O Royal Sport Club foi uma agremiação efêmera da cidade de João Pessoa (PB). A sua Sede e o campo ficavam localizados na Rua Duque de Caxias, n°15, no Centro da cidade. Fundado no domingo, do dia 05 de Maio de 1918, por iniciativa de vários desportistas da elite paraibana, entre os quais Dorgival Mororó (proprietário de uma Joalheria Dorgival Mororó), Solon Machado e elementos de clubes anteriores.

Sobre as cores, o clube surgiu azul e branco (as mesmas cores do S.C. Cabo Branco, de onde vieram os jogadores reservas). Após se ausentar na temporada de 1920, no ano seguinte (1921), o Royal, já com sede e campo, retornou com as cores vermelha e branca.

A 1ª Diretoria do Royal S.C. foi constituída da seguinte forma

Presidente - Flávio Massa;

Vice-Presidente - Solon Machado;

1º Secretário - Armando Gomes;

2º Secretário - Nabal Barreto;

Tesoureiro - Dorgival Mororó;

Diretor de Esportes - Rodrigo Azevedo;

Kaptain da equipe - Walter Holmes.

 

Curiosidade: A irmandade de Royal e Cabo Branco  

É importante deixar claro que a saída dos jogadores reservas do Sport Club Cabo Branco para fundar o Royal Sport Club não pode ser considerado como uma dissidência, pois após a “separação” a relação entre os dois clubes sempre foi próxima. Mesmo após o Royal ter adquirido a sua Sede e campo e alterado suas cores, tanto os sócios do Cabo Branco quanto do Royal tinham livre acesso para freqüentarem ambos os clubes.

Primeiro jogo

O seu 1º jogo aconteceu uma semana após a fundação. No domingo, do dia 12 de Maio de 1918, o Royal enfrentou um Combinado do “Rio Negro”, formado à base de estudantes do Liceu. Apesar da extraordinária exibição de Mororó, Rossi, Floriano e Carioca, o Royal acabou derrotado, pelo placar de 1 a 0. O gol da vitória foi assinalado por Veloso, no 1º tempo.

 

Três participações no Estadual

Ao todo, participou três vezes do Campeonato Paraibano da 1ª Divisão: 1918, 1919 e 1921. Em 1923 tentou jogar, mas por atrito com a Liga Desportiva Paraibana (LDP), acabou declinando da ideia. Naquele mesmo ano disputou o certame da Liga Operária, que há pouquíssimas informações desta competição nos jornais paraibanos.

 

Curiosidades na Fundações do Royal e LSP

O futebol na Paraíba surgiu em 1908. Em 1914 foi fundado a Liga de Football da Paraíba (LFP), que organizou os campeonatos de 1914, 1915 (que não chegou a ser concluído), 1916 (que foi criado após a reorganização da Liga), 1917 (pouquíssima noticiada por causa do Turfe, que naquela época era o esporte nº 1, da Paraíba).

Em 1918, foi criada uma nova Liga Sportiva Paraibana (LSP), que só contavam com três equipes: Cabo Branco; Pytaguares e Palmeiras. Com receio de não ter competição, ocorreram algumas mobilizações a fim de reverter esse quadro.

Uma delas, aconteceu dentro do Sport Club Cabo Branco, maior clube e pessoas da elite paraibana. Então, os jogadores reservas – que faziam parte, porém quase não jogavam – decidiram montar uma equipe para disputar o Estadual de 1918. Dessa forma, foi criado o Royal (nome significa realeza). Outra equipe fundada foi o Treze Football Club.

Assim, o Estadual de 1918 (ainda teve o Rio Branco, que acabou desistindo dias antes do início da competição), foi formado por cinco clubes:

Cabo Branco;

Pytaguares;

Palmeiras;

Treze Football Club;

Royal Sport Club.

 

Estadual de 1918, não foi concluída por causa da ‘Gripe Espanhola’

A competição acabou não sendo concluída, por causa da Gripe Espanhola. Após o certame, Cabo Branco e Palmeiras ambos afirmavam ter sido campeão de 1918. No final, o título foi confirmado para o Cabo Branco.

 

Liga Desportiva Paraibana é criada em 1919

Após essa celeuma, a relação dos clubes com a LSP ficou insustentável. Dessa forma, resolveram fundar no dia 03 de Maio de 1919, a Liga Deportiva Paraibana (LDP), a fim de dar uma nova era para o futebol da Paraíba.

Reservas do S.C. Royal fundaram o São Paulo F.C.

Ainda em 1919, ocorreu outra fundação parecida com o Royal. Devido a insatisfação de vários jogadores reservas do Royal, que acabaram fundando o São Paulo Football Club, que participou de quatro edições do Campeonato Paraibano da 1ª Divisão: 1919,1920, 1921e 1922.

