Campeão brasileiro de 2012 no comando do Fluminense, Abel Braga lidera a lista de técnicos mais bem pagos do Brasil. O comandante do time tricolor recebe R$ 700 mil por mês, mais de R$ 9 milhões por ano. As informações são de um relatório internacional feito pela empresa PLURI Consultoria, divulgado nesta terça-feira

As três colocações seguintes têm empate entre Vanderlei Luxemburgo, do Grêmio, Muricy Ramalho, do Santos, e Tite, do Corinthians. Os técnicos recebem R$ 600 mil mensais cada um, R$ 7,8 milhões por ano.

Apesar de não ter conseguido uma vaga para o Santos na Copa Libertadores 2013, Muricy Ramalho também recebe um salário de R$ 600 mil mensais, R$ 7,8 milhões por ano, o mesmo de Luxemburgo e Tite.

Campeão da Copa Libertadores 2012 com o Corinthians, Tite também tem o segundo melhor salário do Brasil, R$ 600 mil mensais ou R$ 7,8 milhões por ano, ao lado de Muricy e Luxemburgo.

Na quinta posição, Dorival Júnior recebe R$ 450 mil por mês para comandar o time do Flamengo, mais de R$ 5,8 milhões anuais.

Técnico do Botafogo, Oswaldo de Oliveira é o 6º mais bem pago no país, com um salário de R$ 380 mil, quase R$ 5 milhões por ano.

Em 7º, Cuca recebe R$ 350 mil por mês, mais de R$ 4,5 milhões por ano, para comandar o Atlético-MG.

Celso Roth, 8º técnico mais bem pago do país, recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Cruzeiro. Roth recebe o mesmo salário que Gilson Kleina, do Palmeiras, e Ney Franco, do São Paulo.

Se Gilson Kleina está triste com o rebaixamento do Palmeiras, o técnico não pode reclamar de sua conta bancária. Kleina recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Verdão. Ele recebe o mesmo salário que Celso Roth, do Cruzeiro, e Ney Franco, do São Paulo.

Comandante do São Paulo, Ney Franco fecha a lista dos dez técnicos mais bem pagos do Brasil. Ele recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Tricolor, mesmo salário que Celso Roth, do Cruzeiro, e Gilson Kleina, do Palmeiras.

A lista menciona Ricardo Gomes, do Vasco, em 11º, com um salário de R$ 200 mil, cerca de R$ 2,5 milhões por ano. Porém os valores referem-se a 2011, antes de ser afastado por sofrer um AVC.

De acordo com a lista, Paulo Autuori é o brasileiro mais bem pago entre os técnicos do mundo todo. Autuori recebe R$ 780 mil por mês, cerca de R$ 9,3 milhões por ano, para comandar a seleção nacional do Catar.

Técnico mais bem pago do mundo, o português José Mourinho, comandante do Real Madrid, da Espanha, recebe pouco mais de R$ 3,3 milhões por mês, quase R$ 40 milhões por ano.

O italiano Carlo Ancelotti, técnico do PSG, da França, é o segundo mais bem pago do mundo, com um salário de cerca de R$ 2,8 milhões, mais de R$ 34 milhões por ano.

O também italiano Marcello Lippi, técnico do Guangzhou, da China, fica em terceiro, com um salário mensal de pouco mais de R$ 2,1 milhões, cerca de R$ 26 milhões.

Fonte: Bol.

 

A cabeçada de Sorato foi perfeita, venceu o goleiro Gilmar e deu ao Vasco o título brasileiro de 89. O atacante, então uma revelação, não foi mais o mesmo. Passou algum tempo na reserva do Vasco depois disso rodou pelo Brasil a fora.

Fonte: Revista Placar.

 

 

Poucos são os goleiros que podem se orgulhar de defender dois pênaltis no mesmo jogo. Ainda mais quando o duelo é contra o ex-centroavante são-paulino Careca, matador de fama internacional. O ex-arqueiro gremista Remi é um deles. Aconteceu em uma partida no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro de 1983, que terminou empatada em 2×2. Naquele dia, 23 de abril, Careca bateu dois pênaltis a favor do tricolor paulista no mesmo canto direito. E Remi foi buscar os dois. Depois, enquanto Careca conhecia a fama na Itália jogando ao lado de Maradona, o goleiro gremista encerrava sua carreira em silêncio.

Fonte: Revista Placar.

 

Um gol que valeu para sempre.

Até aquele instante, o meia Basílio não passava de mais um entre os muitos jogadores comuns que tentaram dar um título ao Corinthians durante 22 anos. Foi quando, depois de um bate-rebate na área da Ponte Preta, a bola caiu no seu pé direito. O chute forte estufou as redes do goleiro Carlos e os corações de toda a nação corintiana, que soltou o grito de campeão preso na garganta desde 1954. O gol colocou Basílio na história, mas ele nunca mais viveu momentos tão gloriosos. Ainda foi campeão paulista pelo Corinthians, em 1979, mas já estava à sua condição normal, e amargava o banco de reservas.

Fonte: Revista Placar.

 

  Para acabar com o tabu.

O ponta-direta Paulo Borges já havia se sagrado campeão estadual pelo Bangu, em 1966, quando foi contratado pelo Corinthians, em 1968. Sua missão era clara: acabar com um tabu de onze anos sem vitórias contra o Santos, em partidas validas pelo Campeonato Paulista, que atormentava todos os corintianos. Em 6 de março de 1968, numa noite de inspiração e bom futebol, apesar de jogar improvisado na meia-direita, Paulo Borges cumpriu o trabalho. Marcou, inclusive, um dos gols, o primeiro da histórica vitória por 2×0 (o segundo foi anotado pelo centroavante Flávio), conquistada contra o Santos, que contava com a presença de Pelé no gramado. Depois disso, porém, jamais repetiu a boa atuação nos três anos seguintes em que permaneceu no clube.

Fonte Revista Placar.

 

 De bicicleta e contra o Timão.

O empate em 1×1 com o Corinthians pelo Paulistão de 1989 podia ser apenas mais uma das tradicionais peças aprontadas pelo Juventus, se não fosse pelo ponta-esquerda Silva. Aos 20 anos, ele abriu a contagem com um gol de bicicleta que nenhum dos presentes ao Pacaembu na tarde de 14 de maio esqueceu. O lance chamou a atenção de dirigentes do São Paulo, e por pouco Silva não trocou a rua Javari por um clube grande. Foi, no entanto, a única boa partida do atacante. Silva disputou ainda a Taça São Paulo de Juniores de 1990 e atualmente é reserva no próprio Juventus.

 

Fonte: Revista Placar.

 

ROMEU

 

Baixinho, gordinho, grande poder de drible e lendária precisão nos passem, Romeu Pelicciari gostava mesmo era de marcar gols utilizando a potencia de seu chute. Foi o artilheiro paulista nos campeonatos de 1932 e 1934.

  FRIEDENREICH. 

 

A FIFA reconhece de modo oficial: ele é o maior goleador de todos os tempos, com 1.329 gols marcados em trinta anos de futebol. Foi nove vezes artilheiro paulista: 1912, 1914, 1917/18/19, 1921, 1927/28/29.

  HEITOR

Com 202 gols feitos entre 1917 e 1931, quando vestiu a camisa do Palestra Itália, Heitor Marcelino é o maior artilheiro da historia do Palmeiras, além de ter sido o goleador paulista em 1926 e 1928.

 

Fonte: Revista Placar.

 

 

 

ELITIZAÇÃO:

Em artigo publicado em O Estado de São Paulo no final de 2010, o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Marcos Alvito cita a Soccerex, feira internacional realizada no Rio com foco no futebol como negocio, na qual “especialistas” decretaram que a modalidade no Brasil terá a classe (A) como clientela-ativa, deixando as classes (B e C) para trás.

“Porque as Classes (D e E) há muito não sentam em uma arquibancada. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol”, observa o antropólogo, para quem está em curso de elitização perversa do esporte. O docente foi um dos criadores, em 2010, da Associação Nacional dos torcedores. Incipiente, mas com reivindicações como maior transparência no futebol, além de igualdade de acesso aos estádios. “Vai acabar com toda e qualquer possibilidade de a população pobre ou de classe média baixa freqüentá-los.

Claro que a gente aprova o conforto, o problema é transformar o estádio num grande shopping Center. E ainda tem o agravante da televisão. Quarta feira às 10 da noite é impossível para um trabalhador assistir o jogo. O historiador Felipe Dias Carrilho vê na questão da TV um aprofundamento da lógica empresarial, que não chega a ser novidade, mas se torna mais visível à medida que a Copa se aproxima. “É a capitalização máxima do esporte, nossos cartolas são os coronéis dentro do futebol”. “Por um lado, um emissora (Record) capta recursos de forma ‘espúria’, no mercado da fé. De outro lado, a concorrente (Globo) não demonstra interesse em seguir as regras da concorrência”. No mundo do consumo, os europeus estão muito à frente. Considerado pela revista Forbes o time mais rico do mundo, Manchester United, da Inglaterra, acumula patrimônio de US$ 1,8 bilhão. Seu canal pago é exibido em 192 milhões de residências. O segundo na lista, o Real Madrid, da Espanha US$ 1,3 bilhão, mostra equilíbrio nas fontes de receitas: 30% vêm de bilheteria de seu estádio, 34% do comercio de produtos e 36% de direitos da televisão – aqui, a dependência da TV supera os 50%.  Em meados de março de 2011, site do clube tinhas poucos ingressos disponíveis a não sócios para um jogo do campeonato local que seria realizado três semanas depois, contra o Sporting Gijon: € 225 (R$ 530).

 

Fonte: Revista do Brasil.

 

 


BEBETO

Apesar dos torcedores mais jovens lembrarem de Bebeto como jogador do Vasco, foi pelo Flamengo que ele se tornou, em 1988 e 1989, goleador do certame, com 17 e 18 gols respectivamente.

ZICO

 Ninguém fez mais gols do que o Galo com a camisa do Flamengo. E poucos conseguiram superá-lo no Campeonato Carioca. Em uma única edição (79, Especial), fez 36 gols. Só Pirillo, com 39, em 1941, marcou mais em uma única temporada.

Fonte: Revista Placar.

 

PREGUINHO.

A bola par ele era uma questão de amor, que levou a defender o Flu em pleno profissionalismo sem receber um tostão. O gol era pura vocação. Assim, Preguinho tornou-se goleador dos cariocas em 1923 (12 gols), 1928 (16 gols) e 1932 (21 gols).

LEÔNIDAS.

Consagrado na Copa do Mundo de 1938 e apelidado de Diamante Negro, Leônidas só conseguiu tornar-se artilheiro de campeonatos estaduais pelo Flamengo. Marcou dezesseis gols em 1938 e trinta, em 1940. Nos anos 30, foi o maior ídolo rubro-negro.

 

Fonte: Revista Placar.

 

HARRY WELFARE

Defendeu o Northern Nomads e o Liverpool, da Inglaterra, mas consagrou-se no Fluminense. Lá, foi líder dos goleadores cariocas cinco vezes (1914, 1915, 1917, 1919 e 1922). Com ele, o Flu foi tri de 1917/18 e 19.

CARVALHO LEITE.

Poucos jogadores tinham tanta intimidade com as redes quanto Carvalho Leite, herói do tetracampeonato botafoguense de 32/33/34 e 35.

Foi goleador de certame em 32 e 35, com 16 e 15 gols. Os alvinegros nunca o esquecerão.

ADEMIR.

“Dêem-me Ademir e lhes darei o campeonato”.

A frase do antigo técnico Gentil Cardoso resume a importância do craque. Em 1946, Ademir deu a taça ao Flu. E ainda foi o artilheiro do carioca pelo Vasco em 1949 e 1950.

Fonte: Revista Placar.

 

A partida valia pela segunda fase do Campeonato Paulista de 1988. São Paulo e Palmeiras empatavam em 1×1, quando o centroavante Marcelo, recém saído dos juniores, entrou em campo no lugar de Anilton. Ele não passava de uma promessa, descoberta pelo técnico Cilinho, mas em pouco tempo transmitiu a impressão de que poderia ser um craque. Recebeu um lançamento pelo alto do também centroavante Ney, percebeu a chegada da marcação e deu um leve toque, encobrindo o zagueiro Nenê. Para completar o chapéu, disparou uma bomba, de pé esquerdo, que ainda tocou na trave do então goleiro palmeirense Zetti, o lance de gênio valeu para Marcelo algumas partidas com a camisa titular. Rapidamente, porém, a torcida percebeu que seu futebol não continha a genialidade que aquele gol fazia imaginar. Por isso, o centroavante começou a perambular por clubes de menor expressão e chegou a figurar no banco de reservas do Bahia. Só os dirigentes da Grécia continuaram impressionados com a beleza do gol marcado contra o Palmeiras em 1988, e levaram-no para o Xanthi.

Fonte: Revista Placar.

 

A festa era comemorar a volta de Zico ao Flamengo, depois de dois anos na Udinese, da Itália. Naquela sexta-feira, 12 de junho de 1985, os rubro-negros jogavam com o Combinado Amigos do Zico, no Maracanã. Mas que brilhou foi o ponta-esquerda Jacozinho, do CSA de Alagoas, que se tornara celebridade pedindo uma vaga na fracassada Seleção de Evaristo de Macedo. Depois de entrar no lugar de Falcão, foi lançado pelo craque argentino Maradona, deu um drible da vaca no goleiro Cantarele e empurrou para o gol vazio. Um de placa que só não estragou a festa porque o Flamengo ganhou por 3×1.

Fonte: Revista Placar.

 

 

A doce noite em que cocada brilhou.

A decisão do Campeonato Carioca de 1988, entre Vasco e Flamengo, parecia encaminhar-se para um sonolento zero a zero, quando o lateral direito vascaíno Cocada entrou no lugar do ponta Vivinho. Aos 44 minutos do segundo tempo, ele disparou uma bomba da intermediaria, no ângulo do goleiro flamenguista Zé Carlos. Foi seu único gol em toda a campanha do bicampeonato estadual do Vasco e o fez pensar até em deixar de ser conhecido apenas como o irmão do atacante Muller, do São Paulo. Não passou de um sonho. Cocada ainda mudou seu nome para Lucas, quando jogava no Fluminense, tentado melhorar a sua sorte. Mas nem isso adiantou.

Fonte: Revista Placar.

 

 

O Bahia vence a Copa União, leva Bobô para a seleção e justifica o fanatismo de sua torcida. A temperatura em Salvador, na quarta-feira da semana passada, beirava os 35 graus, num dia de muito calor e céu azul. Ao contrario do que normalmente acontece nesta época do ano, não eram as praias que estavam superlotadas. Desde as 7 da manhã, milhares de baianos trocaram a praia e até o trabalho pelo aeroporto Dois de julho para recepcionar o time do Esporte Clube Bahia, que três dias antes de sagrar campeão brasileiro de futebol ao vencer e, em seguida, empatar com o Internacional, em Porto Alegre.

No começo da tarde, quando a equipe do Bahia desembarcou em Salvador, cerca de 25.000 pessoas lotavam o aeroporto, muitas delas passeando na pista de pouso, ao lado de dois trios elétricos que foram animar a festa. O corso vitorioso, que percorreu cerca de 30 quilômetros em mais de 5 horas foi acompanhado por multidões. Graças a uma medida do prefeito Fernando José, que inverteu o turno de trabalho do funcionalismo público – em Salvador, os funcionários trabalham à tarde, das 12 às 18 horas. Na quarta-feira Fernando José passou o turno para a parte da manhã e liberou a debandada geral, num clima de conquista de Copa do Mundo. “Mesmo que alguém faltasse ao trabalho pela manhã, não haveria problemas”, confirmou Fernando José. “O importante é a festa”.A alegria da torcida só foi abalada pela morte de Edileuza Ferreira da Silva, de 22 anos.

