Campeão brasileiro de 2012 no comando do Fluminense, Abel Braga lidera a lista de técnicos mais bem pagos do Brasil. O comandante do time tricolor recebe R$ 700 mil por mês, mais de R$ 9 milhões por ano. As informações são de um relatório internacional feito pela empresa PLURI Consultoria, divulgado nesta terça-feira

As três colocações seguintes têm empate entre Vanderlei Luxemburgo, do Grêmio, Muricy Ramalho, do Santos, e Tite, do Corinthians. Os técnicos recebem R$ 600 mil mensais cada um, R$ 7,8 milhões por ano.

Apesar de não ter conseguido uma vaga para o Santos na Copa Libertadores 2013, Muricy Ramalho também recebe um salário de R$ 600 mil mensais, R$ 7,8 milhões por ano, o mesmo de Luxemburgo e Tite.

Campeão da Copa Libertadores 2012 com o Corinthians, Tite também tem o segundo melhor salário do Brasil, R$ 600 mil mensais ou R$ 7,8 milhões por ano, ao lado de Muricy e Luxemburgo.

Na quinta posição, Dorival Júnior recebe R$ 450 mil por mês para comandar o time do Flamengo, mais de R$ 5,8 milhões anuais.

Técnico do Botafogo, Oswaldo de Oliveira é o 6º mais bem pago no país, com um salário de R$ 380 mil, quase R$ 5 milhões por ano.

Em 7º, Cuca recebe R$ 350 mil por mês, mais de R$ 4,5 milhões por ano, para comandar o Atlético-MG.

Celso Roth, 8º técnico mais bem pago do país, recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Cruzeiro. Roth recebe o mesmo salário que Gilson Kleina, do Palmeiras, e Ney Franco, do São Paulo.

Se Gilson Kleina está triste com o rebaixamento do Palmeiras, o técnico não pode reclamar de sua conta bancária. Kleina recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Verdão. Ele recebe o mesmo salário que Celso Roth, do Cruzeiro, e Ney Franco, do São Paulo.

Comandante do São Paulo, Ney Franco fecha a lista dos dez técnicos mais bem pagos do Brasil. Ele recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Tricolor, mesmo salário que Celso Roth, do Cruzeiro, e Gilson Kleina, do Palmeiras.

A lista menciona Ricardo Gomes, do Vasco, em 11º, com um salário de R$ 200 mil, cerca de R$ 2,5 milhões por ano. Porém os valores referem-se a 2011, antes de ser afastado por sofrer um AVC.

De acordo com a lista, Paulo Autuori é o brasileiro mais bem pago entre os técnicos do mundo todo. Autuori recebe R$ 780 mil por mês, cerca de R$ 9,3 milhões por ano, para comandar a seleção nacional do Catar.

Técnico mais bem pago do mundo, o português José Mourinho, comandante do Real Madrid, da Espanha, recebe pouco mais de R$ 3,3 milhões por mês, quase R$ 40 milhões por ano.

O italiano Carlo Ancelotti, técnico do PSG, da França, é o segundo mais bem pago do mundo, com um salário de cerca de R$ 2,8 milhões, mais de R$ 34 milhões por ano.

O também italiano Marcello Lippi, técnico do Guangzhou, da China, fica em terceiro, com um salário mensal de pouco mais de R$ 2,1 milhões, cerca de R$ 26 milhões.

Fonte: Bol.

 

A cabeçada de Sorato foi perfeita, venceu o goleiro Gilmar e deu ao Vasco o título brasileiro de 89. O atacante, então uma revelação, não foi mais o mesmo. Passou algum tempo na reserva do Vasco depois disso rodou pelo Brasil a fora.

Fonte: Revista Placar.

 

 

Poucos são os goleiros que podem se orgulhar de defender dois pênaltis no mesmo jogo. Ainda mais quando o duelo é contra o ex-centroavante são-paulino Careca, matador de fama internacional. O ex-arqueiro gremista Remi é um deles. Aconteceu em uma partida no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro de 1983, que terminou empatada em 2×2. Naquele dia, 23 de abril, Careca bateu dois pênaltis a favor do tricolor paulista no mesmo canto direito. E Remi foi buscar os dois. Depois, enquanto Careca conhecia a fama na Itália jogando ao lado de Maradona, o goleiro gremista encerrava sua carreira em silêncio.

Fonte: Revista Placar.

 

Um gol que valeu para sempre.

Até aquele instante, o meia Basílio não passava de mais um entre os muitos jogadores comuns que tentaram dar um título ao Corinthians durante 22 anos. Foi quando, depois de um bate-rebate na área da Ponte Preta, a bola caiu no seu pé direito. O chute forte estufou as redes do goleiro Carlos e os corações de toda a nação corintiana, que soltou o grito de campeão preso na garganta desde 1954. O gol colocou Basílio na história, mas ele nunca mais viveu momentos tão gloriosos. Ainda foi campeão paulista pelo Corinthians, em 1979, mas já estava à sua condição normal, e amargava o banco de reservas.

Fonte: Revista Placar.

 

  Para acabar com o tabu.

O ponta-direta Paulo Borges já havia se sagrado campeão estadual pelo Bangu, em 1966, quando foi contratado pelo Corinthians, em 1968. Sua missão era clara: acabar com um tabu de onze anos sem vitórias contra o Santos, em partidas validas pelo Campeonato Paulista, que atormentava todos os corintianos. Em 6 de março de 1968, numa noite de inspiração e bom futebol, apesar de jogar improvisado na meia-direita, Paulo Borges cumpriu o trabalho. Marcou, inclusive, um dos gols, o primeiro da histórica vitória por 2×0 (o segundo foi anotado pelo centroavante Flávio), conquistada contra o Santos, que contava com a presença de Pelé no gramado. Depois disso, porém, jamais repetiu a boa atuação nos três anos seguintes em que permaneceu no clube.

Fonte Revista Placar.

 

 De bicicleta e contra o Timão.

O empate em 1×1 com o Corinthians pelo Paulistão de 1989 podia ser apenas mais uma das tradicionais peças aprontadas pelo Juventus, se não fosse pelo ponta-esquerda Silva. Aos 20 anos, ele abriu a contagem com um gol de bicicleta que nenhum dos presentes ao Pacaembu na tarde de 14 de maio esqueceu. O lance chamou a atenção de dirigentes do São Paulo, e por pouco Silva não trocou a rua Javari por um clube grande. Foi, no entanto, a única boa partida do atacante. Silva disputou ainda a Taça São Paulo de Juniores de 1990 e atualmente é reserva no próprio Juventus.

 

Fonte: Revista Placar.

 

ROMEU

 

Baixinho, gordinho, grande poder de drible e lendária precisão nos passem, Romeu Pelicciari gostava mesmo era de marcar gols utilizando a potencia de seu chute. Foi o artilheiro paulista nos campeonatos de 1932 e 1934.

  FRIEDENREICH. 

 

A FIFA reconhece de modo oficial: ele é o maior goleador de todos os tempos, com 1.329 gols marcados em trinta anos de futebol. Foi nove vezes artilheiro paulista: 1912, 1914, 1917/18/19, 1921, 1927/28/29.

  HEITOR

Com 202 gols feitos entre 1917 e 1931, quando vestiu a camisa do Palestra Itália, Heitor Marcelino é o maior artilheiro da historia do Palmeiras, além de ter sido o goleador paulista em 1926 e 1928.

 

Fonte: Revista Placar.

 

 

 

ELITIZAÇÃO:

Em artigo publicado em O Estado de São Paulo no final de 2010, o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Marcos Alvito cita a Soccerex, feira internacional realizada no Rio com foco no futebol como negocio, na qual “especialistas” decretaram que a modalidade no Brasil terá a classe (A) como clientela-ativa, deixando as classes (B e C) para trás.

“Porque as Classes (D e E) há muito não sentam em uma arquibancada. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol”, observa o antropólogo, para quem está em curso de elitização perversa do esporte. O docente foi um dos criadores, em 2010, da Associação Nacional dos torcedores. Incipiente, mas com reivindicações como maior transparência no futebol, além de igualdade de acesso aos estádios. “Vai acabar com toda e qualquer possibilidade de a população pobre ou de classe média baixa freqüentá-los.

Claro que a gente aprova o conforto, o problema é transformar o estádio num grande shopping Center. E ainda tem o agravante da televisão. Quarta feira às 10 da noite é impossível para um trabalhador assistir o jogo. O historiador Felipe Dias Carrilho vê na questão da TV um aprofundamento da lógica empresarial, que não chega a ser novidade, mas se torna mais visível à medida que a Copa se aproxima. “É a capitalização máxima do esporte, nossos cartolas são os coronéis dentro do futebol”. “Por um lado, um emissora (Record) capta recursos de forma ‘espúria’, no mercado da fé. De outro lado, a concorrente (Globo) não demonstra interesse em seguir as regras da concorrência”. No mundo do consumo, os europeus estão muito à frente. Considerado pela revista Forbes o time mais rico do mundo, Manchester United, da Inglaterra, acumula patrimônio de US$ 1,8 bilhão. Seu canal pago é exibido em 192 milhões de residências. O segundo na lista, o Real Madrid, da Espanha US$ 1,3 bilhão, mostra equilíbrio nas fontes de receitas: 30% vêm de bilheteria de seu estádio, 34% do comercio de produtos e 36% de direitos da televisão – aqui, a dependência da TV supera os 50%.  Em meados de março de 2011, site do clube tinhas poucos ingressos disponíveis a não sócios para um jogo do campeonato local que seria realizado três semanas depois, contra o Sporting Gijon: € 225 (R$ 530).

 

Fonte: Revista do Brasil.

 

 


BEBETO

Apesar dos torcedores mais jovens lembrarem de Bebeto como jogador do Vasco, foi pelo Flamengo que ele se tornou, em 1988 e 1989, goleador do certame, com 17 e 18 gols respectivamente.

