Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

O Sport Club Brasil foi uma agremiação da cidade de Salvador (BA). A sua Sede e o Stadium Brasil, ficavam no Bairro de Brotas, na Zona Central de Salvador. O clube áureo-verde foi Fundado na terça-feira, do dia 11 de Dezembro de 1934. O Sport Club Brasil participou do Campeonato Baiano da 1ª Divisão, em duas oportunidades: 1935 (terminando na 4ª colocação) e 1936 (ficou em 6º lugar).

A escolha decriar o escudocomo uma adaptação da Bandeira Nacional não agradaram muitas pessoas, sobretudo, do meio esportivo e político, o que talvez expliquei o sumiço do clube em pouco tempo. A reportagem abaixo demonstra o quão desagradou essa escolha.

FONTES:  O Imparcial (BA)

 

 

FONTES:  O Imparcial (BA)

 

FONTES: Jornal Pequeno – O Imparcial (BA)

 

FONTE: O Imparcial (BA)

 

Em mais de 50 anos de competições sul-americanas oficiais, foram 28 participações de 9 times da região dos estados de Pernaqmbuco, Bahia, Maranhão, Ceara, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Três torneios já contaram com representantes do Nordeste. Além da Libertadores (cuja vaga é a mais difícil) e da extinta Copa Conmebol, a Sul-Americana veio para suprir a demanda por disputas do tipo.

Em relação ao desempenho, o máximo alcançado foi a final, uma vez no ano de 1999, no último ano da Copa Conmebol, o CSA-AL  decidiu o título contra os argentinos do Talleres, perdendo com um gol aos 45 do segundo tempo. O time alagoano se aproveitou da vaga aberta à Copa do Nordeste, uma vez que o Vitória, campeão daquela regional, declinou do convite, o vice, Bahia, e o terceiro colocado, Sport, também. Na quarta posição, o alviazulino de Maceió topou e fez história.

Taça Libertadores da América
1960 – Bahia (quartas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1964 – Bahia (pré-libertadores, 1ª fase – 2 jogos)
1968 – Náutico (fase de grupos, 1ª fase – 6 jogos)
1988 – Sport (fase de grupos, 1ª fase – 6 jogos)
1989 – Bahia (quartas de final, 3ª fase – 10 jogos)
2009 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 8 jogos)
Ranking de participações (6): Bahia 3; Sport 2; Náutico 1

Copa Conmebol
1994 – Vitória (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1995 – Ceará (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1997 – Vitória (quartas de final, 3ª fase – 4 jogos)
1998 – América-RN (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1998 – Sampaio Corrêa (semifinal, 3ª fase – 6 jogos)
1999 – CSA (vice-campeão, 4ª fase – 8 jogos)
Ranking de participações (6): Vitória 2; Ceará, América-RN, Sampaio Corrêa e CSA 1

Copa Sul-Americana
2009 – Vitória (oitavas de final, 2ª fase – 4 jogos)
2010 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2011 – Ceará (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2012 – Bahia (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2013 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2013 – Bahia (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2013 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2013 – Náutico (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2014 – Bahia (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2014 – Vitória (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2014 – Sport (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2015 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2015 – Bahia (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2016 – Santa Cruz (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2016 – Sport (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2016 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2017 – Sport (em andamento)
Ranking de participações (17): Vitória e Sport 5; Bahia 4; Ceará, Náutico e Santa 1

 

Ranking de participações dos nordestinos (ate 2017)

7 – Bahia, Vitória e Sport
2 – Náutico e Ceará
1 – Sampaio Corrêa, América-RN, CSA e Santa Cruz

 

fonte: parte do diario de pernambuco (blog do cassios)

 

DATA: 27 DE ABRIL DE 1941
LOCAL: SALVADOR / BA

1º JOGO

FLUMINENSE

1-1

SÃO CRISTÓVÃO (1-0 ESC)

2º JOGO

VITÓRIA

0-0

BAHIA (2-0 ESC)

3º JOGO

YPIRANGA

4-1

GALÍCIA

4º JOGO

GUARANY

2-0

BRAGANÇA

5º JOGO

BOTAFOGO

1-1

ENERGIA CIRCULAR (2-0 ESC)

6º JOGO

VITÓRIA

1-0

FLUMINENSE

7º JOGO

YPIRANGA

1-0

GUARANY

8º JOGO

VITÓRIA

2-1

BOTAFOGO

FINAL

VITÓRIA

2-0

YPIRANGA

CAMPEÃO – ESPORTE CLUBE VITÓRIA (SALVADOR – BA)

Fonte: A Tribuna de Santos / SP

 

DATA: 24 DE JANEIRO DE 1965
LOCAL: SALVADOR / BA

1º JOGO

FLUMINENSE

0-0

GALÍCIA (3-2 PEN)

2º JOGO

BAHIA

1-0

LEÔNICO

3º JOGO

GUARANY

1-0

BOTAFOGO

4º JOGO

BAHIA

0-0

FLUMINENSE (4-3 PEN)

