CORITIBA FC (CURITIBA-PR)

6

RIO BRANCO SC (PARANAGUÁ-PR)

1

DATA: 03 de maio de 1958 LOCAL: Curitiba / PR
JUIZ: Calil Karen Filho CARÁTER: Campeonato Paranaense – 1958
GOLS: China (2), Ramon, Ivo, Miltinho e Calé (contra) / Odair
Coritiba(PR): Valdomiro; Alfeu e Carazai; Mario, Bequinha e Guimarães; China, Miltinho, Ivo, ramon e Ronald.
Rio Branco(PR): Cariri; Bidu e Alfioni; Cale, Dimas e Cesar; Molofote, Odair, Sirley, Cesar Frizio e Renato.
 

O Avahi Futebol Clube é uma agremiação da cidade de União da Vitória (PR). A sua Sede fica localizada na Rua Padre Saporitt, s/n, em União da Vitória. Fundado no dia 24 de Junho de 1949, na sede do Clube União. Luis Pacheco, representante comercial e torcedor do São Paulo, foi seu 1º presidente, inclusive por ser são-paulino, escolheu as cores tricolores da nova equipe.

Em 12 de setembro de 1949, através de uma reunião extraordinária,. Luiz Pacheco, por problemas particulares renunciou a presidência, sendo então, efetuada nova eleição onde foi eleito o novo presidente Danilo Cerqueira Leite. Na mesma reunião, por unanimidade, Luiz Pacheco foi eleito sócio presidente benemérito perpétuo.

Em 04 de fevereiro de 1950, o Avahi inaugurou sua 1ª sede social na Rua Siqueira Campos, no edifício D. Maria, em Porto União. Dois meses depois, assumiu a presidência Domício Scaramella. Em virtude de idéias divergentes, bastante comuns no esporte, a equipe avahiana se desligou da Liga de Desportos do Norte Catarinense (LDNC ) e se filiou na Liga Esportiva Regional Iguaçu (LERI) de União da Vitória.

Com essa mudança, a equipe quase que se desfez, mas conseguiu superar os obstáculos e sobreviveu. Em seu primeiro compromisso de campeonato, no ano santo, o Avahi empatou com o Ferroviário, para no segundo jogo, perder para o São Bernardo por 3×1, num cotejo em que houve briga e cenas lamentáveis.

Deram o Avahi, mais uma vez, como acabado e naufragado. No meio daquele “ninguém se entende”, onde opiniões divergiam, a direção do clube foi entregue à dupla Wilkys Amazonas Correia e Moisés Farah. Conhecidos como “ditadores, deram conta do recado e aí o Avahi começou uma nova caminhada, com uma série de vitórias seguidas, que só terminou com aquela fantástica vitória sobre o União, por 5 x 2.

TÍTULOS

O Avahi Futebol Clube marcou uma etapa gloriosa no futebol amador das cidades irmãs em sua época de ouro. Sua primeira e quer nos parecer uma das mais brilhantes conquistas foi no ano de 1950, sagrando-se campeão do certame promovido pela LERI – nossa saudosa e inesquecível Liga Esportiva Regional Iguaçu, considerada na época, como uma das entidades mais bem organizadas do futebol do interior paranaense.

Pela LERI (Liga Esportiva Regional Iguaçu) foi campeão em 1950, 1967 e bicampeão em 1970/71. Também foi várias vezes campeão em campeonatos de futsal. Outrora participava de competições de ciclismo e voleibol. Foi o campeão do Ano Santo, título muito comemorado pela sua massa de torcedores. Vale explicar que o Ano Santo era uma data de comemoração da igreja católica.

De todas as agremiações que passaram pelas ligas de futebol amador de nossas cidades o Avahi é a única que sobrevive ao longo dos anos bem organizado, onde em sua sede própria, guarda com zelo e muito carinho todo o seu acervo e troféus conquistados ao longo de sua história.

CONSTRÇÃO DA SEDE PRÓPRIA: O DIVISOR DE ÁGUAS

O Avahi Futebol Clube teve dois momentos distintos. O primeiro foi da data de sua fundação até o ano 1989. A partir daí a segunda, com membros torcedores de outros times que vieram a fazer parte do quadro associativo, quando então, com a ajuda de todos, começou-se a campanha para se ter a sede própria.

