FONTE: Correio Brasiliense (DF)

 


FONTE: Revista Placar

 

Brasília Futebol Clube, ou simplesmente Brasília, é um clube de futebol brasileiro, sediado em Brasília, no Distrito Federal. Foi fundado em 2 de junho de 1975, sob o nome de Brasília Esporte Clube e tornou-se um dos primeiros clubes-empresa do Brasil, em 8 de novembro de 1999, passando a se chamar Brasília Futebol Clube. Suas cores são o vermelho e o branco, motivo pelo qual também é conhecido como Colorado.

É o clube de futebol profissional mais antigo em atividade no Distrito Federal, sendo o time do Distrito Federal que mais vezes disputou a 1ª Divisão do Campeonato Brasileiro com sete participações (197719781979198119831984 e 1985). Seus principais títulos são 1 Copa Verde (2014) e 8 Campeonatos Brasilienses.

História

O início da história do Brasília coincide com o começo da profissionalização do futebol no Distrito Federal. O futebol em Brasília vem desde sua construção, quando trabalhadores e operários das construtoras começaram a formar times que levavam os nomes das próprias construtoras, como, por exemplo, o Defelê, do Departamento de Força e Luz. Essas equipes foram disputando campeonatos amadores ao longo dos anos, dado que não havia organização necessária para a profissionalização do futebol, pois várias equipes eram extintas à medida que as construtoras deixavam Brasília. Até houve uma tentativa de profissionalização, quando foram organizados, simultaneamente, campeonatos profissionais e amadores em 19641965 e 1966, mas a iniciativa acabou não dando certo e o futebol em Brasília voltou a ser amador. Essa situação perdurou até 1976, quando o futebol candango se profissionalizou de vez.

Com a franca expansão do futebol brasiliense, os membros da Associação Comercial do Distrito Federal, nos idos de 1969, planejavam criar uma equipe de futebol, mas esbarravam no receio de a ideia não dar certo, visto que o futebol local ainda era amador. Vendo que a iniciativa do CEUB dera certo, sendo a primeira equipe do Distrito Federal a participar do Campeonato Brasileiro, os empresários da ACDF decidiram, por fim, criar o Brasília Esporte Clube.

No dia 2 de junho de 1975, numa reunião na sede da Associação, os empresários, liderados por José da Silva Neto, votaram o estatuto de criação e elegeram o próprio Silva Neto como presidente do clube. Na discussão para a escolha das cores do recém-fundado clube, o ex-dentista da Seleção Brasileira nas Copas de 58 e 62, Mário Trigo, sugeriu que fossem adotados as cores vermelha e branca, em alusão ao tradicional America do Rio de Janeiro, sugestão essa que foi prontamente acolhida.

Variações dos escudos do Brasília

Apogeu e crise

O Brasília, mantido pela Associação Comercial do Distrito Federal, manteve a hegemonia no futebol local, ganhando oito títulos entre 1976 e 1987, recorde somente superado nos anos 2000 pelo Gama. Foi também o mais frequente representante do Distrito Federal no Campeonato Brasileiro, com sete participações na primeira divisão nacional, numa época em que todos os campeões estaduais tinham vaga assegurada na elite.

No final dos anos 90, em crise e se aproveitando da Lei Pelé, tornou-se o primeiro clube-empresa totalmente privado do Brasil. Um grupo de oito sócios liderados pelo médico Ênio Marques fundou a empresa Brasília Promoções e Participações Desportivas S/A e comprou, por preço simbólico, o departamento de futebol do Brasília Esporte Clube, mudando seu nome para Brasília Futebol Clube. As tradicionais cores vermelha e branca foram trocadas pelo verde, amarelo e azul, com a justificativa de ter uma identidade maior com o Brasil.

A nova administração, no entanto, não obteve sucesso. Afundado em dívidas, o Brasília acabou sendo rebaixado para a segunda divisão local em 2001. Cortando despesas, o clube passou a ter a estrutura bancada pelo Gama, que cedeu seu elenco de juniores, em preparação para a Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2002. O presidente do Gama, Wagner Marques, ex-presidente do próprio Brasília, assumiu todos os custos e trocou as cores do clube, resgatando as cores originais vermelha e branca. A parceria surtiu efeito e o clube conseguiu reerguer-se e conquistar a segunda divisão estadual.

Após um novo rebaixamento em 2002 e a não-participação no campeonato de 2005, o Brasília chegou até a então terceira divisão do Distrito Federal em 2006. Recuperando-se nas temporadas seguintes, chegou a um vice-campeonato em 2009.

Renascimento

Em 2011, após um novo revés nos campos, o advogado Luis Carlos Alcoforado compra o clube, dando início a um processo de valorização das categorias de base, culminando com o título do Campeonato Brasiliense de Juniores de 2013 e com a campanha na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2014, competição em que foi eliminado nas oitavas de final, depois de disputa de pênaltis contra o São Paulo. Antes disso, havia eliminado o Botafogo, por 3 a 0.

O time principal conquistou o acesso em 2012 e foi campeão do primeiro turno do Campeonato Brasiliense de Futebol de 2013 (Taça JK), e teve o privilegio de inaugurar o novo Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha na grande final daquele ano, sendo vice-campeão.

Copa Verde

Em 2014, o clube se sagrou o primeiro campeão da Copa Verde, vencendo nas penalidades o Paysandu Sport Club.

Ninguém acreditava no Brasília, que a princípio era apenas figurante na competição. A Copa Verde reuniu representantes dos estados das regiões Norte e Centro-Oeste, exceto Goiás, cuja Federação rejeitou a possibilidade de seus times participarem do torneio. A Federação Goiana não quis alterar o calendário do seu campeonato estadual para que os times do estado participassem.. A Copa reuniu também um representante do Espírito Santo.

O Brasília enfrentou apenas campeões estaduais durante a competição e, surpreendentemente, foi campeão logo no primeiro ano de disputa. O CENE do Mato Grosso do Sul foi o primeiro clube a ser derrotado pelo Brasília. Em seguida, o Brasília passou em dois jogos emocionantes pelo Cuiabá, o atual campeão mato-grossense e que havia rebaixado na última rodada da Série C do ano anterior o rival do colorado, o Brasiliense, ao vencê-lo por 2×1 em pleno Estádio Boca do Jacaré. O mesmo Brasiliense enfrentou o Brasília nas semifinais. O jacaré, atual campeão candango, venceu por 2×0 na ida, porém na volta o colorado se impôs e venceu sem dificuldades o Brasiliense por 3×0. O jogo ficou marcado pela invasão de campo da torcida do Brasiliense no fim do jogo, indignada pelo resultado e pela má-fase que assombrava o time.

Na decisão, o Brasilia enfrentou o atual campeão paraense Paysandu que figurou como o principal favorito ao título durante toda a competição. No primeiro jogo da final, em Belém, com o Mangueirão quase lotado, o Brasília não se intimidou com o estádio e se lançou ao ataque com rapidez. O Paysandu logo se deu conta que a partida não seria tão fácil como os torcedores acreditavam, vencendo por apenas 2×1 e deixando a final aberta para o jogo de volta.

No jogo com o público recorde do campeonato, mais de 50 mil torcedores foram ao estádio da Copa do Mundo, o Mané Garrincha. Os torcedores do Paysandu compareceram em peso à capital federal; cerca de 8 mil torcedores viajaram para Brasília. Os outros 42 mil torcedores candangos vibraram em um jogo que foi decidido nos pênaltis, após o Brasília vencer por 2×1 a partida no tempo normal.

O artilheiro da Copa Verde, Lima, teve a chance de garantir o título ao Paysandu, mas o goleiro Arthur salvou fazendo grande defesa, se redimindo, já que nas quatro cobranças anteriores ele sequer havia chegado perto de defender alguma. O Brasília venceu apenas na oitava cobrança, garantindo o resultado de 7×6 nas penalidades. Na última cobrança, Fernando, do Colorado, chutou no local onde o goleiro do Paysandu pulou, porém este espalmou a bola no travessão que bateu e entrou, para delírio dos mais de 40 mil torcedores do Colorado.

Com a conquista, o Brasília também foi o primeiro time do Distrito Federal a participar de uma competição de nível internacional, a Copa Sul-Americana de 2015. Esta final também simbolizou o maior público da história para um jogo de um time de Brasília.

Porém, no dia 28 de julho de 2014, o STJD retirou o título do Brasília, devido à escalação irregular de quatro jogadores na final do torneio, concedendo o título ao Paysandu.[7]No dia 1 de agosto, contudo, o Brasília conseguiu um efeito suspensivo da decisão, retomando o título temporariamente.[8] A resolução final do caso seria julgada pelo Tribunal Pleno do STJD no dia 14 de agosto, mas foi adiada por conta do mau tempo. Finalmente, depois de muito tempo, o STJD confirmou que o título e a vaga para a Copa Sul-Americana de 2015 eram do Brasília.

Títulos

REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Copa-Verde-de-Futebol-2016.gif Copa Verde 1 2014
METROPOLITANOS
Competição Títulos Temporadas
Distrito Federal (Brasil) Campeonato Brasiliense 8 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987
Distrito Federal (Brasil) Taça JK 1 2013
Distrito Federal (Brasil) Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão 2 2001 e 2008
Campanhas de destaque
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Central-West Region in Brazil.svg Copa Centro Oeste 0 (não possui) 1 (1984) 0 (não possui) 1 (1981)
Distrito Federal (Brasil) Campeonato Brasiliense 8 (1976197719781980198219831984 e 1987.) 7 (1979199519972009201320142015) 6 (198119851986199219942000) 0 (não possui)

FONTES: Wikipédia – GPS Brasília – Ismael Carlos 

 

 

FONTE: Revista Placar

 

 

FONTE: Revista Placar

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

O CEUB (Centro Esportivo Universitário de Brasília) foi uma agremiação da cidade de Brasília (DF). Fundado no dia 25 de Fevereiro de 1971, por universitários do Centro de Ensino Unificado de Brasília, o CEUB (Centro Esportivo Universitário de Brasília), na verdade nunca houve um Centro de Ensino Unificado de Brasília Esporte Clube.

A equipe mandava seus jogos no Estádio Edson Arantes do Nascimento, ‘Pelezão’, com capacidade para 20 mil pessoas e encerrou as atividades de futebol em 1976. Foi a primeira equipe Brasiliense a disputar a divisão principal do campeonato nacional, em 1973. Posteriormente mudou o nome para CEUB Esporte Clube.

Entretanto, a vida da equipe foi curta. A primeira edição do Campeonato Brasiliense, em 1976, marcou também o fim do CEUB. O time ganhou os dois primeiros turnos. Liderava o terceiro e último quando a federação local virou a mesa, determinando que fosse disputado um quadrangular para apontar o campeão e representante do Distrito Federal no Brasileirão. A diretoria do CEUB não aceitou.

Irritado com a posição do CEUB, Heleno Nunes, presidente da antiga CBD (hoje CBF), determinou que o Distrito Federal não teria representante no Brasileirão.

A manobra antecipou o fim do clube, que também apresentava problemas financeiros depois de ter representado o Distrito Federal em três edições do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão.

Hoje, tudo que restou do CEUB foram troféus e recortes de jornais guardados no escritório de Adílson Peres, advogado, que foi o presidente do CEUB naquela época. “Sinto saudade daquele time“, afirma.

 

Títulos

Estaduais

  • 1973- 33° colocado
  • 1974- 37º colocado
  • 1975- 31º colocado

FONTES: Wikipédia – Revista Placar

 

O Paranoá Esporte Clube é uma agremiação da região administrativa do Paranoá, no Distrito Federal. A ‘Sucuri’ foi Fundado no dia 30 de abril de 2000. O time foi campeão candango amador no ano de 2002 ainda como Colorado do Paranoá. De quebra já ganhou um estádio para jogar em sua própria terra, o estádio JK, que na época não tinha o nome definido.

O primeiro grande feito aconteceu em 2004, quando conquistou o Campeonato Candango da Segunda Divisão, e também a Taça Brasília. Em 2016, o Paranoá ficou o vice-campeonato da Segundona, atrás do Dom Pedro (que mudou o nome para Real).

 

Tabela e fórmula de disputa 

Na manhã do último dia 04 de novembro de 2016, na sede da Federação de Futebol do Distrito Federal, foi realizado o Conselho Arbitral do Candango 2017. Serão 12 equipes em busca do título do 42º Campeonato Brasiliense de Futebol da 1ª Divisão.

A fórmula da competição foi mantida, com os 12 clubes na primeira fase se enfrentando em turno único. Os oito melhores classificam-se para a segunda fase. Os dois piores serão rebaixados para a segunda divisão de 2018.

O início da competição está marcada para os dias 4 e 5 de fevereiro. Uma reunião no dia 18 de novembro entre os clubes participantes ratificará esta data de inicio. O Dom Pedro agora se chama Real Futebol Clube e fará a estreia diante do vice-campeão de 2016, o Ceilândia.

Confira a 1ª rodada da competição:

Luziânia x Paranoá;

Cinelândia x Real;

Brasiliense x Formosa;

Gama x Atlético Taguatinga;

Paracatu x Santa Maria;

Brasília x Sobradinho.

x
FONTES: Rádio Esportes Brasília HD – Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

O  Real Futebol Clube é um clube de futebol brasileiro, sediado em Núcleo Bandeirante, no Distrito Federal. Foi fundado em 22 de fevereiro de 1996 com o nome Esporte Clube Dom Pedro II e tinha como sede no Guará, mas teve seu nome alterado para Esporte Clube Dom Pedro Bandeirante no começo de 2009, após estabelecer-se no Núcleo Bandeirante, nome do clube até 01 de Novembro de 2016, quando mudou de nome para o atual Real Futebol Clube.

História

Dom Pedro

Fundado em 22 de fevereiro de 1996, com sede no Guará, o Dom Pedro era conhecido como o Time do Bombeiros, por ter sido criado por membros do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. Em 2009, o clube estabeleceu endereço fixo no Núcleo Bandeirante e passou a mandar seus jogos no estádio da Metropolitana. Em toda a história conquistou o Campeonato Candango da Segunda Divisão de 2002 e 2016. Além disso, representou o DF na Série C em duas oportunidades (2000 e 2008) e na Copa do Brasil nos anos de 2000 e 2009.

Era conhecido como Time dos Bombeiros por ter sido fundado por membros do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Manda seus jogos no Estádio da Metropolitana, e suas cores são o vermelho e o branco.

Tinha como mascote uma fênix, presente inclusive no seu escudo

Em 01 de Novembro de 2016, foi anunciado a extinção do Dom Pedro e a mudança de nome para Real Futebol Clube, [2]

Real

O clube foi adquirido pelo empresário Luiz Filipe Belmonte e passa a se chamar Real Futebol Clube, equipe que subiu da segunda para a primeira divisão candanga este ano. O treinador do Real deve ser Gauchinho. O novo nome passa a valer a partir do Campeonato Brasiliense de 2017.

 

FONTES: Futebol Interior – Wikipédia – Homero Queiroga – Escudos do Mundo Inteiro

 

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Mercado Livre – Revista Placar

 

Clube de Regatas Guará é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade do Guará, no Distrito Federal. Foi fundado no dia 9 de janeiro de 1957, sendo o mais antigo clube em atividade no futebol de Brasília. Em 2007 disputou, pela primeira vez em sua história, a segunda divisão do campeonato de futebol do Distrito Federal.

Seu uniforme é composto de camisa com listras verticais amarelas e pretas, calção preto e meias pretas ou auri-negras. O Clube manda seus jogos no Estádio Antônio Otoni Filho (conhecido como CAVE), sigla para Centro Administrativo Vivencial e Esporte, situado no bairro do Guará, em Brasília (DF).

Lúciozagueiro da seleção brasileira nas Copas do Mundo de 20022006 e 2010, foi revelado pelo Clube de Regatas Guará, tendo defendido o Lobo desde as divisões de base até o início da carreira. Na base, foi campeão candango de juniores sobre a equipe do Sobradinho. Em 1996 foi o capitão do elenco campeão brasiliense, dando ao clube a possibilidade de disputar a Copa do Brasil de 1997.

O sorteio, no entanto, colocou o Internacional de Porto Alegre no caminho do Lobo. Mesmo com a eliminação, os gaúchos viram no zagueiro grande potencial e efetivaram sua contratação. Lúcio, então, se consagrou no Inter, tendo defendido grandes clubes na Europa e sido campeão mundial com a Seleção Brasileira em 2002, na Copa do Japão/Coreia.

Outros jogadores consagrados vestiram a camisa do Guará, com destaque para Éder Aleixo (campeão brasiliense em 1996, ídolo do Atlético Mineiro) e Beijoca (1988, ídolo do Bahia).

 

FONTE & FOTO: Wikipédia – Ismael Carlos

 

O Sobradinho Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Sobradinho (DF). O ‘Leão da Serra’ foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1975. A sua Sede fica localizada na Área Especial 1 Setor das Industrias de Sobradinho – Sala 208, em Sobradinho. O seu Estádio é o Augustinho Lima, com Capacidade para 10 mil pessoas. Atualmente disputa o Campeonato Candango da 1ª Divisão.

HISTÓRIA

Um grupo de três operários de uma companhia ferroviária do bairro paulistano do Bom Retiro decidiu criar um time de futebol. Eram os pintores de parede Rodrigo Luiz e seu irmão Leonardo Luiz, além do trabalhador braçal Lessy e mais oito pessoas que contribuíram com dinheiro e também foram consideradas sócios-fundadores.

A ideia surgiu depois de assistirem à atuação do Corinthians. No livro Arquivos do Futebol Brasiliense, pesquisado e organizado pelo amigo e membro José Ricardo Almeida, consta que na disputa do campeonato de 1961, a equipe do Sobradinho Esporte Clube era uma das oito participantes, entre clubes como o Clube de Regatas Guará (do Guará), Defelê Futebol Clube (de Brasília, hoje extinto) e Rabello Futebol Clube (de Brasília, também extinto).

Antes da profissionalização, o time, na condição de amador e com muitas dificuldades financeiras, oscilava nas poucas competições regionais que disputava, já que não contava com apoio. Com a profissionalização do futebol do Distrito Federal, o clube passou a adotar como data de (re)fundação o dia 1 de janeiro de 1975.

O Estádio Olímpico de Sobradinho (Augustinho Lima), com capacidade para 15 mil torcedores, foi inaugurado em 13 de maio de 1978, num amistoso entre Sobradinho e Santos, vencido pelos visitantes pelo placar de 3 a 0, sendo o primeiro gol no novo estádio marcado por Aílton Lira.

O primeiro título do Sobradinho foi conquistado em 1 de dezembro de 1985, contra uma das mais fortes equipes do Distrito Federal na época, o hoje extinto Taguatinga Esporte Clube, em pleno Serejão, para um público aproximado de vinte mil torcedores, entre pagantes e não pagantes. O placar foi de 2 a 0 para o Leão da Serra, com gols de Artur e Toni. Toni foi o artilheiro do campeonato com 17 gols.

Em março de 1996 o clube passou a se chamar Botafogo Sobradinho Esporte Clube, em parceria com o Botafogo do Rio de Janeiro. O projeto de transformar o Sobradinho em sucursal do Botafogo surgiu de conversas entre o advogado Délio Cardoso e o presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro.

Botafoguense, Délio acompanhou vários jogos do Campeonato Brasileiro de 1995, a convite da diretoria. Nas conversas, os dois tentaram entender as razões do pouco prestígio do futebol do Distrito Federal. “Chegamos à conclusão de que a capital é uma cidade jovem que não tem uma cultura própria de futebol”, afirmava Délio Cardoso. “A vantagem para nós é que podemos manter em atividade todos os jogadores do elenco, dar oportunidade aos que estão saindo dos juniores e ainda podemos garimpar novos talentos“, diz Montenegro.

A parceria rendeu ao Sobradinho a 3ª colocação nos campeonatos de 96 e 97. Após um pequeno período, o Sobradinho voltou a usar o seu nome original ainda em 1997. O atacante Dimba foi o artilheiro do Campeonato Brasiliense de 1996 jogando pelo Sobradinho.

 

FONTE & FOTO: Wikipédia – Ismael Carlos 

 

O Grêmio Esportivo Tiradentes foi uma agremiação da cidade de Ceilândia (DF). Fundado no dia 03 de Fevereiro de 1967. A sua Sede fica no Setor Policial Sul, Quadra 611 Sul – Brasília. Em 1988, foi campeão Brasiliense tendo como destaque o veterano zagueiro Beto Fuscão. Em 1989 participou da Copa do Brasil comandado pelo técnico Dadá Maravilha auxiliado pelo Ribeiro, quando conseguiu chegar até as oitavas-de-final, quando foi eliminado pelo Corinthians. Esta seria a sua única participação naquela competição.

Em 1994, conseguiu uma das vagas disponíveis para Série B daquele ano, com merito em ter ganho um qualificatório para Série B entre equipes do Distrito Federal e de Minas Gerais, porém, uma derrota para o Bangu, além de eliminar o time candango da Série B, acabaria decretando o rebaixamento para Série C de 1995, junto com o Fortaleza.

Entre 1995 e 1996 usou a denominação Flamengo Tiradentes. Ficou na divisão principal do DF até 1996, quando foi rebaixado juntamente com Samambaia, Taguatinga e Ceilândia, no quadrangular da morte (Taguatinga e Ceilândia não disputaram e foram rebaixados).

Após esse ano, o time ficou inativo até 2000, quando voltou, disputando a segundona, e também em 2001, sem conseguir o acesso. Após esses anos, o Tiradentes nunca mais voltou a disputar um campeonato brasiliense, sendo que nunca mais se ouviu falar em uma possível volta do clube, assim como acontece com Taguatinga e Planaltina, que também encerraram suas atividades e nunca mais voltaram, em um período onde clubes como Brasília, Sobradinho e Guará também começaram a declinar.

FONTES & FOTO: Wikipédia – Placar – ManulaGalo

 

Outra novidade da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) é a logomarca do Campeonato Brasiliense de Futebol da 1ª Divisão, o  ‘Candangão 2016′. A marca, predominantemente colorida em verde e dourado, traz um desenho no centro que faz alusão ao brasão do Distrito Federal, além da nova sigla da entidade gestora do futebol local e o nome do Campeonato.

A competição para os 12 clubes renderá ao campeão uma inédita premiação de R$ 150 mil, além de vaga garantida nas duas próximas edições da Série D do Campeonato Brasileiro (2016 e 2017), além de garantir participação na Copa do Brasil e na Copa Verde subseqüentes.

 

FONTE: Blog Jânio Gomes

 

A Federação Brasiliense de Futebol (FBF)  ganhou nova nomenclatura. Em Assembléia na quinta-feira, do dia 19 de novembro de 2015, foi alterado o nome da entidade, que a partir daquela data agora se chama: Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF). Contando com a presença dos 24 clubes profissionais, foi aprovado a mudança do Estatuto da entidade futebolística da Capital Federal. A presença de todos os dirigentes das agremiações foi um fato inédito na casa, em se tratando de assuntos estatutários.

Presidido pelo dirigente do Brasília Futebol Clube, Roberto Marques, a Assembléia teve como secretário o diretor financeiro da FFDF, Cícero Lima, além de Clever Rafael (vice-presidente do órgão máximo do futebol no DF) e Elias Andrade (presidente do Paracatu-MG), que foram os mediadores das resoluções.

Na pauta estavam 82 artigos que foram lidos um a um, para que os representantes dos times pudessem opinar e, mudar o texto em consenso, caso fosse necessário. As medidas passaram a ser válidas a partir do término da Assembléia.

Os principais pontos modificados em relação Estatuto anterior:

1 – Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) será o nome da entidade a partir da mudança;

2 – Extinção definitiva da Terceira Divisão do Candangão;

3 – Novas filiações de clubes serão possíveis somente a partir do ano 2020. A taxa de filiação será de 1.000 salários mínimos;

4 – Somente presidentes, vice-presidentes e seus antecessores, além dos ex-presidentes e vices da FFDF poderão concorrer aos cargos de presidente e vice-presidente da entidade a partir do próximo pleito;

5 – Para concorrer, os candidatos deverão ter no mínimo cinco anos de serviços prestados como dirigentes de futebol nos cargos citados no item anterior;
6 – Para lançar uma chapa, o candidato deverá ser indicado por, no mínimo, cinco agremiações;

7 – Somente candidatos “Ficha Limpa” poderão lançar candidatura à presidência e vice-presidência da FFDF;

8 – A próxima eleição da FFDF será realizada na 1ª quinzena do mês de outubro de 2016;

9 – O peso do voto de cada clube da Primeira Divisão passou a ser de 6 pontos. O voto dos clubes da Segunda Divisão passou a ser de 3 pontos;
10 – O voto será aberto nas eleições da entidade.

 

FONTE: Esporte Candango

 

A Sociedade Esportiva Planaltina é uma agremiação da cidade de Planatina (GO).  A sua Sede administrativa fica na Q 5 Conjunto – J Casa 43, s/n – Planaltina – Brasilia (DF). Fundado no dia 30 de Março de 2000. Suas cores são verde, azul e branco. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal de Planaltina, com capacidade para 6 mil pessoas.

Apesar de ser um clube goiano, o Planaltina é filiado à Federação Brasiliense de Futebol (FBF), em virtude da menor distância de Planaltina em relação ao Distrito Federal. O grande feito do  Planaltina aconteceu ano passado, quando conquistou o vice-campeonato do Candango da Série B 2015.

Com isso, o clube debutou no Campeonato Candango da 1ª Divisão, deste ano. Na sua estreia aconteceu no último domingo (31 de janeiro de 2016), quando acabou derrotado, de virada, pelo S.E. Gama por 3 a 1, no Estádio Walmir Campelo Bezerra, o Bezerrão.

Hoje (06 de fevereiro de 2016), sábado de Carnaval, o Planaltina entra em campo para o seu segundo compromisso pelo Estadual. A equipe enfrenta o Sobradinho, às 16h, no Estádio Augustinho Lima.

FONTES & FOTO: Site e Página no Facebook do Clube – Wikipédia

 

O Taguatinga Esporte Clube é uma agremiação da cidade satélite de Taguatinga (DF). Em 18 de fevereiro de 1974, surgiu o Pioneira Futebol Clube, que no mesmo ano, faturou o título do Campeonato Candango da 1ª Divisão.

Em 1º de Julho de 1975, em uma assembléia na Associação Comercial de Taguatinga (ACIT) de 19 as 21hs, o Presidente S.r. Yushyo Matsunaga do Pioneira, além dos sócios, estiveram como convidado especial na Assembleia Extraordinária os Srs. Benedito Domingues, presidente da ACIT, Olímpio Barbosa Filho Administrador de Taguatinga de 1974 a 1976, Dr. Wilson de Andrade Presidente da Federação Metropolitana de Futebol. foi nomeado um novo Conselho Deliberativo e alterado o nome da associação de Pioneira Futebol Clube para Taguatinga Esporte Clube a reunião foi encerrado pelo Presidente Justo Magalhães Moraes, esta ata foi publicada no diário Oficial seção I Parte l publicado no dia 15 de junho de 1976.

Observação: o Pioneira era um time formado por Funcionários da Viação Pioneira, Empresa de Ônibus de Taguatinga, com o sucesso alcançado no futebol amador de Taguatinga os Matsunaga donos da empresa resolveram em 1974, profissionalizar o time.

O  Taguatinga possui cinco títulos do Campeonato Candango da 1ª Divisão: 1982, 1989, 1991, 1992 E 1993;
Também foi Vice em  1978, 1985,1986,1987 E 1990; Campeão do Campeonato Candango da 2ª Divisão: 1997.

 

FONTE: http://taguatingaesporteclube.blogspot.com.br/

 

Prezados,

Segue o novo escudo do Brasília FC, às vésperas de estrear na Copa Sul-Americana.

Fonte:

http://esportecandango.com.br/2015/08/14/brasilia-apresenta-nova-identidade-visual/

 

Prezados,

A segunda divisão brasiliense começará no fim de agosto e dos times que irão disputá-la, apenas uma mudança:

O Clube Atlético Bandeirante, que até então era verde e branco mudou de nome. Agora o mesmo chama-se Clube Atlético Taguatinga. As cores também foram trocadas para o vermelho e preto.

Fonte: http://futebolcandango.com/2015/07/03/atletico-bandeirante-vira-oficialmente-atletico-taguatinga/

 

 

 

 

 

 

Acrescentando a série de escudos de federações, segue mais um modelo da FDB, desenhado pelo amigo Sérgio.

