FONTE: Revista Placar

 

TURNO ÚNICO

05.08.1954

TREZE(PB)

2-1

AUTO ESPORTE(PB) JOÃO PESSOA – PB

05.08.1956

BOTAFOGO(PB)

4-1

ABC(RN) JOÃO PESSOA – PB

07.08.1954

BOTAFOGO(PB)

2-0

AUTO ESPORTE(PB) JOÃO PESSOA – PB

07.08.1954

TREZE(PB)

2-2

ABC(RN) JOÃO PESSOA – PB

08.08.1954

AUTO ESPORTE(PB)

3-1

ABC(RN) JOÃO PESSOA – PB

08.08.1954

BOTAFOGO(PB)

1-0

TREZE(PB) JOÃO PESSOA – PB

CAMPEÃO – BOTAFOGO (JOÃO PESSOA-PB)

 

TORNEIO DAGOBERTO PIMENTEL

06.04.1961

NÁUTICO(PE)

2-0

CAMPÍNENSE(PB)

06.04.1961

TREZE(PB)

1-0

SANTA CRUZ(PE)

09.04.1961

CAMPÍNENSE(PB)

2-2

NÁUTICO(PE)

09.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

0-2

TREZE(PB)

12.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

4-2

CAMPÍNENSE(PB)

13.04.1961

TREZE(PB)

0-0

NÁUTICO(PE)

16.04.1961

NÁUTICO(PE)

1-3

TREZE(PB)

16.04.1961

CAMPÍNENSE(PB)

3-3

SANTA CRUZ(PE)

21.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

3-2

NÁUTICO(PE)

21.04.1961

CAMPINENSE(PB)

1-1

TREZE(PB)

23.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

2-1

NÁUTICO(PE)

23.04.1961

TREZE(PB)

2-2

CAMPINENSE(PB)

CAMPEÃO – TREZE FUTEBOL CLUBE (CAMPINA GRANDE – PB)

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

O Auto Esporte Clube é uma agremiação da cidade de João Pessoa (PB). O “Clube do Povo” foi Fundado no dia 07 de Setembro de 1936, por um grupo de taxistas que se concentravam na Praça do Relógio, hoje conhecido como Ponto de Cém Reis, no centro da cidade de João Pessoa.

No entanto, por motivos até então desconhecidos, seu aniversário é comemorado no dia 7 de setembro. É conhecido como o Clube do Povo e o seu mascote é o macaco. É o quarto maior vencedor do Campeonato Paraibano de Futebol.

Nos primeiros anos, o Auto treinava nos campos localizados no centro da capital, o que foi lhe dando popularidade, devido a isso, arrastou multidões aos estádios, e pouco a pouco, criando a sua originalidade que até hoje é conhecido como o Clube do Povo.

Dando início a sua galeria de troféus, o Clube do Povo em 1939 conquistou o seu 1º campeonato paraibano e de maneira invicta. Em 1959 foi o primeiro clube paraibano a disputar uma competição nacional, a Taça Brasil (hoje reconhecida como Campeonato Brasileiro pela CBF).

Conquistou esse direito depois de ter sido campeão paraibano do ano anterior. Já no ano de 1993 foi o primeiro paraibano a vencer na Copa do Brasil ao derrotar o Paysandu por 2a1 no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

 

PRIMEIRO JOGO INTERNACIONAL

No ano de 1951 o Auto Esporte Clube realizou sua primeira partida internacional, contra a tripulação do barco argentino Punta Del Loyola, que estava ancorado no porto de Cabedelo, e venceu por 5 a 1.

 

CAMPEÃO INVICTO DE 1939

Em 1939, o Auto Esporte sagrou-se Campeão Paraibano invicto, pelo campeonato organizado pela LDP (Liga Desportiva Paraibana). No primeiro compromisso, o Auto Esporte venceu ao Treze por 3 a 2; em seguida derrotou o Esporte Clube União por 2 a 1; Palmeiras-PB por 2 a 1, para, 8 dias depois, empatar em 1 a 1 com o Botafogo-PB e, finalmente, encerrar a temporada, aplicando a goleada de 7 a 1 ao Felipeia.

Quadro campeão, com os jogadores que revezaram durante a temporada: Terceiro (Lins), Biu (Lucena), Zé Novo, Henrique, Gerson, Aluízio, Neco de Cabedelo e Formiga (Pé de Aço); Pitôta, Pedrinho e Misael.
1958: AUTO CONQUISTA O ESTADUAL DUAS VEZES

O Campeonato Estadual de 1956, conquistado pelo Auto Esporte, só foi decidido dois anos depois, numa série em “melhor de três”, entre Auto e Botafogo-PB.

O alvirrubro venceu o primeiro jogo pelo escore de 2 a 1, no Estádio Olímpico. O placar foi inaugurado aos 21 minutos do primeiro tempo, por intermédio de China, marcando para o Auto Esporte. Pedro Negrinho empatou aos 36 ainda na fase inicial. No segundo tempo coube a Delgado marcar a tento que deu a primeira vitória ao quadro automobilista.

Na semana seguinte, foi decidido o campeonato com o Auto vencendo mais uma vez por 2 a 1, escore que lhe deu o título de Campeão Paraibano de 1956, com a seguinte equipe: Freire, Calado e Lucas; Xavier, Américo e Croinha; Pitada, China, Delgado, Massangana e Alfredinho.

No dia 21 de dezembro de 1958, no Estádio Leonardo da Silveira, Auto Esporte e Íbis se empenharam na luta pelo título estadual, que acabou sendo conquistado pelo quadro automobilista pelo placar de 3 a 1, marcando para os vencedores Piau (2) e Alfredinho, cabendo a Moacir descontar para o Íbis. O time campeão atuou com: Agostinho; Wilson e Américo; Élcio, Joca e Croinha; Tito, China, Macau, Alfredinho e Piau.


