FONTE: Revista Placar

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

O CEUB (Centro Esportivo Universitário de Brasília) foi uma agremiação da cidade de Brasília (DF). Fundado no dia 25 de Fevereiro de 1971, por universitários do Centro de Ensino Unificado de Brasília, o CEUB (Centro Esportivo Universitário de Brasília), na verdade nunca houve um Centro de Ensino Unificado de Brasília Esporte Clube.

A equipe mandava seus jogos no Estádio Edson Arantes do Nascimento, ‘Pelezão’, com capacidade para 20 mil pessoas e encerrou as atividades de futebol em 1976. Foi a primeira equipe Brasiliense a disputar a divisão principal do campeonato nacional, em 1973. Posteriormente mudou o nome para CEUB Esporte Clube.

Entretanto, a vida da equipe foi curta. A primeira edição do Campeonato Brasiliense, em 1976, marcou também o fim do CEUB. O time ganhou os dois primeiros turnos. Liderava o terceiro e último quando a federação local virou a mesa, determinando que fosse disputado um quadrangular para apontar o campeão e representante do Distrito Federal no Brasileirão. A diretoria do CEUB não aceitou.

Irritado com a posição do CEUB, Heleno Nunes, presidente da antiga CBD (hoje CBF), determinou que o Distrito Federal não teria representante no Brasileirão.

A manobra antecipou o fim do clube, que também apresentava problemas financeiros depois de ter representado o Distrito Federal em três edições do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão.

Hoje, tudo que restou do CEUB foram troféus e recortes de jornais guardados no escritório de Adílson Peres, advogado, que foi o presidente do CEUB naquela época. “Sinto saudade daquele time“, afirma.

 

Títulos

Estaduais

  • 1973- 33° colocado
  • 1974- 37º colocado
  • 1975- 31º colocado

FONTES: Wikipédia – Revista Placar

 

O Paranoá Esporte Clube é uma agremiação da região administrativa do Paranoá, no Distrito Federal. A ‘Sucuri’ foi Fundado no dia 30 de abril de 2000. O time foi campeão candango amador no ano de 2002 ainda como Colorado do Paranoá. De quebra já ganhou um estádio para jogar em sua própria terra, o estádio JK, que na época não tinha o nome definido.

O primeiro grande feito aconteceu em 2004, quando conquistou o Campeonato Candango da Segunda Divisão, e também a Taça Brasília. Em 2016, o Paranoá ficou o vice-campeonato da Segundona, atrás do Dom Pedro (que mudou o nome para Real).

 

Tabela e fórmula de disputa 

Na manhã do último dia 04 de novembro de 2016, na sede da Federação de Futebol do Distrito Federal, foi realizado o Conselho Arbitral do Candango 2017. Serão 12 equipes em busca do título do 42º Campeonato Brasiliense de Futebol da 1ª Divisão.

A fórmula da competição foi mantida, com os 12 clubes na primeira fase se enfrentando em turno único. Os oito melhores classificam-se para a segunda fase. Os dois piores serão rebaixados para a segunda divisão de 2018.

O início da competição está marcada para os dias 4 e 5 de fevereiro. Uma reunião no dia 18 de novembro entre os clubes participantes ratificará esta data de inicio. O Dom Pedro agora se chama Real Futebol Clube e fará a estreia diante do vice-campeão de 2016, o Ceilândia.

Confira a 1ª rodada da competição:

Luziânia x Paranoá;

Cinelândia x Real;

Brasiliense x Formosa;

Gama x Atlético Taguatinga;

Paracatu x Santa Maria;

Brasília x Sobradinho.

x
FONTES: Rádio Esportes Brasília HD – Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

O  Real Futebol Clube é um clube de futebol brasileiro, sediado em Núcleo Bandeirante, no Distrito Federal. Foi fundado em 22 de fevereiro de 1996 com o nome Esporte Clube Dom Pedro II e tinha como sede no Guará, mas teve seu nome alterado para Esporte Clube Dom Pedro Bandeirante no começo de 2009, após estabelecer-se no Núcleo Bandeirante, nome do clube até 01 de Novembro de 2016, quando mudou de nome para o atual Real Futebol Clube.

História

Dom Pedro

Fundado em 22 de fevereiro de 1996, com sede no Guará, o Dom Pedro era conhecido como o Time do Bombeiros, por ter sido criado por membros do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. Em 2009, o clube estabeleceu endereço fixo no Núcleo Bandeirante e passou a mandar seus jogos no estádio da Metropolitana. Em toda a história conquistou o Campeonato Candango da Segunda Divisão de 2002 e 2016. Além disso, representou o DF na Série C em duas oportunidades (2000 e 2008) e na Copa do Brasil nos anos de 2000 e 2009.

Era conhecido como Time dos Bombeiros por ter sido fundado por membros do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Manda seus jogos no Estádio da Metropolitana, e suas cores são o vermelho e o branco.

Tinha como mascote uma fênix, presente inclusive no seu escudo

Em 01 de Novembro de 2016, foi anunciado a extinção do Dom Pedro e a mudança de nome para Real Futebol Clube, [2]

Real

O clube foi adquirido pelo empresário Luiz Filipe Belmonte e passa a se chamar Real Futebol Clube, equipe que subiu da segunda para a primeira divisão candanga este ano. O treinador do Real deve ser Gauchinho. O novo nome passa a valer a partir do Campeonato Brasiliense de 2017.

 

FONTES: Futebol Interior – Wikipédia – Homero Queiroga – Escudos do Mundo Inteiro

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Mercado Livre – Revista Placar

 

Clube de Regatas Guará é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade do Guará, no Distrito Federal. Foi fundado no dia 9 de janeiro de 1957, sendo o mais antigo clube em atividade no futebol de Brasília. Em 2007 disputou, pela primeira vez em sua história, a segunda divisão do campeonato de futebol do Distrito Federal.

Seu uniforme é composto de camisa com listras verticais amarelas e pretas, calção preto e meias pretas ou auri-negras. O Clube manda seus jogos no Estádio Antônio Otoni Filho (conhecido como CAVE), sigla para Centro Administrativo Vivencial e Esporte, situado no bairro do Guará, em Brasília (DF).

Lúciozagueiro da seleção brasileira nas Copas do Mundo de 20022006 e 2010, foi revelado pelo Clube de Regatas Guará, tendo defendido o Lobo desde as divisões de base até o início da carreira. Na base, foi campeão candango de juniores sobre a equipe do Sobradinho. Em 1996 foi o capitão do elenco campeão brasiliense, dando ao clube a possibilidade de disputar a Copa do Brasil de 1997.

O sorteio, no entanto, colocou o Internacional de Porto Alegre no caminho do Lobo. Mesmo com a eliminação, os gaúchos viram no zagueiro grande potencial e efetivaram sua contratação. Lúcio, então, se consagrou no Inter, tendo defendido grandes clubes na Europa e sido campeão mundial com a Seleção Brasileira em 2002, na Copa do Japão/Coreia.

Outros jogadores consagrados vestiram a camisa do Guará, com destaque para Éder Aleixo (campeão brasiliense em 1996, ídolo do Atlético Mineiro) e Beijoca (1988, ídolo do Bahia).

 

FONTE & FOTO: Wikipédia – Ismael Carlos

 

O Sobradinho Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Sobradinho (DF). O ‘Leão da Serra’ foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1975. A sua Sede fica localizada na Área Especial 1 Setor das Industrias de Sobradinho – Sala 208, em Sobradinho. O seu Estádio é o Augustinho Lima, com Capacidade para 10 mil pessoas. Atualmente disputa o Campeonato Candango da 1ª Divisão.

HISTÓRIA

Um grupo de três operários de uma companhia ferroviária do bairro paulistano do Bom Retiro decidiu criar um time de futebol. Eram os pintores de parede Rodrigo Luiz e seu irmão Leonardo Luiz, além do trabalhador braçal Lessy e mais oito pessoas que contribuíram com dinheiro e também foram consideradas sócios-fundadores.

A ideia surgiu depois de assistirem à atuação do Corinthians. No livro Arquivos do Futebol Brasiliense, pesquisado e organizado pelo amigo e membro José Ricardo Almeida, consta que na disputa do campeonato de 1961, a equipe do Sobradinho Esporte Clube era uma das oito participantes, entre clubes como o Clube de Regatas Guará (do Guará), Defelê Futebol Clube (de Brasília, hoje extinto) e Rabello Futebol Clube (de Brasília, também extinto).

Antes da profissionalização, o time, na condição de amador e com muitas dificuldades financeiras, oscilava nas poucas competições regionais que disputava, já que não contava com apoio. Com a profissionalização do futebol do Distrito Federal, o clube passou a adotar como data de (re)fundação o dia 1 de janeiro de 1975.

O Estádio Olímpico de Sobradinho (Augustinho Lima), com capacidade para 15 mil torcedores, foi inaugurado em 13 de maio de 1978, num amistoso entre Sobradinho e Santos, vencido pelos visitantes pelo placar de 3 a 0, sendo o primeiro gol no novo estádio marcado por Aílton Lira.

O primeiro título do Sobradinho foi conquistado em 1 de dezembro de 1985, contra uma das mais fortes equipes do Distrito Federal na época, o hoje extinto Taguatinga Esporte Clube, em pleno Serejão, para um público aproximado de vinte mil torcedores, entre pagantes e não pagantes. O placar foi de 2 a 0 para o Leão da Serra, com gols de Artur e Toni. Toni foi o artilheiro do campeonato com 17 gols.

Em março de 1996 o clube passou a se chamar Botafogo Sobradinho Esporte Clube, em parceria com o Botafogo do Rio de Janeiro. O projeto de transformar o Sobradinho em sucursal do Botafogo surgiu de conversas entre o advogado Délio Cardoso e o presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro.

Botafoguense, Délio acompanhou vários jogos do Campeonato Brasileiro de 1995, a convite da diretoria. Nas conversas, os dois tentaram entender as razões do pouco prestígio do futebol do Distrito Federal. “Chegamos à conclusão de que a capital é uma cidade jovem que não tem uma cultura própria de futebol”, afirmava Délio Cardoso. “A vantagem para nós é que podemos manter em atividade todos os jogadores do elenco, dar oportunidade aos que estão saindo dos juniores e ainda podemos garimpar novos talentos“, diz Montenegro.

A parceria rendeu ao Sobradinho a 3ª colocação nos campeonatos de 96 e 97. Após um pequeno período, o Sobradinho voltou a usar o seu nome original ainda em 1997. O atacante Dimba foi o artilheiro do Campeonato Brasiliense de 1996 jogando pelo Sobradinho.

 

FONTE & FOTO: Wikipédia – Ismael Carlos 

 

O Grêmio Esportivo Tiradentes foi uma agremiação da cidade de Ceilândia (DF). Fundado no dia 03 de Fevereiro de 1967. A sua Sede fica no Setor Policial Sul, Quadra 611 Sul – Brasília. Em 1988, foi campeão Brasiliense tendo como destaque o veterano zagueiro Beto Fuscão. Em 1989 participou da Copa do Brasil comandado pelo técnico Dadá Maravilha auxiliado pelo Ribeiro, quando conseguiu chegar até as oitavas-de-final, quando foi eliminado pelo Corinthians. Esta seria a sua única participação naquela competição.

Em 1994, conseguiu uma das vagas disponíveis para Série B daquele ano, com merito em ter ganho um qualificatório para Série B entre equipes do Distrito Federal e de Minas Gerais, porém, uma derrota para o Bangu, além de eliminar o time candango da Série B, acabaria decretando o rebaixamento para Série C de 1995, junto com o Fortaleza.

Entre 1995 e 1996 usou a denominação Flamengo Tiradentes. Ficou na divisão principal do DF até 1996, quando foi rebaixado juntamente com Samambaia, Taguatinga e Ceilândia, no quadrangular da morte (Taguatinga e Ceilândia não disputaram e foram rebaixados).

Após esse ano, o time ficou inativo até 2000, quando voltou, disputando a segundona, e também em 2001, sem conseguir o acesso. Após esses anos, o Tiradentes nunca mais voltou a disputar um campeonato brasiliense, sendo que nunca mais se ouviu falar em uma possível volta do clube, assim como acontece com Taguatinga e Planaltina, que também encerraram suas atividades e nunca mais voltaram, em um período onde clubes como Brasília, Sobradinho e Guará também começaram a declinar.

FONTES & FOTO: Wikipédia – Placar – ManulaGalo

 

Outra novidade da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) é a logomarca do Campeonato Brasiliense de Futebol da 1ª Divisão, o  ‘Candangão 2016′. A marca, predominantemente colorida em verde e dourado, traz um desenho no centro que faz alusão ao brasão do Distrito Federal, além da nova sigla da entidade gestora do futebol local e o nome do Campeonato.

A competição para os 12 clubes renderá ao campeão uma inédita premiação de R$ 150 mil, além de vaga garantida nas duas próximas edições da Série D do Campeonato Brasileiro (2016 e 2017), além de garantir participação na Copa do Brasil e na Copa Verde subseqüentes.

