), O Estado e A Gazeta (Florianópolis), Notas Oficiais e Resoluções da FCD; O Liberal (São Francisco do Sul); A Nação e Lume (Blumenau); fotos acervo do autor.

 

FONTE: Revista Placar

 
CAXIAS FC (JOINVILLE – SC)

3

CA FERROVIÁRIO (CURITIBA – PR)

3

Data: 10 de março de 1954 Local: Joinville – SC
Juiz: José Barbosa Neto Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Rei, Vicente e Vi – Juarez (2) e Rubens
Caxias(SC): Puccini; Helio e Tiago; Joel, Gunga e Hoppe; Reis, Eusébio, Didi (Hamilton), Vicente e Vi.
Ferroviário(PR): Robertinho; Tico e La Luna; Arnaldo (Lalo), Tocafundo e Alceu; Maurilio, Jair (Elisio), Juarez, Afinho e Rubens (Maneco).

 

Fonte: Paraná Esportivo – PR

 

Fonte: Jornal A Noticia de Joinville.

 

Natural de Santos, onde nasceu a 26 de março de 1962, o ponta-direita Sidnei Alves Spina surgiu na Portuguesa Santista, mas estourou como um dos destaques do bom time do Juventus da Rua Javari, campeão da Taça de Prata de 1983. Chegou ao Marcílio Dias em 1987, procedente do Criciúma, contratado pelo então presidente Nelson Abrão de Souza. A estreia com o manto rubro-anil se deu no amistoso contra o Vasco da Gama (0 a 0), no Estádio Dr. Hercílio Luz, em 28 de novembro de 1987.

Juventus de 1983: Sidnei é o primeiro agachado

Rápido e habilidoso, tornou-se uma das principais figuras do time que ficou conhecido como “Siri Mecânico” na temporada de 1988. Naquele ano, o Marinheiro conquistou a Taça Carlos Cid Renaux, equivalente ao primeiro turno do Campeonato Catarinense, sob o comando do técnico Levir Culpi. Uma atuação marcante de Sidnei com a camisa rubro-anil ocorreu no dia 20 de março de 1988, na histórica vitória por 4 a 2 sobre o Criciúma.

Marcílio Dias de 1988: Alemão, Ademir, Rosemiro, Fernando, Clademir e Palmito; Sidnei, Wilsinho, Nélio, Joel e Rogério Uberaba: Foto: Reprodução/DC.

Depois de perder em Itajaí por 2 a 1, o Marcílio precisava derrotar o Tigre por dois gols de diferença em pleno Heriberto Hülse para avançar às finais da Taça Carlos Cid Renaux. O primeiro tempo terminou com a vitória do time da casa por 2 a 1 e a classificação do Marcílio àquela altura não passava de utopia. No segundo tempo, porém, Sidnei deixou tudo igual logo no início e o artilheiro Joel se encarregou de marcar dois golaços de cabeça e garantir a vaga na decisão contra o Joinville.

Sidnei foi considerado pela crônica esportiva um dos melhores jogadores em campo e também se tornou personagem do jogo, pelo fato de ter enfrentado seu ex-clube, de onde saiu pouco prestigiado. “Quando fui para o Marcílio Dias, entre outras coisas, diziam por aqui (Criciúma) que eu não jogava nada. Acho que eu mostrei o contrário na partida de hoje”, desabafou o atacante à imprensa após o memorável jogo.

Matéria publicada no Diário Catarinense em 1988

Em 1989, Sidnei integrou a equipe que conquistou a Taça Governador Pedro Ivo Campos e a Taça RCE, referentes ao primeiro e segundo turnos do Campeonato Catarinense. Dez anos depois, já aposentado dos gramados, Sidnei exerceu a função de gerente de futebol do Itajaí Esporte Clube, vice-campeão catarinense da Segunda Divisão de 1999. Atualmente, o ex-jogador segue ligado ao Marcílio Dias participando da equipe de másters do Rubro-Anil.

FOTOS:

http://mantojuventino.blogspot.com.br

http://baudomarcilio.blogspot.com.br

Reprodução – Diário Catarinense (1988)

FONTE:

Texto adaptado do original publicado no blog “Baú do Marcílio” - http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

O Sport Club Jaraguá uma agremiação da cidade de Jaraguá do Sul (SC). Fundado no dia  15 de Abril de 2008, o Jaraguá tem como cores o preto, vermelho e o amarelo e seu mascote é um leão.  O Sport Jaraguá nasceu inicialmente com o nome de: Associação Catarinense de Futebol Arte, quando foi fundado em 15 de abril de 2008, e no dia 25 de março de 2011, passou a ser chamado pelo nome atual.