TÍTULO DE 1987 ACABA COM JEJUM DE QUASE TRÊS DÉCADAS

Em 2 de novembro de 1987, perante um público de 15 mil espectadores, o Auto Esporte conseguiu, ao empatar com o Botafogo-PB, quebrar um tabu que já vinha durando 29 anos sem conquistas do Campeonato Paraibano.

O árbitro deste jogo foi José de Assis Aragão, que pertencia à Federação Paulista de Futebol e deixou de validar um gol do Botafogo-PB, marcado pelo lateral-direito Santana Filho, quando o jogo estava 0 a 0. Os assistentes foram José do Egito e Marcos Nunes Teobaldo, ambos da Paraíba.

Para desespero da torcida motorizada, o Botafogo partiu na frente. Mas o Auto Esporte teve forças para empatar com Bona, aos 44 minutos da etapa final. A equipe esteve formada assim: Adaílton; Walter, Neurilene, Marconi e Carlito; Farias, Dagoberto (Dentinho) e Tola; Zé Carlos, Isaías e Anchieta (Bona). O Auto Esporte na ocasião era treinado por Víctor Hugo e presidido por João Máximo Malheiros.
CAMPEÃO ESTADUAL DE 1990 E 1992

Durante o Campeonato Paraibano de 1990, era inegável que, mesmo antes de terminar o campeonato, o Auto tinha o melhor time. A confiança excessiva da torcida e da diretoria, acabou provocando um clima de guerra para o jogo contra o seu principal rival. O Botafogo-PB bem que tentou dificultar os passos do quadro volante.

Porém, isso nada valeu, pois Neto Surubim recebeu uma bola cruzada e bateu forte para o gol, sem chances de defesa para o goleiro Marola, do Botafogo-PB. O placar de 1 a 0 garantiu o título ao Auto Esporte, sob comando do treinador Mineiro, com a seguinte escalação: Jorge Pinheiro; Santana, Carlinhos Paraíba, Gilvan e Mano; Farias Álvaro e Neto Surubim (Adriano); Cao (Gilmar), Isaías e Betinho.

No Estadual de 1992, os alvirrubros fizeram a festa do título em pleno Estádio Amigão, diante dos torcedores trezeanos, que eram a maioria. Após a derrota no tempo normal de jogo, o Auto esteve impecável taticamente na prorrogação.

Mais ativo na partida, indo para o tudo ou nada, haja vista que o empate interessava unicamente ao Treze, o Auto fez o gol da vitória na prorrogação, aos 5 minutos, com Cristiano marcando o tento alvirrubro.

O Auto Esporte jogou com: Zenóbio; Gilmar (Cao), Salerno, Carlinhos Paraíba e Adriano; Deoclécio, Nilo e Betinho; Walber (Everton), Isaías e Cristiano. Técnico: Carlos (Carlão). Ainda neste mesmo ano, o Auto Esporte terminou na 3ª colocação do Campeonato Brasileiro da Série C.

 

O Auto Esporte é o único clube paraibano a fazer excursão à Europa, em 1999. Em 2004, o Auto Esporte foi rebaixado para a Segunda Divisão paraibana, retornando, no ano de 2006 à elite do futebol paraibano. No dia 29 de maio de 2011 o Auto Esporte é campeão da Taça Brasil de Futsal Sub-17 - 2ª Divisão, levando o futsal paraibano para a 1ª Divisão do campeonato. O destaque do time foi o ala Netinho, camisa 10 da equipe.

O Auto Esporte sagrou-se, no dia 29 de outubro de 2011, campeão da Copa Paraíba 2011 em cima do Treze, vencendo por 3 a 1. Em 2012 o Auto Esporte foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil pelo Bahia, ao perder por 3 a 0, no Estádio Almeidão. Ficou em oitavo lugar no Campeonato Paraibano de Futebol de 2012.

E a partir daí, o Auto Esporte começou a ter um desempenho muito ruim. E até hoje tem lutado para recuperar a época das grandes conquistas.

 

 

FONTES: Wikipédia – http://automaniacos1939.blogspot.com.br/

 

 

O Sanhauá Football Club foi um clube de futebol constituído por elementos do Club do Remo (foi o primeiro registro conhecido da tentativa de se implantar um clube náutico na Paraíba.  A expansão urbana da capital para as praias só ocorreria décadas depois. Logo, seus sócios organizavam exibições e corridas de regatas no Rio Sanhauá). A agremiação dividia suas atividades entre a prática náutica e futebolística.

Além dos principais clubes esportivos, também figurava o Club do Remo, fundado em 1921 com o objetivo da prática de regatas e outros esportes náuticos, ele também possuía um quadro de futebol, constituindo-se no Sanhauá Football Club. O Club do Remo realizava suas atividades náuticas ao largo do Rio Sanhauá, próximo onde hoje se encontra a comunidade do Porto do Capim, bairro do Varadouro.

FONTE:  automaniacos1939.blogspot

 

FONTE:  automaniacos1939.blogspot

 

O Vila Branca Sport Club é uma agremiação do Município de Solânea (PB). Fundado no dia 18 de maio de 1924, o clube Alvirrubro participou de 7 (sete) edições, sendo seis consecutivas, do Campeonato Paraibano da Primeira Divisão: 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999 e 2002. A sua estreia aconteceu em 1994 após se sagrar campeão da Segundona Paraibana de 1993. Em sua primeira participação, surpreendeu ao ficar em 1º lugar no quadrangular que rebaixaria o Treze e o Auto Esporte ao Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, em 1995.

