Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

FONTE: Revista O Cruzeiro

 

 

O Carpina Sport Club é uma agremiação da cidade Carpina, zona da mata Norte do estado de Pernambuco. A equipe alvi-azulino Carpinense foi Fundado na sexta-feira, do dia 6 de Janeiro de 2006. A sua Sede administrativa está localizado na Avenida Estácio Coimbra, nº 428 / Térreo, no Bairro da Senzala, em Carpina. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Paulo Pessoa Cavalcanti Petribú, em Carpina, com Capacidade para 3.500 pessoas.

Na esfera profissional, o Carpina esteve presente em duas oportunidades no Campeonato Pernambucano da Segunda Divisão (atual Série A2), em 2006 e 2012. Importante esclarecer para não confundir o Carpina Sport Club e o Carpinense Esporte Clube (Fundado em 6 de janeiro de 1998), uma vez que ambos não tem nenhuma relação

FONTES: Diário de Pernambuco – Wikipédia – YouTube 

 

Em pé, da esquerda para a direita: Pedro, Sidinho II, Vicente, Rubinho, Pedrinho e Pelado.

Agachados, na mesma ordem: China, Tará, Somoza, Sidinho I e Siduca..

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

FONTE: Revista Sportiva

 
Segundo Turno
 
29/08/62 
        
FERROVIÁRIO 1×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 8.960,00
Público: 86
Gol: Joãozinho.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Cicero; Paulo, Amâncio e Carvalho; Gerson, Lascinho, Joãozinho, Zezinho e Chumbinho.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Zeca; Duarte, Caroá e Waldemir; Amaro, Loloca, Bassu, Vantu e Quarentinha.
 
02/09/62         
 
CENTRAL 2×1 FERROVIÁRIO
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 149.540,00
Público: não informado
Gols: Carvalho, Toinho e Vadinho.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Reginaldo; Nido, Pedrinho, Toinho, Vadinho e Nico.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Cicero; Paulinho, Amâncio e Carvalho; Gerson, Chumbinho, Lascinho, Zezinho e Joãozinho.
 
NÁUTICO 2×0 ÍBIS
Local: Aflitos
Juiz: Waldemir Wanderley
Renda: Cr$ 111.710,00
Público: 1.172
Gols: Rinaldo e Didi.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Givaldo; Nado, Tião, China, Didi e Rinaldo.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Zeca; Duarte, Caroá e Waldemir; Amaro, Loloca, Bassu, Vantu e Ivaldo.
 
07/09/62         
 
SANTA CRUZ 6×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Waldemir Wanderley
Renda: Cr$ 112.660,00
Público: 1.285
Gols: Campinense (2), Lua (2), Milton e Norberto.
SANTA CRUZ: Brito, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Birungueta, Campinense, Lua, Biu e Milton.
ÍBIS: Jagunço, Bassu e Zeca; Duarte, Caroá e Lúcio; João Alfredo, Loloca, Ivaldo, Vantu e Quarentinha. (equipe provável).
 
09/09/62         
 
SPORT RECIFE 3×0 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 141.360,00
Público: 1.539
Gols: Laxixa, Djalma e Amâncio (contra).
SPORT RECIFE: Walter, Alemão e Sinval; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Djalma, Betancour e Elcyr.
FERROVIÁRIO: Lula, Plínio e Cicero; Claudinho, Amâncio e Carvalho; Milton Batoré, Joãozinho, Lascinho, Zezinho e Chumbinho.
 
12/09/62         
 
SANTA CRUZ 2×2 NÁUTICO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 1.419.600,00
Público: 15.953
Gols: China, Salomão, Lua e Neves.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Givaldo; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
 
16/09/62         
 
SPORT RECIFE 2×1 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 89.190,00
Público: não informado
Gols: Batuel, Alemão (pênalti) e Laxixa.
SPORT RECIFE: Walter, Alemão e Sinval; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Djalma, Betancour e Elcyr.
ÍBIS: Jagunço, Bassu e Duarte; Zeca, Valdemir e Caroá; Amaro, Júlio, Batuel, Vantu e Carlinhos.
 
CENTRAL 1×0 NÁUTICO
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 297.200,00
Público: 3.349
Gol: Vadinho.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Reginaldo; Nido, Pedrinho, Toinho, Vadinho e Nico.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Givaldo; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
 
19/09/62         
 
SANTA CRUZ 4×0 SPORT RECIFE
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Anacleto Pietrobom
Renda: Cr$ 1.827.580,00
Público: 20.252
Gols: Campinense (2) e Osvaldo (2).
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
SPORT RECIFE: Walter, Alemão e Sinval; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Djalma, Betancour e Elcyr.
 
23/09/62         
 
CENTRAL 3×1 ÍBIS
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Lidio Zeferino
Renda: Cr$ 181.820,00
Público: 1.966
Gols: Júlio, Nido (2), Vadinho.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Reginaldo; Nido, Ivaldo, Toinho, Vadinho e Nico.
ÍBIS: Jagunço, Bassu e Duarte; Zeca, Valdemir e Caroá; Amaro, Júlio, Batuel, Vantu e Carlinhos.
 
26/09/62         
 
SPORT RECIFE 0×1 NÁUTICO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Anacleto Pietrobom
Renda: Cr$ 1.107.220,00
Público: 12.010
Gol: Nado.
SPORT RECIFE: Walter, Bria e Alemão; Sarará, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Adelmo, Djalma, Betancour e Elcyr.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Givaldo; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
 
30/09/62         
 
NÁUTICO 4×2 FERROVIÁRIO
Local: Aflitos
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 92.220,00
Público: não informado
Gols: Tião, Rinaldo (pênalti), Nado, China, Lascinho (2).
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Zé Maria, Gilson e Givaldo; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
FERROVIÁRIO: Lula, Plínio e Cicero; Baiaco, Amâncio e Claudinho; Milton Batoré, Joãozinho, Lascinho, Zezinho e Chumbinho.
 
CENTRAL 1×1 SANTA CRUZ
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Armando Marques.
Renda: Cr$ 770.400,00
Público: 8.314
Gols: Toinho e Norberto (pênalti).
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Pereira e Reginaldo; Nido, Ivaldo, Toinho, Vadinho e Nico.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
 
03/10/62         
 
SANTA CRUZ 4×0 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 153.780,00
Público: 1.794
Gols: Norberto (pênalti), Claudinho (contra), Osvaldo e Campinense.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Juths; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Plínio; Baiaco, Amâncio e Bel; Milton Batoré, Chumbinho, Lascinho, Paulinho e Gerson.
 
06/10/62         
 
CENTRAL 0×5 SPORT RECIFE
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 30.310,00
Público: 3.549
Gols: Alemão, Adelmo (3) e Laxixa.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Reginaldo; Carlos Alberto, Ivaldo, Toinho, Vadinho e Nico.
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Adelmo, Djalma, Betancour e Elcyr.
 
10/10/62         
 
NÁUTICO 8×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 70.240,00
Público: 685
Gols: Bita (3), Rinaldo (2), China (2) e Tião.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Zé Maria, Gilson e Clóvis; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
ÍBIS: Jagunço, Betinho e Zeca; Caroá, Duarte e Zé Augusto; Amaro, Júlio, Batuel, Vantu e Quarentinha.
 
14/10/62         
 
FERROVIÁRIO 1×5 CENTRAL
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 31.040,00
Público: 297.
Gols: Claudinho (contra), Ivaldo, Toinho (2), Nico, Milton Batoré.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Plínio; Baiaco, Bel e Cicero; Milton Batoré, Chumbinho, Lascinho, Paulinho e Gerson.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Pissica, Pereira e Da Cunha; Carlos Alberto, Ivaldo, Toinho, Vadinho e Nico.
 
17/10/62         
 
SANTA CRUZ 7×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 83.600,00
Público: 971
Gols: Osvaldo (3), Campinense (3), Norberto.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Lado; Norberto, Luiz e Juths; Birungueta, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Zeca; Bassu, Valdemir e Zé Augusto; Amaro, Júlio, Batuel, Quarentinha e Jarbas.
 
25/10/62         
 
SPORT RECIFE 2×1 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 86.520,00
Público: 923
Gols: Alemão (contra), Djalma e Nenzinho.
SPORT RECIFE: Dirceu, Nelson e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Lanzoninho, Adelmo, Djalma, Betancour e Elcyr.
FERROVIÁRIO: Lula, Zé Gomes e Plínio; Baiaco, Claudinho e Bel; Milton Batoré, Chumbinho, Lascinho, Paulinho e Gerson.
 
31/10/62         
 
SANTA CRUZ 2×1 NÁUTICO
Local: Aflitos
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 1.207.360,00
Público: 12.593
Gols: Neves, Osvaldo e Tião.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Juths; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Givaldo; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
 
04/11/62         
 
SPORT RECIFE 3×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 89.550,00
Público: não informado.
Gols: Adelmo (3).
SPORT RECIFE: Walter, Nelson e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Lanzoninho, Adelmo, Djalma, Betancour e Elcyr.
ÍBIS: Duca, Zildo e Bassu; Lúcio, Caroá e Zé Augusto; Amaro, Júlio, Quarentinha, Vantu e Carlinhos.
 
07/11/62         
 
SPORT RECIFE 2×0 CENTRAL
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 327.600,00
Público: não informado
Gols: Adelmo (2).
SPORT RECIFE: Walter, Nelson e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Lanzoninho, Adelmo, Djalma, Betancour e Elcyr.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Pereira e Da Cunha; Carlos Alberto, Ivaldo, Toinho, Vadinho e Pissica.
 
08/11/62         
 
ÍBIS 2×2 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 3.260,00
Público: 39
Gols: Ivaldo (2), Milton Batoré e Chumbinho.
ÍBIS: Duca, Zildo e Bassu; Aloisio, Caroá e Zé Augusto; Amaro, Carlinhos, Quarentinha, Vantu e Ivaldo.
FERROVIÁRIO: Lula, Paulinho e Plínio; Claudinho, Erio e Bel; Milton Batoré, Chumbinho, Lascinho, Baiaco e Gerson.
 
11/11/62         
 
NÁUTICO 6×0 CENTRAL
Local: Aflitos
Juiz: Claudio Régis
Renda: Cr$ 123.870,00
Público: não informado
Gols: Tião (2), Rinaldo (3) e China.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Clóvis; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
CENTRAL: Dudinha (Da Cunha), Adolfo e Zé Carlos; Pissica, Pereira e Da Cunha; Carlos Alberto, Ivaldo, Toinho, Zezinho e Airton.
Obs.: O goleiro Dudinha entrou em campo com o pé direito doído, sendo-lhe aplicado uma injeção para diminuir a contusão. Após o gol de Tião, o terceiro, numa bola alta, ao descer, sentiu-se sem condições de continuar e foi substituído por Da Cunha.

