O Cotinguiba Esporte Clube é um clube esportivo e social de Aracaju, capital do estado do Sergipe. Fundado no dia 10 de outubro de 1909, é o primeiro campeão estadual do Sergipe e conquistou o campeonato em 1918, 1920, 1923, 1936, 1942, 1952 e 1957. É conhecido como o Tubarão da Praia.

Com o nascimento do Cotinguiba Esporte Clube a vida sócio-esportiva sergipana começa a se organizar. Sensível aos anseios da gente sergipana, um valioso grupo de intelectuais e desportistas deu início às demarches para a criação da agremiação.A data oficial de fundação é 10 de outubro de 1909. Na ocasião lá estavam os mais autênticos representantes das famílias Franco, Leite, Rollemberg, Garcez e Vasconcelos. Seus primeiros sócios e dirigentes.

Era, pois, um clube elitista. Criado e dirigido pelo ‘high-society”.Nasceu onde ainda hoje vive. Tomou o nome de Cotinguiba em homenagem ao rio que nos separa da Barra dos Coqueiros.Depois o rio mudou de nome nesta região e passou a se chamar Rio Sergipe, de acordo com determinação emanada do Poder Legislativo.Começou com o remo e, já no ano seguinte, arrebatava, triunfal-mente, a primeira colocação do primeiro campeonato de remo.

O futebol veio logo depois, em 1916, quando foi criada a Liga Desportiva Sergipana, e era praticado na Praça da Conceição, primitivo nome da praça Pinheiro Machado, que depois passou a ser denominada de Praça Tobias Barreto, com um monumento ao centro, em homenagem ao gênio sergipano. Os rivais do remo, das regatas, passavam a ser, também, rivais no futebol.

Equipe do Cotinguiba
Em 1918 começam, precariamente, os Campeonatos e o Cotinguiba saiu na frente, conquistando o 1º título. No ano seguinte, 1919, não houve campeonato, mas os dois clubes ganharam um terreno, cedido por Adolfo de Faro Rollemberg, para ser preparado e utilizado como campo de futebol. Foi o Campo do Adolfo, que durante pelo menos três décadas sediou as partidas de futebol, abrigou desfiles cívicos e estudantis, festas e outros eventos. Em 1920 o Cotinguiba ganhou de novo.
Voltou a ser campeão sergipano em 1923 e depois somente em 1936. Voltou a ser campeão no ano de 1942 e em 1952.
Cotinguiba campeão de 1942
Na década de 40, o Tubarão encontra seu ponto culminante na administração de Clóvis Cardoso, homem que modificou o cenário arquitetônico de Aracaju, realizou consideráveis reformas na sua sede, surgindo a feição mediterránea que até hoje possui, apesar da rebeldia de algumas reformas que ali foram realizadas em outras gestões.
Foi o primeiro campeão de Remo, Futebol, Voleibol, Basquetebol, Pedestrianismo e Natação. No ocaso da década de 50 surgiu em nossa Capital o Futebol de Salão. No futebol conquistou mais um título em 1957.
 Cotinguiba campeão de 1957
 Com o passar do tempo, a rivalidade com o Sergipe caia e terminava desaparecendo. É quando entra em cena a Associação Desportiva Confiança, que passa a ser o principal rival do Clube Esportivo Sergipe. Tal fato coincide com a implantação do profissionalismo do futebol sergipano, o que significa mais exigências, compromissos, formação de equipes remuneradas, a corrida em busca do público pagante para lotar os estádios e dos auxílios do Poder Público, que é, em si, um capítulo da história do futebol em Sergipe. Com o domínio do futebol sergipano pelo Sergipe, Confiança e Itabaiana, o Cotinguiba perdeu espaço no futebol sergipano.
Em 1975 ficou em 4° lugar no sergipano e em 1977 também fez boa campanha. Nos anos 90 ainda se mantinha no futebol profissional, mas não acompanhando o ritmo da dupla de ferro da capital.
Em 1996 acabou sendo rebaixado juntamente com o Propriá para a segunda divisão sergipana.No ano seguinte ficou em 4° lugar na segunda divisão, longe do acesso.
O Cotinguiba voltou aos gramados em 2005, eliminado nas semifinais da segundona pelo Olímpico Pirambu com duas derrotas. Em 2006 acabou afastado do campeonato por seu estádio não atender aos padrões exigidos pela FSF.
Disputou os campeonatos de 2007 e 2008, mas em 2009 acabou não disputando a segunda divisão.
O Cotinguiba manteve sua sede social, promoveu festas, praticou outros esportes, ainda hoje tem o Remo que o consagrou, sendo que a sua sede é uma das mais importantes de Aracaju.
Escudos Anteriores
Hino (Autor: Gilson Nascimento)