FINAL

GUARANY

1-0

BAHIA

CAMPEÃ – ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA GUARANY (SALVADOR – RJ)

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 


FONTE: Revista Placar

 
ESPANHA FC (SANTOS – SP)

3

BOTAFOGO SC (SALVADOR – BA)

2

DATA: 17 de novembro de 1935 LOCAL: Salvador – BA
JUIZ: Francisco Paim CARÁTER: Amistoso Nacional
GOLS: Chiquinho (2) e Moran / Lindinho e Nezinho
Espanha(SP): Thadeu; Cativeiro e Monte; Ruiz, Dino II e Paco; Plinio, Moran, Chiquinho, Carazzo e Nestor.
Botafogo(BA): Hamilton; Gregorio e Laert; Oscar, Nezinho e Walter; Abelardo, Cabeça de Boi, Palito, Lindinho e Inácio.

Fonte: A Tribuna de Santos/SP

 
AMÉRICA FC (RIO DE JANEIRO-RJ)

6

GALÍCIA EC (SALVADOR-BA)

5

Data: 23 de maio de 1948 Local: Salvador – BA
Juiz: Antonio Bernardo Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Lima (3), Joel, Hilton e Bacamarte (contra) – Airton, Louro, Breno, Joãozinho e Dino
América(RJ): Vicente; Joel e Domicio; Hilton, Gilberto e Amaro; Jorginho, Maneco, Cesar, Lima e Esquerdinha.
Galícia(BA): Zé Buga (Bugre); Bartolomeu e Bacamarte; Calado, Walter e Sabino; Louro, Ariston, Joãozinho, Breno e Dino.

Fonte: Esporte Ilustrado

 

No dia 8 de dezembro de 1930, dia de Nossa Senhora da Conceição da Praia, quatro ex-jogadores do Clube Bahiano de Tênis (Carlos Koch, Eugênio Walter, o Guarany, Fernando Tude e Júlio Almeida), além de um da Associação Atlética da Bahia (Waldemar de Azevedo), num encontro casual no Cabaré do Jokey, em Salvador, discutem a […]

No dia 8 de dezembro de 1930, dia de Nossa Senhora da Conceição da Praia, quatro ex-jogadores do Clube Bahiano de Tênis (Carlos Koch, Eugênio Walter, o Guarany, Fernando Tude e Júlio Almeida), além de um da Associação Atlética da Bahia (Waldemar de Azevedo), num encontro casual no Cabaré do Jokey, em Salvador, discutem a formação de um novo time de futebol.

O grupo está sem poder praticar o esporte que amam porque as agremiações que defendiam tinham resolvido acabar com seus departamentos de futebol.

Quatro dias depois, mais de 70 pessoas, a maioria ex-atletas da AAB e do Bahiano, reúnem-se para definir os rumos do novo clube. A assembléia é presidida por Otavio Carvalho e secretariada por Fernando Tude e Aroldo Maia.

Naquela reunião, são definidas as cores da Bahia para o novo clube (uniforme com a camisa branca e o calção azul com uma faixa vermelha na cintura). Otavio Carvalho é nomeado presidente provisoriamente.

No dia 1ª de janeiro de 1931, o Esporte Clube Bahia é fundado, sob o slogan “Nascido para vencer”, em reunião na casa n° 57 da Rua Carlos Gomes, em Salvador. com presença de profissionais liberais, funcionarios públicos, jornalistas, microempresarios e estudantes.  O médico Waldemar Costa é o primeiro presidente.

Em 16 de janeiro, são publicados no Diario Oficial da Bahia os estatutos do Tricolor, que passa a existir legalmente.

No dia 20 de fevereiro, o Bahia é filiado à Liga Bahiana de Desportos Terrestres, atual Federação Bahiana de Futebol. Dois dias depois, um domingo, realiza seu primeiro treino, no campo da AAB, na Quinta da Barra, em Salvador.

A primeira partida acontece em 1º de março de 31, contra o Ypiranga: triunfo por por 2 a 0, com gols de Bayma e Guarany. O goleiro Teixeira Gomes ainda defende um pênalti. O duelo dura 20 minutos e é válido pelo Torneio Inicio do Estadual,

A escalação teve Teixeira Gomes; Leônidas e Gueguê; Milton, Canoa e Gia; Bayma, Guarany, Gambarrota e Pega-Pinto. O técnico é João Barbosa e o arbitro, Francelino de Castro.

Na mesma data, o Bahia conquista o primeiro titulo de sua história, o próprio Torneio Inicio, com uma goleada sobre o Royal, por 3 a 0. Gols de Guarany (2) e Pega-Pinto.

Em 22 de março, o Bahia estreia no Baianão de 31. Em abril, faz seu primeiro jogo internacional, contra o Sud América, do Uruguai. Em outubro, faz seu primeiro jogo intermunicipal, contra o Vitória de Ilhéus. No mesmo mês, faz seu primeiro jogo fora do Estado, ante o Sergip, em Aracaju.

Ainda em outubro, no dia 25, a equipe conquista o primeiro estadual, com duas rodadas de antecedência, mesmo sem entrar em campo, devido ao tropeço dos concorrentes.

