A Associação Atlética Luziânia é uma agremiação da cidade de Luziânia (GO). A sua Sede fica na Rua Doutor João Teixeira, Q. 02 Lote. 06 / Sl. 7/8, no Centro de Santa Luzia (Atual Luziânia). Seu Estádio é o Serra do Lago, em Luziânia, com Capacidade para 5,564 pessoas. Fundado no dia 13 de Dezembro de 1926, como Associação Athletica Luziana pelo mineiro de Rio Pomba, Manoel Gonçalves da Cruz, um grande desportista, comerciante, professor e pioneiro do automobilismo.

Constituiu a 1ª Diretoria do clube, tendo como Presidente Carlos Machado de Araújo e membros Delfino Meireles e Paulino Lobo Filho. Nesse período, a cidade de Luziânia chamava-se Santa Luzia.

1945: cidade troca de nome

A mudança de nome da cidade de Santa Luzia para Luziânia aconteceu no dia 13 de dezembro de 1945, através da Lei Estadual nº 8.305. No dia 25 de março de 1945, o clube foi reorganizado por Arione Correia de Morais. Para não desagradar os torcedores dos times do eixo Rio – São Paulo as cores do uniforme antes azul e branca para vermelha e branca, semelhantes às do América, do Rio de Janeiro, que tinha a simpatia da maioria dos torcedores e seu nome também foi mudado, passando a ser denominado: Associação Atlética Luziânia.

 

Foto de 1964

1959: clube muda o nome e as cores

Em reunião realizada no Clube Recreativo e Cultural de Luziânia, no dia 26 de julho de 1959, foi eleita a nova diretoria do Luziânia, tendo como presidente Francisco das Chagas Rocha. O presidente eleito mudou novamente a denominação do clube passando a se chamar Luziânia Esporte Clube e alterando o seu uniforme para as cores preta e branca e o escudo semelhante ao do Santos Futebol Clube.

 

Início dos Anos 60: clube entra num processo de crise financeira

O 1º estatuto do Luziânia foi publicado no dia 10 de abril de 1960 sob essa nova direção. O clube passou por um grande declínio. Passou a sofrer com os interesses duvidosos dos políticos. Com essa nova atmosfera rondando o time, criaram pretextos, dividiram a equipe em duas, com a fundação do Fluminense, como se não soubessem que toda divisão é prejudicial, inventaram a tristemente famosa desapropriação da área do Estádio Rochão.

Processos surgiram, a desavença foi implantada e tudo foi destruído. Por muito tempo usaram e abusaram do clube. Mesmo assim, está viva na lembrança dos torcedores apaixonados, fanáticos, pessoas que realmente amam o seu time e estimulam em tudo que se faz, não arredam o pé do Estádio, investem tempo e dinheiro para fazer o clube crescer.

Meados dos Anos 60: Luziânia consegue se reerguer e passa a disputar as competições no novo Estado brasileiro, o Distrito Federal

Uma pessoa deixou seu nome escrito nos anais do futebol de Luziânia: Francisco das Chagas Rocha. Eleito Presidente, quase desconhecido da totalidade da população, resolveu deixar no clube a marca do seu dinamismo, de sua personalidade empreendedora. Já contava com um pequeno grupo de sócios e torcedores dedicados, mas precisava despertar o entusiasmo da cidade toda.

Contava com uma equipe razoável, onde despontavam as estrelas da casa, mas precisava reforçar o time, pois pretendia fazê-lo brilhar nas cidades vizinhas, mormente na recém-nascida Brasília.

Dispunha de um campo típico interiorano, medíocre, desconfortável, sem grama, arquibancadas, muros e vestiários. A Câmara Municipal aprovou e a Prefeitura doou a área do campo de futebol ao clube. Desmembrada parte desta área, loteada e vendida, juntando-se ao dinheiro de que já dispunha, conseguiu construir algo que poderia chamar de seu estádio.

Era o único clube no Distrito Federal que possuía o seu próprio estádio e não parou aí, dispondo de uma sede respeitável e na época invejada até por Brasília. O incansável presidente promoveu o engrandecimento da equipe. Inscreveu o clube na então Federação Desportiva de Brasília, com a permissão da CBD (Confederação Brasileira de Desportos).

Luziânia chegou a ficar 50 jogos sem derrota

Contratou jogadores de outros estados e profissionalizou o clube. O Luziânia tornou-se conhecido, temido e quase imbatível, pois em 1962 esteve invicto em 50 e duas partidas. Clubes poderosos de Brasília e Goiás, além da seleção profissional de Brasília, estiveram atuando em Luziânia e amargaram derrotas ou tiveram que se desdobrar para vencer.

O povo vibrava, iam ao estádio, falavam com carinho de sua equipe. Compravam ingressos, rifas, bingos, pagavam votos à candidata a rainha, porque estavam ajudando uma equipe de valor. No mês de julho de 1965, o Presidente Rocha se afastou.

 

1981: clube muda de nome outra vez

Em reunião, no Colégio Santa Luzia, no dia 9 de novembro de 1981, a denominação do clube foi alterada novamente, passando a se chamar Luziânia Futebol Clube.

Os dirigentes resolveram se aventurar em participar do futebol goiano após a empolgação pelo acesso à primeira divisão em 1992. No entanto, teve fraco desempenho na Primeira Divisão. O time caiu para a Divisão Intermediária e desistiu de participar do campeonato goiano pelas dificuldades financeiras das longas viagens e hospedagens.

Em 1995, após a aventura no futebol goiano, com a queda para a Divisão Intermediária e com o acúmulo de dívidas, o Luziânia solicitou autorização a CBF para retornar ao futebol brasiliense. Os desportistas se uniram e perceberam que seria mais viável disputar o campeonato brasiliense.

1995: nova mudança de nome e das cores

A única exigência da Federação Goiana de Futebol era de que o Luziânia Futebol Clube efetuasse a quitação de todos os débitos perante a entidade. No dia 20 de janeiro de 1995 o presidente Cecílio Sepúlveda Monteiro, protocolou a nova filiação do clube junto a Federação Metropolitana de Futebol, presidida por Tadeu Roriz.

Ao optar pelo retorno ao futebol brasiliense, o clube voltou à sua denominação de fundação, Associação Atlética Luziânia, adotando um novo escudo: a igreja do Rosário, numa sugestão do desportista Albino Inácio Soares e voltando a usar as cores originais no uniforme do clube, a azul celeste e a branca.

Durante o período de retorno ao futebol brasiliense, o Luziânia caiu algumas vezes para a segunda divisão, o clube esteve em alguns momentos para deixar de existir, ninguém queria assumi-lo sem apoio. O Luziânia passou por grandes turbulências, contornadas quase sempre pelos dirigentes Albino Inácio e José Egídio, os quais corriam atrás das pessoas para assumir a diretoria, cobrando junto à imprensa posição das autoridades locais.

 

O Título Inédito de 2014 e o Bi em 2016

O técnico Ricardo Antônio trabalhou nas categorias de base de grandes clubes brasileiros como Cruzeiro, Atlético Mineiro, Vitória, da Bahia e Atlético Goianense. Foi auxiliar de treinadores como Toninho Cerezo e Mauro Fernandes, dentre outros.

Em Brasília trabalhou na base do Ceilândia. O técnico foi o responsável pela montagem do elenco juntamente com o presidente Daniel Vasconcelos, que está no clube desde 2006. Foram contratados o experiente Lúcio Bala (ex-Goiás, Flamengo, Botafogo, Atlético-MG e Santos), Max Pardalzinho (ex-Palmeiras, Goiás, Vila Nova e Guarani) e Vaguinho (ex-Portuguesa de Desportos e Ponte Preta).

Juntaram-se ao goleiro Edmar Sucuri e os experientes Zé Ricarte, Rodriguinho, Chefe, Carlão e Perivaldo, os líderes do grupo. O atual prefeito Cristóvão Tormin foi um dos responsáveis pela conquista, trabalhando na captação de patrocínios e literalmente vestindo a camisa do time.

 

Campanha

Acompanhava treinos e jogos. Na fase classificatória, o Luziânia teve a melhor campanha entre os 12 participantes (com o mesmo número de pontos ganhos do Brasiliense), em 2014. Nos 11 jogos que disputou, venceu sete, empatou dois e perdeu dois. Marcou 11 gols e sofreu cinco.

Nas quartas-de-final, passou pelo Santa Maria, com uma vitória e um empate. Na semifinal, usou do direito de jogar pelo empate por ter a melhor campanha, obtendo dois resultados iguais diante do Sobradinho. E, na grande final, contra o Brasília, também jogou com o regulamento debaixo do braço, ao vencer a primeira partida por 3 x 2 e perder a segunda por 1 x 0.

A torcida acompanhou os jogos sempre com muita dedicação. Depois da final do campeonato, onde os luzianienses lotaram Mané Garrincha, houve um longo congestionamento na BR-040 sentido Luziânia devido uma enorme carreata de torcedores, contendo mais de mil automóveis, com festa madrugada adentro, só terminando na chácara do antigo presidente Remi Sorgatto.

A formação do Luziânia nos dois jogos finais foi a seguinte: Edmar Sucuri, Thompson, Carlão, Perivaldo e Rafinha; Lucas Garcia (Thiago Eciene), Pixote (Aldo), David (Vaguinho), Rodriguinho e Max Pardalzinho (Danilo); Chefe.

Foi a terceira vez que o Luziânia chegou à final do campeonato brasiliense. A 1ª aconteceu em e 1966, quando foi superado pelo Rabello a 2ª em 2012, quando foi superado pelo Ceilândia, que jogava por dois resultados iguais.

 

Rodriguinho chegou ao 10º título do Distrito Federal

Com o título inédito conquistado pelo Luziânia, o meia Rodriguinho passou a ser o segundo jogador a conquistar dez títulos de campeão brasiliense (o outro é o volante Deda). Foram cinco pelo Gama (1997, 1998, 1999, 2000 e 2001), quatro pelo Brasiliense (2006, 2007, 2008 e 2009) e 2014, pelo Luziânia.

Além disso, Rodriguinho foi o principal artilheiro da equipe, com 6 gols marcados. O atacante Chefe foi o vice-artilheiro, com 5 gols. E o que o futebol de uma pequena cidade do Entorno de Brasília pode esperar após a inédita conquista do título de campeão brasiliense?

Primeiramente, torcer para que, com a conquista do título, o Luziânia deixe de ser apenas um time de futebol e passe a ser um clube. Já há a disposição da nova diretoria e do prefeito da cidade para que seja construído um Centro de Treinamento para valorizar as categorias de base e se tornar uma grande força no futebol do Distrito Federal. Em 2016, o Luziânia chegou ao Bicampeonato Candango!

FONTES: Site do clube – Correio Brasiliense – Blog Edição dos Campeões – José Ricardo Almeida – José Egídio Pereira

 


FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

VILA NOVA 6 X 1GOIÂNIA

LOCAL: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

CARÁTER: Fase Semifinal – Campeonato Goiano de 1981

DATA: Sexta-feira, do dia 24 de setembro de 1981

RENDA: Cr$ 363.200,00

PÚBLICO: 3.559 pagantes

ÁRBITRO: Jéferson de Freitas (FGF)

VILA NOVA: Nascimento; Valdo, Timoura, Fausto e Evaristo; Esaú, Falcão e Zé Ronaldo; Paulinho, Roberto e Bugre. Técnico: Laerte Dória.

GOIÂNIA: Itamar; Régis (Ronaldo), Ulisses, Neo e Neto; Zé Rodrigues, Luís Frasão e Fagundes; Zé Sérgio, Márcio e Vavá (Marco Antônio). Técnico: Paulo Ventura.

GOLS:Roberto aos 12, 22 e 32 minutos (Vila Nova); Bugre aos 44 minutos (Vila Nova); no 1º Tempo. Zé Ronaldo aos nove minutos (Vila Nova); Márcio aos 10 minutos (Goiânia); Roberto aos 43 minutos (Vila Nova);no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

A Associação Esportiva Evangélica, mais conhecida simplesmente como Evangélica ou ASEEV, é uma agremiação da cidade de Paraúna (GO). A SEEV manda os seus jogos no Estádio José Pereira de Souza. Atualmente, o clube disputa a Terceira Divisão do Campeonato Goiano.

A equipe Alvianil foi Fundada no dia 18 de Agosto de 1981, por  um grupo de médicos, que costumava se reunir nos raros horários livres para jogar futebol, do Hospital Evangélico.

Nas quadras de futsal da capital, o hobby dos já tradicionais jogos do Evangélico não mais condizia com o tamanho dessa paixão mútua. Então, o principal aficionado Dr. Alvaro Soares de Melo idealizou uma associação a qual representasse melhor o quão grande era o seu amor pelo esporte, culminando na fundação, em 1981, em Goiânia, a Associação Esportiva Evangélica, que é carinhosamente conhecida também como ASEEV.

Registrada oficialmente em cartório no ano de 1983, a ASEEV disputou campeonatos e torneios de futsal. Dona de uma longa hegemonia nas quadras entre os anos de 1982 a 2001, a ASEEV teve inclusive a honra de fornecer atletas para Seleção Brasileira de Futsal.

A grandiosidade de ASEEV não se limitou apenas às quadras de futsal. Em 2003, o ex-atleta com passagens na seleção brasileira de futebol de campo e atual dirigente, Clovis Santos Borges, assumiu o controle da ASEEV e iniciou os trabalhos nos gramados com equipes de categorias de base sub-18 e sub-20 em Goiânia, que disputam campeonatos até hoje.

Com o crescimento do futebol de campo da ASEEV, Clovis Borges percebeu que Goiânia não correspondera mais a um projeto tão ambicioso quanto o da Associação e iniciou o passo mais audacioso da história da ASEEV que foi a procura de uma nova casa para os seus ideais.

Ao conhecer a belíssima cidade de Paraúna, a procura logo se findou. Após a visita, Clovis Borges sentiu no povo carinhoso e hospitaleiro da cidade um imenso ímpeto por crescimento e evolução, características compatíveis com o que motiva a existência da ASEEV. Paraúna recebeu de coração e braços abertos o projeto de Clovis Borges, e, desde o ano de 2010, ASEEV e Paraúna se tornaram um só, com objetivos em comum.

Um ano depois (2011), ocorreu a profissionalização da ASEEV, que abriu espaço para a participação do seu time de futebol de campo na série A3 do Campeonato Estadual de Goiás.

Já na sua primeira participação da 3ª Divisão do estadual, com toda a maravilhosa recepção da cidade de Paraúna, a ASEEV terminou o campeonato em 3ª colocada, com a torcida se enchendo de orgulho e esperança.

Outra importante conquista da ASEEV para a cidade de Paraúna foi a abertura de sua escolinha de futebol de campo para crianças com a idade superior a 5 anos em 2013. A escolinha consolidou a visão sobre questões sociais que sempre fizera parte da ideologia da ASEEV como uma instituição que preza por um lado mais humano do esporte.

 

FONTES: Site do clube – Wikipédia – Ismael Carlos

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: O Malho


 

Recebi alguns anos atrás, uma carta timbrada deste clube. Abaixo posto o escudo do clube e sua data de fundação:


 

Contando com o empenho de Murah Rannier Peixoto Vaz que viajou para fazer um resgate de mais um clube brasileiro, que estava entrando no esquecimento, apresentamos mais uma raridade. Trata-se do UEI (União Esportiva Ipamerina) que foi uma agremiação do Município de Ipameri (GO).

O clube áureo-anil foi Fundado no mês de Abril de 1919, por um grupo de jovens desportistas da localidade: Bolivar C. de Faria; Múcio Vaz Francisco V. Lopes; José Barbalho; Sinhô de Sousa; Francisco V. de Faria; Orlando R. de Medeiros; José Quinan; Edison V. Lopes; Celeste Barbalho; Marrul Elias; Jamil Quinan; José B. de Farias; Antônio Lucio da Silva; Júlio de Faria Filho; José Nabuco; José Fernandes, Oscar Rossi e Azerêdo Filho, que foi o 1º Presidente do UEI.

O clube áureo-anil conquistou uma longa e incrível invencibilidade nos seus domínios, que perdurou por duas décadas. Em 1947, o União Esportiva Ipamerina ficou com o vice-campeão do interior (o 1º Campeonato do Interior que houve). O clube existiu até a década de 80, quando fechou às portas.

