Centro Sportivo Alagoano – C.S.A. – Maceió

 

Em pé, da esquerda para a direita: Espinosa, Dida, Valmir, Ricardo, Tadeu e Maurício.

Agachados, na mesma ordem: Jorge Siri, Valdecir, Djair, Soareste e Ênio.

 

Fonte: revista Placar

 

A Coligação Esportiva de Alagoas (CEA) foi fundada no dia 14 de março de 1927 e teve como seu primeiro presidente Otacílio Maia. Os clubes fundadores foram CSA. CRB. Vera Cruz. Tiradentes. Flamengo. Uruguai e Barroso.

Para a realização do primeiro campeonato oficial foram realizadas várias reuniões com os clubes interessados em discutir a organização de estatutos, tabelas e regulamentos. Ficou acertado que antes do campeonato teria um Torneio Início programado para o dis 17 de abril de 1927. Também ficou acertado que o campeonato teria seu início no dia 24 e o termino no dia 16 de outubro. O torneio Início foi realizado e o CSA foi o campeão. O clube recebeu o Troféu Mauricio & Cia., confeccionada no Rio de Janeiro.

Para o campeonato a CEA oficializou os campos da Pajuçara e Mutange para a realização dos jogos. Mas, as coisas não começaram bem. Mudaram a data do início, alteraram a tabela e os dirigentes não se entendiam. Logo no primeiro jogo, no dia 24 de abril, o jogo Barroso 2 x Uruguai 1, não terminou bem. O goleiro do Barroso deu em soco em um atacante do Uruguai e os jogadores brigaram com a intervenção da polícia. O campeonato estava programado para dois turnos. Depois de alguns jogos, muitos foram, fiaram desinteressados e abandonaram a competição. Por isso, o campeonato teve somente um turno. No último jogo, O CRB venceu o CSA por 2×0 e conquistou o primeiro título de campeão alagoano.

Ainda nesse ano de 1927, o presidente Otacílio Maia procurou entrar em entendimento com a Confederação Brasileira de Desportos, afim de filiar nossa entidade para disputar o campeonato brasileiro de seleções. O senhor Luiz Costa Filho, representante da CEA, no Rio de Janeiro, tratou de toda documentação para filiação da entidade. Aceita nossa inscrição, a CEA tratou de convocar os atletas que iriam defender Alagoas no campeonato brasileiro. Foram chamados os seguintes jogadores: Zébino. Xaxéo. Moacir. Marãozinho. Eraldo. Claudionor. Cavendisch. Odulfo. Onofre. Sergipe. Jacaré. Mimi. Geraldo. Artur Reis. Tininho. Ricardo. Mendes. Luiz. Gouveia. Paulo. Bráulio e Viana. A CBD programou para o dia 16 de outubro em São Januário, no Rio de Janeiro. O adversário dos alagoanos seria os paraenses. Como apoio do Governador Costa Rêgo, a delegação embarcou, no dia 5 de outubro, no navio Itaquatiá. No jogo, derrota para o Pará por 12 a 2.

Fonte: Arquivos de Lauthenay Perdigão

 
C.R.B. (MACEIÓ - AL) 6 X 1 GALÍCIA EC (SALVADOR - BA)

Data: 14 de setembro de 1947
Local: Pajuçara, em Maceió - AL
Árbitro: Waldomiro Brêda
Gols: Arédio aos 8 min, Breno aos 15 min, Arédio aos 45 min, Laxinha aos 7 min, aos 20 min, aos 30 min e aos 36 min
CRB: Quincas; Alziro (Dé) e Miguel Rosas; Walfrido Vieira, Tomires e George (Euclides); Arédio, Zé Cicero (Oscarzinho), Laxinha, Santa Rita e Fumaça.
Galícia: Zébinga; Bartolomeu e Daruada; Neversini, Falabaixinho e Walter; Louro, Breno (Pequeno), Americano, Joãozinho e Dino (Dedé).

Fonte: Arquivos de Lauthenay Perdigão
 
TAÇA MÁRIO LIMA - 1957

Entre o campeão (CSA) e o vice campeão (Ferroviário) de 1956

1º Jogo
CSA 4x0 Ferroviário
Data: 30 de junho de 1957
Local: Mutange, em Maceió - AL
Juiz: Waldomiro Breda
Gols: Davino, Clóvis, Aldo (contra) e Dirson (contra)
CSA: Pirilo; Neu e Orizon; Oscarzinho, Tadeu e Jedir; Ítalo, Bewilson, Clóvis, Davino (Paulo) e Cláudio.
Ferroviário: Nazário; Piolho e Aldo; Botinbha, Dirson e Moitão; Walter, Helio (Newton), Bequinho, Eraldo e Milton Mongôlo.

