O Atlético Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O “Tricolor Matapaquense” foi Fundado no dia 17 de Outubro de 1954. A sua Sede e o campo fica localizado às margens da Estrada Matapaca, em Pendotiba, em Niterói. O Atlético duas participações do Campeonato Niteroiense. O grande rival do Atlético é o Cruzeiro, ambos do bairro de Pendotiba.

 

FONTES: O Fluminense 

 

 

 FOTO: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense.

 

Em 1907 foi organizada pela primeira vez no Rio de Janeiro uma liga voltada para jogadores mais jovens: a União Sportiva Fluminense. E coube ao Sport Club José Floriano, de Copacabana, a honra de ser o campeão com o time da foto abaixo:

Antes de tudo, cabe explicar as aspas do título. O futebol da época, amador, não era tão bem estruturado como hoje. E não havia uma distinção clara de categorias nas ligas – o que eram juniores, juvenis, infantis etc. Por exemplo: o Botafogo, em 1906, disputou o Campeonato Carioca com uma equipe que tinha, em média, 17 anos – enquanto equipes como o Fluminense e o Paysandu tinham jogadores na casa dos seus 20 anos. Hoje, muitos diriam que era uma equipe juvenil. Mas era a equipe principal do Botafogo. Da mesma forma, era comum que os chamados segundos quadros – ou reservas – acabassem formados por atletas mais jovens do que os do primeiro. Mas nada disso configurava uma divisão de categorias por idade: os quadros separavam os jogadores por qualidade, e era natural que mais experientes predominassem nos times principais. E a idade média dos times tinha muito mais a ver com a idade dos amadores que fundaram os clubes. No caso do Botafogo, estudantes. No caso do Fluminense, homens já formados. Com o tempo, as idades foram se aproximando…

 

O campeonato da União Sportiva Fluminense

 Em 1907 a União Sportiva Fluminense foi fundada por cinco clubes: Rio Football Club, Carioca, Cattete e Bahia. Depois se filiariam o SC José Floriano, Humaytá e Oriental (que no meio da competição mudou de nome para Engenho Velho). Em comum: todos times fundados por jovens rapazes. E, naturalmente, o campeonato era voltado para esse público. Entre os atletas dos clubes, nomes que se tornariam famosos como Alberto Borgerth (então com 14 anos, do Rio FC e que futuramente lideraria a debandada do Fluminense que resultaria na criação do departamento de futebol do Flamengo), Abelardo Delamare (14 anos, do Carioca FC, futuro artilheiro do Botafogo), Francisco Loup (15 anos, do Rio FC, jogaria depois no Fluminense), Harold Cox (15 anos, Rio FC, futuro jogador do Fluminense), entre outros.

Embora não houvesse ligação oficial com a Liga Metropolitana de Sports Athleticos (a principal da cidade), o campeonato acabou tratado como uma espécie de “versão juvenil” do Campeonato Carioca da mesma. O principal motivo: o Rio Football Club era praticamente uma filial do Fluminense (seus jogadores e dirigentes eram sócios ou parentes mais novos de figuras importantes do mesmo), assim como o Carioca Football Club (sem relação com o do Jardim Botânico) era uma filial do Botafogo. Uma partida entre Rio e Carioca ficou célebre pela confusão promovida por sócios do Botafogo na platéia, e o tom dos jornais deixava claro: a rivalidade surgida naquele ano entre Flu e Bota passou para Rio e Carioca.

Mas assim como entre os clubes da Metropolitana, a distinção de idade parecia mais um fato inerente aos clubes disputantes do que uma separação oficial. Analisando as equipes que disputaram os primeiros quadros da União Sportiva Fluminense, vemos uma maioria de jogadores entre 14 a 17 anos, mas com um ou outros com idades que chegavam a 21 – caso de Zeca Floriano, capitão líder e fundador do Sport Club José Floriano, que viria a ser campeão. E nos segundos quadros, jogadores ainda mais novos, incluindo um “crack” driblador do Bahia que tinha apenas 10 anos!

 

O Sport Club José Floriano

Fundado em 7 de março de 1907, em Copacabana (com seu campo de futebol em Ipanema), o clube foi fundado por José Floriano Peixoto, o “Zeca”. Filho do “Marechal de Ferro” Floriano Peixoto, Zeca era um esportista apaixonado. Fisioculturista, nadador, remador, futebolista, ginasta, praticante de tiro esportivo, lutador de boxe, jiu-jitsu, luta romana, capoeira e até mesmo… domador de leões! Isso mesmo, ainda por cima era dono do Circo Floriano. Além do Sport Club José Floriano, fundou o Club Sportivo José Floriano no Maranhão e participou de competições e disputas esportivas em Maceió e São Paulo. E ganhou fama ao salvar inúmeras pessoas de um naufrágio em Salvador! Uma verdadeira personalidade do esporte. Segue foto do multicampeão cheio de medalhas:

 

O Sport Club José Floriano, de Copacabana, além do time de futebol possuía uma academia voltada para a “cultura physica” (halterofilismo, ginástica etc.) e stand de tiro. Segundo seus estatutos, as cores oficiais da entidade eram o azul e o branco e seu distintivo uma estrela – não há descrições sobre a bandeira ou uniforme. Na foto da equipe, ao alto do artigo, podemos ver uma bandeira com uma estrela no centro que, supomos, era assim:

 

Fonte: Correio da Manhã, O Malho, O Paiz e Estatutos do Clube

 

 

O Paraíba do Sul Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Paraíba do Sul, localizado na região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Com uma população de 41.088 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2010, Paraíba do Sul fica a 138 km da capital do Rio.

Fundado na quinta-feira, do dia 17 de março de 2005. A sua Sede e o Estádio Marcelo de Moura Campos e Souza, o “Marcelão” (capacidade para 10 mil pessoas), estão situados na Estrada do Catete, nº 638, no Bairro da Vila Salutaris, em Paraíba do Sul.

 

2005: Estreia na Terceirona do Rio

O clube Sul-paraibano debutou na esfera profissional no mesmo ano da sua fundação. No Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 2005, se classificou para a 2ª fase da competição em 3º lugar, sendo superado apenas pelo Esporte Clube Miguel Couto e Profute Futebol Clube, ficando à frente de Rubro Social Esporte Clube, Artsul Futebol Clube, Associação Atlética Colúmbia e o lanterna Futuro Bem Próximo Atlético Clube. Nas quartas-de-final acabou eliminado pelo Esporte Clube Tigres do Brasil.

Em 2006, é precocemente eliminado na primeira fase ao ficar em último em sua chave, sendo superado por Resende Futebol Clube, Grande Rio Bréscia Clube e Esporte Clube Resende, que se classificam.

2007: clube termina entre os quatro primeiros

Em 2007, se classifica como líder na primeira fase do certame, deixando para trás Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube e Esporte Clube Rio São Paulo, que também se classificam, além dos eliminados Futuro Bem Próximo Atlético Clube e Centro de Futebol Miguel de Vassouras Sociedade Esportiva, que são eliminados.

Na segunda fase se classifica em 1º lugar, em sua chave, juntamente com o segundo colocado, Clube Atlético Castelo Branco. Canto do Rio Football Club e Esporte Clube Rio São Paulo são eliminados.

Na terceira fase se classifica em segundo, atrás somente do Aperibeense Futebol Clube. O Esporte Clube Italva foi eliminado, ao perder três pontos pela utilização de um atleta em condição irregular. O outro que ficou fora foi o São João da Barra Futebol Clube.

Finalmente nas semifinais é eliminado em jogos de ida e volta para o futuro campeão daquele ano, o Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube. O Aperibeense Futebol Clube seria o outro finalista ao bater o Quissamã Futebol Clube nas penalidades.

2008: Paraíba do Sul é o campeão da Terceirona de Juniores

Em 2008, se sagra campeão no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de Juniores. Na categoria profissional o clube se classifica em terceiro em sua chave na primeira fase, sendo superado por Barra Mansa Futebol Clube e Fênix 2005 Futebol Clube, mas ultrapassando Campo Grande Atlético Clube e Semeando Cidadania Futebol Clube, que são eliminados.

 

2017: clube retorna após sete anos de ausência

Em 2009, joga a Terceira Divisão da categoria Juniores e Profissional. Depois o Paraíba do Sul Futebol Clube se licenciou por sete temporadas. Agora o clube se prepara agora para disputar o Campeonato Carioca da Série C (equivalente a Quarta Divisão) de 2017, que começa no próximo mês de junho.

 

FONTES & FOTOS: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Wikipédia – Paulo Roberto Rodrigues

 

O CESA (Centro Esportivo Social Arturzinho) é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 15 de Maio de 2000, por Artur dos Santos Lima, ou simplesmente Arturzinho, que completa neste sábado (13 de Maio), 61 anos.

Para quem não associou, o ‘Rei Artur’, como era chamado nos tempos de Bangu, foi um jogador extremamente habilidoso e que costumava surpreender os adversários nas cobranças de escanteio. Várias vezes, Arturzinho marcou gols olímpicos. E não importava qual o lado. Mesmo sendo destro, batia com a mesma eficiência escanteios pelo lado direito, o que não é comum.

O pequeno Arturzinho, com seus 1m62 de altura e 60kg, viveu a melhor fase de sua carreira jogando no Operário de Campo Grande (MS) e em equipes cariocas. O meia foi um dos maiores ídolos da história do futebol do Mato Grosso do Sul. No Rio, ele passou pelo Fluminense e brilhou, principalmente, com as camisas do Bangu e do Vasco da Gama, onde foi vice-campeão brasileiro de 1984.

Ainda em 84, Arturzinho foi contratado pelo Corinthians. Chegou ao Parque São Jorge com enorme responsabilidade: substituir Sócrates, na época negociado com a Fiorentina, da Itália. Apesar de não ter sido o mesmo jogador dos tempos de Bangu e Vasco, Arturzinho chegou a cair nos braços da Fiel torcida depois de uma partida contra o Palmeiras. Na ocasião, Arturzinho, de cabeça, marcou um dos gols da vitória alvinegra sobre o arquirrival.

Deixou o Corinthians, onde realizou 57 jogos conforme mostra o “Almanaque do Corinthians“, de Celso Dario Unzelte e marcou 12 gols (sendo um deles olímpico contra o XV de Jaú, no Morumbi, pelo Paulistão de 84), e retornou ao futebol carioca no ano seguinte da sua contratação. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, o meia voltou a chamar a atenção por suas boas exibições com a camisa do Vitória.

2012: Estreia no futebol profissional

Presidido pelo ex-atleta Arturzinho, o clube alviverde participou das competições da base, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Em 2012, o clube decidiu enveredar na esfera profissional.

Assim o CESA estreou no Campeonato Carioca da Terceira Divisão, em 2012. O clube do ‘Rei Artur’ caiu no Grupo A, da 1ª Fase, juntamente com o Barcelona Esporte Clube, Clube Atlético da Barra da Tijuca, Queimados Futebol Clube, União de Marechal Hermes Futebol Clube e Villa Rio Esporte Clube.

1ª Rodada – 11/03 – Queimados              8 x 2   CES Arturzinho;

2ª Rodada – 18/03 – CES Arturzinho       0 x 2   CA Barra da Tijuca;

3ª Rodada – 22/03 – CES Arturzinho       0 x 3   União de Marechal;

4ª Rodada – 25/03 – Villa Rio EC             2 x 2   CES Arturzinho;

5ª Rodada – 1º/04 – CES Arturzinho       3 x 2   Barcelona;

6ª Rodada – 08/04 – CES Arturzinho       4 x 5   Queimados;

7ª Rodada – 15/04 – Barra da Tijuca        2 x 1   CES Arturzinho;

8ª Rodada – 19/04 – União de Marechal 0 x 3   CES Arturzinho;

Por conta de problemas com inscrições de atletas, o CESA foi punido com a perda de todos os pontos e acabou eliminado da competição e não veio a disputar a categoria de Juniores no mesmo ano.

XXX
FONTES & FOTO: Wikipédia - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O CFZ do Rio (Centro de Futebol Zico do Rio Sociedade Esportiva) é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube-empresa foi Fundado na sexta-feira, do dia 12 de Julho de 1996, como Rio de Janeiro Futebol Clube. Poucos sabem, mas o clube possuem duas Sedes: na Principal (que está o Estádio Antunes, com capacidade para 1 mil pessoas) fica localizado na Avenida Miguel Antônio Fernandes, nº 700, no Bairro do Recreio dos Bandeirantes. O segundo (que há o Centro de Treinamento e a Sede Administrativa) fica na Via Serviente Quatro, 768-A, no Bairro Vargem Pequena. Ambos ficam situados na Zona Oeste do Rio.

O clube do Galinho de Quintino também possuiu uma “filial” em Brasília, uma em Juiz de Fora , Minas Gerais e outra na cidade de Imbituba, Santa Catarina. O clube inicialmente chamou-se Rio de Janeiro Futebol Clube e entrou em atividade seis meses depois do 1º aniversário do Centro de Futebol, no Recreio dos Bandeirantes. O projeto inicialmente foi concebido como uma escolinha de atletas chamada Nova Geração.

1997: estreia no futebol profissional e título inédito

A equipe profissional do Rio de Janeiro FC debutou na esfera profissional no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 1997, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

1º jogono sábado, do dia 22 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Correão, em Cabo Frio, as equipes da Associação Desportiva Cabofriense e o Rio de Janeiro estreavam no Campeonato Carioca da Terceira Divisão (chamado de Módulo Intermediário).

O jogo representou o retorno ao futebol profissional de uma equipe de Cabo Frio, enquanto o time do Galinho estreava oficialmente no futebol profissional. No final, um empate em 0 x 0, que resultou o que foi a partida, marcada por muito equilíbrio. O Rio de Janeiro jogou assim: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson. Técnico: Jaime de Almeida.

Na segunda partida, no sábado, do dia 29 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Antunes, que estava recebendo o 1º jogo oficial. No Final, o Rio de Janeiro estreou com uma goleada diante do Raiz da Gávea por 7 a 0. O primeiro gol aconteceu aos 38 minutos da primeira etapa, por intermédio do zagueiro Guarilha. Os demais tentos foram assinalados pelo meia Iran, o lateral Selé e o atacante Nilson, todos com um gol. O destaque ficou por conta de outro atacante: Samaroni, autor de três gols.

A equipe comandada por Jaime de Almeida (que depois foi técnico do Flamengo, conquistando a Copa do Brasil de 2013), foi a campo com a seguinte formação: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson.

No final, o Rio de Janeiro Futebol Clube acabou faturando o seu primeiro título! A campanha da primeira fase foi a seguinte:

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

7

X

0

Raiz da Gávea
Duquecaxiense

2

X

1

Rio de Janeiro
Rodoviário

0

X

2

Rio de Janeiro
Real EC, de Angra

2

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

A.A. Columbia, de Duque de Caxias
Rio de Janeiro

5

X

1

Queimados FC
Rio de Janeiro

3

X

0

Grêmio-49, de Seropédica
Rio de Janeiro

4

X

0

Opção FC, do Bairro de Realengo
Raiz da Gávea

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

0

X

0

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Rio de Janeiro

1

X

1

Duquecaxiense
Cascatinha, de Petrópolis

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Rodoviário
Rio de Janeiro

0

X

0

Real EC, de Angra
A.A. Columbia, de Caxias

0

X

1

Rio de Janeiro
Queimados FC

2

X

1

Rio de Janeiro
Grêmio-49, de Seropédica

0

X

2

Rio de Janeiro
Opção FC, de Realengo

0

X

2

Rio de Janeiro

 

O Rio de Janeiro FC avançou para o Quadrangular Final, com a segunda melhor campanha com 38 pontos, só atrás da Associação Desportiva Cabofriense, com 46 pontos. O Real Esporte Clube, de Angra dos Reis, ficou em 3º lugar com 37 e o Duquecaxiense na 4ª posição com 31.

Contudo, no Quadrangular Final, o Rio de Janeiro FC jogou como ente grande. Na partida do dia 28 de setembro, a equipe comandada por Jaime de Almeida derrotou o Duquecaxiense por 1 a 0, gol do japonês Takayuki Suzuki, e conquistou o título faltando uma rodada para o final da Terceirona de 1997.

Rio de Janeiro

1

X

1

Real EC, de Angra
Duquecaxiense

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

2

X

1

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Real EC, de Angra

1

X

2

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Duquecaxiense
A.D. Cabofriense

0

X

0

Rio de Janeiro

1998: Sai Rio de Janeiro FC e entra CFZ do Rio

Logo, o então Rio de Janeiro Futebol Clube teve de trocar o nome, uma vez que já existia outro clube com o mesmo nome no estado. No dia 4 de fevereiro de 1998, o Centro de Futebol Zico é oficializado e o “do Rio” é acrescentado para manter a essência da ideia original.

O CFZ do Rio deu origem a uma filial sediada na cidade de Brasília: o homônimo CFZ. O clube brasiliense foi fundado no dia 1º de agosto de 1999, em sociedade com a empresa HPMA. Os dois clubes passaram a utilizar os mesmos jogadores e comissão técnica durante algum tempo.

O CFZ esteve perto de conquistar o acesso à elite do futebol carioca em 2001, quando foi vice da Série B. Na ocasião, o Entrerriense saiu campeão. Em 2010, oficializa união com o Flamengo. O clube da Gávea cederá atletas não aproveitados do time de juniores e profissionais para o time de Zico.

Também é anunciado um arrendamento do clube para o grupo de investidores MFD Sports, que será responsável por todas as despesas do clube. Em 2011, o clube se licenciou das competições estaduais. Em 2014, foi desfiliado dos quadros da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, por ter se licenciado por mais de três anos seguidos, e deixou as atividades no futebol profissional. O clube pediu seu afastamento por razões.

