O Doze Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Vitória (ES). A sua Sede está localizada na Rua Eugênio Netto, nº 488 / Sala 502 – Praia do Canto, em Vitória. Fundado na terça-feira, do dia 18 de Novembro de 2014, por um grupo de empresários liderados por Israel Levi, com intuito de aplicar um novo formato de gestão e entretenimento no futebol brasileiro, o Crowdmanaging.

Com o formato de gestão dos clubes brasileiros e como os torcedores são tratados pelos mesmos, Israel Levi iniciou em 2012 estudos para desenvolver um novo método de gestão que potencializasse os resultados e tivesse maior participação do principal interessado no futebol: o torcedor.

Após alguns anos de pesquisas e aperfeiçoamento do projeto junto a universidades americanas, Israel chegou ao modelo que ele próprio intitulou de Crowdmanaging. Com o conceito idealizado e um projeto que promete revolucionar a forma de fazer futebol, Israel começou sua peregrinação para testar a ideia. Após apresentar a alguns amigos, empresários de diversos setores, e ter imediata aderência, chegou a hora de colocar em prática e tirar o Doze do papel.

Começava, então, uma nova etapa, a busca de parceiros para a execução do projeto. O primeiro contrato foi fechado em 13 de outubro de 2014 com a empresa de marketing esportivo Serápis Bey Sports & Marketing (ou SB Sports como é mais conhecida), que desde então é responsável por todo o planejamento e gestão do departamento de marketing e comercial do clube.

A SB Sports iniciou os trabalhos imediatamente, desenvolvendo da marca (escudo), identidade visual e buscando patrocinadores e parceiros para o clube, fechando os primeiros contratos com a Ícone Sports – para fornecimento todo o material esportivo para as duas primeiras temporadas do Doze – e com o Hotel Fazenda China Park – que será o Centro de Treinamento da equipe. Outro importante contrato fechado foi com Costa & Martins Advogados Associados, responsável por toda parte jurídica do clube.

Após a filiação na Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES) e confirmar a participação no Campeonato Capixaba da Série B, o clube começou a organizar o departamento de futebol e a busca por atletas para formação do primeiro time profissional.

Os primeiros jogadores anunciados pelo Doze Futebol Clube foram o zagueiro Irineu e o volante Rildo. Pouco depois, o ex-atacante Sorato e o ex-goleiro Carlos Germano foram confirmados como técnico e auxiliar-técnico, respectivamente. Outro nome de peso contratado foi o experiente volante Jonílson.

Acesso à Série A

No primeiro jogo oficial da sua história, o Doze Futebol Clube venceu o Grêmio Laranjeiras (GEL) por 1 a 0, no Estádio Salvador Costa, em Vitória, pela Série B do Campeonato Capixaba de 2015. O volante Luan, de pênalti, aos 31 minutos do primeiro tempo, marcou o primeiro gol da história do clube.

No primeiro ano de existência, o Doze conquistou o acesso para o Campeonato Capixaba da Série A, com uma rodada de antecedência no quadrangular final, após vencer o GEL, por 3 a 0 (gols de William Chrispim, Diego Godinho e Danilo Silva). O clube terminou o campeonato com o vice-campeão.

No Capixabão de 2016 faz uma campanha irregular no Grupo Sul e disputa o Quadrangular do Rebaixamento.  No “Quadrangular da Morte“, o Doze garante-se na Série A de 2017.

 

Vice-campeão da Série A

Em 2017, o clube treina na cidade de Marataízes no sul do estado e manda seus jogos no Campeonato Capixaba no Estádio José Olívio Soares em Itapemirim. Na primeira fase, classifica-se às semifinais com a segunda colocação.

O Doze elimina o Espírito Santo nas semifinais com dois empates em 0 a 0 por tem melhor campanha que o seu adversário e alcança a final pela primeira vez na sua história. O clube é derrotado pelo Atlético Itapemirim no segundo jogo da final por 2 a 1 no Estádio Sumaré em Cachoeiro de Itapemirim e termina com o vice-campeonato inédito.

 

Associados

Até o momento, o Doze Futebol Clube tem pouco mais de cem sócios-diretores, que decidem como e onde investir, deliberando inclusive sobre as contratações.

 

Campanhas de destaque

• Vice-campeão Capixaba: 2017

• vice-campeão Capixaba – Série B: 2015

 

Escudo

O Doze escolheu o pássaro para integrar o escudo do time, símbolo máximo, pois na natureza é o animal que melhor representa o conceito de Crowdmanaging. Pois, embora tenham autonomia limitada de voo quando sozinhos, ao adotarem o sistema de voo em bando no formato “V” eles conseguem alcançar maiores distâncias e velocidade.

Além disso, não há a figura de um líder permanente e sim um revezamento entre os pássaros na liderança do bando para maior desempenho. O escudo ainda conta com o nome da equipe (Doze FC) na parte superior e um número “12″ na parte inferior.

 

FONTES: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES) – Site do Doze F.C. – Página do clube no Facebook

 

 

 

Organização: LSES – Liga Sportiva Espírito-Santense

Observações: Em disputa a Taça Bernardino Monteiro.
Observações: Vitória e Moscoso abandonaram a LSES em função da partida de 15/07 e fundaram outra Liga juntamente com o Christovam Colombo e outros clubes menores.

03/06/1917 – Domingo
Rio Branco FC    3x0    América
[Argeu 41, Pires 71, Pavão 85]
10/06/1917 – Domingo
Vitória    19x0    Moscoso [Cancelado]
[Nelson(7), Jair(7), Carlos(3), Luiz, Constancio]
17/06/1917 – Domingo
Barroso    0x8    Rio Branco FC    15:00 [-3]
[Odilon(2), Pavão(2), Paixão(2), Argeu(2)]
24/06/1917 – Domingo
América    0x4    Vitória    15:00 [Cancelado]
[Nelson 11, Luiz 18, Adroaldo 30, Pradinho 58]
01/07/1917 – Domingo
Moscoso    2x1    Barroso    15:00 [Cancelado]
[Castillani(2); Laurindo]
08/07/1917 – Domingo
Rio Branco FC    3x1    Vitória [Cancelado]
[Pavão 38, 65, Salema 64; Lawrence 54]
15/07/1917 – Domingo
América    3x3    Moscoso [Cancelado]
[Adroaldo 41, Samprini 67, 70; Albino, Duca, Lulu 73]
[O Juiz colocou na súmula 3-2 para o América. O Moscoso e o Vitória questionaram e mesmo o placar sendo confirmado 3-3, abandonaram a LSES]
19/08/1917 – Domingo
Barroso    1x4    América
[Álvaro; Dadinho, Adroaldo, Sarlo, Homero I]
09/09/1917 – Domingo
América    2x1    Rio Branco FC
[Agnaldo, Luiz; Paixão]
30/09/1917 – Domingo
Rio Branco FC    4x0    Barroso
28/10/1917 – Domingo
América    3x1    Barroso
[Semprini(2), Pedro; Airton]

Classificação
Colocação
1    Rio Branco FC 6pts
América    6pts
3    Barroso    0pt

Final – Desempate
15/11/1917 – Quinta
América    x    Rio Branco FC
[América venceu]

 

Nome Oficial: Torneio Initium
Data: 27/05/1917
Local: Campo de Jucutuquara, Vitória
Organização: LSES – Liga Sportiva Espirito-Santense

Em disputa a Taça Saldanha da Gama

Moscoso FC 1-0 Barroso FC
[Manoel]

Victória FC 2-0 América FC
[Nelson, Nelson ou Luiz (*)]

Rio Branco FC 2-0 Moscoso FC
[Bezerra(2)]

Victoria FC 2-0 Rio Branco FC
[Nelson, Nelson ou Luiz (*)]

(*) Nelson fez 3 gols e Luiz 1 gol, mas não se sabe exatamente em quais jogos

Victoria FC campeão

Curiosidade: Moscoso era rubro-negro e na estreia nesta competição perdeu de 19-0 para o Victoria FC em 10/06/1917. Este foi o segundo jogo oficial da LSES. O primeiro foi disputado em 03/06/1917: Rio Branco FC 3-0 América FC.

Pesquisa: Gerson Rodrigues
Fonte: Jornal “Diário da Manhã” de 29/05/1917

 

Seguem os resultados da Taça Cidade de Vitória de 1932, organizada pela Liga Sportiva Espírito Santense.

Percebam que várias datas de jogos diferem da tabela prevista original.

