Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

Fonte: Gazeta Esportiva – SP

 

O Sport Club Brasil foi uma agremiação da cidade de Salvador (BA). A sua Sede e o Stadium Brasil, ficavam no Bairro de Brotas, na Zona Central de Salvador. O clube áureo-verde foi Fundado na terça-feira, do dia 11 de Dezembro de 1934. O Sport Club Brasil participou do Campeonato Baiano da 1ª Divisão, em duas oportunidades: 1935 (terminando na 4ª colocação) e 1936 (ficou em 6º lugar).

A escolha decriar o escudocomo uma adaptação da Bandeira Nacional não agradaram muitas pessoas, sobretudo, do meio esportivo e político, o que talvez expliquei o sumiço do clube em pouco tempo. A reportagem abaixo demonstra o quão desagradou essa escolha.

FONTES:  O Imparcial (BA)

 

 

FONTES:  O Imparcial (BA)

 

FONTES: Jornal Pequeno – O Imparcial (BA)

 

FONTE: O Imparcial (BA)

 

Em mais de 50 anos de competições sul-americanas oficiais, foram 28 participações de 9 times da região dos estados de Pernaqmbuco, Bahia, Maranhão, Ceara, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Três torneios já contaram com representantes do Nordeste. Além da Libertadores (cuja vaga é a mais difícil) e da extinta Copa Conmebol, a Sul-Americana veio para suprir a demanda por disputas do tipo.

Em relação ao desempenho, o máximo alcançado foi a final, uma vez no ano de 1999, no último ano da Copa Conmebol, o CSA-AL  decidiu o título contra os argentinos do Talleres, perdendo com um gol aos 45 do segundo tempo. O time alagoano se aproveitou da vaga aberta à Copa do Nordeste, uma vez que o Vitória, campeão daquela regional, declinou do convite, o vice, Bahia, e o terceiro colocado, Sport, também. Na quarta posição, o alviazulino de Maceió topou e fez história.

Taça Libertadores da América
1960 – Bahia (quartas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1964 – Bahia (pré-libertadores, 1ª fase – 2 jogos)
1968 – Náutico (fase de grupos, 1ª fase – 6 jogos)
1988 – Sport (fase de grupos, 1ª fase – 6 jogos)
1989 – Bahia (quartas de final, 3ª fase – 10 jogos)
2009 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 8 jogos)
Ranking de participações (6): Bahia 3; Sport 2; Náutico 1

Copa Conmebol
1994 – Vitória (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1995 – Ceará (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1997 – Vitória (quartas de final, 3ª fase – 4 jogos)
1998 – América-RN (oitavas de final, 1ª fase – 2 jogos)
1998 – Sampaio Corrêa (semifinal, 3ª fase – 6 jogos)
1999 – CSA (vice-campeão, 4ª fase – 8 jogos)
Ranking de participações (6): Vitória 2; Ceará, América-RN, Sampaio Corrêa e CSA 1

Copa Sul-Americana
2009 – Vitória (oitavas de final, 2ª fase – 4 jogos)
2010 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2011 – Ceará (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2012 – Bahia (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2013 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2013 – Bahia (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2013 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2013 – Náutico (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2014 – Bahia (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2014 – Vitória (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2014 – Sport (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2015 – Sport (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2015 – Bahia (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2016 – Santa Cruz (oitavas de final, 3ª fase – 4 jogos)
2016 – Sport (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2016 – Vitória (fase nacional, 2ª fase – 2 jogos)
2017 – Sport (em andamento)
Ranking de participações (17): Vitória e Sport 5; Bahia 4; Ceará, Náutico e Santa 1

 

Ranking de participações dos nordestinos (ate 2017)

7 – Bahia, Vitória e Sport
2 – Náutico e Ceará
1 – Sampaio Corrêa, América-RN, CSA e Santa Cruz

 

fonte: parte do diario de pernambuco (blog do cassios)

 

DATA: 27 DE ABRIL DE 1941
LOCAL: SALVADOR / BA

1º JOGO

FLUMINENSE

1-1

SÃO CRISTÓVÃO (1-0 ESC)

2º JOGO

VITÓRIA

0-0

BAHIA (2-0 ESC)

3º JOGO

YPIRANGA

4-1

GALÍCIA

4º JOGO

GUARANY

2-0

BRAGANÇA

5º JOGO

BOTAFOGO

1-1

ENERGIA CIRCULAR (2-0 ESC)

6º JOGO

VITÓRIA

1-0

FLUMINENSE

7º JOGO

YPIRANGA

1-0

GUARANY

8º JOGO

VITÓRIA

2-1

BOTAFOGO

FINAL

VITÓRIA

2-0

YPIRANGA

CAMPEÃO – ESPORTE CLUBE VITÓRIA (SALVADOR – BA)

Fonte: A Tribuna de Santos / SP

 

DATA: 24 DE JANEIRO DE 1965
LOCAL: SALVADOR / BA

1º JOGO

FLUMINENSE

0-0

GALÍCIA (3-2 PEN)

2º JOGO

BAHIA

1-0

LEÔNICO

3º JOGO

GUARANY

1-0

BOTAFOGO

4º JOGO

BAHIA

0-0

FLUMINENSE (4-3 PEN)

FINAL

GUARANY

1-0

BAHIA

CAMPEÃ – ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA GUARANY (SALVADOR – RJ)

Fonte: Jornal dos Sports / RJ

 


FONTE: Revista Placar

 
ESPANHA FC (SANTOS – SP)

3

BOTAFOGO SC (SALVADOR – BA)

2

DATA: 17 de novembro de 1935 LOCAL: Salvador – BA
JUIZ: Francisco Paim CARÁTER: Amistoso Nacional
GOLS: Chiquinho (2) e Moran / Lindinho e Nezinho
Espanha(SP): Thadeu; Cativeiro e Monte; Ruiz, Dino II e Paco; Plinio, Moran, Chiquinho, Carazzo e Nestor.
Botafogo(BA): Hamilton; Gregorio e Laert; Oscar, Nezinho e Walter; Abelardo, Cabeça de Boi, Palito, Lindinho e Inácio.

Fonte: A Tribuna de Santos/SP

 
AMÉRICA FC (RIO DE JANEIRO-RJ)

6

GALÍCIA EC (SALVADOR-BA)

5

Data: 23 de maio de 1948 Local: Salvador – BA
Juiz: Antonio Bernardo Caráter: Amistoso Nacional
Gols: Lima (3), Joel, Hilton e Bacamarte (contra) – Airton, Louro, Breno, Joãozinho e Dino
América(RJ): Vicente; Joel e Domicio; Hilton, Gilberto e Amaro; Jorginho, Maneco, Cesar, Lima e Esquerdinha.
Galícia(BA): Zé Buga (Bugre); Bartolomeu e Bacamarte; Calado, Walter e Sabino; Louro, Ariston, Joãozinho, Breno e Dino.

Fonte: Esporte Ilustrado

 

No dia 8 de dezembro de 1930, dia de Nossa Senhora da Conceição da Praia, quatro ex-jogadores do Clube Bahiano de Tênis (Carlos Koch, Eugênio Walter, o Guarany, Fernando Tude e Júlio Almeida), além de um da Associação Atlética da Bahia (Waldemar de Azevedo), num encontro casual no Cabaré do Jokey, em Salvador, discutem a […]

No dia 8 de dezembro de 1930, dia de Nossa Senhora da Conceição da Praia, quatro ex-jogadores do Clube Bahiano de Tênis (Carlos Koch, Eugênio Walter, o Guarany, Fernando Tude e Júlio Almeida), além de um da Associação Atlética da Bahia (Waldemar de Azevedo), num encontro casual no Cabaré do Jokey, em Salvador, discutem a formação de um novo time de futebol.

O grupo está sem poder praticar o esporte que amam porque as agremiações que defendiam tinham resolvido acabar com seus departamentos de futebol.

Quatro dias depois, mais de 70 pessoas, a maioria ex-atletas da AAB e do Bahiano, reúnem-se para definir os rumos do novo clube. A assembléia é presidida por Otavio Carvalho e secretariada por Fernando Tude e Aroldo Maia.

Naquela reunião, são definidas as cores da Bahia para o novo clube (uniforme com a camisa branca e o calção azul com uma faixa vermelha na cintura). Otavio Carvalho é nomeado presidente provisoriamente.

No dia 1ª de janeiro de 1931, o Esporte Clube Bahia é fundado, sob o slogan “Nascido para vencer”, em reunião na casa n° 57 da Rua Carlos Gomes, em Salvador. com presença de profissionais liberais, funcionarios públicos, jornalistas, microempresarios e estudantes.  O médico Waldemar Costa é o primeiro presidente.

Em 16 de janeiro, são publicados no Diario Oficial da Bahia os estatutos do Tricolor, que passa a existir legalmente.

No dia 20 de fevereiro, o Bahia é filiado à Liga Bahiana de Desportos Terrestres, atual Federação Bahiana de Futebol. Dois dias depois, um domingo, realiza seu primeiro treino, no campo da AAB, na Quinta da Barra, em Salvador.

A primeira partida acontece em 1º de março de 31, contra o Ypiranga: triunfo por por 2 a 0, com gols de Bayma e Guarany. O goleiro Teixeira Gomes ainda defende um pênalti. O duelo dura 20 minutos e é válido pelo Torneio Inicio do Estadual,

A escalação teve Teixeira Gomes; Leônidas e Gueguê; Milton, Canoa e Gia; Bayma, Guarany, Gambarrota e Pega-Pinto. O técnico é João Barbosa e o arbitro, Francelino de Castro.

Na mesma data, o Bahia conquista o primeiro titulo de sua história, o próprio Torneio Inicio, com uma goleada sobre o Royal, por 3 a 0. Gols de Guarany (2) e Pega-Pinto.

Em 22 de março, o Bahia estreia no Baianão de 31. Em abril, faz seu primeiro jogo internacional, contra o Sud América, do Uruguai. Em outubro, faz seu primeiro jogo intermunicipal, contra o Vitória de Ilhéus. No mesmo mês, faz seu primeiro jogo fora do Estado, ante o Sergip, em Aracaju.

Ainda em outubro, no dia 25, a equipe conquista o primeiro estadual, com duas rodadas de antecedência, mesmo sem entrar em campo, devido ao tropeço dos concorrentes.

Em 15 de novembro, entra em campo com a motivação de ser campeão invicto. O Tricolor consegue o empate em 2 a 2 aos 33 minutos, com o gol de Milton Bahia, e mantém invencibilidade.

 

FONTE: Site do Clube

 

DATA: 27 DE ABRIL DE 1958
LOCAL: SALVADOR – BA

1º JOGO

BOTAFOGO

0-0

YPIRANGA (5-3 PEN)

2º JOGO

GALÍCIA

0-0

FLUMINENSE (4-3 PEN)

3º JOGO

BAHIA

2-0

GUARANY

4º JOGO

VITÓRIA

1-0

BOTAFOGO

5º JOGO

GALÍCIA

1-1

BAHIA (4-2 PEN)

FINAL

VITÓRIA

1-0

GALÍCIA

CAMPEÃO – ESPORTE CLUBE VITÓRIA (SALVADOR – BA)

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

A Associação Desportiva Catuense (atual: Catuense Futebol S/A) é uma agremiação da cidade de Alagoinhas (BA).O ‘Catuca’ foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1974, por Antônio Pena, Dagmar Gomes da Silva, Raimundo Stélio, Gerson Santos, José Joaquim, Edmilton Galisa, José Luiz, Ademir Brito, Jucundino Freire e Eliseu Costa.

Liderados por Antonio Pena, ex-prefeito de Catu, em 1974 um grupo de empresários e funcionários da antiga empresa Catuense Transportes Rodoviários decidem fundar um clube de futebol, a Associação Desportiva Catuense, que antes disso já havia sido chamado de Catu Atlético Clube, sem imaginar eles, que esse time conseguiria se formar uma das maiores forças do futebol baiano.

Começou disputando torneiros amadores na cidade de Alagoinhas, onde a ideia do time surgiu, e o nome Catuense foi escolhido por Antônio Pena que antes já havia sido conselheiro no Alagoinhas Atlético Clube e no soteropolitano Galícia Esporte Clube, por conta do apreço que ele tem a cidade de Catu que fica a 30 KM de Alagoinhas.

No dia 07 de Novembro de 2001, mudou de nome para Catuense Futebol S/A. Suas core são o amarelo, vermelho e preto, em homenagem à cidade, Catu.

 Amadorismo, profissionalização e conquistas

Sagrou-se campeão no primeiro ano disputando o campeonato de amadores de Alagoinhas, voltando a ser campeão em 1976 e vice em 1975 e 1978. Em 1980 a Catuense foi convidada pela Federação Bahiana de Futebol a disputar o torneio de acesso à divisão especial do futebol profissional, onde acabou se sagrando campeã e ganhando o direito de jogar no Campeonato Baiano de Futebol da 1ª Divisão de 1981, onde a Catuense teve uma estréia sensacional chegando a 3ª colocação geral e conquistando o título de campeã do interior, assim conquistando uma das vagas na Taça de Prata (Campeonato Nacional Brasileiro da época) no ano de 1982 onde teve participações das mais dignas.

