O Ramos Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvianil foi Fundado na sexta-feira, do dia 23 de Maio de 1930, como Ramos Athletico Club, por um grupo de rapazes moradores e negociantes da Rua Dr. Noguchi, em Ramos, resolveram por iniciativa do desportista Antonio Pereira Mattos Filho.

A reunião aconteceu na Sede do Centro Beneficente Pedro II (ficava na Rua Dr. Noguchi, nº 104, no Bairro de Ramos), para tratarem da formação do mesmo nessa reunião depois de discutidas várias idéias ficou deliberado nomear uma junta governativa, com  plenos poderes para aquisição de campo, Sede e a elaboração do Estatuto do clube.

Também ficou definido a 1ª Diretoria, constituída da seguinte forma:

Presidente - Jacomo de Souza Lima;

Secretário - Arthur Bernard;

Tesoureiro - Antonio Pereira Mattos Filho;

Comissão para elaborar o Estatuto - Didimo de Aguiar, Leonel Dias Alves de Oliveira e Antonio Pereira Mattos Filho;

Ramos inaugurou a sua Sede e a Praça de Esportes

No início de 1931, a agremiação alterou a sua nomenclatura para Ramos Football Club. Além do futebol, o clube também contava com outras modalidades: Ping-pong (Tênis de Mesa), Ciclismo, Atletismo, entre outros.

Na sexta-feira, do dia 28 de agosto de 1931, foi eleita a 2ª Diretoria, já com o novo nome (Ramos Football Club):

Presidente de Honra - Antonio Pereira Mattos Filho;

Presidente - Manoel da Costa Júnior;

Vice-Presidente - Leonel Dias Alves de Oliveira;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário - José Alves Barbosa;

2º Secretário - Moacyr Freire;

1º Tesoureiro - Domingos Ribeiro;

2º Tesoureiro - Augusto de Oliveira;

1º Procurador - Laurino dos Santos Aguiar;

2º Procurador - Manoel Machado Esteves;

Comissão de Esportes - Jacomo de Souza Lima Sobrinho, Antonio Cabral, Fioravante Conde;

Conselho Fiscal - Manoel de Oliveira Junior, Antonio Ferreira, Antrovino M. Vieira dos Santos, Manoel Fernandes;

Comissão de Sindicância - Candido Machado, Augusto de Aguiar e José Neves.

 

Após erguer a Sede ‘Palacete Esteves’, localizado na Rua Dr. Noguchi, nº 139 – Bairro de Ramos – Zona Norte do Rio, foi inaugurado no sábado, do dia 24 de Outubro de 1931, a sua Praça de Esportes, que ficava do lado da sede, no número 186 a 226. O telefone da secretária do clube era: 9-6426.

Excursões

Em 1932, além dos amistosos e festivais, o Ramos fez algumas excursões. No domingo, do dia 10 de abril, foi até Niterói, a convite do Boaventura Football Club, onde enfrentou o Independência Football Club, de Nilópolis. No domingo, do dia 27 de Novembro, se deslocou até Barra do Piraí.

No início de Novembro de 1932, foi eleita a 3ª Diretoria, composta da seguinte forma:

Presidente - Romeu Dias Pino;

Vice-Presidente - Jacomo de Souza Lima Sobrinho;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário - Nelson Andrade;

2º Secretário - Manuel Machado Esteves Filho;

1º Tesoureiro - Antonio Aguiar;

2º Tesoureiro - João Coutinho;

Diretor de Patrimônio - Didimo Soares de Aguiar;

Diretor de Esportes - Antonio Cabral;

Conselho Fiscal - Antonio Leopoldino Conceição, Lourival Nascimento e Luiz de Almeida Claro;

Comissão de Sindicância - Benedicto Rebello, Tenente Luiz de Faria e Candido Machado;

Diretor de Futebol - Moacyr Freire;

Diretor de Ping-Pong - Joaquim Ferreira da Silva.

 

Ramos se filiou na Liga Metropolitana

Na sexta-feira, do dia 10 de Março de 1933, o clube deu entrada para a filiação na secretaria da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), da Liga Futebol Carioca.

Lembrando que em 1933, a LMDT, que organizou os campeonatos de janeiro até 1932, tornou-se uma “Sub-liga” menor amadora da Liga Futebol Carioca. Em 1935, o LMDT estava extinto, e os clubes se juntaram à Federação Metropolitana de Desportos (FMD).