Obs: A princípio o citadino valeu também pelo estadual

Participantes
Rio Branco FC (Rio Branco Football Club) – Vitória
Santo Antônio (Santo Antônio Futebol Clube) – Vitória
São João (São João Football Club) – Vitória
Uruguaiano (Uruguaiano Football Club) – Vitória
Viminas (Associação Viminas de Esportes) – Vitória
Vitória (Vitória Futebol Clube) – Vitória

 

 

15/05/1932 – 1ª Rodada
Vitória 2×0 Viminas
22/05/1932 – 1ª Rodada
Uruguaiano 0×4 Rio Branco FC
29/05/1932 – 1ª Rodada
Santo Antônio 5×1 São João

05/06/1932 – 2ª Rodada
Viminas 2×1 Uruguaiano
19/06/1932 – 2ª Rodada
Rio Branco FC 0×0 Santo Antônio
03/07/1932 – 2ª Rodada
São João 1×2 Vitória

10/07/1932 – 3ª Rodada
Uruguaiano 1×0 São João
Santo Antônio 0×2 Viminas

17/07/1932 – 4ª Rodada
Vitória 2×2 Rio Branco FC
São João 2×1 Viminas

31/07/1932 – 5ª Rodada
Santo Antônio 4×2 Vitória
Rio Branco FC 0×1 São João

07/08/1932 – 6ª Rodada
Uruguaiano 1×2 Santo Antônio
Viminas 4×4 Rio Branco FC

14/08/1932 – 7ª Rodada
Vitória 4×0 Uruguaiano
Viminas 1×0 Santo Antônio

28/08/1932 – 8ª Rodada
Rio Branco FC 7×2 Uruguaiano
04/09/1932 – 8ª Rodada
Viminas 2×4 Vitória
11/09/1932 – 8ª Rodada
São João 1×2 Santo Antônio

18/09/1932 – 9ª Rodada
Uruguaiano 1×4 Viminas
25/09/1932 – 9ª Rodada
Santo Antônio 2×2 Rio Branco FC
09/10/1932 – 9ª Rodada
Vitória 5×0 São João

16/10/1932 – 10ª Rodada
São João 2×3 Uruguaiano
Rio Branco FC 2×3 Vitória

30/10/1932 – 11ª Rodada
Uruguaiano 2×3 Vitória
Viminas 5×0 São João

06/11/1932 – 12ª Rodada
São João 2×2 Rio Branco FC
Vitória 1×0 Santo Antônio

20/11/1932 – 13ª Rodada
Santo Antônio 0×0 Uruguaiano
Rio Branco FC 0xWO Viminas (Rio Branco entregou os pontos)

Classificação
1 – Vitória 17pts (campeão)
2 – Viminas 13pts
3 – Santo Antônio 11pts
4 – Rio Branco FC 9pts
5 – Uruguaiano 5pts
São João 5pts

Pesquisa: Gerson Rodrigues

Fonte: Jornal Diário da Manhã (ES) no período da disputa.

 

Data: 24/04/1932
Local: Campo de Jucutuquara, Vitória
Obs: Jogos de 2 tempos de 15min

Vitória 0-1 São João (escanteios: 1-0)
[Astrogildo]
Juiz: Laonte Soares

Santo Antônio 0-2 Rio Branco FC (escanteios: 0-1)
Juiz: Alcebíades Monjardim

Viminas 2-0 Uruguaiano (escanteios: 1-0)
Juiz: Guilherme Abaurre

São João 0-1 Rio Branco FC (escanteios: 0-2)
[Licinio]
Juiz: Américo Souza


Viminas 2-2 Rio Branco FC (escanteios: 1-0)
Juiz: Américo Souza

Campeão: Associação Viminas de Esportes

 

 

 

 

 

 

Fonte: Jornal Diário da Manhã de 26 de abril de 1932 (página 4)

Redesenho dos escudos: Sérgio Mello

 

Segue a tabela original da Taça Cidade Vitória de 1932 (organizada pela Liga Sportiva Espírito Santense).

Participantes
Rio Branco FC (Rio Branco Football Club) – Vitória
Santo Antônio (Santo Antônio Futebol Clube) – Vitória
São João (São João Football Club) – Vitória
Uruguaiano (Uruguaiano Football Club) – Vitória
Viminas (Associação Viminas de Esportes) – Vitória
Vitória (Vitória Futebol Clube) – Vitória

15/05/1932
Vitória x Viminas
22/05/1932
Uruguaiano x Rio Branco FC
29/05/1932
Santo Antônio x São João
05/06/1932
Viminas x Uruguaiano
19/06/1932
Rio Branco FC x Santo Antônio
03/07/1932
São João x Vitória
10/07/1932
Uruguaiano x São João
Santo Antônio x Viminas
17/07/1932
Vitória x Rio Branco FC
São João x Viminas
31/07/1932
Santo Antônio x Vitória
Rio Branco FC x São João
07/08/1932
Uruguaiano x Santo Antônio
Viminas x Rio Branco FC
14/08/1932
Vitória x Rio Branco FC
Viminas x Santo Antônio
21/08/1932
Rio Branco FC x Uruguaiano
28/08/1932
Viminas x Vitória
04/09/1932
São João x Santo Antônio
11/09/1932
Uruguaiano x Viminas
18/09/1932
Santo Antônio x Rio Branco FC
25/09/1932
Vitória x São João
16/10/1932
São João x Uruguaiano
Rio Branco FC x Vitória
23/10/1932
Uruguaiano x Vitória
Viminas x São João
30/10/1932
São João x Rio Branco FC
Vitória x Santo Antônio
06/11/1932
Santo Antônio x Uruguaiano
Rio Branco FC x Viminas

Fonte: Jornal “Diário de Amanhã” de 31/05/1932

PS: Acredito que não tenha ocorrido uma decisão entre o campeão da capital e do interior (ainda não encontrei) e esta competição tenha sido oficializada como o campeonato estadual daquele ano.

 

 

Esse Torneio foi promovido pela Federação Brasileira de Futebol (não pela CBD) com os campeões estaduais de 1936. Assim, os campeões estaduais de 1936 de São Paulo e Rio de Janeiro foram aqueles que ganharam os campeonatos patrocinados pela APEA – Associação Paulista de Esportes Athléticos e Liga Carioca de Futebol., respectivamente.

Houve uma “seletiva” entre o Aliança FC, campeão da cidade de Campos, o time da Liga de Sports da Marinha  e o Rio Branco de Vitória, porem o Rio Branco se classificou para disputar o Torneio.
Na época a Portuguesa chamava-se Associação Portuguesa de Esportes e não de Desportos. O estádio onde a Lusa atuou ficava no bairro do Cambuci. Em sua pesquisa o Guilherme através das fotos dá uma idéia de como se encontrava o estádio.

Em 1937 a FBF reuniu os campeões estaduais de 1936 para uma competição de carácter oficial. Ao todo foram seis equipes de cinco estados e duas regiões do BrasilDistrito FederalRio de JaneiroMinas Gerais e Espírito Santo, estados da Região Oriental; e São Paulo, estado da Região Meridional. Os participantes foram: Fluminense, campeão carioca de 1936; a Portuguesa, campeã paulista de 1936; o Atlético, campeão mineiro de 1936; o Rio Branco, campeão capixaba de 1936; o Aliança, campeão campista de 1936; e a Liga Sportiva da Marinha, equipe dirigida pelo famoso técnico Nicolas Ladanyi.

O Fluminense foi apontado pela mídia esportiva da época como o candidato absoluto ao título. O Tricolor Carioca possuía um time extraordinário, formado por jogadores de muita categoria como BatataisCarlos BrantPreguinhoRussoRomeu Pellicciari e Hércules, entre outras estrelas. Para muitos, esse foi o melhor time da história do Fluminense: foi com esse esquadrão que o clube conquistou o Torneio Aberto de 1935 e o Campeonato Carioca de 1936, derrotando na final o Flamengo de Leônidas da Silva e Domingos da Guia. A imprensa também ressaltava que o principal rival do time carioca na briga pelo título seria o Atlético, que também contava com jogadores de renome nacional como KafungaZezé Procópio, Luiz Luiz Bazzoni e Guará.

Como era esperado por todos, Atlético e Fluminense protagonizaram a grande rivalidade do torneio. Na primeira rodada, os cariocas derrotaram os mineiros por 6×0 no Estádio das Laranjeiras; no returno, em partida realizada no Estádio de Lourdes, o Atlético vencia por 4×1 quando o Fluminense abandonou o jogo aos 18 minutos do segundo tempo. Após seis rodadas o time mineiro conseguiu quatro vitórias, um empate e sofreu apenas uma derrota, sagrando-se campeão do torneio. O título teve grande repercussão nacional, e vários anos depois continuou sendo bastante valorizado. Um claro exemplo foi em 1971, quando o Atlético conquistou o título do Campeonato Brasileiro, e diversos meios de comunicação ressaltaram que se tratava do segundo título nacional do clube Em 2010, quando a CBF unificou os títulos da Taça BrasilRobertão e Brasileirão— cogitou-se a inclusão do título de 1937. No entanto, o próprio Atlético rejeitou a possibilidade.

