A ABECAT (Associação Beneficente e Esportiva Catalana) é uma entidade fundada em 2007 na Cidade de Catalão (GO) com o cunho social de formação moral e educacional de crianças e adolescentes através do aprendizado do esporte.
Agora, a ABECAT dá mais um passo adiante e se torna Clube de Futebol federado na FGF (Federação Goiana de Futebol) e sua diretoria comandada pelo presidente Diego Hilário e pelo diretor de futebol Danilo Pereira lança suas equipes de atletas de base ao desafio de competir em nível estadual e nacional participando de campeonatos com grandes clubes e formando e revelando jogadores para o mercado e, assim, abrindo portas para que atletas tenham espaço em clubes profissionais de todo país e exterior.
Além disso, a ABECAT construiu seu centro de treinamento em parceria com o Clube dos Empregados da Fosfertil em Catalão (GO) com toda estrutura necessária.

Em 2017 a ABECAT estreará como profissional pela terceira divisão goiana. O clube jogará na cidade vizinha de Ouvidor. Inclusive o clube jogará com o nome de ABECAT Ouvidorense.

Escudo da ABECAT

 

Uniforme da ABECAT

 

Seguem as 2 primeiras rodadas:

26/08/2017 – Sábado – 1ªRodada
Jaraguá    x    Ceres    16:00
Amintas de Freitas, Goiânia/GO, Brasil    

Bom Jesus    x    ABECAT    15:30
Juscelino Kubitscheck (JK), Itumbiara/GO, Brasil
Caldas    x    Itaberaí    15:30
Serra de Caldas, Caldas Novas/GO, Brasil    

27/08/2017 – Domingo – 1ª Rodada
União Inhumas    x    Raça    10:00
Zico Brandão, Inhumas/GO, Brasil

Jataiense    x    Mineiros    16:00
Tancredo Neves (Arapucão), Jataí/GO, Brasil    

02/09/2017 – Sábado – 2ª Rodada
ABECAT    x    Pires do Rio
Municipal de Ouvidor, Ouvidor/GO, Brasil

03/09/2017 – Domingo – 2ª Rodada
Raça    x    Jaraguá    10:00
Zico Brandão, Inhumas/GO, Brasil    

Itaberaí    x    Bom Jesus    15:30
Rio das Pedras, Itaberaí/GO, Brasil  

Mineiros    x    União Inhumas    15:30
Odilon Flores, Mineiros/GO, Brasil    

04/09/2017 – Segunda – 2ª Rodada
Ceres    x    Jataiense    15:30
Centro Olímpico de Ceres, Ceres/GO, Brasil

Fontes: FGF e http://www.abecat.com.br/

 

 

A Associação Atlética Luziânia é uma agremiação da cidade de Luziânia (GO). A sua Sede fica na Rua Doutor João Teixeira, Q. 02 Lote. 06 / Sl. 7/8, no Centro de Santa Luzia (Atual Luziânia). Seu Estádio é o Serra do Lago, em Luziânia, com Capacidade para 5,564 pessoas. Fundado no dia 13 de Dezembro de 1926, como Associação Athletica Luziana pelo mineiro de Rio Pomba, Manoel Gonçalves da Cruz, um grande desportista, comerciante, professor e pioneiro do automobilismo.

Constituiu a 1ª Diretoria do clube, tendo como Presidente Carlos Machado de Araújo e membros Delfino Meireles e Paulino Lobo Filho. Nesse período, a cidade de Luziânia chamava-se Santa Luzia.

1945: cidade troca de nome

A mudança de nome da cidade de Santa Luzia para Luziânia aconteceu no dia 13 de dezembro de 1945, através da Lei Estadual nº 8.305. No dia 25 de março de 1945, o clube foi reorganizado por Arione Correia de Morais. Para não desagradar os torcedores dos times do eixo Rio – São Paulo as cores do uniforme antes azul e branca para vermelha e branca, semelhantes às do América, do Rio de Janeiro, que tinha a simpatia da maioria dos torcedores e seu nome também foi mudado, passando a ser denominado: Associação Atlética Luziânia.

 

Foto de 1964

1959: clube muda o nome e as cores

Em reunião realizada no Clube Recreativo e Cultural de Luziânia, no dia 26 de julho de 1959, foi eleita a nova diretoria do Luziânia, tendo como presidente Francisco das Chagas Rocha. O presidente eleito mudou novamente a denominação do clube passando a se chamar Luziânia Esporte Clube e alterando o seu uniforme para as cores preta e branca e o escudo semelhante ao do Santos Futebol Clube.