O Ramos Football Club fez uma contração de peso: Alcides de Souza, mais conhecido nos meios esportivos por Medonho. O arqueiro defendeu por várias temporadas o Bonsucesso Futebol Clube.

No domingo, do dia 26 de Março de 1933, foi eleita a 4ª Diretoria, composta da seguinte forma:

Presidente - Romeu Dias Pino (reeleito);

Vice-Presidente - Victorio Caruso;

Secretário Geral - Bernardino de Souza;

1º Secretário – Moacyr Freire;

2º Secretário - Manuel Machado Esteves Filho;

1º Tesoureiro - Joaquim Gomes;

Diretor de Patrimônio - Jacomo de Souza Lima Sobrinho;

Diretor de Esportes - Antonio Cabral;

Conselho Fiscal - Antonio Aguiar, Luiz de Almeida Claro e Benedicto;

Rainha do clube - Maria de Lourdes Esteves.

 

Vice-Campeão de 1935

Foi Vice-campeão do Torneio Início do Sport Menor do Distrito Federal de 1935. As disputas aconteceram no campo do São Cristóvão. O Ramos eliminou o Carbonífero (1ª fase); depois o Portuense (Semifinais) e acabou perdendo na final para o campeão: Sport Club Império.

 

Participou da Torneio Aberto da Liga Carioca de 1936

No mês de agosto de 1936, se filiou na Sub-Liga Carioca de Football. Também participou do Torneio Aberto da Liga Carioca de 1936. Estreou vencendo o Carbonífera Football Club, por 3 a 1, no domingo, do dia 5 de Abril, no campo do Bonsucesso Futebol Clube.

Na 2ª fase, no domingo, no dia 12 de abril, empatou em 0 a 0 com o Sudan A.C., no Estádio das Laranjeiras. Com isso, foi necessário outro jogo, que aconteceu no domingo, no dia 19 de abril, e o Ramos goleou o Sudan A.C. por 5 a 2, no Estádio da Rua Campos Sales (propriedade do América Football Club), no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.

 

Foi goleado pelo América Football Club: 12 x 0  

No domingo, do dia 21 de junho, o seu maior adversário: América Football Club, no Estádio das Laranjeiras. O resultado foi uma derrota acachapante: 12 a 0. Os gols do Mecão foram de Constancio (sete vezes), Orlandinho (três tentos), Lino e Mamede um gol cada.

Com o resultado foi para a repescagem, e acabou sendo eliminado ao ser goleado pelo Carbonífera Football Club, por 5 a 1, no domingo, do dia 12 de julho.

No início de novembro de 1936, o Ramos Football Club inaugurou os Departamentos: Infantil, Publicidade e Feminino.

 

Ramos ingresso na Liga Carioca de Athletismo

Na sexta-feira, do dia 19 de Fevereiro de 1937, entrou com pedido de filiação na Liga Carioca de Athletismo (LCA). O Ramos seguiu realizando amistosos e com resultados positivos. Num espaço de 12 dias, conquistou três importantes triunfos.

No Domingo, do dia 02 de Maio de 1937, foi até a cidade de Porto Novo (MG), e venceu o Commercial Football Club  por 2 a 1. Uma semana depois (Domingo, do dia 09 de Maio de 1937), acabou com a invencibilidade do Sport Club Ideal, em Parada de Lucas, pelo placar de 4 a 2. E na sexta-feira, do dia 14 de Maio de 1937, goleou os Medidores da Edison, por 6 a 2, no Estádio de Teixeira de Castro (propriedade do Bonsucesso Futebol Clube).

 

A partir de 1938, 1939 e 1940, foi encontrado alguns amistosos do Ramos Football Club, mas numa proporção menor se comparado aos anos anteriores. A sua última aparição, aconteceu na Taça Prefeito Henrique Dodsworth (Foi interventor no antigo Distrito Federal (Rio de Janeiro), de 11 de novembro de 1937 a 3 de novembro de 1945.), em 1941.

O Ramos ficou na chave do 11º Distrito (Penha) que contou com 12 equipes: Associação Atlética Braz de Pinna; Capella Football Club; Campista Football Club; Itaoca Football Club; Manguinhos Athletico Club; Mineral Football Club; Pouca Sorte Football Club; Saldanha da Gama Football Club; Sport Club Inhaúma; Sport Club Jovial; Villa Turismo Football Club.

