Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

 

 

Em uma viagem a Salvador, no início dos anos 80, Paulinho de Almeida era o técnico do Atlético Mineiro e Rui Guimarães era seu auxiliar. O jogo foi contra o Bahia na Fonte Nova.

Na manhã seguinte ao jogo, toda a comissão e jogadores rumaram para Belo Horizonte. Feito escala em Porto Seguro, seguindo para a capital Mineira. Enquanto a aeronave fazia o procedimento de vôo para pouso no aeroporto da Pampulha, um imprevisto surge: o trem de pouso não foi acionado por problemas técnicos.

Diante desse problema, o avião, devidamente orientado pela tripulação, faria sobrevôo em Belo Horizonte, até que fosse sanado o defeito do trem de pouso. Com isso, a ansiedade e o medo tomaram conta de quase todos. Uns mais, outros menos.

Como o problema do trem de pouso parecia insolúvel, a medida mais plausível era continuar sobrevoando até que o combustível se esgotasse, para que fosse realizado o pouso de emergência sobre colchões de espuma para evitar um mau maior.

Só que, quando todos os procedimentos eram realizados no aeroporto, os passageiros viam tudo lá de cima, principalmente pelas luzes de alerta das viaturas policiais e das ambulâncias. O pânico ia aumentando e cada um tinha uma reação bem característica.

Mais nervoso que todos, o diretor de futebol, num lampejo de último olhar, prevendo o pior, dirige-se para o saudoso Valtinho, roupeiro do Galo, e em tom de súplica, balbuciou:

“Valtinho, se por acaso o avião explodir, manda este bilhete para a minha mulher e minhas duas filhas.”

Será que ele imaginou que o Valtinho seria imortal?

O pouso foi bom, com algum incômodo, sem maiores transtornos. Depois do susto, a gozação para cima do diretor foi tanta que, dias depois, ele pediu demissão.

Paulo de Almeida Ribeiro (Porto Alegre, 15 de abril de 1932 — São Paulo, 11 de junho de 2007) foi um jogador e treinador de futebol brasileiro, também conhecido como Paulinho de Almeida. Foi treinador do Galo Mineiro em 1983 e 1988.

Rui Guimarães (Belo Horizonte, 6 de março de 1947) ingressou no futebol em 1971 como preparador físico em Minas Gerais e logo depois auxiliar técnico. Foi também técnico de vários clubes Mineiros e Catarinense.

 

FONTE: Rui Guimarães atua na crônica esportiva desde 2003 e nos conta essa e outras histórias no livro ‘Santa Bola, crônicas e contos do futebol’.

 

Liga Desportiva de Juiz de Fora (LDJF) já liberou a tabela do Regional

 Muito antes do que se esperava, saiu a tabela do Campeonato Regional que a Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF) vai promover e que reunirá 12 clubes, divididos em duas chaves de seis. Na Chave A estão:

Esporte Clube Biquense, de Bicas;

Esporte Clube Independente, de Além Paraíba;

Mineiro Futebol Clube, de Santos Dumont;

Olympic Club, de Barbacena;

Recreio Esporte Clube, de Recreio;

Tupi Football Club, de Juiz de Fora.

Na Chave B:

Associação de Futebol Merci, de Juiz de Fora;

Clube Social Olímpico Ferroviário, de Santos Dumont;

Esporte Clube Ribeiro Junqueira, de Leopoldina;

Operário Futebol Clube, de São João Nepomuceno;

Sport Club, de Juiz de Fora;

Villa Nova Atlético Clube, de Santos Dumont.

 

Eis os jogos programados para o próximo dia 28 de agosto de 1977, quando começará o certame. Chave A:

Tupi                           x          Biquense, em Juiz de Fora;

Olimpic                      x          Mineiro; em Barbacena;

Independente          x          Recreio; em Além Paraíba.

 

Na Chave B:

Ribeiro Junqueira   x          Social, em Leopoldina;

Villa Nova                 x          Merci, em Santos Dumont;

Operário                    x          Esporte, em São João Nepomuceno.

 

O turno terá novas rodadas, nos dias 4, 11, 18 e 25 de setembro.

JORNADAS DUPLAS - Como as cidades de Juiz de Fora e Santos Dumont têm três times no regional, o presidente da LDJF, Agostinho Feres, reuniu os dirigentes desses clubes para acertar o problema da realização de jornadas duplas nas duas cidades.

Não foi fácil chegar a uma conclusão que atendesse aos interesses de todos. Houve por fim, boa vontade por parte dos presentes, numa questão que surgiu porque os próprios clubes querem que a temporada termine ainda este ano. E para que isto possa acontecer, tornou-se necessária a marcação de jogos com a participação de todos os disputantes em todos os domingos.

Como existem três clubes de Juiz de Fora e três de Santos Dumont, não haveria possibilidade de se conciliar o interesse geral sem a marcação de mais de uma partida nas referidas cidades.

O primeiro a se manifestar foi Adão Acauhi, do Tupi, que disse logo ser contrário às jornadas de duplas. Mas se prontificou a jogar aos sábados, ou aos domingos, pela manhã, toda vez que a tabela marcasse dois jogos para Juiz de Fora.

FONTE: Jornal dos Sports (Quarta-feira, do dia 17 de agosto de 1977)

 

O Nacional Atlético Clube de Visconde do Rio Branco de  1961. O time posado, formado da seguinte forma. EM PÉ (esquerda para a direita): Ivanir, Carlinhos, Sarg. Lucas,  Juca Pato,  Zé Pretinho, Nenê Carolina e João Leite. AGACHADOS (esquerda para a direita): Antônio Baixinho, Carioca, Ruy Tutu, Jésus, Sizé, Zezé Barreto e Hélio Veríssimo Ferreira.

FONTES: A Cidade (MG) – Acervo de Hélio Veríssimo

 

FONTES: Página do Clube no Facebook – A Cidade (MG) – Diário Mercantil

 

VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)           4          X         2          15 DE NOVEMBRO (RIO NOVO-MG)

LOCAL: Estádio Carlos Barbosa, em Viçosa (MG)

DATA: Domingo, do dia 07 de julho de 1968

CARÁTER: Campeonato de Juiz de Fora de 1968

RENDA: NCr$ 516,00 (quinhentos e dezesseis cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Milton Silveira (atuação ruim)

VAC: Patarinho; Augusto, Batuíra, Odemir e Sangue; Satica e Toninho; Luizinho, Maurício, Messias e Luiz Carlos.

15 DE NOVEMBRO: Alfredo; José Júlio, Carlos Alberto, Cunca e Tatão; Messias e Vareto; Menen, Jacinto, Ronaldo e Lira.

GOLS: Ronaldo (15 de Novembro); Satica (VAC), Luiz Carlos, marcou o 2º e o terceiro gol (VAC), no 1º Tempo. Satica (VAC); Ronaldo (15 de Novembro), no 2º Tempo.

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)           1          X         1          NACIONAL AC (MURIAÉ-MG)

LOCAL: Estádio Carlos Barbosa, em Viçosa (MG)

DATA: Domingo, do dia 23 de junho de 1968

CARÁTER: Campeonato de Juiz de Fora de 1968

RENDA: NCr$ 900,00 (novecentos cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Etelberto Senra (boa atuação)

VAC: Patarinho; Zinho, Batuíra, Odemir (de Barra do Piraí-RJ, que estreou neste jogo) e Sangue; Satica e Toninho; Luizinho, Maurício (Márcio), Fernandinho e Luiz Carlos.

NACIONAL: Cica; Irá, Paulinho, Campestre e Careca; Gonça e Marcos; César, Neném, Dominguinhos e Corisco (Helinho).

GOLS: Neném aos 28 minutos (Nacional), no 1º Tempo. Luizinho aos 25 minutos (VAC), no 2º Tempo.

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

IDEAL EC (RECREIO-MG)           4          X         0          VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)

LOCAL: Estádio Alcides Campos, em Recreio (MG)

DATA: Domingo, do dia 16 de junho de 1968

CARÁTER: Campeonato de Juiz de Fora de 1968

RENDA: NCr$ 279,00 (duzentos e setenta e nove cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Euclides Manuel (atuação regular)

IDEAL: Fumaça; Enéas, Sabará, Fernando e Rogério; Noínha e Darci; Pedrinho, Afrânio, Papada e Amauri.

VAC: Patarinho; Aládio, Maurício, Batuíra e Sangue; Satica (Tonico) e Rui; Luizinho (Neném); Luiz Carlos, Fernando e Messias.

GOLS: Pedrinho aos 13 minutos (Ideal); Afrânio aos 28 minutos (Ideal); Amauri aos 35 minutos (Ideal), no 1º Tempo. Amauri aos 35 minutos (Ideal), no 2º Tempo.

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

TUPI FC (JUIZ DE FORA-MG)    7          X         2          VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)

LOCAL: Estádio Poço Rico (propriedade do Tupinambás), em Juiz de Fora (MG)

DATA: Domingo, do dia 28 de março de 1968

HORÁRIO: 21 horas

CARÁTER: 1º jogo do Troféu de Ouro de 1968 (comemorativo ao 50º aniversário da Liga Desportiva de Juiz de Fora)

RENDA: NCr$ 279,00 (duzentos e setenta e nove cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Euclides Manuel (atuação regular)

TUPI: Waldir; Manoel, Murilo, Danilo e Walter; Buré e Ataíde, o Príncipe; Deca (João Pires), Toledo, Roberto e Paulo (Taú).

VAC: Rubens (Lairson); Castelo, Rubim, Batuíra e Sangue; Satica e Tonico; Machado, Maurício, Zinho (Irezê)  e Luizinho.

GOLS: Deca aos 15 minutos (Tupi); Paulo aos 20 minutos (Tupi); Ataíde, o Príncipe aos 46 minutos (Tupi), no 1º Tempo. Paulo aos seis minutos (Tupi); Machado aos 11 minutos (VAC); Toledo aos 23 minutos (Tupi); Maurício aos 27 minutos (VAC); Roberto aos 36 minutos (Tupi);  Manoel aos 47 minutos (Tupi).

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

Organização: LDJF – Liga de Desportos de Juiz de Fora
Nome Oficial: Troféu José Paiz Soares

Observações
Torneio homologado pela LDJF como o Citadino pois a Divisão Especial de Profissionais havia sido extinta e os 3 principais clubes de Juiz de Fora passaram a disputar o Campeonato Mineiro

Primeiro critério de desempate era o gol average = gols prós / gols contra

26/10/1969 – Domingo
Tupi    0x0    Tupynambás
09/11/1969 – Domingo
Tupi    1x1    Sport
16/11/1969 – Domingo
Sport    2x1    Tupynambás
23/11/1969 – Domingo
Tupi    1x1    Tupynambás
30/11/1969 – Domingo
Tupi    3x1    Sport
07/12/1969 – Domingo
Tupynambás    2x5    Sport

Classificação:

1) Tupi, 5pts,  gol Average 1.667
2) Sport, 5pts, gol average 1.286
3) Tupynambás, 2pts, gol average 0.500

 

 

 

Pesquisa: Gerson Rodrigues
Fonte: Retrospectiva do Futebol em Juiz de Fora – 1918 – 1978 de Geraldo Gerheim

 

FONTES: Página do Clube no Facebook – A Cidade (MG)

 

E. C. Mário Bouchardet, no seu estádio

FONTES: Diário Mercantil – Acervo de Osvaldo Sartóri Henriques – Acervo de Edgar Amin

 

FONTE: Diário Mercantil (MG)

 

Mineiro Futebol Clube é uma agremiação do  Município de Santos Dumont (MG). O Alvinegro Sandumonense foi Fundado no dia 24 de Maio de 1925, como Palmira, possui a sua Sede localizada na Rua Roberto Dinamite, 320, no Centro da Cidade. Cerca de dois meses depois, no dia 22 de junho, foi constituída a 1ª Diretoria:

Presidente - Vicente Spinelli;

Vice-presidente - Goiatá Camopi;

1º Tesoureiro - José Abreu Jr.;

2º Tesoureiro - Broncibel Castelo Branco;

1º Secretário - Derossi Abreu;

2º Secretário - Moacir Pires de Mendonça;

Diretor Esportivo - Henrique Dias Coelho.

  No dia 21 de Junho de 1932, o Mineiro enfrentou o Flamengo do Rio, em amistoso. O rubro-negro carioca venceu por 4 a 2. São Cristóvão e América foram outros adversários cariocas que o Mineiro enfrentou nos anos 30. Em 1933, inaugurou a sua Sede e também passou a clube profissional da AMEA, com sede em Juiz de Fora.

Mineiro já disputou alguns Campeonatos Citadinos de Juiz de Fora, como os anos de 1961, 1962, 1964 e 1966Entre dezenas de troféus, um dos mais importantes foi o Campeonato Regional de Minas Gerais, quando enfrentou o Tupy de Juiz de Fora, 15 de Novembro, Vila do Carmo de Barbacena, Atlético de São João Del Rei entre outros campeões de diversas cidades.

 

FONTES: Flapédia – Jornal A Manhã – Diário Mercantil

 

O América Futebol Clube (América de Barbacena) foi uma agremiação da cidade de Barbacena (MG). Localizado no Campo das Vertentes (com uma população de 135.829 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2016), Barbacena fica a 169 km da capital (Belo Horizonte) mineira.

O Mecão Barbacenense foi Fundado na sexta-feira, do dia 06 de Novembro de 1931. A Sede ficava situada na Avenida Olegário Maciel, s/n, no Centro de Barbacena. A equipe rubra mandava os seus jogos no Estádio Onda Nunes, com Capacidade para 3 mil pessoas.