 

FONTES: Wikipédia – Site do CFZ

FOTOS: Show de Camisas – Só Futebol - Paulo Roberto 

 

 

 

O Friburguense Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Nova Friburgo, localizado na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. O “Frizão” foi Fundado na sexta-feira, do dia 14 de Março de 1980, resultante da fusão do Fluminense Atlético Clube com o Serrano Futebol Clube. O 1º presidente foi Francisco Mastrângelo. Os principais fundadores foram: Francisco Sampaio, Jorge El-Jaick, Tuffy El-Jaick, João Bizzoto, Ernesto P. Faria e Henrique F. Leal.

A cidade de Nova Friburgo está localizada no centro-norte do Estado do Rio de Janeiro, a 846 m de altitude, com área de 938 Km2, e distante da em 136 km , Nova Friburgo é a cidade que mais se destaca no futebol na região capital serrana.
As cidades limites ao Norte, são os municípios de Sumidouro, Duas Barras, Bom Jardim e Trajano de Moraes; a Leste com o município de Macaé; ao Sul com os municípios de Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu; a Oeste com o município de Teresópolis.

Como homenagem especial e em atenção aos relevantes serviços prestados ao Fluminense Atlético Clube, é conferido ao Dr. César Guinle o título de Patrono do clube. O quadro social do Friburguense tem hoje mais de 1.300 sócios proprietários e sua área é de 41.500 m2 e está localizado na Rua Jardel Hotz, s/n, no Bairro de Olaria, em Nova Friburgo, funcionando de terça a domingo.
No mesmo endereço, encontra-se o estádio Eduardo Guinle, com capacidade para 12 mil pessoas, dimensões oficiais de 105 m x 68 m, com iluminação e o Placar Eletrônico é o antigo que pertencia ao Maracanã.

O Friburguense foi 4° colocado no Campeonato Carioca da 1ª Divisão de 1999, vencendo Botafogo e Fluminense no Maracanã. O time também foi 4° colocado no Carioca de 2002. No ano de 2004 chegou as semifinais da Taça Rio, sendo eliminado pelo Vasco nos pênaltis por 5 a 4, após empate de 1 x 1 em pleno Maracanã. O bom desempenho de 2004, premiou o time com a inédita classificação para a Copa do Brasil de 2005.

 

FONTES: Site e a página no Facebook do Friburguense Atlético Clube

 

Em arbitral realizado na tarde desta terça-feira (09 de maio de 2017) a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) definiu finalmente os componentes do Campeonato Estadual da Série C (na prática a Quarta Divisão). A 1ª rodada será em 9 de julho.

Os 17 participantes ficaram divididos em dois grupos. Os estreantes no profissionalismo são Brasileirinho, 7 de Abril e Viva Rio (Pérolas Negras). Já o Campos, que mantinha parceria com o Carapebus, e chegou até a Série A, requereu e conseguiu a sua refiliação aos quadros profissionais da entidade. Por isso, deverá refazer o caminho em direção à elite do futebol fluminense. O EC Resende, ausente desde 2006, volta à competição, assim como o Casimiro de Abreu, licenciado desde 2007.
As chaves ficaram assim compostas:

GRUPO A:

Viva Rio (Pérolas Negras);

Teresópolis;

Paduano;

 Itaperuna;

Tomazinho;

 Paraíba do Sul;

7 de Abril;

Campo Grande.

GRUPO B:

Riostrense;

União de Marechal;

Campos;

Brasileirinho;

Heliópolis;

Casimiro de Abreu;

Itaboraí Profute;

Miguel Couto;

EC Resende.

REGULAMENTO
O regulamento será mantido em relação à última edição da Série C. Haverá, portanto, quatro vagas de acesso. Na primeira fase ocorrerá dois turnos. No primeiro os clubes se enfrentam na mesma chave. No segundo, ocorrerá o cruzamento. Os primeiros de cada grupo avançarão diretamente à decisão e já garantirão vaga na Série B2 de 2018.
Já as outras duas equipes promovidas serão conhecidas nos playoffs através de um cruzamento entre o segundo e o terceiro colocado das duas chaves. Os confrontos serão de ida e volta. Apenas cinco atletas acima dos 23 anos poderão ser utilizados. As inscrições poderão ser feitas até a segunda rodada do returno.

No que tange à parte financeira, os clubes deverão receber alguma ajuda, ainda não especificada pela Federação. Sob risco de ficar fora da competição, o Campo Grande conseguiu resolver sua situação através de uma liminar no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD). Coincidentemente a advogada do clube é a filha do presidente da entidade, Rubens Lopes.

Já o Rubro Social, de Araruama, não teve a mesma sorte e nem o mesmo advogado e ficará novamente fora da disputa. Itaperuna, Paduano, Heliópolis, Tomazinho e Miguel Couto são outras agremiações que retornam à competição.
Jogos da primeira rodada:

Pérolas Negras x Campo Grande

Teresópolis x 7 de Abril

Paduano x Paraíba do Sul

Itaperuna x Tomazinho

Riostrense x EC Resende

União de Marechal x Miguel Couto

Campos x Itaboraí Profute

Brasileirinho x Casimiro de Abreu

Folga: Heliópolis

Profute vem sob nova direção com parceria com Volantes
Após vencer o Torneio Amistoso no ano passado, o Itaboraí Profute virá com outra administração. O novo presidente é Murilo Lima, dirigente da Associação Atlética Volantes, de Mesquita, que por anos foi filiada aos quadros da Federação, chegando até a vencer o Campeonato Estadual da Série C de Juniores de 1986.

O novo mandatário adquiriu o clube das mãos do pastor Márcio Jorge, que se encontra em delicado estado de saúde. Por conseguinte, o mando de campo da equipe será o estádio Augusto Simões, no bairro de Presidente Juscelino, em Mesquita. O antigo gerente de futebol Gilberto Figueiredo, o qual fez ótimo trabalho no Duquecaxiense e no próprio Profute, continuará dando assistência, porém mais à distância por conta de outras atribuições.

Estreantes, Brasileirinho e 7 de Abril prometem surpreender

O atual campeão amador da capital da categoria sub 20, Brasileirinho é um dos estreantes no profissionalismo. O time das cores verde e amarela deverá fazer seu mando de campo no estádio Mourão Filho, do Olaria Atlético Clube. Já o 7 de Abril, presidido pelo engenheiro Nelri Ferreira Leite, cuja maior conquista foi o vice-campeonato da Liga Rio Copa em 2014, poderá atuar em Teixeira de Castro, de propriedade do Bonsucesso Futebol Clube. Ambos são organizações não governamentais que visam apoiar crianças e jovens, tirando-as da rua e levando-as à pratica do desporto.

 

FONTES: Super Gol – André Luiz Pereira Nunes 

FOTO: Úrsula Nery (Agência FERJ) 

 

 

 

FONTE: Site Terceiro tempo.

 

 

Esta foi uma das boas formações cruzmaltinas de 1934, com Domingos da Guia (quarto em pé, da esquerda para a direita) e Gradim (quarto agachado, na mesma ordem), que foi o treinador do time campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo-1958. Dele, também, fez parte, o lateral-esquerdo Roque Calocero, o segundo piloto do “Expresso da Vitória”, em 1946, quando o montador uruguaio Ondino Vieira pegou o boné e se mandou. Depois, Calocero passou o volante para Flávio Costa.

Em 1957, quando Martim Francisco treinava a rapaziada, o convidou a cuidar dos times de baixo. Por aquele tempo, ele já era empregado do clube em outro setor, administrando o estádio de São Januário, desde 1946.

Roque Calocero, filho de Carlos e de Inês Maria, nasceu no bairro de Caballitos, em Buenos Aires (14.09.1908), tendo iniciado a carreira pelo Ferro Carril Oeste. Em seguida, foi para um time de segunda divisão, onde o Vasco foi buscá-lo.

Campeão carioca, em 1934, parou, em 1940, para dirigir juvenis e aspirantes, entre 1941 e 1946. Uma de suas maiores satisfações era contar que levara o Vasco ao seu primeiro título na categoria juvenil.

Nesta foto reproduzida da Revista do Esporte, Calocero segura a bola, em pé.

 Fonte: Revista do Esporte e blog kike da bola

 

 

 

Esses são todos os escudos do Paissandu que já encontrei em pesquisas:

1) O único documento timbrado que já vi do Paysandu Cricket Club tinha um desenho estilizado de sua bandeira como o símbolo. Considero esse o escudo do Paysandu Cricket Club. (Na internet circula um escudo de três pontas com um monograma dentro, mas nunca vi esse escdudo fora da internet. Contudo, não o descarto).

2) O mesmo escudo foi usado pelo clube, mudando apenas as iniciais, quando este mudou de nome para Paysandu Athletic Club / Paissandu Atlético Clube. Já vi esse escudo sendo usado até em documentos bem mais recentes, quando o clube já usava o distintivo atual.

3) Esse escudo vi em foto dos anos 40. E tem um azulejo no clube com esse escudo que, contudo, é datado dos anos 90, talvez seja homenagem a um escudo antigo.

4) Escudo usado em algumas camisas sociais do clube em fotos dos anos 60 e 70

5) Esse escudo com as palmeiras (referência às palmeiras da Rua Paissandu, de onde o clube ganhou o nome) aparece a partir dos anos 70

6) Escudo atual. Esse estilo é usado no mínimo desde os anos 90. Por vezes o fundo do escudo é em degradê, ou tem a metade superior em azul claro e a inferior em azul escuro, como no escudo (5). O azul claro pode ser apenas uma referência ao primeiro uniforme do clube – listrado azul celeste e branco. Apenas em 1911 o clube adotou o uniforme em metades azul escuro e branco. Mas as cores oficiais do clube, na bandeira, sempre foram apenas azul escuro e branco.

 
SELEÇÃO CARIOCA

8

SELEÇÃO MINEIRA

3

Data: 01 de dezembro de 1946 Local: Campo do Botafogo, no Rio de Janeiro – RJ
Juiz: Osvaldo Rola Caráter: Campeonato Brasileiro – 1946
Gols:  Chico (4),  Isaias, Jair, Lelé e Djalma – Paulinho (2) e Cecy
Seleção Carioca: Barbosa; Augusto e Mundinho; Eli, Danilo e Jorge; Djalma, Lelé, Isaias, Jair e Chico.
Seleção Mineira: Kafunga; Pescoço e Canhoto; Mexicano, Carango e Silva; Lucas, Ismael, Cecy, Paulinho e Niveo.

Fonte: Gazeta Esportiva- SP

Seleção Carioca - 1946

Seleção Mineira - 1946

 
CR FLAMENGO (RIO DE JANEIRO – RJ)

8

BANGU AC (RIO DE JANEIRO – RJ)

5

Data: 22 de junho de 1947 Local: Laranjeiras, no Rio de Janeiro – RJ
Juiz: Lazaro dos Santos Caráter: Torneio Municipal – 1947
Gols: Perácio (5) e Pirilo (3) – Sonô (2), Ubirajara, Calixto e Moacir
Flamengo(RJ): Doli; Alcides e Norival; Biguá, Bria e Farah; Adilson, Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé.
Bangu(RJ): Rosarez; Hermogenes e Bilú; Sula, Haroldo e Mauricio; Sonô, Ubirajara, Calixto, Moacir e Sá Pinto.

 

Fonte: Gazeta Esportiva- SP

 
CR VASCO DA GAMA (RIO DE JANEIRO – RJ)

14

CANTO DO RIO FC (NITERÓI – RJ)

1

Data: 07 de setembro de 1947 Local: São Januário, no Rio de Janeiro – RJ
Juiz: Alberto Malcher Caráter: Campeonato Carioca – 1947
Gols: Maneca (5), Ismael (4), Dimas (3), Nestor e Chico – Heitor
Vasco da Gama(RJ): Barbosa; Augusto e Rafanelli; Eli, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Dimas, Ismael e Chico.
Canto do Rio(RJ): Odair (Raimundo); Borracha e Lamparina; Carango, Bonifácio e Canelinha; Heitor, Waldemar, Raimundo, Didi e Noronha.

Fonte: Gazeta Esportiva- SP

 

Fechando a lista dos novos clubes registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e que podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

Trata-se do Esporte Clube Porto Real. É uma agremiação do Município de Porto Real, localizado na Região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Com uma população de 18.552 habitantes, segundo o Censo IBGE/2016, Porto Real fica a 123 km da capital do Rio. A condição de município é algo relativamente novo, uma vez que a emancipação aconteceu em 05 de Novembro de 1995.

O neo clube Porto Realense foi Fundado no Sábado, do dia 05 de Novembro de 2016, e escolheu as cores da bandeira do município: vermelho, verde e branco. A sua Sede administrativa está situado no Avenida Geraldo Ribas, nº 1853, no Centro de Porto Real.

Após 17 anos, o município de Porto Real terá um time para torcer e incentivar, no futebol profissional. Após o Porto Real Country Club se desfiliar da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), Porto Real ficou órfão de um clube na esfera profissional.

No entanto, esse ano a história será diferente, pois o Esporte Clube Porto Real busca participar do Campeonato Carioca da Série C (de fato, a Quarta Divisão). A equipe disputava competições amadoras na cidade, oferecidas pela liga municipal da cidade, mas a diretoria resolveu em 2017 buscar vôos mais altos, e profissionalizar o clube.

Com a possível profissionalização, seria preciso pessoas de confiança no clube, o diretor Gabriel Almeida fez o convite para Nelson Pernasetti e Sérgio Luiz para somar forças e conquistar o primeiro passo, o CNPJ. Atualmente o clube já vem treinando e fazendo peneiras, esperando apenas o cumprimento de todas as exigências e buscando patrocinadores para poder disputar campeonatos estaduais.

No plantel do time possuí jogadores experientes no futebol carioca como: Cassiano Carvalho, ex-América e Audax, Wesley Coutinho, ex-América, Caio Fábio, ex-Madureira, Guilherme Souza, ex-Duque de Caxias, Heider Fidélis, ex-Botafogo e Seleção Militar Brasileira, além de jovens jogadores da cidade.

FONTES & FOTOS: Wikipédia - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Blog Futebol Sport Rio – Página do clube no Google+   

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

O CIG (Centro de Integração Geracional) 7 de Abril é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na terça-feira, do dia 22 de Agosto de 2006. A sua Sede fica localizado na Rua Engenheiro Gastão Rangel, nº 126, no Bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

Atualmente a CIG desenvolve dois projetos na área de esporte e capacitação profissional; o Projeto Pé na Bola e cabeça na escola que atua com meninos adolescentes em atividades esportivas nos períodos em que não estão na escola e o projeto Espaço Cuidar que capacita pessoas familiares ou não no cuidado à pessoa idosa.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Página do clube no Facebook

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017). O Estrela do Norte Esporte Clube é uma agremiação da cidade de São Fidélis (RJ). Fundado no Domingo, do dia 13 de Julho de 1952. A sua Sede fica localizada na Rua Otr Ipuca, s/n, no Distrito de Ipuca, em São Fidélis.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Página do clube no Facebook

 

Alguns novos clubes estão registrados na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e podem aparecer no Campeonato Carioca da Série C (equivale a Quarta Divisão), em junho deste ano (2017).

Começamos pelo IQSL Brasileirinho Clube Social. É uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 12 de Julho de 2007. A sua Sede fica localizada na Rua José Marcelino de Vasconcelos, nº 252, no Bairro de Anchieta, na Zona Norte do Rio.

FONTES: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – YouTube – André Luiz Pereira Nunes

 

O Heliópolis Atlético Clube é uma agremiação da Cidade de Belford Roxo, situado na Baixada Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Fundado na segunda-feira, do dia 1º de Maio de 1950, sob denominação de Heliópolis Futebol Clube. No domingo, do dia 20 de Março de 1955, foi alterado para a nomenclatura atual. A sua Sede está localizada na Rua Londres, nº 345, no Bairro São Francisco de Assis, em Belford Roxo. O clube é proprietário do Estádio José de Alvarenga, também conhecido por ‘Alvarengão’, com capacidade para 4 mil pessoas.

Em 1976, o Alvianil se sagrou campeão do Campeonato Citadino de Nova Iguaçu, organizado pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu (LDNI). Profissionalizou-se em 1983 e estreou no Campeonato Carioca da 3ª Divisão. A equipe ficou em 6º lugar do seu grupo na fase inicial, não se classificando assim para a fase final. No ano seguinte fica em quinto da sua chave e novamente não se classifica para a fase final.

Em 1985 se classifica pela primeira vez para a fase final, ficando em terceiro lugar do seu grupo. Acabou terminando em sexto lugar geral do torneio. Em 1986 se licencia do torneio pela primeira vez. Retorna em 1987 e fica em 3º lugar de seu grupo se classifica assim para a segunda fase. Na segunda fase fica em quarto lugar e não se classifica para a fase final. Em 1988 novamente fica em terceiro e passa para a segunda fase, na qual fica em terceiro e é eliminado. Em 1989 se licencia pela segunda vez.

Retorna novamente em 1990, ficando apenas em sexto na sua chave, e não se classificando para a fase final. Em 1991 se licencia pela terceira vez. No Campeonato Carioca da 3ª Divisão de 1992 faz a sua melhor campanha. Fica em quarto lugar no seu grupo, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em primeiro na chave “A”. Na fase final fica em segundo no seu grupo, perdendo a vaga para o Serrano Football Club, que vai para a final contra o Esporte Clube Barreira, e se sagra campeão.

Em 1993 fica em terceiro na sua chave no primeiro turno. No segundo, é o quinto. Acaba sendo penalizado com a perda dos pontos em uma partida, à qual não compareceu contra o Barra Mansa Futebol Clube. Em 1994 fica em primeiro lugar em seu grupo, se classificando para a fase final, na qual fica em quinto lugar. O campeão e vice foram respectivamente Goytacaz Futebol Clube e Nova Iguaçu Futebol Clube.