Abaixo a Carteira de jogador do União Esportiva Ipamerina, Laézio Porto, registrado na Federação Goiana de Futebol. Foto gentilmente cedida por Laézio Porto.

FONTES & FOTOS: Livro “Fragmentos da História de Ipameri (Fatos Importantes)”, de L.B. Carvalho, de 1958 – Página no Facebook “Ipameri – Interior de Goiás” – Murah Rannier Peixoto Vaz - Laézio Porto

 

 

A Associação Tupy de Esportes é uma agremiação da cidade de Jussara (GO). O Tricolor Jussarense foi Fundado no dia 20 de Novembro de 1963. O time manda os seus jogos no Estádio Municipal Geraldo Rodrigues, ”Geraldão”, com capacidade para 3 mil pessoas.

O Tupy só participou das edições na esfera profissional a partir de 2006 que começou a disputar competições oficiais (o campeonato goiano). Antes era apenas o maior time amador da cidade e o time formado por amigos jussarenses. O Tupy disputou seu primeiro campeonato no futebol profissional em 2006, conseguindo o vice-campeonato da Terceira Divisão do Goiano, perdendo a final para a Itauçuense por 3 a 0.

2006

  • 05/11 - Monte Cristo 0 X 1 - Tupy de Jussara - Jaime Guerra
  • 12/11 - Tupy de Jussara 1 X 0 Inhumas - Geraldo Rodrigues
  • 26/11 - Inhumas 1 X 2 Tupy de Jussara - Zico Brandão
  • 29/11 - Tupy de Jussara 4 X 0 Monte Cristo - Geraldo Rodrigues
  • 02/12 - Alexaniense 0 X 2 - Tupy de Jussara - Orias Silva Lima
  • 10/12 - Tupy de Jussara 1 X 1 Alexaniense - Geraldo Rodrigues
  • 17/12 - Tupy de Jussara 0 X 3 Itauçuense - Geraldo Rodrigues

Posição: 2º lugar – 16PTS – 7J – 5V – 1E – 1D – 11GP – 5GC

Campanha no Goianão – Segunda Divisão

2007

  • 24/06 - Novo Horizonte 2 X 0 Tupy de Jussara - Durval Ferreira Franco
  • 30/06 - Tupy de Jussara 1 X 1 Grêmio Anápolis - Geraldo Rodrigues
  • 03/07 - Goianésia 2 X 0 Tupy de Jussara - Valdeir José de Oliveira
  • 08/07 - Anápolis 2 X 0 - Tupy de Jussara - Jonas Duarte
  • 11/07 - Tupy de Jussara 2 X 2 Iporá - Geraldo Rodrigues
  • 15/07 - Tupy de Jussara 1 X 1 CRET - Geraldo Rodrigues
  • 18/07 - Itauçuense 3 X 2 Tupy de Jussara - Cruzeiro do Sul
  • 22/07 - Tupy de Jussara 1 X 3 Goiatuba - Geraldo Rodrigues
  • 28/07 - Tupy de Jussara 2 X 1 Novo Horizonte - Geraldão
  • 05/08 - Grêmio Anápolis 2 X 1 Tupy de Jussara - Jonas Duarte
  • 08/08 - Tupy de Jussara 0 X 1 Goianésia - Geraldão
  • 12/08 - Tupy de Jussara 1 X 3 Anápolis - Geraldão
  • 15/08 - Iporá 3 X 2 Tupy de Jussara - Ferreirão
  • 19/08 - CRET 1 X 1 Tupy de Jussara - Zico Brandão
  • 22/08 - Tupy de Jusssara 2 X 1 Itauçuense - Geraldo Rodrigues
  • 26/08 - Goiatuba 2 X 2 Tupy de Jussara - Divino Garcia Rosa

Posição: 8º lugar – 11PTS – 16J – 2V – 5E – 9D – 18GP – 29GC

2008

  • 15/06 - Tupy de Jussara 1 X 1 Santa Helena - Geraldo Rodrigues – Público: 602 pagantes
  • 22/06 - Goiânia 0 X 4 Tupy de Jussara - Hailé Pinheiro
  • 25/06 - Tupy de Jussara 2 X 1 Nerópolis - Geraldo Rodrigues – Público: 672 pagantes
  • 29/06 - Goiatuba 3 X 2 Tupy de Jussara - Divino Garcia Rosa
  • 05/07 - Aparecidense 0 X 0 - Tupy de Jussara - Annibal B. Toledo
  • 13/07 - Iporá 1 X 1 Tupy de Jussara - Ferreirão
  • 20/07 - Tupy de Jussara 2 X 2 Morrinhos - Geraldo Rodrigues – Público: 811 pagantes
  • 27/07 - Goianésia 0 X 6 Tupy de Jussara - Valdeir J. de Oliveira

Posição: 5º lugar – 13PTS – 8J – 3V – 4E – 1D – 18GP – 10GC | Público Total: 2.085 / Média de Público: 695

2009

  • 31/05 - Tupy de Jussara 1 X 1 Goiânia - Geraldo Rodrigues – Público: 731 pagantes
  • 07/06 - Novo Horizonte 4 X 0 Tupy de Jussara Durval F. Franco
  • 14/06 - Morrinhos 1 X 0 Tupy de Jussara - João Vilela
  • 20/06 - Tupy de Jussara 1 X 0 União de Itaberaí - Geraldo Rodrigues – Público: 231 pagantes
  • 28/06 - Canedense 1 X 0 Tupy de Jussara - Plínio José de Souza
  • 05/07 - Tupy de Jussara 1 X 1 Iporá - Geraldo Rodrigues – Público: 273 pagantes
  • 12/07 - Goianésia 2 X 0 Tupy de Jussara - Valdeir J. de Oliveira
  • 19/07 - Tupy de Jussara 1 X 5 Inhumas - Geraldo Rodrigues – Público: 129 pagantes
  • 25/07 - Nerópolis 3 X 1 Tupy de Jussara - Cruzeiro do Sul

Posição: 9º lugar – 5PTS – 9J – 1V – 2E – 6D – 5GP – 18GC | Público Total: 1.364 / Média de Público: 341

 

FONTES: Mercado Livre – Wikipédia – Federação Goiana de Futebol (FGF)

 

FONTE: Página do Clube no Facebook

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado

 

O Nova Vila Futebol Clube foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). A equipe rubro-negra foi  Fundado no dia 22 de Maio de 1952. Aproveitando que a Federação Goiana de Desportos (FGD) aumentou o números de clubes em 1955, o Nova Vila aproveitou a oportunidade para ingressar no Campeonato Goiano da 1ª Divisão.

Contudo, o ‘primo pobre’ sentiu na pele as dificuldades de enfrentar clubes mais gabaritados e teve uma vida efêmera e logo desapareceu. Na sua breve vida, disputou dois Estaduais: 1955 e 1956.

No Torneio Início de 1955, o Nova Vila estreou diante do Vila Nova, e derrotou o adversário pelo placar de 1 a 0. A equipe rubro-negra só caiu nas semifinais, ao ser eliminado nos pênaltis pelo Goiânia. No Torneio Início de 1956, eliminou o São Luiz, nos pênaltis por 2 a 1, mas acabou eliminado nas Quartas de finais pelo Goiás por 1 a 0.

Na sua estreia, no Estadual de 1955, a campanha foi honrosa, terminando na 6ª posição (num total de oito times). Alguns resultados importantes, como o empate em 1 a 1 com o Vila Nova e Goiânia. Porém, o mais valioso aconteceu no 2º Turno, no dia 11 de setembro de 1955, quando goleou o Vila Nova por 5 a 2.

VILA NOVA: O FREGUÊS!

Veio o ano de 1956, e com ele o Nova Vila com uma campanha ruim, e, acabou rebaixado terminando na 9ª e penúltima colocação, com apenas sete pontos. O fato curioso foi que, o Vila Nova, novamente voltou a sofrer ao enfrentar a equipe Rubro-Negra.

No primeiro turno, empate em 1 a 1; e no returno, triunfo do Nova Vila por 3 a 1. Com isso, o Vila Nova viu o seu algoz se extinguir sem jamais tê-lo vencido. Foram, cinco jogos, com três vitórias e dois empates a favor do Nova Vila; que marcou 11 gols e sofreu cinco, com um saldo positivo de seis.

Nas duas temporadas, o Nova Vila Futebol Clube disputou 32 jogos, somando 15 pontos: foram cinco vitórias, cinco empates e 22 derrotas; assinalando 44 gols e sofrendo 103, com um saldo negativo de 59.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Rsssf Brasil

 

Esta publicação merece muita cautela, uma vez que há algumas ‘peças soltas’.  O time em questão é a Associação Atlética União Goiana, que foi uma agremiação da Cidade de Velha Goiás (GO). A ‘primeira peça’ está na sua Fundação. Na postagem do amigo e membro Mario Ielo, que conseguiu  a lista dos clubes goianos (onde constam as fundações, e foi publicada no dia 13 de Agosto de 2010) da antiga Federação Goiana de Desportos (FGD), apresenta a seguinte data de fundação: 21 de Abril de 1924.

Já em outro escudo desta equipe há outra fundação: 1º de janeiro de 1936. Há muitas questões para serem desvendadas. A primeira é a possibilidade é deste clube ser ainda mais antigo, sendo o antigo União Goiana Esporte Clube,também de Velha Goiás, surgido em 1911. E, tenha sofrido uma reorganização em 1924, passando a se chamar A.A. União Goiana. Possíveis pistas: as cores são iguais, a cidade é a mesma, o surgimento da AAUG coincidiu com o desaparecimento da outra (UGEC), na foto aparece um escudo muito parecido com o União Goiana E.C.

Sobre as duas datas (1924 e 1936), há hipótese de que em 1936, o clube tenha sofrido uma reorganização. Portanto, o intuito desta postagem é para que tais questões sejam devidamente esclarecidas para descobrirmos se há algum parentesco entre o União Goiana Esporte Clube com a Associação Atlética União Goiana, de 1924 e/ou Associação Atlética União Goiana, de 1936.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

O Ipiranga Atlético Clube foi uma agremiação da cidade de Anápolis (GO). O Gigante do Jundiaí foi Fundado no dia 15 de novembro de 1952, tendo como primeiro presidente Daas Bittar. A sua Sede ficava entre as Ruas Monsenhor Chiquinho e Ana Luísa, 310, no Bairro de Jundiaí, em Anápolis.

O primeiro jogo de uniforme foi doado pela Associação Atlética Anapolina. A maior rivalidade era com o Anápolis Futebol Clube. Os “Ipiranguistas” mandavam os seus jogos no Estádio Irani Ferreira Barbosa, ‘Ferreirão’.

O Ipiranga disputou pela primeira vez o Campeonato Goiano da 1ª Divisão de 1953. Em 1957 o participou do Torneio Cinquentenário, em homenagem aos 50 anos de fundação da cidade de Anápolis, contra o Goiás, Anápolis e a Anapolina.

O Gigante do Jundiaí acabou por se classificar para a decisão, mas tevê uma excursão. Então, a solução foi convidar o Anapolina, que usando as camisas do Ipiranga, venceu o Anápolis na final por 3 a 2.

Em 1959 e 1962, faturou o Bicampeonato da Cidade de Anápolis. No dia 31 de agosto de 1963, foi inaugurado o primeiro estádio de Anápolis. E o estádio Irani Ferreira Barbosa, viu o Ipiranga vencer o Uberlândia por 2 a 0.

Em 1978, o clube participou pela última vez do Campeonato Goiano da 1ª Divisão. Com o clube desativado e por sempre existir uma grande cordialidade com a Anapolina, e os antigos torcedores do Ipiranga torcem hoje pelo time Rubro.

Em 2006, o Ipiranga possuía uma R$ 2,8 milhões de impostos à Prefeitura Municipal, após longos anos de inadimplência. O resultado foi que o clube foi a leilão. Contudo, a melhor oferta pela sede foi cerca de 1 milhão de reais, valor considerado irrisório, diante da dívida anual de R$ 190 mil.

A avaliação imobiliária do clube, chega as R$ 2,7 milhões. A Administração Municipal e as partes interessadas estão em constante diálogo em busca de solução para o caso. Uma opção é a adjudicação da área para o Município, de modo a permitir sua utilização por parte da Prefeitura.

TÍTULOS

Citadino de Anápolis: 1957, 1959, 1963, 1968 e 1975;

Torneio Início da cidade de Anápolis: 1962;

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Wikipédia 

 

 

 

A Liga Anapolina de Desportos (LAD) foi Fundada no dia 18 de julho de 1949. A Sede fica localizada na Praça Henrique Bastos Curado, 43, no Bairro do IAPC – Estádio Municipal Zeca Puglise, em Anápolis (GO). A Liga foi surgiu por iniciativa do Professor Ananais Pereira da Silva, que foi o primeiro presidente, juntamente com amigos e políticos da época.

Seu primeiro nome foi Liga Anapolina de Futebol (LAF), denominação que durou por 13 anos até ser trocado em 1962, quando foi adotado a atual nomenclatura. Entre os clubes que disputam ou disputaram a Liga Amadora de Anápolis (LAA) e que se profissionalizaram estão:

Anápolis Futebol Clube (Anápolis);

Associação Atlética Alexaniense (Alexânia);,

Associação Atlética Anapolina (Anápolis);

Ipiranga Atlético Clube (Anápolis);

Manchester Futebol Clube (Anápolis);

Pires do Rio Futebol Clube (Pires do Rio);

Operário Futebol Clube (mudou seu nome para Anápolis Futebol Clube em 1951).

Todos os Campeões da LAD

Campeões da Liga Anapolina de Desportos

1ª Divisão

2011

L. P. E. C. E. C. Avaí

2010

F. C. Funerária Sonnus C. F. C.

2009

E. C. Avaí A. A. Corumbaense

2008

A. E. B. de Lourdes União N. de E.

2007

Goianápolis F. C. Anatex E. C.

2006

A. A. Anapolina Santa Isabel E. C.

2005

Anatex E. C. E. C. Avaí

2004

Santa Isabel E. C. S. E. Anápolis

2003

S. E. Anápolis Araguaia E. C.

2002

Anápolis F. C. Anatex E. C.

2001

Goianápolis F. C. Araguaia E. C.

2000

Araguaia E. C. Novo Paraíso F. C.

1999

Anatex E. C. União E. C.

1998

Novo Paraíso F. C. Anatex E. C.

1997

Anatex E. C. A. A. Anapolina

1996

Metal Forte F. C. Anatex E. C.

1995

Goianápolis F. C. Anatex E. C.

1994

União E. C. Goianápolis F. C.

1993

E. C. Avaí Araguaia E. C.

1992

E. C. Avaí E. C. Anhanguera

1991

E. C. Anhanguera Goianápolis F. C.

1990

E. C. Anhanguera E. C. Avaí

1989

Goianápolis F. C. Santa Isabel E. C.

1988

E. C. Avaí Mago F. C.

1987

E. C. Anhanguera Operário F. C.

1986

União E. C. Goianápolis F. C.

1985

E. C. Anhanguera Anatex E. C.

1984

Brahma E. C. Goianápolis F. C.

1983

Brahma E. C. E. C. Anhanguera

1982

A. D. C. Cemina Brahma E. C.

1981

Vila Góis E. C. Ipiranga A. C.

1980

A. D. C. Cemina Anatex E. C.

1979

A. D. C. Cemina Goianápolis F. C.

1978

E. C. Anhanguera Vila Góis E. C.

1977

Anatex E. C. Flamengo F. C.

1976

E. C. Anhanguera Flamengo F. C.

1975

Ipiranga A. C. Mago F. C.

1974

Araguaia E. C. Goianápolis F. C.

1973

Maracanã E. C. E. C. Santa Maria

1972

Mago F. C. Maracanã E. C.

1971

Mago F. C. Maracanã E. C.

1970

União E. C. Vila Góis E. C.

1969

Vila Góis E. C. Maracanã E. C.

1968

Ipiranga A. C. Anápolis F. C.

1967

E. C. Anhanguera Flamengo F. C.

1966

Flamengo F. C. Vila Góis E. C.

1965

União E. C. Maracanã E. C.

1964

Vila Góis E. C. E. C. Santa Maria

1963

Ipiranga A. C. Araguaia E. C.

1962

União E. C. Anatex E. C.

1961

Vila Góis E. C. Maracanã E. C.

1960

A. A. Anapolina Flamengo F. C.

1959

Ipiranga A. C. Anápolis F. C.

1958

Anápolis F. C. Ipiranga A. C.