Anos depois, a Catuense foi a final do Campeonato Baiano de Futebol de 1983, mas ficou com o vice-campeonato sendo desbancada pelo Bahia. Depois disso a Catuense voltou a ser vice-campeã em mais 3 oportunidades, em 1986, 1987 e 2003. Em 2001 conquistou a Taça Estado da Bahia e em 2004 conquistou o Campeonato do Interior da Bahia, em cima do Atlético de Alagoinhas.

Campeonato Brasileiro: ( A – B – C ) e Copa do Brasil

O ano de 1984 foi de alegria para a Catu, disputava pela primeira vez o Campeonato Brasileiro de Futebol. A equipe caiu no Grupo D, junto à: Santo André, Grêmio, Náutico Capibaribe e Coritiba. Acabou sendo eliminado logo na primeira fase (oito jogos, com dois empates e seis derrotas).

Pelas divisões inferiores, participou em oito ocasiões do Campeonato Brasileiro de FutebolSérie B: 1982, 1985, 1986, 1987 (Não é oficial), 1988, 1989, 1990 e 1991.

Em 1989 e 1990, fez suas melhores participações na Segundona, faltando um passo para conquistar o acesso para divisão principal do futebol brasileiro e uma chance de conquista um título nacional. No ano de 1989, foi eliminado pelo São José nas semifinais, terminando o campeonato em 4° lugar. 1990 faria novamente uma excelente campanha, chegando na Terceira Fase de 2 grupos com 4 equipes cada, sendo que apenas o primeiro colocado de cada grupo conseguiria o acesso para a Série A.

A Catuense empatou no confronto direto contra o Atlético Paranaense, mesmo com esse tropeço, ainda teve uma última chance de subir, mas foi derrotada pelo Criciúma no último jogo fora de casa.

Pelo Campeonato Brasileiro de Futebol – Série C, disputou por oito vezes o campeonato, nos anos de: 1987, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2001 e 2003.

Em 2003 disputou a Copa do Brasil de Futebol, enfrentando logo na primeira fase o poderoso Atlético Mineiro. No primeiro jogo, a Catuense surpreendeu todos goleando por 4 a 2, no Penão, mas acabou sendo eliminado no Mineirão por 5 a 1.

 

Jogadores revelados

A Catuense revelou grandes jogadores como Bobô, Vandick, Naldinho, Zanata, Luiz Henrique e Renna. Além de outros que passaram como Dendê, Roberto Nascimento, Djalma Cavalcante, Hilário, Tiago Nascimento, dentre outros.

 

Clássico da laranja

O clássico entre Catuense e Atlético de Alagoinhas é chamado do Clássico da laranja, pois no inicio dos anos 80 e 90 a Catuense usava a cidade de Alagoinhas como sua casa, mandando seus jogos no Carneirão e nessa época a cidade era a maior produtora de laranja do Estado.

O ultimo confronto entre os dois times pelo campeonato baiano foi em 2007 onde o Carcará venceu por 1 x 0. Neste mesmo ano o Catuense foi rebaixado e o Atlético de Alagoinhas participou do Brasileirão serie C.

  

FONTES: Wikipédia – Revista Placar – Catuense.Net  

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE:Revista Placar (Edição Nº 689 – 05/08/1983)

 

FONTE:  Revista Placar 

 

Taça dos Campeões de 1982

1º Turno

1ª Rodada – Sábado, dia 24/04/82

Cruzeiro/MG 1 x 1 América/RJ

Santa Cruz/PE 1 x 2 Portuguesa/SP

Botafogo/RJ 1 x 0 Santos/SP

Inter/RS 1 x 0 Fortaleza/CE

Palmeiras/SP 1 x 0 Fluminense/RJ

1ª Rodada – Domingo, dia 25/04/82

São Paulo/SP 0 x 0 Vasco da Gama/RJ

Santa Cruz/PE 2 x 2Palmeiras/SP

2ª Rodada – Terça-feira, dia 27/04/82

Fluminense/RJ 2 x 0 Santa Cruz/PE

2ª Rodada – Quarta-feira, dia 28/04/82

Bahia/BA 1 x 0 Náutico/PE

Grêmio/RS 0 x 2 Atlético/MG

Vasco/RJ 0 x 0 Botafogo/RJ

Portuguesa/SP 1 x 1 Corinthians/SP

São Paulo/SP 1 x 0 Guarani/SP

3ª Rodada – Sábado, dia 1º/05/82

Bahia/BA 0 x 1 Fortaleza/CE

Portuguesa/SP 2 x 2 Palmeiras/SP

Corinthians/SP 2 x 0 Santa Cruz/PE

3ª Rodada – Domingo, dia 02/05/82

América/RJ 1 x 1 Grêmio/RS

Vasco/RJ 1 x 0 Guarani/SP

Cruzeiro/MG 2 x 2 Atlético/MG

Santos/SP 0 x 1 São Paulo/SP

4ª Rodada – 03 e 04/05/82

Fluminense/RJ 0 x 1 Corinthians/SP

Botafogo/RJ 0 x 1 São Paulo/SP

Guarani/SP 2x 1 Santos/SP

Atlético/MG 0 x 1 América/RJ

Fortaleza/CE 1 x 1 Náutico/PE

Inter/RS 2 x 0 Bahia/BA

4ª Rodada – 07 e 08/05/82

Portuguesa/SP 3 x 1 Fluminense/RJ

Palmeiras/SP 1 x 1 Corinthians/SP

Guarani/SP 4 x 2 Botafogo/RJ

Santos/SP 2 x 1 Vasco/RJ

Náutico/PE 1 x 1 Inter/RS

Grêmio/RS 1 x 1 Cruzeiro/MG

2º Turno

1ª Rodada – Sábado, dia 15/05/82

Guarani/SP 2 x 1 São Paulo/SP

Botafogo/RJ 3 x 3 Vasco da Gama/RJ

Fortaleza/CE 3 x 1 Inter/RS

1ª Rodada – Domingo, dia 16/05/82

Corinthians/SP 1 x 1 Portuguesa/SP

Santa Cruz/PE 0 x 1 Fluminense/RJ

Atlético/MG 2 x 1 Grêmio/RS

América/RJ 1 x 0 Cruzeiro/MG

2ª Rodada – Terça-feira, dia 18/05/82

Vasco/RJ 0 x 0 São Paulo/SP

Náutico/PE 0 x 1 Bahia/BA

Fluminense/RJ 1 x 0 Palmeiras/SP

Portuguesa/SP 3 x 1 Santa Cruz/PE

Santos/SP 3 x 1 Botafogo/RJ

3ª Rodada – Sábado, dia 22/05/82

Grêmio/RS0 x 0 América/RJ

Santos/SP 2 x 0 Guarani/SP

3ª Rodada – Domingo, dia 23/05/82

Corinthians/SP0 x 1Palmeiras/SP

Fluminense/RJ 1 x 1 Portuguesa/SP

Inter/RS 0 x 2 Náutico/PE

Atlético/MG 0 x 0 Cruzeiro/MG

São Paulo/SP 1 x 0 Botafogo/RJ

4ª Rodada – Terça-feira, dia 25/05/82

São Paulo/SP 1 x 0 Santos/SP

Guarani/SP 5 x 3 Vasco da Gama/RJ

Fortaleza/CE 2 x 2 Bahia/BA

4ª Rodada – Quarta-feira, dia 26/05/82

Palmeiras/SP 0 x 0 Portuguesa/SP

Santa Cruz/PE 2 x 2 Corinthians/SP

4ª Rodada – Sábado, dia 29/05/82

América/RJ 1 x 1 Atlético/MG

4ª Rodada – Domingo, dia 30/05/82

Cruzeiro/MG 1 x 2 Grêmio/RS

Palmeiras/SP 1 x 0 Santa Cruz/PE

Corinthians/SP 1 x 2 Fluminense/RJ

Vasco/RJ 3 x 1 Santos/SP

Náutico/PE 1 x 1 Fortaleza/CE

Botafogo/RJ 1 x 1 Guarani/SP

4ª Rodada – Segunda-feira, dia 31/05/82

Bahia/BA 1 x 0 Inter/RS

Quartas-de-final – Quarta-feira, dia 02/06/1982

Bahia/BA 3 x 2 Inter/RS

América/RJ 1 x 0 Atlético/MG

Portuguesa/SP 3 x 1 Fluminense/RJ

Quartas-de-final – Quinta-feira, dia 03/06/1982

São Paulo/SP 0 x 1 Guarani/SP

Semifinais – Domingo, dia 06/06/1982

Portuguesa/SP 1 (1) x 1 (1) América/RJ

Nos pênaltis: América 4 a 3

Semifinais – Terça-feira, dia 08/06/1982

Bahia/BA 0 x 0 Guarani/SP

Na prorrogação: Guarani 1 a 0

Final (Jogo de Ida) – Quinta-feira, dia 10/06/1982

Guarani/SP 1 x 1 América/RJ

 Final (Jogo da Volta) – Sexta-feira, dia 12/06/1982

América/RJ 2 x 1 Guarani/SP

América Football Club Campeão do Torneio dos Campeões de 1982

Primeira fase

Grupo A
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 Portuguesa 6 4 2 2 0 8 5 3 1 Fluminense 7 4 3 1 0 5 2 3
2 Corinthians 6 4 2 2 0 5 2 3 2 Portuguesa 5 4 1 3 0 5 3 2
3 Palmeiras 5 4 1 3 0 6 5 1 3 Palmeiras 5 4 2 1 1 2 1 1
4 Fluminense 2 4 1 0 3 3 5 -2 4 Corinthians 2 4 0 2 2 4 6 -2
5 Santa Cruz 1 4 0 1 3 3 8 -5 5 Santa Cruz 1 4 0 1 3 3 7 -4
Grupo B
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 São Paulo 7 4 3 1 0 3 0 3 1 Guarani 5 4 2 1 1 8 7 1
2 Guarani 4 4 2 0 2 6 5 1 2 São Paulo 5 4 2 1 1 3 2 1
3 Vasco da Gama 4 4 1 2 1 2 2 0 3 Santos 4 4 2 0 2 6 5 1
4 Botafogo 3 4 1 1 2 3 5 -2 4 Vasco da Gama 4 4 1 2 1 9 9 0
5 Santos 2 4 1 0 3 3 5 -2 5 Botafogo 2 4 0 2 2 5 8 -3
Grupo C
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 America-RJ 4 3 1 2 0 3 2 1 1 Atlético-MG 4 3 1 2 0 3 2 1
2 Atlético-MG 3 3 1 1 1 4 3 1 2 America-RJ 4 3 1 2 0 2 1 1
3 Cruzeiro 3 3 0 3 0 4 4 0 3 Grêmio 3 3 1 1 1 3 3 0
4 Grêmio 2 3 0 2 1 2 4 -2 4 Cruzeiro 1 3 0 1 2 1 3 -2
Grupo D
Primeiro turno Segundo turno
Pos. Time PG J V E D GP GC SG Pos. Time PG J V E D GP GC SG
1 Internacional-RS 5 3 2 1 0 4 1 3 1 Bahia 5 3 2 1 0 4 2 2
2 Fortaleza 3 3 1 1 1 2 2 0 2 Fortaleza 4 3 1 2 0 6 4 2
3 Bahia 2 3 1 0 2 2 3 -1 3 Náutico 3 3 1 1 1 3 2 1
4 Náutico 2 3 0 2 1 2 3 -1 4 Internacional-RS 0 3 0 0 3 1 6 -5

 

AMÉRICA/RJ 2 X 1 GUARANI/SP

LOCAL: Estádio Mario Filho, Maracanã (RJ)

CARÁTER: Final do Torneio dos Campeões

DATA: Sexta-feira, do dia 12 de Junho de 1982

ÁRBITRO: Carlos Sergio Rosa Martins (RS)

RENDA: Cr$ 5.099.600,00

PÚBLICO: 11.329 pagantes

CARTÕES AMARELOS: Sóter, João Luis, Ernani Banana e Odair (Guarani); Chiquinho, e Gilson Gênio (América)

CARTÃO VERMELHO: Darci (Guarani)

AMÉRICA: Gasperin, Chiquinho, Duílio, Everaldo e Zé Dilson (Sergio Pinto); Pires, Gilberto e Elói (João Luis); Serginho, Moreno e Gilson Gênio. Técnico: Dudu

GUARANI: Sidmar, Sóter, Darci, Odair e Almeida; Ederson, Júlio Cesar (Henrique) e Jorge Mendonça; João Luis (Delem), Marcelo e Ernani Banana. Técnico: Zé Duarte

GOLS: Moreno aos 12 minutos (América); no 1º tempo. Delem aos 17 minutos (Guarani), no 2° Tempo.

PRORROGAÇÃO: Gilson Gênio aos nove minutos (América), no 2° Tempo.