Em 1922, a Liga estava ativa, porém, quatro das cinco equipes filiadas, romperam com a instituição por não concordar com a administração. O fato impediu que o Campeonato fosse realizado. As quatro equipes afastadas, decidiram realizar o campeonato por conta própria.

Articulado pelas diretorias do Cabo Branco e do Pytaguares. Batizaram a competição de torneio do centenário. Em 1923, as diretorias do Cabo Branco e Royal decidiram “reorganizar” a liga e restabelecer o campeonato oficial.

Porém o Royal desistiu da competição 10 dias antes do inicio. Em 1924, o clube decide ingressar na Liga Operária sendo este o seu último registro como clube de futebol. A partir de 1925, não há mais nenhuma referência sobre a existência do Royal como clube de futebol.

FOTO & FONTE: Revista Vida Sportiva – Pesquisador e expert do Futebol Paraibano Júlio César

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

O Internacional Esporte Clube (Inter da Paraíba) é uma agremiação que pertencia a cidade de Santa Rita, mas a partir de agora fixará residência em Lucena (PB). Fundado na segunda-feira, do dia 07 de Julho de 1952 (segundo a Federação Paraibana de Futebol), e há outra data: 1959.

O clube surgiu no bairro de Mandacaru pelo então presidente Tassiano Gadelha, o Internacional não passava de um time de futebol amador disputando os campeonatos das categorias de bases promovidos pela Federação Paraibana de Futebol.

No próximo sábado (16 de setembro de 2017), acontecerá a solenidade para oficializar o convênio entre o clube e a Prefeitura Municipal de Lucena. O evento será às 10 horas no Restaurante Arrastão na cidade aberto ao público e com a presença do presidente da Federação Paraibana de Futebol da Paraíba Amadeu Rodrigues, o senhor Marcelo Sales de Mendonça prefeito da cidade, o secretário de esporte de Lucena Sandro Toscano, o presidente do Internacional Lucena entre outras autoridades.

Em 2008, o clube profissionalizou-se e celebrou parceria com um grupo de empresários poloneses. Com isso, o Internacional teve condição de entrar na Segunda Divisão do futebol paraibano e contratar jogadores de renome do futebol da região. Em uma campanha mediana chegou até o triangular final com o Paraíba de Cajazeiras e Auto Esporte de João Pessoa, embalado, o time teve três vitórias e um empate na fase final e sagrou-se campeão da Segunda Divisão.

Disputou pela primeira vez a primeira divisão estadual em 2009, sediando os jogos como mandante no estádio Almeidão. A campanha não foi tão boa somando apenas (3 vitórias, 3 empates e 8 derrotas no geral) e o Internacional acabou rebaixado para a segunda divisão de 2010, a qual nem chegou a disputar pois o time decidiu encerrar as atividades.

Em 2014, após 5 anos inativo, sai de João Pessoa e fixa-se em uma nova sede, Teixeira, no sertão do estado, e fica conhecido como Internacional Esporte Clube de Teixeira ou Internacional de Teixeira, por brevidade. A equipe mandou seus jogos no estádio municipal “O Dojão”.

O desempenho geral na segundona foi bom, mas deixou a classificação para a primeira divisão escapar no triangular final. Classificou-se para o mata-mata com uma vitória, dois empates e uma derrota. Nesta fase, não foi páreo para seus oponentes, Lucena e Miramar de Cabedelo; perdeu dois jogos, empatou um e ganhou apenas um, terminando o campeonato em terceiro lugar.

Em 2015, transfere a sede para o município de Santa Rita, com mando de campo no Teixeirão, passando a se chamar de Internacional Paraibano. Disputou a primeira fase do Campeonato Paraibano no Grupo Litoral, ficando atrás do Desportiva Guarabira e à frente de Femar e Spartax, ambos de João Pessoa. Caiu nas quartas-de-finais para o Picuiense.

Imbatível em 2016, conquistou invicto a Segunda Divisão, seu segundo título estadual, e garantiu vaga na Primeira Divisão de 2017. A campanha vitoriosa foi de 8 vitórias e 4 empates. Na disputa da 1° divisão em 2017 o clube começou muito bem a competição com a defesa sendo uma das melhores do campeonato onde chegou a ser 4° lugar, depois por problemas internos ouve um desmanche no time onde a equipe teve uma sequência de resultados negativos e acabou voltando para a 2° divisão do Paraibano.

Em 2017 a diretoria já se movimenta buscando parcerias novos parceiros para o Campeonato Paraibano de 2018, um desses parceiros será a Prefeitura da Cidade de Lucena, e onde o clube se chamara Internacional Esporte Clube Lucena.

