O Carris Tráfego Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os “Soldados do Tráfego” foi Fundado no domingo, do dia 08 de Janeiro de 1939, por alguns associados do Light Tráfego Football Club e funcionários da 1ª secção do Tráfego da “Companhia de Carris, Força e Luz do Rio de Janeiro Ltda”. As suas cores eram o amarelo e vermelho.

Dezenove dias depois, ocorreu a reunião, para definir a diretoria, na Sede do Light Villa Izabel Football Club, no Bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Aberta a sessão pela junta governativa constituída pelos Senhores: Luiz Henrique Canelhas (Presidente); João Baptista Araujo (Secretário); Augusto de Souza (Tesoureiro). Após a reunião, em 27/01/1939, ficou definida a 1ª Diretoria, que tomou posse em 08/02/1939:

Presidente - Eduardo Leopoldo Gastão Corrêa;

Vice-Presidente - Antonio F. Guimarães;

Secretário Geral - Carlos Ferreira da Silva;

1º Secretário - João Baptista Araujo;

2º Secretário - Amir Olival;

1º Thesoureiro - Augusto Souza;

2º Thesoureiro - José de Azevedo; 

Procurador Geral - Abílio Pereira da Fonseca;

1º Procurador - José Monteiro Costa;

2º Procurador - Manoel Soares Calçado;

Director de Sports - Manoel Monteiro da Cunha;

Director Musical - João Sant’Anna da Silva;

Director de Scena - Nicanor Coelho;

Conselho Fiscal - Luiz Henrique Canelhas, Francisco Passino Filho, Arthur Costa, João Ferreira Coelho, Waldemar Carvalho, Clemente Alves, Leônidas Soares, Aurélio Cesar dos Santos, Augusto Lopes de Carvalho e Cencinato Thomé Reis.

Sedes e a Praça de Esportes

Uma curiosidade, se não for um recorde, foram o número de sócios fundadores: incríveis 503! Uma quantidade, no mínimo, invejável! A sua Sede estava localizado Avenida Lauro Muller (ficava entre a Avenida Francisco Bicalho e a Praça da Bandeira).

Na terça-feira, do dia 18 de dezembro de 1956, às 17 horas, foi inaugurado a nova Sede, situado na Avenida Presidente Vargas, nº 3.733, no Centro do Rio. Um local de amplo compartimento na área da Casa de Carros Vila Isabel, foi cedido pela Companhia de Carris, Força e Luz do Rio de Janeiro.

Já a Praça de Esportes, que ainda existe (atualmente é de propriedade da Associação Atlética Light, cuja entrada fica na Rua Barão do Bom Retiro, nº 2.002), onde a equipe Auri-rubra mandava os seus jogos, ficava na Rua José do Patrocínio, no Bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio.

Em março de 1939, o Carris Tráfego se filiou a LEALCA (Liga de Esportes Atléticos da Light e Companhias Associadas), onde participou das competições de Basquete e Futebol. Quarenta e dois dias depois, na sexta-feira, do dia 09 de Junho de 1939, se filiou a Federação Brasileira de Football (FBF).

1º Amistoso Nacional

No domingo, do dia 23 de Julho de 1939, o Carris Tráfego realizou a sua primeira partida interestadual. O adversário foi o Club Athletico Metrópole Paulista, da capital (SP), às 15h15, no Estádio da Rua Silva Teles, no Bairro do Andaraí (propriedade do Confiança Athletico Club). O valor do ingresso cobrado foi de 2$200 réis. O árbitro da peleja foi o Sr. Alfio Perrucci.

No final, vitória do Carris Tráfego por 2 a 1, com dois gols de Pereira, no primeiro tempo, que tirou uma invencibilidade de oito meses do esquadrão dos “Milionários Paulistas“. E, na etapa final, Acácio fez o gol de honra para a equipe paulista.

O Carris Tráfego jogou com: Santiago; Osmar e Paulista; Monteiro, Cruz e Silva; Jorge, Zezinho, Durval, Pereira e Bira. Técnico: Manuel Cunha. Metrópole atuou com: Henrique; Romeu e Armando; Alcebíades, Alberto e Dezidelio; Acácio, Nanim, Danilo, Mamede e Ailiano.

Primeira Excursão em 1940      

No Domingo, dia 17 de março de 1940, o clube realizou uma excursão até Magé, onde enfrentou, às 15h40, o Mageense Football Club, tricampeão citadino, com arbitragem de Eduardo Leopoldo Gastão Corrêa (LEALCA). No final, o Carris Tráfego derrotou pelo placar de 3 a 1.

O Carris jogou com: Santiago; Manoel e Sylvio; Açougueirinho, Darcy e Nicanor; Betinho, Orlando, Bahianinho, Hermínio e Tijolo. Técnico: Manuel Cunha. O Mageense formou com: Aristeu; Gallo e Helio; Derrepino, Pacheco e Frederico; Alceu, Zecrias, José, Alcino e Isaias.

No primeiro tempo, o Mageense abriu o placar aos 20 minutos por intermédio de Alcino. Logo no início da etapa final, Hermínio deixou tudo igual. Minutos depois, falta na entrada da área. Hermínio soltou uma bomba para deixar o Carris na frente do marcador. No final, Betinho fez boa jogada pela esquerda e centrou na área para Hermínio, o herói do jogo, testar de forma inapelável, dando números finais a peleja.

Clube se filia a A.F.R.J., em 1940

Na segunda-feira, do dia 25 de Março de 1940, o Carris Tráfego Futebol Clube ingressou na Associação de Football do Rio de Janeiro (AFRJ), Sub-Liga de Futebol do Rio de Janeiro. Naquele ano participou do Campeonato da AFRJ, que reuniu as seguintes agremiações:

Sport Club Benfica (Bairro de Benfica); Carris Tráfego (Bairro do Centro); Athletico Club Nacional (Bairro de Ricardo de Albuquerque); Olaria Athletico Club (Bairro de Olaria); Associação Athletica Portuguesa (Centro do Rio).

A estreia no Campeonato da AFRJ, aconteceu no domingo, do dia 30 de junho de 1940, diante do Sport Club Benfica, no campo da A.A. Portuguesa. No final, a Portuguesa foi campeã e o Olaria ficou com o vice.  No final do ano de 1940 a AFRJ foi extinta.