ZICO

 Ninguém fez mais gols do que o Galo com a camisa do Flamengo. E poucos conseguiram superá-lo no Campeonato Carioca. Em uma única edição (79, Especial), fez 36 gols. Só Pirillo, com 39, em 1941, marcou mais em uma única temporada.

Fonte: Revista Placar.

 

PREGUINHO.

A bola par ele era uma questão de amor, que levou a defender o Flu em pleno profissionalismo sem receber um tostão. O gol era pura vocação. Assim, Preguinho tornou-se goleador dos cariocas em 1923 (12 gols), 1928 (16 gols) e 1932 (21 gols).

LEÔNIDAS.

Consagrado na Copa do Mundo de 1938 e apelidado de Diamante Negro, Leônidas só conseguiu tornar-se artilheiro de campeonatos estaduais pelo Flamengo. Marcou dezesseis gols em 1938 e trinta, em 1940. Nos anos 30, foi o maior ídolo rubro-negro.

 

Fonte: Revista Placar.

 

HARRY WELFARE

Defendeu o Northern Nomads e o Liverpool, da Inglaterra, mas consagrou-se no Fluminense. Lá, foi líder dos goleadores cariocas cinco vezes (1914, 1915, 1917, 1919 e 1922). Com ele, o Flu foi tri de 1917/18 e 19.

CARVALHO LEITE.

Poucos jogadores tinham tanta intimidade com as redes quanto Carvalho Leite, herói do tetracampeonato botafoguense de 32/33/34 e 35.

Foi goleador de certame em 32 e 35, com 16 e 15 gols. Os alvinegros nunca o esquecerão.

ADEMIR.

“Dêem-me Ademir e lhes darei o campeonato”.

A frase do antigo técnico Gentil Cardoso resume a importância do craque. Em 1946, Ademir deu a taça ao Flu. E ainda foi o artilheiro do carioca pelo Vasco em 1949 e 1950.

Fonte: Revista Placar.

 

A partida valia pela segunda fase do Campeonato Paulista de 1988. São Paulo e Palmeiras empatavam em 1×1, quando o centroavante Marcelo, recém saído dos juniores, entrou em campo no lugar de Anilton. Ele não passava de uma promessa, descoberta pelo técnico Cilinho, mas em pouco tempo transmitiu a impressão de que poderia ser um craque. Recebeu um lançamento pelo alto do também centroavante Ney, percebeu a chegada da marcação e deu um leve toque, encobrindo o zagueiro Nenê. Para completar o chapéu, disparou uma bomba, de pé esquerdo, que ainda tocou na trave do então goleiro palmeirense Zetti, o lance de gênio valeu para Marcelo algumas partidas com a camisa titular. Rapidamente, porém, a torcida percebeu que seu futebol não continha a genialidade que aquele gol fazia imaginar. Por isso, o centroavante começou a perambular por clubes de menor expressão e chegou a figurar no banco de reservas do Bahia. Só os dirigentes da Grécia continuaram impressionados com a beleza do gol marcado contra o Palmeiras em 1988, e levaram-no para o Xanthi.

Fonte: Revista Placar.

 

A festa era comemorar a volta de Zico ao Flamengo, depois de dois anos na Udinese, da Itália. Naquela sexta-feira, 12 de junho de 1985, os rubro-negros jogavam com o Combinado Amigos do Zico, no Maracanã. Mas que brilhou foi o ponta-esquerda Jacozinho, do CSA de Alagoas, que se tornara celebridade pedindo uma vaga na fracassada Seleção de Evaristo de Macedo. Depois de entrar no lugar de Falcão, foi lançado pelo craque argentino Maradona, deu um drible da vaca no goleiro Cantarele e empurrou para o gol vazio. Um de placa que só não estragou a festa porque o Flamengo ganhou por 3×1.

Fonte: Revista Placar.

 

 

A doce noite em que cocada brilhou.

A decisão do Campeonato Carioca de 1988, entre Vasco e Flamengo, parecia encaminhar-se para um sonolento zero a zero, quando o lateral direito vascaíno Cocada entrou no lugar do ponta Vivinho. Aos 44 minutos do segundo tempo, ele disparou uma bomba da intermediaria, no ângulo do goleiro flamenguista Zé Carlos. Foi seu único gol em toda a campanha do bicampeonato estadual do Vasco e o fez pensar até em deixar de ser conhecido apenas como o irmão do atacante Muller, do São Paulo. Não passou de um sonho. Cocada ainda mudou seu nome para Lucas, quando jogava no Fluminense, tentado melhorar a sua sorte. Mas nem isso adiantou.

Fonte: Revista Placar.

 

 

O Bahia vence a Copa União, leva Bobô para a seleção e justifica o fanatismo de sua torcida. A temperatura em Salvador, na quarta-feira da semana passada, beirava os 35 graus, num dia de muito calor e céu azul. Ao contrario do que normalmente acontece nesta época do ano, não eram as praias que estavam superlotadas. Desde as 7 da manhã, milhares de baianos trocaram a praia e até o trabalho pelo aeroporto Dois de julho para recepcionar o time do Esporte Clube Bahia, que três dias antes de sagrar campeão brasileiro de futebol ao vencer e, em seguida, empatar com o Internacional, em Porto Alegre.

No começo da tarde, quando a equipe do Bahia desembarcou em Salvador, cerca de 25.000 pessoas lotavam o aeroporto, muitas delas passeando na pista de pouso, ao lado de dois trios elétricos que foram animar a festa. O corso vitorioso, que percorreu cerca de 30 quilômetros em mais de 5 horas foi acompanhado por multidões. Graças a uma medida do prefeito Fernando José, que inverteu o turno de trabalho do funcionalismo público – em Salvador, os funcionários trabalham à tarde, das 12 às 18 horas. Na quarta-feira Fernando José passou o turno para a parte da manhã e liberou a debandada geral, num clima de conquista de Copa do Mundo. “Mesmo que alguém faltasse ao trabalho pela manhã, não haveria problemas”, confirmou Fernando José. “O importante é a festa”.A alegria da torcida só foi abalada pela morte de Edileuza Ferreira da Silva, de 22 anos.

Ela foi atingida pela queda de um poste abalroado pelo trio elétrico de Dodô e Osmar – um dos mais tradicionais de Salvador. A conquista do Bahia incrementou ainda mais a paixão, pelo futebol, do torcedor baiano. Uma verdadeira avalanche de consumo tomou conta das lojas de material esportivo e de discos da capital baiana, à cata de camisas e de discos com hino do clube. A reação da torcida baiana, no entanto, não deve ser creditada apenas à motivação atípica da conquista de um título importante. A Bahia olha no olho dos grandes centros do sul do país quando o assunto é bola no pé.

Salvador hoje é país do futebol.

TIME DA TERRA

Para ser campeão brasileiro, o Bahia não precisou ir buscar nomes consagrados – ou nem tanto – em outros estados para formar o seu time, como muitas equipes do Nordeste fazem a cada nova competição que se inicia. Oito dos onze jogadores que venceram o Internacional nas finais do campeonato e também no primeiro jogo da Taça Libertadores da América foram formados nas divisões inferiores do próprio clube. Apenas três foram contratados especialmente para a Copa União, como o volante Paulo Rodrigues, que jogava no Botafogo de Ribeirão Preto, dono de um futebol vistoso e cadenciado, Rodrigues lembra em muito o toque do atacante Sócrates, que jogou na Seleção Brasileira e hoje defende o Santos. Ele é o termômetro do time. Mas na equipe há outros nomes que fazem do Bahia uma equipe homogênea. Ela tem um centroavante habilidoso, Charles, que, apesar de não marcar muitos gols (fez apenas quatro na Copa União), o que é um pecado para qualquer atacante que se preze, é importante no esquema tático de Evaristo de Macedo, abrindo espaços para seus companheiros. Mas o grande nome do Bahia é o meio campo Bobô.

O time campeão de 1988 não pesa nos cofres dos quais Paulo Maracajá, o presidente, cuida com vigor. Para manter seus 22 jogadores, o Bahia não gasta em sua folha de pagamentos mais que 6.000 cruzados novos – quase o mesmo que o salário mensal de um jogador famoso como Zico, do Flamengo, que recebe 5.000 cruzados novos.

Bobô é o maior salário do time, com 800 cruzados novos. Abaixo dele está o goleiro Ronaldo, que ganha 330 cruzados novos, e depois o resto do time, com salários que giram em pouco mais do que 100 cruzados novos.

Paulo Rodrigues tem vencimentos de apenas 50 cruzados novos mensais. Mas ninguém reclama. Só de premiações pela conquista do campeonato, o Bahia vai pagar a cada um de seus jogadores cerca de 4.000 cruzados novos.

“Talvez agora eu possa comprar um carro”, afirma o Ponta Zé Carlos, um dos ídolos do time, que tem um salário mensal de 100 cruzados novos.

Fonte: Revista Veja de 1989.

 

 

Guarani completa 100 anos atolado em dividas, único time do interior a ganhar o Campeonato Brasileiro, faz 100 anos abalado por denuncias e vexames. No dia em que completa 100 anos, o Guarani não tem o que comemorar. O time de Campinas, único do interior a conquistar um Brasileiro, em 1978, coleciona vexames o ultimo feito do clube responsável por revelar, entre outros talentos, o atacante Careca e o meia Neto, aconteceu em 1994, quando chegou às semifinais do Nacional. Depois disso, foram 17 anos convivendo com rebaixamentos – um total de sete – e com denuncias de corrupção e de má gestão. Em fevereiro deste ano, a Justiça condenou o ex-presidente José Luiz Lourencetti, à frente do Guarani de 1999 a 2006, a indenizá-lo em R$ 3 milhões por danos morais. Se nos bastidores o clima é tenso, o time montado para o centenário em nada ajuda a confortar os torcedores. O estádio do Guarani, é motivo para o clima de disputa política. A diretoria vê a venda do Brinco de Ouro como solução para reerguer o clube. O presidente do Guarani, Leonel Almeida Martins de Oliveira, viajou a Portugal em 2010 com passagens pagas por um advogado intermediava a negociação com um grupo europeu interessada na compra da arena. A justificativa é a de que o dirigente foi até a cidade do Porto para conhecer as instalações do Estádio do Dragão, construído com a participação do grupo que pretendia adquirir o Brinco de Ouro.