Em 15 de novembro, entra em campo com a motivação de ser campeão invicto. O Tricolor consegue o empate em 2 a 2 aos 33 minutos, com o gol de Milton Bahia, e mantém invencibilidade.

 

FONTE: Site do Clube

 

DATA: 27 DE ABRIL DE 1958
LOCAL: SALVADOR – BA

1º JOGO

BOTAFOGO

0-0

YPIRANGA (5-3 PEN)

2º JOGO

GALÍCIA

0-0

FLUMINENSE (4-3 PEN)

3º JOGO

BAHIA

2-0

GUARANY

4º JOGO

VITÓRIA

1-0

BOTAFOGO

5º JOGO

GALÍCIA

1-1

BAHIA (4-2 PEN)

FINAL

VITÓRIA

1-0

GALÍCIA

CAMPEÃO – ESPORTE CLUBE VITÓRIA (SALVADOR – BA)

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

A Associação Desportiva Catuense (atual: Catuense Futebol S/A) é uma agremiação da cidade de Alagoinhas (BA).O ‘Catuca’ foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1974, por Antônio Pena, Dagmar Gomes da Silva, Raimundo Stélio, Gerson Santos, José Joaquim, Edmilton Galisa, José Luiz, Ademir Brito, Jucundino Freire e Eliseu Costa.

Liderados por Antonio Pena, ex-prefeito de Catu, em 1974 um grupo de empresários e funcionários da antiga empresa Catuense Transportes Rodoviários decidem fundar um clube de futebol, a Associação Desportiva Catuense, que antes disso já havia sido chamado de Catu Atlético Clube, sem imaginar eles, que esse time conseguiria se formar uma das maiores forças do futebol baiano.

Começou disputando torneiros amadores na cidade de Alagoinhas, onde a ideia do time surgiu, e o nome Catuense foi escolhido por Antônio Pena que antes já havia sido conselheiro no Alagoinhas Atlético Clube e no soteropolitano Galícia Esporte Clube, por conta do apreço que ele tem a cidade de Catu que fica a 30 KM de Alagoinhas.

No dia 07 de Novembro de 2001, mudou de nome para Catuense Futebol S/A. Suas core são o amarelo, vermelho e preto, em homenagem à cidade, Catu.

 Amadorismo, profissionalização e conquistas

Sagrou-se campeão no primeiro ano disputando o campeonato de amadores de Alagoinhas, voltando a ser campeão em 1976 e vice em 1975 e 1978. Em 1980 a Catuense foi convidada pela Federação Bahiana de Futebol a disputar o torneio de acesso à divisão especial do futebol profissional, onde acabou se sagrando campeã e ganhando o direito de jogar no Campeonato Baiano de Futebol da 1ª Divisão de 1981, onde a Catuense teve uma estréia sensacional chegando a 3ª colocação geral e conquistando o título de campeã do interior, assim conquistando uma das vagas na Taça de Prata (Campeonato Nacional Brasileiro da época) no ano de 1982 onde teve participações das mais dignas.

Anos depois, a Catuense foi a final do Campeonato Baiano de Futebol de 1983, mas ficou com o vice-campeonato sendo desbancada pelo Bahia. Depois disso a Catuense voltou a ser vice-campeã em mais 3 oportunidades, em 1986, 1987 e 2003. Em 2001 conquistou a Taça Estado da Bahia e em 2004 conquistou o Campeonato do Interior da Bahia, em cima do Atlético de Alagoinhas.

Campeonato Brasileiro: ( A – B – C ) e Copa do Brasil

O ano de 1984 foi de alegria para a Catu, disputava pela primeira vez o Campeonato Brasileiro de Futebol. A equipe caiu no Grupo D, junto à: Santo André, Grêmio, Náutico Capibaribe e Coritiba. Acabou sendo eliminado logo na primeira fase (oito jogos, com dois empates e seis derrotas).

Pelas divisões inferiores, participou em oito ocasiões do Campeonato Brasileiro de FutebolSérie B: 1982, 1985, 1986, 1987 (Não é oficial), 1988, 1989, 1990 e 1991.

Em 1989 e 1990, fez suas melhores participações na Segundona, faltando um passo para conquistar o acesso para divisão principal do futebol brasileiro e uma chance de conquista um título nacional. No ano de 1989, foi eliminado pelo São José nas semifinais, terminando o campeonato em 4° lugar. 1990 faria novamente uma excelente campanha, chegando na Terceira Fase de 2 grupos com 4 equipes cada, sendo que apenas o primeiro colocado de cada grupo conseguiria o acesso para a Série A.

A Catuense empatou no confronto direto contra o Atlético Paranaense, mesmo com esse tropeço, ainda teve uma última chance de subir, mas foi derrotada pelo Criciúma no último jogo fora de casa.

Pelo Campeonato Brasileiro de Futebol – Série C, disputou por oito vezes o campeonato, nos anos de: 1987, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2001 e 2003.