Ela foi atingida pela queda de um poste abalroado pelo trio elétrico de Dodô e Osmar – um dos mais tradicionais de Salvador. A conquista do Bahia incrementou ainda mais a paixão, pelo futebol, do torcedor baiano. Uma verdadeira avalanche de consumo tomou conta das lojas de material esportivo e de discos da capital baiana, à cata de camisas e de discos com hino do clube. A reação da torcida baiana, no entanto, não deve ser creditada apenas à motivação atípica da conquista de um título importante. A Bahia olha no olho dos grandes centros do sul do país quando o assunto é bola no pé.

Salvador hoje é país do futebol.

TIME DA TERRA

Para ser campeão brasileiro, o Bahia não precisou ir buscar nomes consagrados – ou nem tanto – em outros estados para formar o seu time, como muitas equipes do Nordeste fazem a cada nova competição que se inicia. Oito dos onze jogadores que venceram o Internacional nas finais do campeonato e também no primeiro jogo da Taça Libertadores da América foram formados nas divisões inferiores do próprio clube. Apenas três foram contratados especialmente para a Copa União, como o volante Paulo Rodrigues, que jogava no Botafogo de Ribeirão Preto, dono de um futebol vistoso e cadenciado, Rodrigues lembra em muito o toque do atacante Sócrates, que jogou na Seleção Brasileira e hoje defende o Santos. Ele é o termômetro do time. Mas na equipe há outros nomes que fazem do Bahia uma equipe homogênea. Ela tem um centroavante habilidoso, Charles, que, apesar de não marcar muitos gols (fez apenas quatro na Copa União), o que é um pecado para qualquer atacante que se preze, é importante no esquema tático de Evaristo de Macedo, abrindo espaços para seus companheiros. Mas o grande nome do Bahia é o meio campo Bobô.

O time campeão de 1988 não pesa nos cofres dos quais Paulo Maracajá, o presidente, cuida com vigor. Para manter seus 22 jogadores, o Bahia não gasta em sua folha de pagamentos mais que 6.000 cruzados novos – quase o mesmo que o salário mensal de um jogador famoso como Zico, do Flamengo, que recebe 5.000 cruzados novos.

Bobô é o maior salário do time, com 800 cruzados novos. Abaixo dele está o goleiro Ronaldo, que ganha 330 cruzados novos, e depois o resto do time, com salários que giram em pouco mais do que 100 cruzados novos.

Paulo Rodrigues tem vencimentos de apenas 50 cruzados novos mensais. Mas ninguém reclama. Só de premiações pela conquista do campeonato, o Bahia vai pagar a cada um de seus jogadores cerca de 4.000 cruzados novos.

“Talvez agora eu possa comprar um carro”, afirma o Ponta Zé Carlos, um dos ídolos do time, que tem um salário mensal de 100 cruzados novos.

Fonte: Revista Veja de 1989.

 

 

Guarani completa 100 anos atolado em dividas, único time do interior a ganhar o Campeonato Brasileiro, faz 100 anos abalado por denuncias e vexames. No dia em que completa 100 anos, o Guarani não tem o que comemorar. O time de Campinas, único do interior a conquistar um Brasileiro, em 1978, coleciona vexames o ultimo feito do clube responsável por revelar, entre outros talentos, o atacante Careca e o meia Neto, aconteceu em 1994, quando chegou às semifinais do Nacional. Depois disso, foram 17 anos convivendo com rebaixamentos – um total de sete – e com denuncias de corrupção e de má gestão. Em fevereiro deste ano, a Justiça condenou o ex-presidente José Luiz Lourencetti, à frente do Guarani de 1999 a 2006, a indenizá-lo em R$ 3 milhões por danos morais. Se nos bastidores o clima é tenso, o time montado para o centenário em nada ajuda a confortar os torcedores. O estádio do Guarani, é motivo para o clima de disputa política. A diretoria vê a venda do Brinco de Ouro como solução para reerguer o clube. O presidente do Guarani, Leonel Almeida Martins de Oliveira, viajou a Portugal em 2010 com passagens pagas por um advogado intermediava a negociação com um grupo europeu interessada na compra da arena. A justificativa é a de que o dirigente foi até a cidade do Porto para conhecer as instalações do Estádio do Dragão, construído com a participação do grupo que pretendia adquirir o Brinco de Ouro.

Curiosamente, é Lourencetti, opositor da atual gestão, quem avaliza as passagens que levaram Leonel e sua mulher a Portugal, de acordo com os documentos a que a Folha teve acesso.

Segundo o antigo mandatário, uma infeliz coincidência, já que a agencia em que foram comprados os bilhetes pertence a um parente dele. Leonel Oliveira passou 22 dias em Portugal, entre junho e julho do ano passado. Procurado pela reportagem, o presidente bugrino se recusou a responder às perguntas. Mas, em carta endereçada aos torcedores do time, admitiu que, na viagem, uniu “trabalho em prol do Guarani e merecido lazer”.

As passagens no valo de R$ 13.467,51, foram pagas pelo advogado Ledo Garrido Lopes Júnior, que não crê em conflito de interesses ao bancar a viagem do cartola. “Não posso onerá-lo (Leonel) para ver algo que quero que ele conheça”, afirmo Lopes Júnior. Segundo ele, a empresa que representa não negocia mais com o clube.

VENDA DA ARENA É VISTA COMO ÚNICA SALVAÇÃO.

A venda do estádio Brinco de Ouro está próxima de ser efetuada, segundo dirigentes do Guarani. “É a única forma de salvar o clube”, afirma o vice Jurandir Assis. “Estamos sempre com problemas. Tudo está penhorado, nosso patrimônio, nossas receitas”, diz. O negocio é uma permuta e, em troca do Brinco de Ouro – que ocupa uma área de 90 m2 na porção mais valorizada de Campinas – o Guarani quer um novo estádio, um centro de treinamento e um clube social, além da quitação de todas as dividas, hoje em R$ 120 milhões.

GUARANIS, OS ÍNDIOS, NUNCA TIVERAM CONTATO COM O CLUBE.

Os índios guaranis que vivem em São Paulo jogarão seu futebol alheiros à data que este celebra o centenário da equipe campineira de mesmo nome. Segundo a FUNAI, há cerca de 1.500 índios dessa etnia no Estado. Eles, como os brancos, adoram futebol. E, mesmo próximos fisicamente, estão distantes do clube. A influencia guarani no nome do time é indireta. Em 1911, jovens campineiros fundaram o clube e, para homenagear o maestro Carlos Gomes, que nasceu lá, batizaram o time com o nome da principal composição do músico, a ópera “O Guarany”, baseada em romance de José de Alencar. Em São Paulo, há quatro aldeias guaranis no extremo sul da cidade. Nos campos improvisados de futebol, os índios jogam entre si. Duelos contra a comunidade externa são mais raros.

“Não temos muita habilidade”, admite Olívio Jekupe, presidente da associação que representa a aldeia. “Mas, se o jogo tivesse quatro horas, sempre ganharíamos. Temos mais fôlego.” No futebol profissional, uma iniciativa sem precedentes fundou o clube Gavião Kyikatejê, formado exclusivamente por jogadores e comissão técnica indígenas. Ele chegou a disputar a segunda divisão do Paranaense. “Em todas as aldeias por onde passei do Rio Grande do Sul ao Pará, sempre havia uma bola”, diz o doutorado e em antropologia Almires Machado, que é guarani. Entre os guaranis paulistanos, o futebol se transformou no principal meio de lazer. Na aldeia, sempre é relembrado o feito mais importante da equipe: vencer o time de juvenis do São Paulo – o clube do Morumbi faz ações sociais com os índios. Olívio Jekepe conta que, em 2007, os tricolores jogaram um amistoso contra a seleção local e perderam por 4 a 1. Quando se apresenta, a equipe guarani usa uniforme do São Paulo, presente dos amigos brancos. Já o Guarani de Campinas não tem noticia de qualquer apresentação com os guaranis. Sobre convidá-los para os festejos do centenário, o clube considerou ser apenas

“uma ótima idéia.”

Fonte: Folha de São Paulo de 2011.

 

Na única vez em que disputou a Libertadores, como campeão da extinta Copa do Campeões de 2002, o Paysandu fez uma campanha marcante. Não só terminou a primeira fase como primeiro de seu grupo como chegou a derrotar o futuro campeão Boca Juniors dentro da Bombonera, por 1 a 0, no primeiro jogo das oitavas-de-final. Na partida de volta, em Belém, o Papão não resistiu, e caiu por 4 a 2. Iarley, autor do Gol da vitória em Buenos Aires, foi contratado pelo time argentino.

 Segue a campanha do Paysandu na Libertadores de 2003:

Sporting Cristal (PER) 0×2 Paysandu.

Estádio: San Martin de Porras.

Gols: Róbson e Sandro.

Paysandu 0×0 Cerro Porteño (PAR).

Estádio: Mangueirão.

Paysandu 3×1 Universidad Católica (CHI).

Estádio: Mangueirão.

Gols: Róbson (2) e Vélber.

Paysandu 2×1 Sporting Cristal (PER).

Estadio: Mangueirão.

Gols: Róbson e Jorginho.

Cerro Porteño (PAR) 2×6 Paysandu.

Estádio: General Pablo Rojas.

Gols: Vélber (2), Róbson (2) e Iarley (2).

Universidad Católica (CHI) 1×1 Paysandu.

Estádio: San Carlos de Apoquindo.

Gol: Sandro.

OITAVAS-DE-FINAL.

Boca Juniors 0×1 Paysandu.

Estádio: La Bombonera.

Gol: Iarley.

Paysandu 2×4 Boca Juniors.

Estádio: Mangueirão.

Números da campanha:

Oitavas-de-final.

8 – jogos:

5 – vitórias:

2 – empates:

1 – derrota:

17 – gols pró:

9 – gols contra:

Maiores artilheiros da equipe:

6: gols: Róbson (Robgol).

3: gols: Iarley e Vélber.

 

Fonte: Revista Placar.

 

 

Craque brasileiro é astro em outro Mundial marcado pela influencia política. Foi na Copa de 1938, na França, que o Brasil apresentou pela primeira vez uma seleção de verdade. A crise desde a implantação do profissionalismo dividiria o nosso futebol fora, enfim, superada um ano antes, graças a um movimento liderado por Pedro Novaes e Pedro Magalhães Correia, presidentes, respectivamente, de Vasco e América. Segundo a proposta dos dois dirigentes, a Federação Brasileira de Futebol, entidade que congregava os clubes adeptos ao regime remunerado, passaria a dirigir o futebol em todo o território nacional, e se filiaria à Confederação Brasileira de Desportos, amadorista, encarregando-se, esta, da representação do país junto a FIFA. Graças ao acordo, o técnico Ademar Pimenta teve liberdade para convocar todos os jogadores que quis. Pimenta dirigia a seleção brasileira no Sul-Americano de 1937, em Buenos Aires, no qual foi vice-campeão. A Itália apresentou outro grande jogador, o atacante Silvio Piola, mas quem brilhou de fato naquela Copa foi o brasileiro Leônidas da Silva. Aos 25 anos, o craque do Flamengo carregava muita fama no Brasil, mas era um tanto desconhecido na Europa, embora tivesse jogado em 1934, na Itália. Chamado por aqui de Diamante Negro, Leônidas marcou oito gols – foi o artilheiro da Copa – e acabou sendo fundamental na boa campanha da Seleção. Jules Rimet realizou, naquela Copa do Mundo de 1938, o sonho de ver o evento disputado em seu país. Em sua concepção, o esporte deveria ser um laço de união entre os povos. E o Mundial, a grande chance para que os países pudessem celebrar uma autentica confraternização. Mas a Europa já vivia um clima político carregado. A Espanha enfrentava uma guerra civil. Adolf Hitler havia anexado a Áustria ao território alemão. Alemanha, Itália e Japão já tinham assinado um acordo diplomático Pacto do Eixo – na pratica uma tríplice aliança visando a guerra próxima, já sinalizada pela mobilização das tropas nazistas. Seria exagero afirmar que o bi da Squadra Azzurra foi ganho apenas pela a influência direta dos países do Eixo. Também teve seus méritos. Mas embora a Copa de 1938 tenha sido superior às anteriores, o evento também acabou marcado pela intervenção política.

PENALIDADE DISCUTIDA AFASTA O BRASIL.

O Brasil foi o único país sul-americano a participar da Copa de 1938, que teve forma de disputa parecida com a anterior. Na primeira fase aconteceram sete jogos, todos eliminatórios. E restaram, após as quartas de final, três seleções que vinham apresentando belo futebol:

Itália, Hungria e Brasil.

Nas semifinais, os húngaros golearam a Suécia por 5 a 1, e na decisão antecipada, a Itália venceu o Brasil por 2 a 1, graças a um pênalti muito discutido, de Domingos da Guia em Silvio Piola, Cobrado por Giuseppe Meazza.

Na final, a Itália venceu a Hungria por 4 a 2. Pela segunda vez consecutiva, a taça parava nas mãos de Vittorio Pozzo e, é claro, de Benito Mussolini. Quem, aliás, poderia derrubar o ascendente poder do Eixo? Esta foi a pergunta que se fez durante o Mundial, realizado pouco mais de um ano antes de Hitler ordenar suas tropas que invadissem a Polônia, iniciando, a guerra que deixou cicatrizes em todo o planeta.

CURTINHAS.

Ouvido ligado:

A Copa de 1938 foi a primeira transmitida para o Brasil. Pelas ondas do rádio, é claro na voz do narrador paulista Gagliano Neto. O sucesso acabou sendo extraordinário.

POSIÇÃO HONROSA.

O Brasil venceu a Polônia (6×5), superou a Tchecoslováquia (1×1 e 2×1), perdeu da Itália (1×2) e derrotou a Suécia (4×2) na disputa do terceiro lugar.

NINHO DE COBRAS.

Há um consenso de que o Brasil de 38 foi um dos melhores da História. Entre os craques Domingos da Guia, Romeu, Niginho, Tim, Hercules e Patesko.

APELIDO DE HERÓI.

Mas o grande nome foi efetivamente Leônidas da Silva, que ganho respeito e a admiração do mundo do futebol, que passou a chamá-lo de Homem de Borracha.

Fonte: Jornal Lance.

 

DADOS PESSOAIS:

Nome: Marcos Roberto Silveira Reis.

Data de nascimento: 04/08/1973.

AS FRASES DE SÃO MARCOS:

“Aquele time é que foi o perdedor no ano passado, não o Palmeiras”.

Em 2003, quando questionado sobre a queda em 2002.

“Contra o Corinthians, podem chutar o meu braço. Mas a bola, não vão chutar, não!”.

(livro “Os dez mais do Palmeiras”, de Mauro Beting).

“Tinham sete goleiros no elenco (quando chegou em 1992). Nunca achei que ia passar.

Sobre sua chegada ao Palmeiras em 1992.

RECORDES:

Melhor jogador da Taça Libertadores de 1999.

Único goleiro a ser eleito melhor jogador de uma edição da Libertadores 1999.

Eleito o quarto melhor goleiro do mundo em 2002.

Sétimo jogador que mais vestiu a camisa do Palmeiras.

Jogador de toda a história do Palmeiras que mais participou da Taça Libertadores da América – seis edições – e o que mais jogou 57 partidas.

NÚMEROS:

Pelo Palmeiras: 530 jogos: 671 gols sofridos.

Pela Seleção: 29 jogos: 24 gols sofridos.

TÍTULOS:

No Palmeiras:

Campeonato Brasileiro: (1993 e 1994).

Torneio Rio-São Paulo: (1993 e 2000).

Campeonato Paulista: (1993, 1994, 1996 e 2008).

Torneio Lev Yashin (Rússia): (1994).

Copa Euro – América: (1996).

Taça Maria Quitéria: (1997).

Taça Governador de Goiás: (1997).

Copa Naranja (Espanha) (1997).

Copa Mercosul: (1998).

Copa do Brasil: (1998).

Taça Libertadores da América: (1999).

Copa dos Campeões: (2000).

Campeonato Brasileiro Série B: (2003).

Na Seleção:

Copa América: (1999).

Copa do Mundo (2002).

