O Cotinguiba Esporte Clube é um clube esportivo e social de Aracaju, capital do estado do Sergipe. Fundado no dia 10 de outubro de 1909, é o primeiro campeão estadual do Sergipe e conquistou o campeonato em 1918, 1920, 1923, 1936, 1942, 1952 e 1957. É conhecido como o Tubarão da Praia.

Com o nascimento do Cotinguiba Esporte Clube a vida sócio-esportiva sergipana começa a se organizar. Sensível aos anseios da gente sergipana, um valioso grupo de intelectuais e desportistas deu início às demarches para a criação da agremiação.A data oficial de fundação é 10 de outubro de 1909. Na ocasião lá estavam os mais autênticos representantes das famílias Franco, Leite, Rollemberg, Garcez e Vasconcelos. Seus primeiros sócios e dirigentes.

Era, pois, um clube elitista. Criado e dirigido pelo ‘high-society”.Nasceu onde ainda hoje vive. Tomou o nome de Cotinguiba em homenagem ao rio que nos separa da Barra dos Coqueiros.Depois o rio mudou de nome nesta região e passou a se chamar Rio Sergipe, de acordo com determinação emanada do Poder Legislativo.Começou com o remo e, já no ano seguinte, arrebatava, triunfal-mente, a primeira colocação do primeiro campeonato de remo.

O futebol veio logo depois, em 1916, quando foi criada a Liga Desportiva Sergipana, e era praticado na Praça da Conceição, primitivo nome da praça Pinheiro Machado, que depois passou a ser denominada de Praça Tobias Barreto, com um monumento ao centro, em homenagem ao gênio sergipano. Os rivais do remo, das regatas, passavam a ser, também, rivais no futebol.

Equipe do Cotinguiba
Em 1918 começam, precariamente, os Campeonatos e o Cotinguiba saiu na frente, conquistando o 1º título. No ano seguinte, 1919, não houve campeonato, mas os dois clubes ganharam um terreno, cedido por Adolfo de Faro Rollemberg, para ser preparado e utilizado como campo de futebol. Foi o Campo do Adolfo, que durante pelo menos três décadas sediou as partidas de futebol, abrigou desfiles cívicos e estudantis, festas e outros eventos. Em 1920 o Cotinguiba ganhou de novo.
Voltou a ser campeão sergipano em 1923 e depois somente em 1936. Voltou a ser campeão no ano de 1942 e em 1952.
Cotinguiba campeão de 1942
Na década de 40, o Tubarão encontra seu ponto culminante na administração de Clóvis Cardoso, homem que modificou o cenário arquitetônico de Aracaju, realizou consideráveis reformas na sua sede, surgindo a feição mediterránea que até hoje possui, apesar da rebeldia de algumas reformas que ali foram realizadas em outras gestões.
Foi o primeiro campeão de Remo, Futebol, Voleibol, Basquetebol, Pedestrianismo e Natação. No ocaso da década de 50 surgiu em nossa Capital o Futebol de Salão. No futebol conquistou mais um título em 1957.
 Cotinguiba campeão de 1957
 Com o passar do tempo, a rivalidade com o Sergipe caia e terminava desaparecendo. É quando entra em cena a Associação Desportiva Confiança, que passa a ser o principal rival do Clube Esportivo Sergipe. Tal fato coincide com a implantação do profissionalismo do futebol sergipano, o que significa mais exigências, compromissos, formação de equipes remuneradas, a corrida em busca do público pagante para lotar os estádios e dos auxílios do Poder Público, que é, em si, um capítulo da história do futebol em Sergipe. Com o domínio do futebol sergipano pelo Sergipe, Confiança e Itabaiana, o Cotinguiba perdeu espaço no futebol sergipano.
Em 1975 ficou em 4° lugar no sergipano e em 1977 também fez boa campanha. Nos anos 90 ainda se mantinha no futebol profissional, mas não acompanhando o ritmo da dupla de ferro da capital.
Em 1996 acabou sendo rebaixado juntamente com o Propriá para a segunda divisão sergipana.No ano seguinte ficou em 4° lugar na segunda divisão, longe do acesso.
O Cotinguiba voltou aos gramados em 2005, eliminado nas semifinais da segundona pelo Olímpico Pirambu com duas derrotas. Em 2006 acabou afastado do campeonato por seu estádio não atender aos padrões exigidos pela FSF.
Disputou os campeonatos de 2007 e 2008, mas em 2009 acabou não disputando a segunda divisão.
O Cotinguiba manteve sua sede social, promoveu festas, praticou outros esportes, ainda hoje tem o Remo que o consagrou, sendo que a sua sede é uma das mais importantes de Aracaju.
Escudos Anteriores
Hino (Autor: Gilson Nascimento)

Tubarão da Praia
Sou tubarão da praia, 
Sou campeão na bola e na raia,
Sou do time de valor,
Sou Cotinguiba com muito amor
Sua história relevante,
Vai sempre evocar esse time vibrante,
Sua torcida brava: “Pra frente guerreiros!”
Sou Cotinguiba, somos pioneiros.

O tempo passa, mas fica a lembrança,
Quem tem fé, tem esperança,
Decano da fundição sua morada é no meu coração,
Amo essa camisa querida,
Sou Cotinguiba por toda vida.

Sou tubarão da praia, 
Sou campeão na bola e na raia,
Sou do time de valor,
Sou Cotinguiba com muito amor.

 

FONTES: Revista Vida Sportiva – História dos Clubes Nacionais

 

O Ypiranga Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quinta-feira, do dia 22 de Julho de 1915, com o nome de Smart Athletic Club, nas cores vermelha e branca, sediado no Bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Os Fundadores: Alberto Garcia, Arthur Cardoso, Clóvis Ribeiro, Edgard Corrêa Gama, João Gomes, Joaquim Lyra, Júlio Guanabara, Mário Pinto Fonseca e Sandoval Silva.

1917: fusão com a Black & White dá origem ao Ypiranga

Após 23 meses, o Smart Athletic Club se fundiu com o Black & White Football Club, da Tijuca, na terça-feira em 19 de Junho de 1917, dando origem ao Ypiranga Football Club. A sua Sede ficava localizada no Bairro da Praça da Bandeira. As cores também foram alteradas para o preto e branco.

A directoria do Smart Athletic Club, filiado a Metropolitana fez entrar na secretária dessa instituição um officio communicando a mesma ter mudado seu nome para Ypiranga Football Club, conforme deliberaram seus associados na última assembléia levada a effeito.

A Primeira Directoria com o nome de Ypiranga Football Club foi composta da seguinte forma:

Presidente - Amâncio Ribeiro de Souza;

1° Vice-Presidente - Antônio de Guimarães Moraes;

2° Vice-Presidente – Fernando Veiga Pinto;

Procurador - Joaquim Alves;

Captain Geral - Antônio Dias da Silva;

Vice-Captain - Adalberto Mello.