 

FONTE: Blog Jânio Gomes

 

A Federação Brasiliense de Futebol (FBF)  ganhou nova nomenclatura. Em Assembléia na quinta-feira, do dia 19 de novembro de 2015, foi alterado o nome da entidade, que a partir daquela data agora se chama: Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF). Contando com a presença dos 24 clubes profissionais, foi aprovado a mudança do Estatuto da entidade futebolística da Capital Federal. A presença de todos os dirigentes das agremiações foi um fato inédito na casa, em se tratando de assuntos estatutários.

Presidido pelo dirigente do Brasília Futebol Clube, Roberto Marques, a Assembléia teve como secretário o diretor financeiro da FFDF, Cícero Lima, além de Clever Rafael (vice-presidente do órgão máximo do futebol no DF) e Elias Andrade (presidente do Paracatu-MG), que foram os mediadores das resoluções.

Na pauta estavam 82 artigos que foram lidos um a um, para que os representantes dos times pudessem opinar e, mudar o texto em consenso, caso fosse necessário. As medidas passaram a ser válidas a partir do término da Assembléia.

Os principais pontos modificados em relação Estatuto anterior:

1 – Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) será o nome da entidade a partir da mudança;

2 – Extinção definitiva da Terceira Divisão do Candangão;

3 – Novas filiações de clubes serão possíveis somente a partir do ano 2020. A taxa de filiação será de 1.000 salários mínimos;

4 – Somente presidentes, vice-presidentes e seus antecessores, além dos ex-presidentes e vices da FFDF poderão concorrer aos cargos de presidente e vice-presidente da entidade a partir do próximo pleito;

5 – Para concorrer, os candidatos deverão ter no mínimo cinco anos de serviços prestados como dirigentes de futebol nos cargos citados no item anterior;
6 – Para lançar uma chapa, o candidato deverá ser indicado por, no mínimo, cinco agremiações;

7 – Somente candidatos “Ficha Limpa” poderão lançar candidatura à presidência e vice-presidência da FFDF;

8 – A próxima eleição da FFDF será realizada na 1ª quinzena do mês de outubro de 2016;

9 – O peso do voto de cada clube da Primeira Divisão passou a ser de 6 pontos. O voto dos clubes da Segunda Divisão passou a ser de 3 pontos;
10 – O voto será aberto nas eleições da entidade.

 

FONTE: Esporte Candango

 

A Sociedade Esportiva Planaltina é uma agremiação da cidade de Planatina (GO).  A sua Sede administrativa fica na Q 5 Conjunto – J Casa 43, s/n – Planaltina – Brasilia (DF). Fundado no dia 30 de Março de 2000. Suas cores são verde, azul e branco. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal de Planaltina, com capacidade para 6 mil pessoas.

Apesar de ser um clube goiano, o Planaltina é filiado à Federação Brasiliense de Futebol (FBF), em virtude da menor distância de Planaltina em relação ao Distrito Federal. O grande feito do  Planaltina aconteceu ano passado, quando conquistou o vice-campeonato do Candango da Série B 2015.

Com isso, o clube debutou no Campeonato Candango da 1ª Divisão, deste ano. Na sua estreia aconteceu no último domingo (31 de janeiro de 2016), quando acabou derrotado, de virada, pelo S.E. Gama por 3 a 1, no Estádio Walmir Campelo Bezerra, o Bezerrão.

Hoje (06 de fevereiro de 2016), sábado de Carnaval, o Planaltina entra em campo para o seu segundo compromisso pelo Estadual. A equipe enfrenta o Sobradinho, às 16h, no Estádio Augustinho Lima.

FONTES & FOTO: Site e Página no Facebook do Clube – Wikipédia

 

O Taguatinga Esporte Clube é uma agremiação da cidade satélite de Taguatinga (DF). Em 18 de fevereiro de 1974, surgiu o Pioneira Futebol Clube, que no mesmo ano, faturou o título do Campeonato Candango da 1ª Divisão.

Em 1º de Julho de 1975, em uma assembléia na Associação Comercial de Taguatinga (ACIT) de 19 as 21hs, o Presidente S.r. Yushyo Matsunaga do Pioneira, além dos sócios, estiveram como convidado especial na Assembleia Extraordinária os Srs. Benedito Domingues, presidente da ACIT, Olímpio Barbosa Filho Administrador de Taguatinga de 1974 a 1976, Dr. Wilson de Andrade Presidente da Federação Metropolitana de Futebol. foi nomeado um novo Conselho Deliberativo e alterado o nome da associação de Pioneira Futebol Clube para Taguatinga Esporte Clube a reunião foi encerrado pelo Presidente Justo Magalhães Moraes, esta ata foi publicada no diário Oficial seção I Parte l publicado no dia 15 de junho de 1976.

Observação: o Pioneira era um time formado por Funcionários da Viação Pioneira, Empresa de Ônibus de Taguatinga, com o sucesso alcançado no futebol amador de Taguatinga os Matsunaga donos da empresa resolveram em 1974, profissionalizar o time.

O  Taguatinga possui cinco títulos do Campeonato Candango da 1ª Divisão: 1982, 1989, 1991, 1992 E 1993;
Também foi Vice em  1978, 1985,1986,1987 E 1990; Campeão do Campeonato Candango da 2ª Divisão: 1997.

 

FONTE: http://taguatingaesporteclube.blogspot.com.br/

 

Prezados,

Segue o novo escudo do Brasília FC, às vésperas de estrear na Copa Sul-Americana.

Fonte:

http://esportecandango.com.br/2015/08/14/brasilia-apresenta-nova-identidade-visual/

 

Prezados,

A segunda divisão brasiliense começará no fim de agosto e dos times que irão disputá-la, apenas uma mudança:

O Clube Atlético Bandeirante, que até então era verde e branco mudou de nome. Agora o mesmo chama-se Clube Atlético Taguatinga. As cores também foram trocadas para o vermelho e preto.

Fonte: http://futebolcandango.com/2015/07/03/atletico-bandeirante-vira-oficialmente-atletico-taguatinga/

 

 

 

 

 

 

Acrescentando a série de escudos de federações, segue mais um modelo da FDB, desenhado pelo amigo Sérgio.

 

 

 

Foto: Almanaque do Futebol Brasiliense

 

Fonte: Clube do Esporte DF

 

Olá pessoal, espero que as comemorações de ano novo tenham sido boas. Para iniciar o ano bem, estava eu foleando algumas revistas como me deparei com o Brasília F.C. e a data 1975 no escudo aí me perguntei “será que realmente só houve a mudança de esporte clube para futebol clube mesmo?”. E como era de esperar, na verdade não: BRASÍLIA ESPORTE CLUBE é uma coisa e BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE é outra. Segue abaixo:

BRASÍLIA ESPORTE CLUBE – CNPJ 00.419.838/0001-14

NOME: Brasília Esporte Clube
FUNDAÇÃO: 02/06/1975
SITUAÇÃO: Extinto
TÍTULOS: 08 Campeonatos Brasiliense da 1ª Divisão (1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987)
OBS: No fim de 1999 deu lugar ao BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE.

Outra versão do escudo

Cartão CNPJ

Certidão de Baixa

BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE – CNPJ 03.565.898/0001-33

NOME: Brasília Futebol Clube
FUNDAÇÃO: 08/11/1999
SITUAÇÃO: 1ª Divisão Brasiliense
TÍTULOS: 02 Campeonatos Brasiliense da 2ª Divisão (2001 e 2008)
OBS: O 1975 no escudo faz referência ao ano de fundação do Brasília E.C.
 
Em 1999,  comandado pelo médico veterinário aposentado Ênio Marques, um grupo de oito sócios fundou a empresa Brasília Promoções e Participações Desportivas S/A e comprou, por preço simbólico, o departamento de futebol do Brasília Esporte Clube mudando seu nome para Brasília Futebol Clube passando a deter os direitos sobre a marca Brasília para clube de futebol. Entre outros pontos, queriam fazer intercâmbio com clubes brasileiros e estrangeiros e a construção de um centro de treinamento atrás do Mané Garrincha. As cores tradicionais vermelha e branca foram trocadas pelo verde, amarelo e azul, para ter uma identidade maior com o Brasil. Em 2000 o clube passou a treinar na UnB. Toda essa estrutura deixou o clube com uma folha de pagamento em torno de R$ 50 mil por mês. Para segurar um folha tão alta, os dirigentes contavam com o acerto de parcerias, o que não aconteceu. Com uma receita baseada apenas na cota de cerca de R$ 10 mil mensais repassados pela FM, fruto de um convênio com o GDF, os planos não deram certo .O clube acabou tendo dívidas com a UnB, jogadores e comissão técnica. Em 2001, a situação piorou. O clube disputou o estadual com uma equipe modesta e rebaixou.
Assim, pela primeira vez o Brasília disputava a Segunda Divisão Estadual. Transformado em clube-empresa em dezembro de 1999, sob a responsabilidade de oito sócios, estava praticamente abandonado. Com a corda no pescoço, os cartolas resolveram cortar despesas. O clube passou a ser um time de aluguel, com toda a estrutura bancada pelo Gama. O elenco na Segunda Divisão foi formado por juniores do Gama, em preparação para a Copa São Paulo de Futebol Junior no ano 2002. O presidente do Gama Wagner Marques, ex-presidente do próprio Brasíia assumiu os custos e inclusive trocou as cores do clube. Sumiram o azul e amarelo e ressurgiram o vermelho e o branco do Brasília dos tempos aúreos. A parceria surtiu efeito e o clube conseguiu reerguer-se e conquistar a Segunda Divisão estadual em 2001 pra cima do CFZ, eliminando impiedosamente nas semifinais o Ceilandense.

Mas as coisas não mudaram muito. Em 2002 o time voltou ao campeonato local, mas acabou por fazer novamente uma campanha muito fraca, ficando na lanterna da competição.
Graças ao regularmento disputou a segundona no mesmo ano em que rebaixou, e começou até bem a competição, mas no hexagonal final acabou ficando na lanterna e não conseguindo retornar a elite distrital.

Em 2003 o time conseguiu chegar às semifinais do torneio, mas acabou eliminado pelo Paranoá, e a partir daí o Brasília mostrava todos os sinais de fraqueza, e esquecido pela mídia, parecia que iria ter um fim melancólico, já que ficou afastado das competições no ano de 2005, voltando em 2006 disputando a terceira divisão do DF, mas perdendo a final para o Legião.

Em 2007 o time vai bem na terceirona, e mesmo perdendo a decisão pro Santa Maria por 3 x 1 consegue a vaga no segundo escalão candango, já que no ano dois clubes eram promovidos.

 
Em 2013 chegou a final do campeonato, contudo ficou com o vice campeonato ao perder as finais para o Brasiliense.
 

Primeiro Escudo

Escudos utilizados

 

Cartão CNPJ

FONTES:
http://historiadosclubesnacionais.blogspot.com.br/2009/11/brasilia-futebol-clube.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia_Futebol_Clube#T.C3.ADtulos
 
 
Distrito Federal State League 1982

Participants

Brasília EC - Brasília Esporte Clube (Brasília)
Ceilândia - Ceilândia Esporte Clube (Brasília)
Gama - Sociedade Esportiva do Gama (Brasília)
Guará - Clube de Regatas Guará (Brasília)
Sobradinho - Sobradinho Esporte Clube (Brasília)
Taguatinga - Taguatinga Esporte Clube (Brasília)
Tiradentes(GO) - Grêmio Olímpico Tiradentes (Brasília)

Classifica-se para o quadrangular dos turnos os 3 primeiros mais o melhor clube em arrecadação não
classificado
1o turno: Taça Brasília
Fontes: Placar, Acervo Folha de São Paulo

1st Stage - 1st Phase

Round 1
[Apr 18]
Sobradinho      0-4  Tiradentes(GO)
Gama            0-0  Guará
Ceilândia       0-1  Taguatinga 

Round 2
[Apr 21]
Guará           2-0  Brasília EC
Sobradinho      1-2  Ceilândia
Tiradentes(GO)  0-0  Taguatinga 

Round 3
[Apr 24]
Brasília EC     0-2  Gama
Tiradentes(GO)  0-0  Ceilândia
Sobradinho      0-2  Taguatinga 

Round 4
[May 01]
Taguatinga      0-0  Guará
Gama            3-0  Ceilândia
Tiradentes(GO)  0-0  Brasília EC 

Round 5
[May 09]
Gama            1-1  Taguatinga
Brasília EC     3-1  Ceilândia
Guará           2-0  Sobradinho 

Round 6
[May 16]
Guará           0-0  Tiradentes(GO)
Taguatinga      0-1  Brasília EC
Sobradinho      0-1  Gama [?] (O jogo foi 1-0 Sobradinho segundo a Folha de SP, mas de acordo com a classificação (Placar), aparentemente o jogo foi 0-1. É possível também que o Gama tenha ganho os pontos do jogo na justiça)