Melhores momentos (Youtube): https://www.youtube.com/watch?v=QmjeitR2CyQ

FONTES: YouTube – Wikipédia – Jornal do Brasil – Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

DATA: 19 DE JUNHO DE 1960

LOCAL: SALVADOR – BA

 

1º JOGO

LEÔNICO

1-0

SÃO CRISTÓVÃO

2º JOGO

BOTAFOGO

3-0

GUARANY

3º JOGO

VITÓRIA

0-0

FLUMINENSE (2-1 PEN)

4º JOGO

GALÍCIA

1-0

BAHIA

5º JOGO

LEÔNICO

0-0

YPIRANGA (3-2 PEN)

6º JOGO

VITÓRIA

0-0

BOTAFOGO (2-1 PEN)

7º JOGO

GALÍCIA

0-0

LEÔNICO (3-1 PEN)

FINAL

GALÍCIA

3-1

VITÓRIA

CAMPEÃO – GALÍCIA ESPORTE CLUBE (SALVADOR – BA)

 

Fonte: Jornal O Globo, Rio de Janeiro / RJ

 

 

FONTE: Revista Placar

 

O P.F.C. (Pituaçu Futebol Clube) Cajazeiras é uma agremiação da belíssima cidade de Salvador (BA).A sua Sede administrativa fica situada na Avenida Luís Viana, 13.223 / Bloco Angar 2 / Sala 214, no Bairro de São Cristóvão, em Salvador. Originalmente as suas cores eram o verde e amarelo, mas depois optaram em trocar pelo preto, branco e amarelo. Fundado em 2013, pelo ex-jogador Igor Manassés com passagens em clubes brasileiros e internacionais, e atualmente empresário, presidente da ONSOCCER Brasil, e diretor da instituição social Manassés.

O PFC Cajazeiras que se prepara para disputar o Campeonato Baiano da Segunda Divisão. Segundo Manassés, a proposta é investir em talentos oriundos do estado, “Tivemos em Portugal, e percebemos que existem muitos baianos jogando,do mesmo jeito em São Paulo e no Rio de Janeiro, por isso decidimos investir na Bahia, e atrair os talentos dessa terra“, explicou Igor Manassés.
Este ano, o PFC Cajazeiras já está sentindo o gosto de participar da esfera profissional. O clube participou da VIII Copa Governador do Estado da Bahia de 2016. Com a presença de 8 (oito) clubes, a competição foi dividida em dois grupos de quatro.

O PFC Cajazeiras terminou na 3ª colocação do Grupo 2, com uma vitória e duas derrotas e acabou de fora, da fase semifinal. Neste momento, a competição se encontra na final. No jogo de ida, o Vitória da Conquista, jogando como visitante, derrotou o Jacobina por 2 a 0. Neste domingo, (20/11/2016), acontecerá o jogo de volta, às 16 horas, no Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista, onde os donos da casa podem até perder por um gol de diferença que mesmo assim ficará com o título.

 

 

FONTES: Pindobaçu News – Fala Cajazeiras – Cajazeiras News – Federação Baiana de Futebol (FBF)

 

O Alagoinhas Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Alagoinhas (BA). Após análises dos sucessivos sucessos dos campeonatos de futebol amador da cidade de Alagoinhas, em que destacavam-se o Grêmio, Ferroviário, Agulha, Juventus, Botafogo e Gato Preto, e das participações da Seleção Alagoinhense nos campeonatos intermunicipais de seleções, com a inauguração do Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro (Estádio Antônio Carneiro – o Carneirão), os desportistas de Alagoinhas, resolveram fundar e inscrever um clube para disputa do Campeonato Baiano de Futebol.

Um novo Clube, que unificasse todos os amantes de futebol da cidade sob uma só bandeira, assim surgiu o Alagoinhas Atlético Clube, Fundado no dia 02 de Abril de 1970, e a sua Sede fica localizada na Praça Professor Mário Laerte, s/n, no Centro de Alagoinhas.

Sócio fundador, conselheiro e torcedor apaixonado, Saturnino Peixoto Pinto concentrou seu poder de imaginação para criar o escudo do Atlético, clube de seu coração e, explicando seu significado:“O escudo é de forma circular e sua periferia é contornada por uma roda dentada em esmalte sable (preto), significando pela forma, o trabalho e, pela cor, a prudência e o poder. Segue-se a faixa concêntrica em metal prata (brancol), significando pureza e paz, Nessa faixa está colocada a legenda Alagoinhas Atlético Clube, sendo separada por três estrelas que representam os elementos da natureza: Terra, Água e Ar. O círculo central, em esmalte galês (vermelho), significa soberania e luta e nele está localizada as letras “AAC”, de traçado concêntrico e em metal prata (branco)”.

Para a festa que a cidade de Alagoinhas preparou para inauguração do Estádio do Carneirão em 24 de janeiro de 1971, com o jogo Bahia 3 – 1 Corinthians (que tinha como principal atração o tri-campeão mundial Roberto Rivelino), foi reservado a emoção de naquele dia, ver nascer o símbolo do Atlético, o Carcará.

O “pai da ideia” foi o desportista, conselheiro e sócio-fundador Heraldo Aragão. Com outros desportistas (Edvalson Lima e Walter Campos), todos eles sentiram a necessidade de criarem um fato que lembrasse o Atlético, nesse evento, que seria a invenção do símbolo do clube. O Radialista Antonio Pondé visualizou um boneco, com a cabeça em forma de laranja, para ser o mascote, o que não vingou. Na época, havia um feirante que vendia folhas medicinais que possuía um pássaro, o carcará, que fora lembrado por Heraldo e, procurando-o, combinou para no dia dessa festa, levasse seu pássaro para o estádio e desse uma exibição diante da torcida. Foi uma sensação, mas diante de tanta gente, o animal ficou assustado e, bateu asas sumindo, levando o dono ao desespero, pela perda, vindo a cobrar do pai da ideia, a quantia de 50 mil cruzeiros de indenização. Mas felizmente o pássaro voltou, para alegria não só do dono, como também, de Heraldo Aragão que seria obrigado a desembolsar tal quantia.

A partir daí, o Carcará, já consagrado, passou a ser o símbolo do Atlético.

Com a documentação em dia, diretoria já constituída, com o time formado e o Estádio Antonio Carneiro (o Carneirão), pronto, só faltava disputar o campeonato baiano de profissionais.

A diretoria do Atlético fora à Federação Baiana de Futebol para convencer ao então interventor, Dr. Cícero Bahia Dantas, à inclusão no campeonato. Mesmo não garantindo, prometeu lutar, alegando as qualidades do Estádio do Carneirão, que era um dos melhores do estado. Não deu tempo em atender a reivindicação por Ter sido substituído pelo Dr. Jorge Radel que deu a triste notícia: “o Atlético não deverá participar do campeonato de 71, os novos estatutos não permitem”.

Com o prestígio do então Prefeito de Alagoinhas, Dr. Murilo Cavalcante, que levou a Diretoria ao Governador do Estado, Dr. Luiz Viana Filho, para exporem a situação, veio o sinal verde, após interferir junto a FBF.

A primeira partida amistosa, disputada pelo Atlético, foi em 30 de janeiro de 1971, num jogo amistoso, no Estádio do Carneirão, contra o Fluminense de Feira de Santana, em que fora vencido pelo placar de 1 x 0.

A primeira partida oficial, válida pelo Campeonato Baiano/71, foi no dia 11 de abril de 1971, também no Carneirão, contra o Leônico, em que o Atlético venceu pelo escore de 2 x 1. O primeiro gol surgiu aos 37 minutos da fase inicial, quando Dida recebeu um lançamento de Olívio, driblou dois zagueiros e da entrada da grande área, chutou no ângulo esquerdo do goleiro “adversário”, sem chance de defesa. Alegria total nas arquibancadas, era gol do Atlético. No segundo tempo, o Leônico voltou ameaçador empatando aos 18 minutos, emudecendo por completo a plateia que lotava o estádio. Mas, houve uma reação, jogando melhor e, aos 43 minutos, Dida aproveitando a cobrança de um escanteio, pela direita, fez um bonito gol, levando a torcida ao delírio e, um carnaval tomou conta da cidade. Era o Atlético ingressando no cenário esportivo profissional.

A escalação do time A escalação do time naquele dia foi:
* Bruno
* Zezinho
* Gaguiho
* Ênio
* Chico
* Olívio
* Biriguda (Dilson)
* Dida
* Mário
* Luciano

Técnico:Antônio Conceição

Literatura de Cordel – José Olívio

HISTÓRIA DO ATLÉTICO DE ALAGOINHAS

O investimento em lazer
Revela sabedoria
O Esporte é fonte segura
De saúde e alegria
Preparando a pessoa
Pra luta do dia-a-dia.

A rotina do trabalho
É preciso ser quebrada
Uns curtem um belo show
Outros curtem caminhada
Investir no futebol,
É fazer grande jogada.

O futebol nessa terra
Há muito é tradição
O Juventus, Gato-Preto,
O Grêmio, a Seleção,
Agulha, Ferroviário…
Principalmente o Fogão.

Ao campo Ferroviário
E ao campo do Curtume
Campo da LDA
Ir domingo era costume

Torcida tão numerosa
Hoje um estádio não reúne.

Tendo em vista o talento
Que havia na cidade
O numerário de craques
Era uma realidade
Era preciso um plantel
Profissional de verdade.

O dentista Walter Campos
O radialista Pondé
Osmário e Valdo Souza
Não deram de marcha-ré
Frei Virgínio, reuníram-se,
Sob o auspício da Fé.

É dito pelos antigos
Que o Atlético nasceu
Desse papo entre amigos
Na Matriz – não minta eu
Foi em março de setenta
Ano em que o Brasil venceu.

Aos dois de abril desse ano
Consta em ata o relato

Nosso Gavião Coral
Era nascido de fato
Quem batizou foi Leléu
Um atleticano nato.
Em cada canto daqui
O assunto palpitante

Era o ingresso do Atlético
No certame interessante
Algo diz que o Carcará
Tá voltando ao que era antes.
O prefeito Carneirinho
Dando prova de amor
À terra, fez o Estádio
Destaque no interior
Precisava do Atlético
Pra ilustrar seu valor.
Ao grande Heraldo se deve
Símbolo do Carcará
Foi num Bahia e Corinthians

No dia de inaugurar,
Ao estádio Carneirão
Levou a ave pra lá.
O bicho se assanhou
Vendo aquela multidão
Bateu asas e voou
Provocando sensação
Na torcida e virou símbolo
Como quis o Aragão.
Valdo Souza e Benigno
O seu hino compuseram
Que agora está no site
Mas em CD é que quero
Até eu fiz uma marcha
Que não é de cemitério.
Peixoto, digo, Satu
Foi quem o emblema fez
Foi quem traçou o escudo

Muitos não sabem, talvez
Embora na mocidade,
Nos lembrasse um português.
No ano setenta e um
Eu me lembro, era criança,
O assunto era um só
Na esquina, bar, vizinhança
Pra ingresso no certame
Foi preciso aliança.
Segundo a Federação
O prazo tava encerrado
Pra inscrever novo clube
Era fato consumado
No campeonato baiano
Que seria disputado.
Time certo, direção,
Papeleta toda em dia
Deslocou-se a Comissão

À capital da Bahia
A resposta foi que só
No outro ano ingressaria.
Foi Murilo Cavalcante
Que assumiu a direção
Segurou firme a bandeira
E foi até seu patrão
Tomou bênção e pediu
Do governo a intervenção.
Trouxe a confirmação
Do ingresso do Carcará
Ainda naquele ano
Para poder disputar
A federação cedeu
Se não ia se ferrar.
Nosso primeiro amistoso (30.01.71)
Foi com o grande rival
O Fluminense de Feira
Um a Zero no final
Não lembro quem fez o gol
Do nosso time coral.
Da estréia do Atlético (11.04.71)
No certame oficial
Não esqueço, o Leônico,
Tomou um gol no final
Dois a um se não me engano
Para alegria geral.
Olívio lançava a bola
E Dida arrematava
Luciano na esquerda
Lateral não segurava
Inda bem que meu xará
Meu nome não envergonhava.
Em setenta e três o Atlético
Foi o vice-campeão
Foi terceiro colocado
Em mais de uma  ocasião
Dos times do interior
Era a maior expressão.
Judélio Carmo, prefeito,
Foi quem fez a doação
De uma área de terra
Pra fazer a construção
Da sede  e o Presidente

Era Filadelfo, então.
Sua sede social
Inda não foi construída
Nos miremos no Vitória

Que teve a sua concluída
Onde a prata da casa
Teve atenção merecida.
Atlético de Merica
Atlético de Dendê
Do goleador Coroço
Nos deram grande prazer
Agora chegou a hora
De novamente se erguer.
O famoso Carneirão
Se vestiu de roupa nova
Quem acaso duvidar
É só ir tirar a prova
Qual água de correnteza
Que constante se renova.
A Nação Atleticana
Com toda força e vigor
Associação do Atlético
Um sangue novo ganhou
Volta ao ninho o Gavião
Resgatando seu valor.
E várias outras torcidas
De força descomunal
Eu já vi na arquibancada
Dando de vida o sinal
Como as torcida daqui
No Brasil não tem igual.
Nossa Nação Carcará,
A Torcida Organizada
No ano dois mil e nove
Ela foi condecorada
A Melhor do Interior
Por ser a mais animada.
Lembro de outras torcidas
Dedicando seu amor
Jovem Coral de Gilberto
A Fiel e a Coamor
A Tora e a Força Jovem
E Bolão que Deus levou.
A Torcida Atleticana
Deixo aqui minha gratidão
Abençoe o nosso Atlético
E toda sua direção
Pra ver sempre o  Atlético
Na Primeira divisão.
O cordelista agradece
Leitores, muito obrigado!
Uma vida sem lazer
É um caso complicado
A função do futebol
Já é fato comprovado.