 

1918: Vice-campeão Carioca da Terceira Divisão

O Ypiranga participou do Campeonato Carioca da Terceira Divisão da 1918, no qual terminou como o vice-campeão. Aliás, das seis equipes que disputaram o certame somente o escudo do Ypiranga ainda não tinha sido encontrado. Os participantes foram:

Esperança Football Club (de Bangu);

Sport Club Everest (da Tijuca);

Hellênico Athletico Club (do Rio Comprido);

Metropolitano Athletico Club (do Méier);

Tijuca Football Club (da Tijuca);

Ypiranga Football Club (da Praça da Bandeira).

No ano seguinte (1919),  o Ypiranga, já sediado no Centro do Rio, disputou, novamente, a Terceirona, ficando na 3ª colocação no geral. Em 1920, voltou a disputar o Campeonato Carioca da Terceira Divisão, terminando em 5º lugar. Em 1921, mudou de Sede passando a se fixar no Bairro de Cascadura.

Em junho de 1926, mudou novamente a denominação, passando a se chamar: Dramático Athletico Club. Cores: preto e branco.

OUTROS YPIRANGA:

1. Ypiranga Football Club 29/06/1911 Rua Eugênia, Rio Comprido
2. Ypiranga Football Club Divulgado em 1912 Rua Vaz de Toledo, Eng. Novo
3. Sport Club Ypiranga 12/05/1912 Maracanã-Botafogo
4. Ypiranga Football Club 24/06/1914 ?
5. Ypiranga Athletic Club 18/09/1914 São Cristóvão
6. Ypiranga Football Club*********** 22/07/1915 Centro-Cascadura
7. Sport Club Ypiranga 25/07/1916 Vila Isabel
8. Ypiranga Suburbano Football Club 10/10/1917 Bento Ribeiro

 

FONTES: O Imparcial – O Paiz – A Época – Revista Vida Sportiva – Pedro Varanda

 

 

O Tijuca Football Club foi o vice-campeão do Torneio Início da Terceira Divisão de 1918. O Campeão foi o Esperança Football Club, de Bangu.

Na foto é possível ver a bandeira, nos seus mínimos detalhes, do Tijuca FC.

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

FONTE: Revista Vida Sportiva

 

Royal Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A equipe Alvirrubra foi Fundada na quinta-feira, do dia 31 de Julho de 1913. A sua 1ª Sede ficava na Rua da Piedade, nº 98, no Bairro Piedade – Zona Norte do Rio. Depois, em 1917, se transferiu para a Rua Arquias Cordeiro, 314/230 – Méier - Zona Norte do Rio. Ainda no Méier, teve uma sede provisória, em 1918, na Rua Torres Sobrinho, 44. Por fim, a Sede ficava na Rua Souto, nº 105 – Cascadura – Zona Norte do Rio. A sua Praça de Esportesficava na Rua Dias da Cruz, nº 196 (próximo a Estação do Meyer), no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio.

Na esfera futebolística, após diversos torneios, festivais e excursões, o Royal Football Club ingressou na Associação Athletica Suburbana (AAS), em 1915. Na temporada seguinte trocou de entidade, se transferindo para a Liga Suburbana de Football (LSF), em 1916. No dia 12 de Maio de 1918, o Royal Football Club  se fundiu ao Sport Club Brasileiro do Rio Comprido, dando origem ao Metropolitano Athletico Club (que herdou a praça de sports do Royal e a vaga do Brasileiro na Liga Metropolitana).

 Time de 1913: Julinho; Cotia (Cap.) e J. Lourenço; Lino, Bulhões e Pequenino; Joaquim, Prata, Raul, Goivan e Attila.

 Time de 1916: Miro; Hergmann (Rubem) e Quintella (Joaquim Silva); Filóca, Danton e Lourenço; Aguinaldo (Nonô), Sampaio, J. Leite, Haroldo e Graciano.

FONTES: O Imparcial – Correio da Manhã- Jornal do Brasil – Lanterna – Revista Vida Sportiva

 

O Comércio Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Cuiabá (MT). O esquadrão Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 10 de Agosto de 1931, na capital do Mato Grosso.

A Diretoria que tomou posse em 1936, foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Manoel Soares de Campos;

Vice-Presidente - Dr. Henrique José Vieira Neto;

1º Secretário - Álvaro Duarte Monteiro;

2º Secretário - Alcides Leite Pereira;

1º Tesoureiro - Gastão Proença;

2º Tesoureiro - Pioravanti Barbieri;

Orador Oficial - Vasco R. Palma;

Diretores Esportivos - Otávio Leite Pereira, Aclyne Cavalcanti de Mattos e Danglars Canavarros.

Meses depois, o Estádio do Comércio foi construído graças ao empenho do presidente, o farmacêutico Manoel Soares de Campos, nascido no Estado do Rio de Janeiro. Inaugurado na segunda-feira, do dia 07 de Setembro de 1936, surgia o 1º estádio de Cuiabá, situado na Praça de Esportes do Liceu Cuiabano.

O clube foi o 1º Campeão do Campeonato Cuiabano de 1936. Além desse ano, o Comércio esteve presente nas edições de 1937 e 1938. Voltando ao título de 1936, a campanha do Comercio foi a seguinte:

Domingo, dia 04 de Outubro

Comércio

2

X

0

Paulistano

Domingo, dia 25 de Outubro

Comércio

1

X

1

Americano

Domingo, dia 15 de Novembro

Comércio

2

X

0

Tipográfica

Domingo, dia 06 de Dezembro

Comércio

3

X

1

Destemido

Sexta-feira, dia 25 de Dezembro

Comércio

2

X

1

Mixto

Domingo, dia 03/Janeiro/ 1937

Comércio

1

X

1

Dom Bosco

FONTES:  Livro “Reminiscência do Futebol Cuiabano” – O Estado de Mato Grosso

 

 

 

O Apodi Esporte Club é uma agremiação do Município de Apodi (RN). O Tricolor Apodiense foi Fundado no domingo, do dia 23 de Março de 2003, como UNIVAP (União do Vale do Apodi). As suas cores: vermelho, branca e azul.

A equipe manda os seus jogos no Estádio Antônio Lopes Filho, com Capacidade para 5 mil pessoas. O município fica a 342 km da capital (Natal) potiguar, e a sua população é de 36.323 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2017.

O UNIVAP, que disputava as categorias de base da Federação Norterio-grandense de Futebol (FNR), participou em 2007 pela primeira vez da categoria profissional, disputando o Campeonato Potiguar da Segunda Divisão e terminando em 3º lugar, com o nome de Apodi Esporte Club.

 

FONTES: Wikipédia – Página do Clube no Facebook – Blog do clube – Federação Norterio-grandense de Futebol (FNR) 

 

O Campinas Futebol Clube, da cidade de Campinas-SP, foi fundado na data de 7 de setembro de 1928.

Sua sede ficava na famosa Vila Industrial, daí ser conhecido como “Tricolor Vilense”.  Também era conhecido por “Moleque Apeano”.