O América realizou diversos amistosos, como por exemplo, o Clube de Regatas Flamengo, num domingo, do 21 de abril de 1957, no Estádio Onda Nunes, em Barbacena. No final, melhor para o Rubro-Negro carioca que não teve trabalho para golear pelo placar de 7 a 0.

O América de Barbacena construiu uma história rica, onde faturou  inúmeros títulos do Campeonato Citadino, organizado pela Liga de Futebol Barbacena (LFB). Também participou de diversas competições na esfera profissional como o Campeonato Citadino de Juiz de Fora de 1964; o Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1967 e 1968; e o Campeonato Mineiro Terceira Divisão de 1987.

Vários grandes jogares passaram pelo Mecão: Paulinho, “Cabeçinha de Ouro”, o técnico Paulo Trindade, Mosquito, Canelinha, Willian, Celinho, Tonho, Joaozinho, Bigode, Russinho, Macalé, Nininho, Jurandir, Fubá, Lado, Tarzan, Chiquinho, Eli Vasques, Pascoal, Adalberto, Klebis, Zezé, Oiama, Pissolati, Célio, Hercules, Charrid e entre outros.

FONTES: Wikipédia – Gol Aberto – Flapédia – Diário Mercantil

 

FONTES:  Diário Mercantil

 

O Nacional Atlético Clube (Nacional de Muriaé) é uma agremiação da cidade de Muriaé (MG). Fundado em 25 de dezembro de 1927, mandava seus jogos no Estádio Soares de Azevedo, com capacidade para 8 mil pessoas. Seu antigo estádio foi vendido para uma rede de supermercados, sendo o novo estádio finalizado em 2014, com capacidade para 13.694 pessoas. O endereço do Novo Estádio Soares de Azevedo é às margens da BR 356 em frente ao SESC Muriaé.

Não deve ser confundido com o Nacional Esporte Clube Ltda, que disputou o Campeonato Mineiro de 2014, em contrato de parceria com o Nacional Atlético Clube.

O Nacional Atlético Clube foi formado por um grupo de jogadores liderados pelo Capitão João Felisberto, o seu 1º presidente, e Hércules Marcondes Nacif. Escolheram as cores Branco, Preto e Vermelho. O estádio é o Soares de Azevedo, chamado assim em homenagem ao desportista, que na época, doou o terreno para a sua construção. Mais tarde foi trocado com a prefeitura para obras da atual rodoviária passando-o para o terreno ao lado, continuando a ser denominado Soares de Azevedo, mas depois cognominado “Brazão” em homenagem ao prefeito João Braz.

O Nacional Atlético Clube é um clube marcado por campanhas memoráveis, notadamente no futebol, embora tenha conquistado outros lauréis em outras áreas esportivas como Voleibol e Atletismo, (inclusive com participação na São Silvestre), mas é no futebol que criou um nome de destaque.

Chamam-no “Nacional de Muriaé” não o separam da terra que tanto propagou, através de participações marcantes e ininterruptas, na primeira divisão de profissionais de futebol mineiro. No profissionalismo a sua brilhante carreira iniciou em 1969 quando sagrou-se campeão da Segunda Divisão, título conquistado em pleno Mineirão em Belo Horizonte; frente ao Atletic Club de São João Del Rei (terra de Tancredo Neves).

Daí por diante não parou e manteve-se na primeira divisão do futebol profissional até 1980, quando por falta de apoio decisivo por parte do poder público municipal e do empresariado local viu-se forçado a interromper a sua gloriosa trajetória de 11 anos ininterruptos no profissionalismo, e na principal divisão do Futebol Mineiro.

Dentre as suas conquistas neste período se destacam: 1977Campeão do Torneio Incentivo – certame de profissionais dos mais importantes da época que apenas não participaram o Cruzeiro, Atlético e América, mas fizeram parte, dentre outros: Vila Nova, Valério, Democrata (GV), Uberaba, Uberlândia, Caldense, Tupi (JF) e Guarani de Divinópolis, aliás foi frente a este tradicional clube mineiro que o Nacional decidiu o título novamente dentro do Estádio Magalhães Pinto (Mineirão da Pampulha) vencendo por 2×0 na preliminar do jogo decisivo do Campeonato Brasileiro de 1977 – pois na partida de fundos jogaria Atlético x São Paulo.

Detalhe: o público presente a este evento foi de mais de 130 mil pessoas. Fora esta conquista o clube obteve excelentes colocações nos campeonatos da primeira divisão que disputou, sendo que em 1977 chegou entre os 5 primeiros e em 1979 (sua melhor campanha) chegou no cômputo geral em 4º lugar, mas temos que ressaltar que esteve na liderança isolada do campeonato por várias rodadas, tanto no primeiro como no segundo turno, tendo sido considerado neste ano, campeão do interior de Minas, todas essas conquistas comandadas pelo saudoso Treinador e Supervisor Argemiro Moreira

Voltou, depois de 2 anos de interrupção, à disputa do campeonato mineiro de profissionais na terceira divisão mas logo galgou à Segunda Divisão, em 1991 foi terceiro colocado na Segunda divisão perdendo a vaga de retorno à primeira divisão frente ao URT de Patos de Minas lá em Patos há 6 minutos do final da partida.

O Nacional Atlético Clube, mesmo não tendo participado de todos os campeonatos promovidos pela Liga Esportiva de Muriaé, detém o título de primeiro campeão amador da cidade 1955 e o maior número de títulos, sete ao todo: 1955, 59, 63, 64, 67, 81 e 98 este último conquistado na gestão administrativa Sr. Wallace Sereno Fernandes.

O Nacional saiu de atividade em 2005, quando disputou a segunda divisão do Campeonato Mineiro. Oito anos depois, em agosto de 2013, assinou um contrato de parceria com o Nacional Esporte Clube Ltda., que depois de um ano em Coronel Fabriciano e três em Nova Serrana, estava jogando em Patos de Minas.

A parceria consistia apenas no uso do novo Estádio Soares de Azevedo, moderno e considerado um dos melhores do interior de Minas. Para “abafar” as críticas contra o “Nacional de mentira“, a equipe optou por utilizar as cores do tradicional clube muriaeense. Apesar de bons jogos em casa, o Nacional se perdeu nos jogos como visitante, sofreu 6 derrotas longe de seus domínios, sendo a última delas o 3 a 1 para o Villa Nova, que decretou o rebaixamento do NEC para o Módulo II do Campeonato Mineiro.

Já em 2014, em meio às especulações sobre a continuidade da parceria entre NAC e NEC, a diretoria do clube muriaeense anunciou que voltaria ao futebol profissional, de fato, após nove anos de ausência. O Campeonato Mineiro da Segunda Divisão (correspondente à Terceirona do estado) seria o marcante episódio do retorno do Nacional. A notícia agradou os torcedores da cidade.

No dia 7 de julho a Federação Mineira de Futebol anunciou a tabela do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, e o Nacional estreia diante do Valeriodoce Esporte Clube, de Itabira, no dia 8 de setembro, em Muriaé.

No dia 4 de outubro de 2014 o Nacional confirmou sua presença no hexagonal final do Campeonato Mineiro da segunda divisão ao vencer o Novo Esporte Ipatinga pelo placar de 1 x 0. O NAC tem pela frente no hexagonal final os seguintes times: Betinense, Funorte, CAP Uberlândia, Uberaba Sport, e Valeriodoce Esporte Clube.

No dia 30 de novembro de 2014 o Nacional venceu o Valeriodoce e garantiu acesso ao Módulo II do Mineiro na temporada 2015.

 

 

FONTES: Wikipédia – Diário Mercantil

 

 

Seleção de Juiz de Fora de 1958

Esquerda para direita: (em pé) Eurico Borges, Pedro, Pavio, Walter II, Gabriel, Joca e Timbinha.

(agachados) Maneco (Tupinambás), Douglas, Pirilo, Denoni e Rubens (Sport).

 

FONTES & FOTO:  Resgatando O Passado – A História de Juiz de Fora, de Maurício Lima Corrêa Acervo Odoni Turolla – Blog Maria do Resguardo 

 

Esporte Clube Ribeiro Junqueira é uma agremiação do Município de Leopoldina (MG).  O ‘Dragão da Zona da Mata’ foi Fundado no dia 27 de agosto de 1911, como Ribeiro Junqueira Sport Club, em um dos salões do Gymnasio Leopoldinense, pelos professores: José Botelho Reis, Antônio Moura, João Trentino Ziller, Dr. Pedro Arantes e Milton Ramos Pinto, juntamente com Esdras Lintz, Vicenti Domenice e alguns alunos.

O 1º presidente foi José Botelho e o senador Ribeiro Junqueira o seu presidente de honra. Posteriormente o Prof. José Botelho Reis ocuparia a presidência de honra. Naquela época, era comum utilizar nomes de famílias para denominar um time, e para homenagear o Deputado Ribeiro Junqueira, os alunos do Gymnásio Leopoldinense assim nomearam o clube.

Logo após o primeiro jogo, o Diretor da escola chamou os jogadores para saber quem teve a ideia de colocar o nome de Ribeiro Junqueira no time. No colégio, as coisas eram severas e os alunos ficaram com medo da repreensão e castigo. Mas o diretor Dr. José Monteiro Ribeiro Junqueira havia gostado da escolha e até mesmo propôs ajuda, comprando uniformes e dando apoio para o time seguir em frente.

Uma reunião definiu as cores do time. Um dos fundadores se manifestou dizendo ter recebido de parentes um postal vindo da Itália, o qual trazia em sua ilustração principal o desenho do Estádio do Milan com seu escudo. Desta forma foi definido o uniforme e as cores do Ribeiro Junqueira Sport Club.

Título na Terceirona e o Vice na Segundona

Foi campeão do Campeonato Mineiro do Interior de 1969. O melhor momento da agremiação foi no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando conquistou o Campeonato Mineiro da 3ª Divisão de 1989 e o vice-campeonato do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão de 1990, conseguindo o acesso à Elite do Futebol Mineiro de 1991, quando acabou rebaixado e licenciando-se em seguida do profissionalismo.

Foi tetracampeão da Zona da Mata, Campeão da BR-116, Campeão Regional da Liga de Cataguases em 1984, Campeão Regional da Liga de Juiz de Fora em 1985, Tetracampeão da Liga Esportiva Leopoldinense entre 1983 e 1986.

Estádio Ronaldo Junqueira

Estádio Guanahyro Fraga Motta, conhecido como Ronaldo Junqueira, é um estádio de futebol localizado na cidade de Leopoldina, no estado de Minas Gerais e tem capacidade para 1.600 pessoas.

Celeiro de craques

Entre diversas revelações, o EC Ribeiro Junqueira lançou jogadores como Zequinha (ex-Flamengo e Seleção Brasielira)Othon Valentim (ex-Botafogo e Seleção Brasileira)Dirceu Pantera (ex-Cruzeiro)Elmo(também ex-Cruzeiro) e Elair (ex-Atlético-MG).

 

FONTES :

Página do Clube no Facebook

Diário Mercantil

Wikipédia

Site Terceiro Tempo

Jornal Leopoldinense

BOTELHO, Luiz Eugênio. O Futebol. Artigo publicado do livro E.C Ribeiro Junqueira, O eterno

Campeão de Joseph Capdeville Gribel. 1991, pag 103.

LACERDA, Glauquer Brito de. CD.ROM – E.C Ribeiro Junqueira. 1ª Edição.

NOGUEIRA, Natânia. História e ensino. Acesso em:  06/05/2010. < http://historiadoensino.blogspot.com/2008_05_01_archive.html>

GAZETA ESPORTIVA. História do Futebol. Acesso em: 06/05/2010. http://cgi.gazetaesportiva.net/historia/futebol/historia_do_futebol/abertura.htm

COSTA, Dalmo. O Futebol. Gazeta de Leopoldina de 20/01/1944.

 

O Clube Atlético Montanhês foi uma agremiação do Município de Barroso (MG). O Alvinegro Barrosense foi Fundado no domingo, do dia 02 de Março de 1958, remanescente do Barroso Futebol Clube, que no princípio dos anos 50 era rival do time do Vasquinho. A sua sede ficava Rua Antenor Cunha, nº 346, no Bairro Dr. José Guimarães, em Barroso.

Até então, o time profissional utilizava o campo da cidade de São João del-Rei,  quando em 1961 houve a doação do terreno em que foi construído o estádio Montanhês, palco de diversas partidas que fizeram o clube invicto. O Montanhês participou de diversos campeonatos na região e disputou com adversários memoráveis, como o Tupi de Juiz de Fora, o Sete de Setembro de Dores de Campos e o Atlético Mineiro Juvenil, tornando-se o primeiro clube barrosense a jogar no Estádio do Mineirão, em 20 de abril de 1974.

Neste período, destacava–se o desportista Luiz Raposa, cujos dribles chamaram atenção do técnico Bijú. Outro craque do alvinegro barrosense foi o Zezé do Ponto, que por mais de 15 anos disputou pelo clube. O clube participou de alguns campeonatos profissionais de Juiz de Fora, como em 1964, quando terminou na 9ª colocação.

Depois de 32 anos de história, o Montanhês pendurou as chuteiras. O estádio encerrou atividades e foi tomado pelo mato. Por mais de 16 anos tornou-se ponto de prostituição e drogas, restaram apenas os troféus, evidências da trajetória do clube barrosense. A torcida dos barrosenses torcem para que no futuro um Museu possa abrigar os troféus e a história do alvinegro barrosense.