1957

Ipiranga A. C. Anápolis F. C.

1956

A. A. Anapolina São Francisco E. C.

1955

São Francisco E. C. A. A. Anapolina

1954

Anápolis F. C. Castilhos E. C.

1953

São Francisco E. C. A. A. Anapolina

1952

A. A. Anapolina Anápolis F. C.

1951

A. A. Anapolina São Francisco E. C.

1950

A. A. Anapolina Anápolis F. C.

1949

A. A. Anapolina São Francisco E. C.

Fonte: www.ligaanapolina.com.br

 

Como não foi possível redesenhar o Corinthians e o Goiás, ambos de Rio Verde, segue as páginas relacionadas as essas equipes.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

O Goianésia Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Goianésia (GO).O ‘Azulão do Vale’ foi Fundado no dia 28 de Março de 1955. A sua Sede fica localizada na Rua 39, 375, no Bairro Santa Luzia. A equipe manda os seus jogos no Estádio Valdeir José de Oliveira, com capacidade  para 6 mil pessoas.

O Goianésia participou do Campeonato Goiano da 1ª Divisão em 10 oportunidades: 1971, 1984, 1986, 2000, 2001, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015. Na Segundona do Goianão foram 24 participações: 1980, 1981, 1982, 1983, 1985, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1997, 1998, 1999, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010.

Em 2013 o Goianésia foi a grande surpresa do último Campeonato Goiano. Com jogadores experientes, como Romerito e Nonato e Paulo Almeida bicampeão brasileiro pela equipe do Santos, o Azulão do Vale figurou entre as principais equipes desde as primeiras rodadas.

No fim, a terceira colocação foi a melhor da história do clube, que se classificou para o Campeonato Brasileiro Série D de 2013 e para a Copa do Brasil 2014.

As melhores colocações foram um 3º e 4º lugares, no Campeonato Goiano da 1ª Divisão, em 2013 e 2014 respectivamente. Já no Estadual da Série B foram três vice-campeonatos: em 1993, 1999 e 2010.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

Nome: Associação Atlética Morrinhense

Cidade: Morrinhos/GO

 

Colegas, encontrei duas imagens de clubes históricos de Goiás (ressaltando a importante colaboração do amigo Sérgio Mello, em relação a este estado). Apresento dois clubes: Associação Morrinhense  e Araguaia, clubes que compuseram o cenário futebolístico de Goiás na década de 1950:

Fonte: http://futeboldegoyaz.com.br/clubes/associacao-atletica-morrinhense-go-bra

 

São Luiz Futebol Clube é uma agremiação da cidade de São Luís de Montes Belos (GO). O ‘Galo da Montanha’ foi Fundado em 1953, tem a sua Sede na Rua Rio Vermelho, 391, no  Bairro Vila Eduarda, em São Luís de Montes Belos.

O São Luiz FC participou do Campeonato Goiano da 1ª Divisão em três oportunidades: 1963, 1964 e 1970. Já no Estadual da Série B, foram quatro participações: 1991 (8º lugar), 1992 (5º lugar), 1993 (3º lugar) e 1996 (2º lugar).

O ‘Galo da Montanha’ debutou no Campeonato Goiano da 1ª Divisão de 1963, e fez uma campanha regular. No entanto, na temporada seguinte, o time não conseguiu se manter na elite, terminando na 12ª e última colocação, com 10 pontos em 22 jogos (quatro vitórias, dois empates e 16 derrotadas; marcando 21 gols e sofrendo 55).

O retorno aconteceu em 1970, com uma boa campanha. O São Luiz FC terminou na 9ª posição (foram 23 jogos, com 16 pontos: três vitórias, dez empates e dez derrotas; assinalando 19 gols e sofrendo 33 tentos).

Em 1971, a Federação Goiana de Futebol (FGF), criou o Torneio Classificatório para definir as equipes que disputaram o Campeonato Goiano da 1ª Divisão daquele ano. O São Luiz FC caiu no Grupo com Jataiense e Rio Verde, e apenas o campeão se classificaria. E acabou em 2º lugar, atrás do Jataiense que venceu os quatro jogos.

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Rsssf Brasil – Wikipédia

 

O Itumbiara Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Itumbiara (GO). O ‘Tricolor da Fronteira’ foi Fundado no dia 09 de Março de 1970. A sua Sede fica localizada na Rua Dona Dulica, 29, no Centro da cidade. A equipe manda os seus jogos no  Estádio JK, com capacidade para 30 mil pessoas.

Foi campeão estadual goiano em 2008 e ganhou o direito de disputar a Copa do Brasil em 2009. Jogou contra o Corinthians em um jogo que marcou a estreia oficial do jogador Ronaldo Fenômeno no time paulista após vários anos jogando na Europa.

Na década de 60, Itumbiara possuía duas equipes de futebol que proporcionava o clássico denominado “NAGO(Nacional x Goiás). A rivalidade se expandiu não apenas no âmbito esportivo, mas inclusive no aspecto político partidário.

O Goiazinho não conseguindo acesso á primeira divisão e o Nacional amargando a queda para a segunda divisão motivaram, sobretudo o Sr. Modesto de Carvalho (membro da diretoria do nacional), a mobilizar a junção destas duas equipes com propósito de criar uma equipe mais competitiva e expressiva objetivando o envolvimento mais intenso e fiel dos torcedores.

No dia 4 de março de 1970, o Nacional Esporte Clube e o Goiás Esporte Clube reuniram-se para trata do afastamento de ambos das atividades profissionais junto á federação goiana de futebol cedendo seus patrimônios a títulos de empréstimo á nova entidade que surgia:Itumbiara Esporte Clube.

No dia 9 de março, às 19:30 horas, desportistas de Itumbiara, sócios do Goiás e do Nacional, reuniram-se para fundar a nova agremiação. Na mesma reunião decidiram aproveitar o azul do Goiazinho e o vermelho e branco do Nacional resultando assim no “tricolor“.

 

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Wikipédia

 

 

O Anápolis Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Anápolis (GO). A sua Sede fica  localizado na Avenida Brasil Central, s/n, no Bairro Boa Vista. O Galo da Comarca manda os seus jogos no Estádio Jonas Ferreira Alves Duarte, com capacidade para 14.400 lugares.

Fundado no dia 1º de Maio de 1946, por um grupo de carroceiros. Inicialmente, adotou o nome de Operário Futebol Clube. A ideia era de criação de um ‘Time do Povão’, para competir com outro já existente, a Anapolina, que era considerado o time da elite.

O time foi crescendo ano após ano e, em 1947, conquistou o seu primeiro título do Campeonato Goiano da 1ª Divisão, quebrando um tabu. Pela primeira vez um time do interior ganhava o campeonato que não é reconhecido pela federação goiana de futebol. Em 1951 muda de nome e passa a ser o Anápolis Futebol Clube.

Tudo isso porque o time que se chamava até então Anápolis mudara o seu nome para Anapolina. Mas a adoção do nome Anápolis F.C. não mudou o futebol de seus jogadores, que continuava a crescer a cada ano. Desta forma, ele conquistou o Campeonato Regional de 1954.

Na década de 1960, o Anápolis já era bastante conhecido e tinha vários apelidos, dentre os quais Galo da Comarca, Tricolor da Manchester e Time dos Carroceiros. Grandes desportistas comandaram o clube, como João Bezze, Munir Calixto, Altino Teixeira de Moraes, Amim Gebrim, Osvaldo Cunha Soares, Ronaldo Jaime, Sebastião Richelieu da Costa e Fadel Skaff. Em 1961, conquistou o vice-campeonato do primeiro torneio octogonal e finalizou nessa data sua fase de amadorismo.

Em 1965, sagra-se campeão Campeonato Goiano da 1ª Divisão pela segunda vez, vencendo o Vila Nova por 3 a 2 em uma virada histórica, no estádio Jonas Duarte. Nesse dia, recebendo público recorde, a torcida foi ao delírio quando o time entrou em campo, com: Sorriso, Nina, Osmar, Paraguaio e Áli; Genésio e Eudécio; Zezito, Dida, Nelson Parrila e Deca. No banco ficaram o goleiro Morais, Baiano, Wilson e outros craques. O técnico era Agnaldo Felisberto, o Caxambu. No ano seguinte disputou a Taça Brasil, sendo o primeiro clube do interior de Goiás a participar desta competição.

TÍTULOS

Campeão do Campeonato do Interior: 1947

Campeão do Super Campeonato Goiano: 1947*

Campeão Campeonato Goiano da 1ª Divisão: 1965;

Campeão do Torneio Início: 1966;

Campeão da Copa Goiás: 1967;

Campeão do Campeonato Goiano da 2ª Divisão: 1990 e 2012;

Campeão do Campeonato Citadino de Anápolis: 1954, 1958 e 2002;

Campeão do Seletiva Regional da Taça Brasil: 1966 e 1969.

Campeão do Torneio Octagonal Carlos Ribeiro do Nascimento: 1966;

Campeão do Torneio João de Queiroz: 1968;

Campeão do Torneio Incentivo: 1980;

Vice-campeão do Campeonato Goiano da 1ª Divisão: 1968, 1995, 1996 e 1998;

Vice-campeão do Campeonato Goiano da 2ª Divisão: 2002 e 2007;

* Segundo alguns jornais da época e o site Futebol de Goyaz, o Super Campeonato era o verdadeiro Campeonato Goiano, enquanto os Campeonatos Goianos que conhecemos na era amadora são meros citadinos.

 

Fontes: Wikipédia – Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

 

Escudo e uniforme atuais

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

 

 

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

O Pires do Rio Futebol Clube é uma agremiação do Município de Pires do Rio (GO). Com uma população de 30.469 habitantes (segundo o IBGE/2014), a ‘Cidade Poema’ fica a 145 km da capital goiana. A Locomotiva foi Fundada no dia 07 de Setembro de 1935, e possui a sua Sede na Rua Professor Zacharias, 56 – Bairro Colegial, em Pires do Rio. A equipe alvinegra manda os seus jogos no Estádio Edson Monteiro de Godoy, com capacidade para 5 mil pessoas.

O clube piresino disputou o Campeonato Goiano da 1ª Divisão em quatro oportunidades: 1952, 1991, 1992 e 1994. Já no Estadual da Série B, foram seis participações: 1989 (4º lugar), 1990 (2º lugar), 1995 (5º lugar), 1996 (1º lugar), 1998 (7º lugar) e 2000 (11º lugar).

Na sua estreia na elite do futebol goiano, em 1952, o Pires do Rio terminou na 4ª colocação (num total de seis clubes). nessa edição, a Locomotiva venceu o Goiás por 2 a 1 (15-06-1952) e o Atlético Goianiense por 3 a 0 (14-09-1952).

O retorno só aconteceu 39 anos depois, e o Pires do Rio repetiu o 4º lugar, no Goiano de 1991. Na temporada seguinte (1992), a equipe não repetiu a boa campanha e acabou na 10ª colocação. Em 1994, a Locomotiva saiu dos trilhos. Acabou na 18ª e última posição e foi rebaixado.

O seu único título aconteceu no Campeonato Goiano da Série B de 1996. O Pires do Rio FC foi campeão invicto. Com 14 pontos em seis jogos, com quatro vitórias e dois empates; marcando cinco gols e sofrendo apenas um.

 

Fontes:  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

Charles Miller sempre é lembrado como o introdutor do futebol do Brasil. Ainda que ele não tenha sido o pioneiro a bater a sua bolinha por aqui, ele merece todas as considerações. Afinal, ao trazer a bola e as regras da Inglaterra, o paulistano ajudou a institucionalizar o esporte. Porém, chamar o homem de longos bigodes “apenas” de pai do futebol brasileiro é desconsiderar toda a sua caminhada. Miller era muito, mas muito mais do que isso. Ele também se consagrou como o primeiro craque e o primeiro artilheiro do Brasil, assim como também foi decisivo para criar o primeiro time e o primeiro campeonato.

Nos parágrafos abaixo mostram pontos históricos para o desenvolvimento do futebol brasileiro. Além de locais de jogo, também estão destacados os primeiros clubes que fizeram a história do futebol no país.

SÃO PAULO
Associação Atlética Ponte Preta (Campinas-SP)
O segundo clube mais antigo ainda em atividade e o primeiro de maneira ininterrupta, a Ponte Preta surgiu em 1900. Também foi um dos primeiros times brasileiros a escalar jogadores negros.

Colégio São Luís (Itú-SP)
No prédio onde hoje funciona um quartel do exército, existia o Colégio São Luís. O local é considerado um dos primeiros a trazer o futebol para o Brasil, ainda na década de 1880. O esporte ganhou os seus principais traços no local em 1887.

Parque Antarctica (São Paulo-SP)
O atual terreno do Allianz Parque recebeu a primeira partida oficial da história do futebol brasileiro. Mandante no campo da Companhia Antarctica Paulista, o Germânia foi derrotado pelo Mackenzie, na rodada inicial do Paulistão de 1902.

Associação Atlética das Palmeiras (São Paulo-SP)
O Estádio da Floresta era um dos principais no início do futebol paulista. Era a casa inicial da A. A. das Palmeiras, que daria origem ao São Paulo da Floresta. Atualmente, o antigo estádio pertence ao Clube de Regatas Tietê.

Chácara Dulley (São Paulo-SP)
Antes do início do Campeonato Paulista, o campo era o principal palco de jogos de futebol no país. No local eram realizados os treinamentos do São Paulo Athletic Club, sob a batuta de Charles Miller. Atualmente, no terreno funciona a Fatec da Avenida Tiradentes, no bairro do Bom Retiro.

Sport Club Internacional (São Paulo-SP)
Formado em 1899 por dissidentes do Germânia, que não concordavam com as referências alemãs diante da presença de outros imigrantes no clube. Disputou a primeira edição do Paulista, ao lado de SPAC, Germânia, Mackenzie e Paulistano.

Várzea do Carmo (São Paulo-SP)
O local da primeira partida da história do futebol brasileiro, em 14 de abril de 1895. Atualmente, o local às margens do rio Tamanduateí é ocupado por prédios comerciais do bairro do Brás.

Associação Atlética Mackenzie College (São Paulo-SP)
Os universitários do Mackenzie fundaram o primeiro clube brasileiro para a prática do futebol, em 1898. Entre os pioneiros estava Belfort Duarte, jogador histórico e também líder do America-RJ. A equipe encerrou suas atividades em 1923.

Estádio do Velódromo (São Paulo-SP)
Onde hoje passa a rua Nestor Pestana ficava o Estádio do Velódromo, considerado o primeiro do Brasil. Inaugurado em 1892 para o ciclismo, foi adaptado ao futebol em 1901 e tinha capacidade para 5 mil espectadores.

São Paulo Athletic Club (São Paulo-SP)
O primeiro clube a jogar futebol no Brasil. Fundado em 1888, principalmente para a prática de críquete, era a equipe de Charles Miller e venceu as três primeiras edições do Campeonato Paulista. Seus treinos e primeiros amistosos eram realizados na Chácara Dulley, no Bom Retiro. Atualmente, segue em atividades amadoras poliesportivas.

Club Athletico Paulistano (São Paulo-SP)
Fundado em 1900, tornou-se o maior campeão paulista durante o amadorismo, superado pelo Corinthians apenas em 1939. Com a camisa da equipe que Friedenreich viveu os seus melhores momentos.

Sport Club Germânia (São Paulo-SP)
O atual Esporte Clube Pinheiros  surgiu em 1899 e é o segundo clube fundado para a prática de futebol, a partir dos esforços de Hans Nobling – que atuava em um clube homônimo na Alemanha. Naquele mesmo ano, desafiou o Mackenzie para a primeira partida entre clubes da história do país, um empate por 0 a 0.

Campo da Vila de Paranapiacaba (Ribeirão Pires-SP)
No caminho da estrada de ferro que ligava São Paulo ao porto de Santos, o campo é considerado o mais antigo do Brasil, surgido em 1894.

Americano Sport Club (Santos-SP)
Fundado em 1903, se tornou um dos primeiros times de fora da capital a disputar o Paulista, em 1907, ao lado do conterrâneo Internacional. O clube de Santos acabaria se mudando a São Paulo na década seguinte. Foi o primeiro brasileiro a vencer um time estrangeiro, em 1911, e o primeiro a excursionar pelo exterior, em 1913.