2º Jogo
CSA 3x1 Ferroviário
Data: 07 de julho de 1957
Local: Pajuçara, em Maceió - AL
Juiz: Walfrido Vieira.
Gols de Cláudio, Bewilson, Orizon e Eraldo
CSA: Bandeira; Neu e Orizon; Oscarzinho, Tadeu e Jedir.;Davino (Paulo), Bewilson, Clóvis, Ítalo e Cláudio.
Ferroviário: Nazário; Piolho e Dirson; Botinha, Moitão e Newton; Valdir, Bequinho, Zé Gomes, Eraldo e Aldo (Peça).

Fonte: Arquivos de Lauthenay Perdigão
 

Jogos em Maceio no Estadio rei Pele e Nelson Peixoto do Corinthians-AL

Grupo Jangada
1ª Rodada – 09/12

CSA (AL) 2 x 2 América (RN)

Corinthians (AL) 3 x 0 Sport (PE)

2ª Rodada – 10/12

Sport (PE) 0 x 0 América (RN)

Corinthians (AL) 2 x 0 CSA (AL)

3ª Rodada – 12/12

Corinthians (AL) 2×2 América (RN)
CSA (AL) 0×1 Sport (PE)

classificação
1. Corinthians (AL) 7
2. Sport (PE) 4
3. América (RN) 3
4. CSA (AL) 1

 

Grupo Sol e Mar
1ª Rodada – 09/12

13:30 – Real Deodorense (AL) 3 x 4 Fortaleza (CE)

15:10 – CRB (AL) 0 x 4 Náutico (PE)

2ª Rodada – 10/12

13:10 – Náutico (PE) 4 x 1 Real Deodorense (AL)

15:10 – CRB (AL) 4 x 0 Fortaleza (CE)

3ª Rodada – 12/12

13:10 – Fortaleza (CE) 1 x 1 Náutico (PE)

15:10 – CRB(AL) 3 x 0 Real Deodorense (AL)

 

classificação
1. Náutico (PE) 7
2. CRB (AL) 6
3. Fortaleza (CE) 4

4. Deodorense(AL) 0

 

Semifinais – 13/12/2008

Corinthians (AL) 3×3 CSA (AL) (Corinthians venceu por 3 a 2 nos pênaltis).
Náutico (PE) 1×3 Sport (PE)

Decisão do Terceiro Lugar – 14/12

Náutico (PE) 3×1 CRB (AL)
FINAL – 14/12/2008

Corinthians (AL) 3×3 Sport (PE) (Sport venceu nos pênaltis por 4 a 3)

Sport (PE) campeão da Copa Maceió Sub-17

f:site Corinthians Alagoano

 

 

 
PERÍODO: 25 A 29 DE MAIO DE 1960
	 05 A 07 DE AGOSTO DE 1960
LOCAL: GINÁSIO DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, EM NATAL - RN

TURNO ÚNICO

25.05.1960	FLAMENGO(AL)    	4-1	CAMPINENSE(PB)
25.05.1960	BOLA PRETA(RN)  	4-3	FRANCISCO LORDA(CE)
26.05.1960	AMÉRICA(RN)     	7-2	FLAMENGO(AL)
26.05.1960	FRANCISCO LORDA(CE)	12-3	CAMPINENSE(PB)
27.05.1960	BOLA PRETA(RN)   	4-3	FLAMENGO(AL)
27.05.1960	AMÉRICA(RN)     	4-2	CAMPINENSE(PB)
28.05.1960	AMÉRICA(RN)       	4-3	BOLA PRETA(RN)
28.05.1960	FRANCISCO LORDA(CE)	10-3	FLAMENGO(AL)
29.05.1960	BOLA PRETA(RN)    	4-0	CAMPINENSE(PB)
29.05.1960	FRANCISCO LORDA(CE)	6-3	AMÉRICA(RN)

DECISÃO

05.08.1960	BOLA PRETA(RN)  	4-1	AMÉRICA(RN)
06.08.1960	FRANCISCO LORDA(CE)	5-4	BOLA PRETA (RN)
07.08.1960	FRANCISCO LORDA(CE)	9-4	AMÉRICA(RN)

CAMPEÃO - CLUBE ATLÉTICO FRANCISCO LORDA (FORTALEZA - CE)

Fonte: Diário de Natal - RN
 

O Nordeste Athletico Club foi uma agremiação da cidade de Maceió (AL). Fundado na sexta-feira, do dia 15 de Janeiro de 1932, por funcionários da CFLNB (Companhia de Força e Luz Nordeste do Brasil), com o nome de Força e Luz Atlético Clube. Posteriormente, a sua nomenclatura foi alterada para Nordeste Athletico Club.