 

FONTE: Barroso e Mídia – Diário Mercantil

 

Participantes:

  1. América Futebol Clube – Barbacena
  2. Andaraí Esporte Clube – Barbacena
  3. Clube Atlético Montanhês – Barroso
  4. Clube Social Olímpico Ferroviário – Santos Dumont
  5. Mineiro Futebol Clube – Santos Dumont
  6. Olympic Club – Barbacena
  7. Sport Club Juiz de Fora – Juiz de Fora
  8. Tupi Football Club – Juiz de Fora
  9. Tupynambás Futebol Clube – Juiz de Fora
  10. Villa do Carmo Esporte Clube – Barbacena

Tabela:

Data

Mandante

Placar

Visitante

14/06/1964

Social

4×3

Andaraí

14/06/1964

Tupi

0×0

Montanhês

14/06/1964

Villa do Carmo

1×0

Tupynambás

21/06/1964

América/B

0×4

Tupi

21/06/1964

Mineiro

2×2

Sport

21/06/1964

Tupynambás

1×2

Olympic

28/06/1964

Olympic

4×1

Social

28/06/1964

Sport

2×1

América/B

29/06/1964

Villa do Carmo

2×1

Montanhês

05/07/1964

Andaraí

1×1

Villa do Carmo

05/07/1964

Montanhês

0×1

Sport

05/07/1964

Social

2×1

Tupynambás

05/07/1964

Tupi

2×1

Mineiro

12/07/1964

Mineiro

4×0

Montanhês

12/07/1964

Olympic

1×0

Tupi

12/07/1964

Tupynambás

3×2

Andaraí

19/07/1964

América/B

3×5

Tupynambás

19/07/1964

Montanhês

0×1

Olympic

19/07/1964

Social

3×2

Tupi

19/07/1964

Sport

2×3

Villa do Carmo

26/07/1964

Mineiro

4×2

América/B

26/07/1964

Olympic

1×1

Sport

02/08/1964

América/B

1×2

Villa do Carmo

02/08/1964

Montanhês

2×0

Andaraí

02/08/1964

Tupynambás

2×1

Mineiro

05/08/1964

Olympic

6×0

América/B

09/08/1964

Andaraí

2×3

Mineiro

09/08/1964

Social

1×2

Villa do Carmo

09/08/1964

Sport

1×1

Tupynambás

15/08/1964

Villa do Carmo

5×1

Mineiro

16/08/1964

América/B

0×2

Social

16/08/1964

Tupi

3×1

Andaraí

23/08/1964

Andaraí

0×0

Olympic

23/08/1964

Social

2×3

Sport

23/08/1964

Tupynambás

0×1

Tupi

26/08/1964

América/B

2×0

Montanhês

30/08/1964

Mineiro

0×2

Olympic

30/08/1964

Montanhês

3×2

Social

30/08/1964

Sport

0×1

Andaraí

30/08/1964

Villa do Carmo

3×1

Tupi

06/09/1964

Mineiro

1×1

Social

06/09/1964

Tupi

2×1

Sport

06/09/1964

Villa do Carmo

2×2

Olympic

07/09/1964

Andaraí

1×3

América/B

07/09/1964

Tupynambás

2×0

Montanhês

13/09/1964

Sport

3×1

Mineiro

13/09/1964

Villa do Carmo

2×3

Social

20/09/1964

Mineiro

2×1

Andaraí

20/09/1964

Olympic

5×1

Tupynambás

20/09/1964

Tupi

7×0

América/B

27/09/1964

Andaraí

3×0

Sport

27/09/1964

Montanhês

0×0

Tupi

27/09/1964

Social

1×3

Olympic

27/09/1964

Tupynambás

4×1

Villa do Carmo

04/10/1964

Mineiro

3×3

Tupi

04/10/1964

Sport

1×3

Olympic

04/10/1964

Villa do Carmo

1×0

América/B

11/10/1964

América/B

0×1

Sport

11/10/1964

Andaraí

2×2

Montanhês

11/10/1964

Mineiro

2×2

Tupynambás

11/10/1964

Tupi

3×2

Social

18/10/1964

Montanhês

1×1

Villa do Carmo

18/10/1964

Olympic

3×2

Andaraí

18/10/1964

Tupynambás

3×0

América/B

25/10/1964

Andaraí

1×0

Tupynambás

25/10/1964

Social

5×1

América/B

25/10/1964

Sport

1×0

Montanhês

01/11/1964

Andaraí

2×2

Social

01/11/1964

Mineiro

1×3

Villa do Carmo

01/11/1964

Montanhês

2×4

Tupynambás

07/11/1964

Tupi

3×0

Olympic

08/11/1964

América/B

1×3

Mineiro

08/11/1964

Social

2×2

Montanhês

08/11/1964

Tupynambás

1×0

Sport

08/11/1964

Villa do Carmo

2×1

Andaraí

15/11/1964

Andaraí

1×2

Tupi

15/11/1964

Montanhês

0×1

Mineiro

15/11/1964

Sport

1×0

Social

18/11/1964

Olympic

2×1

Montanhês

22/11/1964

Montanhês

4×2

América/B

22/11/1964

Tupi

2×0

Tupynambás

22/11/1964

Villa do Carmo

1×0

Sport

25/11/1964

América/B

0×3

Olympic

29/11/1964

América/B

0×4

Andaraí

29/11/1964

Tupynambás

3×0

Social

06/12/1964

Olympic

1×0

Mineiro

06/12/1964

Tupi

3×3

Villa do Carmo

11/12/1964

Sport

1×1

Tupi

13/12/1964

Olympic

2×1

Villa do Carmo

13/12/1964

Social

2×1

Mineiro

Classificação:

 Pos Time

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Aprov.

1

Olympic

31

18

14

3

1

41

15

26

86,11%

2

Villa do Carmo

26

18

11

4

3

36

25

11

72,22%

3

Tupi

25

18

10

5

3

39

20

19

69,44%

4

Tupynambás

20

18

9

2

7

33

26

7

55,56%

5

Sport

18

18

7

4

7

21

23

-2

50,00%

6

Social

17

18

7

3

8

35

37

-2

47,22%

7

Mineiro

16

18

6

4

8

31

34

-3

44,44%

8

Andaraí

12

18

4

4

10

28

32

-4

33,33%

9

Montanhês

11

18

3

5

10

18

29

-11

30,56%

10

América/B

4

18

2

0

16

16

57

-41

11,11%

Com estes resultados, o Olympic Club conquistou seu segundo título do Campeonato de Juiz de Fora. O primeiro havia sido conquistado em 1957.

Ficha técnica do jogo do título:

6 de dezembro de 1964, 15:30
OLYMPIC 1-0 MINEIRO
Local: Estádio Santa Tereza, Barbacena
Renda: Cr$ 135.400,00
Árbitro: Sinval Senra
Gol: José Antônio 56′.
OLYMPIC – Danton; Lucas, Tião, Hércules, Pascoaline; José Adir, Branco; José Luiz (Jurandir), José Antônio, Wilson Raimundo, Crivano. Técnico: Barbosa da Silva.
MINEIRO – José Geraldo; Neném, Realino, Laerte, Cazeca; Ednar, Pedro Tibúrcio, Nelsinho; Análio, José Maria, Francisquinho. Técnico: Bicota.

Curiosidade: antes da partida contra o Tupi, o Villa do Carmo, vice-campeão, tentara comprar o mando de campo do Galo Carijó. Os dirigentes alvinegros julgaram a proposta um disparate – imagine ser da cidade da mentora da competição e ver-se humilhado a ponto de um time de outra cidade ser candidato ao título e querer-lhe comprar o mando de campo…

 

No Campeonato de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), além das sete equipes postadas anteriormente, tivemos ainda a presença do Sport Club Aymorés, de Ubá (o escudo é diferente dos demais conhecidos do clube).

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

 

Time Profissional

Equipe do Tupi, Campeão do Torneio Início de Juiz de Fora, na categoria Juvenil

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora (MG) de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 

O Torneio Início de Juiz de Fora de profissionais de 1967, organizado pela Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF), teve como campeão o Tupy, que também faturou o título na categoria juvenil. A competição foi realizada no domingo, do dia 02 de Abril de 1967, no Estádio José Paiz Soares (propriedade do Tupynambás Futebol Clube), com capacidade para 2 mil pessoas.

Estádio José Paiz Soares

A competição contou com a participação de sete clubes (importante informar que no Campeonato Juiz-Forano de 1967, o Sport Club Aymorés, de Ubá participou, chegando a um total de oito agremiações):

Club Social Olímpico Ferroviário (Santos Dumont);

Esporte Clube Benfica (Juiz de Fora);

Ideal Esporte Clube (Recreio);

Mineiro Futebol Clube (Santos Dumont);

Sport Club (Juiz de Fora);

Tupi Football Club (Juiz de Fora);

Tupynambás Futebol Clube (Juiz de Fora).

FONTE: Diário Mercantil (MG) 

 
Em 1951, a Liga Araguarina de Futebol organizou o 1º Campeonato Regional do Triângulo Mineiro, que consagrou o Fluminense Futebol Clube, de Araguari, como campeão.
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As fotos a seguir, gentilmente cedidas pelo Arquivo Público Municipal de Araguari, fazem parte de um acervo doado pela família do tradicional esportista araguarino Mário Nunes, ex-atacante do Fluminense, e mostram a formação do time em duas partidas da vitoriosa campanha, que começou em 1951 e, como de praxe naqueles tempos, seguiu pelo ano subsequente.
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13/01/1952
FLUMINENSE (Araguari) 6×0 FLUMINENSE (Uberlândia)
Motivo: Campeonato do Triângulo 1951, 6ª rodada
Local: Araguari – MG
FLUMINENSE (A): Goleiro (?), Carrero e Dalcino; Macaquita, Paulo Lopes e Petrônio; Mário Nunes, Biscoito, Aires, Tonho e Cavuzinho.

Time do Fluminense que goleou o xará de Uberlândia por 6x0. Em pé (da esquerda para a direita) : Petrônio, Dalcino, Paulo Lopes, Carreiro, Goleiro e Macaquita. Sentados: Mário Nunes, Biscoito, Aires, Tonho e Cavuzinho.

27/01/1952
UBERLÂNDIA 1×1 FLUMINENSE (Araguari)
Motivo: Campeonato do Triângulo 1951, 8ª rodada
Local: Estádio Juca Ribeiro, Uberlândia – MG
Renda: Cr$ 34.000,00
Árbitro: João de Melo (Liga Uberabense de Futebol)
UBERLÂNDIA: Bolívar, Pedrinho e Jorge; Sete, Zé Carlos e Tatú; Cutia, Ico, Inácio, Carlito e Guim.
FLUMINENSE: Alemão, Carrero e Dalcino; Macaquita, Paulo Lopes e Barretinho (Cezarim); Mário Nunes, Biscoito, Aires, Tonho e Cavuzinho.
Gols: Biscoito (FFC, 27′ do 1º tempo); Inácio (UEC, 21′ do 2º tempo, pênalti)

Time do Fluminense que empatou com o Uberlândia por 1x1. Em pé (da esquerda para a direita) : Alemão, Dalcino, Carreiro, Paulo Lopes, Macaquita e Barretinho. Sentados: Mário Nunes, Biscoito, Aires, Tonho e Cavuzinho.

Fontes:
- Jornal Correio de Uberlândia (Uberlândia), 29/01/1952
- Acervo do Arquivo Público Municipal de Araguari – MG (Acervo Mário Nunes)
 

No final de 1947, a Federação Mineira de Futebol organizou o Campeonato de Futebol do Interior, disputado entre as seleções municipais de várias cidades do interior mineiro. A rodada inaugural apresentou uma partida entre as seleções de Araguari e Uberaba, que faziam parte da chamada “7a Zona”.

As fotos a seguir, gentilmente cedidas pelo Arquivo Público Municipal de Araguari, fazem parte de um acervo doado pela família do tradicional esportista araguarino Mário Nunes, e foram tiradas antes do confronto, retratando com perfeição esse momento histórico.

SELEÇÃO DE ARAGUARI – 1947

Em pé: Paulo Flores (Técnico), Macaquita, Paulo Tavares, Dé, João Pequeno, Manoel Preto e Marim; Sentados: Mário Nunes, Patesko, Paulo Borges, Renato e Hélio Pelegrini.

Ficha Técnica:

SELEÇÃO DE UBERABA 4×2 SELEÇÃO DE ARAGUARI
Motivo: Campeonato Mineiro do Interior, 7a zona, 1a Rodada,  Jogo de ida
Local: Estádio Boulanger Pucci, Uberaba – MG
Renda: Cr$ 6.500,00
Árbitro: Idalírio Braga (LAF – Liga Araguarina de Futebol)
S. UBERABA: Veríssimo, Vinícius e Djalma; Tercílio, Abeia e Velho; Ticrila, Ditinho, Anísio, Brandão e Helinho.
S. ARAGUARI: Dé, Tavares e Marim; Macaquita, João Pequeno e Manoel Preto; Mário Nunes, Patesko, Paulo Borges, Renato e Hélio Pelegrini. Técnico: Paulo Flores
Gols: Brandão (1′ do 1ºT, 1×0), Anísio (2 gols antes dos 20′ do 1ºT, 2×0 e 3×0) e Helinho (2ºT, 4×1); Paulo Borges (1ºT, 3×1) e Renato (2ºT, 4×2)

Atletas perfilados para a execução do Hino Nacional.

A foto a seguir evoca tristes lembranças no povo de Uberaba. Afinal, o estádio Boulanger Pucci, palco das grandes jornadas do Uberaba Sport Club, hoje não existe mais, demolido na última década, após conturbado leilão judicial para pagamento das dívidas do clube.