Dia 07 de Julho de 1940 – Olaria 4 x 3 Carris Tráfego

Mas seguiu filiado a LEALCA (Liga de Esportes Atléticos da Light e Companhias Associadas). O time principal jogava a AFRJ, enquanto o 2º Quadros disputava a LEALCA.

 

Campeão do Torneio Início da 2ª Divisão da LEALCA de 1940

Na sexta-feira, dia 17 de maio de 1940, o Carris Tráfego se sagrou campeão do Torneio Início da Segunda Divisão da LEALCA. Na final, empatou sem abertura de contagem, porém venceu o Districto Vila Athletico Club por 2 escanteios a zero. O Carris jogou com: Herculano; Colombo e Manoel; Antonio, Camilo e Jaime; Orlando, José, Guimarães, Euclides e Valter. Técnico: Manuel Cunha.

Após reorganização sai a LEALCA e entra ADECA

Na segunda-feira, do dia 10 de Maio de 1943, a LEALCA (Liga de Esportes Atléticos da Light e Companhias Associadas), controlada pela Companhia de Carris, Força e Luz do Rio de Janeiro Ltda. e companhias associadas passou por um processo de reorganização.

Após a reunião ficou definida a mudança do nome, passando a se chamar ADECA (Associação Desportiva dos Empregados das Companhias Associadas). Os estatutos e regulamentos também foram mudados. Foi reduzido de 17 para 10, o números de clubes filiados, de que a fusão de alguns clubes de menores possibilidades, foi considerado necessário.

Os “Soldados do Tráfego” seguiram participando as competições organizadas pela Light, sob o comando da ADECA, nas décadas de 50 e 60 até desaparecer no final de 60, deixando os fãs do Carris Tráfego Futebol Clube órfãos e saudosos do auri-rubro.

FONTES: A Manhã (RJ) – A Batalha (RJ) – Diário de Notícias – Diário Carioca (RJ) 0 Radical (RJ) – Correio da Manhã – Jornal do Brasil – Jornal dos Sports

 

Fonte: Jornal dos Sports

 

O Esporte Clube São João da Barra é uma agremiação do Município de São João da Barra (RJ). Localizado no Norte Fluminense do Estado o Rio, a cidade conta com uma população 32.747 habitantes (sendo o Censo IBGE/2010), fica a 334 km da capital do Rio de Janeiro. As suas cores: azul, branco e vermelho.

O “Tricolor São-Joanense” foi Fundado na sexta-feira, do dia 31 de Julho de 2009. A sua Sede fica na Rua Quintino Bocaiúva, nº 335, na Chatuba, em São João da Barra. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, que fica na Rua Quintino Bocaiúva, s/n (enfrente ao nº 458), na Chatuba, em São João da Barra.

Homônimo do São João da Barra Futebol Clube, que disputou o Campeonato Carioca da 3ª Divisão, em 2007 e 2008, o Esporte Clube São João da Barra, que não tem nenhuma relação, debutou no profissionalismo no Estadual da Terceirona de 2010.

Campeão da Terceirona de 2010

O E.C. São João da Barra entrou em campo no dia 14 de março para enfrentar a equipe do Heliópolis Atlético Clube, válido pela primeira rodada. E, de cara, uma goleada para animar: São João da Barra 6 a 1.

Na 1ª fase do certame se classificou em 2º lugar no seu grupo, atrás somente do líder Associação Desportiva Itaboraí. O terceiro classificado da chave seria o Serra Macaense Futebol Clube, ficando eliminados Canto do Rio Football Club e Heliópolis Atlético Clube.

Na 2ª fase, se classificou na liderança da chave, juntamente com o Serra Macaense Futebol Clube. Clube Atlético Castelo Branco e Esporte Clube Nova Cidade, de Nilópolis, foram eliminados.

Na 3ª fase se classifica em 2º lugar, atrás somente do líder Barra Mansa Futebol Clube. Associação Desportiva Itaboraí e Esprof Atlético de Futebol e Clube são eliminados.

Nas semifinais elimina o Serra Macaense Futebol Clube com uma vitória por 1 a 0 em São João da Barra, e, um empate sem gols em Macaé, chegando à final do campeonato e, por conseguinte, sendo promovido ao Campeonato Estadual da Série B de 2011.

Na grande final venceu, em , a equipe do Barra Mansa Futebol Clube por 1 a 0, empatando sem abertura de contagem na casa do adversário, sagrando-se campeão do certame, ao mesmo tempo em que comemorava um ano de fundação.

Debuta na Segundona de 2011

Em 2011, disputou o Campeonato Estadual da Série B, não conseguindo chegar à fase final, por conta de uma polêmica envolvendo a classificação por índice técnico, entrando o Teresópolis Futebol Clube em seu lugar.

Em 2012, a equipe promove boa campanha, se classifica para a fase final, mas não consegue o acesso à Série A, terminando o campeonato entre as cinco primeiras. O técnico Manuel Neto deixa a equipe no meio da competição e atrapalha o andamento da campanha. Luiz Antonio Zaluar o substituiu, porém, sem manter a mesma rotina de vitórias.

Em 2013, o Esporte Clube São João da Barra fez uma boa campanha, mas sem conseguir o acesso. Terminado na 6ª colocação na classificação geral. Em 2014, ficou no Grupo B, onde não se classificou para as semifinais nos dois turnos. Terminado em 3º lugar no turno e na 4ª colocação no returno.

Nesse mesmo ano, o clube se sagrou campeão do Torneio do Interior, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) derrotando na final o Sampaio Correa, de Saquarema. O Mangaratibense ficou em 3º lugar e o Goytacaz, de Campos, terminou na 4ª colocação.

Em 2015, não fez uma boa campanha, terminado em 9º e último lugar no 1º turno e na 8ª posição no 2º turno. Após o final da competição a diretoria dissolveu o elenco e solicitou licença na FERJ. Lá se vão três temporadas de ausência, mas a promessa é que clube deve retornar na próxima temporada.

 

FONTES: Arquivo Pessoal – Wikipédia – - Blog Zé Armando Net – Página do clube no Facebook – Fábio Menezes

 

O Profute Volantes Futebol Clube (antigo: Itaboraí Profute Futebol Clube) é uma agremiação esportiva da cidade de Mesquita (RJ). Fundado na sexta-feira, do dia 04 de Junho de 2004, como Itaboraí Profute Futebol Clube, sediado no município de Itaboraí.