Round 7
[May 23]
Ceilândia       0-3  Guará
Tiradentes(GO)  4-1  Gama
Brasília EC     1-1  Sobradinho 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Guará                         9   6   3   3   0   7   0   7  1,500
 2.Gama                          8   6   3   2   1   8   5   3  1,333
 3.Tiradentes(GO)                8   6   2   4   0   8   1   7  1,333
---------------------------------------------------------------------
 4.Taguatinga                    7   6   2   3   1   4   2   2  1,167
 5.Brasília EC                   6   6   2   2   2   5   6  -1  1,000
 6.Ceilândia                     3   6   1   1   4   3  11  -8  0,500
 7.Sobradinho                    1   6   0   1   5   2  12 -10  0,167

1st Stage - Quadrangular

Round 1
[May 30]
Guará           2-1  Brasília EC
Tiradentes(GO)  0-0  Gama 

Round 2
[Jun 02]
Guará           2-1  Gama
Tiradentes(GO)  0-1  Brasília EC 

Round 3
[Jun 06]
Guará           3-1  Tiradentes(GO)  (Guará campeão do 1o turno)
Gama            2-2  Brasília EC 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Guará                         6   3   3   0   0   7   3   4  2,000
---------------------------------------------------------------------
 2.Brasília EC                   3   3   1   1   1   4   4   0  1,000
 3.Gama                          2   3   0   2   1   3   4  -1  0,667
 4.Tiradentes(GO)                1   3   0   1   2   1   4  -3  0,333

2nd Stage - 1st Phase

Round 1
[Jul 14]
Guará           1-0  Gama
[Jul 18]
Taguatinga      0-0  Ceilândia
Tiradentes(GO)  1-0  Sobradinho 

Round 2
[Jul 25]
Taguatinga      0-2  Tiradentes(GO)
Brasília EC     0-0  Guará
Sobradinho      0-1  Ceilândia 

Round 3
[Aug 01]
Ceilândia       0-3  Tiradentes(GO)
Sobradinho      0-1  Taguatinga
Brasília EC     2-1  Gama 

Round 4
[Aug 08]
Brasília EC     3-1  Tiradentes(GO)
Guará           1-2  Taguatinga
Ceilândia       0-0  Gama 

Round 5
[Aug 14]
Ceilândia       1-2  Brasília EC
[Aug 15]
Sobradinho      1-1  Guará
Taguatinga      1-1  Gama 

Round 6
[Aug 21]
Brasília EC     0-1  Taguatinga
Tiradentes(GO)  0-1  Guará
Gama            2-1  Sobradinho 

Round 7
[Aug 29]
Sobradinho      1-1  Brasília EC
Guará           4-0  Ceilândia
Gama            1-3  Tiradentes(GO) 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Tiradentes(GO)                8   6   4   0   2  10   5   5  1,333
 2.Guará                         8   6   3   2   1   8   3   5  1,333
 3.Brasília EC                   8   6   3   2   1   8   5   3  1,333
---------------------------------------------------------------------
 4.Taguatinga                    8   6   3   2   1   5   4   1  1,333
 5.Gama                          4   6   1   2   3   5   8  -3  0,667
 6.Ceilândia                     4   6   1   2   3   2   9  -7  0,667
 7.Sobradinho                    2   6   0   2   4   3   7  -4  0,333

2nd Stage - Quadrangular

Round 1
[Sep 12]
Brasília EC     2-1  Gama
Guará           1-1  Tiradentes(GO) 

Round 2
[Sep 15]
Guará           1-1  Gama
Brasília EC     0-0  Tiradentes(GO) 

Round 3
[Sep 19]
Brasília EC     2-0  Guará  (Brasília EC campeão do 2o turno)
Tiradentes(GO)  0-1  Gama 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Brasília EC                   5   3   2   1   0   4   1   3  1,667
---------------------------------------------------------------------
 2.Gama                          3   3   1   1   1   3   3   0  1,000
 3.Tiradentes(GO)                2   3   0   2   1   1   2  -1  0,667
 4.Guará                         2   3   0   2   1   2   4  -2  0,667

3th Stage - 1st Phase

Round 1
[Sep 26]
Brasília EC     0-0  Taguatinga
Guará           0-0  Gama
Tiradentes(GO)  2-0  Sobradinho 

Round 2
[Oct 03]
Guará           1-0  Ceilândia
Brasília EC     2-1  Sobradinho
Taguatinga      2-0  Gama 

Round 3
[Oct 10]
Brasília EC     0-0  Gama
Guará           2-0  Sobradinho
Tiradentes(GO)  2-0  Ceilândia 

Round 4
[Oct 17]
Brasília EC     2-0  Ceilândia
Tiradentes(GO)  2-0  Gama
Taguatinga      2-0  Sobradinho 

Round 5
[Oct 24]
Guará           0-0  Brasília EC
Tiradentes(GO)  0-0  Taguatinga
Ceilândia       1-0  Sobradinho 

Round 6
[Oct 31]
Tiradentes(GO)  1-0  Brasília EC
Guará           0-0  Taguatinga
Gama            2-2  Ceilândia 

Round 7
[Nov 07]
Tiradentes(GO)  1-1  Guará
Taguatinga      5-0  Ceilândia
Gama            2-0  Sobradinho 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Tiradentes(GO)               10   6   4   2   0   8   1   7  1,667
 2.Taguatinga                    9   6   3   3   0   9   0   9  1,500
 3.Guará                         8   6   2   4   0   4   1   3  1,333
---------------------------------------------------------------------
 4.Brasília EC                   7   6   2   3   1   4   2   2  1,167
 5.Gama                          5   6   1   3   2   4   6  -2  0,833
 6.Ceilândia                     3   6   1   1   4   3  12  -9  0,500
 7.Sobradinho                    0   6   0   0   6   1  11 -10  0,000

3th Stage - Quadrangular

Round 1
[Nov 11]
Brasília EC     1-0  Tiradentes(GO)
Taguatinga      0-0  Guará 

Round 2
[Nov 14]
Tiradentes(GO)  2-0  Guará
Taguatinga      0-0  Brasília EC 

Round 3
[Nov 17]
Guará           0-1  Brasília EC  (Brasília campeão do 3o turno)
Tiradentes(GO)  4-1  Taguatinga 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Brasília EC                   5   3   2   1   0   2   0   2  1,667
---------------------------------------------------------------------
 2.Tiradentes(GO)                4   3   2   0   1   6   2   4  1,333
 3.Taguatinga                    2   3   0   2   1   1   4  -3  0,667
 4.Guará                         1   3   0   1   2   0   3  -3  0,333

Final

1st Leg
[Nov 24]
Guará           1-1  Brasília EC 

2nd Leg
[Nov 28]
Brasília EC     0-0  Guará  (Brasília campeão brasiliense)

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Guará                         2   2   0   2   0   1   1   0  1,000
   Brasília EC                   2   2   0   2   0   1   1   0  1,000

Topscorer
Éder Antunes (Guará) 9 gols

Brasília EC are champions of Distrito Federal State League 1982

Final Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Brasília EC                  36  29  12  12   5  28  19   9  1,241
 2.Guará                        36  29  11  14   4  29  15  14  1,241
 3.Tiradentes(GO)               33  27  12   9   6  34  15  19  1,222
 4.Taguatinga                   26  21   8  10   3  19  10   9  1,238
 5.Gama                         22  24   6  10   8  23  26  -3  0,917
 6.Ceilândia                    10  18   3   4  11   8  32 -24  0,556
 7.Sobradinho                    3  18   0   3  15   6  30 -24  0,167

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Last updated: Dec 12 2013

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TORNEIO INÍCIO BRASILIENSE – 1968

DATA: 03 DE MARÇO DE 1968
LOCAL: BRASÍLIA / DF

1º JOGO

COLOMBO

0-0

GUARÁ (3-0 PEN)

2º JOGO

DEFELÊ

W0-0

CRUZEIRO DO SUL

3º JOGO

RABELLO

1-0

COLOMBO

FINAL

DEFELÊ

3-2

RABELLO
 

Seguem os resultados da competição em que o Bosque Formosa EC sagrou-se campeão.

Campeonato Brasiliense – 2ª Divisão 2013
Participantes
Bandeirante (Clube Atlético Bandeirante) – Brasília
Bolamense (Sociedade Desportiva e Emp. Afrobrasileira Bolamense Futebol Clube) – Brasília
Bosque Formosa (Bosque Formosa Esporte Clube) – Formosa
CFZ (Centro de Futebol do Zico de Brasília Sociedade Esportiva) – Brasília
Cruzeiro (Cruzeiro Futebol Clube) – Brasília
Dom Pedro Bandeirante (Esporte Clube Dom Pedro Bandeirante) – Brasília
Guará (Clube de Regatas Guará) – Brasília
Paranoá (Paranoá Esporte Clube) – Brasília
Planaltina(SE) (Sociedade Esportiva Planaltina) – Planaltina de Goiás
Santa Maria (Sociedade Esportiva Santa Maria) – Brasília

1ª Fase – Turno Único

20/07/2013 – 1ª Rodada
Paranoá 1×3 Santa Maria
Dom Pedro Bandeirante 0×0 Bolamense

21/07/2013 – 1ª Rodada
CFZ 0×0 Bandeirante
Bosque Formosa 5×1 Planaltina(SE)
Cruzeiro 1×1 Guará

27/07/2013 – 2ª Rodada
Bandeirante 0×2 Dom Pedro Bandeirante
Santa Maria 3×3 Bosque Formosa
Planaltina(SE) 0×1 CFZ

28/07/2013 – 2ª Rodada
Guará 0×6 Bolamense
Cruzeiro 1×0 Paranoá

01/08/2013 – 3ª Rodada
Bosque Formosa 1×1 Guará

03/08/2013 – 3ª Rodada
CFZ 1×5 Santa Maria
Bolamense 4×1 Planaltina(SE)
Dom Pedro Bandeirante 0×0 Cruzeiro

04/08/2013 – 3ª Rodada
Paranoá 2×1 Bandeirante

10/08/2013 – 4ª Rodada
Bandeirante 0×2 Guará
CFZ 1×0 Dom Pedro Bandeirante

11/08/2013 – 4ª Rodada
Santa Maria 3×0 Planaltina(SE)
Bolamense 4×3 Cruzeiro
Bosque Formosa 2×0 Paranoá

17/08/2013 – 5ª Rodada
Dom Pedro Bandeirante 1×1 Santa Maria
Paranoá 1×0 Bolamense
Planaltina(SE) 2×1 Bandeirante

18/08/2013 – 5ª Rodada
Cruzeiro 0×2 Bosque Formosa

21/08/2013 – 5ª Rodada
Guará 0×2 CFZ

24/08/2013 – 6ª Rodada
Guará 2×2 Dom Pedro Bandeirante
Santa Maria 3×4 Cruzeiro
Planaltina(SE) 1×4 Paranoá

25/08/2013 – 6ª Rodada
Bolamense 0×0 CFZ
Bosque Formosa 4×0 Bandeirante

30/08/2013 – 7ª Rodada
Cruzeiro 4×1 Planaltina(SE)

31/08/2013 – 7ª Rodada
Santa Maria 4×0 Guará
Dom Pedro Bandeirante 1×2 Bosque Formosa
Bandeirante 0×1 Bolamense

01/09/2013 – 7ª Rodada
CFZ 0×2 Paranoá

05/09/2013 – 8ª Rodada
Planaltina(SE) 1×1 Guará

06/09/2013 – 8ª Rodada
Paranoá 3×2 Dom Pedro Bandeirante

07/09/2013 – 8ª Rodada
Bandeirante 1×5 Cruzeiro

08/09/2013 – 8ª Rodada
Bosque Formosa 1×1 CFZ
Bolamense 1×5 Santa Maria

11/09/2013 – 9ª Rodada
Dom Pedro Bandeirante 7×0 Planaltina(SE)

12/09/2013 – 9ª Rodada
Cruzeiro 2×2 CFZ

15/09/2013 – 9ª Rodada
Guará 3×2 Paranoá
Bolamense 1×3 Bosque Formosa
Santa Maria 4×0 Bandeirante

Classificação
Equipe PTS J V E D GP GC SG MPTS
1.Bosque Formosa 21 9 6 3 0 23 8 15 2,333
2.Santa Maria 20 9 6 2 1 31 11 20 2,222
3.Paranoá 15 9 5 0 4 15 13 2 1,667
4.Cruzeiro 15 9 4 3 2 20 14 6 1,667
5.Bolamense 14 9 4 2 3 17 13 4 1,556
6.CFZ 13 9 3 4 2 8 10 -2 1,444
7.Dom Pedro Bandeirante 10 9 2 4 3 15 9 6 1,111
8.Guará 10 9 2 4 3 10 19 -9 1,111
9.Planaltina(SE) 4 9 1 1 7 7 30 -23 0,444
10.Bandeirante 1 9 0 1 8 3 22 -19 0,111

Artilheiro
Edicarlos (Santa Maria) 10 gols

Bosque Formosa campeão brasiliense – 2ª Divisão 2013

 

DEFELÊ-DF  0×8  AMÉRICA-MG
19/05/1965 – Amistoso Interestadual
Local: Brasília-DF
Estádio: Ciro Machado do Espírito Santo (Defelê)
Árbitro: Joaquim Gonçalves da Silva (MG)
Renda: Cr$ 570.000,00
Defelê: Matil (Rubens), Zé Paulo, Malta, Bosco e Matarazzo (Lúcio); Nilo (Leônidas) e Walter (Alaor Capella); Manoelzinho (Sidney), Invasão, Bawany (Solon) e Sabará.
América: Zé Ernesto (Capelani); Jorge (Helinho), Caillaux, Aldemar e Murilo (Catocha); Airton e Ney (Saci); Geraldo, Luizinho (Oldack), Jair Bala e Nilo (Canhoto).
Gols: Nilo 2’ e 58’, Jair Bala 19’, Ney 28’, Luizinho 32’, Saci 67’, Airton 75’e Canhoto 87’.