Os fundadores do Campinas Futebol Clube foram Guido Bonturi, Adolpho Bonturi, Dino Bonturi, Antônio Bento Gonçalves, José Tavil, Firmino Gomes, Afonso Guarulhos, Álvaro Urbano, Antônio Ferreira e o esportista Elegância.

Seu primeiro presidente foi o senhor Francisco Muniz Pacheco.

O “Tricolor Vilense” fazia contra o Guarani FC o famoso derby campineiro. Guarani FC x AA Ponte Preta era o clássico máximo.

Dentre suas principais conquistas, destacamos: Campeão da Terceira Região da APEA em 1931, Campeão da Série Campineira de 1934 e Campeão do Torneio Início da Liga Campineira de Futebol em 1935 e 1937.

O Campinas Futebol Clube encerrou suas atividades na década de setenta.

Fontes: A Gazeta (dos anos de 1931 e 1932) e o historiador Celso Franco.

 

FONTE: Acervo de Marcelo Santos, Marcelão, ex-goleiro da Cabofriense 

 

 Em pé: Valdir. Enio Rodrigues. Oby. Valdo. Ivo e Orlando.

Agachados: Carlito. Breno. Pedrinho. Enio Rodrigues e Orcely.

 

Esquadrão do Renner de Porto Alegre no primeiro jogo contra a Seleção Alagoana em excursão a Alagoas

Em 1954 o Renner de Porto Alegre jogou duas partidas em Maceió. Era o primeiro clube gaúcho a visitar o Estado Nordestino.

Tinha conquistado o campeonato gaúcho da temporada e veio com muito cartaz. Possuía grandes jogadores e, alguns deles terminaram jogando na seleção brasileira.

O 1º jogo aconteceu no dia 27 de dezembro. O Renner perdeu para a Seleção Alagoana por 3 x 2. Um resultado que foi contestado pelos gaúchos que não aceitaram o segundo pênalti marcado pelo arbitro alagoano, Adalberto Silva. O goleiro Valdir de Moraes não quis ficar no gol para a cobrança. O juiz mandou cobrar com o meta gaúcha vazia. Era o gol da vitória alagoana. Orizon fez os dois de pênalti e Géo completou os gols do locais. Joeci e Enio Andrade marcaram para o Renner.

O jogo foi bom até o momento em que o juiz assinalou o segundo pênalti contra os visitantes.

O marcador era de 2 x 2 e demonstrava o equilíbrio entre as duas equipes.

Depois de muita conversa os dirigentes azulinos conseguiram convencer os gaúchos a retornarem ao campo e terminarem o jogo.

Foram os piores momentos da partida.

O Renner fazendo o tempo passar.

A seleção perdeu o interesse pelo jogo e a própria torcida não sentiu mais nenhuma emoção pela vitória.

A Seleção Alagoana venceu com Epaminondas. Dirson e Orizon. Piolho. Zanélio e Mourão. Cão (Helio Miranda). Dida. Cécé. Bequinho (Tonheiro) e Géo.

Três dias depois, no mesmo campo do mutange, o Renner voltou para enfrentar o CSA.

Os gaúchos exigiram que o juiz fosse Aparicio Viana que acompanhava a delegação na temporada pelo Nordeste.

O resultado final foi de 1 x 1.

O CSA com um time bem entrosado realizou uma grande exibição.

O Renner, esquecendo os problemas do domingo, também fez por merecer os elogios.

O publico assistiu um grande espetáculo. Um futebol de alto nível. Os alagoanos começaram de forma arrasadora. Assinalaram seu gol através do ponteiro Géo e realizaram um jogo de boa técnica e rapidez nas jogadas. No segundo tempo, os alagoanos cansaram e os gaúchos continuaram com a mesma regularidade.

E mantendo o ritmo, chegaram ao empate através de Juarez. Foi um grande jogo e que apagou a má impressão deixada na partida anterior quando os lamentáveis acontecimentos envolveram os jogadores do Renner e o juiz Adalberto Silva.

O CSA jogou com Almir. Paulo Mendes e Orizon. Piolho. Zanelio e Napoleão. Italo (Deda). Dida. Sued. Netinho e Géo.

O Renner com Valdir (Albertino). Enio Rodrigues. Léo (Ody). Ivo Medeiros (Gago). Bonzo (Valdo) e Orlando. Carlito. Breno. Pedrinho (Juarez). Enio Andrade e Joeci (Orely).

 

FONTES: Esquadrões de Futebol – Futebol Gaúcho – Wikipédia – História do Futebol Alagoano

 

O Esporte Clube Rondônia é uma agremiação da cidade de Porto Velho (RO). O “Canarinho de Porto Velho” foi Fundado na sexta-feira, do dia 24 de Outubro de 1969. A sua Sede fica localizada na Avenida Sete de Setembro, nº 5.048, no Bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho.

Sob a presidência de Bosco Gouvêa, o Rondônia foi Campeão do Torneio Início de 1982, vencendo na final o Ipiranga pelo placar de 1 a 0. O gol que deu o título saiu aos 18 minutos do segundo tempo, por intermédio do lateral-esquerdo Teixeira. O time foi formado com: Carpanini; Nemézio, Nelson, Izael e Teixeira; Rodilson, Cesário e Jordano; Pinto, Teodózio e Valdemir.

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

 

PS.: O Torneio Início foi realizado, no domingo,  no dia 07 de Março de 1982

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

O Paula Ramos Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Florianópolis (SC). O clube das cores preto, vermelho e branco foi Fundado na quarta-feira, do dia 15 de dezembro de 1937, nas areias da Praia de Fora (atual Beira-Mar Norte).

O clube fora inicialmente criado para a prática da natação. Seus fundadores foram: Porfírio Almeida Gonçalves, João Cristakis, Moacir Schtell, Júlio Ferreira Lobo, Arnoldo Sabino, Adolfo Monteiro Pinto, Rubens Sabino, Abelardo Rupp, Jonas de Oliveira, Dionísio Freitas, Osval Pereira Baixo, Olímpio Monteiro Pinto, Bruno Boos, Adolfo Boos, João José Cunha e Antônio Araújo Figueiredo.

O nome do clube foi sugerido por Dionísio Freitas, em homenagem ao local em que os fundadores da agremiação realizavam suas reuniões, o trapiche Vitorino Paula Ramos. O 1º presidente do Paula Ramos foi Porfírio Gonçalves, tendo Francisco Melo como vice.

No futebol, entre 1937 e 1943, o Paula Ramos participou apenas de competições amadoras. Profissionalizou-se em 1944. Tornou-se bicampeão Citadino de Florianópolis, em 1947 e 1948. Em 1948 foi vice-campeão estadual.

Em 1959, obteve a maior conquista de sua história: o Campeonato Catarinense daquele ano. Os títulos conquistados foram: no Campeonato Citadino de Florianópolis, foram seis conquistadas: 1947, 1948, 1956, 1961, 1962 e 1964. No Torneio Início de Florianópolis, outros dois: 1954 e 1956.