O idealizador e pioneiro desta empreitada foi Jonas Miguel Rosa Godinho, pois tendo sido “mexido “ em seus brios pelos adversários clubísticos, que chamavam a equipe avahiana de time de malas nas costas, ou seja, não tinha uma sede própria. De mangas arregaçadas os diretores e também não só os torcedores avahianos foram atrás de recursos.

A primeira etapa foi conseguir um local apropriado. Achado o local, então foi feito a negociação do terreno que era de propriedade do Sr. Décio Pacheco. Foi pago com um consórcio de um veículo Ford Escort. Na construção da sede podemos destacar entre tantos, os senhores Aguinaldo Meister ( diretor do União E.C.) que doou todas as aberturas em ferro (portas e janelas), Domingos Forte doou o piso, Roni e Mário Ravanello doaram as madeiras para o forro e assim por diante.

Com a Sede pronta organizou-se um jantar onde muitos convidados também estavam presentes, inclusive, alguns daqueles que chamavam o Avahi de time com malas nas costas. Em tom de brincadeira estas pessoas foram homenageadas. Receberam uma mala pintada com as cores do Avahi.

ESTRUTURA DA SEDE

Fazendo parte de sua sede, hoje encontramos, dois campos de futebol sete (um já com iluminação), sauna, bar, salão de festas, sala para jogos e estacionamento.
Quando se fala em Avahi o primeiro nome que surge é de Jonas Miguel Rosa Godinho. Além de atleta já esteve a frente do clube como presidente por sete vezes.

Tem sido o seu baluarte de sustentação. Destacam-se também os presidentes Gilberto Brittes, Alfredo Portes, Carlos Alberto dos Santos e Vilmar Flaresso que comandaram o clube por duas vezes.

Hoje o Avahi conta com 50 sócios entre sócios proprietários e sócios contribuintes.
No momento atual não disputa campeonatos externos. Tem se dedicado ao seu quadro associativo através de encontros na sua sede, onde jogam o futebol sete nas terças e quintas-feiras, tomam sauna, praticam o jogo de bola oito, um carteado as vezes com um jantar e sempre com uma ceva gelada.

Pelo que vimos até agora o Avahi não teve vida fácil ao longo de sua existência. Se atualmente é um clube em atividade é porque soube transpor as barreiras e através de pessoas abnegadas e organizadas continua existindo.

CRAQUES REVELADOS NO AVAHI

Os principais atletas de nossas cidades passaram pelas fileiras do clube. Podemos citar , Teixeirinha (centroavante) , Ceceu (ponta direita) e Ruski (zagueiro) que fizeram testes na equipe do São Paulo na década de 1950, inclusive, Teixeirinha chegou a atuar pelo tricolor do Morumbi. Entre os mais recentes lembramos de Jonas, Sergio Nei, Pedro Scheibe, Vande, Mauro, Valmor, Chila, Farias, Roni, Dori, Luizinho Cruz, Mico, Gilson, Taco, Gelson Scott e tantos mais.

TAÇA PARANÁ

Na década de 1960 a equipe avahiana estava disputando a Taça Paraná. Em uma das fases da competição foi jogar a partida de ida na cidade de Irati contra o Olímpico. O jogo foi pegado dentro e fora de campo. Os torcedores soltavam fogos de artifícios em cima dos jogadores e dentro de campo o pau comia solto.

Inclusive o craque artilheiro Farias foi expulso. Houve empate em 1 a 1. Na partida de volta o bicho pegou, o pau comeu e a cobra fumou no Estádio Municipal de Porto União. Sem o seu centroavante goleador que estava suspenso pela expulsão em Irati o time da casa foi derrotado por 1 a 0.

Quando terminou a partida, se é que terminou o tempo regulamentar corretamente, houve um briga generalizada dentro de campo. Foi sopapo, braçada, soco, cusparada para todo lado. Os atletas visitantes foram se proteger embaixo de uma das traves (dentro das redes), onde o Jonas tentava protegê-los dos demais atletas do Avahi.