 

 

 

Foto: Almanaque do Futebol Brasiliense

 

Fonte: Clube do Esporte DF

 

Olá pessoal, espero que as comemorações de ano novo tenham sido boas. Para iniciar o ano bem, estava eu foleando algumas revistas como me deparei com o Brasília F.C. e a data 1975 no escudo aí me perguntei “será que realmente só houve a mudança de esporte clube para futebol clube mesmo?”. E como era de esperar, na verdade não: BRASÍLIA ESPORTE CLUBE é uma coisa e BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE é outra. Segue abaixo:

BRASÍLIA ESPORTE CLUBE – CNPJ 00.419.838/0001-14

NOME: Brasília Esporte Clube
FUNDAÇÃO: 02/06/1975
SITUAÇÃO: Extinto
TÍTULOS: 08 Campeonatos Brasiliense da 1ª Divisão (1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987)
OBS: No fim de 1999 deu lugar ao BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE.

Outra versão do escudo

Cartão CNPJ

Certidão de Baixa

BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE – CNPJ 03.565.898/0001-33

NOME: Brasília Futebol Clube
FUNDAÇÃO: 08/11/1999
SITUAÇÃO: 1ª Divisão Brasiliense
TÍTULOS: 02 Campeonatos Brasiliense da 2ª Divisão (2001 e 2008)
OBS: O 1975 no escudo faz referência ao ano de fundação do Brasília E.C.
 
Em 1999,  comandado pelo médico veterinário aposentado Ênio Marques, um grupo de oito sócios fundou a empresa Brasília Promoções e Participações Desportivas S/A e comprou, por preço simbólico, o departamento de futebol do Brasília Esporte Clube mudando seu nome para Brasília Futebol Clube passando a deter os direitos sobre a marca Brasília para clube de futebol. Entre outros pontos, queriam fazer intercâmbio com clubes brasileiros e estrangeiros e a construção de um centro de treinamento atrás do Mané Garrincha. As cores tradicionais vermelha e branca foram trocadas pelo verde, amarelo e azul, para ter uma identidade maior com o Brasil. Em 2000 o clube passou a treinar na UnB. Toda essa estrutura deixou o clube com uma folha de pagamento em torno de R$ 50 mil por mês. Para segurar um folha tão alta, os dirigentes contavam com o acerto de parcerias, o que não aconteceu. Com uma receita baseada apenas na cota de cerca de R$ 10 mil mensais repassados pela FM, fruto de um convênio com o GDF, os planos não deram certo .O clube acabou tendo dívidas com a UnB, jogadores e comissão técnica. Em 2001, a situação piorou. O clube disputou o estadual com uma equipe modesta e rebaixou.
Assim, pela primeira vez o Brasília disputava a Segunda Divisão Estadual. Transformado em clube-empresa em dezembro de 1999, sob a responsabilidade de oito sócios, estava praticamente abandonado. Com a corda no pescoço, os cartolas resolveram cortar despesas. O clube passou a ser um time de aluguel, com toda a estrutura bancada pelo Gama. O elenco na Segunda Divisão foi formado por juniores do Gama, em preparação para a Copa São Paulo de Futebol Junior no ano 2002. O presidente do Gama Wagner Marques, ex-presidente do próprio Brasíia assumiu os custos e inclusive trocou as cores do clube. Sumiram o azul e amarelo e ressurgiram o vermelho e o branco do Brasília dos tempos aúreos. A parceria surtiu efeito e o clube conseguiu reerguer-se e conquistar a Segunda Divisão estadual em 2001 pra cima do CFZ, eliminando impiedosamente nas semifinais o Ceilandense.

Mas as coisas não mudaram muito. Em 2002 o time voltou ao campeonato local, mas acabou por fazer novamente uma campanha muito fraca, ficando na lanterna da competição.
Graças ao regularmento disputou a segundona no mesmo ano em que rebaixou, e começou até bem a competição, mas no hexagonal final acabou ficando na lanterna e não conseguindo retornar a elite distrital.

Em 2003 o time conseguiu chegar às semifinais do torneio, mas acabou eliminado pelo Paranoá, e a partir daí o Brasília mostrava todos os sinais de fraqueza, e esquecido pela mídia, parecia que iria ter um fim melancólico, já que ficou afastado das competições no ano de 2005, voltando em 2006 disputando a terceira divisão do DF, mas perdendo a final para o Legião.

Em 2007 o time vai bem na terceirona, e mesmo perdendo a decisão pro Santa Maria por 3 x 1 consegue a vaga no segundo escalão candango, já que no ano dois clubes eram promovidos.

 
Em 2013 chegou a final do campeonato, contudo ficou com o vice campeonato ao perder as finais para o Brasiliense.
 

Primeiro Escudo

Escudos utilizados

 

Cartão CNPJ

FONTES:
http://historiadosclubesnacionais.blogspot.com.br/2009/11/brasilia-futebol-clube.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia_Futebol_Clube#T.C3.ADtulos
 
 
Distrito Federal State League 1982

Participants

Brasília EC - Brasília Esporte Clube (Brasília)
Ceilândia - Ceilândia Esporte Clube (Brasília)
Gama - Sociedade Esportiva do Gama (Brasília)
Guará - Clube de Regatas Guará (Brasília)
Sobradinho - Sobradinho Esporte Clube (Brasília)
Taguatinga - Taguatinga Esporte Clube (Brasília)
Tiradentes(GO) - Grêmio Olímpico Tiradentes (Brasília)

Classifica-se para o quadrangular dos turnos os 3 primeiros mais o melhor clube em arrecadação não
classificado
1o turno: Taça Brasília
Fontes: Placar, Acervo Folha de São Paulo

1st Stage - 1st Phase

Round 1
[Apr 18]
Sobradinho      0-4  Tiradentes(GO)
Gama            0-0  Guará
Ceilândia       0-1  Taguatinga 

Round 2
[Apr 21]
Guará           2-0  Brasília EC
Sobradinho      1-2  Ceilândia
Tiradentes(GO)  0-0  Taguatinga 

Round 3
[Apr 24]
Brasília EC     0-2  Gama
Tiradentes(GO)  0-0  Ceilândia
Sobradinho      0-2  Taguatinga 

Round 4
[May 01]
Taguatinga      0-0  Guará
Gama            3-0  Ceilândia
Tiradentes(GO)  0-0  Brasília EC 

Round 5
[May 09]
Gama            1-1  Taguatinga
Brasília EC     3-1  Ceilândia
Guará           2-0  Sobradinho 

Round 6
[May 16]
Guará           0-0  Tiradentes(GO)
Taguatinga      0-1  Brasília EC
Sobradinho      0-1  Gama [?] (O jogo foi 1-0 Sobradinho segundo a Folha de SP, mas de acordo com a classificação (Placar), aparentemente o jogo foi 0-1. É possível também que o Gama tenha ganho os pontos do jogo na justiça)

Round 7
[May 23]
Ceilândia       0-3  Guará
Tiradentes(GO)  4-1  Gama
Brasília EC     1-1  Sobradinho 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Guará                         9   6   3   3   0   7   0   7  1,500
 2.Gama                          8   6   3   2   1   8   5   3  1,333
 3.Tiradentes(GO)                8   6   2   4   0   8   1   7  1,333
---------------------------------------------------------------------
 4.Taguatinga                    7   6   2   3   1   4   2   2  1,167
 5.Brasília EC                   6   6   2   2   2   5   6  -1  1,000
 6.Ceilândia                     3   6   1   1   4   3  11  -8  0,500
 7.Sobradinho                    1   6   0   1   5   2  12 -10  0,167

1st Stage - Quadrangular

Round 1
[May 30]
Guará           2-1  Brasília EC
Tiradentes(GO)  0-0  Gama 

Round 2
[Jun 02]
Guará           2-1  Gama
Tiradentes(GO)  0-1  Brasília EC 

Round 3
[Jun 06]
Guará           3-1  Tiradentes(GO)  (Guará campeão do 1o turno)
Gama            2-2  Brasília EC 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Guará                         6   3   3   0   0   7   3   4  2,000
---------------------------------------------------------------------
 2.Brasília EC                   3   3   1   1   1   4   4   0  1,000
 3.Gama                          2   3   0   2   1   3   4  -1  0,667
 4.Tiradentes(GO)                1   3   0   1   2   1   4  -3  0,333

2nd Stage - 1st Phase

Round 1
[Jul 14]
Guará           1-0  Gama
[Jul 18]
Taguatinga      0-0  Ceilândia
Tiradentes(GO)  1-0  Sobradinho 

Round 2
[Jul 25]
Taguatinga      0-2  Tiradentes(GO)
Brasília EC     0-0  Guará
Sobradinho      0-1  Ceilândia 

Round 3
[Aug 01]
Ceilândia       0-3  Tiradentes(GO)
Sobradinho      0-1  Taguatinga
Brasília EC     2-1  Gama 

Round 4
[Aug 08]
Brasília EC     3-1  Tiradentes(GO)
Guará           1-2  Taguatinga
Ceilândia       0-0  Gama 

Round 5
[Aug 14]
Ceilândia       1-2  Brasília EC
[Aug 15]
Sobradinho      1-1  Guará
Taguatinga      1-1  Gama 

Round 6
[Aug 21]
Brasília EC     0-1  Taguatinga
Tiradentes(GO)  0-1  Guará
Gama            2-1  Sobradinho 

Round 7
[Aug 29]
Sobradinho      1-1  Brasília EC
Guará           4-0  Ceilândia
Gama            1-3  Tiradentes(GO) 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Tiradentes(GO)                8   6   4   0   2  10   5   5  1,333
 2.Guará                         8   6   3   2   1   8   3   5  1,333
 3.Brasília EC                   8   6   3   2   1   8   5   3  1,333
---------------------------------------------------------------------
 4.Taguatinga                    8   6   3   2   1   5   4   1  1,333
 5.Gama                          4   6   1   2   3   5   8  -3  0,667
 6.Ceilândia                     4   6   1   2   3   2   9  -7  0,667
 7.Sobradinho                    2   6   0   2   4   3   7  -4  0,333

2nd Stage - Quadrangular

Round 1
[Sep 12]
Brasília EC     2-1  Gama
Guará           1-1  Tiradentes(GO) 

Round 2
[Sep 15]
Guará           1-1  Gama
Brasília EC     0-0  Tiradentes(GO) 

Round 3
[Sep 19]
Brasília EC     2-0  Guará  (Brasília EC campeão do 2o turno)
Tiradentes(GO)  0-1  Gama 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Brasília EC                   5   3   2   1   0   4   1   3  1,667
---------------------------------------------------------------------
 2.Gama                          3   3   1   1   1   3   3   0  1,000
 3.Tiradentes(GO)                2   3   0   2   1   1   2  -1  0,667
 4.Guará                         2   3   0   2   1   2   4  -2  0,667

3th Stage - 1st Phase

Round 1
[Sep 26]
Brasília EC     0-0  Taguatinga
Guará           0-0  Gama
Tiradentes(GO)  2-0  Sobradinho 

Round 2
[Oct 03]
Guará           1-0  Ceilândia
Brasília EC     2-1  Sobradinho
Taguatinga      2-0  Gama 

Round 3
[Oct 10]
Brasília EC     0-0  Gama
Guará           2-0  Sobradinho
Tiradentes(GO)  2-0  Ceilândia 

Round 4
[Oct 17]
Brasília EC     2-0  Ceilândia
Tiradentes(GO)  2-0  Gama
Taguatinga      2-0  Sobradinho 

Round 5
[Oct 24]
Guará           0-0  Brasília EC
Tiradentes(GO)  0-0  Taguatinga
Ceilândia       1-0  Sobradinho 

Round 6
[Oct 31]
Tiradentes(GO)  1-0  Brasília EC
Guará           0-0  Taguatinga
Gama            2-2  Ceilândia 

Round 7
[Nov 07]
Tiradentes(GO)  1-1  Guará
Taguatinga      5-0  Ceilândia
Gama            2-0  Sobradinho 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Tiradentes(GO)               10   6   4   2   0   8   1   7  1,667
 2.Taguatinga                    9   6   3   3   0   9   0   9  1,500
 3.Guará                         8   6   2   4   0   4   1   3  1,333
---------------------------------------------------------------------
 4.Brasília EC                   7   6   2   3   1   4   2   2  1,167
 5.Gama                          5   6   1   3   2   4   6  -2  0,833
 6.Ceilândia                     3   6   1   1   4   3  12  -9  0,500
 7.Sobradinho                    0   6   0   0   6   1  11 -10  0,000

3th Stage - Quadrangular

Round 1
[Nov 11]
Brasília EC     1-0  Tiradentes(GO)
Taguatinga      0-0  Guará 

Round 2
[Nov 14]
Tiradentes(GO)  2-0  Guará
Taguatinga      0-0  Brasília EC 

Round 3
[Nov 17]
Guará           0-1  Brasília EC  (Brasília campeão do 3o turno)
Tiradentes(GO)  4-1  Taguatinga 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Brasília EC                   5   3   2   1   0   2   0   2  1,667
---------------------------------------------------------------------
 2.Tiradentes(GO)                4   3   2   0   1   6   2   4  1,333
 3.Taguatinga                    2   3   0   2   1   1   4  -3  0,667
 4.Guará                         1   3   0   1   2   0   3  -3  0,333

Final

1st Leg
[Nov 24]
Guará           1-1  Brasília EC 

2nd Leg
[Nov 28]
Brasília EC     0-0  Guará  (Brasília campeão brasiliense)

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Guará                         2   2   0   2   0   1   1   0  1,000
   Brasília EC                   2   2   0   2   0   1   1   0  1,000

Topscorer
Éder Antunes (Guará) 9 gols

Brasília EC are champions of Distrito Federal State League 1982

Final Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Brasília EC                  36  29  12  12   5  28  19   9  1,241
 2.Guará                        36  29  11  14   4  29  15  14  1,241
 3.Tiradentes(GO)               33  27  12   9   6  34  15  19  1,222
 4.Taguatinga                   26  21   8  10   3  19  10   9  1,238
 5.Gama                         22  24   6  10   8  23  26  -3  0,917
 6.Ceilândia                    10  18   3   4  11   8  32 -24  0,556
 7.Sobradinho                    3  18   0   3  15   6  30 -24  0,167

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Author: Gerson Rodrigues Magalhães (gerson.rodrigues@gmail.com)
Last updated: Dec 12 2013

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TORNEIO INÍCIO BRASILIENSE – 1968

DATA: 03 DE MARÇO DE 1968
LOCAL: BRASÍLIA / DF

1º JOGO

COLOMBO

0-0

GUARÁ (3-0 PEN)

2º JOGO

DEFELÊ

W0-0

CRUZEIRO DO SUL

3º JOGO

RABELLO

1-0

COLOMBO

FINAL

DEFELÊ

3-2

RABELLO
 

Seguem os resultados da competição em que o Bosque Formosa EC sagrou-se campeão.

Campeonato Brasiliense – 2ª Divisão 2013
Participantes
Bandeirante (Clube Atlético Bandeirante) – Brasília
Bolamense (Sociedade Desportiva e Emp. Afrobrasileira Bolamense Futebol Clube) – Brasília
Bosque Formosa (Bosque Formosa Esporte Clube) – Formosa
CFZ (Centro de Futebol do Zico de Brasília Sociedade Esportiva) – Brasília
Cruzeiro (Cruzeiro Futebol Clube) – Brasília
Dom Pedro Bandeirante (Esporte Clube Dom Pedro Bandeirante) – Brasília
Guará (Clube de Regatas Guará) – Brasília
Paranoá (Paranoá Esporte Clube) – Brasília
Planaltina(SE) (Sociedade Esportiva Planaltina) – Planaltina de Goiás
Santa Maria (Sociedade Esportiva Santa Maria) – Brasília

1ª Fase – Turno Único

20/07/2013 – 1ª Rodada
Paranoá 1×3 Santa Maria
Dom Pedro Bandeirante 0×0 Bolamense

21/07/2013 – 1ª Rodada
CFZ 0×0 Bandeirante
Bosque Formosa 5×1 Planaltina(SE)
Cruzeiro 1×1 Guará

27/07/2013 – 2ª Rodada
Bandeirante 0×2 Dom Pedro Bandeirante
Santa Maria 3×3 Bosque Formosa
Planaltina(SE) 0×1 CFZ

28/07/2013 – 2ª Rodada
Guará 0×6 Bolamense
Cruzeiro 1×0 Paranoá

01/08/2013 – 3ª Rodada
Bosque Formosa 1×1 Guará

03/08/2013 – 3ª Rodada
CFZ 1×5 Santa Maria
Bolamense 4×1 Planaltina(SE)
Dom Pedro Bandeirante 0×0 Cruzeiro

04/08/2013 – 3ª Rodada
Paranoá 2×1 Bandeirante

10/08/2013 – 4ª Rodada
Bandeirante 0×2 Guará
CFZ 1×0 Dom Pedro Bandeirante

11/08/2013 – 4ª Rodada
Santa Maria 3×0 Planaltina(SE)
Bolamense 4×3 Cruzeiro
Bosque Formosa 2×0 Paranoá

17/08/2013 – 5ª Rodada
Dom Pedro Bandeirante 1×1 Santa Maria
Paranoá 1×0 Bolamense
Planaltina(SE) 2×1 Bandeirante

18/08/2013 – 5ª Rodada
Cruzeiro 0×2 Bosque Formosa

21/08/2013 – 5ª Rodada
Guará 0×2 CFZ

24/08/2013 – 6ª Rodada
Guará 2×2 Dom Pedro Bandeirante
Santa Maria 3×4 Cruzeiro
Planaltina(SE) 1×4 Paranoá

25/08/2013 – 6ª Rodada
Bolamense 0×0 CFZ
Bosque Formosa 4×0 Bandeirante

30/08/2013 – 7ª Rodada
Cruzeiro 4×1 Planaltina(SE)

31/08/2013 – 7ª Rodada
Santa Maria 4×0 Guará
Dom Pedro Bandeirante 1×2 Bosque Formosa
Bandeirante 0×1 Bolamense

01/09/2013 – 7ª Rodada
CFZ 0×2 Paranoá

05/09/2013 – 8ª Rodada
Planaltina(SE) 1×1 Guará

06/09/2013 – 8ª Rodada
Paranoá 3×2 Dom Pedro Bandeirante

07/09/2013 – 8ª Rodada
Bandeirante 1×5 Cruzeiro

08/09/2013 – 8ª Rodada
Bosque Formosa 1×1 CFZ
Bolamense 1×5 Santa Maria

11/09/2013 – 9ª Rodada
Dom Pedro Bandeirante 7×0 Planaltina(SE)

12/09/2013 – 9ª Rodada
Cruzeiro 2×2 CFZ

15/09/2013 – 9ª Rodada
Guará 3×2 Paranoá
Bolamense 1×3 Bosque Formosa
Santa Maria 4×0 Bandeirante

Classificação
Equipe PTS J V E D GP GC SG MPTS
1.Bosque Formosa 21 9 6 3 0 23 8 15 2,333
2.Santa Maria 20 9 6 2 1 31 11 20 2,222
3.Paranoá 15 9 5 0 4 15 13 2 1,667
4.Cruzeiro 15 9 4 3 2 20 14 6 1,667
5.Bolamense 14 9 4 2 3 17 13 4 1,556
6.CFZ 13 9 3 4 2 8 10 -2 1,444
7.Dom Pedro Bandeirante 10 9 2 4 3 15 9 6 1,111
8.Guará 10 9 2 4 3 10 19 -9 1,111
9.Planaltina(SE) 4 9 1 1 7 7 30 -23 0,444
10.Bandeirante 1 9 0 1 8 3 22 -19 0,111

Artilheiro
Edicarlos (Santa Maria) 10 gols

Bosque Formosa campeão brasiliense – 2ª Divisão 2013

 

DEFELÊ-DF  0×8  AMÉRICA-MG
19/05/1965 – Amistoso Interestadual
Local: Brasília-DF
Estádio: Ciro Machado do Espírito Santo (Defelê)
Árbitro: Joaquim Gonçalves da Silva (MG)
Renda: Cr$ 570.000,00
Defelê: Matil (Rubens), Zé Paulo, Malta, Bosco e Matarazzo (Lúcio); Nilo (Leônidas) e Walter (Alaor Capella); Manoelzinho (Sidney), Invasão, Bawany (Solon) e Sabará.
América: Zé Ernesto (Capelani); Jorge (Helinho), Caillaux, Aldemar e Murilo (Catocha); Airton e Ney (Saci); Geraldo, Luizinho (Oldack), Jair Bala e Nilo (Canhoto).
Gols: Nilo 2’ e 58’, Jair Bala 19’, Ney 28’, Luizinho 32’, Saci 67’, Airton 75’e Canhoto 87’.

Fonte: O Diário da Tarde (Belo Horizonte)

Saluti

 Claudio

 

Como parte das comemorações dos 5 anos de existência de Brasília, em 21 de abril de 1965, o então informalmente chamado Estádio Nacional de Brasília foi parcialmente inaugurado com o nome de Estádio Edson Arantes do Nascimento, também conhecido popularmente como Estádio Pelezão.

 A primeira partida foi:

SELEÇÃO DE BRASÍLIA (DF) 1 x 3  E. C. SIDERÚRGICA (MG)
21/04/1965 – Guará-DF
Local: Estádio Pelezão
Árbitro: Jorge Cardoso (DF)
Renda: Portões Abertos
Gols: Zé Emílio 25’, Silvestre 37’, Djalma 59’e Noventa 85’

Seleção de Brasília: Zé Valter; Décio, Gegê, Wilson e Aderbal; Zé Maria e Beto; Sabará (Nobre), Djalma, Geraldo e Arnaldo.
Siderúrgica: Djair; Geraldino, Chiquito, Chiquito e Dawson; Edson (Tim) e Zé Emílio (Altino), Ernani, Silvestre, Fiel, Noventa e Canhoteiro (Raimundo) /  Técnico: Yustrich.
Fonte: O Estado de Minas

Saluti

 Claudio

 

 

Prezados,

Segue o novo escudo do Sobradinho.

Fonte: site da CBF

 

Caros, para a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2013, resolvemos checar todos os clubes participantes para atualizar suas informações, nessas, alguns adicionaram estrelas, outros slogans e outros mudaram seus escudos oficiais.
Além do Guaicurus/MS, já publicado no blog, o Cruzeiro do DF também alterou seu escudo, conforme segue abaixo.

Fonte:
FPF
Campo de Ação
Clube/FBF

 

PARTICIPANTES:

BOLAMENSE FUTEBOL CLUBE

BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE

CLUBE ATLÉTICO BANDEIRANTE

CLUBE DE REGATAS GUARÁ

CRUZEIRO FUTEBOL CLUBE

PARANOÁ ESPORTE CLUBE

SOCIEDADE ESPORTIVA PLANALTINA

SOCIEDADE ESPORTIVA SANTA MARIA

UNAÍ ESPORTE CLUBE

04.08.2012

BOLAMENSE 0 x 3 UNAÍ

05.08.2012

CRUZEIRO 0 x 5 BRASÍLIA

PLANALTINA 0 x 0 GUARÁ

08.08.2012

PARANOÁ 0 x 1 SANTA MARIA

11.08.2012

GUARÁ 1 x 1 BOLAMENSE

BRASÍLIA 0 x 2 PARANOÁ

12.08.2012

SANTA MARIA 1 x 0 BANDEIRANTE

UNAÍ 1 x 1 CRUZEIRO

18.08.2012

BANDEIRANTE 1 x 3 BOLAMENSE

19.08.2012

CRUZEIRO 0 x 0 SANTA MARIA

PLANALTINA 1 x 1 BRASÍLIA

PARANOÁ 1 x 0 GUARÁ

23.08.2012

SANTA MARIA 2 x 3 UNAÍ

24.08.2012

BRASÍLIA 3 x 0 GUARÁ

26.08.2012

BOLAMENSE 1 x 0 PLANALTINA

29.08.2012

BANDEIRANTE 1 x 1 CRUZEIRO

01.09.2012

PARANOÁ 0 x 0 PLANALTINA

GUARÁ 4 x 0 BANDEIRANTE

UNAÍ 0 x 1 BRASÍLIA

04.09.2012

SANTA MARIA 1 x 1 BOLAMENSE

07.09.2012

PLANALTINA 1 x 2 CRUZEIRO

08.09.2012

BRASÍLIA 1 x 0 SANTA MARIA

BANDEIRANTE 1 x 1 UNAÍ

09.09.2012

BOLAMENSE 6 x 1 PARANOÁ

15.09.2012

CRUZEIRO 2 x 3 PARANOÁ

BANDEIRANTE 2 x 3 PLANALTINA

16.09.2012

UNAÍ 2 x 0 GUARÁ

BOLAMENSE 2 x 1 BRASÍLIA

19.09.2012

SANTA MARIA 2 x 0 PLANALTINA

22.09.2012

GUARÁ 1 x 2 SANTA MARIA

CRUZEIRO 2 x 1 BOLAMENSE

23.09.2012

PLANALTINA 1 x 2 UNAÍ

PARANOÁ 2 x 1 BANDEIRANTE

26.09.2012

GUARÁ 0 x 3 CRUZEIRO

30.09.2012

UNAÍ 2 x 1 PARANOÁ

BRASÍLIA 7 x 0 BANDEIRANTE

CLASSIFICAÇÃO FINAL

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

UNAÍ

8

5

2

1

14

7

7

17

BRASÍLIA

8

5

1

2

19

5

14

16

BOLAMENSE

8

4

2

2

15

10

5

14

SANTA MARIA

8

4

2

2

9

6

3

14

PARANOÁ

8

4

1

3

10

12

-2

13

CRUZEIRO

8

3

3

2

11

12

-1

12

PLANALTINA

8

1

3

4

6

10

-4

6

GUARÁ

8

1

2

5

6

12

-6

5

BANDEIRANTE

8

0

2

6

6

22

-16

2

Nota: Unaí e Brasília estão qualificados para disputarem o Campeonato Brasiliense  da Primeira Divisão em 2013.

PRINCIPAL ARTILHEIRO:

Jean (Brasília), 6 gols.