A Sede ficava localizada no edifício da empresa: Rua do Comércio, 115/ 121, no Centro de Maceió. Pode-se dizer que o Noroeste foi um modelo embrionário do “clube-empresa”, afinal contava com um grande apoio financeiro da Companhia. Fato esse, que acabou ajudando para o desenvolvimento do futebol em Maceió.

Dentro das quatro linhas, o Nordeste participou de nove edições do Campeonato Alagoano da 1ª Divisão:  1933, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1940 e 1941. O clube teve grandes momentos no futebol alagoano, como os dois títulos conquistados no Torneio Início: 1934 e 1938. Além de ter ficado com o vice-campeonato em três oportunidades: 1933, 1936 e 1937.

Dentre alguns resultados expressivos, teve a goleada em cima do CSA, na terça-feira, do dia 9 de novembro de 1937, pelo elástico placar de 9 a 3, no Campo da Avenida Mutange. A competição era válida pelo Campeonato Alagoano da 1ª Divisão, organizado pela Federação Alagoana de Desportos (FAD).

Ao longo destes anos em que disputou o Campeonato Alagoano, foram 79 partidas, com 29 vitórias, 15 empates e 35 derrotas; marcando 156 gols, sofrendo 194 tentos, com um saldo negativo de 38.

O final da década de 30 e início de 40, foi terrível. Fazendo uma analogia com a empresa que patrocinava, a agremiação sofreu um blecaute. O primeiro golpe, foi ver seus principais jogadores se transferindo para CRB e CSA. Depois o número de sócios que foi diminuindo drasticamente. Dessa forma, após o final do Campeonato Alagoano da 1ª Divisão de 1941, o Nordeste Athletico Club pediu licença a Federação Alagoana e depois fechou às portas em definitivo.

Alguns jogadores do Nordeste, identificado por Lauthenay Perdigão.

EM PÉ (esquerda para a direita): o diretor Daniel (diretor), Otávio, Mariz, Murilo, o homem de chapéu (outro diretor do clube não identificado), Luiz Gomes, um jogador não identificado, a madrinha do time, Anízio, Andrade, Otacílio Maia (presidente da CEA, hoje FAF), Waldemar Buarque (diretor).

AGACHADOS (esquerda para a direita): Pavão, Vital, Badica e Paulo.

FONTES: Rsssf Brasil – Lauthenay Perdigão – Diário de Pernambuco

 

A Associação Atlética Dimensão Saúde é uma agremiação da cidade de Maceió (AL). A sua Sede administrativa fica situado na Rua Livramento, nº 245 / Anexo 1 / Sala 4, no Centro de Maceió. Uma curiosidade é que o CT (Centro de Treinamento) do clube fica em outro estado. Para ser mais preciso, exatamente no Município de Canhotinho, em Pernambuco, localizado à 146 Km da cidade de Maceió.

 

História

O clube foi Fundado na segunda-feira, do dia 06 de Setembro de 1982, com o nome de Dimensão Expressinho, pelo treinador Alécio Correia, considerado por todos um dos maiores treinadores da história do clube e da cidade.

Conhecido carinhosamente como “Expressinho“, um time amador da cidade de Canhotinho no estado de Pernambuco. A proposta principal do clube era a formação de um time jovem com garotos entre 14 à 20 anos, focando em uma formação forte e competitiva.

Teve a oportunidade de viajar por todo o Estado de Pernambuco levando um futebol alegre e trazendo na bagagem alguns títulos do futebol amador como o Campeonato do Agreste, Copa da Cidade e outros.

A história do clube sofreu uma mudança radical no início dos anos 2000. A agremiação resolveu se profissionalizar. A distância de 210 km para a capital pernambucana (Recife) era relativamente próxima, porém após disputar as competições nas categorias de base promovidas da Federação Alagoana de Futebol (FAF) e no Sesi/TV GAZETA, por alguns anos, a decisão de montar uma sede administrativa em Maceió (cerca de 146 km) acabou sendo natural.

