FLUMINENSE F.C.      4    X         0          AMÉRICA-PE

LOCAL: Estádio das Laranjeiras, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio (RJ)

DATA: Terça-feira, no dia 24 de Julho de 1951

CARÁTER: Amistoso Nacional

RENDA: Cr$ 48.270,00

PÚBLICO: 3.862 pagantes

ÁRBITRO: Argemiro Félix de Lima, o Sherlock (FPF)

FLUMINENSE: Castilho, Lafaiete e Pinheiro; Pé de Valsa, Sanford (Edson) e Jaiminho; Reis (Lino), Didi, Villalobos (Orlando Pingo de Ouro), Carlyle e Joel (Quincas). Técnico: Zezé Moreira

AMÉRICA-PE: Zé Paulo; Decadela e Geraldo; Tomires, Serdi e Astrogildo; Isaias (Dário), Hamilton, Macaquinho (Luiz), Valeriano e Dário (Mário).

GOL: Carlyle aos 6 minutos (Flu); Joel aos 30 minutos (Flu), no 1º Tempo. Orlando Pingo de Ouro aos 20 minutos (Flu); Quincas aos 40 minutos (Flu), no 2º Tempo.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro), pertencente ao Sport do Recife, foi reformado para a competição e tinha capacidade, na época, de 20 mil pessoas. Na metade do século XX, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo eram as únicas cidades brasileiras com mais de meio milhão de habitantes, então a capital pernambucana foi escolhida a representante da Região Nordeste. Receberia dois jogos, mas com a desistência da França, que se recusou a participar da competição porque jogaria em Porto Alegre e no Recife, a uma distância de 3.779 quilômetros, a cidade abrigou somente um jogo.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Bangu Atlético Clube (RJ) excursionou, no mês de janeiro de 1949, pelo Nordeste. Realizou três jogos cada, em Fortaleza (CE), São Luís (MA ) e Recife (PE). Ao todo, foram nove jogos, com seis vitórias, dois empates e uma derrota; marcando 25 gols (média de 2,8 gols por partida), sofrendo 14 (média de 1,6 gols por partida), com saldo de 11.

Fortaleza (CE)

Fortaleza (CE)                     2          x          5          Bangu

Ferroviário (CE)                   0          x          3          Bangu

Ceará (CE)                           3          x          4          Bangu

São Luís (MA)

Sampaio Corrêa (MA)        2          x          2          Bangu

Moto Club (MA)                   1          x          0          Bangu

Sampaio Corrêa (MA)        2          x          4          Bangu

Recife (PE)

Sport Recife (PE)                1          x          3          Bangu

Náutico (PE)                        2          x          2          Bangu

Santa Cruz (PE)                  1          x          2          Bangu

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

SAMPAIO CORRÊA (MA)             3          X         2          SANTA CRUZ (PE)

LOCAL: Estádio Santa Isabel, em São Luís (MA)

CARÁTER: Amistoso Nacional (4º jogo em São Luis-MA)

ÁRBITRO: Salvador Peririni (péssima atuação)

SAMPAIO: Valter; Rebolo e Serejo; Reginaldo, Gegeca e Decadela; Bodinho, Duó, Pepê, Capuco e Zé Pequeno.

SANTA CRUZ: Nico; Salvador e Pedrinho II; Guaberinha, Rubens e Palito; Toinho, Dengoso, Eloy, Pardi (Argentino) e Edgard.

GOLS: Pepê, três vezes (Sampaio); Eloy, dois gols (Santa Cruz)

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

MARANHÃO (MA)              5          X         4          SANTA CRUZ (PE)

LOCAL: Estádio Santa Isabel, em São Luís (MA)

CARÁTER: Amistoso Nacional (3º jogo em São Luis-MA)

ÁRBITRO: Manoel Ferreira Novais

MARANHÃO: Valter (Juarez); Santa e Expedito; Batistão, Vicente e Arel; Celso (Sales), Almeida (Inaldo), Moura (Celso), Mercir e Coelho.

SANTA CRUZ: Teobaldo (Nico); Salvador e Pedrinho II; Guaberinha, Rubens e Palito; Toinho, Dengoso, Eloy, Pardi (Amaury) e Edgard.

GOLS: Coelho; Celso, duas vezes; Mercir e Moura (Maranhão); Guaberinha; Dengoso, dois tentos; e Eloy (Santa Cruz)

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

MOTO CLUB (MA)             4          X         2          SANTA CRUZ (PE)

LOCAL: Estádio Santa Isabel, em São Luís (MA)

CARÁTER: Amistoso Nacional (2º jogo em São Luis-MA)

ÁRBITRO: Manoel dos Santos (FPF), substituído por Manoel Ferreira Novais

MOTO: Rui; Santiago e Carapuça; Sandoval, Frasio e Nascimento (Valdemar); Mosquito (Galego), Valentim, Galego (Pepê), Zuza e Jesus (Mosquito).