 


Fundado em 26 de fevereiro de 1959, na cidade de Brasília (DF), o Esporte Clube Planalto foi idéia de Duílio Moor Costa, radialista, que mantinha um programa de auditório na Rádio Nacional, e funcionário do Banco do Brasil. Ele foi fundador e primeiro presidente do alviverde Planalto, que tinha cores e uniforme semelhantes ao do Palmeiras, de São Paulo.
Também faziam parte da diretoria do Planalto Demétrio Casas Neto e Maximino Rodrigues Bergman, que passou a ser o presidente do Planalto logo depois de Duílio Costa.
Antes mesmo da criação do novo clube, foi erguido o primeiro “estádio” em Brasília, por iniciativa da Construtora Planalto, no Acampamento Tamboril, na Vila Planalto, próximo à Praça dos Três Poderes. Tendo à frente seu presidente, Duílio Costa, as obras foram realizadas em apenas dez dias, sendo cercado o campo com madeira, colocado alambrado e uma arquibancada que comportava cerca de 700 pessoas. O “estádio” passou a ser chamado de “Duílio Costa”.
A inauguração aconteceu em 14 de janeiro, dia do aniversário de Duílio Costa, de 1959, quando foi realizado um quadrangular entre o anfitrião (Planalto), Nacional, Novo Horizonte e Assiban, saindo vencedor o E. C. Planalto. Foram oferecidos diversos troféus e medalhas aos vencedores. Foi uma grande festa esportiva que reuniu um grande número de autoridades e assistentes.
No dia 16 de março de 1959, numa memorável reunião na Cantina do IAPI, com a presença de cerca de 50 esportistas, foi fundada a Federação Desportiva de Brasília, sendo o Esporte Clube Planalto um dos clubes fundadores da entidade.
O Planalto participou do primeiro campeonato de futebol realizado no Distrito Federal, antes mesmo da inauguração da Capital do Brasil, Brasília.
Os 19 clubes inscritos no campeonato foram divididos em duas chaves: Zona Sul e Zona Norte. O Planalto fez parte da Zona Norte.
Conforme estabelecido no regulamento, os clubes jogariam dentro de suas respectivas zonas, em turno e returno, com os vencedores decidindo, numa série “melhor-de-três”, o título de campeão da cidade.
Com o decorrer dos jogos muitos clubes desistiram de continuar na competição.
O Planalto foi o vencedor da Zona Norte e decidiu o título com o Grêmio, campeão da Zona Sul.
Foram três jogos: no dia 8 de novembro, o Grêmio venceu por 4 x 2. Uma semana depois, 15 de novembro, aconteceu empate em 3 x 3. Mais uma semana, 22 de novembro, e mais uma vitória do Grêmio, desta vez por 1 x 0, deixaram o Planalto com o vice-campeonato.
Nos três jogos da final, o Planalto utilizou os seguintes jogadores: Issinha, Rochinha (Louro) (Paulinho) e Gringo (Liliu); Divino, Aires e Nenê; Zé Luís, Pedrinho, Cardoso, Edson Galdino (Santa Helena) e Prego (Ferrete).
Desses, Issinha e Edson Galdino foram campeões de Anápolis, pelo Ypiranga, e foram contratados para reforçar o time.
Seu técnico era Sílvio Costa, funcionário da NOVACAP, que teve uma passagem pelo Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.
Em 1960, pouco tempo depois da inauguração de Brasília, o Planalto trouxe, pela primeira vez, uma equipe do futebol carioca para jogar no Distrito Federal.
O Canto do Rio, clube de Niterói, vinha de uma excursão de mais de 30 dias por cidades de Minas Gerais e Goiás. No dia 28 de maio de 1960, no campo do Planalto, o Canto do Rio venceu o Planalto por 2 x 0. O Planalto formou com Issinha, Ferreira e Amauri; Volney, Jales e Louro; Ribamar, Pedrinho, Edson, Itiberê e Moreira (Prego).
No dia 5 de junho de 1960, o Planalto empatou em 2 x 2 com o Defelê, jogo que terminou em pancadaria generalizada.
De 3 de julho a 7 de agosto, o Planalto participou do Troféu Danton Jobim, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros, juntamente com outros onze clubes, que foram divididos em três grupos. O Planalto fez parte do Grupo A, com ECRA (Edilson Mota), Brasil Central e Consispa.
No dia 3, aplicou uma sonora goleada no Consispa: 9 x 1. No dia 10, venceu o Edilson Mota, por 2 x 0. Confirmou o primeiro lugar do Grupo ao vencer, no dia 17, o Brasil Central, por 3 x 0.
No triangular final, entre os vencedores de grupos, no dia 24 de julho perdeu para o Ribeiro, por 3 x 1, e venceu a ENACO, por 2 x 0, no dia 7 de agosto, ficando com a segunda posição no torneio.
Em 21 de agosto, reencontrou o Grêmio, perdendo por 1 x 0, em jogo que serviu para os festejos de inauguração de obras no estádio do Grêmio.
No dia 4 de setembro, aconteceu o Torneio Início do Campeonato Brasiliense de 1960, que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira”. Solicitaram inscrição 16 clubes. Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
No terceiro jogo do dia, o Planalto fez 1 x 0 no Industrial, gol de Edson Galba. No décimo jogo, nova vitória do Planalto de 1 x 0 sobre o Sobradinho, gol de Edson Galba, cobrando pênalti. Em seu penúltimo jogo, o 13º do dia, o Planalto voltou a vencer por 1 x 0, desta vez ao Guanabara, gol de Carlos.
Na final, o Rabello venceu o Planalto por 1 x 0 e conquistou o título do Torneio Início.
Os vice-campeões do Planalto foram Issinha, Ventura, Ferreira e Rhodios; Wolney e Carlos; Paulista, Moreira, Cardoso, Edson Galba e Prego.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo, como foi o caso do Planalto, foram cabeças-de-chave. O Planalto ficou no Grupo C, juntamente com Defelê, Guanabara e Pederneiras.
Na primeira rodada, no dia 18 de setembro de 1960, o Planalto venceu o Pederneiras, por 3 x 0, gols de Zé Carlos (2) e Rui.
Uma semana depois, a segunda rodada e nova vitória, desta vez sobre o Defelê, por 3 x 2. Rui, duas vezes, e Ferrete marcaram para o Planalto.
A terceira e última rodada do torneio classificatório aconteceu no dia 9 de outubro, quando o Planalto venceu o Guanabara, por 4 x 1, gols de Roberto (2), José Francisco e João Pinheiro.
Após esses resultados, o Planalto garantiu vaga na Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense de Futebol de 1960.
O Campeonato de 1960, o primeiro oficial, foi realizado em um único turno e o troféu do campeão levou o nome de Taça “Juscelino Kubitschek”.
A estréia do Planalto aconteceu no dia 27 de novembro de 1960, em seu campo, empatando em 3 x 3 com o Nacional. Cardoso, Cuiabano e Alemão marcaram para o Planalto.
No final, o Planalto obteve a terceira colocação, com 10 pontos ganhos, junto com o Guará e um ponto apenas atrás do campeão Defelê. Foram quatro vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Marcou 24 gols e sofreu 10.
Esta classificação poderia ter um desfecho diferente. Em 1º de dezembro de 1960, o Planalto apresentou ofício, de nº 23/60, pleiteando o ganho do ponto perdido no jogo contra o Nacional (3 x 3), em 27 de novembro de 1960, com base na inclusão do jogador Jurandir Gouveia Damasceno, sem condições de jogo conforme era previsto no artigo 276 do Código Brasileiro de Futebol (além disso, o Nacional não apresentou as carteiras de seus jogadores, sendo-lhe aplicada a multa de CR$ 1.100,00). Acontece que a partida foi aprovada pela FDB em 29 de novembro de 1960. Caso o clube tivesse feito o seu protesto antes de
ser exarado o despacho da FDB, teria recuperado os pontos, obrigando a realização de uma partida extra entre Defelê e Planalto para se conhecer o campeão de 1960.
Eis alguns jogadores que defenderam o Planalto no campeonato de 1960: Goleiros: Issinha e Raspinha; Defensores: Hudson, Edson Galba, Ferreira, Moreira, Nilo, Pernambuco e Cardosinho; Atacantes: Ferrete, Cardoso, Cuiabano, Roberto, Leônidas, Viola, Gesil, Pedrinho e Alemão. Técnico: Alfredo De Lucca.
O Planalto começou o ano de 1961 participando do Torneio “Prefeito Paulo de Tarso”, competição da qual tomaram parte os cinco primeiros colocados da Primeira Divisão de 1960 e mais o Sobradinho, campeão da Segunda.
Não teve um bom desempenho, ficando na quinta colocação.
Na primeira vez que se convocou jogadores para formar uma seleção de Brasília, em 1961, o Planalto cedeu seis jogadores: Raspinha, Jair, Edson Galba, Loureiro, Enes e Gesil, a maior parte deles como titular.
Veio o Torneio Início, em 9 de julho de 1961, no campo do Guará, e o Planalto foi derrotado logo na primeira rodada: 1 x 0 para o Defelê.
No campeonato de 1961 (iniciado em 16 de julho) o Planalto também começou a todo vapor: duas vitórias (4 x 1 Nacional e 1 x 0 Grêmio), um empate (1 x 1 Defelê) e uma super goleada (9 x 1 Sobradinho) fizeram com que o Planalto fosse
apontado como um dos favoritos ao título. Mas vieram as derrotas (total de quatro) e o título ficou mais uma vez adiado. Ficou na quarta colocação, atrás de Defelê, Rabello e Guará.
Utilizou esses jogadores: Goleiros: Issinha e Raspinha; Defensores: Edson Galba, Hudson, Osvaldo, Jair, Moreira, Wolney, Enes e Ferreira; Atacantes: Azulinho, Ferrete, Vitinho, Brasil, Rui, Elói, Lima, Leônidas e Negão.
No dia 15 de abril de 1962, o Planalto não compareceu ao jogo que valia pelo Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça “Embaixador Sette Câmara”, contra o Guará, sem dar qualquer justificativa. Julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva, primeiramente foi multado e, posteriormente, suspenso por 200 dias.
Em 12 de junho de 1962, Hugo Mósca, Presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Desportiva de Brasília, negou o efeito suspensivo pedido pelo Planalto.
Suspenso pelo TJD, o Planalto não pôde participar do Campeonato de 1962.
Em 1963, filiou-se à Liga dos Clubes Independentes. Sem contar mais com os jogadores de nome, ficou na sexta e penúltima colocação.
Logo depois, o clube deixou de existir. Como muitos, foram desativados após a retirada de Brasília das inúmeras construtoras que aqui estiveram para a construção da Capital Federal.

NOTA:
O Clube Atlético Planalto, que disputou o campeonato de 1970 nada tinha a ver com o antigo Planalto. Era da cidade do Gama.

 

 


O Clube dos Servidores da Universidade foi fundado em 6 de abril de 1966 por funcionários, servidores e alunos da Universidade de Brasília (UnB). Teve como seu primeiro presidente Carlos Augusto Vilalva Negreiros Falcão.
As cores do clube eram azul, verde e branco.
Naquele ano (1966), a Federação Desportiva de Brasília tinha campeonatos de futebol em três categorias: profissionais, amadores e Departamento Autônomo. O CSU optou por este último em seu primeiro ano de vida.
No dia 5 de junho de 1966, estreou no Torneio Início do Departamento Autônomo com derrota de 2 x 1 para a Civilsan.
O campeonato do Departamento Autônomo daquele ano foi dividido em três seções: Taguatinga, Plano Piloto e Sobradinho.
O CSU classificou-se em primeiro lugar na Seção Plano Piloto, superando outros oito times. Juntamente com a A.E.B., passou para a Fase Final (chamada de Supercampeonato), disputada pelos dois primeiros classificados de cada seção. Desconhecemos o resultado final dessa competição.
No dia 11 de dezembro de 1966 disputou um amistoso com o Rabello, perdendo por 2 x 1.
No ano seguinte, 1967, o CSU foi um dos clubes amadores que chegaram a realizar uma reunião para a elaboração de um campeonato com as agremiações dessa categoria. O campeonato acabou não vingando.
A mesma coisa aconteceu em 1968. Foram dois anos sem disputar nenhuma competição oficial da Federação Desportiva de Brasília.
No dia 10 de março de 1969, aconteceu a Assembléia Geral Extraordinária da qual tomaram parte os presidentes e representantes de todos os clubes filiados a F.D.B.
A Federação, então, criou um torneio chamado de “Taça Brasília”, podendo concorrer ao mesmo, todos os clubes filiados, quer profissionais, amadores ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais.
Inscreveram-se 24 equipes. O torneio foi em dois turnos, sendo que para o segundo só se classificariam os seis primeiros colocados de cada grupo.
O CSU fez sua estréia no dia 19 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo (do Defelê), empatando em 1 x 1 com o Jaguar.
Na primeira fase ficou em 4º lugar no Grupo A. Foram dez jogos, com cinco vitórias, três empates e duas derrotas. Marcou 24 gols e sofreu 18.
Na Fase Final, ficou com a nona colocação entre os 12 clubes participantes. Nos onze jogos que disputou, conseguiu vencer três, empatar outros três e foi derrotado em cinco oportunidades. Marcou dezoito gols e sofreu vinte e dois.
Dois foram os artilheiros do torneio, com 11 gols, sendo que um deles, Paulinho (Paulo Rogério Ferreira Campos), pertencia ao CSU.
Eis os nomes de alguns jogadores que defenderam o CSU na Taça Brasília de 1969: Goleiros: Neniomar e Pena; Defensores: Zeca, Cesar, Monteiro, Walfrido, Roque, Nilo, Isnard e Wilson; Atacantes: Cacá, Cleuber, Júlio, Walter, Sabará, Paulinho e Totó.
No ano de 1970 voltou a ficar de fora das competições amadoras promovidas pela Federação Desportiva de Brasília.
Retornou em 1971, disputando o Torneio “Governador do Distrito Federal”, juntamente com outras dez equipes.
O torneio foi marcado por muitos WO, pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da F.D.B.) e suspensos de suas obrigações.
O CSU desistiu de continuar na competição bem antes do seu encerramento.
Em 13 de agosto de 1971 foi realizada a Assembléia que desfiliou seis clubes da F.D.B., entre eles o CSU.
Somente no ano de 1975, quando ainda era amador o futebol de Brasília, o CSU volta a participar de competições promovidas pela então Federação Metropolitana de Futebol.
Primeiramente, participando, de 19 de março a 25 de maio de 1975, da I Copa Arizona de Futebol Amador, evento que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal. Não conseguiu ficar entre os oito finalistas que decidiram a Copa.
Em 12 de setembro de 1975 aconteceu a A.G.E. que aprovou uma nova filiação do CSU para a categoria de futebol amador.
Assim, inscreveu-se no campeonato amador de 1975, com mais sete equipes.
Venceu o primeiro turno de forma invicta, com cinco vitórias e dois empates. Foram 15 gols a favor e cinco contra. Com isso, qualificou-se para decidir o campeonato com a Campineira, vencedora do segundo também de forma invicta, numa
série “melhor-de-três”.
O final do ano mais as férias do mês de janeiro foram alguns fatos que atrasaram bastante o início da disputa. Assim, somente em 28 de março de 1976, aconteceu a primeira partida da melhor-de-três da decisão do Campeonato de 1975, no Estádio Pelezão.
A Campineira venceu por 2 x 1.
No dia 21 de abril de 1976, também no Pelezão, o CSU empatou a série ao vencer a segunda partida por 1 x 0.
A terceira e decisiva partida foi disputada no dia 1º de maio de 1976, novamente no Pelezão. Sob a arbitragem de Roberto Noronha, a Campineira marcou 2 x 0 e ficou com o título de campeã de 1975.
Dentre os jogadores que defenderam o CSU no campeonato de 1975 o destaque ficou com um jogador que mais tarde viria a brilhar em outras equipes do futebol de Brasília: o zagueiro Kidão.
Não demorou muito para seu presidente Álvaro da Silva Neves encaminhar o ofício CSU-06/76, de 17 de maio de 1976, solicitando licença do quadro de filiados da Federação Metropolitana de Futebol por um período de dez meses. Nunca mais voltou!

 

PARTICIPANTES:

ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA CRUZEIRO DO SUL (Cruzeiro)
CLUBE ATLÉTICO COLOMBO (Núcleo Bandeirante)
CLUBE DE REGATAS FLAMENGO DE BRASÍLIA (Taguatinga)
CLUBE DE REGATAS GUARÁ (Guará)
DEFELÊ FUTEBOL CLUBE (Brasília)
RABELLO FUTEBOL CLUBE (Brasília)

1º TURNO

COLOMBO 2 x 1 GUARÁ
20/07/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Juci e Crispim / Guairacá

RABELLO 3 x 0 CRUZEIRO DO SUL
23/07/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Cid (2) e Aloísio

FLAMENGO 0 x 1 DEFELÊ
23/07/1967
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gol: Ely

COLOMBO 2 x 2 FLAMENGO
27/07/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Gilson e Santos / Adão e Ademir

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 DEFELÊ
30/07/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Ramalho e Alencar / Solon

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 GUARÁ
05/08/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Geraldo e Ribamar / Heitor

COLOMBO 2 x 0 DEFELÊ
06/08/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Santos (2)

FLAMENGO 1 x 1 GUARÁ
13/08/1967

Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Gilberto Nahas
Gols: Adão / Maurício

CRUZEIRO DO SUL 2 x 2 COLOMBO
13/08/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Pacheco e Juca / Santos (2)

RABELLO 2 x 0 GUARÁ
31/08/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Tião e Luizinho

RABELLO 1 x 0 FLAMENGO
03/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Sylvio Fernandes
Gol: Cid

RABELLO 2 x 1 DEFELÊ
07/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Gilberto Nahas
Gols: Luizinho (2) / Invasão

GUARÁ 4 x 1 DEFELÊ
10/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Guairacá (2), Otávio e Arnaldo / Anílcio

CRUZEIRO DO SUL 3 x 3 FLAMENGO
10/09/1967

Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Nando (2) e Aderbal / Vitinho, Ademir e Manoelzinho

RABELLO 4 x 0 COLOMBO
17/09/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Cid, João Dutra, Tião e Zezé

2º TURNO

COLOMBO 0 x 0 FLAMENGO
19/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso

RABELLO 2 x 2 DEFELÊ
22/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Gilberto Nahas
Gols: Luizinho (2) / Alaor Capella (2)

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 GUARÁ
22/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Ramalho e Nando / Walmir

DEFELÊ 0 x 0 COLOMBO
26/10/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Sylvio Carvalho

RABELLO 3 x 2 GUARÁ
29/10/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Zezé, João Dutra e Luizinho / Otávio e Walmir

CRUZEIRO DO SUL 3 x 1 FLAMENGO
29/10/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Wilson, Nando e Morbeck / Bengala

DEFELÊ 1 x 0 GUARÁ
01/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Rubens Pacheco
Gol: Alaor Capella

RABELLO 5 x 1 FLAMENGO
05/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Cid (2), Luizinho (2) e João Dutra / Manoelzinho

CRUZEIRO DO SUL 2 x 1 COLOMBO
05/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Ramalho e Nando / Baiano

DEFELÊ 2 x 1 FLAMENGO
09/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Solon (2) / Manoelzinho

RABELLO 1 x 1 CRUZEIRO DO SUL
12/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: João Dutra / Nando

COLOMBO 3 x 1 GUARÁ
12/11/1967
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Santos (2) e Paulista / Otávio

DEFELÊ 3 x 2 CRUZEIRO DO SUL
15/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Sylvio Fernandes
Gols: Solon (2) e Ramiro / Ercy e Morbeck

GUARÁ 0 x 0 FLAMENGO
18/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Gilberto Nahas

RABELLO 5 x 1 COLOMBO
19/11/1967
Nacional de Brasília
Árbitro: Sylvio Fernandes
Gols: Cid (2), Luizinho, Zezé e Oliveira (contra) / Bolinha

 

CAMPEÃO: RABELLO

 

Em 1960, a ENACO – Engenharia, Arquitetura e Construção Ltda. era uma construtora com sede no Edifício Ceará, Projeção 8, Sala 1.105 e que tinha como Presidente Valnor de Aguiar.
Como desportista que era, Valnor criou um clube de futebol para disputar torneios contra times de outras construtoras da cidade que começava a crescer. Assim, surgiu o ENACO Esporte Clube.
Sua primeira oportunidade foi o Torneio “Danton Jobim”, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros, competição disputada por 12 empresas de construção ou ligadas a elas.
O ENACO ficou na Chave B, juntamente com Expansão, Rabello e Nacional. Os jogos foram realizados nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960. No primeiro jogo, venceu o Expansão por 4 x 2. No dia 10, passou pelo Nacional, por 3 x 1. No terceiro e último jogo, apesar da derrota de 4 x 3 para o Rabello, ficou com a vaga de primeiro lugar do grupo, classificando-se para o triangular final.
Perdeu os dois jogos, para Ribeiro e Planalto, ficando com o terceiro lugar.
Com os bons resultados colhidos, Valnor de Aguiar resolveu criar, em 29 de julho de 1960, o Clube de Futebol e Regatas Alvorada, nascido da fusão dos clubes ENACO e Brasília Palace.
No mesmo dia, entregou ofício solicitando filiação à Federação Desportiva de Brasília. Valnor de Aguiar foi seu primeiro Presidente a Arisberto José Gaspar de Oliveira o representante do clube junto a FDB.
Conforme constava dos seus estatutos, as cores do clube eram vermelha, branca e preta.
A estréia do novo clube aconteceu no amistoso de 28 de agosto de 1960, com derrota para o Consispa, por 5 x 3.
Uma semana depois, em 4 de setembro de 1960, participou de sua primeira competição oficial, o Torneio Início (que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira”). Além do Alvorada, solicitaram inscrição outros 15 clubes.
Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará. No sorteio, o Alvorada não deu muita sorte, cabendo enfrentar no sétimo jogo do dia, a forte equipe do Rabello (que viria a ser campeão do torneio). Perdeu por 1 x 0.
Por decisão da Assembléia Geral realizada no dia 14 de setembro de 1960 e em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. O Alvorada ficou no Grupo D, com jogos no campo do Rabello, juntamente com Nacional, Rabello e Real.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro de 1960, empatou em 1 x 1 com o Real.
Na segunda, em 25.09.1960, perdeu para o Nacional por 1 x 0 e, na terceira, em 09.10.1960, foi goleado pelo Rabello, por 5 x 2. Ficou em último lugar do grupo.
Quando todos já achavam que iriam disputar a Segunda Divisão, em 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota (um dos qualificados para disputar a Primeira Divisão) encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a FDB promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960.
O primeiro adversário do Alvorada foi o Sobradinho, no campo do Grêmio. Aconteceu empate em 2 x 2, resultado que tornou obrigatória a realização de uma nova partida entre ambos. Esse jogo aconteceu no dia 6 de novembro de 1960 e o Alvorada venceu por 2 x 1, passando para a fase seguinte, quando enfrentou e venceu, no dia 13 de novembro, ao Guanabara. Com essa vitória, decidiria a vaga para a Primeira Divisão com o Defelê.
Foi aí que aconteceu outro fato que mudaria toda a história. Outro clube qualificado para a Primeira Divisão, o Consispa, resolveu desfiliar-se. Em virtude dessa desfiliação, a Federação então resolveu não mais realizar a partida entre Defelê e Alvorada, prevista para 20 de novembro de 1960, elevando a ambos para a Primeira Divisão.
A estréia na Primeira Divisão não foi nada agradável: no dia 27 de novembro de 1960, sofreu um tremenda goleada de 7 x 0 diante do Guará. Era o prenúncio de que o clube não estava preparado para encarar esse desafio. Outras goleadas vieram e o Alvorada ficou com a sexta colocação, com duas vitórias e cinco derrotas. Marcou doze gols e sofreu 32. Atrás do Alvorada ainda ficaram Nacional e Pederneiras.
Eis alguns jogadores que defenderam o Alvorada em 1960: Goleiro: Zequinha; Defensores: Zózimo, Rodrigues, Lindcelso, Tininho e Orlando; Atacantes: Zeca, Lazinho, Erivan, Bolacha, Zezinho, Dondão e Carioca.
No torneio de aspirantes, o Alvorada foi o último colocado.
Em 1961, as coisas não melhoraram para o lado do Alvorada. No Torneio Início disputado no dia 9 de julho de 1961, no Estádio “Israel Pinheiro”, do Guará, foi desclassificado pelo Nacional.
No campeonato, ficou em 7º lugar, só não ficando com a última colocação por que o Sobradinho resolveu não disputar o campeonato até o seu final. Nos 13 jogos que disputou, venceu apenas um, empatou três e perdeu nove. Marcou 17 gols e
sofreu 33.
O goleiro Pena, os defensores Ibê, Roberto, Fontenelle, Venino, Loureiro e Zeca e os atacantes Cícero, Sílvio, Gilberto, Jason, Valquir, Chico, Élcio, Luizinho e Zé Carlos foram alguns dos jogadores que vestiram a camisa do Alvorada em 1961.
Em 1962, nos dias 30 de maio e 3 de junho, promoveu o Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular que ainda reuniu Presidência, Guanabara e Cruzeiro do Sul. Foi uma festa sem a menor graça para o Alvorada, que perdeu o primeiro jogo para o Cruzeiro do Sul por 6 x 1 e o segundo para o Guanabara (2 x 1).
Recuperou-se uma semana depois (10 de junho), quando foi realizado o Torneio Início, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. Venceu por 1 x 0 o Presidência; depois ficou no 0 x 0 com o Grêmio, conquistando a vitória nos pênaltis (2 x 1).
Na final, contra o Guanabara, no tempo normal de jogo empate em 2 x 2; na decisão por pênaltis, vitória do Guanabara por 6 x 5.
O Campeonato da Primeira Divisão de 1962 foi dividido em duas zonas: Norte e Sul. O Alvorada pertencia a Zona Norte, com Nacional, Rabello, Defelê e Guanabara.
Disputou os quatro jogos do 1º turno e perdeu todos. Antes de ser iniciado o segundo turno, o Alvorada encaminhou ofício à Federação Desportiva de Brasília solicitando dispensa do restante do campeonato, no que foi atendido.
Voltou em 1963, novamente realizando uma boa campanha no Torneio Início realizado em 12 de maio, no campo do Grêmio, Estádio “Vasco Viana de Andrade”. Venceu o Nacional (1 x 0) e empatou com o Colombo (0 x 0), perdendo a chance de passar para a final nos pênaltis: 3 x 2 a favor do Colombo.
No campeonato de 1963, disputado por nove equipes, novamente ficou em último lugar. Disputou 16 jogos e só venceu um, empatando quatro e perdendo onze. Marcou apenas nove gols e sofreu 38. Com isso, foi obrigado a disputar, nos dias 27 de outubro e 3 de novembro, uma melhor-de-três contra o Dínamo (campeão da Segunda Divisão), para ver quem ficaria com a vaga na Primeira Divisão em 1964. Foi a única vez que aconteceu esse tipo de disputa.
No dia 27 de outubro, vitória do Alvorada, por 1 x 0, gol de Azulinho, cobrando pênalti. No dia 3 de novembro, goleada do Alvorada para cima do Dínamo, por 4 x 1 Dínamo, gols de Moacir (2) e Morato (2) para o Alvorada e Baiano para o Dínamo.
Com esses resultados, o Alvorada permaneceu na Primeira Divisão. Jogaram mais vezes durante o ano: Goleiros – Toninho e Roberto; Defensores – Ibê, Brun, Veludo, Marujo, Cardoso, Cremonês, Josias e Tomazinho; Atacantes – Batista, Hélcio, Azulinho, Moacir, Zeca, Almir, Baiano, Morato, Delém, Dias, Terêncio e Alemão.
Em 25 de fevereiro de 1964 ocorreu a Assembléia Geral que aprovou a reforma nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol
Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis. O Alvorada não se inscreveu em nenhuma delas.
Em 5 de dezembro de 1965, o Alvorada foi desfiliado da Federação Desportiva de Brasília.
Em 30 de julho de 1967, aconteceu reunião para se conhecer a nova diretoria do clube, que ficou assim composta: Presidente – Valnor de Aguiar; Vice-Presidente Social – João Monteiro; Vice-Presidente Esportivo – José Medeiros Teixeira e
Vice-Presidente Financeiro – Moacyr Antônio Machado da Silva.
Somente em 1968, o Alvorada resolveu filiar-se novamente a FDB, na categoria de amadores. Como não houve campeonato amador nesse ano, o clube ficou sem atividades.
Em 1969, tendo em vista a necessidade de movimentar o futebol de Brasília, a Federação Desportiva de Brasília resolveu instituir um torneio oficial, ao qual poderiam concorrer todos os clubes filiados, quer profissionais, amador ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais. Inscreveram-se 24 equipes.
Assim foi o retorno do Alvorada às competições oficiais. Mas, em relação às más campanhas anteriores, nada mudou. Integrando o Grupo A, com onze equipes, o Alvorada foi, de novo, o ultimo colocado. Nos dez jogos que disputou, venceu apenas um e sofreu oito derrotas. Marcou apenas cinco gols e sofreu 27. Um retorno nada agradável!
Não disputou nenhuma competição no ano de 1970 e, em 22 de junho de 1971, aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a sua desfiliação definitiva.

 

No dia 28 de novembro de 1976, na Quadra 3, Conjunto F, Lote 41, em Planaltina (DF), reuniram-se alguns moradores desta cidade para fundar um clube esportivo.
Surgiu assim a Sociedade Esportiva Comercial, que teve a primeira diretoria composta da seguinte forma: Presidente: João Alves do Nascimento, Vice-Presidente: José de Ribamar Neves, Diretor-Secretário: Mário César de Souza Castro, Secretário-Adjunto: Luiz Soares Silva, Diretor de Esportes: Benedito de Souza, Supervisor de Esportes: Wadileno Hamú, Diretor do Departamento Jurídico: José Rios Filho, Diretor de Relações Públicas: Paulo Sady Barbosa, Diretor Social: Antônio Leite Pedrosa, Diretor Financeiro: José Eustáquio Ferreira, Diretor de Patrimônio: Gaspar Dutra e Diretor Administrativo: Newton Gonçalves das Neves.
As cores oficiais do novo clube eram azul celeste, amarela e branca.
Os uniformes eram assim compostos: número 1 – camisa azul celeste com mangas e colarinho em branco, calção branco e meias azuis; número 2 – camisa branca com mangas e colarinho em azul celeste, calção azul celeste e meias brancas.
Somente em 20 de janeiro de 1977 a Sociedade Esportiva Comercial solicitou aprovação do estatuto para participar de competições amadoras de futebol.
Sem competições para participar e para se manter em forma, disputou alguns amistosos, sendo o primeiro em 27 de fevereiro de 1977, no Pelezão, contra o Cruzeiro E. C., na preliminar de Seleção de Juvenis de Brasília x Vasco da Gama.
O de maior destaque, porém, foi o do dia 17 de dezembro de 1978, em Planaltina, quando empatou em 1 x 1 com o Vila Nova, de Goiânia (GO).
Inscreveu-se no 2º Campeonato Amador do Distrito Federal, em 1979, não obtendo boa colocação.
Também em 1979, foi convidado e participou do Torneio Cidade de Sobradinho, no Augustinho Lima, realizado de 20 de outubro a 2 de dezembro de 1979, juntamente com Sobradinho, Tiradentes e Desportiva Bandeirante.
Estreou no dia 20 de outubro, com um empate em 1 x 1 com o Sobradinho. Venceu o primeiro turno após ganhar do Tiradentes (1 x 0) e da Desportiva Bandeirante (2 x 1).
Decidiu o torneio com o Sobradinho, vencedor do 2º turno. No dia 2 de dezembro, o Comercial perdeu por 2 x 1.
No ano de 1980, inscreveu-se no campeonato de profissionais do Distrito Federal, representando a cidade de Planaltina, competição esta disputada por um total de nove equipes. A Federação Metropolitana de Futebol decidiu que os cinco primeiros colocados continuariam na Primeira Divisão em 1981 e os outros quatro disputariam um torneio para definir de quem seria a sexta vaga.
No campeonato, o Comercial estreou no dia 18 de maio de 1980, no Bezerrão, perdendo para o Gama, por 3 x 0.
Na classificação final, após 24 jogos (dos quais venceu sete, empatou oito e perdeu nove), o Comercial ficou com a sexta colocação.
Foi para o chamado “Torneio da Morte” com Ceilândia, Tiradentes e Desportiva Bandeirante.
Disputado em turno único, a vaga ficou com o Tiradentes. Perdeu para a Desportiva Bandeirante (0 x 2), empatou com o Tiradentes (1 x 1) e venceu o Ceilândia (2 x 1).
Em 14 de setembro de 1980 aconteceu uma Assembléia Geral Extraordinária que revogou os estatutos do clube, alterando o nome de Sociedade Esportiva Comercial para Planaltina Atlético Clube. O primeiro Presidente foi Wadileno Hamú.