Estréia no Campeonato da Terceira Divisão de Profissionais em 2005. Na primeira fase se classifica em segundo lugar, atrás do Esporte Clube Miguel Couto e à frente de Paraíba do Sul Futebol Clube e Rubro Social Esporte Clube, também habilitados.Nas quartas-de-final foi eliminado pelo Estácio de Sá Futebol Clube, o campeão da competição.

Em 2006, é convidado a disputar a fase preliminar da Segunda Divisão, se classificando na primeira fase em terceiro lugar, atrás de Teresópolis Futebol Clube e Villa Rio Esporte Clube. Na primeira fase acaba eliminado ao ficar em sexto lugar em sua chave. Os classificados foram CFZ do Rio, Sociedade Esportiva e Duque de Caxias Futebol Clube.

A equipe Sub-20 em preparação para o estadual da categoria, no mesmo ano, foi campeã Gonçalense sobre o Flamenguinho do Pacheco, bairro de São Gonçalo, com vitória por 5 a 2 e tendo o artilheiro da competição Wellington com oito gols, comandada pelo então treinador interino Álvaro Santos, e que depois viria à estrear no estadual sob o comando de Renato Santos com vitória de 5 a 0 sobre o Bangu.

Em 2007, o time fica em último lugar em sua chave, atrás dos classificados Guanabara Esporte Clube, São Cristóvão de Futebol e Regatas, Goytacaz Futebol Clube e Associação Atlética Portuguesa. O Estácio de Sá Futebol Clube foi eliminado e o Profute foi obrigado a disputar um torneio de repescagem visando o descenso.

Nesse “torneio da morte” a equipe ficou na liderança, seguida do Artsul Futebol Clube. Foram rebaixados à Terceira Divisão Casimiro de Abreu Esporte Clube e Rubro Social Esporte Clube.

Em 2008, ficou em quinto lugar em sua chave, não se classificando à fase seguinte. Se classificaram Tigres do Brasil, Teresópolis Futebol Clube, Silva Jardim Futebol Clube e Guanabara Esporte Clube.

Em 2009, fica apenas na nona posição no Grupo “A”, caindo para o torneio de repescagem, o Grupo X, conhecido por “Torneio da Morte”. O America Football Club é o primeiro, seguido de Quissamã Futebol Clube, Riostrense Esporte Clube, Bonsucesso Futebol Clube, Artsul Futebol Clube, Cardoso Moreira Futebol Clube, CFZ do Rio Sociedade Esportiva e São Cristóvão de Futebol e Regatas.

Mais uma vez conseguiu escapar do rebaixamento ao liderar o grupo. O Aperibeense Futebol Clube ficou em segundo, seguido do Angra dos Reis Esporte Clube. Foram rebaixados Villa Rio Esporte Clube, Campo Grande Atlético Clube e Grande Rio Bréscia Clube, o qual desistiu de participar do torneio da morte.

Em 2010, na primeira fase no Grupo “B” fica apenas na oitava posição. Se classificam Sendas Esporte Clube, Bonsucesso Futebol Clube, Sampaio Corrêa Futebol e Esporte, Itaperuna Esporte Clube e Artsul Futebol Clube. Goytacaz Futebol Clube, Profute, Ceres Futebol Clube e Angra dos Reis Esporte Clube são eliminados e são obrigado a disputar o Grupo “X”, o “torneio da morte”.

O São Cristóvão de Futebol e Regatas liderou a disputa, seguido de Mesquita Futebol Clube e Angra dos Reis Esporte Clube. O Profute, Associação Atlética Portuguesa e Goytacaz Futebol Clube seriam os rebaixados, mas apenas este último caiu por conta da desistência do Rio das Ostras Futebol Clube e do Riostrense Esporte Clube.

Em 2011, anuncia a suspensão das atividades profissionais sofrendo automaticamente descenso à Série C. A agremiação deixa suas instalações em Tanguá. Aparentemente estaria decretado o fim do time que revelou tantos atletas.

Contudo, em 2013, resolveu retornar às disputas sob nova direção e nova roupagem. Márcio Santos foi empossado no cargo de presidente, entrando na vaga que era de Aílson Jorge Brasil. Com o pensamento de transformar o Profute no primeiro clube no coração da população de Itaboraí, o novo mandatário pensa em uma série de ações de marketing, sendo uma delas inclusive, a mudança de nome e o investimento nas categorias de base, contudo por desentendimentos quanto a locação do Alzirão o clube teve que mandar seus jogos no Marrentão.

O clube logo após passou por um longo período de inatividade, só voltando as competições em 2016, sendo campeão do Torneio Amistoso da FERJ, equivalente a um nível abaixo da Serie C do carioca. Jogando novamente em Duque de Caxias abandonando de vez os planos de jogar em Itaboraí.

Clube faz parceria com Associação Atlética Volantes

Em 2017, o clube acertou uma aliança com a Associação Atlética Volantes, de Mesquita, resultado no surgimento do Profute Volantes Futebol Clube. Dessa forma, o  clube participou do Campeonato Carioca da Série C (equivalente a Quarta Divisão).

O Profute ficou no Grupo B, terminando na 4ª colocação num total de nove equipes. Porém, apenas os três primeiros se classificavam. Agora, a equipe se prepara para a estreia do Grupo A, do Campeonato Carioca da Série C de 2018, no dia 29 de julho, quando enfrenta o Ceres, em Bangu, às 15 horas.

 

FONTES: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) – Página do clube no Facebook – André Luiz Pereira Nunes

 

O Esperança Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube Alviverde foi Fundado no dia 22 de Novembro de 1914, por um grupo de desportistas do bairro de Santa Cruz. Entre eles, Agripino dos Passos Martins, o ‘Passinho’ que foi goleiro titular da equipe. Acabou falecendo de forma prematura em 1918.

A sua Sede e a Praça de Esportes ficavam localizados na Rua Felipe Cardoso, nº 381, no Bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Em 1925, participou do Campeonato, organizado pela Associação Athletica Suburbana (AAS).

 

Time de 1925: Castro; Oliveira e Silva; Mello, Anjos e Ramos; Castro II, Farias, Martins, Mendes, Filho e Silva II.