Curiosamente, é Lourencetti, opositor da atual gestão, quem avaliza as passagens que levaram Leonel e sua mulher a Portugal, de acordo com os documentos a que a Folha teve acesso.

Segundo o antigo mandatário, uma infeliz coincidência, já que a agencia em que foram comprados os bilhetes pertence a um parente dele. Leonel Oliveira passou 22 dias em Portugal, entre junho e julho do ano passado. Procurado pela reportagem, o presidente bugrino se recusou a responder às perguntas. Mas, em carta endereçada aos torcedores do time, admitiu que, na viagem, uniu “trabalho em prol do Guarani e merecido lazer”.

As passagens no valo de R$ 13.467,51, foram pagas pelo advogado Ledo Garrido Lopes Júnior, que não crê em conflito de interesses ao bancar a viagem do cartola. “Não posso onerá-lo (Leonel) para ver algo que quero que ele conheça”, afirmo Lopes Júnior. Segundo ele, a empresa que representa não negocia mais com o clube.

VENDA DA ARENA É VISTA COMO ÚNICA SALVAÇÃO.

A venda do estádio Brinco de Ouro está próxima de ser efetuada, segundo dirigentes do Guarani. “É a única forma de salvar o clube”, afirma o vice Jurandir Assis. “Estamos sempre com problemas. Tudo está penhorado, nosso patrimônio, nossas receitas”, diz. O negocio é uma permuta e, em troca do Brinco de Ouro – que ocupa uma área de 90 m2 na porção mais valorizada de Campinas – o Guarani quer um novo estádio, um centro de treinamento e um clube social, além da quitação de todas as dividas, hoje em R$ 120 milhões.

GUARANIS, OS ÍNDIOS, NUNCA TIVERAM CONTATO COM O CLUBE.

Os índios guaranis que vivem em São Paulo jogarão seu futebol alheiros à data que este celebra o centenário da equipe campineira de mesmo nome. Segundo a FUNAI, há cerca de 1.500 índios dessa etnia no Estado. Eles, como os brancos, adoram futebol. E, mesmo próximos fisicamente, estão distantes do clube. A influencia guarani no nome do time é indireta. Em 1911, jovens campineiros fundaram o clube e, para homenagear o maestro Carlos Gomes, que nasceu lá, batizaram o time com o nome da principal composição do músico, a ópera “O Guarany”, baseada em romance de José de Alencar. Em São Paulo, há quatro aldeias guaranis no extremo sul da cidade. Nos campos improvisados de futebol, os índios jogam entre si. Duelos contra a comunidade externa são mais raros.

“Não temos muita habilidade”, admite Olívio Jekupe, presidente da associação que representa a aldeia. “Mas, se o jogo tivesse quatro horas, sempre ganharíamos. Temos mais fôlego.” No futebol profissional, uma iniciativa sem precedentes fundou o clube Gavião Kyikatejê, formado exclusivamente por jogadores e comissão técnica indígenas. Ele chegou a disputar a segunda divisão do Paranaense. “Em todas as aldeias por onde passei do Rio Grande do Sul ao Pará, sempre havia uma bola”, diz o doutorado e em antropologia Almires Machado, que é guarani. Entre os guaranis paulistanos, o futebol se transformou no principal meio de lazer. Na aldeia, sempre é relembrado o feito mais importante da equipe: vencer o time de juvenis do São Paulo – o clube do Morumbi faz ações sociais com os índios. Olívio Jekepe conta que, em 2007, os tricolores jogaram um amistoso contra a seleção local e perderam por 4 a 1. Quando se apresenta, a equipe guarani usa uniforme do São Paulo, presente dos amigos brancos. Já o Guarani de Campinas não tem noticia de qualquer apresentação com os guaranis. Sobre convidá-los para os festejos do centenário, o clube considerou ser apenas

“uma ótima idéia.”

Fonte: Folha de São Paulo de 2011.

 

Na única vez em que disputou a Libertadores, como campeão da extinta Copa do Campeões de 2002, o Paysandu fez uma campanha marcante. Não só terminou a primeira fase como primeiro de seu grupo como chegou a derrotar o futuro campeão Boca Juniors dentro da Bombonera, por 1 a 0, no primeiro jogo das oitavas-de-final. Na partida de volta, em Belém, o Papão não resistiu, e caiu por 4 a 2. Iarley, autor do Gol da vitória em Buenos Aires, foi contratado pelo time argentino.

 Segue a campanha do Paysandu na Libertadores de 2003:

Sporting Cristal (PER) 0×2 Paysandu.

Estádio: San Martin de Porras.

Gols: Róbson e Sandro.

Paysandu 0×0 Cerro Porteño (PAR).

Estádio: Mangueirão.

Paysandu 3×1 Universidad Católica (CHI).

Estádio: Mangueirão.

Gols: Róbson (2) e Vélber.

Paysandu 2×1 Sporting Cristal (PER).

Estadio: Mangueirão.

Gols: Róbson e Jorginho.

Cerro Porteño (PAR) 2×6 Paysandu.

Estádio: General Pablo Rojas.

Gols: Vélber (2), Róbson (2) e Iarley (2).

Universidad Católica (CHI) 1×1 Paysandu.

Estádio: San Carlos de Apoquindo.

Gol: Sandro.

OITAVAS-DE-FINAL.

Boca Juniors 0×1 Paysandu.

Estádio: La Bombonera.

Gol: Iarley.

Paysandu 2×4 Boca Juniors.

Estádio: Mangueirão.

Números da campanha:

Oitavas-de-final.

8 – jogos:

5 – vitórias:

2 – empates:

1 – derrota:

17 – gols pró:

9 – gols contra:

Maiores artilheiros da equipe:

6: gols: Róbson (Robgol).

3: gols: Iarley e Vélber.

 

Fonte: Revista Placar.

 

 

Craque brasileiro é astro em outro Mundial marcado pela influencia política. Foi na Copa de 1938, na França, que o Brasil apresentou pela primeira vez uma seleção de verdade. A crise desde a implantação do profissionalismo dividiria o nosso futebol fora, enfim, superada um ano antes, graças a um movimento liderado por Pedro Novaes e Pedro Magalhães Correia, presidentes, respectivamente, de Vasco e América. Segundo a proposta dos dois dirigentes, a Federação Brasileira de Futebol, entidade que congregava os clubes adeptos ao regime remunerado, passaria a dirigir o futebol em todo o território nacional, e se filiaria à Confederação Brasileira de Desportos, amadorista, encarregando-se, esta, da representação do país junto a FIFA. Graças ao acordo, o técnico Ademar Pimenta teve liberdade para convocar todos os jogadores que quis. Pimenta dirigia a seleção brasileira no Sul-Americano de 1937, em Buenos Aires, no qual foi vice-campeão. A Itália apresentou outro grande jogador, o atacante Silvio Piola, mas quem brilhou de fato naquela Copa foi o brasileiro Leônidas da Silva. Aos 25 anos, o craque do Flamengo carregava muita fama no Brasil, mas era um tanto desconhecido na Europa, embora tivesse jogado em 1934, na Itália. Chamado por aqui de Diamante Negro, Leônidas marcou oito gols – foi o artilheiro da Copa – e acabou sendo fundamental na boa campanha da Seleção. Jules Rimet realizou, naquela Copa do Mundo de 1938, o sonho de ver o evento disputado em seu país. Em sua concepção, o esporte deveria ser um laço de união entre os povos. E o Mundial, a grande chance para que os países pudessem celebrar uma autentica confraternização. Mas a Europa já vivia um clima político carregado. A Espanha enfrentava uma guerra civil. Adolf Hitler havia anexado a Áustria ao território alemão. Alemanha, Itália e Japão já tinham assinado um acordo diplomático Pacto do Eixo – na pratica uma tríplice aliança visando a guerra próxima, já sinalizada pela mobilização das tropas nazistas. Seria exagero afirmar que o bi da Squadra Azzurra foi ganho apenas pela a influência direta dos países do Eixo. Também teve seus méritos. Mas embora a Copa de 1938 tenha sido superior às anteriores, o evento também acabou marcado pela intervenção política.

PENALIDADE DISCUTIDA AFASTA O BRASIL.

O Brasil foi o único país sul-americano a participar da Copa de 1938, que teve forma de disputa parecida com a anterior. Na primeira fase aconteceram sete jogos, todos eliminatórios. E restaram, após as quartas de final, três seleções que vinham apresentando belo futebol:

Itália, Hungria e Brasil.

Nas semifinais, os húngaros golearam a Suécia por 5 a 1, e na decisão antecipada, a Itália venceu o Brasil por 2 a 1, graças a um pênalti muito discutido, de Domingos da Guia em Silvio Piola, Cobrado por Giuseppe Meazza.

Na final, a Itália venceu a Hungria por 4 a 2. Pela segunda vez consecutiva, a taça parava nas mãos de Vittorio Pozzo e, é claro, de Benito Mussolini. Quem, aliás, poderia derrubar o ascendente poder do Eixo? Esta foi a pergunta que se fez durante o Mundial, realizado pouco mais de um ano antes de Hitler ordenar suas tropas que invadissem a Polônia, iniciando, a guerra que deixou cicatrizes em todo o planeta.

CURTINHAS.

Ouvido ligado:

A Copa de 1938 foi a primeira transmitida para o Brasil. Pelas ondas do rádio, é claro na voz do narrador paulista Gagliano Neto. O sucesso acabou sendo extraordinário.

POSIÇÃO HONROSA.

O Brasil venceu a Polônia (6×5), superou a Tchecoslováquia (1×1 e 2×1), perdeu da Itália (1×2) e derrotou a Suécia (4×2) na disputa do terceiro lugar.

NINHO DE COBRAS.