 

FONTES: Revista Placar – Blog do clube

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Mercado Livre

 

Clube de Natação e Regatas São Salvador (Salvador-BA) - 1911

 

 

FONTE:  O Malho 

 

 

FONTE: O Malho

 

FONTES: O Malho – Marlon Krüger Compassi

 

 

FONTE: O Malho

 

 

FONTE: O Malho

 

 

FONTE: O Malho

 

FONTES: O Malho – Marlon Krüger Compassi

 

FONTE: O Malho

 

FONTE: O Malho

 

Seleção Bahiana - 1936

 

FONTE: Revista do Esporte

 

Modelo de 1966

O Independente Esporte e Cultura foi uma agremiação do Município de Ipiaú (BA). Fundado no dia 19 de agosto de 1949, por um grupo de jovens sob a liderança de Álvaro Martins (irmão de dona Zélia, esposa de Dr. Salvador da Matta). O rubro-negro ipiauense  se tornou o bicho papão do interior da Bahia nas década de 1960 quando acumulou inúmeros títulos e reuniu grandes atletas.Sua estrutura assemelhava-se às dos clubes profissionais e sua maneira de jogar era tão harmoniosa que chegou a ser comparada a uma orquestra.

1966 - Em pé: Betinho, Dí, Everaldo Barbosa, Gaso da Serraria, Jasson, João Grio, Américo Pintor (o Massagista) e Jaime Cobrinha. Agachados: Caribé, Denancí, Gagé, Daniel Macêdo, Gino, Orlindo Lopes e Lourival Paneli.

Sua estrutura assemelhava-se às dos clubes profissionais e sua maneira de jogar era tão harmoniosa que chegou a ser comparada a uma orquestra. Na galeria de mitos do Independente tem atletas que fizeram fama sem saírem da cidade e outros que já atuaram em grandes equipes do futebol profissional brasileiro, cabendo aí um destaque especial ao goleiro Betinho, considerado um dos melhores do país, a ponto de ter sido levado para o Santos F. C. por nada menos que Pelé, o Rei do Futebol.

Modelo de 1971

Infelizmente o arqueiro optou pela boemia, empreendendo fugas constantes da concentração, faltando a treinos, discutindo com a diretoria do clube que acabou lhe dispensando. Ainda jogou no Vitoria e na ADJ (Jequié). Foi acometido de uma tuberculose e morreu na cidade de Cachoeira. No Independente também brilharam Gagé, ídolo no Leônico e no Bahia, Davi, que mostrou competência no Vitoria, Atlético Mineiro e Guarani de Campinas, Tanajura, artilheiro do Brasil ao marcar 23 gols em uma das edições do Campeonato Baiano de profissionais.

Dos 11 títulos conquistados pelo Independente os que mais marcaram a sua fanática torcida foram os de 1965/66 e de 1968/69. Nesse período a equipe estava no seu apogeu.”Parecia jogar por musica. Era como se fosse uma orquestra, cada craque tinha a virtuosidade de um instrumento ultra afinado”, define o radialista Orlindo Lopes, dedicado pesquisador do futebol local e ex-jogador do clube.

Na foto, da direita pra esquerda: José Hagge Midlej, Clemente Mariani (Banco da Bahia), Julival Ferrari (Loja Céu de Estrelas), Milton Santos (Farmacia Plantão Noturno) e o Odontólogo Dr. João “Monstrin”, em visita ao que viria a ser a nova sede do clube.

Seu Edval Ferreira, o treinador, era o maestro dessa harmoniosa orquestra. Jamais haverá consenso da melhor formação do Independente, contudo todos classificam como “fora de serie” o elenco formado por Betinho, Everaldo Barbosa, Humberto Cabeleira, João Grilo, Huguinho; Jasson, Bueiro,Caribé; Gagé,Tanajura e Lourival Panelli.

Com um toque de bola rápido, ocupando todo o campo, esse time massacrava os adversários, aplicando goleadas humilhantes, impondo seu nome onde quer que fosse. Outros ídolos do Independente foram João Néga, Nena (goleiros), Zé Plínio, Dilermando, Wilson, apelidado de “Folha Podre”, Peneira, Orlindo Lopes, Bocão, Daniél Macêdo, Gaso da Serraria, Bidinho, Gino, Mundinho, Dí e Nelsinho.não se pode esquecer dos ancestrais Badú, Tatai, Antonio Regina, Licinho e Antonio Chapéu.

O que garantia ao Independente um bom elenco em campo era uma excelente estrutura nos bastidores. Sua dedicada diretoria não media esforços para buscar atletas de alto nível. Estes eram farejados e garimpados pelo astuto Jaime Cobrinha, raposa velha da cartolagem amadora. As articulações de Jaime Cobrinha apoiadas pelo presidente Julival Ferrari (Jujú da Loja Céu de Estrelas) e avalizadas por toda a diretoria do clube que dentre outros membros contava com os baluartes Odilon Costa, Cesário Barreto, José Hagge, Polibio Ferreira, Antonio Guanabara, Sandoval Bonfim, Zenildo Borges e Hildebrando Nunes.

 

Maria Adélia Leal Jaqueira, natural de Ipaú, representou o Esporte Clube Bahia no Concurso Miss Bahia e foi eleita em 1972

EMPATE COM O BAHIA

Numa ensolarada tarde do ano de 1971, a ipiauense Maria Adélia Leal Jaqueira, ostentando o honroso titulo de “Miss Bahia”, compareceu ao Estádio Pedro Caetano e deu o pontapé inicial do jogo entre o Esporte Clube Bahia, campeão estadual, e o Independente Esporte e Cultura, campeão municipal.

Nesse momento histórico a bela das passarelas se colocou ao lado da fera dos gramados, o atacante Valter Bôte que seria duas vezes campeão do Intermunicipal, pela Seleção de Ipiaú, e atuaria em clubes profissionais como o Fluminense de Feira de Santana, a ADJ, de Jequié, e o América de Teófilo Otoni (MG). O resultado do jogo foi 2 a 2. Na oportunidade Bôte, então um adolescente de 15 anos, mostrou aos craques do “Esquadrão de Aço” que ele também sabia muito de futebol.

 

 FONTES & FOTOS: Blog Certeza da Vitória – Notícias de Ipiaú – Giro em Ipiaú1 – Ubaitaba – José Américo da Matta Castro é jornalista da Revista Bahia em Foco

 

 

 

FOTO: Blog Diário de Vitória da Conquista 

 

Em Vitória da Conquista, o Humaitá Futebol Clube em 1959 já tinha o título de Campeão. Em 1960, disputa a final com o União e vence de 2×0, recebendo o Título de Bi Campeão. Na época, todo time tinha o seu mascote. Uma criança vestida com a farda oficial do time, entrava em campo junto com os jogadores antes do início da partida. O mascote do Humaitá era Jerome Luis Barros Cairo, filho do saudoso Lourival Cairo e Stelita Barros Cairo, popularmente conhecida por D. Zinha. O mascote do União era Piolho. Presidente do Humaitá, Lourival Cairo tinha o futebol como parte de sua alma. Organizado, competente e dedicado, muitas vezes ia a Salvador com seu DKV, uma perua Vemaget, somente para comprar fardamento para o alvo e verde.

Lourival Cairo era o maior incentivador e empreendedor do futebol em Conquista e região. O Estádio Lomanto Junior iria ser chamado Estádio Lourival Cairo, mas a política muda o que ela quer! Desde o império romano a história se repete, apesar de Lomanto ter sido um grande homem. Lourival era  proprietário da Confeitaria Araci, o point da cidade, onde a sociedade se reunia para o lazer, deliciando sorvetes, picolés, esquimós, dust miller, salada de frutas,  preparados por ele; e bolos, salgados, pelas mãos mágicas da professora de arte culinária, D. Zinha. Havia também 8 bancas de sinuca, 3 de gamão, balcões e 30 mesas. Quando o Humaitá ganhava uma partida, a Confeitaria superlotava. Era algo harmonioso. O estabelecimento funcionava, onde hoje funciona O Conquistão, na Pça. Nove de Novembro. Até o time perdedor participava da festa, sem brigas nem xingamentos.

 

 

Os jogadores daquela época tinham mais amor ao esporte, que propriamente a profissão e os torcedores iam ao Estádio para se divertir, sem arremesso de objetos. Os jogos eram realizados no Estádio Edvaldo Flores, que esgotavam suas bilheterias, enquanto João do Rolete, o João Aprijo, vendia roletes de cana espetados em palitos de bambu. Baleiros, vendedores de alimentos e bebidas ganhavam um bom dinheiro e a Polícia permanecia tranquila. Não havia desordem, enquanto na Rádio Clube, Hélio Gusmão narrava e comenta com Gilson Moura os destaques. Hoje, após 48 anos, a presença da CAESG e do Nono Batalhão de Polícia Militar é indispensável e latinhas de qualquer tipo de bebida dentro do Estádio ficaram proibidas a venda. Analisando a história, somente neste campeonato bahiano em que o Vitória da Conquista brilhou intensamente com grandes vitórias, alegrando a cidade; na década de 50 e 60 o Humaitá proporcionava o mesmo com uma equipe de jogadores como Edson Maciel, Raudenis, Pelé, Mário Seixas, Nego da Barra, Batatinha, Everaldo, Nego, Alexandre, Zoinho, Louro, Wender, Cide, com a diretoria formada por Lourival Cairo, Osvaldo Fiscal, Cicinato, Isaac, Zelito, Vitor e João. Ailton Vela se destacava como um bom juiz.

Relembrando os bons tempos, seria importante que o Vitória da Conquista tivesse seu Mascote, como também os outros times. Jerome Luis Barros Cairo, eis mascote do Humaitá, neto de Sinhorinha Cairo, sobrinho de João, Gildásio, Eurípedes, Osmário, Miro Cairo, Hormindo Barros etc., hoje é médico em Campinas – SP, casado com a médica Dra. Áurea Abe, com dois filhos formados. Dr. Jerome é irmão de Antônio Roberto, diretor da Cambuí Veículos e do músico, ambientalista e presidente do MCMP, André Cairo, que esteve personificado de Madame Jamorri, torcendo pelo Conquista e fazendo protestos no Lomantão contra a violência, a corrupção e o fedor do Pinicão. Cairo, parabeniza o Vitória da Conquista pela excelente campanha. “Não venceu na final, mas foi mais que campeão”, finaliza.

 

FONTE: André Paulo Barros Cairo (Blog Paulo Nunes) . Ascom/MCMP

 

O Serrano Sport Club é uma agremiação da cidade de Vitória da Conquista (BA). Fundado em 22 de dezembro de 1979, tem a sua Sede na Rua Siqueira Campos, nº 1.363, no Centro da cidade.

Em 1981 fez sua estreia no Campeonato Baiano da 1ª Divisão. O time revelou grandes craques para o futebol baiano e brasileiro, a exemplo de Claudir (campeão brasileiro de 1988 pelo Bahia), Zó e Keu, gêmeos que jogavam no meio de campo e no ataque (Keu chegou a jogar no Corinthians) e Pena (que jogou no Palmeiras e no Benfica de Portugal).

Atualmente, o rubro-verde é administrado por um grupo de empresários que têm direito, cada um, a um voto nas decisões a serem tomadas. No mês de setembro de 2013 a equipe transferiu suas atividades para a cidade de Teixeira de Freitas, no extremo sul do estado, onde mandou seus jogos até o final da temporada de 2014, inclusive do Campeonato Baiano da Primeira Divisão de 2014.

O Serrano realizava seus jogos no Estádio Lomanto Júnior, mais conhecido como Lomantão, em Vitória da Conquista, com capacidade para 11.538 pessoas. O estádio é público, mantido pela prefeitura municipal de Vitória da Conquista.

Grandes clubes já enfrentaram o Serrano no estádio como o Vasco da Gama, Flamengo, Bahia, Vitória, Botafogo, Fluminense, Santa Cruz, Ponte Preta e Náutico.

Com a mudança para a cidade de Teixeira de Freitas, o Serrano manda suas partidas no Estádio Municipal Antonio Pereira de Almeida, com capacidade para 2.700 pessoas, recentemente reformado.

Os confrontos entre o Serrano e o Vitória da Conquista, chamados de Clássico do Café, configuram um clássico do futebol baiano opondo os clubes da mesma cidade, Vitória da Conquista.

