O Poty Sport Club foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). O “Tricolor da Galícia” ou “Bugre Galiciano” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de Maio de 1925, pelos senhores: João Simões de Lima; Miguel Catalosqui; Estevam Kugut; José Ordosqui; João Kupchck; Waldomiro Kupcharck e Pedro Kupcharck.

A sua Sede e o Estádio Capitão Manoel Aranha ficavam localizados na Rua Padre Anchieta (atual Praça 29 de Março), s/n, no Bairro Campo da Galícia (atual Bairro Mercês), na Região Central de Curitiba. No local havia o campo oficial e áreas adjacentes. Além disso, tinha um casarão de madeira, com amplo salão e, no fundo, um balcão, onde serviam bebidas, era protegido por uma cerca de tábuas.

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente Honorário - Ângelo Zanetti;

Presidente - João Eskabron;

Vice-Presidente - Sebastião Vidal da Rocha;

1º Secretário - Estevam Katoloski;  

2º Secretário - João David de Oliveira;

1º Tesoureiro - Mariano Kataloski;

2º Tesoureiro - João Balla.

Estádio Capitão Manoel Aranha

O Estádio Capitão Manoel Aranha já existia desde o início da década de 1940, sendo conhecido por “Campo do Paulo” porque o terreno fazia parte das propriedades de Paulo Mann.

Com dívidas junta a prefeitura de Curitiba, em 1947 a família Mann repassou o terreno a municipalidade, que por sua vez, transferiu o uso do local para o Poty S. C. através da lei nº. 10 de 07 de fevereiro de 1948. Com a posse provisória do terreno, o Poty S.C. inaugurou, ainda em 1948, o seu estádio com a denominação de Estádio Capitão Manoel Aranha.

A escolha do nome foi uma homenagem ao militar do Exército Brasileiro Manoel Aranha, que também foi presidente do Clube Atlético Paranaense entre 1943 e 1945 e presidente da Federação Paranaense de Futebol em 1947.

O “Bugre Galiciano“, endividado, devolveu o estádio, no início da década de 1960, para o município e com uma nova lei, revogando a anterior, o prefeito Ivo Arzua iniciou a construção, neste exato local, da “Praça 29 de Março” (data da comemoração do aniversário de Curitiba), inaugurada em novembro de 1966 com projeto urbanístico do futuro prefeito Jaime Lerner.

 

Extinto nos anos 60

O Poty existiu até a década de 60, disputando os campeonatos amadores da Federação Paranaense de Futebol e que chegou a participar do “Torneio Curitiba”, em 1931, com clubes profissionais, juntamente com o Clube Atlético Paranaense, Coritiba Foot Ball Club, Clube Atlético Ferroviário, entre outros.

O “Tricolor da Galícia” participou algumas vezes do Campeonato Paranaense da Segunda Divisão. O seu maior feito foi o vice-campeonato da Segundona de 1954. Foi Super-Campeão de 1955.

FONTES: Wikipédia – Paraná Esportivo

 

O Bloco Esportivo Morgenau foi exemplo vivo da grande dúvida que ronda os dirigentes de equipes amadoras que sonham em profissionalizar um clube: melhor ser o primeiro entre os últimos ou o último entre os primeiros? Porque na história do futebol paranaense, o tricolor do Cristo Rei (vermelho, preto e branco) foi exatamente isto. Disputando categorias inferiores na capital paranaense, o Morgenau foi tricampeão (1942, 43 e 44) entre os aspirantes; bicampeão (1949 e 1959) na categoria principal dos clubes da suburbana. No entanto, ser o primeiro já estava ficando cansativo.

Por isso, o tricolor fundado em 23 de maio de 1932, e que mandava seus jogos amadores no campo da Rua Guarani (hoje Avenida Senador Souza Naves, sede da Sociedade Morgenau e à época conhecido como estádio Moysés Lupion) concluiu que chegara a hora de alçar voos mais altos e entrar no meio das feras (os times profissionais) e impor respeito. A entrada da nova equipe coincidiu com o fim das atividades futebolísticas da Sociedade União Juventus, do Batel, fundada em 3 de maio de 1898 – tradicional clube no futebol desde os anos 1930 e que tirou o time de campo para se dedicar às obras de sua sede social.

 Quanto ao Bloco Morgenau, logo de cara ele percebeu que a investida na divisão de elite não seria um sonho. Na realidade, foi um pesadelo. Desde o começo o time se transformou num alvo fácil de ser batido, principalmente por sua base amadora. Perdia quase sempre e não era de pouco. Uma vocação que durou toda a sua história na divisão especial. E que, por ironia ou não, rendeu o apelido de “time simpático”.