Fonte: O Diário da Tarde (Belo Horizonte)

Saluti

 Claudio

 

Como parte das comemorações dos 5 anos de existência de Brasília, em 21 de abril de 1965, o então informalmente chamado Estádio Nacional de Brasília foi parcialmente inaugurado com o nome de Estádio Edson Arantes do Nascimento, também conhecido popularmente como Estádio Pelezão.

 A primeira partida foi:

SELEÇÃO DE BRASÍLIA (DF) 1 x 3  E. C. SIDERÚRGICA (MG)
21/04/1965 – Guará-DF
Local: Estádio Pelezão
Árbitro: Jorge Cardoso (DF)
Renda: Portões Abertos
Gols: Zé Emílio 25’, Silvestre 37’, Djalma 59’e Noventa 85’

Seleção de Brasília: Zé Valter; Décio, Gegê, Wilson e Aderbal; Zé Maria e Beto; Sabará (Nobre), Djalma, Geraldo e Arnaldo.
Siderúrgica: Djair; Geraldino, Chiquito, Chiquito e Dawson; Edson (Tim) e Zé Emílio (Altino), Ernani, Silvestre, Fiel, Noventa e Canhoteiro (Raimundo) /  Técnico: Yustrich.
Fonte: O Estado de Minas

Saluti

 Claudio

 

 

Prezados,

Segue o novo escudo do Sobradinho.

Fonte: site da CBF

nov 132012
 

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PARTICIPANTES:

BOLAMENSE FUTEBOL CLUBE

BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE

CLUBE ATLÉTICO BANDEIRANTE

CLUBE DE REGATAS GUARÁ

CRUZEIRO FUTEBOL CLUBE

PARANOÁ ESPORTE CLUBE

SOCIEDADE ESPORTIVA PLANALTINA

SOCIEDADE ESPORTIVA SANTA MARIA

UNAÍ ESPORTE CLUBE

04.08.2012

BOLAMENSE 0 x 3 UNAÍ

05.08.2012

CRUZEIRO 0 x 5 BRASÍLIA

PLANALTINA 0 x 0 GUARÁ

08.08.2012

PARANOÁ 0 x 1 SANTA MARIA

11.08.2012

GUARÁ 1 x 1 BOLAMENSE

BRASÍLIA 0 x 2 PARANOÁ

12.08.2012

SANTA MARIA 1 x 0 BANDEIRANTE

UNAÍ 1 x 1 CRUZEIRO

18.08.2012

BANDEIRANTE 1 x 3 BOLAMENSE

19.08.2012

CRUZEIRO 0 x 0 SANTA MARIA

PLANALTINA 1 x 1 BRASÍLIA

PARANOÁ 1 x 0 GUARÁ

23.08.2012

SANTA MARIA 2 x 3 UNAÍ

24.08.2012

BRASÍLIA 3 x 0 GUARÁ

26.08.2012

BOLAMENSE 1 x 0 PLANALTINA

29.08.2012

BANDEIRANTE 1 x 1 CRUZEIRO

01.09.2012

PARANOÁ 0 x 0 PLANALTINA

GUARÁ 4 x 0 BANDEIRANTE

UNAÍ 0 x 1 BRASÍLIA

04.09.2012

SANTA MARIA 1 x 1 BOLAMENSE

07.09.2012

PLANALTINA 1 x 2 CRUZEIRO

08.09.2012

BRASÍLIA 1 x 0 SANTA MARIA

BANDEIRANTE 1 x 1 UNAÍ

09.09.2012

BOLAMENSE 6 x 1 PARANOÁ

15.09.2012

CRUZEIRO 2 x 3 PARANOÁ

BANDEIRANTE 2 x 3 PLANALTINA

16.09.2012

UNAÍ 2 x 0 GUARÁ

BOLAMENSE 2 x 1 BRASÍLIA

19.09.2012

SANTA MARIA 2 x 0 PLANALTINA

22.09.2012

GUARÁ 1 x 2 SANTA MARIA

CRUZEIRO 2 x 1 BOLAMENSE

23.09.2012

PLANALTINA 1 x 2 UNAÍ

PARANOÁ 2 x 1 BANDEIRANTE

26.09.2012

GUARÁ 0 x 3 CRUZEIRO

30.09.2012

UNAÍ 2 x 1 PARANOÁ

BRASÍLIA 7 x 0 BANDEIRANTE

CLASSIFICAÇÃO FINAL

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

UNAÍ

8

5

2

1

14

7

7

17

BRASÍLIA

8

5

1

2

19

5

14

16

BOLAMENSE

8

4

2

2

15

10

5

14

SANTA MARIA

8

4

2

2

9

6

3

14

PARANOÁ

8

4

1

3

10

12

-2

13

CRUZEIRO

8

3

3

2

11

12

-1

12

PLANALTINA

8

1

3

4

6

10

-4

6

GUARÁ

8

1

2

5

6

12

-6

5

BANDEIRANTE

8

0

2

6

6

22

-16

2

Nota: Unaí e Brasília estão qualificados para disputarem o Campeonato Brasiliense  da Primeira Divisão em 2013.

PRINCIPAL ARTILHEIRO:

Jean (Brasília), 6 gols.

 


Fundado em 26 de fevereiro de 1959, na cidade de Brasília (DF), o Esporte Clube Planalto foi idéia de Duílio Moor Costa, radialista, que mantinha um programa de auditório na Rádio Nacional, e funcionário do Banco do Brasil. Ele foi fundador e primeiro presidente do alviverde Planalto, que tinha cores e uniforme semelhantes ao do Palmeiras, de São Paulo.
Também faziam parte da diretoria do Planalto Demétrio Casas Neto e Maximino Rodrigues Bergman, que passou a ser o presidente do Planalto logo depois de Duílio Costa.
Antes mesmo da criação do novo clube, foi erguido o primeiro “estádio” em Brasília, por iniciativa da Construtora Planalto, no Acampamento Tamboril, na Vila Planalto, próximo à Praça dos Três Poderes. Tendo à frente seu presidente, Duílio Costa, as obras foram realizadas em apenas dez dias, sendo cercado o campo com madeira, colocado alambrado e uma arquibancada que comportava cerca de 700 pessoas. O “estádio” passou a ser chamado de “Duílio Costa”.
A inauguração aconteceu em 14 de janeiro, dia do aniversário de Duílio Costa, de 1959, quando foi realizado um quadrangular entre o anfitrião (Planalto), Nacional, Novo Horizonte e Assiban, saindo vencedor o E. C. Planalto. Foram oferecidos diversos troféus e medalhas aos vencedores. Foi uma grande festa esportiva que reuniu um grande número de autoridades e assistentes.
No dia 16 de março de 1959, numa memorável reunião na Cantina do IAPI, com a presença de cerca de 50 esportistas, foi fundada a Federação Desportiva de Brasília, sendo o Esporte Clube Planalto um dos clubes fundadores da entidade.
O Planalto participou do primeiro campeonato de futebol realizado no Distrito Federal, antes mesmo da inauguração da Capital do Brasil, Brasília.
Os 19 clubes inscritos no campeonato foram divididos em duas chaves: Zona Sul e Zona Norte. O Planalto fez parte da Zona Norte.
Conforme estabelecido no regulamento, os clubes jogariam dentro de suas respectivas zonas, em turno e returno, com os vencedores decidindo, numa série “melhor-de-três”, o título de campeão da cidade.
Com o decorrer dos jogos muitos clubes desistiram de continuar na competição.
O Planalto foi o vencedor da Zona Norte e decidiu o título com o Grêmio, campeão da Zona Sul.
Foram três jogos: no dia 8 de novembro, o Grêmio venceu por 4 x 2. Uma semana depois, 15 de novembro, aconteceu empate em 3 x 3. Mais uma semana, 22 de novembro, e mais uma vitória do Grêmio, desta vez por 1 x 0, deixaram o Planalto com o vice-campeonato.
Nos três jogos da final, o Planalto utilizou os seguintes jogadores: Issinha, Rochinha (Louro) (Paulinho) e Gringo (Liliu); Divino, Aires e Nenê; Zé Luís, Pedrinho, Cardoso, Edson Galdino (Santa Helena) e Prego (Ferrete).
Desses, Issinha e Edson Galdino foram campeões de Anápolis, pelo Ypiranga, e foram contratados para reforçar o time.
Seu técnico era Sílvio Costa, funcionário da NOVACAP, que teve uma passagem pelo Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.
Em 1960, pouco tempo depois da inauguração de Brasília, o Planalto trouxe, pela primeira vez, uma equipe do futebol carioca para jogar no Distrito Federal.
O Canto do Rio, clube de Niterói, vinha de uma excursão de mais de 30 dias por cidades de Minas Gerais e Goiás. No dia 28 de maio de 1960, no campo do Planalto, o Canto do Rio venceu o Planalto por 2 x 0. O Planalto formou com Issinha, Ferreira e Amauri; Volney, Jales e Louro; Ribamar, Pedrinho, Edson, Itiberê e Moreira (Prego).
No dia 5 de junho de 1960, o Planalto empatou em 2 x 2 com o Defelê, jogo que terminou em pancadaria generalizada.
De 3 de julho a 7 de agosto, o Planalto participou do Troféu Danton Jobim, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros, juntamente com outros onze clubes, que foram divididos em três grupos. O Planalto fez parte do Grupo A, com ECRA (Edilson Mota), Brasil Central e Consispa.
No dia 3, aplicou uma sonora goleada no Consispa: 9 x 1. No dia 10, venceu o Edilson Mota, por 2 x 0. Confirmou o primeiro lugar do Grupo ao vencer, no dia 17, o Brasil Central, por 3 x 0.
No triangular final, entre os vencedores de grupos, no dia 24 de julho perdeu para o Ribeiro, por 3 x 1, e venceu a ENACO, por 2 x 0, no dia 7 de agosto, ficando com a segunda posição no torneio.
Em 21 de agosto, reencontrou o Grêmio, perdendo por 1 x 0, em jogo que serviu para os festejos de inauguração de obras no estádio do Grêmio.
No dia 4 de setembro, aconteceu o Torneio Início do Campeonato Brasiliense de 1960, que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira”. Solicitaram inscrição 16 clubes. Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
No terceiro jogo do dia, o Planalto fez 1 x 0 no Industrial, gol de Edson Galba. No décimo jogo, nova vitória do Planalto de 1 x 0 sobre o Sobradinho, gol de Edson Galba, cobrando pênalti. Em seu penúltimo jogo, o 13º do dia, o Planalto voltou a vencer por 1 x 0, desta vez ao Guanabara, gol de Carlos.
Na final, o Rabello venceu o Planalto por 1 x 0 e conquistou o título do Torneio Início.
Os vice-campeões do Planalto foram Issinha, Ventura, Ferreira e Rhodios; Wolney e Carlos; Paulista, Moreira, Cardoso, Edson Galba e Prego.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo, como foi o caso do Planalto, foram cabeças-de-chave. O Planalto ficou no Grupo C, juntamente com Defelê, Guanabara e Pederneiras.
Na primeira rodada, no dia 18 de setembro de 1960, o Planalto venceu o Pederneiras, por 3 x 0, gols de Zé Carlos (2) e Rui.
Uma semana depois, a segunda rodada e nova vitória, desta vez sobre o Defelê, por 3 x 2. Rui, duas vezes, e Ferrete marcaram para o Planalto.
A terceira e última rodada do torneio classificatório aconteceu no dia 9 de outubro, quando o Planalto venceu o Guanabara, por 4 x 1, gols de Roberto (2), José Francisco e João Pinheiro.
Após esses resultados, o Planalto garantiu vaga na Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense de Futebol de 1960.
O Campeonato de 1960, o primeiro oficial, foi realizado em um único turno e o troféu do campeão levou o nome de Taça “Juscelino Kubitschek”.
A estréia do Planalto aconteceu no dia 27 de novembro de 1960, em seu campo, empatando em 3 x 3 com o Nacional. Cardoso, Cuiabano e Alemão marcaram para o Planalto.
No final, o Planalto obteve a terceira colocação, com 10 pontos ganhos, junto com o Guará e um ponto apenas atrás do campeão Defelê. Foram quatro vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Marcou 24 gols e sofreu 10.
Esta classificação poderia ter um desfecho diferente. Em 1º de dezembro de 1960, o Planalto apresentou ofício, de nº 23/60, pleiteando o ganho do ponto perdido no jogo contra o Nacional (3 x 3), em 27 de novembro de 1960, com base na inclusão do jogador Jurandir Gouveia Damasceno, sem condições de jogo conforme era previsto no artigo 276 do Código Brasileiro de Futebol (além disso, o Nacional não apresentou as carteiras de seus jogadores, sendo-lhe aplicada a multa de CR$ 1.100,00). Acontece que a partida foi aprovada pela FDB em 29 de novembro de 1960. Caso o clube tivesse feito o seu protesto antes de
ser exarado o despacho da FDB, teria recuperado os pontos, obrigando a realização de uma partida extra entre Defelê e Planalto para se conhecer o campeão de 1960.
Eis alguns jogadores que defenderam o Planalto no campeonato de 1960: Goleiros: Issinha e Raspinha; Defensores: Hudson, Edson Galba, Ferreira, Moreira, Nilo, Pernambuco e Cardosinho; Atacantes: Ferrete, Cardoso, Cuiabano, Roberto, Leônidas, Viola, Gesil, Pedrinho e Alemão. Técnico: Alfredo De Lucca.
O Planalto começou o ano de 1961 participando do Torneio “Prefeito Paulo de Tarso”, competição da qual tomaram parte os cinco primeiros colocados da Primeira Divisão de 1960 e mais o Sobradinho, campeão da Segunda.
Não teve um bom desempenho, ficando na quinta colocação.
Na primeira vez que se convocou jogadores para formar uma seleção de Brasília, em 1961, o Planalto cedeu seis jogadores: Raspinha, Jair, Edson Galba, Loureiro, Enes e Gesil, a maior parte deles como titular.
Veio o Torneio Início, em 9 de julho de 1961, no campo do Guará, e o Planalto foi derrotado logo na primeira rodada: 1 x 0 para o Defelê.
No campeonato de 1961 (iniciado em 16 de julho) o Planalto também começou a todo vapor: duas vitórias (4 x 1 Nacional e 1 x 0 Grêmio), um empate (1 x 1 Defelê) e uma super goleada (9 x 1 Sobradinho) fizeram com que o Planalto fosse
apontado como um dos favoritos ao título. Mas vieram as derrotas (total de quatro) e o título ficou mais uma vez adiado. Ficou na quarta colocação, atrás de Defelê, Rabello e Guará.
Utilizou esses jogadores: Goleiros: Issinha e Raspinha; Defensores: Edson Galba, Hudson, Osvaldo, Jair, Moreira, Wolney, Enes e Ferreira; Atacantes: Azulinho, Ferrete, Vitinho, Brasil, Rui, Elói, Lima, Leônidas e Negão.
No dia 15 de abril de 1962, o Planalto não compareceu ao jogo que valia pelo Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça “Embaixador Sette Câmara”, contra o Guará, sem dar qualquer justificativa. Julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva, primeiramente foi multado e, posteriormente, suspenso por 200 dias.
Em 12 de junho de 1962, Hugo Mósca, Presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Desportiva de Brasília, negou o efeito suspensivo pedido pelo Planalto.
Suspenso pelo TJD, o Planalto não pôde participar do Campeonato de 1962.
Em 1963, filiou-se à Liga dos Clubes Independentes. Sem contar mais com os jogadores de nome, ficou na sexta e penúltima colocação.
Logo depois, o clube deixou de existir. Como muitos, foram desativados após a retirada de Brasília das inúmeras construtoras que aqui estiveram para a construção da Capital Federal.