Além do grande reconhecimento que o Atlético recebeu da mídia brasileira na época, vários anos depois, a conquista do time mineiro continuou sendo bastante valorizada. Em dezembro de 1950, antes da partida contra o Stade Français no Parc des Princes, o Le Monde estampou em seu caderno de esportes: “Stade Français, contra o campeão brasileiro”.

Sport Club Alliança Campos
Liga de Sports da Marinha Rio de Janeiro
Fluminense Foot-Ball Club Guanabara
Clube Atlético Mineiro Belo Horizonte
Rio Branco Futebol Clube Vitória
Associação Portuguesa de Esportes São Paulo

 

FASE PRELIMINAR

06/01 – Alliança 0-2 Seleção da Liga de Sports da Marinha

Local: Campos dos Goytacazes

Juiz:

Gols: Paranhos (?’/?) – Aldo (?’/?)

Alliança:

Liga de Sports da Marinha:

 

 

10/01 – Rio Branco 2-0 Seleção da Liga de Sports da Marinha

(na prorrogação; tempo normal 0-0)

Local: Estádio Punare Bley (Vitória)

Juiz: Roberto Pontes

Expulsão: Fraga (na prorrogação)

Gols (prorrogação): Renato (7’/1) – Caxambú (?’/2)

Rio Branco: Dias; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Manduquinha; Marcionilio (Thales), Alcy, Caxambú, Lucinio (capt.) e Renato.

Liga de Sports da Marinha: Belmiro; Batistaca e Fraga (capt.); Chaves, Jocelyno e Appolinário; Mascotte, Paranhos, Sessenta, Aldo e Pará. [Técnico: Nicolas Ladanyl]

 

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 

PRIMEIRO TURNO

 

10/01 – Portuguesa  4×1 Fluminense 

Local: Rua Cesario Ramalho – Cambuci –  (lotado) – São Paulo (SP)
Juiz: João Polker; com Carlos Rustichelli e Benedicto do Amaral
Gols: Laércio (2’/2) – Aurélio (9’/2) – Carioca (27’/2) – Aurélio (35’/2) – Hélio (38’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Carioca, Laércio e Paschoalino. [Técnico: Gasparine]
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo, Romeu (Helio) e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

13/01 – Fluminense 6x0  Atlético Mineiro
Local: Campo Salles – Rio de Janeiro (DF)
Juiz; Carlos de Oliveira Monteiro (Tijolo)
Gols: Hércules (12’/1) – Hércules (pênaltie – 35′/1) – Hércules (44’/1) – Russo (2’/2) –        Russo (6’/2) – Romeu (?’/2)
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara (Vicentino), Russo, Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino, Guará (Luiz Bazzoni), Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa.]

14/01 – Rio Branco  3×2 Portuguesa
Local: – Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Juiz: Theobaldo Santos
Gols: Caxambú (8’/1) – Joãozinho (9’/1) – Lucinio (38’/1) – José Pereira (pênaltie – 16’/2) –       Aurélio (39’/2)
Rio Branco: Dias III; Vicente e Humberto; Allemão, José Pereira e Zemar; Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lascinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Portuguesa: Rodriguez; Seraphin e Oswaldo; Fiorotti, Silva e Bartos; Joãozinho, Aurelio, Duilio, Laércio e Paschoalino.
17/01 – Rio Branco  1×1 Atlético Mineiro

Local: – Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Juiz: Alcebíades Monjardim
Gols: Alfredo Bernardino.(?’/1) – José Pereira (pênaltie – 40’/1)
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Cardoso (Lamartine); Marcionílio, Alcy, Caxambu, Lacínio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Atlético Mineiro
: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala (Allemão); Paulista, Alfredo Bernardino, Luiz Bazzoni, Nicola e Resende [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa.]

20/01 - Fluminense  6x2  Portuguesa
Local: Laranjeiras – Rio de Janeiro (DF)
Renda: 10:877$000
Juiz: Guilherme Gomes
Gols: Romeu (1’/1) – Russo (?’/1) – Laércio (?’/1) – Hércules (?’/1) –  Brant (39’/1) –       Hércules (3’/2) – Paschoalino (?’/2) – Sobral (?’/2) –

Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Portuguesa: Rodrigues (Caxambú); Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Rey, Laércio e Paschoalino.

24/01 – Rio Branco 4×3 Fluminense
Local: Estádio João Punaro Bley – Vitória (ES)
Renda: 13:000$000
Juiz: Carlos de Oliveira Monteiro
Gols: Caxambú (38’/1) –  Lacínio (17’/2) – Caxambú (19’/2) – Romeu (?’/2) – Alcy (?’/2) –  Russo (?’/2) – Russo (?’/2)
Rio Branco: Dias; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Zemar; Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lacinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial (Tristão), Brant e Orozimbo; Sobral, Lara (Sandro), Russo, Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

 

SEGUNDO TURNO

24/01 – Atlético Mineiro 5x0  Portuguesa 

Local: Antonio Carlos (Lourdes) – Belo Horizonte (MG)
Juiz: Abílio Lopes de Almeida,
Gols: Paulista (4) e Duílio (contra)
Atlético Mineiro: Kafunga (Clóvis); Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista (Abraz), Alfredo Bernardino, Luiz Bazzoni, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Portuguesa: Rodrigues; Osvaldo e Fiorotti; Gama, Duílio e Barros; Luna, Aurélio (Mundico), Arnaldo, Laércio e Pasqualino.

28/01 – Fluminense  5×2 Rio Branco
Local: Laranjeiras – Rio de Janeiro (DF)
Juiz: Roberto Porto
Gols: Marcionilio (2’/1) – Caxambú (3’/1) – Russo (20’/1) – Russo (25’/1) – Lara (8’/2) –   Romeu (11’/2) – Hércules (21’/2)
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]
Rio Branco: Dias III; Humberto e Vicente; Allemão, José Pereira e Manduquinha (Marques); Marcionilio, Alcy, Caxambú, Lacinio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].
31/01 –  Atlético Mineiro 4×1 Fluminense 

Local: Lourdes – Belo Horizonte (MG)
Juiz: João Rodrigues Filho
Gols:Alfredo (25’/1) – Nicola (35’/1) – Nicola (?’/1) – Vicentino (?’/2) – Paulista (?’/2)
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala (Alcindo); Paulista, Alfredo Bernardino, Guará, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Fluminense: Batatais; Guimarães e Machado; Marcial, Brant (Russo) e Orozimbo; Sobral, Lara, Russo (Vicentino), Romeu e Hércules. [Técnico: Carlos Magno]

(Observação: O Fluminense saiu de campo aos 18 minutos do segundo tempo)

01/02 –  Portuguesa 4×0 Rio Branco
Local: R. Cesario Ramalho (publico regular) – São Paulo (SP)
Juiz : Carlos Rustichelli
Gols: Joãozinho (3’/1) –  Paschoalino (8’/1) – Paschoalino (?’/2) – Mundico (?’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Seraphim e Osvaldo; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Heitor (Paschoalino), Laércio e Paschoalino (Mundico).
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Zemar; Marcionílio, Alcy, Caxambu, Lacínio e Renato [Técnico: Laerte de Lima Soares].

03/02 –  Atlético Mineiro 5×1 Rio Branco

Local: Antonio Carlos (Lourdes) – Belo Horizonte (MG)
Juiz: Júlio Corrêa de Melo
Gols: Alcy (?’/1) – Guará (?’/1) – Luiz Bazzoni (?’/1) –  Paulista (?’/2) – Nicola (?’/2) –          Nicola (?’/2)
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino (Luiz Bazzoni), Guará, Nicola e Resende. [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].
Rio Branco: Dias; Vicente e Humberto; Alemão, José Pereira e Manduca (Zemar); Marcionílio, Alcy, Caxambú, Lacínio e Renato. [Técnico: Laerte de Lima Soares].

14/02 – Portuguesa  2x3  Atlético Mineiro
Local: R. Cesario Ramalho – São Paulo (SP)
Público: 15.000 pessoas
Juiz: José Fockler
Gols: Guará (26’/1) – Laércio (5’/2) – Guará (pênaltie – 23’/2) – Guará (36’/2) – Heitor (40’/2)
Portuguesa: Rodrigues; Osvaldo e Serafim; Fiorotti, Duílio e Barros; Joãozinho, Aurélio, Arnaldo (Heitor), Laércio e Pasqualino.
Atlético Mineiro: Kafunga; Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lola e Bala; Paulista, Alfredo Bernardino (Luiz Bazzoni), Guará, Nicola e Resende (Elair), [Técnico: Floriano Peixoto Corrêa].