Em sua primeira temporada no profissionalismo, em 1951, o time terminou em penúltimo na tabela da Zona Sul, atrás apenas do Britânia, que começava a decair. A estreia foi até boa – perdeu em maio só de 1 x 0 para o Coritiba. Porém, a última partida mostrou a vocação para levar goleada: foi derrotado em dezembro de 5 x 0 para o Água Verde. Nos dois anos seguintes (1953 e 1954), o Bloco Morgenau ficou em último.

Estes três primeiros anos deram o tom das campanhas do clube na divisão especial. Em 1955, o time deu uma melhorada: foi antepenúltimo. Mas no ano seguinte voltou ao penúltimo lugar, para, em 1958, ir de novo para o último lugar. No ano seguinte, ficou de novo em penúltimo. Posição que manteve em 1960, 1961 e 1962.

Em 1963, o clube melhorou uma posição e em 1964 foi o oitavo.

Depois desta sequência, o Bloco Morgenau achou bom não abusar da sorte e tirou o time de campo. Sua última partida foi disputada no dia 1.º de agosto de 1964 no estádio Joaquim Américo, contra o Atlético. Perdeu por 2 x 0.

Festa de gols

De acordo com o radialista José Domingos Borges Teixeira, o Bloco Morgenau, apesar de sua coleção de últimos e penúltimos lugares, tinha o apelido de “clube simpático”. Motivo: todo mundo adorava torcer para o tricolor, porque a moçada jogava na base do amor – era o espírito esportivo aplicado em sua plenitude, onde o importante é competir.

Às vezes, o Bloco Morgenau tinha por hábito surpreender os grandes times. Surpreender, no caso, era arrancar um empate inesperado. Mas na maioria dos jogos, o resultado terminava em goleada. A maior delas foi aplicada pelo Coxa, no dia 21 de junho de 1952: 11 x 0 no 1.º turno. O Bloco Morgenau figura na história do Coritiba como o time com o qual o Alviverde alcançou a maior média de gols: 3,68 por partida.

 

FONTES: Paraná Esportivo – Tribuna Paraná 

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

FONTE: Paraná Esportivo 

 

FONTE: Lusitânia 

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

Cachoeira Futebol Clube (acima o raro escudo do clube em 1926) é uma agremiação do município de Cachoeira do Sul (RS). Fundado no dia 24 de fevereiro de 1914, na residência do estudante Henrique Müller Barros, que mais tarde se tornaria médico no município.

No currículo, o Cachoeira possui 11 títulos da zona centro do estado, em 1944, 1948, 1951, 1955, 1959, 1962, 1963, 1969, 1971, 1973 e 1975. Das 11 conquistas, sete foram longe do Estádio Joaquim Vidal. Sagrou-se duas vezes vice-campeão do interior e terceiro colocado no Campeonato Gaúcho, em 1944 e 1948. Sua maior conquista foi em 2001, ao sagrar-se campeão da Terceira Divisão do Campeonato Gaúcho.

1914 - Primeira formação do Cachoeira F.C.

Entre altos…

Em 1965 o Cachoeira F.C. desbancou o Grêmio, que era tricampeão gaúcho. Em 1972 o Inter, que era tricampeão gaúcho, acabou sendo surpreendido e perdeu por 1 a 0.

Baixos

Uma década depois, em 1982, após ser derrotado pelo Farroupilha por 4 a 2, em Pelotas, a diretoria do Cachoeira, desiludida decidiu encerrar as suas atividades.  Após 17 anos longe dos gramados, o Cachoeira voltou as atividades em 1999.

 

FONTE: Blog Relíquias do Futebol

FOTO: Grande Álbum de Cachoeira – de Benjamin Camozato, em 1922

 

Colaborou:  Rosélio Basei

FONTE: Mercado Livre 

 

Colaborou: Rosélio Basei

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Beira-Mar

 

FONTE: Beira-Mar

 

FONTE: Lusitânia 

 

Não houve bola, jogadores ou mesmo um árbitro na maior batalha já travada no ginásio Colombo Salles. Na noite de 17 de março de 1978, centenas de torcedores do Comerciário sentaram-se no concreto frio das arquibancadas para acompanhar de perto a reunião do Conselho Deliberativo do clube. Dentro da quadra, seguiam-se discussões acaloradas entre quase 80 dos 120 sócios patrimoniais. Eles se preparavam para votar uma controversa proposta do presidente Antenor Angeloni: a mudança de nome do Bacharel. Se aprovada, o Comerciário passaria a ser conhecido como Criciúma daquela noite em diante. “Deu briga na arquibancada. O pau pegou”, recorda-se Osvaldo de Souza, vice-presidente naquela ocasião.

