O Mixto Esporte Clube foi o representante de Cuiabá no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 1971, depois de vencer a Seletiva. Foram dois jogos contra a Ponte Preta de Campinas.

 

Mixto 0 x 2 Ponte Preta

Data: 21/11/1971

Validade: Campeonato Brasileiro Segunda Divisão

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 29.220,50

Árbitro: Jarbas de Castro Pedras (Federação Mineira de Futebol)

Gols: Manfrini 18 do 1º e Adilson 32 do 2º tempo

Mixto: Walter, Treme Terra, Felizardo, Glauco, Luziano Adão, Jaburu, Fernandão, Filinto, Cunha (Arnon), Wilson e Ozir (JK).

Ponte Preta: Wilson, Marinho, Dagoberto, Valdir, Santos, Mosca (Paulo Jorge), Manfrini, Ditinho, Serginho, Pedro Paulo (Ferreirinha) e Adilson.

 

Ponte Preta 3 x 0 Mixto

Data: 28/11/1971

Validade: Campeonato Brasileiro Segunda Divisão

Local: Estádio Moisés Lucarelli (Campinas-SP)

Renda: Cr$ 16.514,00

Árbitro: Carlos Costa

Gols: Paulinho, Manfrini e Ditinho

Ponte Preta: Valdir Peres, Marinho, Dagoberto, Valdir, Santos, Mosca, Serginho, Ditinho, Pedro Paulo (Paulinho), Manfrini e Adilson (Tuta).

Mixto: Walter, Treme Terra, Felizardo, Glauco, Luziano Adão, Jaburu, Fernandão, Rômulo, Ozir, Wilson e Arnon.

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e História da Associação Atlética Ponte Preta Vol. IV (1971-1977)

 

Paraná 4 x 0 Operário (VG)

Data: 09/02/1992

Local: Estádio Vila Capanema (Curitiba)

Árbitro: Antônio Rogério Osório

Renda: Cr$ 19.725.000,00

Publico: 4.843

Gols: Adoilson aos 10′, Alcântara aos 53′, Adoilson aos 67′ e Neguinho aos 68′.

Paraná: Luis Henrique; Balu, Servilio, Gralak e Ednelson; Roberto Alves (Neguinho), Marquinhos Ferreira, Adoilson e Serginho; Sérgio Luis e Alcântara (Saulo).

Operário: Jailton; Jocélio, Jailson, Paulo Henrique e Kleber; Márcio Ramos (Gilmar), Zé Carioca, Gerson Lopes (Dito Siqueira) e Carlinhos; Niltinho e Franz.

 

Operário (VG) 0 x 2 Grêmio

Data: 12/02/1992

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Árbitro: Edson Resende de Freitas

Renda: Cr$ 6.035.000,00

Publico: 5.600

Gols: Juninho aos 32′ e Caio aos 65′.

Operário: Jailton; Jocélio, Jailson, Paulo Henrique e Kleber; Tostão (Gilmar), Zé Carioca, Dito Siqueira e Márcio Ramos; Franz (Gerson Lopes) e Niltinho.

Grêmio: Emerson; Chiquinho, Vilson, Grotto e Lira; Pino, Jandir, Juninho (Assis) e Caio; Alcindo e Sinval.

 

Operário (VG) 0 x 1 Ponte Preta

Data: 16/02/1992

Hora: 17:00

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Dario Souza Campos

Renda: Cr$ 13.458.000,00

Publico: 4.005

Gol: Edenilson aos 70′.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Jailson, Edgar e Rangel; Kleber (Carlinhos), Gerson Lopes, Dito Siqueira e Franz; Niltinho e Robert (Márcio Ramos).

Ponte Preta: Brigatti; Roberto Teixeira, Júnior, Pedro Luiz e Branco; Serginho Carioca, Luiz Carlos Goiano, Valdecir e Alexandre Alves (Celso Luiz); Ciro e Claudinho (Edenilson).

 

Operário (VG) 2 x 1 Londrina

Data: 19/02/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Getúlio Barbosa de Souza Júnior

Renda: Cr$ 6.984.000,00

Publico: 2.050

Gols: Robert aos 25′, Dito Siqueira aos 35′ e Alaor (L) aos 65′

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Jailson e Rangel; Dito Siqueira, Juares (Zé Carioca), Gerson Lopes (Niltinho Goiano) e Robert; Carlinhos e Franz.

Londrina: Anselmo; Nilson, João Neves, Márcio Alcântara e Alexandre (Alaor); Roberto, Tadeu, Marquinhos (Celso Reis) e Édson Maradoninha; Marcos Severo e Aléssio.

 

América (MG) 4 x 1 Operário (VG)

Data: 23/02/1992

Local: Estádio Independência (Belo Horizonte)

Árbitro: Marques Dias da Fonseca

Renda: Cr$ 8.764.000,00

Publico: 2.918

Gols: Casagrande aos 28′, Flávio aos 51′, Róbson aos 73′, Casagrande aos 74′ e Dito Siqueira aos 75′

América: Milagres; Amarildo, Ricardo, Isaac e Ronaldo; Lelei, Dudu, Flávio e Róbson; Euller e Casagrande.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Jailson e Rangel; Juares, Gerson Lopes, Dito Siqueira e Robert (Paulo Sérgio); Franz (Zé Carióca) e Carlinhos.

 

Operário (VG) 2 x 2 Operário (CG)

Data: 08/03/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Antônio Pereira da Silva

Renda: Cr$ 9.345.000,00

Publico: 2.699

Gols: Indio aos 6′, Carlão aos 15′, Niltinho aos 51′ e Robert aos 58′

Operário (VG): Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Jailson e Rangel; Niltinho Goiano, Juares, Dito Siqueira e Niltinho; Carlinhos (Paulo Sérgio (Tostão)) e Robert.

Operário (CG): Rogério; Márcio Vieira, Gonçalves, Zé Ronaldo e Marcos Adriano; Miel, Branco (Cáceres), Biro Biro e Waldir; Carlão (Daniel) e Indio.

 

São José (SP) 2 x 1 Operário (VG)

Data: 11/03/1992

Local: Estádio Martins Pereira (São José dos Campos)

Árbitro: Carlos Elias Pimentel

Renda: Cr$ 6.028.999,00

Publico: 1.921

Gols: Roger aos 36′, Edgar aos 45′ e Rizza aos 92′.

São José: César; Luiz Antônio, Joãozinho, Zeca e Bolé; Rizza, Adilson, Bentinho e Silvinho (Zé Carlos); Roger e Bandeira (Esquerdinha).

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Ozéias e Jailson; Paulo Henrique, Dito Siqueira, Juares e Niltinho Goiano; Robert (Tiganá) e Niltinho (Tostão).

 

Operário (VG) 1 x 5 São josé (SP)

Data: 18/03/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Dario Souza Campos

Renda: Cr$ 3.642.000,00

Publico: 997

Gols: Niltinho Goiano aos 4′, Mathias aos 7′, Silvinho aos 51′, Bandeira aos 76′, Roger aos 81′ e aos 87′.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Jailson, Edgar e Paulo Henrique (Tostão); Rangel, Niltinho Goiano, Juares e Dito Siqueira; Niltinho (Paulo Sérgio) e Robert.

São José: César; Luiz Antônio, Joãozinho, Zeca e Rizza; Bolé, Adilson, Bentinho (Esquerdinha) e Silvinho; Mathias (Roger) e Bandeira.