Não fosse a atuação da força policial o desfecho teria sido catastrófico. Isso dentro das quatro linhas. Lá fora, principalmente no lado oposto da arquibancada, no barranco, o pau também comeu solto entre os torcedores. Um veículo rural da cidade de Irati foi virado e ficou com as rodas para o ar.

Certo ano a equipe tinha uns atletas que moravam em Três Barras. O diretor Wilkys Correia foi buscá-los para uma partida num domingo. Quando estava chegando na balsa no Rio Timbó se perdeu na direção e caiu com o carro dentro do rio. Conseguiu sair da água, pegou uma carona e já em Três Barras comprou roupas novas e de táxi trouxe os atletas para a partida.

Ganho o jogo os atletas retornaram de taxi até a sua cidade de origem. Na segunda feira o diretor foi até o Rio Timbó, onde foi retirado o veículo, que tinha rodado rio abaixo e estava encostado num dos pilares da ponte ferroviária. Em uma tarde fria do final da década de 1950 iam se enfrentar no campo do União E.C. as equipes do Ferroviário e Avahi.

O time do Ferroviário era um timaço onde se destacavam pelo lado esquerdo os atletas Heitor e Cabrita. O Avahi com atletas suspensos e outros machucados já contava com uma derrota tamanha a qualidade do time da Vila Famosa. Na véspera dos jogos os diretores das equipes costumavam se encontrar para jogar sinuca e cornetar no hoje extinto Bar do Isaltino, ali na Praça Hercílio Luz.

A certa altura já com a mardita no lombo o Sr. Wilkys Correia, diretor do Avahi, apostou na vitória um valor que dava para comprar um fusca, o carro da época. Antes da partida, no vestiário, o diretor contou para os atletas da aposta feita. O Avahi só estava com dez atletas para a partida.

E agora! Nesse ínterim apareceu no vestiário um jovem chamado Stringuini que era reserva do aspirantes. Forçaram o jovem a se fardar para jogar. Segundo contam o mesmo chorou no vestiário, estava se cagando de medo, pois o Ferroviário era uma máquina, mas entrou jogar na ponta esquerda.

Começado a partida logo o Avahi tomou um gol feito numa jogada do Heitor e Cabrita. O jogo transcorria normal até quando mais ou menos na metade do segundo tempo o zagueiro Gervásio do Ferroviário foi atrasar a bola para o goleiro e o atacante avahiano Neviton Dalmagro que era velocista, rapidamente se antecipou do goleiro e empatou a partida.

Não acreditando no que estava acontecendo a equipe do Ferroviário se lançou toda ao ataque e numa dividida a bola sobrou nas costas da zaga do Ferrinho. Novamente Neviton com sua velocidade saiu em contra ataque e fez o gol da vitória do Avahi. O inacreditável tinha acontecido.

CLASSIFICAÇÃO COM APENAS SETE JOGADORES

Um outro fato histórico foi no ano 1989. Como a LEFUV não organizou nenhum campeonato, os quadros do União E.C e Avahi F.C., se candidataram para representar União da Vitória na Taça Paraná daquele ano. Após uma reunião chegou-se ao consenso que a vaga seria disputada em um só prélio no Estádio Antiocho Pereira.

Na noite do cotejo, por vários problemas, o elenco do Avahi estava com sete jogadores para começar o embate. Para ganhar tempo foi usado o tempo limite para a agremiação adentrar nas quatro linhas, e quando o fez, estava com o fardamento vermelho, idêntico ao do União.

Na discussão para ver quem trocava de fardamento mais uns minutos foram ganhos. Mesmo assim o Avahi começou peleando com o limite mínimo de chutadores permitido pelas regras do esporte bretão. Entre tanta malandragem e catimba, o Avahi, mesmo combatendo com menos jogadores, venceu o esquadrão de cor encarnada pelo escore de 2 a 0 e ganhou a vaga para a Taça Paraná.