Tubarão da Praia
Sou tubarão da praia, 
Sou campeão na bola e na raia,
Sou do time de valor,
Sou Cotinguiba com muito amor
Sua história relevante,
Vai sempre evocar esse time vibrante,
Sua torcida brava: “Pra frente guerreiros!”
Sou Cotinguiba, somos pioneiros.

O tempo passa, mas fica a lembrança,
Quem tem fé, tem esperança,
Decano da fundição sua morada é no meu coração,
Amo essa camisa querida,
Sou Cotinguiba por toda vida.

Sou tubarão da praia, 
Sou campeão na bola e na raia,
Sou do time de valor,
Sou Cotinguiba com muito amor.

 

FONTES: Revista Vida Sportiva – História dos Clubes Nacionais

 

Fonte: A Época / RJ

 

O Ypiranga Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 22 de Julho de 1915, com o nome de Smart Athletic Club, nas cores vermelha e branca, sediado no Bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Os Fundadores: Alberto Garcia, Arthur Cardoso, Clóvis Ribeiro, Edgard Corrêa Gama, João Gomes, Joaquim Lyra, Júlio Guanabara, Mário Pinto Fonseca e Sandoval Silva.

1917: fusão com a Black & White dá origem ao Ypiranga

Após 23 meses, o Smart Athletic Club se fundiu com o Black & White Football Club, da Tijuca, na terça-feira em 19 de Junho de 1917, dando origem ao Ypiranga Football Club. A sua Sede ficava localizada no Bairro da Praça da Bandeira. As cores também foram alteradas para o preto e branco.

A directoria do Smart Athletic Club, filiado a Metropolitana fez entrar na secretária dessa instituição um officio communicando a mesma ter mudado seu nome para Ypiranga Football Club, conforme deliberaram seus associados na última assembléia levada a effeito.

A Primeira Directoria com o nome de Ypiranga Football Club foi composta da seguinte forma:

Presidente - Amâncio Ribeiro de Souza;

1° Vice-Presidente - Antônio de Guimarães Moraes;

2° Vice-Presidente – Fernando Veiga Pinto;

Procurador - Joaquim Alves;

Captain Geral - Antônio Dias da Silva;

Vice-Captain - Adalberto Mello.

 

1918: Vice-campeão Carioca da Terceira Divisão

O Ypiranga participou do Campeonato Carioca da Terceira Divisão da 1918, no qual terminou como o vice-campeão. Aliás, das seis equipes que disputaram o certame somente o escudo do Ypiranga ainda não tinha sido encontrado. Os participantes foram:

Esperança Football Club (de Bangu);

Sport Club Everest (da Tijuca);

Hellênico Athletico Club (do Rio Comprido);

Metropolitano Athletico Club (do Méier);

Tijuca Football Club (da Tijuca);

Ypiranga Football Club (da Praça da Bandeira).

No ano seguinte (1919),  o Ypiranga, já sediado no Centro do Rio, disputou, novamente, a Terceirona, ficando na 3ª colocação no geral. Em 1920, voltou a disputar o Campeonato Carioca da Terceira Divisão, terminando em 5º lugar. Em 1921, mudou de Sede passando a se fixar no Bairro de Cascadura.

Em junho de 1926, mudou novamente a denominação, passando a se chamar: Dramático Athletico Club. Cores: preto e branco.