Sua melhor classificação foi em 1997, quando ficou em 5º lugar no geral. Em 2000, o Vila Branca desistiu de participar do Campeonato. A equipe tentou retomar as atividades em 2001, porém débitos com a Federação Paraibana de Futebol (FPF) impediram a participação do Vila Branca, que disputaria ainda a edição de 2002, parando nas quartas de final. Desde então, o clube, que manda seus jogos no Estádio Tancredão, não voltou a disputar competições oficiais, dedicando-se atualmente a jogar campeonatos na região do Brejo.

 

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia – Arauna1 - acervodigitaldofutebolparaibano.blogspot
 

Atlético Cajazeirense de Desportos é uma agremiação esportiva de Cajazeiras, (PB). No dia 3 de julho de 1948, um grupo de desportistas reuniu-se as margens da BR-230, sob o comando do senhor Higino Pires Ferreira, com o objetivo de definirem a criação de um clube de futebol. Na pauta, a proposta de fusão entre a equipe do Botafogo F.C, do Sr. Emi Maciel, e o clube Oratório Festivo Salesiano, um dos principais clubes sociais da região na época. Após alguns entendimentos, definiram para a data de 21 de julho daquele mesmo ano a fundação do Atlético Cajazeirense de Desportos.

Em 1984, o então governador da ParaíbaWilson Braga, alugou à Cajazeiras o Nacional de Cabedelocom o objetivo de recolocar a cidade no cenário futebolístico do Estado. Nesta época, vários jogadores do Atlético conseguiram ingressar no elenco do Nacional. Em 1990, com o fim do contrato, os diretores do alviceleste decidiram profissionalizar a equipe para a disputa da Copa Integração.

Em 1991, o Atlético sagrou-se vice-campeão da competição, garantindo vaga no Campeonato Paraibano de profissionais, a partir de 1992. Sagrou-se campeão estadual em 2002, em decorrência da desistência do Campinense em disputar a partida e por conta da vitória do Botafogo sobre o Treze.

Depois de 2003, o Trovão Azul viveu altos e baixos, culminando com seu rebaixamento no Campeonato Paraibano de 2008 e sendo vice campeão da Segunda Divisão no ano seguinte. Com a nova queda no Paraibano de 2010, o Atlético resolveu pedir afastamento das competições, retornando apenas em 2012 para disputar a 2ª Divisão desse mesmo ano, tornando-se campeão da segunda divisão pela primeira vez.

Voltando a disputar a primeira divisão em 2013, o Atlético fez uma campanha regular no 1º turno, terminando em quarto lugar, mas assegurando o seu lugar na 1ª divisão de 2014. Já no segundo turno, o Atlético fez uma boa campanha, terminando em 3º lugar, sendo eliminado apenas na última rodada.

FONTES: Wikipédia – Página do Clube no Facebook – Só Futebol Brasil – Ismael Carlos

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

FONTE: Mercado Livre – Revista Placar

 

NOME: OURO VELHO ESPORTE CLUBE
CIDADE: Ouro Velho / PB
DATA DE FUNDAÇÃO: 15 de janeiro de 1990
CORES OFICIAIS:  azul / branco

 

O Treze Athletico Paraibano (atual Treze Futebol Clube) é uma agremiação da cidade de Campina Grande (PB). O ‘Galo da Borborema’ foi Fundado no dia 07 de Setembro de 1925, e tem a sua Sede localizada na Rua Teixeira de Freitas, s/n, no Bairro São José, em Campina Grande.

A história de glórias do Treze seguiu normalmente até meados dos anos 70. No entanto, o clube atolado em dividas, principalmente, com a previdência social fez com que a diretoria adotou uma estratégia para escapar desse abismo. Acreditando que poderia obter recursos junto ao Ministério da Educação e dos Esportes já que um programa governamental, apresentou  uma proposta para arrecadar recursos para a construção de uma vila olímpica.

Nas entrelinhas seria uma forma de fazer o básico com o dinheiro para construir o essencial. Para isto, o clube não poderia ter dividas no seu cadastro com o governo. Em 1978, a diretoria decidiu dar aquele “jeitinho brasileiro” e mudou o nome do clube e o CNPJ, trocando “Treze Futebol Clube” para “Treze Athletico Paraibano”.

Durante três anos o clube manteve essa nomenclatura, mas sem o consentimento da sua apaixonada torcida. Então, em Novembro de 1981, com a pressão dos torcedores, tendo Bióca à frente de uma grande movimento, a diretoria do Treze aceitou que fosse realização um plebiscito para definir se mantinha o nome ou se voltava para o original.

E o resultado foi acachapante para não deixar dúvidas: 300 contra 4 votos e o clube voltou a adotar o nome de fundação: Treze Futebol Clube. A curiosidade é que antes de voltar ao antigo nome o Treze Athletico Paraibano, se despediu conquistando o Campeonato Paraibano da 1ª Divisão de 1981.

FONTES & FOTO: Júlio Cesar – Blog Treze Galo

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Mercado Livre (Jairo Aguiar C/orquestra – Souvenir Esporte Club Cabo Branco)

 
CAMPINENSE CLUBE (CAMPINA GRANDE-PB)

11

EC PATOS (PATOS-PB)

0

Data: 04 de fevereiro de 1976 Local: Campina Grande – PB
Juiz: Jair Pereira Caráter: Campeonato Paraibano – 1976
Gols: Edvaldo (3), Luisinho (2), Valmir, Edvaldo Araujo, Carlinhos, Eli, Sandoval e Porto
Campinense(PB): Carlos; Edvaldo, Naná, Tanda e Eli; Carlinhos, Rubens Salim (Sandoval) e Porto; Leone, Edvaldo Araujo (Luisinho) e Valmir.
Esporte(PB): Batista; Marcos (Luis), Edmilson, Evilásio e Dedé; Toinho e Djalma; Peres, Anselmo, Beto e Neco.
 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O CICA (Companhia Industrial, Comercial e Agrícola) foi uma agremiação da cidade de Patos (PB). Fundado na década de 30, por funcionários da firma Companhia Industrial, Comercial e Agrícola, que tinha como Gerente Valdeban Carneiro. A sua Sede e o campo ficavam próximos as margens do lado esquerdo do Rio Espinhares. Ambos construídos pelos funcionários da empresa com objetivo de abrigar os treinos da equipe CICA.