 

 

FONTES & FOTOS: Revista Sport Ilustrado – Google Maps – Site A2 Jornal

 

O Estádio Durival Britto e Silva (Vila Capanema) era pertencente ao então Clube Atlético Ferroviário (atual Paraná Clube), tinha capacidade, na época, para aproximadamente 10 mil pessoas e recebeu 2 jogos.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado

 

 

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado

 

LIGA DESPORTIVA DO LITORAL PARANAENSE

DATA: 11 DE ABRIL DE 1937
LOCAL: ESTÁDIO NELSON MEDRADO, EM PARANAGUÁ / PR

1º JOGO

SELETO

1-0

VOLANTE

2º JOGO

RIO BRANCO

1-0

FLUMINENSE

3º JOGO

PARANAGUÁ

0-0

OPERÁRIO (1-0 ESC)

4º JOGO

RIO BRANCO

1-0

SELETO

FINAL

PARANAGUÁ

1-0

RIO BRANCO

CAMPEÃO – PARANAGUÁ FUTEBOL CLUBE (PARANAGUÁ – PR)

 

LIGA ANTONINENSE DE DESPORTOS ATLÉTICOS

EQUIPES PARTICIPANTES:

NOME

001

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA 29 DE MAIO

002

CLUBE ATLÉTICO ANTONINENSE

003

CRUZEIRO ESPORTE CLUBE

004

MATARAZZO FUTEBOL CLUBE

005

OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE

006

YPIRANGA FUTEBOL CLUBE
 

Sociedade Educação Física Junak (Curitiba-PR) - 1935

 

Flamengo Futebol Clube (Curitiba-PR) - 1941

 

SEMI FINAIS

19.12.1941

FERROVIÁRIO

3-2

PALESTRA ITÁLIA

19.12.1941

BRITÂNIA

3-2

SAVÓIA

FINAIS

25.12.1941

SAVÓIA

2-2

PALESTRA ITÁLIA

25.12.1941

BRITÂNIA

2-1

FERROVIÁRIO

CAMPEÃO – BRITÂNIA SPORT CLUB (CURITIBA – PR)

 

DATA: 28 DE DEZEMBRO DE 1941
LOCAL: ESTÁDIO DA ÁGUA VERDE, EM CURITIBA / PR

1º JOGO

JUVENTUS

2-0

SAVÓIA

2º JOGO

FERROVIÁRIO

1-0

SELEÇÃO DA 3ª DIVISÃO

3º JOGO

SELEÇÃO DA LIGA SUBURBANA

1-0

CORITIBA

4º JOGO

PALESTRA ITÁLIA

1-0

BRITÂNIA

5º JOGO

ATLÉTICO

1-0

JUVENTUS

6º JOGO

FERROVIÁRIO

4-0

SELEÇÃO DA LIGA SUBURBANA

7º JOGO

PALESTRA ITÁLIA

1-0

ATLÉTICO

FINAL

PALESTRA ITÁLIA

0-0

FERROVIÁRIO (1-0 ESC)

 

CAMPEÃO – PALESTRA ITÁLIA FUTEBOL CLUBE (CURITIBA – PR)

 

Savóia Sport Club (Curitiba-PR) - 1941

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Clube Atlético Monte Alegre (Monte Alegre - PR) - 1952

 

Associação Esportiva Jacarezinho (Jacarezinho-PR) - 1952

 

Esporte Clube Água Verde (Curitiba-PR) - 1952

 
BRITÂNIA SC (CURITIBA – PR)

4

BE MORGENAU (CURITIBA – PR)

0

Data: 01 de outubro de 1952 Local: Curitiba – PR
Juiz: Jonas de Oliveira Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Cajinho, Eliseu, Joãozinho e Martineez
Britânia(PR): Luiz Borracha; Itazir e Nico; Betini, Ulisses e Café; Joãozinho, Eliseu (Gaúcho), Pardal (Marquinho), Cajinho e Wilson (Martinez).
Bloco Morgenau(PR): Venancio; Ismael (Tite) e Jairo; Mineiro (Ravaglio), Solinha e Orestes (Ismael); China, Dino (Orestes), Rato, Ataide e Vizoli.
 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

NOME: MADUREIRA ESPORTE CLUBE

CIDADE: Curitiba – PR

FUNDAÇÃO: 03 de abril de 1937

CORES: azul – branco

HISTÓRICO: Foi fundado por um grupo de esportistas e a escolha do nome foi decidida em votação apertada. O nome foi uma sugestão do fundador Breno Vivas que quando jovem morou neste bairro carioca. O clube foi um dos fundadores da 3ª divisão em 1938. Seu principal título foi o de campeão amador invicto em 1941 e vice-campeão em 1952.