 

Presidentes:

Jacomo de Souza Lima (1930/31);

Manoel da Costa Júnior (1931/32);

Romeu Dias Pino (1932/33 e 1933/34);

Victorio Caruso (1933/34 e 1936/37);

Victorino Carmo (1934/35);

Alberto Ferreira dos Santos (1939);

 

Time base de 1931: Tosquia; Conde (Manoel) e Palhaço {Cap. (Bolão)}; Juvenal (Nico), Lemos e Lotufo I; Alberto (Vera), Santinho (Cruz), Doce (Byra), J. Diogo (Augusto) e Manduca (Lotufo II). Reservas: Jorge, Bibi, Annibal, Feliciano e Alicio.

 

Time base de 1932: Rubens; Bolão e Armando (Martins); Nico, Ivo e Russo (Lotufo I); Santorio, Bibi (Cap.), Manoelzinho (Caetano), Ferreira (L. Silveira) e Niquinho (Alicio). Reservas: Carlinhos, Coelho I, Coelho II e Zeca.

 

Time base de 1933: Medonho (Isca ou Durval); Fernandes e Octavio (Canhoto); Russo (Claudio), Alfinete (David) e Souza; Carlos, Lotufo, Peixinho (Manteiga), Pimenta (Varela) e Pedrinho (Jaguarão). 

 

Time base de 1934: Ramos; Zezinho e Octavio; Tino (Batista), Mello I e Ângelo (Jair); Nelson (Caruso), Ernesto, Memé (Ely), Flly e Mello II. Reservas: Parreiras e Remo.

 

Time base de 1936: Moraes; Zezinho e Octavio; Dino, Manoelzinho e Cascudo; Mino, Ângelo, Jamico, Velha e Miro. 

 

P.S.: Não confundir essa agremiação com o Ramos Football Club (verde e branco), que disputou o Campeonato Carioca da 1ª Divisão, em 1924. Na mesma época (anos 30), existiu outro homônimo: Ramos Club, que ficava localizado na Rua Leopoldina Rego, nº 44, no Bairro de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. 

 

FONTES: A Batalha – A Manhã – A Esquerda – Diário Carioca – Diário da Noite – Diário de Notícias – Jornal do Brasil (JB) – Jornal do Commercio – Jornal dos Sports – O Imparcial – O Jornal – O Radical – Revista Lusitania – Revista Suburbana

 

Magno Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os Mulatinhos Azuis‘ foi Fundado no dia 15 de Agosto de 1913, tinha a sua Sede era próxima à Estação Magno (atual Estação de Madureira), na Rua Carolina Machado, 206; e o Campo na Estrada Monsenhor Félix, 302, ambos em Madureira, na Zona Norte do Rio.

Era o grande rival do Fidalgo. Que por sinal, em 1934 Magno e Fidalgo se fundiriam, passando a se chamar Madureira Athletico Club. A escolha das cores se fez da seguinte forma: o azul (Magno), roxa (Fidalgo) ebranca (comum a ambos).

Entretanto, o Magno depois acabou desistindo da fusão. Já o Fidalgo, mesmo sozinho manteve a ideia e tocou o projeto, com a nova nomenclatura de: Madureira AC (lembrando que na década de 70 o Madureira AC se juntou com outros clubes locais, virou Madureira EC e adotou as cores atuais).

Magno tem os títulos Suburbanos, pela Associação Athletica Suburbana (AAS) , em 1916 (Primeiros Quadros) e 1918 (Terceiros Quadros). Time-base de 1916: F. Heitor; Mello e Ribeiro; Camargo, Antônio e Laranjo; S. Lima, José, Monteiro, Paiva e Manoel B.

Fontes: Rsssf Brasil – O Imparcial – O Radical – Revista Suburbana

 

O Sport Club Albano foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Grêmio Albanista foi Fundado no Domingo, do dia 11 de Agosto de 1929, pelos seguintes desportistas: Drs. Álvaro Dias, José Fonseca Marques, Galdino José da Silva, Álvaro Silva, Antonio Aguiar, Aristides Aguiar, Oswaldo Souza Neves, Aristides de Paula Ribeiro, Manoel de Almeida e José Godoy. As suas cores eram o verde e branco.