Em 995, na então Segunda Divisão (na prática, a Terceirona) ganha o nome de Módulo Intermediário em 1995. O clube Alvianil de Belford Roxo, é apenas o oitavo em seu grupo. Participa da Copa Rio, Grupo 4, seção Interior, mas é eliminado na primeira fase ao ficar na quarta colocação, última, na sua chave, atrás de Barra Mansa Futebol Clube, Nova Iguaçu Futebol Clube e Mesquita Futebol Clube.

Em 1996 disputa novamente a Divisão Intermediária. Fica em oitavo no primeiro turno e em segundo lugar no returno, não se classificando para a final. Em 1997 é convidado a disputar a Divisão Especial, na prática a Segunda Divisão de Profissionais, o módulo abaixo da divisão de elite.

Pela primeira vez em sua história o clube se aproxima da divisão principal do futebol do Rio de Janeiro. A campanha, porém, é ruim e o Alvianil é o último em sua chave no término da primeira fase do campeonato, sendo logo eliminado da competição. Participa da Copa Rio, mas é eliminado na primeira fase ao ficar em quarto na sua chave, atrás dos classificados Duquecaxiense Futebol Clube e Rodoviário Piraí Futebol Clube, além do eliminado União Esportiva Coelho da Rocha. Entre 1998 e 1999 se licencia pela quarta vez.

Retorna em 2000 com uma campanha ruim. Fica em último na sua chave, sendo eliminado na primeira fase da competição. Em 2001, no Módulo Extra – Série A2, fica em segundo em sua chave, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em sétimo, não chegando às finais.

Em 2002 houve uma diminuição no número de participantes da Segunda Divisão e o Heliópolis voltou para a Terceirona. Nesse ano faz uma péssima campanha, ficando em último em sua chave, na primeira fase, sendo logo eliminado da competição. Em 2003 se licencia pela quinta vez.

Retorna em 2004 e fica em quinto na sua chave, sendo eliminado da competição. Em 2005 se licencia pela sexta vez. Retorna em 2006 e é o segundo em sua chave, atrás somente do Esporte Clube Nova Cidade. Na fase seguinte é eliminado em jogos de ida e volta pelo Resende Futebol Clube, que começava a sua trajetória vitoriosa rumo à Primeira Divisão. Entre 2007 e 2008 se licencia pela sétima vez.

Em 2009 disputa o Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Juniores, competição à qual não consegue a classificação para a segunda fase. Participa da categoria profissional da Terceirona, conseguindo a classificação para a segunda fase, ao se habilitar em seu grupo na segunda colocação, atrás somente do Clube Atlético Castelo Branco, superando Rubro Social Esporte Clube, Clube de Futebol Rio de Janeiro e o estreante Esporte Clube Marinho.

Na segunda fase, faz campanha irregular e não consegue marcar um único gol, empatando três partidas seguidas em 0 a 0. Se classificam, nessa fase, Santa Cruz Futebol Clube e Leme Futebol Clube Zona Sul, ficando o Heliópolis e o Bela Vista Futebol Clube eliminados da competição.

Em 2010 disputa o Campeonato Carioca da 3ª Divisão, onde é eliminado na primeira fase, na qual fica em último atrás do primeiro colocado, Associação Desportiva Itaboraí, do segundo, Esporte Clube São João da Barra, do terceiro, Serra Macaense Futebol Clube e do também eliminado Canto do Rio Football Club.

Desiste, já com a tabela montada, de disputar a categoria de Juniores do Campeonato Estadual da Série C. Entre 2011 e 2012 se licencia pela oitava vez. Na Terceirona de 2013 é eliminado na primeira fase, ao ficar em terceiro no seu grupo, que classificava dois times para a segunda fase. Fica em terceiro em seu grupo da Terceira Divisão do Rio de Janeiro e não se classifica para a segunda fase.

Em 26 de julho de 2014, com o empate sem gols diante do Ginga Brasil, o Heliópolis conquistou o titulo de campeão da Taça Cidade de Nova Iguaçu, categoria Sub 20, competição promovida pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu (LDNI).

A partida de volta da final aconteceu no Estádio José de Alvarenga, em Belford Roxo. Apesar da chuva, um bom público compareceu ao Alvarengão. A vitória conquistada no jogo de ida pelo placar de 2 a 1 deixou o Heliópolis bem à vontade e com a vantagem do empate para ser campeão.

FONTES & FOTOS: Site e Estatuto do Clube – Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

O União Central Futebol Clube é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na segunda-feira, do dia 14 de Abril de 1986, por camelôs da Central do Brasil. A sua Sede está localizado na Rua Feliciano Penha, nº 110 – Bairro Vila da Penha – Zona Norte do Rio.

Foi campeão em 1992, Taça Francisco Assis de Lima, do Departamento de Futebol Amador da Capital, categoria adultos, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), ao vencer o Esporte Clube Lucas.

Em 1994, repete o feito ao bater o Esporte Clube Dourados, no Estádio Mourão Filho, na Rua Bariri. Vence também a Taça Disciplina. Estreou na esfera profissional em 1995 no Campeonato Carioca da 3ª Divisão.

No primeiro turno, em sua chave, termina em sétimo lugar (penúltimo), à frente apenas do Sport Club União de Marechal Hermes. No segundo turno, é o lanterna da chave, não passando à segunda fase. No ano seguinte se licencia do campeonato.

Em 1997, é penúltimo colocado, à frente do Bela Vista Futebol Clube, na disputa da Quarta Divisão de Profissionais, chamada à época de Segunda Divisão, visto que a Terceira se intitulada Módulo Intermediário e a Segunda se chamava Divisão Especial.

Em 1999, não passa da primeira fase na Terceira Divisão de Profissionais, ficando em último lugar, atrás dos classificados Centro Esportivo Arraial do Cabo, Raiz da Gávea Esporte Clube e Esporte Clube Taquaral.

Em 2000, participa da Quarta Divisão de Profissionais, chamada de Série A-3, ficando com o vice-campeonato da competição, vencida pelo Casimiro de Abreu Esporte Clube. Em 2001, é o penúltimo colocado da Terceira Divisão (Módulo Especial), à frente apenas do Centro de Futebol Miguel de Vassouras Sociedade Esportiva.

Em 2002, não passa da primeira fase da Terceira Divisão (Módulo Especial), ficando em último, atrás dos classificados Unidos do IV Centenário Futebol Clube e União de Marechal Hermes Futebol Clube. Em 2003, participa novamente da Terceira Divisão (Série B-2), ficando em quinto (penúltimo) na sua chave e não se classificando para a seguinte, à frente apenas do Esporte Clube Taquaral.

Em 2004, o União Central fica em 1º lugar no seu grupo, se classificando à segunda fase com o Atlético Rio Futebol Clube. Na segunda fase, é eliminado ao ficar em terceiro lugar em seu grupo, à frente do Campo Grande Atlético Clube. Somente o líder Artsul Futebol Clube se habilitou à terceira fase.

Em 2006, é convidado a jogar uma fase preliminar da Segunda Divisão de Profissionais, na qual os primeiros colocados seriam convidados a jogar a mesma divisão no ano seguinte, mas o clube faz uma péssima campanha, voltando a disputar a Terceira Divisão no mesmo ano.

Nesta, classifica-se em primeiro lugar no seu grupo na primeira fase. Mas, na segunda fase, de caráter eliminatório, acaba eliminado em dois jogos pelo Condor Atlético Clube.

Em 2007, se licencia novamente do campeonato. Volta em 2008 na mesma Terceira Divisão, mas não consegue passar da primeira fase. A agremiação era presidida por João Antonio de Souza, presidente do Uni-Souza Futebol Clube.

Em 2009, o clube é comprado por um novo grupo, cujos homens-fortes são Ward de Souza Gusmão e o presidente José Renato de Oliveira, que prometem futuramente investir na construção de um estádio e levar a agremiação para a Primeira Divisão.

Participa da Terceira Divisão de Profissionais do estado do Rio de Janeiro na categoria Juniores e Profissional. Na ocasião, o clube passa a mandar os seus jogos no Estádio Municipal Hermenegildo Barcelos, numa parceria com a Prefeitura de Arraial do Cabo, que também se estende na utilização de jogadores da cidade.

A campanha em 2009 é bastante satisfatória sob a batuta do novo grupo que assumiu o clube. O União Central se classifica na primeira fase por índice técnico. Na segunda fase, é o segundo colocado, atrás somente do Fênix 2005 Futebol Clube, chegando à terceira fase, à qual fica em último, atrás dos classificados Rio das Ostras Futebol Clube e Sampaio Corrêa Futebol e Esporte, além do também eliminado Leme Futebol Clube Zona Sul, não conseguindo chegar às semifinais do certame.

Em 2010, o time não consegue passar da primeira fase em seu grupo no Campeonato Estadual da Terceira Divisão, apesar de contar com um elenco forte que tinha no meio-campo o habilidoso Dedeco, formado pelo Clube de Regatas Flamengo.

Em 2013, o União Central terminou na 2ª colocação no Grupo F, avançando para a segunda fase. Porém, na seqüência acabou terminando na última colocação do Grupo H, dando adeus ao sonho do acesso.

Em 2014, não fez boa campanha caindo na primeira fase, ao ficar na 3ª colocado do Grupo E (somente os dois primeiros se classificaram). Após essa temporada o clube se licenciou, mas prometendo retornar em breve.

FONTES & FOTO: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

Fonte: Jornal A Noticia / Artigo: Foto Rara, de 1954: Madureira Atlético Clube – Rio de Janeiro (RJ) de Sergio Mello.

 

O Japeri Esporte Clube é uma agremiação do Município de Japeri, situado na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A equipe Áureo-anil foi Fundado na quarta-feira, do dia 23 de Agosto de 2006. A sua Sede está localizada na Rua Mario Antônio, nº 36, do Bairro da Vila Carmelita, em Japeri. Já o seu campo (Estádio Eduardo Viana), no bairro Cidade Jardim Marajoara, também em Japeri.

O Japeri debutou na esfera profissional em 2006, no  Campeonato Estadual da Terceira Divisão como um clube-empresa apoiado pela prefeitura local. A campanha foi excelente. Quase conseguiu o acesso para a Segunda Divisão. Terminou a primeira fase como líder do Grupo E. Foram cinco vitórias e um empate, marcando 15 gols e sofrendo apenas dois.

Mas, na segunda acabou sendo eliminado, terminando entre os oito primeiros do campeonato. Os cinco mais bem colocados foram promovidos à Segunda Divisão. O Japeri Esporte Clube encerrou logo as atividades por conta de uma mudança política na cidade. O novo prefeito que assumiu não quis continuar com o projeto do antecessor. Por conta disso, a agremiação não pôde mais continuar

PS: Não confundir o Japeri Esporte Clube com o Japeri Futebol Clube, clube antigo da cidade que só disputou o amadorismo da liga local. Importante informar que o Japeri EC ainda existe, onde participa das competições do Campeonato Citadino de Japeri.

FONTES: Wikipédia – “Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro”, de autoria de Eduardo Viana, da Editora Cátedra, s/d. – Página do Clube no Facebook

FOTOS: Paulo Roberto Rodrigues

 

As bandeiras abaixo foram feitas com base nas descrições dos estatutos dos clubes, e correpondem às utilizadas na época da competição. Observações:

- Fluminense e Rio Cricket conservam a mesma bandeira até hoje
- O Botafogo só adotou a Estrela Solitária em 1942, ano da fusão com o Club de Regatas Botafogo que resultou no atual Botafogo de Futebol e Regatas
- As iniciais do Bangu Athletic Club (atual Bangu Atlético Clube) na bandeira eram realmente pintadas de azul na época, segundo os estatutos
- A bandeira do atual Paissandu Atlético Clube, ex-Paysandu Cricket Club, é a mesma, mudando apenas as iniciais.

 

 
HELENICO AC (RIO DE JANEIRO – RJ)

7

TUPY FC (JUIZ DE FORA – MG)

5

Data: 14 de março de 1920 Local: Juiz de Fora – MG
Juiz: Ilo Madureira Caráter:
Gols: Elviro (3), Milton (2), Jaime e Edison / Bacuri (2), Acyr, Parizzi e Lainho
Helenico(RJ): Bailly; Cardolino e Alvim; Oscar, Cioclano e Artur; Jaime, Arantes, Milton, Edison e Elviro.
Tupy(MG): Mario; Raul e Paranhos; Acyr, Ernani e Humberto; Januário, Bacuri, Lalinho, Parizzi e Dario.

 

Fonte: A Noite / RJ

 

O Nilópolis Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Nilópolis, situado na Baixada Fluminense do estado do Rio de Janeiro. O clube foi Fundado na sexta-feira, do dia 11 de Novembro de 1977. A sua Sede fica na Rua José Couto Guimarães, nº 64, no Bairro de Olinda, em Nilópolis.

Estréia no Campeonato Estadual da Terceira Divisão, em 1991, ficando na 8ª colocação entre onze agremiações. O Esporte Clube Barreira e o Porto Real Country Club foram promovidos. Bayer Esporte Clube, Everest Atlético Clube, Opção Futebol Clube, Grêmio Olímpico Mangaratiba e Portela Atlético Clube foram os outros colocados à frente da equipe Nilopolitana. Bela Vista Futebol Clube e Associação Atlética Colúmbia ficaram nas últimas colocações.

Em 1992, disputa novamente a mesma divisão. Nessa ocasião, perde quinze pontos pela utilização de jogadores em condição irregular, ficando na última posição na classificação geral. Esporte Clube Anchieta e São Paulo Futebol Clube são promovidos. Itapeba Atlético Clube, Grêmio Esportivo Km 49, Everest Atlético Clube, Bela Vista Futebol Clube, Sport Club União e Associação Atlética Colúmbia são os outros colocados.

Em 1993, termina em 10º lugar no primeiro turno, e em 9º no segundo, não conseguindo a classificação para a fase final. Atlético Clube Apollo e Esporte Clube Lucas são os clubes contemplados com o acesso.

Em 1994, passa a integrar a Segunda Divisão, na prática uma Terceirona, juntamente com os times do mesmo módulo, uma vez que a verdadeira Segunda Divisão virara Intermediária. O Nilópolis fica em 9º lugar na sua chave na fase inicial, não conseguindo a classificação para a fase seguinte.

O Heliópolis Atlético Clube ficou na liderança dessa fase seguido de Everest Atlético Clube, Associação Atlética Colúmbia, Esporte Clube Lucas, Barra da Tijuca Futebol Clube, União Esportiva Coelho da Rocha, Ceres Futebol Clube, Colégio Futebol Clube e Esporte Clube Nova Cidade. Os promovidos foram Nova Iguaçu Futebol Clube e Goytacaz Futebol Clube.

Em 1995, disputa a Terceira Divisão, na prática a Quarta, ficando em segundo lugar no primeiro turno, atrás do Belford Roxo Futebol Clube. No segundo turno, é penúltimo colocado, à frente apenas do União Central Futebol Clube, ficando eliminado da segunda fase. Tio Sam Esporte Clube e Belford Roxo Futebol Clube foram os promovidos.

Em 1996, se licencia dos campeonatos profissionais promovidos pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Advém um longo período de licenciamento que perdura por oito anos. Em 2004, é o penúltimo em seu grupo. Acaba eliminado da fase seguinte do campeonato.

Em 2005, na Terceira Divisão, fica em último na sua chave e é eliminado da competição na primeira fase. Após essa competição, licencia-se novamente das competições de âmbito profissional.

Volta em 2009 para a disputa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais. No entanto a campanha foi aquém terminando na lanterna do Grupo E, com apenas sete pontos, em oito jogos. Em 2010, o Nilópolis melhorou um pouco, mas insuficiente para avançar de fase. Ficou na 5ª colocação no Grupo C, num total de seis clubes. Foram dez jogos, com três vitórias e sete derrotas, marcando 11 gols e sofrendo 18.

Na Terceirona de 2011, novamente o clube parou na primeira fase. Terminou em 5º lugar, no Grupo B, com dois pontos em 10 partidas. Após se ausentar na temporada seguinte, retornou no do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de 2013. A campanha foi modesta ficando na 4ª colocação, no Grupo E, com oito pontos em 10 jogos. Os dois primeiros avançaram: Esporte Clube Miguel Couto e Centro Esportivo Arraial do Cabo. Após esse ano o Nilópolis se ausentou até o presente momento.

 

FONTES & FOTO: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O Deportivo La Coruña Brasil Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na terça-feira, no dia 15 de Novembro de 1994. A sua Sede fica localizada na Rua Iguaba Grande, nº 486 / Bloco 03 / Aptº. 403 – Bairro da Pavuna – Zona Norte do Rio.

História

Em 1993, a enfermeira Maria Geralda dos Santos, então com 56 anos, levava o seu neto Mike para os treinos da Escolhinha do Vasco da Gama, quando foi convidada a ser madrinha do time de um campeonato interno. Este fato este que mudou a vida de D. Geralda, pois depois em julho daquele ano, ela e um grupo de amigos e pais de alunos da mesma escolhinha fundaram a Escolhinha de Futebol no Bairro de Irajá, treinando na Quinta da Boa Vista.

A escolhinha atendia a meninos de 9 a 17 anos e recebeu o nome de Deportivo La Coruna Brasil F.C., em homenagem não só ao Clube Espanhol, mas principalmente ao Jogador Bebeto, Ídolo de D. Geralda.

Em 1995, o clube passou a disputar o Campeonato Carioca, do Departamento Amador da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). O seu melhor resultado aconteceu em 2002, quando terminou com o vice-campeonato  ao perder a final para o Onze Unidos Atlético Clube, de Vila Kennedy.