 

Madureira Esporte Clube (Curitiba - PR) - 1956

 

Clube Atlético Ferroviário (Curitiba-PR) - 1956

 

DATA: 26 DE FEVEREIRO DE 1956

LOCAL: PARANAGUÁ – PR

 

1º JOGO

ELITE

1-0

PARANAGUÁ

1º JOGO

UNIVERSAL

1-0

SELETO

3º JOGO

RIO BRANCO

1-0

ELITE

FINAL

RIO BRANCO

2-0

UNIVERSAL

 

CAMPEÃO – RIO BRANCO SPORT CLUB (PARANAGUÁ – PR)

 

Guarani Esporte Clube (Ponta Grossa-PR) - 1956

 
CAMPEONATO CLUBE CIDADE
PROFISSIONAL CORITIBA FOOTBALL CLUB CURITIBA
ASPIRANTES ESPORTE CLUBE ÁGUA VERDE CURITIBA
AMADORES CLUBE ATLÉTICO FERROVIÁRIO CURITIBA
JUVENIS CORITIBA FOOTBALL CLUB CURITIBA
2ª DIVISÃO OPERÁRIO SPORT CLUB DO AHÚ CURITIBA
3ª DIVISÃO IPÊ FUTEBOL CLUBE CURITIBA
TORNEIO DO INTERIOR RIO BRANCO SPORT CLUB PARANAGUÁ
 
COLORADO EC (CURITIBA – PR)

9

AER MOURÃOENSE (CAMPO MOURÃO – PR)

0

DATA: 26 de fevereiro de 1976 LOCAL: Campo Mourão / PR
JUIZ: Célio Silva CARÁTER: Campeonato Paranaense – 1976
GOLS: Tião Abatia (3), Jorge (3), Dréier, Mosquito e Ganso (contra)
Colorado(PR): Ladel; Bira, Flávio, Di e Édson Madureira; Zé Antonio e Dréier; Galeno, Jorge, Tião Abatia e Mosquito.
Mourãoense(PR): Álvaro; Gralha, Ganso, Scarpelini e Matosinho; Ivo e João Maria; Zé Carlos, Paraguaio, Jordão (Zagoto) e Esquerdinha (Cabé).
 

O Independente Futebol São Joseense é uma agremiação do Município de São José dos Pinhais (PR). Fundado no dia 22 de Maio de 2015, o clube será a novidade no Campeonato Paranaense da 3ª Divisão neste. O Independente é o primeiro time profissional que vai disputar o certame estadual de 2016, defendendo as cores da bandeira do Município de São José dos Pinhais.

O novo time é fruto da iniciativa de um grupo de atletas aficcionados por futebol que viu a necessidade de um time arrojado e disposto a entrar a disputar o estadual, jogando de igual para igual com os grandes. Para isso, uma parceria foi firmada com a Prefeitura de São José dos Pinhais, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, para que o novo time da Cidade tenha à sua disposição toda a estrutura necessária para a disputa do Campeonato Estadual.

O Estadual da 3ª Divisão é o passo mais importante para o acesso à Série B e está previsto para começar em agosto próximo. Até lá, atletas do Sub-15, 17 e 19 estarão treinando para a formação da nova equipe.

 

FONTES: Página do clube no Facebook – Prefeitura de São José dos Pinhais

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

G.E. OLÍMPICO (SC)          4          X         2          C.A. FERROVIÁRIO (PR)

LOCAL: Estádio da Alameda Rio Branco, em Blumenau (SC)

DATA: Segunda-feira, no dia 10 de Setembro de 1945

CARÁTER: Amistoso Nacional

RENDA E PÚBLICO: Não divulgados

OLÍMPICO: Luiz; Artur e Arecio; Pilolo, Heine e Jalmo; Nandinho, Zabot, Teixeirinha, Erasmo e Brito.