 

FONTES: O Imparcial : Diario Illustrado do Rio de Janeiro (RJ)

 

O Penha Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Auriverde Suburbano foi Fundado na Sexta-Feira, do dia 14 de Julho de 1916, como Penha Football Club, por um grupo de desportistas da extinta Sociedade Recreativa Fraternidade da Penha, também denominada “Estudantina“. A sua 1ª Sede ficava na Rua Plínio de Oliveira, nº 13 e 15, no Bairro da Penha, na Zona Norte do Rio. Além do futebol, o clube também contava com Ping-Pong (tênis de mesa).

 

História: Nasce o Penha Football Club

A decisão de fundar um novo clube era ter uma sociedade de maior projeção, tendo para isso, desde as primeiras delineações, o imediato apoio do associado Manuel da Silva Lourenço, o ‘Manduca’.

Confiante nos elementos que o cercavam e movido por entusiasmo próprio, pois era merecidamente um dos mais destacados membros da então “Estudantina“, ‘Manduca’ não vacilou em construir com recursos próprios a majestosa Sede.

Convocadas as pessoas que alimentavam esse ideal, todos residentes no bairro da Penha e adjacentes, reuniram-se pela 1ª vez na casa do abnegado Manuel da Silva Lourenço, o ‘Manduca’ na noite da Sexta-Feira, do dia 14 de Julho de 1916, e ali fundaram o clube foi fundado.

Embora muitos tenham assinado a 1ª ata como fundadores, é de justiça destacar entre os 34 que assinaram, os nomes de Josino Lanes Bravo (foi o 1º Presidente), Manuel da Silva Lourenço, Diogo Barroso, Francisco de Paula Nóbrega, Alcebíades de Freitas, Claudionor Ferreira da Silva, Alexandre Nascimento, Manuel Cunha, Augusto de Barros Coelho, Otavio Lima, Cap. Felipe de Castro, Luís Machado, Afonso Vila Franca, José Aguiló, M. Caminha Coelho, Altair Massaferri, José Augusto de Miranda, os quais foram, de fato, os pioneiros da criação do Penha Football Club.

Após a fundação, as atividades redobraram de intensidade, quer na construção do prédio, quer na aquisição de novos associados, de modo que no sábado, do dia 20 de janeiro de 1917, fez-se a inauguração do monstruoso baile da gloriosa memória, vivendo daí o apogeu social do clube.

 

Após uma crise, o clube é reorganizado em 1928

Doze anos depois, o clube sofreu uma sensível crise, extensiva aliás a todas as sociedades do subúrbio, muitas das quais ainda hoje se encontram em sérias dificuldades.

A crise foi agravada pela desinteligência da sua diretoria. Felizmente, porém, no período mais agudo, surge José Baptista Linhares (nascido no dia 31 de janeiro de 19xx), ex-dirigente do Club Carnavalesco Endiabrados de Ramos (ficava na Travessa Barreiros, nº 150, em Ramos), em boa hora proposto para o quadro social pelo “veteranoJosé Pinheiro Júnior.

Desta forma, a agremiação Ouro-esmeralda foi reorganizado em maio de 1928, passando a se chamar Penha Athletico Club. E Linhares, em pouco tempo foi elevado ao cargo máximo num momento desanimador, não teve esmorecimento: combateu todas as dificuldades que se lhe apresentavam, ora organizando festividades de caracteres originais, com instituições de prêmios, para assim manter a frequência já meia combalida, melhorando consideravelmente a música, movimentando o palco com bons espetáculos, enfim, se desdobrando com tal convicção e tirocínio.

A partir o clube saiu da crise e entrou num período de glória e crescimento. Tal feito rendeu prestígio a José Baptista Linhares, seguidas reeleições para o cargo de presidente do Penha Athletico Club.

O clube teve outras sub-sedes, como a provisória, em 1920: Panamá, nº 30, na Penha. Depois na Rua Dr. Weinschenck, nº 39, na Penha; Rua Vinina, nº 59, na Estação da Penha. Rua Montevidéu, nº 243 e 280, na Penha. Rua Custodio Mello, nº 61/63, na Penha, próximo a Estação da Santa Padroeira. Rua Nicarágua, nº 102/ 106/108/110/370 (Sobrado), na Estação da Penha.

Após uma reunião na Sede do Penha F.C.em 10 de Fevereiro de 1921, foi fundada a Liga Leopoldinense de Football (LLF). O Athletico Club Braz de Pinna, União Sportiva, Sport Club Luzitano e o Penha F.C., foram os fundadores da L.L.F.

Depois, em meados dos anos 20, se transferiu para a Associação Sportiva do Rio de Janeiro (ASRJ).

Em 1934, ingressou no Campeonato Carioca da Segunda Divisão, da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos). Nesse ano, o clube mandou os seus jogos no campo do Athletico Club Cordovil.

Construção da Praça de Esportes

Em 1932, após fechar um contrato de locação do terreno, de propriedade da Irmandade de Nossa Senhora da Penha, o clube iniciou as obras para a construção da Praça de Esportes.

O projeto constava a construção do campo de futebol, arquibancada, vestiário com chuveiros, uma quadra de basquete, entre outros. A firma responsável pelas execução das obras foi a ‘Casa Sano’. Antes disso, o clube mandava os seus jogos no Largo da Penha.

 

Participou do Campeonato Carioca da Segunda Divisão de 1932 (AMEA), terminou em 11º lugar; 1933 (AMEA), ficou em 2º lugar na chave ‘Série Miguel de Pino Machado‘, porém somente o campeão avançava para a decisão. Em 1934 (AMEA), terminou na 10ª e última posição.

 

FONTES: O Radical – O Paiz - Jornal do Commercio (RJ) – O Imparcial – Correio da Manhã (RJ) – A Rua: Semanario Illustrado (RJ) - A Manhã -
Jornal de Theatro & Sport (RJ) – Jornal do Brasil (JB) – Diário Carioca (RJ) – Jornal dos Sports

 

 

FONTE: Acervo de Jorge de Almeida Santos

 

 

 

O São Domingos Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). Fundado no Sábado, do dia 08 de Maio de 1954. A sua Sede e o campo ficam localizados no Bairro do Gragoatá, em Niterói.

O Canhotinha de Ouro deu os primeiros passos

O ex-jogador Ramon, que passou pelo América, começou a jogar aos 11 anos no infantil do São Domingos, em 1958. Outra fera que deu os primeiros passos no clube foi Gerson, o “Canhotinha de Ouro“. Depois foi para o Canto do Rio, e logo depois se transferiu para o Flamengo.