RIO DE JANEIRO
Fábrica Bangu (Bangu-RJ)
Local onde o escocês Thomas Donohoe bateu bola com os funcionários da Fábrica Bangu em 1894. A empresa também deu origem ao Bangu Atlético Clube, em 1904, sétimo clube mais antigo do país ainda em atividade e um dos primeiros clubes brasileiros a aceitar negros.

Rio Cricket Associação Atlética (Niterói-RJ)
A filial de Niterói do Rio Cricket carioca se tornou uma dissidência da matriz e, em 1901, disputou em sua sede aquela que é considerada a primeira partida da história do futebol carioca. Também contou com a participação de Oscar Cox.

Marina da Glória (Rio de Janeiro-RJ)
No terreno onde hoje funciona o Hotel Glória, aconteceu aquele que é considerado um dos primeiros bate-bolas relatados no Brasil, em 1874. Marinheiros ingleses realizaram a pelada no local, mas levaram a bola consigo.

Rua Paissandu (Rua Paissandu)
Em frente à residência real de Princesa Isabel, os tripulantes do navio Crimeia realizaram uma pelada em 1874. O mesmo endereço abrigou o primeiro estádio do Flamengo, a partir de 1915.

Fluminense Football Club (Rio de Janeiro-RJ)
Em 1902, Oscar Cox também ajudou a fundar o Fluminense, primeiro “clube de futebol” do Brasil a registrar suas atividades no nome. Também o primeiro dos 12 grandes a praticar a modalidade (Flamengo e Vasco já existiam, mas apenas como clubes de regatas). O Estádio das Laranjeiras abrigou o primeiro jogo da Seleção.

Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro-RJ)
O Botafogo é o oitavo clube de futebol mais antigo do país ainda em atividade, iniciando o seu time de futebol em 1904. Logo criou o clássico mais antigo em disputa, contra o Fluminense. O Estádio de General Severiano abrigou jogos dos combinados que originariam a seleção brasileira.

Paissandú Atlético Clube (Rio de Janeiro)
Fundado em 1872, o antigo Rio Cricket foi o primeiro clube a praticar o futebol no Rio de Janeiro. O principal pioneiro do esporte na capital foi Oscar Cox, filho de ingleses que estudou na Suíça e introduziu efetivamente as regras. Antes de sua chegada, alguns amistosos entre imigrantes já eram realizados no clube.

PARANÁ
Foot-ball Club Ponta-Grossense (Ponta Grossa-PR)
No campo próximo ao cemitério municipal de Ponta Grossa se disputou o primeiro jogo do futebol paranaense, em 1909 – desde o início da década, há registros de “bate-bolas” em Curitiba. O clube local recebeu o embrião Coritiba e venceu por 1 a 0, gol de Charles Wright, considerado o introdutor do futebol no estado.

Coritiba Foot-ball Club (Curitiba-PR)
Após o amistoso em Ponta Grossa, os curitibanos que participaram da partida resolveram criar o paranaense mais antigo ainda em atividade e o primeiro da capital. Em outubro de 1909, um grupo de descendentes de alemães fundou o Coritiba.

SANTA CATARINA
Gymnasio Santa Catharina (Florianópolis-SC)
A introdução do futebol em Santa Catarina se deu a partir do colégio, em 1906. O local permaneceu como único centro que praticava a modalidade no estado até 1911.

Brazilian Foot-Ball Club (Florianópolis-SC)
Em junho de 1911, o primeiro clube de futebol catarinense além do ginásio: o Brazilian. Nos meses seguintes, também nasceram o Barriga Verde Foot Ball Club e o Clube Sportivo Florianópolis, na capital, além do Itajahyense Football Clube, em Itajaí. Time mais antigo do estado na ativa, o Hercilio Luz foi criado em 1918.

RIO GRANDE DO SUL
Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (Porto Alegre-RS)
Após uma série de amistosos do Rio Grande em Porto Alegre, em 1903, surgiu o clube mais antigo de Porto Alegre ainda em atividade. No mesmo dia, também foi fundado o Fussball Club Porto Alegre, já extinto. O Tricolor é o sexto time mais antigo do país que segue na ativa.

Sport Club Rio Grande (Rio Grande-RS)
O clube mais antigo do Brasil em atividade (mas não de maneira contínua) surgiu em 19 de julho de 1900, na cidade de Rio Grande. Reuniu brasileiros, alemães e ingleses, sob a liderança de Johannes Minnemann.

Esporte Clube 14 de Julho (Santana do Livramento-RS)
A influência uruguaia permitiu que o 14 de Julho se tornasse o segundo clube gaúcho (e quarto no Brasil) ainda em atividade a disputar a sua primeira partida de futebol, em 1902.

Uruguaiana (Uruguaiana-RS)
A cidade fronteiriça, assim como Santana do Livramento, possui indícios de partidas de futebol desde o início da década de 1890. Os eventos ocorreram sob influência de uruguaios e argentinos, já iniciados no esporte.

MINAS GERAIS
Sport Club Foot-Ball (Belo Horizonte-MG)
O primeiro clube de futebol de Minas Gerais surgiu em 1904, fundado por Victor Serpa. Os estudantes que formavam a equipe também ajudaram a realizar a primeira edição do Campeonato de Belo Horizonte. Foi o primeiro adversário do Atlético Mineiro, em 1908.

Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte-MG)
Fundado por um grupo de estudantes e de proletários, o Atlético é o clube mineiro mais antigo em atividade. Surgiu em 1908, mas só entrou em campo pela primeira vez no ano seguinte.

Villa Nova Atlético Clube (Nova Lima-MG)
Segundo clube mais antigo de Minas Gerais ainda em atividade, logo depois do Atlético Mineiro, compensou sendo o primeiro a entrar em campo, em 1908. Teve sua origem entre mineradores e operários ingleses.

ESPÍRITO SANTO
Vitória Futebol Clube (Vitória-ES)
Inspirados pelo Fluminense, um grupo de estudantes capixabas que voltou de férias à Vitória criou o primeiro time de futebol do Espírito Santo. O clube, no entanto, não tinha sede e se constituía a partir da iniciativa de seus membros.

BAHIA
Sport Club Bahiano (Salvador-BA)
No antigo Campo da Pólvora, aconteceu o primeiro jogo da história do futebol baiano, organizado por Zuza Ferreira. Já em 1903, funcionários do comércio fundaram o Sport Club Bahiano, participante da primeira edição do estadual, dois anos depois.

Sport Club Victória (Salvador-BA)
O Vitória surgiu como um clube de críquete em 1899, iniciando suas atividades no futebol apenas dois anos depois. Assim, segue como o time de futebol mais antigo do Nordeste e o terceiro do Brasil que mantém-se atuante.

SERGIPE
Sport Club Lux (Aracajú-SE)
Os primeiros relatos de jogos de futebol em Aracaju datam de 1907. Dois anos depois, um grupo de estudantes criou o Sport Club Lux, depois renomeado para Club de Football Sergipano, equipe pioneira no estado.

ALAGOAS
Sport Club Penedense (Penedo-AL)
O futebol já tinha surgido de maneira esporádica em Maceió, mas o primeiro clube perene de Alagoas é o Penedense. A equipe surgiu em 1909, um ano depois do extinto Alagoano Football Club, da capital.

PERNAMBUCO
Sport Club do Recife (Recife-PE)
O Sport segue como o clube mais antigo de Pernambuco ainda em atividade, disputando o seu primeiro jogo em 1905. Os primeiros relatos do esporte no estado vêm de 1903, em peladas realizadas por imigrantes ingleses que viviam em Recife. Embora tenha sido fundado em 1901, o Náutico só iniciou o futebol oito anos depois.

PARAÍBA
Club de Foot Ball Parahyba (João Pessoa-PB)
Os primeiros registros do futebol na Paraíba vêm de 1908, quando estudantes trouxeram a bola e as regras do Rio de Janeiro. A iniciativa impulsionou a criação do Parahyba, presente na primeira partida do estado.

RIO GRANDE DO NORTE
Sport Club Natalense (Natal-RN)
A primeira bola de futebol chegou em Natal pelas mãos de dois irmãos que estudavam na Inglaterra. A partir disso, o Natalense surgiu em 1904. A maior organização do futebol portiguar, contudo, se deu em 1915, ano de fundação do ABC, do Alecrim e do América.

CEARÁ
Football Club (Fortaleza-CE)
Há divergências sobre as origens do futebol cearense, entre a passagem de um clube inglês em 1903 e a chegada da primeira bola, com José Silveira, no ano seguinte. No primeiro dia de 1904, no entanto, apareceu o primeiro time de futebol do Ceará, o Football Club.

PIAUÍ
Parnahyba Sport Club (Parnaíba-PI)
Clube mais antigo do Piauí que segue em atividade, o Parnahyba foi criado em 1913. Inspirado nos estádios ingleses, o Estádio Petrônio Portela foi inaugurado em 1920 e era conhecido como Casa Inglesa.

MARANHÃO
Fabril Athletic Club (São Luis-MA)
Nhozinho Santos, que hoje dá nome um dos principais estádios do Maranhão, levou o futebol ao estado em 1905. Após estudar na Inglaterra, trouxe a novidade aos funcionários da fábrica têxtil onde trabalhava. Assim, criou-se o Fabril, que disputou o primeiro jogo em 1907.

PARÁ
Largo de Nazaré (Belém-PA)
O local no centro de Belém tem seus relatos de bate-bolas em 1890, antes mesmo da chegada de Charles Miller. Os rachões eram organizados por imigrantes ingleses que viviam na capital paraense.

AMAZONAS

Na ilustração: Disputa entre Brazil e Racing Club

Racing Club (Manaus-AM)
Fundado em 1906, o Racing foi idealizado por José Conduru Pacheco, maranhense que teve contato com o futebol em Manaus. Meses depois surgiu o Manáos Sport Club, criado por ingleses e principal rival do Racing.

ACRE
Xapury Sport Club (Xarupi-AC)
Os primeiros registros de futebol no Acre vêm de 1912, na cidade de Xapuri. Por lá, surgiram os dois primeiros clubes, o Xapury Sport Club e o Commercial Football Club, em 1915. Quatro anos depois, a capital Rio Branco teria as suas equipes pioneiras – o Acreano e o Rio Branco.

MATO GROSSO
Cuiabá Futebol Clube (Cuiabá-MT)
O futebol se iniciou no antigo estado de Mato Grosso em 1905. Entre 1911 e 1915, surgiram as equipes pioneiras da região: Americano, Paulistano, Royal, Internacional e Cuiabá Futebol Clube. O primeiro jogo, no terreno que hoje abriga a Câmara Municipal de Cuiabá, em 1913, com vitória do Cuiabá sobre o Internacional.

GOIÁS
Goyaz Football Club (Goiânia-GO)
As primeiras notícias do futebol em Goiás surgem em 1907, a partir da iniciativa de estudantes. Dois anos depois, fundou-se a primeira equipe da história do estado: o Goyaz Football Club. Além disso, o esporte também se desenvolvia em colégios de cidades do interior, como Catalão.

FONTE: O nascimento do futebol brasileiro em Itu (SP)
Futebol Nacional
Endereços desconhecidos em São Paulo guardam a história do futebol brasileiro
ESTADUAIS 2014 – SÃO PAULO – TODOS OS CAMPEÕES
Um passeio pelas origens do futebol brasileiro no aniversário de São Paulo
Documentário – Estádios Extintos
(SPAC) O CLUBE DOS INGLESES “120 anos de tradição”
Craque, artilheiro, técnico, cartola: Charles Miller não foi só o “pai do futebol no Brasil”
Serra do Mar: Paranapiacaba e Estrada Velha de Santos – Perguntas e Respostas
Fotos antigas do Rio de Janeiro
Parque Municipal: Berço do futebol mineiro
CAMPO DO COLÉGIO CATARINENSE – 100 ANOS

 

O Catalão Foot-Ball Club foi uma agremiação do Município de Catalão (GO). Fundado em 1913, a equipe catalano foi um dos primeiros clubes a surgirem em Goiás. Apesar de ficar a 256 km da capital goiana, na década de 10, Catalão possuía uma população de 30 mil habitantes mais do que o dobro de Goiânia (13 mil habitantes).

Enquanto o futebol ainda engatinhava, o Catalão Football Club já possuía um terreno para a construção de uma praça de esportes. Apesar de não ter participado oficialmente do Campeonato Goiano, o clube foi de estrema importância no desenvolvimento do futebol goiano.

 

Campeão Goiano ‘Extra-oficial’ em 1923

Abaixo um outro escudo do Catalão FBC, que não consegui identificar (apenas imagino como seja). Na dúvida, optei em não redesenhar para não criar um escudo ‘Fake’. Mas apresento para o caso de alguém enxergar melhor do que eu! Sobre as cores, o short é branco, camisa amarela com a gola e mangas na cor grená. O contorno do escudo é no estilo do ‘São Paulo F.C.’. O restante não consegui interpretar com exatidão.

 

Fontes e Fotos: Blog Nosso CatalãoPrimórdios do Futebol em Goiás de Cleber Dias - Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

O Independente Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Velha Goiás (atual Cidade de Goiás), no Estado de Goiás. A equipe alviverde foi Fundado em 1948. O Independente mandava os seus jogos no Estádio Municipal Helio de Loyola, localizado na Avenida Dario de Paiva Sampaio, s/n, na Velha Goiás.

Estádio Municipal Helio de Loyola

A sua única participação no Campeonato Goiano da 1ª Divisão, aconteceu no ano de 1974. A campanha foi boa. No 1º Turno, o Independente quase foi eliminado, terminando na penúltima colocação (no regulamento constava que o time que terminasse em último estaria eliminado da competição) com apenas quatro pontos em oito jogos.

No 2º turno, foi outra história, e o Independente terminou em 2º lugar com nove pontos, só atrás do Goiás, campeão com 11 pontos. Na classificação geral, uma honrosa 5ª colocação. No total foram 15 jogos com cinco vitórias, três empates e sete derrotas; marcando 14 gols e sofrendo 14.

Fontes: Google Maps -  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

 

Aproveitando a excelente publicação do amigo e membro Mario Ielo, sobre os primórdios do futebol goiano, apresento o União Goiana Esporte Clube. Foi uma agremiação da Cidade de Velha Goiás (GO). Fundado em 1911, tinha a sua Sede no Lot. Osvaldo Rabelo, s/s, Lote 04 – Quadra M – Bairro Nova Goiana.

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho 

 

O Piracanjuba Esporte Clube é uma agremiação do Município de Piracanjuba (GO). Localizado a 87 km da capital goiana, Piracanjuba conta com uma população de 24.786 habitantes (segundo o IBGE/2014). Fundado em 1979, a sua Sede fica na Avenida Antônio Batista Arantes, s/n – Quadra 5, Lote 01 – Bairro Setor Norte.

O Piracanjuba participou pela primeira vez na esfera profissional no Campeonato Goiano da Série B de 1990, ficando na 4ª colocação. No ano seguinte fez bonito e se sagrou campeão do Estadual da Série B de 1991, o clube alvigrená debutou na elite do futebol goiano.

O time não deixou dúvidas em relação ao merecimento do título, chegando com sete pontos de vantagem em relação ao vice-campeão Itumbiara. Nos 20 jogos, venceu 15, empatou quatro e só perdeu uma; assinalando 41 gols e sofrendo apenas oito, com um saldo pomposo de 33.

Consequentemente, o Piracanjuba debutou no Campeonato Goiano de Futebol da 1ª Divisão de 1991 (além dessa, o time também esteve presente em 1994). A campanha não foi boa e o Piracanjuba terminou na 16ª e última posição (foram 30 jogos, com duas vitórias, seis empates e 22 derrotas; marcando 11 gols e sofrendo 49, num saldo negativo de 38).

Após ficar ausente no ano seguinte, em 1994 recebeu um convite para disputar o Campeonato Goiano de Futebol da 1ª Divisão. No entanto, mais uma vez o Piracanjuba não foi bem. Dentre 18 clubes, o clube alvigrená terminou em penúltimo lugar. Foram 34 jogos, com cinco vitórias, 14 empates e 15 derrotas; marcando 21 gols e sofrendo 43, com um saldo de 22 negativos.

Após essa temporada, o Piracanjuba ficou ausente até 1998, quando disputou pela terceira vez o Campeonato Goiano da Série B. Mas uma vez o time não foi bem e acabou eliminado na primeira fase. Terminando na última colocação, com apenas um pontinho em oito jogos.