FERROVIÁRIO: Pianoski; Zeca e Biguá; Baiano, Ferreira e Janguinho; Zequinha, Emédio, Babão, Cecílio e Darcy.

GOLS: Teixeirinha, duas vezes; Brito e Nadinho (Olímpico). Darcy e Cecílio (Ferroviário).

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

NOME: Associação Atlética Estiva
LOCAL: Paranaguá – PR
CORES: azul / branco
HISTÓRICO:  Disputou a Liga Regional de Futebol do Paraná a partir de 1949.

 

CORITIBA    3          X         2          A.E. JACAREZINHO

LOCAL: Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR)

DATA: Domingo, no dia 20 de Maio de 1945

CARÁTER: Campeonato Paranaense de 1945

ÁRBITRO: Joaquim Pelegrino (FPF)

A.E. JACAREZINHO: Muca; Bororó e Jaú; Bica (Dóro), Alegretti e Saci; Elísio, Alirio, Pereira, Pintado e Renato.

CORITIBA: Miro; Ernani e Lauro; Tonico, Cartola e Janguinho; Babi, Borne, Zico, Camarão (Gouvêia) e Paulinho.

GOLS: Paulinho aos 3 minutos (Coritiba), no 1º Tempo. Alirio aos 5 minutos (Jacarezinho); Zico aos 8 minutos (Coritiba); Pereira aos 43 minutos (Jacarezinho); Pintado aos 45 minutos (Coritiba), no 2º Tempo

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

Amigos, pesquisando pela rede, encontrei alguns uniformes e escudos de clubes já conhecidos, porém, algumas cores são diferentes e os escudos também diferem do que nós já conhecemos. Mando as fotos aos senhores:

1) Carajás Esporte Clube (foto do time que participou da Segunda Divisão do Pará, em 2013) Fonte:  Jornal O Liberal

2) Pinheiro Atlético Clube/MA Fonte: Blog Futebol Maranhense Antigo

3) Dourados Esporte Clube/MS

4) Sociedade Esportiva Pontaporanense/MS

5) Mariano Esporte Clube/ES

6) Real Beltranense/PR

7) Comercial de Cornélio Procópio/PR

8) Portuguesa Santista/SP (escudo dos anos 70)

9) Sociedade Atlética Imperatriz/MA (placa dos anos 1980)

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 


ESTÁDIO BERNARDO STAMM (Estádio do Jacaré da Lagoa Preta)

CIDADE: UNIÃO DA VITÓRIA/PR

PROPRIEDADE: SÃO BERNARDO F.C.

INAUGURAÇÃO:  07/12/1952 SÃO BERNARDO FUTEBOL CLUBE 05 X 03 AMÉRICA FUTEBOL CLUBE DE JOINVILLE/SC.

SITUAÇÃO ATUAL: CLUBE EXTINTO E ESTÁDIO DESATIVADO

 1952

2008

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Havia uma zona em Curitiba conhecida por Quarteirão do Tigre, redondezas da Rua João Negrão, estendendo-se para oeste. Seria o que hoje é mais ou menos o Bairro Rebouças. Ali, jovens moradores formaram e denominaram duas equipes: Leão e Tigre. Em 1914, um jogo entre os dois foi vencido pelo Tigre pelo escore de 2 x 1 e na churrascada que se seguiu, em ânimo de confraternização, decidiram os dirigentes de ambas as facções fundirem-se a fim de disputar, em condições de igualdade, os torneios da cidade. Surgiu, assim, o Britânia Sport Club, nome dado em homenagem à Grã-Bretanha, berço do futebol.

O sucesso da nova agremiação foi indiscutível, embora em 1915, ano do primeiro campeonato organizado reunindo equipes de Curitiba e Paranaguá, tenha sido relegado à segunda divisão. No ano seguinte, todavia, já envergava um vice-campeonato. Curioso é que, em 1917, surgia uma figura interessante mas complexa, que mais tarde viria a ser conhecida como tapetão: o Britânia, inconformado com derrota diante do Coritiba, alegando prejuízos face arbitragem facciosa, desiste de repente do campeonato.