 

Início dos Anos 60: clube entra num processo de crise financeira

O 1º estatuto do Luziânia foi publicado no dia 10 de abril de 1960 sob essa nova direção. O clube passou por um grande declínio. Passou a sofrer com os interesses duvidosos dos políticos. Com essa nova atmosfera rondando o time, criaram pretextos, dividiram a equipe em duas, com a fundação do Fluminense, como se não soubessem que toda divisão é prejudicial, inventaram a tristemente famosa desapropriação da área do Estádio Rochão.

Processos surgiram, a desavença foi implantada e tudo foi destruído. Por muito tempo usaram e abusaram do clube. Mesmo assim, está viva na lembrança dos torcedores apaixonados, fanáticos, pessoas que realmente amam o seu time e estimulam em tudo que se faz, não arredam o pé do Estádio, investem tempo e dinheiro para fazer o clube crescer.

Meados dos Anos 60: Luziânia consegue se reerguer e passa a disputar as competições no novo Estado brasileiro, o Distrito Federal

Uma pessoa deixou seu nome escrito nos anais do futebol de Luziânia: Francisco das Chagas Rocha. Eleito Presidente, quase desconhecido da totalidade da população, resolveu deixar no clube a marca do seu dinamismo, de sua personalidade empreendedora. Já contava com um pequeno grupo de sócios e torcedores dedicados, mas precisava despertar o entusiasmo da cidade toda.

Contava com uma equipe razoável, onde despontavam as estrelas da casa, mas precisava reforçar o time, pois pretendia fazê-lo brilhar nas cidades vizinhas, mormente na recém-nascida Brasília.

Dispunha de um campo típico interiorano, medíocre, desconfortável, sem grama, arquibancadas, muros e vestiários. A Câmara Municipal aprovou e a Prefeitura doou a área do campo de futebol ao clube. Desmembrada parte desta área, loteada e vendida, juntando-se ao dinheiro de que já dispunha, conseguiu construir algo que poderia chamar de seu estádio.

Era o único clube no Distrito Federal que possuía o seu próprio estádio e não parou aí, dispondo de uma sede respeitável e na época invejada até por Brasília. O incansável presidente promoveu o engrandecimento da equipe. Inscreveu o clube na então Federação Desportiva de Brasília, com a permissão da CBD (Confederação Brasileira de Desportos).

Luziânia chegou a ficar 50 jogos sem derrota

Contratou jogadores de outros estados e profissionalizou o clube. O Luziânia tornou-se conhecido, temido e quase imbatível, pois em 1962 esteve invicto em 50 e duas partidas. Clubes poderosos de Brasília e Goiás, além da seleção profissional de Brasília, estiveram atuando em Luziânia e amargaram derrotas ou tiveram que se desdobrar para vencer.

O povo vibrava, iam ao estádio, falavam com carinho de sua equipe. Compravam ingressos, rifas, bingos, pagavam votos à candidata a rainha, porque estavam ajudando uma equipe de valor. No mês de julho de 1965, o Presidente Rocha se afastou.

 

1981: clube muda de nome outra vez

Em reunião, no Colégio Santa Luzia, no dia 9 de novembro de 1981, a denominação do clube foi alterada novamente, passando a se chamar Luziânia Futebol Clube.

Os dirigentes resolveram se aventurar em participar do futebol goiano após a empolgação pelo acesso à primeira divisão em 1992. No entanto, teve fraco desempenho na Primeira Divisão. O time caiu para a Divisão Intermediária e desistiu de participar do campeonato goiano pelas dificuldades financeiras das longas viagens e hospedagens.

Em 1995, após a aventura no futebol goiano, com a queda para a Divisão Intermediária e com o acúmulo de dívidas, o Luziânia solicitou autorização a CBF para retornar ao futebol brasiliense. Os desportistas se uniram e perceberam que seria mais viável disputar o campeonato brasiliense.

1995: nova mudança de nome e das cores

A única exigência da Federação Goiana de Futebol era de que o Luziânia Futebol Clube efetuasse a quitação de todos os débitos perante a entidade. No dia 20 de janeiro de 1995 o presidente Cecílio Sepúlveda Monteiro, protocolou a nova filiação do clube junto a Federação Metropolitana de Futebol, presidida por Tadeu Roriz.

Ao optar pelo retorno ao futebol brasiliense, o clube voltou à sua denominação de fundação, Associação Atlética Luziânia, adotando um novo escudo: a igreja do Rosário, numa sugestão do desportista Albino Inácio Soares e voltando a usar as cores originais no uniforme do clube, a azul celeste e a branca.

Durante o período de retorno ao futebol brasiliense, o Luziânia caiu algumas vezes para a segunda divisão, o clube esteve em alguns momentos para deixar de existir, ninguém queria assumi-lo sem apoio. O Luziânia passou por grandes turbulências, contornadas quase sempre pelos dirigentes Albino Inácio e José Egídio, os quais corriam atrás das pessoas para assumir a diretoria, cobrando junto à imprensa posição das autoridades locais.