 

FONTES: Wikipédia – Federação Paraibana de Futebol (FPF) – Esporte do Vale – Homero Queiroga

 

 

O Spartax João Pessoa Futebol Clube é uma agremiação da cidade de João Pessoa (PB). Fundado na sexta-feira, do dia 11 de Novembro de 2011. A sua Sede está localizada na Rua Adriano Tozzi Carvalho, nº 128B, no Bairro Valentina, em João Pessoa.

Apesar de tentar de imediato a filiação apresentando toda a sua documentação em ordem a Federação Paraibana de Futebol (FPF), só teve aceitação em fevereiro de 2014, como equipe amadora. O time se profissionalizou em julho do mesmo ano e disputou o Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 2014.

O Spartax estava no Grupo do Litoral com mais três equipes: Lucena, Miramar e Femar, sendo o 3º classificado no seu grupo, na primeira fase, não se classificando para as fases finais do campeonato, do seu grupo saíram as duas equipes que subiram para a primeira divisão (Lucena e Miramar).

Em homenagem à cidade de João Pessoa, suas cores oficiais são vermelho, branco e amarelo-ouro (esta última, referência ao Sol que nasce primeiro na capital paraibana).

O nome tem inspiração na mítica cidade Grega de Sparta, onde ocorreu a famosa Batalha das Termópilas, onde os 300 Guerreiros Espartanos, liderados pelo Rei Leônidas enfrentou heroicamente até a morte o número (30 mil soldados e ferras dos quatro rincões do Mundo) e poderoso Exército do Império Persa do Rei Xerxes I.

A sangrenta batalha durou três dias e se desenrolou no desfiladeiro das Termópilas (‘Portões Quentes’) em agosto ou setembro de 480 a.C. Mas o nome ‘Sparta’ é registrado pelo Sparta de Roterdã, na Holanda, dai as mudanças de grafias nos Spartas pelo Mundo: FC Spartak Moscou, Spartak Sofia, e outros, por isto teve o acréscimo da letra “X” no fim, se tornando Spartax. O nome da cidade (João Pessoa) também foi incorporada no nomenclatura oficial, e a equipe é denominada Spartax João Pessoa Futebol Clube.

A estreia do Spartax João Pessoa  no Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 2017 acontecerá no domingo, do dia 06 de Agosto, quando recebe a visita do São Paulo Crystal, válido pelo Grupo do Litoral.

 

FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook – Federação Paraibana de Futebol

 

O São Paulo Crystal Futebol Clube é uma agremiação do Município de Cruz do Espírito Santo, que fica a 25 km da capital de João Pessoa, na Paraíba. Com uma população de 16.317 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2012. Fundado no dia 10 de Fevereiro de 2008, como Lucena Sport Club, mudou de nome este ano.

Como Lucena, o clube debutou na esfera profissional em 2014. De cara faturou o inédito título de campeão do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, organizado pela Federação Paraibana de Futebol (FPF).

A sua estreia na Elite Paraibana, no entanto, não foi das melhores. Numa competição com dez clubes, o Lucena termino na penúltima colocação, com 14 pontos em 18 jogos: três vitórias, cinco empates e 10 derrotas; marcando 21 gols, sofrendo 32 e um saldo negativo de 11.

Em 2016, já de volta a Segundona Paraibana, a campanha foi pífia. No Grupo do Agreste, com apenas três equipes, amargou a última colocação com dois empates e duas derrotas; marcando sete gols e sofrendo dez.

Talvez uma das explicações para esse declínio, tenha sido a falta de um “casa” para mandar os seus jogos. Sem conseguir jogar na sua cidade: Lucena, que não tem estádio, acabou fincando a sua Sede Campina Grande. Posteriormente se mudou para João Pessoa. Mas em ambos os casos, sem sucesso.

Então, a sua diretoria tomou uma decisão radical para não fechar às portas. Abriu as negociações com outras cidades a fim de fechar uma parceria. E o vencedor foi o Município de Cruz do Espírito Santo.

Apesar do desfecho, ainda faltam alguns detalhes para que o clube atue na sua nova casa, uma vez que o estádio municipal ainda não foi liberado. A mudança de cidade do novo clube espírito-santense não foi o maior destaque por parte da imprensa paraibana.

Além disso, o nome da agremiação (São Paulo Crystal Futebol Clube) também chamou atenção em razão do nome ter sido sugerido pelo grupo que patrocina o clube. Na realidade, o São Paulo Crystal já existe, mas atua apenas na esfera amadora.

Contudo, o fato é que o novo clube já dispõe de uma boa estrutura, onde conta com um CT próprio, que na verdade é do seu patrocinador, a São Paulo Cristal, uma importante cachaçaria da região. Para completar, o clube já providenciou melhorias no Estádio Carneirão e quer mandar seus jogos em Cruz do Espírito Santo.

A estreia do São Paulo Crystal já data marcada. Será no domingo, do dia 06 de Agosto, quando enfrenta, fora de casa, o Spartax, válido pelo Grupo do Litoral, do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 2017.