Copa das Confederações: (2005).

 

CRONOLOGIA:

02/05/1992 – esteia na equipe sub-20 do Palmeiras, dirigida pelo técnico Raul Pratali. Empate em 2 a 2 contra o Santos, no Palestra Itália.

16/05/1992 – estréia na equipe profissional. Vitoria por 4 a 0, no amistoso diante da Esportiva de Guaratinguetá, no estádio Dario Rodrigues Leite.

22/07/1992 – campeão paulista sub-20. Vitoria diante do Botafogo (SP) 3 a 2.

19/05/1996 – defende o primeiro pênalti como goleiro da equipe profissional, em partida valida pelo Paulistão diante do Botafogo de Ribeirão, no Palestra Itália.

10/10/1996 – reserva de Velloso, é convocado pela 1º vez pelo técnico Zagallo para a Seleção.

05/05/1999 – nasce o mito São Marcos. Diante do Corinthians, na 1º partida valida pelas quartas de final da Libertadores, faz uma atuação espetacular, opera verdadeiros milagres, garante a vitória por 2 a 0 e é batizado pela mídia e torcida com o apelido de São Marcos.

12/05/1999 – no jogo de volta da Libertadores, após derrota para o Corinthians por 2 a 0 no tempo normal, defende a cobrança de pênalti de Vampata e vê Dinei acertar a trave, classificando o Palmeiras para a próxima fase da competição.

16/0901999 – na decisão da Libertadores contra o Deportivo Cali (COL), diante da torcida palmeirense no Palestra Itália, novamente em decisão por pênaltis, brilha a estrela do goleiro, sagrando-se campeão continental, após chute para fora do atacante Zapata. Nesse dia também é eleito o melhor jogador da competição.

13/11/1999 – estréia com a camisa da Seleção Brasileira, no amistoso diante da Espanha, em Vigo. Fecha o gol e garante o empate em 0 a 0.

30/11/1999 – falha ao cortar o cruzamento do atacante inglês Giggs do Manchester United na decisão do Mundial Interclubes, em Tóquio.

11/05/2000 – garante a classificação do Verdão para as quartas de final, ao vencer na disputa de pênaltis os uruguaios do Peñarol.

06/06/2000 – Palmeiras e Corinthians, mais uma vez decidem vaga às finais da Libertadores nas cobranças de pênaltis. Brilha a estrela do goleiro, que defende a última cobrança do ídolo alvinegro Marcelinho Carioca e garante o Palmeiras pela segunda vez consecutiva na final.

21/06/2000 – vê o bi da Libertadores ir para o espaço, ao perder nos pênaltis para o Boca Juniors, em pleno estádio do Morumbi.

30/05/2001 – decisão por pênaltis diante do Cruzeiro no Mineirão, após empate em 2 a 2 no tempo normal, pelas quartas da Libertadores. Alex, Felipe e Galeano perdem as suas cobranças, mas São Marcos garante o Verdão na próxima fase.

13/07/2001 – Palmeiras e Boca Juniors decidem a vaga às finais da Libertadores, no Palestra Itália. Desta vez, a sorte sorriu para os argentinos, que eliminaram o Palmeiras por 3 a 2.

20/02/2002 – zebra histórica. O Palmeiras perde a primeira partida por 1 a 0 para o ASA (AL) fora de casa. No jogo de volta no Palestra Itália , apesar da vitória por 2 a 1, é eliminado na 1º fase da Copa do Brasil.

30/06/2002 – sagra-se campeão da Copa do Mundo como titular da Seleção Brasileira.

17/11/2002 – faz parte da bisonha campanha palmeirense que levou a equipe a ser rebaixada para a Série B do Campeonato Brasileiro.

23/04/2003 – péssima atuação (falhas grotescas em três gols) na derrota do Palmeiras por 7 a 2 para o Vitória, em pleno Palestra, em partida valida pela Copa do Brasil.

16/07/2006 – sofre nova contusão, agora na clavícula, na partida diante do Corinthians, após choque com o atacante Rafael Moura.

11/03/2007 – outra contusão, no braço direito contra o Juventus afasta o goleiro por 11 meses.

04/05/2008 – fecha o gol e sagra-se campeão paulista contra a Ponte Preta.

12/05/2009 – defende três pênaltis diante do Sport, em plena Ilha do Retiro, e classifica o Palmeiras às quartas de final da Taça Libertadores.

19/08/2010 – na partida em que o Verdão venceu o Vitória por 3 a 0 pela Copa Sul-americana, Marcos atingiu seu jogo de número 500 com a camisa do Palmeiras.

17/09/2011 – no empate por 1 a1, com o Avaí, pelo Campeonato Brasileiro, Marcos realiza sua última partida oficial com a camisa do Palmeiras.

29/09/2011 – o goleiro inaugura a clínica “São Marcos” que oferece fisioterapia e recuperação esportiva para atletas com dificuldades financeiras.

04/01/2012 – a diretoria do Palmeiras anuncia que Marcos se aposenta da carreira de jogador profissional.

 

Fonte: Jornal Agora.

 

 

 

 

 

 

Parreira leva o Corinthians a dois títulos e quase conquista a tríplice coroa em 2002.  Ao longo da história, apesar de grandes conquistas, o Corinthians sempre conviveu com crises e turbulências. Quase sempre, a “bucha” estourava no treinador. Em 2002, o carioca Carlos Alberto Parreira chegou ao clube paulista para acabar com esse estigma. Mesmo sob o olhar desconfiado de muita gente, Parreira se encaixou muito bem no Corinthians. Implantou um sistema de jogo que valorizava extremamente a posse de bola e ia ao ataque com muita prudência. Ao longo do trabalho, encontrou a formação ideal jogando com três atacantes: Leandro, Deivid e Gil. Este ultimo também fazia parte de outro trio importante do time do Corinthians. Ao lado do lateral Kleber e do meia Ricardinho, formou o que Parreira classificou como o “melhor lado esquerdo do mundo”. Com essa característica, o Corinthians conquistou o Torneio Rio-São Paulo e a Copa do Brasil. O regional tinha outro formato, “turbinado” com 16 times, nove de São Paulo e sete do Rio. Na semifinal, a classificação veio diante do São Caetano. Já na decisão, um velho rival. No primeiro jogo, vitória sobre o São Paulo e um inesquecível drible da vaca de Gil no zagueiro Émerson. Na segunda partida, um empate e o título. Apenas três dias depois, Parreira e o Corinthians comemoram mais uma conquista. Após ter passado novamente, pelo São Paulo na semifinal, o Timão bateu o Brasiliense, no Morumbi, e empatou no Distrito Federal. Era o segundo título de Parreira no clube paulista. Mesmo perdendo peças fundamentais como Dida e Ricardinho, o Corinthians ainda conseguiu chegar à final do Campeonato Brasileiro. Na decisão, não conseguiu vencer o Santos de Diego e Robinho e o sonho da tríplice coroa não se realizou.

Fonte: Jornal Lance.

 

Moacir Barbosa Nascimento (Barbosa):

Principais clubes: Ypiranga (SP), Vasco, Santa Cruz e Campo Grande (RJ).

Período de carreira: de 1940 a 1962.

Idade que encerrou: 41 anos.

Emerson Leão:

Principais clubes: Comercial (SP), São José (SP), Palmeiras, Vasco, Grêmio, Corinthians e Sport.

Período de Carreira: de 1967 a 1987.

Idade que encerrou: 38 anos.

Gilmar dos Santos Neves:

Principais clubes: Jabaquara, Corinthians e Santos.

Período de carreira: de 1950 a 1969.

Idade que encerrou: 39 anos.

Haílton Corrêa de Arruda (Manga).

Principais clubes: Sport, Botafogo, Nacional (URU), Internacional, Coritiba e Grêmio.

Período de carreira: de 1955 a 1982.

Idade que encerrou: 45 anos.

Oberdan Cattani.

Principais clubes: Palmeiras e Juventus.

Período de carreira: de 1940 a 1955.

Idade que encerrou: 36 anos.

Claudio André Mergen Taffarel.

Principais clubes: Inter (RS), Parma (ITA), Reggina (ITA), Atlético (MG), Galatasaray (TUR), e Parma (ITA).

Período de carreira: de 1985 a 2003.

Idade que encerrou: 37 anos.

Félix Miéli Venerando.

Principais clubes: Juventus, Portuguesa e Fluminense.

Período de carreira: de 1953 a 1976.

Idade que encerrou: 39 anos.

Marcos Roberto Silveira Reis (São Marcos).

Principais clubes: Palmeiras.

Período de carreira: de 1992 a 2012.

Idade que encerrou: 39 anos.

Ronaldo Soares Giovanelli:

Principais clubes: Corinthians, Fluminense, Cruzeiro, Ponte Preta, Portuguesa e Portuguesa Santista.

Período de carreira: de 1988 a 2005.

Idade que encerrou: 38 anos.

Armelino Donizetti Quagliato (Zetti):

Principais clubes: Toledo (PR), Palmeiras, Londrina, Guarani, São Paulo, Santos, Fluminense, União Barbarense e Sport.

Período de carreira: de 1983 a 2001.

Idade que encerrou: 36 anos.

 

Fonte: Jornal Agora.

 

 

João Havelange, dirigente da FIFA, diz que “Globo” só faz matéria contra Ricardo Teixeira porque a CBF mudou horários de jogos.

O presidente de honra da FIFA, João Havelange, fez duras criticas à “Globo” em entrevista à revista “Poder”. Acusando a emissora de manipular o noticiário, ele reclamou de denuncias recentes feitas contra seu ex-genro, Ricardo Teixeira, que é presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e um de seus aliados mais próximos. Havelange afirmou que a “Globo” só divulgou informações que prejudicam Teixeira porque o dirigente alterou horários do futebol.

“Por que isso? Porque mudou horário de jogo. O Ricardo só não serve na hora que não faz as vontades. Enquanto interessou à Globo, era um gênio. No dia em que ele quis tomar uma medida que poderia ferir a emissora, ela se voltou contra ele”, afirmou Havelange. A gestão de Ricardo Teixeira à frente da CBF tem sido marcada por relações turbulentas com a imprensa e falta de transparência. Até este desentendimento, porém, nem ele e nem seu ex-sogro, Havelange, haviam jamais reclamado da “Globo”.

Até a ruptura, a relação dos dirigentes com a emissora era a melhor possível. Segundo reportagem recente publicada pela revista “Piauí”, a ser questionado por um parceiro comercial sobre possíveis problemas em uma entrevista que seria feita pela emissora, Teixeira o teria tranqüilizado, dizendo estar “tudo sobre controle”.

A jornalista Daniela Pinheiro, que escreveu a reportagem para a “Piauí”, acompanhou a entrevista e registrou que, “apesar de todas as denuncias sobre corrupção e suborno, nenhuma pergunta foi feita sobre o assunto pela “Globo”.

Assim como Teixeira, Havelange enfrenta denuncias graves. Em junho, o Comitê Olímpico Internacional anunciou que abriria investigação contra o dirigente devido às denuncias feitas pela imprensa britânica.

 

Fonte: Folha Universal.

 

Estudo do Senado mostra grande aumento no custo da Copa de 2014. E deve crescer mais e mais. Uma goleada de gastos. Estudo divulgado pela Consultoria Legislativa do Senado apontou que os custos previstos com obras de infraestrutura para a Copa de 2014, que será disputada no Brasil, subiram 28,7% entre janeiro e setembro deste ano. Agora, estima-se que serão precisos R$ 30,7 bilhões para deixar estádios, portos e aeroportos, além de outras obras de mobilidade urbana, prontos para o torneio de futebol. O estudo leva em consideração a inclusão de novas obras no pacote da Copa.

Mas, mesmo comparando apenas as obras que já haviam sido elencadas em janeiro, o aumento chega a 11%. A maior parte das  obras receberá financiamento de bancos públicos ou investimentos diretos de cofres do governos estaduais e municipais.

A infraestrutura de mobilidade urbana nas cidades-sede teve maior reajuste. No 1° balanço das Obras da Copa do Mundo FIFA 2014, o Ministério do Esporte informou que seriam investidos R$ 11,9 bilhões. Em setembro, a previsão subiu 37,5% e atingiu R$ 16,4 bilhões. Entre as cidades que receberão os jogos, Belo Horizonte foi a com maior reajuste dos valores estimados, quase 131%.

Segundo Alexandre Guimarães, consultor responsável pelo levantamento, é preciso fazer uma avaliação minuciosa em cada obra para descobrir o motivo da variação dos custos. Em alguns casos, como o de Belo Horizonte, a explicação pode estar na inclusão de novas obras no orçamento. “Os preços podem ter sidos alterados por três razões.

O primeiro, por conta da inflação. Depois, por acréscimo de outras obras ou por erro de projeto inicial. Tudo isso será averiguado. Esse estudo apenas compara dois balanços do Ministério do Esporte”, explica.

 

Fonte: Folha Universal.

 

Com a aparente “volta por cima” da Globo nas negociações sobre a transmissão dos campeonatos brasileiros de 2012 a 2014, as esperanças de transmissão de jogos na TV aberta em horários civilizados, para espectadores e atletas, se esvaem.  Os clubes atolados em dividas menosprezam a negociação coletiva. Também passam ao largo preocupação com o que o torcedor mortal terá de pagar por ingressos em estádios ou pacotes televisivos para ver seu time ou secar os demais. O esporte mais popular do país é cada dia mais impagável para a maioria da galera. O professor Flávio de Campos, do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), compara a situação a uma briga oligárquica.
“Essa cartolagem é muito parecida com determinadas raposas da política brasileira, e às vezes se confundem mesmo”, diz. A realização da Copa de 2014 no Brasil reforça a mudança de foco do futebol e potencializa a cobiça. Construídos ou reformados, às vezes com necessidades duvidosas, os estádios serão em tese mais bem aparelhados, terão capacidade menor e ingressos mais caros, o que evidencia essa busca pelo público de menor poder aquisitivo.
“A questão da transmissão é um complemento da exclusão que vem sendo feita há anos nos estádios. Em nome da segurança, um padrão da modernidade se impõe e remove os setores populares. Como se a violência fosse um atributo desses setores, o que é uma falácia”, acrescenta  Flávio Campos.
No Maracanã, a geral, conhecida pelo grande número de populares fantasiados que ali acompanhavam os jogos, foi destruída em 2005 e deu lugar as cadeiras – setor nobre.
Foi o fim dos geraldinos, como eram conhecidos os freqüentadores. E os arquibaldos, a turma da arquibancada, também não têm vida fácil. Ambos os tipos foram cunhados pelo escritor Nélson Rodrigues, freqüentador do velho Maracanã.

Fonte: Revista do Brasil.