14/11/62

SPORT RECIFE 0×0 SANTA CRUZ
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Gualter Gama de Castro
Renda: Cr$ 1.990.160,00
Público: 21.885
SPORT RECIFE: Dirceu, Nelson e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Adelmo, Lanzoninho, Betancour e Elcyr.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Juths; Lua, Milton, Osvaldo, Biu e Neves.
 
18/11/62         
 
NÁUTICO 3×1 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 44.700,00
Público: 477
Gols: China (3) e Chumbinho.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Clóvis; Tião, Bita, China, Rinaldo e Nado.
FERROVIÁRIO: Lula, Plínio e Zeca; Paulinho, Claudinho e Bel; Pedrinho, Chumbinho, Lascinho, Joãozinho e Gerson.
 
22/11/62         
 
ÍBIS 0×0 CENTRAL
Local: Aflitos
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 8.500,00
Público: 78
Expulsão: Da Cunha
ÍBIS: Duca, Zildo e Bassu; Lúcio, Caroá e Zé Augusto; Amaro, Júlio, Quarentinha, Vantu e Carlinhos.
CENTRAL: Agostinho, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Da Cunha; Airton, Ivaldo, Toinho, Vadinho e Heleno.
 
25/11/62         
 
SANTA CRUZ 4×0 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira.
Renda: Cr$ 167.930,00
Público: 1.914
Gols: Campinense (4)
Expulsão: Baiaco e Bel.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Juths; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
FERROVIÁRIO: Lula, Plínio e Zeca; Baiaco, Claudinho e Bel; Milton, Chumbinho, Lascinho, Paulinho e Gerson.
 
28/11/62         
 
NÁUTICO 4×0 SPORT RECIFE
Local: Aflitos
Juiz: Cláudio Régis
Renda: Cr$ 579.520,00
Público: 5.636
Gols: Miro, Salomão, Rinaldo e China.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Clóvis; Miro, Bita, China, Rinaldo e Nado.
SPORT RECIFE: Dirceu, Nelson e Alemão; Manuelzinho, Nenzinho e Dodô; Lanzoninho, Adelmo, Djalma, Betancour e Elcyr.
 
02/12/62         
 
SANTA CRUZ 1×0 CENTRAL
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 546.380,00
Público: 6.190
Gol: Adolfo (contra).
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Juths; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Milton.
CENTRAL: Agostinho, Berto e Luiz Carlos; Zezito, Jucélio e Da Cunha; Airton, Ivaldo, Toinho, Vadinho e Heleno.
FINAL
 
06/12/62         
 
SPORT RECIFE 2×1 SANTA CRUZ
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Armando Marques
Renda: Cr$ 1.958.330,00
Público: 17.191
Gols: Alemão (2) e Campinense.
SPORT RECIFE: Dirceu, Nelson e Alemão; Manuelzinho, Nenzinho e Dodô; Lanzoninho, Adelmo, Djalma, Betancour e Elcyr.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Milton.
 
09/12/62         
 
SPORT RECIFE 2×1 SANTA CRUZ
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Factore Euclides Rosas
Renda: Cr$ 1.845.030,00
Público: 15.904
Gols: Jaime (contra), Alemão e Osvaldo.
SPORT RECIFE: Dirceu, Nelson e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Lanzoninho, Renato, Djalma, Betancour e Elcyr.
SANTA CRUZ: Luiz Carlos, Jaime e Nelson; Norberto, Luiz e Juths; Lua, Campinense, Osvaldo, Biu e Neves.
 
Sport campeão pernambucano de 1962.
 
Fontes: Livro “Campeonato Pernambucano – 1915 a 1970″, Carlos Celso Cordeiro e Luciano Guedes Cordeiro, Diário de Pernambuco.
 
Campeonato Pernambucano 1962
 
Primeiro Turno
 
13/05/62         
 
SPORT RECIFE 2×0 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Waldemir Wanderley
Renda: Cr$ 113.440,00
Público: 1.234
Gols: Renato e Djalma.
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Sinval; Sarará, Tomires e Nenzinho; Traçaia, Renato, Djalma, Betancour e Elcyr.
FERROVIÁRIO: Lula, Ério e Amâncio; Claudinho, Cícero e Bel; Baiaco, Neco, Milton, Zezinho e Chumbinho.
 
20/05/62         
 
NÁUTICO 1×0 ÍBIS
Local: Aflitos
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 130.140,00
Público: 1.412
Gol: Bita.
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Gilson, Clóvis e Hélmiton; Miro, Tião, Bita, Eric e Nado.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Duarte; Waldemir, Caroá e Zé Augusto; Amaro, Bassu, Jarbas, Isaac e Ivaldo.
 
CENTRAL 2×0 FERROVIÁRIO
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 184.160,00
Público: não informado.
Gols: Pedrinho e Nido.
CENTRAL: Agostinho, Adilson e Zé Carlos; Pissica, Jucélio e Da Cunha; Nido, Pedrinho, Toinho, Jurandir e Noélio.
FERROVIÁRIO: Lula, Ério e Amâncio; Claudinho, Cícero e Bel; Baiaco, Neco, Milton, Zezinho e Chumbinho.
 
27/05/62         
 
CENTRAL 0×2 NÁUTICO
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Argemiro Félix de Sena – Sherlock
Renda: Cr$ 382.230,00
Público: não informado.
Gols: Gilberto (2).
CENTRAL: Agostinho, Adilson e Zé Carlos; Pissica, Jucélio e Da Cunha; Nido, Pedrinho, Toinho, Jurandir e Noélio.
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Salomão, Gilson e Hélmiton; Gilberto, Tião, Pratinha, Zoroá e Nado.
 
SANTA CRUZ 2×0 ÍBIS
Local: Aflitos
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 215.020,00
Público: não informado
Gols: Campinense (2).
Expulsão: Augusto por falta de decôro público.
SANTA CRUZ: Cavallero, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Hamilton, Campinense, Lua, Ari e Mário.
ÍBIS: Jagunço, Caroá e Duarte; Waldemir, Zeca e Zé Augusto; Amaro, Loloca, Jarbas, Bassu e Ivaldo.
 
03/06/62         
 
SPORT RECIFE 7×1 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 91.090,00
Público: não informado
Gols: Alemão (pênalti), Elcyr, Sarcineli (4), Djalma, Loloca.
Expulsão: Amaro
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Djalma, Sarcineli, Betancour e Elcyr.
ÍBIS: Jagunço (Júlio), Zildo e Caroá; Amaro, Zeca e Zé Augusto; Júlio, Loloca, Jarbas, Isaac e Ivaldo.
Obs.: O goleiro Jagunço contundiu-se e não voltou para o segundo tempo, indo atuar em seu lugar o ponteiro Júlio, sofrendo três gols.
 
09/06/62         
 
SANTA CRUZ 2×0 NÁUTICO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 930.020,00
Público: 10.516
Gols: Hamilton (2).
SANTA CRUZ: Cavallero, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Hamilton, Campinense, Lua, Ari e Mário.
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Salomão, Clóvis e Hélmiton; Gilberto, Tião, Bita, Zoroá e Nado.
 
16/06/62         
 
FERROVIÁRIO 2×1 SANTA CRUZ
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 110.860,00
Público: 1.292
Gols: Lascinho (2) e Ari.
FERROVIÁRIO: Lula, Cicero e Amâncio; Claudinho, Zezinho e Carvalho; Baiaco, Neco, Lascinho, Chumbinho e Gerson.
SANTA CRUZ: Cavallero, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Birungueta, Hamilton, Campinense, Lua, Ari e Mário.
 
17/06/62         
 
CENTRAL 0×1 SPORT RECIFE
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 195.820,00
Público: não informado.
Gol: Zé Carlos (contra).
Expulsão: Sarcineli.
CENTRAL: Agostinho, Adilson e Zé Carlos; Pissica, Jucélio e Adolfo; Jurandir, Pedrinho, Toinho, Zezinho e Noélio.
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Djalma, Sarcineli, Betancour e Elcyr.
 
21/06/62         
 
NÁUTICO 1×0 FERROVIÁRIO
Local: Aflitos
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 122.160,00
Público: 1.237
Gol: Tião
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Salomão, Clóvis e Hélmiton; Nado, Tião, Gilbert, Zé Maria e Zoroá.
FERROVIÁRIO: Lula, Cicero e Amâncio; Claudinho, Zezinho e Carvalho; Baiaco, Neco, Lascinho, Chumbinho e Gerson.
 
24/06/62         
 
SPORT RECIFE 2×0 SANTA CRUZ
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 855.670,00
Público: não informado
Gols: Elcyr e Betancour.
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Djalma, Sarará, Betancour e Elcyr.
SANTA CRUZ: Cavallero, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Hamilton, Campinense, Lua, Ari e Mário.
 
CENTRAL 2×1 ÍBIS
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Lidio Zeferino
Renda: Cr$ 119.730,00
Público: não informado
Gols: Loloca, Nido e Toinho.
CENTRAL: Agostinho, Adilson e Zé Carlos; Pissica, Jucélio e Adolfo; Nido, Jurandir, Toinho, Maurilio e Noélio.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Duarte; Caroá, Zeca e Zé Augusto; Júlio, Loloca, Vantu, Ivaldo e Quarentinha.
 
29/06/62         
 
FERROVIÁRIO 5×1 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ não informada
Público: não informado
Gols: Neco (3), Lascinho (2), Loloca.
FERROVIÁRIO: Lula, Cicero e Amâncio; Claudinho, Zezinho e Carvalho; Neco, Baiaco, Lascinho, Chumbinho e Gerson.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Duarte; Caroá, Zeca e Zé Augusto; Evaldo, Loloca, Vantu, Ivaldo e Quarentinha.
 
01/07/62         
 
CENTRAL 1×3 SANTA CRUZ
Local: Pedro Victor de Albuquerque – Caruaru
Juiz: Argemiro Félix de Sena – Sherlock
Renda: Cr$ 227.680,00
Público: não informado
Gols: Mário, Campinense (2), Pedrinho.
CENTRAL: Agostinho, Adilson e Zé Carlos; Pissica, Jucélio e Adolfo; Nido, Pedrinho, Toinho, Maurilio e Noélio.
SANTA CRUZ: Cerri, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Hamilton, Campinense, Lua, Ari e Mário.
 
02/07/62         
 
SPORT RECIFE 1×1 NÁUTICO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 697.600,00
Público: 7.672
Gols: Betancour e Gilbert.
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Sarcineli, Betancour e Djalma.
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Salomão, Gilson e Hélmiton; Gilbert, Pratinha, Tião, Zé Maria e Nado.
 