Time posado de 2007

Após jogar por sete anos, onde em seu elenco teve como técnico o ex-jogador do Flamengo campeão mundial Manguito, debutou na esfera profissional, ao participar do Campeonato da Terceira Divisão de 2003. Acabou ficando na 1ª fase. No ano seguinte (2004) a campanha é igualmente fraca.

Em 2005, se licencia das competições profissionais. Voltando em 2007 na disputa no Campeonato da Terceira Divisão, quando também não consegue passar da primeira fase.Em 2008, faz sua melhor campanha chegando à 3ª fase do campeonato.

Se ausentou por quatro temporadas até a sua última participação na Terceirona aconteceu em 2013, quando ficou na 1ª Fase ao terminar na 5ª colocação no Grupo E. Nos últimos anos, a presidente do clube, D. Geralda, atualmente com 80 anos, tem tentado parcerias para recolocar o clube de volta para o Estadual de 2017. Fez uma tentativa junto a secretaria de Esportes e Lazer, a Prefeitura do Rio de Janeiro, e a vários empresários, mas até agora nada.

Impedido de participar do Campeonato da Terceira Divisão por falta de Verbas e pendências administrativas na Federação tem ido a luta todos os dias para manter a chama e a esperança dos atletas em alta.

Ação Social

Atualmente, o clube desempenha ação social com intuito de tirar das ruas meninos e jovens sem ocupação. O Clube realizava treinos no DNER aos domingos e passou desenvolvendo seu trabalho em lugares ora emprestados e hora alugados com a pouca ajuda dos pais, como na Fabrica da Muller em Guadalupe; nos Filhos de Irajá na N.Sra. da Apresentação no Irajá; em Paciência, em Cabuçu; em Realengo.

FONTES: Wikipédia – Blog do Deportivo La Coruña do Brasil Futebol Clube – Sportv

FOTO: Paulo Roberto Rodrigues

 

 

 

 

Fonte: A Gazeta Esportiva - SP

 

 

Seleção Carioca de Futebol - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro-RJ) - 1944

Fonte Gazeta Esportiva – SP

 

Fonte: Jornal A Noticia / Artigo: Foto Rara, de 1954: Madureira Atlético Clube – Rio de Janeiro (RJ) de Sergio Mello.

 

Interessante foto publicada no jornal A Gazeta Esportiva em sua edição de 13 de fevereiro de 1944. O que chama a atenção é a equipe carioca ter jogado com uniforme numerado esta partida contra o São Paulo FC no dia anterior, no estádio do Pacaembu. Talvez tenha sido a primeira equipe a ter utilizado a numeração no Brasil.

Fluminense Football Club (Rio de Janeiro-RJ) - 1944

 

Canto do Rio Foot-Ball Club é uma agremiação da Cidade de Niterói (RJ). O Cantusca foi Fundado no dia 14 de Novembro de 1913, por quatro garotos com idades entre 9 e 13 anos: Hugo Mariz de Figueiredo (o 1º Presidente do Cantusca), Cyro Domingues (criou o nome Canto do Rio), Ary Gurjão e Adail Figueiredo.

Em 1918, o Cantusca deixaria de atuar somente no futebol infantil e logo se tornaria o time mais popular de Niterói, disputando o campeonato municipal e conseguindo, em 1933, o seu primeiro título como campeão niteroiense: “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Foi um dos cinco fundadores da Associação Fluminense de Esportes Atléticos (AFEA), que se tornaria, posteriormente, a Federação Fluminense de Desportos, organizadora do futebol do antigo Estado do Rio de Janeiro. O Clube atuou no futebol profissional, de 1941 a 1964, época em que ficou conhecido como “O Mais Querido da Cidade Sorriso”.

Nos tempos áureos, o Cantusca formou muitos atletas, que se destacaram em várias modalidades esportivas, além do futebol, como natação, pólo aquático, basquete, voleibol e tênis, participando de vários campeonatos, inclusive estaduais, e conquistando alguns títulos, dos quais guarda em exposição os troféus, numa sala especial do andar térreo da sede.

Tropa de Elite do Cantusca

Canto do Rio Foot-Ball Club iniciou suas atividades, com a atenção voltada para o futebol infantil, perfil que viria a mudar, em 1916, quando recebia o re- forço de Mauricio Bekeun, Mario Valle, Octavio Valle, Arnaldo Vaz, seguidos por Ângelo de Andrade e Hermaun Bekeun, grupo que trazia novas propostas.

Em 1918, veio também Romeu Schmidt Pinto. Rapidamente o Cantusca ganhou fama em Niterói, disputou o Campeonato Citadino de Niterói, sagrando-se campeão de 1933, onde recebeu o título simbólico de “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Nas décadas de 1920 a 1950, tempos áureos do futebol niteroiense, Cantusca obteve destaque no esporte amador de Niterói e realizava o chamado Clássico da Zona Sul com o Fluminense A. C., com quem formava o “Grupo dos Seis”, junto com os extintos Ypiranga F. C.Niteroiense F. C.Byron F. C. e Barreto F. C. (estes últimos realizavam o Clássico da Zona Norte).

Após cinco temporadas inativo, o Canto do Rio Foot-Ball Club retornará a disputar uma competição na esfera profissional. O Cantusca participará do Campeonato Carioca da Série C de 2016.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1953;

Bicampeão Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1918 e 1926;

Hexacampeão do Campeonato Niteroiense de Futebol: 1933, 1934, 1945, 1948, 1954 e 1968;

Vice campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1962.

Outros Esportes

Tricampeão do Campeonato Estadual de Basquete Feminino: 1979, 1982 e 1983.

HINO DO CANTUSCA (Lamartine Babo)

“Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói”

Link para ouvir o Hino: https://www.youtube.com/watch?v=cXzkwHgfvVA

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Site do Clube – Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Editora Cátedra, s/d. Eduardo Vianna – Diário de Notícias – Última Hora – A Luta Democrática

 

Esporte Clube Cachoeirense é uma agremiação da cidade de Cachoeiras de Macacu (RJ). O clube foi Fundado no sábado, do dia 07 de Junho de 1958. O Clube das cores azul, vermelho e branco, manda as suas partidas no Estádio Municipal Coronel Isaltino Cordeiro, localizado no centro da cidade. Após disputar por 35 anos a Liga Cachoeirense de Desportos (LCD), decidiu tomar o caminho do profissionalismo.

Estreou, em 1993, no Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Profissionais, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Mesmo sendo um debutante, por muito pouco não chegou à fase final. Em 1994, se licenciou das competições profissionais, voltando em 1997, na Quarta Divisão, quando terminou na 3ª colocação. Na duas fases foi superado por Cosmos Social Clube e União Esportiva Coelho da Rocha.

Após essa disputa, o clube retirou-se das competições profissionais. Recentemente um outro chamado Cachoeiras Esporte Clube passou a disputar, mas não tem nenhuma relação, a não ser que as duas agremiações são da mesma cidade: Cachoeiras de Macacu. O Cachoeirense, após a experiência como profissional, participa atualmente dos campeonatos amadores promovidos pela Liga Cachoeirense de Desportos (LCD).

FONTES & FOTOS: Wikipédia – Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

 

 

FONTES & FOTO: Diego Rangel Mitos e Lendas do futebol – Liga Campista de Desportos – Aristides Leo Pardo “No País do Futebol, Cidade sem Memória: A História Futebolística de Campos dos Goytacazes” – Página no Facebook “Retratos do Futebol Fluminense” 

 

FONTE: Revista Para Todos

 

América Football Club (Rio de Janeiro-RJ) - 1945

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

FONTE: Imprensa Popular 

 

O Barroso Football Club foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O ‘Verdejante’ foi Fundado nos anos 30. A Sua Sede ficava localizado no Bairro de São Francisco, em Niterói. Além do futebol, o clube contava com outras modalidades, como o tênis de mesa, basquete, voleibol, entre outros.

Torneio Aberto Carioca de 1936

No Torneio Aberto Carioca de 1936, o Barroso não foi bem e acabou sendo eliminado após perder seus dois jogos. No domingo, do dia 05 de abril de 1936, foi derrotado pelo Nacional por 3 a 2. No domingo, do dia 03 de maio de 1936, foi derrotado pelo Sport Club América por 4 a 2.

Torneio Aberto da Liga Carioca de Football – 1937

 

O Barroso participou do Torneio Aberto da Liga Carioca de Football, de 1937. Estreou, no domingo, do dia 11 de Abril de 1937, com vitória sobre o Vila Joppert pelo placar de 6 a 4, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

No 2º jogo, na quinta-feira, do dia 29 de Abril de 1937, novo triunfo. Dessa vez diante do Paraíso das Borboletas, por 4 a 2, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Assim avançou para a Fase Classificatória (Chave Principal), e voltou a vencer. A vitima dessa vez foi o Independentes, que caiu pelo incrível marcador de 8 a 2, no domingo, do dia 02 de Maio de 1937, no Estádio das Laranjeiras, no Bairro das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.

Na 2ª rodada eliminatória, o adversário foi a Aviação Naval, no domingo, do dia 09 de Maio de 1937, no Estádio Teixeira de Castro (propriedade do Bonsucesso F.C.).

O jogo terminou com o placar de 5 a 0 para a Centro de Aviação Naval. No entanto, o clube militar acabou desclassificado por ter realizado substituições irregulares no intervalo da partida. Com isso, o Barroso avançou na competição.

Contudo, no jogo seguinte uma verdadeira pedreira: o tradicional Fluminense Football Club. E não deu para o Barroso que acabou goleado por 9 a 3, no domingo, do dia 30 de Maio de 1937, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Apesar da derrota, o Verdejante de Niterói ainda conseguiu uma vaga na repescagem. No domingo, do dia 13 de Junho de 1937, enfrentou o Ramos, e conseguiu a reabilitação ao golear o adversário por 5 a 1, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Para chegar na fase final do Torneio Aberto da Liga Carioca de Football e se juntar a Portuguesa Carioca, Bonsucesso, América, Fluminense e Flamengo, o Barroso teria que superar o forte Atlético Mineiro.

Mesmo tendo feito um grande jogo, Na quarta-feira, do dia 16 de Junho de 1937, o Verdejante de Niterói não resistiu e acabou eliminado ao ser derrotado pelo clube mineiro pelo placar de 3 a 1, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio. Paulista, Alfredo Bernardino e Resende marcaram para o Atlético-MG, enquanto Tião fez o tento de honra para o Alviverde de Niterói.

No final, a campanha foi excelente terminando entre os oito primeiros. Foram sete jogos, com quatro vitórias e três derrotas; marcando 27 gols, sofrendo 26, com um saldo de um gol.

Filiação na ANF

Se filiou a Associação Nictheroyense de Football (ANF), na quarta-feira do dia 24 de abril de 1940. Disputou o Campeonato Niteroiense da Segunda Divisão, em 1941 e 1942.

 

Filiação na FMF melou

Na terça-feira, do dia 10 de março de 1942, o Barroso se filiou a Federação Metropolitana de Futebol (FMF). Para ter a sua filiação, o clube niteroiense alugou um escritório para ser a sua Sede, localizado na Avenida Rio Branco, nº 137 / Sala 816, no Centro do Rio.

Apesar de todo o esforço protocolar, o clube acabou vetado pelo Conselho Nacional de Desportos (CND), o que acabou inviabilizando a sua participação no Campeonato do Rio, organizado pela FMF.

Amistosos diante do Flamengo e Corinthians Paulista

O Barroso enfrentou, amistosamente, o Clube de Regatas Flamengo duas vezes. No primeiro encontro, acabou goleado pelo Rubro-Negro por 6 a 1. No último, no sábado, do dia 27 de julho de 1940, nova goleada. Dessa vez o Barroso perdeu por 8 a 2.

No sábado, do dia 29 de Junho de 1941, o Barroso foi até São Paulo, enfrentar o Sport Club Corinthians Paulista, no Estádio do Pacaembu. No final, o Timão goleou por 6 a 1.

No domingo, dia 03 de novembro de 1941, o Barroso F.C. fez a preliminar de Flamengo e Botafogo, quando enfrentou os reservas do Botafogo.

Time-base de 1942: Nelson; Amaro e Adalberto; Divo, Morgado (Paulista) e Juldemar João (José), Berlo, Octavio, Genésio e Durval.

 

FONTES: A Batalha – A Manhã – Jornal dos Sports – Correio da Manhã – O Jornal – Jornal A Noite – Gazeta Esportiva

 

Modesto Futebol Clube (Rio de Janeiro-RJ) - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

 

Amistoso em 1932 – São Paulo F.C. (SP) 1 x 1 C.R. Vasco da Gama (RJ)

Partida realizada na data de 12 de maio de 1932, na Chácara da Floresta, em São Paulo.

Juiz: Virgilio Fredrighi, do Rio de Janeiro.

Gols: Friedenreich (SPFC) e Gallego (CRVG)

São Paulo: Joãosinho, Caetano e Barthô. Milton, Bino e Fabio. Luizinho, Alvaro, Friedenreich, Araken e Junqueira.

Vasco da Gama: Waldemar, Domingos e Italia. Tinoco, Henrique e Gringo. Bahianinho, Gallego, Russinho, Bahia e Sant´Anna.

Fonte: Diário Nacional

 

 

 

Clube de Regatas Flamengo (Rio de Janeiro-RJ) - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva / SP

 

Dinamo Zagreb (Iugoslávia) - 1953

 

 

O Foot-Ball and Athletic Club – era assim a grafia do nome nos estatutos – foi um clube de futebol da Tijuca, fundado por moradores daquele bairro e dos vizinhos Engenho Velho e Andaraí. O Athletic, como era chamado pelos jornais, teve a honra de disputar o primeiro Campeonato Carioca de Fooball, em 1906. E mais do que isso: foi por iniciativa do alvirrubro da Tijuca, através de seu presidente Santiago Rivaldo, que as reuniões para a criação da Liga Metropolitana de Football, em 1905, foram convocadas.

As cores do clube eram o vermelho e branco, como muitos sabem. Mas o verde aparece como cor alternativa em várias circunstâncias. Comecemos pelas informações que possuímos nos estatutos do clube, pesquisados no Arquivo Nacional (RJ). Em vermelho, meus comentários:

Foot-Ball and Athletic Club
Fundação: 27 de setembro de 1903 (algumas fontes na internet dizem 27 de junho de 1904; não sei de onde vem essa data. A fundação de 1903 também consta nos jornais que pesquisei)
Sede social: rua Haddock Lobo, 187
Campo: rua Asylo Izabel (pelo que pesquisei, deve ser a atual rua Mariz e Barros)
Cores do clube: vermelho e branco (importante: o verde não faz parte das cores oficiais, da mesma forma que o branco não faz parte das cores oficiais do Flamengo, mas é usado aqui e ali como veremos adiante)
Bandeira: Pavilhão vermelho e branco em listras horizontais, tendo no canto superior esquerdo um quadrado branco com o monograma do clube em vermelho
Uniforme: Para os primeiros teams, camisas vermelhas com gola e punhos brancos, tendo no peito um distintivo branco com o monograma do clube em vermelho, calções brancos com cinta verde e meias verdes com as cores do clube no canhão; para os segundos teams camisas verdes com golas e punhos brancos e distintivos nas cores do clube com orla verde (o verde aparece nas meias e cintas do primeiro uniforme e como uniforme principal dos chamados segundos quadros. A informação de que a orla do distintivo é verde é confusa, seria mesmo apenas no distintivo dos segundos times?)

Além dos estatutos, outras citações da cor verde:

- O Jornal do Commercio, na cobertura do amistoso Athletic 2-1 Bangu (em 16/10/1904) comenta que os sócios do Bangu vestiam vermelho e branco e os do Athletic vermelho, verde e branco. Em algumas fotos antigas é comum ver sócios, e mesmo jogadores ao entrar em campo, usarem uma espécie de blazer do clube, e provavelmente era disso que o jornal tratava.

- O Athletic usou camisas verdes no jogo de campeonato Bangu 3-1 Athletic, em 20/5/1906. Quando vi essa informação a primeira vez, achei que fosse erro, já que nos demais jogos do campeonato o clube é descrito como alvirrubro. Mas a informação foi repetida outras vezes, inclusive na coluna “Recordando a infancia de nosso football” do jornal Diário de Notícias, em 1934. Talvez tenham usado o uniforme verde dos segundos quadros para não confundir com o alvirrubro Bangu?

Mudança de nome para Associação Athletica Internacional:

Em assembléia de 21/11/1906 ficou decidida a mudança de nome do Athletic para Associação Athletica Internacional. A mudança parece ter deixado os jornais confusos: uns chamam o clube de Athletica, outros de Internacional. Infelizmente, nunca achei um estatuto do clube com essa nova denominação. Mas sabe-se que o mesmo manteve as cores vermelha e branca.