 

A arena a ser construída nos arredores de Recife tem todos os motivos para existir, segundo políticos e dirigentes locais, menos um: o futebol.
Recife tem três equipes tradicionais, cada uma com estádio próprio: Santa Cruz o Arruda, Sport a Ilha do Retiro e o Náutico o Aflitos. Ainda assim, o governo local optou por construir uma nova arena, aproximadamente 11 km do centro da cidade, para a Copa do Mundo de 2014.
O projeto ainda não tem nome, a ser definido pelo consorcio liderado pela construtora Odebrecht, o Internacional Stadia Group (ISG) e a AEG Facilities.
A revista ESPN procurou o arquiteto Daniel Fernandes para falar dos pormenores da obra e recebeu a informação de que a construtora proibiu os envolvidos de se manifestarem até que tenha obtido todas as liberações para a construção. O local escolhido é pouco habitado, mas, ainda assim, foi preciso desapropriar casas para demarcar o terreno.
O gerente geral do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas de Pernambuco, Silvio Bompastor, dá a real medida do significado da obra: ela tem pouco a ver com o futebol. A construção da “Arena Recife”, como vem sendo chamada provisoriamente, é uma forma de “transformar um planejamento com horizonte de 20 anos em investimentos concentrados em três anos”, explica Bompastor. Há um senso comum no Recife de que a construção da arena a oeste da capital, em São Lourenço da Mata, é uma forma de urbanizar o único lado para o qual a região metropolitana ainda pode crescer. Por isso, as perguntas até são sobre o estádio, mas as respostas são todas sobre a infra-estrutura urbana, principalmente obras viárias, de ampliação de rodovia à extensão da linha do metrô.  O investimento estimado é de R$ 530 milhões, obtidos por meio do sistema de PPP, como empréstimo do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). O Governo de Pernambuco ainda estima gastar R$ 8 bilhões em infra-estrutura. A resistência em admitir que o estádio possa virar um “elefante branco” ao fim da Copa traz à tona uma justificativa pouco elaborada: os estádios existentes não atendem aas demandas da FIFA. Ponto final. O Arruda, que teria capacidade suficiente (60 mil assentos, acima dos 40 mil exigidos), foi imediatamente descartado por “dificuldade de acesso”. A Ilha do Retiro deve ser transformada em uma arena no futuro, mas o Sport ainda analisa os projetos que solicitou, sem se preocupar com os prazos da Copa.
O estádio dos Aflitos precisa ter a capacidade duplicada. Dos três clubes, só o Náutico diz claramente ter interesse em jogar ali. A questão é que a conta não fecha.
“Entendemos que obteríamos menos dinheiro com ingresso. Uma coisa é ir até o centro para ver jogo, é mais fácil. Outra é ir a um lugar distante, outro nível de torcedor”, diz o vice-presidente jurídico do clube, Ivan Rocha. Para a conta fechar, seria preciso ter acesso a outras fontes de receita como bares, restaurantes e publicidade. Para tanto, será necessário negociar com o consorcio: “Estamos esperando propostas”, diz Rocha, mesmo discurso do presidente do Santa Cruz, Fernando Bezerra. Embora considere a possibilidade de negociação, Bezerra diz que é impensável abrir Mao do Arruda. Sobre a real necessidade de uma nova arena, mantém a linha adotada por dirigentes e políticos: “É pagina virada, já está aí e é importante para que nós possamos receber a Copa”. No caso de nenhum clube adotar a arena, o relatório de viabilidade da obra mostra que seria preciso ter ao menos cinco shows e um jogo da Seleção a cada dois anos para que a arena se pagasse durante a concessão de 30 anos. Em abril de 2010, aconteceu o último grande show no Recife, do Megadeth, banda de Heavy Metal que teve seu auge no começo da década de 90 e levou 3 mil pessoas ao Clube Português.

 

Lula, Gena, Mauro, Fraga e Clóvis; Salomão e Ivan; Miruca, Ladeira, Nino e Lala. Esta era a base do Náutico que disputou a final da Taça Brasil de 1967 com o Palmeiras e, no ano seguinte, jogou a sua primeira (e até hoje única) Libertadores. Só não conseguiu passar da primeira fase porque perdeu os pontos da partida em que venceu por 3 a 2 o Deportivo Português, da Venezuela. O motivo: o time fez uma substituição a mais.

Segue a campanha:

Náutico 1×3 Palmeiras.
Estádio: Aflitos.
Gol: Ladeira.

Deportivo Português (VEN) 1×1 Náutico.
Estádio: Olímpico Caracas.
Gol: Ivan.

Deportivo Galicia (VEN) 2×1 Náutico.
Estádio: Olímpico Caracas.
Gol: Lala.

Náutico 1×0 Deportivo Galicia (VEN).
Estádio: Aflitos.
Gol: Nino.

Náutico 3×2 Deportivo Português (VEN).
Estádio: Aflitos.
Gols: Lala, Ladeira e Nino.

Palmeiras 0×0 Náutico.
Estádio: Pacaembu.

Números da campanha.

1º fase:
6 – jogos:
1 – vitória:
2 – empates:
3 – derrotas:
7 – gols pró:
8 – gols contra:

Artilheiros da equipe:
2: gols: Ladeira, Lala e Nino.

 

Maior campeão, Marcelinho Carioca viveu glórias, trauma e foi contagiado por sentimento de louco. Todo corintiano se orgulha de fazer parte do bando de loucos, como é cantado a cada jogo na arquibancada. É justamente essa loucura que pegou Marcelinho Carioca logo em sua chegada ao clube em que se tornou o maior vencedor de sua História.
- Lembro como se fosse hoje quando entrei no Parque São Jorge e já levei um baita susto. Primeiro tocou, do nada, uma sirene muito alta. Ai começou a chegar gente por todos os lados já colocando os dedos na minha cara e avisando: “Aqui é Curintcha!” Eu achei muito louco e avisei ao (então presidente, Alberto Dualib) que iria fazer História no clube.
E como fez! Em seu primeiro jogo oficial, em janeiro de 1994, fez gol na vitória sobre a Portuguesa, no Pacaembu, e apresentou à Fiel sua mais letal arma: o pé direito em cobrança de falta. Começava a era Marcelinho no clube.
Em 1994, o Timão faturou o Troféu Bandeirantes, que rendeu a vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Marcelinho balançou as redes 205 vezes pelo Corinthians e ajudou na conquista de dez títulos, tornando-se o jogador com mais conquistas na História do clube, inclusive no Mundial  – a coroação do Mundial foi sem dúvida minha maior emoção no clube, uma segunda invasão da Fiel ao Maracanã. Foi lindo! Quando subi no gramado lembrei do que li sobre 1976 (a invasão na semifinal do Brasileiro) – lembra o craque, que apontou como piores lembranças as derrotas para o rival Palmeiras na Libertadores, em 1999 e em 2000, ano em que ele perdeu o pênalti decisivo.as experiências fez Marcelinho definir no Corinthians exatamente como seu torcedor. – É a instituição mais diferente e louca que tem. É apaixonante, vibrante, e essas loucuras nos faz tirar forças do nada. Tenho desejo de ir à arquibancada sentir isso.

MELHORES E PIORES MOMENTOS COM O MATO CORINTIANO.
(Gols decisivos)
Além de ganhar, Marcelinho foi decisivo em alguns de seus dez títulos. Na primeira final da Copa Bandeirantes, em 1994, marcou no 6 a 3 sobre o santos. A conquista rendeu vaga na Copa do Brasil de 1995, troféu conquistado com gols do Pé de Anjo nas finais contra o Grêmio. No mesmo ano, balançou as redes nas finais do Paulista, contra o Palmeiras. Em 1998, marcou nas decisões do Brasileiro e, em 2001, na decisão do Paulista.

VILÃO CONTRA O MAIOR RIVAL.
A maior desilusão de Marcelinho no clube é provavelmente o momento de maior tristeza nos 100 anos de História do clube: a derrota para o Palmeiras na semifinal da Libertadores de 2000. Marcelinho foi o vilão por perder o pênalti decisivo, que deu a vaga ao rival na decisão. No ano anterior, o Corinthians, com Marcelinho, também foi eliminado pelo rival, nas quartas de final da competição.

É MUITO CAMPEÃO.
10 títulos ganhou Marcelinho pelo Corinthians.
Mundial da FIFA (2000), Brasileiro (1998 e 1999), Copa do Brasil (1995), Paulista (1995, 1997, 1999 e 2001), Ramón de Carranza (1996) e Copa Bandeirantes (1994).

Fonte: Jornal Lance.

 

Depois que passa dos 30 anos, jogador de futebol não comemora mais seu aniversario com tanta alegria. Ele sente que a carreira está chegando ao fim…

No Brasil, de fato, são poucos os craques que passaram dos 32, 33 anos. É que a profissão é desgastante, com jogos freqüentes, muitas viagens e um campeonato atrás do outro.

Mesmo assim, há muitas exceções – aqui e no estrangeiro. É famoso o caso do ponta-direita Stanley Matthews. Ele defendeu a Seleção Inglesa até os 42 anos e só parou de jogar quando completou 50 anos!

Entre nós, há dois notáveis recordistas: o lateral direito Djalma Santos e o goleiro Manga. Djalma Santos, que disputou quatro Copas do Mundo de (1954 a 1966) e ganhou duas (1958 e 1962), ainda corria atrás da bola aos 41 anos de idade.

E Manga, também ex-integrante da Seleção, tinha 42 anos e continuava jogando como profissional.

Todos eles – Stanley Matthews, Djalma Santos e Manga – dormiam cedo, não bebiam, não fumavam e levavam o futebol muito a sério. E, até depois de parar, eles faziam seus joguinhos com os netos.

 

Goiás Esporte Clube:

Mascote: Periquito: Foi adotado pela torcida do Goiás por causa das cores do clube. O verde da camisa goiana é exatamente o mesmo da ave, que é o símbolo do time.

Sport Club Internacional:

Mascote: Saci: Foi adotado pelo Internacional devido ao gosto do símbolo folclórico por preparar armadilhas para as pessoas. O Colorado não só admira essa característica como tenta colocá-la em pratica sobre seus adversários quando entra em campo.

Esporte Clube Juventude:

Mascote: Periquito: Voltou a representar o Juventude depois que o clube teve problemas por adotar o papagaio. A semelhança com o personagem Zé Carioca, da Disney, fez com que a equipe gaúcha desistisse do papagaio e recorresse ao bom e velho periquito.

Sociedade Esportiva Palmeiras:

Mascote: Periquito: Foi instituído nos anos 40 para reforçar o elo entre o clube, que mudou o nome de Palestra Itália para Palmeiras devido à Segunda Guerra Mundial. O Porco, antes motivo de gozação dos rivais, também acabou adotado pela torcida alviverde.

Paraná Clube:

Mascote: Gralha-Azul: Ave típica do estado do Paraná foi escolhida para simbolizar o clube homônimo. Ela está presente, inclusive, no escudo do Paraná Clube, com uma forma estilizada.

Paysandu Sport Clube:

Mascote: Papão: Foi criado em 1948 por Everardo Guilhon. A inspiração do jornalista baseou-se no temor que o Esquadrão de Aço, como era conhecido o Paysandu, passava pelos adversários.

Associação Atlética Ponte Preta:

Mascote: Macaca: Foi criada para representar e homenagear os torcedores ponte pretanos, considerados vibrantes, de espírito jovem e bastante guerreiros. O substituiu a antiga “Veterana”, mascote original do clube campineiro.

Santos Futebol Clube:

Mascote: Baleia: Em um clássico contra o São Paulo, em 1933, os torcedores santistas foram chamados de “peixinhos” pelos adversários. “Peixinhos com orgulho”, retrucaram os santistas, que desde então adotaram a baleia como mascote do clube do litoral paulista.

Associação Desportiva São Caetano:

Mascote Azulão: Um dos fundadores do clube, Wenceslau Brás é aficionado por pássaros. Ele escolheu o azulão, que curiosamente também serve de símbolo para outros clubes brasileiros que possuem a cor azul como predominante em seus uniformes.

São Paulo Futebol Clube:

Mascote: Velhinho: A figura de barba branca vestido com a camisa do clube é inspirada no apóstolo Paulo, personagem bíblico. Com mascote, foi adotado em 1940, por sugestão de um chargista que fez a primeira ilustração. Vem daí o apelido “time da fé”.

Clube de Regatas Vasco da Gama:

Mascote: Comerciante Português: A figura folclórica de tamancos e camisa do clube surgiu nos anos 40 e caiu nas graças da torcida. Já o apelido Bacalhau foi dado pelo cartunista Henfil, nos anos 60.

Fonte: Revista Placar.

 

Se algum time do Guarani teve chance de ganhar a Copa Libertadores foi aquele campeão de 1978, que tinha Renato, Careca e Zenon. Justamente quando o Bugre estreava na competição, não foi além da fase semifinal. Depois, o time voltaria a disputá-la em 1987, como vice-campeão brasileiro de 1986, e em 1988, como vice do Sport (apontado como campeão brasileiro de 1987 pela CBF). Mas não chegou a entusiasmar.

Veja as campanhas:

Em 1979: 1ª fase.

Alianza Lima (PER) 0×3 Guarani.

Estádio: Alejandro Villanueva.

Gols: Miltão (2) e Bozó.

Universitário (PER) 3×0 Guarani.

Estádio: Monumental de Ate.

Palmeiras 1×4 Guarani.

Estádio: Palestra Itália.

Gols: Gomes, Zenon, Mauro e Bozó.

Guarani 2×0 Alianza Lima (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Bozó e Renato.

Guarani 6×1 Universitário (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Zenon (3), Miltão (2) e Zé Carlos.

Guarani 1×0 Palmeiras.

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Zenon.

SEMI-FINAL:

Palestino (CHI) 0×0 Guarani.

Estádio: Nacional Chile.

Olímpia (PAR) 2×1Guarani.

Estádio: Defensores Del Tchaco.

Gol: Miltão.

Guarani 2×2 Palestino (CHI).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Marinho e Miltão.

Guarani 1×1 Olímpia (PAR).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Marinho.

Em 1987: 1º fase.

Guarani 3×1 São Paulo.

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Henágio (2) e Carlinhos.

Guarani 0×0 Cobreloa (CHI).

Estádio: Brinco de Ouro.

Guarani 0×0 Colo-Colo (CHI).

Estádio: Brinco de Ouro.

São Paulo 2×2 Guarani.

Estádio: Morumbi.

Gols: Evair e João Paulo.

Cobreloa (CHI) 3×1 Guarani.

Estádio: Municipal de Calama.

Gol: Tosín.

Colo-Colo (CHI) 2×0 Guarani.

Estádio: Monumental.

Em 1988: 1º fase.

Sport 0×1 Guarani.

Estádio: Ilha do Retiro.

Gol: Zico (contra).

Alianza Lima (PER) 2×1 Guarani.

Estádio: Alejandro Villanueva.

Gol: Mário.

Universitário (PER) 1×1 Guarani.

Estádio: Monumental de Ate.

Gol: Careca.

Guarani 4×1 Sport.

Estádio: Brinco de Ouro.

Gols: Neto, Beto, Careca e Tony.

Guarani 1×0 Alianza Lima (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Careca.

Guarani 1×1 Universitário (PER).

Estádio: Brinco de Ouro.

Gol: Trece (contra).

OITAVAS-DE-FINAL:

San Lorenzo (ARG) 1×1 Guarani.

Estádio: Nuevo Gasômetro.

Guarani 0×1 San Lorenzo.

Estádio: Brinco de Ouro.

Números das campanhas em três participações:

24 – jogos:

9 – vitórias:

9 – empates:

6 – derrotas:

36 – gols pró:

25 – gols contra:

Maiores artilheiros:

6 gols: Miltão.

5 gols: Zenon.

3 gols: Bozó e Careca.

 

Depois de surpreender o país com a conquista da Copa do Brasil de 1991, o Criciúma do atacante Jairo Lenzi foi muito bem na Libertadores de 1992, chegando a bater o São Paulo por 3×0 na primeira fase. Nas quartas-de-final, porém, caiu diante do próprio tricolor de Telê Santana, com o mérito de ter sido um dos times que deram mais trabalho ao futuro bicampeão da América e do Mundo.

Veja a campanha do Criciúma na Libertadores.

Criciúma 3×0 São Paulo.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Jairo Lenzi, Gelson e Adilson Gomes.

San José 1×2 Criciúma.

Estádio: Jesús Bermúdez.

Gols: Gelson e Jairo Lenzi.

Bolívar 1×1 Criciúma.

Estádio: Hernando Siles.

Gol: Jairo Lenzi.

São Paulo 4×0 Criciúma.

Estádio: Morumbi.

Criciúma 5×0 San José.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Everaldo (3), Jairo Lenzi e Adilson Gomes.

Criciúma 2x1Bolívar.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Roberto Cavalo e Grizzo.

OITAVAS-DE-FINAL.

Sporting Cristal (PER) 1×2 Criciuma.

Estádio: San Martin de Porras.

Gols: Everaldo e Jairo Lenzi.

Criciúma 3×2 Sporting Cristal.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Wilson, Gelson e Everaldo.

QUARTAS-DE-FINAL.

São Paulo 1×0 Criciúma.

Estádio: Morumbi.

Criciúma 1×1 São Paulo.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Jairo Lenzi.