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Wikipédia – Rsssf Brasil

 

O Estado de Goiás originou da Capitânia de Goiaz criada em 1744, com sua economia voltada à exploração de ouro descoberto pelos bandeirantes, sendo sua capital o primeiro arraial, Vila Boa de Goiaz. No fim do século XVIII, o ouro nas minas tornaram escasso e o comércio se ressente, estagnando a Capitânia pelas dificuldades de distâncias dos grandes centros.

Lentamente a economia mudou para a pecuária no norte e no sudoeste, estabelecida através de duas grandes vias de penetração: a do nordeste, representada por criadores e rebanhos nordestinos, e a de São Paulo e Minas Gerais, que através dos antigos caminhos da mineração, estabilizando-se no Sudoeste da capitânia. Assim, extensas áreas do território goiano foram ocupadas em função da pecuária, dela derivando a expansão do povoamento e o surgimento de cidades como Itaberaí, inicialmente uma fazenda de criação, e Anápolis, local de passagem de muitos fazendeiros de gado que iam em demanda à região das minas. Os núcleos urbanos eram pobres e em número reduzido, destacando-se apenas as povoações de Meia Ponte, atual Pirinópolis e Vila Boa de Goiaz, a capital.

No inicio do século XX a economia ressurge com agropecuária seguindo a expansão da Estrada de Ferro Mogiana, vindo de São Paulo até Araguari (MG) e depois Catalão no Estado de Goiás, e o mesmo aconteceu com o Futebol, vindo de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Uberaba e Araguari. Por volta de 1909 e 1911, na capital de Vila Boa de Goiaz, existiam os times Goyaz Football Club e o Sport Club Goyano Athletico, constituido por jovens goianos que estudavam em São Paulo e no Rio de Janeiro. Importante resaltar que a capital goiana tinha pouco mais de 13 mil habitantes por volta de 1910, enquanto Catalão já atingia população superior a 30 mil habitantes, surgindo em 1913 o Catalão Foot-Ball Club. Até o fim da década de 1910, a organização de times e a realização de partidas foram registradas, pelo menos, em Anápolis, Pirenópolis e Catalão.

No alvorecer da década seguinte, intensificou-se a disseminação da prática do futebol. Nessa época, o Catalão Football Club já possuía um terreno para a construção de uma praça de esportes, onde outros times da cidade, como o Operário, o Americano e o Brasil FC debater-se-iam contra o Leão do Cerrado. Em 1923, depois de vencer vários jogos contra times da região, uma equipe de Catalão viajou até Anápolis para disputar uma partida contra um time que também tinha vencido partidas em Goiás, Inhumas, Morrinhos e Pirenópolis. A equipe de Catalão venceu por 2 x 0, motivo pelo qual é apontado como primeiro campeão goiano extraoficial. Em 1925 já existiam: Bela Vista FC, Atlético Belavistense, Bonfim EC, Leopoldo de Bulhões FC, Vianápolis EC, AA Rio Verde e Rio Bonito FC. Em 1926 é fundado o Jaraguá FC e em 1927 na capital, a Associação Athlética União Goyana.

Em 1930 o Estado de Goiás, que não enviou seleção estadual para o Campeonato Brasileiro de Seleções, após críticas da imprensa goiana, proporcionou a fundação na capital de Goiaz de entidade para organizar a seleção goiana e os clubes do estado, fundando a Associação Goiana de Esportes Athléticos, considerando os clubes como os dos Sargentos, dos Operários, do Tiro 78, do Ibsen Caiado, do Anhanguera, do América e do Brasil Central, todos da cidade de Goiaz e dos clubes das outras cidades goianas, mas só três filiaram-se na nova entidade.

Muitos clubes vão surgindo em cada cidade goiana, como o União Sportiva Ypamerina de Ypameri, Morrinhos FC e Ypiranga de Pires do Rio. Em 1931 ocorre a fundação do Annapolis Sport Club em Anapólis e segundo clube de Catalão, o Clube Recreativo Atlético Catalão, iniciando o primeiro grande clássico do Estado com o Catalão Football Club. Em 1933 surge o Burity Esporte Clube e o União Operaria Sport Club em Santa Luzia, primeiro clube de operários.

Em 1933, inicia a transferencia da capital, que se concretiza efetivamente em 1937, com a capital goiana oficialmente transferida da Cidade de Goiaz para Goiânia.

Em 1938, os dois clubes da nova capital, Atletico Goianiense (fund 1937) e o Corinthans FC (fund 1938) realização um melhor de tres para saber que é o campeão citadino de Goiania, vencido pelo Atletico.

Em 1939 acontence a fundação da Federação Goiana de Futebol, que realizando o campeonato citadino de 1940 com 5 clubes: Atlético Goianiense, Goiânia EC campeão (o Corinthians mudou de nome para Goiania), Campinas Esporte Clube, Clube Esportivo Operário e ECG – Empresa de Construções Gerais FC. O Campeonato acontece em 1940 até 1943.

Participaram do campeonato citadino de Goiânia de 1943, Goiânia EC campeão, Atlético Goianiense, Goias Esporte Clube, Vila Nova FC e o Comercial EC.

Em 1944 é realizado o primeiro campeonato estadual de Goiás com:

1o Atlético Goianiense
2o Goiânia EC
3o Goias Esporte Clube
4o Vila Nova FC
5o Campinas EC.

Autor: Antonio Mario Ielo

Fontes consultadas: site do Wikipédia, Primórdios do Futebol em Goiás de Cleber Dias, RSSSF, arquivos publicados no Blog História do Futebol e arquivos pessoais.

 

O São Luiz Esporte Clube foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). Fundado em 1955, o clube da Vila Operária ficava localizado no Bairro Campinas (na época era um município), em Goiânia.

A equipe disputou o Campeonato Goiano da 1ª Divisão em três oportunidades: 1955, 1956 e 1957. Na sua estreia, em 1955, o São Luiz terminou na 5ª colocação. No ano seguinte, a campanha foi ruim terminando na décima e última posição. Em 1958, na sua última participação, o time voltou a decepcionar e ficou em 8º lugar (num total de nove clubes).

No somatório dessas três temporadas, o São Luiz realizou um total de 48 jogos, somando 22 pontos ganhos; com sete vitórias, oito empates e 33 derrotas; marcando 71 gols; sofrendo 169; saldo negativo de 98.

Em 1958, devido as dificuldades financeiras obrigou o São Luiz a tentar fazer uma fusão com o São Paulo Futebol Clube, a fim de criar o surgimento do Santos Futebol Clube. Entretanto, em razão de ‘politicagens internas’ acabou que o projeto não decolou e o clube acabou desaparecendo sem deixar rastros.

Fontes: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil -  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

 

 

O Nacional Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Itumbiara (GO). O ‘Galo’ foi Fundado no dia 13 de Maio de 1952. Mandava seus jogos no Estádio JK com capacidade para 30 mil pessoas. Foi campeão do Campeonato Goiano da 2ª Divisão em 1967, 1981 e 1983. Devido á irregularidades, o clube, em 1985 perdeu os pontos e se afastou do futebol profissional.

O Campeonato Goiano de Futebol de 1984 foi o último campeonato que o Nacional Esporte Clube atuou até o seu término. A equipe conseguiu manter-se na 1ª Divisão fazendo um modesto campeonato estadual acabando em 9º lugar com 19 pontos ganhos; foram 22 jogos, 06 vitórias, 07 empates e 09 derrotas.

Brasileirão

Ganhou o direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série B de 1984, mas acabou sendo eliminado na primeira fase da competição pelo Uberlândia. O Uberlândia só não foi campeão invicto da competição em 1984, porque foi derrotado pelo Nacional em Itumbiara por 2 a 1 no jogo de volta. No jogo de ida, deu Uberlândia por 3 a 0.

time-base de 1984: Zé Roberto, Junior, Paulão,Paulo Rocha e Bareta; Humberto, Carlinhos e Amarildo; Tarinho, Tonhão e Adilson;Técnico: Sudaco.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Wikipédia

 

O Esporte Clube Rio Verde é uma agremiação da cidade de Rio Verde (GO). O Verdão do Sudoeste‘ foi Fundado no dia 22 de Agosto de 1963, com o objetivo de incentivar a prática esportiva e proporcionar alegria aos torcedores. Ao longo de sua trajetória foram muitas as disputas e títulos conquistados.

O Verdão do Sudoeste como é carinhosamente chamado pelos torcedores tem na galeria taças conquistadas em importantes disputas que renderam cinco títulos de campeão da Divisão de Acesso, o primeiro deles conquistado no ano de 1969. A formação de ouro do Esporte Clube Rio Verde enfrentou adversários de peso e venceu todos eles, alguns com vitórias expressivas, conseguindo o primeiro título de campeão, invicto na competição.

Em todas as competições que participou, teve em seu elenco o nome de grandes jogadores sendo que muitos fizeram histórias no futebol nacional como é o caso dos atletas Mug e Radar, que ao defenderem as cores verde e branco ganharam o coração dos torcedores tornando-se ídolos consagrados.

Nas conquistas do clube a torcida teve papel fundamental, tornando-se o décimo segundo jogador no campo. Em vários jogos dentro do Mozart Veloso do Carmo o público lotou o estádio, sendo campeão de bilheteria em muitas partidas.

No ano de 2009 a equipe entrou na disputa com um único objetivo, conquistar o acesso a elite do futebol goiano. Foram três anos de ansiedade tanto dos dirigentes quanto dos torcedores. No ano de 2011 o coração do torcedor bateu acelerado nas disputas com o time enfrentando equipes também tradicionais. A conquista do título tão esperado veio com uma rodada de antecedência na Divisão de Acesso e voltou após dezesseis anos à Primeira Divisão.

Além do futebol, o nome do clube é reconhecido em outras modalidades. No futsal coleciona mais de 10 títulos de campeão goiano e no handebol foi campeão goiano em 2011. A valorização do esporte começa desde cedo, as categorias de base são mantidas através de uma parceria com o município que busca a realização dos sonhos de mais de mil crianças e jovens.

Em 1995 o Verdão do Sudoeste chegou as semifinais, quando caiu diante do forte Vila Nova de Goiânia, mesmo ano que encerrou suas atividades, Voltando a jogar no ano de 2009 pela terceira divisão do campeonato goiano, o clube esteve próximo do acesso, porém terminou a competição na terceira colocação, uma vez que subiram os dois primeiros colocados.

Em 2012, com uma campanha regular na primeira fase e uma recuperação incrível na Segundona do Goiano, a equipe manteve-se entre os 8 melhores, permanecendo na 7ª colocação, obtendo 5 vitórias, 4 empates e 9 derrotas, dos 18 jogos disputados na primeira fase.

Em 2013, entra como favorita pela classificação à segunda fase do Campeonato Goiano de Futebol de 2013. Apesar do favoritismo, a equipe não obteve bons resultados e acabou sendo rebaixada para a Divisão de Acesso do Campeonato Goiano de 2014. Contudo, não fez boa campanha terminando na 9ª colocação e acabou rebaixado.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho - Wikipédia

 

O Campinas Esporte Clube (atual Campinas Futebol Clube) é uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). A história do clube surge em 1946, com o nome de Associação Bancária. Três anos depois mudou para União Bancária. Em 1955, adotou o nome de Associação Mariana de Esportes. Em 1958, passou a se chamar Associação Campineira de Esportes. E, finalmente, no dia 06 de Abril de 1964, após a fusão entre a Associação Campineira e o Santa Rita Esporte Clube, nascia o Campinas Esporte Clube.

Quatro anos depois, o ‘Sucuri da Chácara’ (alcunha do clube) se juntou com a equipe do Vila Aurora mantendo o seu nome original. O Campinas revelou jogadores como Fernandinho que mais tarde brilhou no Vila Nova e jogou ao lado de Pelé no Santos. Em 1972, o Campinas foi encampado pelo Vil Nova Futebol Clube, que incluía sede social, e vários jogadores foram incorporados ao elenco do Vila Nova, que acabou conquistando o Campeonato Goiano de 1973.

Em 1978, o Campinas (já se chamando Campinas Futebol Clube), retornou as suas atividades apenas na esfera amadora. Atualmente o clube faz um trabalho social muito bonito e relevante. Disputa Campeonatos de Base e Escolinhas nas modalidades Futebol e Futebol Society. O novo estádio do Campinas se chama Arena Campinas, e é o único do estado de Goiás a conter grama sintética.

Campeonato Goiano e Polêmica

Em 1964, o Campinas terminou o Estadual na 9ª posição. O time ainda participou nos Estaduais de 1965, 1971 (5º lugar) e 1972 (4º colocado). Há duas vertentes sobre o surgimento do Campinas Esporte Clube. O primeiro descrito acima, baseado em dois livros (“30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho) e o outro diz que o time disputou o Campeonato Goiano de 1944 (terminando em quinto e último lugar), e que em 1946 alterou o nome para Associação Bancária de Goiás (ABG). No entanto, no próprio escudo do Campinas consta como 1964 o ano da sua fundação. Fica o registro desta questão.

 

Outra questão: as cores do Campinas E.C.

Segundo o jornalista e pesquisador do futebol goiano, Gerliézer Silva, após a sua fundação (1964), os jornais daquela época chamavam a equipe de ‘Celeste’, e também porque um ex-presidente que afirmou que era um time azul e branco. A mudança de uniforme  para ‘Tricolor aconteceu  em 1971, quando o Luiz Miguel Estevam, que era torcedor do ferrenho do Fluminense, assumiu a presidência do Campinas e adotou as cores verde, branca e grená.

Fontes: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil -  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Gerliézer Paulo da Silva

 

 

Fontes: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco

 

A Associação Mariana de Esportes foi uma agremiação da cidade de Goiânia (GO). Fundado em 1946, como a de Associação Bancária de Goiás (ABG). A partir daí, o clube trocou diversas vezes de nome. Em 1949, mudou para União Esportiva Comércio e Indústria ou União Bancária.

Seis anos depois (1955), passou a se chamar: Associação Mariana de Esportes, onde se trocou de endereço passando da Rua 29 para o Município de Campinas (que atualmente é deixou de ser município passando a ser um Bairro de Goiânia).   O Mariana existiu por apenas dois (1957), quando novamente alterou a sua nomenclatura: Associação Campineira de Esportes  e finalmente Campinas, quando foi incorporado ao Vila Nova.

A ABG disputou o Campeonato Goiano da 1ª Divisão em 1947 e 1948. Em 1949, como União Comércio e Indústria, permaneceu na elite do futebol goiano. Em 1953, fez a sua melhor campanha, quando terminou na 4ª colocação.

Em 1955, a Associação Mariana de Esportes fez um  Campeonato Goiano da 1ª Divisão ruim, terminando na penúltima colocação com apenas sete pontos em 14 jogos. Em 1956, fez uma campanha melhor e fechou na 6ª posição com 14 pontos em 18 jogos. Na sua última temporada, em 1957, o Mariana fez a sua melhor atuação, terminando em 4º lugar, com 16 pontos em 18 partidas.

Fontes: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil

 

O Botafogo Futebol Clube é outra agremiação do Município de Buriti Alegre (GO). Fundado em 1953, o Alvinegro possui a sua Sede na Rua Maciel, s/n – Bairro Caladia, em Buriti Alegre. A sua principal conquista foi o Campeonato Goiano do Interior, em 1961.

O Botafogo participou do Campeonato Goiano em cinco oportunidades: 1962, 1963, 1964, 1965 e 1966. No ano seguinte, debutou no Campeonato Goiano de 1962. O time não fez feio e terminou na 5ª posição. O Alvinegro seguiu na elite do futebol goiano até 1966, quando acabou rebaixado.

No Campeonato Goiano da 2ª Divisão de 1967, aconteceu um fato estranho. Faltando duas rodadas para o fim, o Botafogo liderava, mas inexplicavelmente desistiu da competição, perdendo por W.0. A partir daí o clube não se animou e nunca mais retornou para disputar as competições na esfera profissional.

O que era o Campeonato do Interior?

O Campeonato Goiano do Interior de Futebol foi uma competição de futebol realizada nos anos de 1947 e 1956 à 1964, com exceção de 1958. Teve como primeiro campeão o União Operária (1947).

O maior campeão da competição é o Ceres, com dois títulos (1959 e 1964). Após o Ceres, os maiores campeões são o América (1957), o Botafogo (1961), o Inhumas (1960), o Independente (1963), o São Luís (1962) e o Anápolis com um título cada.