Serrano Sport Club, 1981. De pé: Matias (Massagista) - Nelson - Luis Carlos - Nade - Mailson - Lulinha - Dino e Naldinho (Preparador Físico). Agachados: João Cavalinho - Djalma - Palinha - Diva e Orlando.

FONTE & FOTO: Wikipédia – Blog Relíquias do Futebol

 

 

O Esporte Clube Estrela de Março é uma agremiação da cidade de Salvador (BA). Fundado em 1961, tem a sua Sede localizada na Avenida Joana Angélica, nº 283 / Sala 04, no Bairro de Nazaré, em Salvador.

No mesmo ano de fundação debutou no Campeonato Baiano da 2ª Divisão  de 1961. Quatro anos depois ficou com o vice-campeonato da Segundona ao perder o título para o Redenção Futebol Clube, obtendo acesso à 1ª Divisão, em 1965.

Em 1966, disputou pela única vez na sua história a 1ª Divisão do Campeonato Baiano. Na estréia, em 11 de junho, foi derrotado em 2 a 0 para o São Cristóvão Atlético Clube com dois gols de Dalmar. Na sua segunda partida, em 19 de junho, foi duramente derrotado pelo Esporte Clube Vitória por 10 a 0.

No primeiro turno a equipe não somou nenhum ponto. No segundo turno, em 1º de fevereiro de 1967, empatou com o Galícia Esporte Clube com gol de Augusto marcando seu único ponto na história do Campeonato Baiano da 1ª Divisão.

No total em 14 jogos foram 13 derrotas e um empate sem vitórias. Marcou 3 gols e sofreu 60 gols. Augusto foi o artilheiro da equipe marcando 2 gols. O outro gol foi marcado por Hélio.

Desde então o clube participou por dezenas de vezes da 2ª Divisão sem conseguir o acesso, o qual esteve próximo em 1988, quando perdeu o título para o Galícia Esporte Clube. Apenas o campeão era promovido naquele ano.

Atualmente, o Estrela de Março, que disputa anualmente o Campeonato Baiano Feminino, voltou ao futebol profissional. Disputou o Torneio Seletivo para a 2ª Divisão Profissional em 2013, a divisão de base disputou e 2012 o Campeonato Baiano de Futebol nas categorias sub-16 e sub-18, tendo como sede o Estádio Edgard Santos, na cidade de Simões Filho.

 

FONTES:Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte 

 

Santos Futebol Cube (SP) e Associação Atlética da Bahia(BA) - 1929

 

Galícia Esporte Clube (Salvador-BA) - 1939

 

Esporte Clube Bahia (Salvador-BA) - 1939

 
EC VITÓRIA (SALVADOR-BA)

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GALÍCIA EC (SALVADOR-BA)

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Data: 22 de janeiro de 1958 Local: Salvador / BA
Juiz: Willer Costa Caráter: Campeonato Bahiano – 1957
Gols: Roliço (2), Teotonio (2), Matos e Reinaldo / Alencar
Vitória(BA): Albertino; Eloy e Valver; Pinguela, Nelinho e Boquinha; Teotonio, Matos, Roliço, Reinaldo e Enaldo.
Galícia(BA): Ouri; Miranda e Helio; Nani, Alvaro e Rui; Pio, Lair, Lau, Alencar e Moacir.
 

Haverá um estreante na Copa Governador do Estado da Bahia: o Pituaçu Futebol Clube.

A equipe de Salvador, fundada em novembro de 2015, irá jogar a primeira rodada em 9 de outubro de 2016 contra o Teixeira de Freitas.

 

 

 

 

Fonte: FBF

 

 

História: O Início

 

Um dos primeiros clubes brasileiros, o Club de Cricket Victoria foi fundado no ano de 1899, em um a noite chuvosa do dia 13 de maio, quando os irmãos Valente, Arthur e Arthêmio, reuniram um grupo de amigos formado pelos mais representativos jovens da sociedade baiana, no casarão da família, no Corredor da Victória. Onde, hoje, está localizado o Edifício Casablanca.

O encontro reuniu os jovens Adolfo Irineu dos Santos, Alberto Teixeira, Antônio Almeida, Antônio Guimarães, Augusto Francisco Lacerda, Carlos Carvalho, Carlos Teixeira, Herbert Filgueiras, Joaquim Costa Pinto, Joaquim Chaves, Jorge Wilcox, Juvenal Teixeira, Leobino Cavalcante, Octavio Rabelo, Pedro Almeida, Quintino Ferreira, Arthur Valente, Arthêmio Valente (primeiro presidente, eleito por aclamação) e Fernando Kock (que veio assumir a presidência 18 dias depois).

Como quase todos residiam no bairro da Vitória, no centro de Salvador, optaram pelo nome Victória, pela forte influencia da língua inglesa na época e por se tratar de uma equipe de críquete, esporte inglês muito disputado pela colônia britânica que residia em Salvador.

Essa modalidade esportiva era apreciada pelos baianos da época, mas era praticada estritamente pelos ingleses, restando aos brasileiros a tarefa de buscar e repor as bolas no campo, como gandulas privilegiados. O que gerava uma marginalização dos brasileiros neste esporte. Com o intuito de combater essa discriminação, foram sugeridos nomes e cores patrióticas para o Club de Cricket Victória, como o verde e amarelo. Mas a dificuldade em encontrar tecidos nessas cores fez com que fosse escolhido o preto e branco como as cores do Club.

Em outubro de 1901, José Ferreira Júnior, conhecido como Zuza, retorna da Inglaterra trazendo o Futebol. Reúne alguns amigos que jogavam críquete e promove o primeiro “baba” registrado em Salvador, no Campo da Pólvora. Anos depois Zuza chegou a jogar pelo Victória em partidas amistosas.

Logo em 1902, o Victória adotou o futebol como modalidade, assim como o atletismo, a natação e o remo. Ainda nesse ano, a agremiação mudou de nome para Sport Club Victória, pois o críquete já não era a único esporte praticado; e adota as cores vermelho e preto por sugestão do Sr. Cesar Godinho Spínola, vindo do Rio de Janeiro e ex-remador do Flamengo.

 

 

História: Primeiro Jogo e Primeiro Título

 

Em 13 de setembro de 1902, o Vitória realizou sua primeira partida de futebol vencendo o São Paulo Bahia Football Club por 2×0, na inauguração do Campo dos Mártires – atual Campo da Pólvora, “quando foram vivamente aplaudidos, saindo de campo nos braços dos seus admiradores e sob os beijos das ilustres senhorinhas que lá estiveram”, comentou o jornal Correio do Brasil.
O futebol era um esporte amador em todo o Brasil nessa época, tendo se profissionalizado apenas em 1933. Mas em 1905 foi fundada a Liga de Bahiana de Sports Terrestres, com quatro clubes: o Sport Clube Bahiano, o Clube Internacional de Críquete, o São Paulo Bahia Football Club e o Sport Club Victória. O primeiro título do Victória no Campeonato Baiano, organizado pela Liga, foi em 1908 (com 100% de aproveitamento), seguido do bicampeonato em 1909.A PROFISSIONALIZAÇÃO
Os Esportes Olímpicos continuaram sendo a prioridade do Sport Club Victória até o início dos anos 50, quando o futebol deixa de ser uma categoria amadora e em 1953 monta uma equipe profissional, que viria a conquistar o Campeonato Bahiano deste ano (o primeiro a ser disputado integralmente na Fonte Nova). Era o início da paixão do rubro-negro pelo futebol do seu clube. Ainda na década de 50, o Vitória levantou as taças de 1955 e 1957.
História: Os Anos 80 e o Barradão
O início dessa década anunciou mudanças favoráveis para o Vitoria. Foi nesse período que começou uma gestão voltada para a conquista de um antigo sonho Rubro Negro: ter um estádio próprio. Junto a uma maior valorização das categorias de base. Tais decisões representaram os primeiros passos para a mudança do Vitória e da história do futebol na Bahia. Nessa década o Vitória ergueu as taças de 80, 85 e 89.
Um dos fatos marcantes desta década aconteceu no dia 1º de agosto de 1985, quando o clube lançou o seu novo Hino, de autoria do compositor Walter Queiroz Júnior. Era a campanha “Este hino vai levantar o Estádio”, que pretendia arrecadar recursos para a conclusão do Barradão. E em 1986 o Estádio Manoel Barradas é inaugurado, dando continuidade ao projeto do Complexo Esportivo da Toca do Leão, que depois passou a se chamar Complexo Esportivo Benedito Dourado da Luz, iniciado no final dos anos 70.
A primeira vez que o Vitória entrou no campo do estádio “Manoel Barradas”, que acabou por se popularizar como o famoso Barradão, foi no dia 19/07/85 para treinar, pois, em sua primeira etapa, esse estádio configurou-se como local de treinamentos; que ate então, eram realizados em outros campos. Nesses primeiros anos de vida o Estádio Manoel Barradas quase não era utilizado, nem mesmo para amistosos, tendo sido realizado apenas quatro jogos durante esse período no templo rubro-negro.
Reinaugurado em 1991, quase todas as partidas restantes do Campeonato Baiano desse ano passaram a ser realizadas no Barradão, quando o mando de campo era rubro-negro. Porém, no início do ano de 1992, os jogos voltaram a ser realizados na Fonte Nova, com o argumento de que, a iluminação do Manoel Barradas impedia partidas que começassem após as 15 horas, sendo possível a realização de jogos apenas nos finais de semana.
No entanto, em 1994 acontece implantação do sistema de iluminação do Estádio Manoel Barradas e a sua ampliação, habilitando definitivamente o Barradão a receber qualquer partida de futebol e se consolidando, de vez, como Estádio. Combatendo duramente a resistência de muitos em aceitarem o campo como oficial do Vitória, chega-se ao ano de 1995 e, finalmente, conquista-se o mando de campo do clube para seu estádio que passou a ser um grande símbolo de mudança na história do futebol da Bahia.
Desse momento em diante, só deu Vitória.
História: A Década da Consolidação Rubro Negra
Reflexo do que foi feito nos anos 80, na década de 90 o Vitória já havia alcançado sua independência financeira e fortaleceu as suas divisões de base, com isso os resultados foram aparecendo. Foram seis Campeonatos Baianos conquistados durantes esses 10 anos: 1990, 1992, 1995, 1996, 1997 e 1999.
O ano de 1993 foi um marco para o Vitória. Com um elenco que mesclava garra e juventude, o rubro negro fez um Campeonato Brasileiro memorável, superando times como Flamengo, Santos e Corinthians. A Final foi contra o poderoso Palmeiras (cuja equipe era o esqueleto da seleção brasileira daquele ano), que venceu as duas partidas e também o Brasileirão de 94.
Mas, independente do revés na Final, o time de 93 é lembrado com muito carinho pelos torcedores rubro negros. Comandado por Fito Neves o time que jogou a primeira final tinha: Dida – Rodrigo, João Marcelo, China, Renato Martins – Gil Sergipano, Alex Alves, Paulo Isidoro, Roberto Cavalo – Pichetti e Claudinho.
O primeiro Tricampeonato Estadual foi conquistado em 97, ano em que também ganhou o primeiro título da Copa do Nordeste; vencendo o Bahia nas finais de ambas as competições. Dois anos depois, na comemoração do seu centenário o Vitória sagrou-se novamente Campeão do Nordeste e teve uma bela participação no Campeonato Brasileiro de 1999, quando foi 3º colocado.
Depois de passar pelo Vasco, com direito a um 5 x 4 inesquecível, considerado por muitos o melhor jogo da Era Barradão; perdeu a primeira e ganhou a segunda partida da semi final contra o Atlético Mineiro, sendo eliminado na última e decisiva partida. A nível local, a divisão do Título Baiano daquele ano, entre Bahia e Vitória, não foi suficiente para manchar o aniversário de 100 anos do Vitória. Mas para fechar bem o século, o rubro negro conquista o Campeonato Baiano de 2000.
História: Hegemonia Estadual no Século XXI
Entramos no século XXI e o Esporte Clube Vitória se firma como o time, do Brasil, com o maior número de títulos da primeira década desse novo século. Apenas em 2001 o Vitória não conquistou nenhum troféu. Em 2002 e 2003, veio o bicampeonato baiano, além da Copa do Nordeste de 2003.
O ano de 2004 foi de altos e baixos. Esperava-se muito do time no ano. E o início foi empolgante: ganhou o estadual, a Taça Estado da Bahia de 2004, ficou na ponta do Campeonato Brasileiro e chegou às semifinais da Copa do Brasil. Mas o segundo semestre foi catastrófico levando o time ao rebaixamento para a Série B.
Em 2005 se concretizou o tão almejado Tetracampeonato Estadual, com o time invicto. Jogando a Série B, a equipe lutou para se classificar para a próxima fase, mas nas cinco últimas partidas o Vitória só somou um ponto e depois de uma série de combinações de resultados, acabou rebaixado para a Série C.
Mas logo no ano seguinte, com um elenco formado por apostas e revelações o Vitória conseguiu a ascensão a Série B. Porém, em 2007, todos sabiam da competitividade daquela Série B, mas o time manteve uma grande regularidade, permanecendo na ponta da tabela durante quase todo o campeonato, o que resultou na volta do Vitória a elite do futebol brasileiro.
De 2007 a 2010, o rubro negro conquistou novamente o Tetracampeonato Estadual. E teve boa participação no Brasileirão de 2008, terminando na décima posição e se classificando para a Copa Sul americana do ano seguinte, quando também garantiu a participação no campeonato continental de 2010.
A hegemonia no Estado se consolida em 2010 conquistando, pela segunda vez na década, o Tetracampeonato Baiano, vencendo o Bahia na Final. Esse time também conseguiu chegar, pela primeira vez na história do Clube, à Final da Copa do Brasil; mas o triunfo por 2 x 1 contra o Santos, não foi suficiente para erguer a Copa, pois o badalado time da Vila Belmiro havia vencido por 2 x 0 o primeiro jogo em Santos.
Na volta do Nordestão em 2010, que não era disputado desde 2003, o Vitória participou da competição, e mesmo com a equipe “B” e ganhou o seu quarto título regional. Mas o segundo semestre voltou a ser traiçoeiro com rubro negro. Pelo Campeonato Brasileiro o Vitória tropeçou e acabou sendo rebaixado na última rodada.