Obs.: José Jorge Farah Neto colaborou com o redesenho do escudo.

 

Depois que Brasília passou a ser Capital do Brasil, em 1960, muitos órgãos foram transferidos dos seus Estados de origem.

Isso também aconteceu com o Tribunal Federal de Recursos, que tinha sede no Rio de Janeiro, e foi um dos órgãos máximos do Poder Judiciário do Brasil, e hoje é o Superior Tribunal de Justiça. A ata da sessão de instalação do órgão em Brasília é de 22 de abril de 1960.

Pouco tempo depois, mais precisamente em 10 de agosto de 1960, funcionários do Tribunal criaram uma associação esportiva que tinha como finalidade proporcionar divertimento ao pessoal do órgão e mantida através do pagamento de mensalidades descontadas nas folhas de pagamento dos seus funcionários.

Passaram-se os anos e em 1º de julho de 1965, alguns desses funcionários reuniram-se no apartamento nº 302 do Bloco 4 da Super Quadra Sul 106 para fundar uma sociedade civil esportiva, cultural e cívica. Surgiu, assim, a Associação Esportiva Carioca.

Com forte influência de torcedores do Flamengo, o uniforme foi assim composto: camisa vermelha com golas e mangas pretas, calção preto e meias vermelhas.

A primeira diretoria da A. E. Carioca foi assim constituída: Presidente – Antônio Villela; Vice-Presidente – Aderbal Silva; Secretário Geral – Jorge Manoel Martins Ferreira; Tesoureiro Geral – Jorge de Carvalho; Diretor de Esportes – Clarindo Custódio Flauzina; Diretor Social e Cultural – Sérgio Luiz Mydosi May e Diretor de Patrimônio – Waldemar Siqueira Domingues.

Também foram eleitos os membros do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal.

Quando se filiou a Federação Desportiva de Brasília, o Carioca preferiu fazer parte do quadro de clubes do Departamento Autônomo. Na época ainda existiam os departamentos de profissionais e de amadores.

Sua primeira participação em uma competição promovida pela Federação foi o Torneio Início do Departamento Autônomo, disputado em 5 de junho de 1966, e do qual participaram 18 equipes.
Para surpresa de muitos, o Carioca conquistou o título de campeão. No primeiro jogo, venceu o D. A. E. por 1 x 0. Nos pênaltis (3 x 2), passou pelo Vila no segundo jogo. No terceiro, derrotou a A. D. Taguatinga, por 2 x 1. Nas semifinais e final enfrentou dois dos mais poderosos clubes do futebol amador de Taguatinga, Flamengo e Brasília, vencendo a ambos por 1 x 0.

Já no Campeonato do Departamento Autônomo de 1966 não obteve o mesmo êxito. A competição foi dividida em seções (Taguatinga, Gama, Sobradinho e Plano Piloto). Nesta última, onde estava o Carioca, apontou como classificados para a fase final o CSU (clube da Universidade de Brasília) e a AEB – Associação dos Economiários de Brasília.

Permaneceu no Departamento Autônomo até o dia 10 de março de 1969, quando a Federação Desportiva de Brasília realizou
uma Assembléia Geral Extraordinária com o objetivo de instituir a “Taça Brasília”, evento oficial da qual tomaram parte 24 clubes filiados, quer profissionais, amadores ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais. Esses clubes foram divididos em dois grupos.

A estréia do Carioca foi no dia 20 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, com um grande resultado: empate em 1 x 1 com o Grêmio (que viria a se tornar vice-campeão neste ano).

Na classificação final do Grupo A, o Carioca ficou em sétimo lugar, com a seguinte campanha: 10 jogos, 2 vitórias, 5 empates e 3 derrotas; 15 gols a favor e 16 contra.

O torneio foi em dois turnos, sendo que do segundo só participariam os seis primeiros colocados de cada grupo.

Apesar de obter a classificação para o turno final, o Guará, sexto colocado, solicitou o seu afastamento da competição; o Carioca foi incluído em seu lugar, por ser o clube imediatamente classificado na fase inicial.

Na Fase Final, o Carioca ficou com a décima e antepenúltima posição, somente à frente do Setor Automobilístico e da A. D. Taguatinga.

Nos 11 jogos que disputou, obteve apenas três vitórias (mais dois empates e seis derrotas). Marcou 13 gols e sofreu 22.

Alguns jogadores que defenderam o Carioca em 1969: Goleiro: Walter; Defensores: Paulo, Botija, Zezé, Jair, Moisés, Tulu e Quati; Atacantes: Calora, Wilson, Walter, Nico, Bonfim, Gisélio, Neluir, Arthur, Eraldo e Elói.

No ano de 1970, tomou parte do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, ficando na sexta colocação entre oito clubes.

Logo depois, tomou parte do Campeonato Brasiliense de 1970, disputado por dez equipes. Ficou em 9º lugar e não obteve classificação para o turno final (com os seis primeiros colocados).

Em 1971, chegou a participar do Torneio “Governador do Distrito Federal”, juntamente com mais dez equipes. O torneio foi marcado por muitos WO pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da FDB) e suspensos de suas obrigações.

Ficou na quarta colocação, com 13 pontos ganhos (seis vitórias, um empate e três derrotas).

No dia 21 de junho de 1971, encaminhou ofício para a Federação solicitando seis meses de licença e dispensa da disputa do campeonato oficial de 1971.

No dia 29 de fevereiro de 1972, realizou uma nova Assembléia para escolher sua nova diretoria, assim constituída: Presidente – Oswaldo Marcondes; Vice-Presidente – Aderbal Silva; 1º Secretário – Jorge Manoel Martins Ferreira; 2º Secretário – Antônio de Assis Laus;

Diretor de Esportes – Clarindo Custódio Flauzina e Diretor Social e Cultural – Sérgio Luiz Mydosi May.

Voltou a disputar uma competição oficial neste mesmo ano de 1972. No dia 20 de agosto de 1972 reestreou no campeonato brasiliense perdendo de 2 x 0 para o Grêmio.

Foi o último colocado dos sete clubes que disputaram o 1º turno, com apenas um ponto ganho.

No segundo turno, ficou com a quinta colocação, o que não o impediu de ficar em último lugar na classificação final do campeonato, vencido pela A. A. Serviço Gráfico.

Defenderam o Carioca nesse ano: Goleiros – Rezende e João Batista; Defensores – Carlinhos, Xavier, Maurício, Zezão, Clarindo e Edson; Atacantes – Baltazar, Jonas, Baiano, Joãozinho, Ivan, Cláudio, Chenco, Newton, Raimundo e Dimas.

Dez clubes disputaram o campeonato brasiliense de 1973 e o Carioca ficou em oitavo lugar no primeiro turno.

Antes do encerramento do segundo turno, o Carioca solicitou desfiliação, perdendo o restante de seus jogos por WO (1 x 0).

O último jogo de sua história foi no dia 16 de dezembro de 1973, no Estádio Pelezão, com derrota de 3 x 0 para o Unidos de Sobradinho.

Alguns dos últimos jogadores a vestirem a camisa do Carioca foram: Goleiros – Telles, Jaime e Chico; Defensores – Arlindo, Bartolomeu, Maurão, Maurílio, Carlinhos, Clarindinho e Raimundo; Atacantes – Chenco, Gordo, Raimundinho, Ari,
Berto, João, Peba, Divino e Néviton. Técnico: Clarindo Custódio.

No dia 21 de fevereiro de 1974 foi homologada, por unanimidade, a decisão da Diretoria da Federação Metropolitana de Futebol em desfiliar a Associação Esportiva Carioca, em razão do não cumprimento de obrigações deste clube junto à entidade. A representação do TFR deixou de comparecer a vários compromissos, o que, de acordo com os estatutos da FMF implicava na desfiliação da agremiação infratora.

 

O Brasil Central Atlético Clube foi fundado, inicialmente, com a denominação de Fundação da Casa Popular Futebol Clube, em 8 de dezembro de 1957 por, dentre outros, Décio de Souza Reis, Hugo Mósca, José Pereira, José da Silva Sobrinho e Otávio Lago.
A Fundação da Casa Popular foi criada pelo Decreto-lei nº 9.218, de 1º de maio de 1946, para ser o primeiro órgão federal destinado a promover a habitação social e que viria a ser, mais tarde, absorvido pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Em 9 de março de 1959 foi reorganizado com o nome de Brasil Central Atlético Clube. Foi um dos fundadores da Federação Desportiva de Brasília.
Logo depois de sua reorganização, em 20 de maio de 1959 realizou Assembléia Geral para eleger sua primeira diretoria, que ficou assim composta: Presidente – Paulo Dionísio Augusto (ex-Assiban); Vice-Presidente – Ubiraci Dutra Gusmão; Secretário-Geral – Décio de Souza Reis; 1º Secretário – Carlos Canalerges da Silva; 1º Tesoureiro – Cyro Torres e Diretor de Esportes: José da Silva
Sobrinho.
Poucos dias depois, disputou o 1º Torneio Início de Futebol em Brasília, no dia 24 de maio de 1959, no campo do Clube de Regatas Guará, denominado Estádio Provisório “Israel Pinheiro”. O Clube de Regatas Guará foi o vencedor do Torneio.
Para o primeiro campeonato de futebol de Brasília, em 1959, se inscreveram 19 equipes, que foram divididas em duas chaves: Zona Sul e Zona Norte. O Brasil Central fez parte da Zona Sul, juntamente com Grêmio, Taguatinga, IPASE, EBE, Expansão, A.A. Bancária (IAPB), Guará e Brasil (Coenge).
Eis alguns resultados da campanha do Brasil Central no campeonato: 3 x 2 Expansão, 6 x 1 Brasília, 6 x 0 Coenge, 4 x 2 Taguatinga, 1 x 1 EBE, 2 x 3 Grêmio e 3 x 7 Guará.
Foi o quarto colocado na fase classificatória da Zona Sul, atrás de Grêmio, Guará e EBE.
Em 1960 o Brasil Central participou do Troféu Danton Jobim, em homenagem ao Diário Carioca-Brasília e aos jornalistas brasileiros. Os doze clubes foram divididos em três chaves. O Brasil Central integrou a Chave A, juntamente com Edilson
Mota, Planalto e Consispa.
Os jogos foram realizados nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960. O Brasil Central perdeu seus três jogos para o Edilson Mota (2 x 7), Consispa (3 x 4) e Planalto (0 x 3).
No mês de agosto de 1960, antes do início das competições oficiais, os clubes filiados realizaram muitos amistosos. Intensa era a atividade dos clubes, procurando acertar seus quadros visando as competições oficiais. Num desses amistosos, no dia 7 de agosto, o Brasil Central empatou com o Real em 2 x 2.
No dia 9 de agosto de 1960 aconteceu a Assembléia Geral da Federação Desportiva de Brasília que aprovou os estatutos do Brasil Central Atlético Clube.
Em 4 de setembro de 1960 aconteceu o Torneio Início, que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira” e teve e a inscrição de 16 clubes. Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará, em dois tempos de dez minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis, três para cada equipe, na primeira série. No quinto jogo do dia, o
Brasil Central perdeu para o Edilson Mota, por 1 x 0.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave. O Brasil Central fez parte do Grupo B, com jogos no campo do Grêmio, com Consispa, Expansão e Grêmio.
No dia 18 de setembro, na primeira rodada do torneio classificatório, quando aconteceria a sua estréia, seu adversário, o Expansão, não compareceu ao campo, ficando a vitória a favor do Brasil Central, por WO.
Uma semana depois, em 25 de setembro de 1960, o Brasil Central venceu o Consispa por 2 x 1. Joaquim e Babá marcaram os gols da vitória.
Veio a terceira e última rodada do torneio, no dia 9 de outubro de 1960, com derrota diante do dono da casa, o Grêmio, por 2 x 0.
Brasil Central, Grêmio e Consispa ficaram com o mesmo número de pontos ganhos (4) mas, no critério de desempate “saldo de gols” o Brasil Central ficou em terceiro e desclassificado para a Primeira Divisão.
Uma nova esperança surgiu quando, em 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota (um dos classificados) encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a FDB promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960.
Naquele dia, o Brasil Central venceu o Industrial, por 3 x 2, com um detalhe: o gol da vitória do Brasil Central foi marcado na prorrogação.
No dia 6 de novembro de 1960 o torneio classificatório prosseguiu. O Brasil Central não deu sorte e cruzou com o Defelê, sendo derrotado por 1 x 0 e perdendo a chance de continuar na luta pela vaga na Primeira Divisão. Nota: o Defelê acabaria vencendo o campeonato de 1960.
Passou, então a disputar o campeonato da Segunda Divisão, que contou com a participação de seis equipes: A. A. Guanabara, Brasil Central A. C., E. C. Industrial, E. C. Real de Brasília, Sobradinho E. C. e o Trópicos A. C.
Foi disputado em turno único e o Brasil Central ficou com a quinta e antepenúltima colocação, com a seguinte campanha: 5 jogos, 1 vitória, 4 derrotas, 3 gols a favor e 9 contra.
Aos poucos foi perdendo a ajuda da Fundação da Casa Popular, licenciou-se nos anos de 1961 e 1962, encerrando suas atividades em junho de 1963.

 

No ano de 1960, quando aconteceu a transferência de vários funcionários da Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro para Brasília, logo aconteceu uma mobilização com o objetivo de ser criado um clube esportivo que agregasse todo esse pessoal.
Surgiu, assim, o Clube Esportivo Câmara dos Deputados. Com esse nome, disputou, em 17 de julho de 1960, um amistoso contra o Grêmio. Foi derrotado por 4 x 2.
Esse mesmo clube passou a ser, a partir de 15 de agosto de 1960 (data oficial de sua fundação), a Associação Atlética Guanabara. Dentre seus fundadores estavam Mário Fonseca Saraiva, Lincoln de Sena Gonçalves, Sylvio Carlos Knapp Didier, Carlos Brasil de Araújo e Matheus Octávio Mandarino.
Como a maioria era torcedora do Clube de Regatas Flamengo, do Rio de Janeiro, suas cores oficiais passaram a ser vermelha e preta e seu uniforme era idêntico ao do rubro-negro carioca, ou seja, camisa com listras horizontais em vermelho e preto, calção branco e meias listradas em vermelho e preto.
Mário Fonseca Saraiva exercia funções de destaque na Câmara dos Deputados; velho militante do esporte, exerceu o cargo de Secretário da antiga CBD, mesmo depois de radicado em Brasília.
No dia 16 de agosto de 1960 aconteceu a Assembléia Geral que concedeu filiação a A. A. Guanabara.
No dia 21 de agosto de 1960 disputou seu primeiro jogo com o novo nome, um amistoso contra o Nacional, jogo cujo resultado final não conseguimos descobrir.
Uma semana depois, em 28 de agosto, realizou outro amistoso, também com o resultado desconhecido.
No dia 4 de setembro de 1960, aconteceu o Torneio Início, a primeira competição organizada pela nova entidade dirigente dos esportes em Brasília, a Federação Desportiva de Brasília. Solicitaram inscrição 16 clubes, dentre eles a A. A. Guanabara e os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
Logo em sua primeira participação, uma surpresa: empate de 0 x 0 com o Defelê (que viria a ser tricampeão brasiliense de 1960 a 1962); na decisão por pênaltis, vitória do Guanabara por 3 x 2. No segundo jogo, vitória de 1 x 0 sobre o Expansão, gol de Walfredo. Na semifinal, foi derrotado pelo Planalto, por 1 x 0.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave.
O Guanabara integrou o Grupo C (com jogos no campo do Planalto), juntamente com Defelê, Pederneiras e Planalto.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro de 1960, o Guanabara foi goleado pelo Defelê, por 4 x 0.
Uma semana depois, em 25 de setembro, nova derrota por goleada, desta vez para o Pederneiras: 4 x 1. Brasil marcou o gol do Guanabara. Curiosidade: Neiva, do Guanabara, foi expulso de campo; no entanto, o árbitro, João de Souza não conseguiu retirá-lo, ficando o jogador até o final da partida.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, em 9 de outubro, outra vez foi goleado por 4 x 1, diante do Planalto.  Com isso, o Guanabara passou a fazer parte da Segunda Divisão.
O campeonato da Segunda Divisão foi disputado em turno único e contou com a participação de seis equipes: Associação Atlética Guanabara, Brasil Central Atlético Clube, Esporte Clube Industrial, Esporte Clube Real de Brasília, Sobradinho Esporte Clube e o Trópicos Atlético Clube.
O Guanabara ficou na terceira colocação, invicto, com a seguinte campanha: cinco jogos, duas vitórias e três empates; marcou dez gols e sofreu sete.
Em 1961 continuou na Segunda Divisão. No dia 9 de julho foi realizado o Torneio Início da Segunda Divisão (com quatro equipes) e o Guanabara conquistou seu primeiro troféu de campeão, ao derrotar o La Salle (2 x 0) e o Colombo, na final, por 3 x 1.
Estreou na Segunda Divisão no dia 6 de agosto de 1961, com uma goleada de 4 x 1 sobre o La Salle.
No dia 7 de setembro de 1961, disputou um amistoso com o Guará, com o placar de 0 x 0.
Vencedor do primeiro turno, decidiu o campeonato em uma “melhor-de-três” com o ganhador do segundo, o Colombo.
No primeiro jogo, em 12 de novembro de 1961, empate em 1 x 1, com Walfredo marcando para o Guanabara. Duas semanas depois, em 26 de novembro, novo empate, desta vez em 2 x 2, com gols de Walfredo e Barbosinha para o Guanabara.
Finalmente, no 3 de dezembro de 1961, no Estádio Israel Pinheiro, vitória do Guanabara sobre o Colombo, por 1 x 0, gol de Walfredo, resultado que lhe deu o título de campeão da Segunda Divisão e a ascensão para a principal divisão do campeonato brasiliense em 1962.
Uma das formações do Guanabara foi essa: Ivan Braga, Antônio Carlos Dias (Toninho) e Zenildo Vidal Santos; Pedro
Gonçalves de Oliveira (Pedrinho), Antônio Lírio Farneze e Hélcio Rodrigues Dias; Nelício Rodrigues Dias, Hélio Melo Viana, Walfredo Vieira dos Santos, João Dutra Corrêa e Walter de Freitas Oliveira.
Em 1962, quando se reuniu a Seleção de Brasília para o amistoso contra o Vasco da Gama (em 21 de abril: 1 x 1), dois jogadores do Guanabara constavam da lista dos convocados: o goleiro Gonçalinho e o ponteiro-direito Nelício.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho foi disputado o Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo, além desse clube, Presidência, Guanabara e Cruzeiro do Sul. No dia 30, foi derrotado pelo Presidência (3 x 1) e, no dia 3 de junho venceu o Alvorada (2 x 1).
Em 10 de junho aconteceu a primeira participação em uma competição da Primeira Divisão, o Torneio Início, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. E, novamente, surpreendeu a todos ao conquistar o torneio, após o empate de 0 x 0 com o Nacional (nos pênaltis, vitória de 3 x 1), outro empate de 0 x 0, desta vez com o Rabello (nos pênaltis, nova vitória do Guanabara por 2 x 1, chegando, assim, à final contra o Alvorada. No tempo normal de jogo, empate em 2 x 2. Nos pênaltis, vitória do Guanabara por 6 x 5 e a conquista do título de campeão do Torneio Início.
O Guanabara formou com João I, Toninho e Isaías; João II, Raimundo (Da Silva) e Julinho (Aragão); Luisinho, Barbosinha, Walter (Bocaiúva), Gilberto e Joãozinho.
Logo depois, participou do Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça “Embaixador Sette Câmara”, com início em 11 de março de 1962.  Seis clubes participaram e o Guanabara ficou com a quinta colocação.
Já o campeonato brasiliense da Primeira Divisão de 1962 teve a participação de dez clubes e foi dividido em duas zonas: o Guanabara ficou na Norte, juntamente com Nacional, Rabello, Defelê e Alvorada.
Classificavam-se os três primeiros colocados de cada zona para a Fase Final do campeonato. O Guanabara não obteve êxito: foram sete jogos, uma vitória, dois empates e quatro derrotas; marcou sete gols e sofreu doze. Na classificação geral, ficou com a oitava colocação.
Alguns jogadores que defenderam o Guanabara: Goleiro: Cláudio; Defensores: Toninho, Farneze, Zenildo, Agassis, Adilson, João e Julinho; Atacantes: Fuso, Régis, Francisco, Barbosa, Walfredo, Hélio, Eli e Walter.
Já o campeonato de aspirantes foi vencido pelo Guanabara, em decisão contra a A. E. Presidência.
O ano de 1963 não começou muito bem: no dia 7 de abril, foi derrotado no amistoso contra o Rabello: 3 x 0.
No Torneio Início, realizado em 12 de maio, no campo do Grêmio, Estádio “Vasco Viana de Andrade”, foi desclassificado logo em seu primeiro jogo: jogando contra o Defelê, após empate em 1 x 1, foi derrotado nos pênaltis.
E terminou mal o ano de 1963, após disputar o campeonato da Primeira Divisão. Entre nove clubes, ficou com a sexta colocação (16 jogos, 3 vitórias, 7 empates e 6 derrotas; 23 gols a favor e 33 contra).
Os jogadores que defenderam o clube foram: Goleiros: Divaldo, Braga e Diogo; Defensores: Zenildo, Toninho, Aldair, Farneze, Agassis, Jair e Isaías; Atacantes: Barbosinha, Eli, Lula, Chico, Walfredo, Hélio, Nilson e Válter.
Em 25 de fevereiro de 1964 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a reforma nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis.
O Guanabara preferiu continuar na categoria de amadores.
No dia 10 de maio de 1964 disputou o Torneio Início da Primeira Divisão de Amadores, realizado no Estádio “Aristóteles Góes”. No primeiro jogo venceu o Pederneiras por 1 x 0 e, na decisão do torneio, empatou com o Dínamo em 0 x 0, perdendo o
título na cobrança de pênaltis.
Sete clubes participaram da Primeira Divisão de Amadores de 1964: Guanabara, Cruzeiro do Sul, Nacional, Dínamo, Grêmio, Pederneiras e Vila Matias.
Após a realização de dois turnos, o Guanabara sagrou-se campeão, com a seguinte campanha: 12 jogos, 7 vitórias, 4 empates e uma derrota; assinalou 28 gols e sofreu 18.
Entre os artilheiros do campeonato, a primeira posição (junto com Zezito, do Nacional) pertenceu a Lula, do Guanabara, ambos com oito gols. O segundo artilheiro do campeonato também foi do Guanabara, Azulinho, com 6.
Atuaram pelo Guanabara: Goleiro: Diogo; Defensores: Santiago, Walmir, Nelson, Jair, Toninho, Ercy e Agassis; Atacantes: Azulinho, Nelício, Lula, Paulinho, Zezé, Chico e Nilson. Técnico: Adroaldo Lopes.
Esse título deu direito ao Guanabara de defender o futebol do Distrito Federal na Taça Brasil de 1965. Foram dois jogos contra o Atlético Goianiense.
O Guanabara foi aceito pela CBD para disputar a Taça Brasil daquele ano, desde que fosse satisfeita a exigência de “terreno gramado” e capacidade do estádio para o mínimo de dez mil assistentes.
No primeiro jogo, no dia 18 de julho, em Goiânia, derrota de 2 x 0. O Guanabara formou com João, Nair, Cauby, Pelé e Serginho; Moisés (Zé Raimundo) e Azulinho; Paulo Afonso, Lula, Nelício e Nilson.
Uma semana depois, 25 de julho, no Estádio Vasco Viana de Andrade, em Brasília (DF), foi goleado pelo rubro-negro goiano, por 4 x 2. Os gols do Guanabara foram marcados por Paulo Afonso e Nilson. O time foi quase o mesmo do primeiro jogo, com Paulinho no lugar de Nair e Walter revezando com Paulo Afonso na ponta-direita.
Veio o campeonato da Primeira Divisão de Amadores de 1965, com cinco participantes. O Guanabara ficou em segundo lugar, atrás do Pederneiras.
Utilizou esses jogadores: Goleiro: Raspinha; Defensores: Toninho, Zé Luís, Paulinho, Cauby, Nair, Serginho, Agassis e Carneiro; Atacantes: Paulo Afonso, Walter, Zé Raimundo, Lula, Nelício e Nilson.
Como consolo, foi o vencedor da Taça Eficiência de 1965.
A Primeira Divisão de Amadores de 1966 contou com cinco clubes participantes. Além do Guanabara, tomaram parte Cruzeiro do Sul, Nacional, Grêmio e Vila Matias.
O Guanabara voltou a ser campeão, após uma decisão com o Vila Matias. No dia 8 de outubro, empate em 1 x 1. Em 16 de outubro, novo empate em 1 x 1. Finalmente, no dia 23 de outubro, vitória do Guanabara por 2 x 1, sagrando-se
campeão. Ely marcou os dois gols do Guanabara, que formou basicamente com Pena (Frajola), Agassis, Sabará, Francisco e Serginho (Manuel); Geraldo (Aragão) e Jair (Lelé); Nelício (Adilson), Lula (Xavier), Paulinho (Mazinho) e Ely (Walter).
Em 1967 só aconteceu a realização do campeonato brasiliense de profissionais e o Guanabara ficou todo esse tempo sem atividades.
Em 10 de maio de 1968, a Associação Atlética Guanabara decidiu não participar do campeonato de futebol amador. A justificativa era concentrar esforços no sentido de construir a sua praça de esportes. Isso nunca aconteceu. Não disputou nenhuma competição oficial neste ano e nos três próximos anos.
No dia 22 de junho de 1971 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a desfiliação da A. A. Guanabara.