O uniforme do clube para a temporada de 1907 aparenta ser um pouco diferente. As camisas que chegam são inteiramente vermelhas (as anteriores tinham gola branca). Como o Campeonato Carioca já havia começado, o clube até então jogou provisoriamente com camisas brancas e calções pretos. É com esse uniforme que achei a única foto do clube, do jogo Fluminense 5-0 Internacional (jogo disputado em 5/5/1907 , foto da revista Fon-Fon)

 

Possível foto do Foot-Ball and Athletic Club

O pesquisador Cláudio Falcão me enviou a cópia de uma foto, adquirida por um amigo, no mercado de antiguidades da Praça XV. A mesma não possui identificação nenhuma, mas por ter sido adquirida em uma coleção carioca, tem boas chances de ser de um time do Rio de Janeiro. O estilo da foto e dos uniformes lembra a década de 1900, e o escudo da foto tem um visível FAC (iniciais do Foot-Ball and Athletic Club), além de bater com a descrição das camisas do clube (vermelhas com golas brancas, distintivo branco com monograma). Mais um detalhe que chama a atenção: a equipe principal do Athletic era formada por uma maioria de brasileiros e um ou dois ingleses, o que parece ser o caso da foto. Contudo, não podemos ter certeza. Caso alguém reconheça algum jogador da foto, ou o escudo, por favor me diga:

 

 

 

 

 

 

 

Fluminense Football Club (Rio de Janeiro-RJ) - 1935

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Fluminense Football Club (Rio de Janeiro - RJ) - 1939

Fonte: Gazeta Esportiva / SP

 

Seleção Carioca de Futebol - 1938

Fonte: Gazeta Esportiva / SP

 

Seleção Carioca de Futebol - 1932

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Valdir marcou dois gols

SELEÇÃO DE TUBARÃO (SC) 4 X 1 PORTUGUESA (RJ

Data: 19/5/1957

Estádio: Anibal Costa (Tubarão)

Árbitro: Adelson Menezes (SC)

Renda: Cr$ 60.660,00

Seleção de Tubarão – Pipa; Bega, Edu e Rato; Luizinho e Carequinha (Juarez); Xuxu, Lourinho, Valdir (Bracinho), Mangueira (Ernani) e De Lucas (Walmir). Técnico: Pajé.

Portuguesa – Antoninho (Jorge); Estevão, Juvaldo e Cicarino; Haroldo e Tião (Miraldo); Renato, Guilherme, Jaime, Russo e Carlinhos.

Gols: Waldir (2), De Lucas e Xuxu (T); Jaime (P).

 

Fonte/foto: A Imprensa, reprodução Roberto Roberge e acervo do autor.

 

O Sport Club União de Ururaí é uma agremiação da cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Tricolor de Aço do Norte-Noroeste Fluminense foi Fundado no dia 08 de Março de 1920, a sua Sede fica localizada na Avenida Amaral Peixoto, s/n, no 1º Distrito de Ururaí, que está cerca de 12 km do Centro de Campos dos Goytacazes.

Um dos momentos mais especiais vividos pelos seus torcedores foi o tricampeonato municipal conquistado em 1974, 1975 e 1976. Segundo os ururaienses, foi neste período em que o União viveu a melhor fase de sua quase centenária história.

De acordo com a Liga Campista de Desportos, a conquista expressiva mais recente do clube foi a Taça Cidade de Campos em 1997, após superar o Paraíso Futebol Clube. Forte nos campeonatos locais, o Sport Club União de Ururaí tem como seus principais rivais o Esporte Clube União Santa Cruz e o Guarani Futebol Clube, este último do mesmo distrito.

FONTES: Diego Rangel Mitos e Lendas do futebol – Liga Campista de Desportos – Livro “No País do Futebol, Cidade sem Memória: A História Futebolística de Campos dos Goytacazes”, de autoria do meu amigo Aristides Leo Pardo – Página no Facebook “Retratos do Futebol Fluminense”

 

Seleção Carioca de Futebol - 1941

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 
EC TAUBATÉ (TAUBATÉ – SP)

3

FLUMINENSE FC (RIO DE JANEIRO – RJ)

3

DATA: 24 de junho de 1934 LOCAL: Taubaté – SP
JUIZ: CARÁTER: Amistoso Nacional
GOLS: Romeu (2) e Zeca / Prego (2) e Tintas
Taubaté(SP): Chiquito; Barobosa Lima e Ojeda; Argemiro, Renato e Zé Luiz; Ismael, Zeca (Savé), Cassio, Domingos e Romeu.
Fluminense(RJ): Veloso; Ernesto e Julio; Macielo, Hélio e Neves; Bermudes, Russo, Tintas (Arrilaga), Prego e Sálvio.

Fonte: A Gazeta Esportiva / SP

 

Torneio dos Campeões Estaduais de 1967 reuniu os campeões estaduais de Minas GeraisSão Paulo e Rio de Janeiro de 1966. O torneio foi organizado pela Federação Mineira de Futebol.

Participantes

A ideia era colocar em um torneio as melhores forças das principais praças no Brasil. Sendo assim, jogariam o Torneio dos Campeões o campeão da Taça Brasil, o campeão carioca, o campeão paulista e o campeão mineiro. Como o Cruzeiro foi o campeão da Taça Brasil e do Campeonato Mineiro, uma vaga se estendeu ao vice-campeão mineiro.

Jogos

18/01/1967 – Cruzeiro 0 – 2 Bangú

 Local: Mineirão , Belo Horizonte, MG

Renda: NCr$ 98.247,00

Árbitro: Aírton Vieira de Morais; com Juan de laPassión e Joaquim Gonçalves

Gols: Paulo Borges (40’/1) – Aladim (32’/2)

Cruzeiro: Raul; Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Wilson Piazza e Dirceu Lopes; Natal, Evaldo, Tostão e Hilton Oliveira. [Técn: Airton Moreira]

Bangú: Ubirajara; Fidélis, Mario Tito, Luiz Alberto e Pedrinho; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Cabralzinho (Fernando), Norberto (Ênio) e Aladim.[Técn: PlacidoMontores]

 

18/01/1967 – Atlético Mineiro 3 – 1 Palmeiras

Local: Mineirão, Belo Horizonte/MG

Renda/Público: NCr$ 98.247,00 (35.552)

Árbitro: Olten Aires de Abreu

Expulsões: Dudu – Tião (ambos aos 26’/2)

Gols: Servilio (12’/1) – Lacy (40’/1) – Edgard Maia(7’/2) – Buião (26’/2)

Atlético Mineiro: Hélio; Canindé, Grapete, Vander e Warlei; Wanderley e Lacy (Edmar): Buião, Edgard Maia. Santana e Tião.[Técn: Gerson dos Santos]

Palmeiras: Valdir; Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca e Ferrari; Zequinha (Dudu) e Ademir da Guia (Suingue); Gallardo (Gildo), Dario (Ademar), Servilio e Rinaldo (Gallardo). [Técn; Mario Travaglini]

 

Decisão do 1o Lugar

22/01/1967 – Atlético Mineiro 2 – 2 Bangú

Local: Mineirão, Belo Horizonta/MG

 

Renda/Público: NCr$ 159.953,00 (55.928)

Árbitro: Airton Vieira de Morais; com Gil Trindade e Joaquim Gonçalves da Silva

Gols: Paulo Borges (28’/1) – Norberto (7’/2) – Edgard Maia (13’/2) – Santana (27’/2)

Atlético Mineiro: Hélio; Canindé, Grapete, Vander e Warlei; Wanderley e Lacy: Buião, Edgard Maia. Santana e Tião (Ronaldo). [Técn: Gerson dos Santos]

Bangú: Ubirajara; Fidélis, Mario Tito, Luiz Alberto e Pedrinho; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Cabralzinho, Norberto e Aladim. [Técn: PlacidoMontores]

 

Decisão do 1o Lugar (repetição)

 

19/03/1967 :Atlético Mineiro 0 – 1 Bangú

Local: Mineirão, Belo Horizonte/MG

Renda/Público: NCr$ 33.968,00 (16.773)

Árbitro: José Teixeira de Carvalho

Expulsão: Vanderley (31’/2)

Gol: Cabralzinho (8’/1)

Atlético Mineiro: Luizinho; Canindé (Warlei), Grapete, Vander e Décio; Wanderley e Santana: Buião, Ronaldo. Beto (Edgard Maia) e Tião.[Técn: Gerson dos Santos]

Bangú: Ubirajara; Cabrita, Mario Tito, Luiz Alberto e Pedrinho; Jair e Ocimar; Tonho, Paulo Borges, Cabralzinho (Fernando), e Aladim. [Técn: Martim Francisco]

[Observação: a partida também foi válida pelo Torneio Roberto Gomes Pedroza]

 

Decisão do 3o Lugar

22/01/1967 – Cruzeiro 3 – 2 Palmeiras

Local: Mineirão, Belo Horizonte/MG

Renda: NCr$ 159.953,00

Árbitro: Olten Aires de Abreu; com Juan da la Passion e Euclides Borges

Gols: Servilio (6’/1)- Evaldo (29’/1) – Tostão (35’/1) – Dirceu Lopes (45’/1) –          Dario (9’/2)

Cruzeiro: Raul (Tonho); Pedro Paulo, Vavá, Procópio e Neco; Wilson Piazza eDirceu Lopes; Natal (Wilson Almeida), Evaldo (Zé Carlos), Tostão e Hilton Oliveira (Dalmar). [Técn: Airton Moreira]

Palmeiras: Valdir; Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca e Ferrari; Zequinha e Ademir da Guia; Gildo (Dario), Gallardo (Cardosinho), Servilio e Rinaldo. [Técn; Mario Travaglini]

 

CAMPEÃO: BANGÚ ATLÉTICO CLUBE

VICE-CAMPEÃO: CLUBE ATLÉTICO MINEIRO

3o LUGAR: CRUZEIRO ESPORTE CLUBE

4o LUGAR: SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS

 

Fonte: Marlon Kruger Compassi / RS

 

FONTE: Revista O Cruzeiro

 

FONTES: Estatuto da AMEA – Revista O Cruzeiro

 

Por: Sérgio Mello

A paixão pelo futebol transcende a lógica e a razão, onde pode levar um cidadão pacato em num torcedor ou desportista atingir picos do devaneio. Apesar de ter surgido no Brasil por meio dos burgueses, o “esporte bretão” ganhou popularidade por meio da massa, que na sua maioria vinha dos locais mais humildes.

Entre o glamour e o fascínio, a realidade do futebol contam com muitos personagens espalhados pelo país! Dentre tantos, um nome tem muitas histórias para contar. Talvez o nome: João Baptista Chagas Ferreira Neto, não chame muito a sua atenção, mas quando ler essa reportagem, essa história mudará.

Classificar João Baptista Chagas como apaixonado por futebol, talvez seja o começo de um esboço que terminou como uma grande obra prima. Durante a trajetória esportiva João Baptista Chagas jogou futebol de areia, futebol de campo, depois se tornou árbitro, onde atuou na praia e no futebol profissional!

Década de 50: o início de um sonho

Após o fim da Segunda Guerra, o mundo viu o “Fim de uma tempestade e o início de um lindo sol e um belo arco-íris“. Assim, a década de 50 chegou: que depois ficou conhecida como o período dos “anos dourados“.

Uma época marcada por grandes avanços científicos, tecnológicos e mudanças culturais e comportamentais. Foi a década em que começaram as transmissões de televisão, provocando uma grande mudança nos meios de comunicação. No campo da política internacional, os conflitos entre os blocos capitalista e socialista (Guerra Fria) ganhavam cada vez mais força.

No futebol, o país viveu a experiência de sediar a Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 1950. O Uruguai sagrou-se campeão após vencer a seleção brasileira, em pleno Maracanã, pelo placar de 2 a 1. Oito anos depois, assistiu pelo rádio a redenção e o Brasil se sagrar campeão do mundo em 29 de junho de 1958, no Mundial na Suécia.

No meio dessa metamorfose frenética, as novidades surgiam! No auge dos seus 80 anos bem vividos, João Baptista Chagas relembra como nasceu o clube de areia mais famoso do Brasil: Esporte Clube Juventus!

“As histórias do Juventus é muito maior do que se imagina. Até o ano de 1949 mais ou menos em maio ainda era o Flamenguinho nome dado (para o novo clube que surgiria) por influência do Idovam Silva, o “Friquique” (um filho de militar), que era síndico do prédio, onde o Sebastião Pinto o “Tião Crioulo” trabalhava como faxineiro. O Idovam era Flamengo ‘doente’ e tentou persuadir para  que o “Tião Crioulo” batizasse o novo clube de futebol de praia com esse nome. O Flamengo existiu por pouco tempo até que em maio de 1949 foi trocado para Esporte Club Juventus, que permanece até hoje”, revelou João Baptista.

Algum tempo depois, João Baptista Chagas começou a jogar futebol nas areia de Copacabana no Esporte Clube Juventus. Clube pelo qual o “Maestro Júnior“, que jogou as Copas de 1982 e 1986, e atualmente é comentarista da Rede Globo, começou a carreira. O Juventus tanto jogava futebol de areia quanto futebol de campo. Isso seguiu até o final dos anos 50.

Substituição: sai a bola e entra o apito    

No entanto, ficar longe das areias e gramados estava fora de questão! Assim João Baptista Chagas tomou a decisão de trocar a bola pelo apito! desta maneira continuar perto da sua paixão: o futebol.

Após 1969, o sonho se realizou e se tornou virou arbitro de futebol de praia (junto com Carlson Gracie, Margarida, Xuxu, entre outros). Rapidamente, o talento de João Baptista Chagas ganhou eco e de forma meteórica, ele ingressou no quadro de árbitros da Federação Carioca de Futebol (FCF), em 1971. No ano seguinte (1972), passou a ser árbitro da Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF), onde apitou jogos estaduais e nacionais até o final de 1982.

 

Futebol de Areia: mais do que um time, uma família

Após 35 anos, quando pendurou o apito, João Baptista Chagas ainda lembra com carinho todos os grandes momentos e até os percalços colocados pela vida. Mas de todas as lembranças, o futebol de areia tem um lugar de destaque no coração deste senhor de 80 anos, muito bem vividos!

Muito mais do que um time, o Esporte Clube Juventus era a sua segunda família. Sem pestanejar, João Baptista Chagas se recorda dos craques que viu jogar: os goleiros Castilho e o seu homônimo “Castilho da Obra“; os zagueiros: Haroldo e Rocha; a linha media: Roberto, Sergio Rebelo e Edu; e os atacantes Chico, Gildo, João (vovô), Birica e Zezinho.

Mostrando que a memoria está em excelente forma, João Baptista Chagas recordou da escalação do E.C. Juventus: Edivan; Friquique (Idovan Silva), Agrião, Edmundo e Levy; João, Sebastião e Zezinho. O técnico e dono do time era o Sebastião, conhecido nas areias cariocas de “Tião Macaco“.

Os grandes adversários daquela época eram: Americano do Neném Prancha, Dínamo do Tião Crioulo , Lá Vai Bola do Bolinha, o Maravilha do Jaime , Além do Huracam , Radar do Eurico, Areia lá do Leme, entre outros.

 

Sonho atual: reencontrar os amigos

O tempo passou e João Baptista Chagas foi embora do Rio de Janeiro. Acabou perdendo contato com os amigos dessa época. Agora, o seu maior desejo é poder reencontrar seus velhos e bons amigos.

A história destes quase 70 anos permanece ainda na minha memória, pois os anos 50 e 60 foram vividos e sentidos, onde deixaram saudades“, revelou João Baptista.

Desta forma, quem conhecer algum ex-jogador do Esporte Clube Juventus, da década de 50, nos informe. Afinal, pelos belos serviços prestados no futebol de areia e campo, e na arbitragem de areia, futebol profissional nas esferas estadual, nacional e internacional, João Baptista Chagas merece esse prêmio!

 Algumas fichas de jogos, onde João Baptista Chagas atuou:

 

DADOS EXTRAS

FONTES:

FOTOS: Acervo de João Baptista Chagas

Texto e Reportagem – Sérgio Mello

Entrevistados – o ex-jogador e árbitro João Baptista Chagas - Liene Christina, neta de João Baptista Chagas 

 

O ano de 1960, despediu-se como nos anos anteriores, deixando saudades para muitos e tristezas para outros. Por isso mesmo vamos recapitular, também com a colaboração da “Elcos-Press” , os campeões das ligas filiadas a Federação Fluminense de Desportos (F.F.D.):

Araruama: Rubro Atlético Clube

Angra dos Reis: São Bento

Barra Mansa: Barra Mansa Futebol Clube / Barbará Atlético Clube

Barra do Piraí: Esporte Clube 1º de Maio, de Santanésia (Pentacampeão de 1956, 1957, 1958, 1959 e 1960)

Bom Jesus do Itabapoana: Santa Maria Futebol Clube, de Santo Eduardo (Tricampeão de 1959, 1960 e 1961)

Cabo Frio: Guarani Esporte Clube, de Arraial do Cabo

Conceição de Macabu: Rio Branco

Duque de Caxias: Nacional Futebol Clube / Belém

Itaguaí: Brasil Industrial

Itaocara: Engenho Central Futebol Clube

Itaperuna: Clube Cimento Paraíso / Comércio e Indústria Atlético Clube

Magé: Guarani Esporte Clube

Natividade: Natividade Atlético Clube

Nova Friburgo: Friburgo Futebol Clube (nas quatro divisões)

Nova Iguaçu: Esporte Clube Miguel Couto

Paraíba do Sul: Cruzeiro do Sul

Petrópolis: Cruzeiro do Sul Futebol Clube

Resende: Porto Real Esporte Clube

Rio Bonito: Motorista Futebol Clube (Tricampeão de 1958, 1959 e 1960)

Santo Antônio de Pádua: Aperibeense Futebol Clube

São Gonçalo: Esporte Clube Metalúrgico

São João de Meriti: São Pedro Futebol Clube

São Pedro da Aldeia: São Pedro Futebol Clube

Saquarema: Saquarema Futebol Clube (Tetracampeão: 1957, 1958, 1959 e 1960)

Teresópolis: Várzea Futebol Clube (Tricampeão de 1958, 1959 e 1960)

Três Rios: Entrerriense Futebol Clube

Valença: Coroados Futebol Clube

Volta Redonda: Guarani Esporte Clube

Niterói: Fonseca Atlético Clube (no âmbito profissional).