SANTA CRUZ: Teobaldo; Salvador e Pedrinho II; Guaberinha (Irineu), Rubens e Palito; Toinho, Dengoso, Eloy, Edgard e Sancho.

GOLS: Jesus; Pedrinho, contra; Zuza e Valentim (Moto); Guaberinha e Edgard (Santa Cruz)

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

SAMPAIO CORRÊA (MA)             0          X         2          SANTA CRUZ (PE)

LOCAL: Estádio Santa Isabel, em São Luís (MA)

CARÁTER: Amistoso Nacional (1º jogo em São Luis-MA)

ÁRBITRO: Manoel Ferreira Novais (atuação regular)

SAMPAIO: Baltazar; Rebolo e Serejo; Reginaldo, Gegeca e Decadela; Bodinho, Duó, Giovani, Capuco e Zé Pequeno.

SANTA CRUZ: Teobaldo; Salvador e Pedrinho II; Guaberinha, Irineu (Rubens) e Palito; Toinho, Dengoso, Eloy, Edgard e Sancho.

GOLS: Sancho e Eloy (Santa Cruz)

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

Já no mês de Março de 1947, o Santa Cruz excursionou até São Luís, do Maranhão. Na ‘Ilha do Amor’, venceu o Sampaio Corrêa por 2 a 0, e depois acabou goleado pelo Moto Club por 4 a 2. Neste jogo, no final do primeiro tempo, o árbitro pernambucano, Manoel dos Santos estava desagradando o time maranhense, que na concepção dos mesmos estava permitindo que os atletas do Santa Cruz apelassem para a violência tendo a complacência do juiz.

Então, aos 41 minutos, o zagueiro do Moto, Carapuça agrediu o árbitro estabelecendo grande confusão. Após os ânimos serenados, ficou definido a substituição do árbitro pernambucano, Manoel dos Santos por Manoel Ferreira Novais.

No terceiro jogo, com nove gols, o Santa Cruz acabou derrotado pelo Maranhão pelo marcador de 5 a 4. E, fechando a excursão, voltou a enfrentar o Sampaio Corrêa, mas dessa vez quem levou a melhor foi a equipe maranhense, que bateu o Santa por 3 a 2. Com isso, terminou a excursão por São Luís, com quatro partidas, sendo uma vitória e três derrotas; assinalando 10 gols e sofrendo 12.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

SELEÇÃO DO AMAZONAS         3          X         0          SANTA CRUZ (PE)

LOCAL: Estádio Parque Amazonense, em Manaus (AM)

CARÁTER: Amistoso Nacional (4º jogo em Manaus)

RENDA: Cr$ 35.000,00

ÁRBITRO: Manoel dos Santos (FPF)

AMAZONAS: Limongi; Darcy e Aurélio; Lupercio, Wato e Júlio; Cabral, Silvio (Juvenil), Paulo, Raspada e Lé (Gatinho).

SANTA CRUZ: Teobaldo (Nico); Salvador e Pedrinho II; Laerte, Irineu e Guaberinha; Toinho, Pardi (Amaury), Eloy, Dengoso e Edgard.

GOLS: Paulo, Raspada e Lé (Amazonas).

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

OLÍMPICO CLUBE (AM)               2          X         3          SANTA CRUZ (PE)

LOCAL: Estádio Parque Amazonense, em Manaus (AM)

CARÁTER: Amistoso Nacional (3º jogo em Manaus)

RENDA: Cr$ 30.000,00

ÁRBITRO: Waldir de Oliveira (Atuação regular)

OLÍMPICO: Luizinho; Lupercio (Aurélio) e Marcílio; Omar, Rubem e Gatinho; Sílvio, Paulo, Tuta, Sidinho e Raspada.

SANTA CRUZ: Teobaldo; Pedrinho I e Pedrinho II; Guaberinha, Irineu e Palito; Toinho, Dengoso, Eloy, Pardi (Amaury) e Edgard.

GOLS: Amaury e Palito (Santa Cruz), no 1º Tempo. Dengoso (Santa Cruz); Nélio e Paulo (Olímpico), no 2º Tempo.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Após o título Pernambucano o Santa Cruz fez uma excursão em Manaus, em fevereiro de 1947,onde realizou quatro amistosos diante do Tijuca Clube, Nacional (campeão Amazonense),  Olímpico Clube e finalizando enfrentado a Seleção Amazonense, todos as pelejas foram disputadas no Estádio Parque Amazonense, em Manaus.