 

FONTES: Página do clube no Facebook – Globoesporte.com – Martir Esportes – Escudos do Mundo Inteiro – Homero Queiroga 

 

O Campeonato Paraibano da Segunda Divisão começa em 6 de agosto com a participação de 10 clubes divididos em três grupos. A novidade é a mudança de nome e de cidade do Lucena que agora passa a se chamar São Paulo Crystal FC. O “novo” clube passará a atuar (se o estádio for liberado a tempo) em Cruz do Espírito Santo. Eis os participantes:

Grupo AGRESTE: Perilima, Picuiense, Sport Campina
Grupo LITORAL: Desportiva Guarabira, Miramar, Spartax, São Paulo Crystal
Grupo SERTÃO: Nacional de Patos, Nacional de Pombal e FEMAR

Tabela do Turno

06/08/2017 – 1ª Rodada

Nacional x Nacional de Pombal
Desportiva Guarabira x Miramar
Spartax x São Paulo Crystal
Perilima x Picuiense

09/08/2017 – 2ª Rodada

FEMAR x Nacional
São Paulo Crystal x Desportiva Guarabira
Miramar x Spartax
Perilima x Sport Campina

13/08/2017 – 3ª Rodada

Nacional de Pombal x FEMAR
São Paulo Crystal x Miramar
Desportiva Guarabira x Spartax
Picuiense x Perilima

 

 

Fonte da tabela:  FPF

 

 

 

 

Fonte do escudo do SPCFC : Site http://escudosdomundointeiro.blogspot.com.br

 

 

 

Estrela do Mar: o clube campeão paraibano de futebol em 1959 surgiu aproximadamente em 1953. 

A matriz do Rosário mais o Convento São José possuía agremiações religiosas como a Cruzada (Liga Infanto-Juvenil) e a Congregação Mariana. A primeira era composta por meninos que ajudavam nos ofícios religiosos, além de se reunirem para assistirem palestras e ensinamentos relativos à fé católica.  A segunda –  a Congregação Mariana – compunha-se de jovens adolescentes e adultos que assistiam e participavam das missas, novenas, etc. e, também se reuniam em grêmios literários que promoviam encontros e palestras.Como diversão eles tinham a prática do futebol campinho que ficava atrás da Igreja. Esse campinho tinha uma trave junto ao muro que dá para a Avenida Vasco da Gama e, a outra ficava colada à parede da marcenaria da igreja. Depois que o campo mudou sua posição, e ficou maior, junto àquela parede foi construída uma quadra de futebol de salão. Várias equipes se revezaram naquele pequeno espaço, sob o comando de Frei Albino. (…)

Os mais velhos tinham os “bate-bolas” nos sábados à tarde. Dessas peladas, e de jogos contra equipes visitantes, surgiu a ideia de se formar uma equipe a fim de pelejar com outras dos bairros vizinhos, e do próprio bairro de Jaguaribe. Assim apareceu o Estrela do Mar Esporte Clube, nome originário de uma revista religiosa que circulava entre os paroquianos. A denominação do clube foi sugerida por um componente de grupo que se reuniu para discutir qual o nome da que daria a nova agremiação futebolística. “Baú”, apelido do irmão do excelente jogador do Botafogo e Seleçao Paraibana de nome Eugênio, foi a pessoa que apresentou o nome ESTRELA DO MAR e que logo recebeu a aprovação de todos.

 

As cores do novo clube foram com base nas vestes da Virgem Maria – o azul celeste e o branco – , que ainda hoje continuam inalteradas, mas na lembrança dos apaixonados pelo clube. Frei Albino, um dos fundadores e incentivadores da prática desse esporte, era a mola-mestra, o esteio que sustentava a agremiação. De um pequeníssimo campo e uma sede precária, o frade conseguiu transformar tudo aquilo. Com esforço e dedicação conseguiu verbas na Alemanha, destinadas à agremiação para construir o prédio que serviu de sede do clube e, também, autorização para ampliar a área esportiva (como esteve por muitos anos à vista de todos).

 

Em 1956 o clube participou do campeonato de amadores promovido pela Federação (não havia segunda divisão naquela época), sendo campeão invicto da temporada. Dessa jornada participaram: Brandão, André, Pinheiro, Hélio, Breno Formiga, Gilberto Cara de Gato, Hermes Taurino, Caju, J. Heráclito, Roberto Biribita, Izinho, Valdecir Pereira, Adjamir, Carrinho e Lauro Almeida.