Em 2003 disputou a Copa do Brasil de Futebol, enfrentando logo na primeira fase o poderoso Atlético Mineiro. No primeiro jogo, a Catuense surpreendeu todos goleando por 4 a 2, no Penão, mas acabou sendo eliminado no Mineirão por 5 a 1.

 

Jogadores revelados

A Catuense revelou grandes jogadores como Bobô, Vandick, Naldinho, Zanata, Luiz Henrique e Renna. Além de outros que passaram como Dendê, Roberto Nascimento, Djalma Cavalcante, Hilário, Tiago Nascimento, dentre outros.

 

Clássico da laranja

O clássico entre Catuense e Atlético de Alagoinhas é chamado do Clássico da laranja, pois no inicio dos anos 80 e 90 a Catuense usava a cidade de Alagoinhas como sua casa, mandando seus jogos no Carneirão e nessa época a cidade era a maior produtora de laranja do Estado.

O ultimo confronto entre os dois times pelo campeonato baiano foi em 2007 onde o Carcará venceu por 1 x 0. Neste mesmo ano o Catuense foi rebaixado e o Atlético de Alagoinhas participou do Brasileirão serie C.

  

FONTES: Wikipédia – Revista Placar – Catuense.Net  

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE:Revista Placar (Edição Nº 689 – 05/08/1983)

 

FONTE:  Revista Placar 

 