Para defini-lo na atualidade, quanto à sua localização, uma das suas traves ficava na residência do jogador Severino (Rua Laurênio de Queiroz) e a outra baliza ficava bem lá embaixo, onde há hoje o Colégio GEO (Rua Antônio Justino), no Bairro Belo Horizonte, em Patos.

DESCRIÇÃO E CURIOSIDADES DO CAMPO

O Campo em si, era cercado com estacas pintada de azul e branco (cores da Padroeira da cidade de Patos e também utilizada na padronagem do time CICA), tendo na sua extremidade um orifício, por onde passava o arame que delimitava a separação que devia haver entre os jogadores e a torcida.

Duas curiosidades ornamentavam o Campo da CICA. Uma era a grande barraca de Inácio Fernandes (genitor do jogador Marreca) que saciava a sede dos espectadores, durante o intervalo do primeiro para o segundo tempo, com laranjas.A segunda, era a barreira do Rio Espinhares, na sua margem direita, que ficava repleta de moradores do Bairro do São Sebastião, em dia de jogo.

  

FONTES: Revista Sport Ilustrado – Júlio César Gomes de Oliveira

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Paraíba EC de Cajazeiras, fundado em 07 de Julho de 2005, trocou o seu escudo em 2016. Segue o novo modelo.

Fonte: Súmulas da FPF

 

 

 

06.04.1961

NÁUTICO(PE)

2-0

CAMPINENSE(PB)

06.04.1961

TREZE(PB)

1-0

SANTA CRUZ(PE)

09.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

0-2

TREZE(PB)

09.04.1961

CAMPINENSE(PB)

2-2

NÁUTICO(PE)

12.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

4-2

CAMPINENSE(PB)

13.04.1961

TREZE(PB)

0-0

NÁUTICO(PE)

16.04.1961

NÁUTICO(PE)

1-3

TREZE(PB)

16.04.1961

CAMPINENSE(PB)

3-3

SANTA CRUZ(PE)

21.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

3-2

NÁUTICO(PE)

21.04.1961

TREZE(PB)

1-1

CAMPINENSE(PB)

23.04.1961

CAMPINENSE(PB)

2-2

TREZE(PB)

23.04.1961

SANTA CRUZ(PE)

2-1

NÁUTICO(PE)

Treze Futebol Clube - Campeão do Torneio Dagoberto Pimentel - 1961

 

FONTE: Gazeta Esportiva

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Treze Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Campina Grande (PB). Fundado no dia 07 de Setembro de 1925, tem a sua Sede e o Estádio Presidente Vargas, localizados na Rua Teixeira de Freitas, s/n, no Bairro São José, em Campina Grande.

 HISTÓRIA

Início do Futebol em Campina Grande – O futebol foi introduzido em Campina Grande no ano de 1913, quando Antônio Fernandes Bioca trouxe a primeira  bola de futebol e, juntamente com alguns amigos, organizou um grupo que começou a praticar o novo esporte. Esse grupo começou a treinar em junho deste mesmo ano num campo que ficava onde hoje é a rua João Pessoa. Bioca também foi o responsável por organizar o primeiro clube de Campina, o “High Life”. Nesse período surgiram vários outros times e foram disputadas diversas partidas.

FUNDAÇÂO

No dia 7 de setembro de 1925, Bioca se reuniu com mais doze desportistas em sua residência e fundaram um novo clube de futebol. Nessa mesma reunião foi aclamado Presidente interino do clube Antônio Fernandes Bioca, Orador o Dr. Luiz Gomes da Silva e o Secretário Sr. Alberto Santos. Ficou também determinado que seria marcada uma outra reunião em uma próxima data.

O PORQUÊ DO NOME ‘TREZE’

Foi nessa segunda reunião, acontecida no dia 20 de outubro de 1925 também na residência de Bioca, onde foi colocada em discussão qual seria o nome para este clube. E a proposta aceita foi a do Sr. José Casado que disse: “que o clube deveria tomar o nome de Treze Futebol Clube, em virtude de ter sido este número coincidido os fundadores que são Treze pessoas”.

TÍTULOS

Campeonato Paraibano (16 títulos)
1940 / 1941 / 1950 / 1966 (Invicto) / 1975 / 1981 / 1982 / 1983 / 1985 / 1989 / 2000 / 2001 / 2005 / 2006 / 2010 / 2011

Campeão módulo amarelo Torneio Paralelo CBF
(equivalente à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro)
1986

Torneio Pernambuco Paraíba
1961

Torneio Paraíba – Rio Grande do Norte
1980

 

FONTES:  Filatélica Zeppelin - Museu Virtual do Esporte de Campina Grande – Site do clube

 

FONTE: O Malho

 

Auto Esporte Clube (João Pessoa-PB) - 1960

 

Paulistano Esporte Clube (Campina Grande-PB) - 1960

 

O Santos Futebol Clube, de João Pessoa, foi fundado em 9/11/1949 e em 1954 disputou pela primeira vez o Campeonato Paraibano, na época chamado de “Misto”, por ter times profissionais e semiprofissionais. Ao longo de cinco décadas, o clube estabeleceu um recorde: participou ininterruptamente de 39 edições do Campeonato Paraibano, aproveitando-se de crises políticas e financeiras que acometeram os quatro grandes campeões do Estado ainda na ativa – Botafogo, Campinense, Treze e Auto Esporte -, que deixaram de jogar um ou outro campeonato.