Com os times perfilados, destaque para a bela arquibancada do Estádio Boulanger Pucci, em Uberaba, hoje completamente demolido.

Fontes:
- Jornal Lavoura e Comércio (Uberaba), 06/10/1947, pág. 03
- Acervo do Arquivo Público Municipal de Araguari – MG (Acervo Mário Nunes)
 
SELEÇÃO CARIOCA

8

SELEÇÃO MINEIRA

3

Data: 01 de dezembro de 1946 Local: Campo do Botafogo, no Rio de Janeiro – RJ
Juiz: Osvaldo Rola Caráter: Campeonato Brasileiro – 1946
Gols:  Chico (4),  Isaias, Jair, Lelé e Djalma – Paulinho (2) e Cecy
Seleção Carioca: Barbosa; Augusto e Mundinho; Eli, Danilo e Jorge; Djalma, Lelé, Isaias, Jair e Chico.
Seleção Mineira: Kafunga; Pescoço e Canhoto; Mexicano, Carango e Silva; Lucas, Ismael, Cecy, Paulinho e Niveo.

Fonte: Gazeta Esportiva- SP

Seleção Carioca - 1946

Seleção Mineira - 1946

 
CRUZEIRO EC (BELO HORIZONTE – MG)

7

FORMIGA EC (FORMIGA – MG)

2

Data: 07 de setembro de 1947 Local: Formiga – MG
Juiz: Raimundo Sampaio Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Albelardo (3), Renato, Nilton, Alvinho e Velho – Miltinho (2)
Cruzeiro(MG): Geraldo (Sinval); Duque e Bituca; Adelino, Nominho (Jambo) e Ceci; Renato, Velho, Albelardo, Alvinho e Nilton (Gereba).
Formiga(MG): Marandula; Lulu e Marico; Carlos, Nanzer (Peba) e Zezé; Tita, Miltinho (Chico), Machado, Airton e Petito.

Fonte: Gazeta Esportiva- SP

 
NAJÁ FC (ARAXÁ – MG)

4

UBERLÂNDIA EC (UBERLÂNDIA – MG)

2

Data: 26 de maio de 1946 Local: Araxá – MG
Juiz: Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Afranio (2), Walter e Viotti – os gols do Uberlândia não foram divulgados
Najá(MG): Dario; Covanca e Negrinho; Bastinho (Geraldo), Chico Preto e Jamati; Paulinho, Nivaldo, Walter, AFranio e Viotti.
Uberlândia(MG): Décio; Canário e Nenem; Eduardo, Soninho e Carim; Ico, Elio, Osvaldo, Zé Martins e Pinhal.

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

 
HELENICO AC (RIO DE JANEIRO – RJ)

7

TUPY FC (JUIZ DE FORA – MG)

5

Data: 14 de março de 1920 Local: Juiz de Fora – MG
Juiz: Ilo Madureira Caráter:
Gols: Elviro (3), Milton (2), Jaime e Edison / Bacuri (2), Acyr, Parizzi e Lainho
Helenico(RJ): Bailly; Cardolino e Alvim; Oscar, Cioclano e Artur; Jaime, Arantes, Milton, Edison e Elviro.
Tupy(MG): Mario; Raul e Paranhos; Acyr, Ernani e Humberto; Januário, Bacuri, Lalinho, Parizzi e Dario.

 

Fonte: A Noite / RJ

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

 

 

Seleção Mineira de Futebol - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

 

 

 

 

Esporte Clube Merceana (Uberaba-MG) - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

América Futebol Clube (Belo Horizonte-MG) - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

 

Uberaba Sport Club (Uberaba-MG) - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG) - 1944

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Seleção Mineira de Futebol - 1941

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

 

Associação Atlética Caldense (Poços de Caldas-MG) - 1940

Fonte: Gazeta Esportiva / SP

 

Em 1935, ocorreu mais uma tentativa de reorganização da Sub-Liga do Triângulo, que já havia promovido os campeonatos de 1922, 1927 (resultado final ainda desconhecido), 1931 e o fracassado torneio de 1932. Assim como em 1931, participaram apenas clubes de Uberaba, então a principal cidade da região. 

Os estatutos da Sub-Liga previam que a “Taça Princesa do Sertão” ficasse de posse transitória com o campeão. A conquista definitiva só ocorreria após 5 títulos. Essa taça, até hoje em poder do Uberaba, gravada apenas com os títulos de 1931 e 1935, demonstra que esse foi um dos últimos suspiros da entidade, que ainda tentou promover outros torneios, mas sucumbiria frente ao desinteresse e os altos custos para organização das partidas.

O torneio início, disputado em 19/05/1935, disputado em partidas de 20 minutos, teve como vencedora, surpreendentemente, a Associação Athletica Acadêmica.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Participantes:

4º BATALHÃO de Caçadores Futebol Clube

AMOROSO COSTA Futebol Clube

Associação Athletica ACADÊMICA

Associação Esportiva de Amadores – ASA

Esporte Clube CORINTHIANS

PEIRÓPOLES Futebol Clube

SÃO BENTO Futebol Clube

RAJAH Futebol Clube

UBERABA Sport Club

_________________________________________________________________________________________________________________________________

Resultados:

26/05/1935

Rajah 5×2 Amoroso Costa

Rajah 4×4 Amoroso Costa (2ºs)**

09/06/1935

Peirópoles 0×2 São Bento

Peirópoles 0×2 São Bento (2ºs)

16/06/1935

Acadêmica 4×2 ASA

Acadêmica 0×0 ASA (2ºs)

20/06/1935

Corinthians 2×4 4º BC

Corinthians 1×1 4º BC (2ºs)

23/06/1935

Peirópoles 2×1 Amoroso Costa

Peirópoles 0×0 Amoroso Costa (2ºs)

29/06/1935

Corinthians 2×2 Uberaba

Corinthians 2×4 Uberaba (2ºs)

30/06/1935

São Bento 1×0 Rajah

São Bento 2×1 Rajah (2ºs)

07/07/1935

4º BC 0×1 ASA

4º BC 2×1 ASA (2ºs)

21/07/1935

Rajah 0×3 Uberaba

Rajah 0×6 Uberaba (2ºs)

28/07/1935

Acadêmica 1×0 São Bento

Acadêmica 3×1 São Bento (2ºs)

11/08/1935

Corinthians 2×0 Peirópoles

Corinthians 3×2 Peirópoles (2ºs)

18/08/1935

4º BC 6×0 Rajah

4º BC 2×0 Rajah (2ºs)

25/08/1935

Amoroso Costa 1×1 ASA

Amoroso Costa 2×5 ASA (2ºs)

01/09/1935

Uberaba 5×0 São Bento

Uberaba 5×1 São Bento (2ºs)

08/09/1935

Corinthians 4×1 Amoroso Costa

Corinthians 6×1 Amoroso Costa (2ºs)

15/09/1935

ASA 3×3 Rajah

ASA 0×3 Rajah (2ºs)

22/09/1935

Amoroso Costa 0×3 4º BC

Amoroso Costa 0×12 4º BC (2ºs)

29/09/1935

Uberaba 5×1 ASA

Uberaba 5×1 ASA (2ºs)

06/10/1935

São Bento 1×1 Corinthians

São Bento 0×5 Corinthians (2ºs)

13/10/1935

Uberaba 7×0 Amoroso Costa

Uberaba 5×1 Amoroso Costa (2ºs)

*Essa vitória, associada à desistência do 4º Batalhão três dias depois, deu o título por antecipação ao Uberaba.

27/10/1935

ASA 5×4 Corinthians

ASA 2×3 Corinthians (2ºs)

01/11/1935 (Resultados desconhecidos)

Amoroso Costa x São Bento

Amoroso Costa x São Bento (2ºs)

03/11/1935 (Resultados desconhecidos)

Corinthians x Rajah

Corinthians x Rajah (2ºs)

15/11/1935

São Bento 0×0 ASA*

São Bento 2×1 ASA (2ºs)

* Esse resultado deu o título de vice-campeão ao Corinthians. Caso o ASA tivesse ganhado a partida, deveria haver um jogo de desempate.

** (2ºs) Resultados das partidas disputas nas preliminares, pelos segundos quadros das equipes disputantes.


Obs.: Durante a competição, três equipes desistiram. O Peirópoles em 26/08, a Acadêmica em 16/09 e o 4º Batalhão de Caçadores em 16/10. Não se sabe como a Sub-Liga resolveu essa questão, mas foi amplamente divulgado que o UBERABA SPORT CLUB sagrou-se campeão e o ESPORTE CLUBE CORINTHIANS foi proclamado o vice-campeão.


Fontes: Jornais Lavoura e Comércio, Correio Catholico, Gazeta de Uberaba e O Jornal, várias edições de maio a novembro de 1935, constantes do acervo do Arquivo Público de Uberaba.

 

Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG) - 1947

Fonte: Mundo Esportivo – SP

 

Uberaba Sport Club (Uberaba-MG) - 1941

Fonte: Gazeta Esportiva – SP
 

Torneio dos Campeões Estaduais de 1967 reuniu os campeões estaduais de Minas GeraisSão Paulo e Rio de Janeiro de 1966. O torneio foi organizado pela Federação Mineira de Futebol.

Participantes

A ideia era colocar em um torneio as melhores forças das principais praças no Brasil. Sendo assim, jogariam o Torneio dos Campeões o campeão da Taça Brasil, o campeão carioca, o campeão paulista e o campeão mineiro. Como o Cruzeiro foi o campeão da Taça Brasil e do Campeonato Mineiro, uma vaga se estendeu ao vice-campeão mineiro.

Jogos

18/01/1967 – Cruzeiro 0 – 2 Bangú

 Local: Mineirão , Belo Horizonte, MG

Renda: NCr$ 98.247,00

Árbitro: Aírton Vieira de Morais; com Juan de laPassión e Joaquim Gonçalves

Gols: Paulo Borges (40’/1) – Aladim (32’/2)

Cruzeiro: Raul; Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Wilson Piazza e Dirceu Lopes; Natal, Evaldo, Tostão e Hilton Oliveira. [Técn: Airton Moreira]

Bangú: Ubirajara; Fidélis, Mario Tito, Luiz Alberto e Pedrinho; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Cabralzinho (Fernando), Norberto (Ênio) e Aladim.[Técn: PlacidoMontores]

 

18/01/1967 – Atlético Mineiro 3 – 1 Palmeiras

Local: Mineirão, Belo Horizonte/MG

Renda/Público: NCr$ 98.247,00 (35.552)

Árbitro: Olten Aires de Abreu

Expulsões: Dudu – Tião (ambos aos 26’/2)

Gols: Servilio (12’/1) – Lacy (40’/1) – Edgard Maia(7’/2) – Buião (26’/2)

Atlético Mineiro: Hélio; Canindé, Grapete, Vander e Warlei; Wanderley e Lacy (Edmar): Buião, Edgard Maia. Santana e Tião.[Técn: Gerson dos Santos]

Palmeiras: Valdir; Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca e Ferrari; Zequinha (Dudu) e Ademir da Guia (Suingue); Gallardo (Gildo), Dario (Ademar), Servilio e Rinaldo (Gallardo). [Técn; Mario Travaglini]

 

Decisão do 1o Lugar

22/01/1967 – Atlético Mineiro 2 – 2 Bangú

Local: Mineirão, Belo Horizonta/MG

 

Renda/Público: NCr$ 159.953,00 (55.928)

Árbitro: Airton Vieira de Morais; com Gil Trindade e Joaquim Gonçalves da Silva

Gols: Paulo Borges (28’/1) – Norberto (7’/2) – Edgard Maia (13’/2) – Santana (27’/2)

Atlético Mineiro: Hélio; Canindé, Grapete, Vander e Warlei; Wanderley e Lacy: Buião, Edgard Maia. Santana e Tião (Ronaldo). [Técn: Gerson dos Santos]

Bangú: Ubirajara; Fidélis, Mario Tito, Luiz Alberto e Pedrinho; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Cabralzinho, Norberto e Aladim. [Técn: PlacidoMontores]

 

Decisão do 1o Lugar (repetição)

 

19/03/1967 :Atlético Mineiro 0 – 1 Bangú

Local: Mineirão, Belo Horizonte/MG

Renda/Público: NCr$ 33.968,00 (16.773)

Árbitro: José Teixeira de Carvalho

Expulsão: Vanderley (31’/2)

Gol: Cabralzinho (8’/1)

Atlético Mineiro: Luizinho; Canindé (Warlei), Grapete, Vander e Décio; Wanderley e Santana: Buião, Ronaldo. Beto (Edgard Maia) e Tião.[Técn: Gerson dos Santos]

Bangú: Ubirajara; Cabrita, Mario Tito, Luiz Alberto e Pedrinho; Jair e Ocimar; Tonho, Paulo Borges, Cabralzinho (Fernando), e Aladim. [Técn: Martim Francisco]

[Observação: a partida também foi válida pelo Torneio Roberto Gomes Pedroza]

 

Decisão do 3o Lugar

22/01/1967 – Cruzeiro 3 – 2 Palmeiras

Local: Mineirão, Belo Horizonte/MG

Renda: NCr$ 159.953,00

Árbitro: Olten Aires de Abreu; com Juan da la Passion e Euclides Borges

Gols: Servilio (6’/1)- Evaldo (29’/1) – Tostão (35’/1) – Dirceu Lopes (45’/1) –          Dario (9’/2)

Cruzeiro: Raul (Tonho); Pedro Paulo, Vavá, Procópio e Neco; Wilson Piazza eDirceu Lopes; Natal (Wilson Almeida), Evaldo (Zé Carlos), Tostão e Hilton Oliveira (Dalmar). [Técn: Airton Moreira]

Palmeiras: Valdir; Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca e Ferrari; Zequinha e Ademir da Guia; Gildo (Dario), Gallardo (Cardosinho), Servilio e Rinaldo. [Técn; Mario Travaglini]

 

CAMPEÃO: BANGÚ ATLÉTICO CLUBE

VICE-CAMPEÃO: CLUBE ATLÉTICO MINEIRO

3o LUGAR: CRUZEIRO ESPORTE CLUBE

4o LUGAR: SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS

 

Fonte: Marlon Kruger Compassi / RS

 

Esse Torneio foi promovido pela Federação Brasileira de Futebol (não pela CBD) com os campeões estaduais de 1936. Assim, os campeões estaduais de 1936 de São Paulo e Rio de Janeiro foram aqueles que ganharam os campeonatos patrocinados pela APEA – Associação Paulista de Esportes Athléticos e Liga Carioca de Futebol., respectivamente.