08/07/62         
 
SPORT RECIFE 2×0 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 209.960,00
Público: 2.313
Gols: Betancour (2).
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Djalma, Betancour e Elcyr.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Cicero; Baiaco, Amâncio e Carvalho; Neco, Zezinho, Lascinho, Chumbinho e Gerson.
 
11/07/62         
 
NÁUTICO 4×3 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Argemiro Félix de Sena – Sherlock
Renda: Cr$ 88.000,00
Público: 853
Gols: Gilbert, Tião, Zezito, Salomão, Loloca, Zeca e Gilson.
Expulsão: Zildo, Zeca e Ivaldo.
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Salomão, Gilson e Hélmiton; Gilbert, Pratinha, Tião, Zé Maria e Nado.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Zeca; Bassu, Caroá e Betinho; Zezito, Júlio, Loloca, Vantu e Ivaldo.
 
15/07/62         
 
FERROVIÁRIO 0×0 CENTRAL
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 46.830,00
Público: 504
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Cicero; Baiaco, Amâncio e Carvalho; Neco, Zezinho, Lascinho, Chumbinho e Gerson.
CENTRAL: Agostinho, Adolfo e Zé Carlos; Pissica, Jucélio e Da Cunha; Carlos Alberto, Nido, Noélio, Vadinho e Deco.
 
18/07/62         
 
SANTA CRUZ 1×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 61.960,00
Público: não informado
Gol: Campinense.
SANTA CRUZ: Cerri, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Birungueta, Campinense, Lua, Ari e Hamilton.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Zeca; Betinho, Caroá e Duarte; Bassu, Júlio, Loloca, Vantu e Ivaldo.
 
22/07/62         
 
NÁUTICO 2×1 CENTRAL
Local: Aflitos
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 212.72,00
Público: não informado
Gols: Salomão, Nancildo e Toinho.
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Salomão, Gilson e Hélmiton; Gilbert, Pratinha, Tião, Didico e Nado.
CENTRAL: Agostinho, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Da Cunha; Carlos Alberto, Nido, Toinho, Vadinho e Nico.
 
25/07/62         
 
SPORT RECIFE 4×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Lidio Zeferino
Renda: Cr$ 122.520,00
Público: 1.386
Gols: Djalma (2), Alemão (pênalti) e Betancour.
SPORT RECIFE: Dirceu, Bria e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Djalma, Betancour e Elcyr.
ÍBIS: Jagunço, Zildo e Zeca; Betinho, Caroá e Zé Augusto; Bassu, Júlio, Loloca, Duarte e Vantu.
 
29/07/62         
 
NÁUTICO 2×2 SANTA CRUZ
Local: Aflitos
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 846.400,00
Público: 8.720
Gols: Lua (2), Gilbert e China.
NÁUTICO: Waldemar, Nancildo e Givaldo; Salomão, Gilson e Hélmiton; Gilbert, Tião, China, Didi e Nado.
SANTA CRUZ: Cerri, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Mário, Campinense, Lua, Ari e Milton.
 
01/08/62         
 
SANTA CRUZ 1×0 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 50.340,00
Público: 547
Gol: Milton
Expulsão: Zezinho.
SANTA CRUZ: Cerri, Biu e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Mário, Campinense, Lua, Ari e Milton.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Cicero; Baiaco, Amâncio e Carvalho; Chumbinho, Neco, Lascinho, Zezinho e Gerson.
 
05/08/62         
 
SPORT RECIFE 1×0 CENTRAL
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 335.930,00
Público: 3.680
Gol: Alemão (pênalti).
SPORT RECIFE: Dirceu, Bria e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Traçaia, Djalma, Betancour e Marcos Chinês.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Pissica, Jucélio e Reginaldo; Nido, Zezinho, Toinho, Vadinho e Nico.
 
08/08/62         
 
NÁUTICO 3×1 FERROVIÁRIO
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Manoel Correia Lima
Renda: Cr$ 114.460,00
Público: 1.238
Gols: Milton Batoré, Tião (2), China.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Givaldo; Nado, Tião, China, Didi e Rinaldo.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Cicero; Baiaco, Amâncio e Carvalho; Milton Batoré, Chumbinho, Lascinho, Zezinho e Joãozinho.
 
12/08/62         
 
SPORT RECIFE 2×1 SANTA CRUZ
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 1.175.820,00
Público: 13.156
Gols: Laxixa, Djalma e Campinense.
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Djalma, Betancour e Marcos Chinês.
SANTA CRUZ: Cavallero, Biu e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Hamilton, Campinense, Lua, Ari e Mário.
 
15/08/62         
 
ÍBIS 0×1 CENTRAL
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Lidio Zeferino
Renda: Cr$ 20.540,00
Público: 211
Gol: Pedrinho
ÍBIS: Jagunço, Duarte e Zeca; Betinho, Caroá e Zé Augusto; Bassu, Loloca, Quarentinha, Vantu e Zezito.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Reginaldo; Nido, Pedrinho, Toinho, Vadinho e Nico.
 
19/08/62         
 
FERROVIÁRIO 3×0 ÍBIS
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Evandro Ferreira
Renda: Cr$ 15.400,00
Público: 153
Gols: Lascinho (2), Chumbinho.
FERROVIÁRIO: Lula, Claudinho e Cicero; Paulo, Amâncio e Carvalho; Chumbinho, Lascinho, Milton Batoré, Zezinho e Joãozinho.
ÍBIS: Jagunço, Duarte e Zeca; Betinho, Caroá e Zé Augusto; Bassu, Loloca, Quarentinha, Vantu e Zezito.
 
22/08/62         
 
SANTA CRUZ 2×2 CENTRAL
Local: Ilha do Retiro
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 93.160,00
Público: 1.076
Gols: Nido, Vadinho, Norberto (2).
SANTA CRUZ: Cerri, Léo e Nelson; Norberto, Luiz e Roberto; Birungueta, Macrino, Milton, Biu e Mário.
CENTRAL: Dudinha, Adolfo e Zé Carlos; Zezinho, Jucélio e Reginaldo; Nido, Pedrinho, Toinho, Vadinho e Nico.
 
26/08/62         
 
NÁUTICO 2×2 SPORT RECIFE
Local: Aflitos
Juiz: Nelson Bento de Oliveira
Renda: Cr$ 565.060,00
Público: 5.735
Gols: Djalma, Alemão, Salomão e China.
NÁUTICO: Waldemar, Paulinho e Nancildo; Salomão, Gilson e Givaldo; Nado, Tião, China, Didi e Rinaldo.
SPORT RECIFE: Dirceu, Dodô e Alemão; Leduar, Tomires e Nenzinho; Laxixa, Sarará, Djalma, Betancour e Elcyr.
 
Fontes: Livro “Campeonato Pernambucano – 1915 a 1970″, Carlos Celso Cordeiro e Luciano Guedes Cordeiro, Diário de Pernambuco.
 
 
Nome: José Roque Paes
Nascimento: 16/08/1933 – Cuiabá
Posição: Atacante
Período em que jogou: 1950 Mixto; 1951 Mixto; 1951/52 Palmeiras; 1952 Dom Bosco; 1952 Flamengo; 1952/53 Guarani; 1954 Flamengo; 1954 Botafogo; 1955/62 Sport; 1963/66 Admira Wacker (Austria)

 

Traçaia iniciou a carreira em 1950, nos aspirantes do Mixto. Jogou também no Palmeiras e no Dom Bosco. Em 1952 o técnico Jarbas, da seleção Matogrossense convocou Traçaia para disputar o Campeonato Brasileiro de Seleções. O jovem atleta se destacou, sendo o artilheiro matogrossense na competição com 7 gols. As suas atuações despertaram o interesse do Flamengo que o contratou logo após o Campeonato Brasileiro. Porém não se adpatou ao clube carioca, sendo emprestado ao Guarani de Campinas. Em 1954 foi para o Botafogo do Rio. Em 1955 foi para o Sport Recife onde fez história. Logo em seu primeiro ano no clube, sagrou-se campeão Pernambucano e também artilheiro da competição com 22 gols. Em 1956, faturou o bicampeonato pernambucano. Em 1958, voltou a ser campeão pernambucano e fez parte da Seleção Pernambucana, que representou a Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano (atual Copa América). O craque jogou 5 jogos e marcou 1 gol com a camisa canarinho.
O quarto título pernambucano do artilheiro veio em 1961. Em 1962, teve uma pequena participação no Campeonato Pernambucano, que lhe rendeu o quinto e último título. Naquele mesmo ano, seria transferido para o FC Admira Wacker Mödling da Áustria, clube no qual se despediu do futebol. Traçaia é até hoje o maior artilheiro da história do Sport Recife com 201 gols. Morreu em junho de 1971.

Fonte: Arquivo Pessoal e Site do Sport Recife

 

 

FONTE: Revista Vida Sportiva 

 

FONTE: Revista Vida Sportiva 

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Vida Sportiva - RJ

 

Segue mais um clube inédito: trata-se do Alumínio Futebol Clube da cidade de São Caetano em Pernambuco.

O clube disputou a Terceira Divisão Pernambucana em 2000 (era uma divisão amadora que qualificava o campeão para a segundona profissional).

As 3 estrelas no escudo representam o tri-campeonato municipal.

Presidente Xavier com a taça de 1993

Pesquisa: Givaldo Santos

Fonte: Juninho Xavier (filho do presidente do clube). Facebook: https://www.facebook.com/juninhox7

URL da Foto:  https://goo.gl/GeFLwu

Conversa para conseguir o distintivo: https://goo.gl/4twjQr

Distintivo: https://goo.gl/2YAd3d

 

 

Segue uma bela surpresa: o escudo da Associação Esportiva DR-5 de Goiana (PE).

Fundado em 02/03/1971, a ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA DR-5 tinha sede em Goiana, Pernambuco. Seu nome deve-se ao fato do clube ter pertencido ao 5º DISTRITO REGIONAL da CELPE (COMPANHIA DE ELETRICIDADE DE PERNAMBUCO). Daí também o seu nome de fantasia: GRÊMIO ESPORTIVO CELPE.

O clube foi bi-campeão municipal em 76/77 (ambos de forma invicta), disputou a Segunda Divisão de Pernambuco em 1977 (ficou em sexto lugar) e foi campeão da Copa do Interior em 1981 (já conhecido como Grêmio CELPE).