O São Domingos participou do Torneio Popular de Futebol de 1962. Esteve presente no Campeonato Niteroiense de 1972 e 1973.

 

FONTES: Revista do Esporte (RJ) – O Fluminense

 

 

O Botafoguinho Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Alvinegro Campista foi Fundado no dia 28 de Fevereiro de 1930. A sua Sede fica localizado na Rua Principal, s/n, em Imbé – Morangaba, em Campos dos Goytacazes. Clube filiado a Liga Campista de Desportos (LCD).

História do lendário: Mão de Onça

O futebol campista sempre foi um celeiro de grandes jogadores que ganharam destaque no Brasil e mundo. Alguns exemplos: Didi, o ‘Folha Seca’Acácio (goleiro que esteve presente na Copa do Mundo de 1990)Odvan (zagueiro que jogou no Vasco e Seleção Brasileira) - zagueiro Célio Silva (jogou no Corinthians, Internacional/RS, Seleção Brasileira)Amarildo, O ‘Possesso’ (campeão pela Seleção Brasileiro em 1962)  - entre dezenas de outros ídolos campistas.

Mas o futebol não é uma ciência exata! Nem todos os jogadores talentosos conseguem chegar no ápice, jogando em grandes clubes, faturando grana, títulos e prestigio. Às vezes, a “linha tênue” entre o anonimato e o sucesso pode ser a “sorte“. Aquele momento onde a pessoa está no lugar e na hora certa!

Porém, independentemente, se o atleta consegue passar essa “linha tênue“, o talento merece ser lembrado. Sabemos que descobrir aqueles talentos que não alcançaram o estrelado é uma missão quase impossível.

E para chegarmos nessas historias necessitamos da colaboração das pessoas que entendem a importância de deixarmos o legado de seus ídolos e/ou entes queridos!

Nessa postagem contaremos um pouco a história do goleiro Mão de Onça, que defendeu as cores do Botafoguinho, na década de 40. Natural de Campos dos Goytacazes, João Batista Mota, o “Mão de Onça“, nasceu na terça-feira, do dia 26 de Janeiro de 1926.

Um goleiro ágil e de reflexos apurados, ainda muito novo, já ganhou a camisa de titular do Botafoguinho. Mesmo diante de jogadores com o dobro de sua idade, demonstrava coragem e personalidade para fazer grandes defesas e impressionar os seus fãs.

Os anos 40, foram agitados, pois foi um período onde a Segunda Guerra Mundial, colocava um ponto de interrogação sobre como seria o futuro? Foi uma época que mexeu demais com os .jovens. Mesmo sem idade para ingressar no Exército, “Mão de Onça” não pensou duas vezes e se colocou como voluntário, mas acabou não sendo convocado por ainda não ter completado 18 anos.

Mesmo depois do final da Segunda Guerra, “Mão de Onça” acabou servindo o Exército. Mesmo nesse período, seguiu jogando e defendendo as cores do Botafoguinho. Naquela época os clubes da cidade do Rio, buscavam jogadores de meio-campo e ataque para reforçarem as suas equipes.

Uma injustiça, pois o futebol campista era repleto de grandes arqueiros, entre eles: “Mão de Onça“. Apesar do futebol ser uma paixão, o militarismo também se transformou numa paixão.

Então, na década de 50, “Mão de Onça” sabia que era preciso escolher um caminho para poder dar uma segurança e conforto a sua família. Assim, decidiu se mudar para São Gonçalo e iniciar uma carreira de policial. A partir daquele momento o futebol perdeu um grande goleiro, mas os cidadãos gonçalenses ganharam um exemplo de policial militar, que dedicou a sua vida ao trabalho de forma correta e justa.

Mão de Onça” faleceu em 1990, aos 64 anos. Apesar de não ter conhecido o avô, Daniel Dinucci fala com carinho: “Era uma pessoa querida, um profissional dedicado. Quem o viu jogar dizia que ele era um dos melhores! Infelizmente não tive a honra de conhecê-lo. Espero que essa história fique como um tributo ao meu avô“, disse Daniel.

FONTES & FOTOS: Blog da Liga Campista de Desportos (LCD) – Acervo de Daniel Dinucci

 

FONTE: Jornal dos Sports 

 

FONTE: Revista do Esporte

 

 

A Associação Petropolitana de Sports (APS) foi uma entidade desportiva da cidade de Petrópolis, localizado na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. Fundado na terça-feira, do dia 30 de Julho de 1918. Ao contrário das cores aurianil, a primeira combinação escolha foram o vermelho e branco. A sua Sede ficava na Avenida Independência, nº 80 (Sobrado) – Centro, de Petrópolis.

 

FONTES: Almanak Laemmert : Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ)

 

O Clube Atlético Frigorífico de Nilópolis foi uma agremiação da cidade de Nilópolis (RJ). A “Fúria Nilopolitana” foi Fundado na década de 40, como Clube Atlético Frigorífico Iguaçu, por funcionários da Companhia Frigorífico Iguaçu S.A.

A sua Sede e o seu Estádio ficavam localizados na Rua Coronel Nicolau Rodrigues, 2.709, em Nilópolis. Aliás, o clube inaugurou o seu Estádio, batizado de ‘Dr. José Gonçalves de Sá’, no Domingo, do dia 18 de Fevereiro de 1951.

Na ocasião enfrentou e venceu o Vasco da Gama Nilopolitano por 4 a 2. Tatu, Valdir, Geraldino e Bira marcaram para o Fúria Nilopolitana, enquanto Delmo e Geraldino marcaram para a “Equipe Fantasma“. O Frigorífico Iguaçu jogou assim: Nandi; Salgueiro e Bill; Galego,  Luiz Ganso e Lino; Tatu, Valdir, Geraldino, Bira e Nelsinho.

Tricampeão Citadino

As competições no município tiveram início em 1949, a partir da criação da Liga Nilopolitana de Desportos (LND), fundada em 21 de janeiro daquele ano. Os quatro primeiros anos, uma equipe se destacou de forma contundente: Clube Atlético Frigorífico Iguaçu.