Houve uma “seletiva” entre o Aliança FC, campeão da cidade de Campos, o time da Liga de Sports da Marinha  e o Rio Branco de Vitória, porem o Rio Branco se classificou para disputar o Torneio.
Na época a Portuguesa chamava-se Associação Portuguesa de Esportes e não de Desportos. O estádio onde a Lusa atuou ficava no bairro do Cambuci. Em sua pesquisa o Guilherme através das fotos dá uma idéia de como se encontrava o estádio.

Em 1937 a FBF reuniu os campeões estaduais de 1936 para uma competição de carácter oficial. Ao todo foram seis equipes de cinco estados e duas regiões do BrasilDistrito FederalRio de JaneiroMinas Gerais e Espírito Santo, estados da Região Oriental; e São Paulo, estado da Região Meridional. Os participantes foram: Fluminense, campeão carioca de 1936; a Portuguesa, campeã paulista de 1936; o Atlético, campeão mineiro de 1936; o Rio Branco, campeão capixaba de 1936; o Aliança, campeão campista de 1936; e a Liga Sportiva da Marinha, equipe dirigida pelo famoso técnico Nicolas Ladanyi.

O Fluminense foi apontado pela mídia esportiva da época como o candidato absoluto ao título. O Tricolor Carioca possuía um time extraordinário, formado por jogadores de muita categoria como BatataisCarlos BrantPreguinhoRussoRomeu Pellicciari e Hércules, entre outras estrelas. Para muitos, esse foi o melhor time da história do Fluminense: foi com esse esquadrão que o clube conquistou o Torneio Aberto de 1935 e o Campeonato Carioca de 1936, derrotando na final o Flamengo de Leônidas da Silva e Domingos da Guia. A imprensa também ressaltava que o principal rival do time carioca na briga pelo título seria o Atlético, que também contava com jogadores de renome nacional como KafungaZezé Procópio, Luiz Luiz Bazzoni e Guará.

Como era esperado por todos, Atlético e Fluminense protagonizaram a grande rivalidade do torneio. Na primeira rodada, os cariocas derrotaram os mineiros por 6×0 no Estádio das Laranjeiras; no returno, em partida realizada no Estádio de Lourdes, o Atlético vencia por 4×1 quando o Fluminense abandonou o jogo aos 18 minutos do segundo tempo. Após seis rodadas o time mineiro conseguiu quatro vitórias, um empate e sofreu apenas uma derrota, sagrando-se campeão do torneio. O título teve grande repercussão nacional, e vários anos depois continuou sendo bastante valorizado. Um claro exemplo foi em 1971, quando o Atlético conquistou o título do Campeonato Brasileiro, e diversos meios de comunicação ressaltaram que se tratava do segundo título nacional do clube Em 2010, quando a CBF unificou os títulos da Taça BrasilRobertão e Brasileirão— cogitou-se a inclusão do título de 1937. No entanto, o próprio Atlético rejeitou a possibilidade.

Além do grande reconhecimento que o Atlético recebeu da mídia brasileira na época, vários anos depois, a conquista do time mineiro continuou sendo bastante valorizada. Em dezembro de 1950, antes da partida contra o Stade Français no Parc des Princes, o Le Monde estampou em seu caderno de esportes: “Stade Français, contra o campeão brasileiro”.

Sport Club Alliança Campos
Liga de Sports da Marinha Rio de Janeiro
Fluminense Foot-Ball Club Guanabara
Clube Atlético Mineiro Belo Horizonte
Rio Branco Futebol Clube Vitória
Associação Portuguesa de Esportes São Paulo

 

FASE PRELIMINAR

06/01 – Alliança 0-2 Seleção da Liga de Sports da Marinha

Local: Campos dos Goytacazes

Juiz:

Gols: Paranhos (?’/?) – Aldo (?’/?)

Alliança:

Liga de Sports da Marinha:

 

 

10/01 – Rio Branco 2-0 Seleção da Liga de Sports da Marinha

(na prorrogação; tempo normal 0-0)

Local: Estádio Punare Bley (Vitória)

Juiz: Roberto Pontes

Expulsão: Fraga (na prorrogação)

Gols (prorrogação): Renato (7’/1) – Caxambú (?’/2)

Rio Branco: Dias; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Manduquinha; Marcionilio (Thales), Alcy, Caxambú, Lucinio (capt.) e Renato.

Liga de Sports da Marinha: Belmiro; Batistaca e Fraga (capt.); Chaves, Jocelyno e Appolinário; Mascotte, Paranhos, Sessenta, Aldo e Pará. [Técnico: Nicolas Ladanyl]

 

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 

PRIMEIRO TURNO

 

10/01 – Portuguesa  4×1 Fluminense 

Local: Rua Cesario Ramalho – Cambuci –  (lotado) – São Paulo (SP)
Juiz: João Polker; com Carlos Rustichelli e Benedicto do Amaral
Gols: Laércio (2’/2) – Aurélio (9’/2) – Carioca (27’/2) – Aurélio (35’/2) – Hélio (38’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Carioca, Laércio e Paschoalino. [Técnico: Gasparine]
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo, Romeu (Helio) e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

13/01 – Fluminense 6x0  Atlético Mineiro
Local: Campo Salles – Rio de Janeiro (DF)
Juiz; Carlos de Oliveira Monteiro (Tijolo)
Gols: Hércules (12’/1) – Hércules (pênaltie – 35′/1) – Hércules (44’/1) – Russo (2’/2) –        Russo (6’/2) – Romeu (?’/2)
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara (Vicentino), Russo, Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino, Guará (Luiz Bazzoni), Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa.]

14/01 – Rio Branco  3×2 Portuguesa
Local: – Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Juiz: Theobaldo Santos
Gols: Caxambú (8’/1) – Joãozinho (9’/1) – Lucinio (38’/1) – José Pereira (pênaltie – 16’/2) –       Aurélio (39’/2)
Rio Branco: Dias III; Vicente e Humberto; Allemão, José Pereira e Zemar; Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lascinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Portuguesa: Rodriguez; Seraphin e Oswaldo; Fiorotti, Silva e Bartos; Joãozinho, Aurelio, Duilio, Laércio e Paschoalino.
17/01 – Rio Branco  1×1 Atlético Mineiro

Local: – Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Juiz: Alcebíades Monjardim
Gols: Alfredo Bernardino.(?’/1) – José Pereira (pênaltie – 40’/1)
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Cardoso (Lamartine); Marcionílio, Alcy, Caxambu, Lacínio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Atlético Mineiro
: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala (Allemão); Paulista, Alfredo Bernardino, Luiz Bazzoni, Nicola e Resende [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa.]

20/01 - Fluminense  6x2  Portuguesa
Local: Laranjeiras – Rio de Janeiro (DF)
Renda: 10:877$000
Juiz: Guilherme Gomes
Gols: Romeu (1’/1) – Russo (?’/1) – Laércio (?’/1) – Hércules (?’/1) –  Brant (39’/1) –       Hércules (3’/2) – Paschoalino (?’/2) – Sobral (?’/2) –

Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Portuguesa: Rodrigues (Caxambú); Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Rey, Laércio e Paschoalino.

24/01 – Rio Branco 4×3 Fluminense
Local: Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Renda: 13:000$000
Juiz: Carlos de Oliveira Monteiro
Gols: Caxambú (38’/1) –  Lacínio (17’/2) – Caxambú (19’/2) – Romeu (?’/2) – Alcy (?’/2) –  Russo (?’/2) – Russo (?’/2)
Rio Branco: Dias; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Zemar; Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lacinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara (Sandro), Russo, Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

 

SEGUNDO TURNO

24/01 – Atlético Mineiro 5x0  Portuguesa 

Local: Antonio Carlos (Lourdes) – Belo Horizonte (MG)
Juiz: Abílio Lopes de Almeida,
Gols: Paulista (4) e Duílio (contra)
Atlético Mineiro: Kafunga (Clóvis); Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista (Abraz), Alfredo Bernardino, Luiz Bazzoni, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Portuguesa: Rodrigues; Osvaldo e Fiorotti; Gama, Duílio e Barros; Luna, Aurélio (Mundico), Arnaldo, Laércio e Pasqualino.

28/01 – Fluminense  5×2 Rio Branco
Local: Laranjeiras – Rio de Janeiro (DF)
Juiz: Roberto Porto
Gols: Marcionilio (2’/1) – Caxambú (3’/1) – Russo (20’/1) – Russo (25’/1) – Lara (8’/2) –   Romeu (11’/2) – Hércules (21’/2)
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Rio Branco: Dias III; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Manduquinha (Marques); Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lacinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
31/01 –  Atlético Mineiro 4×1 Fluminense 

Local: Lourdes – Belo Horizonte (MG)
Juiz: João Rodrigues Filho
Gols:Alfredo (25’/1) – Nicola (35’/1) – Nicola (?’/1) – Vicentino (?’/2) – Paulista (?’/2)
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala (Alcindo); Paulista, Alfredo Bernardino, Guará, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant (Russo) e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

(Observação: O Fluminense saiu de campo aos 18 minutos do segundo tempo)

01/02 –  Portuguesa 4×0 Rio Branco
Local: R. Cesario Ramalho (publico regular) – São Paulo (SP)
Juiz : Carlos Rustichelli
Gols: Joãozinho (3’/1) –  Paschoalino (8’/1) – Paschoalino (?’/2) – Mundico (?’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Heitor (Paschoalino), Laércio e Paschoalino (Mundico).
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Zemar; Marcionílio, Alcy, Caxambu, Lacínio e Renato [Técnico: Laerte de Lima Soares].

03/02 –  Atlético Mineiro 5×1 Rio Branco

Local: Antonio Carlos (Lourdes) – Belo Horizonte (MG)
Juiz: Júlio Corrêa de Melo
Gols: Alcy (?’/1) – Guará (?’/1) – Luiz Bazzoni (?’/1) –  Paulista (?’/2) – Nicola (?’/2) –          Nicola (?’/2)
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino (Luiz Bazzoni), Guará, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Manduca (Zemar); Marcionílio, Alcy, Caxambú, Lacínio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].

14/02 – Portuguesa  2x3  Atlético Mineiro
Local: R. Cesario Ramalho – São Paulo (SP)
Público: 15.000 pessoas
Juiz: José Fockler
Gols: Guará (26’/1) – Laércio (5’/2) – Guará (pênaltie – 23’/2) – Guará (36’/2) – Heitor (40’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Osvaldo e Serafim; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Arnaldo (Heitor), Laércio e Pasqualino.
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino (Luiz Bazzoni), Guará, Nicola e Resende (Elair), [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].

Classificação final

Copa dos Campeões de 1937

Times

Pts

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

 Atlético

9

6

4

1

1

18

10

+8

2

 Fluminense

6

6

3

0

3

22

16

+6

3

 Rio Branco

6

7

2

2

3

10

20

-10

4

 Portuguesa

4

6

2

0

4

14

18

-4

5

 L.S. da Marinha

3

2

1

1

0

2

0

+2

6

 Aliança

0

1

0

0

1

0

2

-2

 

Fonte: Marlon Kruger Compassi / RS

 

 

 

Classificação final

Copa dos Campeões de 1937

Times

Pts

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

 Atlético

9

6

4

1

1

18

10

+8

2

 Fluminense

6

6

3

0

3

22

16

+6

3

 Rio Branco

6

7

2

2

3

10

20

-10

4

 Portuguesa

4

6

2

0

4

14

18

-4

5

 L.S. da Marinha

3

2

1

1

0

2

0

+2

6

 Aliança

0

1

0

0

1

0

2

-2

 

Fonte: A Tribuna de Santos/SP

 


FONTE: Revista Placar

 

Societá Sportiva Palestra Itália (Belo Horizonte-MG) - 1937

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 
MADUREIRA AC (RIO DE JANEIRO – RJ)

4

TUPY FC (JUIZ DE FORA – MG)

4

Data: 28 de março de 1937 Local: Rio de Janeiro – RJ
Juiz: João Aguiar Caráter: Amistoso Nacional
Gols:  Popó, Adilson e Bahia (2) – Nino (3) e Cláudio
Madureira(RJ): Onça; Norival e Cachimbo; Gringo, Paulista e Alcides; Adilson, Bahia, Pomba, Julinho e Popó.
Tupi(MG): Praga; Lynton (Paixão) e Bellozzi; Geraldo, Tonilio e Magalhães; Geraldino, Nino, Claudio, Lage e Rolando.