 

O Título Inédito de 2014 e o Bi em 2016

O técnico Ricardo Antônio trabalhou nas categorias de base de grandes clubes brasileiros como Cruzeiro, Atlético Mineiro, Vitória, da Bahia e Atlético Goianense. Foi auxiliar de treinadores como Toninho Cerezo e Mauro Fernandes, dentre outros.

Em Brasília trabalhou na base do Ceilândia. O técnico foi o responsável pela montagem do elenco juntamente com o presidente Daniel Vasconcelos, que está no clube desde 2006. Foram contratados o experiente Lúcio Bala (ex-Goiás, Flamengo, Botafogo, Atlético-MG e Santos), Max Pardalzinho (ex-Palmeiras, Goiás, Vila Nova e Guarani) e Vaguinho (ex-Portuguesa de Desportos e Ponte Preta).

Juntaram-se ao goleiro Edmar Sucuri e os experientes Zé Ricarte, Rodriguinho, Chefe, Carlão e Perivaldo, os líderes do grupo. O atual prefeito Cristóvão Tormin foi um dos responsáveis pela conquista, trabalhando na captação de patrocínios e literalmente vestindo a camisa do time.

 

Campanha

Acompanhava treinos e jogos. Na fase classificatória, o Luziânia teve a melhor campanha entre os 12 participantes (com o mesmo número de pontos ganhos do Brasiliense), em 2014. Nos 11 jogos que disputou, venceu sete, empatou dois e perdeu dois. Marcou 11 gols e sofreu cinco.

Nas quartas-de-final, passou pelo Santa Maria, com uma vitória e um empate. Na semifinal, usou do direito de jogar pelo empate por ter a melhor campanha, obtendo dois resultados iguais diante do Sobradinho. E, na grande final, contra o Brasília, também jogou com o regulamento debaixo do braço, ao vencer a primeira partida por 3 x 2 e perder a segunda por 1 x 0.

A torcida acompanhou os jogos sempre com muita dedicação. Depois da final do campeonato, onde os luzianienses lotaram Mané Garrincha, houve um longo congestionamento na BR-040 sentido Luziânia devido uma enorme carreata de torcedores, contendo mais de mil automóveis, com festa madrugada adentro, só terminando na chácara do antigo presidente Remi Sorgatto.

A formação do Luziânia nos dois jogos finais foi a seguinte: Edmar Sucuri, Thompson, Carlão, Perivaldo e Rafinha; Lucas Garcia (Thiago Eciene), Pixote (Aldo), David (Vaguinho), Rodriguinho e Max Pardalzinho (Danilo); Chefe.

Foi a terceira vez que o Luziânia chegou à final do campeonato brasiliense. A 1ª aconteceu em e 1966, quando foi superado pelo Rabello a 2ª em 2012, quando foi superado pelo Ceilândia, que jogava por dois resultados iguais.

 

Rodriguinho chegou ao 10º título do Distrito Federal

Com o título inédito conquistado pelo Luziânia, o meia Rodriguinho passou a ser o segundo jogador a conquistar dez títulos de campeão brasiliense (o outro é o volante Deda). Foram cinco pelo Gama (1997, 1998, 1999, 2000 e 2001), quatro pelo Brasiliense (2006, 2007, 2008 e 2009) e 2014, pelo Luziânia.

Além disso, Rodriguinho foi o principal artilheiro da equipe, com 6 gols marcados. O atacante Chefe foi o vice-artilheiro, com 5 gols. E o que o futebol de uma pequena cidade do Entorno de Brasília pode esperar após a inédita conquista do título de campeão brasiliense?

Primeiramente, torcer para que, com a conquista do título, o Luziânia deixe de ser apenas um time de futebol e passe a ser um clube. Já há a disposição da nova diretoria e do prefeito da cidade para que seja construído um Centro de Treinamento para valorizar as categorias de base e se tornar uma grande força no futebol do Distrito Federal. Em 2016, o Luziânia chegou ao Bicampeonato Candango!

FONTES: Site do clube – Correio Brasiliense – Blog Edição dos Campeões – José Ricardo Almeida – José Egídio Pereira

 


FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

VILA NOVA 6 X 1GOIÂNIA

LOCAL: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

CARÁTER: Fase Semifinal – Campeonato Goiano de 1981

DATA: Sexta-feira, do dia 24 de setembro de 1981

RENDA: Cr$ 363.200,00

PÚBLICO: 3.559 pagantes

ÁRBITRO: Jéferson de Freitas (FGF)

VILA NOVA: Nascimento; Valdo, Timoura, Fausto e Evaristo; Esaú, Falcão e Zé Ronaldo; Paulinho, Roberto e Bugre. Técnico: Laerte Dória.