 

Londrina 3 x 1 Operário (VG)

Data: 22/03/1992

Local: Estádio do Café (Londrina)

Árbitro: Luis Cunha Martins

Renda: Cr$ 23.220.000,00

Publico: 4.893

Gols: Robert aos 35′, Marcos Severo aos 67′ e aos 68′; Edson Maradoninha aos 92′

Londrina: Anselmo; Xande, Márcio Alcântara (Marquinhos), Souza e Alexandre (Paulinho); Roberto, Luis Carlos Gaúcho, Édson Maradoninha e Tadeu; Marcos Severo e Aléssio.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Jailson, Edgar e Ozéias; Paulo Henrique (Caçapava), Rangel, Tostão (Tiganá) e Dito Siqueira; Niltinho e Robert.

 

Operário (VG) 1 x 1 Paraná

Data: 26/03/1992

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Árbitro: Getúlio Barbosa de Souza Júnior

Renda: Cr$ 2.330.000,00

Publico: 466

Gols: Marquinhos Capixaba aos 11′ e Saulo aos 57′.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Ozéias, Jailson e Paulo Henrique (Niltinho Goiano); Tostão (Caçapava), Juares, Dito Siqueira e Toninho; Niltinho e Robert.

Paraná: Luis Henrique; Balu, Servilho, Gralak e Ednélson; Roberto Alves, Ney Santos, Adoilson (Alcântara) e Serginho; Maurilio e Saulo.

 

Ponte Preta 1 x 0 Operário (VG)

Data: 29/03/1992

Local: Estádio Moisés Lucarelli (Campinas)

Árbitro: Dalmo Bozzano

Gol: Claudinho aos 89′

Ponte Preta: Mauricio; Roberto Teixeira, Hélio, Júnior e Branco; Serginho Carioca, Darci, Pianelli (Edilson) e Ciro (Gustavo); Claudinho e Alexandre Alves.

Operário: Tonhão; Jocélio, Ozéias, Jailson e Indio; Tostão (Paulo Sérgio), Niltinho Goiano, Juares e Toninho; Dito Siqueira e Caçapava (Miltinho).

Obs: O Jogo foi realizado com Portões Abertos, sem cobrança de ingresso.

 

Operário (VG) 0 x 2 América (MG)

Data: 01/04/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Léo Feldmann

Renda: Cr$ 2.808.000,00

Publico: 602

Gols: Róbson aos 61′ e Euller aos 88′

Operário: Vitor; Jocélio, Marquinhos Capixaba, Jailson e Ozéias; Paulo Henrique (Paulo Sérgio), Juares, Dito Siqueira e Toninho (Tostão); Miltinho e Caçapava.

América: Milagres; Amarildo, Marins, Ricardo e Ronaldo; Taú, Dudu (Helinho), Flávio e Róbson; Euller e Casagrande (Gutemberg).

 

Operário (CG) 3 x 1 Operário (VG)

Data: 05/04/1992

Local: Estádio Pedro Pedrossian (Campo Grande)

Árbitro: Hélio Correa

Renda: Cr$ 602.000,00

Publico: 167

Gols: Toninho aos 7′, Branco aos 56′, Naldinho aos 76′ e Joel Marcos aos 88′

Operário (CG): Marcilio; Dorival, Cocada, Márcio Vieira e Joel Marcos; Miel, Biro Biro (Naldinho), Paulo César e Branco (Carlos Alberto); Indio e Carlão.

Operário (VG): Vitor; Jocélio, Marquinhos Capixaba, Ozéias e Jailson; Paulo Henrique (Tiganá), Tostão, Niltinho Goiano e Toninho; Paulo Sérgio e Caçapava.

 

Grêmio 7 x 1 Operário (VG)

Data: 08/04/1992

Local: Estádio Olimpico (Porto Alegre)

Árbitro: Wilson Carlos dos Santos

Renda: Cr$ 74.280.000,00

Publico: 56.450

Gols: Lira aos 18′, Carlinhos aos 20′, Cuca aos 37′, Juninho aos 40′, Marquinhos Capixaba aos 44′, Caçapa aos 58′, Biro Biro aos 65′ e Caio aos 77′.

Grêmio: Emerson; Chiquinho, Luciano, Vilson e Lira; Jandir (João Marcelo), Biro Biro, Caçapa e Juninho; Caio e Cuca.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Tiganá, Jocélio e Ozéias; Jailson, Paulo Henrique (Indio), Paulo Sérgio e Toninho; Miltinho e Caçapava (Tostão).

 

Fonte: Jornal A Gazeta/João Lopes (Súmulas Tchê)/Rodolfo Stella

 

 

 

Segunda Fase da Taça de Prata – 1983

1ª Rodada (Domingo, 27 de fevereiro de 1983)

Guarany (CE)

6

X

3

Uberaba (MG)

Londrina (PR)

1

X

0

Bangu (RJ)

Americano (RJ)

2

X

0

Itumbiara (GO)

Central (PE)

3

X

0

Maranhão (MA)

2ª Rodada (Quarta-feira, 02 de março de 1983)

Santa Cruz (PE)

3

X

1

Guarany (CE)

Botafogo-RP (SP)

3

X

0

Londrina (PR)

Guarani (SP)

0

X

0

Central (PE)

Portuguesa (SP)

1

X

1

Americano (RJ)

3ª Rodada (Sábado, 05 de março de 1983)

Maranhão (MA)

1

X

5

Guarani (SP)

3ª Rodada (Domingo, 06 de março de 1983)

Bangu (RJ)

1

X

1

Botafogo-RP (SP)

Itumbiara (GO)

3

X

2

Portuguesa (SP)

Uberaba (MG)

5

X

0

Santa Cruz (PE)

GRUPO G

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Guarani/SP 3 2 1 1 0 5 1 4
Central/PE 3 2 1 1 0 3 0 3
Maranhão/MA 0 2 0 0 2 1 8 -7

GRUPO H

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Uberaba/MG 2 2 1 0 1 8 6 2
Guarany/CE 2 2 1 0 1 7 6 1
Santa Cruz/PE 2 2 1 0 1 3 6 -3

GRUPO I

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Americano/RJ 3 2 1 1 0 3 1 2
Itumbiara/GO 2 2 1 0 1 3 4 -1
Portuguesa/SP 1 2 0 1 1 3 4 -1

GRUPO J

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Botafogo/SP 3 2 1 1 0 4 1 3
Londrina/PR 2 2 1 0 1 1 3 -2
Bangu/RJ 1 2 0 1 1 1 2 -1

Após o Final da Segunda Fase, os quatro primeiros colocados (Americano de Campos/RJ, Botafogo de Ribeirão Preto/SP, Guarani/SP e Uberaba/MG), das chaves G, H, I e J, foram promovidos e entraram direto na Segunda Fase da Taça de Ouro (equivalente a Primeira Divisão Nacional), naquele mesmo ano.

Os segundos colocados de cada grupo (Central de Caruaru/PE, Guarany/CE, Itumbiara/GO e Londrina/PR), avançaram para a Terceira fase da Taça de Prata.

Se juntaram a essas quatro equipes, os 12 clubes de pior campanha da Primeira Fase da Taça de Ouro: Brasília/DF, CSA/AL, Ferroviário/CE, Fortaleza/CE, Galícia/BA, Joinville/SC, Juventus/SP, Mixto/MT, Moto Club/MA, Paysandu/PA, Rio Branco/ES e Treze/PB.