Números da campanha:

10 – jogos:

6 – vitórias:

2 – empates.

2 – derrotas:

19 – gols pró.

12 – gols contra.

Maiores artilheiros:

6 gols: Jairo Lenzi.

5 gols: Everaldo;

3 gols: Gélson.

 

Campeão da primeira Taça Brasil, em 1959, derrotando o Santos de Pelé já em 1960, o Bahia foi também o primeiro representante brasileiro na história da Libertadores, criada naquele mesmo ano. Mas não passou da primeira fase. O tricolor voltou a disputá-la em 1964 (como vice da Taça Brasil) e em 1989 (como campeão Brasileiro).

Vejas as campanhas:

1960: 1º FASE.

San Lorenzo 3×0 Bahia.

Estádio: Nuevo Gasômetro.

Bahia 3×2 San Lorenzo.

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Carlitos, Flávio e Marito.

1964: FASE PRELIMINAR.

Deportivo Itália 0×0 Bahia.

Estádio: Olímpico Caracas.

Deportivo Itália 2×1 Bahia.

Estádio: Olímpico Caracas.

Gol: Vevé.

1989: QUARTAS DE FINAL.

Internacional (RS) 1×2 Bahia.

Estádio: Beira Rio.

Gols: Zé Carlos e Gil.

Marítimo (VEN) 0×0 Bahia.

Estádio: Brigido Iriarte.

Deportivo Táchira (VEN) 1×1 Bahia.

Estádio: Pueblo Nuevo de Táchira.

Gol: Gil.

Bahia 1×0 Internacional (RS).

Estádio: Fonte Nova.

Gol: Charles.

Bahia 3×2 Marítimo (VEN).

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Charles (2) e Osmar.

Bahia 4×1 Deportivo Táchira (VEN).

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Zé Carlos, Osmar, Charles e Marquinhos.

OITAS-DE-FINAL.

Universitário (PER) 1×1 Bahia.

Estádio: Monumental de Ate.

Gol: Osmar.

Bahia 2×1 Universitário (PER).

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Marquinhos e Charles.

QUARTAS-DE-FINAL.

Internacional (RS) 1×0 Bahia.

Estádio: Beira Rio.

Bahia 0×0 Internacional (RS).

Estádio: Fonte Nova.

Números das campanhas em três participações:

14 – jogos:

6 – vitórias:

5 – empates:

3 – derrotas:

18 – gols pró:

15 – gols contra:

Maiores artilheiros:

5 gols: Charles.

3 gols: Osmar.

2 gols: Gil, Marquinhos e Zé Carlos.

 

Entre os times brasileiros que já jogaram a Libertadores, o Bangu é o único que não pode ser orgulhar de ter vencido pelo menos um joguinho. Em 1986, ano que disputou como vice-campeão brasileiro do ano anterior, a equipe empatou duas e perdeu quatro.

Segue a campanha:

Barcelona (Equa) 1×0 Bangu.

Estádio: Monumental Isidro Romero Carbo.

Deportivo Quito (Equa) 3×1 Bangu.

Estádio: Atahualpa.

Gol: Marinho.

Bangu 1×1 Coritiba.

Estádio: Maracanã.

Gol: Jair.

Bangu 1×1 Barcelona (Equa).

Estádio: Maracanã.

Gol: Marinho.

Bangu 3×3 Deportivo Quito (Equa).

Estádio: Maracanã.

Gols: Marcelino, Marinho e Ado.

Coritiba 2×0 Bangu.

Estádio: Couto Pereira.

Os números do Bangu na Competição:

1º fase:

6 – jogos:

0 – vitória:

2 – empates:

4 – derrotas:

6 – gols pró:

12 – gols contra:

Maior artilheiro: Marinho com, 3 gols.

Fonte: Revista Placar.

 

Segue a campanha do Criciúma.

Ubiratan (MS) 1×1 Criciúma.

Estádio: Douradão.

Gol: Grizzo.

Criciúma 4×1 Ubiratan (MS).

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Evandro, Grizzo, Vanderlei e Zé Roberto.

Criciúma 1×0 Atlético (MG).

Estádio: Heriberto Hülse.

Gol: Vanderlei.

Atlético (MG) 0×1 Criciúma.

Estádio: Mineirão.

Gol: Roberto Cavalo.

Goiás 0×0 Criciúma.

Estádio: Serra Dourada.

Criciúma 3×0 Goiás.

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Gelson, Grizzo e Jairo Lenzi.

Remo (PA) 0×1 Criciúma.

Estádio: Evandro Almeida.

Gol: Soares.

Criciúma 2×0 Remo (PA).

Estádio: Heriberto Hülse.

Gols: Soares e Chico Monte Alegre (contra).

FINAL.

Grêmio (RS) 1×1 Criciúma.

Estádio: Olímpico.

Gol: Vilmar.

Criciúma 0×0 Grêmio (RS).

Estádio: Heriberto Hülse.

 

Guará (DF) 1×5 Juventude.

Estádio: Bezerrão.

Gols: Fernando (3), Mabília, Denis e Capone.

Fluminense 3×1 Juventude.

Estádio: Maracanã.

Gol: Wallace.

Juventude 6×0 Fluminense.

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Flávio Paiva (4), Capone e Maurílio.

Juventude 2×0 Corinthians.

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Índio Alagoano e Capone.

Corinthians 0×1 Juventude.

Estádio: Pacaembu.

Gol: Márcio Mexerica.

Juventude 2×2 Bahia.

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Mabilia e Mário Tilico.

Bahia 2×2 Juventude.

Estádio: Fonte Nova.

Gols: Capone e Mario Tilico.

SEMI-FINAL:

Juventude 0×0 Internacional (RS).

Estádio: Alfredo Jaconi.

Internacional (RS) 0×4 Juventude.

Estádio: Beira Rio.

Gols: Capone, Marcos Teixeira, Márcio Mexerica e Mabília.

FINAL:

Juventude 2×1 Botafogo (RJ).

Estádio: Alfredo Jaconi.

Gols: Márcio Mexerica e Fernando.

Botafogo (RJ) 0×0 Juventude.

Estádio: Maracanã.

 

Clube Atlético Mineiro.

Mascote Galo: Foi criado pelo cartunista Fernando Pierucetti em 1945. Nos anos 50, Zé do Monte, ídolo da torcida, passou a entrar em campo carregando um galo e reforçou o símbolo.

Clube Atlético Paranaense:

Mascote: Cartolinha: Foi escolhido como mascote devido aos trajes que os antigos torcedores da elite de Curitiba usavam nas partidas do Atlético (PR) (fraques, cartolas, polainas, etc).

Botafogo de Futebol e Regatas:

Mascote: Cachorro: O cachorro Biriba virou mascote do Botafogo nos anos 50. se o time estivesse vencendo, o então presidente Carlito Rocha soltava a coleira para o animal invadir o campo, o jogo ser interrompido e o tempo passar.

Brasiliense Futebol Clube:

Mascote: Jacaré criado pelo presidente e fundador do Brasiliense, o ex-senador Luiz Estevão. Assim como as cores do uniforme, a mascote foi de gosto do dirigente, dono do clube.

Sport Clube Corinthians:

Mascote: Mosqueteiro: Foi adotado em 1929, após a primeira vitória internacional do Corinthians (a vitória foi o Barradas, da Argentina). A “fibra de mosqueteiro”, mostrada em campo é destacada pelo jornal “A Gazeta”, agradou a torcedores e diretoria, e o apelido vingou.

Coritiba Foot Ball Club:

Mascote: Vovô: O Coritiba adotou como mascote um simpático velhinho que sempre aparece segurando uma caneca de chope. A figura representa muito bem a tradição e longevidade da equipe. O Coritiba, fundado em 1909, é o mais antigo e tradicional clube de futebol da capital paranaense.

Cruzeiro Esporte Clube.

Mascote: Raposa: Foi criada pelo cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, em 1945. A inspiração do artista veio do ex-presidente do clube, Mário Grosso, conhecido por ser astuto e ágil na contratação de jogadores, que eram pretendidos pelo rival Atlético (MG).

Figueirense Futebol Clube.

Mascote: Figueirinha: Personagem criado em setembro de 2002 foi desenhado com base no nome e no símbolo do clube, a Figueira. Trata-se de uma localidade central de Florianópolis, justamente onde o clube foi fundado, em 1921.

Clube de regatas Flamengo:

Mascote: Urubu: Em 1969, Flamengo quebrou o jejum de quatro anos sem vencer o Botafogo. Durante o jogo, um torcedor atirou um urubu no gramado e o animal foi adotado como mascote.

Fluminense Football Club.

Mascote: Cartola: Idealizado pelo grande cartunista argentino Mollas em 1943, o mascote tricolor logo caiu no gosto da torcida. Um homem surgiu, elegante, de fraque e cartola com sua imponente piteira, demonstrando a imagem da aristocracia e da elegância tricolor.

Fortaleza Esporte Clube:

Mascote: Leão: Foi escolhido para representar o Fortaleza pelo ex-presidente do Silvio Carlos, atual presidente do Conselho Deliberativo. Ele se inspirou na raça e na valentia dos jogadores do Tricolor.

 

Ele disputou 471 partidas pelo Timão e fez 141 gols, mas nunca conquistou um campeonato de ponta. A carreira de Roberto Rivelino é recheada de glórias. Só com a camisa 10 do Corinthians foram 471 partidas e 141 gols. Um dos principais ídolos do clube do Parque São Jorge, porém, guarda uma magoa: jamais conquistou um titulo expressivo pelo Timão. O único triunfo do tricampeão mundial foi a Copa Rio-São Paulo de 1966.

A relação do craque com o Alvinegro começou cedo. Após ser recusado em um teste no Palmeiras, Rivelino foi para o Timão em 1964 e logo despontou nas categorias de base.

“Tenho um carinho especial pelo Corinthians. Devo boa parte do meu sucesso ao clube”, afirma. Não demorou muito e o meia, aos 19 anos, em 1965, passou ao time titular e foi convocado para a seleção brasileira. No Mundial do México, em 1970, virou um dos destaques do time canarinho e popularizou o drible elástico. Depois da consagração internacional, porém, veio um período difícil. Riva passou a ser um dos culpados pela a perda do Campeonato Paulista de 1974 e deixou o Corinthians muito criticado.

Sempre com a 10 do Timão.

Rivelino é o nono atleta que mais vestiu o manto alvinegro. Ele atuou em 471 jogos, enquanto o líder do ranking, Wladimir, disputou 805 partidas.

Artilheiro na seleção brasileira.

O meia é o sexto na lista de goleadores da seleção canarinho, com 43 gols, e é o terceiro que mais vezes defendeu o Brasil, em 121 oportunidades.

De vilão no Parque a ídolo nas Laranjeiras.

Quando deixou o Timão, Rivelino se transferiu para o Fluminense. Lá, acabou com a fama de pé frio e conquistou os Cariocas de 1975 e 1976. Antes de encerrar a carreira, o craque jogou por três anos (1978 a 1981) no Al-Hilal, da Arábia Saudita.

Fonte: Diário de São Paulo.

 

Durante toda a minha carreira como jogador de futebol, nenhum jogo mexeu tanto comigo como Corinthians e Palmeiras.

O dérbi entre Palmeiras e Corinthians sempre foi especial. Desses que, além de arrastar multidões fazem a cidade parar. Nos dias que acontecem as partidas, os torcedores olham para a gente de forma diferente, meio que pedindo um esforço extra.

Tive a oportunidade de atuar nesse confronto vestindo as duas camisas. No meu primeiro, em 1989, fiz de cabeça o primeiro do Verdão sobre o Timão por 2 a 0. o Morumbi estava lotado. Mais de 100 mil torcedores. Bons tempos. Aquela emoção foi inesquecível! Só que ainda mais marcante foi quando o Leão, que era o técnico do Palmeiras, me sacou do time. Ali vi que alguma coisa não ia dar certo entre a gente.

Mas depois, graças ao Leão, desembarquei no Parque São Jorge. E lá consegui fazer bons dérbis com a camisa corintiana. No primeiro clássico pelo Timão, jogamos água no chope do rival e desclassificamos o Palmeiras do Brasileiro de 1989. Gol de calcanhar do grande Cláudio Adão. No meu segundo dérbi com a camisa alvinegra, pelo nacional de 1990, fiz um gol de falta no Velloso. A bola pegou na veia e entrou na gaveta dele. Vencemos aquela partida por 2 a 1. Esse jogo também é inesquecível.

Fonte: Diário de São Paulo.

 

Campo Grande (RJ), foi onde o artilheiro começou sua carreira, em 1967 no clube.

No Atlético (MG), jogou de 69 a 73 e marcou o gol do titulo do Brasileiro de 1971.

Dadá quem diria já fez tabelinha com Zico em 73/74.

Em 1976, o artilheiro bateu o recorde brasileiro d e gols numa só partida. Marcou dez contra o Santo Amaro, numa partida que terminou 14×0, jogando pelo Sport Recife.

Em 1976, Dario fez bonito no Inter, marcou um dos na final do Brasileiro.

Em 1977, o goleador vestiu a camisa da Ponte Preta.

Em 1979, ainda em plena forma, Dario jogou no Paysandu.

Em 1980, Dadá vestiu a camisa do Náutico.

No União Rondonópolis (MT), Dario deu uma “passadinha” no final da década de 80, quando já estava quase aposentado.

Em 1981, o goleador jogou pelo Santa Cruz (PE).

Dario jogou pelo Bahia na temporada de 1981 e 82.

O artilheiro Dario vestiu a camisa do Goiás em 1983.

Dadá jogou no América (MG), em 1984.

Em 1984 o artilheiro também vestiu a camisa do Coxa.

Jogando pelo Nacional (AM), Dario foi o artilheiro do Campeonato Amazonense em 1984 com 14 gols.

Em 1985 Dario defendeu as cores do XV de Piracicaba (SP).

Em 1989, Dario treinou o Tiradentes (DF).

No Ji-Paraná (RO), foram apenas 20 dias em 1991, como técnico. O clube não pagou o que prometeu e o “Beija-Flor” voou para outras bandas.

Em 1992, Dario conquistou o primeiro titulo profissional do Ypiranga (Amapá), como técnico.

Frase: “Em 22 anos de carreira, a minha maior frustração foi nunca ter vestido a camisa do Corinthians”.

Fonte: Revista Placar.

 

MAIORES ARTILHEIROS DO BRASILEIRÃO NOS PONTOS CORRIDOS.

Paulo Baier disputou todas as edições do Brasileirão por pontos corridos.

Nesse período, ele atou por cinco clubes diferentes (Criciúma, Goiás, Palmeiras, Sport e Atlético-PR).

Com 77 gols, Paulo Baier.

Com 72 gols, Washington.

Com 58 gols, Obina.

Com 56 gols, Edmundo e Alecsandro.

Com 53 gols, Tuta.

APROVEITAMENTO DOS CAMPEÕES NA ERA DOS PONTOS CORRIDOS.

Em 2003: Cruzeiro, com 100 pontos e aproveitamento de 72,5%.

Em 2004: Santos, com 89 pontos e aproveitamento de 64,5%.

Em 2005: Corinthians, com 81 pontos e aproveitamento de 64,3%.

Em 2006: São Paulo, com 78 pontos e aproveitamento de 68,4%.

Em 2007: São Paulo, com 77 pontos e aproveitamento de 67,5%.

Em 2008: São Paulo, com 75 pontos e aproveitamento de 65,8%.

Em 2009: Flamengo, com 67 pontos e aproveitamento de 58,8%.

Fonte: Jornal Lance.