A sua 1ª Sede ficava exatamente, na Rua Albano (nome do clube foi uma homenagem a esta rua), em Jacarepaguá (Atual Praça Seca). Depois o 1º Presidente Galdino José da Silva conseguiu a mudança para a Rua Barão, nº 200, na Praça Sêcca, onde ficava a Sede e a Praça de Esportes, em 1930. No local, um estupendo gramado, quadras de Voleibol e Basquetebol, mesas de ping-pong (Tênis de Mesa), Damas, Gamão, etc.

No mesmo ano, o clube adquiriu um casarão, na Rua Candido Benício, nº 500 (sobrado), na Praça Seca, com vastos salões, onde ficou a Sede. Assim, a Rua Barão ficou como a Praça de Desportes. Na Sede eram realizados diversos bailes, festas de grande destaque na região de Jacarepaguá.

O Sport Club Albano participou de diversas competições relevantes, como o Campeonato Carioca de 1932 e 1933, organizado pela LMDT (Liga Metropolitana de Desportos Terrestres) da Liga Brasileira de Desportos (LBD).

Time base de 1932: Jagunço; Caneta e Toledo; Agostinho (Jorge Pereira), Gunça (Catraia) e Tesomos (Norival); Rubens (Nelsinho), Antenor (Hilário), Zezé (Arnaldo), Zezinho (Betto) e Pedrinho.

FONTES: Jornal dos Sports – A Esquerda – A Batalha – Revista Suburbana

 

FONTE: O Liberal

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Sport Club Belém é uma agremiação da cidade de Belém (PA). A sua Sede fica localizado na Rua dos Comerciários, nº 15, no Bairro do Souza, em Belém. O rubro-negro foi Fundado na quinta-feira, do dia 2 de dezembro de 1965, no cassino de oficiais da Aeronáutica.

No entanto o futebol do “Dragão da Maracangalha“, como é conhecido devido à junção do seu mascote com o bairro Belenense, só foi implantado dois anos depois de sua fundação.

Chegou a ser considerado como a 4ª força do futebol paraense, atrás apenas de RemoPaysandu e Tuna Luso. A tradição do Dragão o levou a disputar o Campeonato Brasileiro da Série B em duas ocasiões, em 1971, quando terminou na 20º colocação entre 23 equipes, e em 1986, quando terminou na 31ª posição entre 36 equipes.

Foram 14 partidas no total das duas edições. É o único que, dos clubes menores que participaram da fundação da Federação Paraense de Futebol, em 1969, sobrevive até os dias de hoje.

Apesar da pouca quantidade de torcedores da capital paraense, é o único time pequeno de Belém que não mudou sua sede para cidades do interior do estado, como fizeram o Independente (Tucuruí) Santa Rosa(Mãe do Rio). Seu atual presidente é Antônio Gomes da Silva, e o vice é Carlos Alberto da Rocha.

FONTES: Wikipédia - O Liberal 

 

O Yamada Clube de Belém é uma agremiação da cidade de Belém (PA). A  história começou em 1931, quando desembarcou em Belém um grupo de imigrantes japoneses da família Yamada. Dezenove anos depois, o avô Yoshio, e seu filho, Junichiro fundou as Lojas Y.Yamada, que oferecia ao público de implementos agrícolas em geral, motores marítimos e industriais, máquinas de costura e geradores.

O tempo passou, a empresa cresceu e outras idéias surgiram. Dentre elas criar um clube. Então, na década de 50, nascia o Yamada Clube, conhecido carinhosamente como ‘Agremiação Nipônica‘. A sua Sede fica localizado na Rua Senador Manoel Barata, 400, no Bairro Campina, em Belém. As cores eram vermelho e branco, uma homenagem a bandeira do Japão. Posteriormente, trocou o branco pelo preto, ficando rubro-negro.

Campeão da Segundona de 1959

O primeiro triunfo aconteceu no Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 1959. Na goleada por 4 a 1, sobre o União Esportiva, em 17 de Abril de 1960. Em 1960 e 1961, o Yamada disputou a Elite do Futebol do Pará.

Depois o clube se ausentou. Em 1986, o Rubro-Negro Nipônico retornou. Disputou a Segundona. Mesmo sem chegado na final, acabou recebendo um convite para jogar o Campeonato Paraense da 1ª Divisão de 1987.