 

O Estrela do Mar foi tri-campeão aspirante nos anos 58/59/60. No ano de 1957 o clube passou a disputar o Campeonato Paraibano de Profissionais. Foi vice-campeão paraibano em 1958, e, em 1959, sagrou-se campeão estadual (Imagem 1), utilizando nessa temporada os seguintes atletas: Jola, Carrinho, Davi, – Gilberto Cara de Gato, Tem. Gilberto e Aderbal Pitombeira (goleiros), Hermes Taurino e Teófilo Luna, Coelhinho, Caju, Lúcio Câmara, Izinho (Antenor Pereira), Emilson Adjamir, Valdecir Pereira, Celso Piaba (Imagem 2). Os diretores: Severino Holanda, mais conhecido por “Viu” e Lucemar Navarro; Pedro Gomes; Rômulo Camboin, a que todos o chamavam Senhor Pila e João Batista Cruz, foram os colaboradores eficientes na vida do clube. Depois deles, os antigos pupilos – “as crias de casa” -, conduziram, bem ou mal, os destinos do clube até o ano de 2003 quando foi extinto.

 

Imagem 1. Notícia publicada no jornal “A União” em 1959

Imagem 2. Atletas que faziam parte do time campeão paraibano de futebol de 1959

O clube, desde a morte de Frei Albino, passou a ser dirigido por sócios-atletas, isto é, pelos jovens de antigamente, a exemplo de Marcos Macena, de José Freire, de Carlos Pereira (Carrinho), de Emilson, de Roberto Oliveira, de Jobério Martins, de Gladston Castro (Estaca) que foi o último presidente. *[1]

 

* Trecho retirado do livro  “Retratos De Jaguaribe: Um Passeio Histórico” de autoria de Emilson Ponce de Leon Ribeiro.

[1] RIBEIRO, E. P. L.  Retratos De Jaguaribe: Um Passeio Histórico. 2ed. João Pessoa: Mídia Gráfica e Editora, 2012, v.1, 350 p.

 

Fonte: Estrela do Mar Esporte Clube e Jornal “A União”.

 

 


FONTE: Revista Placar

 

TURNO ÚNICO

05.08.1954

TREZE(PB)

2-1

AUTO ESPORTE(PB) JOÃO PESSOA – PB

05.08.1956

BOTAFOGO(PB)

4-1

ABC(RN) JOÃO PESSOA – PB

07.08.1954

BOTAFOGO(PB)

2-0

AUTO ESPORTE(PB) JOÃO PESSOA – PB

07.08.1954

TREZE(PB)

2-2

ABC(RN) JOÃO PESSOA – PB

08.08.1954

AUTO ESPORTE(PB)

3-1

ABC(RN) JOÃO PESSOA – PB

08.08.1954

BOTAFOGO(PB)

1-0

TREZE(PB) JOÃO PESSOA – PB

CAMPEÃO – BOTAFOGO (JOÃO PESSOA-PB)

 

TORNEIO DAGOBERTO PIMENTEL

06.04.1961

NÁUTICO(PE)

2-0

CAMPÍNENSE(PB)

06.04.1961

TREZE(PB)

1-0

SANTA CRUZ(PE)

09.04.1961

CAMPÍNENSE(PB)

2-2

NÁUTICO(PE)

09.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

0-2

TREZE(PB)

12.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

4-2

CAMPÍNENSE(PB)

13.04.1961

TREZE(PB)

0-0

NÁUTICO(PE)

16.04.1961

NÁUTICO(PE)

1-3

TREZE(PB)

16.04.1961

CAMPÍNENSE(PB)

3-3

SANTA CRUZ(PE)

21.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

3-2

NÁUTICO(PE)

21.04.1961

CAMPINENSE(PB)

1-1

TREZE(PB)

23.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

2-1

NÁUTICO(PE)

23.04.1961

TREZE(PB)

2-2

CAMPINENSE(PB)

CAMPEÃO – TREZE FUTEBOL CLUBE (CAMPINA GRANDE – PB)

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

O Auto Esporte Clube é uma agremiação da cidade de João Pessoa (PB). O “Clube do Povo” foi Fundado no dia 07 de Setembro de 1936, por um grupo de taxistas que se concentravam na Praça do Relógio, hoje conhecido como Ponto de Cém Reis, no centro da cidade de João Pessoa.

No entanto, por motivos até então desconhecidos, seu aniversário é comemorado no dia 7 de setembro. É conhecido como o Clube do Povo e o seu mascote é o macaco. É o quarto maior vencedor do Campeonato Paraibano de Futebol.

Nos primeiros anos, o Auto treinava nos campos localizados no centro da capital, o que foi lhe dando popularidade, devido a isso, arrastou multidões aos estádios, e pouco a pouco, criando a sua originalidade que até hoje é conhecido como o Clube do Povo.

Dando início a sua galeria de troféus, o Clube do Povo em 1939 conquistou o seu 1º campeonato paraibano e de maneira invicta. Em 1959 foi o primeiro clube paraibano a disputar uma competição nacional, a Taça Brasil (hoje reconhecida como Campeonato Brasileiro pela CBF).