Do fim da década de 1940 até o início da década de 1960 era realizado o Campeonato Goiano do Interior, visto que o Campeonato Goiano da época abrigava em sua grande maioria equipes da capital – até por causa da dificuldade de locomoção das equipes; apenas alguns times do interior eram exceções.

 

Fontes e Foto: Facebook do Buriti EC – Wikipédia - Rsssf Brasil

 

O Buriti Esporte Clube é uma agremiação do Município de Buriti Alegre, localizado no Sul de Goiás. A sua Sede fica na Rua Dr. Americano do Brasil, 832 – Centro de Buriti Alegre. Fundado em 1933, como Buriti-Clube. O Buriti E.C. disputou apenas uma vez o Campeonato Goiano de Futebol em 1963.

O Buriti ainda disputou o Campeonato Goiano da Segunda Divisão de 1966. O time alvianil fez uma boa campanha terminando com o vice-campeonato, atrás apenas do Ceres. Vale lembrar que apenas o campeão assegurava o direto de subir para a elite do futebol goiano.  Após essa temporada o Buriti se afastou das competições profissionais, se limitando aos campeonatos citadinos.

 

Fontes e Fotos:  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Facebook do clube – Jornal Burity

 

O Annapolis Sport Club (deu origem a A.A. Anapolina) foi uma agremiação cidade de Anápolis (GO). Fundado em Janeiro de 1931, após uma fusão entre Bahia Sport Club e Cruzeiro do Sul. Seu presidente interino, aquele que participou da organização da nova equipe, foi o Manoel Gonçalves Cruz.

Primeiro jogo e Diretoria

A estreia nos gramados aconteceu no dia 07 de fevereiro de 1931 fez o primeiro jogo de sua história contra a União Goiana, da Cidade de Goiás, e venceu pelo placar de 2 a 1. Quatro dias depois, foi eleita a diretoria definitiva do Annapolis, sob a presidência do médico Genserico Gonzaga Jayme.

Campo do Jundiahy

Em 03 de setembro de 1933, o Annapolis SC passou a jogar no Campo do Jundiahy, cujo terreno pertencia ao sítio conhecido como João D’ai, adquirido por R$ 400.000,00 (quatrocentos mil réis).

O campo ficava perto das atuais Ruas Dr. Faustino e Joaquim Propício de Pina, no Bairro Jundiaí. Era todo cercado de muro de taipa, para que houvesse a possibilidade de se cobrar ingresso.

História

O Annapolis Sport Club vivia em séria crise financeira. Sendo assim, volta e meia entrava de licença, voltava, tinha o campo leiloado, parava novamente, e assim tentava sobreviver.Vivendo em um regime de semiprofissional, trazia jogadores de fora que jogavam em troca de pensão, comida e roupa lavada. No início da década de 40, o Annapolis Sport chegou a manter uma equipe famosa, na qual apenas Arnaldo, Raul e Zeca eram da cidade.

Em 1944, quando o clube atingiu sua época de maior prestígio, foi obrigado a liberar os passes dos jogadores de fora, pois não poderia mais arcar com as despesas.As dívidas, no entanto, avolumavam-se mesmo chegando ao vice-campeonato de 1946, aproveitando jogadores exclusivos da cidade. A crise apresentava-se, em 1947, como insolúvel.

Dirigia o Annapolis Sport, José Maria do Nascimento Júnior, que havia injetado dinheiro no clube, assim como os seus antecedentes. Os ânimos foram acirrando-se.O presidente, de posse dos livros e estatutos do clube, mantinha-se irredutível. A situação atinge um clímax, com jogadores e antigos dirigentes optando pela criação de uma nova agremiação.

 

Sai o Annapolis Sport Club e entra Associação Atlética Anapolina

Após sucessivas reuniões, de que participávamos Puglisi, José Elias, Odir da Costa Ferreira, José Abdalla, Edson Hermano, João Asmar e outros, decidiu-se que as cores do novo clube seriam as mesmas do antigo Annapolis Sport Club, calções brancos e camisas vermelhas, e elegeu-se a seguinte diretoria, que tomou posse a 1º de fevereiro de 1948:

Presidente: Gisberto Ferraresi;

Vice-Presidente: José Elias Isaac;

2º Vice: Moisés Roriz Filho;

Secretário: João Pedro Neto;

2º Secretário: Ângelo Carnielo;

Diretor de futebol: Edson Ermano.

 

No dia 18 de Abril de 1948, estreou a Associação Atlética Anapolina contra o Ferroviário Esporte Clube de Araguari. A Rubra venceu a primeira partida de sua história pela contagem de 3 a 2, com gols de Júlio, Leônidas e Picum.

A primeira escalação da Anapolina foi esta: Juca, Petrônio e Tatu; Arnaldo, Iberê e Zê Lemes; Alípio (Luizinho), Júlio, Juvenal, Picum e Leônidas.

 

 

Fontes: Site oficial da A.A. Anapolina – Wikipédia – Arquivo Pessoal

 

Escudo de 1949

A Associação Atlética Anapolina é uma agremiação da cidade de Anápolis (GO). A equipe Rubra foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1948, manda os seus jogos no Estádio Jonas Duarte (capacidade para 14.400 pessoas).

O Anapolina tem um título do Campeonato Goiano da Série B de 2013 e sete canecos no Campeonato Citadino: 1949, 1950, 1951, 1952, 1956, 1960 e 2006. Demais dados e estatísticas no Wikipédia do clube: http://pt.wikipedia.org/wiki/Associa%C3%A7%C3%A3o_Atl%C3%A9tica_Anapolina

 

Fonte: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Wikipédia

 

 

A Sociedade Esportiva Riachuelo foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). Fundado no dia 30 de Outubro de 1963, o clube teve uma vida efêmera. A sua primeira e única participação no Campeonato Goiano da 1ª Divisão aconteceu no ano de 1965.

Contudo, a campanha foi ruim e acabou sendo obrigado a fazer um jogo-extra contra o Goiás para definir quem permaneceria na elite do futebol goiano. Porém, o Riachuelo não obteve êxito e acabou rebaixado. A partir daí nunca mais o Riachuelo disputou competições na esfera profissional.

Na foto (abaixo), o time da Sociedade Esportiva Riachuelo posada em 1965.

Da esquerda para a direita, em Pé: Célio, Berto, Mesquita, Sete Léguas, Vitor, Carlos Alberto e Zezinho. Agachados: Nelsinho, Fabinho, Odracir, Viquinho e Amaral.

Fontes:  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho –  Rsssf Brasil

 

O Ceres Esporte Clube é uma agremiação da Município de Ceres (GO). A equipe Alvinegra tem a sua Sede localizada na Rua Alfredo Pádua, 112, no Centro de Ceres. O Leão do Vale manda os seus jogos no Estádio José de Deus Rissati, com capacidade para 2.500 torcedores.

Fundado no dia 16 de Julho de 1947, no núcleo central do Vale do São Patrício, que com a colaboração, empenho e disposição de muitos cidadãos e pioneiros da cidade, conceberam e construíram um dos times mais vencedores e prósperos do interior goiano.

No começo o Ceres disputava somente jogos amistosos contra equipes da região, como Uruana, Vasco de Rialma, Anápolis, Goiânia, Buruti Alegre, Itumbiara, Araguari, atuando inclusive contra equipes do Rio de Janeiro, como Olaria, Canto do Rio, Portuguesa e São Cristóvão.

Filiou-se a Federação Goiana de Futebol e passou a disputar o campeonato do interior. Em 1959, o Leão do Vale, fez um campeonato impecável e passou incólume por Uruana, Vasco de Rialma, Goiás Velho, Firminópolis, Buriti Alegre até chegar a final contra a Jataiense.

Em 24 de abril de 1960, foi o dia da grande final, na cidade de Ceres, entre o time local e o time da Jataiense. O time de Jataí era muito bom e contava com jogadores de muita experiência. No segundo tempo do jogo veio os dois gols que deram a vitória para o time dirigido pelo treinador Efraim Batista.

Irani, aos 5 minutos abriu a contagem e aos 26 minutos, José Mamede selou com chave de ouro a consagradora vitória do Ceres Esporte Clube erguendo seu primeiro título estadual de Campeão Goiano do Interior. O time campeão conquistou o título com: Raspinha no gol, Dico, Roberto, Irani, Pimba e José Rissate; Ismael, Neudo, Nemézio, Mamede e Jairzinho. O técnico era Efraim Batista.

O Ceres foi novamente em 1964, Campeão do Interior, decidindo o título diante da equipe representada pela cidade de Goiás, o time do Independente. Cada equipe venceu um jogo no seu estádio. A decisão foi programada para o Estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia, num sábado à noite.

A equipe do Ceres dirigida pelo técnico Lua venceu com: Jaburu no gol, Neudo, Vasquinho, Cabecinha, Gavião e Dico; Lula, Oripes, Roberto, José Mamede e Wilson. Nesse jogo a equipe do Leão do Vale venceu o Independente do Goiás por 4 a 1, com dois gols do goleador Lula, que foi o herói da noite.

Com a conquista do título, os dirigentes ceresinos, resolveram profissionalizar a equipe na tentativa de subir o Leão do Vale para a divisão especial. Nesta época a principal divisão do futebol goiano era a divisão especial e a divisão de acesso era a primeira divisão.

Para chegar à divisão especial, as equipes precisavam sagrar-se campeã da primeira divisão. A profissionalização do futebol goiano se deu a partir de 1962, porém a divisão especial já era disputada desde 1944.

Em 1966, realizando uma bela campanha, o Ceres conseguiu subir da primeira divisão para a divisão especial de futebol profissional. O time do Ceres Esporte Clube por pouco não venceu o campeonato por antecipação.

Mesmo diante de adversários consideráveis, o clube ceresino se destacou em todos os jogos, tanto que venceu o campeonato goiano, invicto, cedendo apenas dois empates, sendo um contra o Goiás e outro contra o Nacional.

Com 19 anos de idade, Ceres tinha conquistado seu primeiro título profissional de futebol, sendo campeão invicto da primeira divisão do certame goiano. O time campeão conquistou o título com: Nelson Gama no gol, Cabelo, Wilson Pelé, Conrado, Wilson e Nelson Florentino; Patinho, Curau, Brandão, Roberto e Dediê. O treinador era o Lua e o artilheiro do campeonato foi o comandante de ataque do alvinegro ceresino, Brandão.

Em 1967, na divisão especial, a equipe do Ceres não fez uma boa campanha, obtendo apenas três bons resultados, sendo uma vitória sobre o Goiás, no Estádio Olímpico, outra no Vila Nova, em Ceres e um empate contra o Atlético Goianiense.

Resultados que foram insuficientes para garantir a manutenção do Leão do Vale na divisão especial. Ao ser rebaixado em 67, o presidente do Ceres na ocasião, Jeová Mendes, profetizou: “Voltaremos em 69″.

No ano de 1968, Efraim Batista, assume as rédeas do Leão do Vale, como é carinhosamente apelidado o time do Ceres, e é ungido presidente do seu clube de coração. Efraim foi tudo no Leão do Vale, de roupeiro a presidente. Agora tem pela frente a saborosa missão de elevar novamente a esquadra alvinegra à divisão de elite do certame goiano.

E não foi diferente, em 08 de agosto de 1968, no Estádio Olímpico de Goiânia, o Ceres Esporte Clube carimbava seu passaporte de retorno a Elite do Futebol Goiano vencendo por 1 a 0 a forte equipe do Rio Verde das Abóboras e conquistando depois de uma árdua campanha o bi campeonato da primeira divisão do campeonato goiano.

O resultado de 1 a 0 foi justo e insofismável, selando de vez sua ascensão a divisão especial. O time bicampeão em 68 foram: Vicente no gol, Cabelo, Cortez, Cariri, Firmo, Wilson Pelé e Vadinho; Brandão, Aluízio, Dediê e Peruca. O técnico era o Lua.

Em 1969 o Ceres Esporte Clube não foi bem no campeonato estadual, no entanto, aplicou a maior coleada daquele na Associação Atlética Anapolina 9 a 1. De novo na Elite do futebol goiano, o Ceres teve contra si, uma série de problemas, principalmente financeiros, que obrigou o clube a solicitar licença, por tempo indeterminado.

Em 1980, o Leão do Vale retorna novamente a disputar o campeonato goiano. Nesse período houve uma readequação na nomenclatura do futebol goiano e a primeira divisão passou a ser a segunda e a divisão especial, passou a ser a primeira divisão. Com essas mudanças a equipe do Ceres volta disputando a segunda divisão, e vê, naquele ano, Crac de Catalão e Monte Cristo de Goiânia subirem para a primeira divisão.

 

Fontes: Wikipédia - Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho –  Rsssf Brasil

 

O Flamengo Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Anápolis (GO). O ‘Rubro-negro Anapolino’ foi Fundado em 1º de janeiro de 1946, mas o seu registro é de 09 de abril daquele ano. O seu primeiro presidente foi Missac Pateossian. A sua Sede fica na Rua Firmo de Velasco, 1.053, no Centro de Anápolis.

Desde o seu surgimento o principal propósito era participar do Campeonato Citadino, organizado pela Liga Anapolina de Desportos (LAD). Nos anos 50 e 60 o Flamengo era o era a quarta força do futebol Anapolino, atrás do Anápolis, Ipiranga, e Anapolina.

Contou com jogadores como, Neném, Otacílio, Avassil, Baiano, Fordinho, lídio, Chico, Dandréia, Célio Sabag, Aroldo, Mauro Choco, Jeromão, Jerico, Zé Barnabé e tantos outros. No entanto, o Flamengo se aventurou no futebol profissional, participando duas vezes do Campeonato Goiano da 1ª Divisão: 1950 e 1951.

Torcedor Nº 1

Ilídio Garcia, ferroviário aposentado era dono, presidente, diretor e roupeiro. Seu Ilídio amava o Flamengo, não tinha interesses financeiros, nem políticos. Ele tinha duas paixões: O Flamengo e a dona Rosa, sua companheira. No início dos anos 70, todas as terças e quintas feiras, aproximadamente às 15 horas seu Ilídio, já idoso saía de sua casa atrás de estação ferroviária, empurrando um carrinho de mão com materiais esportivos em direção ao campo do Flamengo, no bairro Frei Eustáquio, para mais um treino do time do seu coração.

O seu Ilídio faleceu, o Flamengo também. Seu Ilídio, uma lenda do futebol amador, foi esquecido, mas o História do Futebol resgata um pouquinho de personagens que merecem serem lembrados sempre.

Fontes: Folha 670 – Blog Adhemar Santillo - Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho –  Rsssf Brasil

 

América Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Morrinhos (GO). A equipe alvirrubra foi Fundado no dia 05 de Março de 1937. O ‘Leão do Sul’ tem a sua Sede na Avenida G, s/n – Vila Nunes, em Morrinhos. A equipe manda os seus jogos no Estádio    C.E. João Vilela, com capacidade para 5.040 espectadores.

O Mecão disputou 14 vezes o Campeonato Goiano da 1ª Divisão: 1959 (10º lugar), 1970 (12º lugar), 1972 (11º lugar), 1986 (12º lugar), 1988 (7º lugar), 1989 (9º lugar), 1990 (11º lugar), 1991 (5º lugar), 1992 (15º lugar), 1993 (16º lugar), 1994 (4º lugar), 1995 (12º lugar), 1996 (9º lugar) e 1997 (12º lugar). No Estadual da Série B disputou a competição 15 vezes, contando com este ano: 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2014 e 2015.

Ao longo da sua existência, o América já se ausentou algumas vezes das competições profissionais. Após estrear em 1959, ficou 10 anos para só depois retornar em 1970. Depois, ficou de fora no ano seguinte e retornou em 1972. Novamente se ausentou, só retornando oito depois.

O seu último afastamento ocorreu em 2004, retornando das competições promovidas pela Federação Goiana de Futebol (FGF), em 2012 para participar, pela primeira vez, do Estadual da Série C.

Contudo, não obteve o acesso ficando na 4ª colocação. Mas, em 2013 o América conquistou o acesso ao terminar com o vice-campeonato. Em 2014, fez uma campanha regular terminando na 6ª posição.

TÍTULOS

O América Morrinhos possui três conquistas na esfera profissional. O caneco do Campeonato do Interior e Super Campeonato Goiano, ambos em 1957. O último aconteceu 30 anos depois de faturar o Campeonato Goiano da 2ª Divisão de 1987.