FONTES: Jornal Última Hora – Jornal do Brasil

 

DATA: 01 DE FEVEREIRO DE 1920
LOCAL: NITERÓI / RJ

1º QUADROS

COMBINADO TRICOLOR (Niterói)

2-1

UBIRAJARA AC (Niterói)

1º QUADROS

BARRETO FC (Niterói)

7-1

AMÉRICA FC (Niterói)

1º QUADROS

FLUMINENSE AC (Niterói)

3-1

CARIOCA FC (Rio de Janeiro)

Fonte: O Fluminense / RJ

 

Ao longo de sua história, o Esporte Clube Corrêas participou de dezenas edições do Campeonato Citadino de Petrópolis. O seu maior feito ocorreu no ano de 1952, quando faturou o seu único título! O Corrêas chegou na última partida, necessitando de simples empate para se sagrar campeão.

Contudo, a missão não era tão simples. Afinal, teve de encarar uma das forças do futebol petropolitano naquela época: Cruzeiro do Sul Futebol Clube. E para apimentar ainda mais a peleja seria na casa do adversário.

Com tantos ingredientes, o final do certame de 1952, organizado pela Liga Petropolitana de Desportos (LPD), teve um desfecho digno de uma grande competição. No final, no domingo, do dia 05 de outubro de 1952, um empate heróico, em 1 a 1, que resultou no título inédito na história do Esporte Clube Corrêas.

Após o jogo os jogadores, comissão técnica, dirigentes e torcedores realizaram uma grande passeata na Avenida 15 de Novembro, no Centro de Petrópolis, a fim de  festejar o título de 1952. O EC Corrêas atuou da seguinte forma: Lourenço; Vivinho e Paulo; Mozart, Bené e Gilberto; Waldir, Aluísio, Walter, Joaquim e Waldomiro. Os reservas: Toninho, Osvaldo, Caveira, Juarez e Gaguinho. O departamento médico esteve a cargo do Dr. Ernani Duarte.

O Cruzeiro do Sul jogou com: Jair; Silvério e Átila; Jair II, Djalma e Cláudio; Vale, Wilton, Amarino, Paulo e Rei.

FONTES: A Noite – Diário Carioca

 

SELEÇÃO DE PETRÓPOLIS     5          X         2          SELEÇÃO DE NOVA FRIBURGO

LOCAL: Estádio Osório Júnior (proprietário Esporte Clube Cascatinha), no Bairro Cascatinha, em Petrópolis (RJ)

DATA: Domingo, dia 21 de janeiro de 1962

CARÁTER: Campeonato Fluminense de Seleções de 1961

RENDA: Cr$ 320.920,00 (trezentos e vinte mil, novecentos e vinte cruzeiros)

ÁRBITRO: Oswaldo Alfredo da Silva, o ‘Baliza’ (boa atuação)

AUXILIARES: Sebastião Antunes e Alcenor Albuquerque da Silva

EXPULSÕES: Gelson (Friburgo) e Carlos Teodoro (Petrópolis)

PETRÓPOLIS: Mica; Ives e Moraes; Irineu, Carlos Teodoro e Canudo; Joziel, João, Cristiano, Gonçalves e Esquerdinha.

FRIBURGO: Gabriel (Luiz); Carlito e Luizinho; Chiminga, Tilú e Agnaldo; Rapizo, Carlinhos, Gelson, Paulo e Pardal.

GOLS: Joziel e Cristiano (Petrópolis); Chiminga (Friburgo), no 1º Tempo. Paulo, de Pênalti (Friburgo); João (Petrópolis); Esquerdinha (Petrópolis); Moraes, de Pênalti (Petrópolis), no 2º Tempo.  

PS: O trio de arbitragem recebeu 5 mil cruzeiros pelos serviços prestados  

 

FONTE: Última Hora

 

FONTES: Jornal Última Hora – A Luta Democrática  

 

Esse Torneio foi promovido pela Federação Brasileira de Futebol (não pela CBD) com os campeões estaduais de 1936. Assim, os campeões estaduais de 1936 de São Paulo e Rio de Janeiro foram aqueles que ganharam os campeonatos patrocinados pela APEA – Associação Paulista de Esportes Athléticos e Liga Carioca de Futebol., respectivamente.

Houve uma “seletiva” entre o Aliança FC, campeão da cidade de Campos, o time da Liga de Sports da Marinha  e o Rio Branco de Vitória, porem o Rio Branco se classificou para disputar o Torneio.
Na época a Portuguesa chamava-se Associação Portuguesa de Esportes e não de Desportos. O estádio onde a Lusa atuou ficava no bairro do Cambuci. Em sua pesquisa o Guilherme através das fotos dá uma idéia de como se encontrava o estádio.

Em 1937 a FBF reuniu os campeões estaduais de 1936 para uma competição de carácter oficial. Ao todo foram seis equipes de cinco estados e duas regiões do BrasilDistrito FederalRio de JaneiroMinas Gerais e Espírito Santo, estados da Região Oriental; e São Paulo, estado da Região Meridional. Os participantes foram: Fluminense, campeão carioca de 1936; a Portuguesa, campeã paulista de 1936; o Atlético, campeão mineiro de 1936; o Rio Branco, campeão capixaba de 1936; o Aliança, campeão campista de 1936; e a Liga Sportiva da Marinha, equipe dirigida pelo famoso técnico Nicolas Ladanyi.

O Fluminense foi apontado pela mídia esportiva da época como o candidato absoluto ao título. O Tricolor Carioca possuía um time extraordinário, formado por jogadores de muita categoria como BatataisCarlos BrantPreguinhoRussoRomeu Pellicciari e Hércules, entre outras estrelas. Para muitos, esse foi o melhor time da história do Fluminense: foi com esse esquadrão que o clube conquistou o Torneio Aberto de 1935 e o Campeonato Carioca de 1936, derrotando na final o Flamengo de Leônidas da Silva e Domingos da Guia. A imprensa também ressaltava que o principal rival do time carioca na briga pelo título seria o Atlético, que também contava com jogadores de renome nacional como KafungaZezé Procópio, Luiz Luiz Bazzoni e Guará.

Como era esperado por todos, Atlético e Fluminense protagonizaram a grande rivalidade do torneio. Na primeira rodada, os cariocas derrotaram os mineiros por 6×0 no Estádio das Laranjeiras; no returno, em partida realizada no Estádio de Lourdes, o Atlético vencia por 4×1 quando o Fluminense abandonou o jogo aos 18 minutos do segundo tempo. Após seis rodadas o time mineiro conseguiu quatro vitórias, um empate e sofreu apenas uma derrota, sagrando-se campeão do torneio. O título teve grande repercussão nacional, e vários anos depois continuou sendo bastante valorizado. Um claro exemplo foi em 1971, quando o Atlético conquistou o título do Campeonato Brasileiro, e diversos meios de comunicação ressaltaram que se tratava do segundo título nacional do clube Em 2010, quando a CBF unificou os títulos da Taça BrasilRobertão e Brasileirão— cogitou-se a inclusão do título de 1937. No entanto, o próprio Atlético rejeitou a possibilidade.

Além do grande reconhecimento que o Atlético recebeu da mídia brasileira na época, vários anos depois, a conquista do time mineiro continuou sendo bastante valorizada. Em dezembro de 1950, antes da partida contra o Stade Français no Parc des Princes, o Le Monde estampou em seu caderno de esportes: “Stade Français, contra o campeão brasileiro”.

Sport Club Alliança Campos
Liga de Sports da Marinha Rio de Janeiro
Fluminense Foot-Ball Club Guanabara
Clube Atlético Mineiro Belo Horizonte
Rio Branco Futebol Clube Vitória
Associação Portuguesa de Esportes São Paulo

 

FASE PRELIMINAR

06/01 – Alliança 0-2 Seleção da Liga de Sports da Marinha

Local: Campos dos Goytacazes

Juiz:

Gols: Paranhos (?’/?) – Aldo (?’/?)

Alliança:

Liga de Sports da Marinha:

 

 

10/01 – Rio Branco 2-0 Seleção da Liga de Sports da Marinha

(na prorrogação; tempo normal 0-0)

Local: Estádio Punare Bley (Vitória)

Juiz: Roberto Pontes

Expulsão: Fraga (na prorrogação)

Gols (prorrogação): Renato (7’/1) – Caxambú (?’/2)

Rio Branco: Dias; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Manduquinha; Marcionilio (Thales), Alcy, Caxambú, Lucinio (capt.) e Renato.

Liga de Sports da Marinha: Belmiro; Batistaca e Fraga (capt.); Chaves, Jocelyno e Appolinário; Mascotte, Paranhos, Sessenta, Aldo e Pará. [Técnico: Nicolas Ladanyl]

 

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 

PRIMEIRO TURNO

 

10/01 – Portuguesa  4×1 Fluminense 

Local: Rua Cesario Ramalho – Cambuci –  (lotado) – São Paulo (SP)
Juiz: João Polker; com Carlos Rustichelli e Benedicto do Amaral
Gols: Laércio (2’/2) – Aurélio (9’/2) – Carioca (27’/2) – Aurélio (35’/2) – Hélio (38’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Carioca, Laércio e Paschoalino. [Técnico: Gasparine]
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo, Romeu (Helio) e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

13/01 – Fluminense 6x0  Atlético Mineiro
Local: Campo Salles – Rio de Janeiro (DF)
Juiz; Carlos de Oliveira Monteiro (Tijolo)
Gols: Hércules (12’/1) – Hércules (pênaltie – 35′/1) – Hércules (44’/1) – Russo (2’/2) –        Russo (6’/2) – Romeu (?’/2)
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara (Vicentino), Russo, Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino, Guará (Luiz Bazzoni), Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa.]

14/01 – Rio Branco  3×2 Portuguesa
Local: – Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Juiz: Theobaldo Santos
Gols: Caxambú (8’/1) – Joãozinho (9’/1) – Lucinio (38’/1) – José Pereira (pênaltie – 16’/2) –       Aurélio (39’/2)
Rio Branco: Dias III; Vicente e Humberto; Allemão, José Pereira e Zemar; Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lascinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Portuguesa: Rodriguez; Seraphin e Oswaldo; Fiorotti, Silva e Bartos; Joãozinho, Aurelio, Duilio, Laércio e Paschoalino.
17/01 – Rio Branco  1×1 Atlético Mineiro

Local: – Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Juiz: Alcebíades Monjardim
Gols: Alfredo Bernardino.(?’/1) – José Pereira (pênaltie – 40’/1)
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Cardoso (Lamartine); Marcionílio, Alcy, Caxambu, Lacínio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Atlético Mineiro
: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala (Allemão); Paulista, Alfredo Bernardino, Luiz Bazzoni, Nicola e Resende [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa.]

20/01 - Fluminense  6x2  Portuguesa
Local: Laranjeiras – Rio de Janeiro (DF)
Renda: 10:877$000
Juiz: Guilherme Gomes
Gols: Romeu (1’/1) – Russo (?’/1) – Laércio (?’/1) – Hércules (?’/1) –  Brant (39’/1) –       Hércules (3’/2) – Paschoalino (?’/2) – Sobral (?’/2) –

Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Portuguesa: Rodrigues (Caxambú); Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Rey, Laércio e Paschoalino.

24/01 – Rio Branco 4×3 Fluminense
Local: Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Renda: 13:000$000
Juiz: Carlos de Oliveira Monteiro
Gols: Caxambú (38’/1) –  Lacínio (17’/2) – Caxambú (19’/2) – Romeu (?’/2) – Alcy (?’/2) –  Russo (?’/2) – Russo (?’/2)
Rio Branco: Dias; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Zemar; Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lacinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara (Sandro), Russo, Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

 

SEGUNDO TURNO

24/01 – Atlético Mineiro 5x0  Portuguesa 

Local: Antonio Carlos (Lourdes) – Belo Horizonte (MG)
Juiz: Abílio Lopes de Almeida,
Gols: Paulista (4) e Duílio (contra)
Atlético Mineiro: Kafunga (Clóvis); Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista (Abraz), Alfredo Bernardino, Luiz Bazzoni, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Portuguesa: Rodrigues; Osvaldo e Fiorotti; Gama, Duílio e Barros; Luna, Aurélio (Mundico), Arnaldo, Laércio e Pasqualino.

28/01 – Fluminense  5×2 Rio Branco
Local: Laranjeiras – Rio de Janeiro (DF)
Juiz: Roberto Porto
Gols: Marcionilio (2’/1) – Caxambú (3’/1) – Russo (20’/1) – Russo (25’/1) – Lara (8’/2) –   Romeu (11’/2) – Hércules (21’/2)
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Rio Branco: Dias III; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Manduquinha (Marques); Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lacinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
31/01 –  Atlético Mineiro 4×1 Fluminense 

Local: Lourdes – Belo Horizonte (MG)
Juiz: João Rodrigues Filho
Gols:Alfredo (25’/1) – Nicola (35’/1) – Nicola (?’/1) – Vicentino (?’/2) – Paulista (?’/2)
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala (Alcindo); Paulista, Alfredo Bernardino, Guará, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant (Russo) e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

(Observação: O Fluminense saiu de campo aos 18 minutos do segundo tempo)

01/02 –  Portuguesa 4×0 Rio Branco
Local: R. Cesario Ramalho (publico regular) – São Paulo (SP)
Juiz : Carlos Rustichelli
Gols: Joãozinho (3’/1) –  Paschoalino (8’/1) – Paschoalino (?’/2) – Mundico (?’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Heitor (Paschoalino), Laércio e Paschoalino (Mundico).
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Zemar; Marcionílio, Alcy, Caxambu, Lacínio e Renato [Técnico: Laerte de Lima Soares].

03/02 –  Atlético Mineiro 5×1 Rio Branco

Local: Antonio Carlos (Lourdes) – Belo Horizonte (MG)
Juiz: Júlio Corrêa de Melo
Gols: Alcy (?’/1) – Guará (?’/1) – Luiz Bazzoni (?’/1) –  Paulista (?’/2) – Nicola (?’/2) –          Nicola (?’/2)
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino (Luiz Bazzoni), Guará, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Manduca (Zemar); Marcionílio, Alcy, Caxambú, Lacínio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].

14/02 – Portuguesa  2x3  Atlético Mineiro
Local: R. Cesario Ramalho – São Paulo (SP)
Público: 15.000 pessoas
Juiz: José Fockler
Gols: Guará (26’/1) – Laércio (5’/2) – Guará (pênaltie – 23’/2) – Guará (36’/2) – Heitor (40’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Osvaldo e Serafim; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Arnaldo (Heitor), Laércio e Pasqualino.
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino (Luiz Bazzoni), Guará, Nicola e Resende (Elair), [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].

Classificação final

Copa dos Campeões de 1937

Times

Pts

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

 Atlético

9

6

4

1

1

18

10

+8

2

 Fluminense

6

6

3

0

3

22

16

+6

3

 Rio Branco

6

7

2

2

3

10

20

-10

4

 Portuguesa

4

6

2

0

4

14

18

-4

5

 L.S. da Marinha

3

2

1

1

0

2

0

+2

6

 Aliança

0

1

0

0

1

0

2

-2

 

Fonte: Marlon Kruger Compassi / RS

 

 

 

Classificação final

Copa dos Campeões de 1937

Times

Pts

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

 Atlético

9

6

4

1

1

18

10

+8

2

 Fluminense

6

6

3

0

3

22

16

+6

3

 Rio Branco

6

7

2

2

3

10

20

-10

4

 Portuguesa

4

6

2

0

4

14

18

-4

5

 L.S. da Marinha

3

2

1

1

0

2

0

+2

6

 Aliança

0

1

0

0

1

0

2

-2

 

O Fundação São José Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Duque de Caxias, situada na Baixada Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. A sua Sede e o Estádio dos Eucaliptos ficam localizados na Avenida Gomes Freire, s/n, no Bairro da Vila São José (antigo Bairro Pantanal), em Duque de Caxias.

História

Em seus últimos anos de vida o lendário Tenório Cavalcanti dedicou-se à Fundação São José e ao Educandário Maria Tenório. A razão pelo qual o “Homem da Capa Preta” criou essas instituições na Vila São José, teve um motivo nobre.

Em 1958, a cidade de Duque de Caxias foi atingida por um temporal que gerou milhares de problemas, sobretudo, na Favela do Mangue que foi arrasada, deixando mais de mil famílias desabrigadas.

Diante de tantas promessas de ajuda, apenas um homem, de fato, prometeu e ajudou: Tenório Cavalcanti. Com a sua influência, conseguiu junto ao Presidente da República, Juscelino Kubitschek, verbas federais repassadas a Legião Brasileira de Assistência (LBA).

Assim num enorme espaço no Bairro Pantanal foi construindo a Vila São José, que sete anos depois já tinha se tornado o lugar mais populoso de Caxias. Tenório Cavalcanti não parou por aí. Ajudou na construção de escolas, agremiações sociais.

Diante de tantas obras sociais, Tenório Cavalcanti foi o responsável da Fundação do clube Alviceleste da Vila, no dia 16 de Outubro de 1965. Na época, a sua Sede ficava na Rua 27 de Setembro, congregando a família dos ex-flagelados e funcionários da administração da Vila.

Apesar de tantos afazeres, o “Homem da Capa Preta” atuava como diretor do clube. Além do futebol, o clube realizavam diversos eventos como bailes e concursos para escolher a Rainha do clube.

Alguns fatos marcantes

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Duque de Caxias, o Fundação São José fez uma campanha impecável, chegando a ficar 19 partidas sem perder um jogo.

No Campeonato Citadino de Duque de Caxias de 1973, o Alviceleste da Vila faturou o título com uma bela campanha! Foram 10 jogos, com: sete vitórias, dois empates e uma derrota; marcando 15 gols, sofrendo cinco tentos, com saldo positivo de 10.

Curiosidade

Em 1974, as Federação Carioca de Futebol e a Federação Fluminense de Desportos (que começaram a fazer uma aliança que culminou com a fusão quatro anos depois, em 29 de Setembro de 1978), iniciaram um projeto a fim de criar o Torneio de Integração, que já tinham alguns clubes confirmados: Bangu, Bonsucesso, Campo Grande, Madureira, Madureira, Portuguesa e São Cristóvão.