 

No mesmo dia em que Brasília completava seu primeiro ano de vida (21 de abril de 1961), às dez horas, na Casa 1 da Quadra 16 do Setor Residencial Econômico Sul – SRES, reuniram-se 93 moradores do então bairro do Cruzeiro para a organizar uma associação recreativa e esportiva.
Foi pelos presentes escolhido João Scarano para presidir a seção e para secretariá-la Norberto Fernandes Teixeira.
João Scarano explicou o motivo da criação de uma associação esportiva e recreativa, dizendo que, com a criação daquela entidade o setor teria mais vida e seus moradores não precisariam recorrer a outros lugares para se distraírem, porque a agremiação que estava sendo fundada iria lhes proporcionar o que de melhor existia no setor recreativo e esportivo. Continuou dizendo que já estava sendo providenciada a sua sede provisória, com sua praça de esportes para competições oficiais e que, em breve, seria passada a “patrola” (espécie de trator para nivelar terrenos) para os primeiros passos do futebol no bairro.
A seguir foi escolhida uma comissão para elaborar os estatutos da agremiação, sendo Felinto Epitácio Maia, o Presidente, e tendo como auxiliares Zorobabel Josué dos Passos, Francisco Jacob dos Santos, Geraldo da Silva Santos e Norberto Fernandes Teixeira.
O novo clube recebeu o nome de Associação Esportiva Cruzeiro do Sul e tinha como cores oficiais a azul e a branca.
O uniforme tinha duas variações: o primeiro com camisa azul, calção branco e meias azuis (semelhante do Cruzeiro, de Belo Horizonte) e o segundo com camisas com listras verticais em azul e branco, calção branco e meias com listras horizontais também em azul e branco.
Tinha um gavião como símbolo.
Norberto Fernandes Teixeira foi eleito o primeiro Presidente da A. E. Cruzeiro do Sul.
Aproveitando a paralisação do certame oficial de 1961, o Cruzeiro do Sul fez um amistoso visando a assegurar boa estrutura para sua equipe. No dia 14 de janeiro de 1962, venceu o Carioca, por 4 x 3.
No dia 20 de janeiro de 1962 foi até a cidade goiana de Luziânia, vencendo o clube local por 2 x 0, quebrando uma invencibilidade de 54 jogos do Luziânia.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho de 1962 participou do Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo também Presidência e Guanabara.
No dia 30 de maio, estragou a festa do clube promotor, vencendo o Alvorada por 6 x 1. No dia 3 de junho, perdeu a final para a A. E. Presidência, por 3 x 1.
Veio o Torneio Início, em 10 de junho de 1962, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. Logo no primeiro jogo, foi derrotado pelo Rabello, por 3 x 0.
Cedeu o zagueiro Edilson Braga para a Seleção que representou o Distrito Federal no Campeonato Brasileiro de 1962.
O Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 1962 dividiu-se em duas zonas: Norte e Sul. O Cruzeiro do Sul ficou na Zona Sul, onde fez sua estréia na competição no dia 8 de julho de 1962, no Estádio Vasco Viana de Andrade, perdendo para o Grêmio por 1 x 0. Só foi conseguir a primeira vitória já no segundo turno da competição, no dia 19 de agosto de 1962, ao derrotar o Colombo, por 4 x 2. Morales (2) e Walmir (2) marcaram os gols do Cruzeiro do Sul. E foi só essa. Foram oito jogos no total e mais dois empates e cinco derrotas. Marcou 7 gols e sofreu 15. Ficou na penúltima e nona colocação, à frente somente do Alvorada, que desistiu da competição.
Utilizou os seguintes jogadores: goleiros – David e Assis; defensores – Vicente, Meridian, Mello, Adalberto, Morales e Miro; atacantes – Laerte, Foguinho, Barros, Chumbinho, Chaves, Walmir, Isnard e Aguinaldo.
O ano de 1962 não foi de todo ruim para o Cruzeiro do Sul, pois este venceu o primeiro campeonato brasiliense da categoria de juvenis, com apenas um ponto perdido. Participaram da competição os mesmos clubes que disputaram a Primeira Divisão.
Para o ano de 1963, o Cruzeiro do Sul passou a contar com a administração da dupla Norberto Teixeira e Jackson Roedel, o que lhe renderia bons frutos.
Além de manter os bons jogadores de 1962, tais como Edilson Braga e Morales, o Cruzeiro do Sul reforçou o time, contratando bons jogadores dos clubes locais e também de outros Estados, tais como Ceninho, que jogou no futebol carioca (no Fluminense e no América), e Beto Pretti, que era jogador do Atlético Mineiro.
Com isso, conquistou de forma brilhante o título de campeão brasiliense de 1963, com uma campanha impecável: nos 16 jogos que disputou, venceu 10, empatou 5 e perdeu apenas 1. Marcou 39 gols e sofreu 14. Além disso, teve os dois principais artilheiros do campeonato, Ceninho, em 1º (com 10 gols) e Beto Pretti, em 2º (juntamente com Nilson, do Nacional), com 9.
Os jogadores utilizados pelo Cruzeiro do Sul foram: Goleiros – Zezinho e João Luís; Defensores – Edilson Braga, Aderbal, Mello, Davis, Morales, Humberto, Remis, Valdemar, Pedrinho e Pedersoli; Atacantes – Foguinho, Zezito, Ceará, Beto Pretti, Moisés, Ceninho, Omar, Quarteroli, Belini, Raimundinho, Paulinho, Isnard e Zezé.
Na “Seleção do Ano” escolhida pelo DC-Brasília, o Cruzeiro do Sul cedeu Beto Pretti, Ceninho e Quarteroli. Além disso, Beto Pretti foi escolhido o “craque do campeonato” e Gil Campos, o melhor treinador do ano de 1963.
No final deste ano, com a saída de Jackson Roedel para o Rabello (que iria aderir ao profissionalismo no ano seguinte), vários jogadores do Cruzeiro do Sul foram com ele, tais como Aderbal, Ceninho, Beto Pretti e outros.
Assim sendo, não estava mais com sua força máxima quando enfrentou o Vila Nova, de Goiânia (GO) pela Taça Brasil de 1964. No primeiro jogo, em 26 de julho de 1964, em Goiânia, perdeu por 3 x 1. No jogo de volta, em Brasília, foi desclassificado com o empate de 2 x 2.
Defenderam o Cruzeiro do Sul na Taça Brasil os seguintes jogadores: João Luís, Zé Paulo, Melo, Davis e Pedersoli; Mário César e Fino (Beline) (Waldemar); Zezito, Baiano, Paulinho (Abel) e Zezé.
Não adotou o profissionalismo no ano de 1964 e ficou em quarto lugar no campeonato brasiliense de amadores, atrás de Guanabara, Dínamo e Nacional. Foram sete vitórias, dois empates e três derrotas nos doze jogos que disputou.
Como consolo, conquistou a Taça Eficiência de 1964, três pontos à frente do campeão Guanabara, e novamente venceu o campeonato brasiliense de juvenis, com apenas três pontos perdidos.
Continuou perdendo peças importantes para os clubes que aderiram ao profissionalismo e em 1965 realizou péssima campanha no campeonato brasiliense de amadores, chegando em último lugar, sem conquistar ao menos uma vitória.
Em 1966, mais um ano ruim para o Cruzeiro do Sul, novamente último colocado no campeonato brasiliense de amadores.
Em 20 de fevereiro de 1967, a A. E. Cruzeiro do Sul enviou ofício nº 3/67 a Federação Desportiva de Brasília solicitando sua inscrição no campeonato de profissionais. Uma semana depois, aconteceu a Assembléia Geral que elegeu sua nova diretoria, tendo à frente o ex-presidente da Federação, Wilson Antônio de Andrade.
Para concorrer com os fortes adversários, trouxe muitos jogadores do interior de Minas Gerais e também aproveitou alguns jogadores da sua base, sendo o de maior destaque o meio-de-campo Alencar (que mais tarde jogaria no Ceub).
E os resultados não demoraram para aparecer. Foi vice-campeão do Torneio Início (disputado em 11 de junho de 1967). Logo depois, nos dias 16 e 18 de junho, conquistou o torneio interestadual em comemoração ao 9º aniversário de Taguatinga. Os
jogos foram realizados no recém-inaugurado estádio do Flamengo (Ruy Rossas do Nascimento). O Cruzeiro do Sul venceu o Flamengo (3 x 2) e, na decisão, contra o Clube do Remo, do Pará, vitória de 1 x 0,  gol de Ribamar.
Também conquistou um torneio quadrangular realizado na cidade do Gama, em novembro de 1967, vencendo a A. A. Cultural Mariana (2 x 1) e, na decisão, marcou 4 x 3 sobre o Coenge. O outro time que participou do torneio foi o Rabello.
Para coroar o seu bom primeiro ano no profissionalismo, ficou com o vice-campeonato brasiliense, somente atrás do Rabello, à frente de Colombo, Defelê, Flamengo e Guará.
Utilizou os seguintes jogadores: Goleiros – Waldemar e Vicente; Defensores: Juca, Grover, Elias, Maninho, Brigadeiro, Adilson, Ercy, Elinho e Aderbal; Meias e Atacantes – Ramalho, Geraldo, Alencar, Mário César, Paulada, Nando, Luciano e Edgard.
Não conseguiu manter a ótima performance de 1967 no ano seguinte (1968). No campeonato brasiliense deste ano, disputado por apenas cinco equipes, o Cruzeiro do Sul ficou em 4º. Foram apenas duas vitórias nos oito jogos que disputou.
Sua última participação no campeonato de 1968 aconteceu no dia 22 de maio, com derrota de 3 x 0 diante do Defelê. Foi a última vez de forma oficial que o Cruzeiro do Sul entrou em campo.
Preferiu ficar de fora do campeonato brasiliense de 1969, quando a Federação resolveu juntar em sua competição oficial clubes profissionais com amadores, e também do ano seguinte, 1970.
Em 22 de junho de 1971 aconteceu a Assembléia Geral de Clubes que aprovou a desfiliação do Cruzeiro do Sul.

 

O clube que viria a ser o Jaguar Esporte Clube, do Núcleo Bandeirante, foi fundado em 16 de março de 1968, nas dependências do Departamento Administrativo da Fundação Zoobotânica do Distrito Federal, com o nome de Clube Recreativo Fundação Zoobotânica.
Reuniram-se, entre outros, José Daniel Belluco, Clóvis Fleury de Godoy, João Batista de Lacerda, Malvino Araújo Xavier, Antônio Antunes Figueiredo, Hélio Batista de Deus, Mário Alves da Silva, André Vieira Macarini, Oscar Rodrigues
da Costa, José Jerônimo Ferreira, Josino Lopes Viana e Vicente Pinto de Souza, com o intuito de desenvolver entre os funcionários desta Fundação a prática do esporte, bem como incrementar atividades sociais e culturais.
A primeira diretoria eleita ficou assim constituída: Presidente – José Daniel Belluco; 1º Vice-Presidente – Rádio Lima Fialho; 1º Tesoureiro – João Batista de Lacerda, 2º Tesoureiro – Joaquim Rodrigues de Souza; 1º Secretário – Josino Lopes Viana; 2º Secretário – Oscar Rodrigues da Costa e Diretor de Esportes – Malvino Araújo Xavier.
As cores oficiais do novo clube eram a preta e a branca. O primeiro uniforme era composto de camisa branca com detalhes em preto na gola e nos punhos, calção preto e meias brancas. O segundo tinha camisa com listras verticais pretas e brancas, calção branco e meias com listras horizontais pretas e brancas.
Alterou o nome para Jaguar Esporte Clube em Assembléia Geral de 12 de março de 1969.
Inicialmente, o Jaguar comunicou que disputaria o Campeonato do Departamento Autônomo em 1969. Mas, para este ano, a Federação Desportiva de Brasília resolveu promover um campeonato reunindo clubes amadores e profissionais.
Assim, o Jaguar nem chegou a disputar o campeonato do Departamento Autônomo, já fazendo sua estréia diretamente no campeonato oficial de Brasília.
Sua estréia aconteceu no dia 19 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, do Defelê. Empatou em 1 x 1 com o CSU, clube da Universidade de Brasília.
Ao final do 1º turno, o Jaguar classificou-se em segundo lugar no Grupo A, um ponto atrás do líder, o Grêmio Brasiliense. Eram onze clubes no Grupo A e treze no B, dos quais os seis primeiros colocados passavam para a Fase Final. Nos dez jogos que disputou, o Jaguar venceu sete, empatou dois e só perdeu um (para o Piloto: 1 x 2). Marcou 16 gols e sofreu 5.
Na Fase Final não foi tão bem assim, empatando muitos jogos. Ficou com a terceira colocação no final, com 13 pontos ganhos, atrás do campeão Coenge (19) e do vice-campeão Grêmio Brasiliense (17).
Foram onze jogos, com quatro vitórias, cinco empates e duas derrotas. Marcou 18 gols e sofreu 11.
Sua formação básica foi Silva, Paulo Henrique, Dão, Noel e Felipe; Baiano e Pedrinho; Gildo (Zé Raimundo), Cascorel, Heitor e Reco.
Em 1970 ficou na quarta colocação do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, disputado por oito equipes.
No campeonato brasiliense de 1970 ficou em quarto lugar na Primeira Fase, que classificava seis clubes entre os dez participantes para uma etapa decisiva.
No turno final, ficou com a sexta e última colocação. Disputou cinco jogos, não venceu nenhum e perdeu quatro vezes (empatou um). Marcou apenas dois gols e sofreu nove.
Em 1971, venceu o Torneio Governador do Distrito Federal, com uma excelente campanha. Nos dez jogos que disputou, venceu oito, empatou um e perdeu um. Marcou 19 gols e sofreu 8.
Formou, basicamente, com Silva, Dão, Cláudio Oliveira, Noel e Emábio; Lúcio e Jorrâneo; Zinho, Paulinho, Batista e Oliveira.
Não repetiu suas boas atuações no campeonato brasiliense, disputado por apenas cinco equipes. Ficou na quinta e última colocação, vencendo apenas um dos oito jogos disputados.
No dia 1º de agosto de 1972 efetuou pedido de licença dos campeonatos e torneios da Federação pelo prazo de um ano.
Retornou em 1973, disputando o campeonato brasiliense daquele ano com mais nove equipes e chegando na quarta colocação (17 jogos, 8 vitórias, 2 empates e 7 derrotas; 18 gols a favor e 20 contra).
Seu artilheiro no campeonato foi Tita, com 7 gols. Por outro lado, conquistou a Taça Disciplina, com seis pontos negativos.
Defenderam o Jaguar em 1973: Goleiros – Silva e Carlos; Defensores – Aderbal, Dão, Pedro, Baiano, Ventura, Felipe, Lúcio e Max; Atacantes – Ariston, Djalma, Carlos Alberto, Batista, Ceará, Paulinho e Tita. O técnico foi Airton Nogueira.
Venceu o primeiro turno do campeonato brasiliense de 1974 e ficou atrás do Pioneira no segundo, posicionamentos que tornaram obrigatória a decisão do campeonato em melhor-de-três.
Perdeu os dois jogos para o Pioneira e ficou com o vice-campeonato.
No segundo jogo, em 8 de dezembro de 1974, atuou com apenas dez jogadores. Jogou desfalcado de quatro titulares: Leocrécio, Salvador, Décio e Ariston, que viajaram com a equipe de juvenis do Ceub, emprestados ao clube universitário para a disputa da Taça Cidade de São Paulo de Juniors. Um dos jogadores de linha, Roberto, era goleiro.
Em 5 de junho de 1975, o Jaguar solicitou licença pelo prazo de um ano, por não dispor de recursos para participar do certame oficial daquele ano.
Em 1976, o profissionalismo foi definitivamente implantado no futebol do Distrito Federal. O Jaguar nunca mais voltou a disputar uma competição oficial.

 


Mineiro de Uberlândia (MG), Adolfo Luís Rizza chegou para Brasília ainda em 1957. Juntamente com seu irmão Antônio, era proprietário do Posto e Recapagem Colombo, na Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante, durante a construção de Brasília. Seus irmãos Pedro e Luiz também atuaram como empresários na Cidade Livre.
Formada por vários desportistas, a família Rizza foi a maior incentivadora para a fundação, na Cidade Livre, do Clube Atlético Colombo, em 6 de abril de 1960.
A primeira diretoria do Colombo ficou assim composta: Presidente: Francisco Correia Bento; Vice-Presidente: José Ribeiro Costa, Diretor Secretário: Jason Santana; Diretor Tesoureiro: Manoel Ribeiro da Costa; Diretor Esportivo: Adolfo Rizza e Vice-Diretor Esportivo: Pedro Rizza. Adolfo Rizza também era o representante do clube junto a Federação Desportiva de Brasília – FDB.
As cores oficiais do novo clube foram escolhidas na mesma reunião: amarela e azul.
Disputou campeonatos oficiais da Federação desde o ano de sua fundação até o ano de 1972.
A primeira participação do Colombo em competições oficiais da FDB aconteceu no dia 9 de julho de 1961, no Torneio Início da Segunda Divisão. Ficou com a segunda colocação, perdendo a final para o Guanabara, por 3 x 1. Real e La Salle foram os outros clubes participantes.
Sua estréia no certame da Segunda Divisão de 1961 aconteceu no dia 6 de agosto de 1961. No Estádio “Israel Pinheiro”, o Colombo marcou 3 x 0 no Real.
Depois de dois turnos disputados, chegou a uma melhor-de-três em igualdade de condições com o Guanabara. Após dois empates (1 x 1 e 2 x 2) e uma derrota de 1 x 0 no dia 3 de dezembro de 1961, o Colombo ficou com o vice-campeonato.
Revelaria bons jogadores, tais como Tião I, Vonges, Nilo, Baiano, Ventura, Paulista, Tião II e Cid.
No ano de 1962, já como clube da Primeira Divisão, participou, nos dias 28 de abril e 1º de maio, da Taça Candango, torneio patrocinado pela Companhia Antarctica Paulista, juntamente com Guará, Defelê e Rabello. Foi derrotado pelo Guará.
No Torneio Início de 10 de junho, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”, em seu primeiro e único jogo empatou em 0 x 0 com o Defelê, sendo derrotado nos pênaltis por 3 x 1).
No dia 9 de setembro foi até a cidade goiana de Anápolis e trouxe um ótimo resultado: empate de 3 x 3 com o Anápolis.
Sua estréia na Primeira Divisão foi no dia 1º de julho de 1962, no Estádio “Israel Pinheiro”, com vitória de 3 x 0 sobre a A. E. Presidência, com dois gols de Tião I e um de Tião II.
Realizou uma brilhante campanha (18 jogos, 11 vitórias, 3 empates e 4 derrotas; 47 gols a favor e 19 contra), mas ficou com a segunda colocação, atrás apenas do bicampeão Defelê. Dez equipes disputaram o campeonato brasiliense de 1962.
Além da campanha, três jogadores do Colombo terminaram o campeonato entre os quatro maiores artilheiros da competição: 1º Cid, com 14 gols; 2º Tião I, com 11 e 4º Tião II, com 9.
A formação básica foi Chico Itacarambi, Vonges, Nilo, Landulfo (Índio) e Nenê; Paulista (Léo) e Cascorel; Baiano (Almir), Tião I, Cid e Tião II. O treinador era Edvard Brandão.
Ainda neste ano de 1962 teve três de seus jogadores convocados para representarem o Distrito Federal no Campeonato Brasileiro de Seleções: os atacantes Cid, Tião I e Tião II. O DF passou por Mato Grosso mas foi desclassificado por Goiás.
Iniciou o ano de 1963 com bons resultados: no dia 17 de fevereiro, em Anápolis, empatou com o clube do mesmo nome em 2 x 2. Um mês depois, novamente em Anápolis, venceu o Ipiranga local por 3 x 2.
No Torneio Início, realizado em 12 de maio, no campo do Grêmio, Estádio “Vasco Viana de Andrade”, chegou até a final, contra o Defelê. No tempo normal de jogo, empate em 1 x 1. Na cobrança de pênaltis, seu ex-jogador Cid (contratado pelo Defelê) decidiu o torneio em favor do seu novo clube, convertendo 2 em 3 cobranças, enquanto Nilo, do Colombo, perdeu dois.
No campeonato, não reeditou sua campanha anterior, ficando em quinto lugar entre nove participantes.
Em 1964, foi aprovada a implantação do profissionalismo no futebol de Brasília e o Colombo resolveu aderir à novidade.
Logo no dia 5 de abril, conquistou um grande resultado ao ganhar o amistoso interestadual contra o Vila Nova (GO), por 3 x 2.
Antes, no dia 8 de março de 1964, estreou no Torneio “Prefeito Ivo de Magalhães” derrotando o Luziânia por 2 x 1. Ficou em terceiro lugar no torneio.
No campeonato de profissionais, que reuniu cinco equipes, estreou com derrota de 3 x 0 para o Defelê, no dia 6 de outubro de 1964. No final do certame, ficou na terceira colocação, atrás de Rabello e Defelê.
Seus maiores destaques foram o goleiro Dico (que mais tarde defenderia o Rabello e o Clube do Remo), o zagueiro Sir Peres e o meio-de-campo João Dutra, além de continuar contando com a eficiência da dupla Tião I e Tião II.
Preparando-se para o campeonato de 1965, disputou alguns amistosos interestaduais, com destaque para estes: 26 de maio – 1 x 2 Moto Clube, do Maranhão, e 27 de junho – 1 x 0 Uberlândia (MG), ambos em Brasília.
No campeonato de profissionais de 1965, disputado por apenas quatro clubes, ficou em segundo lugar, um ponto atrás do Rabello, o campeão, e à frente de Guará e Defelê. Voltou a contar com a força do atacante Cid e teve como treinador Didi de Carvalho.
Em 1966, perdeu João Dutra para o Rabello. Chegou à semifinal do Torneio Início, quando foi derrotado pelo Defelê. No campeonato de profissionais, que passou a contar com sete equipes, ficou em terceiro lugar, e teve o artilheiro
do campeonato, Cid, com 11 gols, e o segundo colocado (junto com outros dois jogadores), Baiano, com 9.
Logo depois, a FDB promoveu o Torneio de Profissionais “Engenheiro Plínio Cantanhede”, com a participação das mesmas equipes que disputaram o campeonato.
O título foi decidido em um jogo extra entre Colombo e Defelê. Aconteceu empate de 3 x 3, com Zezé, Tião e Baiano marcando para o Colombo e Invasão (2) e Sabará para o Defelê. Com o empate, o título foi decidido no “gol-average”, critério que beneficiou o Colombo, declarado campeão do torneio.
Individualmente, o destaque do Colombo foi o zagueiro Juci, que tempos depois defenderia a Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo. Além dele, o Colombo colocou mais dois jogadores na “Seleção do Ano” escolhida pela Editoria de Esportes do jornal Correio Braziliense: o lateral-esquerdo Oliveira e o atacante Cid.
Em 1967, perdeu seu grande artilheiro Cid para o Rabello, o mesmo acontecendo com seu goleiro Dico. Sua primeira competição no ano foi o Torneio Brasil Central, disputado por duas equipes de Goiânia (GO), duas de Anápolis (GO) e mais o Defelê, do DF, de 30 de abril a 28 de junho. O Colombo chegou na sexta e última colocação, sem vitória nos dez jogos que disputou.
Venceu o Torneio Início de Profissionais, no dia 11 de junho. Na decisão: Colombo 1 x 0 Cruzeiro do Sul, gol de Milton (contra).
No campeonato de profissionais, jogando contra outras cinco equipes, ficou com a terceira colocação. O campeão foi o Rabello.
O ano de 1968 já começou ruim para o Colombo depois que Juci e Crispim, dois dos seus melhores jogadores, se transferiram para o América, de Belo Horizonte (MG). E terminou mal, com o clube chegando na quinta e última colocação no campeonato de profissionais de 1968.
Preferiu não se inscrever no campeonato misto (profissionais e amadores) que a Federação resolveu promover em 1969.
Retornou em 1970 e em 2 de maio deste ano realiza Assembléia para escolher sua nova diretoria. O Diretor de Esportes e representante na FDB era Adolfo Rizza.
Não participou do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, iniciado em 5 de julho de 1970. Por outro lado, tomou parte do campeonato, onde estreou no dia 7 de setembro, com vitória de 2 x 0 sobre o Jaguar, gols de Zequinha e Paulinho. O Colombo ficou com a quinta colocação entre dez equipes.
Não foi bem no Torneio “Governador do Distrito Federal”, primeira competição oficial do ano de 1971 e marcada por muitos WO, pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da FDB) e suspensos de suas obrigações. Disputado por 11 equipes, o Colombo chegou em 8º lugar.
Em compensação, conquistou invicto o título do campeonato oficial de 1971, com direito a vencer os dois turnos disputados.
Em seu último jogo, no dia 31 de outubro de 1971, o Colombo formou com Carlos José, Luiz Gonçalves, Sir Peres, Jonas e Paulo Moreira; Zoca e Pedro Léo; Procópio (Gonçalves), Zé Carlos, Diogo (Hermes) e Macalé.
Foram oito jogos disputados, com cinco vitórias e três empates. Marcou 12 gols e sofreu 3. Somou treze pontos ganhos, quatro a mais que Serviço Gráfico, o vice-campeão. Os demais participantes foram Ceub, Grêmio Brasiliense e Jaguar.
Seus artilheiros foram: Zé Carlos, com cinco gols; Pedro Léo, com 2 e Paulinho, Hermes, Procópio, Macalé e Zoca, todos com um.
O goleiro menos vazado foi Carlos José, do Colombo, com 3 gols sofrido, tendo disputado todas as partidas.
Logo no começo de 1972, mais precisamente em 8 de fevereiro, aconteceu nova Assembléia do C. A. Colombo, para eleição da nova Diretoria. Entre os dirigentes escolhidos estavam o 2º Vice-Presidente João Batista Rizza (filho de Adolfo Rizza) e o Diretor Financeiro: Milton Rizza, primos.
No campeonato daquele ano, que seria o último disputado, o Colombo chegou na terceira colocação entre sete equipes. Foram 12 jogos, com seis vitórias, quatro empates e duas derrotas. Vinte gols a favor e doze contra.
O último jogo disputado pelo Colombo foi no dia 26 de novembro de 1972, no Estádio Pelezão, contra o Ceub. Sob a arbitragem de Alaor Ribeiro, aconteceu empate em 1 x 1. O gol do Colombo foi marcado por Sérgio, do Ceub, contra suas próprias redes.
Numa Assembléia Geral Extraordinária de 16 de agosto de 1973, o Colombo transformou-se em Sociedade Esportiva Bandeirante e tinha como presidente João Batista Rizza. Não disputou nenhuma competição oficial naquele ano.

 

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América Futebol Clube  da cidade satélite de Sobradinho, fundado em 1º de maio de 1972. Disputou o Campeonato Brasiliense de 1973 ficando em nono entre dez clubes.

 

 

 

O Unidos de Sobradinho Atlético Clube foi fundado em 10 de maio de 1962, na cidade de Sobradinho (DF).
Geraldo Ribeiro foi o seu primeiro presidente.
Constam dos seus estatutos dois escudos (conforme acima) e quatro uniformes, a saber:
Uniforme nº 1: camisa azul, calção e meia brancos;
Uniforme nº 2: camisa com listras verticais em azul e branco, calção branco e meias com listras horizontais em azul e branco.
Uniforme nº 3: camisa branca com golas azuis, calção azul e meias brancas.
Uniforme nº 4: camisa azul com três faixas brancas verticais, calção e meias brancas com detalhes em azul.
Filiou-se a Federação Desportiva de Brasília em 1966. Neste ano, participou do campeonato do Departamento Autônomo da F.D.B. Na primeira fase dessa competição, os clubes foram divididos em três seções: Taguatinga, Plano Piloto e Sobradinho. Nesta última, o Unidos de Sobradinho ficou com uma das duas vagas, superando outras quatro equipes, classificando-se para a Fase Final da competição.
Em 1967, novamente disputou o campeonato do Departamento Autônomo (desta vez contando com mais uma seção, a do Gama), passando de novo para a Fase Final, quando chegou na sétima colocação.
Em 1969, foi um dos 24 clubes a disputar o campeonato brasiliense. Em sua estréia, no dia 13 de abril, foi goleado pelo Serviço Gráfico, por 4 x 1. Recuperou-se no jogo seguinte, em 20 de abril, ao golear o Rabello, por 6 x 2.
Sua campanha na Primeira Fase da competição foi muito fraca: nos dez jogos que disputou venceu três, empatou um e sofreu seis derrotas. Marcou e sofreu 18 gols, ficando com 0 de saldo. Com isso, ficou na oitava colocação entre os onze clubes do Grupo A e não passou para a Fase Final (somente os seis primeiros se qualificavam).
De 1970 a 1972, não disputou competições oficiais promovidas pela então Federação Metropolitana de Futebol.
No dia 16 de agosto de 1973 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a filiação do Unidos de Sobradinho.
Inscreveu-se no campeonato brasiliense de 1973, no qual estreou no dia 2 de setembro, sendo derrotado pelo Ceub, por 2 x 0.
Formou com Marcos, Sabará, Sir Peres, Jonas e Xavier; Sidney, Paulinho e Santos; Litinho, Geraldino e Reinaldo (Carrasco).
No primeiro turno, entre 10 times, ficou com a quinta colocação (dois pontos atrás do primeiro colocado, o Ceub) após a seguinte campanha: nove jogos, cinco vitórias, um empate e três derrotas. Marcou 18 gols e sofreu 8.
Veio o segundo turno, e não conseguiu repetir a boa campanha do primeiro. Ficou na sétima colocação. Nos oito jogos que disputou, venceu apenas um, empatou quatro e perdeu três. Marcou oito gols e sofreu 14.
No cômputo geral, somando os dois turnos, ficou com a quinta colocação.
Carlinhos e Santos foram seus artilheiros, cada um com seis gols.
Defenderam o Unidos de Sobradinho: Goleiros – Batista, Marcos e Gato; Defensores – Zezão, Sabará, Sir Peres, Sidney, Orlando e Xavier; Atacantes – Santos, Carlinhos, Litinho, Paulinho, Cid, Wesley, Jonas, Geraldino e Reinaldo. Técnicos: Manga, depois Chileno.
Em 1974, chegou a disputar o Torneio Início, no dia 14 de julho, sendo eliminado logo no primeiro jogo diante do Humaitá.
Disputou ainda o 1º turno do campeonato daquele ano. Antes de ser iniciado o segundo turno, o Unidos de Sobradinho desistiu de continuar disputando o campeonato e a Federação determinou a contagem de pontos para todos os seus adversários.
Em 13 de dezembro de 1974, uma Assembléia Geral Extraordinária decidiu por desfiliar o Unidos de Sobradinho.
Afastado da Federação, o Unidos de Sobradinho disputou a I Copa Arizona de Futebol Amador, que teve início no dia 19 de março de 1975, reunindo 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal.
Em uma das semifinais, o Unidos de Sobradinho marcou 2 x 0 sobre o Penharol, gols de Zezinho e Nidoval-contra.
Na final, em 25 de maio, nova vitória do Unidos de Sobradinho de 2 x 0, desta vez sobre o Humaitá, gols de Chenco.
Disputou as finais da Copa Arizona em São Paulo, nos dias 19, 20, 21 e 22 de junho de 1975 (não temos os resultados), juntamente com Colorado (Paraná), Romeu Martins (Fortaleza-CE), Ajax (Florianópolis-SC), Ouro Verde (Ijuí-RS),
Real Madrid (Belo Horizonte-MG), G. E. 2º Registro (São Paulo-SP) e E. C. Golfinho (Guarulhos-SP).
Antes do início do campeonato oficial de 1975 (no dia 20 de setembro), 13 jogadores que pertenciam ao Unidos de Sobradinho foram transferidos para o Campineira Futebol Clube.
O Campineira acabaria vencendo o campeonato brasiliense de 1975.
Passou, então, a disputar o Campeonato Regional de Sobradinho.
No ano de 1978 voltou a vencer a Copa Arizona de Futebol Amador. Na final, aconteceu empate de 1 x 1 entre Unidos de Sobradinho e Royal. Nos pênaltis, vitória e o título do Unidos de Sobradinho.
Ainda em 1978, participou do 1º Campeonato de Futebol Amador depois da implantação do profissionalismo no Distrito Federal (em 1976). Vinte equipes participaram. O Unidos de Sobradinho ficou entre as oito melhores colocadas na fase semifinal.
Em 1979 não se inscreveu nessa competição.
Daí em diante só disputou competições amadoras em Sobradinho.