Osvaldo, aliás, fazia campanha aberta contra a mudança de nome por considerá-la desnecessária, uma vez que todos os demais clubes da região haviam fechado as portas de seus departamentos de futebol profissional. Na hora do pleito estavam aptos a votar 62 associados, cujas mensalidades estavam em dia. Os favoráveis à mudança para Criciúma Esporte Clube venceram por 37 a 25. Carlos Borba, fundador do clube, garante que o novo nome foi escolhido atendendo a uma exigência da Prefeitura Municipal, que em troca ofereceria isenção fiscal. Num artigo publicado em um jornal local, Carlos afirmava com veemência que o novo Criciúma não poderia utilizar mais os títulos de “mais querido” ou “bacharel da pelota”, nem chamar o estádio Heriberto Hülse de Majestoso.

Osvaldo não concorda com a versão da insenção fiscal. “O (presidente) Antenor era um comercialino doente mas um cara muito avançado. Ele achou que esta seria a solução. Juntava os torcedores todos dos adversários (que fecharam as portas) e saía um time com força”. Além disso, o grupo derrotado na votação teve duas exigências atendidas: a data de fundação e o nome do estádio (Heriberto Hülse) foram preservados. Muitos decanos do Comerciário, porém, nunca mais colocaram os pés no clube. O próprio Osvaldo, participante da leva dos fundadores, precisou de mais de um ano para digerir a mudança. Começava a Era Criciúma.

A bandeira do novíssimo Criciúma Esporte Clube, já utilizando o novo escudo provisório. O definitivo só seria aprovado em 1984. O primeiro mascote sugerido depois da mudança de nome do clube do estádio Heriberto Hülse.

Os anos 70 foram uma década perdida para o futebol criciumense. Se na década passada a cidade havia conquistado cinco títulos estaduais (quatro do Metropol e um do Comerciário), entre 70 e 75, apenas o Próspera manteve, a duras penas, um time profissional disputando o catarinense. Neste período, o Comerciário dispunha de um modesto time amador. Em setembro de 1976, Osvaldo de Souza, comercialino doente desde 1947, juntou em torno de si um grupo de amigos, e reabriu o departamento de futebol profissional do Bacharel. Dia 7 de fevereiro de 77 ele assumiu a presidência do clube e montou um time qualificado para o retorno às disputas o campeonato catarinense. “Nós segurávamos a folha de pagamento com rifa e bingo”, lembra Osvaldo. Quando ampliavam-se as arquibancadas do estádio, surgiu a ideia de construir um restaurante. Ali correram vários fuscas em premiações para convivas dos jantares organizados pelo clube. No primeiro ano de regresso o Comerciário chegou à fase final do Estadual. Foi desclassificado pelo Avaí, no Heriberto Hülse, depois de perder 1 a 0. Infelizmente, o gol que classificou o time da Capital foi marcado por Lorival, ex-Atlético Operário, bronca antiga dos dirigentes do Bacharel. “O goleiro deu um balão no tiro de meta e caiu no pé do Lorival. Ele não esperou, deu por cobertura e fez 1 a 0”, lembra Osvaldo. A Chapecoense sagraria-se campeã naquele ano.

Fonte: Jornal da Manhã

 

O Lestinho Futebol Clube, do bairro da Água Rasa, Zona Leste da cidade de São Paulo, foi fundado na data de 1º de novembro de 1945.

Seus fundadores foram Dézio Guerra, José Preto, Antonio Guerra, José Pinheiro (Gariba), Albino Burion, José Ribeiro Miguel e Renaldo Esteves da Silva.

O Lestinho jogava no campo de futebol situado atrás do Cemitério Quarta Parada, onde também atuavam o Leste, o Leão do Norte, o Toledo Barbosa e o Redenção.

Sua sede fica na Rua Florindo Brás, número 56.

O Lestinho Futebol Clube, na foto de Campeão invicto do Torneio Varzeano de 1958, no Estádio do Pacaembu. Em pé: Mané (massagista), Soneca, Cascão, Cueca, Alcides, Edgar, Pascoal e Singilo (técnico); agachados: Nico Preto, Euclides, Mané, Paulinho e Nelsinho.