Há um consenso de que o Brasil de 38 foi um dos melhores da História. Entre os craques Domingos da Guia, Romeu, Niginho, Tim, Hercules e Patesko.

APELIDO DE HERÓI.

Mas o grande nome foi efetivamente Leônidas da Silva, que ganho respeito e a admiração do mundo do futebol, que passou a chamá-lo de Homem de Borracha.

Fonte: Jornal Lance.

 

DADOS PESSOAIS:

Nome: Marcos Roberto Silveira Reis.

Data de nascimento: 04/08/1973.

AS FRASES DE SÃO MARCOS:

“Aquele time é que foi o perdedor no ano passado, não o Palmeiras”.

Em 2003, quando questionado sobre a queda em 2002.

“Contra o Corinthians, podem chutar o meu braço. Mas a bola, não vão chutar, não!”.

(livro “Os dez mais do Palmeiras”, de Mauro Beting).

“Tinham sete goleiros no elenco (quando chegou em 1992). Nunca achei que ia passar.

Sobre sua chegada ao Palmeiras em 1992.

RECORDES:

Melhor jogador da Taça Libertadores de 1999.

Único goleiro a ser eleito melhor jogador de uma edição da Libertadores 1999.

Eleito o quarto melhor goleiro do mundo em 2002.

Sétimo jogador que mais vestiu a camisa do Palmeiras.

Jogador de toda a história do Palmeiras que mais participou da Taça Libertadores da América – seis edições – e o que mais jogou 57 partidas.

NÚMEROS:

Pelo Palmeiras: 530 jogos: 671 gols sofridos.

Pela Seleção: 29 jogos: 24 gols sofridos.

TÍTULOS:

No Palmeiras:

Campeonato Brasileiro: (1993 e 1994).

Torneio Rio-São Paulo: (1993 e 2000).

Campeonato Paulista: (1993, 1994, 1996 e 2008).

Torneio Lev Yashin (Rússia): (1994).

Copa Euro – América: (1996).

Taça Maria Quitéria: (1997).

Taça Governador de Goiás: (1997).

Copa Naranja (Espanha) (1997).

Copa Mercosul: (1998).

Copa do Brasil: (1998).

Taça Libertadores da América: (1999).

Copa dos Campeões: (2000).

Campeonato Brasileiro Série B: (2003).

Na Seleção:

Copa América: (1999).

Copa do Mundo (2002).

Copa das Confederações: (2005).

 

CRONOLOGIA:

02/05/1992 – esteia na equipe sub-20 do Palmeiras, dirigida pelo técnico Raul Pratali. Empate em 2 a 2 contra o Santos, no Palestra Itália.

16/05/1992 – estréia na equipe profissional. Vitoria por 4 a 0, no amistoso diante da Esportiva de Guaratinguetá, no estádio Dario Rodrigues Leite.

22/07/1992 – campeão paulista sub-20. Vitoria diante do Botafogo (SP) 3 a 2.

19/05/1996 – defende o primeiro pênalti como goleiro da equipe profissional, em partida valida pelo Paulistão diante do Botafogo de Ribeirão, no Palestra Itália.

10/10/1996 – reserva de Velloso, é convocado pela 1º vez pelo técnico Zagallo para a Seleção.

05/05/1999 – nasce o mito São Marcos. Diante do Corinthians, na 1º partida valida pelas quartas de final da Libertadores, faz uma atuação espetacular, opera verdadeiros milagres, garante a vitória por 2 a 0 e é batizado pela mídia e torcida com o apelido de São Marcos.

12/05/1999 – no jogo de volta da Libertadores, após derrota para o Corinthians por 2 a 0 no tempo normal, defende a cobrança de pênalti de Vampata e vê Dinei acertar a trave, classificando o Palmeiras para a próxima fase da competição.

16/0901999 – na decisão da Libertadores contra o Deportivo Cali (COL), diante da torcida palmeirense no Palestra Itália, novamente em decisão por pênaltis, brilha a estrela do goleiro, sagrando-se campeão continental, após chute para fora do atacante Zapata. Nesse dia também é eleito o melhor jogador da competição.

13/11/1999 – estréia com a camisa da Seleção Brasileira, no amistoso diante da Espanha, em Vigo. Fecha o gol e garante o empate em 0 a 0.

30/11/1999 – falha ao cortar o cruzamento do atacante inglês Giggs do Manchester United na decisão do Mundial Interclubes, em Tóquio.

11/05/2000 – garante a classificação do Verdão para as quartas de final, ao vencer na disputa de pênaltis os uruguaios do Peñarol.

06/06/2000 – Palmeiras e Corinthians, mais uma vez decidem vaga às finais da Libertadores nas cobranças de pênaltis. Brilha a estrela do goleiro, que defende a última cobrança do ídolo alvinegro Marcelinho Carioca e garante o Palmeiras pela segunda vez consecutiva na final.

21/06/2000 – vê o bi da Libertadores ir para o espaço, ao perder nos pênaltis para o Boca Juniors, em pleno estádio do Morumbi.

30/05/2001 – decisão por pênaltis diante do Cruzeiro no Mineirão, após empate em 2 a 2 no tempo normal, pelas quartas da Libertadores. Alex, Felipe e Galeano perdem as suas cobranças, mas São Marcos garante o Verdão na próxima fase.

13/07/2001 – Palmeiras e Boca Juniors decidem a vaga às finais da Libertadores, no Palestra Itália. Desta vez, a sorte sorriu para os argentinos, que eliminaram o Palmeiras por 3 a 2.

20/02/2002 – zebra histórica. O Palmeiras perde a primeira partida por 1 a 0 para o ASA (AL) fora de casa. No jogo de volta no Palestra Itália , apesar da vitória por 2 a 1, é eliminado na 1º fase da Copa do Brasil.

30/06/2002 – sagra-se campeão da Copa do Mundo como titular da Seleção Brasileira.

17/11/2002 – faz parte da bisonha campanha palmeirense que levou a equipe a ser rebaixada para a Série B do Campeonato Brasileiro.

23/04/2003 – péssima atuação (falhas grotescas em três gols) na derrota do Palmeiras por 7 a 2 para o Vitória, em pleno Palestra, em partida valida pela Copa do Brasil.

16/07/2006 – sofre nova contusão, agora na clavícula, na partida diante do Corinthians, após choque com o atacante Rafael Moura.

11/03/2007 – outra contusão, no braço direito contra o Juventus afasta o goleiro por 11 meses.

04/05/2008 – fecha o gol e sagra-se campeão paulista contra a Ponte Preta.

12/05/2009 – defende três pênaltis diante do Sport, em plena Ilha do Retiro, e classifica o Palmeiras às quartas de final da Taça Libertadores.

19/08/2010 – na partida em que o Verdão venceu o Vitória por 3 a 0 pela Copa Sul-americana, Marcos atingiu seu jogo de número 500 com a camisa do Palmeiras.

17/09/2011 – no empate por 1 a1, com o Avaí, pelo Campeonato Brasileiro, Marcos realiza sua última partida oficial com a camisa do Palmeiras.

29/09/2011 – o goleiro inaugura a clínica “São Marcos” que oferece fisioterapia e recuperação esportiva para atletas com dificuldades financeiras.

04/01/2012 – a diretoria do Palmeiras anuncia que Marcos se aposenta da carreira de jogador profissional.

 

Fonte: Jornal Agora.

 

 

 

 

 

 

Parreira leva o Corinthians a dois títulos e quase conquista a tríplice coroa em 2002.  Ao longo da história, apesar de grandes conquistas, o Corinthians sempre conviveu com crises e turbulências. Quase sempre, a “bucha” estourava no treinador. Em 2002, o carioca Carlos Alberto Parreira chegou ao clube paulista para acabar com esse estigma. Mesmo sob o olhar desconfiado de muita gente, Parreira se encaixou muito bem no Corinthians. Implantou um sistema de jogo que valorizava extremamente a posse de bola e ia ao ataque com muita prudência. Ao longo do trabalho, encontrou a formação ideal jogando com três atacantes: Leandro, Deivid e Gil. Este ultimo também fazia parte de outro trio importante do time do Corinthians. Ao lado do lateral Kleber e do meia Ricardinho, formou o que Parreira classificou como o “melhor lado esquerdo do mundo”. Com essa característica, o Corinthians conquistou o Torneio Rio-São Paulo e a Copa do Brasil. O regional tinha outro formato, “turbinado” com 16 times, nove de São Paulo e sete do Rio. Na semifinal, a classificação veio diante do São Caetano. Já na decisão, um velho rival. No primeiro jogo, vitória sobre o São Paulo e um inesquecível drible da vaca de Gil no zagueiro Émerson. Na segunda partida, um empate e o título. Apenas três dias depois, Parreira e o Corinthians comemoram mais uma conquista. Após ter passado novamente, pelo São Paulo na semifinal, o Timão bateu o Brasiliense, no Morumbi, e empatou no Distrito Federal. Era o segundo título de Parreira no clube paulista. Mesmo perdendo peças fundamentais como Dida e Ricardinho, o Corinthians ainda conseguiu chegar à final do Campeonato Brasileiro. Na decisão, não conseguiu vencer o Santos de Diego e Robinho e o sonho da tríplice coroa não se realizou.

Fonte: Jornal Lance.

 

Moacir Barbosa Nascimento (Barbosa):

Principais clubes: Ypiranga (SP), Vasco, Santa Cruz e Campo Grande (RJ).

Período de carreira: de 1940 a 1962.

Idade que encerrou: 41 anos.

Emerson Leão:

Principais clubes: Comercial (SP), São José (SP), Palmeiras, Vasco, Grêmio, Corinthians e Sport.

Período de Carreira: de 1967 a 1987.

Idade que encerrou: 38 anos.

Gilmar dos Santos Neves:

Principais clubes: Jabaquara, Corinthians e Santos.

Período de carreira: de 1950 a 1969.

Idade que encerrou: 39 anos.

Haílton Corrêa de Arruda (Manga).

Principais clubes: Sport, Botafogo, Nacional (URU), Internacional, Coritiba e Grêmio.