Agradecimentos a José Jorge Farah pelo redesenho dos escudos.

 

O Olímpico Atlético Clube foi fundado em 31 de março de 1976, em uma reunião realizada na sede da ASMINTER – Associação dos Servidores do Ministério do Interior, no 11º andar do Edifício Sede do Ministério do Interior, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília (DF).

Estiveram presentes à Assembléia que fundou o novo clube Waldyr Mattos Magno, Presidente da Mesa, Aluízio de Melo Cavalcanti, Secretário da Mesa, Antônio Gomes de Magalhães Bastos, Presidente da ASMINTER, Ayrton Emmanuel Leal Chaves,  1º Secretário da ASMINTER, Gentil Rodrigues do Nascimento, Cid Sebastião Leal Chaves, Carlos Eduardo Ferreira, Ivo José Batista e Romildo Moreira Dias.

Foram eleitos por aclamação Ayrton Emmanuel Leal Chaves para Presidente do Olímpico, Gentil Rodrigues do Nascimento para Vice-Presidente e Cid Sebastião Leal Chaves para Diretor de Futebol.

O Olímpico era uma sociedade vinculada a ASMINTER através do seu Departamento de Esportes, com personalidade jurídica distinta da de seus sócios.

As cores oficiais do Olímpico eram vermelha, branca e azul.

No dia 9 de outubro de 1976 aconteceu outra Assembléia que aprovou a desvinculação do Olímpico da ASMINTER.

O novo clube não teve nenhuma atividade entre os profissionais no ano de 1976. Por outro lado, inscreveu-se no campeonato brasiliense de juniors, quando foi 5º colocado no primeiro turno, e segundo do Grupo A no 2º turno, quando os dez
clubes participantes foram divididos em duas chaves, cada uma com cinco clubes.

No ano seguinte, resolveu investir para fazer boa campanha no campeonato de 1977. Contratou jogadores bastante conhecidos no futebol brasiliense como o goleiro Elizaldo, o lateral-artilheiro Aderbal e o centro-avante Humberto.

Estreou no Torneio Imprensa (disputado por 9 equipes) no dia 8 de março de 1977, vencendo o Taguatinga, por 2 x 1. Além desse jogo, teve uma seqüência de quatro jogos sem derrota (0 x 0 Corinthians, 1 x 1 Gama, 2 x 0 Grêmio e 0 x 0 Demabra), até conhecer sua primeira derrota em 16 de abril, diante do Canarinho (2 x 1).

Terminou o torneio na quinta colocação, com a seguinte campanha: 8 jogos, 2 vitórias, quatro empates e duas derrotas, a segunda delas para o campeão Brasília, em 7 de maio de 1976.

Depois disso, ficou de fora do Torneio Incentivo e do campeonato oficial de 1977. Não voltou a atuar em competições promovidas pela Federação Metropolitana de Futebol.

 

O Pederneiras Esporte Clube, assim denominado em homenagem à Companhia
Construtora Pederneiras S. A., foi fundado em 18 de janeiro de 1959, na casa de
Walfredo Aleixo Martins e Souza, situada no Acampamento “Dr. Sérgio Seixas
Corrêa”, na Vila Planalto, em Brasília (DF).

Além de Walfredo, que foi escolhido primeiro Presidente do clube, compareceram
Edgardo Coutinho Gomes, Antônio Batista do Sacramento, Cícero Bezerra da Silva,
Aloísio Queiroz de Araújo, Leorne Feitosa Dantas, Walderez Marques da Silva,
Waldir de Souza Fonseca, Edgard dos Santos, Manoel de Jesus Tôrres Bouéres e
Antônio Batista da Silva.

Na mesma reunião, foram definidas as cores oficiais do novo clube: azul celeste
e branca e também os uniformes, sendo o número 1 constando de camisas listradas
nas cores azul e branca no sentido vertical, com gola e punhos brancos, calção
azul e meias brancas com detalhes em azul; o número dois seria a camisa toda branca
com gola e punhos azuis e os calções azuis e meias iguais ao número 1.

A primeira competição de que o Pederneiras tomou parte foi o Troféu “Israel Pinheiro” (instituído por iniciativa do presidente da Construtora Ribeiro Ltda., Cesar Ribeiro), a ser disputado pelas companhias construtoras de Brasília.

No sistema “mata-mata”, jogou no dia 12 de junho de 1960, perdendo para a ECRA,
por 2 x 1, sendo eliminado do torneio.

Menos de um mês depois, participou de outra competição, o Troféu “Danton Jobim”, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros, desta vez misturando clubes de construtoras com equipes filiadas à Federação Desportiva de Brasília.

O Pederneiras caiu na Chave C, juntamente com o Ribeiro, B.G.P. – Batalhão da
Guarda Presidencial e o Caeira (time da Construtora Cavalcante Junqueira).

Estreou no dia 3 de julho, vencendo o Caeira, por 3 x 1. Nos outros dois jogos,
em 10 e 17 de julho, respectivamente foi derrotado pelo B.G.P. (2 x 0) e
goleado pelo Ribeiro (6 x 0).

Somente em 2 de agosto de 1960 a Federação Desportiva de Brasília recebeu o ofício
do Pederneiras para dar andamento no processo de filiação do clube.

Em 26 de agosto aconteceu a Assembléia Geral que aprovou os estatutos do Pederneiras E. C.

Dois dias depois fez sua estréia como novo filiado da Federação, perdendo o
amistoso para o Nacional, por 2 x 1.

Veio o Torneio Início de 1960, no dia 4 de setembro, competição que levou o
nome de Taça “Governador Roberto Silveira”). Solicitaram inscrição 16
clubes. Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.

No sexto jogo do dia, o Pederneiras venceu o Nacional, por 2 x 0, com gols de
Gote e Marcionilo. No décimo-primeiro foi derrotado pela A. E. Edilson Mota,
por 1 x 0.

Na Assembléia Geral de 14 de setembro, em virtude do elevado número de clubes
inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio
para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira
Divisão (os dois primeiros colocados de cada grupo) e as oito que comporiam a
Segunda.

Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. O Pederneiras integrou o Grupo C, com
jogos no campo do Planalto, juntamente com Defelê, Guanabara e o anfitrião.

E foi justamente com o anfitrião Planalto que o Pederneiras iniciou sua campanha,
no dia 18 de setembro, sendo derrotado por 3 x 0.

Recuperou-se plenamente uma semana depois ao golear o Guanabara, por 4 x 1. Os
quatro gols do Pederneiras foram marcados por Cri-Cri.

A terceira e última rodada do torneio classificatório estava marcada para o dia 9 de
outubro, contra o Defelê. Quando a maioria achava que o favorito Defelê fosse
se classificar, o Pederneiras o surpreendeu, vencendo-o por 4 x 3. Os
classificados foram Planalto (em 1º) e Pederneiras (em 2º). Depois, com a
desistência de alguns clubes, o Defelê também garantiria sua vaga na primeira
divisão e acabaria por se tornar o campeão daquele ano.

Na sua primeira participação no campeonato da Primeira Divisão, o Pederneiras
não levou sorte. Algumas obras da Companhia Construtora Pederneiras chegaram ao
seu final e com isso vários operários foram dispensados. Entre eles, vários
jogadores, o que, conseqüentemente, ocasionou o desfalque na equipe de futebol.

O resultado não poderia ser outro: oitavo e último colocado: nos sete jogos que
realizou, perdeu todos. Marcou apenas quatro gols e sofreu trinta e seis. No
dia 18 de dezembro, foi humilhado pelo poderoso Guará, que o goleou pelo
elástico marcador de 10 x 0.

Os vexames de 1960 ainda não tinham terminado.

A Lei de Acesso previa que o último colocado da Primeira Divisão deveria
enfrentar o primeiro colocado da Segunda.

A melhor-de-três entre Pederneiras, último colocado da Primeira Divisão, e
Sobradinho, campeão da Segunda, somente aconteceu em fevereiro de 1961. No dia
5, o Sobradinho goleou por 3 x 0. Para a segunda partida, prevista para o dia
19, o Pederneiras não compareceu. A FDB deu os pontos ao Sobradinho,
classificou o mesmo para a Primeira Divisão em 1961 e rebaixou o Pederneiras
para a Segunda.

No dia 22 de fevereiro de 1961, o Pederneiras encaminhou ofício solicitando seu
desligamento da Federação, dada a extinção do seu quadro de futebol.

Só retornaria ao futebol em 1963, disputando o campeonato da Segunda Divisão
com outros cinco times, mais uma vez realizando péssima campanha.

Em 25 de fevereiro de 1964 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a reforma
nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol
Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol
Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis.

O Pederneiras então passou a integrar a Primeira Divisão de Amadores, cujo Torneio Início foi disputado no dia 10 de maio, no Estádio “Aristóteles Góes”. Logo em sua
primeira participação, foi derrotado por 1 x 0 pela A. A. Guanabara.

Sete equipes, entre elas o Pederneiras, tomaram parte do campeonato oficial da
Primeira Divisão de Amadores, iniciado em 17 de maio de 1964. O primeiro jogo
do Pederneiras aconteceu duas semanas depois, empatando em 1 x 1 com o Nacional.

Encerrado o campeonato, disputado em dois turnos, o Pederneiras foi novamente o
último colocado. Nos doze jogos que realizou, conseguiu apenas uma vitória e um
empate. Marcou seis gols e sofreu vinte e oito.

Em 1965, finalmente, o clube passaria a ter algumas alegrias. Perdeu a final do
Torneio Início para o Vila Matias (1 x 0, em 30 de maio) mas, em compensação,
no campeonato oficial de amadores, disputado por cinco equipes, não deu chance
aos adversários, sagrando-se campeão invicto ao sobrepujar Guanabara, Cruzeiro
do Sul, Grêmio Brasiliense e Vila Matias. Foram oito jogos, com seis vitórias e
dois empates. Seu ataque marcou 23 gols e a sua defesa sofreu 6. Além disso,
teve os dois principais artilheiros da competição, Zezito, com 10 gols, e Zeca,
com 6. Os demais gols foram marcados por Eraldo (3), Doca (2) e Maracanã e
Firmo, um cada.

A formação mais utilizada pelo Pederneiras foi Chico, Tarcízio e Eufrásio; Logodô, Maracanã e Firmo; Zeca, Eraldo, Doca, Zezito e Xixico.

Para o ano de 1966 resolveu apostar suas fichas no profissionalismo. Logo em
sua primeira participação, o Torneio Início disputado em 12 de junho, no novo
Estádio de Brasília (futuro “Pelezão”), venceu o Luziânia, na estréia, por 1 x
0, gol de Zezito, e perdeu no segundo jogo para o Rabello, pelo mesmo placar.

Mas, o grande resultado do ano foi conseguido num amistoso. O Esporte Clube
Bahia, na época com o título de campeão da Taça Brasil de 1959 em cima do
poderoso Santos de Pelé, fez uma excursão ao Distrito Federal para enfrentar
três equipes locais, uma delas, o Pederneiras. Logo em sua estréia, no dia 31
de agosto, o tricolor baiano foi derrotado por 1 x 0. Depois venceria Colombo e
Rabello.

No campeonato de profissionais de 1966, atuando contra seis equipes, realizou
campanha bastante irregular, ficando na quinta colocação, na frente de Flamengo
e Guará. Foram cinco vitórias, dois empates e cinco derrotas. O saldo de gols
foi zero: marcou e sofreu 19 gols.

Logo depois, a Federação realizou outro torneio entre os clubes profissionais, para
homenagear o então Prefeito do Distrito Federal, Plínio Cantanhede.

A campanha do Pederneiras não foi das melhores (ficou em quarto lugar), mas no
dia 10 de novembro de 1966, sentiu um gostinho de vingança ao aplicar 8 x 0 no
Guará, o mesmo Guará que lhe havia imposto aqueles 10 x 0 no campeonato de
1960.

Na categoria “juvenis”, o Pederneiras ficou com o título, com apenas um ponto
perdido na competição. Nas demais colocações chegaram: 2º Rabello, 8; 3º Guará,
10; 4º Colombo, 12; 5º Defelê, 14; 6º Luziânia, 17 e Flamengo, 22. O maior
destaque desse time era o zagueiro Pedro Pradera.

No dia 13 de novembro de 1966, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”, o
Pederneiras enfrentou o Rabello e foi derrotado por 4 x 1. Doca marcou o gol de
honra. Foi a última vez que o time do Pederneiras entrou em campo.

Antes do início do campeonato (20 de julho), o Pederneiras solicitou licença de todas
as suas atividades durante o ano de 1967. Nunca mais voltou!

Nota:
Foram responsáveis pela “descoberta” e “redesenho” do escudo do Pederneiras as
seguintes pessoas: Márcio Almeida, Marcus Amorim, José Jorge Farah Neto,
Rodolfo Kussarev e o autor dessa matéria, José Ricardo Almeida.

 

O Pioneira Futebol Clube foi fundado em 18 de fevereiro de 1974, por servidores da Viação Pioneira e Viação Planeta Ltda., em sua sede social situada a QI 24, Lotes 1 a 27, Setor Norte de Taguatinga.
A diretoria executiva para o biênio 1974/1975 ficou assim constituída:
Presidente: Yukyio Matsunaga, 1º Vice-Presidente: Saburo Matsunaga, 2º
Vice-Presidente: Joaques Makoto Inoi, 1º Secretário: Evandro Alves da Silva, 2º
Secretário: José Weliton Cortes Melo, 1º Tesoureiro: José Braga da Silva, 2º
Tesoureiro: Jeová Dias Monteiro, Diretor Geral dos Esportes: José Macedo
Figueiredo, Diretor Social e Relações Públicas: Francisco Martins Leite
Cavalcante, Diretor de Promoções: Ailton Pereira de Almeida, Diretor
Administrativo: Aquiochi Kawano, Diretor de Patrimônio: Shigueo Matsunaga,
Departamento Médico: Masso Kuriki e Consultor Jurídico: Antônio Lopes Batista.
Nota: os irmãos Matsunaga, de origem japonesa, radicaram-se em Brasília no ano
de 1957, antes mesmo dela ser inaugurada, para dedicar-se a agropecuária. Mais
tarde, constituíram a Viação Pioneira (pertencente a empresa Irmãos Matsunaga
Ltda.), responsável pelo transporte coletivo urbano.
Foram assim definidas as cores oficiais do Pioneira: amarela, verde e vermelho.
O uniforme nº 1 do Pioneira era: camisa amarela, calção azul e meias verdes. Já
o nº 2 tinha: camisa vermelha com faixa horizontal verde, calção branco e meias
vermelhas.
No dia 10 de junho de 1974 aconteceu a Assembléia Geral Extraordinária da
Federação Desportiva de Brasília que concedeu filiação ao Pioneira Futebol
Clube.
Pouco mais de um mês depois, em 14 de julho de 1974, fez sua estréia em
competições oficiais, ao participar do Torneio Início, realizado no Estádio
Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão. No primeiro jogo, venceu o Luziânia por
1 x 0 e, no penúltimo jogo, foi derrotado pelo Ceub, também por 1 x 0, não
chegando à decisão.
Uma semana depois estreou no Campeonato Oficial de Brasília, ainda amador. Em
21 de julho de 1974, com gols de Peixoto e Borges, ganhou do Relações
Exteriores, por 2 x 0. Terminou o primeiro turno desse campeonato na terceira
colocação, atrás de Jaguar e Humaitá, com 3 vitórias, 2 empates e 1 derrota.
Veio o segundo turno e a recuperação, ficando com a primeira colocação e
habilitando-se para decidir o campeonato com o Jaguar, vencedor do primeiro.
Na decisão, não deu chances ao Jaguar, vencendo as duas partidas, no Pelezão. A
primeira, em 1º de dezembro, 3 x 0, gols de Nemias, China e Vital. No segundo,
no dia 8 de dezembro, nova vitória, por 2 x 0, com dois gols de Boy. Jogou a
última partida com essa formação: Adriano, Aldair, Dão (Diogo), Ruy e Vaninho;
Maurício e Nemias; Delfino, Vital (Déo), Boy e Piau. A campanha do campeão foi
a seguinte: 12 jogos, 9 vitórias, 2 empates e 1 derrota; 18 gols a favor e 5
contra. Além do título de campeão, teve os artilheiros do campeonato, Nemias e
Boy, ambos com 6 gols. O técnico foi Eurípedes Bueno de Morais.
Para manter o elenco em forma, nos meses de janeiro e fevereiro de 1975,
realizou quatro amistosos, sendo três interestaduais: no dia 19 de janeiro, no
Pelezão, venceu o G. E. Trindade (GO), por 2 x 0 (gols de Piau e Delfino); uma
semana depois, 26 de janeiro, perdeu para o Ceub por 3 x 0; em 23 de fevereiro,
no Pelezão, empatou de 0 x 0 com o Anápolis (GO) e, três dias depois, novamente
no Pelezão, foi derrotado pelo Rio Branco, de Vitória, por 3 x 1.
Estes foram os quatro derradeiros jogos do Pioneira.
Já no mês de março de 1975 começaram a aparecer os primeiros boatos (logo
confirmados) de que Brasília se preparava para receber outro clube
profissional. O comércio da cidade-satélite de Taguatinga resolveu armar uma
equipe para brigar com o Ceub. Assim, em 1º de julho de 1975, na sede da
Associação Comercial e Industrial de Taguatinga – ACIT, diretores da ACIT, a
Administração Regional de Taguatinga e representantes da Viação Pioneira
promoveram Assembléia Geral Extraordinária para a transformação do Pioneira
Futebol Clube em clube profissional de futebol, a mudança do nome para
Taguatinga Esporte Clube e a troca das cores do uniforme para azul e branca.
Yukyio Matsunaga foi eleito Presidente de Honra do Taguatinga E. C.
No dia 12 de julho de 1975 aconteceu o primeiro amistoso do novo clube,
vencendo a URT, de Patos de Minas (MG), por 2 x 0, no Pelezão.
O Taguatinga viria a ser campeão do DF nos anos de 1981, 1989, 1991 a 1993. Disputou seu último campeonato brasiliense em 1999. Hoje se encontra desativado.

Escudo: Zamorim Futebol de Botão

 

A Associação Atlética e Cultural Mariana do Gama foi fundada em 11 de novembro
de 1962 e tinha por finalidade criar cursos de alfabetização e profissionais,
desenvolver a Educação Física e os desportos, promovendo e organizando jogos,
exercícios desportivos e reuniões sociais capazes de favorecer o desenvolvimento cultural, físico, social e cívico da mocidade do Gama.

Eram duas as categorias de sócios: os efetivos, que eram todos os membros da Congregação Mariana Nossa Senhora Divina Pastora e São Sebastião, do Gama, e os honorários, aqueles que, pertencendo ou não ao corpo social, merecessem essa distinção por deliberação da Assembléia Geral.

Jader Carrijo foi o primeiro Presidente da Cultural Mariana.

As cores oficiais da associação eram o verde, o azul, o amarelo e o branco.

Os uniformes eram os seguintes: um com as camisas verdes, com golas e punhos
amarelos, e o outro branco com duas listras horizontais, punhos e golas azuis.
Os calções e meiões eram azul ou branco.

A única participação da A. A. Cultural Mariana no campeonato de futebol de
Brasília aconteceu em 1969, quando 24 equipes disputaram a competição
(divididas em dois grupos). Na estréia, no dia 13 de abril daquele ano, foi
derrotado pelo Brasília Futebol Clube, de Taguatinga (que nada tem a ver com o
Brasília Esporte Clube, fundado em 2 de junho de 1975), por 3 x 0.

Uma semana depois, em seu campo, derrotou outro time de Taguatinga, o Flamengo,
por 2 x 1. Zé Maria (contra) e Parada marcaram os seus gols.

Terminou a primeira fase na terceira colocação, apenas atrás do Brasília e do
Coenge (que acabaria vencendo o campeonato). Foram doze jogos, oito vitórias e quatro derrotas. Vinte e quatro gols a favor e quinze contra.

Na fase final, disputada pelos 12 melhores colocados da primeira fase (seis de
cada grupo), empatou muitos jogos (seis) e ficou na sétima colocação, com 12
pontos ganhos (mesma pontuação de Brasília e Serviço Gráfico, que levaram
vantagem após aplicação dos critérios de desempate. Foram onze jogos, com três
vitórias, seis empates e duas derrotas. Marcou 16 gols e sofreu 13.
Curiosamente, não foi derrotado pelo campeão Coenge (2 x 2) e pelo vice-campeão
Grêmio Brasiliense (1 x 1).

Os jogadores que defenderam a Cultural Mariana foram:

Goleiros: Sindásio e Faustino;

Defensores: Domingos, Fernando, Crente, Juvenil, Barbosa, Fula, Chiquinho,
Barreto e Dimenor;

Atacantes: Tadeu, Ivan, Paulinho, Mangabeira, Gildásio, Baiano, Jorge e Parada.

No dia 8 de fevereiro de 1970, Amado Inocêncio, presidente da entidade,
convocou uma Assembléia Geral Extraordinária, que foi realizada na sede social
do clube, onde foi decidida a troca do nome do clube, argumentando que o clube
atravessava uma fase muito difícil e que não encontrava apoio da população da
cidade. Surgia, assim, o Clube Atlético Planalto.

O grande legado que a A. A. Cultural Mariana deixou para o futebol do Gama e do
Distrito Federal foi o seu campo de futebol. Naquele local hoje fica a sede da
Sociedade Esportiva do Gama.

 

A Construtora ECRA Limitada, com sede em Fortaleza (CE), foi uma das dezenas de empresas que chegaram para a construção de Brasília, ainda em agosto de 1959. Dentre outras obras, foi responsável pela construção de vários edifícios ministeriais e suas garagens.

Idealizado, fundado e desenvolvido por funcionários e operários dessa construtora, o ECRA Futebol Clube foi fundado em 2 de março de 1960.

Com este nome, participou do Troféu “Israel Pinheiro”, competição que envolveu equipes de outras sete companhias construtoras de Brasília, no sistema “mata-mata”.

No dia 12 de junho, venceu o Pederneiras, por 2 x 1. Uma semana depois, enfrentou o Ribeiro F.C. (promotor do torneio) e também o derrotou, por 3 x 2. Na final, no dia 26
de junho, perdeu para o Nacional, por 2 x 1, ficando com o vice-campeonato.

Entre os jogadores do ECRA destacavam-se o goleiro Gaguinho (um dos melhores de Brasília), Sudaco, Cardoso e Paulista. Sudaco foi médio-volante em vários clubes do futebol brasileiro, dentre os quais São Paulo, Guarani, América (RJ) e América (MG). Depois, passou a ser técnico de futebol.

Nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960, o ECRA inscreveu-se no Troféu “Danton Jobim”, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros.

Durante esse torneio, o ECRA passou a denominar-se Associação Esportiva Edilson Mota, em homenagem ao Engenheiro-Chefe da Construtora ECRA Ltda. e presidente de honra do clube e seu fundador, Edilson Nogueira Mota.

Junto a Federação Desportiva de Brasília o ECRA somente solicitou a modificação de seu nome através do ofício nº 11, de 10 de agosto de 1960.

A A. E. Edilson Mota passou a ter em seu uniforme oficial as cores grená e branca (camisa grená, calção branco e meias grenás) e no escudo redondo duas colunas da Alvorada com as iniciais da associação, A. E. E. M.

No Troféu “Danton Jobim” ficou na Chave A, juntamente com Brasil Central, Planalto e Consispa.

Estreou no dia 3 de julho, goleando o Brasil Central, por 7 x 2. No dia 10 de julho, enfrentou a forte equipe do Planalto e foi derrotada por 2 x 0. Voltou a aplicar outra goleada no dia 17 de julho (7 x 1 sobre o Consispa) mas o Planalto venceu o Brasil Central e classificou-se para a fase seguinte.

Como clube filiado à Federação Desportiva de Brasília a primeira competição da A. E.
Edilson Mota foi o Torneio Início, realizado no dia 4 de setembro de 1960, no
Estádio Israel Pinheiro, do Guará.

No quinto jogo do dia, vitória de 1 x 0 sobre o Brasil Central, gol de Alemão. No jogo de número 11, nova vitória de 1 x 0 sobre o Pederneiras, gol de Cardoso. Nas semifinais, ficou no 0 x 0 contra o Rabello (que acabaria vencendo o torneio), sendo derrotado na decisão por pênaltis, por 3 x 2.

Duas semanas depois, em 18 de setembro de 1960, em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio
para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira
Divisão e as oito que comporiam a Segunda. Esses 16 clubes foram divididos em 4
grupos. A A. E. Edilson Mota ficou no Grupo A, com jogos no campo do Guará,
juntamente com Guará, Industrial e Sobradinho.

Estreou com derrota pelo placar de 2 x 1 no dia 18 de setembro, frente ao poderoso Guará.

Recuperou-se plenamente uma semana depois (25 de setembro), ao aplicar grande goleada sobre o Sobradinho, por 11 x 0, gols de Gesil (4), Dario (3), Brasil (3) e Pedrão.

Na terceira e última rodada do torneio classificatório, no dia 9 de outubro, outra goleada (5 x 0) sobre o Industrial, garantiu-lhe o segundo lugar do Grupo A e a vaga na Primeira Divisão.

Antes do início do campeonato, no dia 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção. Após uma auditoria na empresa, ficou constatado que os jogadores recebiam seus salários apenas para treinar e jogar no time, o que fez a Companhia solicitar uma definição: ou os jogadores seriam mantidos pelo time, ou retomariam seus postos na empresa. O clube foi dissolvido em ato administrativo. Este fato levou o time a solicitar desfiliação. Com isso aconteceu a transferência de alguns jogadores para outros clubes, destacando-se a de Osvaldo Pio Nogueira para o Defelê, e de Francisco de Assis Florentino para a Liga Anapolina de Futebol.