A equipe vice-campeã foi a S.E.R. 7 de Setembro, do bairro Freguesia do Ó

Fontes: Gazeta do Tatuapé, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, meu acervo e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

FOTO: Holland, S. H.  

 

O Meridional Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Clube da Camiseta Verde’ foi Fundado na quarta-feira, do dia 14 de Dezembro de 1921, por um grupo de desportistas, tendo a sua frente o ilustre General Tristão de Alencar, Abel Nunes, Raphael Rossi, entre outros.

A sua Sede ficava localizado na Rua Constante Ramos, s/n, no Bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O mando de campo não tinha um local fixo. Ora jogava no campo da Rua Dias Ferreira, s/n, no Bairro do Leblon (propriedade do Oceano Football Club), ora no campo de General Severiano, de propriedade do Botafogo Football Club (atual Botafogo de Futebol e Regatas).

Entre 1921 a 1927, o Meridional participou do Campeonato da Federação Brasileira de Esportes (FBEA). Em setembro de 1928, se filiou a AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos).

Time de 1923: Manequinho; Dantas e Gallo; Soda, Lima e Zoron; Jayme, Rogerio, Galdino, Rolla e Affonso.

Time de 1924: Armação (Annibal); Vianna (João) e Dantas; Procópio, Cascardo e Euclydes; Pará (Lolico), Carvalho (Cabral), Careca (Janafa), Zoror (Jovita) e Agostinho.

 

FONTE:Beira-Mar: Copacabana, Ipanema, Leme (RJ)’

 

 

FONTE: Vida Doméstica, Revista do Lar e da Mulher 

 

FONTE: Vida Doméstica, Revista do Lar e da Mulher 

 

Por André Luiz Pereira Nunes

 O futebol do Rio de Janeiro ganhou mais uma figurinha para o seu “Álbum da História do Futebol Fluminense“. Trata-se do Transporte Futebol Clube que foi uma agremiação da cidade de Teresópolis, localizado na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. O clube Alvirrubro é uma das saudosas e gloriosas expressões do futebol teresopolitano e fluminense.

Fundado no domingo, do dia 27 de agosto de 1939, mesma data da inauguração de seu estádio, o Transporte foi idealizado por caminhoneiros que faziam frete em frente à Rodoviária de Teresópolis.

Primeira formação de 1939

Em sua 1ª formação, o time era composto pelos seguintes atletas: Paiva, Waldir e José Granito, ajoelhados; Virgílio Zampini, Professor Eugênio Fraga, Alfredinho Tabira, Eduardo Nascimento, Lúcio Algorta, Pedro Jahara, o presidente do Clube José Barbosa, Picolé, Manoel Mande Teresduca e Jofre, o “Alfaiate”, de branco.

Bicampeão Teresopolitano

Entre outras conquistas, se sagrou bicampeão do Campeonato Citadino de Teresópolis, em 1953 e 1954, organizado pela Liga Teresopolitana de Desportos (LTD).

O seu campo ficava situado na Rua Darcí Menezes de Aragão, s/n, no Bairro da Várzea, à beira do rio Paquequer, onde surgiu depois a garagem da Viação Teresópolis.

O Transporte Futebol Clube, bicampeão de 1953-1954 da Liga Teresopolitana de Desportos (LTD). Escalação escrita atrás da foto: Zezé, Zé Luiz, Amado, Waltinho, Waldir, Geraldo, Milton, Agenor, Mestiço, Japonês e Tião Coquinho.

Participação no Campeonato Fluminense de 1943

A competição mais expressiva aconteceu no ano de 1943, quando participou do Campeonato Fluminense, terminando na 9ª posição. A competição contou com a participação de 24 equipes:

Barra Mansa Futebol Clube (Barra Mansa);

Esporte Clube Barroso (Valença);

Esporte Clube Belford Roxo (Belford Roxo);

Esporte Clube Cascatinha (Petrópolis);

Esporte Clube Central (Guapimirim);

Cordeiro Futebol Clube (Cordeiro);

Entrerriense Futebol Clube (Três Rios);

Esperança Futebol Clube (Nova Friburgo);

Floresta Atlético Clube (Cambuci);

Fluminense Futebol Clube (Bom Jesus do Itabapoana);

Frigorífico Atlético Clube (Mendes);

Goytacaz Futebol Clube (Campos);

Icaraí Futebol Clube (Niterói);

Esporte Clube Itaocara (Itaocara);

Esporte Clube Metalúrgico (São Gonçalo);

Centro Esportivo Miracemense (Miracema);

Natividade Atlético Clube (Natividade);

Paduano Esporte Clube (Santo Antônio de Pádua);

Esporte Clube Perinas (Angra dos Reis);

Portela Atlético Clube (Miguel Pereira);

Resende Futebol Clube (Resende);

Rio Grande Futebol Clube (Cabo Frio);

Transporte Futebol Clube (Teresópolis);

Ypiranga Futebol Clube (Macaé).