Seguem algumas fotos do clube:

Pesquisa: Givaldo Santos
Fonte: Ailton Cavalcanti de Melo (ex-jogador nos anos 70)
Facebook: do ex-Jogador: http://www.facebook.com/ailton.cavalcanti.3

 

A estreia dos quadros dos “Bohemios” argentinos entre nós, foi magnífica, brilhante. São elementos formidáveis, no manejo da pelota. Aliás, já foram os rapazes do Club Atlético Atlanta cognominados os “Bohemios” da pelota por dominarem inteiramente o couro.

O escore de ontem (Sexta-feira, do dia 29 de Janeiro de 1937), que há muito não se verifica nesta capital (Recife), veio confirmar que a força do quadro visitante está na linha de ataque, perigosíssima, de uma rapidez pouco comum, e bem impetuosa.

Todos, sem distinção, se empenham com ardor na luta, auxiliando-se mutuamente e socorrendo o companheiro nos momentos difíceis, quando em perigo a sua barra.

É admirável, também, o jogo homogêneo de passes curtos e rápidos. A vitória alcançada ontem contra o Náutico foi legitima, sem a menor duvida. Ao quadro local faltou, além da chance, rapidez nas jogadas e melhor distribuição do centro-médio.

Quase todas as bolas iam aos pés dos adversários, ótimos controladores do balão. O Náutico jogou muito, conseguindo vazar a rede argentina seis vezes. Foi uma jogo admirável, enfim, o de ontem.

Árbitro teve atuação ruim

O árbitro Manoel Pinto, o “Né” teve sensíveis falhas. A marcação do 5º gol dos visitantes em visível ‘off-side’ e a marcação de um penal contra os locais, enquanto os visitantes praticavam penalidades iguais, sem salvá-las, foi duro… Empanou o brilho do jogo por momentos.

 

Público lotou as dependências do Parque da Jaqueira

A assistência foi vultosa. Todas as dependências do Estádio Parque da Jaqueira, estavam repletas. O nosso público demonstrou, ontem, mais uma vez, a sua educação desportiva aplaudindo os feitos mais emocionantes do embate, sem distinguir, se dos locais, se dos visitantes. Os Bohemios” poderão atestar a educação tão diferente da nossa assistência, para uma outra, bem pertinho de nós.

 

Preliminar termina empatada

A prova preliminar, que teve início às 19h30min., apitada pelo árbitro Argemiro Félix, disputada entre os segundos quadros do Sport Recife e do América, terminou empatada em 1 a 1.

 

Local e Valores dos Ingressos

Na Casa Azul, localizado na Rua João Pessoa, nº 171, no Bairro Casa Amarela, no Recife, foram vendidos nos dias 29 e 30 (sexta-feira e sábado), os ingressos para os jogos de 29 de janeiro de 1937. Foram estabelecidos os seguintes preços de entradas:

Arquibancada 6$600 (6 mil e 600 réis)
Geral 4$400 (4 mil e 400 réis)
Senhoras 4$400 (4 mil e 400 réis)
Militares e Crianças 3$300 (3 mil e 300 réis)
Cadeiras numeradas, no campo 11$000 (11 mil réis)
Automóveis 16$500 (16 mil e 500 réis)
Os Sócios do Tramways e disputante 50% de abatimento, exceto para as cadeiras e autos.

 

Escalte do jogo (Movimento geral da Partida)

ITENS

NÁUTICO

ATLANTA

Toques

6

10

Faltas

1

1

Impedimentos

0

2

Escanteios

2

4

Pênaltis

0

1

Defesas

14

20

Gols

6

10

 

 NÁUTICO CAPIBARIBE (PE)     6          X         10       C.A. ATLANTA (ARG)

LOCAL: Estádio Parque da Jaqueira (capacidade para 3 mil pessoas), na Avenida Rui Barbosa, nº 1.820, no Bairro da Jaqueira, no Recife (PE).

DATA: Sexta-feira, do dia 29 de Janeiro de 1937

HORÁRIO: 21 horas e 25 minutos (o jogo começou com 15 minutos de atraso)

CARÁTER: Amistoso Internacional

ÁRBITRO: Manoel Pinto, o “” (FPD)

DELEGADO E CRONOMETRISTA: Alonso Rodrigues de Souza

NÁUTICO: Orlando (Muniz); Fernando II e Salsinha; Zé Orlando, Edson e Ernani; Zezé (Emygdio), Athur Carvalheira, Fernando, Bermudes (Sidinho) e Celso (Siduca).

ATLANTA: Herrera; Ibanez II e Blanco; Ibanez Carlos, Del Felice e Esperon; Freiye, Morales, Miranda, Perez e Martino. Técnico: Maximo Garai

Reservas: Carigliano, Murra, Valdatti, Spitale, Tornaroli, Irazoqui, Lozano, Crippe e Lamas.

PRELIMINAR (Segundos Quadros): Sport do Recife          1          x          1  América-PE

GOLS: Miranda a um e aos 12 minutos (Atlanta); Zezé aos sete minutos (Náutico); Perez aos 15 e 32 minutos (Atlanta); Morales aos 19 minutos (Atlanta); Arthur aos 21 minutos (Náutico); Bermudes aos 40 minutos (Náutico), no 1º Tempo.

Arthur aos dois e cinco minutos (Náutico); Miranda, de pênalti, aos oito minutos (Atlanta); Martino aos 14 minutos (Atlanta); Perez aos 18, 35 e 40 minutos (Atlanta); Siduca aos 30 minutos (Náutico); no 2º tempo.

FONTES: Jornal Pequeno – Diário de Pernambuco

 

Seleção Pernambucana de Futebol - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

FONTE: Blog Esporte News

 

 

Em mais de 50 anos de competições sul-americanas oficiais, foram 28 participações de 9 times da região dos estados de Pernaqmbuco, Bahia, Maranhão, Ceara, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Três torneios já contaram com representantes do Nordeste. Além da Libertadores (cuja vaga é a mais difícil) e da extinta Copa Conmebol, a Sul-Americana veio para suprir a demanda por disputas do tipo.

Em relação ao desempenho, o máximo alcançado foi a final, uma vez no ano de 1999, no último ano da Copa Conmebol, o CSA-AL  decidiu o título contra os argentinos do Talleres, perdendo com um gol aos 45 do segundo tempo. O time alagoano se aproveitou da vaga aberta à Copa do Nordeste, uma vez que o Vitória, campeão daquela regional, declinou do convite, o vice, Bahia, e o terceiro colocado, Sport, também. Na quarta posição, o alviazulino de Maceió topou e fez história.

Taça Libertadores da América
1960 – Bahia (quartas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1964 – Bahia (pré-libertadores, 1ª fase – 2 jogos)
1968 – Náutico (fase de grupos, 1ª fase – 6 jogos)
1988 – Sport (fase de grupos, 1ª fase – 6 jogos)
1989 – Bahia (quartas de final, 3ª fase – 10 jogos)
2009 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 8 jogos)
Ranking de participações (6): Bahia 3; Sport 2; Náutico 1

Copa Conmebol
1994 – Vitória (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1995 – Ceará (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1997 – Vitória (quartas de final, 3ª fase – 4 jogos)
1998 – América-RN (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1998 – Sampaio Corrêa (semifinal, 3ª fase – 6 jogos)
1999 – CSA (vice-campeão, 4ª fase – 8 jogos)
Ranking de participações (6): Vitória 2; Ceará, América-RN, Sampaio Corrêa e CSA 1

Copa Sul-Americana
2009 – Vitória (oitavas de final, 2ª fase – 4 jogos)
2010 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2011 – Ceará (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2012 – Bahia (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2013 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2013 – Bahia (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2013 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2013 – Náutico (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2014 – Bahia (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2014 – Vitória (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2014 – Sport (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2015 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2015 – Bahia (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2016 – Santa Cruz (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2016 – Sport (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2016 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2017 – Sport (em andamento)
Ranking de participações (17): Vitória e Sport 5; Bahia 4; Ceará, Náutico e Santa 1

 

Ranking de participações dos nordestinos (ate 2017)

7 – Bahia, Vitória e Sport
2 – Náutico e Ceará
1 – Sampaio Corrêa, América-RN, CSA e Santa Cruz

 

fonte: parte do diario de pernambuco (blog do cassios)

 

HISTÓRIA DA INSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO

Em 16 de Junho de 1915, houve a primeira sessão com os representantes do Centro Sportivo do Peres; João de Barros Foot-Ball Club; Sport Club Flamengo; Agros Sport Club e Santa Cruz Futebol Clube, tendo se discutido as bases fundamentais de uma Liga de Sports para Pernambuco, terminando por se fundar a Liga Sportiva Pernambucana e nomeada uma Comissão para cuidar de seu Estatuto o qual foi aprovado em julho do mesmo ano. Em 07 de Novembro de 1915, em Assembléia Geral foi eleita sua primeira Diretoria.

A Federação que nasceu como Liga Sportiva Pernambucana, mudou o nome depois, em 1918, para Liga Pernambucana de Desportos Terrestres, posteriormente, em 1931, para Federação Pernambucana de Desportos e, finalmente, o nome que mantém até hoje, Federação Pernambucana de Futebol. Até 1930, funcionava a Liga Sportiva Pernambucana.

Na data de 19 de Dezembro de 1941, em consonância com o Dec. Lei 3.199, de 14 de Abril, que criou o Conselho Nacional de Desportos, bem como as Instruções do Ministério da Educação e Saúde e da Confederação Brasileira de Desportos, foi elaborado e aprovado o novo Estatuto da Federação Pernambucana de Desportos, a qual resultou antes, em 1931, da fusão das Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e Pernambucana de Desportos Aquáticos.

Deste modo, em 26 de Março de 1955, já sob a Presidência de Rubem Moreira e Osvaldo Salsa, como Vice, foi elaborado e aprovado o Estatuto da Federação Pernambucana de Futebol, sucedendo a Federação Pernambucana de Desportos que surgiu, como dito antes, da fusão das Ligas Pernambucana Terrestre e Aquática de Desportos.

ARTIGO 1º - A Federação Pernambucana de Futebol, abreviadamente identificada como F.P.F., fundada em 16 de junho de 1915, nesta cidade do Recife, com foro e sede na Rua Dom Bosco, 871 – Boa Vista – Recife-PE, é uma entidade dirigente do desporto, com personalidade jurídica e patrimônios próprios, representada em juízo ou fora dele pelo seu Presidente Executivo e na sua ausência, com os mesmos poderes, pelo imediato Vice-Presidente, constituída por tempo indeterminado 2 Secretaria Geral – FPF na forma do Art. 217, da Constituição Federal/88, gozando de autonomia administrativa quanto a sua organização e funcionamento, sendo representada ativa e passivamente, judicial e extra-judicialmente pelo seu Presidente Executivo, resultante da fusão da Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e da Liga Pernambucana de Desportos Náuticos, anteriormente denominada Liga Sportiva Pernambucana.