No todo foram duas vitórias e duas derrotas, marcando oito gols e sofrendo 11. A estreia foi diante do Tijuca Clube, vencendo pelo placar de 2 a 1, com uma Renda de Cr$ 22.500,00. Na segunda apresentação, entre os campeões de Pernambuco e do Amazonas, num jogo com oito gols, melhor para o Nacional que superou o Santa Cruz por 5 a 3, com uma Renda de 25.000,00.

Na terceira partida, o Tricolor pernambucano voltou a vencer. Desta vez em cima do Olímpico Clube por 3 a 2. E, no seu último compromisso na capital amazonense, derrota por 3 a 0 para a Seleção do Amazonas.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Blogs Diário de Pernambuco – Cássio Zirpoli

 

06.04.1961

NÁUTICO(PE)

2-0

CAMPINENSE(PB)

06.04.1961

TREZE(PB)

1-0

SANTA CRUZ(PE)

09.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

0-2

TREZE(PB)

09.04.1961

CAMPINENSE(PB)

2-2

NÁUTICO(PE)

12.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

4-2

CAMPINENSE(PB)

13.04.1961

TREZE(PB)

0-0

NÁUTICO(PE)

16.04.1961

NÁUTICO(PE)

1-3

TREZE(PB)

16.04.1961

CAMPINENSE(PB)

3-3

SANTA CRUZ(PE)

21.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

3-2

NÁUTICO(PE)

21.04.1961

TREZE(PB)

1-1

CAMPINENSE(PB)

23.04.1961

CAMPINENSE(PB)

2-2

TREZE(PB)

23.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

2-1

NÁUTICO(PE)

Treze Futebol Clube - Campeão do Torneio Dagoberto Pimentel - 1961

 

ANO: 1969

 

ANO: 1973

 FONTE: Diário de Pernambuco

 

FONTE: Sport Ilustrado

 

Neste torneio o Santa Cruz foi o campeão das equipes da 1ª Divisão; enquanto o Torre Sport Club venceu na 2ª Divisão; e o América foi o vencedor entre os juvenis.


FONTE:
Revista Sport Ilustrado

 

Pesquisando o Diário de Pernambuco nos anos 40 e 50, o Sport Club do Recife era comumente chamado de Esporte. Imaginava cá com os meus botões que o escudo poderia ter algo referente a isso. É verdade que encontrei alguns modelos nos anos 30 e 50, mas sempre destacando o escudo com o leão.

A lacuna ficou nos anos 40, onde não encontrei nenhuma pista. Contudo, vasculhando o site Filatélica Zeppelin no ‘Artigo de Pins’ encontrei algumas raridades, como esse ‘Botom’ (Imagem abaixo) do Sport, ou melhor, do Esporte. Baseado no estilo do uniforme da época, estou compartilhando este modelo da década de 40. 

O Rubro-Negro do Recife foi Fundado em 13 de Maio de 1905, quando o pernambucano Guilherme de Aquino Fonseca – voltando de uma temporada de estudos na Inglaterra e já encantado pelo esporte bretão – fundou, na companhia de alguns seguidores, aquele que viria a tornar-se o maior clube do Norte-Nordeste do Brasil, seja em relação a patrimônio, estrutura, conquistas, glórias, títulos e uma imensa e fiel torcida.

A sede do Sport Club do Recife fica localizada na Praça da Bandeira, no bairro da Ilha do Retiro, em Recife. A grande estrutura abriga quadras de tênis, basquete, vôlei, handebol, hóquei e vários outros esportes. Conta também com um grandioso parque aquático, além de um centro de treinamento de futebol e a casa de todos os rubro-negros: o estádio Adelmar da Costa Carvalho, carinhosamente chamado de Ilha do Retiro.

 

FONTES:  Filatélica Zeppelin - Diário de Pernambuco – Site do Clube 

 

O São Jorge Futebol Clube é uma agremiação do Município de Trindade, que fica a 665 km de distância da capital de Pernambuco (conta com uma população de 29.182 habitantes, segundo o Censo do IBGE de 2014).

O Alvianil Trindadense foi Fundado no dia 28 de Março de 1996. Num espaço de três anos, o São Jorge se filiou a Liga Desportiva Trindadense (LDT), depois a Federação Pernambucana de Futebol (FPF).

A ascensão no campo foi promissor, conquistando o título do Campeonato Citadino de 1998 e no ano seguinte participou da sua primeira competição na esfera profissional: o Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 1999. Após realizar uma campanha razoável, o clube optou em retornar as disputas do campeonato citadino, onde conquistou diversos títulos.