Terceira Fase da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 13 de março de 1983)

Ferroviário (CE)

1

X

0

Londrina (PR)

CSA (AL)

4

X

1

Guarany (CE)

Rio Branco (ES)

1

X

1

Mixto (MT)

Juventus (SP)

3

X

1

Itumbiara (GO)

Paysandu (PA)

2

X

2

Central (PE)

Treze (PB)

3

X

2

Brasília (DF)

Galícia (BA)

5

X

2

Fortaleza (CE)

Moto Club (MA)

0

X

3

Joinville (SC)

Jogos de Volta (Domingo, 20 de março de 1983)

Londrina (PR) *

3

X

1

Ferroviário (CE)

Guarany (CE)

0

X

0

CSA (AL) *

Mixto (MT) *

2

X

1

Rio Branco (ES)

Itumbiara (GO)

1

X

1

Juventus (SP) *

Central (PE) *

2

X

1

Paysandu (PA)

Brasília (DF) *

3

X

0

Treze (PB)

Fortaleza (CE)

1

X

0

Galícia (BA) *

Joinville (SC) *

4

X

2

Moto Club (MA)

* Os clubes classificados para a próxima fase

Quartas de Final da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 27 de março de 1983)

Mixto (MT)

1

X

3

CSA (AL)

Brasília (DF)

1

X

0

Central (PE)

Galícia (BA)

2

X

3

Juventus (SP)

Londrina (PR)

0

X

1

Joinville (SC)

Jogos de Volta (Sábado, 02 de abril de 1983)

CSA (AL) *

4

X

1

Mixto (MT)

Central (PE)

1

X

1

Brasília (DF) *

Juventus (SP) *

2

X

1

Galícia (BA)

Joinville (SC) *

1

X

0

Londrina (PR)

 * Os clubes classificados para a próxima fase

Classificaram-se para as semifinais o CSA/AL, Brasília/DF, Joinville/SC e Juventus/SP. O fato curioso é que nenhum dos times que iniciaram a Taça de Prata avançaram. Todos os quatro semifinalistas vieram da Taça de Ouro.

Semifinais da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 10 de abril de 1983)

Brasília (DF)

0

X

0

CSA (AL)

Joinville (SC)

0

X

0

Juventus (SP)

Jogos de Volta (Domingo, 17 de abril de 1983)

CSA (AL) *

1

X

1

Brasília (DF)

Juventus (SP) *

2

X

1

Joinville (SC)

Final da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 24 de abril de 1983)

CSA (AL)

3

X

1

Juventus (SP)

Gols: Rômel aos 41 minutos do 1º Tempo para o CSA. Zé Carlos aos 18 e Josenílton aos 31 minutos para o CSA.Ilo aos 41 minutos descontou para o Juventus, no 2º tempo.

Jogos de Volta (Domingo, 1º de maio de 1983)

Juventus (SP)

3

X

0

CSA (AL)

Gols: Gatãozinho aos sete minutos do 1º tempo. Bira aos 33 e Trajano aos 37 minutos do 2º tempo.

Jogos Extra (Quarta-feira, 04 de maio de 1983)

Juventus (SP) *

1

X

0

CSA (AL)

Gol: Paulo Martins, de pênalti, aos 26 minutos do 2º tempo.

* Com o resultado o  Juventus/SP se sagrou Campeão da Taça de Prata de 1983

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Pela última rodada do Grupo E, da taça de prata, o Bonsucesso encerrou a sua participação com derrota. Jogando em Niterói, acabou derrotado pelo Operário (MS) por 3 a 1.

BONSUCESSO F.C.

1

X

3

OPERÁRIO F.C. (MS)

LOCAL:

Estádio Caio Martins, em Niterói (RJ)

CARÁTER:

Última rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Domingo, do dia 20 de Fevereiro de 1983

RENDA:

Cr$ 77.600,00

PÚBLICO:

212 pagantes

ÁRBITRO:

Dalmo Bozzano (CBF/SC)

BONSUCESSO F.C.:

Marcelo; Paulinho, Osmar, Edmundo e Denílson; Wilson, Edson (Delacir) e Carlos Alberto; Maurício, Neílson e Vasconcellos. Técnico: Brito

OPERÁRIO (MS)

Paulão; Uchoa (Amarildo), Amauri, Ramiro e João Clovis; Garcia, Cléber e Pastoril; Júlio César, lima e Cléber Ribeiro.Técnico:Carlos Castilho

GOLS:

Wilson aos dois minutos (Bonsuça); Lima aos 24 minutos (Operário); no 1º Tempo. Lima aos seis e 34 minutos (Operário); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

A ‘ducha de água fria’ que foi a derrota para o Guarani ainda não tinha sido bem digerida pelo Bonsucesso. E, ironicamente, na penúltima rodada, do Grupo E, da Taça de Prata diante do Uberaba, fora casa, choveu demais, deixando o estado do gramado ruim.

Além do campo, o Bonsucesso não esteve bem. E para piorar o árbitro gaúcho marcou um pênalti duvidoso, convertido pelo adversário. Na segunda etapa, precisando atacar acabou oferecendo o contra-ataque. Resultado foi que o Uberaba aproveitou um e liquidou a fatura.

UBERABA S.C. (MG)

2

X

0

BONSUCESSO F.C.

LOCAL:

Estádio Municipal Engenheiro João Guido, ‘Uberabão‘, em Uberaba (MG)

CARÁTER:

4ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Sábado, do dia 05 de Fevereiro de 1983

RENDA:

Cr$ 1.652.000,00

PÚBLICO:

3.304 pagantes

ÁRBITRO:

José Mocelim (CBF/RS)

UBERABA (MG):

Diron;Joel, Gilvã, Válter Lobão e Aldeir; Joãozinho, celso Sá e Toinzinho; Simões (Edvaldo), Nei (Edson Luís) e Eriel.Técnico:Milton Buzetto

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho e Denílson; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Maurício,Jorginho e Vasconcellos. Técnico: Brito

GOLS:

Joãozinho, de pênalti, aos 11 minutos (Uberaba); no 1º Tempo. Eriel aos 30 minutos (Uberaba); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

Depois de duas partidas como visitante, o Bonsucesso se preparava para fazer o seu primeiro jogo em casa. E a vitória colocaria o Bonsuça com um pé na segunda fase. Porém, o adversário não era qualquer um: Guarani de Campinas (SP), que em 1978 tinha conquistado o inédito título de Campeão Brasileiro da Série A.

Outra vez, eu estive presente nessa partida. O nossa mini torcida organizada, neste dia, viajou no ônibus que levavam os jogadores, comissão técnica e dirigentes. O clima era de total otimismo.

E essa atmosfera se materializou na etapa inicial, onde o Bonsucesso mostrou o mesmo futebol dos últimos jogos. E foi para o intervalo com uma vitória justa pelo placar de 1 a 0. Evidentemente, que a nossa mini torcida ficou aguardando o retorno das duas equipes fazendo contas e sonhando com a sonhada classificação.

Contudo, na etapa final, o Bonsucesso esteve irreconhecível e o Guarani aproveitou para virar o jogo. Em 16 minutos, o Guarani já vencia por 3 a 1. O Bonsucesso despertou e ainda diminuiu para 3 a 2 e foi com tudo para buscar o empate. Mas num rápido e letal contra-ataque o Bugre marcou o quarto tento no finalzinho do jogo.