- Parágrafo Primeiro - São considerados fundadores da Federação: Sport Club Flamengo, América Futebol Clube (anteriormente denominado João de Barros FootBall Club), Santa Cruz Futebol Clube e igualmente considerados fundadores, Sport Club do Recife, Clube Náutico Capibaribe, Ferroviário Esporte Clube do Recife (anteriormente denominado Associação Atlética Great-Western e atualmente denominado Clube Ferroviário do Recife), Íbis Esporte Clube, Auto Esporte Clube, participando da Assembléia da Fundação as Ligas, Olindense de Desportos, Desportiva Caruaruense, Desportiva Garanhuense e Desportiva de Pesqueira.

Parágrafo Segundo - A FEDERAÇÃO, amparada no inciso I do Art. 217 da Constituição Federal e nos termos da Legislação Desportiva Federal goza de peculiar autonomia quanto a sua organização e funcionamento, não estando sujeito à ingerência ou interferência estatal, a teor do disposto nos incisos XVII e XVIII do Art. 5º da Constituição Federal.

§ 3º - A FEDERAÇÃO reger-se-á pelo presente Estatuto, pelas disposições legais que forem aplicáveis, cabendo-lhe, na qualidade de filiada observar e fazer cumprir em todo Estado, os ditames estatutários e regulamentares da Confederação Brasileira de Futebol – CBF.

§ 4º - A FEDERAÇÃO reconhece que a prática formal do futebol é regulada por normas nacionais e internacionais e pelas regras de jogo aprovadas pela ―INTERNATIONAL FOOTBALL ASSOCIATION BOARDIFAB‖ que lhe incumbe fazer observar no Estado.

§ 5º - A FEDERAÇÃO não terá atividades político-partidárias, nem admitirá qualquer forma de preconceito de raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação., inclusive religiosa.

Art. 2º – A FEDERAÇÃO, cujo prazo de duração é indeterminado, tem personalidade jurídica e patrimônio próprio, distinto daqueles dos filiados que a compõem e exercerá suas atividades segundo o disposto neste Estatuto e leis acessórias, e tem por fim:

a) Administrar, dirigir, controlar, difundir, incentivar, melhorar, regulamentar e fiscalizar, constantemente e de forma única e exclusiva, a prática de futebol profissional e não profissional em todo o Estado de Pernambuco;

b) Coordenar a realização de competições de futebol em qualquer de suas formas, no âmbito estadual, com a participação das agremiações a ela filiadas no gozo de seus direitos; 3 Secretaria Geral – FPF

c) Respeitar, cumprir e fazer cumprir os Estatutos, Regulamentos, Diretrizes, Decisões e demais atos originados da CBF;

d) Manter a ordem desportiva e velar pela disciplina da prática do futebol nas entidades a ela filiadas;

e) Expedir aos filiados, com caráter de adoção obrigatória, qualquer ato inerente à organização, funcionamento e disciplina das atividades de futebol que promoverem ou de que participarem;

f) Regulamentar as disposições legais baixadas a respeito de atletas não profissionais e profissionais, dispondo, no exercício de sua autonomia, sobre inscrições, registro, inclusive de contrato de trabalho ou prestação de serviço, transferências, remoções e reversões, cessões temporárias ou definitivas, de acordo com as normas internacionais e emanadas da CBF;

g) Aplicar penalidades, no limite de suas atribuições, aos responsáveis pela inobservância das normas estatutárias, regulamentares e legais;

h) Interceder, junto a entidades públicas e privadas, visando à defesa dos direitos e interesses legítimos das pessoas jurídicas e físicas sujeitas a sua jurisdição;

i) Decidir, com exclusividade, sobre a promoção de competições estaduais e sobre a participação dos clubes e ligas a ela filiados;

j) Impor o afastamento da entidade, em casos de urgência e em caráter preventivo, de qualquer filiado que infrinja ou tolere que sejam infringidos os Estatutos e as normas emanadas da FIFA e da CBF;

k) Tomar quaisquer medidas que se revelem necessárias ou convenientes, a fim de impedir que se infrinjam o presente Estatuto, atos emanados da FIFA, da CBF e Federação Pernambucana de Futebol bem como as regras do jogo, aprovadas pela International Football Association Board.

§ 1º – Todos os membros, órgãos e integrantes da FEDERAÇÃO, assim como clubes, atletas, árbitros, treinadores, médicos e outros dirigentes pertencentes a clubes e ligas filiadas devem observar e fazer cumprir no âmbito estadual os Estatutos, Regulamentos, Diretrizes, Decisões e demais documentos que contenham orientações sobre disciplina e ética desportivas.

§ 2º - As normas de exceção dos princípios fixados neste artigo serão prescritas, além do que consta neste Estatuto, nos regulamentos, resoluções, portarias e Atos da Presidência da Federação Pernambucana de Futebol e demais normas orgânicas e técnicas, baixadas em consonância com as normas da CBF .

DAS INSÍGNIAS E DOS UNIFORMES

Art. 3º - A Federação tem como insígnias o pavilhão, o escudo e uniforme com as características seguintes:

I. A Bandeira tem forma retangular, na cor azul e branco, medindo 1.90 m. por 1.35 m., tendo no centro do retângulo um círculo branco de 0,55 cm. de diâmetro e dentro deste, o escudo oficial da Federação. O escudo é de forma circular de fundo azul, tendo no centro as letras FPF e uma bola azul e branca, podendo usar as cores do arco-íris.

II. Consta o primeiro uniforme de calção branco e camisa azul, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. Consta ainda na parte da frente, no lado direito na altura do peito a logomarca FPF e na parte das costas a respectiva numeração na cor branca. Os meiões são de cor branca, tendo na parte superior a logomarca F.P.F .

III. Consta o segundo uniforme de calção azul e camisa branca, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. Consta também na parte da frente da camisa, no lado esquerdo na altura do peito a logomarca FPF e na parte das costas a respectiva numeração na cor preta. Os meiões são de cor branca, tendo na parte superior a logomarca F.P.F.

IV. Consta o terceiro uniforme de calção azul, camisa azul, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. Consta também na parte da frente da camisa, no lado esquerdo na altura do peito a logomarca FPF e na parte das costas a respectiva numeração na cor preta. Os meiões são de cor azul, tendo na parte superior a logomarca F.P.F.

V. O esquente tem calça azul O blusão de mangas compridas é de cor azul, com a bandeira do Estado de Pernambuco no braço, tendo no lado esquerdo na altura do peito a logomarca FPF, podendo usar as cores do arco-íris da Bandeira de Pernambuco. VI. A F.P.F. poderá adotar flâmulas, galhardetes com as características existentes no pavilhão.

 

FONTES: Estatuto da Federação Pernambucana de Futebol – Jornal Pequeno 

 

Oficialmente, o Clube Náutico Capibaribe foi fundado em 7 de abril de 1901. Na prática, porém, já existia desde 1898, quando dois grupos adversários de remadores recifenses decidiram unir forças, criando uma só sociedade. Em 1905, foi a vez de os alvirrubros entrarem em campo, estreando no futebol, esporte em que a instituição também se tornou tradicional, sobretudo com o vice-campeonato da Taça Brasil de 1967 e com o hexacampeonato pernambucano, entre 1963 e 1968.

A origem do clube remonta a 1897, quando um grupo de praticantes de remo participou da recepção das tropas pernambucanas que haviam lutado na Guerra de Canudos. No dia 21 de novembro daquele ano, os remadores, liderados por João Victor da Cruz Alfarra, realizaram uma grande regata no Rio Capibaribe. A competição chamou a atenção no Recife e, consequentemente, o remo tornou-se uma modalidade popular.

Assim, alguns funcionários de armazéns das ruas do Rangel e Duque de Caxias, no Centro, decidiram criar o Clube dos Pimpões e disputar torneios contra o grupo comandado por João Victor Alfarra. No final de 1898, as duas equipes uniram-se, dando origem a uma terceira sociedade, que chegou a ser chamada de Recreio Fluvial, mas acabou se consolidando como Clube Náutico Capibaribe.

Nos gramados

A origem náutica nunca deixou de ter destaque na trajetória do clube. Entre 1905 e 1906, no entanto, ela começou a dividir espaço com o futebol. Foi nessa época que um grupo de ingleses formou a primeira equipe alvirrubra para a modalidade, jogando aos domingos, no campo de Santana ou na campina do Derby. Porém, o primeiro confronto oficial do Náutico só ocorreu em 1909.

O início nos gramados, porém, estava longe de ser glorioso, já que o esporte era tratado de forma secundária dentro do clube. Prova disso foi a falta de interesse do clube em se filiar à Liga Recifense de Futebol, criada em 1914. O início oficial só se deu dois anos depois, com a entrada na Liga Sportiva Pernambucana, em 1916.

A era profissional do futebol alvirrubro, por sua vez, veio na década de 1930. Em 1934, o clube conquistou o primeiro dos seus 21 títulos pernambucanos, vencendo os rivais Sport e Santa Cruz, por 8 a 1 e 2 a 1, respectivamente, nos últimos jogos do torneio estadual. Dois anos depois, o Náutico adquiriu o terreno em que construiu o Estádio Eládio de Barros Carvalho, mais conhecido como Aflitos (bairro onde se localiza). Em 2013, o time profissional deixou de atuar no local, passando a mandar seus jogos na Itaipava Arena Pernambuco, situada no município de São Lourenço da Mata. A sede, no entanto, continua recebendo treinamentos e competições de outras modalidades, além de eventos sociais.

O Timbu, mascote adotado pelo clube, tornou-se conhecido nacionalmente na década de 1960. E não foi à toa. A equipe conquistou seis campeonatos pernambucanos consecutivos, de 1963 a 1968. Quase cinquenta anos depois, a marca continua sendo uma exclusividade do Náutico no estado de Pernambuco e jogadores como Bita, Nino, Nado, Lala, Gena, Ivan Brondi e Salomão, ídolos da torcida alvirrubra.

Ao longo das décadas de 1970, 1980 e 1990, o Náutico conquistou quatro títulos pernambucanos. Em 2001, superando um jejum de 12 anos, voltou a levantar a taça, com um time que está gravado na memória de muitos alvirrubros. Comandada por Muricy Ramalho, a equipe tinha jogadores como Gilberto, Lima, Sangaletti, Adílson e Thiago Tubarão, além do ídolo e artilheiro Kuki, hoje auxiliar técnico do Timbu. Em 2002 e 2004, os alvirrubros sagraram-se campeões novamente.