 

O Esporte Clube Real de Brasília foi fundado em 29 de junho de 1960, por doze funcionários públicos: Aristeu Aragão Filho, Wilson Faria, José Nobre da Conceição, Francisco Alves Vieira, Nilson Faria, Weldas Dias Alves, Mires Lopes de Oliveira, Walter Barnabé da Silva, Salvador de Sá Guimarães, Osiel Simão de Sousa, José Carlos Lima Cauby e Raimundo Maia Filgueiras.
Sua primeira diretoria era composta por Valdivino Pereira de Melo (Presidente),
Lúcio Lima Rey (Vice-Presidente Patrimonial), Gonçalo da Costa Neto
(Vice-Presidente de Esportes), Venerando Vieira Filho (Vice-Presidente Social),
João Batista Ferreira (Vice-Presidente Financeiro), Abílio José Neto (1º
Secretário), Raimundo Maia Filgueiras (2º Secretário), Nilson Faria (1º
Tesoureiro) e Aristeu Aragão Filho (2º Tesoureiro).
Foram aprovados dois uniformes: o primeiro, composto de camisa grená com punhos e golas em azul, calção azul com filete grená dos lados e meias grenás; já o
segundo uniforme era assim: camisa azul, calção branco e meias azuis.
O primeiro jogo do Real foi um amistoso no dia 7 de agosto de 1960, empatando
em 2 x 2 com o Brasil Central.
Três dias depois, 10 de agosto de 1960, teve o seu estatuto aprovado pela
Federação Desportiva de Brasília.
No dia 4 de setembro de 1960, tomou parte da primeira competição oficial
promovida pela Federação, o Torneio Início. Solicitaram inscrição 16 clubes
Conforme previa o regulamento, os jogos foram realizados em dois tempos de dez
minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis,
três para cada equipe, na primeira série. No quarto jogo do dia, o Real foi
derrotado pelo Sobradinho, por 1 x 0, gol contra do zagueiro Pateta.
Duas semanas depois, em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), teria
início o torneio que determinaria as oito equipes que disputariam o campeonato
da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
O Real fez parte do Grupo D, com jogos no campo do Rabello, juntamente com o
clube anfitrião, o Alvorada e o Nacional.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro, o Real
empatou em 1 x 1 com o Alvorada.
Uma semana depois, 25 de setembro de 1960, não resistiu ao poderio do Rabello,
sendo goleado por 6 x 1.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, no dia 9 de outubro,
aconteceu a primeira vitória do Real: 2 x 1 sobre o Nacional.
Após estes resultados, Nacional e Real estavam com três pontos ganhos na
classificação do Grupo D. A goleada sofrida diante do Rabello fez com que
ficasse em terceiro, no critério de desempate saldo de gols.
Aguardando pelo início dos jogos do campeonato da Segunda Divisão, em 16 de
outubro de 1960 realizou um amistoso no campo do Grêmio. O Real venceu o
Defelê, por 1 x 0, gol de Valentim.
Antes disso, em 13 de outubro de 1960, um dos clubes classificados para
disputar a Primeira Divisão, a A. E. Edilson Mota encaminhou ofício a F.D.B.
comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a F.D.B. promoveu um torneio
eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960. O
Real não deu sorte e teve pela frente a fortíssima equipe do Defelê (que
acabaria vencendo o campeonato daquele ano de 1960). Resultado: 6 x 1 a favor
do Defelê e o sonho de passar para a Primeira Divisão desfeito.
Voltando a se preparar para disputar o campeonato da Segunda Divisão, em 21 de
novembro disputou um amistoso com o Brasil Central, vencendo-o por 3 x 0.
O campeonato da Segunda Divisão contou com a participação de seis equipes. Além do Real, estiveram presentes: Guanabara, Brasil Central, Industrial, Sobradinho e o Trópicos. Foi disputado em turno único e o Real ficou com o
vice-campeonato, apresentando a seguinte campanha: cinco jogos, três vitórias,
um empate e uma derrota. Marcou 13 gols e sofreu 6. Somou sete pontos, dois a
menos que o campeão Sobradinho.
Os resultados do Real foram: 04.12 – 2 x 0 Industrial, 11.12 – 3 x 0 Brasil
Central, 18.12 – 2 x 2 Guanabara, 15.01.1961, 1 x 3 Sobradinho e 22.01.1961, 5
x 1 Trópicos.
O jogador Bugue (que mais tarde foi treinador de destaque no futebol de
Brasília) foi a revelação do Real.
Veio o ano de 1961 e a primeira participação do Real no ano foi o Torneio
Início da Segunda Divisão. Ele aconteceu em 9 de julho de 1961. Logo no
primeiro jogo, foi derrotado pelo Colombo, por 1 x 0.
No campeonato da Segunda Divisão, de 6 de agosto a 22 de outubro de 1961, não
foi nada bem, vencendo apenas um jogo nos seis disputados (sofreu cinco
derrotas nos demais).
A situação no Real não era nada boa no ano de 1962. Primeiramente, não enviou
representante para a Assembléia de Clubes realizada no dia 12 de janeiro de
1962. Logo depois, através do Ofício nº 6/62, de 23 de maio, o Real solicitou
dispensa do campeonato de futebol de 1962.
Com isso, perdeu seus dois melhores atletas para o Grêmio Brasiliense: o
goleiro Weldas e o já citado Bugue.
Resolveu retornar em 1963 e disputou o campeonato da Segunda Divisão com outros quatro clubes: Clube de Regatas Barroso, Vila Matias E. C., Dínamo F. C. e
Pederneiras F. C.
O campeonato teve início no dia 13 de julho e término em 5 de outubro de 1963.
O Real teve um péssimo desempenho, ficando na última colocação. O campeão foi o Dínamo, time da Polícia Militar.
No dia 8 de novembro de 1963, aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a
implantação do profissionalismo no futebol de Brasília. Na mesma reunião também foi decidida a desfiliação do Real.

 

Gostaria de solicitar a ajuda dos amigos, principalmente os do Distrito Federal para esclarecer algumas dúvidas sobre este escudo:

1-Seria da Federação de Desportes de Brasília?

2-Era a entidade que comandava o futebol?

3-O escudo seria preto e branco mesmo?

4-Alguém poderia redesenhá-lo?

 

Ainda sob a empolgação da conquista do tricampeonato mundial pela Seleção Brasileira, no México, um grupo de amigos se reuniu para fundar um clube esportivo. A reunião aconteceu no dia 15 de julho de 1970, às 20 horas, na residência de Manoel Ferreira de Souza, à Rua 17, Casa 32, no Núcleo Bandeirante.

O nome escolhido para a nova associação foi ESPORTE CLUBE GUADALAJARA. As cores oficiais eram a vermelha e a preta. O primeiro uniforme era formado por camisa com faixas horizontais nas cores vermelha e preta, com golas e punhos pretos, calção branco e meiões com faixas horizontais vermelhas e pretas. No segundo, a camisa era branca, com duas faixas horizontais nas cores vermelha e preta, números vermelhos, calção branco e meiões vermelhos.

Em seguida, procedeu-se a eleição da primeira diretoria do novo clube, que ficou assim constituída: Presidente – Miguel Pereira de Carvalho; Vice-Presidente – Junovaldo Gonçalves Santana; 1º Secretário – João Batista de Morais; 2º Secretário – João Lauriano Lúcio; 1º Tesoureiro – José Pereira  Fernandes; 2º Tesoureiro – José Ribeiro de Souza; Diretor de Esportes – Tirçon Zeferino Gomes; 1º Diretor Social – Isolino Mariano dos Santos e 2º Diretor Social – Geraldo Pedro Antunes.

Pouco tempo depois, o Guadalajara conseguiu construir sua sede na Ceilândia.

O Guadalajara demorou para aderir ao futebol. Somente na reunião de 13 de junho
de 1975 a prática do futebol foi incrementada no novo clube.

No Regulamento Geral do clube, constava: “§ 3º – Determinar que os atletas
adquiram seus materiais esportivos de uso pessoal, tais como chuteira, ataduras, sungas etc., pois o E.C.G. só fornecerá camisa, calção e meiões para os jogos de caráter amistoso ou oficial”.

Mesmo com pouca estrutura, o Guadalajara resolveu participar da sua primeira
competição oficial ainda em 1975.

Foi a I Copa Arizona de Futebol Amador, com início em 19 de março daquele ano.
A competição reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal e o
Guadalajara conseguiu terminar entre os oito finalistas.

Logo depois, filiou-se à Federação Metropolitana de Futebol. Nessa condição,
foi convidado a participar de um torneio quadrangular promovido pela Federação
e que contou com as participações de A. A. Relações Exteriores, E. C. Canarinho
e Humaitá E. C.

Fez sua estréia no dia 6 de julho, sendo derrotado pelo Canarinho (2 x 0). No
dia 13 de julho, empatou com o Humaité (1 x 1) e, no dia 3 de agosto encerrou sua participação no torneio sofrendo uma goleada diante da Relações Exteriores (6 x 3). Ficou na quarta e última colocação no torneio.

Voltou a ficar na última colocação no Campeonato Brasiliense de 1975, competição disputada por oito clubes em dois turnos e iniciada no dia 20 de setembro. Formado em sua maioria por ex-jogadores do Colombo e do Piloto, a campanha do Guadalajara foi esta: 14 jogos, 1 vitória, 2 empates e 11 derrotas; 9 gols a favor e 40 contra. Somou apenas quatro pontos ganhos.

Sua única vitória aconteceu no dia 8 de dezembro, no Pelezão: 2 x 1 sobre o Humaitá.

Seus artilheiros foram: Chiquinho (4), Messias (3), Freitas e Durval.

Seu último jogo aconteceu no dia 20 de dezembro, com derrota para o Ceub, pelo
placar de 4 x 2.

No ano seguinte, 1976, foi definitivamente instalado o profissionalismo no futebol de Brasília e o Guadalajara resolveu continuar disputando apenas as categorias de base e, a partir de 1978, o campeonato amador promovido pela Federação de Brasília, sem nenhuma conquista.

 

Para não deixar a cidade do Núcleo Bandeirante sem futebol, em 8 de novembro de 1975 foi fundado o Demabra Esporte Clube. Suas cores oficiais eram a amarela e a verde.

O clube foi idéia de João Aureliano Rodrigues, proprietário da DEMABRA – Depósito de Madeiras do Brasil Indústria e Comércio, com sede à Avenida Central do Núcleo Bandeirante.

Na reunião que fundou o clube foram eleitos João Aureliano Rodrigues (Presidente) e Geraldo Jacinto de Moraes (Vice-Presidente) do Conselho
Deliberativo, além de escolher os seguintes membros da diretoria: Antônio
Aureliano Rodrigues (Presidente), José Cabral da Costa (1º Vice-Presidente),
Severino Aureliano Rodrigues (2º Vice-Presidente) e Valdemiro Aureliano
Rodrigues (3º Vice-Presidente).

Inscreveu-se no Campeonato do Departamento Autônomo da Federação Metropolitana de Futebol. O certame de 1975 foi disputado por 9 equipes. Apesar de contar em suas fileiras com jogadores que viriam a ter um certo destaque no futebol de Brasília, como Jonas Foca e Uel, além dos irmãos Rizza, Milton e João Batista, não conseguiu passar para a fase final da competição, que reuniu quatro equipes e foi vencida pelo time da Associação dos Servidores do Ministério do Trabalho (ASMIT).

Continuou disputando competições do departamento amador da Federação em 1976. Num torneio pentagonal promovido pela entidade, ficou com quarta colocação.
Tendo em vista que o nome Demabra não encontrava amparo na legislação vigente
para se manter o clube filiado à FMF, no dia 19 de abril de 1977 foi realizada
Assembléia Geral que modificou o nome de Demabra Esporte Clube para Desportiva Bandeirante, nome que foi aprovado por unanimidade após várias discussões.

Colaboração: Marcus Amorim.

 

Não sei se os amigos do blog já conheciam esse escudo. Nas minhas idas e vindas a cartórios e à Federação, encontrei o original e repasso aos amigos, após a colaboração do amigo Marcus Amorim na formatação. Aproveito e conto um pouco da breve história do clube no futebol de Brasília.


O Sporth (com th) Clube Corinthians foi fundado em 16 de fevereiro de 1976 e sua sede ficava na QE 30 – Conjunto E – nº 36, no Guará II.

A primeira diretoria do Corinthians ficou assim formada: Presidente – José de Lourdes Alexandrino; 1º Vice-Presidente – Jorge Alexandrino Nogueira; 2º Vice-Presidente – Pio Jorge Alexandrino. Também foram escolhidos o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho Deliberativo, Hélio Duarte Marinho e Sérgio Duarte Marinho, respectivamente. Paulo Roberto Duarte Marinho foi eleito para a Presidência Executiva pelo período de 60 dias a fim de providenciar a regularização do clube junto à Federação Metropolitana de Futebol.

Suas cores oficiais eram a preta e a branca. O uniforme principal tinha camisa com listras verticais pretas e brancas, calção branco e meias pretas. O segundo uniforme era todo branco.

Em 1976, disputou apenas o campeonato de juvenis. No primeiro turno, entre dez clubes, ficou com a quarta colocação. Esse campeonato foi vencido pelo Brasília.

A primeira competição que tomou parte na categoria de profissionais foi o Torneio Imprensa de 1977.

Mesmo contando com vários bons jogadores, como Zé Mauro, Wilson Godinho, Matil, Wanner, Emerson, Péricles de Carvalho, Cláudio e Mineirinho, o Corinthians ficou apenas com a quarta colocação, após 8 jogos, dos quais venceu três, empatou quatro e perdeu apenas um. O Brasília foi o campeão desse torneio.

Sua estréia aconteceu no dia 13 de março de 1977, no Pelezão, com empate de 0 x 0 com o Olímpico.

Não disputou o campeonato oficial de 1977.

No dia 10 de janeiro de 1978, aconteceu a Assembléia Geral do clube que elegeu para Presidente Antônio Martins Filho e Vice-Presidente Almir de Azevedo Vieira.

No dia 26 de março de 1978 estreou no Torneio Incentivo daquele ano, vencendo a Desportiva Bandeirante por 1 x 0. Também neste ano, o Corinthians conseguiu montar uma forte equipe, com jogadores como o goleiro Wilmar Gato, o lateral-direito Ricardo, o zagueiro Gilvan, os meio-de-campo Boni e Jânio e o atacante Aloísio. O técnico era Joaquim Cristiano Araújo Neto, o Bugue, e o massagista Mozair Barbosa.

Ainda assim, ficou na terceira colocação, atrás de Gama e Taguatinga, campeão e vice-campeão, respectivamente.

No dia 16 de abril de 1978 fez parte da história do Estádio do CAVE, no Guará, ao fazer o jogo de inauguração. Perdeu para o Vitória, de Salvador (BA), por 2 x 0. A equipe do Corinthians foi a seguinte: Wilmar (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Nilton (Gilvan); Boni, Marquinhos e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington.

Pouco mais de um mês depois (29.04) desse jogo, enfrentou outro clube de Salvador, o Bahia, e foi novamente derrotado, por 3 x 1.

Seu último grande jogo aconteceu em 22 de junho de 1978. No CAVE, perdeu para o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, por 1 x 0.

Nunca mais disputou competições em Brasília.

 

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Pode parecer estranho, mas para chegar até o Cruzeiro temos que passar pelo Flamengo!

O Flamengo Esporte Clube foi fundado em 9 de março de 1976, em reunião realizada no auditório do Hospital das Forças Armadas, na cidade-satélite do Cruzeiro.

No mesmo dia foi eleita a primeira diretoria do clube, assim composta: Presidente – Armando Ribamar de Carvalho; Vice-Presidente – Genibaldo Fernandes Mendonça; 1º Secretário – Gildásio Gomes de Lima; 2º Secretário – Dineir Arcanjo de Almeida; 1º Tesoureiro – Gabriel Araújo de Almeida; 2º Tesoureiro – João Evangelista Silva; Diretor Técnico – Roberto Parentoni Martins; Chefes do Departamento de Futebol – Fernando Ignácio Baracho Martins e Arlindo Benício da Silva; Chefe do Departamento de Futebol Feminino – Maria Helena Pires Mello Alves; Chefe do Departamento Médico – Jarbas Passarinho Junior; Chefe do Departamento Social – José Odonor da Costa Ribeiro Filho; Chefe do Departamento de Carnaval – Gilvan Gomes de Lima e Preparador Físico – Sílvio Delmar Hollembach.

Na hora de escolher o nome do novo clube, um dos presentes, Joaquim Pereira de Barros, apoiado por uma pequena minoria, quis saber o motivo de ser Flamengo e não Cruzeiro. O Presidente eleito defendeu a tese de que o nome “Flamengo” poderia ser de âmbito regional e angariar a simpatia e o apoio de toda a população do Distrito Federal, enquanto que o nome “Cruzeiro” ficaria restrito àquele local.

Conforme seu estatuto, as cores da nova associação passaram a ser vermelha, preta e branca. O uniforme seria camisa com listras vermelhas e pretas na horizontal, calção branco e meias com listras vermelhas e pretas também na horizontal.

Pouco mais de um mês depois de sua fundação, o Flamengo teve a honra de participar do primeiro jogo da nova era do futebol profissional do Distrito Federal. No dia 21 de abril de 1976, no Estádio Pelezão, o rubro-negro perdeu para o Taguatinga, por 3 x 0. Formou com Arnaldo, Luís Carlos, Miltão, Jailton e Jorginho; Paulinho, Joel e Eudo; Chagas, Dicemir e Jonas. O treinador era Fernando Baracho.

Terminou o primeiro turno na sétima e penúltima colocação, com três pontos
ganhos, provenientes de uma vitória de 2 x 0 sobre o Gama e um empate de
1 x 1 com o Canarinho. Os três gols do Flamengo no turno foram marcados por Itamar.

Antes de começar o segundo turno, no dia 8 de junho de 1976 foi realizada uma Assembléia Geral Extraordinária. Acolhendo aos desejos expressos dos moradores do Cruzeiro, dos torcedores do Flamengo E. C., dos cronistas esportivos e, acima de tudo, a intenção da Federação Metropolitana de Futebol de ter em cada cidade-satélite o seu representante com o respectivo nome, foi aprovada por unanimidade a mudança na denominação de Flamengo Esporte Clube para CRUZEIRO ESPORTE CLUBE.

As cores da nova associação passaram a ser azul e branca e o uniforme semelhante ao do Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG).

Entre o processo de aguardar o expediente com a autorização da Federação e após o devido registro em cartório, o clube continuou disputando o campeonato com o
nome de Flamengo.

O primeiro jogo com o nome de Cruzeiro somente aconteceu em 29 de agosto de 1976, diante do Grêmio Brasiliense, já pelo terceiro turno do campeonato daquele ano. Derrota de 2 x 1, com Zé Carlos marcando o gol cruzeirense.

Somando os pontos dos três turnos do campeonato, o agora Cruzeiro terminou na última colocação. Foram 14 jogos, uma vitória, dois empates e onze derrotas. Marcou sete gols e sofreu 29. Como consolo, foi campeão da Taça Disciplina de 1976, com 89 pontos negativos.

O Cruzeiro melhorou bastante o seu rendimento em 1977. Na primeira competição oficial do ano, o Torneio Imprensa, emplacou três vitórias seguidas (3 x 1 Gama, 2 x 1 Canarinho e 3 x 1 Demabra) para depois não vencer mais. Além desses resultados, conseguiu um honroso empate com o poderoso Brasília (que se sagrou campeão do torneio). Chegou em quarto lugar no torneio, somente um ponto atrás dos segundos colocados Canarinho e Corinthians. Nos oito jogos que disputou, obteve três vitórias, três empates e duas derrotas. Marcou dez gols e sofreu 9.

Um dos jogadores que mais chamava a atenção no Flamengo era o goleiro Cacalo, com suas roupas extravagantes (bermudas berrantes, boné e gravata), espelhando-se no seu ídolo, o goleiro argentino Miguel Angel Ortiz, na época defendendo o Atlético Mineiro.

Se a parte técnica deu sinais de melhoria, o mesmo não aconteceu com a administrativa. Por vários motivos, expostos adiante, o Cruzeiro não disputou o campeonato de 1977.

Para piorar ainda mais a situação caótica em que se encontrava, em 18 de novembro de 1977, o maior incentivador do Flamengo/Cruzeiro, o sargento Armando Ribamar de Carvalho, renunciou à Presidência do clube.

Dentre outras coisas, alegou falta de apoio dos diretores do Cruzeiro (afirmando que houve deserção total), a falta de respaldo financeiro e o desinteresse dos moradores da cidade-satélite. Além disso, tinha que pagar as dívidas que foram feitas em seu nome. O Cruzeiro tornou-se o maior devedor da Federação, acumulando dívidas de mais de Cr$ 30.000,00.

Logo depois, Armando tomou posse como 2º Vice-Presidente da Desportiva Bandeirante.

O Cruzeiro encerrou suas atividades em 1978.

Colaboração: Marcus Amorim.

 

 

Caríssimos,

Na busca por novas matérias e novas pesquisas para serem postadas no blog Almanaque do Futebol Brasiliense, encontrei num cartório de Brasília um papel timbrado com o escudo do Piloto Atlético Clube, que estou disponibilizando aos amigos do História do Futebol, bem como um pequeno histórico.

Quero deixar registrado o meu muito obrigado ao Marcus Amorim, que redesenhou o escudo.

PILOTO ATLÉTICO CLUBE

O Piloto Atlético Clube foi fundado em 25 de agosto de 1967, após reunião realizada na sala nº 703, no 7º andar do Edifício Seguradoras – IRB, da qual participaram 27 pessoas.

Sua primeira diretoria foi assim formada: Presidente – Carlos Adalberto Estuqui; Vice-Presidente – Idílio Lóss; Secretário – Renato Antônio Maia; Vice-Secretário – José Eduardo Perdigão da Cunha; Tesoureiro – Lacir Evander Coutinho; Vice-Tesoureiro – Márcio Cyrne de Macedo; Diretor de Esportes – Sirineu Lasmar de Melo; Diretor Social – Dirceu Ramos da Silva; Diretor de Patrimônio – Martiniano Alves Coelho; Diretor Técnico – Alício Santos. Suplentes da Diretoria – Carmelito Cardoso da Silva, Luiz Araújo de Souza, José Gonçalves Ribeiro Filho, Hilton Ladislau de Moura e José Paulino da Silva.

Depois de efetivarem a composição do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, foram definidas que as cores cinza e branca seriam as oficiais do clube, a figurarem em bandeiras, flâmulas, uniformes e em todos os papéis do clube.

Embora fundado na vigência do profissionalismo, só disputou campeonatos amadores até filiar-se à Federação Desportiva de Brasília em 1969, quando tomou parte do campeonato daquele ano.

Seu começo foi animador. Em sua primeira participação oficial, no dia 20 de abril de 1969, no Estádio Pelezão, com arbitragem de Silvio Fernandes, venceu o Atlas por 7 x 0. Magno (2), Melinho (2), Lula, Orlando e Paulo Roberto (contra) marcaram os gols do Piloto. Aplicou outra goleada no dia 26 de abril, desta vez sobre o Alvorada, por 4 x 0. Empatou em 0 x 0 com o Serviço Gráfico em 4 de maio, venceu o Unidos de Sobradinho por 2 x 1 (11.05) e conheceu sua primeira derrota em 18 de maio, diante do Rabello (3 x 2).

No total, no primeiro turno, foram 10 jogos. Ficou em quinto lugar no Grupo A, o que lhe deu o direito de passar para a Fase Final, que reuniria doze clubes (os seis primeiros colocados de cada grupo).

Também começou bem a Fase Final, com vitórias sobre dois fortes times de Taguatinga: 3 x 2 no Flamengo e 1 x 0 no Brasília. Depois disso, perdeu mais do que ganhou e ficou com a oitava colocação. Foram onze jogos, com cinco vitórias, um empate e cinco derrotas. Marcou 14 gols e sofreu 19. Defenderam o Piloto os goleiros Moacir e Marcinho; os zagueiros Orlando, Moacir II, Walmar, Délio, Japão, Afonsinho, Maruim e Jackson e os atacantes Sabino, Melinho, Tote, Baixinho, Lula, Irineu, Borales, Alemão, Magno e Sinval.

Foi muito mal nas duas competições oficiais que disputou em 1970. Na primeira, o Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, com oito equipes participando, ficou com a sétima colocação. Nos sete jogos que disputou, venceu apenas um, empatou dois e perdeu quatro. Foram oito gols a favor e treze contra. Também não foi nada bem no campeonato oficial de 1970, disputado por dez equipes, quando chegou na oitava colocação, não se classificando para disputar a Fase Final (somente os seis primeiros colocados a disputaram). Com apenas duas vitórias e três empates nos seus 9 jogos, somou sete pontos. Seu artilheiro foi Paulinho, com cinco gols.

Como curiosidade, registramos que o primeiro jogo na Loteria Esportiva envolvendo clubes de Brasília aconteceu no Concurso Teste nº 16, com jogos nos dias 19 e 20 de setembro de 1970. Neste jogo, o Piloto perdeu para o Planalto, por 2 x 1. Coluna 2!

Em 1971, quase chegou ao fundo do poço. Novamente foi muito mal no Torneio Governador do Distrito Federal, chegando ao ponto máximo de ser penalizado com a perda de pontos em alguns jogos por não estar em dia com os “cofres” da Federação Desportiva de Brasília. Ficou com a nona posição, na frente apenas de Coenge e CSU, que desistiram do campeonato antes do seu término. Seu último jogo aconteceu em 9 de maio de 1971, com vitória de 2 x 1 sobre o Gaminha, pelo Torneio Candango, no campo da Cultural Mariana, no Gama, com arbitragem de Amauri de Barros. Itamar e Zé Grilo marcaram para o Piloto e Chiquinho para o Gaminha. Três dias depois (12.05.1971), o Piloto encaminhou ofício a Federação Desportiva de Brasília solicitando dispensa da participação nos três últimos jogos do Torneio Candango. Apesar de ter a solicitação indeferida, ainda assim não compareceu aos jogos.

A situação ficou tão crítica que nem se inscreveu para participar do campeonato de 1971. Retornou em 1972, quando tentou montar um bom time com as contratações de jogadores veteranos, como o goleiro Matil e o ponteiro Manoelzinho (ambos ex-Civilsan), e jovens promessas, como Péricles de Carvalho (ex-Defelê). Chegou na quarta colocação, com a seguinte campanha: 12 jogos, 4 vitórias, 4 empates e 4 derrotas. Marcou 13 gols e sofreu 16. Totalizou 12 pontos ganhos. Sete equipes participaram desse campeonato, vencido pela A. A. Serviço Gráfico. Péricles foi o artilheiro do time com 4 gols. Como consolo, ganhou a Taça Disciplina, com 11 pontos negativos. Defenderam o Piloto em 1972 os seguintes jogadores: Goleiros: Bonomo, Toninho, Matil, Waldemar e Ernani; Defensores: Célio, Walter, Junior, Quarenta, Lima, Amaury e Piau; Atacantes: Manoelzinho, Paiva, Sabará, Heitor, Paulinho, Valdecy, Tião, Péricles, Zé Grilo e Zequinha. O treinador era Didi de Carvalho.

Quando se esperava por um equilíbrio, isso não aconteceu. Em 1973, chegou a se inscrever no campeonato, mas depois desistiu, antes do seu início (em 25 de agosto de 1973). Desfiliou-se neste mesmo ano, segundo algumas fontes após perder o apoio da TCB – Transportes Coletivos de Brasília, empresa estatal de transportes do Governo do Distrito Federal.

 

Este é a equipe do Luziania FC – Vice campeão Brasiliense da segundona de 1963, a escalação era:

Gato, Coquinho, Tiãozinho, Felipe e Hermes, Evaldo, Toco e Francisco, Bubu, Invasão e Carlos, ainda na foto o Presidente Francisco das Chagas e a rainha do club Rosita Roriz.

José CARLOS Zampietro o ponta esquerda que esta proximo ao presidente (camisa escura) no centro da foto é meu tio, que foi bom de bola. Foto ineditíssima. Arquivo pessoal.

luziania-1963-vicecampeao

 

 

Depois que vi surgirem blogs especializados no futebol de outros Estados do Brasil, principalmente o “Baú Velho”, muito bem administrado por meu amigo amazonense Carlos Zamith, passei a pensar em fazer algo semelhante em relação ao futebol de Brasília.

Neste novo blog, tentarei divulgar um pouco mais da história do futebol de Brasília, iniciada bem antes da inauguração da nova Capital do Brasil, em abril de 1960. Seus clubes, seus craques, dirigentes, jogos históricos, fatos e fotos, principais acontecimentos que fizeram Brasília vibrar com o futebol!

A maior parte do material a ser disponibilizado neste blog vem de uma grande pesquisa que fiz, por vários anos, em centros de documentação de jornais, bibliotecas e até mesmo entrevistando ex-jogadores e ex-dirigentes, conseguindo reunir vasto material histórico. Talvez o lógico fosse guardar todo esse material para, um dia quem sabe, editar um livro. Mas os anos se passaram e nunca houve interesse das entidades oficiais e muito menos de alguém querendo ajudar nas despesas de publicação da obra.

Para não ficar mais alguns anos com essas informações escondidas dentro de armários empoeirados, resolvi lançar o blog.

Não precisa dizer que conto com a colaboração de todos os amigos que aprenderam a gostar do futebol de Brasília, enviando comentários e críticas construtivas.

A partir de amanhã, estarei colocando as postagens.

O endereço é o seguinte:

http://historiafutebolbrasiliense.blogspot.com/

 

Caros,

Segue o escudo da Associação Atlética Guanabara, de Brasília (DF). O mesmo foi tirado de uma faixa de campeão de um ex-jogador do clube.

Guanabara_1

 

Rabello+-+DFCaros,

A fim de esclarecer uma dúvida surgida na semana passada, publico o escudo oficial do Rabello, de Brasília.

A próxima dúvida a ser esclarecida será a do escudo do Guanabara.