Conquistou esse direito depois de ter sido campeão paraibano do ano anterior. Já no ano de 1993 foi o primeiro paraibano a vencer na Copa do Brasil ao derrotar o Paysandu por 2a1 no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

 

PRIMEIRO JOGO INTERNACIONAL

No ano de 1951 o Auto Esporte Clube realizou sua primeira partida internacional, contra a tripulação do barco argentino Punta Del Loyola, que estava ancorado no porto de Cabedelo, e venceu por 5 a 1.

 

CAMPEÃO INVICTO DE 1939

Em 1939, o Auto Esporte sagrou-se Campeão Paraibano invicto, pelo campeonato organizado pela LDP (Liga Desportiva Paraibana). No primeiro compromisso, o Auto Esporte venceu ao Treze por 3 a 2; em seguida derrotou o Esporte Clube União por 2 a 1; Palmeiras-PB por 2 a 1, para, 8 dias depois, empatar em 1 a 1 com o Botafogo-PB e, finalmente, encerrar a temporada, aplicando a goleada de 7 a 1 ao Felipeia.

Quadro campeão, com os jogadores que revezaram durante a temporada: Terceiro (Lins), Biu (Lucena), Zé Novo, Henrique, Gerson, Aluízio, Neco de Cabedelo e Formiga (Pé de Aço); Pitôta, Pedrinho e Misael.
1958: AUTO CONQUISTA O ESTADUAL DUAS VEZES

O Campeonato Estadual de 1956, conquistado pelo Auto Esporte, só foi decidido dois anos depois, numa série em “melhor de três”, entre Auto e Botafogo-PB.

O alvirrubro venceu o primeiro jogo pelo escore de 2 a 1, no Estádio Olímpico. O placar foi inaugurado aos 21 minutos do primeiro tempo, por intermédio de China, marcando para o Auto Esporte. Pedro Negrinho empatou aos 36 ainda na fase inicial. No segundo tempo coube a Delgado marcar a tento que deu a primeira vitória ao quadro automobilista.

Na semana seguinte, foi decidido o campeonato com o Auto vencendo mais uma vez por 2 a 1, escore que lhe deu o título de Campeão Paraibano de 1956, com a seguinte equipe: Freire, Calado e Lucas; Xavier, Américo e Croinha; Pitada, China, Delgado, Massangana e Alfredinho.

No dia 21 de dezembro de 1958, no Estádio Leonardo da Silveira, Auto Esporte e Íbis se empenharam na luta pelo título estadual, que acabou sendo conquistado pelo quadro automobilista pelo placar de 3 a 1, marcando para os vencedores Piau (2) e Alfredinho, cabendo a Moacir descontar para o Íbis. O time campeão atuou com: Agostinho; Wilson e Américo; Élcio, Joca e Croinha; Tito, China, Macau, Alfredinho e Piau.


TÍTULO DE 1987 ACABA COM JEJUM DE QUASE TRÊS DÉCADAS

Em 2 de novembro de 1987, perante um público de 15 mil espectadores, o Auto Esporte conseguiu, ao empatar com o Botafogo-PB, quebrar um tabu que já vinha durando 29 anos sem conquistas do Campeonato Paraibano.

O árbitro deste jogo foi José de Assis Aragão, que pertencia à Federação Paulista de Futebol e deixou de validar um gol do Botafogo-PB, marcado pelo lateral-direito Santana Filho, quando o jogo estava 0 a 0. Os assistentes foram José do Egito e Marcos Nunes Teobaldo, ambos da Paraíba.

Para desespero da torcida motorizada, o Botafogo partiu na frente. Mas o Auto Esporte teve forças para empatar com Bona, aos 44 minutos da etapa final. A equipe esteve formada assim: Adaílton; Walter, Neurilene, Marconi e Carlito; Farias, Dagoberto (Dentinho) e Tola; Zé Carlos, Isaías e Anchieta (Bona). O Auto Esporte na ocasião era treinado por Víctor Hugo e presidido por João Máximo Malheiros.
CAMPEÃO ESTADUAL DE 1990 E 1992

Durante o Campeonato Paraibano de 1990, era inegável que, mesmo antes de terminar o campeonato, o Auto tinha o melhor time. A confiança excessiva da torcida e da diretoria, acabou provocando um clima de guerra para o jogo contra o seu principal rival. O Botafogo-PB bem que tentou dificultar os passos do quadro volante.

Porém, isso nada valeu, pois Neto Surubim recebeu uma bola cruzada e bateu forte para o gol, sem chances de defesa para o goleiro Marola, do Botafogo-PB. O placar de 1 a 0 garantiu o título ao Auto Esporte, sob comando do treinador Mineiro, com a seguinte escalação: Jorge Pinheiro; Santana, Carlinhos Paraíba, Gilvan e Mano; Farias Álvaro e Neto Surubim (Adriano); Cao (Gilmar), Isaías e Betinho.