Em 2006, foi a vez de o Náutico trilhar o caminho de volta para a Série A, após 12 anos longe da elite nacional. O Estádio dos Aflitos fez a diferença, já que o time conseguiu um aproveitamento de, aproximadamente, 90% nas partidas em casa. No último jogo, contra o Ituano, o Timbu venceu por 2 a 0, com gols de Felipe e Luís Carlos Capixaba.

Em 2009, porém, a equipe voltou à segunda divisão, conquistando um novo acesso em 2011. No ano seguinte, com uma boa campanha no Brasileiro, garantiu a vaga na Copa Sulamericana 2013. Foi a segunda participação do clube em uma competição internacional. Em 1968, o Náutico tornou-se o primeiro pernambucano a disputar a Libertadores, graças ao vice na Taça Brasil de 1967. No Brasileiro de 2013, o Timbu acabou rebaixado.

Agora, a missão é levar o alvirrubro de volta para o lugar que merece: a Série A. Faça parte desta corrente!

 

Títulos

Dentre os principais títulos conquistados pelo Clube Náutico Capibaribe, estão os 21 estaduais, além do vice-campeonato brasileiro de 1967.

Relação completa de todos os títulos:

PERNAMBUCANOS: 21 vezes campeão
(1934, 39, 45, 50/51/52, 54, 60, 63/64/65/66/67/68, 74, 84/85, 89, 2001/02 e 04)

TORNEIO INÍCIO: 14 vezes campeão
(33, 42, 44, 49, 52/53, 62/63/64/65, 75, 78/79 e 80)

TRICAMPEÃO DO NORTE – (65/66/67)

CAMPEÃO DOS CAMPEÕES DO NORTE – (1966)

VICE-CAMPEÃO BRASILEIRO “Taça Brasil de Clubes” – (1967)
VICE-CAMPEÃO BRASILEIRO DA SEGUNDA DIVISÃO – (1988 e 2011)

TORNEIO DA PAZ – (1943)
(Santa Cruz, América/PE, Great Western/PE e Flamengo-PE)

TORNEIO DOS CAMPEÕES DO NORTE – 1952
(América/RN, Tuna Luso/PA, Ceará/CE, Treze/PB, CRB/AL, Confiança/SE e Ipiranga-BA)

TORNEIO MUNICIPAL – 1952
(Sport, Santa Cruz, América/PE e Auto Esporte/PE)

TORNEIO CENTENÁRIO DE CAMPINA GRANDE – 1964
(Confiança/SE, Olaria/RJ e Fortaleza/CE + Outros Times em outros Grupos)

TORNEIO PENTAGONAL DOS CAMPEÕES DO NORTE – 1966
(Bahia/BA, Fortaleza/CE, Sport e Ceará/CE)

TAÇA ERALDO GUEIROS – 1972
(Sport, Santa Cruz, Central/PE, América/PE e Ferroviário/PE)

TORNEIO GOVERNADOR CORTEZ PEREIRA – 1975
(Santa Cruz, Bahia/BA, América/RN e ABC/RN)

TORNEIO REABERTURA DO ARRUDA – 1982
(Sport, Santa Cruz e Central/PE)

TORNEIO JAIME CISNEIROS – 1990
(Sport e Santa Cruz)

COPA FINTA – 1996 (CRB/AL)

 

FONTES: Site do clube – Diário de Pernambuco – Jornal Pequeno

 

Torre Sport Club foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). O ‘Madeira Rubra’ foi Fundado no dia 13 de Maio de 1909, por funcionários do Cotonifício Torre Ltda. juntamente com esportistas locais, entre os quais: Miguel Lima, Mario Pinto, Jeronymo Hygino e Álvaro Guimarães. A sua origem foi o Agro Esporte Clube, constituído por alunos da Escola de Agronomia de Socorro, no município de Jaboatão, Região Metropolitana do Recife.

A sua Sede ficava na Rua da Imperatriz, 168 – 1º andar, no Bairro da Boa Vista. Depois se mudou para a Rua da Glória, 243, no Bairro da Boa Vista. Por fim, na Rua do Rosário, 10, no Bairro da Torre, no Recife. O seu Estádio era o Campo da Torre.

FONTE: Jornal Pequeno

 

Santa Cruz Futebol Clube mais conhecido como Santa Cruz é uma agremiação poliesportiva brasileira, sediada no Recife. Fundada a 3 de fevereiro de 1914, é um dos mais tradicionais e populares clubes de futebol de Pernambuco e do Nordeste brasileiro.

Suas cores oficiais são o preto, o branco e o vermelho. Costuma mandar suas partidas no Arruda, um dos seis maiores do país. Tido como um dos três clubes de maior torcida de Pernambuco, tem como os dois maiores rivais esportivos o Sport Club do Recife, com o qual protagoniza o Clássico das Multidões, e o Clube Náutico Capibaribe, com quem disputa o Clássico das Emoções.

Dentre as suas principais conquistas, o Santa Cruz possui um título nacional do Campeonato Brasileiro – Série C e dois títulos regionais: um da Copa do Nordeste e um do Torneio Hexagonal Norte-Nordeste e entre os títulos estaduais são 29 do Campeonato Pernambucano (Dentre os quais um Super-Campeonato Pernambucano, sendo o único Tri-Supercampeão Pernambucano), 12 do Torneio Início de Pernambuco e 4 da Copa Pernambuco. O Santa Cruz ainda ostenta uma Fita Azul honraria de mérito concedida ao Clube que conclui de maneira invicta uma excursão no exterior (realizada em março de 1980).

FONTES: Wikipédia – Jornal Pequeno 

 

A partir do final da década de 1920, o futebol suburbano recifense teve um grande impulso, com a criação da Associação Suburbana dos Desportos Terrestres (ASDT), que foi uma entidade da cidade de Recife (PE). Fundada na sexta-feira, do dia 1º de Fevereiro de 1929, teve como primeiro presidente o Sr. Ramos de Freitas. No ano seguinte a sua fundação, adquiriu a sua Sede própria que ficava na Rua Direita, 106 / 1º andar, no Bairro São José, no Recife.Antes da sua criação o futebol pernambucano se limitava apenas ao Campeonato Estadual, e, mesmo assim, agregando equipes da cidade do Recife.

Seus primeiros afiliados foram os seguintes times:

Tráfego, Aurora, Fluminense, Afogadense, Arruda Diversional, Monteirense, Santos Dumont, Independência, Varzeano, Cordeirense, Rio Branco, Palmeiras, Torre, Associação Atlética do Arruda, Auto Sport, Nacional, Pina, Recife, Rio Corrente, Jutaí, Atheniense, Tuyuti, ABC, Íris, Great Western e Tejipió.

Com a criação da ASDT, o futebol suburbano cresceu tanto, que os jogos da primeira divisão do campeonato pernambucano começaram a ficar vazios quando coincidia ter algum clássico suburbano. Vários desses times, incentivados pelo bom futebol e pelas torcidas, ingressaram na primeira divisão do futebol pernambucano, como o AthenienseGreat WesternAssociação Atlética do ArrudaFluminenseIsraelitaEncruzilhada e Íris.  Um jogo entre o Íris e o Atheniense, por exemplo, levava uma multidão ao campo onde fosse realizada a partida pelos bairros do Recife.

Contudo, o futebol bretão se espalhava rapidamente com o surgimento de diversas equipes que preenchiam as datas ao longo do ano em partidas amistosas e festivais.  partir da criação da ASDT o futebol pernambucano ganhou uma nova cara.

Indiretamente, a entidade estimulou o fortalecimento de outras ligas e os times que se destacavam seja no aspecto técnico ou no financeiro (atraiam bons públicos) recebiam o convite para disputar a elite do futebol pernambucano.

Portanto, não seria exagero nenhum afirmar que o Campeonato Suburbano, organizado pela Associação Suburbana de Desportes Terrestres (ASDT) era equivalente a um ‘embrião’ da Segunda Divisão Pernambucana, que ganhou essa nomenclatura em 1953.

FONTES: A Província – Jornal de Recife – Diário de Pernambuco – Jornal Pequeno

 

O América, Campeão do Centenário de 1922, levantou ontem (quarta-feira, do dia 30 de março de 1938), brilhantemente, o Torneio Início Pernambucano de 1938, no seu Estádio da Jaqueira (próximo a Rua do Futuro), no Bairro das Graças, no Recife.

Na estreia, o America, que apresentou-se com as novas camisas rubras, venceu o Flamengo por 3 a 2. Contudo, na seqüência foi impiedoso ao golear por 11 a 2 o Great Western, nas semifinais, e na decisão outra goleada. Dessa vez por 3 a 0 diante do Sport do Recife, também no Estádio da Jaqueira.

Primeira Fase (domingo, no dia 27 de março de 1938)

JOGOS

ÁRBITROS

HORÁRIO

1º Jogo

Sport Recife

3

X

1

Íris SC

José M. Carneiro Pessoa

14:30

2º Jogo

Santa Cruz

0 (1)

X

0 (0)

Náutico

Manoel Pinto

15:00

3º Jogo

Tramways

1

X

2

Great Western

Alberto Gomes Alves

15:30

4º Jogo

América

3

X

2

Flamengo

Julio Fernandes

16:00

 

No 1º Jogo, o Sport do Recife iniciou com fortes ataques conseguindo vencer por 3 gols a 1 o Íris Sport Club e um escanteio pró.

O 2º Jogo, foi a partida melhor disputada. Santa Cruz e Náutico jogaram com vontade firme de vencer. As duas defesas trabalharam muito. No final, melhor para o Santa Cruz que venceu por 1 escanteio a zero.

No 3º Jogo, a surpresa foi a brilhante vitória do Great Western contra a poderosa equipe do Tramways. Os “Ferroviários” mais homogêneos, atacaram muito os últimos redutos dos “Elétricos“, vencendo por 2 a 1.

O 4º Jogo do dia, os americanos venceram a turma alvinegra por 3 a 2, e um escanteio a zero.

 

Com esses resultados, o Sport Recife, Santa Cruz, Great Western e América avançaram às semifinais do Torneio Início de 1938. Os jogos foram de 40 minutos, divididos em dois tempos de 20 minutos. Os escanteios só passariam a valer nas prorrogações.

 

Os jogos finais foram realizados três dias depois, na noite da quarta-feira, do dia 30 de março de 1938. Os times foram escalados da seguinte forma:

América: Pedro; Allemão e Popó; Nylo, Zé Orlando e Jayme; Waldyr, Ayrton, Nicácio, Fuza e Duda.

Great Western: Vicente; Theonilo e Zeca; Babé, Tarzan e Helino; Garibaldi, Sylo, Badú, Tutú e Zé Pequeno.