Classificação final

Copa dos Campeões de 1937

Times

Pts

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

 Atlético

9

6

4

1

1

18

10

+8

2

 Fluminense

6

6

3

0

3

22

16

+6

3

 Rio Branco

6

7

2

2

3

10

20

-10

4

 Portuguesa

4

6

2

0

4

14

18

-4

5

 L.S. da Marinha

3

2

1

1

0

2

0

+2

6

 Aliança

0

1

0

0

1

0

2

-2

 

Fonte: Marlon Kruger Compassi / RS

 

 

 

Classificação final

Copa dos Campeões de 1937

Times

Pts

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

 Atlético

9

6

4

1

1

18

10

+8

2

 Fluminense

6

6

3

0

3

22

16

+6

3

 Rio Branco

6

7

2

2

3

10

20

-10

4

 Portuguesa

4

6

2

0

4

14

18

-4

5

 L.S. da Marinha

3

2

1

1

0

2

0

+2

6

 Aliança

0

1

0

0

1

0

2

-2

 


FONTE: Revista Placar

 

As belas fotos publicadas pela Revista Fon-Fon só não merecem a Nota 10 por um detalha. Ocorreu um relapso do veículo por não ter mencionados quem eram os quatro clubes. Para piorar, todos os times estavam sem o distintivo nos uniformes. Apesar desse vacilo, postarei as fotos para quem sabe possam ser identificadas.

O Campeonato Capixaba de 1928, contou com a presença de nove clube:

Alliança de Santa Leopoldina;

América Football Club;

Bangu Football Club;

Floriano Football Club;

Rio Branco Football Club (mudou posteriormente para Atlético Clube);

Santo Antonio Football Club;

Therezense Football Club de Santa Thereza;

Uruguayano de Vitória;

Victoria Football Club.

FOTOS: Revista Fon-Fon

 

Estrela do Norte Futebol Clube é um clube de futebol brasileiro sediado em Cachoeiro de Itapemirim, no estado do Espírito Santo, e que se sagrou campeão capixaba da Primeira Divisão em 2014, depois de 98 anos de fundação. Foi vice-campeão em cinco edições do Campeonato Estadual nos anos de 1987, 2003, 2004, 2005 e 2006, e curiosamente rebaixado para a Segunda Divisão de 2007. Seu grande rival é o Cachoeiro Futebol Clube, com quem faz o grande clássico da maior cidade do interior e da região Sul Capixaba.

O Estrela do Norte foi fundado em 16 de janeiro de 1916, numa casa próximo ao Colégio Liceu Muniz Freire. Participaram da reunião de fundação: Laurentino Lugon, Mário Sampaio, Orlando Nunes, Amphilófio Braga, João Viana, Estulano Braga, Deusdedit Cruz, Fernando Reis e Francisco Penedo, que são considerados portanto os fundadores do clube mais popular do Sul do Espírito Santo e hoje uma dor principais clubes do estado. Francisco Penedo foi escolhido como o primeiro presidente do clube.

A primeira sede, segundo os arquivos, foi onde é hoje, o Tiro de Guerra e o primeiro campo foi no pátio do Liceu Muniz Freire, zona norte da cidade, daí o nome Estrela do Norte. As primeiras cores do Estrela do Norte eram verde e amarelo, e o primeiro time estrelense era formado por: Pedro Tanure, Antonio Cruz, Belmiro, Adão, Barão, Dodoca, Erly, Vivi, Mine, Cezarino e Lauro. Tempos depois, por volta da década de 30, o Estrela transferiu o seu campo para o bairro Sumaré, onde está até hoje.

O Estrela foi o primeiro campeão Sulino de profissionais. Vários grandes jogadores vestiram a camisa do Estrela na época: Elias, Fernando, Catiquinha, Sarará, Pedrinho, Toninho, Geraldo Martins, Geraldo Menezes, Lico, Siro e Zinho., Virgilio, Hugo, Américo, Correlogo, Otacílio, Gerson, Donato, Rainor, Bela, Nerinho, Jove. Veraldo, Raul, Gesse, Orlando, Manduca.[3]

Em 1996, o Estrela foi notícia no Brasil devido a publicação na Revista Placar sobre “o menor campeonato do mundo”, o Campeonato Capixaba da Segunda Divisão, que teve o Alvinegro campeão, e o Sport Club Capixaba como o vice-campeão. Uma dos maiores feitos do Estrela do Norte, foi no ano de 2005, quando jogou pela primeira vez a Copa São Paulo de Futebol Júnior, onde derrotou a equipe do São Paulo Futebol Clube pelo placar de 2 a 1. A equipe do Estrela do Norte não conseguiu se classificar pois perdeu de 2 a 1 para a equipe de Taubaté e de 2 a 0 para o Itabaiana, ficando em terceiro lugar no seu grupo.

O Estrela do Norte jogou a final do Campeonato Capixaba da Segunda Divisão de 2010 contra a equipe do Esporte Clube Aracruz e, apesar de ter perdido o título, Estrela e Aracruz subiram para a Primeira Divisão de 2011. Porém, devido a problemas jurídicos, o Estrela do Norte perdeu a vaga e não pôde participar da Primeira Divisão em 2011.

O Estrela do Norte foi vice-campeão da Segunda Divisão do Campeonato Capixaba de 2012 e juntamente com a Desportiva Ferroviária, que foi a campeã, subiu para a Primeira Divisão de 2013, terminando com o vice-campeonato depois de levar um gol aos 49 minutos do segundo tempo. No jogo estavam presentes mais de 5000 torcedores do Estrela do Norte, tendo uma média em todo o campeonato de 2000 pessoas por jogo, recorde no futebol capixaba em 2012, somando as duas divisões do futebol capixaba.[3]

A diretoria do Estrela do Norte Futebol Clube, no dia 5 de setembro de 2012, lançou uma camisa retrô do Estrela do Norte, com as primeiras cores do clube: o verde e o amarelo. A camisa será o terceiro uniforme do clube em 2013, e um aperitivo para os 100 anos do clube.[3] A diretoria começou no final de 2012, uma reforma geral nas estruturas do Estádio do Sumaré, como por exemplo nas arquibancadas e na iluminação, além de estar construindo uma academia para os atletas do clube. O gramado também está sendo reformado em algumas partes principalmente dentro das duas áreas, partes que ficam mais danificadas.

2014: Primeiro título da Primeira Divisão

No Campeonato Capixaba de 2014, o Estrela do Norte Futebol Clube se classificou para as semifinais e enfrentou a equipe do São Mateus. O primeiro jogo foi no Estádio do Sumaré, em Cachoeiro de Itapemirim e a segunda partida foi no Estádio do Sernamby, na cidade de São Mateus. O Estrela do Norte perdeu em casa de 2 a 1 para a equipe do São Mateus, mas no jogo de volta, no Estádio do Sernamby, na cidade de São Mateus, o Estrela do Norte goleou por 3 a 0. Com esses resultados, o Estrela do Norte Futebol Clube se classificou para sua sexta final, dessa vez disputando contra a equipe do Linhares Futebol Clube. Diferente das demais vezes, sagrou-se campeão, após um empate sem gols no jogo de ida, e uma vitória por 1 a 0 no jogo de volta.

Depois de 98 anos de história, a equipe do Estrela do Norte Futebol Clube sagrou-se Campeão Capixaba pela primeira vez em sua história. A partida foi realizada no dia t de junho de 2014, no Estádio do Bambu, na cidade de Aracruz. Na primeira partida o Estrela empatou com o Linhares por 0 a 0, porém no jogo de volta o Estrela ganhou o Linhares por 1 a 0, levantando o título. Com o título, os torcedores estrelenses se viram muito felizes por, enfim, ver o seu quase centenário clube campeão pela primeira vez. A equipe do Estrela do Norte irá participar do campeonato Brasileiro da Série D de 2014 e no ano de 2015 já está confirmado na Copa do Brasil e na Copa Verde. A cidade de Cachoeiro de Itapemirim parou para ver a chegada dos jogadores campeões. Mais de 6 mil pessoas aguardavam os jogadores na chegada ao Estádio do Sumaré.[4]

O Estrela do Norte Futebol Clube, participou do Campeonato Brasileiro da Série D pela primeira vez e somou 12 pontos ao final, ficando em terceiro colocado no Grupo A5, não obtendo a classificação, isto porque equipe do Itaporã de Mato Grosso do Sul, abandonou o campeonato na sétima rodada após a derrota para o próprio Estrela do Norte por 3 a 1. Com isso a equipe do Anapolina se beneficiou e como na última rodada iria enfrentar a equipe do Itaporã somou 13 pontos. No último jogo diante o Brasiliense, no dia 14 de setembro, no Estádio do Sumaré, mais de três mil torcedores apoiaram o Estrela do Norte e ao final apoiaram o clube mesmo sendo eliminado do campeonato.

2015: Copa do Brasil e Copa Verde

O Estrela do Norte, passou para a segunda fase da Copa Verde, derrotando nos pênaltis a equipe goiana do Luziânia pelo placar de 4 a 3. Nos dois confrontos ocorreram empates de 1 a 1. Foi a primeira vez que uma equipe capixaba passa da primeira fase na Copa Verde.[5] Na segunda fase o Estrela do Norte foi eliminado pela equipe do Cuiabá, do Mato Grosso.