O recorde do Santos de Tereré só foi batido por um desses quatro em 2013, quando o Botafogo alcançou a marca de 40 edições consecutivas jogando o campeonato.

Ao longo dos tempos, o Santos quase sempre foi figurante no campeonato, fazendo-se presente na parte de baixo da tabela, na companhia de times como Nacional de Cabedelo e Santa Cruz de Santa Rita. Contudo, ano sim ano também o Santos estava lá.

A partir dos anos 2000, o clube preferiu manter apenas categorias de base e abandonou o futebol profissional. O campo que o clube possui hoje situa-se no bairro Ernesto Geisel, em João Pessoa, podendo ser visto aqui, no Google Street View.

Recentemente, o clube foi lembrado em uma crônica no site Esporte São José do Sabugi pelo colunista Francisco Serpa, cuja reprodução autorizada segue abaixo:

Crônicas do Serpa: O Santos de Tereré

O mundo possuía o Santos de Pelé e companhia, um time que ganhava todos os campeonatos que disputava, aqui e em alhures; João Pessoa desfrutava do Santos de Tereré, um time que não ganhava campeonatos mas jogava com bastante raça e formava e ainda forma jovens para a vida.

Três desportistas sonhadores, Jonatas Figueiredo de Souza, Renato Queiroz Fernandes e José Walter Marinho Marsicano, no dia nove de setembro de 1949, sentados em uma Praça localizada na Rua Odon Bezerra, Tambiá, em frente ao atual prédio da Federação Paraibana de Futebol fundaram o Santos Futebol Clube de João Pessoa. Não resta dúvida que a escolha do nome foi uma singela homenagem ao time paulista.

Por muitos anos o Santos Futebol Clube disputou a primeira divisão do campeonato paraibano de futebol com equipes modestas, utilizando jogadores jovens e prata da casa. Era um misto de juvenil com amador com garra e vontade competindo com os profissionais. Onde faltava recursos e meios, sobrava improvisação e disposição.

O seu eterno presidente José Walter Marsicano, que era conhecido por Tereré, dedicou-se tanto ao clube que o seu apelido foi incorporado pelo time, quando passou a ser carinhosamente denominado pelo torcedor e pela imprensa como o “Santos de Tereré”. Ele presidiu a agremiação por mais de trinta anos e nutriu no seio de sua família o amor pela agremiação, deixando o seu filho Leonardo Menezes Marsicano e o neto Leonardo Filho comandando a agremiação e não deixando o sonho acabar.

Vários jovens foram revelados nos quadros da base do Santos Futebol Clube e que posteriormente vestiram a camisa de times considerados grandes no estado e em centros maiores. Quem não se lembra do atacante “Zito Camburão”, do ponta esquerda “Vandinho”, do goleiro “Ademar”, do centroavante “Ary”, de “Marcos do Boi “ e tantos outros que a memória não recorda?

Em 1998 a agremiação resolveu suspender as suas atividades do departamento de futebol profissional, e dedicar-se exclusivamente as categorias de base que funcionam no seu centro de treinamento localizado no Bairro do Geisel, disputando anualmente todas as competições oficiais: desde fraudinha aos juniores.

Entre os títulos conquistados no futebol pelo Santos Futebol Clube, dois são bastante lembrados por seus dirigentes, o primeiro foi o título invicto do campeonato amador, quando seu treinador era o comentarista esportivo Ivan Bezerra Cavalcante, o segundo foi a conquista da segunda divisão do campeonato paraibano.

Como não poderia deixar de ser o Santos enfrentou várias crises durante a sua existência, em uma delas o time foi derrotado por 10 x 0 pelo Treze Futebol Clube, em Campina Grande. Nesse dia ninguém se entendeu, nem dentro nem fora de campo, e a discussão foi tão grande que no retorno esqueceram de trazer o material de jogo, que ficou na Rainha da Borborema.

Mesmo reconhecendo as dificuldades e a falta de políticas públicas destinadas aos clubes de futebol, em particular, aos pequenos, o sonho dos herdeiros de Walter Marinho Marsicano, o “Tereré”, é reativar o departamento de futebol profissional do Santos e voltar a disputar a primeira divisão, como nos bons e saudosos tempos.

Francisco Di Lorenzo Serpa
Membro da API, UBE e APP
falserpa@oi.com.br

O post original pode ser acessado aqui. Vale a pena visitar as outras colunas do Serpa, com várias histórias do futebol da Paraíba.

Assim como o caso do Floresta de Rio Branco/AC, o Santos de Tereré é mais um caso de clube que se confundiu com seu quase eterno mantenedor, e certamente há milhares de casos parecidos Brasil afora.

 

Em 1984, o tradicional clássico dos Maiorais, entre Campinense e Treze, válido pelo campeonato paraibano, foi atracão de um bingo no estádio Amigão.

A imprensa local afirma que nunca o estádio recebeu tanto público e como o ingresso foi a cartela não foi computado renda e pública.

Além disso, o classico foi marcado por um show de gols no maior clássico do futebol de Campina Grande na Paraíba.