 

Primeiro time do interior a levantar a taça de campeão estadual em 1986 enfrenta dividas, rebaixamentos e abandono. Recuperação do clube inclui renegociação de divida e prevê volta dos associados, já que não restou nenhum dos 10 mil da década de 90. Há uma pomba morta sobre a base de um troféu quebrado e coberto de pó, numa velha caixa de papelão. O cenário de abandono na sala onde a Internacional de Limeira guarda taças e documentos históricos sintetizam a agonia do clube. Campeã paulista em 1986, a Inter jogou na elite pela última vez em 2005. Desde então, más administrações acompanharam o time em seguidos rebaixamentos. A partir de maio, a tradicional equipe do interior disputará, pela primeira vez, a quarta divisão, o mais baixo degrau do torneio estadual. No ano passado, na Série A-3, o clube caiu com três partidas de antecedência. “Tudo estava abandonado. No auge, em 1990, tínhamos 10 mil sócios. Hoje não temos nenhum”, conta o atual presidente do clube, Ailton de Oliveira, que assumiu o cargo há um mês, mas que comanda o futebol desde 2009. Oliveira faz parte de um grupo gestor criado no inicio de 2008 com outros empresários para administrar o esporte.

“No dia seguinte ao que assumimos, o Limeirão (estádio onde o time manda seus jogos) foi interditado. Depois, veio uma conta de água de R$ 640 mil”, lembra ele. Todos os outros desistiram. Só eu sobrei”. Nessa mesma época, a Inter perdeu um de seus principais patrimônios, o clube de campo, em uma ação trabalhista que corria à revelia. Os dirigentes tinham perdido o prazo para recurso, não sei por qual motivo”, diz Oliveira. A área foi recuperada, porém o processo, movido por 19 ex-atletas, continua na justiça. Aos poucos, o clube tenta se reerguer. A divida, que chegou a R$ 5 milhões, foi renegociada e hoje é de cerca de R$ 1,5 milhão, diz a diretoria. Para ser liberado, o estádio foi reformado, com R$ 140 mil bancados pela prefeitura de Limeira. As categorias de base, esquecidas, foram remontadas. Cenário bem diferente da rotina do clube nos anos 80. Ao bater o Palmeiras na final de 1986, a equipe de Limeira se tornou a primeira equipe campeã paulista do interior – foi repetido por Bragantino, em 1990, e Ituano, em 2002, quando os grandes clubes do Estado disputaram o Torneio Rio-São Paulo – o São Paulo foi supercampeão Paulista naquele ano. Símbolo maior daquela conquista, a taça do campeonato precisou de cuidados. Uma camada de ferrugem cobria boa parte do troféu, e o braço do jogador de futebol que adorna o objeto precisou ser colado para voltar a seu lugar original. Se bem-sucedido, o plano de recuperação do clube planeja a volta do clube à primeira divisão em 2013, ano de seu centenário. Para recuperar as finanças, os gastos do futebol foram reduzidos. “No passado, a folha de pagamento chegou a R$ 129 mil, um absurdo para um time na nossa situação. Neste ano, nosso orçamento mensal é de R$ 60 mil”, declara o presidente – os salários dos atletas variam de R$ 700 a R$ 1.500.

Contratado para recolocar o clube na Série A-3, o técnico Claudemir Peixoto prevê dificuldades para a Inter. “Nesse tipo de campeonato, é preciso misturar habilidade com força. Existem alguns gramados em que não adianta ter só técnica”.

O caminho para a reconstrução deverá ser sinuoso, mas Oliveira acredita que o clube voltará ao papel de um das forças do interior.

RIVAIS SE REENCONTRAM DEPOIS DE 32 ANOS.

O clássico de Limeira, entre Internacional e Independente, voltará a acontecer nesta temporada. O ultimo confronto por uma das divisões do Campeonato Paulista foi realizada em 1978. Durante esse tempo, foram só três partidas, sendo um amistoso, em 1999, e dois jogos pela extinta Copa Energil C, em 2007. O duelo é equilibrado: 13 confrontos, são cinco vitórias da Inter e quatro da Independente.

Fonte: Folha de São Paulo.

 

O Chile ganhou o direito de promover a Copa no congresso da Fifa realizada em Lisboa, em 1956. E por causa da incrível determinação de seu povo conseguiu realizá-la. Afinal, no dia 21 de março de 1960 o país foi sacudido por um terremoto que se estendeu por uma área de 400 quilômetros quadrados, deixando milhares de mortos.

A Fifa chegou a esboçar uma mudança de sede. Não acreditava que país pudesse se recuperar em apenas dois anos. Mas o presidente do Comitê Organizador, Carlos Dittborn Pinto, nascido em Niterói, onde o pai estivera em missão diplomática, assumiu a responsabilidade: “Se nada temos tudo faremos”.

Dittborn morreu um mês antes da Copa, aos 38 anos – o stress acumulado na ânsia de ver a casa arrumada lhe tirou a vida. Mas o Chile sobreviveu. Em 30 de maio de 1962, quando 11 jogadores chilenos pisaram no gramado do Estádio Nacional de Santiago para enfrentar a Suíça, na festa de abertura, a maioria não resistiu. Chorou de emoção.

Fonte: Jornal Lance.

 

CONFORTÁVEL, MAS COM PROBLEMAS.

Estádio Camp Nou é considerado cinco estrelas para a Uefa, mas tem alguns defeitos bem parecidos com os palcos brasileiros. Qualificado pela a Uefa como um estádio cinco estrelas, o Camp Nou, em Barcelona (ESP), de fato esbanja estrutura e conforto. No entanto, também tem seus problemas – o que faz lembrar (e muito) os estádios brasileiros. As falhas começam nas ruas próximas ao estádio, onde o fraco policiamento permite que dezenas de cambistas atuem livremente. Os torcedores são abordados sem quaisquer problemas, a poucos metros das bilheterias. Dentro do estádio, há falhas de acabamento e conservação, inclusive com pedaços de concreto soltos em escadas. Entre os serviços oferecidos pelo clube catalão, a sala de imprensa, por exemplo, necessita de reformas, com tomadas e apoios enferrujados. Outra cena que lembra o Brasil, especificamente o Maracanã, é a dos torcedores em pé em cima das cadeiras. Assim como no anel inferior do estádio carioca, isso ocorre atrás de um dos gols do Camp Nou, onde costumava ficar a geral do estádio.

PONTOS POSITIVOS.

Apesar dos problemas citados, os pontos acima não mancham a estrutura e a organização do Camp Nou. O estádio possui 21 acessos, que permitem o rápido escoamento dos torcedores, tanto na entrada quanto na saída durante os eventos. Na vitória por 2 a 0 sobre a Inter (ITA), pela a Liga, o Camp Nou estava praticamente vazio até 15 minutos antes do ponta pé inicial. Quando a bola rolou, no entanto, o estádio do Barça já estava tomado pela torcida. A cena inversa aconteceu na saída. Após o apito final, a torcida levou cerca de dez minutos para esvaziar o local. Além disso, o eficiente sistema de transporte e estacionamento faz com que o transito nos arredores não tenha grandes problemas. O esquema de segurança após o jogo também funcionou. A torcida da Inter teve de aguardar cerca de 45 minutos para deixar as arquibancadas. No entanto, o fez com uma poderosa escolta policial, que protegeu até a entrada da estação de metrô mais próxima.

Fonte: Jornal Lance.

 

Telstar (1970): Foi à primeira bola com painéis pretos em Mundial. Ela introduziu os modelos com 32 gomos, que tornou a bola ainda mais redonda.

Tango (1978): Lançou o desempenho que foi mantido até o Mundial de 1998, na França. Inovou também na sua impermeabilização, novidade na época.

Azteca (1986): foi a primeira bola feita de materiais sintéticos, o que aumentou sua durabilidade e melhorou a impermeabilidade.

Fevernova (2002): uma camada de espuma sintética aumentou consideravelmente a performance da bola. A combinação de cores também foi inovada.

Teamgeist (2006): introduziu tecnologia para aumentar sua resistência a mudanças de temperatura. Tem precisão próxima à da Jabulani.

 

Fonte: jornal Lance.

 

A primeira vez que Rogério Ceni pegou no gol foi aos 14 anos. Ele era atacante da AABB, do Banco do Brasil, em Sinop (MT). Certo dia, o goleiro da equipe, seu chefe no banco, faltou. Rogério foi para o gol e pegou tudo.

- O chefe até foi transferido de agencia… Não por isso, é claro – brinca o goleiro.

No ano seguinte, Ceni passou num teste no Sinop. Treinou durante uma semana, mas desistiu, pois não era aquilo que queria. Só em 1990, com 17 anos, é que voltou ao clube, como terceiro goleiro. E não é que o titular e o reserva se machucaram? Então, Rogério Ceni teve que tomar conta do gol no campeonato estadual. Naquela temporada, o Sinop tornou-se o primeiro campeão mato-grossense do interior do estado.

No mesmo ano, em sua primeira viagem em um avião, Rogério foi com o pai Eurídes para São Paulo. Tinha testes marcados no São Paulo e no Santos. Como passou no primeiro, já ficou no Morumbi. Nem foi a Vila Belmiro…

 

Fonte: Revista Lance A+.

 
ODISSEIA NA SÉRIE “D”.
Campeão teve que percorrer mais de 28 mil quilômetros por causa da competição.
Desistência de jogadores, falta de apoio financeiro, distancias quase continentais – no total, a delegação percorreu mais de 28 mil Km. Foi diante desses obstáculos todos que o São Raimundo, clube da cidade paraense de Santarém, teve que passar por cima para se sagrar o primeiro campeão da Série D do Campeonato Brasileiro.
Santarém fica a mais de 600 Km de Belém. Para chegar a capital, dois meios de transportes são os mais utilizados: a balsa, em uma viagem de três dias, e o avião, em um trajeto de pouco mais de uma hora. – Moramos numa região muito isolada, isto não temos como mudar. Mas começamos a Série com poucos apoios. Sabíamos desde o inicio a dificuldade que seria, até por se tratar de uma divisão recém-criada – disse o presidente do Pantera, Rosinaldo do Vale. O primeiro jogo fora de casa do São Raimundo já sinalizava o que seria o restante da campanha. Para chegar até Palmas, onde o time venceu o Tocantins por 4 a 1, a delegação do São Raimundo enfrentou uma viagem de um dia – sendo 23 horas passadas dentro de um ônibus.
Mesmo com a folha sobre controle e pagamento em dia, 11 jogadores desistiram do projeto.
- Eles não agüentaram as viagens em cima da hora, cansativas, e falta de estrutura, então pediram para sair. Os que ficaram foram guerreiros – afirmou o diretor de futebol do clube, Sandeclei Monte. Mais do que tudo, o São Raimundo mostrou que para ser campeão é preciso ser persistente e acreditar.
PARA CHEGAR A MACAPÁ QUASE FOI UM MOTIVO DE DESISTENCIA.
O São Raimundo teve motivos de sobra para desistir da Série D no meio do caminho. Uma das situações mais criticas que a delegação precisou enfrentar foi na terceira fase, quando chegou a Macapá apenas duas horas e meia antes da partida contra a equipe do Cristal (AP). – Tivemos vários tipos de dificuldades. Estivemos perto de desistir do campeonato. Lembro que tínhamos um jogo em Macapá no domingo e, sábado à tarde, não tínhamos as passagens. Quando todos já tinham desistido e já era noite de sábado nós conseguimos alugar duas aeronaves pequenas – disse o diretor de futebol, Sandeclei Monte.
Para quem pensa que a única dificuldade foi não ter o meio de transporte disponível com antecedência se engana. Além disso, a equipe precisou pousar na cidade próxima de Macapá – cerca de uma hora e meia de distancia de avião – que estava com o aeroporto fechado. – Às sete horas da manhã de domingo, quando chagamos a Macapá, resolveram fechar o aeroporto e não nos deixam pousar.
Tivemos que ir para Monte Dourado, uma cidade perto, onde ficamos até o meio dia, quando liberaram a pista de pouso em Macapá. Chegamos na capital por volta de 13h30.
Só deu tempo de almoçar, tomar banho e ir jogar – lembrou Sandeclei, contando que o time ainda foi derrotado por 3 a 1.
JOGOS DO SÃO RAIMUNDO FORA DE CASA.
Desde a estréia na Série D, dia 5 de julho, em casa, contra o Moto Club (MA), a caminhada do São Raimundo durou quase quatro meses.
Nesse período, o time paraense percorreu 28.056 Km (seis vezes do Oiapoque ao Chuí). Confira os jogos do campeão da 4º Divisão como visitante:
Tocantins 1×4 São Raimundo.
Total: 3.796 Km
Trajeto: avião Santarém/Belém (PA) (691 Km); ônibus Belém/Palmas (1.207 Km).
Volta: mesmo trajeto, só que inverso.
Cristal (AP) 0×1 São Raimundo.
Total: 1.396 Km.
Trajeto: avião: Santarém/Macapá (485 Km); Macapá/Monte Dourado (AP) (213 Km).
Monte Dourado/Macapá (213 Km); Macapá/Santarém (485).
Moto Club (MA) 3×0 São Raimundo.
Total: 2.290 Km.
Trajeto: Santarém/São Luis (MA) – 1.145 Km.
Vota de avião São Luis/ Santarém – 1.145 Km.
Gênus (RO) 1×1 São Raimundo.
Total: 8.876 Km.
Trajeto: todo de avião, Santarém/Manaus – 589 Km; Manaus/Brasília – 1.929 Km; Brasília/Porto Velho (RO) – 1.920 Km. Trajeto inverso na volta.
Cristal (AP) 3×1 São Raimundo.
Total: 970 Km.
Trajeto: avião Santarém/ Macapá – 485 Km: Volta Macapá/Santarém.
Cristal (AP) 1×1 São Raimundo.
Total: 970 Km.
Trajeto: avião Santarém/ Macapá – 485 Km: Volta Macapá/Santarém.
Alecrim (RN) 2×2 São Raimundo.
Total: 4.356 Km.
Trajeto: avião: Santarém/Natal – 2.178 Km. Volta: Natal/Santarém – 2.178 Km.
Macaé (RJ) 3×2 São Raimundo.
Total: 5.402 Km.
Trajeto: avião: Santarém/Rio de Janeiro – 2.584 Km, ônibus Rio de Janeiro/Volta Redonda – 117 Km; volta: mesmo trajeto, mas no sentido inverso.
Fonte: Jornal Lance.
Campeão teve que percorrer mais de 28 mil quilômetros por causa da competição.
Desistência de jogadores, falta de apoio financeiro, distancias quase continentais – no total, a delegação percorreu mais de 28 mil Km. Foi diante desses obstáculos todos que o São Raimundo, clube da cidade paraense de Santarém, teve que passar por cima para se sagrar o primeiro campeão da Série D do Campeonato Brasileiro.
Santarém fica a mais de 600 Km de Belém. Para chegar a capital, dois meios de transportes são os mais utilizados: a balsa, em uma viagem de três dias, e o avião, em um trajeto de pouco mais de uma hora. – Moramos numa região muito isolada, isto não temos como mudar. Mas começamos a Série com poucos apoios. Sabíamos desde o inicio a dificuldade que seria, até por se tratar de uma divisão recém-criada – disse o presidente do Pantera, Rosinaldo do Vale. O primeiro jogo fora de casa do São Raimundo já sinalizava o que seria o restante da campanha. Para chegar até Palmas, onde o time venceu o Tocantins por 4 a 1, a delegação do São Raimundo enfrentou uma viagem de um dia – sendo 23 horas passadas dentro de um ônibus.
Mesmo com a folha sobre controle e pagamento em dia, 11 jogadores desistiram do projeto.
- Eles não agüentaram as viagens em cima da hora, cansativas, e falta de estrutura, então pediram para sair. Os que ficaram foram guerreiros – afirmou o diretor de futebol do clube, Sandeclei Monte. Mais do que tudo, o São Raimundo mostrou que para ser campeão é preciso ser persistente e acreditar.
PARA CHEGAR A MACAPÁ QUASE FOI UM MOTIVO DE DESISTÊNCIA.
O São Raimundo teve motivos de sobra para desistir da Série D no meio do caminho. Uma das situações mais criticas que a delegação precisou enfrentar foi na terceira fase, quando chegou a Macapá apenas duas horas e meia antes da partida contra a equipe do Cristal (AP). – Tivemos vários tipos de dificuldades. Estivemos perto de desistir do campeonato. Lembro que tínhamos um jogo em Macapá no domingo e, sábado à tarde, não tínhamos as passagens. Quando todos já tinham desistido e já era noite de sábado nós conseguimos alugar duas aeronaves pequenas – disse o diretor de futebol, Sandeclei Monte.
Para quem pensa que a única dificuldade foi não ter o meio de transporte disponível com antecedência se engana. Além disso, a equipe precisou pousar na cidade próxima de Macapá – cerca de uma hora e meia de distancia de avião – que estava com o aeroporto fechado. – Às sete horas da manhã de domingo, quando chagamos a Macapá, resolveram fechar o aeroporto e não nos deixam pousar.
Tivemos que ir para Monte Dourado, uma cidade perto, onde ficamos até o meio dia, quando liberaram a pista de pouso em Macapá. Chegamos na capital por volta de 13h30.
Só deu tempo de almoçar, tomar banho e ir jogar – lembrou Sandeclei, contando que o time ainda foi derrotado por 3 a 1.
JOGOS DO SÃO RAIMUNDO FORA DE CASA.
Desde a estréia na Série D, dia 5 de julho, em casa, contra o Moto Club (MA), a caminhada do São Raimundo durou quase quatro meses.
Nesse período, o time paraense percorreu 28.056 Km (seis vezes do Oiapoque ao Chuí). Confira os jogos do campeão da 4º Divisão como visitante:
Tocantins 1×4 São Raimundo.
Total: 3.796 Km
Trajeto: avião Santarém/Belém (PA) (691 Km); ônibus Belém/Palmas (1.207 Km).
Volta: mesmo trajeto, só que inverso.
Cristal (AP) 0×1 São Raimundo.
Total: 1.396 Km.
Trajeto: avião: Santarém/Macapá (485 Km); Macapá/Monte Dourado (AP) (213 Km).
Monte Dourado/Macapá (213 Km); Macapá/Santarém (485).
Moto Club (MA) 3×0 São Raimundo.
Total: 2.290 Km.
Trajeto: Santarém/São Luis (MA) – 1.145 Km.
Vota de avião São Luis/ Santarém – 1.145 Km.
Gênus (RO) 1×1 São Raimundo.
Total: 8.876 Km.
Trajeto: todo de avião, Santarém/Manaus – 589 Km; Manaus/Brasília – 1.929 Km; Brasília/Porto Velho (RO) – 1.920 Km. Trajeto inverso na volta.
Cristal (AP) 3×1 São Raimundo.
Total: 970 Km.
Trajeto: avião Santarém/ Macapá – 485 Km: Volta Macapá/Santarém.
Cristal (AP) 1×1 São Raimundo.
Total: 970 Km.
Trajeto: avião Santarém/ Macapá – 485 Km: Volta Macapá/Santarém.
Alecrim (RN) 2×2 São Raimundo.
Total: 4.356 Km.
Trajeto: avião: Santarém/Natal – 2.178 Km. Volta: Natal/Santarém – 2.178 Km.
Macaé (RJ) 3×2 São Raimundo.
Total: 5.402 Km.
Trajeto: avião: Santarém/Rio de Janeiro – 2.584 Km, ônibus Rio de Janeiro/Volta Redonda – 117 Km; volta: mesmo trajeto, mas no sentido inverso.
Fonte: Jornal Lance.
 