Período de carreira: de 1955 a 1982.

Idade que encerrou: 45 anos.

Oberdan Cattani.

Principais clubes: Palmeiras e Juventus.

Período de carreira: de 1940 a 1955.

Idade que encerrou: 36 anos.

Claudio André Mergen Taffarel.

Principais clubes: Inter (RS), Parma (ITA), Reggina (ITA), Atlético (MG), Galatasaray (TUR), e Parma (ITA).

Período de carreira: de 1985 a 2003.

Idade que encerrou: 37 anos.

Félix Miéli Venerando.

Principais clubes: Juventus, Portuguesa e Fluminense.

Período de carreira: de 1953 a 1976.

Idade que encerrou: 39 anos.

Marcos Roberto Silveira Reis (São Marcos).

Principais clubes: Palmeiras.

Período de carreira: de 1992 a 2012.

Idade que encerrou: 39 anos.

Ronaldo Soares Giovanelli:

Principais clubes: Corinthians, Fluminense, Cruzeiro, Ponte Preta, Portuguesa e Portuguesa Santista.

Período de carreira: de 1988 a 2005.

Idade que encerrou: 38 anos.

Armelino Donizetti Quagliato (Zetti):

Principais clubes: Toledo (PR), Palmeiras, Londrina, Guarani, São Paulo, Santos, Fluminense, União Barbarense e Sport.

Período de carreira: de 1983 a 2001.

Idade que encerrou: 36 anos.

 

Fonte: Jornal Agora.

 

 

João Havelange, dirigente da FIFA, diz que “Globo” só faz matéria contra Ricardo Teixeira porque a CBF mudou horários de jogos.

O presidente de honra da FIFA, João Havelange, fez duras criticas à “Globo” em entrevista à revista “Poder”. Acusando a emissora de manipular o noticiário, ele reclamou de denuncias recentes feitas contra seu ex-genro, Ricardo Teixeira, que é presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e um de seus aliados mais próximos. Havelange afirmou que a “Globo” só divulgou informações que prejudicam Teixeira porque o dirigente alterou horários do futebol.

“Por que isso? Porque mudou horário de jogo. O Ricardo só não serve na hora que não faz as vontades. Enquanto interessou à Globo, era um gênio. No dia em que ele quis tomar uma medida que poderia ferir a emissora, ela se voltou contra ele”, afirmou Havelange. A gestão de Ricardo Teixeira à frente da CBF tem sido marcada por relações turbulentas com a imprensa e falta de transparência. Até este desentendimento, porém, nem ele e nem seu ex-sogro, Havelange, haviam jamais reclamado da “Globo”.

Até a ruptura, a relação dos dirigentes com a emissora era a melhor possível. Segundo reportagem recente publicada pela revista “Piauí”, a ser questionado por um parceiro comercial sobre possíveis problemas em uma entrevista que seria feita pela emissora, Teixeira o teria tranqüilizado, dizendo estar “tudo sobre controle”.

A jornalista Daniela Pinheiro, que escreveu a reportagem para a “Piauí”, acompanhou a entrevista e registrou que, “apesar de todas as denuncias sobre corrupção e suborno, nenhuma pergunta foi feita sobre o assunto pela “Globo”.

Assim como Teixeira, Havelange enfrenta denuncias graves. Em junho, o Comitê Olímpico Internacional anunciou que abriria investigação contra o dirigente devido às denuncias feitas pela imprensa britânica.

 

Fonte: Folha Universal.

 

Estudo do Senado mostra grande aumento no custo da Copa de 2014. E deve crescer mais e mais. Uma goleada de gastos. Estudo divulgado pela Consultoria Legislativa do Senado apontou que os custos previstos com obras de infraestrutura para a Copa de 2014, que será disputada no Brasil, subiram 28,7% entre janeiro e setembro deste ano. Agora, estima-se que serão precisos R$ 30,7 bilhões para deixar estádios, portos e aeroportos, além de outras obras de mobilidade urbana, prontos para o torneio de futebol. O estudo leva em consideração a inclusão de novas obras no pacote da Copa.

Mas, mesmo comparando apenas as obras que já haviam sido elencadas em janeiro, o aumento chega a 11%. A maior parte das  obras receberá financiamento de bancos públicos ou investimentos diretos de cofres do governos estaduais e municipais.

A infraestrutura de mobilidade urbana nas cidades-sede teve maior reajuste. No 1° balanço das Obras da Copa do Mundo FIFA 2014, o Ministério do Esporte informou que seriam investidos R$ 11,9 bilhões. Em setembro, a previsão subiu 37,5% e atingiu R$ 16,4 bilhões. Entre as cidades que receberão os jogos, Belo Horizonte foi a com maior reajuste dos valores estimados, quase 131%.

Segundo Alexandre Guimarães, consultor responsável pelo levantamento, é preciso fazer uma avaliação minuciosa em cada obra para descobrir o motivo da variação dos custos. Em alguns casos, como o de Belo Horizonte, a explicação pode estar na inclusão de novas obras no orçamento. “Os preços podem ter sidos alterados por três razões.

O primeiro, por conta da inflação. Depois, por acréscimo de outras obras ou por erro de projeto inicial. Tudo isso será averiguado. Esse estudo apenas compara dois balanços do Ministério do Esporte”, explica.

 

Fonte: Folha Universal.

 

Com a aparente “volta por cima” da Globo nas negociações sobre a transmissão dos campeonatos brasileiros de 2012 a 2014, as esperanças de transmissão de jogos na TV aberta em horários civilizados, para espectadores e atletas, se esvaem.  Os clubes atolados em dividas menosprezam a negociação coletiva. Também passam ao largo preocupação com o que o torcedor mortal terá de pagar por ingressos em estádios ou pacotes televisivos para ver seu time ou secar os demais. O esporte mais popular do país é cada dia mais impagável para a maioria da galera. O professor Flávio de Campos, do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), compara a situação a uma briga oligárquica.
“Essa cartolagem é muito parecida com determinadas raposas da política brasileira, e às vezes se confundem mesmo”, diz. A realização da Copa de 2014 no Brasil reforça a mudança de foco do futebol e potencializa a cobiça. Construídos ou reformados, às vezes com necessidades duvidosas, os estádios serão em tese mais bem aparelhados, terão capacidade menor e ingressos mais caros, o que evidencia essa busca pelo público de menor poder aquisitivo.
“A questão da transmissão é um complemento da exclusão que vem sendo feita há anos nos estádios. Em nome da segurança, um padrão da modernidade se impõe e remove os setores populares. Como se a violência fosse um atributo desses setores, o que é uma falácia”, acrescenta  Flávio Campos.
No Maracanã, a geral, conhecida pelo grande número de populares fantasiados que ali acompanhavam os jogos, foi destruída em 2005 e deu lugar as cadeiras – setor nobre.
Foi o fim dos geraldinos, como eram conhecidos os freqüentadores. E os arquibaldos, a turma da arquibancada, também não têm vida fácil. Ambos os tipos foram cunhados pelo escritor Nélson Rodrigues, freqüentador do velho Maracanã.

Fonte: Revista do Brasil.

 

A arena a ser construída nos arredores de Recife tem todos os motivos para existir, segundo políticos e dirigentes locais, menos um: o futebol.
Recife tem três equipes tradicionais, cada uma com estádio próprio: Santa Cruz o Arruda, Sport a Ilha do Retiro e o Náutico o Aflitos. Ainda assim, o governo local optou por construir uma nova arena, aproximadamente 11 km do centro da cidade, para a Copa do Mundo de 2014.
O projeto ainda não tem nome, a ser definido pelo consorcio liderado pela construtora Odebrecht, o Internacional Stadia Group (ISG) e a AEG Facilities.
A revista ESPN procurou o arquiteto Daniel Fernandes para falar dos pormenores da obra e recebeu a informação de que a construtora proibiu os envolvidos de se manifestarem até que tenha obtido todas as liberações para a construção. O local escolhido é pouco habitado, mas, ainda assim, foi preciso desapropriar casas para demarcar o terreno.
O gerente geral do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas de Pernambuco, Silvio Bompastor, dá a real medida do significado da obra: ela tem pouco a ver com o futebol. A construção da “Arena Recife”, como vem sendo chamada provisoriamente, é uma forma de “transformar um planejamento com horizonte de 20 anos em investimentos concentrados em três anos”, explica Bompastor. Há um senso comum no Recife de que a construção da arena a oeste da capital, em São Lourenço da Mata, é uma forma de urbanizar o único lado para o qual a região metropolitana ainda pode crescer. Por isso, as perguntas até são sobre o estádio, mas as respostas são todas sobre a infra-estrutura urbana, principalmente obras viárias, de ampliação de rodovia à extensão da linha do metrô.  O investimento estimado é de R$ 530 milhões, obtidos por meio do sistema de PPP, como empréstimo do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). O Governo de Pernambuco ainda estima gastar R$ 8 bilhões em infra-estrutura. A resistência em admitir que o estádio possa virar um “elefante branco” ao fim da Copa traz à tona uma justificativa pouco elaborada: os estádios existentes não atendem aas demandas da FIFA. Ponto final. O Arruda, que teria capacidade suficiente (60 mil assentos, acima dos 40 mil exigidos), foi imediatamente descartado por “dificuldade de acesso”. A Ilha do Retiro deve ser transformada em uma arena no futuro, mas o Sport ainda analisa os projetos que solicitou, sem se preocupar com os prazos da Copa.
O estádio dos Aflitos precisa ter a capacidade duplicada. Dos três clubes, só o Náutico diz claramente ter interesse em jogar ali. A questão é que a conta não fecha.
“Entendemos que obteríamos menos dinheiro com ingresso. Uma coisa é ir até o centro para ver jogo, é mais fácil. Outra é ir a um lugar distante, outro nível de torcedor”, diz o vice-presidente jurídico do clube, Ivan Rocha. Para a conta fechar, seria preciso ter acesso a outras fontes de receita como bares, restaurantes e publicidade. Para tanto, será necessário negociar com o consorcio: “Estamos esperando propostas”, diz Rocha, mesmo discurso do presidente do Santa Cruz, Fernando Bezerra. Embora considere a possibilidade de negociação, Bezerra diz que é impensável abrir Mao do Arruda. Sobre a real necessidade de uma nova arena, mantém a linha adotada por dirigentes e políticos: “É pagina virada, já está aí e é importante para que nós possamos receber a Copa”. No caso de nenhum clube adotar a arena, o relatório de viabilidade da obra mostra que seria preciso ter ao menos cinco shows e um jogo da Seleção a cada dois anos para que a arena se pagasse durante a concessão de 30 anos. Em abril de 2010, aconteceu o último grande show no Recife, do Megadeth, banda de Heavy Metal que teve seu auge no começo da década de 90 e levou 3 mil pessoas ao Clube Português.