Até hoje eu ainda não sei o que aconteceu nessa partida. Um time que jogou como time grande e em 45 minutos deixou a vaga se distanciar de uma forma tão estranha. Mistérios do futebol.

BONSUCESSO F.C.

2

X

4

GUARANI DE CAMPINAS (SP)

LOCAL:

Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho, no Bairro de Bangu – Zona Rural (atual zona oeste) do Rio (RJ)

CARÁTER:

3ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Sábado, do dia 29 de Janeiro de 1983

RENDA:

Cr$ 123.600,00

PÚBLICO:

309 pagantes

ÁRBITRO:

Aírton Bernardoni (CBF/RS)

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho e Denílson; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Maurício,Jorginho e Vasconcellos. Técnico: Brito

GUARANI (SP):

Sidmar; Chiquinho (Toninho), Darci (Henrique), Wilson Gottardo e Zé Mário; Júlio César, Éverton e Vílson Tadei; Luís Müller, Marcelo e Luís Carlos. Técnico: Cláudio Duarte

GOLS:

Carlos Alberto aos 30 minutos (Bonsuça); no 1º Tempo. Marcelo aos cinco minutos (Guarani); Vílson Tadei aos 12 minutos (Guarani); Luís Müller aos 16 minutos (Guarani); Toninho aos 35 minutos (Bonsuça); Marcelo aos 44 minutos (Guarani); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

O segundo compromisso, prometia ser ‘parada dura’ para o Bonsucesso Futebol Clube. Novamente como visitante, teria pela frente o tradicionalíssimo América Mineiro, em pleno Mineirão. No entanto, o Bonsuça se agigantou. Na noite da quarta-feira, do dia 26 de janeiro de 1983, o Leão de Leopoldina não tomou conhecimento vencendo por contundentes 3 a 1, assumindo a liderança da chave.

Demonstrando superioridade, o Bonsucesso abriu o placar por intermédio do meia Carlos Alberto (que depois se transferiria para o Criciúma/SC). Na segunda etapa, o Bonsuça seguiu dominando o Coelho e ampliou com o zagueiro Toninho, cobrando pênalti.

Em uma das poucas vezes em que o América chegou na área, o árbitro paranaense marcou um pênalti pra lá de duvidoso. O atacante Paulinho aproveitou para diminuir. No entanto, o Bonsuça mostrou que não viajou até Belo Horizonte à passeio e o atacante Maurício (o mesmo que se transformaria em ídolo do Botafogo) decretou números finais a peleja.

AMÉRICA MINEIRO (MG)

1

X

3

BONSUCESSO F.C.

LOCAL:

Estádio Governador Magalhães Pinto, Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

CARÁTER:

2ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Quarta-feira, do dia 26 de Janeiro de 1983

RENDA:

Cr$ 1.461.500,00

PÚBLICO:

3.260 pagantes

ÁRBITRO:

Eraldo Palmerini (CBF/PR)

AMÉRICA (MG):

Wellington; Cacau, Luís Carlos Hippie, Dias e Vâner; Cláudio Barbosa (Paulo Rodrigues, 31 do 2º), Zezinho e Gaúcho (Juarez, intervalo); Luís Alberto, Paulinho e Adilson.Técnico: Jair Bala

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho e Almir; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Peninha (Maurício, 19 1º), Jorginho (Neílson, 17 do 2º) e Vasconcellos. Técnico: Brito

GOLS:

Carlos Alberto aos 20 minutos (Bonsuça); no 1º Tempo. Toninho, de pênalti, aos 25 minutos (Bonsuça); Paulinho, de pênalti, aos 33 minutos (América); Maurício aos 43 minutos (Bonsuça); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

Após a boa campanha do Campeonato Carioca de 1982, quando terminou na 7ª colocação no geral, ficando a um pontinho de entrar na Taça de Ouro (Elite do futebol Brasileiro), o Bonsucesso Futebol Clube estreava na Taça de Prata (equivalente ao Campeonato Brasileiro da Série B).

Eu estive presente neste jogo, juntamente com mais cinco jovens que na época formávamos uma mini torcida desorganizada, sim, mas apaixonada, com certeza.

A Revista Placar fez um balanço de cada grupo da Taça de Prata. E apontou o Grupo E, com: América Mineiro (MG)Guarani de Campinas (SP)Operário (MS)Uberaba (MG)Volta Redonda (RJ)Bonsucesso Futebol Clube (RJ), como o mais difícil e sem favorito.

No domingo, do dia 23 de janeiro de 1983, válido pelo Grupo E, o Bonsuça foi até a Cidade do Aço e arrancou um empate com o Volta Redonda em 2 a 2. Comandados pelo ex-zagueiro Brito, tricampeão Mundial na Copa de 1970, o Leão da Leopoldina não fez um bom primeiro tempo.

Desatento, viu o Voltaço dominar, abrindo 2 a 0, sem problemas. No entanto, na etapa final, o Bonsuça voltou completamente diferente e conseguiu o empate, mas não teria sido nenhum exagero se tivesse virado o placar. Final um empate com quatro gols.

PS.: O Maurício, na época aos 21 anos, que entrou na segunda etapa, no lugar do ponta direita Peninha é o jogador que se eternizou no Botafogo de Futebol e Regatas ao marcar o gol do título do Campeonato Carioca de 1989, tirando o clube da Estrela Solitária de uma fila que já durava 20 anos.

VOLTA REDONDA F..C

2

X

2

BONSUCESSO F.C.

LOCAL:

Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)

CARÁTER:

1ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Domingo, do dia 23 de Janeiro de 1983

RENDA:

Cr$ 638.000,00

PÚBLICO:

1.473 pagantes

ÁRBITRO:

Osmar Camilo da Silva (CBF/MG)

VOLTA REDONDA:

Leite; Léo, Renato, Luís Cláudio e Nem; Faride (Roberto Silva), Eli Mendes e Paulo Moreti; Zé Renato, Sérgio Luís (Edinho) e Amarildo.Técnico: Jorge Vitório

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho (Edmundo) e Jorge Galvão; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Peninha (Maurício), Jorginho e Vasconcellos. Técnico: Brito

GOLS:

Zé Renato aos 12 minutos (Voltaço); Sérgio Luís aos 38 minutos (Voltaço), no 1º Tempo. Jorginho aos 17 minutos (Bonsuça); Vasconcellos aos 40 minutos (Bonsuça); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

 

CAMPO GRANDE (RJ)   3 X 0   PORTUGUESA DE DESPORTOS (SP)

LOCAL: Estádio Ítalo Del Cima, no Bairro de Campo Grande – Zona Rural (atual Zona Oeste), do Rio (RJ)

CARÁTER: Primeira Fase – 2ª Rodada – Taça de Prata de 1982

DATA: Quinta-feira, do dia 28 de Janeiro de 1982

ÁRBITRO: Paulo Sérgio Pinto (Ferj/RJ)

RENDA: Cr$ 270.000,00

PÚBLICO: 1.058 pagantes

CARTÕES VERMELHOS: Daniel Gonzáles e Joãozinho (Lusa)

CAMPO GRANDE: Ronaldo; Marinho, Neném, Mauro e Jacenir; Serginho (Silveira), Brás e Lulinha (Carlos Antônio); Touchê, Aílton e Luís Paulo. Técnico:Jair Pereira

PORTUGUESA-SP: Moacir; Alves, Reacir, Daniel Gonzáles e Fantick (Joãozinho); Humberto, Roberto César e Gérson Sodré; Toquinho, Caio e Djalma Bahia (Wilson Carrasco).Técnico: Mário Juliato

GOLS: Jacenir aos cinco minutos (Campusca); no 1º Tempo. Lulinha aos quatro minutos (Campusca); Aílton aos 28 minutos (Campusca), no 2º tempo.