OUTROS YPIRANGA:

1. Ypiranga Football Club 29/06/1911 Rua Eugênia, Rio Comprido
2. Ypiranga Football Club Divulgado em 1912 Rua Vaz de Toledo, Eng. Novo
3. Sport Club Ypiranga 12/05/1912 Maracanã-Botafogo
4. Ypiranga Football Club 24/06/1914 ?
5. Ypiranga Athletic Club 18/09/1914 São Cristóvão
6. Ypiranga Football Club*********** 22/07/1915 Centro-Cascadura
7. Sport Club Ypiranga 25/07/1916 Vila Isabel
8. Ypiranga Suburbano Football Club 10/10/1917 Bento Ribeiro

 

FONTES: O Imparcial – O Paiz – A Época – Revista Vida Sportiva – Pedro Varanda

 

 

O Tijuca Football Club foi o vice-campeão do Torneio Início da Terceira Divisão de 1918. O Campeão foi o Esperança Football Club, de Bangu.

Na foto é possível ver a bandeira, nos seus mínimos detalhes, do Tijuca FC.

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

Royal Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A equipe Alvirrubra foi Fundada na quinta-feira, do dia 31 de Julho de 1913. A sua 1ª Sede ficava na Rua da Piedade, nº 98, no Bairro Piedade – Zona Norte do Rio. Depois, em 1917, se transferiu para a Rua Arquias Cordeiro, 314/230 – Méier - Zona Norte do Rio. Ainda no Méier, teve uma sede provisória, em 1918, na Rua Torres Sobrinho, 44. Por fim, a Sede ficava na Rua Souto, nº 105 – Cascadura – Zona Norte do Rio. A sua Praça de Esportesficava na Rua Dias da Cruz, nº 196 (próximo a Estação do Meyer), no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio.

Na esfera futebolística, após diversos torneios, festivais e excursões, o Royal Football Club ingressou na Associação Athletica Suburbana (AAS), em 1915. Na temporada seguinte trocou de entidade, se transferindo para a Liga Suburbana de Football (LSF), em 1916. No dia 12 de Maio de 1918, o Royal Football Club  se fundiu ao Sport Club Brasileiro do Rio Comprido, dando origem ao Metropolitano Athletico Club (que herdou a praça de sports do Royal e a vaga do Brasileiro na Liga Metropolitana).

 Time de 1913: Julinho; Cotia (Cap.) e J. Lourenço; Lino, Bulhões e Pequenino; Joaquim, Prata, Raul, Goivan e Attila.

 Time de 1916: Miro; Hergmann (Rubem) e Quintella (Joaquim Silva); Filóca, Danton e Lourenço; Aguinaldo (Nonô), Sampaio, J. Leite, Haroldo e Graciano.

FONTES: O Imparcial – Correio da Manhã- Jornal do Brasil – Lanterna – Revista Vida Sportiva

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

O Comércio Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Cuiabá (MT). O esquadrão Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 10 de Agosto de 1931, na capital do Mato Grosso.

A Diretoria que tomou posse em 1936, foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Manoel Soares de Campos;

Vice-Presidente - Dr. Henrique José Vieira Neto;

1º Secretário - Álvaro Duarte Monteiro;

2º Secretário - Alcides Leite Pereira;

1º Tesoureiro - Gastão Proença;

2º Tesoureiro - Pioravanti Barbieri;

Orador Oficial - Vasco R. Palma;

Diretores Esportivos - Otávio Leite Pereira, Aclyne Cavalcanti de Mattos e Danglars Canavarros.

Meses depois, o Estádio do Comércio foi construído graças ao empenho do presidente, o farmacêutico Manoel Soares de Campos, nascido no Estado do Rio de Janeiro. Inaugurado na segunda-feira, do dia 07 de Setembro de 1936, surgia o 1º estádio de Cuiabá, situado na Praça de Esportes do Liceu Cuiabano.

O clube foi o 1º Campeão do Campeonato Cuiabano de 1936. Além desse ano, o Comércio esteve presente nas edições de 1937 e 1938. Voltando ao título de 1936, a campanha do Comercio foi a seguinte:

Domingo, dia 04 de Outubro

Comércio

2

X

0

Paulistano

Domingo, dia 25 de Outubro

Comércio

1

X

1

Americano

Domingo, dia 15 de Novembro

Comércio

2

X

0

Tipográfica

Domingo, dia 06 de Dezembro

Comércio

3

X

1

Destemido

Sexta-feira, dia 25 de Dezembro

Comércio

2

X

1

Mixto

Domingo, dia 03/Janeiro/ 1937

Comércio

1

X

1

Dom Bosco

FONTES:  Livro “Reminiscência do Futebol Cuiabano” – O Estado de Mato Grosso

 

 

O Campinas Futebol Clube, da cidade de Campinas-SP, foi fundado na data de 7 de setembro de 1928.