Agradecimentos

Quem pesquisa sério, sabe perfeitamente a dificuldade em se resgatar clubes que fizeram história. Os obstáculos são grandes! Nesse caso, as informações do Transporte Futebol Clube não foi encontrado em nenhum site, nem revistas, jornais. Essa descoberta só foi possível graças ao empenho e generosidade do amigo Wanderley Peres, que fez todo esforço para conseguir as informações, fotos e os escudos desta agremiação. Obrigado Wanderley Peres, por compreender a relevância dessa publicação!

FONTES & FOTOS: Rsssf Brasil – Wanderley Peres

 

 

https://youtu.be/5gOjYjnCGKo

https://youtu.be/YiMPclaoWPg

 

Fontes: meu acervo e Youtube

 

O Real Sport Club é uma agremiação do Município de Capão da Canoa (RS). Fundado em 2005, a sua Sede fica localizada na Avenida Venâncio Aires, nº 340/ Ap. 303, no Bairro Zona Nova, em Capão da Canoa. Filiado à Federação Gaúcha de Futebol (FGF), o Real está disputando o Campeonato Gaúcho Juvenil deste ano, e participará da Copa FGF de 2017.

FONTES & FOTO: Página do Clube no Facebook – Federação Gaúcha de Futebol (FGF) – Homero Queiroga

 

O Paulista Futebol Clube foi uma agremiação esportiva do Município de Nhandeara, no Interior do estado de São Paulo. Localizado a 508 km da capital, a localidade conta com uma população de 10.725, segundo o Censo do IBGE/2010Fundado no domingo, do dia 1º de julho de 1962. Um dos nomes que fundaram o clube foi Minervino Alves Ferreira, que contou um pouco do início do Paulista de Nhandeara.

Inicialmente era um time juvenil, depois começou a disputar o Campeonato Amador Estadual. Jogava no campo do Nhandeara Esporte Club, até que não deixaram mais a gente jogar. Jogamos em Floreal e também não foi possível continuar os jogos lá”, comentou Minervino Ferreira. Diante desse quadro, os dirigentes se empenharam para obter o seu próprio campo. “Fizemos uma campanha e conseguimos comprar o terreno e construir um estado com arquibancada e alambrado”, afirmou.

A inauguração do Estádio Municipal José Bernardelli (com Capacidade para 3.500 pessoas), contou com presença dos veteranos da Sociedade Esportiva Palmeiras, posteriormente os times juniores de Corinthians e São Paulo também fizeram jogos lá.

O Paulista F.C. teve apoio de algumas pessoas importantes no cenário brasileiro. “Preparamos o time para disputar o campeonato da terceira divisão e contamos com a ajuda da pessoa maravilhosa que estava na Federação Paulista do Futebol, José Maria Marin, atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol – CBF. Outro que ajudou muito a gente era Michel Temer”, revelou Minervino Ferreira.


Clube fecha às portas em 2008

O prefeito de Nhandeara, Rocco, também apoiava o time. “Infelizmente o futebol parou depois que outro prefeito se recusou a ajudar o clube”, se entristece Ferreira. Segundo Dr. Minervino, o Paulista F.C. encerrou as atividades em 2008, no entanto comemora o fato de alguns jogadores de destaque terem passado pelo clube.

Fui presidente desde a fundação do Paulista, hoje estou no cargo de vice e durante esses anos vi bons jogadores passarem pelo clube, entre eles, Doriva e Glauber Berti, mas pela falta de apoio, tivemos que encerrar as atividades. Atualmente a prefeitura usa o estádio com a escolinha de futebol, mas infelizmente não ajuda o clube com isso”, concluiu.

Agora a expectativa é que o clube de Campo, que também está parado, volte a funcionar. “Temos salão de festa, minicampo, parque infantil, está sendo construída piscina, é um local bastante arborizado e conta com estacionamento coberto com árvores. Temos associados, mas não cobramos mensalidade por enquanto, quando voltarmos vamos estudar a cobrança de uma taxa simbólica. Acredito que no começo do ano que vem já esteja tudo funcionando”, avaliou o vice-presidente.