FONTE & FOTO: Blog do Tichico – Diário de Pernambuco

 

O Clube Atlético Cultural Alegriense‏ é uma agremiação do Município Chã de Alegria (PE). Fundado no dia 11 de Julho de 1968, a sua Sede fica situada na Rua Virgilina Tavares de Andrade, s/n, no Centro da cidade. Chã de Alegria é um município com 13.105 habitantes, segundo o Censo do IBGE de 2014, e fica a 52 km da capital do Recife.

Na esfera profissional, o C.A.C. Alegriense‏ disputou o Campeonato Pernambucano da 3ª Divisão, em 2000, onde mandou os seus jogos no município vizinho de Glória do Goitá, que fica a 9 km de distancia de Chã de Alegria.

FONTES & FOTO: Givaldo Santos – Página do clube no Facebook

 

O Guarani Futebol Clube é uma agremiação do Município de Jaboatão dos Guararapes (PE). Fundado no dia 07 de Setembro de 1975, pela Sra. Agnair Oliveira  (falecida em 2012).

Sua Sede fica localizada na Rua Estrada da Luz, 490, no Bairro de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes. O Alviverde de Jaboatão foi mais uma agremiação que debutou no Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 2001.

 

FONTES: Givaldo Santos – Google Maps – Jornal Gazeta Nossa

 

O Nacional Futebol Clube é uma agremiação do Município de Carpina (PE). O Alviverde Carpinense foi Fundado no dia 10 de Maio de 1985. A sua Sede fica localizada na Rua Manoel Ramos de Souza, s/n, no Bairro de Lagoa do Carro, em Carpina. Participou do Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 2001.

 

 FONTES: Givaldo Santos – Google Maps

 

 

Segue o escudo do Clube Real Independente de Toritama, Pernambuco.

A equipe disputou a 3ª divisão de Pernambuco em 2001.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escudo enviado por Givaldo Santos  e redesenhado por Sérgio Mello

 

A Sociedade Esportiva Decisão Futebol Clube é uma agremiação de Recife (PE). Fundado no dia 28 de Outubro de 1996, por Silvio Costa, um empresário e diretor do colégio Decisão, na cidade do Recife. O colégio Decisão foi o 1º e único colégio no Brasil a possuir um time de futebol profissional.

Após campanhas fracas no Campeonato Pernambucano da A2 (Segunda Divisão), o Decisão passou a ter um novo presidente, Epitácio de Andrade. O time passou por várias cidades sem render bons resultados, até fazer uma parceria com o prefeito da cidade de Chã Grande, para que o clube representa-se a cidade, passando a utilizar o nome Decisão/Chã Grande. Na cidade de Chã Grande fez sua melhor campanha na Segunda Divisão Pernambucana.

Parceria Internacional

A Sociedade Esportiva Decisão Futebol Clube tem uma parceria firmada em 2014, com uma equipe dos Estados Unidos, Flórida Rush. Com o objetivo de Cooperação Técnica. Formando o Decisão Rush. Parceria que desperta o sonho dos garotos da base do clube, de buscar experiências no exterior. A parceria trouxe dois parceiros para o clube: Adidas e Chevrolet.

A quase ascensão para a Série A1 de 2011

O Decisão fez sua melhor campanha em 2010, no Campeonato Pernambucano da A2, quando atuou em todos os jogos como um dos favoritos ao título, junto ao Petrolina.

Tendo terminado a primeira fase da competição em 2º lugar, passou para a fase final e fez uma péssima campanha, terminando na 3º colocação, sem conseguir o acesso a primeira divisão.

Na sua última partida na Série A2 2010, fez um jogo que ficou marcado na história do clube como “A Batalha Final” ou “A Batalha de Chã Grande“, onde foi goleado por 4×1 pelo América, que conseguiu o acesso.

Campeonato Pernambucano – 2ª Divisão

Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 10º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 17º 16º 11º 12º 14º
Ano 2010 2011 2012 2013 2014
Pos. —-

Copa Pernambuco

Ano 2001 2002 2003
Pos. 10º

FONTES: Wikipédia – Rsssf Brasil

 

O Ipiranga Futebol Clube é uma agremiação do Município de Toritama (PE). Quando Toritama ainda se chamava ‘Torre de Taquaritinga’, um grupo de jovens e senhores se reuniram e encabeçados por um adolescente de 15 anos, chamado José Paulo de Lima, Fundaram no dia 07 de Setembro de 1951, o Ipiranga Futebol Clube.

 No decorrer de sua história, o Ipiranga de Toritama possui diversos títulos, como campeão Santacruzense de 1987 e 2010. Nas décadas de 70 e 80, viveu o “Ipiranga meu amor”, onde a sua torcida, na época embalada pela música ‘O meu sangue ferve por você’, de Sidney Magal.