Taça dos Campeões de 1982

1º Turno

1ª Rodada – Sábado, dia 24/04/82

Cruzeiro/MG 1 x 1 América/RJ

Santa Cruz/PE 1 x 2 Portuguesa/SP

Botafogo/RJ 1 x 0 Santos/SP

Inter/RS 1 x 0 Fortaleza/CE

Palmeiras/SP 1 x 0 Fluminense/RJ

1ª Rodada – Domingo, dia 25/04/82

São Paulo/SP 0 x 0 Vasco da Gama/RJ

Santa Cruz/PE 2 x 2Palmeiras/SP

2ª Rodada – Terça-feira, dia 27/04/82

Fluminense/RJ 2 x 0 Santa Cruz/PE

2ª Rodada – Quarta-feira, dia 28/04/82

Bahia/BA 1 x 0 Náutico/PE

Grêmio/RS 0 x 2 Atlético/MG

Vasco/RJ 0 x 0 Botafogo/RJ

Portuguesa/SP 1 x 1 Corinthians/SP

São Paulo/SP 1 x 0 Guarani/SP

3ª Rodada – Sábado, dia 1º/05/82

Bahia/BA 0 x 1 Fortaleza/CE

Portuguesa/SP 2 x 2 Palmeiras/SP

Corinthians/SP 2 x 0 Santa Cruz/PE

3ª Rodada – Domingo, dia 02/05/82

América/RJ 1 x 1 Grêmio/RS

Vasco/RJ 1 x 0 Guarani/SP

Cruzeiro/MG 2 x 2 Atlético/MG

Santos/SP 0 x 1 São Paulo/SP

4ª Rodada – 03 e 04/05/82

Fluminense/RJ 0 x 1 Corinthians/SP

Botafogo/RJ 0 x 1 São Paulo/SP

Guarani/SP 2x 1 Santos/SP

Atlético/MG 0 x 1 América/RJ

Fortaleza/CE 1 x 1 Náutico/PE

Inter/RS 2 x 0 Bahia/BA

4ª Rodada – 07 e 08/05/82

Portuguesa/SP 3 x 1 Fluminense/RJ

Palmeiras/SP 1 x 1 Corinthians/SP

Guarani/SP 4 x 2 Botafogo/RJ

Santos/SP 2 x 1 Vasco/RJ

Náutico/PE 1 x 1 Inter/RS

Grêmio/RS 1 x 1 Cruzeiro/MG

2º Turno

1ª Rodada – Sábado, dia 15/05/82

Guarani/SP 2 x 1 São Paulo/SP

Botafogo/RJ 3 x 3 Vasco da Gama/RJ

Fortaleza/CE 3 x 1 Inter/RS

1ª Rodada – Domingo, dia 16/05/82

Corinthians/SP 1 x 1 Portuguesa/SP

Santa Cruz/PE 0 x 1 Fluminense/RJ

Atlético/MG 2 x 1 Grêmio/RS

América/RJ 1 x 0 Cruzeiro/MG

2ª Rodada – Terça-feira, dia 18/05/82

Vasco/RJ 0 x 0 São Paulo/SP

Náutico/PE 0 x 1 Bahia/BA

Fluminense/RJ 1 x 0 Palmeiras/SP

Portuguesa/SP 3 x 1 Santa Cruz/PE

Santos/SP 3 x 1 Botafogo/RJ

3ª Rodada – Sábado, dia 22/05/82

Grêmio/RS0 x 0 América/RJ

Santos/SP 2 x 0 Guarani/SP

3ª Rodada – Domingo, dia 23/05/82

Corinthians/SP0 x 1Palmeiras/SP

Fluminense/RJ 1 x 1 Portuguesa/SP

Inter/RS 0 x 2 Náutico/PE

Atlético/MG 0 x 0 Cruzeiro/MG

São Paulo/SP 1 x 0 Botafogo/RJ

4ª Rodada – Terça-feira, dia 25/05/82

São Paulo/SP 1 x 0 Santos/SP

Guarani/SP 5 x 3 Vasco da Gama/RJ

Fortaleza/CE 2 x 2 Bahia/BA

4ª Rodada – Quarta-feira, dia 26/05/82

Palmeiras/SP 0 x 0 Portuguesa/SP

Santa Cruz/PE 2 x 2 Corinthians/SP

4ª Rodada – Sábado, dia 29/05/82

América/RJ 1 x 1 Atlético/MG

4ª Rodada – Domingo, dia 30/05/82

Cruzeiro/MG 1 x 2 Grêmio/RS

Palmeiras/SP 1 x 0 Santa Cruz/PE

Corinthians/SP 1 x 2 Fluminense/RJ

Vasco/RJ 3 x 1 Santos/SP

Náutico/PE 1 x 1 Fortaleza/CE

Botafogo/RJ 1 x 1 Guarani/SP

4ª Rodada – Segunda-feira, dia 31/05/82

Bahia/BA 1 x 0 Inter/RS

Quartas-de-final – Quarta-feira, dia 02/06/1982

Bahia/BA 3 x 2 Inter/RS

América/RJ 1 x 0 Atlético/MG

Portuguesa/SP 3 x 1 Fluminense/RJ

Quartas-de-final – Quinta-feira, dia 03/06/1982

São Paulo/SP 0 x 1 Guarani/SP

Semifinais – Domingo, dia 06/06/1982

Portuguesa/SP 1 (1) x 1 (1) América/RJ

Nos pênaltis: América 4 a 3

Semifinais – Terça-feira, dia 08/06/1982

Bahia/BA 0 x 0 Guarani/SP

Na prorrogação: Guarani 1 a 0

Final (Jogo de Ida) – Quinta-feira, dia 10/06/1982

Guarani/SP 1 x 1 América/RJ

 Final (Jogo da Volta) – Sexta-feira, dia 12/06/1982

América/RJ 2 x 1 Guarani/SP

América Football Club Campeão do Torneio dos Campeões de 1982

Primeira fase

Grupo A
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 Portuguesa 6 4 2 2 0 8 5 3 1 Fluminense 7 4 3 1 0 5 2 3
2 Corinthians 6 4 2 2 0 5 2 3 2 Portuguesa 5 4 1 3 0 5 3 2
3 Palmeiras 5 4 1 3 0 6 5 1 3 Palmeiras 5 4 2 1 1 2 1 1
4 Fluminense 2 4 1 0 3 3 5 -2 4 Corinthians 2 4 0 2 2 4 6 -2
5 Santa Cruz 1 4 0 1 3 3 8 -5 5 Santa Cruz 1 4 0 1 3 3 7 -4
Grupo B
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 São Paulo 7 4 3 1 0 3 0 3 1 Guarani 5 4 2 1 1 8 7 1
2 Guarani 4 4 2 0 2 6 5 1 2 São Paulo 5 4 2 1 1 3 2 1
3 Vasco da Gama 4 4 1 2 1 2 2 0 3 Santos 4 4 2 0 2 6 5 1
4 Botafogo 3 4 1 1 2 3 5 -2 4 Vasco da Gama 4 4 1 2 1 9 9 0
5 Santos 2 4 1 0 3 3 5 -2 5 Botafogo 2 4 0 2 2 5 8 -3
Grupo C
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 America-RJ 4 3 1 2 0 3 2 1 1 Atlético-MG 4 3 1 2 0 3 2 1
2 Atlético-MG 3 3 1 1 1 4 3 1 2 America-RJ 4 3 1 2 0 2 1 1
3 Cruzeiro 3 3 0 3 0 4 4 0 3 Grêmio 3 3 1 1 1 3 3 0
4 Grêmio 2 3 0 2 1 2 4 -2 4 Cruzeiro 1 3 0 1 2 1 3 -2
Grupo D
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 Internacional-RS 5 3 2 1 0 4 1 3 1 Bahia 5 3 2 1 0 4 2 2
2 Fortaleza 3 3 1 1 1 2 2 0 2 Fortaleza 4 3 1 2 0 6 4 2
3 Bahia 2 3 1 0 2 2 3 -1 3 Náutico 3 3 1 1 1 3 2 1
4 Náutico 2 3 0 2 1 2 3 -1 4 Internacional-RS 0 3 0 0 3 1 6 -5

 

AMÉRICA/RJ 2 X 1 GUARANI/SP

LOCAL: Estádio Mario Filho, Maracanã (RJ)

CARÁTER: Final do Torneio dos Campeões

DATA: Sexta-feira, do dia 12 de Junho de 1982

ÁRBITRO: Carlos Sergio Rosa Martins (RS)

RENDA: Cr$ 5.099.600,00

PÚBLICO: 11.329 pagantes

CARTÕES AMARELOS: Sóter, João Luis, Ernani Banana e Odair (Guarani); Chiquinho, e Gilson Gênio (América)

CARTÃO VERMELHO: Darci (Guarani)

AMÉRICA: Gasperin, Chiquinho, Duílio, Everaldo e Zé Dilson (Sergio Pinto); Pires, Gilberto e Elói (João Luis); Serginho, Moreno e Gilson Gênio. Técnico: Dudu

GUARANI: Sidmar, Sóter, Darci, Odair e Almeida; Ederson, Júlio Cesar (Henrique) e Jorge Mendonça; João Luis (Delem), Marcelo e Ernani Banana. Técnico: Zé Duarte

GOLS: Moreno aos 12 minutos (América); no 1º tempo. Delem aos 17 minutos (Guarani), no 2° Tempo.