Na Copa do Brasil, no primeiro jogo o Estrela derrotou a equipe do Sampaio Corrêa pelo placar de 3 a 2. Até os 30 minutos do segundo tempo, o Estrela do Norte estava vencendo o Sampaio Corrêa pelo placar de 3 a 0, o que lhe daria mais conforto em enfrentar o Sampaio Corrêa no Maranhão, porém faltando quinze minutos o Sampaio Corrêa fez dois gols e diminuiu a vantagem do Estrela do Norte.[7] No segundo jogo o Estrela foi derrotado por 4 a 1 no Castelão em São Luís e é eliminado da competição.

2016: Centenário e rebaixamento

Em comemoração ao aniversário de 100 anos de fundação, celebrado no dia 16 de janeiro, o Estrela do Norte lançou uma revista comemorativa, inspirada na história do clube. O produto, com 80 páginas, retrata momentos marcantes da história alvinegra e destaca ídolos que marcaram época com a camisa do time. A coleção conta com fotos históricas que destacam jogadores importantes, torcedores e funcionários que participaram e ainda participam do dia a dia do clube. Além disso, o especial tem depoimentos de ex-jogadores e ex-presidentes e o título inédito do Campeonato Capixaba de 2014.[9]

No ano do centenário, o Estrela do Norte faz um campanha irregular no Capixabão e é rebaixado para a Série B de 2017.

Títulos[editar | editar código-fonte]

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Espírito Santo (estado) Campeonato Capixaba 1 2014.
Espírito Santo (estado) Campeonato Capixaba – Série B 2 19961999
Espírito Santo (estado) Copa Espírito Santo 3 2003, 2004, 2005
Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino 6 1954, 1955, 1964, 1965, 1966, 1968
Espírito Santo (estado) Taça Newton Braga 3 1963, 1964, 1965

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

  • Espírito Santo (estado) Campeonato Capixaba de Juniores: 2 (1991, 2004).
  • Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino de Juniores: 1982.
  • Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino Juvenil: 2 (1996, 1997).
  • Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino Infantil: 1997

 

FOTOS: Wikipédia - Revista Fon-Fon 

 

Cachoeiro Futebol Clube é um clube de futebol brasileiro sediado em Cachoeiro de Itapemirim no Espírito Santo e seu maior rival é o Estrela do Norte Futebol Clube.O Cachoeiro foi fundado em 9 de Janeiro de 1916. Foi campeão cachoeirense em 1946 com: Waldir Pontes, Luiz Pretti, Delson, Manoelito, Lídio, Otávio, Joemir, Nilsinho, Armênio, Amâncio, Nerinho, Rupter, e Alcino.

O clube era dirigido por Daniel e pelo professor Florisbelo Neves. Em 1948, veio o título inédito do estadual, disputando a final com a equipe Vale do Rio Doce, hoje Desportiva Ferroviária. O Cachoeiro estava com os jogadores Ramon, Alcino, Zé Catraca, Paris, Manoelzinho, Otaviano, Nely, Aldemir, Assadinho, Espinho, Bronze e Catiquinha, sob o comando do técnico Eurico Monteiro de Castro.

Foram realizadas três partidas para decidir o campeão do Campeonato Capixaba de 1948, sendo a primeira partida realizada em Cachoeiro de Itapemirim, onde a equipe da casa venceu por 4 a 3 a equipe do Vale do Rio Doce. Após a vitória no primeiro jogo, o Cachoeiro foi até Vitória para realizar a segunda partida na qual a equipe da Vale do Rio Doce acabou vencendo por 4 a 1. Na partida decisiva o alvirrubro foi campeão ao derrotar o adversário pelo placar de 7 a 2.

Afastado do futebol profissional desde 1974, o Cachoeiro retornou em 2000, sagrando-se campeão da Segunda Divisão. Com uma boa estrutura manteve o time em atividade, fato inédito no futebol capixaba e venceu também o Campeonato Sulino, promovido pela LDCI (Liga Desportiva de Cachoeiro), afiliada à Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES).

Em 2013 retorna às atividades profissionais na Copa Espírito Santo, terminando com o vice-campeonato após derrota para o Real Noroeste no primeiro jogo da final por 2 a 1 no Estádio Engenheiro Araripe em Cariacica e empate no segundo jogo em 1 a 1 no Estádio José Olímpio da Rocha em Águia Branca.[2]

No Campeonato Capixaba de 2015 – Série B, o clube desiste da competição por falta de recursos financeiros com a tabela já divulgada, assim, o time fica suspenso por dois anos.[3]

Títulos

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Espírito Santo (estado) Campeonato Capixaba 1 1948[4]
Espírito Santo (estado) Campeonato Capixaba – Série B 1 2000[5]
Espírito Santo (estado) Torneio Seletivo Capixaba da Copa do Brasil 1 2001
Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino 7 1944, 1950, 1951, 1952, 1953, 1969, 1971
Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino Amador 2 1959, 1960

Categorias de Base

  • Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino Sub-21: 2000.
  • BandeiraCachuES.jpg Campeonato Cachoeirense de Juniores: 2001.
  • BandeiraCachuES.jpg Campeonato Cachoeirense Juvenil: 2 vezes (1957 e 2001).
  • Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino Juvenil: 3 vezes (1978, 1979 e 1980).
  • Espírito Santo (estado) Campeonato Sulino Infantil: 4 vezes (1965, 1966 , 1967 e 1995).

Campanhas em destaque

FONTE & FOTOS: Wikipédia - Revista Fon-Fon 
 
FLUMINENSE FC (RIO DE JANEIRO-RJ)

9

AA VALERIODOCE (VITÓRIA-ES)

0

Data: 22 de julho de 1947 Local: Vitória – ES
Juiz: Fernando Tamanini Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Zinho
Fluminense(RJ): Darci; Berascochea e Helvio; Pascoal (Pé de Valsa), Telesca e Bigode (Ismael); Amorim (Osvaldinho), Ademir (Pascoal), Simões (Juvenal), Juvenal (Ismael) e Rodrigues.
Valeriodoce(ES): Mineirinho; Genésio e Oscar (Clodoaldo); Veraldo (Rodrigo), Adão e Mauro; Jair, Alcino, Rodrigo (Maurício), Mário Miguez e Fernando.

Fonte: Esporte Ilustrado

 
BONSUCESSO FC (RIO DE JANEIRO-RJ)

5

AA VALERIODOCE (VITÓRIA-ES)

3

Data: 09 de janeiro de 1949 Local: Vitória – ES
Juiz: José Maia Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Mariano(4) e Fausto – Dom, Miguez e Agnaldo
Bonsucesso(RJ): Jair; Rubens e Miguel; Auguasto, Vitor e Gato (Flavio); Fausto, Mariano, João Pinto, Enguiça e Tampinha.
Valeriodoce(ES): Mineirinho; Clodoaldo e Genésio; Edienio, Veraldo e Paulo; Dom, Miguez, Agnaldo, Carrinho (Palmeira) (Armandinho) e Gessi
 

O Jabaquara Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Vitória (ES). Apesar da escassez de informações, vale a pena apresentar esta agremiação capixaba, que teve seu auge na década de 60. Situado no Bairro de Gurigica, o clube Alvianil disputou o Campeonato Capixaba da Segunda Divisão em 1957, 1958 e 1959. Participou de três edições da Elite do Futebol do Espírito Santo: 1960, 1961 e 1962.

No Campeonato Capixaba da 1ª Divisão de 1960, terminou na 10ª e última colocação (18 jogos, com uma vitória, seis empates e 11 derrotas; marcando 20 gols e sofrendo 48). No Campeonato Citadino de Vitória de 1961, também ficou na última  posição, num total de dez clubes (18 jogos, com três vitórias, três empates e 12 derrotas; marcando 19 gols e sofrendo 41).

FONTES: Rsssf Brasil

 

As duas primeiras rodadas, da 1ª fase do Campeonato Brasileiro de 1984, não apresentou surpresas. Contudo, na terceira rodada a história foi outra. No sábado, do dia 4 de fevereiro, o Cruzeiro (MG) recebia o Rio Branco (ES), no Estádio do Mineirão. A princípio um jogo tranquilo. Porém, o jogo foi marcado pelos extremos: o Cruzeiro esteve irreconhecível, enquanto o Rio Branco teve uma atuação destacada, sobretudo, pelo experiente atacante Dé Aranha, então com 34 anos.

O início de jogo, deu a impressão de que seria tranquilo. Afinal, logo aos 11 minutos, o lateral Ademar abriu o placar para o Cruzeiro, marcando o tento após cobrança de penalidade.A partir daí, o Rio Branco partiu para cima e começou a ameaçar a meta de Vitor. E com dois gols de Dé Aranha em dois minutos, o time capixaba virou o jogo, levando a vantagem para o intervalo.