A INGLATERRA VIRA MODELO.
Tragédia na Bélgica provocada por Hooligans ingleses há 24 anos fez o país criar leis especificas para o futebol.
A origem de leis especificas de combate à violência em eventos esportivos está ligada ao episodio conhecido como “tragédia de Heysel”. No dia 29 de maio de 1985, um tumulto causado por Hooligans, como são conhecidos os torcedores ingleses que aos estádios para provocar, entrar em confronto com os adversários e praticar vandalismo, causou 39 mortes no Heysel Park, na Bélgica, pouco antes do inicio da partida final da Copa dos Campeões da Europa, entre Liverpool, da Inglaterra, e Juventus, da Itália. Como punição, a própria federação inglesa baniu seus clubes das competições européias por cinco anos. A partir daquela data, seis leis foram implantadas para tentar conter os Hooligans. A mais recente, de 2000, prevê, alem da prisão, banimento dos estádios por até dez anos, inclusive fora do Reino Unido, para quem se envolver em alguma confusão. Só no ano passado foram emitidas 1.072 ordens de expulsão. Atualmente, 3.172 estão em vigor.
Em caso de reincidência, há previsão de afastamento perpetuo dos campos. Torcedores ingleses podem ser punidos até por um xingamento ou tatuagem considerada ofensiva. Vigilância por câmeras é obrigatória nos estádios.
“A policia inglesa prefere banir a prender por pouco tempo”, explica Marco Aurélio Klein, presidente da comissão de ingressos da Federação Paulista de Futebol. “O fato de ter sido preso vira um troféu entre esses fanáticos.
Longe dos estádios, eles perdem a força.”Klein coordenou em 2005 a Comissão da Paz no Esporte, criada pelo governo federal para estudar ações de combate à violência no futebol. Na Espanha também há um modelo eficaz de controle. Muitas de até 650.000 euros por infrações consideradas muito graves inibem o vandalismo. Uma invasão de campo, ocorrência rotineira nos campos de futebol paulistas, custa 60.000 euros. Além disso, o país tem penas de prisão de até quatro anos por delitos cometidos em praças esportivas.
Heysel Park, dia 29 de maio de 1985: entre os 39 mortos, 32 eram torcedores italianos pisoteados.
Fonte: Revista Veja.

Tragédia na Bélgica provocada por Hooligans ingleses há 24 anos fez o país criar leis especificas para o futebol. A origem de leis especificas de combate à violência em eventos esportivos está ligada ao episodio conhecido como “tragédia de Heysel”. No dia 29 de maio de 1985, um tumulto causado por Hooligans, como são conhecidos os torcedores ingleses que aos estádios para provocar, entrar em confronto com os adversários e praticar vandalismo, causou 39 mortes no Heysel Park, na Bélgica, pouco antes do inicio da partida final da Copa dos Campeões da Europa, entre Liverpool, da Inglaterra, e Juventus, da Itália. Como punição, a própria federação inglesa baniu seus clubes das competições européias por cinco anos. A partir daquela data, seis leis foram implantadas para tentar conter os Hooligans. A mais recente, de 2000, prevê, alem da prisão, banimento dos estádios por até dez anos, inclusive fora do Reino Unido, para quem se envolver em alguma confusão. Só no ano passado foram emitidas 1.072 ordens de expulsão. Atualmente, 3.172 estão em vigor. Em caso de reincidência, há previsão de afastamento perpetuo dos campos. Torcedores ingleses podem ser punidos até por um xingamento ou tatuagem considerada ofensiva. Vigilância por câmeras é obrigatória nos estádios. “A policia inglesa prefere banir a prender por pouco tempo”, explica Marco Aurélio Klein, presidente da comissão de ingressos da Federação Paulista de Futebol. “O fato de ter sido preso vira um troféu entre esses fanáticos. Longe dos estádios, eles perdem a força.”Klein coordenou em 2005 a Comissão da Paz no Esporte, criada pelo governo federal para estudar ações de combate à violência no futebol. Na Espanha também há um modelo eficaz de controle. Muitas de até 650.000 euros por infrações consideradas muito graves inibem o vandalismo. Uma invasão de campo, ocorrência rotineira nos campos de futebol paulistas, custa 60.000 euros. Além disso, o país tem penas de prisão de até quatro anos por delitos cometidos em praças esportivas. Heysel Park, dia 29 de maio de 1985: entre os 39 mortos, 32 eram torcedores italianos pisoteados.

Fonte: Revista Veja.

 
O MAIOR DO MUNDO.
Estudo mostra que Brasileirão tem potencial para ter o maior publico do planeta.
Que o Brasil tem o melhor futebol e a população mais apaixonada pelo o esporte no mundo, todos já sabiam. O que ninguém imaginava é que tem potencial ter o maior publico presente, superando até mesmo a Liga inglesa, considerada a mais poderosa. Estudo da Crowe Horwath RCS traça um paralelo entre o espaço ocioso e o ocupado nos estádios e aponta um total de 17 milhões de torcedores como taxa de ocupação máxima no país.
De acordo com os dados de 2008, a Liga inglesa tem o maior publico total, com 13,5 de torcedores, mas com percentual de 93% de ocupação. A segunda colocada é a Bundesliga, da Alemanha, com presença de 12,8 milhões pessoas e ocupação de 92%.
- Hoje a Série A trabalha com taxa de 40% mais que o dobro registrado em 2003. Já evoluiu muito, quando dissemos que a capacidade é de 17 milhões, nos referimos aos 100% – explicou da divisão de gestão do esporte da CHRCS, Amir Somoggi.
O Brasil ainda precisa melhorar para se equiparar aos melhores campeonatos do mundo – inglês, Alemão, Espanhol, Italiano e Francês, por faturamento. No que diz respeito aos estádios, segundo Somoggi a receita é aumentar o preço médio dos ingressos e incrementar a oferta de serviços nos dias de jogos. Contudo, o país já vem de uma evolução. O preço médio dos bilhetes passou de R$ 9, em 2006, para R$ 17 no ano passado.
O executivo citou como casos positivos os de Grêmio e Inter, que com seus sócios conseguiram aumentar o faturamento no estádio; Palmeiras, com espaço Visa; Corinthians, com o efeito Ronaldo; e o São Paulo, com camarotes e outras estratégias de marketing.
- O Flamengo também vale como exemplo. Aumentou a bilheteria de R$ 1,5 milhão, em 2003, para R$ 21 milhões, em 2008. É uma força comercial. Com estádio próprio seria o maior clube em faturamento com ingressos no país – concluiu.
ESTRATÉGIAS PARA ATRAIR NOVOS TORCEDORES.
Os clubes brasileiros vêm buscando alternativas para diversificarem suas receitas e o modelo do programa de sócio-torcedor – que fideliza o ‘cliente’o alastra-se pelo país.
- Além do beneficio para o espetáculo, o montante arrecadado é cada vez mais importante. Antes a receita das bilheterias não era uma das principais fontes, hoje mudou e já contamos com estes valores – explicou o diretor de marketing do São Paulo, Adalberto Baptista.
São Paulo e Internacional são dois exemplos de clubes que apostam na promessa de conforto para atrair ainda mais seus torcedores. No Caso do Tricolor paulista, para 2010 é a de lançar o cartão de sócio com chip para poupar o torcedor de ir ao Morumbi adquirir seu ingresso. A intenção é que possa fazê-lo de casa ou de postos de compra.
Já o Colorado investe desde 2005 em cadeiras para os torcedores no Beira-Rio exceto na arquibancada inferior, que ocupa cerca de 25% do estádio. A cobertura também esta nos planos da diretoria.
- Além dessas ações, também procuramos dar uma atenção especial ao nosso sócio. Ele recebe uma revista mensal em casa, além de CD’s em ocasiões especiais. Dia 17 de dezembro, por exemplo, todos entrarão de graça no estádio para o “Show do Centenário” – afirmou Jorge Avancini, diretor executivo de marketing do Internacional.
Fonte: Lance.

Estudo mostra que Brasileirão tem potencial para ter o maior publico do planeta. Que o Brasil tem o melhor futebol e a população mais apaixonada pelo o esporte no mundo, todos já sabiam. O que ninguém imaginava é que tem potencial ter o maior publico presente, superando até mesmo a Liga inglesa, considerada a mais poderosa. Estudo da Crowe Horwath RCS traça um paralelo entre o espaço ocioso e o ocupado nos estádios e aponta um total de 17 milhões de torcedores como taxa de ocupação máxima no país. De acordo com os dados de 2008, a Liga inglesa tem o maior publico total, com 13,5 de torcedores, mas com percentual de 93% de ocupação. A segunda colocada é a Bundesliga, da Alemanha, com presença de 12,8 milhões pessoas e ocupação de 92%.

- Hoje a Série A trabalha com taxa de 40% mais que o dobro registrado em 2003. Já evoluiu muito, quando dissemos que a capacidade é de 17 milhões, nos referimos aos 100% – explicou da divisão de gestão do esporte da CHRCS, Amir Somoggi. O Brasil ainda precisa melhorar para se equiparar aos melhores campeonatos do mundo – inglês, Alemão, Espanhol, Italiano e Francês, por faturamento. No que diz respeito aos estádios, segundo Somoggi a receita é aumentar o preço médio dos ingressos e incrementar a oferta de serviços nos dias de jogos. Contudo, o país já vem de uma evolução. O preço médio dos bilhetes passou de R$ 9, em 2006, para R$ 17 no ano passado. O executivo citou como casos positivos os de Grêmio e Inter, que com seus sócios conseguiram aumentar o faturamento no estádio; Palmeiras, com espaço Visa; Corinthians, com o efeito Ronaldo; e o São Paulo, com camarotes e outras estratégias de marketing.

- O Flamengo também vale como exemplo. Aumentou a bilheteria de R$ 1,5 milhão, em 2003, para R$ 21 milhões, em 2008. É uma força comercial. Com estádio próprio seria o maior clube em faturamento com ingressos no país – concluiu.

ESTRATÉGIAS PARA ATRAIR NOVOS TORCEDORES.

Os clubes brasileiros vêm buscando alternativas para diversificarem suas receitas e o modelo do programa de sócio-torcedor – que fideliza o ‘cliente’o alastra-se pelo país. - Além do beneficio para o espetáculo, o montante arrecadado é cada vez mais importante. Antes a receita das bilheterias não era uma das principais fontes, hoje mudou e já contamos com estes valores – explicou o diretor de marketing do São Paulo, Adalberto Baptista.

São Paulo e Internacional são dois exemplos de clubes que apostam na promessa de conforto para atrair ainda mais seus torcedores. No Caso do Tricolor paulista, para 2010 é a de lançar o cartão de sócio com chip para poupar o torcedor de ir ao Morumbi adquirir seu ingresso. A intenção é que possa fazê-lo de casa ou de postos de compra. Já o Colorado investe desde 2005 em cadeiras para os torcedores no Beira-Rio exceto na arquibancada inferior, que ocupa cerca de 25% do estádio. A cobertura também esta nos planos da diretoria.

- Além dessas ações, também procuramos dar uma atenção especial ao nosso sócio. Ele recebe uma revista mensal em casa, além de CD’s em ocasiões especiais. Dia 17 de dezembro, por exemplo, todos entrarão de graça no estádio para o “Show do Centenário” – afirmou Jorge Avancini, diretor executivo de marketing do Internacional.

Fonte: Lance.