Campeão da 1ª Divisão de Juniores e 1986

Ainda em 1986, o  Yamada Clube foi Campeão do Campeonato Paraense da 1ª Divisão de Juniores de 1986. Sob a presidência de Hirochi Yamada, o elenco era formado pelos seguintes jogadores: Albino; Zé Maria; Veiga; Bené; Beto; Reginaldo; Chico; Moisés; Carlos; Elias; Byron; Oliveira; Pedrinho; Brito; Nei; Bira; Kleber; Edmilson e Dino. O técnico foi Chiquinho, que em 1959 deu o título da Segundona Paraense.

Clube investe na estrutura, sonhando criar a “Toca da Raposa Paraense”

Em 1987, o Grupo Y. Yamada adquiriu o complexo Três Corações (depois rebatizado por Parque Esportivo Três Corações) com um projeto ousado: transformar o local na Toca da Raposa, na versão paraense (lembrando que na década de 80, o CT do Cruzeiro era a referência nacional).

Estadual de 1987: 7ª colocação recheada de polêmicas com a FPF

No Campeonato Paraense de 1987, alcançou a 7ª colocação. Foram 25 jogos e 19 pontos: sete vitórias, cinco empates e 13 derrotas; marcando 35 gols, sofrendo 36, saldo negativo de um.

A campanha foi boa, mas para a diretoria do Yamada Clube não ficou satisfeita com a Federação Paraense de Futebol (FPF). A razão foram as arbitragens, que para a direção prejudicou o clube em diversos jogos. O clima azedou entre a FPF e o clube, o que acabou acarretando uma decisão radical do Yamada: a saída de forma incondicional do Estadual. De lá prá, nunca mais o clube retornou.

Títulos no Futsal e Handebol

Na década de 80, o Yamada Clube não se limitou a fazer bonito nos gramados paraense. Em outras modalidade também mostrou a força oriental. No Handebol era uma das grandes potências do Estado, chegando a conquistar o Bicampeonato Estadual masculino em 1988 e 1989. No Futebol de Salão (Futsal), também era temido, se sagrando Bicampeão Estadual de Futsal em 1981 e 1983.

FONTES: O Liberal – Diário do Pará

 

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

 

O Terra Firme Esporte Clube Beneficente é uma agremiação da cidade de Belém (PA). O Alvirrubro foi Fundado na terça-feira, 03 de Março de 1953. A sua Sede e o Estádio Manoel Valdeci Costa e Silva, estão localizados na Rua Passagem Vitória, s/n, no Bairro Terra Firme, em Belém.

Sede e o campo

Apesar da escassez de informações, o clube participou de três edições do Campeonato Paraense da Segunda Divisão, organizado pela FPF (Federação Paraense de Futebol): 1985, 1986 e 1997.

FONTES: O Liberal – Google Maps – Diário do Pará

 

O Vila Nova Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Castanhal, no Estado do Pará. O “Tricolor Castanhalense” foi Fundado no Sábado, no dia 11 de Julho de 1970. As suas cores: vermelho, branco e azul. A sua Sede fica localizada na Rua João Coelho da Mota, nº 247-317, no Bairro da Saudade I, em Castanhal.

Na esfera profissional, o Vila Nova disputou o Campeonato Paraense da 1ª Divisão, em 1989. O clube chegou a liderar o 2º Turno, terminando a competição com uma boa campanha. Depois, o Vila se afastou e não mais retornou.

Time base: Capucho; Zeca (Ginha), Donda, Darinta e Roll (Tanaka); Regi (Gil Corrêa), Ivo (Cláudio) e Gil Kojá (Laércio); Luis Carlos (Dorval), Bira (Renato) e César. Outros: Lalá, Almir e Gil Corrêa. Técnico: José Maria Cunha depois entrou Bira.

FONTES: Diário do Pará – O Liberal

 

Foto rara, de 1989: Galícia Esporte Clube – Salvador – BA

 

Em pé, da esquerda para a direita: Mauro, Dias, Renan, Biro-Biro, Edilson e Marco Antonio.

Agachados, na mesma ordem: Leo, Pitico, Chamusca, Marcelo e Juruna.

Esse time era treinado por Orlando Peçanha.

 

Fonte: Placar

 

A ASBEP (Associação Desportiva e Recreativa dos Funcionários do BanPará) é uma agremiação da cidade de Belém do Pará. Fundado na segunda-feira do dia 13 de Maio de 1974. A sua Sede ficava na Rua Caetano Rufino, nº 52, no Bairro Campina, em Belém. Atualmente, o ASBEP é um clube social e o seu endereço fica na cidade de Ananindeua.