O jogo:

Treze 4 x 4 Campinense
Campeonato Paraibano – 2º turno
Data: 23/set/1984
Estádio: Ernani Satyro – Amigão
Cidade: Campina Grande
Árbitro: José Marinho
Auxiliares: José Clizaldo e Erinaldo Olinto
Publico e renda: não divulgados
Gols: Santos (Cam) 2, 36 e 43/1ºT; 21/2ºT. Jangada (Tre) 3/2ºT, Almir (Tre) 23/2ºT e Odilon (Tre) 33/2ºT e aos 40/2ºT

Treze: Hélio Show, João Alfredo (Neinha), Aloisio, Dudé, Marcos Antônio, Edmar, Odilon, Edmo, Jangada, Almir e Aragão (Menon) Técnico: Sandoval Guedes

Campinense: Adilson, Santana (Luis Alberto), Marcos Silva, Dão, Marcos Antônio, Adauto, Galeguinho, Rinaldo, Carlão, Santos (Paulinho) e Rildo. Técnico: José Santos

 f: cg em retalhos

 

O Botafogo Futebol Clube (ou simplesmente, Botafogo de Inocêncio Oliveira), foi uma agremiação do Município de Patos (PB). O Alvinegro foi Fundado em 1946, por Inocêncio Oliveira, que seis anos depois foi um dos fundadores do Esporte Clube de Patos.

INVENCIBILIDADE QUE DUROU 6 ANOS

O mais curioso da história do futebol de Patos está relacionado ao fato de que nenhum dos times profissionais chegou a proporcionar tantas alegrias quanto o amador Botafogo de Inocêncio Oliveira. A equipe Alvinegra conseguiu permanecer invicto durante mais de seis anos, escrevendo uma das páginas mais bonitas da cidade sertaneja. Diferentemente de hoje, havia uma enorme dedicação, amor às cores da bandeira e insistente vontade de vencer.

INOCÊNCIO DE OLIVEIRA: O PATRONO

A chegada daquele que mais tarde seria considerado o patrono do nosso futebol, data de 1921. Inocêncio Oliveira, que nascera em Taperoá, no dia 26 de outubro de 1895, vinha tentar a sorte em solo das Espinharas, desenvolvendo a sua atividade profissional de pedreiro.

Contudo assumiu funções distintas: músico da Banda do professor Anésia Leão, fiscal da Prefeitura e, juntamente com Adauto Procópio, Pedro Alma, Antônio Macaco, Severino Grosso e Manoel Chibara, desenvolveu incursões em busca de minérios, o que lhe rendeu um considerável patrimônio.

Com relação ao seu ingresso no futebol, vale ressaltar que tudo teve início a partir de uma visita dos amigos Souto Maior e Zé Balbino, o convidando para uma reunião no sobradinho onde funcionou o Açougue Público, na Praça da Babilônia.

Lá chegando, encontrou ainda, Caetano Marinho, Adauto Santos, Severino Lustosa, Luiz Marinho, entre outros, que praticamente o impuseram a condição de presidente da equipe ora em formação. De pronto foi feita uma coleta de quase três contos de réis.

No dia seguinte Inocêncio mandou cercar o Campo do Estrela e transformou sua casa em hotel para os jogadores procedentes de outras cidades, onde os mesmos tinham café, almoço, janta e ceia, além de dinheiro para algumas farras.

Dada a experiência, captada a partir da época em que jogou futebol em sua terra natal, não aceitou de início disputar partidas com os seus principais rivais, a exemplo do Brasil e o Cica. Somente quando chegou a seleção desejada, composta de Zezé, Urái, Biu Porto, Totinha, Zé Bom, Adelson, Mané de Ferro, Josias, Araújo, Ruivo e Zuca, é que decidiu encarar os adversários, obtendo os melhores resultados.

TREZE E FERROVIÁRIO-CE FORAM BATIDOS

O primeiro grande jogo diante do Treze de Campina Grande foi o maior termômetro de que a façanha estava apenas por começar. Ao final o Botafogo havia vencido por 6 a 5. A Seleção de Coremas, uma das melhores equipes da região, também veio a Patos e acabou amargando uma derrota por 4 a 0.

Pediu revanche e após um bom período de preparação voltou para vingar-se e novamente foi derrotada, desta feita por 4 a 2. Irritado com a equipe perdedora, o seu técnico França rumou para Fortaleza prometendo que voltaria para acabar com a imbatível agremiação de Patos. Tempos depois ele enviou o Ferroviário do Ceará que havia conseguido um empate com o forte Fluminense do Rio. Aqui chegando foi derrotado por 3 a 2.

Durante a existência do Botafogo de seu Inocêncio, o povo de Patos viveu um permanente carnaval. No entanto, já abatido financeiramente e registrando problemas de saúde, o dirigente que não conheceu a derrota teve que se transferir para a Bahia.

Ao regressar fora convidado para outra reunião e desta feita uma decisão prévia já havia sido tomada: a transformação do Botafogo em Esporte Clube de Patos. Mesmo não concordando, ele ofereceu toda a documentação, a bandeira, os troféus e, inclusive, o recibo do pagamento mensal feito à Federação.

 

FONTE & FOTOS: Site Pato em Revista

 

O Esporte Clube de Patos é uma agremiação do Município de Patos (PB). A sua Sede fica situada na Rua Pedro Firmino, s/n, no Centro de Patos. O ‘Terror do Sertão’ foi Fundado no dia 07 de Julho de 1952, em uma reunião realizada na sede do Tiro de Guerra de Patos, por alguns ex-atletas do extinto Botafogo de Inocêncio Oliveira Patos, sob o comando do Zéu Palmeira e de Antônio Araújo, conhecido como Araújo, maior glória do Esporte.