FONTES: Wikipédia – Estado (SC)

 

O Taça Brasil de 1964, foi a sexta edição deste torneio organizado pela, na época, pela Confederação Brasileira de Desportos (atual: CBF), a fim de indicar o campeão brasileiro daquele ano, para definir o representante brasileiro na Taça Libertadores da América de 1965. O Santos sagrou-se campeão pela quarta vez consecutiva, após vencer a final contra o Flamengo.
Esta edição contou com a participação de 22 clubes (21 campeões estaduais e o campeão da edição anterior), sendo que os campeões dos estados de São Paulo e da Guanabara já entravam na fase final.

 

Regulamento

A Taça Brasil de 1964 foi dividida em duas fases. Na primeira os clubes foram divididos nos seguintes grupos: Grupo Norte, Grupo Nordeste (que se enfrentam para decidir a vaga destinada ao Grupo Norte), Grupo Central e Grupo Sul (que se enfrentam para decidir a vaga destinada ao Grupo Sul). Na segunda e decisiva fase, os vencedores da primeira fase enfrentam os clubes pré-classificados na semifinal, e os vencedores decidem o título do campeonato.

Critérios de Desempate

Todos os jogos da Taça Brasil de 1963 foram disputados em modo eliminatório (mata-mata) em dois jogos de ida e volta. A equipe que somar mais pontos passava para a fase seguinte. Caso nos dois jogos as equipes tivessem o mesmo número de pontos (dois empates ou uma vitória para cada lado independente do número de gols entre os jogos) era disputado um jogo extra. Nesta partida, caso persistisse o empate, o time que tivesse o maior “goal-average(média dos gols marcados dividido pelos gols sofridos) nas três partidas da fase era o vencedor. Se mesmo assim o empate persistisse, a vaga seria decidida no cara ou coroa.

O River Atlético Clube, de Teresina (PI) acabou caindo, logo, na 1ª Fase. No primeiro jogo, goleou o Maranhão por 4 a 1. No segundo, o clube maranhense, em casa, venceu por 3 a 2. Sendo assim, foi necessário um terceiro jogo. Nessa partida, o Maranhão venceu por 2 a 1, eliminando o River da Taça Brasil de 1964.

 

 

FONTES: Wikipédia – Site do Buim, de Severino Buim

 

O Esporte Clube Encantado é uma agremiação da cidade de Encantado, que fica a 148 km da capital Porto Alegre (RS). A equipe manda os seus jogos no Estádio das Cabriúvas, com Capacidade para 3 mil pessoas, situado na Rua Guerino Luca, s/n, no Bairro Zacarias, no Encantado.

O “Alvirrubro Encantadense” foi Fundado na terça-feira, do dia 21 de Abril de 1942. A Sede fica localizado na Rua Sete de Setembro, nº 2.204, no Centro da cidade.

História

Em 1º de março de 1942, numa das dependências do Café Sana, reuniram-se os desportistas de Encantado para fundar o Esporte Clube Encantado, tendo sua primeira diretoria formada por: Hugo Madureira Coelho, Presidente Romano De Nes, Secretário Paulo Bergamaschi, Tesoureiro e Armando Reali, como técnico.

Esta diretoria após a organização do Clube, tomou posse a 21 de abril do mesmo ano, data em que ficou oficializada a fundação da Entidade. O esquadrão principal era formado, praticamente dos mesmos atletas de 1940, com a saída de alguns e ingresso de outros.

Em 1949 formavam a equipe principal do Esporte Clube Encantado: Osvaldo, Alcir Periolo, Orlando Lucca, Neudy Bonfanti, Jovino Periolo, Sérgio Nardini, Nelci, Altamir, Nercy Angheben, Avelino Martini, Henrique Treméa, o veterano Leonório Secchi, (Noi) e Vitor Berticelli.

 

Em 19 de junho de 1950, o Prefeito Municipal em exercício, Miguel Luiz Pretto, sancionava a seguinte Lei: “LEI nº 86, de 1º de junho de 1950: Autoriza a doação de uma área de terras situadas na zona suburbana desta cidade à Sociedade ESPORTE CLUBE ENCANTADO, de 21 a 23 mil metros quadrados, para a prática de esportes — Futebol, Vôlei, Tênis e outros semelhantes para educação física. A denominação da Praça de Esportes será “Estádio das Cabriúvas”.

Títulos
Em 1954, o Esporte Clube Encantado, novamente desponta no cenário desportivo gaúcho, sagrando-se Campeão da Zona Leste, na categoria de amadores, a 10 de outubro, ao empatar com o Brasil Futebol Clube de Farroupilha (atual SERC Brasil).

Era Presidente do Encantado o desportista Nicodemo Martini, Secretário Genuino A. Ferri, técnico, Aurélio Hélio Moesch Massagista, Abel Pereira e a Madrinha, Norma Martini.

Em 1958, o Esporte Clube Encantado, disputando na categoria de Profissionais,  2ª Divisão, conquistou o título de vice-campeão da Zona Planalto. Outro título importante foi conquistado pela agremiação em 1967, de Vice campeão da Zona 1 -  Campeonato Estadual 1ª Divisão de Profissionais.
Vitor Berticelli, esforçado batalhador pelo esporte bretão, a partir de 1958, após “pendurar as chuteiras”, devido a uma lesão, passou a dirigir o Esporte Clube Encantado, inclusive como técnico.

Nessa época, durante um recesso do Clube, organizou um time de verão, denominado “Estrela Vermelha”, com os próprios jogadores do Clube, com curta duração. Vitor em 1971, em seu restaurante, onde se reuniam os desportistas, lançou a feliz ideia de convidar, para dirigir o Clube, um grupo de moças fãs do esporte.
1971: Clube elegem diretoria composta por homens e mulheres

Em 16 de agosto de 1971, os desportistas encantadenses elegiam, pela primeira vez no Brasil, a Diretoria do Esporte Clube Encantado, integrada por elementos do sexo feminino, nos cargos principais, com a seguinte constituição:
Presidenta: Jurema Bagatini;

Vice-presidente: Marta Kummer;

Secretária: Dione Maria Pavéglio;

2º Secretário: Lício Caumo;

Tesoureiro: Erno Pederiva;

Técnico: Vitor Berticelli.

Os Departamentos e as Comissões eram formadas por: Gladis Sangalli, Ivone Zanotelli Bigolin, Juraci Spagnollo, Lorena Bergamaschi, Vanira M. Ferri, Carmem Klima, Nedi Sandri, Claudete Cucciolli e Elaine Leite.
Esta Diretoria obteve repercussão de âmbito Municipal, Estadual, Nacional e Internacional, de vez que a imprensa de todo o Brasil comentou o fato, tendo sido convidada para participar de programas de rádio, televisão e jornais.
Em 20 de fevereiro de 1972, o Esporte Clube Encantado iniciava as disputas, visando o Campeonato Gaúcho, tendo como técnico, Marcos Garcia, passando Vitor Berticelli para Diretor de Futebol.