PRORROGAÇÃO: Gilson Gênio aos nove minutos (América), no 2° Tempo.


Melhores momentos (Youtube): https://www.youtube.com/watch?v=QmjeitR2CyQ

FONTES: YouTube – Wikipédia – Jornal do Brasil – Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

DATA: 19 DE JUNHO DE 1960

LOCAL: SALVADOR – BA

 

1º JOGO

LEÔNICO

1-0

SÃO CRISTÓVÃO

2º JOGO

BOTAFOGO

3-0

GUARANY

3º JOGO

VITÓRIA

0-0

FLUMINENSE (2-1 PEN)

4º JOGO

GALÍCIA

1-0

BAHIA

5º JOGO

LEÔNICO

0-0

YPIRANGA (3-2 PEN)

6º JOGO

VITÓRIA

0-0

BOTAFOGO (2-1 PEN)

7º JOGO

GALÍCIA

0-0

LEÔNICO (3-1 PEN)

FINAL

GALÍCIA

3-1

VITÓRIA

CAMPEÃO – GALÍCIA ESPORTE CLUBE (SALVADOR – BA)

 

Fonte: Jornal O Globo, Rio de Janeiro / RJ

 

 

FONTE: Revista Placar

 

O P.F.C. (Pituaçu Futebol Clube) Cajazeiras é uma agremiação da belíssima cidade de Salvador (BA).A sua Sede administrativa fica situada na Avenida Luís Viana, 13.223 / Bloco Angar 2 / Sala 214, no Bairro de São Cristóvão, em Salvador. Originalmente as suas cores eram o verde e amarelo, mas depois optaram em trocar pelo preto, branco e amarelo. Fundado em 2013, pelo ex-jogador Igor Manassés com passagens em clubes brasileiros e internacionais, e atualmente empresário, presidente da ONSOCCER Brasil, e diretor da instituição social Manassés.

O PFC Cajazeiras que se prepara para disputar o Campeonato Baiano da Segunda Divisão. Segundo Manassés, a proposta é investir em talentos oriundos do estado, “Tivemos em Portugal, e percebemos que existem muitos baianos jogando,do mesmo jeito em São Paulo e no Rio de Janeiro, por isso decidimos investir na Bahia, e atrair os talentos dessa terra“, explicou Igor Manassés.
Este ano, o PFC Cajazeiras já está sentindo o gosto de participar da esfera profissional. O clube participou da VIII Copa Governador do Estado da Bahia de 2016. Com a presença de 8 (oito) clubes, a competição foi dividida em dois grupos de quatro.

O PFC Cajazeiras terminou na 3ª colocação do Grupo 2, com uma vitória e duas derrotas e acabou de fora, da fase semifinal. Neste momento, a competição se encontra na final. No jogo de ida, o Vitória da Conquista, jogando como visitante, derrotou o Jacobina por 2 a 0. Neste domingo, (20/11/2016), acontecerá o jogo de volta, às 16 horas, no Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista, onde os donos da casa podem até perder por um gol de diferença que mesmo assim ficará com o título.

 

 

FONTES: Pindobaçu News – Fala Cajazeiras – Cajazeiras News – Federação Baiana de Futebol (FBF)

 

O Alagoinhas Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Alagoinhas (BA). Após análises dos sucessivos sucessos dos campeonatos de futebol amador da cidade de Alagoinhas, em que destacavam-se o Grêmio, Ferroviário, Agulha, Juventus, Botafogo e Gato Preto, e das participações da Seleção Alagoinhense nos campeonatos intermunicipais de seleções, com a inauguração do Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro (Estádio Antônio Carneiro – o Carneirão), os desportistas de Alagoinhas, resolveram fundar e inscrever um clube para disputa do Campeonato Baiano de Futebol.

Um novo Clube, que unificasse todos os amantes de futebol da cidade sob uma só bandeira, assim surgiu o Alagoinhas Atlético Clube, Fundado no dia 02 de Abril de 1970, e a sua Sede fica localizada na Praça Professor Mário Laerte, s/n, no Centro de Alagoinhas.