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

Uberaba Sport Club (Uberaba-MG) - 1934

Fonte: Gazeta Esportiva – SP
 

Abaixo segue uma relação de amistosos de equipes do interior de São Paulo. Tomei o cuidado de colocar apenas jogam que envolveram equipes que já disputaram o futebol profissional ao menos uma vez.

DATA

 

 

 

LOCAL

09.01.1938

EC SÃO BERNARDO (SÃO BERNARDO DO CAMPO)

4-1

MANGUEIRA (SÃO PAULO) SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP

09.01.1938

CAPIVARIANO (CAPIVARI)

3-0

ELITE (RAFARD) CAPIVARI – SP

16.01.1938

SERTÃOZINHO (SERTÃOZINHO)

4-2

SÃO MARTINHO (SERTÃOZINHO) SERTÃOZIMHO – SP

20.02.1938

AMPARO (AMPARO)

5-4

COMERCIAL (ESPÍRITO SANTO DO PINHAL) AMPARO – SP

20.02.1938

COMERCIAL (ITATIBA)

3-1

BRAGANTINO (BRAGANÇA PAULISTA) ITATIBA – SP

13.03.1938

COMERCIAL (ESPÍRITO SANTO DO PINHAL)

2-1

CAMPINAS FC (CAMPINAS) ESPÍRITO SANTO DO PINHAL – SP

20.03.1938

SANJOANENSE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)

6-0

AMPARO (AMPARO) SÃO JOÃO DA BOA VISTA – SP

20.03.1938

SERTÃOZINHO (SERTÃOZINHO)

3-0

BONFINENSE (SERTÃOZINHO) SERTÃOZINHO – SP

20.03.1938

CILLOS (CILLOS)

1-2

USINA SANTA BÁRBARA (SANTA BÁRBARA DO OESTE) CILLOS – SP

27.03.1938

UNIÃO (PORTO FELIZ)

2-1

SAVÓIA (VOTORANTIM) PORTO FELIZ- SP

03.04.1938

UNIÃO (PORTO FELIZ)

4-2

SALTENSE (SALTO) PORTO FELIZ – SP

03.04.1938

SARKIS (ITAPIRA)

0-1

SANJOANENSE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA) ITAPIRA – SP

03.04.1938

UNIÃO (MOGI DAS CRUZES)

2-3

VILA MARIA FC (SÃO PAULO) MOGI DAD CRUZES – SP

17.04.1938

UNIÃO (MOGI DAS CRUZES)

0-1

FLOR DO BELÉM (SÃO PAULO) MOGI DAS CRZUES – SP

24.04.1938

OESTE (ITÁPOLIS)

6-0

NOVA EUROPA FC (NOVA EUROPA) ITÁPOLIS – SP

08.05.1938

SALTENSE (SALTO)

4-1

AUTO (ITU) SALTO – SP

08.05.1938

COMERCIAL (ESPÍRITO SANTO DO PINHAL)

3-2

SANJOANENSE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA) ESPÍRITO SANTO DO PINHAL – SP

22.05.1938

UNIÃO (PORTO FELIZ)

6-0

AA ITAPETININGA (ITAPETININGA) PORTO FELIZ – SP

29.05.1938

BANDEIRANTE (BIRIGUI)

2-2

MIRASSOL (MIRASSOL) BIRIGUI – SP

29.05.1938

EC SÃO BERNARDO (SÃO BERNARDO DO CAMPO)

1-2

TUPY (SÃO PAULO) SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP

29.05.1938

INTERNACIONAL (BEBEDOURO)

2-1

SÃO PAULO GOYAZ (BEBEDOURO) BEBEDOURO – SP

29.05.1938

BRAGANTINO (BRAGANÇA PAULISTA)

6-1

BANESPA (SÃO PAULO) BRAGANÇA PAULISTA – SP

29.05.1938

SANJOANENSE (SÃO JOÃO DA BOA VISTA)

4-0

UBERABA (UBERABA) SÃO JOÃO DA BOA VISTA – SP

12.06.1938

BRAGANTINO (BRAGANÇA PAULISTA)

2-0

SOUZA NOSCHESE (SÃO PAULO) BRAGANÇA PAULISTA – SP

12.06.1938

CALDENSE (POÇOS DE CALDAS)

1-1

GUARANI (CAMPINAS) POÇOS DE CALDAS – MG

24.07.1938

AMPARO (AMPARO)

3-3

CAMPINAS FC (CAMPINAS) AMPARO – SP

14.08.1938

CALDENSE (POÇOS DE CALDAS)

10-2

AMPARO (AMPARO – AMPARO) POÇOS DE CALDAS – MG

14.08.1938

BRAGANTINO (BRAGANÇA PAULISTA)

2-1

RECBO (SÃO PAULO) BRAGANÇA PAULISTA – SP

21.08.1938

RIOPARDENSE (SÃO JOSÉ DO RIO PARDO)

0-0

AMPARO (AMPARO) SÃO JOSÉ DO RIO PARDO – SP

04.09.1938

BOTUCATUENSE (BOTUCATU)

5-2

PALMEIRAS (JAÚ) BOTUCATU – SP

07.09.1938

UNIÃO (PORTO FELIZ)

0-1

SALTENSE (SALTO) SALTO – SP

11.09.1938

PIRAJUÍ AC (PIRAJUÍ)

2-0

YPIRANGA (LINS) PIRAJUÍ – SP

25.09.1938

SÃO BENTO (MARÍLIA)

2-2

GUARANI (CAMPINAS – SP) MARÍLIA – SP

25.09.1938

PRIMAVERA (INDAIATUBA)

3-2

UNIÃO (PORTO FELIZ) INDAIATUBA – SP

09.10.1938

BOTUCATUENSE (BOTUCATU)

0-3

LAPEANINHO (SÃO PAULO) BOTUCATU – SP

16.10.1938

AA RIOPEDRENSE (RIO DAS PEDRAS)

3-1

SANTA LUZIA (TIETÊ) RIO DAS PEDRAS – SP

06.11.1938

UNIÃO (MOGI DAS CRUZES)

4-1

CA SANTANA (SÃO PAULO) MOGI DAS CRUZES – SP

13.11.1938

UNIÃO (MOGI DAS CRUZES)

4-0

DRAGÃO PAULISTA (SÃO PAULO) MOGI DAS CRUZES – SP

20.11.1938

UNIÃO (MOGI DAS CRUZES)

5-2

FLOR DO NORTE (SÃO PAULO) MOGI DAS CRUZES – SP

20.11.1938

VILA SANTISTA (MOGI DAS CRUZES)

1-2

ESTRELA MAZZINI (SÃO PAULO) MOGI DAS CRUZES – SP

20.11.1938

BOTUCATUENSE (BOTUCATU)

1-3

CASSA PASSI (SÃO PAULO) BOTUCATU – SP

20.11.1938

INTERNACIONAL (LIMEIRA)

2-0

CAPIVARIANO (CAPIVARI) LIMEIRA- SP

27.11.1938

UNIÃO (MOGI DAS CRUZES)

3-2

SANTA CATARINA (SÃO PAULO) MOGI DAS CRUZES – SP

04.12.1938

JUVENTUS (ITU)

1-2

SALTENSE (SALTO) ITU – SP

04.12.1938

COMERCIAL (ESPÍRITO SANTO DO PINHAL)

2-1

GINÁSIO PINHALENSE (ESPÍRITO SANTO DO (PIN HAL) ESPÍRITO SANTO DO PINHAL – SP

04.12.1938

CAPIVARIANO (CAPIVARI)

1-2

INTERNACIONAL (LIMEIRA) CAPIVARI – SP

11.12.1938

SALTENSE (SALTO)

4-2

JUVENTUS (ITU) SALTO – SP

18.12.1938

PRIMAVERA (INDAIATUBA)

4-1

SILEX (SÃO PAULO) INDAIATUBA – SP


Fonte: A Gazeta Esportiva – SP


 
AA CALDENSE (POÇOS DE CALDAS – MG)

10

AMPARO AC (AMPARO – SP)

2

Data: 14 de agosto de 1938 Local: Poços de Caldas – MG
Juiz: Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Fubá (5), Bemba (2), Vitor, Didio e Lolo – Rioli e Bava
Caldense(MG): Julio; Maran e Dadão; Atílio, Minervino e Hélio; Lolo, Bemba, Fubá, Vitor e Didio.
Amparo(SP): André; Perroni e Alcides; Herculano, Linbero e Onor; Von Zuben, Pagode, Rieli, Bava e Orlando.

Fonte: A Gazeta Esportiva – SP

 

Clube Atlético Mineiro ( Belo Horizonte-MG) - 1938

Fonte: A Gazeta Esportiva – SP

 

 

A SODIMA foi um clube de futebol amador de Uberaba – MG, que brilhou no início da década de 70. O time, ligado à empresa do mesmo nome, que significava “Sociedade Distribuidora de Máquinas Agrícolas”, foi bicampeão amador de Uberaba nos anos de 1972 e 1973.

Dirigida por Rubens Ciabotti e treinada por Abrão Miguel Arabe, sócios da empresa, a SODIMA teve uma breve, mas bem sucedida experiência nos campos uberabenses. O ápice de sua breve existência foi o convite feito pela Federação Mineira de Futebol para participar do Torneio Santos Dumont, que no final do ano de 1973 e início de 1974, reuniu equipes profissionais e amadoras de todo o estado.

Na primeira fase, disputada em 1973, foi a primeira colocada de um grupo que reunia ainda o Paranaíba, clube amador de Carmo do Paranaíba e o Araxá. Tal feito foi comemorado com uma taça, provavelmente adquirida pelo próprio clube, exposta na sede da empresa (e do clube), na Rua João Pinheiro, bem no centro da cidade de Uberaba.

Na fase semifinal não conseguiu nenhuma vitória mas destacou-se ao empatar com a poderosa Caldense em Poços de Caldas (1×1) e segurar o Nacional, time profissional de Uberaba, com um empate sem gols. Ao final, somadas as duas fases de que participou, somou duas vitórias, cinco empates e apenas duas derrotas, para os elencos profissionais do Uberaba e da União Tijucana.

 

Timaço da SODIMA, bi-campeã amadora de Uberaba.

 

Fontes: Jornal da Manhã e Jornal Lavoura e Comércio, ambos de Uberaba – MG, várias edições de 1973 e 1974.

*Agradecimento especial ao Jamilton Souza, pelo desenho do escudo.

 

O América, fundado em 1912, inicialmente mandava seus jogos num campo num terreno na Avenida Augusto de Lima, próximo à Praça Raul Soares. No final da década de 1920, mais precisamente em 1929, a prefeitura de Belo Horizonte, com o então prefeito Cristiano Machado, comprou aquele terreno pertencente ao clube, para a instalação do Mercado Municipal de BH, que hoje é o Mercado Central.

FONTE & FOTOS: Cultura Futebolística - Revista Fon-Fon 

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon 

 
C ATLÉTICO M (BELO HORIZONTE – MG)

2

JABAQUARA AC (SANTOS – SP)

1

DATA: 14 de março de 1963 LOCAL: Estádio Ulrico Mursa, em Santos / SP
JUIZ: Romualdo Arppi Filho CARÁTER: Amistoso Nacional
GOLS: Noemio e Dinah / Rubens Sales
Atlético(MG): Valter; Reginaldo, Bueno e Eduardo; Clebis e Dinah; Toninho, Afonsinho, Nilson (Mário), Fifi e Noemio.
Jabaquara(SP): Dudízio; Sula (Elísio), Del Pozzo e Macedo; Neiva e Carlão; Batista (Ednir), Cabrita, Rubens Sales, Alcides (Bragança) e Soares.


Fonte: A Tribuna de Santos/SP

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

 

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

FOTO: Revista Fon-Fon

 

Granberyense Foot-Ball Club, de Cataguazes

Ribeiro Junqueira Foot-Ball Club

FONTE: Revista Fon-Fon

 

FONTE: Revista Fon-Fon

 

Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG) - 1948

Fonte: Esporte Ilustrado
 

América Futebol Clube (Belo Horizonte-MG) - 1948

Fonte: Esporte Ilustrado

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

EQUIPE CIDADE

001

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CALDENSE POÇOS DE CALDAS – MG

002

TRESPONTANO ATLÉTICO CLUBE TRÊS PONTAS – MG

003

DEMOCRATA FUTEBOL CLUBE SETE LAGOAS – MG

004

VILLA NOVA ATLÉTICO CLUBE NOVA LIMA – MG

1ª FASE

GRUPO SUL

25.10.1987

CALDENSE

0-0

TRESPONTANO

04.11.1987

TRESPONTANO

1-0

CALDENSE

GRUPO CENTRO

17.10.1987

DEMOCRATA(SL)

0-0

VILLA NOVA

08.11.1987

VILLA NOVA

0-0

DEMOCRATA(SL)

SEMIFINAL

12.11.1987

VILLA NOVA

0-0

TRESPONTANO

12.11.1987

CALDENSE

0-4

DEMOCRATA(SL)

15.11.1987

TRESPONTANO

0-1

VILLA NOVA

15.11.1987

DEMOCRATA(SL)

2-0

CALDENSE

FINAL

18.11.1987

DEMOCRTATA(SL)

1-3

VILLA NOVA

22.11.1987

VILLA NOVA

4-1

DEMOCRTATA(SL)

# CAMPEÃO – VILLA NOVA ATLÉTICO CLUBE (NOVA LIMA – MG)

 

Fonte: Arquivos do Autor

 

Em março de 1964, o Uberaba Sport Club promoveu um quadrangular cujo nome foi uma homenagem ao então prefeito de Uberaba, Arthur de Melo Teixeira, ex-presidente do clube na década de 50. Ao Atlético Mineiro coube uma cota de 250 mil reais por jogo disputado, com todas as despesas pagas e transporte de avião. Para as demais equipes foi feito um caixa único, com a renda dividida entre as três. Os jogos foram disputados no Estádio Boulanger Pucci, em Uberaba e Juca Ribeiro, em Uberlândia.