GOIÂNIA: Itamar; Régis (Ronaldo), Ulisses, Neo e Neto; Zé Rodrigues, Luís Frasão e Fagundes; Zé Sérgio, Márcio e Vavá (Marco Antônio). Técnico: Paulo Ventura.

GOLS:Roberto aos 12, 22 e 32 minutos (Vila Nova); Bugre aos 44 minutos (Vila Nova); no 1º Tempo. Zé Ronaldo aos nove minutos (Vila Nova); Márcio aos 10 minutos (Goiânia); Roberto aos 43 minutos (Vila Nova);no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

A Associação Esportiva Evangélica, mais conhecida simplesmente como Evangélica ou ASEEV, é uma agremiação da cidade de Paraúna (GO). A SEEV manda os seus jogos no Estádio José Pereira de Souza. Atualmente, o clube disputa a Terceira Divisão do Campeonato Goiano.

A equipe Alvianil foi Fundada no dia 18 de Agosto de 1981, por  um grupo de médicos, que costumava se reunir nos raros horários livres para jogar futebol, do Hospital Evangélico.

Nas quadras de futsal da capital, o hobby dos já tradicionais jogos do Evangélico não mais condizia com o tamanho dessa paixão mútua. Então, o principal aficionado Dr. Alvaro Soares de Melo idealizou uma associação a qual representasse melhor o quão grande era o seu amor pelo esporte, culminando na fundação, em 1981, em Goiânia, a Associação Esportiva Evangélica, que é carinhosamente conhecida também como ASEEV.

Registrada oficialmente em cartório no ano de 1983, a ASEEV disputou campeonatos e torneios de futsal. Dona de uma longa hegemonia nas quadras entre os anos de 1982 a 2001, a ASEEV teve inclusive a honra de fornecer atletas para Seleção Brasileira de Futsal.

A grandiosidade de ASEEV não se limitou apenas às quadras de futsal. Em 2003, o ex-atleta com passagens na seleção brasileira de futebol de campo e atual dirigente, Clovis Santos Borges, assumiu o controle da ASEEV e iniciou os trabalhos nos gramados com equipes de categorias de base sub-18 e sub-20 em Goiânia, que disputam campeonatos até hoje.

Com o crescimento do futebol de campo da ASEEV, Clovis Borges percebeu que Goiânia não correspondera mais a um projeto tão ambicioso quanto o da Associação e iniciou o passo mais audacioso da história da ASEEV que foi a procura de uma nova casa para os seus ideais.

Ao conhecer a belíssima cidade de Paraúna, a procura logo se findou. Após a visita, Clovis Borges sentiu no povo carinhoso e hospitaleiro da cidade um imenso ímpeto por crescimento e evolução, características compatíveis com o que motiva a existência da ASEEV. Paraúna recebeu de coração e braços abertos o projeto de Clovis Borges, e, desde o ano de 2010, ASEEV e Paraúna se tornaram um só, com objetivos em comum.

Um ano depois (2011), ocorreu a profissionalização da ASEEV, que abriu espaço para a participação do seu time de futebol de campo na série A3 do Campeonato Estadual de Goiás.

Já na sua primeira participação da 3ª Divisão do estadual, com toda a maravilhosa recepção da cidade de Paraúna, a ASEEV terminou o campeonato em 3ª colocada, com a torcida se enchendo de orgulho e esperança.

Outra importante conquista da ASEEV para a cidade de Paraúna foi a abertura de sua escolinha de futebol de campo para crianças com a idade superior a 5 anos em 2013. A escolinha consolidou a visão sobre questões sociais que sempre fizera parte da ideologia da ASEEV como uma instituição que preza por um lado mais humano do esporte.

 

FONTES: Site do clube – Wikipédia – Ismael Carlos

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: O Malho


 

Recebi alguns anos atrás, uma carta timbrada deste clube. Abaixo posto o escudo do clube e sua data de fundação:


 

Contando com o empenho de Murah Rannier Peixoto Vaz que viajou para fazer um resgate de mais um clube brasileiro, que estava entrando no esquecimento, apresentamos mais uma raridade. Trata-se do UEI (União Esportiva Ipamerina) que foi uma agremiação do Município de Ipameri (GO).

O clube áureo-anil foi Fundado no mês de Abril de 1919, por um grupo de jovens desportistas da localidade: Bolivar C. de Faria; Múcio Vaz Francisco V. Lopes; José Barbalho; Sinhô de Sousa; Francisco V. de Faria; Orlando R. de Medeiros; José Quinan; Edison V. Lopes; Celeste Barbalho; Marrul Elias; Jamil Quinan; José B. de Farias; Antônio Lucio da Silva; Júlio de Faria Filho; José Nabuco; José Fernandes, Oscar Rossi e Azerêdo Filho, que foi o 1º Presidente do UEI.