No Estadual de 1992, os alvirrubros fizeram a festa do título em pleno Estádio Amigão, diante dos torcedores trezeanos, que eram a maioria. Após a derrota no tempo normal de jogo, o Auto esteve impecável taticamente na prorrogação.

Mais ativo na partida, indo para o tudo ou nada, haja vista que o empate interessava unicamente ao Treze, o Auto fez o gol da vitória na prorrogação, aos 5 minutos, com Cristiano marcando o tento alvirrubro.

O Auto Esporte jogou com: Zenóbio; Gilmar (Cao), Salerno, Carlinhos Paraíba e Adriano; Deoclécio, Nilo e Betinho; Walber (Everton), Isaías e Cristiano. Técnico: Carlos (Carlão). Ainda neste mesmo ano, o Auto Esporte terminou na 3ª colocação do Campeonato Brasileiro da Série C.

 

O Auto Esporte é o único clube paraibano a fazer excursão à Europa, em 1999. Em 2004, o Auto Esporte foi rebaixado para a Segunda Divisão paraibana, retornando, no ano de 2006 à elite do futebol paraibano. No dia 29 de maio de 2011 o Auto Esporte é campeão da Taça Brasil de Futsal Sub-17 - 2ª Divisão, levando o futsal paraibano para a 1ª Divisão do campeonato. O destaque do time foi o ala Netinho, camisa 10 da equipe.

O Auto Esporte sagrou-se, no dia 29 de outubro de 2011, campeão da Copa Paraíba 2011 em cima do Treze, vencendo por 3 a 1. Em 2012 o Auto Esporte foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil pelo Bahia, ao perder por 3 a 0, no Estádio Almeidão. Ficou em oitavo lugar no Campeonato Paraibano de Futebol de 2012.

E a partir daí, o Auto Esporte começou a ter um desempenho muito ruim. E até hoje tem lutado para recuperar a época das grandes conquistas.

 

 

FONTES: Wikipédia – http://automaniacos1939.blogspot.com.br/

 

 

O Sanhauá Football Club foi um clube de futebol constituído por elementos do Club do Remo (foi o primeiro registro conhecido da tentativa de se implantar um clube náutico na Paraíba.  A expansão urbana da capital para as praias só ocorreria décadas depois. Logo, seus sócios organizavam exibições e corridas de regatas no Rio Sanhauá). A agremiação dividia suas atividades entre a prática náutica e futebolística.

Além dos principais clubes esportivos, também figurava o Club do Remo, fundado em 1921 com o objetivo da prática de regatas e outros esportes náuticos, ele também possuía um quadro de futebol, constituindo-se no Sanhauá Football Club. O Club do Remo realizava suas atividades náuticas ao largo do Rio Sanhauá, próximo onde hoje se encontra a comunidade do Porto do Capim, bairro do Varadouro.

FONTE:  automaniacos1939.blogspot

 

FONTE:  automaniacos1939.blogspot

 

O Vila Branca Sport Club é uma agremiação do Município de Solânea (PB). Fundado no dia 18 de maio de 1924, o clube Alvirrubro participou de 7 (sete) edições, sendo seis consecutivas, do Campeonato Paraibano da Primeira Divisão: 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999 e 2002. A sua estreia aconteceu em 1994 após se sagrar campeão da Segundona Paraibana de 1993. Em sua primeira participação, surpreendeu ao ficar em 1º lugar no quadrangular que rebaixaria o Treze e o Auto Esporte ao Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, em 1995.

Sua melhor classificação foi em 1997, quando ficou em 5º lugar no geral. Em 2000, o Vila Branca desistiu de participar do Campeonato. A equipe tentou retomar as atividades em 2001, porém débitos com a Federação Paraibana de Futebol (FPF) impediram a participação do Vila Branca, que disputaria ainda a edição de 2002, parando nas quartas de final. Desde então, o clube, que manda seus jogos no Estádio Tancredão, não voltou a disputar competições oficiais, dedicando-se atualmente a jogar campeonatos na região do Brejo.

 

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia – Arauna1 - acervodigitaldofutebolparaibano.blogspot
 

Atlético Cajazeirense de Desportos é uma agremiação esportiva de Cajazeiras, (PB). No dia 3 de julho de 1948, um grupo de desportistas reuniu-se as margens da BR-230, sob o comando do senhor Higino Pires Ferreira, com o objetivo de definirem a criação de um clube de futebol. Na pauta, a proposta de fusão entre a equipe do Botafogo F.C, do Sr. Emi Maciel, e o clube Oratório Festivo Salesiano, um dos principais clubes sociais da região na época. Após alguns entendimentos, definiram para a data de 21 de julho daquele mesmo ano a fundação do Atlético Cajazeirense de Desportos.