Doze edições na esfera profissional

O Paulista disputou 12 edições na esfera profissional. No Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual A-3), foram Oito participações: 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986 e 1987. No Campeonato Paulista da Quarta Divisão (atual Série-B), foram duas presenças: 1988 e 1989. Por fim, no Campeonato Paulista da Quinta Divisão, foram duas participações: 1978 e 1979.

 

FONTES: As Mil Camisas – Wikipédia – Município de Nhandeara/SP

 

Para muitos, o apelido Vovô é devido ao fato do Ceará Sporting Club ser o mais velho clube do estado.

Um depoimento de Aníbal Câmara Bonfim, um dos fundadores do América Futebol Club, conta a real história. Segundo o dirigente americano, os meninos alvirrubros costumavam treinar no campo do Ceará. Nesta época, o presidente do Ceará, Meton de Alencar Pinto, de forma alegre, começou a tratá-los de “meus netinhos”. Ao encontrar com os garotos do América no campo alvinegro, Meton saía sempre com a mesma brincadeira: “Vamos, meus netinhos, vamos aprender bem para açoitar o Fortaleza. Mas respeitem o Vovô aqui”.

Dessa forma, o apelido ficou eternizado e quando alguém fala no Vovô, não há nesse país quem goste de futebol, que não associe ao Ceará Sporting Club, embora o Vovô também seja usado como mascote pelo Coritiba. Essa figura simpática que é o Vovô foi desenhado ao longo dos anos de várias formas. O colaborador Marcos Medina solicitou e o diretor de arte alvinegro José Lívio desenhou um Vovô feliz, representando a alegria que temos de sermos Alinegros.

 

FONTE: Site do Clube

 

“O Rei Leão do Brasil”

O mascote do Fortaleza Esporte Clube foi criado através da iniciativa do jornalista e ex-dirigente do Tricolor de Aço, Sílvio Carlos, com a ajuda do jornalista Vicente Alencar, no final da década de 60.

O Leão foi escolhido inspirado na trajetória de dedicação dos atletas que passaram pelo clube. A fibra do nordestino e a garra do leão foram as justificativas para que o esse pudesse representar toda a força e tradição do Tricolor de Aço. Foi a partir daí que o Fortaleza passou a ser chamado de “Leão”.

 

FONTE: Site do Clube

 

O RUVE – Recreativo União Vila Esperança Futebol Clube, do bairro de Vila Esperança – Zona Leste da Cidade de São Paulo, foi fundado na data 1º de janeiro de 1923.

Sua sede se situa na Rua Cumai número 170, no bairro de Vila Esperança.

O clube possui salão de festas na Rua Evans número 889, no mesmo bairro, onde também se pratica futebol de salão.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, site do clube e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

 

O Clube Desportivo e Recreativo São José, foi fundado na data de 13 de agosto de 1929.

O nome São José deve-se ao fato de que a maioria dos integrantes do time trabalhava na fábrica de juta São José.

Quando da fundação, sua denominação era Clube Esportivo e Recreativo São José, tendo sido alterada sua nomenclatura posteriormente.

O São José do Ipiranga possui diversas conquistas, dentre elas o honroso primeiro lugar obtido quando do torneio de inauguração do Estádio Municipal do Pacaembu no ano de 1940.

Hoje, sem o campo de futebol, que ficava na região da Rua Juntas Provisórias, o clube oferece outras recreações como bocha e xadrez, modalidades em que é associado às Federações Paulistas competentes.

Sua sede está estabelecida na Rua Dom Lucas Obes, 510, no bairro do Ipiranga.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, meu acervo e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

O Juventus Esporte Clube (Juventus de Guariba) foi uma agremiação do Município de Guariba, situado no Interior de São Paulo. O time Grená Garibense foi Fundado na segunda-feira, do dia 1º de Março de 1971, e, claramente inspirado no  “Moleque Travesso” da Moóca, na capital paulista.

Durante seis temporadas o Juventus participou das competições na esfera profissional. Participou quatro vezes do Campeonato Paulista da Terceira Divisão: 1974, 1975, 1976 e 1980. Uma vez disputou o Campeonato Paulista da Quarta Divisão: 1977; e por fim, duas vezes no Campeonato Paulista da Quinta Divisão: 1978 e 1979.

 

FONTES: Blog Fotos – Rsssf Brasil – Wikipédia 

© 2017 História do Futebol Suffusion theme by Sayontan Sinha