NOTA:
O Clube Atlético Planalto, que disputou o campeonato de 1970 nada tinha a ver com o antigo Planalto. Era da cidade do Gama.

 

 


O Clube dos Servidores da Universidade foi fundado em 6 de abril de 1966 por funcionários, servidores e alunos da Universidade de Brasília (UnB). Teve como seu primeiro presidente Carlos Augusto Vilalva Negreiros Falcão.
As cores do clube eram azul, verde e branco.
Naquele ano (1966), a Federação Desportiva de Brasília tinha campeonatos de futebol em três categorias: profissionais, amadores e Departamento Autônomo. O CSU optou por este último em seu primeiro ano de vida.
No dia 5 de junho de 1966, estreou no Torneio Início do Departamento Autônomo com derrota de 2 x 1 para a Civilsan.
O campeonato do Departamento Autônomo daquele ano foi dividido em três seções: Taguatinga, Plano Piloto e Sobradinho.
O CSU classificou-se em primeiro lugar na Seção Plano Piloto, superando outros oito times. Juntamente com a A.E.B., passou para a Fase Final (chamada de Supercampeonato), disputada pelos dois primeiros classificados de cada seção. Desconhecemos o resultado final dessa competição.
No dia 11 de dezembro de 1966 disputou um amistoso com o Rabello, perdendo por 2 x 1.
No ano seguinte, 1967, o CSU foi um dos clubes amadores que chegaram a realizar uma reunião para a elaboração de um campeonato com as agremiações dessa categoria. O campeonato acabou não vingando.
A mesma coisa aconteceu em 1968. Foram dois anos sem disputar nenhuma competição oficial da Federação Desportiva de Brasília.
No dia 10 de março de 1969, aconteceu a Assembléia Geral Extraordinária da qual tomaram parte os presidentes e representantes de todos os clubes filiados a F.D.B.
A Federação, então, criou um torneio chamado de “Taça Brasília”, podendo concorrer ao mesmo, todos os clubes filiados, quer profissionais, amadores ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais.
Inscreveram-se 24 equipes. O torneio foi em dois turnos, sendo que para o segundo só se classificariam os seis primeiros colocados de cada grupo.
O CSU fez sua estréia no dia 19 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo (do Defelê), empatando em 1 x 1 com o Jaguar.
Na primeira fase ficou em 4º lugar no Grupo A. Foram dez jogos, com cinco vitórias, três empates e duas derrotas. Marcou 24 gols e sofreu 18.
Na Fase Final, ficou com a nona colocação entre os 12 clubes participantes. Nos onze jogos que disputou, conseguiu vencer três, empatar outros três e foi derrotado em cinco oportunidades. Marcou dezoito gols e sofreu vinte e dois.
Dois foram os artilheiros do torneio, com 11 gols, sendo que um deles, Paulinho (Paulo Rogério Ferreira Campos), pertencia ao CSU.
Eis os nomes de alguns jogadores que defenderam o CSU na Taça Brasília de 1969: Goleiros: Neniomar e Pena; Defensores: Zeca, Cesar, Monteiro, Walfrido, Roque, Nilo, Isnard e Wilson; Atacantes: Cacá, Cleuber, Júlio, Walter, Sabará, Paulinho e Totó.
No ano de 1970 voltou a ficar de fora das competições amadoras promovidas pela Federação Desportiva de Brasília.
Retornou em 1971, disputando o Torneio “Governador do Distrito Federal”, juntamente com outras dez equipes.
O torneio foi marcado por muitos WO, pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da F.D.B.) e suspensos de suas obrigações.
O CSU desistiu de continuar na competição bem antes do seu encerramento.
Em 13 de agosto de 1971 foi realizada a Assembléia que desfiliou seis clubes da F.D.B., entre eles o CSU.
Somente no ano de 1975, quando ainda era amador o futebol de Brasília, o CSU volta a participar de competições promovidas pela então Federação Metropolitana de Futebol.
Primeiramente, participando, de 19 de março a 25 de maio de 1975, da I Copa Arizona de Futebol Amador, evento que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal. Não conseguiu ficar entre os oito finalistas que decidiram a Copa.
Em 12 de setembro de 1975 aconteceu a A.G.E. que aprovou uma nova filiação do CSU para a categoria de futebol amador.
Assim, inscreveu-se no campeonato amador de 1975, com mais sete equipes.
Venceu o primeiro turno de forma invicta, com cinco vitórias e dois empates. Foram 15 gols a favor e cinco contra. Com isso, qualificou-se para decidir o campeonato com a Campineira, vencedora do segundo também de forma invicta, numa
série “melhor-de-três”.
O final do ano mais as férias do mês de janeiro foram alguns fatos que atrasaram bastante o início da disputa. Assim, somente em 28 de março de 1976, aconteceu a primeira partida da melhor-de-três da decisão do Campeonato de 1975, no Estádio Pelezão.
A Campineira venceu por 2 x 1.
No dia 21 de abril de 1976, também no Pelezão, o CSU empatou a série ao vencer a segunda partida por 1 x 0.
A terceira e decisiva partida foi disputada no dia 1º de maio de 1976, novamente no Pelezão. Sob a arbitragem de Roberto Noronha, a Campineira marcou 2 x 0 e ficou com o título de campeã de 1975.
Dentre os jogadores que defenderam o CSU no campeonato de 1975 o destaque ficou com um jogador que mais tarde viria a brilhar em outras equipes do futebol de Brasília: o zagueiro Kidão.
Não demorou muito para seu presidente Álvaro da Silva Neves encaminhar o ofício CSU-06/76, de 17 de maio de 1976, solicitando licença do quadro de filiados da Federação Metropolitana de Futebol por um período de dez meses. Nunca mais voltou!

 

PARTICIPANTES:

ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA CRUZEIRO DO SUL (Cruzeiro)
CLUBE ATLÉTICO COLOMBO (Núcleo Bandeirante)
CLUBE DE REGATAS FLAMENGO DE BRASÍLIA (Taguatinga)
CLUBE DE REGATAS GUARÁ (Guará)
DEFELÊ FUTEBOL CLUBE (Brasília)
RABELLO FUTEBOL CLUBE (Brasília)

1º TURNO

COLOMBO 2 x 1 GUARÁ
20/07/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Juci e Crispim / Guairacá

RABELLO 3 x 0 CRUZEIRO DO SUL
23/07/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Cid (2) e Aloísio

FLAMENGO 0 x 1 DEFELÊ
23/07/1967
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gol: Ely

COLOMBO 2 x 2 FLAMENGO
27/07/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Gilson e Santos / Adão e Ademir

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 DEFELÊ
30/07/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Ramalho e Alencar / Solon

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 GUARÁ
05/08/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Geraldo e Ribamar / Heitor

COLOMBO 2 x 0 DEFELÊ
06/08/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Santos (2)

FLAMENGO 1 x 1 GUARÁ
13/08/1967

Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Gilberto Nahas
Gols: Adão / Maurício

CRUZEIRO DO SUL 2 x 2 COLOMBO
13/08/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Pacheco e Juca / Santos (2)

RABELLO 2 x 0 GUARÁ
31/08/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Tião e Luizinho

RABELLO 1 x 0 FLAMENGO
03/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Sylvio Fernandes
Gol: Cid

RABELLO 2 x 1 DEFELÊ
07/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Gilberto Nahas
Gols: Luizinho (2) / Invasão

GUARÁ 4 x 1 DEFELÊ
10/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Guairacá (2), Otávio e Arnaldo / Anílcio

CRUZEIRO DO SUL 3 x 3 FLAMENGO
10/09/1967

Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Nando (2) e Aderbal / Vitinho, Ademir e Manoelzinho

RABELLO 4 x 0 COLOMBO
17/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Cid, João Dutra, Tião e Zezé

2º TURNO

COLOMBO 0 x 0 FLAMENGO
19/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso

RABELLO 2 x 2 DEFELÊ
22/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Gilberto Nahas
Gols: Luizinho (2) / Alaor Capella (2)

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 GUARÁ
22/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Ramalho e Nando / Walmir

DEFELÊ 0 x 0 COLOMBO
26/10/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Sylvio Carvalho

RABELLO 3 x 2 GUARÁ
29/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Zezé, João Dutra e Luizinho / Otávio e Walmir

CRUZEIRO DO SUL 3 x 1 FLAMENGO
29/10/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Wilson, Nando e Morbeck / Bengala

DEFELÊ 1 x 0 GUARÁ
01/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Rubens Pacheco
Gol: Alaor Capella

RABELLO 5 x 1 FLAMENGO
05/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Cid (2), Luizinho (2) e João Dutra / Manoelzinho

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 COLOMBO
05/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Ramalho e Nando / Baiano

DEFELÊ 2 x 1 FLAMENGO
09/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Solon (2) / Manoelzinho

RABELLO 1 x 1 CRUZEIRO DO SUL
12/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: João Dutra / Nando

COLOMBO 3 x 1 GUARÁ
12/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Santos (2) e Paulista / Otávio

DEFELÊ 3 x 2 CRUZEIRO DO SUL
15/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Sylvio Fernandes
Gols: Solon (2) e Ramiro / Ercy e Morbeck

GUARÁ 0 x 0 FLAMENGO
18/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Gilberto Nahas

RABELLO 5 x 1 COLOMBO
19/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Sylvio Fernandes
Gols: Cid (2), Luizinho, Zezé e Oliveira (contra) / Bolinha

 

CAMPEÃO: RABELLO

 