Em 1972, sagrou-se campeão na Categoria de Profissionais, 1ª Divisão, classificando-se para a disputa da Mini Taça Governador do Estado.  Atuaram nesta etapa os atletas: Luiz, João, Hélio, Valdir, Edílio, Eleutério, Mário, Bodinho, Malomar, Enio e lvaldo.
A 8 de agosto de 1972, tendo a Diretoria feminina cumprido seu mandato, foram eleitos para dirigir o Clube, Airto Gomes Aduar Borghetti, como Presidentes e Nelson Bergamaschi e Salin Chanan como vice-Presidentes.
Na fase seguinte o Esporte Clube Encantado, sagrou-se Campeão do torneio da Mini Copa Governador do Estado, classificando-se para a Copa Governador do Estado, em 1973, quando conseguiu o segundo lugar nesta categoria, obtendo o “passaporte” para a Divisão de Honara do Futebol Gaúcho, o “Gauchão”.

Esta classificação foi obtida pelos atletas Franck, Sidney; Valdir, Queco, Edujo, Mário, Celso, Bodinho, Malomar Enio, Ademir, João Radaelli, Nana, Paulo, Joãozinho, Ronaldo, Betinho, Rui, Dilvar e Soares.
Em agosto de 1973, o atleta do Esporte Clube Encantado, Ênio Fontana, foi convocado, pela Federação Gaúcha de Futebol, para integrar a Seleção Gaúcha do Interior a fim de excursionar para o Uruguai, Argentina e Chile. Para disputar o Campeonato da Divisão de Honra, o Esporte Clube Encantado, necessitava de melhores condições de seu Estádio, no que foi favorecido pela Prefeitura Municipal, na gestão de Evaldo Zílio, com a construção de 1.200 metros de arquibancadas de concreto, novos vestiários, sanitários e banheiros, fazendo com que o Estádio das Cabriúvas oferecesse as condições mínimas exigidas.
Antes do início do Campeonato o Esporte Clube Encantado recebia, em seu Estádio, a visita dos dois maiores Clubes do Estado, Grêmio e Internacional em duas partidas amistosas, respectivamente a 23 de junho e 21 de julho de 1974.
A quatro de agosto do mesmo ano, o Encantado, fazia sua estreia oficial no Gaúcho, realizando o maior feito esportivo da temporada, ao enfrentar o Grêmio Porto-alegrense em pleno Estádio Olímpico, vencendo, na primeira etapa, por três a zero. No segundo tempo, o Grêmio, com o auxílio do Juiz, segundo os jornais da época, conseguiu empatar a partida, após a expulsão de dois jogadores do Encantado.
Atuaram nesta partida, incentivados por uma enorme torcida do “Leão do Vale“, os atletas: Franck, Coti, Valdir, Ronaldo Betinho Rui, Nana, Clóvis, Malomar, Enio e Soares. Participaram ainda, João Ferri e Celso, em substituição.

Por diversas vezes o Esporte Clube Encantado participou dos testes da Loteria Esportiva sendo a última no teste nº 223, em Novo Hamburgo, quando perdeu por um a zero.

 

Em 1974, época áurea do futebol encantadense, bem como nas disputas de 1975, atuaram os atletas: José Carlos Franck (Franck), Humberto Chittó (Careca), João Agostinho Ferri (João), Valdir Antônio Virgulino (Valdir), Ronaldo Henrique Becker (Ronaldo), José Valmor dos Santos Rosa (Betinho), Lucrécio Moesch (Queco), Edílio Fontana (Edílio), Ivaldo Boeira Caral (Mickey), Celso Ruschel (Celso), Enio Fontana (Ênio), Adair Lopes Bicca (Adair), Enio Costa (Enio), Cleber Schaeffer (Cleber), Paulo Lopes (Xaxá), Cláudio Ari Mariani (Ari), Adroaldo Signorelli (Adroaldo), Paulo Moacir Rodrigues (Moacir),Rubem Brandão Nunes (Rubem), Eleutério Agnoletto (Telo), Djair Cardoso da Silva (Djair).
Vitor Berticelli da Silva: nos meios esportivos, chegou a ser sinônimo de Encantado. Foi elogiado por muitas pessoas importantes no futebol como pelo Diretor do Departamento Profissional da Federação Gaúcha, Gastão Prudente, que disse: “todos os clubes do interior deveriam ter um Vitor Berticelli”.

 

Vitor, na famosa partida do E.C.E. contra o Grêmio, prometera que viria de Porto Alegre a Encantado, a pé, caso seu time vencesse. O Grêmio, depois de estar perdendo por três a zero, conseguiu aos 46 minutos do segundo tempo, empatar a partida, que já estava em 3 a 2.

 

O Esporte Clube Encantado, em 1975, tendo de volta, como técnico, Vitor Berticelli e na presidência Raimundo Bolsi, disputou a Copa Cícero Soares, sagrando-se Campeão, com todos os méritos, fazendo jus ao prêmio de Cr$ 20.000 (Cruzeiros) na época.
Em outubro de 1975, o E.C.E. apareceu, em destaque, juntamente com o Internacional, na capa da Revista Carnet, em sua edição de nº 37, com os componentes de seu quadro principal, com a legenda: “O Esporte Clube Encantado é uma das novas tradições do futebol gaúcho”.

 

Em 1979, o E.C.E., sob a Presidência de Adroaldo Conzatti, assessorado por Nédio Debortolli, Vitor Berticelli como técnico e como preparador físico e jogador Enio Fontana, disputou o Campeonato da Divisão de Acesso entre 25 Clubes do Estado.

Neste período, o atleta Ênio Fontana, abriu mão de seu passe junto ao Joaçaba de Santa Catarina, para atuar pelo Encantado, numa atitude louvável. Nesta Categoria o Encantado classificou-se para a segunda fase da Divisão de Acesso.

Disputou ainda, neste ano, a Copa Vale do Taquari classificando-se em primeiro lugar, entre oito equipes. Atuaram nesta copa os atletas: Devitt, Didi, João, Queco, Tuti, Evaldo, Chico, Roque, Mamo, Babá, André, Leonardo, Arcari, Gringo, Noemir Radaelli, Moriggi, Roque e Jacaré.

Em 2006, o time ficou fechado, porém em 2007 em parceria com Mauro Galvão, o Estádio foi remodelado, e seu plantel remontado.

 

 Colaborou: Rosélio Basei

FONTES: Wikipédia – Livro de Gino Ferri -  “Encantado -Sua História, Sua Gente” – Jornal Antena – Blog Times do RS

 

FONTE: Página do Facebook “Histórias de um Caboclo”, de Antônio Leal Alves

 

Guanabara Esporte Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Araruama, localizado na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro. A equipe Aurianil foi Fundado na terça-feira, do dia 25 de Maio de 2004. A sua Sede e a Arena Guanabara estão situados na Rodovia Amaral Peixoto, s/n, no Bairro Hawaii, em Araruama. A mascote é o leãozinho, o “Papão dos Lagos“.