Sua sede ficava na famosa Vila Industrial, daí ser conhecido como “Tricolor Vilense”.  Também era conhecido por “Moleque Apeano”.

Os fundadores do Campinas Futebol Clube foram Guido Bonturi, Adolpho Bonturi, Dino Bonturi, Antônio Bento Gonçalves, José Tavil, Firmino Gomes, Afonso Guarulhos, Álvaro Urbano, Antônio Ferreira e o esportista Elegância.

Seu primeiro presidente foi o senhor Francisco Muniz Pacheco.

O “Tricolor Vilense” fazia contra o Guarani FC o famoso derby campineiro. Guarani FC x AA Ponte Preta era o clássico máximo.

Dentre suas principais conquistas, destacamos: Campeão da Terceira Região da APEA em 1931, Campeão da Série Campineira de 1934 e Campeão do Torneio Início da Liga Campineira de Futebol em 1935 e 1937.

O Campinas Futebol Clube encerrou suas atividades na década de setenta.

Fontes: A Gazeta (dos anos de 1931 e 1932) e o historiador Celso Franco.

 

Fonte: Vida Sportiva / RJ

 

Fonte: Bahia Illustrada / BA

 

FONTE: Acervo de Marcelo Santos, Marcelão, ex-goleiro da Cabofriense 

 

 Em pé: Valdir. Enio Rodrigues. Oby. Valdo. Ivo e Orlando.

Agachados: Carlito. Breno. Pedrinho. Enio Rodrigues e Orcely.

 

Esquadrão do Renner de Porto Alegre no primeiro jogo contra a Seleção Alagoana em excursão a Alagoas

Em 1954 o Renner de Porto Alegre jogou duas partidas em Maceió. Era o primeiro clube gaúcho a visitar o Estado Nordestino.

Tinha conquistado o campeonato gaúcho da temporada e veio com muito cartaz. Possuía grandes jogadores e, alguns deles terminaram jogando na seleção brasileira.

O 1º jogo aconteceu no dia 27 de dezembro. O Renner perdeu para a Seleção Alagoana por 3 x 2. Um resultado que foi contestado pelos gaúchos que não aceitaram o segundo pênalti marcado pelo arbitro alagoano, Adalberto Silva. O goleiro Valdir de Moraes não quis ficar no gol para a cobrança. O juiz mandou cobrar com o meta gaúcha vazia. Era o gol da vitória alagoana. Orizon fez os dois de pênalti e Géo completou os gols do locais. Joeci e Enio Andrade marcaram para o Renner.

O jogo foi bom até o momento em que o juiz assinalou o segundo pênalti contra os visitantes.

O marcador era de 2 x 2 e demonstrava o equilíbrio entre as duas equipes.

Depois de muita conversa os dirigentes azulinos conseguiram convencer os gaúchos a retornarem ao campo e terminarem o jogo.

Foram os piores momentos da partida.

O Renner fazendo o tempo passar.

A seleção perdeu o interesse pelo jogo e a própria torcida não sentiu mais nenhuma emoção pela vitória.

A Seleção Alagoana venceu com Epaminondas. Dirson e Orizon. Piolho. Zanélio e Mourão. Cão (Helio Miranda). Dida. Cécé. Bequinho (Tonheiro) e Géo.

Três dias depois, no mesmo campo do mutange, o Renner voltou para enfrentar o CSA.

Os gaúchos exigiram que o juiz fosse Aparicio Viana que acompanhava a delegação na temporada pelo Nordeste.

O resultado final foi de 1 x 1.

O CSA com um time bem entrosado realizou uma grande exibição.

O Renner, esquecendo os problemas do domingo, também fez por merecer os elogios.

O publico assistiu um grande espetáculo. Um futebol de alto nível. Os alagoanos começaram de forma arrasadora. Assinalaram seu gol através do ponteiro Géo e realizaram um jogo de boa técnica e rapidez nas jogadas. No segundo tempo, os alagoanos cansaram e os gaúchos continuaram com a mesma regularidade.