Santa Cruz: Diógenes; Sidinho II e Pedrinho; Xaxá, Rubens e Siduda; Malaquias, Zé Pequeno, Tará, Sidinho e Siduca.

Sport do Recife: Enerson; Fernando e Gelsomino; Ernesto, Zago e Zezinho; Plínio, Djalma, Pitota, Limoeiro e Danzi.

 

Semifinais (quarta-feira, do dia 30 de março de 1938)

JOGOS

ÁRBITROS

HORÁRIO

5º Jogo

Sport Recife

1

X

0

Santa Cruz

José Fernandes Filho

20:00

6º Jogo

América

11

X

2

Great Western

Alberto Gomes Alves

20:50

 

Final (quarta-feira, do dia 30 de março de 1938)

JOGOS

ÁRBITROS

HORÁRIO

7º Jogo

América

3

X

0

Sport Recife

Alberto Gomes Alves

21:30

 

 FONTE: Jornal Pequeno

 

 

O “a ponta solta” na história do América Futebol Clube, ou simplesmente América do Recife, era o fato de a agremiação ter usado ou não a cor vermelha no seu escudo e uniforme em algum momento. No entanto, encontrei provas que comprovam que tal questão aconteceu, sim, no ano de 1938. Agora, vamos encaixar essa lacuna na história do América.

1914: O Início

Fundado no dia 12 de Abril de 1914, com o nome de João de Barros Football Club, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.

É considerado o quarto clube mais vitorioso do estado. Atualmente manda suas partidas na cidade de Paulista, usando o Estádio Ademir Cunha para realização de seus jogos. A sede fica localizada na Estrada do Arraial, no bairro de Casa Amarela, zona norte da cidade.

Sua torcida era composta por grandes famílias aristocratas do Recife e também era querido pela Colônia Portuguesa Recifense, sem contar os outros torcedores espalhados pelo Recife, especialmente nos bairros de Casa Amarela, Casa Forte, Apipucos e Caxangá.

Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.

Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.

Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada “América Futebol Clube”, convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube“, carta de  Belfort Duarte enviada a imprensa.

 

Maior virada do futebol brasileiro

Aconteceu em 1915 pelo Campeonato Pernambucano daquele ano onde o América vencia o Santa Cruz por 5 a 1 até os 30 minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o Santa Cruz marcou seis gols numa incrível seqüência e venceu o jogo por 7 x 5. Essa partida foi a maior virada do futebol profissional brasileiro. A bola do jogo se encontra na sede do Santa Cruz no bairro do Arruda, no Recife.

Em 1918, o América sagrava-se campeão estadual, com a seguinte escalação: Jorge, Ayres e Alecxi; Rômulo,Bermudes e Soares; Siza, Angêlo Perez, Zé Tasso, Juju e Lapa.

 

Campeão do Centenário da Independência em 1922

Em 1922, o América sagrava-se bicampeão pernambucano, mas o grito que ecoava no Recife era o de Campeão do Centenário, pois nesse ano o Brasil comemorava 100 anos de independência a Portugal. A Campanha vitoriosa foi a seguinte:

07.05 América 2 x 1 Sport

21.05 América 4 x 0 Peres

04.06 América 2 x 1 Náutico

23.07 América 3 x 1 Equador

06.08 Torre 1 x 0 América

22.10 América 2 x 1 Santa Cruz

05.11 América 4 x 2 Flamengo

 

Jogos interrompidos pelos mais diversos motivos, principalmente pelo fato de o campo ter ficado escuro, como o clássico América x Sport da primeira rodada, que terminaria decidindo o campeonato; jogos anulados, como o que envolveu o Torre e o novato Equador; entrega de pontos – Equador, Santa Cruz ao Sport, e Peres ao Náutico; jogo não realizado, devido ao desinteresse dos dois clubes – Flamengo e Santa Cruz – após adiamento provocado pelas chuvas, que caíram intensamente, tudo isso marcou o Campeonato Pernambucano de 1922, disputado sob intensa época chuvosa e frio.

O campeonato foi disputado em turno único. Assim, houve apenas os jogos de ida. Mais uma vez, Sport e América surgiam como candidatos ao título de campeão. Os rubro-negros pretendiam interromper a marcha de seu maior rival, que buscava o segundo bicampeonato.

A Liga já tinha instituído o sistema de dois ou mais jogos por rodada. Logo de saída, Náutico x Centro Peres deixou de ser disputado por causa do mau tempo. Tendo sido marcada para outra data, a partida terminou não sendo realizada porque o Peres entregou os pontos.

Vitória do Náutico, portanto, por WO. No mesmo dia, 7 de maio, o América derrotava o Sport pela contagem de 2 a 1, tendo sido o encontro suspenso por falta de iluminação. Na época invernosa, como ainda acontece hoje, escurece mais cedo nessa região, e os campos ainda não tinham iluminação artificial.

 

A direção da Liga determinou que os oito minutos restantes fossem disputados em data posterior, depois do cumprimento da tabela. Assim, rubro-negros e alviverdes voltaram a campo em 19 de novembro. Loca, Jaqueira, chamado de América Parque, onde a partida estava sendo disputada ao ser interrompida. Embora estivessem programados apenas alguns poucos jogos, um grande público compareceu. É que estava em cena o pomposo título de Campeão do Centenário.

O América, que sofrera uma derrota em meio à sua jornada, ao perder para o Torre por 1 a 0, chegava àquele momento, com 10 pontos ganhos, enquanto o Sport tinha 11, sem incluir, é claro, os pontos daquela partida, que os americanos estavam ganhando por 2 a 1.
Foram instantes dramáticos. O Sport lançou-se furiosamente ao ataque. Se conseguisse pelo menos empatar o jogo, ficaria com 12 pontos, e deixaria o gramado festejando a conquista de mais um título. Já o América se defendia com unhas e dentes, uma vez que se o placar fosse mantido, passaria a somar 12 pontos e levantaria a taça, pois o Sport permaneceria com 11. E foi o que ocorreu. Fim de jogo, vitória do América por 2 a 1. A torcida alviverde fez muito barulho na comemoração da conquista que ainda é lembrada, quando a imprensa se refere ao clube como o Campeão do Centenário.

Time-base campeão: Nozinho; Rômulo e Cunha Lima; Lindolpho, Licor e Faustino; Meirinha, Fabinho, Zé Tasso, Juju e Matuto.

Escudo de 1938 e 1939

 

O 1° campeão nordestino

Enquanto no sul se organizava a Copa dos Campeões e o Torneio Rio-São Paulo, em Alagoas foi organizada uma competição diferente: a Taça Nordeste (o primeiro torneio inter-estadual da região Nordeste de que se tem notícias).

A competição ocorreu para festejar o Dia do Trabalhador, em Maceió. Foram convocadas oito das melhores equipes do Nordeste: Botafogo e Vitória (Bahia), Cabo Branco e América (Paraíba), CRB e CSA (Alagoas) e Sport e América (Pernambuco).

O Mequinha passou às semifinais ao lado do Botafogo-BA e enfrentaria mais uma vez o Sport fazendo uma reprise da final de 1922, e dessa vez aplicando 6 a 2 no Leão, que era até então devastador.

O todo poderoso América ficaria conhecido em todo Nordeste e faria uma final histórica contra o CSA de Alagoas, que havia vencido o Botafogo da Bahia, o campeão baiano da época.

Na final um dos jogos mais eletrizantes da história, com uma vitória para ambas equipes. Como o América detinha a vantagem, sagrou-se o primeiro campeão nordestino de que se tem notícias.

O primeiro jogo foi realizado no dia 4 de fevereiro e o América venceu o CSA por 2 a 1, mostrando todo poderio de uma equipe que era famosa em todo Nordeste. O CSA abriu a contagem através de Nelcino. Zé Tarso e Juju deram a vitória ao clube pernambucano.

No dia 6, ocorreu a segunda partida. O CSA a venceu por 4 a 3. Foi uma das mais eletrizantes partidas de futebol da história do América. Juju fez 1 a 0 para o América. Nelcino empatou e Bráulio fez 2 a 1 para o CSA. Zé Tarso empatou outra vez, daí Odulfo fez 3 a 2 e 4 a 2 para os alagoanos.

Juju voltou a marcar para o América, fechando o placar. Foi uma vitória consagradora no torneio e que repercutiu nos grandes jornais do Recife. Americanos e azulinos jogaram as duas partidas com os mesmos jogadores. O América tornava-se a primeira potência do futebol nordestino.

O CSA formou com Mendes, Osvaldo e Hilário; Campelo, Mimi e Geraldino; Bráulio; Alírio; Odulfo; Murilo e Nelcino.

O América atuou com Nezinho, Romulo e Faustino; Lyndolfo; Moreira e Zizi; Lapinho; Leça; Zé Tarso; Juju e Araújo.

Tal título seria para alguns a maior conquista do clube alviverde até hoje, por ser uma conquista além dos domínios pernambucanos.

1938: América troca o verde pelo vermelho

O declínio do Torre Sport Club, que tinha informado a Federação Pernambucana de Desportos (FPD) que não participaria do certame de 1938, foi a oportunidade que o América esperava para mudar as cores alviverde para a alvirrubra.

Diante do quadro, a entidade máxima do futebol pernambucano de o aval ao America para utilizar as cores vermelha e branca. A estreia com as novas cores aconteceu no domingo, no dia 27 de março de 1938, na fase preliminar do Torneio Início da FPD.

O ex-diretor do Torre, Francis E. Hulder no dia seguinte, enviou uma carta de protesto ao, no dia 28 de março de 1938, Jornal Pequeno, manifestando o seu descontentamento com a ação da FPD:

Tendo lido o despacho que a presidência da FPD de a um oficio do América, e tendo procurado me interar do mesmo, vim  saber que se tratava da mudança de cores do mesmo para o Torre, ou seja, camisetas encarnadas, sob alegação de que o América dos outros estados são todos desse uniforme.

Como ex-diretor do Torre e como admirador que ainda sou do mesmo, que se acha afastado da Federação por negação ao apoio da mesma Federação, lanço por este meio o meu protesto à pretensão do América, não somente por acha-se o Torre afastado simplesmente sob licença, como também, por haver outro clube que assiste maior direito de usar as referidas cores por serem iguais alvirrubras“.

Apesar da reclamação, a FPD manteve a decisão e o América foi para final do Torneio Início com a ‘camisa encarnada’, na quarta-feira, no dia 30 de março de 1938,. E o resultado não poderia ter sido melhor. Na final, o América goleou o Sport Recife por 3 a 0, faturando o título do Torneio Início de 1938.