Para participar desta competição os clubes deveriam se profissionalizar. De Niterói os possíveis candidatos: Manufatora, Tiradentes, Agra e Espanhol. Em Duque de Caxias, dois clubes estavam cotados: Nacional e o Fundação São José.

 

Estádio dos Eucaliptos, na Vila São José

Antes mesmo desse espaço tornar-se um campo, ladeava ele a um córrego que vinha do Rio Sarapuhy, totalmente despoluído. Assim, em grandes chuvas, quando o rio transbordava, jogava peixes em centenas que se espalhavam por onde seria o campo dos Eucaliptos.

Portanto, esse local é sagrado, visto que foi batizado por peixes. À medida que o Rio Sarapuhy foi morrendo, esse fenômeno deixou de existir. Com a vinda da Vila São José, em 1959, no quesito lazer, criou-se o Campo dos Eucaliptos, visto ser essa área cheia dessas árvores de um perfume inesquecível. E ainda fizeram uma cerca branca no seu entorno, o que tornava essa nova área de esporte mais bela.

Criou-se então o time representante da Vila São José, o forte Fundação São José Esporte Clube. Grandes jogadores passaram por lá: Carlinhos Rosquinha, Neném Piranha, Paulinho Binha, Pardal, Haroldo, Lamparina, Ximbica, o goleiro Zé Áureo, entre outros.

Ganhar do Fundação no campo dos eucaliptos era quase impossível. O campo ficava lotado aos domingos. O adversário tremia. Até o infanto-juvenil do Clube de Regatas Vasco da Gama foi abatido em 1973, num categórico 3 a 0 só no primeiro tempo. A famosa Rádio Difusora de Caxias fazia transmissões no local.

XXX
O estádio deu lugar ao CIEPs, nos anos 80

Nos anos 80, o Governador Leonel Brizola acolheu um projeto cultural sugerido por Darcy Ribeiro e implantou os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs), mais conhecidos por “Brizolões“. O local escolhido foi justamente o Estádios dos Eucaliptos, criando uma ironia: dando vida a educação e matando o principal local de lazer da região.

A partir daí a Vila São José ficou desprovida desse lazer essencial. Como um prêmio de consolação construíram os “7 Campos“, onde antigamente estavam os campos do Brasil e do Cerâmica, no Pantanal, Morro do Sossego.

Contudo, a ex-presidente da república Dilma Rousseff acabou com os “7 Campos“, criando no local “Minha casa, minha vida“, deixando o Bairro São José órfão de um campo de futebol.

 

Time de 1966: Lula; Valito, Juca e Careca; Reco e Ximbica; Lamparina, Joaquim, Joãozinho, Válter e Miltinho.

Time base de 1967: Lula; Valito (Joaquim), Juca (Nequinha), Itamar (Erli) e Zé Maria; Osmi (Paulinho) e Bolão; Ximbica, Válter (Chico), Joãozinho (Macau) e Duca (Lamparina).

Time de 1968: Lula; Braga, Juca, Duca e Lamparina; Bolão e Válter; Paulinho, Gafu, Joãozinho e Nino.

Time base de 1973: Cebola (Zé Áureo); Carlinhos (Robson), Gilson, Bolão (Dias) e Domingos (Valdeci); Batista (Carlos Augusto), Jorge Davi (Sendas) e Paulinho (Lutércio); Almir (Arnaldo), Pardal (Morais ou Silva) e Melro (Jorginho). Técnico: Carlos Ramos de Souza, ‘Lelê’

 

PS: Uma detalhe que é importante citar. Em 1954, Tenório Cavalcanti fundou o jornal Luta Democrática, que usaria como ferramenta de propaganda política, especialmente para atacar desafetos e adversários, entre eles Getúlio Vargas. O jornal, de forte apelo sensacionalista, chegou a ser o terceiro maior do Rio de Janeiro nos anos 60. Por isso, que o clube ganhou tanto espaço neste veículo, nos ajudando a poder contar uma boa história.

FONTES: A Luta Democrática – Dias de São José – Jornal do Brasil – O Fluminense

 

ITAGUAÍ F.C.             2          X         2          FUNDAÇÃO SÃO JOSÉ E.C. (Duque de Caxias)

LOCAL: Estádio do Itaguaí FC, em Itaguaí (RJ)

DATA: Domingo, dia 30 de janeiro de 1972

CARÁTER: Amistoso Estadual

RENDA: Cr$ 500,00

ÁRBITRO: Paulo Moraes (Liga de Desportos de Duque de Caxias)

ITAGUAÍ: Antero; Fusca, Nilo, Cabral e Miro; Afonsinho e Déo; Miramar, Paulão e Serginho.

FUNDAÇÃO: Geninho; Rubinho, Edson, Bolão e Russinho; Paulinho e Valtencir; Sabará, Pantera, Silva e Bira.

GOLS: Paulinho aos 21 minutos (Fundação), no 1º Tempo. Afonsinho aos 18 minutos (Itaguaí); Paulinho aos 39 minutos (Fundação); Serginho aos 44 minutos (Itaguaí).

 

FONTE: O Fluminense

 

DATA: 01 DE MAIO DE 1928
LOCAL: CAMPO DO BYRON FC, EM NITERÓI / RJ

2º QUADROS

BYRON (Niterói)

0-0

NITEROIENSE (Niterói)

1º QUADROS

YPIRANGA (Niterói)

3-1

OLARIA (Rio de Janeiro)

1º QUADROS

BYRON (Niterói)

3-1

ANDARAÍ (Rio de Janeiro)

Fonte: A Noite / RJ

 

DATA: 30 DE JULHO DE 1955
LOCAL: ESTÁDIO DO BANGU AC, NO RIO DE JANEIRO – RJ

1º JOGO

AMÉRICA

0-0

PORTUGUESA (5-4 PEN)

2º JOGO

OLARIA

0-0

BONSUCESSO (3-0 PEN)

3º JOGO

FLAMENGO

1-0

FLUMINENSE

4º JOGO

BOTAFOGO

0-0

SÃO CRISTÓVÃO (2-1 PEN)

5º JOGO

MADUREIRA

0-0

AMÉRICA (3-0 PEN)

6º JOGO

VASCO DA GAMA

2-1

OLARIA

7º JOGO

BANGU

0-0

FLAMENGO (2-1 PEN)

8º JOGO

MADUREIRA

0-0

BOTAFOGO (5-2 PEN)

9º JOGO

VASCO DA GAMA

0-0

BANGU (2-1 PEN)

FINAL

VASCO DA GAMA

3-2

MADUREIRA

CAMPEÃO – CR VASCO DA GAMA (RIO DE JANEIRO – RJ)

Fonte: O Globo / RJ

 

DATA: 21 DE MARÇO DE 1942
LOCAL: ESTÁDIO DO CR VASCO DA GAMA, NO RIO DE JANEIRO – RJ

1º JOGO

MADUREIRA

1-0

ANDARAÍ

2º JOGO

CANTO DO RIO

1-0

BARROSO

3º JOGO

BANGU

1-0

CARIOCA

4º JOGO

BONSUCESSO

0-0

CONFIANÇA (1-0 ESC)

5º JOGO

IDEAL

0-0

SÃO CRISTÓVÃO (1-0 ESC)

6º JOGO

FLUMINENSE

1-0

SC IGUAÇU

7º JOGO

MAVILIS

2-0

FLAMENGO

8º JOGO

VASCO DA GAMA

1-0

OLARIA

9º JOGO

RIVER

2-0

BOTAFOGO

10º JOGO

AMÉRICA

2-0

RUY BARBOSA

11º JOGO

MADUREIRA

0-0

CANTO DO RIO (3-1 ESC)

12º JOGO

BANGU

0-0

BONSUCESSO (1-0 ESC)

DATA: 25 DE MARÇO DE 1942
LOCAL: ESTÁDIO DO CR VASCO DA GAMA, NO RIO DE JANEIRO – RJ

13º JOGO

FLUMINENSE

0-0

IDEAL (2-0 ESC)

14º JOGO

MAVILIS

1-0

MADUREIRA

15º JOGO

VASCO DA GAMA

1-0

BANGU

16º JOGO

AMÉRICA

1-0

RIVER

17º JOGO

FLUMINENSE

0-0

MAVILIS (2-0 ESC)

18º JOGO

AMÉRICA

0-0

VASCO DA GAMA (2-1 ESC)

FINAL

AMÉRICA

1-1

FLUMINENSE (2-0 ESC)

CAMPEÃO – AMÉRICA FOOTBALL CLUB (RIO DE JANEIRO – RJ)

Fonte: A Noite / RJ

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) – 1938

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ)

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

FONTE: Anuário Estatístico do Distrito Federal (RJ) 

 

TURNO ÚNICO

 

FLAMENGO(RJ) 1
BENFICA(POR) 0
Data: 19 de junho de 1955 Local: Rio de Janeiro
Juiz: Washington Rodriguez Renda: Cr$ 2.583.509,80
Gols: Evaristo

 

PALMEIRAS(SP) 2
PEÑAROL(URU) 2
Data: 19 de junho de 1955 Local: São Paulo
Juiz: José dos Santos Marques Renda: Cr$ 644.565,00
Gols: Rodrigues e Nei / Borges e Hohberg

 

CORINTHIANS(SP) 2
PALMEIRAS(SP) 1
Data: 22 de junho de 1955 Local: São Paulo
Juiz: Antonio Musitano Renda: Cr$ 683.055,00
Gols: Luizinho e Cláudio / Ivan

 

AMÉRICA(RJ) 1
FLAMENGO(RJ) 0
Data: 22 de junho de 1955 Local: Rio de Janeiro
Juiz: Horst Herden Renda: Cr$ 334.068,40
Gols: Alarcon

 

CORINTHIANS(SP) 3
FLAMENGO(RJ) 0
Data: 26 de junho de 1955 Local: São Paulo
Juiz: Washington Rodriguez Renda: Cr$ 509.700,00
Gols: Simão, Nelsinho e Rafael

 

BENFICA(POR) 2
PEÑAROL(URU) 0
Data: 26 de junho de 1955 Local: Rio de Janeiro
Juiz: Carlos de Oliveira Monteiro Renda: Cr$ 1.479.645,70
Gols: Coluna e Águas

 

BENFICA(POR) 2
PALMEIRAS(SP) 1
Data: 29 de junho de 1955 Local: São Paulo
Juiz: Carlos de Oliveira Monteiro Renda: Cr$ 1.267.750,00
Gols: Águas e Palmério / Nei

 

AMÉRICA(RJ) 4
PEÑAROL(URU) 1
Data: 29 de junho de 1955 Local: Rio de Janeiro
Juiz: Gama Malcher Renda: Cr$ 236.000,00
Gols: Washington (3) e Canário / Abadie

 

FLAMENGO(RJ) 5
PALMEIRAS(SP) 3
Data: 02 de julho de 1955 Local: Rio de Janeiro
Juiz: Santos Marques Renda: Cr$ 226.308,00
Gols: Esquerdinha, Rubens, Joel, Babá e Gersio (contra) / Rodrigues (2) e Liminha

 

AMÉRICA(RJ) 4
BENFICA(POR) 2
Data: 03 de julho de 1955 Local: Rio de Janeiro
Juiz: Washington Rodriguez Renda: Cr$ 2.613.222,90
Gols: Leonidas. Washington, Alarcon e Ferreira / Caiado e Águas

 

CORINTHIANS(SP) 2
PEÑAROL(URU) 2
Data: 03 de julho de 1955 Local: São Paulo
Juiz: Horst Herden Renda: Cr$ 559.440,00
Gols: Nelsinho e Simão / Borges (2)

 

CORINTHIANS(SP) 3
AMÉRICA(RJ) 1
Data: 06 de julho de 1955 Local: São Paulo – SP
Juiz: Gama Malcher Renda: Cr$ 879.850,00
Gols: Paulo, Baltazar e Leonidas / Ferreira

 

PALMEIRAS(SP) 2
AMÉRICA(RJ) 2
Data: 09 de julho de 1955 Local: São Paulo
Juiz: Gama Malcher Renda: Cr$ 199.315,00
Gols: Liminha e Ivan / Ferreira e Ivan

 

FLAMENGO(RJ) 2
PEÑAROL(URU) 1
Data: 10 de julho de 1955 Local: Rio de Janeiro
Juiz: José Santos Marques Renda: Cr$ 481.189,20
Gols: Joel (2) / Galvan

 

CORINTHIANS(SP) 2
BENFICA(POR) 1
Data: 10 de julho de 1955 Local: São Paulo
Juiz: Horst Herden Renda: Cr$ 1.447.345,00
Gols: Cláudio (2) / Águas

 

CAMPEÃO – SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA (SÃO PAULO – SP)

 

Fonte: A Tribuna de Santos / SP

 

O Esporte Clube Cachoeirense é uma agremiação da cidade de Cachoeiras de Macacu (RJ). O clube foi Fundado no sábado, do dia 07 de Junho de 1958. O Clube das cores azul, vermelho e branco, manda as suas partidas no Estádio Municipal Coronel Isaltino Cordeiro, localizado no centro da cidade. Após disputar por 35 anos a Liga Cachoeirense de Desportos (LCD), decidiu tomar o caminho do profissionalismo.

Estreou, em 1993, no Campeonato Carioca da 3ª Divisão de Profissionais, promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Mesmo sendo um debutante, por muito pouco não chegou à fase final. Em 1994, se licenciou das competições profissionais, voltando em 1997, na Quarta Divisão, quando terminou na 3ª colocação. Na duas fases foi superado por Cosmos Social Clube e União Esportiva Coelho da Rocha.

Após essa disputa, o clube retirou-se das competições profissionais. Recentemente um outro chamado Cachoeiras Esporte Clube passou a disputar, mas não tem nenhuma relação, a não ser que as duas agremiações são da mesma cidade: Cachoeiras de Macacu. O Cachoeirense, após a experiência como profissional, participa atualmente dos campeonatos amadores promovidos pela Liga Cachoeirense de Desportos (LCD).

 P.S.: O escudo desta agremiação que circula pela Internet é verdadeiro. A diferença para este é que o postado é o atual!

 

FONTES: Wikipédia – André Luiz Pereira Nunes – Página do Facebook, da Liga Cachoeirense de Desportos (LCD)

 

SÉRIE A
DATA: 19 DE MAIO DE 1959
LOCAL: CARIOCA EC, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

AUDAX

3-2

CIB

2º JOGO

FLUMINENSE

3-1

CARIOCA EC

3º JOGO

PAULA MATOS

3-2

AABB

4º JOGO

FLAMENGO

1-0

HEBRAICA

5º JOGO

FLUMINENSE

3-0

AUDAX

6º JOGO

PAULA MATOS

2-1

FLAMENGO

7º JOGO

FLUMINENSE

6-2

PAULA MATOS

SÉRIE B
DATA: 19 DE MAIO DE 1959
LOCAL: SÃO CRISTÓVÃO FR, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

ESTRELA

3-2

INTERNACIONAL

2º JOGO

VASCO DA GAMA

0-0

SÃO CRISTÓVÃO (1-0 PEN)

3º JOGO

BOQUEIRÃO DO PASSEIO

2-0

VILA PREVIDÊNCIA

4º JOGO

ESTRELA

2-1

MINERVA

5º JOGO

VASCO DA GAMA

0-0

BOQUEIRÃO DO PASSEIO (2-1 PEN)

6º JOGO

ESTRELA

3-2

VASCO DA GAMA

SÉRIE C
DATA: 19 DE MAIO DE 1959
LOCAL: AA VILA ISABEL, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

VILA ISABEL

5-1

AMÉRICA

2º JOGO

URUGUAI

2-1

MAXWELL

3º JOGO

MUNICIPAL

3-0

RAIO DE SOL

4º JOGO

VILA ISABEL

2-0

AA TIJUCA

5º JOGO

MUNICIPAL

4-1

URUGUAI

6º JOGO

VILA ISABEL

4-2

MUNICIPAL

SÉRIE D
DATA: 19 DE MAIO DE 1959
LOCAL: GRAJAÚ TC, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

SAMPAIO

1-0

PORTUGUESA

2º JOGO

AA CARIOCA

1-0

GRAJAÚ TC

3º JOGO

SENADO

2-1

GARNIER

4º JOGO

SAMPAIO

2-0

MAGNATAS

5º JOGO

AA CARIOCA

2-0

SENADO

6º JOGO

SAMPAIO

0-0

AA CARIOCA (3-1 PEN)

* POSTERIORMENTE O SAMPAIO FOI ELIMINADO POR TER UTILIZADO JOGADORES EM CONDIÇÕES IRREGULARES.

SÉRIE E
DATA: 19 DE MAIO DE 1959
LOCAL: MELO TC, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

SURUÍ

2-1

MELO

2º JOGO

BONSUCESSO

2-1

GREIP

3º JOGO

YORK

4-1

SOCIAL

4º JOGO

BRÁS DE PINA

1-1

PARANHOS (3-0 PEN)

5º JOGO

SURUÍ

1-0

BONSUCESSO

6º JOGO

BRÁS DE PINA

3-0

YORK

7º JOGO

SURUÍ

2-1

BRÁS DE PINA

SÉRIE F
DATA: 19 DE MAIO DE 1959
LOCAL: CCI PILARES, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

BANGU

1-1

IMPERIAL (2-1 PEN)

2º JOGO

MADUREIRA AC

2-1

PILARES

3º JOGO

MANUFATURA

3-0

MADUREIRA TC

4º JOGO

BANGU

3-0

VERA CRUZ

5º JOGO

MANUFATURA

1-0

MADUREIRA AC

6º JOGO

BANGU

3-3

MANUFATURA (3-1 PEN)

SÉRIE FINAL
DATA: 23 DE MAIO DE 1959
LOCAL: TIJUCA TC, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

SURUÍ

2-2

FLUMINENSE (3-2 PEN)

2º JOGO

VILA ISABEL

2-1

BANGU

3º JOGO

AA CARIOCA

3-0

ESTRELA

4º JOGO

VILA ISABEL

1-1

SURUÍ (3-2 PEN)

FINAL

VILA ISABEL

3-0

AA CARIOCA

CAMPEÃ – ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VILA ISABEL (RIO DE JANEIRO – RJ)

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

Registro do primeiro jogo em 9/3/1976: Joinville x Vasco da Gama-RJ

No dia 30 de março de 2017, quinta-feira, diante do Avaí em Florianópolis, o  Joinville Esporte Clube realiza o jogo 2.500 de sua história (não inclui jogos treinos).