No terreno profissional, o Ipiranga participou do Campeonato Pernambucano da Terceiro Divisão de 2002. Na primeira fase passou pelo Evical, mas acabou caindo diante do Grêmio Lítero Esportivo.

FONTES & FOTO: Wendell Galdino – Toritama Informa – Rsssf Brasil

 

O Esporte Clube Camela é uma agremiação do Município de Chã Grande (PE). O rubro-negro foi Fundado no dia 16 de Junho de 1971, por João Rufino e um grupo de esportistas dissidentes do Grêmio Esportivo Ipiranga. A sua Sede fica na Rua José Alves Varela, 201, no Bairro de Camela, em Chã Grande.

No dia 02 de dezembro de 2012, o prefeito de Chã Grande, Diogo Alexandre, entregou oficialmente o campo do bairro da Camela ao Esporte Clube Camela. Durante mais de 30 anos, o clube, a torcida, os dirigentes sempre sonharam com o dia em que poderiam chamar de seu o campo do bairro.

Sem possuir algum documento que comprovasse a sua posse sobre o terreno, o Esporte Clube Camela perdeu o direito há algum tempo atrás. Foi então que o prefeito Diogo decidiu ajudar o clube. Após a compra do terreno pela prefeitura municipal, faltava apenas a legalização através da Câmara Municipal de Vereadores o que foi aceito pelos mesmos e aprovado pela Casa Paulo Viana de Queiroz.

Filiado a Liga Desportiva Gravataense (LDG), após conquistar o título citadino, em 2002, o Camela disputou o Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão daquele ano. Na primeira fase, o rubro-negro superou o Ipojuca, com duas vitórias: 2 a 1 e 3 a 2. No entanto, parou na segunda fase, ao ser eliminado pelo Vila Rica de Gameleira, sofrendo duas derrotas: 3 a 1 e 1 a 0.

 

FONTE & FOTO: Site Chã Grande News – Liga Desportiva Gravataense (LDG)

 

O Grêmio Lítero Esportivo é uma agremiação do Município de Sanharó (PE). Fundado no dia 24 de Dezembro de 1956,possui a sua Sede e o Estádio Cícero Leite, localizados na Rua Sete de Setembro, s/n, no Centro da cidade.

Time posado de 2002

Os sócios fundadores foram: Manoel de Oliveira Fontes, Joel Luna, Jefferson Cordeiro Valença, Gilberto Guimarães Batista, Antônio Ventura Caraciolo, Antônio Cavalcante de Albuquerque, Estevão Inácio Ferreira, Adelino Américo de Freitas, Milton Couto Guimarães, João Nunes Correia, Oswaldo de Aquino Frazão, Estanislau Kostca Ventura Caraciolo, Carlos de Souza Leão Caraciolo, Severino Domingos da Silva, Antônio Cesário Calado Sobrinho, Luís Paulo Bezerra, Lídio Maciel, Gercino Guimarães, João Pessoa Caraciolo e Josemir Ramalho da Silva.

Time posado de 1956

O Grêmio Lítero disputou o Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 2000. Na primeira fase, a equipe sanharoense eliminou o Santa Luzia, vencendo os dois jogos: 2 a 1 e 3 a 2. Na segunda fase, venceu o Ypiranga de Toritama por 3 a 2. Acabou sendo eliminado pelo Vera Cruz FC, de Vitória de Santo Antão (que viria a faturar o título), perdendo os dois jogos: 2 a 1 e 2 a 0.

 

Estádio Cícero Leite, em Sanharó

FONTES & FOTOS: Página do clube, no Facebook – Rsssf Brasil

 

O Grêmio Esportivo São José é uma agremiação do Município de Surubim (PE). Fundado nos anos 50, como Grêmio Esporte Clube. A sua Sede fica na Rua Frei Ibiapina, s/n, no Bairro de São José, em Surubim.

A sua primeira e única participação no profissionalismo, ocorreu no Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 2000. Na ocasião, o Grêmio São José caiu logo na primeira fase, ao ser eliminado pelo Palmeiras de Passira. Após empatar, em casa, por 1 a 1, acabou sendo derrotado, fora de casa, por 2 a 0, dando adeus a competição.

 

FONTES & FOTOS: Blog Minha Rua Tem Memoria ‘O Portal de Resgate Histórico de Surubim’ – Rsssf Brasil

 

O Clube Palmeiras é uma agremiação do Município de Passira (uma população de 29.031 habitantes, segundo o censo do IBGE/2014), localizado no Agreste de Pernambuco, a 79 km do Recife.  A sua Sede e o Estádio José Caboclo, ficam situados na Rua Dr. Barbosa Lima, s/n, no Centro, em Passira.