Em 1949, 1951 e 1955, faturou o Tricampeonato Nilopolitano. Em 1950 e 1952, ficou com o vice-campeonato Citadino. Em 1950, ficou atrás do Flamenguinho, que ficou com o título de forma invicta. Em 1952 o Vasco da Gama Nilopolitano foi o campeão Nilopolitano.

Nesse meio-tempo, se sagrou Campeão do Torneio Início de Nilópolis de 1950, realizado no campo do Nova cidade. No 1º jogo, o Frigorífico Iguaçu venceu o Flamenguinho por 2 a 0. Na segunda fase, novo triunfo. Dessa vez, diante do Universal pelo placar de 1 a 0.

Nas semifinais, o Frigorífico Iguaçu superou o Central, apenas na disputa de pênaltis, na terceira tentativa. Na grande final, uma contundente atuação, o Frigorífico Iguaçu goleou o Palmeiras por 4 a 0, faturando o caneco.

O Frigorífico Iguaçu jogou assim: Jair; Salgueiro e Bill; Lese, Demas e Mandi; Geraldino, Valdir, Arildo, Bira e Nelsinho.

Em 1951, o Frigorífico Iguaçu foi Bicampeão do Torneio Início de Nilópolis de 1951, realizado no campo do Nova cidade. Na final, derrotou o Central de Nilópolis pelo placar de 2 a 1.

Em 1954, foi criada a Quarta Zona de profissionais fluminenses, com a participação do Esporte Clube Nova Cidade e Clube Atlético Frigorífico Iguaçu, ambos de Nilópolis; Sport Club Belford Roxo, de Nova Iguaçu; São Pedro Futebol Clube, de São João de Meriti; São Luiz e Luzitano, de Duque de Caxias.

Nos anos 70, já com o nome de Clube Atlético Frigorífico de Nilópolis participou de algumas edições da Copa Arizona. Na edição de 1978, o time teve um jogador que foi o goleador máximo: o atacante Delmo da Silva.

FONTES: A Noite – Jornal dos Sports – Diário de Notícias

 

 

 

 

A Associação Serrana de Esportes Athleticos (ASEA) foi uma entidade da cidade de Nova Friburgo, situado na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. Fundado na segunda-feira, do dia 10 de Agosto de 1925, a entidade foi a precursora do futebol friburguense. As suas cores era o preto e branco.

História

A criação da liga de esportes na cidade de Nova Friburgo, foi uma grande realização numa noite fria da segunda-feira, do dia 10 de agosto de 1925. A reunião aconteceu no antigo prédio da Caixa Rural (atual edifício do Fórum), onde estiveram presentes os seguintes representantes:

Friburgo Football Club;

Esperança Football Club;

Fluminense Athletico Club;

Sport Club Sírio-Libanês ( Clube Sírio-Libanês, patrocinado pela colônia de libaneses).

A 1ª Sede ficava num imóvel ao lado do solar do Barão de Nova Friburgo. A ASEA existiu por 22 anos, quando em 1942, a entidade alterou o nome, passando a se chamar: Liga Friburguense de Desportos (LFD), que existiu por 68 anos. Em 2015, quando a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), desfilou a LFD.

Com isso, a surgiu uma nova entidade: a Liga Nova Friburgo de Desportos (LNFD), Fundada na sexta-feira, do dia 23 de Janeiro de 2015. A nova entidade terá apoio financeiro a nível estadual e federal, e a diretoria tem mandato de quatro anos e funcionará na sede doada pela Prefeitura de Nova Friburgo, na Avenida Alberto Braune, 223, Centro, (antiga sede da ex-Liga Friburguense de Desportos). Atualmente, Atualmente a sua Sede fica localizada na Praça Presidente Getúlio Vargas, nº 105, no Centro de Nova Friburgo.

Os clubes que fazem parte da fundação da nova entidade são: Friburgo Futebol Clube, Esporte Clube São Pedro, Botafogo, Saudade, Lumiar, Stucky e Associação de Futebol Amador do Zaga.

A diretoria da Liga Nova Friburgo é composta por Luciano Faria (presidente); Nain Rocha (vice-presidente); Jailson  Bernardo Silveira (secretário); e Rodrigo Rimes Miranda (tesoureiro).

A Liga Friburguense de Desportos chegou a ter dezenas de clubes filiados como: Roqueano Social Clube, Nova Friburgo Futebol Clube, Friburguense, Sociedade Esportiva Friburguense, Associação Atlética Banco do Brasil, Saudade, Santa Luzia, São Pedro, Serrano, Fluminense, Esporte Clube Filó, Conselheiro, Esperança, Cascatinha, Friburgo Futebol Clube, Nova Friburgo Country Clube, Grêmio Esportivo Friburguense.

 

FONTES: “Trabalho, Greves e Futebol: Luta, Identidade e Sociabilidade na Formação da Classe Trabalhadora Friburguense (1911-1933), de Victor Emrich – Jornal A Voz da Serra – Jornal da Região – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Página no Facebook “História de Nova Friburgo” – A Rua : Semanario Illustrado (RJ).

 

O Sport Club Rio Branco foi uma agremiação da cidade de Petrópolis (RJ). O Alvinegro foi Fundado na quinta-feira, do dia 23 de Abril de 1925, na residência particular do distinto sportman Manoel José Gonçalves.

Sem especificar os cargos, a 1ª Diretoria foi constituída pelos seguintes membros: Manoel José Gonçalves, José Ansero Fecher, João Ernesto Schussler e Mario Ficher.

A sua elegante Sede está situada na Rua Montecaseros, s/n, no Centro de Petrópolis. Já a sua Praça de Esportes ficava no Bairro do Bingers. Além do futebol, o clube também contava com uma bem cuidada seção de ginástica.

Ainda em 1925, o Rio Branco se filiou a Associação Petropolitana de Sports (APS) e, logo, na sua primeira temporada, após 12 jogos, terminou com o vice-campeonato Petropolitano.

Em 1926, com apenas uma derrota e um empate, levantou a taça de campeão do Campeonato Petropolitano, tanto no Primeiro quanto no Segundos Quadros.

Em 1927, outra bela campanha, ao terminar o Campeonato Citadino na 3ª colocação, obtendo no “Torneio de Caridade” o título de campeão. Em 1928, se manteve entre os primeiros. Fechou o Campeonato Citadino e o “Torneio de Caridade“, ambos na 2ª colocação.