 

Lula, Gena, Mauro, Fraga e Clóvis; Salomão e Ivan; Miruca, Ladeira, Nino e Lala. Esta era a base do Náutico que disputou a final da Taça Brasil de 1967 com o Palmeiras e, no ano seguinte, jogou a sua primeira (e até hoje única) Libertadores. Só não conseguiu passar da primeira fase porque perdeu os pontos da partida em que venceu por 3 a 2 o Deportivo Português, da Venezuela. O motivo: o time fez uma substituição a mais.

Segue a campanha:

Náutico 1×3 Palmeiras.
Estádio: Aflitos.
Gol: Ladeira.

Deportivo Português (VEN) 1×1 Náutico.
Estádio: Olímpico Caracas.
Gol: Ivan.

Deportivo Galicia (VEN) 2×1 Náutico.
Estádio: Olímpico Caracas.
Gol: Lala.

Náutico 1×0 Deportivo Galicia (VEN).
Estádio: Aflitos.
Gol: Nino.

Náutico 3×2 Deportivo Português (VEN).
Estádio: Aflitos.
Gols: Lala, Ladeira e Nino.

Palmeiras 0×0 Náutico.
Estádio: Pacaembu.

Números da campanha.

1º fase:
6 – jogos:
1 – vitória:
2 – empates:
3 – derrotas:
7 – gols pró:
8 – gols contra:

Artilheiros da equipe:
2: gols: Ladeira, Lala e Nino.

 

Maior campeão, Marcelinho Carioca viveu glórias, trauma e foi contagiado por sentimento de louco. Todo corintiano se orgulha de fazer parte do bando de loucos, como é cantado a cada jogo na arquibancada. É justamente essa loucura que pegou Marcelinho Carioca logo em sua chegada ao clube em que se tornou o maior vencedor de sua História.
- Lembro como se fosse hoje quando entrei no Parque São Jorge e já levei um baita susto. Primeiro tocou, do nada, uma sirene muito alta. Ai começou a chegar gente por todos os lados já colocando os dedos na minha cara e avisando: “Aqui é Curintcha!” Eu achei muito louco e avisei ao (então presidente, Alberto Dualib) que iria fazer História no clube.
E como fez! Em seu primeiro jogo oficial, em janeiro de 1994, fez gol na vitória sobre a Portuguesa, no Pacaembu, e apresentou à Fiel sua mais letal arma: o pé direito em cobrança de falta. Começava a era Marcelinho no clube.
Em 1994, o Timão faturou o Troféu Bandeirantes, que rendeu a vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Marcelinho balançou as redes 205 vezes pelo Corinthians e ajudou na conquista de dez títulos, tornando-se o jogador com mais conquistas na História do clube, inclusive no Mundial  – a coroação do Mundial foi sem dúvida minha maior emoção no clube, uma segunda invasão da Fiel ao Maracanã. Foi lindo! Quando subi no gramado lembrei do que li sobre 1976 (a invasão na semifinal do Brasileiro) – lembra o craque, que apontou como piores lembranças as derrotas para o rival Palmeiras na Libertadores, em 1999 e em 2000, ano em que ele perdeu o pênalti decisivo.as experiências fez Marcelinho definir no Corinthians exatamente como seu torcedor. – É a instituição mais diferente e louca que tem. É apaixonante, vibrante, e essas loucuras nos faz tirar forças do nada. Tenho desejo de ir à arquibancada sentir isso.

MELHORES E PIORES MOMENTOS COM O MATO CORINTIANO.
(Gols decisivos)
Além de ganhar, Marcelinho foi decisivo em alguns de seus dez títulos. Na primeira final da Copa Bandeirantes, em 1994, marcou no 6 a 3 sobre o santos. A conquista rendeu vaga na Copa do Brasil de 1995, troféu conquistado com gols do Pé de Anjo nas finais contra o Grêmio. No mesmo ano, balançou as redes nas finais do Paulista, contra o Palmeiras. Em 1998, marcou nas decisões do Brasileiro e, em 2001, na decisão do Paulista.

VILÃO CONTRA O MAIOR RIVAL.
A maior desilusão de Marcelinho no clube é provavelmente o momento de maior tristeza nos 100 anos de História do clube: a derrota para o Palmeiras na semifinal da Libertadores de 2000. Marcelinho foi o vilão por perder o pênalti decisivo, que deu a vaga ao rival na decisão. No ano anterior, o Corinthians, com Marcelinho, também foi eliminado pelo rival, nas quartas de final da competição.

É MUITO CAMPEÃO.
10 títulos ganhou Marcelinho pelo Corinthians.
Mundial da FIFA (2000), Brasileiro (1998 e 1999), Copa do Brasil (1995), Paulista (1995, 1997, 1999 e 2001), Ramón de Carranza (1996) e Copa Bandeirantes (1994).

Fonte: Jornal Lance.

 

Depois que passa dos 30 anos, jogador de futebol não comemora mais seu aniversario com tanta alegria. Ele sente que a carreira está chegando ao fim…

No Brasil, de fato, são poucos os craques que passaram dos 32, 33 anos. É que a profissão é desgastante, com jogos freqüentes, muitas viagens e um campeonato atrás do outro.

Mesmo assim, há muitas exceções – aqui e no estrangeiro. É famoso o caso do ponta-direita Stanley Matthews. Ele defendeu a Seleção Inglesa até os 42 anos e só parou de jogar quando completou 50 anos!

Entre nós, há dois notáveis recordistas: o lateral direito Djalma Santos e o goleiro Manga. Djalma Santos, que disputou quatro Copas do Mundo de (1954 a 1966) e ganhou duas (1958 e 1962), ainda corria atrás da bola aos 41 anos de idade.

E Manga, também ex-integrante da Seleção, tinha 42 anos e continuava jogando como profissional.

Todos eles – Stanley Matthews, Djalma Santos e Manga – dormiam cedo, não bebiam, não fumavam e levavam o futebol muito a sério. E, até depois de parar, eles faziam seus joguinhos com os netos.

 

Goiás Esporte Clube:

Mascote: Periquito: Foi adotado pela torcida do Goiás por causa das cores do clube. O verde da camisa goiana é exatamente o mesmo da ave, que é o símbolo do time.

Sport Club Internacional:

Mascote: Saci: Foi adotado pelo Internacional devido ao gosto do símbolo folclórico por preparar armadilhas para as pessoas. O Colorado não só admira essa característica como tenta colocá-la em pratica sobre seus adversários quando entra em campo.

Esporte Clube Juventude:

Mascote: Periquito: Voltou a representar o Juventude depois que o clube teve problemas por adotar o papagaio. A semelhança com o personagem Zé Carioca, da Disney, fez com que a equipe gaúcha desistisse do papagaio e recorresse ao bom e velho periquito.

Sociedade Esportiva Palmeiras:

Mascote: Periquito: Foi instituído nos anos 40 para reforçar o elo entre o clube, que mudou o nome de Palestra Itália para Palmeiras devido à Segunda Guerra Mundial. O Porco, antes motivo de gozação dos rivais, também acabou adotado pela torcida alviverde.

Paraná Clube:

Mascote: Gralha-Azul: Ave típica do estado do Paraná foi escolhida para simbolizar o clube homônimo. Ela está presente, inclusive, no escudo do Paraná Clube, com uma forma estilizada.

Paysandu Sport Clube:

Mascote: Papão: Foi criado em 1948 por Everardo Guilhon. A inspiração do jornalista baseou-se no temor que o Esquadrão de Aço, como era conhecido o Paysandu, passava pelos adversários.

Associação Atlética Ponte Preta:

Mascote: Macaca: Foi criada para representar e homenagear os torcedores ponte pretanos, considerados vibrantes, de espírito jovem e bastante guerreiros. O substituiu a antiga “Veterana”, mascote original do clube campineiro.

Santos Futebol Clube:

Mascote: Baleia: Em um clássico contra o São Paulo, em 1933, os torcedores santistas foram chamados de “peixinhos” pelos adversários. “Peixinhos com orgulho”, retrucaram os santistas, que desde então adotaram a baleia como mascote do clube do litoral paulista.

Associação Desportiva São Caetano:

Mascote Azulão: Um dos fundadores do clube, Wenceslau Brás é aficionado por pássaros. Ele escolheu o azulão, que curiosamente também serve de símbolo para outros clubes brasileiros que possuem a cor azul como predominante em seus uniformes.

São Paulo Futebol Clube:

Mascote: Velhinho: A figura de barba branca vestido com a camisa do clube é inspirada no apóstolo Paulo, personagem bíblico. Com mascote, foi adotado em 1940, por sugestão de um chargista que fez a primeira ilustração. Vem daí o apelido “time da fé”.

Clube de Regatas Vasco da Gama:

Mascote: Comerciante Português: A figura folclórica de tamancos e camisa do clube surgiu nos anos 40 e caiu nas graças da torcida. Já o apelido Bacalhau foi dado pelo cartunista Henfil, nos anos 60.

Fonte: Revista Placar.