Sócio fundador, conselheiro e torcedor apaixonado, Saturnino Peixoto Pinto concentrou seu poder de imaginação para criar o escudo do Atlético, clube de seu coração e, explicando seu significado:“O escudo é de forma circular e sua periferia é contornada por uma roda dentada em esmalte sable (preto), significando pela forma, o trabalho e, pela cor, a prudência e o poder. Segue-se a faixa concêntrica em metal prata (brancol), significando pureza e paz, Nessa faixa está colocada a legenda Alagoinhas Atlético Clube, sendo separada por três estrelas que representam os elementos da natureza: Terra, Água e Ar. O círculo central, em esmalte galês (vermelho), significa soberania e luta e nele está localizada as letras “AAC”, de traçado concêntrico e em metal prata (branco)”.

Para a festa que a cidade de Alagoinhas preparou para inauguração do Estádio do Carneirão em 24 de janeiro de 1971, com o jogo Bahia 3 – 1 Corinthians (que tinha como principal atração o tri-campeão mundial Roberto Rivelino), foi reservado a emoção de naquele dia, ver nascer o símbolo do Atlético, o Carcará.

O “pai da ideia” foi o desportista, conselheiro e sócio-fundador Heraldo Aragão. Com outros desportistas (Edvalson Lima e Walter Campos), todos eles sentiram a necessidade de criarem um fato que lembrasse o Atlético, nesse evento, que seria a invenção do símbolo do clube. O Radialista Antonio Pondé visualizou um boneco, com a cabeça em forma de laranja, para ser o mascote, o que não vingou. Na época, havia um feirante que vendia folhas medicinais que possuía um pássaro, o carcará, que fora lembrado por Heraldo e, procurando-o, combinou para no dia dessa festa, levasse seu pássaro para o estádio e desse uma exibição diante da torcida. Foi uma sensação, mas diante de tanta gente, o animal ficou assustado e, bateu asas sumindo, levando o dono ao desespero, pela perda, vindo a cobrar do pai da ideia, a quantia de 50 mil cruzeiros de indenização. Mas felizmente o pássaro voltou, para alegria não só do dono, como também, de Heraldo Aragão que seria obrigado a desembolsar tal quantia.

A partir daí, o Carcará, já consagrado, passou a ser o símbolo do Atlético.

Com a documentação em dia, diretoria já constituída, com o time formado e o Estádio Antonio Carneiro (o Carneirão), pronto, só faltava disputar o campeonato baiano de profissionais.

A diretoria do Atlético fora à Federação Baiana de Futebol para convencer ao então interventor, Dr. Cícero Bahia Dantas, à inclusão no campeonato. Mesmo não garantindo, prometeu lutar, alegando as qualidades do Estádio do Carneirão, que era um dos melhores do estado. Não deu tempo em atender a reivindicação por Ter sido substituído pelo Dr. Jorge Radel que deu a triste notícia: “o Atlético não deverá participar do campeonato de 71, os novos estatutos não permitem”.

Com o prestígio do então Prefeito de Alagoinhas, Dr. Murilo Cavalcante, que levou a Diretoria ao Governador do Estado, Dr. Luiz Viana Filho, para exporem a situação, veio o sinal verde, após interferir junto a FBF.

A primeira partida amistosa, disputada pelo Atlético, foi em 30 de janeiro de 1971, num jogo amistoso, no Estádio do Carneirão, contra o Fluminense de Feira de Santana, em que fora vencido pelo placar de 1 x 0.

A primeira partida oficial, válida pelo Campeonato Baiano/71, foi no dia 11 de abril de 1971, também no Carneirão, contra o Leônico, em que o Atlético venceu pelo escore de 2 x 1. O primeiro gol surgiu aos 37 minutos da fase inicial, quando Dida recebeu um lançamento de Olívio, driblou dois zagueiros e da entrada da grande área, chutou no ângulo esquerdo do goleiro “adversário”, sem chance de defesa. Alegria total nas arquibancadas, era gol do Atlético. No segundo tempo, o Leônico voltou ameaçador empatando aos 18 minutos, emudecendo por completo a plateia que lotava o estádio. Mas, houve uma reação, jogando melhor e, aos 43 minutos, Dida aproveitando a cobrança de um escanteio, pela direita, fez um bonito gol, levando a torcida ao delírio e, um carnaval tomou conta da cidade. Era o Atlético ingressando no cenário esportivo profissional.

A escalação do time A escalação do time naquele dia foi:
* Bruno
* Zezinho
* Gaguiho
* Ênio
* Chico
* Olívio
* Biriguda (Dilson)
* Dida
* Mário
* Luciano

Técnico:Antônio Conceição

Literatura de Cordel – José Olívio

HISTÓRIA DO ATLÉTICO DE ALAGOINHAS

O investimento em lazer
Revela sabedoria
O Esporte é fonte segura
De saúde e alegria
Preparando a pessoa
Pra luta do dia-a-dia.

A rotina do trabalho
É preciso ser quebrada
Uns curtem um belo show
Outros curtem caminhada
Investir no futebol,
É fazer grande jogada.

O futebol nessa terra
Há muito é tradição
O Juventus, Gato-Preto,
O Grêmio, a Seleção,
Agulha, Ferroviário…
Principalmente o Fogão.

Ao campo Ferroviário
E ao campo do Curtume
Campo da LDA
Ir domingo era costume

Torcida tão numerosa
Hoje um estádio não reúne.