FONTE: Revista Placar

 

S.E. PALMEIRAS (SP1 X VOLTA REDONDA (RJ)

LOCAL: Estádio Parque Antarctica, em São Paulo (SP)

CARÁTER: Primeira Fase – 2ª Rodada – Taça de Prata de 1982

DATA: Quinta-feira, do dia 28 de Janeiro de 1982

ÁRBITRO: Luís Cunha Martins (FGF/RS)

RENDA: Cr$ 2.014.500,00

PÚBLICO: 5.942 pagantes

CARTÃO AMARELO: Paulo Verdum (Voltaço)

PALMEIRAS:Gilmar; Nenê, Luís Pereira, Édson e Jaime Bôni; Suca, Aragónes e Célio; Jorginho, Almir e Esquerdinha (Rodrigues). Técnico:Paulinho de Almeida

VOLTA REDONDA: Leite; Paulo Verdum, Edinho, Luís Cláudio e Roberto Silva; Russo, Eli Mendes e Sérgio Luís (Moreno); Botelho, Índio e Sivaldo.Técnico: Jorge Vitório

GOLS: Sivaldo aos 38 minutos (Voltaço); Jorginho, de pênalti, aos 45 minutos (Palmeiras), no 1º tempo.

FONTE: Revista Placar

 

AMÉRICA MINEIRO (MG) 0 X 1AMERICANO (RJ)

LOCAL: Estádio Governador Magalhães Pinto, Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

CARÁTER: Primeira Fase – 2ª Rodada – Taça de Prata de 1982

DATA: Quarta-feira, do dia 27 de Janeiro de 1982

ÁRBITRO: Orion Satter de Melo (FGF/RS)

RENDA: Cr$ 756.560,00

PÚBLICO:2.943 pagantes

AMÉRICA-MG: Neneca; Cacau, João Batista, Eraldo e Vâner; Lúcio, Gaúcho (Aquiles) e Mateus;Ludo, Ramón (Manguinha) e Paulinho. Técnico: Luciano Vieira

AMERICANO: João Luís; Totonho, Orlando Fumaça, Oliveira e César; Índio, Manguinho e Zé Roberto; Jorge Luís, Jorge Lima e Sérgio Pedro (Sousa). Técnico: Aílton Tavares

GOL:Sousa aos 20 minutos (Americano); no 2º tempo.

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Seletiva – Série B de 1994
10/10/1993
ABC  1×2 América (RN)

Icasa 0×0 Ferroviario

17/10/1993
América (RN) 0×0 Corintians

Icasa  2×1 ABC

24/10/1993
América (RN) 2×0 Icasa

Coríntians 0×0 Ferroviário
30/10/1993
Coríntians (RN) 0×1 ABC (RN)

31/10/1993
Ferroviário  2×3 América (RN)

07/11/1993
ABC  0×0 Ferroviário

Icasa  2×1 Coríntians

14/11/1993

America 1×1 ABC

Ferroviario 2×1 Icasa
21/11/1993
Coríntians  1×0 América (RN)

ABC  1×1 Icasa

28/11/1993
Ferroviário  1×1 Coríntians

Icasa 2×2 America (RN)

04/12/1993

ABC  1×2 Coríntians

América (RN) 2×1 Ferroviário

12/12/1993
Ferroviário  3×4 ABC

Corintians 1×0 Icasa

Class.

P

j

v

e

d

gp

Gc

America-RN

11

8

4

3

1

12

8

Corintians-RN

11

8

4

3

1

7

4

Icasa-CE

7

8

2

3

3

8

10

Ferroviario-CE

6

8

1

4

3

9

11

ABC-RN

5

8

1

3

4

9

12

América-RN classificado para Serie B 1994

 

Após conquistar o acesso à elite de 2015 com quatro rodadas de antecedência, o JEC aproveitou a vantagem na última rodada e garantiu a taça da Série B. O troféu coroou a temporada de sucesso na Segundona, marcada por bons números do começo ao fim das 38 rodadas: melhor campanha entre as 20 equipes dentro de casa, defesa menos vazada e maior número de vitórias na competição. Dentro da Arena, o Joinville fez valer o mando de campo e venceu 14 confrontos dos 19 disputados diante da sua torcida. Em casa, o time sofreu apenas uma derrota e teve aproveitamento de 80%.

Gols/jogo 2,43 Vitórias em Casa 51% Empates 24% Vitórias Fora 26%

 

 

 

Politicagem tirou o acesso do Caxias em 2001, diz Loebeling

A Série B do Campeonato Brasileiro era um território recém-descoberto pelas torcidas dos grandes centros do País em 2001 quando Alfredo dos Santos Loebeling se aposentou como árbitro. Sua última partida profissional coincidiu com a última rodada daquele torneio, que ficou marcada pelas polêmicas da arbitragem e que foi fundamental em sua decisão de pendurar o apito.

Loebeling foi escalado para apitar Figueirense x Caxias no Estádio Orlando Scarpelli, pela sexta rodada do quadrangular final da Série B de 2001. Os dois times tinham seis pontos, assim como Paysandu e Avaí. Em Belém, o time paraense – que só precisava empatar – fez sua parte e conquistou o título do torneio ao vencer o rival catarinense no Estádio da Curuzu por inapeláveis 4 a 0. Mas em Florianópolis…

Na capital catarinense, o Figueirense também fazia sua parte e vencia o Caxias por 1 a 0 até os 46min do segundo tempo – Abimael, aos 16min da etapa final, marcou. Os cerca de 22 mil torcedores no estádio não conseguiam conter a ansiedade. Aí, cerca de 2 mil deles pularam os alambrados e invadiram o gramado. Os jogadores começaram a comemorar o final do jogo.

Assista o gol do acesso
https://www.youtube.com/watch?v=62GAxRKxJYk

Estava estabelecida aí a confusão entre os dois times, que só iria se resolver no ano seguinte.

Quem explica o que aconteceu a partir daí é o próprio Alfredo Loebeling. Segundo ele, a súmula da partida relatava a invasão antes do final do jogo, o que custaria os pontos da vitória ao Figueirense e daria a vaga na Série A ao Caxias. No entanto, por orientação do então presidente da comissão de arbitragem da CBF, Armando Marques, o árbitro enviou à entidade um primeiro relatório, dizendo que a invasão só aconteceu após o apito final. Depois, enviou o relatório que, segundo foi explicado a Loebeling, valeria. No fim, a CBF levou em consideração o primeiro relatório, que atendeu a pedidos de Armando Marques, e promoveu o Figueirense.

“Eu tinha botado que a invasão foi antes de acabar o jogo, como de fato aconteceu. Estava nos acréscimos, faltava um minuto e pouco para o fim dos acréscimos. O Armando Marques falou que tinha que colocar no relatório que a invasão foi depois de terminar o jogo. Aquilo manteria o resultado”, contou Loebling. E por que Armando Marques fez pressão pela manutenção do resultado? Para o ex-árbitro, por um motivo: política.

“O Rio Grande do Sul já tinha três times (na Série A do Campeonato Brasileiro) – Grêmio, Inter e Juventude na época. O Caxias seria o quarto. Santa Catarina não tinha nenhum time. Obviamente, foi uma decisão mais política do que técnica”, assegurou Loebeling, que descartou qualquer pressão do Figueirense ou da Federação Catarinense de Futebol pela decisão em favor do clube alvinegro.