O clube áureo-anil conquistou uma longa e incrível invencibilidade nos seus domínios, que perdurou por duas décadas. Em 1947, o União Esportiva Ipamerina ficou com o vice-campeão do interior (o 1º Campeonato do Interior que houve). O clube existiu até a década de 80, quando fechou às portas.

Abaixo a Carteira de jogador do União Esportiva Ipamerina, Laézio Porto, registrado na Federação Goiana de Futebol. Foto gentilmente cedida por Laézio Porto.

FONTES & FOTOS: Livro “Fragmentos da História de Ipameri (Fatos Importantes)”, de L.B. Carvalho, de 1958 – Página no Facebook “Ipameri – Interior de Goiás” – Murah Rannier Peixoto Vaz - Laézio Porto

 

 

A Associação Tupy de Esportes é uma agremiação da cidade de Jussara (GO). O Tricolor Jussarense foi Fundado no dia 20 de Novembro de 1963. O time manda os seus jogos no Estádio Municipal Geraldo Rodrigues, ”Geraldão”, com capacidade para 3 mil pessoas.

O Tupy só participou das edições na esfera profissional a partir de 2006 que começou a disputar competições oficiais (o campeonato goiano). Antes era apenas o maior time amador da cidade e o time formado por amigos jussarenses. O Tupy disputou seu primeiro campeonato no futebol profissional em 2006, conseguindo o vice-campeonato da Terceira Divisão do Goiano, perdendo a final para a Itauçuense por 3 a 0.

2006

  • 05/11 - Monte Cristo 0 X 1 - Tupy de Jussara - Jaime Guerra
  • 12/11 - Tupy de Jussara 1 X 0 Inhumas - Geraldo Rodrigues
  • 26/11 - Inhumas 1 X 2 Tupy de Jussara - Zico Brandão
  • 29/11 - Tupy de Jussara 4 X 0 Monte Cristo - Geraldo Rodrigues
  • 02/12 - Alexaniense 0 X 2 - Tupy de Jussara - Orias Silva Lima
  • 10/12 - Tupy de Jussara 1 X 1 Alexaniense - Geraldo Rodrigues
  • 17/12 - Tupy de Jussara 0 X 3 Itauçuense - Geraldo Rodrigues

Posição: 2º lugar – 16PTS – 7J – 5V – 1E – 1D – 11GP – 5GC

Campanha no Goianão – Segunda Divisão

2007

  • 24/06 - Novo Horizonte 2 X 0 Tupy de Jussara - Durval Ferreira Franco
  • 30/06 - Tupy de Jussara 1 X 1 Grêmio Anápolis - Geraldo Rodrigues
  • 03/07 - Goianésia 2 X 0 Tupy de Jussara - Valdeir José de Oliveira
  • 08/07 - Anápolis 2 X 0 - Tupy de Jussara - Jonas Duarte
  • 11/07 - Tupy de Jussara 2 X 2 Iporá - Geraldo Rodrigues
  • 15/07 - Tupy de Jussara 1 X 1 CRET - Geraldo Rodrigues
  • 18/07 - Itauçuense 3 X 2 Tupy de Jussara - Cruzeiro do Sul
  • 22/07 - Tupy de Jussara 1 X 3 Goiatuba - Geraldo Rodrigues
  • 28/07 - Tupy de Jussara 2 X 1 Novo Horizonte - Geraldão
  • 05/08 - Grêmio Anápolis 2 X 1 Tupy de Jussara - Jonas Duarte
  • 08/08 - Tupy de Jussara 0 X 1 Goianésia - Geraldão
  • 12/08 - Tupy de Jussara 1 X 3 Anápolis - Geraldão
  • 15/08 - Iporá 3 X 2 Tupy de Jussara - Ferreirão
  • 19/08 - CRET 1 X 1 Tupy de Jussara - Zico Brandão
  • 22/08 - Tupy de Jusssara 2 X 1 Itauçuense - Geraldo Rodrigues
  • 26/08 - Goiatuba 2 X 2 Tupy de Jussara - Divino Garcia Rosa

Posição: 8º lugar – 11PTS – 16J – 2V – 5E – 9D – 18GP – 29GC

2008

  • 15/06 - Tupy de Jussara 1 X 1 Santa Helena - Geraldo Rodrigues – Público: 602 pagantes
  • 22/06 - Goiânia 0 X 4 Tupy de Jussara - Hailé Pinheiro
  • 25/06 - Tupy de Jussara 2 X 1 Nerópolis - Geraldo Rodrigues – Público: 672 pagantes
  • 29/06 - Goiatuba 3 X 2 Tupy de Jussara - Divino Garcia Rosa
  • 05/07 - Aparecidense 0 X 0 - Tupy de Jussara - Annibal B. Toledo
  • 13/07 - Iporá 1 X 1 Tupy de Jussara - Ferreirão
  • 20/07 - Tupy de Jussara 2 X 2 Morrinhos - Geraldo Rodrigues – Público: 811 pagantes
  • 27/07 - Goianésia 0 X 6 Tupy de Jussara - Valdeir J. de Oliveira