O clube iniciou suas atividades com o intuito de trabalhar com atletas da região, com idade de categorias de base. Com o passar do tempo a base foi se estruturando, parcerias foram sendo firmadas com outros clubes e empresários e, no ano de 2011, um novo clube de futebol profissional foi lançado no futebol catarinense.

O Sport Club Jaraguá possui as cores preto, vermelho e amarelo, devido a forte imigração alemã da região. Sua estreia em competições oficiais, ocorreu na disputa da Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense de 2011, quando terminou a competição como vice-campeão.

FONTES: Wikipédia - Jaraguá AM

FOTO: Ismael Carlos 

 

DATA

 

X

  LOCAL CARÁTER

03.01.1943

CORITIBA (Curitiba)

3-3

FERROVIÁRIO (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1942

17.01.1943

CORITIBA (Curitiba)

8-2

CANTO DO RIO (Niterói) CURITIBA – PR AMISTOSO NACIONAL

31.01.1943

CORITIBA (Curitiba)

1-2

CORINTHIANS (São Paulo) CURITIBA – PR AMISTOSO NACIONAL

14.03.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-3

COMERCIAL (São Paulo) CURITIBA – PR TORNEIO RELÂMPAGO

28.03.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-1

FERROVIÁRIO (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO RELÂMPAGO

04.04.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-0

JUVENTUS (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO RELÂMPAGO

11.04.1943

CORITIBA (Curitiba)

3-2

BRITÂNIA (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO RELÂMPAGO

25.04.1943

CORITIBA (Curitiba)

1-3

BRASIL (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO RELÂMPAGO

02.05.1943

CORITIBA (Curitiba)

2-0

ATLÉTICO (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO RELÂMPAGO

16.05.1943

CORITIBA (Curitiba)

3-1

COMERCIAL (São Paulo) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

03.06.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-2

SANTOS (Santos) CURITIBA – PR AMISTOSO NACIONAL

12.06.1943

CORITIBA (Curitiba)

2-1

JUVENTUS (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

27.06.1943

CORITIBA (Curitiba)

5-4

FERROVIÁRIO (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

30.06.1943

CORITIBA (Curitiba)

6-0

COMERCIAL (São Paulo) CURITIBA – PR TORNEIO NOTURNO

11.07.1943

CORITIBA (Curitiba)

6-2

BRASIL (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

14.07.1943

CORITIBA (Curitiba)

2-2

JUVENTUS (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO NOTURNO

25.07.1943

CORITIBA (Curitiba)

1-1

ATLÉTICO (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

28.07.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-2

FERROVIÁRIO (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO NOTURNO

01.08.1943

CORITIBA (Curitiba)

1-0

BRITÂNIA (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

07.08.1943

CORITIBA (Curitiba)

1-1

BRASIL (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO NOTURNO

12.08.1943

CORITIBA (Curitiba)

6-1

AVAÍ (Florianópolis) CURITIBA – PR AMISTOSO NACIONAL

22.08.1943

CORITIBA (Curitiba)

3-2

BRASIL (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

29.08.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-2

JUVENTUS (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

09.09.1943

CORITIBA (Curitiba)

2-1

BRITÂNIA (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO NOTURNO

12.09.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-6

COMERCIAL (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

19.09.1943

CORITIBA (Curitiba)

2-1

BRITÂNIA (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

17.10.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-1

YPIRANGA (São Paulo) CURITIBA – PR AMISTOSO NACIONAL

30.10.1943

CORITIBA (Curitiba)

7-0

BRASIL (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO IMPRENSA

07.11.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-0

BRITÂNIA (Curitiba) CURITIBA – PR TORNEIO IMPRENSA

28.11.1943

CORITIBA (Curitiba)

4-2

FERROVIÁRIO (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

12.12.1943

CORITIBA (Curitiba)

3-3

ATLÉTICO (Curitiba) CURITIBA – PR CAMPEONATO PARANAENSE – 1943

Fonte: Diário da Tarde/PR e Gazeta do Povo/PR

 

No dia 17 de março de 2017, o Clube Náutico Marcílio Dias, um dos clubes mais tradicionais do futebol catarinense, completou 98 anos de existência. No sábado, dia 18, a diretoria do clube promoveu um grande evento para comemorar o aniversário do Rubro-Anil e, dentre as atrações, abriu espaço para exposição dos acervos de colecionadores de artigos históricos do clube.