 

2001: clube muda de nome e estado

Então, no sábado, do dia 10 de Fevereiro de 2001, o clube foi rebatizado como Associação Atlética Dimensão Saúde, nas cores: verde, branco e preto.

Em 2002, o Dimensão mandava os seus jogos na cidade de Anadia, localizado a 94 km da capital alagoana. Em 2004, se transferiu para o Município de Paulo Jacinto, que está a 99 km da capital.

 

CT – Centro de Treinamento

Situado na cidade de Canhotinho-PE CT foi projetado para proporcionar aos atletas e também aos seus visitantes, o melhor conforto, contando com um campo em medidas oficiais, vestiários para o time da casa, comissão de arbitragem e time visitante, uma ampla área, com total visão do campo, para acomodar confortavelmente, profissionais do futebol e investidores.

Atualmente, a Associação Atlética Dimensão Saúde. conta com as seguintes categorias de base: Pré-Mirim (Sub 10); Mirim (Sub 13); Infantil (Sub 15); Juvenil (Sub 17); Juniores (Sub 20) e Profissional (masculino e feminino).

2002: Estreia no futebol profissional

O início aconteceu no ano de 2002, quando a Dimensão Saúde debutou no Campeonato Alagoano da Segunda Divisão, mandando suas partidas em Anadia. O clube chegou na fase semifinal, sendo eliminado pelo CSE (que acabou se sagrando campeão da Segundona). Após o empate sem gols, em casa, acabou sendo goleado por 4 a 1, na partida de volta.

 

2004: Vice-campeão da Segundona

O clube optou por consertar os erros e retornou para disputar a Segundona Alagoana em 2004, já no Município de Paulo Jacinto. Na primeira fase, a Dimensão Saúde terminou na 2ª colocação do Grupo 1, só atrás do poderoso CSA.

Nas semifinais, o clube venceu, em casa, em 24 de julho, o Olhodaguense por 2 a 0. No jogo da volta, o adversário devolveu o placar e a decisão foi para os pênaltis. De forma dramática, a Dimensão Saúde venceu por 4 a 3, avançando para a grande final.

No entanto, diante do Penedense, o time não conseguiu “encaixar o seu jogo” e acabou sendo derrotado nos dois jogos, ambos por 2 a 0. Com o vice-campeonato, a Dimensão Saúde conquistou o inédito acesso para a Elite do Futebol Alagoano.

 

2005: Debuta na Elite, mas acaba rebaixado

Em 2005, participou pela 1ª vez na Primeira Divisão. Porém, a campanha foi aquém e o clube terminou na 9ª e última posição, sendo acabou  rebaixado. Ao todo foram 16 jogos e nove pontos conquistados: duas vitórias, três empates e 11 derrotas; marcando 14 gols, sofrendo 47 tentos, e um saldo negativo de 33.

2017: Após 11 anos retorna a Segundona e, de cara, fatura o inédito título

O impacto pela queda foi tão forte, que o clube se afastou por 11 temporadas, só retornando em 2017. No Campeonato Alagoano da Segunda Divisão, a Dimensão Saúde teve o momento histórico.

Além de ter mudado de cidade, de novo, agora em Palmeira dos Índios (mandando os seus jogos no Estádio Juca Sampaio), o clube goleou o Ipanema por 4 a 1, no Estádio Arnon de Mello, em Santana do Ipanema, assegurou o título e o acesso para a Elite do Futebol de Alagoas em 2018.

O Dimensão fez uma campanha com o aproveitamento de 79%, foram oito jogos, 6 vitórias (4 a 1 no Agrimaq, 4 a 1 no Comercial, 2 a 1 no Penedense, 4 a 0 no Santa Cruz, 2 a 0 no São Domingos e 4 a 1 no Ipanema); um empate (2 a 2 com o Zumbi); e apenas uma derrota (2 a 1 contra o Aliança). Além disso, terminou o certame como o melhor ataque da competição com 23 gols e o artilheiro: Etinho com 11 gols.