Na etapa final, o Cruzeiro errava muitos passes e parecia nervoso em campo. Já o Rio Branco se defendia bem e chegava com perigo em rápidos contra-ataques. E, num deles, conseguiu marcar o terceiro por intermédio do atacante Arildo. Fim de jogo, e uma merecida vitória do Rio Branco.

A vingança cruzeirense veio no segundo turno, quando goleou o adversário pelo placar de 5 a 1, no Estádio Engenheiro Araripe, em Cariacica (ES). 

CRUZEIRO (MG)

1

X

3

RIO BRANCO (ES)

LOCAL:

Estádio Governador Magalhães Pinto, ‘Mineirão’, em Belo Horizonte (MG)

CARÁTER:

Primeira fase – 3ª Rodada do Campeonato Brasileiro de 1984

DATA:

Sábado, do dia 04 de Fevereiro de 1984

RENDA:

Cr$ 7.207.000,00

PÚBLICO:

7.059 pagantes

ÁRBITRO:

José Renato de Oliveira Fidalgo (SP)

CRUZEIRO:

Vitor; Carlos Alberto (Celso Roberto, 39 do 1º), Evandro, Aílton e Ademar; Douglas, Eduardo e (Edu, 20 do 2º) e Tostão; Carlinhos, Carlos Alberto Seixas e Joãozinho. Técnico: Hilton Chaves

RIO BRANCO:

Zé Carlos; Ademir, Nei, Vantuir e Daniel; Luís Vieira, João Carlos e Paulo Roberto; Vicente (Vítor Capucho, 28 do 2º) Arildo e Dé Aranha. Técnico:Luís Alberto

GOLS:

Ademar, de pênaltis, aos 11 minutos (Cruzeiro); Dé aos 35 e 36 minutos (Rio Branco), no 1º Tempo. Arildo aos 30 minutos (Rio Branco), no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

 

FONTE: Revista Placar

 

Flâmula de 1990

FONTES: Revista Placar (18/09/1981) – Página da A.A. Colatina, no Facebook

 

DATA: 01 DE MAIO DE 1960

LOCAL: VITÓRIA – ES

 

1º JOGO

JABAQUARA

1-0

ATLETICO

2º JOGO

RIO BRANCO

0-0

VALERIODOCE (10-8 PEN)

3º JOGO

FERROVIÁRIO

0-0

VITÓRIA (10-8 PEN)

4º JOGO

UNIÃO

1-0

SANTO ANTÔNIO

5º JOGO

CAXIAS

2-1

AMERICANO

 

DATA: 08 DE MAIO DE 1960

LOCAL: VITÓRIA – ES

 

1º JOGO

JABAQUARA

0-0

RIO BRANCO (3-0 PEN)

2º JOGO

UNIÃO

1-0

FERROVIÁRIO

3º JOGO

CAXIAS

0-0

JABAQUARA (3-0 PEN)

4º JOGO

UNIÃO

1-0

CAXIAS

 

CAMPEÃO – UNIÃO ESPORTE CLUBE (VITÓRIA – ES)

 

Fonte: Jornal O Globo, Rio de Janeiro / RJ

 

Jabaquara Futebol Clube (Vitória-ES) - 1961

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Clube Esportivo Universitário do Espírito Santo

Nome : Clube Esportivo Universitário do Espírito Santo Ceunes
Fundação: 29 de outubro de 1974
Local : Vitória-ES

 

Mais conhecido como Ceunes, ou também Universitário, a equipe foi fundada em 1974 por universitários da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), para difundir a pratica do futebol em competições amadoras, disputando o estadual de profissionais no período em que Rômulo Vello Loureiro era o presidente, mas a equipe sempre teve extrema dificuldade para entrar em campo, Rômulo por exemplo acumulava funções no clube, era presidente roupeiro, massagista. Certa vez o Ceunes não tinha nem 11 jogadores para entrar em campo, nisso era verdadeiro cata-cata onde até o médico entrou em campo.

 

Até por isso não se esperava muito da equipe no estadual de 76 o primeiro do Ceunes, talvez por ser totalmente descompromissada com os resultados e sem pressão por resultados a equipe surpreendeu a todos, a equipe universitária foi para o Grupo A ao lado dos grandes, Rio Branco e Vitória, além de Industrial de Linhares e Guarapari.
Eram 2 grupos com 5 equipes passando os 3 melhores de cada grupo para o denominado Torneio dos Vencedores, e o Ceunes deixou Industrial e Guarapari para trás e avançou podendo se gabar de estar no Torneio dos Vencedores logo em seu primeiro ano da elite. Mas os bons resultados acabaram ali, nas 6 partidas do Hexagonal semifinal o Ceunes perdeu todos os jogos acabando com 0 pontos de 12 disputados.

 

Em 1977 no 2º ano de estadual agora o time universitário era mais “manjado”, e de quebra as dificuldades em botar o time em campo seguiam sendo um grande obstáculo. Pensando nessa dificuldade o Ceunes criou uma tática interessante aos olhos dos dirigentes, cada partida um veterano conhecido do futebol capixaba seria “convocado” para jogar e defender as cores da equipe, assim sempre na intenção de chamar mais público para ver o Ceunes jogar, oque ocorria hora no Estádio Salvador Costa do Vitória hora no Campo do Caxias.
Dentro de campo as 14 equipes jogaram em turno único todos contra todos, os oito melhores avançavam a 2ª fase, os demais disputariam uma repescagem que colocaria o líder direto no quadrangular final, ou seja de eliminado na 1ª fase a equipe teria chance até quem sabe de ser campeã estadual…
O Ceunes passou longe de classificar entre os oito, apenas uma única vitória nas 13 partidas, ela aconteceu fora de casa na 3ª rodada em Nova Venécia diante do Leão de São Marcos por 1×0 no Estádio Zenor Pedrosa Rocha em 19 de junho gol de Baiano aos 17 do 2º tempo.
Depois desta vitória o Ceunes não venceu mais, os melhores resultados foram dois empates em 0×0, um com Santos de Barra de São Francisco outro com São Mateus no Sernamby. Após o fim da 1ª fase a equipe acumulou 10 derrotas em 13 jogos, apenas 5 gols marcados e 25 gols sofridos. O Ceunes devido as dificuldades financeiras cada vez maiores abandonou a competição antes do Hexagonal da repescagem começar, depois disso nunca mais voltou a disputar o estadual outra vez.O dia 17 de julho de 1977 é marcado como a última partida do Ceunes no estadual, ela ocorreu em Barra de São Francisco contra o Santos local no Estádio Municipal Joaquim Alves de Souza com placar de 0×0.

 

Uniformes

 

Algumas partidas de 1976

Rio Branco 2×0 Ceunes
Guarapari 0×0 Ceunes
Rio Branco 3×0 Ceunes
Vitória 5×1 Ceunes
Caxias 3×0 Ceunes
Desportiva 3×0 Ceunes
Ceunes 1×2 São Mateus
Vitória 6×1 Ceunes
Rio Branco 5×2 Ceunes

 

Campanha de 1977
Industrial 2×0 Ceunes
Rio Branco 1×0 Ceunes
Guarapari 2×0 Ceunes
São Mateus 0×0 Ceunes
III de Maio 2×0 Ceunes
Veneciano 2×0 Ceunes
Santo Antônio 4×1 Ceunes
Desportiva 1×0 Ceunes
Leão de São Marcos 0×1  Ceunes
Caxias 1×0 Ceunes
Vitória 6×3 Ceunes
Estrela do Norte 4×0  Ceunes
Santos Barra de São Francisco 0×0  Ceunes

 

Rômulo Vello Loureiro

 

Rômulo não só está na história da equipe Universitária como na história da própria Universidade, ele estava presente quando a UFES se tornou realidade no Campus de Goiabeiras.