FONTE: Site do Clube

 
Finalistas do Campeonato Piauiense de 2014, Piauí e River já foram protagonistas de outras decisões no futebol piauiense. Nestes dias que antecedem o primeiro jogo da final, vamos recordar alguns jogos inesquecíveis entre tricolores e rubro-anis. Começando pelo jogo decisivo do título de 1967, quando o Piauí deu início à “mandinga da camisa azul“.Piauí e River já haviam empatado os dois primeiros jogos daquela final (2×2 e 1×1) quando pisaram o gramado do Lindolfo Monteiro numa noite de quinta-feira (30/11/1967) para, finalmente, decidir quem ficaria com o troféu de campeão. O Piauí buscava o bi; o River, reconquistar a hegemonia perdida em 1964.
Para surpresa de todos, o time do Piauí entrou em campo com camisas azuis. Na realidade, suas camisas brancas foram tingidas de azul. Logo alguém espalhou que seria uma macumba encomendada pelo dirigente Reinaldo Ferreira. Macumba ou não, o resultado foi positivo.
Uma noite onde o River foi dominado inteiramente.
A todo instante a meta de Luis Mário estava a perigo. Até sair o primeiro gol, marcado por Derivaldo (na foto com a camisa que seria tingida de azul para a decisão), aos 31 minutos. Na fase complementar, o panorama foi o mesmo, com o Piauí ampliando aos 4 minutos, através de Sanêga. Final de jogo, vitória do Piauí, que assim conquistou o bicampeonato. Era o início da “mandinga da camisa azul“, que só teria fim três anos depois.
XX
PIAUÍ E.C. (PI) 2 X 0 RIVER A.C. (PI)
LOCAL: Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina (PI)
CARÁTER: Campeonato Piauiense da 1ª Divisão – Decisão – 3° jogo
DATA: Quinta-feira à noite, do dia 30 de Novembro de 1967
RENDA: NCr$ 7.564,50
ÁRBITRO: José Aldo Pereira, o ‘Guanabara’
AUXILIAR Nº 1: Antonio Pereira dos Santos
AUXILIAR Nº 2: Antonio Rodrigues Santa Rosa
PIAUÍ: Batista; Chico, Nonato II, Valdivino e Aluisio; Nonato Leite e Pila; Carrinho, Sanêga, Derivaldo e Sabará. Técnico: Nonato Major.
RIVER: Luis Mário; Paulo da Banana, Gereba, Zé Artur e Louro; Mariano e Mariola; Waldeck, Rubens, Dino e Escurinho. Técnico: Manoel da Silva, o ‘Né’.
GOLS: Derivaldo aos 31 minutos (Piauí), do 1º tempo; Sanêga aos quatro minutos 4 (Piauí), do 2º Tempo.

 

FONTE: Site do Buim, de Severino Buim

 

Rondoniense Social Clube é uma agremiação da cidade de Porto Velho (RO). A sua Sede fica na Estrada dos Periquitos, nº 3.698, no Bairro de Ulisses Guimarães, em Porto VelhoA partir de 2016 o Rondoniense debutou no Campeonato Rondoniense da 1ª Divisão e de cara se sagrou campeão.  Esse ano 2017, o clube terminou na 5ª colocação no geral.

HISTÓRIA

Rondoniense Social Clube nasceu no ano de 2007, por meio de um importante projeto social criado pelo seu fundador Antônio Tadeu de Oliveira, com o objetivo de usar o esporte para a promoção da inclusão e da integração social de crianças e adolescentes.

Contudo, no Estatuto do clube, consta que a data de Fundação é: dia 1º de Março de 2010O sítio, que antes servia de lazer para a sua família, se transformou em um Centro de Treinamentos composto por três campos oficiais e outras beneméritos. O projeto, que antes servia para a promoção da inclusão e do bem estar social, se modernizou e ultrapassou o viés único e exclusivamente social e passou a contar com uma metodologia de iniciação esportiva e formação de atletas.

Nestes 8 anos de atividades, mais de 2 mil crianças e adolescentes tiveram suas vidas de alguma maneira transformada pelo esporte. Mais de 40 jovens atletas tiveram a oportunidade de fazerem testes em grandes clubes de sete Estados brasileiros, com destaque para o atleta Gabriel Vasconcelos que, aos 12 anos passou pelo projeto do Rondoniense e hoje veste a camisa do Corinthians e da Seleção Brasileira de base.

Nos últimos quatro anos o Rondoniense Social Clube iniciou um importante processo de crescimento. O clube filiou-se a Federação de Futebol do Estado de Rondônia e passou a disputar os principais torneios e campeonatos de Categorias de Base. Com planejamento e dedicação, muitos títulos vieram e hoje o Rondoniense Social Clube é o maior campeão de Divisões de Base de Porto Velho.

ESTRUTURA & SÍMBOLOS

Rondoniense é o único clube de Porto Velho a possuir um Centro de Treinamentos. Trata-se de uma área de 47,5mil metros quadrados tendo a disposição 3 campos de futebol. Nos próximos 4 anos, serão investidos mais de R$ 2 milhões para a modernização do Centro de Treinamentos. Já a sua logomarca leva as cores do Estado de Rondônia e o peixe Tucunaré, um dos símbolos da Amazônia e mascote do Rondoniense.

  

FONTES: Esporte RO – Site do clube (http://www.rondoniensesc.com.br/

 

Botafogo Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Porto Velho (RO). O clube da Estrela Azul foi Fundado no sábado, do dia 03 de Outubro de 1953, por Ermenegildo Batista, Abelardo Castro e Rochinha, três amigos peladeiros e apaixonados pelo Alvinegro Carioca.

A sua Sede está localizada na Avenida Jorge Teixeira, nº 1.292, no Bairro da Liberdade, em Porto Velho. O Botafogo participou do Campeonato de Porto Velho e da Primeira Divisão, nas décadas de 70 e 80, faturando o título Estadual de 1974.

Aos 84 anos, José de Goes é torcedor roxo do Botafogo de Rondônia. Ele, que já fez parte da diretoria do clube, relembra a época de fundação com brilho no olhar e conta que o time sobreviveu mesmo em meio a muitas dificuldades, principalmente financeiras.

Entre a luta e a garra dos jogadores, José fala com saudosismo sobre a época em que venceu o Expresso da Vitória do Vasco-RO, em 1948, e de quando goleou o Fluminense, também de Rondônia, na final do estadual de 1957, com o placar de 6 a 2, o que fez o time ser um dos mais conceituados no estado.

O Gildo, Abelardo e o Rochinha jogavam bola em um campo na beira do Rio Madeira. Eles decidiram formar um time e quando foram comprar os uniformes e só tinha do Botafogo. O três ficaram muito felizes por ser o de um time que eles admiravam, deu tudo certo. O Ermenegildo era porteiro de um cinema e como ninguém tinha condições de bancar o time, ele deixava os jogadores do Botafogo entrarem de graça lá como forma de agradecer o apoio que recebia“, disse.

Quinze anos após a sua humilde fundação, o Alvinegro Rondoniense, que carrega uma estrela azul no brasão para diferenciar do time carioca, ainda não havia conquistado nenhum título. Com excelentes jogadores mas sem condições financeiras, o time foi passado para a família Camacho. Nostálgico, José Camacho, filho do antigo diretor, fala sobre o momento em que seu pai optou por cuidar do clube, que já não tinha mais nada a perder, ou a ganhar.