FONTES: Site do Clube – Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

7º Campeonato Brasileiro de Seleções – 1929 – São Paulo 7 x 1 Bahia

Partida realizada na data de 24 de novembro de 1929, no Parque Antárctica, em São Paulo.

Juiz: Alvaro Silva (Ass. Fluminense de Esp. Athleticos).

Gols: Heitor (2),  Feitiço (2), De Maria (2) e Azevedo (c) (SP) e Pelagio (BA).

São Paulo: Athié, Grané e Del Debbio. Nerino, Gogliardo e Serafini. Ministrinho, Heitor, Petronilho, Feitiço e De Maria.

Bahia: Pinô, Pinheiro e Silvino. Azevedo, Roberto e Libanio. Mayma, Mario Seixas, Paula Santos, Pelagio e Sandoval.

Fontes: revista “A Cigarra” e jornal “Diario Nacional”.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O ECA – Esporte Clube América é uma agremiação da cidade de Belmonte (BA). A sua Sede está constituída na Avenida Dom Pedro II, nº 447, no Centro da cidade (Foto Abaixo).

O Tricolor Belmontense (azul, branca e grená) foi Fundado no dia 16 de Julho de 1918, por desportistas da cidade, liderados pelo Mestre Leonel com o intuito à cultura de educação física, desenvolvimento cultural, esporte e boas normais sociais, conforme está no seu Estatuto.

FONTES: Revista Sport Ilustrado – Google Maps – Jornal Belmonte

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: A Manhã (BA)

 

O Galícia Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Salvador (BA). Fundado no dia 1º de Janeiro de 1933, como Galícia Sport Club, por imigrantes espanhóis provenientes da Galícia. Seu 1º presidente e um dos fundadores foi Eduardo Castro Iglesias. A sua Sede e o Estádio Parque Santiago, ficam localizados na Avenida Santiago de Compostela s/n, no Bairro de Brotas, em Salvador. O que se destaca nestas fotos é o fato do escudo com a sigla G.S.C. (Galícia Sport Club).

BREVE HISTÓRIA

O Galícia esteve no topo da Elite do futebol Baiano durante sua primeira década de vida: campeão em 1937, sagrou-se o 1º tricampeão baiano nos anos de 1941, 1942 e 1943, além de conquistar os vice-campeonatos de 1935, 1936, 1938, 1939 e 1940. Voltou a ser campeão baiano em 1968, obtendo ainda quatro vice-campeonatos em 1967, 1980, 1982 e 1995.

No plano regional, obteve o vice-campeonato da Zona Nordeste do Torneio Norte-Nordeste de 1969. Nacionalmente, participou do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão em 1981 (25º lugar) e 1983 (43º lugar), além de disputar o Brasileiro da Série C entre 1995 e 1997.

Rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Baiano em 1999, e após tentar, sem sucesso, retornar à Primeira Divisão nas duas temporadas seguintes, o clube licenciou-se de competições profissionais em 2002 e passou a disputar o Campeonato Baiano somente nas categorias inferiores.

Em 2006, voltou a participar do Campeonato Baiano profissional, após quatro temporadas licenciado. No retorno à Segunda Divisão, terminou apenas em terceiro lugar, insuficiente para conseguir o acesso, já que apenas o campeão era promovido.

Em 2007, conquistou o vice-campeonato, perdendo a final para o Feirense. Em 2008 e 2009, em novas participações, conseguiu apenas o oitavo e o quinto lugar, respectivamente. Terminou o campeonato de 2010 na sexta posição, seguido por duas quintas posições nos anos de 2011 e 2012.

Em 2013, o clube finalmente conseguiu o tão sonhado retorno à elite do futebol baiano, depois de 14 anos, ao sagrar-se campeão da Segunda Divisão. Em 2014, o Galícia fez uma boa campanha terminado na 4ª colocação no geral. Em 2015, o clube terminou em 7º lugar na fase de classificação. No entanto, nas Quartas de finais, acabou sendo eliminado pelo Bahia, perdendo os dois jogos por goleadas: 4 a 0 e 5 a 0.

Neste ano, o Galícia começou bem. Estreou goleando, em casa, o Jacobina por 3 a 0 (11/02/2016). Depois, fora de casa, venceu o Jacuipense por 2 a 0 (14/02/2016). No último sábado (20/02/2016), acabou tropeçando, no Estádio Pituaçu, ao ser derrotado pelo Fluminense de Feira de Santana, pelo placar de 1 a 0. Até o presente momento, o clube ocupa a vice-liderança do Grupo 1, com seis pontos, só atrás do líder Vitória, com sete.

 

FONTES: Site do Clube – Revista Sport Ilustrado

 

O Yankee Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade de Salvador (BA). O clube da elite soteropolitana foi Fundado no sábado, do dia 03 de Outubro de 1914, pelos irmãos Aroldo Maia Bittencourt (na época com apenas 16 anos) e Alexandre Maia Bittencourt Filho.

Eram filhos de Alexandre Maia Bittencourt, um importante engenheiro, e fundador de uma importante escola de engenharia da cidade, Escola Politécnica, em 1897, além de serem sobrinhos de Augusto Maia Bittencourt, benemérito do clube, que fora um dos fundadores do Vitória e seu presidente em 1908. Finalmente, faziam parte da família Maia Bittencourt que no século XIX tinham membros médicos e coronéis

 

UM ESTATUTO ELITISTA

O Yankee era elitista e não aceitava que os pobres pudesse se filiar ao clube. No seu Estatuto alguns itens, como no Capítulo III (Admissão, Eliminação, Readmissão e Punição dos sócios). Art. 15 Não poderão ser admitidos como sócio deste club:

a) aqueles que exerçam profissões humilhantes que lhes permitam recebimento de gorjetas;

b) os que tirem proveito da pratica de sport direta ou indiretamente;

c) os guardas civis e praças de pret. (sic) excetuando-se, porém, aqueles que forem obrigados ao serviço militar em virtude de sorteio e os alunos das escolas militares;

d) os que se entreguem a exploração de jogos proibidos; os analfabetos e os que embora tendo posição, profissão ou emprego estejam a juízo da Diretoria abaixo do nível moral exigido pelo amadorismo;

e) os pronunciados enquanto durarem os efeitos da pronuncia e todos aqueles que forem condenados por crimes capitulados no Código Penal ou provadamente culpados de atos desonrosos.

CLUBE FUNDA A ASSOCIAÇÃO BAIANA DE ATLETISMO

O Yankee Foot-ball Club era considerado pela imprensa como um dos primeiros clubes da cidade que mais contribuía para uma regeneração física. Isso porque era um dos poucos a praticar exercícios atléticos, os mais adequados para o aperfeiçoamento corporal.

E este era uma dos seus diferenciais. A prática dos exercícios atléticos difundida pelo clube atraía adeptos que realizavam entre si diversos torneios internos. O mais famoso destes foi a “Corrida de Maratona”, organizada em 9 de outubro de 1921, na qual vários atletas de outros clubes participaram. Aliás, foi o Yankee que fundaria, em 1932, a Associação Baiana de Atletismo.

 

CAMPO DE TREINO EM PARCEIRIA COM O YPIRANGA

A existência destes torneiros no Yankee era muito facilitada pelo fato do clube possuir, em aluguel conjunto com o Ypiranga, um campo de esportes localizado, à Rua do Prado, no Rio Vermelho. Corroborando para o avanço do atletismo, o Yankee foi o primeiro a construir na Bahia uma pista de atletismo para os seus sócios.

ÚNICO CLUBE A TER UM TEATRO

Fora do campo esportivo, o Yankee se destacou ao ser o único clube no período a ter um teatro. Fundado dois anos após a constituição do clube, em 1916, o teatro tinha como corpo cênico, tendo realizado  cerca de 18 espetáculos, dos quais “6 foram recitais ordinários e 12 extraordinários.”163 Naquele ano, o clube ainda elaborou 14 peças diferentes as quais pelo menos uma foi executada.

Ainda ocorreram “19 canções, 25 cançonetas, 24 monólogos, 2 duetos, 3 tercetos e 3 cenas cômicas.”164 Enfim, pela qualidade e variedade de atrações, podese perceber que em apenas um ano de funcionamento o Teatro do Yankee teve uma atividade intensa, nos levando a imaginar uma afluência considerável de espectadores

 

CLUBE REALIZOU O 1º CONTRATO PROFISSIONAL

Seus dirigentes foram os responsáveis pelo 1º contrato profissional na época, quando trouxeram o treinador uruguaio Humberto Cabelli. No entanto, por serem contrários ao profissionalismo, resolveram acabar com a equipe.

 

OITO VEZES NA ELITE BAIANA

Participou pela primeira vez do Campeonato Baiano de Futebol da 1ª Divisão em 1920 terminando na 8ª colocação entre 12 clubes. No ano seguinte (1921) terminou na 10ª colocação entre 12 clubes sendo rebaixado à Segunda Divisão. Retornou em 1924, terminou na 6ª colocação entre nove clubes.

De 1925 a 1927 terminou a competição sempre na última colocação, porém sem sofrer rebaixamento. Em 1928 terminou em penúltimo, retornou a 1ª Divisão apenas em 1937 quando foi último colocado e rebaixado pela última vez.

 

CAMPEÃO DA SEGUNDONA

O 1º Campeonato Baiano da 2ª Divisão, organizado pela Liga Bahiana de Desportos Terrestres (LBDT), aconteceu em 1922, e o Yankee terminou com o vice, ao perder o título para o Auto Bahia Futebol Clube. Na 2ª Edição, em 1923, que contou com a participação de quatro clubes, o o Yankee se sagrou campeão; o Democrata Foot-Ball Club que foi vice-campeão, o 3º colocado Fluminense Foot-Ball e o 4º e último lugar o Sport Club Internacional. O Yankee também venceu o campeonato de Segundos Quadros, ambos de forma invicta. Em 1935, o clube foi o vice-campeão da Segundona.

 

 

FONTES & FOTOS: Marlon Krüger - Biblioteca da Superintendência dos esportes da Bahia - Acervo de Aroldo Maia – Revista Sport Ilustrado – Mestrado em Pós-Graduação em História, pela Universidade Estadual de Feira de Santana de Henrique Sena dos Santos

 

O Clube Bahiano de Tennis é uma agremiação da cidade de Salvador, capital do estado da Bahia. Fundado no dia 28 de Julho de 1916, tem a sua Sede localizada na Rua Oito de Dezembro, 525, no Bairro da Barra, na capital baiana. Entre suas atividades, dedica-se ao futebol, natação e balé. Mas foi idealizado como um clube de tênis em 1916, sendo o pioneiro na implantação desse esporte na sociedade soteropolitana.

No futebol, o Clube Bahiano de Tennis fez história na década de 20. Foi campeão do Campeonato Baiano da 1ª Divisão de 1927. No ano seguinte acabou o vice-campeonato de 1928. No Torneio Início foram três títulos: 1920, 1923 e 1927.

FONTES: Wikipédia - Marlon Krüger Compassi

 

EC Vitória
História: O Início

Um dos primeiros clubes brasileiros, o Club de Cricket Victoria foi fundado no ano de 1899, em um a noite chuvosa do dia 13 de maio, quando os irmãos Valente, Arthur e Arthêmio, reuniram um grupo de amigos formado pelos mais representativos jovens da sociedade baiana, no casarão da família, no Corredor da Victória. Onde, hoje, está localizado o Edifício Casablanca.

O encontro reuniu os jovens Adolfo Irineu dos Santos, Alberto Teixeira, Antônio Almeida, Antônio Guimarães, Augusto Francisco Lacerda, Carlos Carvalho, Carlos Teixeira, Herbert Filgueiras, Joaquim Costa Pinto, Joaquim Chaves, Jorge Wilcox, Juvenal Teixeira, Leobino Cavalcante, Octavio Rabelo, Pedro Almeida, Quintino Ferreira, Arthur Valente, Arthêmio Valente (primeiro presidente, eleito por aclamação) e Fernando Kock (que veio assumir a presidência 18 dias depois).