Parecia que a cor vermelha tinha vindo para ficar. Porém, bastou o América não ir bem no Estadual de 1938 para a oposição no clube exigir a volta da cor verde. Após uma briga interna, a direção do clube decidiu no início de 1939 voltar ao alviverde, colocando um ponto final na ‘camisa encarnada’.
1944: O Último e heróico

Zezinho, Capuco, Julinho, Djalma, Edgard, Oseás, Pedrinho, Barbosa, Leça, Galego e Rubens. Essa é a formação da Equipe Esmeraldina que foi Campeã pernambucana pela ultima vez. Foi o título mais sofrido e heróico do América. Vejam os resultados dessa final acirrada contra o Náutico: 28/01 Náutico 1 x 1 América, 04/02 Náutico 2 x 3 América, 09/02 Náutico 0 x 2 América, 18/02 América 3 x 0 Náutico.

Vejam o que foi dito em uma matéria esportiva do Diário de Pernambuco de 20 de fevereiro de 1945:

O Recife viveu horas de grande vibração esportiva, vibração espontânea e justificada do povo, à tarde e durante a noite de anteontem, quando o glorioso América Futebol Clube sagrou-se, mais uma vez, campeão pernambucano de futebol [ganhou do Náutico, com um placar de 3x0]. Aquela grande assistência que lotava parte das dependências do estádio da Ilha do Retiro recebeu com verdadeiro júbilo o triunfo do esquadrão americano, numa disputa leal, onde vencidos e vencedores foram dignos dos mais francos aplausos. O triunfo do América, não o triunfo de domingo, mas o triunfo do campeonato foi justo e merecido. Depois de 17 anos de trabalho, 17 anos de sonhos, o campeão do Centenário, honrando as suas tradições de baluarte dos desportos pernambucanos, conquista mais um custoso laurel para a sua história.”
A festa do Título durou muito tempo, Casa Amarela em peso festejava a conquista houve comemorações no Antigo Bar Savoy e no Clube Português do Recife, pois na época ainda não possuía a Sede da Estrada do Arraial.

 

Após a conquista do campeonato de 1944 pelo América, somente os outros três grandes times da capital pernambucana levantaram o caneco.

 

João Cabral de Melo Neto, um americano

O reconhecido escritor pernambucano foi um grande torcedor americano e sempre que podia ia ver os jogos do seu clube de coração. Além de poeta, João Cabral chegou a ocupar posição de center-half, ou, como se diz hoje, volante, e foi uma promessa do futebol pernambucano. Nele, disposição física e apuro intelectual conviveram sem crises ou antagonismos. Na adolescência, jogou pelos times do América e do Santa Cruz. Em 1935, aos 15 anos, foi campeão juvenil pelo Santa Cruz.

Dentre suas grandes obras destaca-se “Morte e Vida Severina“, de 1955. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de agosto de 1968, tomando posse de sua cadeira em 6 de maio de 1969.

No final da década de 80, descobriu que sofria de uma doença degenerativa incurável, a qual lhe impunha fortes e constantes dores de cabeça, o que causaria, aos poucos, a perda de sua visão, fazendo-o parar de escrever e ficar depressivo, e a vontade de falar (“Não tenho muito o que dizer”, argumentava).

Morreu no dia 9 de outubro de 1999, no Rio de Janeiro, aos 79 anos, encoberto com a bandeira do América e com a tristeza de não rever o Campeão do Centenário forte como antes, em sua juventude. Um dos momentos marcantes de seu velório foi o discurso proferido Arnaldo Niskier, no “Salão dos Poetas Românticos”, na Academia Brasileira de Letras, onde foi velado seu corpo:

Fecham-se os olhos cansados do poeta João e não conseguimos realizar o sonho que agora desvendo: ver o América Futebol Clube voltar aos seus dias de glória. Nem o daqui do Rio, nem aquele que era a sua verdadeira paixão: o América do Recife.”

 

Anos de jejum e Taça Recife

Após o Glorioso e heróico título pernambucano de 1944, o América ainda conseguiu um vice-campeonato em 1952, perdendo para o Náutico. Os anos seguintes foram de jejum e, aos poucos, durante o final da década de 1950 e as décadas de 1960 e 1970, o América foi perdendo espaço no cenário esportivo do estado por nunca mais ter conquistado um título.

Prevalecia ainda sua “fiel torcida da Velha-Guarda Americana” sempre quando o América ia jogar, e ainda possuindo a simpatia do público do bairro de Casa Amarela.

Em 1975, enfim o América fazia ecoar o grito de campeão. Venceu o Náutico na final da Taça Recife, desbancando até o Santa Cruz que na época era a maior potência local.

A imprensa recifense dava uma certa atenção ao time do América, tanto pelas polêmicas dos dirigentes, como pelos jogadores contratados, e também na tentativa de soerguer o clube, que já vinha numa descendente no futebol. O clube era carinhosamente chamado de Verdão 75.

Nos seus jogos sempre havia a presença de uma torcida, mesmo pequena, mas com charanga e bandeiras alviverdes. O artilheiro daquela edição da Taça Recife foi Edu Montes, com 7 gols.

 

Classificação para a Série D

Liderado por Carlinhos Bala o América conseguiu uma classificação inédita a Série D 2016 ,e por pouco não chegou as semifinal do Campeonato Pernambucano lutando até a última rodada por ela.

 

 

FONTES:  Wikipédia – Jornal Pequeno – Diário de Pernambuco

 

O Globo Sport Club foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). Fundado em Outubro de 1928, por um grupo de operários e funcionários dos Grandes Moinhos do Brasil S/A. A sua Sede social ficava localizado na Rua Vidal de Negreiros, nº 110, no Bairro São José, no Recife.

Os Grandes Moinhos do Brasil S/A associou-se em 30 de maio de 1914, com a empresa Just Basto & Cia., que operava no ramo de exportação e importação de farinha de trigo, procedente da Hungria e dos EUA, para a construção, montagem e funcionamento de um moinho a ser instalado junto ao cais do porto do Recife

A sociedade aconteceu, sobretudo, por que a Just Basto & Cia., não dispunha de capital suficiente para os negócios. Em 1966 os Grandes Moinhos do Brasil S/A acresceu a denominação Indústrias Gerais. Em 1986, teve sua razão social alterada para Moinho Recife S.A. Empreendimentos e Participações, uma das maiores unidades da Bunge em industrialização de trigo com estrutura portuária.

O seu 1º jogo foi realizado, no domingo, do dia 25 de Novembro de 1928, diante do Trafego Sport Club, no campo do Cordeirense. A partida foi um grande evento que contou com duas Bandas de música e as moças que compareceram receberam diversos prêmios. Infelizmente nenhum veículo disponibilizado fez uma matéria ou nota sobre o resultado dessa peleja.

O Globo estreou nos gramados com a seguinte equipe: José Mendes; Moacyr e Rheumatismo; Octavio (Cap.) Bataclan e Pacheco; Filó, Carioca, Espedicto, Berto e Raymundo. Reservas: Trindade, Tabocar e Pedro.

O clube seguiu realizando jogos amistosos e festivais até 1929. A partir daí o ocorreu um hiato e oito anos depois o Globo foi reorganizado na quarta-feira, do dia 09 de Junho de 1937. A 1ª Diretoria ficou constituída assim:

Presidente - Sylvio Menezes;

Vice-Presidente - Galba Mattos;

1º Secretário - Djalma Carvalho;

2º Secretário - Armindo Moura;

Tesoureiro - Geraldo Barbosa;

Vice-Tesoureiro - Nivaldo Alcântara;

Diretor de Esportes - Osmar Mattos;

Vice-Diretor de Esportes - Manoel Freire;

Comissão Fiscal - José Caminha, Aloysio Lira e Caetano Galvão.

Na quinta-feira, do dia 13 de Abril de 1939, o Globo deu entrada para obter filiação a Federação Pernambucana de Desportos (FPD). Desta forma o Globo completaria o número de clubes na Divisão Branca da FPD. Uma semana depois, o clube teve o seu pedido aprovado.

O Campeonato Pernambucano de Football de 1939, foi elaborado com dois grupos de profissionais: Divisão Azul (América, Náutico, Santa Cruz, Sport Recife e Tramways) e Divisão Branca (Flamengo, Globo Sport Club, Great Western, Íris e Torre).

No final, o Náutico foi o campeão da Divisão Azul (que, na prática foi o vencedor do Estadual de 1939). Já na Divisão Branca, o título ficou o Torre (que equivalia o Estadual da Segunda Divisão). O Globo não fez uma boa campanha, terminou na lanterna com apenas um ponto somado.

Em 1940, o Globo participou do Campeonato da Segunda Divisão, organizado pela Associação Suburbana dos Desportos Terrestres (ASDT). Em 1942, se mudou para Sede provisória na Rua Padre Floriano, s/n, no Bairro São José. Em 1946, já com a nomenclatura aportuguesada, o Globo Esporte Clube, tinha mudado de Sede, na Avenida Norte, s/n, em Casa Amarela, em Recife.

 

O Diário Pernambucano, em 29 de março de 1942, fez uma reportagem, onde apresentou uma tese do porquê do Globo não ter debutado no Estadual. “O Globo não pertence mais aos subúrbios. Há cerca de três anos que o Tricolor passou-se para a FPD. Todavia, e é bom salientar, depois que ele começou a figurar na lista dos filiados à Federação Pernambucana de Desportos sua situação mudou de figura; e mudou para pior. Não vamos atribuir o fato a uma melhor organização da ASDT sobre a FPD. Nem de longe pensamos nisso. Queremos demonstrar somente que, pertencendo à entidade da rua do Imperador, o Globo acompanhava com facilidade o passo de seus congêneres. Passando para a divisão dos principais, viu-se obrigado a acelerar o passo, formando numa corrida que não lhe era possível  acompanhar. Essa corrida foi o profissionalismo. Quando o grêmio de Neco entrou para a FPD, era Constituído de amadores, exclusivamente. Seus defensores jogavam com amor à camisa”.

Time de 1928: José Mendes; Moacyr e Rheumatismo (Gomes); Octavio (Cap.) Bataclan (Miro) e Pacheco (Similia); Filó (Rochinha), Carioca (Fininho), Espedicto, Berto (Malvadeza) e Raymundo (Laércio). Reservas: Trindade, Tabocar e Pedro.                                   

Time de 1929: Chatinho; Rangel e Zezé; Batuta, Louro e Biló; Luiz, Neco, Pipiu, Petrol e Júlio.

 Time de 1938: Joel; Geo e Bri; ourival, Rolim e Zuza; Edmilson, Murillo, Duda, Inaldo e Cebrito.

 

FONTES: Jornal A Província – Jornal Pequeno – Jornal de Recife – Diário de Pernambuco

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