Fontes:  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Wikipédia – Rsssf Brasil

 

O Grêmio Esportivo Anapolino foi uma agremiação de vida efêmera da cidade de Anápolis (GO). ‘O Grande Vingador‘ foi Fundado em 1970, a sua história tem um aspecto político e racionalizador. Nos anos 60, o futebol amador anapolino era o mais expressivo de Goiás, chegando a superar o futebol da capital. Contudo, na esfera profissional, a cidade era capenga.

As razões para essa discrepância eram várias. Talvez a principal era a falta de um estádio à altura da paixão do povo de Anápolis. Outro ponto era a falta de dirigentes capacitados para gerir um time profissional. Outra questão era a falta de apoio dos empresários da cidade.

Em resumo, o futebol de Anápolis não estava em má fase por carência de condições financeiras e mesmo sociais, mas por inexistência de uma infraestrutura adequada e de mentalidade mais arejada dos dirigentes.

O triunfo do Anápolis ao se sagrar campeão Estadual de 1965, pode ser creditado diretamente à construção do Estádio Jonas Duarte (capacidade para 3.500 torcedores), que, àquela época, representava o que de mais moderno havia em Goiás.

O fim da rivalidade

Em todas as opiniões, uma coincidência: falta de um estádio à cidade. Mas, também, um esquecimento. E nesse fator talvez esteja residindo o ponto maior desgaste do futebol profissional no município: a ausência de uma rivalidade clubística local.

Segundo teóricos, o sucesso do futebol da cidade está na razão direta da rivalidade entre dois clubes de maior torcida, capazes de arrastar aos estádios plateias apaixonadas.

Um bom esboço estava no próprio Campeonato Citadino, quando o Anápolis e o Ipiranga dividiam a cidade, com participação eventual do Anapolina, que na época de dimensões mais modestas, sem grande torcida, que só entrava em cena para instigar, ainda mais a rivalidade entre os tricolores (Anápolis) e o alvinegros (Ipiranga). É que a rubra (Anapolina) perdia para todo mundo e cismava de endurecer para cima de Anápolis e Ipiranga.

 

Prefeito cria o G.E. Anapolino

Mas a saudável rivalidade entre Anápolis e Ipiranga cessou em 1970, quando a Prefeitura, na gestão do médico Henrique Santille, entendeu de encampar o futebol da cidade, “disciplinando-o” e “racionalizando-o“.

Alegava o prefeito que era uma cidade pequena para três clubes e que os cofres públicos não poderiam auxiliar todos.

Sugeriu, então, uma fusão entre o Ipiranga, Anápolis e Anapolina, a fim de que da soma de dois grandes e de um clube médio pudesse nascer um super esquadrão invencível, fadado a colocar no chinelo os times da capital. Com isso, surgiu o Grêmio Esportivo Anapolino. A escolha do escudo foi simples: o brasão da cidade.

Os três clubes entraram com pedido de licença na Federação Goiana de Desportos (FGD), e, cedendo provisoriamente seus patrimônios e atletas para “O Grande Vingador(alcunha do clube).

No entanto a ‘estratégia política’ não funcionou. A começar pelos torcedores que não eram simpáticos ao novo clube. O Anapolino recebeu diversos apelidos irônicos como “Belo Antônio“, pois era muito bonito, mas não dava no “couro”. A torcida abominava até mesmo o uniforme azul e branco (cores da bandeira da cidade). Sem grandes rendas a fusão foi desfeita em 1972.

O resultado dessa frustrada politicagem dentro de campo também não deu certo. No Campeonato Goiano de 1970, terminou na 5ª colocação; e em 7º lugar em 1971, mostrando que o futebol é feito de paixão e organização.

 

Fontes: Revista Placar – Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

 

 

O São Francisco Sport Club foi uma agremiação da Cidade de Anápolis (GO). A equipe alvi-grená foi Fundado no dia 15 de Março de 1951. O clube teve duas participações no Campeonato Goiano de futebol: 1951 e 1953.

Fonte: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

 

O Clube Atlético Ferroviário foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). Fundado no dia 15 de Setembro de 1957, e mantido pela ‘Estrada de Ferro Goiás’, o clube teve vida longa. Disputou vários campeonatos, situando-se entre os intermediários.

Não chegou a fazer frente aos grandes, mas revelou inúmeros craques que luziram na sua época, dentre eles Ronaldo, Paulo Roberto, Amilcar, Santos, Agmon, Joel e outros.

Estreou no Campeonato Goiano de 1958, terminando na 8ª e última colocação. Em 1959, ficou em 7º lugar; Em 1961 e 1962, acabou na 6ª posição; Em 1964, fez a sua melhor campanha terminando na quarta colocação. Depois o Ferroviário se licenciou para nunca mais retornar.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco - Rsssf Brasil

 

Esporte Clube Goianás foi uma agremiação da Município Nova Veneza (GO). A equipe Alvigrená foi Fundado em 1939, esteve em atividade entre as décadas de 1940 e 1960, desaparecendo com a implantação do profissionalismo no futebol goiano, em 1963.

No dia 25 de outubro de 2009 o Goianás retomou sua atividade no futebol ao fazer um amistoso com o União de Inhumas. No currículo,Goianás faturou dois títulos do Torneio Início da 1ª Divisão de 1957 e 1958; e outro caneco no Torneio Início da 2ª Divisão, em 1960.

 

Fonte: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

 

 

O Esporte Clube Goianás foi uma agremiação da Município Nova Veneza (GO). A equipe Alvigrená foi Fundado em 1939, esteve em atividade entre as décadas de 1940 e 1960, desaparecendo com a implantação do profissionalismo no futebol goiano, em 1963.

No dia 25 de outubro de 2009 o Goianás retomou sua atividade no futebol ao fazer um amistoso com o União de Inhumas. No currículo, Goianás faturou dois títulos do Torneio Início da 1ª Divisão de 1957 e 1958; e outro caneco no Torneio Início da 2ª Divisão, em 1960.

Curiosidade

Quando o EC Goianás surgiu, a sua sede ficava localizado no Distrito de Nova Veneza, que pertencia a Cidade de Anápolis. Contudo, pelo decreto-lei estadual nº 8305, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Nova Veneza passou a denominar-se Goianás.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o distrito de Goianás, figura no município de Anápolis. Elevado à categoria de município com a denominação de Nova Veneza, pela lei estadual nº 2095, de 14-11-1958, desmembrado de Anápolis.

 

Fonte: Wikipédia – Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco 

 

O Botafogo Futebol Clube foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). A equipe Alvinegra foi Fundada em 1948, por dissidentes da diretoria do Vila Nova Futebol Clube. O Botafogo ficava localizada no Bairro homônimo (atualmente é chamado por ‘Universitário’).

O Botafogo participou de 08 (oito) Campeonatos Goianos da 1ª Divisão: 1948, 1949, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954 e 1963. A sua estreia na elite do futebol goiano aconteceu em 1948, mas acabou amargando a última colocação. Em 1949, novamente terminou na lanterna.

As suas participações seguiram modestas até 1954, quando terminou na terceira posição, atrás apenas do Goiânia e do Atlético Goianiense. Contudo, a vida dos clubes de pequeno e médio investimento não é moleza.

Mudança de nome

Com dificuldades financeiras os dirigentes resolveram adotar uma “estratégia de marketing” e mudou o nome, passando a se chamar: Sírio Libanês Futebol Clube. A ideia era contar com o apoio da comunidade árabe na capital goiana.

Com isso, já com o nome novo, em 1955 o Sírio Libanês fez o bom estadual, ficando na 4ª posição.

Em 1956, o time manteve a boa campanha, terminando em 5º lugar. Em 1957, Sírio Libanês ficou na sexta colocação. Em 1958, fechou em quinto lugar. Já em 1959, o time não repetiu as boas colocações e acabou em oito lugar.

Após essa temporada, a diretoria resolveu voltar ao antigo nome (Botafogo Futebol Clube), uma vez que não conseguiram o apoio esperado da comunidade árabe. O Alvinegro ainda disputou o Campeonato Goiano de 1963, mas sem brilho algum, acabou desmotivando a diretoria que decidiu abandonar o profissionalismo para nunca mais voltar.

Fonte: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil

 

O São Paulo Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Goiânia (GO). Fundado em 1955, pelos irmãos Colicchio, do antigo município de Campinas (atualmente um bairro de Goiânia). O ‘Tricolor Goiano’ teve vida efêmera e existiu apenas três anos. Nesse curto espaço de tempo, disputou dois Campeonatos Goianos da 1ª Divisão.

Estreou em 1956, e não fez feio. Conseguiu um empate e uma vitória contra o Vila Nova (2 a 2 – 2 a 1, respectivamente), terminando na 7ª posição, num total de 10 clubes. Ainda nessa temporada, o São Paulo acumulou goleadas sofridas impactantes: 10 a 3 e 11 a 0, ambos para o Goiás; 7 a 1 para o Atlético Goianiense.

Quem mais aproveitou esses placares elásticos foi o atacante ‘Tão Segurado’, do Goiás, que dos onze gols assinalados, balançou as redes sete vezes. No ano seguinte (1957), o São Paulo fez uma campanha decepcionante, terminando em último lugar. Dos 16 jogos, só venceu um; empatou outro e foi derrotado em 14 oportunidades.

Alguns fatos curiosos. Novamente o Vila Nova foi derrotado (2 a 1), mas no segundo turno conseguiu enfim vencer a primar: 2 a 0. Além disso, o ‘Tricolor Goiano’ sofreu algumas goleadas para o Atlético (4 a 0); Goiânia (4 a 1 e 4 a 0); Mariana (4 a 0).

Contudo, a maior goleada sofrida aconteceu no dia 27 de julho de 1957, quando humilhado pelo Goianás por impressionantes 14 a 1. Desse montante de gols, o atacante Dimas marcou a metade: sete gols.

Fonte: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil

 

O Santa Rita Esporte Clube foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). Localizada no antigo Município de Campinas (com a criação da nova capital de Goiás: Goiânia, deixou de ser município passando a ser um Bairro), a equipe áureo-anil foi Fundada em 1959, por um grupo de dirigentes de Campinas, dentre os quais Elon Soares, que tinha como meta montar um time competitivo.

Depois as cores do time foi inspirado no uniforme igual da Seleção Brasileira. No mesmo ano em que surgiu, o Santa Rita debutou no Campeonato Goiano da 1ª Divisão, terminando na penúltima posição.

Em 1961, o time deu início a uma arrancada ao conquistar os títulos do Torneio Início e o Campeonato Goiano, ambos referentes a 2ª Divisão. Veio o ano de 1962, que ficou marcado na história do clube, uma vez que fez uma campanha excelente no Goiano da 1ª Divisão, ficando com o vice-campeonato.

A campanha do Santa Rita foi a seguinte: 15 pontos em 11 jogos, com sete vitórias; um empate e apenas três derrotas; marcando 27 gols e sofrendo 19. O campeão foi o Vila Nova que somou 20 pontos.  A equipe áureo-anil ainda disputou o Goiano de 1963, antes de se incorporada ao Campinas E.C.

  

Fonte: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil

 

A União Esportiva Comércio e Indústria ou União Bancária foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). A equipe alvianil foi Fundada no final de 1946, com o nome de Associação Bancária de Goiás (ABG). A ABG disputou o Campeonato Goiano da 1ª Divisão em 1947 e 1948. Em 1949 passou a chamar-se União Comércio e Indústria, mas permaneceu na elite do futebol goiano. Em 1953, fez a sua melhor campanha, quando terminou na 4ª colocação.

Em 1955 passou a chamar-se Associação Mariana de Esportes transferindo sua sede da Rua 29 para Campinas. Por volta de 1957 nova troca de nome, desta feita para Associação Campineira de Esportes  e finalmente Campinas, quando foi incorporado ao Vila Nova.

 

Fontes: Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil -  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão

 

O Goiânia Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Goiânia (GO). Fundado no dia 05 de julho de 1938, a equipe alvinegra é a terceira com o maior número de Campeonatos Goianos. O Goiânia conquistou 14 edições, sendo destes um pentacampeonato (1950-1954), e dois Campeonatos Goianos da Segunda Divisão (1998 e 2006).

Desde de 2007 não disputa a elite do Campeonato Goiano. O Goiânia sempre revelou grandes jogadores na Vila Olímpica e até hoje revela vários atletas que estão espalhados por vários clubes do Brasil. Sub-20: a equipe do Galinho disputou este ano a Copa São Paulo de Futebol Juniors e foi a equipe goiana melhor classificada, tendo chegado à segunda fase da Copinha. Isto demonstra o trabalho que nunca parou de ser feito nas categorias de base do Goiânia.

Na foto abaixo extraída da Revista Sport Ilustrado, do dia 04 de dezembro de 1941, o time posado do Goiânia Esporte Clube com um escudo diferente dos dois modelos encontrados na Internet. Para quem curte… Segue mais uma variação do distintivo do Galo Carijó!

 

Nome: Raça Sport Brazil

Cidade: Goiânia/GO

Fundação: 1999

Mascote: Touro

Cores: Amarelo, Vermelho e Preto

Situação: Disputa a Terceira Divisão Goiana 2014

 

 

 

Olá pessoal, eu em minhas andanças pela net me deparei com a seguinte foto do Comercial de Catalão:

Time catalano do Comercial Futebol Clube que disputou o campeonato goiano da 2ª Divisão de Profissionais em 1992. Da esquerda pra direita: (em pé) Pedro Garrincha (técnico), Gervásio, Jáder, Ronaldo, Melado, Beti e Paulinho. Marco Aurélio (supervisor).
(agachados) Batatinha, Dário, Fião, Gilbertinho, Lota e o massagista Francisco. Fonte: http://nossocatalao.blogspot.com.br/2010/07/comercial-futebol-clube.html

Contudo eu conhecia apenas o escudo verde:

E agora, verde ou vermelho?

 

TORNEIO INÍCIO GOIANO – 1961

DATA: 16 DE JULHO DE 1961
LOCAL: ESTÁDIO ANTONIO ACCIOLLY, EM GOIÂNIA / GO
RENDA: CR$ 31.690,00

1º JOGO

CAMPINEIRA

0-0

FERROVIÁRIO (3-2 PEN)

2º JOGO

ATLÉTICO

3-0

VILA NOVA

3º JOGO

GOIÂNIA

0-0

GOIÁS (3-2 PEN)

4º JOGO

CAMPINEIRA

2-0

ATLÉTICO

FINAL

CAMPINEIRA

2-0

GOIÂNIA

CAMPEÃ – ASSOCIAÇÃO CAMPINEIRA DE ESPORTES (GOIÂNIA – GO)

 

TURNO ÚNICO

DATA

 

  LOCAL

06.05.1961

GOIÂNIA

4

X

0

GOIÁS GOIÂNIA – GO

07.05.1961

VILA NOVA

3

X

3

ATLÉTICO GOIÂNIA – GO

14.05.1961

GOIÂNIA

3

X

1

ATLÉTICO GOIÂNIA – GO

14.05.1961

VILA NOVA

4

X

1

GOIÁS GOIÂNIA – GO

21.05.1961

ATLÉTICO

4

X

2

GOIÁS GOIÂNIA – GO

21.05.1961

VILA NOVA

3

X

1

GOIÂNIA GOIÂNIA – GO

CAMPEÃO – VILA NOVA FUTEBOL CLUBE (GOIÂNIA – GO)

 

VILA NOVA FUTEBOL CLUBE

 

VILA NOVA FUTEBOL CLUBE

GOIÂNIA – GO

Pesquisando minha coleção de adesivos de escudos de times de futebol, encontrei este do Vila Nova FC, da cidade de Goiânia- GO, diferente daquele que é comumente utilizado pelo clube.

 

CLUBE ATLÉTICO FERROVIÁRIO - GOIÂNIA - GO

Fundado e mantido pela Estrada de Ferro Goiás, o clube teve uma longa duração. Disputou vários campeonatos, sempre se situando entre os intermediários.

Fonte: extraído do livro “30 ANOS DE FUTEBOL EM GOIÂNIA”, de autoria de Lisita Junior, publicado em janeiro de 1975 pela Editora Dom Bosco.

 

SÃO LUIZ ESPORTE CLUBE - GOIÂNIA - GO

Na mesma época da fundação do São Paulo FC, fundou-se o São Luiz EC, da Vila Operária., que não conseguiu sobreviver. Fundiu-se com o São Paulo FC em 1958 para formar o Santos Futebol Clube mas por causa de políticas internas não se permitiu a concretização do plano.