Posição: 5º lugar – 13PTS – 8J – 3V – 4E – 1D – 18GP – 10GC | Público Total: 2.085 / Média de Público: 695

2009

  • 31/05 - Tupy de Jussara 1 X 1 Goiânia - Geraldo Rodrigues – Público: 731 pagantes
  • 07/06 - Novo Horizonte 4 X 0 Tupy de Jussara Durval F. Franco
  • 14/06 - Morrinhos 1 X 0 Tupy de Jussara - João Vilela
  • 20/06 - Tupy de Jussara 1 X 0 União de Itaberaí - Geraldo Rodrigues – Público: 231 pagantes
  • 28/06 - Canedense 1 X 0 Tupy de Jussara - Plínio José de Souza
  • 05/07 - Tupy de Jussara 1 X 1 Iporá - Geraldo Rodrigues – Público: 273 pagantes
  • 12/07 - Goianésia 2 X 0 Tupy de Jussara - Valdeir J. de Oliveira
  • 19/07 - Tupy de Jussara 1 X 5 Inhumas - Geraldo Rodrigues – Público: 129 pagantes
  • 25/07 - Nerópolis 3 X 1 Tupy de Jussara - Cruzeiro do Sul

Posição: 9º lugar – 5PTS – 9J – 1V – 2E – 6D – 5GP – 18GC | Público Total: 1.364 / Média de Público: 341

 

FONTES: Mercado Livre – Wikipédia – Federação Goiana de Futebol (FGF)

 

FONTE: Página do Clube no Facebook

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado

 

O Nova Vila Futebol Clube foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). A equipe rubro-negra foi  Fundado no dia 22 de Maio de 1952. Aproveitando que a Federação Goiana de Desportos (FGD) aumentou o números de clubes em 1955, o Nova Vila aproveitou a oportunidade para ingressar no Campeonato Goiano da 1ª Divisão.

Contudo, o ‘primo pobre’ sentiu na pele as dificuldades de enfrentar clubes mais gabaritados e teve uma vida efêmera e logo desapareceu. Na sua breve vida, disputou dois Estaduais: 1955 e 1956.

No Torneio Início de 1955, o Nova Vila estreou diante do Vila Nova, e derrotou o adversário pelo placar de 1 a 0. A equipe rubro-negra só caiu nas semifinais, ao ser eliminado nos pênaltis pelo Goiânia. No Torneio Início de 1956, eliminou o São Luiz, nos pênaltis por 2 a 1, mas acabou eliminado nas Quartas de finais pelo Goiás por 1 a 0.

Na sua estreia, no Estadual de 1955, a campanha foi honrosa, terminando na 6ª posição (num total de oito times). Alguns resultados importantes, como o empate em 1 a 1 com o Vila Nova e Goiânia. Porém, o mais valioso aconteceu no 2º Turno, no dia 11 de setembro de 1955, quando goleou o Vila Nova por 5 a 2.

VILA NOVA: O FREGUÊS!

Veio o ano de 1956, e com ele o Nova Vila com uma campanha ruim, e, acabou rebaixado terminando na 9ª e penúltima colocação, com apenas sete pontos. O fato curioso foi que, o Vila Nova, novamente voltou a sofrer ao enfrentar a equipe Rubro-Negra.

No primeiro turno, empate em 1 a 1; e no returno, triunfo do Nova Vila por 3 a 1. Com isso, o Vila Nova viu o seu algoz se extinguir sem jamais tê-lo vencido. Foram, cinco jogos, com três vitórias e dois empates a favor do Nova Vila; que marcou 11 gols e sofreu cinco, com um saldo positivo de seis.

Nas duas temporadas, o Nova Vila Futebol Clube disputou 32 jogos, somando 15 pontos: foram cinco vitórias, cinco empates e 22 derrotas; assinalando 44 gols e sofrendo 103, com um saldo negativo de 59.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Rsssf Brasil

 

Esta publicação merece muita cautela, uma vez que há algumas ‘peças soltas’.  O time em questão é a Associação Atlética União Goiana, que foi uma agremiação da Cidade de Velha Goiás (GO). A ‘primeira peça’ está na sua Fundação. Na postagem do amigo e membro Mario Ielo, que conseguiu  a lista dos clubes goianos (onde constam as fundações, e foi publicada no dia 13 de Agosto de 2010) da antiga Federação Goiana de Desportos (FGD), apresenta a seguinte data de fundação: 21 de Abril de 1924.