Em 1960, a ENACO – Engenharia, Arquitetura e Construção Ltda. era uma construtora com sede no Edifício Ceará, Projeção 8, Sala 1.105 e que tinha como Presidente Valnor de Aguiar.
Como desportista que era, Valnor criou um clube de futebol para disputar torneios contra times de outras construtoras da cidade que começava a crescer. Assim, surgiu o ENACO Esporte Clube.
Sua primeira oportunidade foi o Torneio “Danton Jobim”, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros, competição disputada por 12 empresas de construção ou ligadas a elas.
O ENACO ficou na Chave B, juntamente com Expansão, Rabello e Nacional. Os jogos foram realizados nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960. No primeiro jogo, venceu o Expansão por 4 x 2. No dia 10, passou pelo Nacional, por 3 x 1. No terceiro e último jogo, apesar da derrota de 4 x 3 para o Rabello, ficou com a vaga de primeiro lugar do grupo, classificando-se para o triangular final.
Perdeu os dois jogos, para Ribeiro e Planalto, ficando com o terceiro lugar.
Com os bons resultados colhidos, Valnor de Aguiar resolveu criar, em 29 de julho de 1960, o Clube de Futebol e Regatas Alvorada, nascido da fusão dos clubes ENACO e Brasília Palace.
No mesmo dia, entregou ofício solicitando filiação à Federação Desportiva de Brasília. Valnor de Aguiar foi seu primeiro Presidente a Arisberto José Gaspar de Oliveira o representante do clube junto a FDB.
Conforme constava dos seus estatutos, as cores do clube eram vermelha, branca e preta.
A estréia do novo clube aconteceu no amistoso de 28 de agosto de 1960, com derrota para o Consispa, por 5 x 3.
Uma semana depois, em 4 de setembro de 1960, participou de sua primeira competição oficial, o Torneio Início (que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira”). Além do Alvorada, solicitaram inscrição outros 15 clubes.
Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará. No sorteio, o Alvorada não deu muita sorte, cabendo enfrentar no sétimo jogo do dia, a forte equipe do Rabello (que viria a ser campeão do torneio). Perdeu por 1 x 0.
Por decisão da Assembléia Geral realizada no dia 14 de setembro de 1960 e em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. O Alvorada ficou no Grupo D, com jogos no campo do Rabello, juntamente com Nacional, Rabello e Real.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro de 1960, empatou em 1 x 1 com o Real.
Na segunda, em 25.09.1960, perdeu para o Nacional por 1 x 0 e, na terceira, em 09.10.1960, foi goleado pelo Rabello, por 5 x 2. Ficou em último lugar do grupo.
Quando todos já achavam que iriam disputar a Segunda Divisão, em 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota (um dos qualificados para disputar a Primeira Divisão) encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a FDB promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960.
O primeiro adversário do Alvorada foi o Sobradinho, no campo do Grêmio. Aconteceu empate em 2 x 2, resultado que tornou obrigatória a realização de uma nova partida entre ambos. Esse jogo aconteceu no dia 6 de novembro de 1960 e o Alvorada venceu por 2 x 1, passando para a fase seguinte, quando enfrentou e venceu, no dia 13 de novembro, ao Guanabara. Com essa vitória, decidiria a vaga para a Primeira Divisão com o Defelê.
Foi aí que aconteceu outro fato que mudaria toda a história. Outro clube qualificado para a Primeira Divisão, o Consispa, resolveu desfiliar-se. Em virtude dessa desfiliação, a Federação então resolveu não mais realizar a partida entre Defelê e Alvorada, prevista para 20 de novembro de 1960, elevando a ambos para a Primeira Divisão.
A estréia na Primeira Divisão não foi nada agradável: no dia 27 de novembro de 1960, sofreu um tremenda goleada de 7 x 0 diante do Guará. Era o prenúncio de que o clube não estava preparado para encarar esse desafio. Outras goleadas vieram e o Alvorada ficou com a sexta colocação, com duas vitórias e cinco derrotas. Marcou doze gols e sofreu 32. Atrás do Alvorada ainda ficaram Nacional e Pederneiras.
Eis alguns jogadores que defenderam o Alvorada em 1960: Goleiro: Zequinha; Defensores: Zózimo, Rodrigues, Lindcelso, Tininho e Orlando; Atacantes: Zeca, Lazinho, Erivan, Bolacha, Zezinho, Dondão e Carioca.
No torneio de aspirantes, o Alvorada foi o último colocado.
Em 1961, as coisas não melhoraram para o lado do Alvorada. No Torneio Início disputado no dia 9 de julho de 1961, no Estádio “Israel Pinheiro”, do Guará, foi desclassificado pelo Nacional.
No campeonato, ficou em 7º lugar, só não ficando com a última colocação por que o Sobradinho resolveu não disputar o campeonato até o seu final. Nos 13 jogos que disputou, venceu apenas um, empatou três e perdeu nove. Marcou 17 gols e
sofreu 33.
O goleiro Pena, os defensores Ibê, Roberto, Fontenelle, Venino, Loureiro e Zeca e os atacantes Cícero, Sílvio, Gilberto, Jason, Valquir, Chico, Élcio, Luizinho e Zé Carlos foram alguns dos jogadores que vestiram a camisa do Alvorada em 1961.
Em 1962, nos dias 30 de maio e 3 de junho, promoveu o Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular que ainda reuniu Presidência, Guanabara e Cruzeiro do Sul. Foi uma festa sem a menor graça para o Alvorada, que perdeu o primeiro jogo para o Cruzeiro do Sul por 6 x 1 e o segundo para o Guanabara (2 x 1).
Recuperou-se uma semana depois (10 de junho), quando foi realizado o Torneio Início, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. Venceu por 1 x 0 o Presidência; depois ficou no 0 x 0 com o Grêmio, conquistando a vitória nos pênaltis (2 x 1).
Na final, contra o Guanabara, no tempo normal de jogo empate em 2 x 2; na decisão por pênaltis, vitória do Guanabara por 6 x 5.
O Campeonato da Primeira Divisão de 1962 foi dividido em duas zonas: Norte e Sul. O Alvorada pertencia a Zona Norte, com Nacional, Rabello, Defelê e Guanabara.
Disputou os quatro jogos do 1º turno e perdeu todos. Antes de ser iniciado o segundo turno, o Alvorada encaminhou ofício à Federação Desportiva de Brasília solicitando dispensa do restante do campeonato, no que foi atendido.
Voltou em 1963, novamente realizando uma boa campanha no Torneio Início realizado em 12 de maio, no campo do Grêmio, Estádio “Vasco Viana de Andrade”. Venceu o Nacional (1 x 0) e empatou com o Colombo (0 x 0), perdendo a chance de passar para a final nos pênaltis: 3 x 2 a favor do Colombo.
No campeonato de 1963, disputado por nove equipes, novamente ficou em último lugar. Disputou 16 jogos e só venceu um, empatando quatro e perdendo onze. Marcou apenas nove gols e sofreu 38. Com isso, foi obrigado a disputar, nos dias 27 de outubro e 3 de novembro, uma melhor-de-três contra o Dínamo (campeão da Segunda Divisão), para ver quem ficaria com a vaga na Primeira Divisão em 1964. Foi a única vez que aconteceu esse tipo de disputa.
No dia 27 de outubro, vitória do Alvorada, por 1 x 0, gol de Azulinho, cobrando pênalti. No dia 3 de novembro, goleada do Alvorada para cima do Dínamo, por 4 x 1 Dínamo, gols de Moacir (2) e Morato (2) para o Alvorada e Baiano para o Dínamo.
Com esses resultados, o Alvorada permaneceu na Primeira Divisão. Jogaram mais vezes durante o ano: Goleiros – Toninho e Roberto; Defensores – Ibê, Brun, Veludo, Marujo, Cardoso, Cremonês, Josias e Tomazinho; Atacantes – Batista, Hélcio, Azulinho, Moacir, Zeca, Almir, Baiano, Morato, Delém, Dias, Terêncio e Alemão.
Em 25 de fevereiro de 1964 ocorreu a Assembléia Geral que aprovou a reforma nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol
Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis. O Alvorada não se inscreveu em nenhuma delas.
Em 5 de dezembro de 1965, o Alvorada foi desfiliado da Federação Desportiva de Brasília.
Em 30 de julho de 1967, aconteceu reunião para se conhecer a nova diretoria do clube, que ficou assim composta: Presidente – Valnor de Aguiar; Vice-Presidente Social – João Monteiro; Vice-Presidente Esportivo – José Medeiros Teixeira e
Vice-Presidente Financeiro – Moacyr Antônio Machado da Silva.
Somente em 1968, o Alvorada resolveu filiar-se novamente a FDB, na categoria de amadores. Como não houve campeonato amador nesse ano, o clube ficou sem atividades.
Em 1969, tendo em vista a necessidade de movimentar o futebol de Brasília, a Federação Desportiva de Brasília resolveu instituir um torneio oficial, ao qual poderiam concorrer todos os clubes filiados, quer profissionais, amador ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais. Inscreveram-se 24 equipes.
Assim foi o retorno do Alvorada às competições oficiais. Mas, em relação às más campanhas anteriores, nada mudou. Integrando o Grupo A, com onze equipes, o Alvorada foi, de novo, o ultimo colocado. Nos dez jogos que disputou, venceu apenas um e sofreu oito derrotas. Marcou apenas cinco gols e sofreu 27. Um retorno nada agradável!
Não disputou nenhuma competição no ano de 1970 e, em 22 de junho de 1971, aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a sua desfiliação definitiva.

 

No dia 28 de novembro de 1976, na Quadra 3, Conjunto F, Lote 41, em Planaltina (DF), reuniram-se alguns moradores desta cidade para fundar um clube esportivo.
Surgiu assim a Sociedade Esportiva Comercial, que teve a primeira diretoria composta da seguinte forma: Presidente: João Alves do Nascimento, Vice-Presidente: José de Ribamar Neves, Diretor-Secretário: Mário César de Souza Castro, Secretário-Adjunto: Luiz Soares Silva, Diretor de Esportes: Benedito de Souza, Supervisor de Esportes: Wadileno Hamú, Diretor do Departamento Jurídico: José Rios Filho, Diretor de Relações Públicas: Paulo Sady Barbosa, Diretor Social: Antônio Leite Pedrosa, Diretor Financeiro: José Eustáquio Ferreira, Diretor de Patrimônio: Gaspar Dutra e Diretor Administrativo: Newton Gonçalves das Neves.
As cores oficiais do novo clube eram azul celeste, amarela e branca.
Os uniformes eram assim compostos: número 1 – camisa azul celeste com mangas e colarinho em branco, calção branco e meias azuis; número 2 – camisa branca com mangas e colarinho em azul celeste, calção azul celeste e meias brancas.
Somente em 20 de janeiro de 1977 a Sociedade Esportiva Comercial solicitou aprovação do estatuto para participar de competições amadoras de futebol.
Sem competições para participar e para se manter em forma, disputou alguns amistosos, sendo o primeiro em 27 de fevereiro de 1977, no Pelezão, contra o Cruzeiro E. C., na preliminar de Seleção de Juvenis de Brasília x Vasco da Gama.
O de maior destaque, porém, foi o do dia 17 de dezembro de 1978, em Planaltina, quando empatou em 1 x 1 com o Vila Nova, de Goiânia (GO).
Inscreveu-se no 2º Campeonato Amador do Distrito Federal, em 1979, não obtendo boa colocação.
Também em 1979, foi convidado e participou do Torneio Cidade de Sobradinho, no Augustinho Lima, realizado de 20 de outubro a 2 de dezembro de 1979, juntamente com Sobradinho, Tiradentes e Desportiva Bandeirante.
Estreou no dia 20 de outubro, com um empate em 1 x 1 com o Sobradinho. Venceu o primeiro turno após ganhar do Tiradentes (1 x 0) e da Desportiva Bandeirante (2 x 1).
Decidiu o torneio com o Sobradinho, vencedor do 2º turno. No dia 2 de dezembro, o Comercial perdeu por 2 x 1.
No ano de 1980, inscreveu-se no campeonato de profissionais do Distrito Federal, representando a cidade de Planaltina, competição esta disputada por um total de nove equipes. A Federação Metropolitana de Futebol decidiu que os cinco primeiros colocados continuariam na Primeira Divisão em 1981 e os outros quatro disputariam um torneio para definir de quem seria a sexta vaga.
No campeonato, o Comercial estreou no dia 18 de maio de 1980, no Bezerrão, perdendo para o Gama, por 3 x 0.
Na classificação final, após 24 jogos (dos quais venceu sete, empatou oito e perdeu nove), o Comercial ficou com a sexta colocação.
Foi para o chamado “Torneio da Morte” com Ceilândia, Tiradentes e Desportiva Bandeirante.
Disputado em turno único, a vaga ficou com o Tiradentes. Perdeu para a Desportiva Bandeirante (0 x 2), empatou com o Tiradentes (1 x 1) e venceu o Ceilândia (2 x 1).
Em 14 de setembro de 1980 aconteceu uma Assembléia Geral Extraordinária que revogou os estatutos do clube, alterando o nome de Sociedade Esportiva Comercial para Planaltina Atlético Clube. O primeiro Presidente foi Wadileno Hamú.