Admiradores do futebol pernambucano, os fundadores homenagearam o Sport e o Náutico, ao denominar a equipe como Esporte Clube de Patos e ao utilizarem o mesmo padrão adotado pelo alvirrubro recifense na época. Foram seus fundadores: Inocêncio Oliveira, Sargento Porfírio, Zéu Palmeira, Antônio Araújo, Souto Maior, Dr. Lauro Queiroz, Wilson Nobre, Mozinho Leitão, Francisco Queiroz (Chicão), Medeiros da Chevrolet, Vavá Brandão e Chico.

 

PRIMEIROS PRESIDENTE E TÉCNICO

O 1º presidente do Esporte foi José Torreão e primeiro técnico foi Manoel de Andrade. Conforme está registrado no álbum do futebol, em depoimento Inocêncio Oliveira afirmou que o Esporte surgiu da vontade de alguns torcedores em criar uma nova entidade esportiva para Patos, substituindo assim, o inesquecível Botafogo.

Segundo Metódio Leitão a escolha do nome do Esporte Clube de Patos foi uma proposta do Sr. Bivar Olhinto de Melo e Silva, que além de jogador, também foi juiz de futebol. Bivar Olhinto anos depois, foi eleito Prefeito de Patos e, posteriormente, deputado federal.

O Esporte durante muitos anos foi mantido e comandado por um de seus grandes jogadores, Zéu Palmeira e sua sede localizava-se na Avenida Epitácio Pessoa no centro de Patos, local onde hoje é o Banco do Brasil.

 

FUTEBOL

A tradição do Esporte Clube de Patos vem de muito tempo, visto que desde sua fase como time amador teve grandes atletas e formou equipes muito boas, mesmo antes de tornar uma equipe profissional, o que somente aconteceu em 1964 e, no ano seguinte 1965 passou a disputar o Campeonato Paraibano, permanecendo até 1974.

Em 1972 conquistou o Torneio Inicio promovido pela Federação Paraibana de Futebol (FPF), e em 1993, depois de 21 anos conquistou novamente. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995. Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão no ano de 2005, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.

O Esporte na época ainda como equipe amadora proporcionou a sua aguerrida torcida, muitas alegrias no velho e inesquecível campo do ginásio. Ali partidas memoráveis contra equipes famosas foram realizadas: Sport Recife, São Cristovão (RJ) e Portuguesa Carioca (RJ), Ipiranga (BA), Sergipe, ASA de Arapiraca, Treze, Campinense e Paulistano de Campina Grande, Auto Esporte e Brejui de Currais Novos, dentre tantas outras.

Ali também o Esporte nunca perdeu para o seu grande rival, o Nacional e na primeira partida ganhou por 3 a 1. Em função de sua fama no interior do Nordeste, o Esporte foi convidado e disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, a qual na época chegou a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte, que tinha grandes equipes e era destaque no Ceará.

 

CRAQUES

Dentre os jogadores que passaram pelo Esporte na época do campo do ginásio destacam-se: Antônio Araújo, conhecido como Araújo e considerado pelos mais antigos como a maior glória do Esporte, ele chegou a jogar no Sport Recife e no Bahia; Mário Moura que saiu de Patos diretamente para jogar no Vitória de Setúbal em Portugal e Araponga um dos maiores craques que a Paraíba já teve.

Este última Inclusive é considerado por muitos em Campina Grande, como o melhor jogador de todos os tempos da equipe do Campinense, que na sua época chegou a ser Hexacampeão da Paraíba. Para se ter uma idéia do quanto Araponga era craque, quando Pelé estava no topo de sua carreira, e Santos considerado o maior time de futebol do mundo da época, Araponga foi comprado para ser o reserva de Pelé.

Essas e outras tantas histórias são a razão principal para que o Esporte tenha uma torcida tão apaixonada e vibrante mesmo quando as coisas não andam tão bem para o time.

 

PROFISSIONALIZAÇÃO

Após a gloriosa fase de muita tradição como uma grande equipe amadora, ficar bastante famoso no cenário esportivo e conhecido em todo o interior nordestino, pela qualidade de seus grandes atletas e pela formação de ótimas equipes, veio então a fase de profissionalização em 1964, quando filiou-se a Federação Paraibana de Futebol e passou a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965.

Já ano de sua estréia como equipe profissional começou logo azarando seus adversários, ao aplicar uma histórica goleada de 11 a 0, na equipe do Cinco de Agosto da cidade de João Pessoa, uma das maiores goleadas registradas na história do futebol paraibano.

Por essa e outras façanhas jogando em Patos, o Esporte passou a ser chamado pela crônica esportiva da Paraíba de “O Patinho Terror do Sertão como até hoje é conhecido. A seguir são apresentadas algumas das equipes formadas pelo Esporte desde o início de suas atividades como time profissional em 1965.

 

Hino do Esporte Clube de Patos

Esporte! Esporte! Esporte!

O alvirrubro do meu coração!

Esporte! Esporte! Esporte!

É o patinho, o terror do sertão!

(BIS)

 

Quando ele arranca, todos sabem como é!

É mais um gol e a turma segue dando olé!

Desde Inocêncio, muita glória, muito amor,

Esse patinho é mesmo o terror!

 

FONTES: Julio César – Wikipédia – Página do clube no Facebook – Site Letras.mus.br

 

Seguindo o garimpo no Diário de Pernambuco, mas um modelo diferente. Trata-se de um escudo de 1963 do Campinense Clube. Agremiação rubro-negra da cidade paraibana de Campina Grande, foi Fundado no dia 12 de Abril de 1915.