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PARTICIPANTES:

CLUBE ATLÉTICO MINEIRO – Belo Horizonte

COMERCIAL FUTEBOL CLUBE – Ribeirão Preto

UBERABA SPORT CLUB – Uberaba

UBERLÂNDIA ESPORTE CLUBE – Uberlândia

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RESULTADOS:

05/03/1964 Uberaba 3×2 Comercial (Em Uberaba)

08/03/1964 Uberaba 3×0 Atlético (Em Uberaba); Uberlândia 0×2 Comercial (Em Uberlândia)

11/03/1964 Comercial 6×2 Atlético; Uberaba 1×0 Uberlândia (Rodada dupla em Uberaba)

15/03/1964 Uberlândia 1×2 Atlético (em Uberlândia)

Com esses resultados, o UBERABA SPORT CLUB sagrou-se campeão do Torneio Quadrangular Arthur de Melo Teixeira.

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Fontes:

- Jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba – MG, 06/03, 09/03 e 12/03/1964.

- Jornal Correio de Uberlândia, de Uberlândia – MG, 10/03 e 17/03/1964

 

O Vigilante Esporte Clube foi uma agremiação da Cidade de João Monlevade (MG).  O clube alvi-grená era formado pelos vigilantes da companhia Velho Mineira, que posteriormente alterou o nome e escudo para: Esporte Clube Olímpico, que ficava sediado na Rua Tupiniquins, nº 8, no Centro Industrial, em João Monlevade.

Esporte Clube Olímpico fez sucesso até o final dos anos 80. Este time sagrou-se campeão pela Liga Monlevadense de Futebol, no estádio Olímpico, no final dos anos 70. Na FOTO (Abaixo)… Em pé, da esquerda para a direita: Marquinhos, Patinho, Maurício, Bolô, Dirceu e OsmarAgachadosPercinho, Toca, Beijo, Zezé e Ruta.

Ainda como Vigilante Esporte Clube participou do Torneio Santos Dumont, entre 1973 a 1974. No final do ano de 1973, a Federação Mineira de Futebol promoveu um torneio que uniu equipes profissionais e amadoras de todo o estado.

Com um regulamento confuso, a campeã, já no ano de 1974, foi uma equipe que não participou da primeira fase do torneio, o Uberaba Sport, que acabara de conquistar o título de Campeão Mineiro do Interior, graças à terceira colocação no campeonato mineiro de 1973.

O Vigilante estava na chave “Região Metalúrgica“, que contou com a participação de quatro clubes: ACESITA Esporte Clube (Timóteo); Esporte Clube Democrata (Governador Valadares); Esporte Clube Caratinga (Caratinga).

O Vigilante juntamente com o ACESITA avançaram para a Fase seguinte. No Grupo B, com Ateneu, Cassimiro de Abreu, Acesita, Democrata e ESAB, novamente o clube alvi-grená fez história, obtendo a classificação.

Nas semifinais, o Vigilante provou que não chegara ali, de forma invicta, à toa. No dia 17 de março de 1974, foi à Governador Valadares e sapecou 3 a 1 no Democrata, avançando para a grande final.

Na grande final, no dia 24 de março de 1974, Vigilante e Uberaba chegaram sem perder nenhum jogo. No duelo entre o vermelho e o grená, melhor para o Uberaba Sport Club  que venceu por 4 a 0, ficando com o caneco do Torneio Santos Dumont. Apesar de ter ficado com o vice, o Vigilante voltou para casa com a sensação do dever cumprido, deixando o povo de João Monlevade orgulhosos.   

 

UBERABA S.C.      4          X         0          VIGILANTE E.C.

LOCAL: Estádio Municipal Engenheiro João Guido, ‘Uberabão’, em Uberaba (MG)

DATA: Domingo, dia 24 de Março de 1974

CARÁTER: Final do Torneio Santos Dumont de 1973/74

RENDA: Cr$ 28. 276,00

ÁRBITRO: Ângelo Ferrari (FMF)

AUXILIARES: Édson Campos (FMF) e Francisco Cândido (FMF)

UBERABA: Saraiva; Pablo, Modesto, Veran e Grimaldi; Fabinho e Zé Francisco; Jorge Luís, Toiruinho (Paríson), Nain e Élter.

VIGILANTE: Dali; João Batista, Marquinhos, Osmar e Vavá; Corgozinho e Lero; Paulinho, Pérsio (Cabinho), Zé Ilário e Guta.

GOLS: Jorge Luís aos 18 minutos (Uberaba), no 1º Tempo. Fabinho aos quatro minutos (Uberaba); Élter aos 12 e 20 minutos (Uberaba), no 2º Tempo.

 

FONTES: Blog do Leonam – Arquive.is – Jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba – Jornal da Manhã, de Uberaba 

 

Esta foto, do início da década de 20, mostra a equipe da Associação Athletica do Triângulo, de Uberaba – MG, campeã do primeiro Campeonato do Triângulo, promovido em 1922 pela Sub-Liga de Esportes do Triângulo (SLET). A equipe foi extinta no início de 1923.

Associação Athletica do Triângulo (Ex Red and White), Campeã do Triângulo 1922

 

No final do ano de 1973, a Federação Mineira de Futebol promoveu um torneio que uniu equipes profissionais e amadoras de todo o estado. Com um regulamento confuso, a campeã, já no ano de 1974, foi uma equipe que não participou da primeira fase do torneio, o Uberaba Sport, que acabara de conquistar o título de Campeão Mineiro do Interior, graças à terceira colocação no campeonato mineiro de 1973.

____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

PARTICIPANTES:

 Região Norte:

Associação Desportiva ATENEU – Montes Claros

Associação Atlética CASSIMIRO DE ABREU – Montes Claros

ESAB Esporte Clube – Contagem

INDUSTRIAL Atlético Clube – Betim

Região Metalúrgica:

ACESITA Esporte Clube – Timóteo

Esporte Clube DEMOCRATA – Governador Valadares

Esporte Clube CARATINGA – Caratinga

VIGILANTE Esporte Clube – João Monlevade

Região Centro – Oeste:

VASCO – Passos

FORMIGA Esporte Clube – Formiga

SPARTA Futebol Clube – Campo Belo

Região Triângulo:

Associação Atlética CALDENSE – Poços de Caldas

UNIÃO TIJUCANA de Esportes – Ituiutaba

UBERLÂNDIA ESPORTE CLUBE – Uberlândia

INDEPENDENTE ATLÉTICO CLUBE – Uberaba

Sub-região Triângulo:

SODIMA de Futebol e Esportes – Uberaba

ARAXÁ Esporte Clube – Araxá

PARANAÍBA Esporte Clube Industrial”– Carmo do Paranaíba

Entraram diretamente na Fase Semifinal (Em 1974):

UBERABA Sport Club – Uberaba

NACIONAL Futebol Clube – Uberaba

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Resultados:

04/11/1973

Cassimiro de Abreu x Ateneu

ESAB x Industrial

Democrata x Caratinga

Acesita x Vigilante

Vasco x Formiga

União Tijucana 2×0 Uberlândia

Caldense 2×0 Independente

SODIMA 2×2 Araxá

11/11/1973

Uberlândia 1×0 Independente

Paranaíba 0×3 SODIMA

União Tijucana x Caldense (Vitória UT)

18/11/1973

Caldense x Uberlândia (Vitória Caldense)

Independente 1×2 União Tijucana

Araxá 3×0 Paranaíba

24/11/1973

Industrial x ESAB

25/11/1973

Ateneu x Cassimiro de Abreu

Caratinga x Democrata

Vigilante x Acesita

Formiga x Vasco

Uberlândia 1×1 União Tijucana

Independente 0×3 Caldense

Araxá 0×0 SODIMA

02/12/1973

Independente 0×0 Uberlândia

Caldense x União Tijucana

Paranaíba 2×3 Araxá

05/12/1973

União Tijucana 4×2 Independente

09/12/1973

SODIMA 12×0 Paranaíba

Classificados: Ateneu, Cassimiro de Abreu, Acesita, Vigilante, Vasco de Passos, Formiga, União Tijucana, Caldense, SODIMA e Araxá.

Convidados: ESAB e Democrata, que não conseguiram sua classificação em campo, foram convidados a participar da Fase Semifinal com a concordância dos demais clubes, com o objetivo de melhorar a tabela, evitando a folga de um time por rodada.

Substitutos: Após a definição do número de clubes participantes, Uberaba e Nacional, participantes da Divisão Extra, foram convidados a substituir Formiga e Araxá, que desistiram da competição.

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FASE SEMIFINAL:

GRUPO A: Caldense, União Tijucana, Vasco da Gama de Passos, Uberaba, Nacional e SODIMA

GRUPO B: Ateneu, Cassimiro de Abreu, Acesita, Democrata, Vigilante e ESAB

Resultados:

20/01/1974

Caldense 1×1 SODIMA

Vasco de Passos 1×1 Nacional

Ateneu 2×0 ACESITA

23/01/1974

Uberaba 3×1 União Tijucana

Cassimiro de Abreu x Democrata

24/01/1974

ESAB x Vigilante

27/01/1974

Vasco de Passos 2×2 Uberaba

União Tijucana 4×1 SODIMA

Caldense 3×1 Nacional (A Caldense comprou o mando de campo do Nacional)

Ateneu x Democrata

Vigilante x Cassimiro de Abreu

ACESITA x ESAB

03/02/1974

Caldense 2×3 Uberaba

SODIMA 0×0 Nacional

União Tijucana 1×0 Vasco de Passos

Ateneu x Cassimiro de Abreu

Democrata x ESAB

ACESITA x Vigilante

09/02/1974

Uberaba 3×1 SODIMA

10/02/1974

Vasco de Passos 0×0 Caldense

União Tijucana 2×0 Nacional

Cassimiro de Abreu 1×1 ACESITA

Democrata 0×0 Vigilante

ESAB x Ateneu

16/02/1974

Uberaba 1×0 Nacional

17/02/1974

Vasco de Passos 0×0 SODIMA

Caldense 0×0 União Tijucana

ESAB 1×1 Cassimiro de Abreu

Vigilante 4×2 Ateneu

Democrata 4×0 ACESITA

- Outros resultados (data desconhecida): ESAB 0×4 Vigilante, Vigilante 4×1 Caratinga

 

Quartas de final:*

10/03/1974

Uberaba 1×0 Caldense

Democrata GV 2×1 ESAB

* A FMF determinou que houvesse um sorteio entre Uberaba, Caldense e União Tijucana, em reposta a um recurso da Caldense contra o resultado do jogo em que perdeu para o Uberaba por 3×2. O Uberaba, líder invicto, foi obrigado a jogar uma imprevista “Quarta de final” contra a Caldense.

Semifinais:

17/03/1974

Uberaba 3×0 União Tijucana

Democrata GV 1×3 Vigilante

Final*:

24/03/1974

Uberaba 4×0 Vigilante

*Uberaba e Vigilante chegaram invictos à partida final.

- Com esses resultados o UBERABA SPORT CLUB sagrou-se campeão invicto do Torneio Santos Dumont.

 

Fontes:

- Jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba – MG – Várias edições de Outubro de 1973 a Março de 1974. (Gentilmente cedidas pelo Arquivo Público Municipal de Uberaba)

- Jornal da Manhã, de Uberaba – MG – Várias edições de Novembro de 1973, Janeiro a Março de 1974.(Gentilmente cedidas pelo Arquivo Público Municipal de Uberaba)

- Revista Placar (Algumas edições de 1974)

 
BONSUCESSO FC (RIO DE JANEIRO-RJ)

1

EC 1º DE MAIO (MIRAÍ-MG)

1

Data: 06 de abril de 1963 Local: Miraí / MG
Juiz: Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Rato / Roberto
Bonsucesso(RJ): Antoninho; Marcelo, Severiano, Décio e Tião; Roberto, Adaiuto e Sergio; Rato, Artoff e Djair.
1º de Maio(MG): Rubens; Dezinho, Zico, nego e Felix; Roberto e Laercio; Dinheiro, Wilson, Adilson e Romeu.
 