 

Se algum time do Guarani teve chance de ganhar a Copa Libertadores foi aquele campeão de 1978, que tinha Renato, Careca e Zenon. Justamente quando o Bugre estreava na competição, não foi além da fase semifinal. Depois, o time voltaria a disputá-la em 1987, como vice-campeão brasileiro de 1986, e em 1988, como vice do Sport (apontado como campeão brasileiro de 1987 pela CBF). Mas não chegou a entusiasmar.

Veja as campanhas:

Em 1979: 1ª fase.

Alianza Lima (PER) 0×3 Guarani.

Estádio: Alejandro Villanueva.

Gols: Miltão (2) e Bozó.

Universitário (PER) 3×0 Guarani.

Estádio: Monumental de Ate.

Palmeiras 1×4 Guarani.

Estádio: Palestra Itália.

Gols: Gomes, Zenon, Mauro e Bozó.

Guarani 2×0 Alianza Lima (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Bozó e Renato.

Guarani 6×1 Universitário (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Zenon (3), Miltão (2) e Zé Carlos.

Guarani 1×0 Palmeiras.

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Zenon.

SEMI-FINAL:

Palestino (CHI) 0×0 Guarani.

Estádio: Nacional Chile.

Olímpia (PAR) 2×1Guarani.

Estádio: Defensores Del Tchaco.

Gol: Miltão.

Guarani 2×2 Palestino (CHI).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Marinho e Miltão.

Guarani 1×1 Olímpia (PAR).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Marinho.

Em 1987: 1º fase.

Guarani 3×1 São Paulo.

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Henágio (2) e Carlinhos.

Guarani 0×0 Cobreloa (CHI).

Estádio: Brinco de Ouro.

Guarani 0×0 Colo-Colo (CHI).

Estádio: Brinco de Ouro.

São Paulo 2×2 Guarani.

Estádio: Morumbi.

Gols: Evair e João Paulo.

Cobreloa (CHI) 3×1 Guarani.

Estádio: Municipal de Calama.

Gol: Tosín.

Colo-Colo (CHI) 2×0 Guarani.

Estádio: Monumental.

Em 1988: 1º fase.

Sport 0×1 Guarani.

Estádio: Ilha do Retiro.

Gol: Zico (contra).

Alianza Lima (PER) 2×1 Guarani.

Estádio: Alejandro Villanueva.

Gol: Mário.

Universitário (PER) 1×1 Guarani.

Estádio: Monumental de Ate.

Gol: Careca.

Guarani 4×1 Sport.

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Neto, Beto, Careca e Tony.

Guarani 1×0 Alianza Lima (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Careca.

Guarani 1×1 Universitário (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Trece (contra).

OITAVAS-DE-FINAL:

San Lorenzo (ARG) 1×1 Guarani.

Estádio: Nuevo Gasômetro.

Guarani 0×1 San Lorenzo.

Estádio: Brinco de Ouro.

Números das campanhas em três participações:

24 – jogos:

9 – vitórias:

9 – empates:

6 – derrotas:

36 – gols pró:

25 – gols contra:

Maiores artilheiros:

6 gols: Miltão.

5 gols: Zenon.

3 gols: Bozó e Careca.

 

Depois de surpreender o país com a conquista da Copa do Brasil de 1991, o Criciúma do atacante Jairo Lenzi foi muito bem na Libertadores de 1992, chegando a bater o São Paulo por 3×0 na primeira fase. Nas quartas-de-final, porém, caiu diante do próprio tricolor de Telê Santana, com o mérito de ter sido um dos times que deram mais trabalho ao futuro bicampeão da América e do Mundo.

Veja a campanha do Criciúma na Libertadores.

Criciúma 3×0 São Paulo.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Jairo Lenzi, Gelson e Adilson Gomes.

San José 1×2 Criciúma.

Estádio: Jesús Bermúdez.

Gols: Gelson e Jairo Lenzi.

Bolívar 1×1 Criciúma.

Estádio: Hernando Siles.

Gol: Jairo Lenzi.

São Paulo 4×0 Criciúma.

Estádio: Morumbi.

Criciúma 5×0 San José.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Everaldo (3), Jairo Lenzi e Adilson Gomes.

Criciúma 2x1Bolívar.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Roberto Cavalo e Grizzo.

OITAVAS-DE-FINAL.

Sporting Cristal (PER) 1×2 Criciuma.

Estádio: San Martin de Porras.

Gols: Everaldo e Jairo Lenzi.

Criciúma 3×2 Sporting Cristal.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Wilson, Gelson e Everaldo.

QUARTAS-DE-FINAL.

São Paulo 1×0 Criciúma.

Estádio: Morumbi.

Criciúma 1×1 São Paulo.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Jairo Lenzi.

Números da campanha:

10 – jogos:

6 – vitórias:

2 – empates.

2 – derrotas:

19 – gols pró.

12 – gols contra.

Maiores artilheiros:

6 gols: Jairo Lenzi.

5 gols: Everaldo;

3 gols: Gélson.

 

Campeão da primeira Taça Brasil, em 1959, derrotando o Santos de Pelé já em 1960, o Bahia foi também o primeiro representante brasileiro na história da Libertadores, criada naquele mesmo ano. Mas não passou da primeira fase. O tricolor voltou a disputá-la em 1964 (como vice da Taça Brasil) e em 1989 (como campeão Brasileiro).

Vejas as campanhas:

1960: 1º FASE.

San Lorenzo 3×0 Bahia.

Estádio: Nuevo Gasômetro.

Bahia 3×2 San Lorenzo.

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Carlitos, Flávio e Marito.

1964: FASE PRELIMINAR.

Deportivo Itália 0×0 Bahia.

Estádio: Olímpico Caracas.

Deportivo Itália 2×1 Bahia.

Estádio: Olímpico Caracas.

Gol: Vevé.

1989: QUARTAS DE FINAL.

Internacional (RS) 1×2 Bahia.

Estádio: Beira Rio.

Gols: Zé Carlos e Gil.

Marítimo (VEN) 0×0 Bahia.

Estádio: Brigido Iriarte.

Deportivo Táchira (VEN) 1×1 Bahia.

Estádio: Pueblo Nuevo de Táchira.

Gol: Gil.

Bahia 1×0 Internacional (RS).

Estádio: Fonte Nova.

Gol: Charles.

Bahia 3×2 Marítimo (VEN).

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Charles (2) e Osmar.

Bahia 4×1 Deportivo Táchira (VEN).

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Zé Carlos, Osmar, Charles e Marquinhos.

OITAS-DE-FINAL.

Universitário (PER) 1×1 Bahia.

Estádio: Monumental de Ate.

Gol: Osmar.

Bahia 2×1 Universitário (PER).

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Marquinhos e Charles.

QUARTAS-DE-FINAL.

Internacional (RS) 1×0 Bahia.

Estádio: Beira Rio.

Bahia 0×0 Internacional (RS).

Estádio: Fonte Nova.

Números das campanhas em três participações:

14 – jogos:

6 – vitórias:

5 – empates:

3 – derrotas:

18 – gols pró:

15 – gols contra:

Maiores artilheiros:

5 gols: Charles.

3 gols: Osmar.

2 gols: Gil, Marquinhos e Zé Carlos.

 

Entre os times brasileiros que já jogaram a Libertadores, o Bangu é o único que não pode ser orgulhar de ter vencido pelo menos um joguinho. Em 1986, ano que disputou como vice-campeão brasileiro do ano anterior, a equipe empatou duas e perdeu quatro.

Segue a campanha:

Barcelona (Equa) 1×0 Bangu.

Estádio: Monumental Isidro Romero Carbo.

Deportivo Quito (Equa) 3×1 Bangu.

Estádio: Atahualpa.

Gol: Marinho.

Bangu 1×1 Coritiba.

Estádio: Maracanã.

Gol: Jair.

Bangu 1×1 Barcelona (Equa).

Estádio: Maracanã.

Gol: Marinho.

Bangu 3×3 Deportivo Quito (Equa).

Estádio: Maracanã.

Gols: Marcelino, Marinho e Ado.

Coritiba 2×0 Bangu.

Estádio: Couto Pereira.

Os números do Bangu na Competição:

1º fase:

6 – jogos:

0 – vitória:

2 – empates:

4 – derrotas:

6 – gols pró:

12 – gols contra:

Maior artilheiro: Marinho com, 3 gols.

Fonte: Revista Placar.

 

Segue a campanha do Criciúma.

Ubiratan (MS) 1×1 Criciúma.

Estádio: Douradão.

Gol: Grizzo.

Criciúma 4×1 Ubiratan (MS).

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Evandro, Grizzo, Vanderlei e Zé Roberto.

Criciúma 1×0 Atlético (MG).

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Vanderlei.

Atlético (MG) 0×1 Criciúma.

Estádio: Mineirão.

Gol: Roberto Cavalo.

Goiás 0×0 Criciúma.

Estádio: Serra Dourada.

Criciúma 3×0 Goiás.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Gelson, Grizzo e Jairo Lenzi.

Remo (PA) 0×1 Criciúma.

Estádio: Evandro Almeida.

Gol: Soares.

Criciúma 2×0 Remo (PA).

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Soares e Chico Monte Alegre (contra).

FINAL.

Grêmio (RS) 1×1 Criciúma.

Estádio: Olímpico.

Gol: Vilmar.

Criciúma 0×0 Grêmio (RS).

Estádio: Heriberto Hülse.

 

Guará (DF) 1×5 Juventude.

Estádio: Bezerrão.

Gols: Fernando (3), Mabília, Denis e Capone.

Fluminense 3×1 Juventude.

Estádio: Maracanã.

Gol: Wallace.

Juventude 6×0 Fluminense.

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Flávio Paiva (4), Capone e Maurílio.

Juventude 2×0 Corinthians.

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Índio Alagoano e Capone.

Corinthians 0×1 Juventude.

Estádio: Pacaembu.

Gol: Márcio Mexerica.

Juventude 2×2 Bahia.

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Mabilia e Mário Tilico.

Bahia 2×2 Juventude.

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Capone e Mario Tilico.

SEMI-FINAL:

Juventude 0×0 Internacional (RS).

Estádio: Alfredo Jaconi.