Já em outro escudo desta equipe há outra fundação: 1º de janeiro de 1936. Há muitas questões para serem desvendadas. A primeira é a possibilidade é deste clube ser ainda mais antigo, sendo o antigo União Goiana Esporte Clube,também de Velha Goiás, surgido em 1911. E, tenha sofrido uma reorganização em 1924, passando a se chamar A.A. União Goiana. Possíveis pistas: as cores são iguais, a cidade é a mesma, o surgimento da AAUG coincidiu com o desaparecimento da outra (UGEC), na foto aparece um escudo muito parecido com o União Goiana E.C.

Sobre as duas datas (1924 e 1936), há hipótese de que em 1936, o clube tenha sofrido uma reorganização. Portanto, o intuito desta postagem é para que tais questões sejam devidamente esclarecidas para descobrirmos se há algum parentesco entre o União Goiana Esporte Clube com a Associação Atlética União Goiana, de 1924 e/ou Associação Atlética União Goiana, de 1936.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

O Ipiranga Atlético Clube foi uma agremiação da cidade de Anápolis (GO). O Gigante do Jundiaí foi Fundado no dia 15 de novembro de 1952, tendo como primeiro presidente Daas Bittar. A sua Sede ficava entre as Ruas Monsenhor Chiquinho e Ana Luísa, 310, no Bairro de Jundiaí, em Anápolis.

O primeiro jogo de uniforme foi doado pela Associação Atlética Anapolina. A maior rivalidade era com o Anápolis Futebol Clube. Os “Ipiranguistas” mandavam os seus jogos no Estádio Irani Ferreira Barbosa, ‘Ferreirão’.

O Ipiranga disputou pela primeira vez o Campeonato Goiano da 1ª Divisão de 1953. Em 1957 o participou do Torneio Cinquentenário, em homenagem aos 50 anos de fundação da cidade de Anápolis, contra o Goiás, Anápolis e a Anapolina.

O Gigante do Jundiaí acabou por se classificar para a decisão, mas tevê uma excursão. Então, a solução foi convidar o Anapolina, que usando as camisas do Ipiranga, venceu o Anápolis na final por 3 a 2.

Em 1959 e 1962, faturou o Bicampeonato da Cidade de Anápolis. No dia 31 de agosto de 1963, foi inaugurado o primeiro estádio de Anápolis. E o estádio Irani Ferreira Barbosa, viu o Ipiranga vencer o Uberlândia por 2 a 0.

Em 1978, o clube participou pela última vez do Campeonato Goiano da 1ª Divisão. Com o clube desativado e por sempre existir uma grande cordialidade com a Anapolina, e os antigos torcedores do Ipiranga torcem hoje pelo time Rubro.

Em 2006, o Ipiranga possuía uma R$ 2,8 milhões de impostos à Prefeitura Municipal, após longos anos de inadimplência. O resultado foi que o clube foi a leilão. Contudo, a melhor oferta pela sede foi cerca de 1 milhão de reais, valor considerado irrisório, diante da dívida anual de R$ 190 mil.

A avaliação imobiliária do clube, chega as R$ 2,7 milhões. A Administração Municipal e as partes interessadas estão em constante diálogo em busca de solução para o caso. Uma opção é a adjudicação da área para o Município, de modo a permitir sua utilização por parte da Prefeitura.

TÍTULOS

Citadino de Anápolis: 1957, 1959, 1963, 1968 e 1975;

Torneio Início da cidade de Anápolis: 1962;

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Wikipédia 

 

 

 

A Liga Anapolina de Desportos (LAD) foi Fundada no dia 18 de julho de 1949. A Sede fica localizada na Praça Henrique Bastos Curado, 43, no Bairro do IAPC – Estádio Municipal Zeca Puglise, em Anápolis (GO). A Liga foi surgiu por iniciativa do Professor Ananais Pereira da Silva, que foi o primeiro presidente, juntamente com amigos e políticos da época.

Seu primeiro nome foi Liga Anapolina de Futebol (LAF), denominação que durou por 13 anos até ser trocado em 1962, quando foi adotado a atual nomenclatura. Entre os clubes que disputam ou disputaram a Liga Amadora de Anápolis (LAA) e que se profissionalizaram estão:

Anápolis Futebol Clube (Anápolis);

Associação Atlética Alexaniense (Alexânia);,

Associação Atlética Anapolina (Anápolis);

Ipiranga Atlético Clube (Anápolis);

Manchester Futebol Clube (Anápolis);

Pires do Rio Futebol Clube (Pires do Rio);

Operário Futebol Clube (mudou seu nome para Anápolis Futebol Clube em 1951).

Todos os Campeões da LAD

Campeões da Liga Anapolina de Desportos

1ª Divisão

2011

L. P. E. C. E. C. Avaí

2010

F. C. Funerária Sonnus C. F. C.

2009

E. C. Avaí A. A. Corumbaense

2008

A. E. B. de Lourdes União N. de E.

2007

Goianápolis F. C. Anatex E. C.