Hoje aposentado, Loebeling lamenta os desdobramentos daquela posição da CBF – em especial porque o árbitro abandonou o futebol profissional justamente quando aparecia em uma posição de destaque no quadro da entidade. O sonho de apitar uma Copa do Mundo ficou pelo caminho, enquanto o Caxias – atualmente na Série C – busca desde então a volta à Série A, de onde está fora desde 1979.

Confira a entrevista de Alfredo dos Santos Loebeling:

Última Divisão – Aquele Figueirense x Caxias no Estádio Orlando Scarpelli em 2001 foi seu último jogo, certo? Você se aposentou ali, né?

Loebeling - Foi o último jogo profissional que eu apitei. Figueirense x Caxias, última rodada da Série B de 2001.

Última Divisão – Você já estava decidido a se aposentar naquele jogo? Ou aquela confusão te influenciou?

Loebeling - Eu tinha mais quatro anos pela frente, e tinha a expectativa de apitar a Copa do Mundo. Mas depois do jogo, como as coisas aconteceram, eu tomei a decisão de encerrar a carreira.

Última Divisão – Naquele jogo, houve uma invasão no campo no final da partida, e a decisão do acesso de Figueirense ou Caxias foi adiado. Você se lembra do que colocou no relatório daquela partida a respeito da invasão?

Loebeling - Eu tinha botado que a invasão foi antes de acabar o jogo, como de fato aconteceu. Estava nos acréscimos, faltava um minuto e pouco para o fim dos acréscimos. O Armando Marques falou que tinha que colocar no relatório que a invasão foi depois de terminar o jogo. Aquilo manteria o resultado. Na época, pelo que dizia o CBDF (Código Brasileiro Disciplinar do Futebol), relatando a verdade, que a invasão aconteceu antes de acabar o jogo, o time cuja torcida que causa a invasão perderia os pontos. Subiria o Caxias e não o Figueirense.


Última Divisão – Você colocou então, de fato, que a invasão foi antes de acabar o jogo?

Loebeling - Faltava uns 50 segundos, houve uma invasão da torcida do Figueirense.

Última Divisão – Por que então o Caxias não subiu? Você lembra?

Loebeling - Quando o Armando Marques fez a pressão para eu colocar que a invasão foi antes de acabar o jogo, eu denunciei ao presidente (Eduardo José) Farah, da Federação Paulista (de Futebol). O Farah fez uma denuncia ao Tribunal (Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o STJD), com o Luiz Zveiter (então presidente do órgão). Foi para julgamento. Quando eu estava sendo pressionado para mandar ao Rio de Janeiro a súmula do jogo via fax, do jeito que o Armando queria, o Farah ligou para o Zveiter e perguntou: “o que ele faz?”. Ele falou: “manda um fax do jeito o que o Armando Marques quer e traz na minha mão o relatório do jogo”. Fizemos isso. Mandamos um fax do jeito que o Armando queria, que o Luiz Zveiter falou que não teria valor legal por ser um fax, e eu ia entregar na mão dele o relatório oficial do jogo. Eu levei ao Rio de Janeiro do jeito que foi feito, e o Zveiter me denunciou, como se eu tivesse entregado dois relatórios. Quando ele foi me julgar pelos dois relatórios, ao mesmo tempo, ele estava definindo qual dos dois valeria. Segundo o Zveiter, segundo o Armando Marques, segundo a CBF, como eu mandei primeiro o fax, valeu o fax.

Última Divisão – No fim, valeu o que o Armando Marques pediu para constar, que a invasão foi depois do jogo.

Loebeling - Sim, valeu. Se for analisar bem, tem uma explicação logica para isso. O Rio Grande do Sul já tinha três times – Grêmio, Inter e Juventude na época. O Caxias seria o quarto. Santa Catarina não tinha nenhum time. Obviamente, foi uma decisão mais politica do que técnica. A ideia era o quê? Ter mais um estado, que você movimenta milhões, que você… É um outro conceito. Por causa disso, acabou sendo uma decisão politica, e não técnica.

Última Divisão – Você sofreu alguma pressão – do Figueirense, do Caxias, do Delfim (Peixoto, presidente da Federação Catarinense de Futebol) – para formular o relatório?

Loebeling - Não. Em nenhum momento teve envolvimento de clube. O Figueirense não me pediu nada, ninguém me ligou da Federação (Catarinense). Fui pressionado pelo Armando, que me falou que, se eu não fizesse o que ele queria, ele me tirava da Fifa, como realmente tirou. Ele me falou o seguinte: “se você fizer o que eu estou mandando, sei que você é filho de alemão, a próxima Copa (do Mundo, 2006) é na Alemanha”… Entendeu? Insinuando que, se eu fizesse o que ele mandou, poderia apitar a Copa da Alemanha.

Última Divisão – Acabou pesando essa pressão para você se aposentar, eu imagino…

Loebeling - Futebol é um grande negócio. Infelizmente, as pessoas tem que entender isso. Naquele momento, interessava para a CBF, para o Armando, para o sistema, que subisse o Figueirense e não e o Caxias. Alguém tinha que pagar o pato. Fui denunciado, mas não me arrependo não.

Última Divisão – Ficou chateado de não ter sido indicado para apitar a Copa de 2006?

Loebeling - Fiquei chateado porque me dediquei 12 anos à arbitragem. Gostava muito. Encerrar a carreira dessa maneira porque as pessoas querem, porque não querem o que é justo, é complicado. E também pelo que acontece depois – depois que eles acabaram com o árbitro, precisaram acabar com o homem. De melhor árbitro do Brasil por dois anos seguidos, recebendo prêmio e dando curso, virei bandido, estelionatário. Eles precisavam fazer de um jeito que eu não voltasse.

Fonte: Útima Divisão

https://www.youtube.com/watch?v=62GAxRKxJYk

http://rsssfbrasil.com/tablesae/br2001l2.htm

https://refnews.wordpress.com/2011/05/09/quem-nunca-errou-que-apite-um-jogo-na-vida/

 

O Palmeiras pode comemorar na tarde deste sábado(16/11) a conquista do principal objetivo para o ano de 2013. Após selar o acesso à primeira divisão há quatro rodadas com um empate contra o São Caetano, a equipe alviverde  derrotou o Boa-MG por 3 a 0 e garantiu o bicampeonato da Série B com duas rodadas de antecedência para festa da maior parte da torcida.

O resultado chegou exatamente 363 dias após a queda para a segunda divisão no ano passado – consolidada com o empate com o Flamengo no dia 18 de novembro de 2012. Com a conquista deste sábado somada à de 2003, o Palmeiras se iguala a outros seis times e torna-se o maior campeão do segundo escalão brasileiro.
 

O  título simbólico do 1º turno da Serie B de 2013 ficou com o Palmeiras, após o
empate diante da Chapecoense.

A melhor campanha do turno é do Vitória na temporada 2012. O Leão anotou 44 pontos e terminou conseguindo o acesso após as 38 rodadas.