Em 1929, o Sport Club Rio Branco se ausentou do Campeonato Petropolitano, por motivos de ordem interna. Em 1932, foi vice-campeão do Torneio Início de Petrópolis.

FONTES: Diário de Notícias – Jornal dos Sports

 

FONTES: Jornal A Noite - Diário A Noite

 

O Jornal do Brasil Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O “Combinado da Torre” foi Fundado na terça-feira, do dia 13 de Setembro de 1921, por funcionários do Jornal do Brasil.

A sua Sede administrativa ficava na Avenida Rio Branco, nº 110/ 112, no Centro do Rio. Já a sua Praça de Esportes estava situado na Estrada do Norte, s/n – Bairro de Ramos – Zona Norte do Rio.

O JB enfrentou o Argentino Football Club e arrancou um empatou em 0 a 0, em Cascadura (1921); encarou o Mesquita Futebol Clube (1926); e venceu o Athletic Club, por 2 a 1, em Matosinho, na cidade de São João Del Rey/MG (1933). A sua última aparição aconteceu no Campeonato Carioca da Liga Gráfica de Esportes, de 1954.

Time de 1921: Moreira (Vieira); Jarbas e Zazá (Durval);  Adelino (Antonio), Archimedes e Coutinho; Nilo (Leão Vasconcellos), Vadinho (Cap.), Cresipio, Romualdo (Laiz) e Jorge.

 

Time de 1926: Edgard; Lauro e Nicanor; Alitado, Zazá e Aureliano; Moacyr, Fausto, Guerra, Anizio e Sant’ Anna.

 

Time de 1926: Castello; Vital e Badu; Waldemar, Carlos e Armando; Tristão, Lagosta, Edgard, Otto e Quintanilha (Vadinho).

FONTES: A Rua : Semanário Illustrado (RJ) – Jornal do Brasil – A Batalha – A Nação – A Noite – Jornal dos Sports – Anúario Estatístico do Distrito Federal : Ano VI – 1938 (RJ) – Diário da Noite

 
EQUIPES PARTICIPANTES:

Nº	EQUIPE	                        CIDADE
001	ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA	RIO DE JANEIRO
002	BANGU ATLÉTICO CLUBE    	RIO DE JANEIRO
003	BARRA MANSA FUTEBOL CLUBE	BARRA MANSA
004	CENTRAL SPORT CLUB      	BARRA DO PIRAÍ
005	ENTRERRIENSE FUTEBOL CLUBE	TRÊS RIOS
006	MADUREIRA ATLÉTICO CLUBE	RIO DE JANEIRO

1ª FASE

11.06.1967	CENTRAL 	1-2	MADUREIRA
11.06.1967	ENTRERRIENSE	1-0	BANGU
11.06.1967	BARRA MANSA	0-0	PORTUGUESA
18.06.1967	CENTRAL 	1-1	PORTUGUESA
18.06.1967	ENTRERRIENSE	1-3	MADUREIRA
18.06.1967	BARRA MANSA	1-0	BANGU
25.06.1967	CENTRAL 	2-1	BANGU
25.06.1967	ENTRERRIENSE	1-0	PORTUGUESA
25.06.1967	BARRA MANSA	0-0	MADUREIRA

CHAVE GUANABARA

		         J	V	E	D	GP	GC	PG
01º	MADUREIRA	03	02	01	00	05	02	05
02º	PORTUGUESA	03	00	02	01	01	02	02
03º	BANGU   	03	00	00	03	01	04	00

CHAVE GUANABARA

		         J	V	E	D	GP	GC	PG
01º	BARRA MANSA	03	01	02	00	01	00	04
02º	ENTRERRIENSE	03	02	00	01	03	03	04
03º	CENTRAL	        03	01	01	01	04	04	03

SEMI FINAL

02.07.1967	BARRA MANSA	1-0	PORTUGUESA
02.07.1967	ENTRERRIENSE	2-0	MADUREIRA

FINAL

13.07.1967	ENTRERRIENSE	1-0	BARRA MANSA

# CAMPEÃO - ENTRERRIENSE FUTEBOL CLUBE (TRÊS RIOS - RJ)

Fonte: Raymundo Quadros
 

Grêmio Náutico Gaúcho

Liga Atlética Rio Grande

 

 

Liga Náutica Rio Grandense

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coligação Gaúcha de Natação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grêmio de Foot-Ball Portoalegrense

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE : A Federação : Orgam do Partido Republicano (RS) 

 

 
DATA: 05 DE JUNHO DE 1938
LOCAL: CAMPO DO AMÉRICA FC, NO RIO DE JANEIRO - RJ

01º JOGO - GRAJAHÚ 0-0 IMPERIAL (2-0 ESC)
02º JOGO - VILA ISABEL 0-0 PARAMES (1-0 ESC)
03º JOGO - OLYMPICO 2-1 JARDIM
04º JOGO - COCOTÁ W0-0 CAIXA ECONÔMICA
05º JOGO - CONFIANÇA 0-0 OFICINA CRUZEIRO (1-0 ESC)
06º JOGO - CASSINO REALENGO 1-0 SAMPAIO
07º JOGO - ESCOLA DE SAMBA 1-0 UNIÃO DE JACAREPAGUÁ
08º JOGO - BENFICA 0-0 IRAJÁ (1-0 ESC)
09º JOGO - RENDAS 1-0 JUSTIÇA
10º JOGO - SC BRASIL 2-0 OLYMPICO
11º JOGO - GRAJAHÚ 0-0 VILA ISABEL (1-0 ESC)
12º JOGO - CONFIANÇA 1-1 COCOTÁ (1-0 ESC)
13º JOGO - GRAJAHÚ 1-0 CASSINO REALENGO
14º JOGO - SC BRASIL 0-0 ESCOLA DE SAMBA (2-0 ESC)
15º JOGO - BENFICA 1-0 RENDAS
16º JOGO - CONFIANÇA 2-0 GRAJAHÚ
17º JOGO - BENFICA 1-0 SC BRASIL
FINAL    - BENFICA 1-0 CONFIANÇA

# CAMPEÃO - SPORT CLUB BENFICA (RIO DE JANEIRO - RJ)

Fonte: Jornal dos Sports / RJ
 

Byron Football Club foi uma agremiação do bairro do Barreto, em Niterói (RJ). Fundado na terça-feira, no dia 21 de Outubro de 1913. A sua Sede, salão de festas, quadra poliesportiva e campo de futebol ficavam na Rua Dr. March, nº 170, no Bairro do Barreto, em Niterói.