No âmbito profissional, o Palmeiras de Passira disputou o Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 2000. Nesta edição, eliminou o Grêmio São José, de Surubim, em dois jogos: 1  a 1 e 2 a 1. Na segunda fase, passou pelo Cruzeiro de Toritama, perdendo o jogo de ida por 1 a 0, e vencendo o da volta por 3 a 0.

Contudo, na terceira fase, acabou sendo eliminado pelo Ferroviário do Cabo. No primeiro jogo, empate sem gols, e no último derrota pelo placar de 2 a 0. A  partir daí, o Palmeiras de Passira não se aventurou até hoje a uma nova empreitada na esfera profissional. O clube segue filiado a Liga Desportiva de Passira (LDP), participando das competições do município e região.

Palmeiras de Passira (1975/1976) :

Em Pé: Biá,Pedrinho,Lula Neneu,Sr Hernandes,Leonço Firmino e Zé Marreta

Agachados: Edmilson Prado,Eduardo Gomes,Zito de Salgadinho,Gilvan Paulino e Israel Bernado.

 

FONTES & FOTO: Página do Agreste Antigo, no Facebook – Rsssf Brasil

 

O Náutico Esporte Clube (Náutico de Petrolina) é uma agremiação do Município de Petrolina (PE). Fundado nos anos 50, a sua Sede fica localizada na Rua Júlio de Melo, 500, no Centro de Petrolina. A sua única participação na esfera profissional, ocorreu no Campeonato Pernambucano de Terceira Divisão de 2000.

A campanha foi excelente, eliminando o Salgueiro (2 a 1 e 1 a 0), Egipiciense (3 a 3 e 1 a 0). O Náutico de Petrolina só caiu nas semifinais. Após dois empates pelo mesmo placar (1 a 1), o Náutico acabou sendo derrotado, nos pênaltis, pelo Comercial de Pesqueira, por 4 a 3. De lá pra cá, o clube não mais se aventurou nas competições profissionais, se limitando as disputas do campeonato citadino.

 

FONTE: Página do Palmeiras E.C. de Petrolina, no Facebook – Rsssf Brasil

 

O Santa Cruz Futebol Clube (Santa Cruz de Belo Jardim) é uma agremiação do Município de Belo Jardim (PE). O ‘Tricolor da Gameleira’ foi Fundado no dia 11 de Setembro de 1922, sendo o clube mais antigo de Belo Jardim. A sua Sede Social Manuel Quaresma de Souza e o Estádio José de Souza Cavalcante, ficam localizados na Praça dos Motoristas, s\n, no Bairro de São Pedro, em Belo Jardim.

HISTÓRIA

O time surgiu na Rua da Estação e em seguida mudou-se para o bairro da Gameleira, hoje São Pedro. Clube dos Cacheiros foi o primeiro nome do time, quem estava à frente era o português Antônio Moreira comerciante naquela época. Nos anos seguintes o ‘Tricolor da Gameleira’ foi comandado pelo também comerciante o Sr. Cecílio Freitas (Foto acima) que adquiriu o campo da Gameleira que era cercado de aveloz, construiu o vestiário servindo de espaço reservado para os jogadores.

O Santa Cruz e Cultura a partir da década de 50 se tornou um dos maiores clássicos entre dois times de Belo Jardim. As pessoas da melhor idade sabem perfeitamente o valor do encontro futebolístico entre os dois times, dentro das quatro linhas de campo.

O Clássico entre os dois times aconteciam no domínio do Santa Cruz, campo José de Souza (Gameleira) e no campo Júlio Aniceto pertencendo ao Cultura. A cidade toda ficava envolvida com a grande rivalidade da época. Desfiles pelas ruas, torcedores fiéis empolgados e o ponto culminante era o jogo mesmo sendo um simples amistoso.

O ÍDOLO

Índio foi um atleta que brilhou nos campos de futebol do interior de pernambucano. O centroavante artilheiro que jogou em nossa cidade na década de 60 até início dos anos 70. Recebendo convite para defender as cores do Santa Cruz da Gameleira por intermédio do Sr. José de Souza, presidente do tricolor belo-jardinense.

O jogador fez sua estreia contra o Íbis da capital pernambucana, e o Santa venceu por 3 a 2, com os três gols sendo assinalado pelo Índio. O jornalista belo-jardinense Bartolomeu Marinho colocou como manchete do jornal da época a seguinte manchete: “Índio flechou o Íbis”.