Os campeões do 1ºturno da Serie B na era de pontos corridos:

2006-  Coritiba(PR)  - não conseguiu o acesso
2007-  Marília(SP)  - não conseguiu o acesso
2008 – Corinthians(SP)
2009 – Vasco (RJ)
2010 – Figueirense (SC)
2011 -  Portuguesa (SP)
2012 – Vitória (BA)
2013 – Palmeiras(SP)

 

FASE FINAL

 

1ª Rodada

20/11/1999 – Sábado

VILA NOVA  3x2  BAHIA

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Fabiano Gonçalves (RS)

RENDA: Cr$ não informada

GOLS: Clébson 3’, Kal Baiano 29’, Túlio 45’, Uéslei  46’ e Luciano 74’.

CARTÃO AMARELO: Luciano, Jorge Wagner, Jefferson,  Lima e Uéslei.

VILA NOVA: Cássio Luis, Carlos Roberto (R. Souza),  Wladimir (Cláudio), Luiz Cláudio e Ednélson; Hakanay, Cléber, Ado e Kal Baiano  (Reinaldo); Luciano e Túlio. Técnico: Wanderley Paiva.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho, Júnior (Jorge Wagner) e Jefferson; Isaias, Lima e Bebeto Campos (Wagner); Dauri (Luis Cláudio), Alex Mineiro e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

21/11/1999 – Domingo

SANTA CRUZ  2x1  GOIÁS

LOCAL: Estádio do Arruda – Recife (PE)

ÁRBITRO: Wallace Valente (ES)

RENDA: Cr$ não informada

PÚBLICO: 55.009 pagantes

GOLS: Marquinhos 29’, Tinho (penal) 65’ e   (penal) 78’.

CARTÃO AMARELO: Renato Carioca, Valdomiro, Tiago,  Túlio.

CARTÃO VERMELHO: Neném.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e  Wellington; Renato Carioca, Marcilio, Marcelinho (Batata), Márcio Allan;  Valdomiro (Eleomar) e Baiano. Técnico: Nereu Pinheiro.

GOIÁS: Harley, Nenén, Álvaro (Tiago), Elvis e  Marquinhos; Silvio Criciúma, Túlio e Fábio (Lúcio); Dill, Fernandão e Araújo. Técnico:  Hélio dos Anjos.

2ª Rodada

24/11/1999 – Quarta-feira

GOIÁS  1x0  VILA NOVA

LOCAL: Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Marco Antonio Colares Brasil (CE)

RENDA: R$ 334.205,00

PÚBLICO: 35.516 pagantes.

GOL: Araújo 69’

CARTÃO AMARELO; Túlio, Marabá, Luis Cláudio,  Ednélson, Cléber.

GOIÁS: Harley, Túlio, Álvaro, Elvis e Marquinhos;  Silvio Criciúma, Marabá e Cacá (Michel); Dill, Fernandão e Araújo. Técnico:  Hélio dos Anjos.

VILA NOVA: Cássio Luis, Carlos Roberto, Hakanay,  Luiz Cláudio e Ednélson; Cléber (R. Aleluia), Ado (Weslei), Tim e Kal Baiano; Túlio e Juninho (Cláudio). Técnico: Wanderley Paiva.

BAHIA  1x0  SANTA CRUZ

LOCAL: Estádio Fonte Nova – Salvador (BA)

ÁRBITRO: Reinaldo Ribas (RJ)

PÚBLICO: 35.632 pagantes

GOL: Uéslei 34’

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho, Wellington  e Jefferson; Isaias, Lima e Luis Carlos Capixaba; Dauri (Jorge Wagner), Alex  Mineiro (Luis Cláudio) e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e  Wellington (Marquinho); Renato Carioca, Marcilio, Marcelinho (Batata), Márcio  Allan (Toninho); Valdomiro e Baiano (M. Fumaça). Técnico: Nereu Pinheiro.

3ª Rodada

27/11/1999 – Sábado

SANTA CRUZ  2x1  VILA NOVA

LOCAL: Estádio do Arruda – Recife (PE)

ÁRBITRO: Romildo Corrêa (SP)

RENDA: R$ não informada.

PÚBLICO: 30.299 pagantes

GOLS: Márcio Alan 4’, Túlio 29’, Tinho 84’.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e  Wellington (Marquinho); Renato Carioca, Marcilio, Batata (Toninho), Márcio  Allan; Valdomiro (Eliomar) e Cláudio Millar. Técnico: Nereu Pinheiro.

VILA NOVA: Cássio Luis (Cristiano), Carlos Roberto,  Hakanay, Luis Carlos e Ednélson; Ado, Tim, Donizete (Juninho) e Kal Baiano  (Reinaldo Aleluia); Túlio e Luciano. Técnico: Wanderley Paiva.

28/11/1999 – Domingo

GOIÁS  0x0  BAHIA

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Alfredo Santos Loebeling (SP)

RENDA: R$ 178.945,00

PÚBLICO: 20.265 pagantes

CARTÃO AMARELO: Túlio, Michel, Araújo, Vagner, Alex  Pinho, Lima, Luis Cláudio e Alex Mineiro.

CARTÃO VERMELHO: Fernandão, Wladimir e Edmundo.

GOIÁS: Harley, Neném, Álvaro, Silvio Criciúma e  Marquinhos; Túlio, Marabá (Lúcio) e Cacá (Michel); Dill, Fernandão e Araújo (F.  Nunes). Técnico: Hélio dos Anjos.

BAHIA: Alex Guimarães, Wladimir, Alex Pinho, Vágner  e Jefferson; Isaias, Lima e Luis Carlos Capixaba; Dauri (Edmundo), Alex Mineiro  (Perivaldo) e Luis Cláudio (Jorge Wagner). Técnico: Joel Santana.

4ª Rodada

04/12/1999 – Sábado

BAHIA  1x2  GOIÁS

LOCAL: Estádio Fonte Nova – Salvador (BA)

ÁRBITRO: Cláudio Vinicius Cerdeira (RJ)

RENDA: R$ 313.909,00

PÚBLICO: 64.327 pagantes

GOLS: Álvaro 2’, Uéslei 78’ e Neném 81’.

CARTÃO AMARELO: Vágner, Alex Pinho, Uéslei, Álvaro,  Neném e Marabá.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho, Vágner  (Nonato) e Jefferson; Isaias, Bebeto Campos e Luis Carlos Capixaba; Dauri (Jorge  Wagner), Alex Mineiro (Luis Cláudio) e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

GOIÁS: Harley, Neném, Álvaro, Silvio Criciúma e  Marquinhos; Túlio, Marabá (Lúcio) e Cacá (Michel); Dill, Fernandão e Araújo (Fernando  Nunes). Técnico: Hélio dos Anjos.

05/12/1999 – Domingo

VILA NOVA  1x0  SANTA CRUZ

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Paulo César Oliveira (SP)

RENDA: R$ 119.513,50

PÚBLICO: 37.548 pagantes

GOL: Túlio 6’.

CARTÃO AMARELO: Wladimir, Ednélson, Eleomar,  Janduir e Élder.

VILA NOVA: Cristiano, Carlos Roberto (Rogério), Wladimir,  Luis Cláudio e Ednélson; Kleber, Tim, Donizete e Juninho (Reinaldo); Túlio e Luciano  (Willians). Técnico: Wanderley Paiva.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Eleomar e  Wellington (Marquinhos); Marcilio, Batata (Élder), Marcelinho e Márcio Allan; Fumaça  (Baiano) e Cláudio Millar. Técnico: Nereu Pinheiro.