A baixo um depoimento do  próprio Rômulo no Livro O Jubileu de Ouro da universidade (2004)
“No início do ano de 1961, o Presidente da República, à época Juscelino Kubitschek, como ato derradeiro de seu mandato, federalizou a Universidade do Espírito Santo (UES). No ano subsequente, mais precisamente em 26 de janeiro de 1962, já no governo de João Goulart, o Ministro da Educação e Cultura, ciente de seus méritos como cidadão probo, cultor do Direito, educador e detentor de uma cultura que impressionava a todos, não teve dúvida em escolher e
nomear o Professor Jair Etienne Dessaune para ser o primeiro reitor da Universidade Federal do Espírito Santo.
Apesar de, com tal designação emanada do Governo Federal, haver passado a ser o detentor de tão importante cargo público, o Doutor Jair Dessaune peregrinou, batendo literalmente de porta em porta nos diversos setores da Administração Pública do nosso Estado.
Estava a recrutar servidores cuja conduta e competência funcionais, no trato da coisa pública, ele conhecia de sobejo devido a sua intensa atividade profissional, para exercerem encargos que lhe possibilitassem organizar e por em funcionamento, incontinenti, aquela incipiente Instituição.”
Resultado de imagem para campus da ufes
Campus da UFES
O texto foi para historiar a saga que iniciava-se o ano de 1962, quando Jair Dessaune, como professor-decano da antiga Faculdade de Direito da
Universidade Estadual do Espírito Santo, foi designado pelo Ministro da Educação e Cultura para responder pela reitoria da universidade, com a incumbência de organizar e instalar a nova Instituição Federal de Ensino.
Sem dispor de recursos financeiros e humanos, no dia 7 de março de 1962, Jair Dessaune baixou a Portaria n.º 1-A da Ufes, por meio da qual instalou, a título precário e sem ônus para os cofres públicos, a sede da 1.ª reitoria e o gabinete do reitor na garagem de sua própria residência e no seu escritório, que ficava anexo, na Rua do Rosário, n.º 202, Centro de Vitória, atrás do Teatro Carlos Gomes, entre outras providências que adotou à época. 

Fontes:
https://memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br/ 

 

Santa Cruz Futebol Clube

Nome : Santa Cruz Futebol Clube
Local : Vitória
Fundação:  23 de outubro de 1928
Títulos :  Turno Campeonato Capixaba  Série B 1957, Vice Campeão da Série B 1957

O Santa Cruz do Espírito Santo foi fundado em 1928 no Bairro Santa Lúcia em Vitória.
Por vários anos participou do Campeonato Suburbano e a Série B capixaba. Chegou perto de disputar a 1ª Divisão algumas vezes mas a falta de poder financeiro sempre impedia a equipe de crescer mais, mesmo assim com muito empenho enfrentava as equipes com mais capacidade financeira, AA Vale e Ferroviário formados por ferroviários da Companhia Vale do Rio Doce que os ajudava, Atlético e Santos de Vila Velha entre outros.
Sua sede em Santa Lúcia era usada para todo tipo de eventos, bailes de carnaval, festas de formatura, concursos de Miss entre outras atividades nos primeiros anos de existência do SCFC.
O Santa Cruz participou da Série B por pelo menos oito vezes, os anos 50 foram os melhores da equipe dentro de campo, tanto que disputou quase todas as séries B nos anos 40,50 de forma ininterrupta.

Campo do Santa Cruz fundado por Julio Henriques

Entre estas participações o Santa Cruz carrega em sua história algo único, na 2ª Divisão de 1945 conseguiu o feito de derrotar o Centenário duas vezes no mesmo dia.
Antes da partida do returno as duas equipes disputaram 05 minutos referentes a partida do turno que foi paralisada antes do fim quando o placar era de 1×1. E não é que nestes 05 minutos o Santa Cruz fez um gol em venceu! O responsável pelo gol  da vitória foi Egídio!
Já na partida do returno com tempo completo o Santa voltou a vencer, e  com propriedade por 4×2, Mululo, Carlos, Julio e Egídio marcaram, enquanto que José Angelo e Getúlio marcaram para o Centenário.
O Santa Cruz foi a campo com Coca,Moacir, Hiltom, Julio, Tercio, Edson, Carlos, Levino (Nélio), Egidio, Mululo (Luiz Paulo) e José Alves (Nascimento). Ermenegildo Gave apitou a partida que acabou expulsando Egídio grande destaque do Santa Cruz com dois gols e Altamiro do Centenário.
A campanha da 1ª fase que credenciou o Santa Cruz a disputar as finais foi a seguinte.

Turno
Santa Cruz 2×1 Centenário
Santa Cruz 4×3 Jucutuquara
Santa Cruz 1×1 Recreio

Returno
Santa Cruz 4×2 Centenário
Santa Cruz 6×1 Jucutuquara
Santa Cruz 7×2 Recreio

Os anos com maior destaque foram em 1956 e 57, onde a equipe brigou pelo título até as rodadas finais da competição.
Em 57 foi o melhor ano sem dúvidas, na penúltima rodada da firmou-se na liderança da Zona Norte ao derrotar o Guarany por 4×2. A partida aconteceu no Estádio Governador Bley, João Zambelli auxiliado por Manoel Araujo e João Pereira comandaram a cancha. A primeira etapa não agradou os presentes no estádio da Avenida Albérico Torres, mas isto tem explicação, o motivo eram os temporais que assolaram a capital capixaba deixando o gramado totalmente encharcado.
O Guarany foi quem inaugurou o placar com Artur aos 26 minutos. Na segunda etapa Caboclo deu lugar a Nélio no intervalo, Genézio treinador do Santa Cruz botou o time para frente com Gazolina, Nélio, Giginho, Tércio e Barrica no ataque, deu muito certo o esquema ofensivo, Tércio empatou, depois Gidinho deu show marcando 3 gols seguidos, aos 40 Jair contra descontou para o Guarany encerrando em 4×2 a partida, detalhe que um bom público acompanhou esta partida que colocava o Santa como maior favorito ao título.

Santa Cruz F.C : Edson, Jair, Çitinho, Julio, Aloísio, Moacir, Gazlina, Caboclo (Nélio), Gidinho, Tércio e Barrica.
Guarany E.C : Gildo, Fabio, Cláudio, Aroldo, Ailton, Milton (Altino), Gildo II, Wilson, Artur, Eudócio (Adalberto) e Manoel.

A partida que valeu o título aconteceu e 14 de janeiro de 1957, pela última o Santa Cruz encarou o Bangu na partida pre-liminar de Santo Antônio  e Rio Branco que disputavam a Serie A, a partida contra o Bangu foi muito acirrada, o placar foi apertado vitória por apenas 2×1, Gidinho e Nélio marcaram os gols da vitória, o presidente Humberto Balbi que ficou mais de 16 anos a serviço do clube mesmo com a alegria do  título não iludia os torcedores e sócios, e já afirmava que mesmo conquistando o título da Série B o clube não tinha pretensões de disputar a Série A de 58 deixando a vaga para alguém com mais poder econômico, Genesio treinador estava feliz com o título e satisfeito mesmo com  o time rendendo a baixo do que podia segundo ele.

Santa Cruz F.C : Paulo (Édson), Aloísio, Litinho, Moacir, Zeli, Julio, Nélio, Caboclo, Giovani, Tercio e Barrica.
Bangu E.C : Rubens(Antônio), Pedro, Pedro Germano, Milton, Zaprogno, Reinaldo (Elozinho), Almir, Genovite, Clovis, Luiz Carlos e Adalberto.

A prova do título incontestável

A baixo a avaliação dos campeões nesta partida feita pelo Jornal Folha Capixaba.
Paulo - Não comprometeu em nenhum lance. Contundindo-se cedeu lugar para Edson que esteve bem melhor.
Aloísio - Confirmou as suas boas atuações dos jogos anteriores. Excelente marcador e muito espírito de luta.
Litinho - Desempenhou bem a missão.
Moacir - Foi um grande elemento em campo. Folego e categoria s serviço da equipe. Esteve incansável durante o tempo.
Julinho - Só na etapa final conseguiu firmar-se no terreno, constituindo-se então numa das figuras principais da equipe santa cruzense.
Nélio -  O elemento lutador de sempre, marcando o gol que garantiu a vitória santa cruzense.
Geovani - Não esteve bem o meia direita do clube de Santa Lúcia. Além de estar numa noite infeliz foi expulso de campo.
Gidinho - O melhor jogador da cancha, dominando sempre o seu marcador. Conquistou o 1º gol batendo toda a defesa banguense.
Tercio - Outro grande elemento. Embora veterano na equipe, nota-se o seu esforço, sua qualidade.
Barrica -  Apenas esforçado. Perdeu a oportunidade de conquistar  o terceiro tento da noite.
pelo brilhante feito o Santa Cruz a diretoria do clube resolveu que a festa se prolongue até amanhã. Assim sendo na parte da tarde a sede do querido suburbano, haverá uma grandiosa festa, com bebidas e etc, e culminará com um grandioso baile à noite.

Mais tarde com decorrer da competição o Santa Cruz foi para a final contra o Atlético de Aribiri Vila Velha, na melhor de três deu o Atlético que pode ser visto nesta matéria do Jornal Folha Capixaba de 1957.