TIREI DO VIDEO..EDU

rabello

 

E este eu tirei da faixa de campeão de um ex-jogador do Rabello. Por enquanto, vai perdurar a dúvida se as letras de cima eram vermelhas ou pretas.

Digitalizar0019

 

BRA-DF-GUANABARA 

 

Foi publicado no Blog do Roberto Saraiva o escudo da Associação Atlética Guanabara / DF, que disputou vários campeonatos de Brasília, e foi campeão de 1964 pelo Departamento dos Clubes Amadores, indicado pela Federação Desportiva de Brasília a disputar a Taça Brasil de 1965. Também foi campeão deste mesmo campeonato em 1966.

Publicou também o escudo do Rabello Futebol Clube, agora em preto e branco, como era seu uniforme, existe outro escudo do Rabello em amarelo e vermelho como um logo da construtora que lhe empresta o nome. Roberto cita sua fonte: Virginio Antônio Saldanha.

Assim, com a publicação do Auriel do A. E. Eletrovapo, creio que, agora com a publicação do Roberto Saraiva, fonte Virginio Antônio Saldanha, completa-se a publicação de todos os escudos dos participantes da Taça Brasil, de 1959 a 1968, que é reconhecida como título brasileiro.

O Santos de Pelé foi o grande vencedor, com 5 Taças/Títulos brasileiros, 2 para o Palmeiras de Ademir e Dudu, 1 para o Cruzeiro de Dirceu Lopes e Tostão, 1 para o Bahia de Alencar e Leo, e 1 para o Botafogo de Afonsinho e Paulo Cesar.

 Foram 80 participantes, nos 10 anos de disputa:

1.Grêmio de Football Portoalegrense, Porto Alegre,RS

2. Sport Club Internacional, Porto Alegre,RS

3. Hercílio Luz Futebol Clube, Tubarão,SC

4. Paula Ramos Esporte Clube, Florianópolis,SC

5. Esporte Clube Metropol, Criciúma,SC

6. Gremio Esportivo Olímpico, Blumenau,SC

7. Esporte Clube Internacional, Lages,SC

8. Sociedade Esportiva e Recreativa Perdigão,Videira,SC

9. Clube Atlético Paranaense, Curitiba,PR

10.Coritiba Football Club, Curitiba,PR

11. Esporte Clube Comercial, Cornélio Procópio,PR

12. Londrina Esporte Clube, Londrina,PR

13. Grêmio Esportivo Maringá, Maringá,PR

14. Clube Atlético Ferroviário, Curitiba,PR

15. Esporte Clube Água Verde, Curitiba,PR

16. Santos Futebol Clube, Santos,SP

17. Sociedade Esportiva Palmeiras, São Paulo,SP

18. Clube de Regatas Vasco da Gama, Rio de Janeiro,GB

19. Fluminense Futebol Clube, Rio de Janeiro,GB

20. América Futebol Clube, Rio de Janeiro,GB

21. Botafogo de Futebol e Regatas, Rio de Janeiro ,GB

22. Clube de Regatas Flamengo, Rio de Janeiro,GB

23. Manufatora Atlético Clube, Niterói ,RJ

24. Fonseca Futebol Clube, Niteroí,RJ

25. Clube Esportivo Rio Branco, Campos,RJ

26. Goytacaz Futebol Clube, Campos,RJ

27. Associação Esportiva Eletrovapo, Niteroí,RJ

28. Americano Futebol Clube, Campos,RJ

29. Rio Branco Atlético Clube, Vitória ,ES

30.Santo Antônio Futebol Clube, Vitória ,ES

31. Associação Desportiva Ferroviária, Vitória ,ES

32. Clube Atlético Mineiro, Belo Horizonte ,MG

33. Cruzeiro Esporte Clube, Belo Horizonte ,MG

34. Esporte Clube Siderúrgica, Sabará ,MG

35. Clube Esportivo Operário, Várzea Grande,MT

36. Vila Nova Futebol Clube, Goiânia,GO

37. Atlético Clube Goianiense, Goiânia,GO

38. Anápolis Futebol Clube, Goiânia,GO

39. Goiás Esporte Clube, Goiânia,GO

40. Defelê Futebol Clube, Brasília,DF

41. Associação Atlética Cruzeiro do Sul, Brasília,DF

42. Associação Atlética Guanabara, Brasília,DF

43. Rabello Futebol Clube, Brasília,DF

44. Esporte Clube Bahia, Salvador,BA

45. Fluminense Futebol Clube, Feira de Santana,BA

46. Esporte Clube Vitória, Salvador,BA

47. Associação Desportiva Leônico, Salvador,BA

48. Esporte Clube Santa Cruz , Estância,SE

49. Club Sportivo Sergipe, Aracaju,SE

50. Associação Desportiva Confiança, Aracaju,SE

51. América Futebol Clube, Propriá,SE

52. Centro Sportivo Alagoano - CSA, Maceió,AL

53. Centro Sportivo Capelense, Capela,AL

54. Clube de Regatas Brasil – CRB, Maceió,AL

55. Sport Club do Recife, Recife ,PE

56. Santa Cruz Futebol Clube, Recife ,PE

57. Clube Náutico Capibaribe, Recife ,PE

58. Auto Esporte Clube, João Pessoa,PB

59. Estrela do Mar Esporte clube, João Pessoa,PB

60. Campinense Clube, Campina Grande,PB

61. Treze Futebol Clube, Campina Grande,PB

62. ABC Futebol Clube, Natal ,RN

63. Alecrim Futebol Clube, Natal ,RN

64. América Futebol Clube, Natal ,RN

65. Ceará Sporting Club, Fortaleza,CE

66. Fortaleza Esporte Clube, Fortaleza,CE

67. América Futebol Clube, Fortaleza,CE

68. River Atlético Clube, Teresina,PI

69. Esporte Clube Flamengo, Teresina,PI

70. Piauí Esporte Clube, Teresina,PI

71. Ferroviário Esporte Clube, São Luís,MA

72. Moto Clube, São Luís,MA

73. Sampaio Corrêa Futebol Clube, São Luís,MA

74. Maranhão Atlético Clube, São Luís,MA

75. Tuna Luso Brasileira, Belém ,PA

76. Paysandu Sport Club, Belém,PA

77. Clube do Remo, Belém,PA

78. Nacional Futebol Clube, Manaus,AM

79. Atlético Rio Negro Clube, Manaus,AM

80. Olímpico Clube, Manaus,AM

Fontes: RSSSF e Blog Clubes do Mundo, do Roberto Saraiva.

Guanabara_1

Escudo correto da Associação Atlética Guanabara publicado pelo Jose Ricardo Almeida

 

Prezados, segue abaixo o escudo do Bolamense FC, sucessor da Associação Desportiva e Recreativa RENOVO SPORTING CLUBE DE BRASILIA-DF, esta, por sua vez, sucessora da Associação Desportiva Armageddon fundada em 10 de abril de 1999, Brasília – DF.

Fonte: Site do Clube ( http://www.bolamensefutebolclube.com.br )

bolamense

Link com mais informações em  http://www.bolamensefutebolclube.com.br/historia

 

A Federação Brasiliense de Futebol divulgou, nesta quinta-feira (01), a tabela da décima quarta edição da Série B do Campeonato Brasiliense, que tem início no dia 21 de agosto. Oito equipes estarão no páreo por duas vagas na primeira divisão do futebol local no ano de 2011.

O Brazlândia, rebaixado da Série A do ano passado fará companhia ao Bolamense, antigo Renovo. A vaga seria do Legião, mas a equipe apresentou à FBF uma carta, desistindo da competição. Assim, o terceiro colocado do ano passado assumiu a vaga. Outro time que não participará do campeonato deste ano é o Brazsat, que cederá a vaga ao Paranoá, quarto lugar da Série C 2009.

As outras cinco equipes que participarão da Série B são o Formosa Esporte-GO, o Cruzeiro, o Unaí-MG, o Capital/Católica e o CFZ Brasília. De acordo com o vice-presidente da Federação Brasiliense, Paulo Araújo, apesar de quatro equipes terem subido para a segunda divisão, a terceirona irá acontecer este ano: “Ainda é muito cedo para falarmos sobre a Série C, mas a terceira divisão acontecerá sem dúvida este ano”, afirmou.

A fórmula de disputa será a mesma do último campeonato, já que, segundo o Estatuto do Torcedor Brasileiro, a fórmula dos campeonatos só pode ser alterada a cada dois anos. As oito equipes jogarão entre si, em partidas apenas de ida. Os quatro primeiros se classificam para as semifinais, que serão disputadas em jogos de ida e volta. Os dois vencedores fazem a final em jogo único, além de garantirem a vaga para a Série A de 2011. Os dois piores cairão para a Terceirona do ano que vem.

Confira a tabela da primeira rodada da Série B do Campeonato Brasiliense:

21/08 – 15:30: Cruzeiro x CFZ Brasília – Francisco Pires (Cruzeiro)
22/08 – 15:30: Formosa Esporte x Brazlândia – Diogão (Formosa/GO)
22/08 – 15:30: Paranoá x Bolamense – JK (Paranoá)
22/08 – 15:30: Unaí x Capital/Católica – Adonir Guimarães (Planaltina)

Fonte:  http://www.clubedoesportedf.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1543

Por Rener Lopes   em 02/Jul/2010 às 14:45

 

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A SE Ceilandense firmou uma parceria com o Atlético Goianiense.

Com isso o clube passa a denominar-se Sociedade Atlético Ceilandense, suas cores passam a ser vermelho e preto (igual ao Atlético-GO), seu mascote passa a ser o Dragão (era a Arara). O escudo segue abaixo.

Fonte: Federação

Atual
[img:ceilandense.JPG,thumb,vazio]

Antigo
[img:Ceilandense_DFBR_1_.gif,full,vazio]

 

Participantes
Bandeirante (Clube Atlético Bandeirante) – Brasília
Bosque Formosa (Bosque Formosa Esporte Clube) – Formosa
Capital (Capital Clube de Futebol) – Guará
Paranoá (Paranoá Esporte Clube) – Paranoá
Planaltina (Associação Recreativa Planaltina Atlético Clube) -
Renovo (Renovo Sporting Clube) – Samambaia
Sobradinho (Sobradinho Esporte Clube) – Sobradinho

1ª Fase

03/10/2009 – 1ª Rodada
Sobradinho 0×1 Planaltina

04/10/2009 – 1ª Rodada
Bosque Formosa 1×0 Renovo
Paranoá 0×6 Capital

10/10/2009 – 2ª Rodada
Planaltina 2×0 Bosque Formosa

11/10/2009 – 2ª Rodada
Capital 1×1 Bandeirante
Renovo 1×0 Paranoá

17/10/2009 – 3ª Rodada
Bandeirante 1×2 Paranoá

18/10/2009 – 3ª Rodada
Renovo 1×0 Capital
Bosque Formosa 1×0 Sobradinho

24/10/2009 – 4ª Rodada
Paranoá 2×1 Planaltina
Sobradinho 2×1 Bandeirante

25/10/2009 – 4ª Rodada
Capital 3×2 Bosque Formosa

31/10/2009 – 5ª Rodada
Sobradinho 1×0 Renovo
Planaltina 1×1 Bandeirante

01/11/2009 – 5ª Rodada
Bosque Formosa 1×0 Paranoá

07/11/2009 – 6ª Rodada
Paranoá 2×1 Sobradinho
Planaltina 1×2 Capital
Bandeirante 0×3 Renovo

14/11/2009 – 7ª Rodada
Bandeirante 0×5 Bosque Formosa
Renovo 1×0 Planaltina
Capital 3×1 Sobradinho

Classificação
Equipe PTS J V E D GP GC SG MPTS
1.Capital 13 6 4 1 1 15 6 9 2,167
2.Bosque Formosa 12 6 4 0 2 10 5 5 2,000
3.Renovo 12 6 4 0 2 6 2 4 2,000
4.Paranoá 9 6 3 0 3 6 11 -5 1,500
5.Planaltina 7 6 2 1 3 6 6 0 1,167
6.Sobradinho 6 6 2 0 4 5 8 -3 1,000
7.Bandeirante 2 6 0 2 4 4 14 -10 0,333

2ª Fase – Semifinal

21/11/2009 – Ida
Paranoá 0×4 Capital
Renovo 0×1 Bosque Formosa

28/11/2009 – Volta
Capital 5×4 Paranoá
Bosque Formosa 0×0 Renovo

3ª Fase – Final

05/12/2009 – Jogo Único
Capital 3×3 Bosque Formosa

Artilheiro
Wellington Dias (Capital) 4 gols

Campeão
Capital campeão do Campeonato Brasiliense – 3ª Divisão 2009

Classificação Final
1.Capital
2.Bosque Formosa
3.Renovo
4.Paranoá
5.Planaltina
6.Sobradinho
7.Bandeirante

Pontuação Final
Equipe PTS J V E D GP GC SG MPTS
1.Capital 20 9 6 2 1 27 13 14 2,222
2.Bosque Formosa 17 9 5 2 2 14 8 6 1,889
3.Renovo 13 8 4 1 3 6 3 3 1,625
4.Paranoá 9 8 3 0 5 10 20 -10 1,125
5.Planaltina 7 6 2 1 3 6 6 0 1,167
6.Sobradinho 6 6 2 0 4 5 8 -3 1,000
7.Bandeirante 2 6 0 2 4 4 14 -10 0,333

 

Não sei se algum colega já postou, mas aí vai o escudo da filial do Botafogo em Brasília, onde o Túlio Maravilha está jogando e aproximando dos 900 gols, graças aos amistosos que o clube tem feito ultimamente. Só nos últimos 7 dias foram 3, com 4 gols do atacante.

24/09 3-1 Capital-DF (1)
26/09 2-0 Cristalina-GO (2)
29/09 4-1 Monte Cristo-GO (1)

[img:botafogo_df.jpg,full,vazio]

Obs: aparentemente na camisa do clube não aparece a sigla DF, não sei se este é o escudo oficial, mas está lá no site ( http://www.botafogo-df.com.br )

fonte: site do clube

 

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Clubes participantes: Brazsat, CEG/Botafogo-DF, Ceilandense, CFZ, Cruzeiro, Samambaia, Santa Maria e Unaí

- O campeonato terá início em 15 de agosto e término em 18 de outubro e será disputado em três fases, respeitados, em cada uma das fazes, os critérios de desempate estabelecidos no regulamento.

- Na primeira fase os 08 (oito) clubes participantes jogaram todos contra todos em turno único, num total de 07 (sete) rodadas, classificando-se para a segunda fase os 04 (quatro) clubes com o maior número de pontos ganhos nesta fase. Os 02 (dois) clubes que tiverem o menor número de pontos ganhos nesta fase serão rebaixados para a terceira divisão de 2010.

- Na fase Semifinal, os confrontos são: 1º colocado x 4º colocado e 2º colocado x 3º colocado, com jogos de ida e volta, sendo o jogo de volta no estádio dos primeiros e segundos colocados. Em caso de empate ao final dos confrontos, o clube com melhor índice técnico na primeira fase irá ára a final. Em caso de vitória alternada, prevalecerá o saldo de gols só desta fase.

- Na Final será em jogo único com os vencedores das semifinais. Campeã e Vice Campeã do 13º Campeonato Brasiliense de Futebol Profissional da 2ª Divisão de 2009 ascenderão a 1ª Divisão de 2010.

fonte esporte candango

 

[img:glorioso.jpg,full,vazio]

O Botafogo/DF foi apresentado na manhã desta quarta-feira 15 DE JULHO DE 2009, no Centro de Convenções Brasil XXI. O time nasceu de uma parceria entre o Botafogo/RJ e a Brasilia Holding. Assim, originaram o Clube Empresa Botafogo do Distrito Federal. O time substituirá o Esportivo Guará na Segunda Divisão do Campeonato Brasiliense, que começa no próximo dia 15 de agosto. Na equipe, estão rostos conhecidos dos torcedores candangos, como o lateral Amaral (ex Brasília) e o goleiro Donizete (ex Brasiliense e Gama). O treinador será o experiente Marquinhos Bahia, que teve passagem pelo Brasília.

Donizete falou sobre a parceria que foi formada e elogiou a empreitada. “É um projeto arrojado. Aqui em Brasília, só um ou dois clubes tem essa estrutura. Esperamos poder ajudar o Botafogo a ter sucesso na Segundona do Candangão”, afirmou. O presidente Walter Teodoro comentou sobre as contratações para o novo time: “Serão ao todo 32 jogadores. Dezessete já foram contratados, mais cinco estão para acertar e dez virão do Rio de Janeiro. Nós queremos um time que respeite aos outros e que não seja milionário”, informou.

Quem também esteve presente no evento foi o ex-goleiro Wagner, titular do time da Estrela Solitária no título Brasileiro de 1995, e comentou sobre os benefícios da vinda do Botafogo para Brasília: “É uma parceria em que todos sairão ganhando. Quem sabe, daqui não saiam outros Garrinchas. Aqui temos talentos escondidos e a gente não sabe. Precisamos descobrir onde estão”, ressaltou.

A diretoria é composta pelo presidente Walter Teodoro e os vice-presidentes Glauco Guimarães e Armando Assumpção. O Botafogo original pretende ampliar o modelo de parceria para mais dois ou três estados brasileiros.

O vice-presidente do Botafogo/RJ, Cláudio Good, pediu o apoio dos torcedores nas partidas: “Sem vocês somos nada. Apóiem o Botafogo onde ele estiver”, falou. Cerca de 30 torcedores de uma organizada do Botafogo compareceram ao lançamento do novo clube. Os jogos do Botafogo/DF acontecerão no estádio do CAVE, no Guará.

O projeto Botafogo/DF será dividido em três partes: a primeira delas é o time que disputa a Série B de Brasília. A segunda é o Centro de Excelência e a terceira é o Projeto Social Estrela Solidária.

O Centro de Excelência será feito na unidade do Recanto das Emas, da faculdade Unisaber (antiga Faculdade da Terra – FTB) . No local, serão construídos campos de futebol, alojamento para jogadores, academias, salas de preparação física, atendimento odontológico, entre outros benefícios. Os atletas que não terminaram o ensino médio ou superior poderão terminar seus estudos na instituição e os próprios alunos da escola poderão utilizar as mesmas instalações dos jogadores.

Já o projeto Estrela Solidária também será realizado no Recanto das Emas, mas suas bases de atuação ainda não foram definidas.

FONTE BLOG DO RENER LOPES

jul 202009
 

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jan 152009
 

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[img:ceilandia_1.jpg,full,centralizado]
Ceilândia Esporte Clube surgiu a partir do Dom Bosco Esporte Clube. O Dom Bosco Esporte Clube foi fundado em 1963 por Francisco da Silva, o “Seu Chicão”, atual mordomo do Ceilândia, e sua esposa, ainda na antiga Vila do IAPI, onde hoje estão as quadras 3 e 5 do Setor de Mansões do Park Way, área nobre do Distrito Federal.
Em 1971, o governador do Distrito Federal, Hélio Prates da Silveira criou a Companhia de Erradicação de Invasões, com o propósito de retirar aqueles que chamavam de invasores da região nobre de Brasília, muitos deles pioneiros da construção da nova Capital. Dizem que o governador sentia-se deprimido ao ver aquelas favelas tão próximas do circulo do poder. Como o novo povoado foi organizado pela CEI (Companhia de Erradicação de Invasões), estava criada que foi pejorativamente denominado de CEI-lândia, vinculado à Administração Regional de Taguatinga. Não foram sómente moradores do IAPI que foram removidos para Ceilândia. Para cá também vieram pessoas da Vila Tenório, Bernardo Sayão e Querosene.

O Dom Bosco rapidamente firmou-se como um dos maiores times da Cidade, disputando a hegemonia com o Juventude Atlético Clube, Grêmio, Brasília e Juventus.
O futebol do Distrito Federal começou a se profissionalizar novamente a partir da criação do CEUB. Nos anos que se seguiram, o Campineira foi a base do Sobradinho, o Pioneira deu origem ao Taguatinga, mas Ceilândia continuava de fora.
Em 1977 surgiram as primeiras tentativas no sentido de profissionalizar o Dom Bosco.
Finalmente, em 27 de março de 1978, o Dom Bosco foi registrado. Até então o time existia apenas de fato.

[img:Gato_preto.gif,full,centralizado]
Por sugestão da atual Deputada Maria de Lourdes Abadia e então recém nomeada Administradora sugeriu-se que o nome do time mudasse, guardando as cores preto e branco do Dom Bosco, mas trocando o escudo com uma águia estilizada por uma imagem estilizada da caixa d´água da cidade, símbolo da cidade.
Foi assim que, em 23 de agosto de 1979, o estatuto do time foi alterado mudando o nome de Dom Bosco Esporte Clube para Ceilândia Esporte Clube.

A primeira partida profissional do Ceilândia Esporte Clube foi disputada ainda em 1979, diante do então time mais importante do Distrito Federal: o Brasília.

Numa quente tarde de sábado o Ceilândia fez uma boa partida, mas perdeu por 2 x 1. Risadinha (foto) fez o primeiro gol do Ceilândia.

Ceilândia somente chegou a condição de Região Administrativa, independente de Taguatinga, em 25 de outubro de 1989.

Fonte:Ceilandia net

 

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Sobem Santa Maria e Brasília

Participantes
Bandeirante (Clube Atlético Bandeirante) – Brasília
Bosque Formosa (Bosque Formosa Esporte Clube) – Formosa
Brasília (Brasília Futebol Clube) – Brasília
Planaltina (Sociedade Esportiva Planaltina) – Planaltina de Goiás
Recanto (Recanto Esporte Clube) – Recanto das Emas
Santa Maria (Sociedade Esportiva Santa Maria) – Brasília
Sobradinho (Sobradinho Esporte Clube) – Sobradinho

1ª Fase

20/10/2007 – 1ª Rodada
Sobradinho 1×1 Planaltina

24/10/2007 – 1ª Rodada
Bandeirante 1×1 Santa Maria
Brasília 3×1 Bosque Formosa

27/10/2007 – 2ª Rodada
Recanto 2×0 Sobradinho

28/10/2007 – 2ª Rodada
Santa Maria 0×2 Brasília
Bosque Formosa 0×1 Bandeirante

02/11/2007 – 3ª Rodada
Sobradinho 2×6 Santa Maria

03/11/2007 – 3ª Rodada
Bandeirante 1×0 Recanto

04/11/2007 – 3ª Rodada
Planaltina 2×1 Bosque Formosa

08/11/2007 – 4ª Rodada
Santa Maria 7×1 Planaltina

10/11/2007 – 4ª Rodada
Brasília 1×0 Bandeirante

11/11/2007 – 4ª Rodada
Bosque Formosa 0×0 Recanto

17/11/2007 – 5ª Rodada
Recanto 0×4 Brasília
Planaltina 4×2 Bandeirante

18/11/2007 – 5ª Rodada
Bosque Formosa 2×0 Sobradinho

21/11/2007 – 6ª Rodada
Sobradinho 0×2 Brasília

23/11/2007 – 6ª Rodada
Santa Maria 1×0 Bosque Formosa

25/11/2007 – 6ª Rodada
Planaltina 0×1 Recanto

28/11/2007 – 7ª Rodada
Recanto 1×4 Santa Maria
Bandeirante 2×1 Sobradinho
Brasília 4×1 Planaltina

Classificação
Equipe PTS J V E D GP GC SG MPTS
1.Brasília 18 6 6 0 0 16 2 14 3,000
2.Santa Maria 13 6 4 1 1 19 7 12 2,167
3.Bandeirante 10 6 3 1 2 7 7 0 1,667
4.Recanto 7 6 2 1 3 4 9 -5 1,167
5.Planaltina 7 6 2 1 3 9 16 -7 1,167
6.Bosque Formosa 4 6 1 1 4 4 7 -3 0,667
7.Sobradinho 1 6 0 1 5 4 15 -11 0,167

2ª Fase – Final

02/12/2007 – Jogo Único
Brasília 1×3 Santa Maria

Artilheiro
Geraldo (Santa Maria) 7 gols

 

Terminada a série B do Campeonato Brasileiro e diante das campanhas pífias dos times de Brasília na competição resta, agora, esperar o Candangão 2008. A competição tem tudo para ser uma das mais disputadas da história esportiva da cidade. Isso por conta da ascensão dos recém chegados Brazlândia e Legião, que somados aos tradicionais Gama e Brasiliense deverão protagonizar belos jogos para o torcedor de Brasília.

Além desses quatro clubes, completam o torneio as equipes do Ceilândia, o Unaí, o D. Pedro e o Esportivo Guará – que será um dos representantes do DF na Copa do Brasil do ano que vem, já que foi o vice-campeão candango de 2007.

A competição de 2008 terá os mesmos moldes da deste ano. Oito clubes se enfrentam em turno e returno em sistema de pontos corridos, o time que alcançar o maior número de pontos será o grande campeão. Os dois últimos colocados serão rebaixados, estarão classificados para a Copa do Brasil o campeão e o vice. Para série C estarão classificados os dois melhores, fora Gama e Brasiliense – por já estarem garantidos na série B.

Futebol Brasilia

 

BRASILIENSE 2007
CE GUARÁ 2007
CEILANDIA EC 2007
EC DOMPEDRO II 2007
SE GAMA 2007
PARANOÁ EC 2007
AA LUZIÂNIA 2007
SE UNAÍ 2007
CAPITAL EC 2006
CFZ DF 2006
CR GUARÁ 2006
AD COMERCIAL BANDEIRANTE 2005
SOBRADINHO EC 2005
SE SANTA MARIA 2005
SE BRAZLÂNDIA 2004
ARUC 2003
BANDEIRANTE EC 2002
BRASILIA FC 2002
BOSQUE 2000
CEILANDENSE 1999
TAGUATINGA 1999
PLANALTINA 1998
BOTAFOGO SOBRADINHO 1997
FLAMENGO TIRADENTES 1996
SAMAMBAIA FC 1996
GE TIRADENTES 1995
CR VASCO DA GAMA 1984
AD BANDEIRANTE 1980
EC COMERCIAL PLANLATINA 1980
GREMIO BRASILIENSE 1978
EC CANARINHO 1977
CEUB 1976
FLAMENGO FC TAGUATINGA 1976
HUMAITA EC 1976
AA RELAÇÕES EXTERIORES 1975
CAMPINEIRA FC 1975
CLUBE SERVIDORES DA UNB 1975
EC GUADALAJARA CEILÂNDIA 1975
JAGUAR EC 1974
LUZIANIA EC 1974
PIONEIRA FC 1974
UNIDOS DO SOBRADINHO EC 1974
CA BRAZLÂNDIA 1973
EC SERVIÇO SOCIAL 1973
AMERICA FC SOBRADINHO 1973
AE CARIOCA 1973
AA SERVIÇO GRAFICO 1972
CA COLOMBO 1972
PILOTO AC 1972
COENGE FC 1970
DEFELE FC 1970
SE SERVENG CIVILSAN 1970
AA CULTURAL MARIANA GAMA 1969
AD TAGUATINGA 1969
ASS.PORTUGUESA DE BRASILIA 1969
ATLAS FC 1969
BRASILIA FC TAGUATINGA 1969
CFR ALVORADA 1969
CR FLAMENGO TAGUATINGA 1969
GUARANY FC 1969
LIBERDADE EC N.BANDEIRANTE 1969
META FC 1969
MINAS AC 1969
RABELLO FC 1969
SETOR AUTOMOBILISTICO EC 1969
UNIÃO EC 1969
VILA MATIAS EC 1969
AE CRUZEIRO DO SUL 1968
PEDERNEIRAS EC 1966
1°DE MAIO EC 1964
AA GUANABARA 1964
CENTRAL CLUBE NACIONAL 1964
DINAMO FR 1964
AE PRESIDENCIA 1962
AE EDILSON MOTA 1960
BRASIL CENTRAL AC 1960
CONSISPA EC 1960
EC INDUSTRIAL 1960
EC REAL 1960
EXPANSÃO EC 1960
ASSIBAN 1959
AAB 1959
AA BRASILIA PALACE 1959
AA KOSMOS 1959
AE EBE 1959
BRASIL EC 1959
EC RADIUM 1959
IPASE 1959
NOVO HORIZONTE AC 1959
PACHECO FERNANDO DANTAS FC 1959

 

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SEGUNDONA

LEGIÃO DE CRAQUES
SOCIEDADE ESPORTIVA BRAZLANDIA
CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL
FUTEBOL CLUBE SAMAMBAIA
CRUZEIRO FUTEBOL CLUBE
SOCIEDADE ESPORTIVA CEILANDENSE
CFZ DE BSB/S ESPORTIVA
ADA METROPOLITANA – RENOVO
CLUBE DE REGATAS GUARA

TERCEIRONA

BRASÍLIA
SOBRADINHO
BANDEIRANTE
SANTA MARIA
PLANALTINA/GO
BOSQUE/GO
RECANTO

 

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