5ª Rodada

08/12/1999 – Quarta-feira

VILA NOVA  0x1  GOIÁS

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Carlos Eugênio Simon (RS)

RENDA: R$ 335.877,50

PÚBLICO: 35.877 pagantes

GOL: Dill 77’

CARTÃO AMARELO: Hakanay, Cléber, Donizete, Tim,  Elvis, Dill e Marquinhos.

VILA NOVA: Cristiano, Carlos Roberto, Wladimir, Hakanay  e Ednélson; Cléber, Tim, Donizete (Wesley) e Juninho (Kal Baiano); Túlio e Luciano  (Willians). Técnico: Wanderley Paiva.

GOIÁS: Harley, Elvis, Álvaro, Silvio Criciúma e Neném;  Túlio, Marabá e Marquinhos; Dill, Fernandão e Araújo (Cacá). Técnico: Hélio dos  Anjos.

09/12/1999 – Quinta-feira

SANTA CRUZ  2x1  BAHIA

LOCAL: Estádio do Arruda – Recife (PE)

ÁRBITRO: Márcio Rezende de Freitas (MG)

RENDA: R$ não informada

PÚBLICO: não informado

GOLS: Cláudio Millar 9’, Lima 30’ e Valdomiro 36’
.

CARTÃO AMARELO: Marcelinho, Wellington e Bebeto  Campos.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e Marquinhos;  Marcilio, Élder, Marcelinho e Márcio Allan (Eleomar); Valdomiro (Toninho) e Cláudio  Millar (Baiano). Técnico: Nereu Pinheiro.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Júnior, Wellington  e Jefferson; Isaias, Lima e Bebeto Campos; Dauri (Jorge Wagner), Alex Mineiro (Luis  Cláudio) e Uéslei (Edmundo). Técnico: Joel Santana.

6ª Rodada

12/12/1999 – Domingo

BAHIA  4x2  VILA NOVA

LOCAL: Estádio Fonte Nova – Salvador (BA)

ÁRBITRO: Luciano Almeida (DF)

RENDA: R$ não informada

PÚBLICO: 543 pagantes

GOLS: Uéslei 17’, 42’ e 76’, Jorge Wágner 59’,  Túlio 24 e Tim 41’.

CARTÃO AMARELO: Alex Pinho, Luis Carlos Capixaba,  Luis Cláudio e Tim.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho (Jorge  Wagner), Wellington e Jéfferson; Izaías, Lima (Perivaldo), Júnior e Luis Carlos  Capixaba; Alex Mineiro e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

VILA NOVA: Cristiano, Carlos Roberto, Wladimir,  Luís Cláudio e Ednélson (Rogério Souza); Ado (William), Tim, Kal  Baiano e Kléber; Luciano e Túlio. Técnico: Wanderley Paiva.

GOIÁS  0x0  SANTA CRUZ

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Edílson Pereira de Carvalho (SP);

RENDA: R$ 120.135,50

PÚBLICO: 28.126 pagantes

GOIÁS: Harley (Márcio), Neném, Sílvio Criciúma,  Álvaro e Fernando Nunes; Túlio, Marabá, Cacá e Michel (Élder); Fernandão  (Evandro) e Araújo. Técnico: Hélio dos Anjos.

SANTA CRUZ: Nílson, Arley, Tinho, Janduir e  Marquinhos; Hélder (Eleomar), Marcílio, Marcelinho e Márcio Allan; Valdomiro (Toninho)  e Cláudio Millar (Baiano). Técnico: Nereu Pinheiro.

 

 

 

Texto de José Renato Santiago do Memoria do Futebol

Ao longo da história dos Campeonatos Brasileiros, desde 1971, entre os 12 maiores times brasileiros, 5 deles jamais disputaram divisões intermediárias, segunda e/ou terceira divisão e/ou similares, são eles: Cruzeiro, Flamengo, Internacional, Santos e São Paulo.

Dentre as outras 7 equipes apresento abaixo a lista das equipes que permaneceram o maior número de dias nas divisões inferiores do Campeonato Brasileiro:

O critério utilizado para a contagem dos dias é o final da competição que definiu a ida da equipe para a disputa, até a data final do campeonato intermediário que o time disputou.

Eis a lista:

1. Fluminense: 765 dias (Segunda Divisão de 1998 e Terceira Divisão de 1999)

2. Grêmio: 705 dias (Segunda Divisão de 1992 e 2005)

3. Palmeiras: 572 dias (Taça de Prata de 1981 e 1982 e Segunda Divisão de 2003)

4. Corinthians: 449 dias (Taça de Prata de 1982 e Segunda Divisão de 2008)

5. Botafogo: 372 dias (Segunda Divisão de 2003)

6. Atlético Mineiro: 351 dias (Segunda Divisão de 2006)

   Vasco da Gama: 351 dias (Segunda Divisão de 2009)

 Ao considerarmos o rebaixamento do Palmeiras para a Segunda Divisão de 2013, a equipe alviverde passará ser a equipe grande com maior período de dias em divisões intermediárias do campeonato brasileiro.

 1. Palmeiras: 922 dias (Taça de Prata de 1981 e 1982 e Segunda Divisão de 2003 e 2013)

2. Fluminense: 765 dias (Segunda Divisão de 1998 e Terceira Divisão de 1999)

3. Grêmio: 705 dias (Segunda Divisão de 1992 e 2005)

Já estou admitindo o retorno do grande alviverde para o local da onde ele jamais poderia ter saído, a Série A.

fonte- www.memoriafutebol.com.br

 

 

 

Na decisão da ultima vaga para a Serie B de 2012 o América venceu o  Paysandu/PA por 2 x 1 e mostrou mais uma vez que clube tem pedigree em campeonato brasileiro, o time rubro passou de novo apenas um ano na série C e já está de volta para o grupo intermediário. Em 2005 passou por esta mesma situação.  Mais uma vez a torcida rubra comemora, extravasa e faz da vitória seu eterno presente.

No jogo que o clube do Pará jogava pelo empate, o  América sempre foi melhor, mesmo porque sabia da necessidade da vitória. Assim marcou seus dois gols ainda no primeiro tempo, com Wanderley e Max. No começo do segundo tempo, o Papão diminuiu com Rafael Oliveira. Mas tudo ficou por ai até porque Wanderlei do América perdeu um pênalti aos 40 da etapa final.

América-RN e CRB-AL ficaram com as duas vagas no Grupo E, enquanto Joinville-SC e Ipatinga-MG subiram para a Série B, em 2012, pelo Grupo F. A decisão do título acontecerá entre  CRB e Joinville. O primeiro jogo será disputado em Maceió, dia 27, e o segundo no dia 3 de dezembro, em Joinville-SC

 

 

 

Depois de 38 anos, o torcedor da Portuguesa pôde soltar o grito de “É campeão”. Com um empate de 2 a2  contra o Sport, no Canindé(8/11), a Lusa coroou campanha irrepreensível e conquistou, por antecipação, o título da Série B do Campeonato Brasileiro.
A Portuguesa chegou  a 72 pontos, dez a mais que o Náutico. Como faltam apenas três rodadas, o time rubro-verde não pode mais ser alcançado.
A Lusa um time de poucos títulos venceu o 1º título nacional, confira as principais conquistas:

Conquistas Nacionais

* Brasileiro da Série B: 2011

Conquistas regionais

* Torneio Rio-São Paulo: 1952 e 1955

Conquistas estaduais

* Campeonato Paulista: 1935, 1936, 1973 e 2007 *

* Torneio Início: 1935, 1947 e 1996

* Taça São Paulo : 1973

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