FONTES: Rsss Brasil – Wikipédia – Site do Clube – Página do Clube no Facebook – Federação Alagoana de Futebol (FAF) 

 

Associação Atlética Coruripe é uma agremiação da cidade de Coruripe, no litoral Sul do Estado de Alagoas. O “Hulk Praiano” foi Fundado no sábado, do dia 1º de Março de 2003. As suas cores: verdeamarelo e branco. A sua Sede fica localizado na Rua Floriano Peixoto, nº 160 A, no Centro da cidade. O Coruripe manda os seus jogos no Estádio Municipal Gerson Amaral, com Capacidade para 6 mil pessoas.

Como tudo começou

Em 2002, a cidade de Coruripe foi convidada para disputar o campeonato de futebol da AMA (Associação dos Municípios de Alagoas). O convite foi aceito, e logo depois foi montada a Seleção Coruripense, que entrou no torneio sem grandes pretensões mas aos poucos conseguiu avançar e ao final saiu com o merecido título.

No ano seguinte, em 2003, a Seleção Coruripense voltou ao campeonato da AMA, voltou a fazer uma boa campanha e ficou com 3º lugar. Ainda em 2003, um homem de Teotônio Vilela, cidade vizinha, resolveu pedir o campo da Seleção Coruripense emprestado para que seu time, o Teotônio disputa-se o Campeonato Alagoano da 2ª divisão profissional. O responsável, Roswellington Tavares “O Pato” relatou para o então secretário de esportes da época, Maykon Beltrão.

Fundação

Maykon Beltrão vendo a possibilidade de uma equipe profissional na cidade, se juntou com o pai, Sr. João Beltrão e os mesmos tiveram a iniciativa de também colocar uma equipe para a disputar a segunda divisão.

Um dos fatos que mais pesou na decisão dos gestores, foi o grande número de espectadores que acompanhavam as partidas do time amador. Com um time profissional, a cidade ganharia mais visibilidade no estado, além servir como uma forma de lazer para a população.

Com apoio e dicas do clube/empresa Corinthians-AL, que ajudou a inexperiente diretoria a aprender um pouco sobre o mundo do futebol. O Coruripecomeçou a se planejar e montou um time forte, já visando o acesso a elite do futebol alagoano.

Estreia oficial

No dia 15 de junho de 2003 a Associação Atlética Coruripe entrou em campo pela primeira vez para disputar uma partida oficial. A partida aconteceu diante do Bandeirante, pela primeira rodada do grupo A da Segundona 2003. Em campo o Coruripe venceu por 2 a 0, com dois gols marcados pelo jogador Araújo (Vovô), aos 21 e 39 minutos do segundo tempo, cravando assim seu nome na história do verdão.

Principais fatos históricos

2003 - É campeão do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão e promovido à primeira divisão

2004 - Surpreende a todos e é finalista do Campeonato Alagoano, mas perde o título para o Corinthians Alagoano. Disputa pela primeira vez o Campeonato Brasileiro – Série C e a Copa do Brasil.

2005 - É novamente finalista do Campeonato Alagoano e perde para o ASA na final

2006 - Derrota o CSA na final e conquista o título inédito do Campeonato Alagoano

2007 - Derrota o ASA na final e conquista o bicampeonato estadual. Nesse mesmo ano faz sua melhor campanha na Série C, tendo terminado em 3° colocado em seu grupo.

2011 - Faz boa campanha no Campeonato Alagoano e chega à final, mas perde o título para o ASA.

2012 - É rebaixado para a Segunda Divisão após uma péssima campanha no Campeonato Alagoano.

2013 - É vice-campeão do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão e promovido à primeira divisão.

2014 - Surpreende a todos e conquista o título estadual sobre o CRB, até então bicampeão no estado (2012 e 2013). No mesmo ano disputou o Campeonato Brasileiro – Série D.

2015 - Vence o CSA nos dois jogos da semifinal do Estadual e elimina o time azulino do restante da temporada. Volta a enfrentar o CRB na final, só que desta vez é derrotado por 2×0 no Estádio Rei Pelé e perde o título. Na Copa do Brasil chega à segunda fase, mas é eliminado pelo Cuiabá. Na Série D foi eliminado nas oitavas de final pelo São Caetano.

2016 - É semifinalista do Campeonato Alagoano, mas é eliminado pelo CRB e perde a disputa do terceiro lugar para o Murici, ficando sem a vaga para a Série D.