DATA

 

 

 

LOCAL

13.01.1957

OLARIA

3-0

FLAMENGO(MG)

VARGINHA – MG

15.01.1957

OLARIA

0-0

ATLÉTICO(MG)

TRÊS CORAÇÕES – MG

17.01.1957

OLARIA

4-0

TRESPONTANO(MG)

TRÊS PONTAS – MG

19.01.1957

OLARIA

3-1

FABRIL(MG)

LAVRAS – MG

20.01.1957

OLARIA

4-2

FERROVIÁRIO(MG)

RIBEIRÃO VERMELHO – MG

23.01.1957

OLARIA

4-1

MINAS(MG)

SÃO JOÃO DEL REY – MG

25.01.1957

OLARIA

2-2

ATHLETIC(MG)

SÃO JOÃO DEL REY – MG

27.01.1957

OLARIA

5-2

CARMENSE(MG)

CARMO DA MATA – MG

29.01.1957

OLARIA

3-2

SELEÇÃO LOCAL(MG)

CAMPO BELO – MG

31.01.1957

OLARIA

3-1

FORMIGA(MG)

FORMIGA – MG

03.02.1957

OLARIA

0-0

SOCIAL(MG)

OLIVEIRAS – MG

08.02.1957

OLARIA

4-0

AYMORÉS(MG)

UBÁ – MG

13.01.1957

OLARIA

3-0

FLAMENGO(MG)

VARGINHA – MG

15.01.1957

OLARIA

0-0

ATLÉTICO(MG)

TRÊS CORAÇÕES – MG

17.01.1957

OLARIA

4-0

TRESPONTANO(MG)

TRÊS PONTAS – MG

19.01.1957

OLARIA

3-1

FABRIL(MG)

LAVRAS – MG

20.01.1957

OLARIA

4-2

FERROVIÁRIO(MG)

RIBEIRÃO VERMELHO – MG

23.01.1957

OLARIA

4-1

MINAS(MG)

SÃO JOÃO DEL REY – MG

25.01.1957

OLARIA

2-2

ATHLETIC(MG)

SÃO JOÃO DEL REY – MG

27.01.1957

OLARIA

5-2

CARMENSE(MG)

CARMO DA MATA – MG

29.01.1957

OLARIA

3-2

SELEÇÃO LOCAL(MG)

CAMPO BELO – MG

31.01.1957

OLARIA

3-1

FORMIGA(MG)

FORMIGA – MG

03.02.1957

OLARIA

0-0

SOCIAL(MG)

OLIVEIRAS – MG

08.02.1957

OLARIA

4-0

AYMORÉS(MG)

UBÁ – MG

 

O Mangueira Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Juiz de Fora (MG). Fundado nos anos 30, a sua Sede e o campo ficavam localizados no Lamaçal, atual Bairro Bom Pastor. Na foto (abaixo), domingo, do dia 1º de outubro de 1939, o Mangueira estreava o seu campo e as suas novas camisas roxas. O jogo foi contra o Botafogo, no evento principal. A partida terminou empatada em 1 a 1. Gol de Zé dos Reis (essas informações está escrita no verso da fotografia).

FONTES & FOTO: Maria dos Resguardo – Acervo Ennio José Zaghetto 

 

Sport Club Juiz de Fora (Juiz de Fora-MG) - 1921

Fonte: Sport Ilustrado

 

As duas primeiras rodadas, da 1ª fase do Campeonato Brasileiro de 1984, não apresentou surpresas. Contudo, na terceira rodada a história foi outra. No sábado, do dia 4 de fevereiro, o Cruzeiro (MG) recebia o Rio Branco (ES), no Estádio do Mineirão. A princípio um jogo tranquilo. Porém, o jogo foi marcado pelos extremos: o Cruzeiro esteve irreconhecível, enquanto o Rio Branco teve uma atuação destacada, sobretudo, pelo experiente atacante Dé Aranha, então com 34 anos.

O início de jogo, deu a impressão de que seria tranquilo. Afinal, logo aos 11 minutos, o lateral Ademar abriu o placar para o Cruzeiro, marcando o tento após cobrança de penalidade.A partir daí, o Rio Branco partiu para cima e começou a ameaçar a meta de Vitor. E com dois gols de Dé Aranha em dois minutos, o time capixaba virou o jogo, levando a vantagem para o intervalo.

Na etapa final, o Cruzeiro errava muitos passes e parecia nervoso em campo. Já o Rio Branco se defendia bem e chegava com perigo em rápidos contra-ataques. E, num deles, conseguiu marcar o terceiro por intermédio do atacante Arildo. Fim de jogo, e uma merecida vitória do Rio Branco.

A vingança cruzeirense veio no segundo turno, quando goleou o adversário pelo placar de 5 a 1, no Estádio Engenheiro Araripe, em Cariacica (ES). 

CRUZEIRO (MG)

1

X

3

RIO BRANCO (ES)

LOCAL:

Estádio Governador Magalhães Pinto, ‘Mineirão’, em Belo Horizonte (MG)

CARÁTER:

Primeira fase – 3ª Rodada do Campeonato Brasileiro de 1984

DATA:

Sábado, do dia 04 de Fevereiro de 1984

RENDA:

Cr$ 7.207.000,00

PÚBLICO:

7.059 pagantes

ÁRBITRO:

José Renato de Oliveira Fidalgo (SP)

CRUZEIRO:

Vitor; Carlos Alberto (Celso Roberto, 39 do 1º), Evandro, Aílton e Ademar; Douglas, Eduardo e (Edu, 20 do 2º) e Tostão; Carlinhos, Carlos Alberto Seixas e Joãozinho. Técnico: Hilton Chaves

RIO BRANCO:

Zé Carlos; Ademir, Nei, Vantuir e Daniel; Luís Vieira, João Carlos e Paulo Roberto; Vicente (Vítor Capucho, 28 do 2º) Arildo e Dé Aranha. Técnico:Luís Alberto

GOLS:

Ademar, de pênaltis, aos 11 minutos (Cruzeiro); Dé aos 35 e 36 minutos (Rio Branco), no 1º Tempo. Arildo aos 30 minutos (Rio Branco), no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

A ‘ducha de água fria’ que foi a derrota para o Guarani ainda não tinha sido bem digerida pelo Bonsucesso. E, ironicamente, na penúltima rodada, do Grupo E, da Taça de Prata diante do Uberaba, fora casa, choveu demais, deixando o estado do gramado ruim.

Além do campo, o Bonsucesso não esteve bem. E para piorar o árbitro gaúcho marcou um pênalti duvidoso, convertido pelo adversário. Na segunda etapa, precisando atacar acabou oferecendo o contra-ataque. Resultado foi que o Uberaba aproveitou um e liquidou a fatura.

UBERABA S.C. (MG)

2

X

0

BONSUCESSO F.C.

LOCAL:

Estádio Municipal Engenheiro João Guido, ‘Uberabão‘, em Uberaba (MG)

CARÁTER:

4ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Sábado, do dia 05 de Fevereiro de 1983

RENDA:

Cr$ 1.652.000,00

PÚBLICO:

3.304 pagantes

ÁRBITRO:

José Mocelim (CBF/RS)

UBERABA (MG):

Diron;Joel, Gilvã, Válter Lobão e Aldeir; Joãozinho, celso Sá e Toinzinho; Simões (Edvaldo), Nei (Edson Luís) e Eriel.Técnico:Milton Buzetto

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho e Denílson; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Maurício,Jorginho e Vasconcellos. Técnico: Brito

GOLS:

Joãozinho, de pênalti, aos 11 minutos (Uberaba); no 1º Tempo. Eriel aos 30 minutos (Uberaba); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

O segundo compromisso, prometia ser ‘parada dura’ para o Bonsucesso Futebol Clube. Novamente como visitante, teria pela frente o tradicionalíssimo América Mineiro, em pleno Mineirão. No entanto, o Bonsuça se agigantou. Na noite da quarta-feira, do dia 26 de janeiro de 1983, o Leão de Leopoldina não tomou conhecimento vencendo por contundentes 3 a 1, assumindo a liderança da chave.

Demonstrando superioridade, o Bonsucesso abriu o placar por intermédio do meia Carlos Alberto (que depois se transferiria para o Criciúma/SC). Na segunda etapa, o Bonsuça seguiu dominando o Coelho e ampliou com o zagueiro Toninho, cobrando pênalti.

Em uma das poucas vezes em que o América chegou na área, o árbitro paranaense marcou um pênalti pra lá de duvidoso. O atacante Paulinho aproveitou para diminuir. No entanto, o Bonsuça mostrou que não viajou até Belo Horizonte à passeio e o atacante Maurício (o mesmo que se transformaria em ídolo do Botafogo) decretou números finais a peleja.

AMÉRICA MINEIRO (MG)

1

X

3

BONSUCESSO F.C.

LOCAL:

Estádio Governador Magalhães Pinto, Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

CARÁTER:

2ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Quarta-feira, do dia 26 de Janeiro de 1983

RENDA:

Cr$ 1.461.500,00

PÚBLICO:

3.260 pagantes

ÁRBITRO:

Eraldo Palmerini (CBF/PR)

AMÉRICA (MG):

Wellington; Cacau, Luís Carlos Hippie, Dias e Vâner; Cláudio Barbosa (Paulo Rodrigues, 31 do 2º), Zezinho e Gaúcho (Juarez, intervalo); Luís Alberto, Paulinho e Adilson.Técnico: Jair Bala

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho e Almir; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Peninha (Maurício, 19 1º), Jorginho (Neílson, 17 do 2º) e Vasconcellos. Técnico: Brito

GOLS:

Carlos Alberto aos 20 minutos (Bonsuça); no 1º Tempo. Toninho, de pênalti, aos 25 minutos (Bonsuça); Paulinho, de pênalti, aos 33 minutos (América); Maurício aos 43 minutos (Bonsuça); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

Democrata Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de Sete Lagoas (MG). Fundado no dia 14 de junho de 1914, por um grupo de amigos. Seu primeiro uniforme, já com listras verticais em vermelho e branco, chegaria de trem, no dia 25 do mesmo mês, encomendado no Rio de Janeiro.

Modestino C. de Andrade, Alfredo Rodrigues dos Santos, José Cândido de Andrade, João Domingos de Carvalho, João Avellar Penna, José Moreira de Abreu, Francisco Wanderley Azeredo, Bernardo de Figueiredo, Aglophile Patry, Francisco José L’abbate, Raymundo Andrade, Claudionor Campolina, Exaltino Gonçalves, Odorico Mourão, Raymundo Simões, Laerth Ramos, Atilla Pimentel Costa, José Ferreira Coelho, José Silvino Coelho de Avellar, Odilon Andrade Costa, Antonio Maia Junior e João Netto foram os fundadores daquele que viria a ser “batizado” de Jacaré, mascote idealizado pelo famoso caricaturista mineiro Fernando Pieruccetti, o Mangabeira, na década de 1950, em alusão às lagoas de Sete Lagoas.

A primeira partida oficial aconteceria em 06 de setembro de 1914, contra o Ordem e Progresso, da cidade vizinha de Matozinhos, com triunfo dos democratenses por 4 a 1. Jogaram aquela partida pelo Democrata: Álvaro Rosa, João Netto e Laerth Ramos, Aglophile Patry, Augusto Ottoni e Francisco Andrade, Alfredo dos Santos, Raymundo Simões, Joel Andrade, Honório Ottoni e Ildefonso Moreno.

Até 1953, o Democrata disputou apenas competições amadoras em Sete Lagoas e região, tendo se consagrado campeão por diversas vezes. Naquele ano, o Clube foi lançado ao profissionalismo e disputou, sem muito sucesso, o Campeonato Cidade de Belo Horizonte, que viria a ser o Campeonato Mineiro.

Entre 1954 e 1963, contudo, o Jacaré passou para a “prateleira de cima” do futebol mineiro, sagrando-se vice-campeão mineiro em três ocasiões – 1955, 1957 e 1963 e sempre figurando entre os primeiros colocados nos demais anos.

Naqueles áureos anos, período em que foi administrado por figuras ímpares de Sete Lagoas, o Jacaré construiu sua mais imponente sede, denominada Edifício Márcio Paulino, às margens da Lagoa Paulino, inaugurada em 1962 e leiloada para quitação de dívidas em 2008.

Desde então, o representante maior do esporte setelagoano passou por altos e baixos constantes dentro e fora das quatro linhas, tendo, inclusive, se afastado do futebol profissional. Mergulhado em dívidas provocadas por seguidas más administrações, o Clube viu parte de seu patrimônio ser dilacerado e colecionou péssimas campanhas do Campeonato Estadual, freqüentando as divisões inferiores por várias vezes.

Em 2003, o Democrata voltou ao futebol profissional e foi vice-campeão da 2ª divisão (3ª na prática). Em 2004, o Clube chegou à elite do futebol mineiro tendo sido vice-campeão novamente, desta vez do módulo II (2ª divisão na prática). Em 2005, o Jacaré quase foi novamente rebaixado, amargando a ante-penúltima posição.

Já em 2006, o Democrata inaugurou, ainda que em condições apenas razoáveis, o Estádio Joaquim Henrique Nogueira – Arena do Jacaré – que substituiria o lendário, mas já ultrapassado, José Duarte de Paiva, onde o clube mandava seus jogos.

Naquele ano, o Jacaré faria uma boa campanha terminando no meio da tabela (6ª posição entre 12 equipes). Em 2007, encerrou sua participação no estadual na 8ª posição, o que seria o prenúncio do trágico rebaixamento à 2ª divisão em 2008, seguido da catastrófica volta à 3ª divisão em 2009.

Entre 2010 e 2012, o Democrata disputou a 3ª divisão por 3 vezes, tendo conseguido o almejado acesso à 2ª divisão em 2012, depois de campanha que propiciou o vice-campeonato ao Clube.

Atualmente, o Jacaré disputa a 2ª divisão com o objetivo de ascender à 1ª e disputá-la em 2014, ano de seu centenário de fundação.

Mesmo diante de tantos fracassos, a torcida do Democrata continuou crescendo, o que provocou o aparecimento de torcidas organizadas (e ordeiras!), com destaque para a Raça Alvi-Rubra e a Demogolo, e da Associação Amigos do Democrata, entidade nascida com o objetivo de apoiar o Clube também administrativamente.

Quis o destino que o Brasil fosse escolhido como sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014, sendo Belo Horizonte, nossa capital e vizinha, uma das cidades que abrigará uma chave do Mundial.

Diante disso, e da necessidade de reforma completa do Estádio Governador Magalhães Pinto – Mineirão –, a Arena do Jacaré foi escolhida como um dos seus substitutos até 2012. Para tanto, Arena foi completamente remodelada, passando a figurar entre os melhores estádios do País, o que poderá significar a redenção do Democrata Futebol Clube.

 

FONTE & FOTO: Site do Clube

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