Internacional (RS) 0×4 Juventude.

Estádio: Beira Rio.

Gols: Capone, Marcos Teixeira, Márcio Mexerica e Mabília.

FINAL:

Juventude 2×1 Botafogo (RJ).

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Márcio Mexerica e Fernando.

Botafogo (RJ) 0×0 Juventude.

Estádio: Maracanã.

 

Clube Atlético Mineiro.

Mascote Galo: Foi criado pelo cartunista Fernando Pierucetti em 1945. Nos anos 50, Zé do Monte, ídolo da torcida, passou a entrar em campo carregando um galo e reforçou o símbolo.

Clube Atlético Paranaense:

Mascote: Cartolinha: Foi escolhido como mascote devido aos trajes que os antigos torcedores da elite de Curitiba usavam nas partidas do Atlético (PR) (fraques, cartolas, polainas, etc).

Botafogo de Futebol e Regatas:

Mascote: Cachorro: O cachorro Biriba virou mascote do Botafogo nos anos 50. se o time estivesse vencendo, o então presidente Carlito Rocha soltava a coleira para o animal invadir o campo, o jogo ser interrompido e o tempo passar.

Brasiliense Futebol Clube:

Mascote: Jacaré criado pelo presidente e fundador do Brasiliense, o ex-senador Luiz Estevão. Assim como as cores do uniforme, a mascote foi de gosto do dirigente, dono do clube.

Sport Clube Corinthians:

Mascote: Mosqueteiro: Foi adotado em 1929, após a primeira vitória internacional do Corinthians (a vitória foi o Barradas, da Argentina). A “fibra de mosqueteiro”, mostrada em campo é destacada pelo jornal “A Gazeta”, agradou a torcedores e diretoria, e o apelido vingou.

Coritiba Foot Ball Club:

Mascote: Vovô: O Coritiba adotou como mascote um simpático velhinho que sempre aparece segurando uma caneca de chope. A figura representa muito bem a tradição e longevidade da equipe. O Coritiba, fundado em 1909, é o mais antigo e tradicional clube de futebol da capital paranaense.

Cruzeiro Esporte Clube.

Mascote: Raposa: Foi criada pelo cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, em 1945. A inspiração do artista veio do ex-presidente do clube, Mário Grosso, conhecido por ser astuto e ágil na contratação de jogadores, que eram pretendidos pelo rival Atlético (MG).

Figueirense Futebol Clube.

Mascote: Figueirinha: Personagem criado em setembro de 2002 foi desenhado com base no nome e no símbolo do clube, a Figueira. Trata-se de uma localidade central de Florianópolis, justamente onde o clube foi fundado, em 1921.

Clube de regatas Flamengo:

Mascote: Urubu: Em 1969, Flamengo quebrou o jejum de quatro anos sem vencer o Botafogo. Durante o jogo, um torcedor atirou um urubu no gramado e o animal foi adotado como mascote.

Fluminense Football Club.

Mascote: Cartola: Idealizado pelo grande cartunista argentino Mollas em 1943, o mascote tricolor logo caiu no gosto da torcida. Um homem surgiu, elegante, de fraque e cartola com sua imponente piteira, demonstrando a imagem da aristocracia e da elegância tricolor.

Fortaleza Esporte Clube:

Mascote: Leão: Foi escolhido para representar o Fortaleza pelo ex-presidente do Silvio Carlos, atual presidente do Conselho Deliberativo. Ele se inspirou na raça e na valentia dos jogadores do Tricolor.

 

Ele disputou 471 partidas pelo Timão e fez 141 gols, mas nunca conquistou um campeonato de ponta. A carreira de Roberto Rivelino é recheada de glórias. Só com a camisa 10 do Corinthians foram 471 partidas e 141 gols. Um dos principais ídolos do clube do Parque São Jorge, porém, guarda uma magoa: jamais conquistou um titulo expressivo pelo Timão. O único triunfo do tricampeão mundial foi a Copa Rio-São Paulo de 1966.

A relação do craque com o Alvinegro começou cedo. Após ser recusado em um teste no Palmeiras, Rivelino foi para o Timão em 1964 e logo despontou nas categorias de base.

“Tenho um carinho especial pelo Corinthians. Devo boa parte do meu sucesso ao clube”, afirma. Não demorou muito e o meia, aos 19 anos, em 1965, passou ao time titular e foi convocado para a seleção brasileira. No Mundial do México, em 1970, virou um dos destaques do time canarinho e popularizou o drible elástico. Depois da consagração internacional, porém, veio um período difícil. Riva passou a ser um dos culpados pela a perda do Campeonato Paulista de 1974 e deixou o Corinthians muito criticado.

Sempre com a 10 do Timão.

Rivelino é o nono atleta que mais vestiu o manto alvinegro. Ele atuou em 471 jogos, enquanto o líder do ranking, Wladimir, disputou 805 partidas.

Artilheiro na seleção brasileira.

O meia é o sexto na lista de goleadores da seleção canarinho, com 43 gols, e é o terceiro que mais vezes defendeu o Brasil, em 121 oportunidades.

De vilão no Parque a ídolo nas Laranjeiras.

Quando deixou o Timão, Rivelino se transferiu para o Fluminense. Lá, acabou com a fama de pé frio e conquistou os Cariocas de 1975 e 1976. Antes de encerrar a carreira, o craque jogou por três anos (1978 a 1981) no Al-Hilal, da Arábia Saudita.

Fonte: Diário de São Paulo.

 

Durante toda a minha carreira como jogador de futebol, nenhum jogo mexeu tanto comigo como Corinthians e Palmeiras.

O dérbi entre Palmeiras e Corinthians sempre foi especial. Desses que, além de arrastar multidões fazem a cidade parar. Nos dias que acontecem as partidas, os torcedores olham para a gente de forma diferente, meio que pedindo um esforço extra.

Tive a oportunidade de atuar nesse confronto vestindo as duas camisas. No meu primeiro, em 1989, fiz de cabeça o primeiro do Verdão sobre o Timão por 2 a 0. o Morumbi estava lotado. Mais de 100 mil torcedores. Bons tempos. Aquela emoção foi inesquecível! Só que ainda mais marcante foi quando o Leão, que era o técnico do Palmeiras, me sacou do time. Ali vi que alguma coisa não ia dar certo entre a gente.

Mas depois, graças ao Leão, desembarquei no Parque São Jorge. E lá consegui fazer bons dérbis com a camisa corintiana. No primeiro clássico pelo Timão, jogamos água no chope do rival e desclassificamos o Palmeiras do Brasileiro de 1989. Gol de calcanhar do grande Cláudio Adão. No meu segundo dérbi com a camisa alvinegra, pelo nacional de 1990, fiz um gol de falta no Velloso. A bola pegou na veia e entrou na gaveta dele. Vencemos aquela partida por 2 a 1. Esse jogo também é inesquecível.

Fonte: Diário de São Paulo.

 

Campo Grande (RJ), foi onde o artilheiro começou sua carreira, em 1967 no clube.

No Atlético (MG), jogou de 69 a 73 e marcou o gol do titulo do Brasileiro de 1971.

Dadá quem diria já fez tabelinha com Zico em 73/74.

Em 1976, o artilheiro bateu o recorde brasileiro d e gols numa só partida. Marcou dez contra o Santo Amaro, numa partida que terminou 14×0, jogando pelo Sport Recife.

Em 1976, Dario fez bonito no Inter, marcou um dos na final do Brasileiro.

Em 1977, o goleador vestiu a camisa da Ponte Preta.

Em 1979, ainda em plena forma, Dario jogou no Paysandu.

Em 1980, Dadá vestiu a camisa do Náutico.

No União Rondonópolis (MT), Dario deu uma “passadinha” no final da década de 80, quando já estava quase aposentado.

Em 1981, o goleador jogou pelo Santa Cruz (PE).

Dario jogou pelo Bahia na temporada de 1981 e 82.

O artilheiro Dario vestiu a camisa do Goiás em 1983.

Dadá jogou no América (MG), em 1984.

Em 1984 o artilheiro também vestiu a camisa do Coxa.

Jogando pelo Nacional (AM), Dario foi o artilheiro do Campeonato Amazonense em 1984 com 14 gols.

Em 1985 Dario defendeu as cores do XV de Piracicaba (SP).

Em 1989, Dario treinou o Tiradentes (DF).

No Ji-Paraná (RO), foram apenas 20 dias em 1991, como técnico. O clube não pagou o que prometeu e o “Beija-Flor” voou para outras bandas.

Em 1992, Dario conquistou o primeiro titulo profissional do Ypiranga (Amapá), como técnico.

Frase: “Em 22 anos de carreira, a minha maior frustração foi nunca ter vestido a camisa do Corinthians”.

Fonte: Revista Placar.

 

MAIORES ARTILHEIROS DO BRASILEIRÃO NOS PONTOS CORRIDOS.

Paulo Baier disputou todas as edições do Brasileirão por pontos corridos.

Nesse período, ele atou por cinco clubes diferentes (Criciúma, Goiás, Palmeiras, Sport e Atlético-PR).

Com 77 gols, Paulo Baier.

Com 72 gols, Washington.

Com 58 gols, Obina.

Com 56 gols, Edmundo e Alecsandro.

Com 53 gols, Tuta.

APROVEITAMENTO DOS CAMPEÕES NA ERA DOS PONTOS CORRIDOS.

Em 2003: Cruzeiro, com 100 pontos e aproveitamento de 72,5%.

Em 2004: Santos, com 89 pontos e aproveitamento de 64,5%.

Em 2005: Corinthians, com 81 pontos e aproveitamento de 64,3%.

Em 2006: São Paulo, com 78 pontos e aproveitamento de 68,4%.

Em 2007: São Paulo, com 77 pontos e aproveitamento de 67,5%.

Em 2008: São Paulo, com 75 pontos e aproveitamento de 65,8%.

Em 2009: Flamengo, com 67 pontos e aproveitamento de 58,8%.

Fonte: Jornal Lance.

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