Como quase todos residiam no bairro da Vitória, no centro de Salvador, optaram pelo nome Victória, pela forte influencia da língua inglesa na época e por se tratar de uma equipe de críquete, esporte inglês muito disputado pela colônia britânica que residia em Salvador.

Essa modalidade esportiva era apreciada pelos baianos da época, mas era praticada estritamente pelos ingleses, restando aos brasileiros a tarefa de buscar e repor as bolas no campo, como gandulas privilegiados. O que gerava uma marginalização dos brasileiros neste esporte. Com o intuito de combater essa discriminação, foram sugeridos nomes e cores patrióticas para o Club de Cricket Victória, como o verde e amarelo. Mas a dificuldade em encontrar tecidos nessas cores fez com que fosse escolhido o preto e branco como as cores do Club.

Em outubro de 1901, José Ferreira Júnior, conhecido como Zuza, retorna da Inglaterra trazendo o Futebol. Reúne alguns amigos que jogavam críquete e promove o primeiro “baba” registrado em Salvador, no Campo da Pólvora. Anos depois Zuza chegou a jogar pelo Victória em partidas amistosas.

Logo em 1902, o Victória adotou o futebol como modalidade, assim como o atletismo, a natação e o remo. Ainda nesse ano, a agremiação mudou de nome para Sport Club Victória, pois o críquete já não era a único esporte praticado; e adota as cores vermelho e preto por sugestão do Sr. Cesar Godinho Spínola, vindo do Rio de Janeiro e ex-remador do Flamengo.

 

História: Primeiro Jogo e Primeiro Título

 

Em 13 de setembro de 1902, o Vitória realizou sua primeira partida de futebol vencendo o São Paulo Bahia Football Club por 2×0, na inauguração do Campo dos Mártires – atual Campo da Pólvora, “quando foram vivamente aplaudidos, saindo de campo nos braços dos seus admiradores e sob os beijos das ilustres senhorinhas que lá estiveram”, comentou o jornal Correio do Brasil.O futebol era um esporte amador em todo o Brasil nessa época, tendo se profissionalizado apenas em 1933. Mas em 1905 foi fundada a Liga de Bahiana de Sports Terrestres, com quatro clubes: o Sport Clube Bahiano, o Clube Internacional de Críquete, o São Paulo Bahia Football Club e o Sport Club Victória. O primeiro título do Victória no Campeonato Baiano, organizado pela Liga, foi em 1908 (com 100% de aproveitamento), seguido do bicampeonato em 1909.A PROFISSIONALIZAÇÃO
Os Esportes Olímpicos continuaram sendo a prioridade do Sport Club Victória até o início dos anos 50, quando o futebol deixa de ser uma categoria amadora e em 1953 monta uma equipe profissional, que viria a conquistar o Campeonato Bahiano deste ano (o primeiro a ser disputado integralmente na Fonte Nova). Era o início da paixão do rubro-negro pelo futebol do seu clube. Ainda na década de 50, o Vitória levantou as taças de 1955 e 1957.
História: Os Anos 80 e o Barradão
O início dessa década anunciou mudanças favoráveis para o Vitoria. Foi nesse período que começou uma gestão voltada para a conquista de um antigo sonho Rubro Negro: ter um estádio próprio. Junto a uma maior valorização das categorias de base. Tais decisões representaram os primeiros passos para a mudança do Vitória e da história do futebol na Bahia. Nessa década o Vitória ergueu as taças de 80, 85 e 89.Um dos fatos marcantes desta década aconteceu no dia 1º de agosto de 1985, quando o clube lançou o seu novo Hino, de autoria do compositor Walter Queiroz Júnior. Era a campanha “Este hino vai levantar o Estádio”, que pretendia arrecadar recursos para a conclusão do Barradão. E em 1986 o Estádio Manoel Barradas é inaugurado, dando continuidade ao projeto do Complexo Esportivo da Toca do Leão, que depois passou a se chamar Complexo Esportivo Benedito Dourado da Luz, iniciado no final dos anos 70.A primeira vez que o Vitória entrou no campo do estádio “Manoel Barradas”, que acabou por se popularizar como o famoso Barradão, foi no dia 19/07/85 para treinar, pois, em sua primeira etapa, esse estádio configurou-se como local de treinamentos; que ate então, eram realizados em outros campos. Nesses primeiros anos de vida o Estádio Manoel Barradas quase não era utilizado, nem mesmo para amistosos, tendo sido realizado apenas quatro jogos durante esse período no templo rubro-negro. Reinaugurado em 1991, quase todas as partidas restantes do Campeonato Baiano desse ano passaram a ser realizadas no Barradão, quando o mando de campo era rubro-negro. Porém, no início do ano de 1992, os jogos voltaram a ser realizados na Fonte Nova, com o argumento de que, a iluminação do Manoel Barradas impedia partidas que começassem após as 15 horas, sendo possível a realização de jogos apenas nos finais de semana.No entanto, em 1994 acontece implantação do sistema de iluminação do Estádio Manoel Barradas e a sua ampliação, habilitando definitivamente o Barradão a receber qualquer partida de futebol e se consolidando, de vez, como Estádio. Combatendo duramente a resistência de muitos em aceitarem o campo como oficial do Vitória, chega-se ao ano de 1995 e, finalmente, conquista-se o mando de campo do clube para seu estádio que passou a ser um grande símbolo de mudança na história do futebol da Bahia.
Desse momento em diante, só deu Vitória.
História: A Década da Consolidação Rubro Negra
Reflexo do que foi feito nos anos 80, na década de 90 o Vitória já havia alcançado sua independência financeira e fortaleceu as suas divisões de base, com isso os resultados foram aparecendo. Foram seis Campeonatos Baianos conquistados durantes esses 10 anos: 1990, 1992, 1995, 1996, 1997 e 1999.O ano de 1993 foi um marco para o Vitória. Com um elenco que mesclava garra e juventude, o rubro negro fez um Campeonato Brasileiro memorável, superando times como Flamengo, Santos e Corinthians. A Final foi contra o poderoso Palmeiras (cuja equipe era o esqueleto da seleção brasileira daquele ano), que venceu as duas partidas e também o Brasileirão de 94. Mas, independente do revés na Final, o time de 93 é lembrado com muito carinho pelos torcedores rubro negros. Comandado por Fito Neves o time que jogou a primeira final tinha: Dida – Rodrigo, João Marcelo, China, Renato Martins – Gil Sergipano, Alex Alves, Paulo Isidoro, Roberto Cavalo – Pichetti e Claudinho.
O primeiro Tricampeonato Estadual foi conquistado em 97, ano em que também ganhou o primeiro título da Copa do Nordeste; vencendo o Bahia nas finais de ambas as competições. Dois anos depois, na comemoração do seu centenário o Vitória sagrou-se novamente Campeão do Nordeste e teve uma bela participação no Campeonato Brasileiro de 1999, quando foi 3º colocado. Depois de passar pelo Vasco, com direito a um 5 x 4 inesquecível, considerado por muitos o melhor jogo da Era Barradão; perdeu a primeira e ganhou a segunda partida da semi final contra o Atlético Mineiro, sendo eliminado na última e decisiva partida. A nível local, a divisão do Título Baiano daquele ano, entre Bahia e Vitória, não foi suficiente para manchar o aniversário de 100 anos do Vitória. Mas para fechar bem o século, o rubro negro conquista o Campeonato Baiano de 2000.
História: Hegemonia Estadual no Século XXI
Entramos no século XXI e o Esporte Clube Vitória se firma como o time, do Brasil, com o maior número de títulos da primeira década desse novo século. Apenas em 2001 o Vitória não conquistou nenhum troféu. Em 2002 e 2003, veio o bicampeonato baiano, além da Copa do Nordeste de 2003.O ano de 2004 foi de altos e baixos. Esperava-se muito do time no ano. E o início foi empolgante: ganhou o estadual, a Taça Estado da Bahia de 2004, ficou na ponta do Campeonato Brasileiro e chegou às semifinais da Copa do Brasil. Mas o segundo semestre foi catastrófico levando o time ao rebaixamento para a Série B.Em 2005 se concretizou o tão almejado Tetracampeonato Estadual, com o time invicto. Jogando a Série B, a equipe lutou para se classificar para a próxima fase, mas nas cinco últimas partidas o Vitória só somou um ponto e depois de uma série de combinações de resultados, acabou rebaixado para a Série C.Mas logo no ano seguinte, com um elenco formado por apostas e revelações o Vitória conseguiu a ascensão a Série B. Porém, em 2007, todos sabiam da competitividade daquela Série B, mas o time manteve uma grande regularidade, permanecendo na ponta da tabela durante quase todo o campeonato, o que resultou na volta do Vitória a elite do futebol brasileiro.De 2007 a 2010, o rubro negro conquistou novamente o Tetracampeonato Estadual. E teve boa participação no Brasileirão de 2008, terminando na décima posição e se classificando para a Copa Sul americana do ano seguinte, quando também garantiu a participação no campeonato continental de 2010.A hegemonia no Estado se consolida em 2010 conquistando, pela segunda vez na década, o Tetracampeonato Baiano, vencendo o Bahia na Final. Esse time também conseguiu chegar, pela primeira vez na história do Clube, à Final da Copa do Brasil; mas o triunfo por 2 x 1 contra o Santos, não foi suficiente para erguer a Copa, pois o badalado time da Vila Belmiro havia vencido por 2 x 0 o primeiro jogo em Santos.Na volta do Nordestão em 2010, que não era disputado desde 2003, o Vitória participou da competição, e mesmo com a equipe “B” e ganhou o seu quarto título regional. Mas o segundo semestre voltou a ser traiçoeiro com rubro negro. Pelo Campeonato Brasileiro o Vitória tropeçou e acabou sendo rebaixado na última rodada
FONTES: Site do clube –  Marlon Krüger Compassi
 

Esporte Clube Ypiranga é uma agremiação da Cidade de Salvador (BA). O Aurinegro, clube do coração de Jorge Amado (um dos maiores escritores do país), é o 3º clube com mais títulos baianos, depois doBahia e do Vitória, com 10 conquistas. E também um dos mais tradicionais clubes baianos. No início do século XX, jovens excluídos da sociedade por vários motivos, principalmente por fatores étnicos, sociais e econômicos e por conta disso, impedidos de participaram de clubes de futebol no Brasil.

Com isso, decidiram fundar um clube que unisse o povo pobre da cidade em detrimento dos privilégios das elites, surgiu o Sport Club Sete de Setembroem 17 de abril de 1904, mas que em 07 de Setembro de1906, surge uma nova equipe, agora chamada de Sport Club Ypiranga, nome escolhido por causa da conjuntura nacional do momento.

A partir daí então o Esporte Clube Ypiranga figurou como destaque no cenário baiano, ganhando 10 títulos estaduais (sete de forma invicta), assim como também 10 vezes ficou como segundo colocado. Já no Campeonato Baiano da 2ª Divisão, o clube detém 2 títulos, um conquistado em 1983 e outro em 1990 (de forma invicta). A categoria Juvenil do Ypiranga também conquistou diversos títulos ao longo dos anos.

FONTES: Wikipédia –  Marlon Krüger Compassi

 

Mais um distintivo enviado por Marlon Krüger Compassi do ano de 1943. O Clube de Natação e Regatas São Salvador é uma agremiação da cidade de Salvador (BA). Fundado no dia 1º de Setembro de 1902, tem a sua Sede localizada na Avenida Men de Sá, 16, no Bairro da Ribeira, em Salvador, CEP: 40420-240 – Telefone: (71) 314-2507.

A equipe alviverde mandava os seus jogos no Estádio Campo da Pólvora, com capacidade para 2 mil pessoas. O São Salvador participou de algumas edições do Campeonato Baiano da 1ª Divisão, obtendo um vice em 1905, e o Bicampeonato: 1906 e 1907. Atualmente, dedica-se às atividades nos esportes aquáticos.

HISTÓRIA

Foi seu idealizador e fundador Torquato Corrêa, ao regressar do Rio de Janeiro, onde remava pelo Clube de Regatas Flamengo. Notando a falta de clubes náuticos nesta capital, onde existia apenas o Esporte Clube Vitória com uma pequena flotilha, resolveu consultar alguns amigos e no dia 1º de Setembro de 1902, na sua residência na Piedade fundou o Clube de Natação e Regatas São Salvador.

Animado com a grande adesão de associados, voltou ao Rio de Janeiro e de lá trouxe duas canoas e aos domingos e feriados no Porto dos Tainheiros se exercitavam os amadores e amantes do novo esporte, despertando grande interesse público.

Em janeiro de 1905, devido a um mal entendido, 20 associados do Esporte Clube Vitória deixam o clube, e se transferem para o São Salvador, sendo criada a seção de futebol sob a direção de Carlos Costa Pinto. Conquistando logo a preferência do público, tornou-se a sociedade esportiva mais querida da época.