Fundado no dia 29 de janeiro de 1976, a partir da fusão dos departamento de futebol profissional de Caxias e América, o JEC já realizou 2.499 partidas. Segundo Anderson Miranda, pesquisador oficial da história do clube, a estatística apresenta os seguintes números:

Jogos: 2.499

Vitórias: 1.088

Empates: 729

Derrotas: 682

Gols marcados: 3.513

Gols sofridos: 2.523

Maiores artilheiros:  Lima (140 gols em 202 jogos) e  Nardela (130 gols em 680 jogos).

Fonte/colaboração: Anderson Miranda (Joinville-SC) – foto: autor não encontrado/acervo do JEC

 

Sel. Liga Jaraguaense de Desportos (SC) 1 x 2 Bonsucesso (RJ)

Data: 25/5/1953

Local: Clube Atlético Baependi (Jaraguá do Sul)

Árbitro: Otacílio Barbosa (de São Bento do Sul-SC)

Seleção LJD – Eduardo; Bio e Ronaldo; Elpídio, Baloquinho e Benor; Jorge, Walter, Taranto, Turibio e Olinger (Chico).

Bonsucesso – Valentim; Bibi e Mauro; Jofred, Urubatão (Décio), Serafim, Nicola (Odir), Carlos, Wilson, Soca e Bene.

Gols: Jorge (LJD); Soca e Bene (B).

- Primeiro jogo realizado por uma seleção da Liga Jaraguaense de Desportos.

Fonte: LJD / Rogério Lauro Tomazelli

 

DOM PEDRO II (SC) 2 X 4 BONSUCESSO (RJ)

Data: 21/5/1953 (quinta-feira)

Local: estádio do Dom Pedro II (Corupá (SC)

Competição: Amistoso interestadual

Árbitro: Otacílio Barbosa

Dom Pedro II – Maba; Alídio e Morett; Mafezzoli, Munga, Zeca, Tião, Antenor, Horávio, Francinha e Nilo.

Bonsucesso –  Ari; Bibi e Mauro; Urubatão, Gilberto, Serafim, Nicola, Odir, Zildo, Soca e Bene.

Gols: não disponíveis.

Fonte: LJD / Rogério Mauro Tomazelli

 

Municipal Futebol Clube (Rio de Janeiro-RJ) - 1965

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

O Esporte Clube Valim é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvianil foi Fundado no Sábado, do dia 1º de Outubro de 1927, pelos irmãos da família Valim: Faustino, Brasilino Cipriano, Hélio, entre outros. A sua Sede atual (que na realidade se resume a uma quadra de poliesportiva acanhada), fica localizado na Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, na Zona Norte do Rio.

A Sua 1ª Sede e a Praça de Esportes ficava na Rua Ferreira de Andrade (Esquina com a Rua Rocha Pita), nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio. Como referencia para aqueles que tenham a curiosidade em saber aonde ficava esse campo (endereço acima). Se entrar no ‘Google Maps’, o campo ficava do lado da Igreja N. S. Aparecida do Méier.

Aspecto do Auditório do clube

Ações Sociais: um marco do E.C. Valim

No início, a construção do campo não foi nada fácil. Afinal, o local era um brejo perigosíssimo, infecto e transmissor de moléstias ao povo adjacente. Com muita dificuldade, a Praça de Esportes foi erguida.

Na década de 30, o clube possuía mais mil sócios não por acaso. O Valim desenvolveu diversas ações sociais com as crianças e adolescentes da localidade. Além do futebol, que era o ‘carro-chefe’, também foi criada a Associação de Escoteiros, com fornecimento de vestimentas às crianças pobres.

Quadra de Basquete e Voleibol

Ou ação social bacana, era no período dos Natais, quando o clube realizava farta distribuições de tecidos (para que as famílias pudessem produzir roupas para os seus entes queridos) e mantimentos. O Esporte Clube Valim também colaborou com a sua vizinha: Igreja N. S. Aparecida do Méier. Para ajudar a instituição religiosa o clube construiu um teatrinho para ser uma fonte de renda! E o resultado funcionou e a Igreja no ano seguinte pode remodelar toda a Igreja.

Além disso, o Valim permitia, sem nenhum custo, que as suas instalações fossem utilizadas para exercícios dos alunos do Tiro de Guerra, nº 77, no Cachambi, e também para os soldados do 3º Batalhão da Polícia Militar. Em 1938, criou o curso Particular de Instrução, com material de expediente escolar, tudo inteiramente grátis. Depois o curso passou a se chamar: Instituto Valim, registrado sob o número 1.238. O curso recebia excedentes das Escolas Municipais.

Vista parcial do campo

As artes cênicas também tinha espaço, uma vez que o clube contava com um grupo artístico, que faziam exibições no auditório, com capacidade para 600 pessoas sentadas (a sua construção custou Cr$ 250 mil cruzeiros).  Uma curiosidade. Na Sede do clube existia um departamento médico, algo incomum para aquela época, sobretudo, nos clubes de segunda categoria.

 

Uma das salas de aulas

Um clube Poliesportivo

Na esfera esportiva, o Valim também possuía opções para a inclusão social da garotada. Além do futebol, nas instalações também contavam com Basquete, Voleibol, Atletismo, Ping-Pong (atual Tênis de Mesa), jogos de Salão (futebol de salão e atualmente chamado de Futsal).

Não era o simples fato de ter essas modalidades, mas também o clube federou todas: Federação Atlética Suburbana; Liga Suburbana de Basquete; Liga Suburbana de Voleibol; Liga de Esportes do Rio de Janeiro; Federação Metropolitana de Atletismo. No futebol o Valim se filiou a Liga Carioca de Futebol (LCF); e, posteriormente, na década de 40, se filiou ao Departamento Autônomo, uma sub-liga da Federação Metropolitana de Futebol.

Campeão de 1946

No futebol, o Esporte Clube Valim obteve resultados que merecem registro. Entre o final de 1941 até o fim 1942, o clube jogou 55 partidas, sem nenhuma derrota. Depois sagrou campeão da Federação Metropolitana de Futebol, em 1946.

Ameaça de Despejo virou uma odisséia

Nos anos 30 e 40, o Valim viveu a ameaça de perder a sua sede. O motivo era que o terreno pertenceu a três proprietários, destacando-se Darke Bhering de Oliveira Mattos, que presidiu o Botafogo Football Club, em 1936. Enquanto vida teve sempre consentiu que o clube permanecesse instalado na Sede e na Praça de Esportes na Rua Ferreira de Andrade, nº 99 (depois passou para o número de 395), no Bairro do Méier.

No entanto, na década de 40, o local passou para as mãos do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), que exigiu a saída do Esporte Clube Valim, a fim de construir no local edifício no local.

A disputa teve um entrave judicial, onde o IPASE moveu uma ação de despejo. Em 11 de Maio de 1949, o juiz da 3ª Vara da Fazenda Publica, deu ganho de causa ao IPASE. O Valim foi intimado a deixar o local no prazo de seis meses (até o dia 19 de novembro de 1949).

No entanto, paralelamente a esse tramite, o Valim já tinha entrado em 1947, junto a Prefeitura do Distrito Federal, um processo de desapropriação (ficha 8.887 de 1948 do gabinete de S. excia. o Sr. Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, que governou de 16 de junho de 1947 a 24 de abril de 1951).

Naquela época alguns clubes se utilizaram desse processo com êxito. Naquele instante, com já tinha percorrido todos os tramites legais, o Valim só dependia da conclusão e da assinatura do Prefeito para “virar o jogo”.

Então, como num filme hollywoodiano, restando um dia para ser despejado, uma luz no final do túnel se acendeu. Na sexta-feira, do dia 18 de novembro de 1949, o juiz Tiago Pontes da 3ª Vara da Fazenda Publica, resolveu sustar a execução.

No entanto, um mês depois os advogados do IPASE derrubaram a suspensão. Diante desse quadro, o Valim voltou a depender da boa vontade do Prefeito Ângelo Mendes de Morais. Então, nessa odisséia, no dia 30 de dezembro, foi aceito um mandato de segurança.

O desembargador Sampaio da Costa, baseando-se na lei municipal nº 424, de 29 de novembro de 1949, sancionada pelo prefeito Mendes de Morais, aceitou a medida que veio a salvar o Valim da extinção. O despejo estava marcado para acontecer no dia 02 de janeiro de 1950.

Após idas e vindas, finalmente essa história teve um desfecho. Pena que desfavorável ao Valim. No dia 28 de março de 1950, foi executado o despejo do clube e a demolição da Sede e escola. Não foi apenas limar de um clube, mas também deixaram 300 alunos sem aula, pois existia uma escola na sede do Valim.

O duro recomeço

Naquela época, diversos clubes cariocas foram extintos com a desapropriação da sua e/ou campo pelo mesmo motivo do Valim. Então, por quê o clube sobreviveu?

Ao contrário das outras histórias com um triste fim, o Esporte Clube Valim virou notícia! Diversos jornais daquela época, sensibilizadas com a forma como a ação era feito pelo IPASE, realizaram diversas reportagens condenando o despejo.

Assim, rapidamente os moradores dos bairros adjacentes ao clube ficaram indignados com o processo e passaram a defender o Valim. Mesmo com a decisão desfavorável, o pós despejo o clube recebeu apoio e ajuda de diversos lugares como os clubes, sócios, moradores e apoio da mídia, o que deu uma sobrevida ao clube.

Os clubes filiados a Federação Metropolitana de Futebol (FMF), por exemplo, deram um auxílio ao Valim, no valor de Cr$ 5.000,00 para ajuda no transporte de seus materiais do depósito público para a sede provisória.

Um mês após a desapropriação, as constantes reportagens começaram a surtir efeito. O Prefeito, o Marechal Ângelo Mendes de Morais, enfim prometeu ajudar, a Câmara Municipal também fez coro em defesa do Valim.

Após muitas promessas, o Valim obteve outro espaço para montar a sua nova Sede: Rua Padre Ildefonso Penalba, nº 470, no Bairro Todos os Santos, onde o clube está até hoje.

Apesar de ser um espaço menor, a popularidade do clube estava em alta. O número de sócios girava em torno de 1.000.  Mesmo diante de uma realidade mais modesta, o clube seguiu com o ideal de educar! Com isso, ganhou uma justa frase: “Valim, Escola de Futebol e Alfabetização“.

Para se ter uma ideia da comoção que o Valim recebeu do país, o clube recebeu uma “chuva” de convites para excursionar  pelo Brasil. O Alvianil do Méier viajou para Minas Gerais, Corumbá (Na época Matogrosso e atualmente Mato Grosso do Sul), entre outros.

O clube seguiu participando do Departamento Autônomo, mas diante de uma realidade mais modesta. Durante décadas, a Associação de Moradores do Méier e o clube criaram um laço de união! Todos os eventos eram realizado no Valim.

 

Time-base de 1943: Hermes; João e Jaú; Bandeira, Brandão e Vadinho; Lindo, Roberto, Brasilino, Paco e Neném. Técnico: Sylvio Valim.

 

FONTES: Amanhã – Diário de Notícias – Gazetas de Notícias – Jornal dos Sports – Diário Carioca

 

Esporte Clube São José (Magalhães Bastos - Rio de Janeiro - RJ) - 1965

 

 

1ª RODADA

DATA

 

  LOCAL

09.07.1965

PEÑAROL

3

X

1

FLUMINENSE MARACANÃ

09.07.1965

PALMEIRAS

5

X

2

SELEÇÃO DO PARAGUAI MARACANÃ


2ª RODADA

DATA

 

  LOCAL

11.07.1965

FLUMINENSE

3

X

2

SELEÇÃO DO PARAGUAI MARACANÃ

11.07.1965

PALMEIRAS

0

X

0

PEÑAROL (1-0 PEN) MARACANÃ

CAMPEÃ – SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS (SÃO PAULO – SP)

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

TURNO ÚNICO

DATA

 

  LOCAL

27.05.1965

COMERCIAL(SP)

3

X

2

FLUMINENSE(RJ) RIBEIRÃO PRETO – SP

27.05.1965

CORINTHIANS(SP)

2

X

2

BOTAFOGO(RJ) RIBEIRÃO PRETO – SP

30.05.1965

COMERCIAL(SP)

2

X

2

BOTAFOGO(RJ) RIBEIRÃO PRETO – SP

30.05.1965

CORINTHIANS(SP)

2

X

2

FLUMINENSE(RJ) RIBEIRÃO PRETO – SP

02.06.1965

FLUMINENSE(RJ)

3

X

1

BOTAFOGO(RJ) RIBEIRÃO PRETO – SP

02.06.1965

COMERCIAL(SP)

2

X

1

CORINTHIANS(SP) RIBEIRÃO PRETO – SP

CAMPEÃO – COMERCIAL FUTEBOL CLUBE (RIBEIRÃO PRETO – SP)

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

ZONAL RURAL

DATA: 05 DE ABRIL DE 1965
LOCAL: CAMPO DO CAMPO GRANDE, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

NOVO MÉXICO

0-0

COROA REAL (3-1 PEN)

2º JOGO

KOSMOS

2-0

10 DE ABRIL

3º JOGO

CRUZEIRO

1-0

UNIDOS DO COLONIAL

4º JOGO

BOTAFOGUINHO

1-0

ROSITA SOFIA

5º JOGO

NACIONAL

0-0

SANTA CRUZ (3-2 PEN)

6º JOGO

SÃO JOSÉ

2-0

ELEVADORES ATLAS

7º JOGO

ORIENTE

0-0

ANCHIETA (3-2 PEN)

8º JOGO

GUANABARA

0-0

REALENGO (2-1 PEN)

9º JOGO

KOSMOS

0-0

NOVO MÉXICO (2-1 PEN)

10º JOGO

CRUZEIRO

0-0

BOTAFOGUINHO (3-2 PEN)

11º JOGO

NACIONAL

1-0

SÃO JOSÉ

12º JOGO

ORIENTE

0-0

GUANABARA (3-2 PEN)

13º JOGO

CRUZEIRO

0-0

KOSMOS (3-0 PEN)

14º JOGO

ORIENTE

0-0

NACIONAL (3-2 PEN)

ZONAL URBANA

DATA: 05 DE ABRIL DE 1965
LOCAL: CAMPO DO COLÉGIO, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

FACIT

2-0

CANADÁ

2º JOGO

MUNICIPAL

4-0

SENHOR DOS PASSOS

3º JOGO

SERPHA

2-0

DIANA

4º JOGO

AUTO SOLAR

0-0

UNIÃO (2-1 PEN)

5º JOGO

ATÍLIA

1-0

VIGOR

6º JOGO

7 DE SETEMBRO

0-0

PAVUNENSE (3-1 PEN)

7º JOGO

CARIOCA

0-0

CONFIANÇA (2-1 PEN)

8º JOGO

MAVILIS

0-0

COLÉGIO (3-0 PEN)

9º JOGO

MUNICIPAL

3-0

FACIT

10º JOGO

AUTO SOLAR

0-0

SERPHA (3-2 PEN)

11º JOGO

ATÍLIA

1-0

7 DE SETEMBRO

12º JOGO

MAVILIS

0-0

CARIOCA (2-1 PEN)

13º JOGO

AUTO SOLAR

0-0

MUNICIPAL (2-1 PEN)

14º JOGO

MAVILIS

3-0

ATÍLIA

SÉRIE FINAL

DATA: 12 DE ABRIL DE 1965
LOCAL: CAMPO DO MADUREIRA, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

CRUZEIRO

1-0

AUTO SOLAR

2º JOGO

ORIENTE

0-0

MAVILIS (3-2 PEN)

FINAL

CRUZEIRO

2-1

ORIENTE

CAMPEÃO – CRUZEIRO FUTEBOL CLUBE (RIO DE JANEIRO – RJ)

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 

DATA: 08 DE MARÇO DE 1965
LOCAL: ESTÁDIO DO FLUMINENSE FC, NO RIO DE JANEIRO

1º JOGO

MADUREIRA

0-0

CAMPO GRANDE (3-2 PEN)

2º JOGO

BONSUCESSO

1-0

BANGU

3º JOGO

SÃO CRISTÓVÃO

1-0

OLARIA

4º JOGO

FLAMENGO

0-0

VASCO DA GAMA (2-1 PEN)

5º JOGO

AMÉRICA

1-0

MADUREIRA

6º JOGO

BOTAFOGO

0-0

SÃO CRISTÓVÃO (2-1 PEN)

7º JOGO

PORTUGUESA

2-0

BONSUCESSO

8º JOGO

FLUMINENSE

1-0

FLAMENGO

9º JOGO

AMÉRICA

0-0

PORTUGUESA (3-1 PEN)

10º JOGO

BOTAFOGO

0-0

FLUMINENSE (2-1 PEN)

FINAL

BOTAFOGO

3-1

AMÉRICA

 

Botafogo de Futebol e Regatas - Campeão do Torneio Início

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

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