2017 - No Campeonato Alagoano da 1ª Divisão, o Coruripe não fez uma boa campanha. Dentre as dez equipes participantes, o clube terminou na 8ª colocação, escapando por pouco do rebaixamento. O Sete de Setembro (9º lugar) e Miguelense (10 e último colocado) foram as equipes que desceram para a Segundona Alagoana, em 2018.

HINO – Associação Atlética Coruripe

“Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

Na segundona em 2003, o Coruripe foi a grande sensação.

pois jogando o fino da bola, foi fazendo escola,

vai ser

nosso campeão…

 (refrão) Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

 Com bira e beltrão no comando, e o açúcar

Coruripe no coração,

a seleção alvi verde vai ganhar o passaporte pra primeira divisão.

Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor.

 (refrão) Alvi verde eu sou, com todo o meu amor

Coruripe eu sou, por que ele retribui o meu amor”.

 

 LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=MJn6tbE0vIU 

 

FONTES: Wikipédia – YouTube – Página do clube no Facebook – Federação Alagoana de Futebol (FAF)

 

 Em pé: Valdir. Enio Rodrigues. Oby. Valdo. Ivo e Orlando.

Agachados: Carlito. Breno. Pedrinho. Enio Rodrigues e Orcely.

 

Esquadrão do Renner de Porto Alegre no primeiro jogo contra a Seleção Alagoana em excursão a Alagoas

Em 1954 o Renner de Porto Alegre jogou duas partidas em Maceió. Era o primeiro clube gaúcho a visitar o Estado Nordestino.

Tinha conquistado o campeonato gaúcho da temporada e veio com muito cartaz. Possuía grandes jogadores e, alguns deles terminaram jogando na seleção brasileira.

O 1º jogo aconteceu no dia 27 de dezembro. O Renner perdeu para a Seleção Alagoana por 3 x 2. Um resultado que foi contestado pelos gaúchos que não aceitaram o segundo pênalti marcado pelo arbitro alagoano, Adalberto Silva. O goleiro Valdir de Moraes não quis ficar no gol para a cobrança. O juiz mandou cobrar com o meta gaúcha vazia. Era o gol da vitória alagoana. Orizon fez os dois de pênalti e Géo completou os gols do locais. Joeci e Enio Andrade marcaram para o Renner.

O jogo foi bom até o momento em que o juiz assinalou o segundo pênalti contra os visitantes.

O marcador era de 2 x 2 e demonstrava o equilíbrio entre as duas equipes.

Depois de muita conversa os dirigentes azulinos conseguiram convencer os gaúchos a retornarem ao campo e terminarem o jogo.

Foram os piores momentos da partida.

O Renner fazendo o tempo passar.

A seleção perdeu o interesse pelo jogo e a própria torcida não sentiu mais nenhuma emoção pela vitória.

A Seleção Alagoana venceu com Epaminondas. Dirson e Orizon. Piolho. Zanélio e Mourão. Cão (Helio Miranda). Dida. Cécé. Bequinho (Tonheiro) e Géo.

Três dias depois, no mesmo campo do mutange, o Renner voltou para enfrentar o CSA.

Os gaúchos exigiram que o juiz fosse Aparicio Viana que acompanhava a delegação na temporada pelo Nordeste.

O resultado final foi de 1 x 1.

O CSA com um time bem entrosado realizou uma grande exibição.

O Renner, esquecendo os problemas do domingo, também fez por merecer os elogios.

O publico assistiu um grande espetáculo. Um futebol de alto nível. Os alagoanos começaram de forma arrasadora. Assinalaram seu gol através do ponteiro Géo e realizaram um jogo de boa técnica e rapidez nas jogadas. No segundo tempo, os alagoanos cansaram e os gaúchos continuaram com a mesma regularidade.

E mantendo o ritmo, chegaram ao empate através de Juarez. Foi um grande jogo e que apagou a má impressão deixada na partida anterior quando os lamentáveis acontecimentos envolveram os jogadores do Renner e o juiz Adalberto Silva.

O CSA jogou com Almir. Paulo Mendes e Orizon. Piolho. Zanelio e Napoleão. Italo (Deda). Dida. Sued. Netinho e Géo.

O Renner com Valdir (Albertino). Enio Rodrigues. Léo (Ody). Ivo Medeiros (Gago). Bonzo (Valdo) e Orlando. Carlito. Breno. Pedrinho (Juarez). Enio Andrade e Joeci (Orely).

 

FONTES: Esquadrões de Futebol – Futebol Gaúcho – Wikipédia – História do Futebol Alagoano

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