Nesta mesma ocasião, por proposta de Arthur Moraes, são mudadas suas cores de amarelo e preto para o branco e verde, que adota até hoje. Em 1905 tomou parte no 1º Campeonato Baiano de Futebol no Campo da Pólvora sagrando-se vice-campeão. No ano seguinte levanta o título, e no outro o bi-campeonato.

No remo era o “Bicho Papão” levantando quase todas as regatas. Com o correr dos tempos, deixou o futebol devido a extinção da Liga Bahiana e a decadência no remo, sofreu o alviverde algumas crises, perdendo a liderança para o E. C. Vitória. Agora o C.N.R. São Salvador se reorganiza, voltando a ocupar o seu lugar de destaque nos meios náuticos para alegria da sua grande torcida.

CAMPO DA PÓLVORA

Surgiu em 21 de Outubro de 1901 quando José Ferreira Junior, o Zuza Ferreira, improvisou um campo de futebol no Campo da Pólvora, que até então era denominado de Campo dos Mártires. Zuza marcou o espaço do gol com duas pedras grandes, dez metros entre uma e outra, sendo também disputado o primeiro jogo.

Em 30 de outubro de 1903 foi disputada a primeira partida internacional, por marinheiros americanos que se encontravam em Salvador e um combinado anglo-brasileiro. Em 9 de abril de 1905, o Campo se tornou oficial com os jogos realizados da Liga Baiana de Esportes Terrestres (atual Campeonato Baiano).

A estreia foi com um jogo realizado entre Internacional e Vitória, com uma vitória de 3 a 1 do Internacional. O Campo da Pólvora não tinha arquibancada. O público se posicionava pelos quatro cantos do campo que era “cercado” por cadeiras onde se sentavam as senhoras, além disso o público tinham que se vestir a rigor, pois o futebol naquela época era feito para a elite. Atualmente, o Campo da Pólvora foi demolido para dar lugar a uma estação do futuro metrô da capital baiana, a Estação Campo da Pólvora.

 

FONTES: Wikipédia – Confederação Brasileira de Remo – Marlon Krüger Compassi

 

Outra Contando com a importante ajuda do internauta Marlon Krüger Compassi é o escudo de 1943 da Associação Atlética da Bahia. É uma agremiação da cidade de Salvador (BA). O clube Alvianil foi Fundado no dia 04 de Outubro de 1914. A sua Sede fica localizada na Rua César Zama, 316, no Bairro da Barra Avenida, na capital baianaNa esfera futebolística, a AA Bahia foi campeão do Campeonato Baiano da 1ª Divisão em 1924; campeão do Torneio Início de 1928; e vice-campeão Estadual quatro vezes: 1921, 1922, 1923 e 1925.

FONTES: Site do clube – Wikipédia - Marlon Krüger Compassi

 

Contando com a preciosa colaboração do internauta Marlon Krüger Compassi, segue um escudo inédito da Associação Desportiva Guarany de 1943. O Alvinegro foi uma agremiação da cidade de Salvador (BA). Fundado no dia 12 de janeiro de 1920, o Guarany mandava os seus jogos no Estádio Roberto Santos​. Na história do futebol baiano, o clube possui dois títulos: Campeão do Campeonato Estadual da 2ª Divisão (1939) e da Primeira Divisão (1946).

 

FONTES: Wikipédia – Marlon Krüger Compassi

 

O Esporte Clube Ypiranga é uma agremiação da Cidade de Salvador (BA). O Aurinegro, clube do coração de Jorge Amado (um dos maiores escritores do país), é o 3º clube com mais títulos baianos, depois do Bahia e do Vitória, com 10 conquistas. E também um dos mais tradicionais clubes baianos. No início do século XX, jovens excluídos da sociedade por vários motivos, principalmente por fatores étnicos, sociais e econômicos e por conta disso, impedidos de participaram de clubes de futebol no Brasil.

Com isso, decidiram fundar um clube que unisse o povo pobre da cidade em detrimento dos privilégios das elites, surgiu o Sport Club Sete de Setembro, em 17 de abril de 1904, mas que em 07 de Setembro de 1906, surge uma nova equipe, agora chamada de Sport Club Ypiranga, nome escolhido por causa da conjuntura nacional do momento.

A partir daí então o Esporte Clube Ypiranga figurou como destaque no cenário baiano, ganhando 10 títulos estaduais (sete de forma invicta), assim como também 10 vezes ficou como segundo colocado. Já no Campeonato Baiano da 2ª Divisão, o clube detém 2 títulos, um conquistado em 1983 e outro em 1990 (de forma invicta). A categoria Juvenil do Ypiranga também conquistou diversos títulos ao longo dos anos.

ATUALIDADE

A administração de Emerson Ferretti (ex-jogador) e Valdemar Filho tem trabalhado para recuperar os tempos de glórias e vitorias, o time profissional disputou o Campeonato da Segunda Divisão de 2010 depois de 3 anos ausente, em 2011 quase subiu para a primeira ficando em terceiro. Na Segunda Divisão de 2012, o Ypiranga conseguiu chegar às semifinais.

Contudo, foi eliminado pela Jacuipense, que mais tarde seria derrotada na final pelo Botafogo. O time juvenil já disputou a Copa 2 de Julho duas vezes, competição internacional realizada na Bahia, e também disputou, junto com o time infantil, o Campeonato Baiano da categoria. Em março de 2012, assinou contrato com a fornecedora de material esportivo italiana Lotto. Porém, em fevereiro de 2013, o clube fechou um novo contrato com a brasileira Super Bolla. Nesse ano, o time não foi bem na Segunda Divisão, permanecendo apenas na sétima colocação.

No fim de 2013, focando na competição de 2014, o clube se reformulou administrativamente contratando novos diretores para as áreas jurídica, de futebol e de marketing. No jurídico assumiu como diretor o advogado Ricardo Maracajá, especialista em direito tributário e administrativo, com ele veio o novo gerente jurídico Fernando Santos, advogado especialista em direito civil.

Com o lançamento do plano de sócio-contribuinte, será iniciada a reestruturação do CT da Vila Canária e, assim, poder disponibilizar seu parque aquático aos seus associados e também modernizar a estrutura do futebol.

FONTES & FOTO: Blog Botões para Sempre – Filatélica Zeppelin 

 

FONTE: O Malho

 

FICHA TÉCNICA

São Paulo 13 x 1 Bahia

Partida realizada na data de 24 de outubro de 1926, no Estádio do Fluminense – RJ.

Gols: Petronilho (5), Feitiço (4), Apparicio (2), Mello e Heitor (SP) Manteiga (BA).

Árbitro: José Ramos de Freitas (ES).

São Paulo: Athiê, Grané e Bianco. Aguiar, Amilcar e Serafim. Apparicio, Heitor, Petronilho, Feitiço e Mello.

Bahia: De Vecchi, Pedro e Durval. Neco, José Silva e Saes. Arminho, Joãozinho, Santos, Manteiga e Lacerdinha.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

 

 

FICHA TÉCNICA

Associação Athletica das Palmeiras 1 x 1 Selecionado Baiano

Partida realizada na data de 25 de dezembro de 1924, no Estádio da Floresta

Árbitro: Nicollellis

Gols: Carrone (P) e Petiot (Bahia)

Associação Athletica das Palmeiras: Tuffy, Janeiro e Alexy. Nunes, Lagreca e Nardini. Waldemar, Carrone, Vadinho, Tedesco e Tito.

Selecionado Baiano: Baby, Durval e Pedro. Mica, Popó e Saes. Armindo, Asterio, Petiot, Manteiga e Sandoval.

Fontes: revista “A Cigarra” e Jornal “A Gazeta”

 

Um título nacional, que tornou o Bahia o primeiro clube brasileiro a disputar a Libertadores da América e corou uma das mais vitoriosas gerações de atletas do Esquadrão de Aço, já que este mesmo grupo que conquistou a Taça Brasil de 59 ainda foi pentacampeão baiano (1958, 1959, 1960, 1961 e 1962), três vezes campeão do Norte-Nordeste (1959, 1961 e 1963) e Campeão da Taça da Amizade (Uruguai – 1959).

Os gols da grande final foram marcados por Vicente, Alencar e Léo. Nesta histórica partida, o Tricolor baiano atuou com: Nadinho, Nenzinho, Henrique e Beto; Flávio e Vicente; Marito, Alencar, Léo, Mário e Biriba. Um fato curioso da campanha do Bahia, nesta Taça Brasil é Efigênio Bahiense, o Geninho, foi o treinador durante toda a competição e após a derrota na Fonte Nova, por 2 x 0, o treinador que conduziu o time, na final no Maracanã, foi o argentino Carlos Volante.

Ao chegar em Salvador, este grupo foi saudado por uma multidão, que saiu em carreata pela cidade, ovacionados pela população soteropolitana e pela Nação Tricolor. A Taça Brasil foi o primeiro grande torneio nacional, reunindo os 15 principais campeões estaduais. Além do Bahia, Santos, São Paulo, Vasco da Gama, Atlético/PR, Atlético/MG, Grêmio, Sport/PE, Rio Branco/ES, Hercílio Luz/SC, Auto Esporte/PB, ABC/RN, Ceará/CE, CSA e Tuna Luso, disputaram esta competição.

Na campanha de 1959, em jogos de ida e volta, o Bahia eliminou CSA, Ceará, Sport, Vasco e Santos. O Esquadrão de Aço disputou 14 jogos, venceu 09, empatou 02 e perdeu 03, marcou 25 gols e sofreu 18. Léo ainda foi artilheiro da competição, com 08 gols marcados.

 

E.C. BAHIA (BA)    3    x    1    SANTOS F.C. (SP)

LOCAL: Estádio Mario Filho, Maracanã

DATA: Domingo, 29 de Março de 1960

CARÁTER: Final da Taça Brasil de 1959

RENDA: Cr$ 642.703,00

PÚBLICO: cerca de 20 mil pessoas

ÁRBITRO: Frederico Lopes

AUXILIARES: Wilson Lopes de Souza e Ailton Vieira de Moraes

CARTÕES VERMELHOS: Getúlio, Formiga e Dorval (Santos)

BAHIA: Nadinho, Beto, Henrique, Flávio e Nenzinho; Vicente e Mário; Marito, Alencar, Léo e Biriba. Técnico: Carlos Volante

SANTOS: Lalá, Getúlio, Mauro, Formiga e Zé Carlos; Zito e Mário, Dorval, Pagão, depois Tite, Coutinho e Pepe. Técnico: Lula

GOLS: Coutinho aos 27 minutos (Santos);  Vicente  aos 37 minutos do 1º tempo. Léo aos 47 segundos (Bahia); Alencar  aos 31 minutos do 2º tempo.

 

CAMPANHA:

Bahia 5 x 0 CSA

Bahia 2 x 0 CSA

Bahia 0 x 0 Ceará

Bahia 2 x 2 Ceará

Bahia 2 x 1 Ceará

Bahia 3 x 2 Sport

Bahia 0 x 6 Sport

Bahia 2 x 0 Sport

Bahia 1 x 0 Vasco

Bahia 1 x 2 Vasco

Bahia 1 x 0 Vasco

Bahia 3 x 2 Santos

Bahia 1 x 2 Santos

Bahia 3 x 1 Santos  (Final)

 

FONTE & FOTO: Site do E.C. Bahia – Acervo de Nelson José Xavier da Silva

 

O Torneio dos Campeões do Norte, foi realizado em 1952. A competição contou com a presença de oito clubes campeões (sete do Nordeste e um do Norte) da temporada anterior:

Tuna luso Comercial (PA);

América de Natal (RN);

Associação Desportiva Confiança (SE);

Ceará SC (CE);

CRB (AL);

Náutico (PE);

Treze FC (PB) e

SC Ypiranga (BA).

O destaque da competição pelo Diário de Pernambuco foi bacana. Outro fato interessante foram os escudos, uma vez que, praticamente todos, são um pouco diferente dos distintivos conhecidos.

FONTE: Diário de Pernambuco  

 

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

O Diário de Pernambuco, no dia 30 de julho de 1957, assim descreveu a goleada do time misto do EC Bahia em cima do Benfica de Portugal: “Exibindo-se, ontem, em gramados baianos o quadro de futebol do Benfica de Portugal, vindo com um bom cartaz, caiu espetacularmente diante do Esporte Clube Bahia pela contagem de 4 a 1“.

 

E.C. BAHIA (BA)       4          X         1          BENFICA (PORTUGAL)

LOCAL: Fonte Nova, em Salvador (BA)

DATA: Segunda-feira, 20 de Julho de 1957

ÁRBITRO: José Cavalcanti

RENDA: Cr$ 600.250,00

BAHIA: Haroldo; Chagas e Calmon; Bombeiro, Mário e Florisvaldo; Careca, Biriba (Frader), Adulce, Evandro (Rui Tanos) e Olicio (Carlito)

BENFICA: Bastos (Costa Pereira); Calado e Arthur (Zezinho); Pegado, Ângelo e Alfredo; Palmeiro, Caiado (Salvador), Águas, Coluna e Cáven.

GOLS: Adulce, Careca, Rui Tanos e Biriba (Bahia); Águas (Benfica)

 

Fonte: Diário de Pernambuco

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