Títulos

Regionais
Competição Títulos Temporadas
Brazil Region Nordeste.svg Copa do Nordeste 1 2013
Trophy(transp).png Taça Brasil – Nordeste 1 1962
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Paraíba Campeonato Paraibano 20 196019611962196319641965196719711972197319741975197919801991,1993200420082012 e 2015
Bandeira da Paraíba.svg Copa Paraíba 2 1973 Cscr-featured.png2006 Cscr-featured.png
Bandeira da Paraíba.svg Torneio Início do Campeonato Paraibano 7 196319641972197319751977 e 1980

FONTE: Diário de Pernambuco  - Wikipédia

 

O Guarany Esporte Clube Recreativo é uma agremiação da Cidade de João Pessoa (PB). Fundado no dia 15 de Agosto de 1957, a sua Sede fica localizada na Rua Dezenove de Março, 165, no bairro do Roger, em João Pessoa.

Além da sua sede social, o Guarany possui um belo Ginásio, onde ocorre, entre outras coisas, partidas do Campeonato Paraibano de Futsal.  O clube desenvolve diversos trabalhos sociais como a capoeira, futsal, judô, entre outros.

Na esfera do futebol, o Guarany do Roger disputou e se sagrou campeão do Torneio Início Misto da 1ª Divisão Paraibano de 1968. Vendendo o Íbis (2 a 0); o Auto Esporte (1 a 1, e vitória nos pênaltis) e  Vera Cruz (2 a 0).

 

FONTES: Google Maps – Rsssf Brasil

 
Campeonato Paraibano Misto de 1970

Taça Dagoberto Pimentel

Período: de 17 de maio a 27 de setembro de 1970

 

Participantes:

América Futebol Clube (Esperança)

Atlético Futebol Clube (Campina Grande)

Atlético Clube Tabajara (Alagoa Grande)

Campinense Clube

Esporte Clube Cultural de Cuité

Treze Futebol Clube

 

TURNO

17/maio

Cuité 1 x 3 Treze

Atlético 3 x 2 Tabajara

Campinense 4 x 0 América

 

24/maio

Tabajara 1 x 1 Cuité

América 0 x 0 Treze

Campinense 2 x 1 Atlético

 

31/maio

Cuité 0 x 1 Campinense

 

02/junho

Treze 5 x 1 Tabajara

 

07/junho

Cuité 1 x 0 América

Tabajara 0 x 0 Campinense

 

09/junho

Treze 1 x 1 Atlético

 

13/junho

Campinense 2 x 1 Treze

 

14/junho

América 1 x1 Tabajara

Atlético 6 x 1 Cuité

 

12/julho

América 0 x 0 Atlético

 

CLASSIFICAÇÂO DO 1º TURNO

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Campinense

09

05

4

1

0

9

2

7

Treze

06

05

2

2

1

10

5

5

Atlético

06

05

2

2

1

11

6

5

Cuité

03

05

1

1

3

4

11

-7

América

03

05

0

3

2

1

6

-5

Tabajara

03

05

0

3

2

5

10

-5

 

RETURNO

05/julho

Treze 1 x 1 Cuité

Tabajara 3 x 0 Atlético

América 1 – 5 Campinense

 

08/julho

Treze 1 x 1 América

Campinense 2 x 0 Atlético

 

12/julho

Cuité 2 x 0 Tabajara

 

13/julho

Atlético 1 x 0 América

Tabajara 0 x 1 Treze

 

18/julho

Atlético 1 x 1 Cuité

América W.O. Tabajara

 

22/julho

Treze 4 x 1 Atlético

Campinense W.O. Tabajara

 

25/julho

Campinense 5 x 2 Cuité

 

28/julho

Treze 4 x 3 Campinense

Cuité 0 x 0 América

 

CLASSIFICAÇÂO DO 2º TURNO

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Campinense

08

05

4

0

1

17

7

10

Treze

08

05

3

2

0

11

6

5

Cuité

05

05

1

3

1

6

7

-1

América

04

05

1

2

2

4

7

-3

Atlético

03

05

1

1

3

3

10

-7

Tabajara

02

05

1

0

4

3

7

-4 

III TURNO

 

09/agosto

Treze 2 x 0 Cuité

América 0 x 1 Campinense

Tabajara 1 x 0 Atlético

 

19/agosto

Campinense 4 x 0 Atlético

América 0 x 0 Treze

Tabajara 1 x 0 Cuité

 

23/agosto

Cuité 0 x 3 Campinense

Tabajara 1 x 1 Treze

Atlético 1 x 2 América

 

26/agosto

Campinense 5 x 0 Tabajara

Atlético 1 x 6 Treze

América 2 x 1 Cuité

 

30/agosto

Campinense 0 x 2 Treze*

América 1 x 1 Tabajara

Cuité 2 x 2 Atlético

* (Pela regra do torneio cada clube somente podia escalar 5 atletas profissionais. O Treze escalou um número não permitido e por causa disto perdeu os pontos da partida e a chance de vencer o turno.)

 

CLASSIFICAÇÂO DO 3º TURNO

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Campinense

08

05

4

0

1

13

2

11

Treze

06

05

3

2

0

11

2

9

América

06

05

2

2

1

5

4

1

Tabajara

06

05

2

2

1

4

7

-3

Cuité

01

05

0

1

4

3

10

-7

Atlético

01

05

0

1

4

4

15

-11

FINAIS

16/setembro
Treze 2 x 1 Campinense

 

20/setembro

Campinense 2 x 0 Treze

 

27/setembro

Campinense 1 x 0 Treze

CLASSIFICAÇÂO GERAL

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Campinense

29

18

14

1

3

43

13

30

Treze

22

18

9

6

3

34

17

17

América

13

15

3

7

5

10

17

-7

Tabajara

11

15

3

5

7

12

24

-12

Atlético

10

15

3

4

8

18

31

-13

Cuité

09

15

2

5

8

13

28

-15

FONTE: Pesquisador Júlio Cesar Gomes de Oliveira

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