2006

A. A. Anapolina Santa Isabel E. C.

2005

Anatex E. C. E. C. Avaí

2004

Santa Isabel E. C. S. E. Anápolis

2003

S. E. Anápolis Araguaia E. C.

2002

Anápolis F. C. Anatex E. C.

2001

Goianápolis F. C. Araguaia E. C.

2000

Araguaia E. C. Novo Paraíso F. C.

1999

Anatex E. C. União E. C.

1998

Novo Paraíso F. C. Anatex E. C.

1997

Anatex E. C. A. A. Anapolina

1996

Metal Forte F. C. Anatex E. C.

1995

Goianápolis F. C. Anatex E. C.

1994

União E. C. Goianápolis F. C.

1993

E. C. Avaí Araguaia E. C.

1992

E. C. Avaí E. C. Anhanguera

1991

E. C. Anhanguera Goianápolis F. C.

1990

E. C. Anhanguera E. C. Avaí

1989

Goianápolis F. C. Santa Isabel E. C.

1988

E. C. Avaí Mago F. C.

1987

E. C. Anhanguera Operário F. C.

1986

União E. C. Goianápolis F. C.

1985

E. C. Anhanguera Anatex E. C.

1984

Brahma E. C. Goianápolis F. C.

1983

Brahma E. C. E. C. Anhanguera

1982

A. D. C. Cemina Brahma E. C.

1981

Vila Góis E. C. Ipiranga A. C.

1980

A. D. C. Cemina Anatex E. C.

1979

A. D. C. Cemina Goianápolis F. C.

1978

E. C. Anhanguera Vila Góis E. C.

1977

Anatex E. C. Flamengo F. C.

1976

E. C. Anhanguera Flamengo F. C.

1975

Ipiranga A. C. Mago F. C.

1974

Araguaia E. C. Goianápolis F. C.

1973

Maracanã E. C. E. C. Santa Maria

1972

Mago F. C. Maracanã E. C.

1971

Mago F. C. Maracanã E. C.

1970

União E. C. Vila Góis E. C.

1969

Vila Góis E. C. Maracanã E. C.

1968

Ipiranga A. C. Anápolis F. C.

1967

E. C. Anhanguera Flamengo F. C.

1966

Flamengo F. C. Vila Góis E. C.

1965

União E. C. Maracanã E. C.

1964

Vila Góis E. C. E. C. Santa Maria

1963

Ipiranga A. C. Araguaia E. C.

1962

União E. C. Anatex E. C.

1961

Vila Góis E. C. Maracanã E. C.

1960

A. A. Anapolina Flamengo F. C.

1959

Ipiranga A. C. Anápolis F. C.

1958

Anápolis F. C. Ipiranga A. C.

1957

Ipiranga A. C. Anápolis F. C.

1956

A. A. Anapolina São Francisco E. C.

1955

São Francisco E. C. A. A. Anapolina

1954

Anápolis F. C. Castilhos E. C.

1953

São Francisco E. C. A. A. Anapolina

1952

A. A. Anapolina Anápolis F. C.

1951

A. A. Anapolina São Francisco E. C.

1950

A. A. Anapolina Anápolis F. C.

1949

A. A. Anapolina São Francisco E. C.

Fonte: www.ligaanapolina.com.br

 

Como não foi possível redesenhar o Corinthians e o Goiás, ambos de Rio Verde, segue as páginas relacionadas as essas equipes.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

O Goianésia Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Goianésia (GO).O ‘Azulão do Vale’ foi Fundado no dia 28 de Março de 1955. A sua Sede fica localizada na Rua 39, 375, no Bairro Santa Luzia. A equipe manda os seus jogos no Estádio Valdeir José de Oliveira, com capacidade  para 6 mil pessoas.

O Goianésia participou do Campeonato Goiano da 1ª Divisão em 10 oportunidades: 1971, 1984, 1986, 2000, 2001, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015. Na Segundona do Goianão foram 24 participações: 1980, 1981, 1982, 1983, 1985, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1997, 1998, 1999, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010.

Em 2013 o Goianésia foi a grande surpresa do último Campeonato Goiano. Com jogadores experientes, como Romerito e Nonato e Paulo Almeida bicampeão brasileiro pela equipe do Santos, o Azulão do Vale figurou entre as principais equipes desde as primeiras rodadas.

No fim, a terceira colocação foi a melhor da história do clube, que se classificou para o Campeonato Brasileiro Série D de 2013 e para a Copa do Brasil 2014.

As melhores colocações foram um 3º e 4º lugares, no Campeonato Goiano da 1ª Divisão, em 2013 e 2014 respectivamente. Já no Estadual da Série B foram três vice-campeonatos: em 1993, 1999 e 2010.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Wikipédia – Página do clube no Facebook

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