E mantendo o ritmo, chegaram ao empate através de Juarez. Foi um grande jogo e que apagou a má impressão deixada na partida anterior quando os lamentáveis acontecimentos envolveram os jogadores do Renner e o juiz Adalberto Silva.

O CSA jogou com Almir. Paulo Mendes e Orizon. Piolho. Zanelio e Napoleão. Italo (Deda). Dida. Sued. Netinho e Géo.

O Renner com Valdir (Albertino). Enio Rodrigues. Léo (Ody). Ivo Medeiros (Gago). Bonzo (Valdo) e Orlando. Carlito. Breno. Pedrinho (Juarez). Enio Andrade e Joeci (Orely).

 

FONTES: Esquadrões de Futebol – Futebol Gaúcho – Wikipédia – História do Futebol Alagoano

 

O Esporte Clube Rondônia é uma agremiação da cidade de Porto Velho (RO). O “Canarinho de Porto Velho” foi Fundado na sexta-feira, do dia 24 de Outubro de 1969. A sua Sede fica localizada na Avenida Sete de Setembro, nº 5.048, no Bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho.

Sob a presidência de Bosco Gouvêa, o Rondônia foi Campeão do Torneio Início de 1982, vencendo na final o Ipiranga pelo placar de 1 a 0. O gol que deu o título saiu aos 18 minutos do segundo tempo, por intermédio do lateral-esquerdo Teixeira. O time foi formado com: Carpanini; Nemézio, Nelson, Izael e Teixeira; Rodilson, Cesário e Jordano; Pinto, Teodózio e Valdemir.

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

 

PS.: O Torneio Início foi realizado, no domingo,  no dia 07 de Março de 1982

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

O Paula Ramos Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Florianópolis (SC). O clube das cores preto, vermelho e branco foi Fundado na quarta-feira, do dia 15 de dezembro de 1937, nas areias da Praia de Fora (atual Beira-Mar Norte).

O clube fora inicialmente criado para a prática da natação. Seus fundadores foram: Porfírio Almeida Gonçalves, João Cristakis, Moacir Schtell, Júlio Ferreira Lobo, Arnoldo Sabino, Adolfo Monteiro Pinto, Rubens Sabino, Abelardo Rupp, Jonas de Oliveira, Dionísio Freitas, Osval Pereira Baixo, Olímpio Monteiro Pinto, Bruno Boos, Adolfo Boos, João José Cunha e Antônio Araújo Figueiredo.

O nome do clube foi sugerido por Dionísio Freitas, em homenagem ao local em que os fundadores da agremiação realizavam suas reuniões, o trapiche Vitorino Paula Ramos. O 1º presidente do Paula Ramos foi Porfírio Gonçalves, tendo Francisco Melo como vice.

No futebol, entre 1937 e 1943, o Paula Ramos participou apenas de competições amadoras. Profissionalizou-se em 1944. Tornou-se bicampeão Citadino de Florianópolis, em 1947 e 1948. Em 1948 foi vice-campeão estadual.

Em 1959, obteve a maior conquista de sua história: o Campeonato Catarinense daquele ano. Os títulos conquistados foram: no Campeonato Citadino de Florianópolis, foram seis conquistadas: 1947, 1948, 1956, 1961, 1962 e 1964. No Torneio Início de Florianópolis, outros dois: 1954 e 1956.

FONTES: Wikipédia – Estado (SC)

 

O Taça Brasil de 1964, foi a sexta edição deste torneio organizado pela, na época, pela Confederação Brasileira de Desportos (atual: CBF), a fim de indicar o campeão brasileiro daquele ano, para definir o representante brasileiro na Taça Libertadores da América de 1965. O Santos sagrou-se campeão pela quarta vez consecutiva, após vencer a final contra o Flamengo.
Esta edição contou com a participação de 22 clubes (21 campeões estaduais e o campeão da edição anterior), sendo que os campeões dos estados de São Paulo e da Guanabara já entravam na fase final.

 

Regulamento

A Taça Brasil de 1964 foi dividida em duas fases. Na primeira os clubes foram divididos nos seguintes grupos: Grupo Norte, Grupo Nordeste (que se enfrentam para decidir a vaga destinada ao Grupo Norte), Grupo Central e Grupo Sul (que se enfrentam para decidir a vaga destinada ao Grupo Sul). Na segunda e decisiva fase, os vencedores da primeira fase enfrentam os clubes pré-classificados na semifinal, e os vencedores decidem o título do campeonato.