PRESIDENTE EXPULSA O JUIZ

Outro acontecimento foi quando o ‘Tricolor da Gameleira’ jogou contra um time de Caruaru. O jogador Viana se envolveu numa confusão com os jogadores do time adversário e o arbitro expulsou o jogador. Viana se dirigiu ao juiz e disse que não saia de campo. José Palito, presidente do Santa Cruz, entrou em campo e falou para o juiz que o atleta ia sair, mas, no segundo tempo ele voltaria a jogar e colocaria outro juiz. Foi o que aconteceu!

Time de 1949

Em 1963 no Santacruzinho, cujo treinador era o Sr. Jose Ananias de Morais o conhecidíssimo Zezinho Mano, foi o grande responsável pelas revelações de jogadores em Belo Jardim. O interessante que essa equipe era formada por jovens residentes no centro da cidade e no bairro de São Pedro, já que na época existia, uma grande barreira, no bom sentido, entre esses jovens.

Logicamente, a criação desta equipe contribuiu bastante para quebrar o clima existente naquela época. Zeca, Nelson Pinto, Wilame (Ilê), Alberes, Bosco, Antinha, Tuel e Toinho Falcão que moravam no Centro (na Rua como diziam os que moravam no bairro de São Pedro). No Bairro de São Pedro cito Arlindo (furiá), Lulinha, Zezinho Miranda, Pingüim de Vitor e Pinguim de João Arigon.

O velho Santa Cruz deixa muitas saudades aos antigos desportistas belo-jardinenses, o time era chamado de “terror” nos campos das cidades do interior pernambucano. Jogos históricos contra o AGA de Garanhuns, ASA de São Bento do Una, Comercial e União Peixe de Pesqueira, Democrático de Arcoverde, Vera Cruz e Comércio de Caruaru foram encontros que ainda hoje estão registrados nas memórias das pessoas que participaram de forma direta ou indireta desses clássicos.

Em 1964 o Santa Cruz foi Vice Campeão da Taça Pernambuco e várias vezes, campeão do Campeonato belo-jardinense. O Santa Cruz já revelou vários jogadores para times profissionais, Rivaldo foi penta campeão pernambucano defendendo o Santa Cruz do Recife, Carlinhos Souza foi outro atleta que também defendeu o tricolor do Arruda.

Time de 1989

Nos anos 90, o ‘Tricolor da Gameleira’ participou do Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão, no ano de 1999. Atualmente, o Santa Cruz ainda existe, alguns colaboradores e torcedores continuam apoiando o time para não deixar desaparecer o time de maior tradição do futebol amador de Belo Jardim.

 

FONTES & FOTOS: Site Paredão do Povo – Blog Informativo Wildes Brito – Rsssf Brasil – Diário de Pernambuco 

 

O Palmeiras Esporte Clube é uma agremiação do Município de Petrolina (PE). Fundada no dia 07 de Setembro de 1949 (apesar de que há alguns testemunhos dando conta que o clube existe desde 1945), numa homenagem ao Palmeiras de São Paulo, campeão de 1942, pelos jovens proletários idealistas, os irmãos Elias Lima da Silva (desenhista/projetista, músico e funcionário da Prefeitura) e José Lima da Silva (mestre-de-obras).

Foram personalidades conhecidas e benquistas, que devotaram suas vidas ao amor pelo esporte amador, sem nada receberem em troca, muito pelo contrário até gastaram o próprio patrimônio pelo esporte, num tempo romântico, onde se fazia tudo por amor. Abaixo, a foto do time posado, campeão do Campeonato Citadino de Petrolina de 1968.

FONTES: Diário de Pernambuco – Página do clube, no Facebook

 

Centro Social Caiano foi uma agremiação do Município de Petrolina (PE). Fundado em 1965, por funcionários das Industrias Coelho, liderados por José Inácio Silva, Giovane Barbosa, José Cavalcanti Ramos e Juracy Coelho Amorim. As suas cores é o vermelho, verde e branco.

O clube, no começo dos anos 80, passou a se chamar Caiano Esporte Clube. Nesta foto posada (abaixo), no Diário de Pernambuco, do dia 28 de agosto de 1968, é referente ao vice-campeão do Campeonato Citadino de Petrolina de 1968. 

 

Bonsucesso Deu Uma Virada Sensacional Em Cima Do Santa Cruz

O Bonsucesso Futebol Clube, do Rio de Janeiro, derrotou o Santa Cruz, por 3 x 2, anteontem (domingo, 14 de janeiro de 1968), no Estádio do Arruda, na primeira peleja realizada no Recife, no ano em curso. Foi um triunfo justo para uma equipe que, após um longo período de recesso e uma viagem estafante, num ônibus sem conforto, teve a capacidade de virar um escore adverso de 2 x 0.

Com três minutos apenas de jogo, o Bonsuça estava inferiorizado no marcador. E aos 82 minutos, estabeleciam um escore final para as suas cores, através de um atacante que tinha entrado em campo  minutos antes.