Tendo em vista o talento
Que havia na cidade
O numerário de craques
Era uma realidade
Era preciso um plantel
Profissional de verdade.

O dentista Walter Campos
O radialista Pondé
Osmário e Valdo Souza
Não deram de marcha-ré
Frei Virgínio, reuníram-se,
Sob o auspício da Fé.

É dito pelos antigos
Que o Atlético nasceu
Desse papo entre amigos
Na Matriz – não minta eu
Foi em março de setenta
Ano em que o Brasil venceu.

Aos dois de abril desse ano
Consta em ata o relato

Nosso Gavião Coral
Era nascido de fato
Quem batizou foi Leléu
Um atleticano nato.
Em cada canto daqui
O assunto palpitante

Era o ingresso do Atlético
No certame interessante
Algo diz que o Carcará
Tá voltando ao que era antes.
O prefeito Carneirinho
Dando prova de amor
À terra, fez o Estádio
Destaque no interior
Precisava do Atlético
Pra ilustrar seu valor.
Ao grande Heraldo se deve
Símbolo do Carcará
Foi num Bahia e Corinthians

No dia de inaugurar,
Ao estádio Carneirão
Levou a ave pra lá.
O bicho se assanhou
Vendo aquela multidão
Bateu asas e voou
Provocando sensação
Na torcida e virou símbolo
Como quis o Aragão.
Valdo Souza e Benigno
O seu hino compuseram
Que agora está no site
Mas em CD é que quero
Até eu fiz uma marcha
Que não é de cemitério.
Peixoto, digo, Satu
Foi quem o emblema fez
Foi quem traçou o escudo

Muitos não sabem, talvez
Embora na mocidade,
Nos lembrasse um português.
No ano setenta e um
Eu me lembro, era criança,
O assunto era um só
Na esquina, bar, vizinhança
Pra ingresso no certame
Foi preciso aliança.
Segundo a Federação
O prazo tava encerrado
Pra inscrever novo clube
Era fato consumado
No campeonato baiano
Que seria disputado.
Time certo, direção,
Papeleta toda em dia
Deslocou-se a Comissão

À capital da Bahia
A resposta foi que só
No outro ano ingressaria.
Foi Murilo Cavalcante
Que assumiu a direção
Segurou firme a bandeira
E foi até seu patrão
Tomou bênção e pediu
Do governo a intervenção.
Trouxe a confirmação
Do ingresso do Carcará
Ainda naquele ano
Para poder disputar
A federação cedeu
Se não ia se ferrar.
Nosso primeiro amistoso (30.01.71)
Foi com o grande rival
O Fluminense de Feira
Um a Zero no final
Não lembro quem fez o gol
Do nosso time coral.
Da estréia do Atlético (11.04.71)
No certame oficial
Não esqueço, o Leônico,
Tomou um gol no final
Dois a um se não me engano
Para alegria geral.
Olívio lançava a bola
E Dida arrematava
Luciano na esquerda
Lateral não segurava
Inda bem que meu xará
Meu nome não envergonhava.
Em setenta e três o Atlético
Foi o vice-campeão
Foi terceiro colocado
Em mais de uma  ocasião
Dos times do interior
Era a maior expressão.
Judélio Carmo, prefeito,
Foi quem fez a doação
De uma área de terra
Pra fazer a construção
Da sede  e o Presidente

Era Filadelfo, então.
Sua sede social
Inda não foi construída
Nos miremos no Vitória

Que teve a sua concluída
Onde a prata da casa
Teve atenção merecida.
Atlético de Merica
Atlético de Dendê
Do goleador Coroço
Nos deram grande prazer
Agora chegou a hora
De novamente se erguer.
O famoso Carneirão
Se vestiu de roupa nova
Quem acaso duvidar
É só ir tirar a prova
Qual água de correnteza
Que constante se renova.
A Nação Atleticana
Com toda força e vigor
Associação do Atlético
Um sangue novo ganhou
Volta ao ninho o Gavião
Resgatando seu valor.
E várias outras torcidas
De força descomunal
Eu já vi na arquibancada
Dando de vida o sinal
Como as torcida daqui
No Brasil não tem igual.
Nossa Nação Carcará,
A Torcida Organizada
No ano dois mil e nove
Ela foi condecorada
A Melhor do Interior
Por ser a mais animada.
Lembro de outras torcidas
Dedicando seu amor
Jovem Coral de Gilberto
A Fiel e a Coamor
A Tora e a Força Jovem
E Bolão que Deus levou.
A Torcida Atleticana
Deixo aqui minha gratidão
Abençoe o nosso Atlético
E toda sua direção
Pra ver sempre o  Atlético
Na Primeira divisão.
O cordelista agradece
Leitores, muito obrigado!
Uma vida sem lazer
É um caso complicado
A função do futebol
Já é fato comprovado.

 

FONTES: Revista Placar – Blog do clube

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Mercado Livre

 

Clube de Natação e Regatas São Salvador (Salvador-BA) - 1911

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