Obs.: José Jorge Farah Neto colaborou com o redesenho do escudo.

 

Depois que Brasília passou a ser Capital do Brasil, em 1960, muitos órgãos foram transferidos dos seus Estados de origem.

Isso também aconteceu com o Tribunal Federal de Recursos, que tinha sede no Rio de Janeiro, e foi um dos órgãos máximos do Poder Judiciário do Brasil, e hoje é o Superior Tribunal de Justiça. A ata da sessão de instalação do órgão em Brasília é de 22 de abril de 1960.

Pouco tempo depois, mais precisamente em 10 de agosto de 1960, funcionários do Tribunal criaram uma associação esportiva que tinha como finalidade proporcionar divertimento ao pessoal do órgão e mantida através do pagamento de mensalidades descontadas nas folhas de pagamento dos seus funcionários.

Passaram-se os anos e em 1º de julho de 1965, alguns desses funcionários reuniram-se no apartamento nº 302 do Bloco 4 da Super Quadra Sul 106 para fundar uma sociedade civil esportiva, cultural e cívica. Surgiu, assim, a Associação Esportiva Carioca.

Com forte influência de torcedores do Flamengo, o uniforme foi assim composto: camisa vermelha com golas e mangas pretas, calção preto e meias vermelhas.

A primeira diretoria da A. E. Carioca foi assim constituída: Presidente – Antônio Villela; Vice-Presidente – Aderbal Silva; Secretário Geral – Jorge Manoel Martins Ferreira; Tesoureiro Geral – Jorge de Carvalho; Diretor de Esportes – Clarindo Custódio Flauzina; Diretor Social e Cultural – Sérgio Luiz Mydosi May e Diretor de Patrimônio – Waldemar Siqueira Domingues.

Também foram eleitos os membros do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal.

Quando se filiou a Federação Desportiva de Brasília, o Carioca preferiu fazer parte do quadro de clubes do Departamento Autônomo. Na época ainda existiam os departamentos de profissionais e de amadores.

Sua primeira participação em uma competição promovida pela Federação foi o Torneio Início do Departamento Autônomo, disputado em 5 de junho de 1966, e do qual participaram 18 equipes.
Para surpresa de muitos, o Carioca conquistou o título de campeão. No primeiro jogo, venceu o D. A. E. por 1 x 0. Nos pênaltis (3 x 2), passou pelo Vila no segundo jogo. No terceiro, derrotou a A. D. Taguatinga, por 2 x 1. Nas semifinais e final enfrentou dois dos mais poderosos clubes do futebol amador de Taguatinga, Flamengo e Brasília, vencendo a ambos por 1 x 0.

Já no Campeonato do Departamento Autônomo de 1966 não obteve o mesmo êxito. A competição foi dividida em seções (Taguatinga, Gama, Sobradinho e Plano Piloto). Nesta última, onde estava o Carioca, apontou como classificados para a fase final o CSU (clube da Universidade de Brasília) e a AEB – Associação dos Economiários de Brasília.

Permaneceu no Departamento Autônomo até o dia 10 de março de 1969, quando a Federação Desportiva de Brasília realizou
uma Assembléia Geral Extraordinária com o objetivo de instituir a “Taça Brasília”, evento oficial da qual tomaram parte 24 clubes filiados, quer profissionais, amadores ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais. Esses clubes foram divididos em dois grupos.

A estréia do Carioca foi no dia 20 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, com um grande resultado: empate em 1 x 1 com o Grêmio (que viria a se tornar vice-campeão neste ano).

Na classificação final do Grupo A, o Carioca ficou em sétimo lugar, com a seguinte campanha: 10 jogos, 2 vitórias, 5 empates e 3 derrotas; 15 gols a favor e 16 contra.

O torneio foi em dois turnos, sendo que do segundo só participariam os seis primeiros colocados de cada grupo.

Apesar de obter a classificação para o turno final, o Guará, sexto colocado, solicitou o seu afastamento da competição; o Carioca foi incluído em seu lugar, por ser o clube imediatamente classificado na fase inicial.

Na Fase Final, o Carioca ficou com a décima e antepenúltima posição, somente à frente do Setor Automobilístico e da A. D. Taguatinga.

Nos 11 jogos que disputou, obteve apenas três vitórias (mais dois empates e seis derrotas). Marcou 13 gols e sofreu 22.

Alguns jogadores que defenderam o Carioca em 1969: Goleiro: Walter; Defensores: Paulo, Botija, Zezé, Jair, Moisés, Tulu e Quati; Atacantes: Calora, Wilson, Walter, Nico, Bonfim, Gisélio, Neluir, Arthur, Eraldo e Elói.

No ano de 1970, tomou parte do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, ficando na sexta colocação entre oito clubes.

Logo depois, tomou parte do Campeonato Brasiliense de 1970, disputado por dez equipes. Ficou em 9º lugar e não obteve classificação para o turno final (com os seis primeiros colocados).

Em 1971, chegou a participar do Torneio “Governador do Distrito Federal”, juntamente com mais dez equipes. O torneio foi marcado por muitos WO pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da FDB) e suspensos de suas obrigações.

Ficou na quarta colocação, com 13 pontos ganhos (seis vitórias, um empate e três derrotas).

No dia 21 de junho de 1971, encaminhou ofício para a Federação solicitando seis meses de licença e dispensa da disputa do campeonato oficial de 1971.

No dia 29 de fevereiro de 1972, realizou uma nova Assembléia para escolher sua nova diretoria, assim constituída: Presidente – Oswaldo Marcondes; Vice-Presidente – Aderbal Silva; 1º Secretário – Jorge Manoel Martins Ferreira; 2º Secretário – Antônio de Assis Laus;

Diretor de Esportes – Clarindo Custódio Flauzina e Diretor Social e Cultural – Sérgio Luiz Mydosi May.

Voltou a disputar uma competição oficial neste mesmo ano de 1972. No dia 20 de agosto de 1972 reestreou no campeonato brasiliense perdendo de 2 x 0 para o Grêmio.

Foi o último colocado dos sete clubes que disputaram o 1º turno, com apenas um ponto ganho.

No segundo turno, ficou com a quinta colocação, o que não o impediu de ficar em último lugar na classificação final do campeonato, vencido pela A. A. Serviço Gráfico.

Defenderam o Carioca nesse ano: Goleiros – Rezende e João Batista; Defensores – Carlinhos, Xavier, Maurício, Zezão, Clarindo e Edson; Atacantes – Baltazar, Jonas, Baiano, Joãozinho, Ivan, Cláudio, Chenco, Newton, Raimundo e Dimas.

Dez clubes disputaram o campeonato brasiliense de 1973 e o Carioca ficou em oitavo lugar no primeiro turno.

Antes do encerramento do segundo turno, o Carioca solicitou desfiliação, perdendo o restante de seus jogos por WO (1 x 0).

O último jogo de sua história foi no dia 16 de dezembro de 1973, no Estádio Pelezão, com derrota de 3 x 0 para o Unidos de Sobradinho.

Alguns dos últimos jogadores a vestirem a camisa do Carioca foram: Goleiros – Telles, Jaime e Chico; Defensores – Arlindo, Bartolomeu, Maurão, Maurílio, Carlinhos, Clarindinho e Raimundo; Atacantes – Chenco, Gordo, Raimundinho, Ari,
Berto, João, Peba, Divino e Néviton. Técnico: Clarindo Custódio.

No dia 21 de fevereiro de 1974 foi homologada, por unanimidade, a decisão da Diretoria da Federação Metropolitana de Futebol em desfiliar a Associação Esportiva Carioca, em razão do não cumprimento de obrigações deste clube junto à entidade. A representação do TFR deixou de comparecer a vários compromissos, o que, de acordo com os estatutos da FMF implicava na desfiliação da agremiação infratora.

 

O Brasil Central Atlético Clube foi fundado, inicialmente, com a denominação de Fundação da Casa Popular Futebol Clube, em 8 de dezembro de 1957 por, dentre outros, Décio de Souza Reis, Hugo Mósca, José Pereira, José da Silva Sobrinho e Otávio Lago.
A Fundação da Casa Popular foi criada pelo Decreto-lei nº 9.218, de 1º de maio de 1946, para ser o primeiro órgão federal destinado a promover a habitação social e que viria a ser, mais tarde, absorvido pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Em 9 de março de 1959 foi reorganizado com o nome de Brasil Central Atlético Clube. Foi um dos fundadores da Federação Desportiva de Brasília.
Logo depois de sua reorganização, em 20 de maio de 1959 realizou Assembléia Geral para eleger sua primeira diretoria, que ficou assim composta: Presidente – Paulo Dionísio Augusto (ex-Assiban); Vice-Presidente – Ubiraci Dutra Gusmão; Secretário-Geral – Décio de Souza Reis; 1º Secretário – Carlos Canalerges da Silva; 1º Tesoureiro – Cyro Torres e Diretor de Esportes: José da Silva
Sobrinho.
Poucos dias depois, disputou o 1º Torneio Início de Futebol em Brasília, no dia 24 de maio de 1959, no campo do Clube de Regatas Guará, denominado Estádio Provisório “Israel Pinheiro”. O Clube de Regatas Guará foi o vencedor do Torneio.
Para o primeiro campeonato de futebol de Brasília, em 1959, se inscreveram 19 equipes, que foram divididas em duas chaves: Zona Sul e Zona Norte. O Brasil Central fez parte da Zona Sul, juntamente com Grêmio, Taguatinga, IPASE, EBE, Expansão, A.A. Bancária (IAPB), Guará e Brasil (Coenge).
Eis alguns resultados da campanha do Brasil Central no campeonato: 3 x 2 Expansão, 6 x 1 Brasília, 6 x 0 Coenge, 4 x 2 Taguatinga, 1 x 1 EBE, 2 x 3 Grêmio e 3 x 7 Guará.
Foi o quarto colocado na fase classificatória da Zona Sul, atrás de Grêmio, Guará e EBE.
Em 1960 o Brasil Central participou do Troféu Danton Jobim, em homenagem ao Diário Carioca-Brasília e aos jornalistas brasileiros. Os doze clubes foram divididos em três chaves. O Brasil Central integrou a Chave A, juntamente com Edilson
Mota, Planalto e Consispa.
Os jogos foram realizados nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960. O Brasil Central perdeu seus três jogos para o Edilson Mota (2 x 7), Consispa (3 x 4) e Planalto (0 x 3).
No mês de agosto de 1960, antes do início das competições oficiais, os clubes filiados realizaram muitos amistosos. Intensa era a atividade dos clubes, procurando acertar seus quadros visando as competições oficiais. Num desses amistosos, no dia 7 de agosto, o Brasil Central empatou com o Real em 2 x 2.
No dia 9 de agosto de 1960 aconteceu a Assembléia Geral da Federação Desportiva de Brasília que aprovou os estatutos do Brasil Central Atlético Clube.
Em 4 de setembro de 1960 aconteceu o Torneio Início, que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira” e teve e a inscrição de 16 clubes. Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará, em dois tempos de dez minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis, três para cada equipe, na primeira série. No quinto jogo do dia, o
Brasil Central perdeu para o Edilson Mota, por 1 x 0.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave. O Brasil Central fez parte do Grupo B, com jogos no campo do Grêmio, com Consispa, Expansão e Grêmio.
No dia 18 de setembro, na primeira rodada do torneio classificatório, quando aconteceria a sua estréia, seu adversário, o Expansão, não compareceu ao campo, ficando a vitória a favor do Brasil Central, por WO.
Uma semana depois, em 25 de setembro de 1960, o Brasil Central venceu o Consispa por 2 x 1. Joaquim e Babá marcaram os gols da vitória.
Veio a terceira e última rodada do torneio, no dia 9 de outubro de 1960, com derrota diante do dono da casa, o Grêmio, por 2 x 0.
Brasil Central, Grêmio e Consispa ficaram com o mesmo número de pontos ganhos (4) mas, no critério de desempate “saldo de gols” o Brasil Central ficou em terceiro e desclassificado para a Primeira Divisão.
Uma nova esperança surgiu quando, em 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota (um dos classificados) encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a FDB promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960.
Naquele dia, o Brasil Central venceu o Industrial, por 3 x 2, com um detalhe: o gol da vitória do Brasil Central foi marcado na prorrogação.
No dia 6 de novembro de 1960 o torneio classificatório prosseguiu. O Brasil Central não deu sorte e cruzou com o Defelê, sendo derrotado por 1 x 0 e perdendo a chance de continuar na luta pela vaga na Primeira Divisão. Nota: o Defelê acabaria vencendo o campeonato de 1960.
Passou, então a disputar o campeonato da Segunda Divisão, que contou com a participação de seis equipes: A. A. Guanabara, Brasil Central A. C., E. C. Industrial, E. C. Real de Brasília, Sobradinho E. C. e o Trópicos A. C.
Foi disputado em turno único e o Brasil Central ficou com a quinta e antepenúltima colocação, com a seguinte campanha: 5 jogos, 1 vitória, 4 derrotas, 3 gols a favor e 9 contra.
Aos poucos foi perdendo a ajuda da Fundação da Casa Popular, licenciou-se nos anos de 1961 e 1962, encerrando suas atividades em junho de 1963.