REGULAR

Uma peleja entre dois quadros que estavam saindo de um período de paralisação não poderia oferecer muito mais do que foi presenciado no “Colosso“. Os locais começaram melhor, tinham mais noção de penetração e com facilidade chegaram a estabelecer um escore que deu a impressão de que poderia redundar em uma vitória fácil.

A verdade, porém, é que o Bonsucesso caíra na trama dos corais, na fase em que ainda tentava cozinhar a peleja, a fim de conhecer a força do adversário e descobrir a fórmula de contê-la. Isso não foi difícil, a partir do momento em que os locais, com vantagem numérica, diminuíram a velocidade nas ações, começando uma troca enfadonha de passes, principalmente entre os homens do meio de campo.

Era bola na direita e bola na esquerda, a todo instante, ocorrendo o esquecimento do uso dos ponteiros como meio de penetração, ou mesmo a exploração da velocidade de Uriel, que corria de um lado para o outro, sem que seus companheiros sentissem sua presença no lugar ideal para o passe.

Quando Ivo disparou uma bomba de fora da área e diminuiu a vantagem, era fácil perceber-se que os visitantes começavam  a crescer em campo, passada a fase inicial de conhecimento do terreno e do adversário. Para manter a vantagem numérica, o Santa Cruz tinha apenas caminhos a seguir: brigar mais dentro da cancha e imprimir bom ritmo de velocidade ao jogo, ou então proceder a mudança de uma ou duas peças da equipe, que começavam a dar demonstração de fraqueza.

Se a presença de Duda, na lateral direita, um erro de palmatória, tinha sido sanada com a entrada de Agra, a deslocação de Adevaldo para o setor esquerdo, entrando Rivaldo como quarto zagueiro, foi a pá de cal nas últimas esperanças corais. O Bonsucesso, que não dorme de touca, sentiu a realidade coral e tratou de ir para frente, num trabalho sóbrio e eficiente.

Foi bem sucedido, conseguindo, inicialmente, o empate e a seguir estabelecendo o marcador final, após um lançamento sensacional de Ivo, no espaço vazio da defesa pernambucana.

REALIDADE

Não se pode afirmar que o encontro foi um deleite para a vista, mas pode-se dizer, com toda realidade,  que o encontro ofereceu atração para os que gostam de futebol, como espetáculo, principalmente pela movimentação sensacional do placar, inclusive com a marcação de alguns tentos de boa feitura técnica.

O Santa Cruz começou bem e terminou entregando a peleja ao seu adversário, e não pode lamentar o que sucedeu, produto dos seus erros e deficiências. O Bonsucesso, que parecia uma vítima destinada ao sacrifício, soube reagir, no momento preciso, e fez jus ao triunfo que lhe dará forças para novos sucessos na excursão pelo Nordeste.

DESTAQUES

No Bonsucesso, Paulo Lumumba, Ivo e Gibira, foram os melhores. Enos demonstrou muito espírito de luta e Albérico não confirmou o cartaz. No Santa Cruz, Jório, Araponga, Uriel e Terto foram os destaques.

ARBITRAGEM

No comando do encontro, esteve o Sr. Sebastião Rufino, com um trabalho regular. Andou falhando, ao marcar falta em trancos normais e ao acusar faltas em disputas duras pela pelota.

 

SANTA CRUZ F.C. (PE)               2          X         3          BONSUCESSO F.C. (RJ)

LOCAL: Estádio José do Rego Maciel , o Arruda, no Recife (PE)

CARÁTER: Amistoso Nacional

DATA: Domingo,dia 14 de janeiro de 1968

RENDA: NCr$ 3.574,00 (três mil quinhentos e setenta e quatro cruzeiros novos)

PÚBLICO: 1.787 pagantes (700 senhoras e crianças e 305 permanentes) / 2.792 presentes.

ÁRBITRO: Sebastião Rufino (FPF)

SANTA CRUZ: Lula; Duda (Agra), Birunga, Adevaldo (Rivaldo) e Jório (Adevaldo); Norberto e Araponga; Joel, Uriel, Terto e Nivaldo.

BONSUCESSO: Ubirajara; Luís Carlos, Moisés, Paulo Lumumba e Albérico; Paulo César e Ivo; Gilbert (Antônio Carlos), Enos, Gibira e Valdir (Djair).

GOLS: Uriel e Norberto (Santa Cruz); Ivo; Rivaldo, contra; Antônio Carlos (Bonsucesso).

FONTE: Diário de Pernambuco (Pág. 9; Terça-feira, 16 de Janeiro de 1968)

 

© 2016 História do Futebol Suffusion theme by Sayontan Sinha