Em 1968, o senhor José Camacho, meu pai (risos), foi convidado para tomar conta do Botafogo. Na época ele também havia recebido um convite do Cruzeiro, mas tudo foi definido quando ele foi assistir a uma partida do time (Botafogo) contra o Ferroviário. Na época eles jogavam no mesmo dia, o juvenil e o titular. Quando o primeiro confronto acabou, ele viu o juvenil tirar as camisas suadas e entregar para os titulares vestirem. Aquilo tocou o coração dele e foi quando ele se apaixonou de verdade, viu jogadores fantásticos em campo… O Silva, por exemplo, era de uma habilidade tremenda. Um bailarino com a bola“, relembrou.

Por ter nacionalidade boliviana, Camacho não pôde continuar a frente do clube a partir de 1974 por determinação da federação. Então, para não perder o grupo que se tornou uma grande paixão, ele passou o time, que vivia um eterno 2002 (ano em que o Botafogo-RJ foi rebaixado), para o nome da esposa, a Dona Maria de Nazaré, que conquistou o primeiro e único título da história.

O Botafogo passou por diversos campeonatos. Quase fomos campeões, inclusive no Copão da Amazônia, que era competição que reunia os times daqui da região. Em 1974 minha mãe assumiu e foi campeã. Muita sorte! Meu pai nunca havia conseguido, mas quando passou o time para o nome dela nós vencemos. Eu era o mascote na época e ainda lembro dos bons tempos. É difícil não me emocionar quando lembro daquilo porque o futebol era fantástico“, conta José Camacho Filho, hoje aos 52 anos.

Com técnicos homônimos de grandes nomes da Seleção Brasileira e jogadores que transformavam cada partida em um show, a história do Botafogo está ancorada nas memórias do José de Goes.

Pelo time passaram treinadores como o Vizigudo, Pelé, Dunga… O Dudu era goleiro e um dos melhores jogadores que eu já vi. O Canhoto sempre acertava o gol e o Eliézer era um grande jogador, em todos os sentidos. Quando ele pegava na bola todo mundo saía da frente. Mesmo nunca tendo sido bom no futebol, eu adorava assistir. Tenho saudade daquela época, até porque o nível dos jogos caiu muito de uns tempos para cá“, revelou.

Pensando no futuro, José Camacho afirma que a ambição de reviver o time é constante, mas que as dificuldades financeiras e a burocracia o impedem de levar o sonho adiante.

O futebol em Rondônia acabou quando a federação decidiu profissionalizar. Muitos times se afastaram por não conseguirem pagar os salários, e os que arriscaram terminaram falidos. Quando foi criado o Botafogo, o futebol era por amor, mas em 1975 o nosso futebol saiu de campo. Papai pegou o que investia no time e passou investir na estrutura física do clube. Eu penso em reviver esse futebol, mas hoje é complicado pra manter. Então, sem querer correr o risco de perder tudo o que lutamos tanto pra construir, é provável que a gente permaneça assim, querendo só passar essa história adiante“, concluiu.

 

FONTES & FOTO: Wikipédia – Globoesporte.com – Alerta Rondônia

 

O Madureira fez uma curta excursão à Rio Branco (atual Estado de Roraima) para uma série de dois jogos. Na estreia venceu o Baré por 3 a 2. Depois foi à vez de enfrentar a Seleção de Roraima, da Federação Riobranquense de Desportos (FRD), onde fechou com chave de ouro, ao golear pelo placar de 4 a 0. O destaque ficou por conta do atacante Machado, autor de três gols. Apel fez o outro tento para o Tricolor Suburbano.

 

SELEÇÃO DO RIO BRANCO

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MADUREIRA A.C. (RJ)

LOCAL: Estádio João Mineiro, em Boa Vista (RR)
CARÁTER: Amistoso Nacional
DATA: Quinta-feira, do dia 05 de Maio de 1955
RENDA: Cr$ 23.235,00
ÁRBITRO: Jaime Braga (Federação Metropolitana de Futebol)
CARTÃO VERMELHO: Moacyr (Madureira); Bebeto (Seleção de Roraima)
SEL. RIO BRANCO: Guilherme; Bonates (Sabá Pinheiro), Mão de Remo e Ribeiro; Chico Santos e Sabá Pinheiro (Toscano); Wanderley (Bebeto), Piranha (Dermário), Caveira (Salomão), Chico e Canhotinho (Sabarreto).
MADUREIRA: Danton; Jorge (Mário) e Darcy; Nilo (Apel), Bitum e Moacyr; 91, Zezinho, Machado, Tião e Deraldo (Osvaldo).
GOLS: Machado (Madureira), no 1º Tempo. Machado, duas vezes, e Apel (Madureira), no 2º Tempo

FONTE: Jornal O Átomo

 

FONTE: Jornal Alto Madeira (RO)

 

O Riachuelo Atlético Clube, o RAC, foi uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). A sua Sede ficava localizada na Rua Dom Joaquim (esquina com a Rua Tenente Benévolo), s/n, no Centro da cidade.

O RAC foi Fundado na quinta-feira, do dia 11 de Novembro de 1915, pelo jovem Alcides, então com apenas 16 anos. Na quarta-feira, do dia 14 de Abril de 1937, o clube foi reorganizado. Nesse período, uma curiosidade: como a sede do clube ficava próximo ao Seminário da Prainha, acabou ganhando a alcunha de o “Alvinegro do Seminário“. A última Sede ficava situada na Rua Padre Justino, nº 55, na Praia de Iracema, em Fortaleza.

Em pé (esquerda para a direita): Armando, Edilson, José, Gil, Valdemir, Pinheiro e Luizinho;

Agachados (esquerda para a direita): Cesinha, Totonho, Chico, Leonel, Iratan e Geraldo Cavalcanti.

 

O RAC participou de diversas edições do Campeonato Cearense da Segunda Divisão, de 1966, que na realidade equivalia a Terceira Divisão. Neste ano se sagrou campeão!

Na Segundona, foram três participações: 1967 (5º colocado),  1968 (2ª posição), 1969 (3º colocado).

Campeão da Terceirona de 1966

O Riachuelo foi campeão do Campeonato Cearense da Segunda Divisão, organizado pela Federação Cearense de Futebol (FCF); de 1966. Na final, bateu o Tiradentes. O clube acabou não aceitando o acesso para a Elite do Futebol Cearense, porque o “homem forte” do RAC, Silvio Carlos não tinha condições financeiras para arcar com todas as despesas necessárias para disputar o certame.

Campeão da Copa Arizona de 1977

Outra conquista do “Alvinegro do Seminário” aconteceu 11 anos depois. Na Copa Arizona de 1977 (competição esta promovida pela Souza Cruz, então maior produtora de cigarros do Brasil), onde se sagrou campeão.