Critérios de Desempate

Todos os jogos da Taça Brasil de 1963 foram disputados em modo eliminatório (mata-mata) em dois jogos de ida e volta. A equipe que somar mais pontos passava para a fase seguinte. Caso nos dois jogos as equipes tivessem o mesmo número de pontos (dois empates ou uma vitória para cada lado independente do número de gols entre os jogos) era disputado um jogo extra. Nesta partida, caso persistisse o empate, o time que tivesse o maior “goal-average(média dos gols marcados dividido pelos gols sofridos) nas três partidas da fase era o vencedor. Se mesmo assim o empate persistisse, a vaga seria decidida no cara ou coroa.

O River Atlético Clube, de Teresina (PI) acabou caindo, logo, na 1ª Fase. No primeiro jogo, goleou o Maranhão por 4 a 1. No segundo, o clube maranhense, em casa, venceu por 3 a 2. Sendo assim, foi necessário um terceiro jogo. Nessa partida, o Maranhão venceu por 2 a 1, eliminando o River da Taça Brasil de 1964.

 

 

FONTES: Wikipédia – Site do Buim, de Severino Buim

 

Fonte: O Liberal / PA

 

Fonte: O Liberal / PA

 

Fonte: O Liberal / PA

 

O Esporte Clube Encantado é uma agremiação da cidade de Encantado, que fica a 148 km da capital Porto Alegre (RS). A equipe manda os seus jogos no Estádio das Cabriúvas, com Capacidade para 3 mil pessoas, situado na Rua Guerino Luca, s/n, no Bairro Zacarias, no Encantado.

O “Alvirrubro Encantadense” foi Fundado na terça-feira, do dia 21 de Abril de 1942. A Sede fica localizado na Rua Sete de Setembro, nº 2.204, no Centro da cidade.

História

Em 1º de março de 1942, numa das dependências do Café Sana, reuniram-se os desportistas de Encantado para fundar o Esporte Clube Encantado, tendo sua primeira diretoria formada por: Hugo Madureira Coelho, Presidente Romano De Nes, Secretário Paulo Bergamaschi, Tesoureiro e Armando Reali, como técnico.

Esta diretoria após a organização do Clube, tomou posse a 21 de abril do mesmo ano, data em que ficou oficializada a fundação da Entidade. O esquadrão principal era formado, praticamente dos mesmos atletas de 1940, com a saída de alguns e ingresso de outros.

Em 1949 formavam a equipe principal do Esporte Clube Encantado: Osvaldo, Alcir Periolo, Orlando Lucca, Neudy Bonfanti, Jovino Periolo, Sérgio Nardini, Nelci, Altamir, Nercy Angheben, Avelino Martini, Henrique Treméa, o veterano Leonório Secchi, (Noi) e Vitor Berticelli.

 

Em 19 de junho de 1950, o Prefeito Municipal em exercício, Miguel Luiz Pretto, sancionava a seguinte Lei: “LEI nº 86, de 1º de junho de 1950: Autoriza a doação de uma área de terras situadas na zona suburbana desta cidade à Sociedade ESPORTE CLUBE ENCANTADO, de 21 a 23 mil metros quadrados, para a prática de esportes — Futebol, Vôlei, Tênis e outros semelhantes para educação física. A denominação da Praça de Esportes será “Estádio das Cabriúvas”.

Títulos
Em 1954, o Esporte Clube Encantado, novamente desponta no cenário desportivo gaúcho, sagrando-se Campeão da Zona Leste, na categoria de amadores, a 10 de outubro, ao empatar com o Brasil Futebol Clube de Farroupilha (atual SERC Brasil).

Era Presidente do Encantado o desportista Nicodemo Martini, Secretário Genuino A. Ferri, técnico, Aurélio Hélio Moesch Massagista, Abel Pereira e a Madrinha, Norma Martini.

Em 1958, o Esporte Clube Encantado, disputando na categoria de Profissionais,  2ª Divisão, conquistou o título de vice-campeão da Zona Planalto. Outro título importante foi conquistado pela agremiação em 1967, de Vice campeão da Zona 1 -  Campeonato Estadual 1ª Divisão de Profissionais.
Vitor Berticelli, esforçado batalhador pelo esporte bretão, a partir de 1958, após “pendurar as chuteiras”, devido a uma lesão, passou a dirigir o Esporte Clube Encantado, inclusive como técnico.