 

No ano de 1960, quando aconteceu a transferência de vários funcionários da Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro para Brasília, logo aconteceu uma mobilização com o objetivo de ser criado um clube esportivo que agregasse todo esse pessoal.
Surgiu, assim, o Clube Esportivo Câmara dos Deputados. Com esse nome, disputou, em 17 de julho de 1960, um amistoso contra o Grêmio. Foi derrotado por 4 x 2.
Esse mesmo clube passou a ser, a partir de 15 de agosto de 1960 (data oficial de sua fundação), a Associação Atlética Guanabara. Dentre seus fundadores estavam Mário Fonseca Saraiva, Lincoln de Sena Gonçalves, Sylvio Carlos Knapp Didier, Carlos Brasil de Araújo e Matheus Octávio Mandarino.
Como a maioria era torcedora do Clube de Regatas Flamengo, do Rio de Janeiro, suas cores oficiais passaram a ser vermelha e preta e seu uniforme era idêntico ao do rubro-negro carioca, ou seja, camisa com listras horizontais em vermelho e preto, calção branco e meias listradas em vermelho e preto.
Mário Fonseca Saraiva exercia funções de destaque na Câmara dos Deputados; velho militante do esporte, exerceu o cargo de Secretário da antiga CBD, mesmo depois de radicado em Brasília.
No dia 16 de agosto de 1960 aconteceu a Assembléia Geral que concedeu filiação a A. A. Guanabara.
No dia 21 de agosto de 1960 disputou seu primeiro jogo com o novo nome, um amistoso contra o Nacional, jogo cujo resultado final não conseguimos descobrir.
Uma semana depois, em 28 de agosto, realizou outro amistoso, também com o resultado desconhecido.
No dia 4 de setembro de 1960, aconteceu o Torneio Início, a primeira competição organizada pela nova entidade dirigente dos esportes em Brasília, a Federação Desportiva de Brasília. Solicitaram inscrição 16 clubes, dentre eles a A. A. Guanabara e os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
Logo em sua primeira participação, uma surpresa: empate de 0 x 0 com o Defelê (que viria a ser tricampeão brasiliense de 1960 a 1962); na decisão por pênaltis, vitória do Guanabara por 3 x 2. No segundo jogo, vitória de 1 x 0 sobre o Expansão, gol de Walfredo. Na semifinal, foi derrotado pelo Planalto, por 1 x 0.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave.
O Guanabara integrou o Grupo C (com jogos no campo do Planalto), juntamente com Defelê, Pederneiras e Planalto.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro de 1960, o Guanabara foi goleado pelo Defelê, por 4 x 0.
Uma semana depois, em 25 de setembro, nova derrota por goleada, desta vez para o Pederneiras: 4 x 1. Brasil marcou o gol do Guanabara. Curiosidade: Neiva, do Guanabara, foi expulso de campo; no entanto, o árbitro, João de Souza não conseguiu retirá-lo, ficando o jogador até o final da partida.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, em 9 de outubro, outra vez foi goleado por 4 x 1, diante do Planalto.  Com isso, o Guanabara passou a fazer parte da Segunda Divisão.
O campeonato da Segunda Divisão foi disputado em turno único e contou com a participação de seis equipes: Associação Atlética Guanabara, Brasil Central Atlético Clube, Esporte Clube Industrial, Esporte Clube Real de Brasília, Sobradinho Esporte Clube e o Trópicos Atlético Clube.
O Guanabara ficou na terceira colocação, invicto, com a seguinte campanha: cinco jogos, duas vitórias e três empates; marcou dez gols e sofreu sete.
Em 1961 continuou na Segunda Divisão. No dia 9 de julho foi realizado o Torneio Início da Segunda Divisão (com quatro equipes) e o Guanabara conquistou seu primeiro troféu de campeão, ao derrotar o La Salle (2 x 0) e o Colombo, na final, por 3 x 1.
Estreou na Segunda Divisão no dia 6 de agosto de 1961, com uma goleada de 4 x 1 sobre o La Salle.
No dia 7 de setembro de 1961, disputou um amistoso com o Guará, com o placar de 0 x 0.
Vencedor do primeiro turno, decidiu o campeonato em uma “melhor-de-três” com o ganhador do segundo, o Colombo.
No primeiro jogo, em 12 de novembro de 1961, empate em 1 x 1, com Walfredo marcando para o Guanabara. Duas semanas depois, em 26 de novembro, novo empate, desta vez em 2 x 2, com gols de Walfredo e Barbosinha para o Guanabara.
Finalmente, no 3 de dezembro de 1961, no Estádio Israel Pinheiro, vitória do Guanabara sobre o Colombo, por 1 x 0, gol de Walfredo, resultado que lhe deu o título de campeão da Segunda Divisão e a ascensão para a principal divisão do campeonato brasiliense em 1962.
Uma das formações do Guanabara foi essa: Ivan Braga, Antônio Carlos Dias (Toninho) e Zenildo Vidal Santos; Pedro
Gonçalves de Oliveira (Pedrinho), Antônio Lírio Farneze e Hélcio Rodrigues Dias; Nelício Rodrigues Dias, Hélio Melo Viana, Walfredo Vieira dos Santos, João Dutra Corrêa e Walter de Freitas Oliveira.
Em 1962, quando se reuniu a Seleção de Brasília para o amistoso contra o Vasco da Gama (em 21 de abril: 1 x 1), dois jogadores do Guanabara constavam da lista dos convocados: o goleiro Gonçalinho e o ponteiro-direito Nelício.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho foi disputado o Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo, além desse clube, Presidência, Guanabara e Cruzeiro do Sul. No dia 30, foi derrotado pelo Presidência (3 x 1) e, no dia 3 de junho venceu o Alvorada (2 x 1).
Em 10 de junho aconteceu a primeira participação em uma competição da Primeira Divisão, o Torneio Início, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. E, novamente, surpreendeu a todos ao conquistar o torneio, após o empate de 0 x 0 com o Nacional (nos pênaltis, vitória de 3 x 1), outro empate de 0 x 0, desta vez com o Rabello (nos pênaltis, nova vitória do Guanabara por 2 x 1, chegando, assim, à final contra o Alvorada. No tempo normal de jogo, empate em 2 x 2. Nos pênaltis, vitória do Guanabara por 6 x 5 e a conquista do título de campeão do Torneio Início.
O Guanabara formou com João I, Toninho e Isaías; João II, Raimundo (Da Silva) e Julinho (Aragão); Luisinho, Barbosinha, Walter (Bocaiúva), Gilberto e Joãozinho.
Logo depois, participou do Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça “Embaixador Sette Câmara”, com início em 11 de março de 1962.  Seis clubes participaram e o Guanabara ficou com a quinta colocação.
Já o campeonato brasiliense da Primeira Divisão de 1962 teve a participação de dez clubes e foi dividido em duas zonas: o Guanabara ficou na Norte, juntamente com Nacional, Rabello, Defelê e Alvorada.
Classificavam-se os três primeiros colocados de cada zona para a Fase Final do campeonato. O Guanabara não obteve êxito: foram sete jogos, uma vitória, dois empates e quatro derrotas; marcou sete gols e sofreu doze. Na classificação geral, ficou com a oitava colocação.
Alguns jogadores que defenderam o Guanabara: Goleiro: Cláudio; Defensores: Toninho, Farneze, Zenildo, Agassis, Adilson, João e Julinho; Atacantes: Fuso, Régis, Francisco, Barbosa, Walfredo, Hélio, Eli e Walter.
Já o campeonato de aspirantes foi vencido pelo Guanabara, em decisão contra a A. E. Presidência.
O ano de 1963 não começou muito bem: no dia 7 de abril, foi derrotado no amistoso contra o Rabello: 3 x 0.
No Torneio Início, realizado em 12 de maio, no campo do Grêmio, Estádio “Vasco Viana de Andrade”, foi desclassificado logo em seu primeiro jogo: jogando contra o Defelê, após empate em 1 x 1, foi derrotado nos pênaltis.
E terminou mal o ano de 1963, após disputar o campeonato da Primeira Divisão. Entre nove clubes, ficou com a sexta colocação (16 jogos, 3 vitórias, 7 empates e 6 derrotas; 23 gols a favor e 33 contra).
Os jogadores que defenderam o clube foram: Goleiros: Divaldo, Braga e Diogo; Defensores: Zenildo, Toninho, Aldair, Farneze, Agassis, Jair e Isaías; Atacantes: Barbosinha, Eli, Lula, Chico, Walfredo, Hélio, Nilson e Válter.
Em 25 de fevereiro de 1964 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a reforma nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis.
O Guanabara preferiu continuar na categoria de amadores.
No dia 10 de maio de 1964 disputou o Torneio Início da Primeira Divisão de Amadores, realizado no Estádio “Aristóteles Góes”. No primeiro jogo venceu o Pederneiras por 1 x 0 e, na decisão do torneio, empatou com o Dínamo em 0 x 0, perdendo o
título na cobrança de pênaltis.
Sete clubes participaram da Primeira Divisão de Amadores de 1964: Guanabara, Cruzeiro do Sul, Nacional, Dínamo, Grêmio, Pederneiras e Vila Matias.
Após a realização de dois turnos, o Guanabara sagrou-se campeão, com a seguinte campanha: 12 jogos, 7 vitórias, 4 empates e uma derrota; assinalou 28 gols e sofreu 18.
Entre os artilheiros do campeonato, a primeira posição (junto com Zezito, do Nacional) pertenceu a Lula, do Guanabara, ambos com oito gols. O segundo artilheiro do campeonato também foi do Guanabara, Azulinho, com 6.
Atuaram pelo Guanabara: Goleiro: Diogo; Defensores: Santiago, Walmir, Nelson, Jair, Toninho, Ercy e Agassis; Atacantes: Azulinho, Nelício, Lula, Paulinho, Zezé, Chico e Nilson. Técnico: Adroaldo Lopes.
Esse título deu direito ao Guanabara de defender o futebol do Distrito Federal na Taça Brasil de 1965. Foram dois jogos contra o Atlético Goianiense.
O Guanabara foi aceito pela CBD para disputar a Taça Brasil daquele ano, desde que fosse satisfeita a exigência de “terreno gramado” e capacidade do estádio para o mínimo de dez mil assistentes.
No primeiro jogo, no dia 18 de julho, em Goiânia, derrota de 2 x 0. O Guanabara formou com João, Nair, Cauby, Pelé e Serginho; Moisés (Zé Raimundo) e Azulinho; Paulo Afonso, Lula, Nelício e Nilson.
Uma semana depois, 25 de julho, no Estádio Vasco Viana de Andrade, em Brasília (DF), foi goleado pelo rubro-negro goiano, por 4 x 2. Os gols do Guanabara foram marcados por Paulo Afonso e Nilson. O time foi quase o mesmo do primeiro jogo, com Paulinho no lugar de Nair e Walter revezando com Paulo Afonso na ponta-direita.
Veio o campeonato da Primeira Divisão de Amadores de 1965, com cinco participantes. O Guanabara ficou em segundo lugar, atrás do Pederneiras.
Utilizou esses jogadores: Goleiro: Raspinha; Defensores: Toninho, Zé Luís, Paulinho, Cauby, Nair, Serginho, Agassis e Carneiro; Atacantes: Paulo Afonso, Walter, Zé Raimundo, Lula, Nelício e Nilson.
Como consolo, foi o vencedor da Taça Eficiência de 1965.
A Primeira Divisão de Amadores de 1966 contou com cinco clubes participantes. Além do Guanabara, tomaram parte Cruzeiro do Sul, Nacional, Grêmio e Vila Matias.
O Guanabara voltou a ser campeão, após uma decisão com o Vila Matias. No dia 8 de outubro, empate em 1 x 1. Em 16 de outubro, novo empate em 1 x 1. Finalmente, no dia 23 de outubro, vitória do Guanabara por 2 x 1, sagrando-se
campeão. Ely marcou os dois gols do Guanabara, que formou basicamente com Pena (Frajola), Agassis, Sabará, Francisco e Serginho (Manuel); Geraldo (Aragão) e Jair (Lelé); Nelício (Adilson), Lula (Xavier), Paulinho (Mazinho) e Ely (Walter).
Em 1967 só aconteceu a realização do campeonato brasiliense de profissionais e o Guanabara ficou todo esse tempo sem atividades.
Em 10 de maio de 1968, a Associação Atlética Guanabara decidiu não participar do campeonato de futebol amador. A justificativa era concentrar esforços no sentido de construir a sua praça de esportes. Isso nunca aconteceu. Não disputou nenhuma competição oficial neste ano e nos três próximos anos.
No dia 22 de junho de 1971 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a desfiliação da A. A. Guanabara.

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