Em 1984, o então governador da ParaíbaWilson Braga, alugou à Cajazeiras o Nacional de Cabedelocom o objetivo de recolocar a cidade no cenário futebolístico do Estado. Nesta época, vários jogadores do Atlético conseguiram ingressar no elenco do Nacional. Em 1990, com o fim do contrato, os diretores do alviceleste decidiram profissionalizar a equipe para a disputa da Copa Integração.

Em 1991, o Atlético sagrou-se vice-campeão da competição, garantindo vaga no Campeonato Paraibano de profissionais, a partir de 1992. Sagrou-se campeão estadual em 2002, em decorrência da desistência do Campinense em disputar a partida e por conta da vitória do Botafogo sobre o Treze.

Depois de 2003, o Trovão Azul viveu altos e baixos, culminando com seu rebaixamento no Campeonato Paraibano de 2008 e sendo vice campeão da Segunda Divisão no ano seguinte. Com a nova queda no Paraibano de 2010, o Atlético resolveu pedir afastamento das competições, retornando apenas em 2012 para disputar a 2ª Divisão desse mesmo ano, tornando-se campeão da segunda divisão pela primeira vez.

Voltando a disputar a primeira divisão em 2013, o Atlético fez uma campanha regular no 1º turno, terminando em quarto lugar, mas assegurando o seu lugar na 1ª divisão de 2014. Já no segundo turno, o Atlético fez uma boa campanha, terminando em 3º lugar, sendo eliminado apenas na última rodada.

FONTES: Wikipédia – Página do Clube no Facebook – Só Futebol Brasil – Ismael Carlos

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

FONTE: Mercado Livre – Revista Placar

 

NOME: OURO VELHO ESPORTE CLUBE
CIDADE: Ouro Velho / PB
DATA DE FUNDAÇÃO: 15 de janeiro de 1990
CORES OFICIAIS:  azul / branco

 

O Treze Athletico Paraibano (atual Treze Futebol Clube) é uma agremiação da cidade de Campina Grande (PB). O ‘Galo da Borborema’ foi Fundado no dia 07 de Setembro de 1925, e tem a sua Sede localizada na Rua Teixeira de Freitas, s/n, no Bairro São José, em Campina Grande.

A história de glórias do Treze seguiu normalmente até meados dos anos 70. No entanto, o clube atolado em dividas, principalmente, com a previdência social fez com que a diretoria adotou uma estratégia para escapar desse abismo. Acreditando que poderia obter recursos junto ao Ministério da Educação e dos Esportes já que um programa governamental, apresentou  uma proposta para arrecadar recursos para a construção de uma vila olímpica.

Nas entrelinhas seria uma forma de fazer o básico com o dinheiro para construir o essencial. Para isto, o clube não poderia ter dividas no seu cadastro com o governo. Em 1978, a diretoria decidiu dar aquele “jeitinho brasileiro” e mudou o nome do clube e o CNPJ, trocando “Treze Futebol Clube” para “Treze Athletico Paraibano”.

Durante três anos o clube manteve essa nomenclatura, mas sem o consentimento da sua apaixonada torcida. Então, em Novembro de 1981, com a pressão dos torcedores, tendo Bióca à frente de uma grande movimento, a diretoria do Treze aceitou que fosse realização um plebiscito para definir se mantinha o nome ou se voltava para o original.

E o resultado foi acachapante para não deixar dúvidas: 300 contra 4 votos e o clube voltou a adotar o nome de fundação: Treze Futebol Clube. A curiosidade é que antes de voltar ao antigo nome o Treze Athletico Paraibano, se despediu conquistando o Campeonato Paraibano da 1ª Divisão de 1981.

FONTES & FOTO: Júlio Cesar – Blog Treze Galo

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Mercado Livre (Jairo Aguiar C/orquestra – Souvenir Esporte Club Cabo Branco)

 
CAMPINENSE CLUBE (CAMPINA GRANDE-PB)

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EC PATOS (PATOS-PB)

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Data: 04 de fevereiro de 1976 Local: Campina Grande – PB
Juiz: Jair Pereira Caráter: Campeonato Paraibano – 1976
Gols: Edvaldo (3), Luisinho (2), Valmir, Edvaldo Araujo, Carlinhos, Eli, Sandoval e Porto
Campinense(PB): Carlos; Edvaldo, Naná, Tanda e Eli; Carlinhos, Rubens Salim (Sandoval) e Porto; Leone, Edvaldo Araujo (Luisinho) e Valmir.
Esporte(PB): Batista; Marcos (Luis), Edmilson, Evilásio e Dedé; Toinho e Djalma; Peres, Anselmo, Beto e Neco.
 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado

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