Nessa época, durante um recesso do Clube, organizou um time de verão, denominado “Estrela Vermelha”, com os próprios jogadores do Clube, com curta duração. Vitor em 1971, em seu restaurante, onde se reuniam os desportistas, lançou a feliz ideia de convidar, para dirigir o Clube, um grupo de moças fãs do esporte.
1971: Clube elegem diretoria composta por homens e mulheres

Em 16 de agosto de 1971, os desportistas encantadenses elegiam, pela primeira vez no Brasil, a Diretoria do Esporte Clube Encantado, integrada por elementos do sexo feminino, nos cargos principais, com a seguinte constituição:
Presidenta: Jurema Bagatini;

Vice-presidente: Marta Kummer;

Secretária: Dione Maria Pavéglio;

2º Secretário: Lício Caumo;

Tesoureiro: Erno Pederiva;

Técnico: Vitor Berticelli.

Os Departamentos e as Comissões eram formadas por: Gladis Sangalli, Ivone Zanotelli Bigolin, Juraci Spagnollo, Lorena Bergamaschi, Vanira M. Ferri, Carmem Klima, Nedi Sandri, Claudete Cucciolli e Elaine Leite.
Esta Diretoria obteve repercussão de âmbito Municipal, Estadual, Nacional e Internacional, de vez que a imprensa de todo o Brasil comentou o fato, tendo sido convidada para participar de programas de rádio, televisão e jornais.
Em 20 de fevereiro de 1972, o Esporte Clube Encantado iniciava as disputas, visando o Campeonato Gaúcho, tendo como técnico, Marcos Garcia, passando Vitor Berticelli para Diretor de Futebol.

Em 1972, sagrou-se campeão na Categoria de Profissionais, 1ª Divisão, classificando-se para a disputa da Mini Taça Governador do Estado.  Atuaram nesta etapa os atletas: Luiz, João, Hélio, Valdir, Edílio, Eleutério, Mário, Bodinho, Malomar, Enio e lvaldo.
A 8 de agosto de 1972, tendo a Diretoria feminina cumprido seu mandato, foram eleitos para dirigir o Clube, Airto Gomes Aduar Borghetti, como Presidentes e Nelson Bergamaschi e Salin Chanan como vice-Presidentes.
Na fase seguinte o Esporte Clube Encantado, sagrou-se Campeão do torneio da Mini Copa Governador do Estado, classificando-se para a Copa Governador do Estado, em 1973, quando conseguiu o segundo lugar nesta categoria, obtendo o “passaporte” para a Divisão de Honara do Futebol Gaúcho, o “Gauchão”.

Esta classificação foi obtida pelos atletas Franck, Sidney; Valdir, Queco, Edujo, Mário, Celso, Bodinho, Malomar Enio, Ademir, João Radaelli, Nana, Paulo, Joãozinho, Ronaldo, Betinho, Rui, Dilvar e Soares.
Em agosto de 1973, o atleta do Esporte Clube Encantado, Ênio Fontana, foi convocado, pela Federação Gaúcha de Futebol, para integrar a Seleção Gaúcha do Interior a fim de excursionar para o Uruguai, Argentina e Chile. Para disputar o Campeonato da Divisão de Honra, o Esporte Clube Encantado, necessitava de melhores condições de seu Estádio, no que foi favorecido pela Prefeitura Municipal, na gestão de Evaldo Zílio, com a construção de 1.200 metros de arquibancadas de concreto, novos vestiários, sanitários e banheiros, fazendo com que o Estádio das Cabriúvas oferecesse as condições mínimas exigidas.
Antes do início do Campeonato o Esporte Clube Encantado recebia, em seu Estádio, a visita dos dois maiores Clubes do Estado, Grêmio e Internacional em duas partidas amistosas, respectivamente a 23 de junho e 21 de julho de 1974.
A quatro de agosto do mesmo ano, o Encantado, fazia sua estreia oficial no Gaúcho, realizando o maior feito esportivo da temporada, ao enfrentar o Grêmio Porto-alegrense em pleno Estádio Olímpico, vencendo, na primeira etapa, por três a zero. No segundo tempo, o Grêmio, com o auxílio do Juiz, segundo os jornais da época, conseguiu empatar a partida, após a expulsão de dois jogadores do Encantado.
Atuaram nesta partida, incentivados por uma enorme torcida do “Leão do Vale“, os atletas: Franck, Coti, Valdir, Ronaldo Betinho Rui, Nana, Clóvis, Malomar, Enio e Soares. Participaram ainda, João Ferri e Celso, em substituição.