Dias depois as duas equipes voltariam a se enfrentar valendo troféu, desta vez a pugna foi válida pela Taça Dilio Penedo em comemoração aos 14 anos de fundação do Atlético, a partida correu no 3º Batalhão de Caçadores em Vila Velha e com gol de Tunico que havia substituído Gidinho o Santa venceu e se sentiu vingado. O Santa Cruz foi a campo com Edson, Luiz. Moacir, Caboco, Jorge, Julinho, Nélio (Geovani), Tercio, Tunico, Gazolina (Betinho) e Barrica.Mais tarde o Santa Cruz enfrentou o Santo Antônio, forte esquadrão da primeira divisão, o Santo Antônio havia prometido uma pugna com o Santa Cruz e cumpriu os enfrentando no Estádio Governador Bley, Arli Silva auxiliado por Benedito Vieira e Ermenegildo Gave dirigiram a partida. O Santa Cruz recebeu a renda de Cr$ 4.540,00 pelo amistoso entre por Rubens Gomes dirigente antonino que foi homenageado com seu nome no Estádio do Santo Antônio anos depois.
O Santo Antônio foi a campo com Etiene., Tião, Zé Português, Leitão, Nélio, Smate, Carlços Alberto, Antîo Português, Zé Carlos, Zezé e Vasconcelos (Alcir).
Já o Santa Cruz foi a campo com Edson, Caboco, Jorge, Julinho, Tércio, Moacir (Aluizio), Joaes, Geovani (Gidinho), Lecinho (Barrica) e Castelo (Nélio).

Com o passar dos anos e o crescimento urbano os campos de futebol espalhados pela capital foram diminuindo em com isso os times também, o Santa Cruz acabou perdendo espaço no futebol e nas décadas seguintes as que teve sucesso parou de disputar as competições que antes jogava, muitos time foram extintos nesse período pós anos 60 no Espírito Santo.
Até hoje o Campo do Santa Cruz existe, localizado no Bairro Santa Lúcia atualmente pertence a União devido uma dívida por não pagamento de 650 mil entre 2004 e 2009, referentes a taxa de Marinha, com isso a Superintendência de Patrimônio da União no Espírito Santo (SPU-ES) se apropriou do local.

A Prefeitura de Vitória interviu na ação judicial em favor do Santa Cruz Futebol Clube, como assistente na reintegração de posse, impetrada pela a União. O processo iniciou em abril de 2015 mas não tem prazo para a decisão com isso cerca de 150 crianças ficam sem ter onde pois o Campo do Santa Cruz é utilizado pela escolinha do Santa Cruz e do  CTCE (Centro de Treinamento Cosme Eduardo, ex-jogador e treinador capixaba).


Uniformes

Área de campo de futebol pegou fogo, em Vitória (Foto: Dennis Adam/ Internauta)
Em 2015 os moradores do bairro tiveram um grande susto, um incêndio tomou conta o seco gramado do Campo. Foi controlado sem feridos ou mais problemas.

Abraço simbólico dos moradores de Santa Lúcia no Campo do Santa Cruz em 2014, revoltados e preocupados em perder a única área de lazer do Bairro. 

Fontes:
https://memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br 
 

Sport Club Commercial de Muqui

Nome: Sport Club Commercial
Local : Muqui-ES
Fundação: 30 de outubro de 1924
Estádio : Campo Entre Morros e Estádio de São Francisco
Títulos : Campeão Sulino 1931 e Bi-campeão de Muqui 1931 e 1933

A equipe do Commercial não teve muito tempo de duração, mas no curto tempo de vida agregou a história do futebol capixaba, conquistou títulos e escreveu seu nome nas páginas da história do futebol do Espírito Santo.
Muqui ainda era conhecido como São João de Muqui quando surgiu o alvinegro muquiense. A equipe possuiu 2 campos, o 1º chamado Campo entre Morros, depois Estádio Praça de Esportes São Francisco no mesmo local onde hoje se encontra o Estádio Municipal João Vieira Fraga.Em 1930 o Commercial conquistou o vice campeonato do 1º Campeonato Sulino da história perdendo para o Cachoeiro Futebol Clube na final.
Jogadores do Commercial campeão Sulino de 1931
Segundo relatos foi em Muqui onde nasceu a primeira Liga Municipal de futebol reconhecida no estado, isto em 1931, e o primeiro campeão é justamente o Commercial que goleou o Nacional por 3×0 no mês de maio conquistando o troféu de campeão da Liga Esportiva Muquiense. No mesmo ano conquistou o Campeonato Sulina.
Em 14 de agosto o Commercial foi até Cachoeiro de Itapemirim para uma partida histórica contra o Estrela do Norte, a primeira partida noturna do estado do Espírito Santo jogada no Estádio Mário Monteiro o Sumaré que terminou com vitória dos donos da casa.
O grande time do Commercial

Em 1933 e o Commercial sagrou-se Bi-campeão da Liga Muquiense contra o Nacional novamente. Pena que em 1935 ambas equipes foram extintas.

O primeiro grande rival do Commercial era o Muquyense Football Club fundado  em 1919 provavelmente em agosto. A rivalidade durou nos anos 20 entre 1925 e 1930, quando o Muquyense desfez o time. Mas o Commercial não ficou órfão de rivais, logo depois veio o Nacional Club Muquy fundado em 1929, as equipes se enfrentaram diversas vezes por competições organizadas pela  Liga Muquiense, Campeonato Sulino e pela Associação Sulina de Esportes Atléticos (ASEA) que era uma liga a Liga Sportiva Espírito Santense. Eram rivais tão ligados que acabaram extintos praticamente juntos no ano de 1935.

Os campeões muquienses em 1931
Estádio da Praça de Esportes São Francisco em 1931.
Commercial ano de sua fundação em 1924
Commercial em 1927, esta equipe cedeu jogadores até para a seleção capixaba disputar o Brasileiro de Seleções 

 

Fontes:
https://memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br/ 

 

FONTE: Revista Placar

 

O Esporte Clube Guarany foi uma das 5 equipes que integraram a fusão que deu vida a Associação Desportiva Ferroviária CVRD, o Bugre era formado por funcionários das oficinas da Cia Vale do Rio Doce localizadas em Itacibá Cariacica, onde tinha seu campo chamado Praça de Esportes Engenheiro João Linhares, disputou campeonatos Suburbanos com frequência antes da fusão em 1963, por duas vezes disputou a Série B capixaba.
Era mais uma equipe para divertimento dos funcionários das oficinas que se reuniam aos finais de semana após a semana de trabalho pesado nas locomotivas.  As cores  oficias vermelha e branca foram homenagem ao Valério-MG de onde muitos ferroviários vieram para trabalhar tanto na ferrovia Vitória-Minas quanto nas oficinas da Companhia Vale do Rio Doce. Todo ano no dia 1º de novembro o Bugre fazia um festival em comemoração data de sua fundação, começava hasteamento da bandeira, depois uma missa, e partidas dos torneios comemorativos.

Nos torneios Suburbanos o Guarany  não fez feio, foram boas campanhas em 1956 e 1957.
Em 56 entrou no Chave Zona Sul, ao lado de Ferroviário (também de trabalhadores ferroviários da CVRD), Atlético de Aribiri e Bonsucesso.

Em 57 o Guarany mostrou sua força ao derrotar o Atlético de Vila Velha por 2×1, os responsáveis ela vitória foram. Hurubatão, Tininho, Haroldo, Pedro Vermelho, Fabiano, Zulmaro, Wilson, Arthur, Telmo e Escurinho. o Atlético era o atual vice campeão.
Um registro de vitória da equipe foi contra a forte equipe do Glória em plena sua casa, Lulmiro, Wilson e Antelmo marcaram na vitória por 3×1. O Bugre colorado foi a campo com Lafaiete, Gildo, Haroldo, Pedro Edézio, Vermelho, Zulmiro, Arthur, Antelmo, Wilson e Fabinho (Escurinho).
Durante o ano de 57 o Guarany encarou o Bangu e atropelou por 3×0. Jarbas, Stelio, Arthur, Juarez, Samuel, Pedro, Gildo, Benedito, Zulmiro, Doca e Claudio fora a campo, com Claudio, Gildo e Samuel marcando os gols do triunfo.

O Guarany tem participação essencial na fusão da Desportiva Ferroviária, foi de um de seus conselheiros o voto final em 17 de junho de 1963. Antes de Waldomiro se pronunciar haviam votado 14 conselheiros do Ferroviário, 5 da A.A Vale, 3 do Cauê, 1 do Valério e 1 do Guarany, eram 12 votos pelo sim da fusão e 12 votos pelo não. Waldomiro seria o voto que decidira a calorosa votação do conselho, ele votou “sim” e ali nascia um dos clubes mais simpáticos do Brasil.

 

FONTE: Blog Memória do Futebol Capixaba

 

FONTE: Mercado Livre – Revista Placar

 

Floriano Futebol Clube

O Floriano Futebol Clube foi um clube brasileiro de futebol já extinto, da cidade de Vitória.
Disputou sua primeira competição oficial em 1919, no Campeonato de Vitória. Em 1926, conquista a competição, ainda chamada de Taça Cidade de Vitória, se tornando campeão capixaba.
Nessa época, o campeonato era apenas na capital Vitória.

Fontes:
memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br
www.colecaodeclubes.com.br 

© 2017 História do Futebol Suffusion theme by Sayontan Sinha