Foi um dos maiores clubes do esporte fluminense pré-fusão com o Estado da Guanabara. Surgiu em um terreno alugado da Fábrica Manufatora de Tecidos, e seu nome, inspirado no poeta inglês Lord Byron, foi uma homenagem aos britânicos da fábrica. Seu maior rival era o Barreto, clube da Fábrica Fiat Lux de Fósforos de Segurança.

Desfile do Torneio Início Niteroiense de 1952

Sua decadência se iniciou em 1950, quando uma após briga judicial, foi despejado do terreno onde estava instalado, já que a fábrica formara o seu próprio time, denominado Manufatora Atlético Clube, posteriormente mudado para Associação Desportiva Niterói. O Manufatora simplesmente ficou com tudo o que o Byron construiu no terreno alugado.

Enfraquecido, enfrentou duas mudanças de sede, culminando por abandonar o futebol, em 1953, vindo a se dedicar apenas ao boxebasquete e eventos sociais. Em 1978, a sede foi derrubada para a ampliação da BR-101, e seus sócios decidiram não reerguê-lo em outro local, encerrando uma história de mais de 60 anos.

Os títulos mais relevantes fora: Campeão Fluminense de FutebolCampeonato da AFDT, em 1917;

LSF, em 1922, 1924 e 1925;

ANEA, em 1928;

LNF, em 1934 (este último na era profissional);

Campeonato Niteroiense de Futebol, em 1928 e 1934 (este último, profissional).

 

Byron 2 x 1 Nictheroyense, válido pelo 1º Turno de 1952. O gol do de honra do Nictheroyense foi assinalado por Yoyô, de cabeça.

FONTES: O Imparcial – O Fluminense – Wikipédia – Diário do Povo

 

A Liga Gonçalense de Desportos, desde 1931, representa o Município, este Estado e o Brasil nas competições de diversos esportes. Pois esta Liga é a única Entidade do Brasil com mais de 30 (trinta) modalidades esportivas, e que desenvolve um Projeto Social, hoje com 20.112 inscritos. Nossas seleções e nossos Clubes filiados muito Contribuíram para as várias conquistas, do Município, 1958 (futebol), 1971 (atletismo), 2002 e 2003 (kung-fú), 2006 (ultra triathion), três Pan-americano (handebol), há 13 (treze) anos somos Campeões Brasileiro de Kick Boxing, e em todas as Seleções de Representação do Brasil, o maior numero de atletas até este momento, foi deste Estado, seja nos Pan-Americanos ou Sul-Americanos o BRASIL sagrou-se Campeão. Isto fora fruto do trabalho da Diretoria desta Casa, de suas Agremiações filiadas, professores e atletas.

Todas as representações durante a existência dos Bingos foram custeadas por recursos que a Lei Zico, depois Lei Pelé permitiram, e os atletas tinham alimentação, hospedagem, transporte e inscrições nas Competições de disputa de Títulos Brasileiros ou Internacionais. Atletas representaram o Brasil, no Peru, no Equador, na China, nos EUA, na Grécia, Eslovênia, Iugoslávia, Itália, Argentina e tantos outros, sempre com todas as despesas pagas.

Durante treze anos, tiramos jovens e adultos das drogas, fizemos muito mais do que muitos Governos com os nossos projetos sociais. Com a perda dos BINGOS o esporte ficou órfão, os atletas desiludidos. Pedimos SOCORRO, para manter nosso Projeto Social, pois sem outra fonte de renda fica difícil a sua sustentação.

FONTES: Site da Liga Gonçalense de Desportos – Diário do Povo

 

Oliveiras Atlético Clube foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O clube Alvianil foi Fundado no Sábado, do dia 12 de Junho de 1926, por operários da Fábrica de Vidros Orion, denominado como Orion Football Club. O clube existiu com essa nomenclatura até 1929, quando a diretoria optou em dar outro nome com o intuito de não criar nenhum vinculo com a empresa, construindo assim uma identidade própria.

Sede ficava na Travessa Carlos Gomes, nº 17, no Bairro Santana, e depois passou para a Travessa Nossa Senhora da Conceição, nº 08, em Niterói. Por um tempo ele teve um campo na Rua Dr. Benjamin Constant, no Bairro Largo do Barradas.  O Oliveiras teve um rival ferrenho: Espírito Santo Futebol Clube, do Bairro da Engenhoca. Em 1937, o  Oliveiras participou da fundação da Associação Nictheroyense de Atletismo junto com os grandes clubes da cidade.

A sua trajetória futebolística foi animadora, afinal Oliveiras disputou diversos amistosos, vencendo e empatando, inclusive diante das grandes forças. Em suma: vencer que é bom o Oliveiras, ninguém conseguia. Esse sucesso criou um incomodo. Então, nos bastidores os clubes grandes de Niterói se articularam a fim de alijar o Oliveiras, que no final das contas acabou saindo.

 

Posteriormente, o Oliveiras foi bicampeão do Campeonato Niteroiense da Segunda Divisão, nos anos de 1942 e 1943. Novamente, por “detrás dos panos”, os “homens da Cartola” mexeram os “paulzinhos” e não deixaram que o Oliveiras tivesse o direito legitimo do acesso.

Após muita luta, o clube conseguiu o acesso em 1947,  e, de cara, ficou com o vice-campeonato do Campeonato Niteroiense da Primeira Divisão, daquele ano. Depois de três temporadas, o Oliveiras se sagrou campeão do Campeonato Niteroiense da 1ª Divisão, em 1951, e vice-campeão em 1952.

Em 1955, voltou a conquistar o título. Mas naquela edição, o futebol niteroiense tinha duas com competições: o Amador (vencido pelo Oliveiras), e o Profissional (onde o Fonseca foi o campeão).

O final da linha do Oliveiras Atlético Clube foi ironicamente o começo de uma das maiores obras feitas no Brasil: a Ponte Rio-Niterói, que iniciou as obras em janeiro de 1969 e foi concluída no dia 04 de março de 1974. As obras praticamente extinguiu o Bairro Santana. Quarenta e três anos depois, o Bairro de Santana se resume a um monte de pista de acesso e algumas casas pobres.

 

FONTES: O Fluminense – Diário do Povo

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