Na decisão nacional, acabou perdendo para o Botafogo, do Bairro da Penha, na capital paulista (SP). Essa eliminação foi muito contestada pelos jogadores do Riachuelo, que reclamaram de uma atuação do trio de arbitragem “caseira“.

O RAC revelou grandes craques como por exemplo, Lucinho, Cacá, Leonel, Totonho, Túlio entre outros. O clube aproveitava muitos jogadores vindos do Futebol de Salão.  Em 1979, fez a Final contra o Floresta pela Copa Arizona, conquistando o título.

 

 

AGRADECIMENTO ESPECIAL: Ao amigo e ex-jogador Luizinho, obrigado pela colaboração, tanto com as fotos quanto informações! 

 

FONTES: Futebol na Veia – Acervo de Luizinho (ex-jogador do Fortaleza e do Riachuelo) – Jornal O Povo 

 

 

O Rolim de Moura Esporte Clube é uma agremiação do Município Rolim de Moura (RO). Com uma população de 62.017 habitantes (segundo o Censo do IBGE/2016), Rolim de Moura fica a 402 km da capital (Porto Velho). O ‘Tigre da Zona da Mata’ foi Fundado na sexta-feira, do dia 04 de Outubro de 2002. A sua Sede fica localizada na Avenida Macapá, nº 5.808 / Sala B, no Bairro de São Cristóvão, em Rolim de Moura. O clube manda os seus jogos no Estádio Ângelo Cassol, com Capacidade para 10 mil pessoas.

2007: fatura o vice-campeonato da Segundona e garante o acesso

O Rolim de Moura estreou no Campeonato Rondoniense da Segunda Divisão, em 2005, terminando na 4ª colocação (foram oito jogos, com 11 pontos: três vitórias, dois empates e três derrotas; 19 gols pró, 14 gols contra, saldo de cinco), num total de cinco equipes.

Em 2006, o ‘Tigre da Zona da Mata’ terminou a Segundona na 3ª posição (foram 10 jogos, com 15 pontos: quatro vitórias, três empates e três derrotas; 21 gols pró, 22 gols contra, saldo negativo de um).

Enfim, o Rolim de Moura Esporte Clube conquistou o acesso ao faturar o vice-campeonato da Segunda Divisão de Rondônia, em 2007. O campeão foi o Ariquemes com 16 pontos; o Rolim de Moura foi o 2º com 11; o Moto Clube terminou na 3ª posição com sete; e o Cruzeiro, sem nenhum ponto, acabou na lanterna. 

Rolim debuta na Elite Rondoniense de 2008

Na sua estreia na Elite do futebol Rondoniense, em 2008, o Rolim de Moura Esporte Clube fez uma boa campanha, fechando a tabela de classificação em 4º lugar (foram 16 jogos, com 22 pontos: seis vitórias, quatro empates e seis derrotas; 18 gols pró, 22 gols contra, saldo negativo de quatro).

Em 2009, outra boa campanha no Campeonato Rondoniense da 1ª Divisão, quando chegou na fase semifinal. No jogo de ida (10 de maio), empatou em 2 a 2, em casa, com o VEC (Vilhena Esporte Clube), de Vilhena. Na partida de volta, acabou derrotado por 1 a 0 (17 de maio), fechando na 4ª colocação no geral.

 

2010: Rolim de Moura é terceiro lugar na Primeirona

Em 2010, o ‘Tigre da Zona da Mata’ fez a sua melhor campanha, ficando com o Vice-campeonato Estadual. Após o final dos dois turnos, o clube terminou na 1ª posição, um ponto a mais do VEC (foram 14 jogos, com 33 pontos: 10 vitórias, três empates e uma derrota; 40 gols pró, 10 gols contra, saldo de 30).

Nas semifinais, arrancou um empate em 1 a 1 (16 de maio), com o Ariquemes, fora de casa. Na volta, o Rolim de Moura voltou a empatar (2 a 2), e a definição do finalista aconteceu na disputa de penalidades. No final, melhor para o Ariquemes que venceu por 4 a 3.   

Em 2011, após três temporadas com boas campanhas, dessa vez o Rolim não foi bem. Acabou ficando na 5ª posição. Em 2012, nova campanha ruim, ao terminar em 7º lugar com oito pontos, só  a frente do lanterna União Cocalense com três.

Em 2013, o Rolim de Moura não foi bem, terminando na 5ª posição com 15 pontos. Em 2014, o clube teve um ligeira melhora, fechando a tabela de classificação em 4º lugar com 15 pontos.

Após se licenciar por duas temporadas, o Rolim de Moura Esporte Clube retornou no Campeonato Rondoniense da 1ª Divisão, de 2016. Contudo, a campanha foi pífia, terminando na última colocação, num total de oito clubes, com seis pontos em 14 jogos. Em 2017, o clube resolveu se licenciar novamente prometendo retornar em 2018.

FONTES & FOTOS: Rsssf Brasil – Nolancenet.com – Globoesporte.com – Página do clube no Blog e Facebook – Wikipédia 

 

O Clube Atlético Abunã foi uma agremiação da cidade de Porto Velo (RO). Fundado no domingo, do dia 07 de Julho de 1957. A sua Sede ficava localizado em Abunã, um Distrito de Porto Velho.

O 1º Presidente foi Vasco Pinto. Posteriormente teve como sucessores na presidência: Percy Holder, Carlos Ribeiro, Joary Mustafá, Moisés Bennesby e Rivaldo Moreira. Noutra época mais recente, o Ronildo Moreira veio ser Presidente.

FONTES: Alto Madeira (RO) – Aldenir Courinos Lima

 

O Clube Athlético Estudantes Paulista, incorporado pelo São Paulo Futebol Clube oficialmente em 12 de setembro de 1938, foi um clube fruto da fusão do Clube Athlético Estudantes de São Paulo, dissidente do próprio São Paulo (1935) e do Clube Athlético Paulista, que por sua vez era consequência da união do Sport Club Internacional e do Antárctica Football Club.


O nome da associação seria a junção dos dois times Estudantes + Paulista e uma referência ao Estudantes da Argentina (este seria o Estudantes Paulista, por isso o singular no segundo termo). Esse escudo, desenhado por mim, foi encontrado em documentos de jogadores do Estudantes Paulista que foram integrados ao elenco do São Paulo após a fusão.

FONTE: SPFCpédia ‘A Enciclopédia Tricolor’

 

O Esporte Clube Vera Cruz, do bairro Urupá de Ji-Paraná, foi o representante da Liga Desportiva de Ji-Paraná no Campeonato Estadual Rondoniense de 1983, disputado em fase eliminatórias. Embora tenha vencido o Rio Branco EC, seu primeiro jogo por 2 a zero,  na casa do adversário em Ariquemes, acabou sendo eliminado na primeira fase, ao ser derrotado no “jogo de volta”, em seu próprio Estádio Pedro Lyra Pessoa, por 5 a zero.

fonte: Blog Historia do Futebol, artigos do Sergio Mello, Julio Diogo e Gerson Rodrigues. e Google Maps Street View.

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