Por diversas vezes o Esporte Clube Encantado participou dos testes da Loteria Esportiva sendo a última no teste nº 223, em Novo Hamburgo, quando perdeu por um a zero.

 

Em 1974, época áurea do futebol encantadense, bem como nas disputas de 1975, atuaram os atletas: José Carlos Franck (Franck), Humberto Chittó (Careca), João Agostinho Ferri (João), Valdir Antônio Virgulino (Valdir), Ronaldo Henrique Becker (Ronaldo), José Valmor dos Santos Rosa (Betinho), Lucrécio Moesch (Queco), Edílio Fontana (Edílio), Ivaldo Boeira Caral (Mickey), Celso Ruschel (Celso), Enio Fontana (Ênio), Adair Lopes Bicca (Adair), Enio Costa (Enio), Cleber Schaeffer (Cleber), Paulo Lopes (Xaxá), Cláudio Ari Mariani (Ari), Adroaldo Signorelli (Adroaldo), Paulo Moacir Rodrigues (Moacir),Rubem Brandão Nunes (Rubem), Eleutério Agnoletto (Telo), Djair Cardoso da Silva (Djair).
Vitor Berticelli da Silva: nos meios esportivos, chegou a ser sinônimo de Encantado. Foi elogiado por muitas pessoas importantes no futebol como pelo Diretor do Departamento Profissional da Federação Gaúcha, Gastão Prudente, que disse: “todos os clubes do interior deveriam ter um Vitor Berticelli”.

 

Vitor, na famosa partida do E.C.E. contra o Grêmio, prometera que viria de Porto Alegre a Encantado, a pé, caso seu time vencesse. O Grêmio, depois de estar perdendo por três a zero, conseguiu aos 46 minutos do segundo tempo, empatar a partida, que já estava em 3 a 2.

 

O Esporte Clube Encantado, em 1975, tendo de volta, como técnico, Vitor Berticelli e na presidência Raimundo Bolsi, disputou a Copa Cícero Soares, sagrando-se Campeão, com todos os méritos, fazendo jus ao prêmio de Cr$ 20.000 (Cruzeiros) na época.
Em outubro de 1975, o E.C.E. apareceu, em destaque, juntamente com o Internacional, na capa da Revista Carnet, em sua edição de nº 37, com os componentes de seu quadro principal, com a legenda: “O Esporte Clube Encantado é uma das novas tradições do futebol gaúcho”.

 

Em 1979, o E.C.E., sob a Presidência de Adroaldo Conzatti, assessorado por Nédio Debortolli, Vitor Berticelli como técnico e como preparador físico e jogador Enio Fontana, disputou o Campeonato da Divisão de Acesso entre 25 Clubes do Estado.

Neste período, o atleta Ênio Fontana, abriu mão de seu passe junto ao Joaçaba de Santa Catarina, para atuar pelo Encantado, numa atitude louvável. Nesta Categoria o Encantado classificou-se para a segunda fase da Divisão de Acesso.

Disputou ainda, neste ano, a Copa Vale do Taquari classificando-se em primeiro lugar, entre oito equipes. Atuaram nesta copa os atletas: Devitt, Didi, João, Queco, Tuti, Evaldo, Chico, Roque, Mamo, Babá, André, Leonardo, Arcari, Gringo, Noemir Radaelli, Moriggi, Roque e Jacaré.

Em 2006, o time ficou fechado, porém em 2007 em parceria com Mauro Galvão, o Estádio foi remodelado, e seu plantel remontado.

 

 Colaborou: Rosélio Basei

FONTES: Wikipédia – Livro de Gino Ferri -  “Encantado -Sua História, Sua Gente” – Jornal Antena – Blog Times do RS

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