A sua única participação na esfera profissional aconteceu há 21 anos. No Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 1996, organizado pela Federação Paraense de Futebol (FPF), contou com a participação de quatro equipes: Clube Municipal Ananindeua (Ananindeua); Santa Rosa Esporte Clube (Icoaraci); ASBEP, Castanheira Esporte Clube e Independente Esporte Clube, todos de Belém.

FONTES: Rsssf Brasil – Blog Ademir Rocha – Site e Página do Clube no Facebook 

 

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Aproveitando a foto da última postagem, a mesma foi referente ao amistoso entre o E.C. Santarém e Flamengo, em 1976. Abaixo segue as informações sobre essa partida, além da ficha-técnica da peleja.    

 

 Santarém - Em sua 83ª partida este ano (1976), o Flamengo empatou de 0 a 0 com o Esporte Clube Santarém, ontem à noite, no pequeno Estádio Elinaldo Barbosa. A péssima iluminação e o campo desnivelado foram os maiores adversários do clube carioca, que não conseguiu superar a retranca armada pelo time paraense. Pelo jogo o rubro-negro recebeu a cota liquida de 150 mil cruzeiros.

Foi a 3ª vez que o Flamengo jogou em Santarém (PA). Na primeira, em 1943, derrotou uma seleção local por 11 a 0. E na segunda, venceu um combinado formado pelo São Raimundo e São Francisco pelo placar de 5 a 0.

Com muita dificuldade de organizar as jogadas, sobretudo no meio de campo, onde as condições do gramado eram precárias, o Flamengo criou poucas oportunidades de gol no primeiro tempo. No intervalo, o técnico Cláudio Coutinho fez algumas alterações e o Flamengo cresceu de produção, mas não conseguiu aproveitar as chances que surgiram.

Após ter vendido o Nacional, em Manaus, por 2 a 0, na última quarta-feira (08 de Dezembro de 1976), o Flamengo segue hoje (sábado, dia 11 de Dezembro de 1976) para Macapá (AC), onde jogará amanhã com uma seleção local. Depois a delegação vai para Belém (PA), onde enfrentará o Clube do Remo. Na quinta-feira (16 de Dezembro de 1976) estará em São Luís (MA), jogando contra o Moto Club.

Os ingressos foram vendidos pelos seguintes preços: arquibancada custou 30 cruzeiros e as cadeiras foram vendidas por 150 cruzeiros para o Estádio Elinaldo Barbosa, com capacidade para 5 mil pessoas.

E.C. SANTARÉM (PA)

0

X

0

C.R. FLAMENGO (RJ)

LOCAL Estádio Elinaldo Barbosa, em Santarém (PA)
CARÁTER Amistoso Nacional de 1976
DATA Sexta-feira, no dia 10 de Dezembro de 1976
RENDA Entorno de Cr$ 230.000,00
ÁRBITRO Francisco Inbiriba (Federação Paraense de Futebol)
HORÁRIO 22 horas (21 horas local)
SANTARÉM Pedrinho; Laurimar, Odair, Dias e Ocimar; Miro, Juti e Lúcio; Bendelapi, Jeremias e Mano. Técnico: Cleomar Ferreira
FLAMENGO Cantareli; Toninho, Dequinha, Jaime e Júnior (Vanderlei Luxemburgo); Merica, Adílio e Luís Paulo (Dendê); Paulinho (Júnior Brasília), Zico e Luisinho Tombo. Técnico: Cláudio Coutinho
GOLS Nenhum

FONTES: Jornal do Brasil (JB) – Jornal do Commercio (AM) – Blog ‘O Mocorongo’ de Ercio Bemerguy - Acervo Raimundo Gonçalves

 

FONTE: Acervo de Raimundo Gonçalves

 

Em pé, da esquerda para a direita: Ambrósio, Penachio, Neuri, Café,  Mota e Nelson Coruja.

Agachados, na mesma ordem: J. Alves, Cabinho, Gildo, Milton e Marco Aurélio.

 

Fonte: Jornal da Tarde

 

OBS: O zagueiro Carlos Alberto Penachio  jogou no América F.C. de São José do Rio Preto, no Uberaba S.C., Sport Club Recife, Clube Atlético Paranaense e no São Paulo Futebol Clube.

No Tricolor paulista atuou entre os anos de 1963 e 1966.

Faleceu na data de 10 de novembro de 2017, aos 71 anos de idade.

 

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