Por outro lado, o América se vê na contingência de fundir-se com o Paraná, resultando daí o América-Paraná, nítido arranjo em termos de sobrevivência. As ligas, então distintas em 1916, uniram-se, unificando também os critérios. Ficavam assim valorizadas as disputas diretas entre as equipes. Em conseqüência, o forte América-Paraná foi o campeão do ano.

Mas vieram os anos de 1918, 1919, 1920, 1921, 1922 e 1923: hegemonia incontestável do Britânia. O hexacampeonato do Britânia fora um tormento! Uma pedra no sapato dos demais. O International e o América foram campeões, respectivamente, em 1915 e 1917. O Coritiba em 1916. Depois disso só deu Britânia, socialmente uma equipe frágil. Além disso, não possuía nem tradição nem popularidade e sequer dispunha de apoio de uma colônia. Apesar de tudo, abocanhou seis títulos seguidos.

Numa época de implantação como aquela, o fato era fundamentalmente negativo. A hegemonia de um grupo pequeno e isolado fatalmente abalaria o estímulo, o entusiasmo. O América, popularíssimo; o International idem, afora a cobertura que detinha dos tradicionais troncos provincianos; o Coritiba, toda uma colônia. O problema era sério. Não bastassem os brios altamente feridos!

Além de tudo, alguns problemas paralelos: o América não havia pago dívida contraída perante a liga regional, resultando no fato de o campeão da segunda divisão, o Universal, solicitar inscrição na vaga naturalmente aberta pela punição de cancelamento incidente sobre o América. O jogador americano, Ernesto de Moura Brito, mais do que depressa, paga a dívida junto à liga, o que a obriga a uma salomônica decisão: determinar jogo extra entre América e Universal, como critério para ocupar a tal vaga para o campeonato de 1923.

O jogo transcorria normalmente e, quando estava 3 x 3, foi marcado um pênalti contra o América. Uníssono ao primeiro grito de Marrecão, capitão da equipe e expulso imediatamente, o América retira-se do gramado e perde a vaga por desistência. Três dias depois, como saída encontrada e já dando largas a comentários e desejos recônditos, próceres do América e do International reuniram-se para tratar da fusão entre as duas agremiações. Mas discordaram quanto às cores da camisa. E nisso, passou-se um ano.

Em março de 1924, porém, os dirigentes se entenderiam: o desportista Luiz Guimarães – Zalacain -, ex goal-keeper americano, empresário, jornalista e editor esportivo, ligado por laços de parentesco aos Gonçalves, família a que pertencia Marrecão, além de dar-se muito bem com a elite tradicional do International, teve ação decisiva relativamente às providências. Sob a presidência de Arcésio Guimarães, presidente do Internacional, uma Assembléia Geral aconteceu. A união de Internacional e América foi concretizadano dia 21 de março de 1924 e no dia 26, oficialmente, foi empossada a diretoria do novo clube. Surgia, assim, o Clube Atlético Paranaense.

 

FONTES: Site do clube – Livro da ‘História Ilustrada do Futebol Brasileiro’ – Marlon Krüger Compassi

 

SELEÇÃO PARANAENSE          4          X         0          SÃO CRISTÓVÃO A.C. (RJ)

LOCAL: Estádio Joaquim Américo Guimarães, em Curitiba (PR)

DATA: Domingo, dia 07 de Abril de 1940

CARÁTER: Amistoso Nacional

RENDA: 14:000$000 (quatorze contos e quatrocentos mil réis)

ÁRBITRO: Oscar Pereira Gomes (LFRJ)

PARANÁ: Laio; Zaneti e Alfeu; Pizato, Bibe e Joanino; Zequinha, José, Emédio, Pivo e Sanin.

SÃO CRISTÓVÃO: Magdalena; Hernandez e Mundinho; Picabéa, Dodô e Archimedes; Roberto, Joãozinho (Nena), Amadeu (Joãozinho), Nestor (Vicente) e Delgado.

GOLS: Emédio aos 28 minutos (Paraná), no 1º Tempo. Sanin aos 6 minutos (Paraná); Zequinha aos 25 minutos (Paraná); Pivo aos 42 minutos (Paraná), no 2º Tempo.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

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