Camisas, flâmulas, jornais, revistas, álbuns, súmulas de jogos, estatutos, carteirinhas de sócios, exemplares do livro “Torneio Luiza Mello – Marcílio Dias Campeão Catarinense de 1963″ e outros artigos de diversas épocas foram expostos na Sala de Troféus, localizada nas dependências do Estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí. Uma das preciosidades foi a carteirinha de sócio que pertenceu a Gabriel Collares, um dos fundadores do clube, além de camisas de jogo da década de 1980.

Participaram da exposição os colecionadores de camisas Marcelo Sagaz Baião, Felipe Leonardo Vieira e Giuliano Nazari, e os pesquisadores Fernando Alécio e Gustavo Melim. Durante a programação de aniversário do Marcílio Dias, também foi realizada a primeira edição do Seminário de História do Futebol Itajaiense, iniciativa do Grupo Memória do Futebol Catarinense, que abordou temas relacionados à história do quase centenário “Marinheiro”.

 

O Vasco da Gama Futebol Clube (Vasco de Caçador) é uma agremiação da cidade de Caçador (SC). Fundado no sábado, do dia 1º de Junho de 1957, a sua Sede está situado na Rua Itororó, nº 363,no Centro de Caçador.

Em 24 de abril de 1978, o então prefeito de Caçador, Reno Luiz Caramori sancionou a Lei nº 8/78, que firmava convênio, visando a execução e implantação de uma Praça de esportes num terreno de propriedade do Clube situado a Rua José Gioppo, as margens direita do Rio Caçador, no Bairro Gioppo.

Em pé da direita p/ a esquerda. Berardi, Lauro Bugre, Carazinho, Isca, Pedrinho, Nelson. Agachados da esquerda p/ a direita, Sabará, Ligação, Oscarsinho, Jonas, Idalin

O Vasco de Caçador fez parte do Campeonato Catarinense de 1965, na Quarta Zona (Região Planalto), juntamente com as equipes: Guarani e Internacional, ambos de Lages; Nevada (São Joaquim); Pery (Mafra); Santa Cruz, Botafogo e Ipiranga, todos de Canoinhas.

Em 1966, voltou a participar. Fez parte da Zona Rudi Nodari (Oeste), com mais sete clubes: Comercial  e Cruzeiro, ambos de Joaçaba; Guarany (Xaxim); Atlético Chapecoense (Chapecó); Perdigão (Videira); Sadia e Guaycurus, ambos de Concórdia.

 

FONTES: Leis Municipais de Caçador – Rsssf Brasil – Página no Facebook “História do Futebol de Santa Catarina” – Blog Boteco do Pardal – Página no Facebook “Fotos de Caçador SC” – Diário Rio do Peixe 

 

 

 

 

FONTE: Revista Placar.

 

 

 

No dia 02 de abril de 1978, ainda de camisa azul, o Criciúma fez o primeiro jogo da sua história, em um amistoso contra o Clube Náutico Marcílio Dias de Itajaí.

 Fonte: site Criciúma E. C.

 

 ACADEMIA DE FUTEBOL SPORT BRASIL LTDA.

FUNDAÇÃO: 05/05/2005

ENDEREÇO: R. BRUNO ANTUNES FARIAS/SN – CAPIVARI DE BAIXO/SC

ESTÁDIO: MUNICIPAL ENGENHEIRO LIRIO BURIGO.

SITUAÇÃO: EXTINTO.

DISPUTOU O CAMPEONATO CATARINENSE DA SÉRIE B1 (3. DIVISÃO)  EM 2005.

CAMPANHA: 18 J – 7 V – 6E – 5D – 34GP – 30GC

ACUMULOU 27 PONTOS GANHOS, O QUE LHE VALERIA A 4. COLOCAÇÃO GERAL, PORÉM, DEVIDO A PERDA DE 12 PONTOS PELA ESCALAÇÃO DE DIVERSOS JOGADORES IRREGULARES, FECHOU A COMPETIÇÃO EM ULTIMO LUGAR (10.)  COM APENAS 15 PG.

Fonte: Acervo pessoal.

 

FONTES: Diomicio Freitas – Fernando Criciúma

 

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