Fonte: extraído do livro “30 ANOS DE FUTEBOL EM GOIÂNIA”, de autoria de Lisita Junior, publicado em janeiro de 1975 pela Editora Dom Bosco.

 

SANTA RITA - CAMPINAS - GOIÂNIA - GO

Um grupo de dirigentes de Campinas, dentre os quais Elon Soares, pretendendo montar um bom time fundou em Campinas o Santa Rita. Uniforme igual do da CBF chegou a vice-campeão em 1962.

Fonte: extraído do livro “30 ANOS DE FUTEBOL EM GOIÂNIA”, de autoria de

Lisita Junior, publicado em janeiro de 1975 pela Editora Dom Bosco.

 

OBS: Campinas é um extinto município brasileiro pertencente ao Estado de Goiás.

Com a construção de Goiânia, a nova capital de Goiás, Campinas perdeu a condição de município e se agregou ao município de Goiânia, onde hoje é um setor ou bairro da capital goiana.

 

 

NOVA VILA FUTEBOL CLUBE - GOIÂNIA - GO

Em 1955 o campeonato oficial foi enriquecido com a participação de vários novos clubes. Dentre os da capital estava o Nova Vila, camisas rubro-negras nos moldes do Atlético. Sem recursos financeiros sucumbiu muito cedo.

Fonte: extraído do livro “30 ANOS DE FUTEBOL EM GOIÂNIA”, de autoria de
Lisita Junior, publicado em janeiro de 1975 pela Editora Dom Bosco.

 

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE - CAMPINAS (GOIÂNIA) - GO

Fundado pelos irmãos Colicchio, de Campinas, e outros, o São Paulo deixou uma passagem. Em 1956 permitiu que o jogador Tão Segurado, do Goiás, e no ano seguinte a Dimas, do Goianás, marcarem 7 gols em um só jogo. Time simpático mas que durou somente três anos. Uniforme vistoso, igual ao do seu homônimo São Paulo Futebol Clube de São Paulo-SP.

Fonte: extraído do livro “30 ANOS DE FUTEBOL EM GOIÂNIA”, de autoria de
Lisita Junior, publicado em janeiro de 1975 pela Editora Dom Bosco.

 

OBS: Campinas é um extinto município brasileiro pertencente ao estado de Goiás.

Com a construção de Goiânia, a nova capital de Goiás, Campinas perdeu a condição de município e se agregou ao município de Goiânia, onde hoje é um setor ou bairro da capital goiana.

 

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE - GOIÂNIA - GO

Fundado por dissidentes da diretoria do Vila Nova, por volta de 1948 surgiu o Botafogo, do  bairro do mesmo nome, hoje Setor Universitário. Foi depositário das maiores goleadas do futebol metropolitano. Na década de 1950 passou a chamar-se Sírio Libanês, no pressuposto de que, contando com o apoio da colônia pudesse sobreviver. Mas não conseguiu.

Fonte: extraído do livro “30 ANOS DE FUTEBOL EM GOIÂNIA”, de autoria de Lisita Junior, publicado em janeiro de 1975 pela Editora Dom Bosco.

 

 

UNIÃO COMÉRCIO E INDÚSTRIA - GOIÂNIA - GO

Fundado e mantido por bancários dos diversos estabelecimentos da Capital, surgiu em fins de 1946, com o nome de Associação Bancária de Goiás e disputou alguns campeonatos. Em 1949 passou a chamar-se União Comércio e Indústria. Em 1955 passou a chamar-se Associação Mariana de Esportes transferindo sua sede da Rua 29 para Campinas. Por volta de 1957 nova troca de nome, desta feita para Associação Campineira de Esportes  e finalmente Campinas, quando foi incorporado ao Vila Nova

Fonte: extraído do livro “30 ANOS DE FUTEBOL EM GOIÂNIA”, de autoria de Lisita Junior, publicado em janeiro de 1975.

 

 

Mais um clube que mudou de escudo. Vê-se claramente que o escudo é uma cópia do escudo do Goiás Esporte Clube.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: http://pt-br.facebook.com/pages/Goian%C3%A9sia-Esporte-Clube/

 
Campeonato Goiano - 3ª Divisão 2012
Participantes
América (América Futebol Clube) - Morrinhos
Caldas (Caldas Esporte Clube) - Caldas Novas
Caldas Novas (Caldas Novas Atlético Clube) - Caldas Novas
Canedense (Associação Esportiva Canedense Ltda) - Senador Canedo
Evangélica (Associação Esportiva Evangélica) - Paraúna
Monte Cristo (Monte Cristo Esporte Clube) - Goiânia (jogou em Aparecida de Goiânia)
Quirinópolis (Esporte Clube Quirinópolis) - Quirinópolis
Umuarama (Umuarama Esporte Clube) - Iporá

1ª Fase

23/09/2012 - 1ª Rodada
Monte Cristo 0x8 Quirinópolis
América 0x1 Caldas Novas
Canedense 0x4 Evangélica

24/09/2012 - 1ª Rodada
Caldas 0x2 Umuarama

29/09/2012 - 2ª Rodada
Evangélica 0x0 América
Caldas Novas 4x0 Canedense

30/09/2012 - 2ª Rodada
Umuarama 5x0 Monte Cristo
Quirinópolis 2x2 Caldas

03/10/2012 - 3ª Rodada
Caldas 0x3 América
Canedense 4x0 Monte Cristo
Evangélica 0x1 Umuarama
Quirinópolis 3x2 Caldas Novas

06/10/2012 - 4ª Rodada
Umuarama 1x2 Quirinópolis
Caldas Novas 0x0 Evangélica
Monte Cristo 1x2 Caldas

08/10/2012 - 4ª Rodada
América 0x0 Canedense

09/10/2012 - 6ª Rodada
Caldas 2x2 Evangélica

13/10/2012 - 5ª Rodada
Caldas Novas 4x0 Caldas

14/10/2012 - 5ª Rodada
Umuarama 1x0 Canedense
Evangélica 3x0 Monte Cristo
Quirinópolis 1x1 América

17/10/2012 - 6ª Rodada
América 1x2 Umuarama
Canedense 1x0 Quirinópolis

18/10/2012 - 6ª Rodada
Monte Cristo 0x2 Caldas Novas

21/10/2012 - 7ª Rodada
América 5x0 Monte Cristo
Canedense 1x1 Caldas
Quirinópolis 1x0 Evangélica
Caldas Novas 1x0 Umuarama

27/10/2012 - 8ª Rodada
Umuarama 1x0 Caldas Novas
Monte Cristo 2x4 América
Caldas 0x1 Canedense
Evangélica 0x1 Quirinópolis

30/10/2012 - 9ª Rodada
Evangélica 3x1 Caldas
Quirinópolis 4x1 Canedense

31/10/2012 - 9ª Rodada
Umuarama 3x0 América
Caldas Novas 3x0 Monte Cristo

04/11/2012 - 10ª Rodada
Monte Cristo 1x1 Evangélica
América 1x3 Quirinópolis
Canedense 2x1 Umuarama

05/11/2012 - 10ª Rodada
Caldas 0x3 Caldas Novas

11/11/2012 - 11ª Rodada
Canedense 1x1 América
Evangélica 1x3 Caldas Novas
Quirinópolis 1x1 Umuarama

12/11/2012 - 11ª Rodada
Caldas 1x1 Monte Cristo

15/11/2012 - 12ª Rodada
Monte Cristo 1x0 Canedense
Umuarama 2x0 Evangélica
América 3x0 Caldas
Caldas Novas 2x1 Quirinópolis

18/11/2012 - 13ª Rodada
Monte Cristo 0x2 Umuarama
América 3x2 Evangélica
Canedense 0x1 Caldas Novas

19/11/2012 - 13ª Rodada
Caldas 0x4 Quirinópolis

24/11/2012 - 14ª Rodada
Caldas Novas 2x0 América
Evangélica 2x3 Canedense
Quirinópolis 9x0 Monte Cristo
Umuarama 6x0 Caldas

Classificação
Equipe                         PTS   J   V   E   D  GP  GC  SG  MPTS
 1.Caldas Novas                 34  14  11   1   2  28   6  22  2,429
 2.Umuarama                     31  14  10   1   3  28   7  21  2,214
 3.Quirinópolis                 30  14   9   3   2  40  12  28  2,143
 4.América                      19  14   5   4   5  22  17   5  1,357
 5.Canedense                    18  14   5   3   6  14  20  -6  1,286
 6.Evangélica                   13  14   3   4   7  18  18   0  0,929
 7.Caldas                        7  14   1   4   9   9  36 -27  0,500
 8.Monte Cristo                  5  14   1   2  11   6  49 -43  0,357

Artilheiro
Américo (Quirinópolis) 9 gols

Campeão
Caldas Novas campeão do Campeonato Goiano - 3ª Divisão 2012

Protegido: Pequena homenagem

 08. Gerson Rodrigues, Goiás  Digite sua senha para ver os comentários.
nov 202012
 

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EQUIPES PARTICIPANTES:

 

EQUIPE

CIDADE

001

ALIANÇA ESPORTE CLUBE GOIÂNIA

002

CLUBE JAÓ GOIÂNIA

003

CLUBE RECREATIVO ATLÉTICO CATALANO CATALÃO

004

GOIÂNIA ESPORTE CLUBE GOIÂNIA

1ª FASE 

18.01.2012

CLUBE JAÓ

2-1

ALIANÇA

18.01.2012

CRAC

1-6

GOIÂNIA

22.01.2012

GOIÂNIA

3-0

CLUBE JAÓ

22.01.2012

ALIANÇA

6-1

CRAC

25.01.2012

CLUBE JAÓ

6-0

CRAC

25.01.2012

ALIANÇA

3-2

GOIÂNIA

05.02.2012

CLUBE JAÓ

2-1

ALIANÇA

05.02.2012

GOIÂNIA

5-3

CRAC

01.02.2012

CLUBE JAÓ

2-0

GOIÂNIA

01.02.2012

CRAC

1-4

ALIANÇA

29.01.2012

CRAC

0-5

CLUBE JAÓ

29.01.2012

GOIÂNIA

1-1

ALIANÇA

 

 

 

J

V

E

D

GP

GC

PG

01º

CLUBE JAÓ

06

05

02

01

19

07

17

02º

GOIÂNIA

06

03

03

02

19

12

12

03º

ALIANÇA

06

03

01

02

16

09

10

04º

CRAC

06

00

00

06

06

32

00

FINAL

08.02.2012

GOIÂNIA

0-0

CLUBE JAÓ

12.02.2012

CLUBE JAÓ

2-2

GOIÂNIA

 * COM ESTES RESULTADOS, O CLUBE JAÓ DE GOIÂNIA SAGROU-SE CAMPEÃO GOIANO – FEMININO DE 2012.

 

 

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Protegido: Goiás EC de Itumbiara (GO)

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nov 162012
 

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Protegido: Trindade EC de Goiás

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nov 152012
 

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Protegido: União ECI de Goiânia

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nov 152012
 

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Protegido: Botafogos de Goiás

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nov 152012
 

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Protegido: CA Ferroviário de Goiânia

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nov 152012
 

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Protegido: Esporte Clube Goianás (GO)

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nov 152012
 

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Protegido: Escudo do CRAC de Catalão (anos 40)

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nov 132012
 

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Protegido: Primeiro escudo do Anapolina (GO)

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nov 132012
 

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O Vila Nova Esporte Clube Porangatuense é uma agremiação do município de Porangatu (GO). A equipe disputa o Campeonato Municipal de Futebol e também o Norte Goiano. Seu principal rival rival é o Porangatu Atlético Clube.

 

 

O PAC – Porangatu Atlético Clube é uma agremiação do municipio de Porangatu (GO).  Disputou o Campeonato do Norte Goiano de Futebol de 2007, organizado pela Liga Desportiva do Norte Goiano (Lidengo), do qual foi campeão. O clube é mantido pela prefeitura de Porangatu através da Lei 2239-06 do município. O PAC manda os seus jogos no Estádio Estádio Municipal Porangatu.

CURIOSIDADE - O nome “Porangatu” é um termo de origem tupi que significa “bonito e bom“, através da junção dos termos porang (bonito) e katu (bom).

 

FONTE: Wikipédia

 

 

 

 

 

Fonte: Federação Goiana de Futebol

 

Em 25 de outubro de 1945, foi inaugurado o Estádio Pedro Ludovico, em Goiânia – GO, com a realização do jogo abaixo:
GOIÂNIA E. C. 1-0 C. A. JUVENTUS (SP)
Competição: Amistoso.
Data: 25/10/1945
Local: Estádio Pedro Ludovico.
Renda: Cr$ 30.000,00 (aproximadamente).
Árbitro: José Cruz (São Paulo).
Gol: Pequetito (37 minutos do 1º tempo).
GOIÂNIA: Bazola; Pixe e Dado; Pão Duro, Pizoti e Geraldo; Gil, Riquinho, Pequitito, Navarro e Puglieci.
JUVENTUS: Chiquinho; Diogo e Belacosa; Curti, Ortega e Nico; Ferrari, Paulo, Niquinho, Nelson e Zali.

Fonte: Jornal do Brasil.

 

Escudo atual

O Campinas Futebol Clube, do bairro de Campinas em Goiânia, participou do primeiro campeonato Goiano em 1944, com mais 4 clubes: Atlético, Goiânia, Goiás e Vila Nova, ficando com a ultima colocação.

Em 1946, volta ao campeonato com o nome de Associação Bancaria de Goiás, disputando também nos anos 47 e 48. Em 1950 muda novamente de nome para Associação Mariana de Esportes, embora só vá disputar novamente o campeonato da 1ª divisão em 1955, 56 e 57.


Em 1958, muda novamente de nome para Associação Campineira de Esportes, disputando os campeonatos de 58 a 63.


Em 1964, volta ao nome original, Campinas Futebol Clube disputando os campeonatos de 64 e 65, e nos anos de 71 e 72. Em 1964 a Campineira dá origem ao Campinas Futebol Clube que em 1968 se fortaleceria ao se juntar com a equipe do Vila Aurora mantendo seu nome original. O Campinas Futebol Clube se consagrou com o tempo e revelou jogadores como Fernandinho que mais tarde brilhou no Vila Nova e jogou ao lado de Pelé no Santos. Em 1973 ja mais consolidado e com patrimônio que incluia sede social, o Campinas faz uma fusão com o Vila Nova. Vários jogadores do Campinas foram incorporados ao elenco do Vila Nova, conquistando inclusive o campeonato goiano de 73.

Na sua curta duração como clube da elite o Campinas Futebol Clube teve vários momentos de glória e agora essa saga continua através de um trabalho social.

Escudos antigos

Fontes:

Artigo do membro Antonio Mario Ielo: http://cacellain.com.br/blog/?p=2313   http://www.campinasfutebolclube.com.br/index.htm

 

Protegido: União Operária de Anápolis (GO)

 08. Gerson Rodrigues, Escudos, Goiás  Digite sua senha para ver os comentários.
abr 062012
 

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Mineiros Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Mineiros (GO). A Águia do Vale (sua alcunha) foi fundado no dia 20 de janeiro de 1977. O Mineiros manda seus jogos no Estádio Odilon Flores (capacidade para 7 mil torcedores). A Águia do Vale já conquistou dois títulos: os campeonatos goianos da Série C (2003) e da Série B (2004). Atualmente, a equipe está na Série B de Goiás.

 

Ferreirinha Esporte Clube
Fundado em 01 de Outubro de 2010
Endereço: Rua Pedro Gonçalves Filho Qd.7 Lt.41 Telefone: (64) 9902-1814 // 9251-5677
CEP: 76200-ooo – Iporá-GO.
Estádio:Fereirinha
Site oficial: http://ferrerinhaesporteclube.blogspot.com/

história do Ferreirinha começou a se desenhar em 2010, quando amigos se encontravam no fim de semana para ir vêr jogos na cidade. Tiveram a idéia de colocar um time no campeonato amador regional . O Ferreirinha logo se destacou, tornando-se o grande Campeão na 3º divisão edição 2010/2011.

 

VISITEM MEU BLOG:

http://mundodosescudos.blogspot.com/

 

Mais um novo clube goiano, o Associação Atlética Goiatuba que disputará a terceirona este ano. Cabe ressaltar que o Goiatuba EC também participará da mesma competição.

Segue abaixo o escudo do clube:

aagoiatuba

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