 
O GOL COMO DESAFIO.
Mais que nunca, Dadá precisava marcar. E a grande chance de provar que tinha merecido a convocação para a Copa apareceu na decisão do primeiro campeonato nacional, em pleno Maracanã, contra o Botafogo.
Naquele ano de 1971, eu me sentia mais que nunca a obrigação de ser artilheiro. Afinal fui campeão do mudo um ano antes, na Copa de 1970, no México, sob a suspeita de ter sido convocado apenas por imposição do presidente Médici. Por isso, o ano seguinte, 1971, tornou-se inesquecível: com meu gol contra o Botafogo, no Maracanã, que deu ao Atlético (MG) o título do primeiro Campeonato Brasileiro, mostrei que era mesmo o maior centroavante do Brasil. Aquela partida ficou marcada em mim como o jogo da revolta. Três clubes haviam se classificado para a decisão: o São Paulo, que tinha goleado o Botafogo, no Pacaembu, por 4×1; o Atlético, que havia vencido o São Paulo por 1×0 no Mineirão; e o Botafogo, nosso último adversário. Se a gente perdesse para o Bota, o São Paulo seria o campeão. Os cariocas só ficariam com o titulo se ganhassem do nosso time por uma diferença de seis gols – o que, àquela altura, poderia ser considerado humanamente impossível. É que aquele Atlético Mineiro em que eu jogava estava demais. Não era um time tecnicamente brilhante, mas nosso treinador, Telê Santana, fazia com que a gente jogasse sempre com muito amor à camisa. Renato era um goleiro de muito reflexo; Humberto Monteiro, um lateral do mesmo naipe de Carlos Alberto Torres, o capitão do tri; Spencer, um jogador metódico, de categoria, que botava a bola no chão; Odair, um cracão, o crânio da nossa equipe. Tinha também eu, o Dadá, que naquele brasileiro de 1971 sempre deixava um ou dois gols por partida. Como eu mesmo costumava dizer, Dada´ não era craque, Dadá fazia gols. Em números, a maior partida que já realizei foi em 1976, em um jogo do Sport contra o Santo Amaro. Afinal naquele dia bati o recorde nacional de gols em um só jogo – fiz nada menos que dez., mas como esquecer a final contra o Botafogo?
Foi mesmo um jogo confuso. Até que Nilton Santos, que era diretor de futebol deles e sempre foi educado como uma dama, deu um soco no arbitro Armando Marques naquele triangular final. Além disso, o Botafogo morria de raiva do Atlético Mineiro. Isso vinha desde 1967, quando os dois disputaram uma vaga nas eliminatórias da antiga Taça Brasil, mais ou menos no sistema que acontece hoje, com a atual Copa do Brasil. O jogo tinha empatado e a decisão da vaga foi para o cara-ou-coroa, ali mesmo no gramado. A moedinha foi jogada na frente dos dois capitães, Gérson, do Botafogo, e Décio, do Atlético. Nem bem ela caiu no chão, o Décio chutou-a longe, e saiu gritando: ‘Deu Atlético! Deu Atlético!’
Dessa vez, não houve jeito de Gérson levar vantagem, e os botafoguenses jamais perdoaram tal malandragem. Por isso, se não desse para faturar o titulo, queriam pelo menos entregá-lo para o São Paulo naquele dia.
Havíamos chegado para a decisão já na sexta-feira, e ficamos concentrados em um sitio de um amigo do Telê, perto do Rio de Janeiro. Lá havia um campinho onde fazíamos peladas e ensaiávamos algumas jogadas. Combinei com o Lola, meu companheiro lá na frente, de ele jogar me lançando e fazendo as tabelas curtas – o que era o meu forte. Afinal, quem toca bonito na bola é craque, e a habilidade que me sobrava dentro da área sempre faltava quando eu estava fora dela. Na hora do jogo, o Maracanã parecia um mar revolto. Eram todos contra o Galo, com exceção a torcida do Vasco, que tinha minha prima Iara chefiando a camisa 12, e apareceu por lá para nos dar uma força. ‘O Galo vai virar galinha’, insistiam os rádios e jornais do Rio na véspera da partida. Nunca os mineiros foram tão gozados como naqueles dias, em que os torcedores do Atlético invadiam as praias vestindo calças compridas. O Botafogo de Jairzinho, Paulo César Caju e Djalma Dias possuía muito mais nome que o nosso time. E veio com tudo para cima do Galo. Sabiam que, se fizessem um ou dois gols logo de cara, tudo ficaria mais fácil. Por isso, nem esperavam pelo gandula quando a bola saia de campo: iam atrás dela, loucos. Assim, comandaram o primeiro tempo inteiro. Agüentamos a pressão só comigo no ataque, antes do jogo, como de costume, havia prometido marcar o Gol Sutil – um palavra muito bonita, que eu queria consagrar. Mas, para ser sincero, naquele primeiro tempo nem vi a cor da bola.
Como o primeiro tempo terminou 0×0, a responsabilidade do Botafogo só aumentava. Eles vão cansar. Vamos continuar tocando a bola com calma, que eles vão cansar, insistia Telê do banco. De fato, a pressão botafoguense durou só até os quinze primeiros minutos do segundo tempo. Aí, o Atlético foi tomando corpo. Aos 18  do segundo tempo, Humberto Ramos pegou a bola pela esquerda, cortou o Djalma Dias e cruzou bem alto, para dentro da área do Botafogo, foi do jeito que eu gosto, uma jogada que só mesmo Dadá poderia completar: subi com o falecido Valtencir, e acho que sai do chão uns 90 cm. Cabeceei para baixo, igualzinho ao que o velho Baltazar fazia, e venci o Wendell. Naquele momento, só pensei na torcida do Atlético. Teve gente que veio até de cavalo para ver aquele jogo no Maracanã, ai ficou mais fácil. Os botafoguenses queriam resolver tudo sozinhos, e chegamos até a ensaiar um olé para cima deles. Na volta, nossa recepção foi digna de um rei. 90% da população de Belo Horizonte estava esperando a gente, tinha tanta gente quanto a recepção de Piazza, Fontana, Tostão e Dadá, os jogadores mineiros campeões do mundo em 1970. No meio da multidão, acompanhei com os olhos um senhor com a bandeira do Atlético em uma das mãos e uma criança em outro braço. Assim – acredite se quiser! – ele andou 15 quilômetros a pé atrás do carro dos bombeiros em que nós estávamos. Naquele momento, agradeci a Deus por ter me dado a chance de ser o Dadá Maravilha, responsável direto por tanta felicidade.
Fonte: Revista Placar.
Mais que nunca, Dadá precisava marcar. E a grande chance de provar que tinha merecido a convocação para a Copa apareceu na decisão do primeiro campeonato nacional, em pleno Maracanã, contra o Botafogo.
Naquele ano de 1971, eu me sentia mais que nunca a obrigação de ser artilheiro. Afinal fui campeão do mudo um ano antes, na Copa de 1970, no México, sob a suspeita de ter sido convocado apenas por imposição do presidente Médici. Por isso, o ano seguinte, 1971, tornou-se inesquecível: com meu gol contra o Botafogo, no Maracanã, que deu ao Atlético (MG) o título do primeiro Campeonato Brasileiro, mostrei que era mesmo o maior centroavante do Brasil. Aquela partida ficou marcada em mim como o jogo da revolta. Três clubes haviam se classificado para a decisão: o São Paulo, que tinha goleado o Botafogo, no Pacaembu, por 4×1; o Atlético, que havia vencido o São Paulo por 1×0 no Mineirão; e o Botafogo, nosso último adversário. Se a gente perdesse para o Bota, o São Paulo seria o campeão. Os cariocas só ficariam com o titulo se ganhassem do nosso time por uma diferença de seis gols – o que, àquela altura, poderia ser considerado humanamente impossível. É que aquele Atlético Mineiro em que eu jogava estava demais. Não era um time tecnicamente brilhante, mas nosso treinador, Telê Santana, fazia com que a gente jogasse sempre com muito amor à camisa. Renato era um goleiro de muito reflexo; Humberto Monteiro, um lateral do mesmo naipe de Carlos Alberto Torres, o capitão do tri; Spencer, um jogador metódico, de categoria, que botava a bola no chão; Odair, um cracão, o crânio da nossa equipe. Tinha também eu, o Dadá, que naquele brasileiro de 1971 sempre deixava um ou dois gols por partida. Como eu mesmo costumava dizer, Dada´ não era craque, Dadá fazia gols. Em números, a maior partida que já realizei foi em 1976, em um jogo do Sport contra o Santo Amaro. Afinal naquele dia bati o recorde nacional de gols em um só jogo – fiz nada menos que dez., mas como esquecer a final contra o Botafogo?
Foi mesmo um jogo confuso. Até que Nilton Santos, que era diretor de futebol deles e sempre foi educado como uma dama, deu um soco no arbitro Armando Marques naquele triangular final. Além disso, o Botafogo morria de raiva do Atlético Mineiro. Isso vinha desde 1967, quando os dois disputaram uma vaga nas eliminatórias da antiga Taça Brasil, mais ou menos no sistema que acontece hoje, com a atual Copa do Brasil. O jogo tinha empatado e a decisão da vaga foi para o cara-ou-coroa, ali mesmo no gramado. A moedinha foi jogada na frente dos dois capitães, Gérson, do Botafogo, e Décio, do Atlético. Nem bem ela caiu no chão, o Décio chutou-a longe, e saiu gritando: ‘Deu Atlético! Deu Atlético!’
Dessa vez, não houve jeito de Gérson levar vantagem, e os botafoguenses jamais perdoaram tal malandragem. Por isso, se não desse para faturar o titulo, queriam pelo menos entregá-lo para o São Paulo naquele dia.
Havíamos chegado para a decisão já na sexta-feira, e ficamos concentrados em um sitio de um amigo do Telê, perto do Rio de Janeiro. Lá havia um campinho onde fazíamos peladas e ensaiávamos algumas jogadas. Combinei com o Lola, meu companheiro lá na frente, de ele jogar me lançando e fazendo as tabelas curtas – o que era o meu forte. Afinal, quem toca bonito na bola é craque, e a habilidade que me sobrava dentro da área sempre faltava quando eu estava fora dela. Na hora do jogo, o Maracanã parecia um mar revolto. Eram todos contra o Galo, com exceção a torcida do Vasco, que tinha minha prima Iara chefiando a camisa 12, e apareceu por lá para nos dar uma força. ‘O Galo vai virar galinha’, insistiam os rádios e jornais do Rio na véspera da partida. Nunca os mineiros foram tão gozados como naqueles dias, em que os torcedores do Atlético invadiam as praias vestindo calças compridas. O Botafogo de Jairzinho, Paulo César Caju e Djalma Dias possuía muito mais nome que o nosso time. E veio com tudo para cima do Galo. Sabiam que, se fizessem um ou dois gols logo de cara, tudo ficaria mais fácil. Por isso, nem esperavam pelo gandula quando a bola saia de campo: iam atrás dela, loucos. Assim, comandaram o primeiro tempo inteiro. Agüentamos a pressão só comigo no ataque, antes do jogo, como de costume, havia prometido marcar o Gol Sutil – um palavra muito bonita, que eu queria consagrar. Mas, para ser sincero, naquele primeiro tempo nem vi a cor da bola.
Como o primeiro tempo terminou 0×0, a responsabilidade do Botafogo só aumentava. Eles vão cansar. Vamos continuar tocando a bola com calma, que eles vão cansar, insistia Telê do banco. De fato, a pressão botafoguense durou só até os quinze primeiros minutos do segundo tempo. Aí, o Atlético foi tomando corpo. Aos 18  do segundo tempo, Humberto Ramos pegou a bola pela esquerda, cortou o Djalma Dias e cruzou bem alto, para dentro da área do Botafogo, foi do jeito que eu gosto, uma jogada que só mesmo Dadá poderia completar: subi com o falecido Valtencir, e acho que sai do chão uns 90 cm. Cabeceei para baixo, igualzinho ao que o velho Baltazar fazia, e venci o Wendell. Naquele momento, só pensei na torcida do Atlético. Teve gente que veio até de cavalo para ver aquele jogo no Maracanã, ai ficou mais fácil. Os botafoguenses queriam resolver tudo sozinhos, e chegamos até a ensaiar um olé para cima deles. Na volta, nossa recepção foi digna de um rei. 90% da população de Belo Horizonte estava esperando a gente, tinha tanta gente quanto a recepção de Piazza, Fontana, Tostão e Dadá, os jogadores mineiros campeões do mundo em 1970. No meio da multidão, acompanhei com os olhos um senhor com a bandeira do Atlético em uma das mãos e uma criança em outro braço. Assim – acredite se quiser! – ele andou 15 quilômetros a pé atrás do carro dos bombeiros em que nós estávamos. Naquele momento, agradeci a Deus por ter me dado a chance de ser o Dadá Maravilha, responsável direto por tanta felicidade.
Fonte: Revista Placar.
 

Seis propostas para enfrentar os fora da lei.

Prender – e manter presos – os vândalos.
A grande maioria de torcedores envolvidos em brigas, mesmo quando vai parar nas delegacias, não fica presa. Deve ir a votação no Senado o relatório final do projeto de revisão do Estatuto do Torcedor. O documento prevê prisão e banimento dos estádios dos responsáveis por tumultos e venda ilegal de ingressos.
“Temos de acelerar a criação de mecanismos de punição”, diz o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), relator do projeto.
Monitorar efetivamente os estádios.
Os três principais estádios da capital (Morumbi, Pacaembu e Parque Antártica) têm, juntos, 196 câmeras de vigilância. “Mas não há pessoal treinado para interpretar as imagens e assim identificar os arruaceiros”, conta Marco Aurélio Klein, presidente da comissão de ingressos da Federação Paulista de Futebol. Na Inglaterra, agentes da Scotland Yard, a policia londrina, fazem esse serviço.
Criar uma policia exclusiva para o futebol.
Garantir a segurança dentro e nos arredores dos estádios em dias de jogos é apenas mais uma entre as muitas funções da Policia Militar. Com efetivo exclusivo para eventos esportivos, seria possível melhorar a preparação desses profissionais. O 23º Batalhão, por exemplo, responsável pelos arredores do Pacaembu e do Parque Antártica, tem 1.000 policiais, “Em dia de jogos importantes, precisamos deslocar 450 PMs para os estádios”, afirma o major Walmir Martini, subcomandante da área.
Fazer jogos com torcida única.
Nas partidas entre os quatro principais clubes do estado (Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo), a torcida da equipe visitante já recebe, no Maximo, 10% do total de ingressos. Mas há uma proposta mais radical: a torcida única. “O ideal seria não ter nenhum torcedor do time visitante em clássicos”, diz o promotor Paulo Castilho. “Assim, não haveria confusão”.
Identificar os torcedores.
O cadastramento dos membros das organizadas na Federação Paulista de Futebol ainda não funcionou como esperado. Desde 2006, foram identificadas 29.900 pessoas.
Calcula-se que seria preciso cadastrar pelo menos 200.000. O Ministério Publico defende que todo espectador tenha que fazer um cadastro para comprar ingresso. Alem de garantir a identificação, acabaria com a evasão de renda.
 
Proibir a venda de bebidas alcoólicas.
Dentro dos estádios de São Paulo não é permitido o consumo de álcool. O Ministério Publico propõe ampliar a restrição às redondezas das praças esportivas. Outro desafio é tornar mais rigorosa a revista, para evitar a entrada de drogas. Palmeirenses bebem em frente ao Parque Antártica: álcool precisa ser banido das redondezas dos estádios.

 

Fonte: Revista Veja.

 

Públicos pequenos viram rotina nos Estaduais e soluções ainda parecem distantes. Cada vez mais desvalorizados por conta do apertado calendário brasileiro, os campeonatos estaduais sofrem um mal comum: a falta de público. Poucas iniciativas, como a troca de notas fiscais por ingresso em Pernambuco, tentam resolver o problema. E pior: há clubes que já desistiram de atrair torcedores em tais competições. É o caso, por exemplo, do São Paulo. Segundo o superintendente de futebol Marco Aurélio Cunha, aos problemas de organização do Campeonato Paulista fizeram com o que o clube minimizasse o baixo público em algumas partidas. – Os horários são horrorosos. Chegamos a jogar quinta-feira às 21h50. é muito sacrifício para o torcedor. Além disso, não teremos mando de campo nos clássicos. Por fim, o campeonato está inchado, são 23 datas. É um absurdo isso. Enfrentamos times com acomodações ruins, sem tradição. Sou a favor dos regionais, mas têm de ser enxugado – ressaltou. Os números comprovam a perda de audiência do Paulistão. A média de público do torneio do ano passado foi de 10.773 pagantes por jogo. Em 2010, caiu para 4.823.

Reclamações:

Inchaço: os clubes reclamam do grande número de participantes nos estaduais. Segundo eles, jogos contra rivais inexpressivos também ajudam a afastar o público.

Calendário: clubes que, por exemplo, participam da Libertadores acabam poupando atletas nos Estaduais, que perdem força sem a garantia de suas principais estrelas. Além disso, os torcedores preferem gastar com ingresso para torneios de maior importância.

Horários: há reclamações em relação aos horários de algumas partidas, como aquelas às 21h50 durante a semana.

Fonte: Jornal Lance.

 

Felipão ganha 8,6 milhões de euros por ano do Bunyodkor e mais 8 milhões de euros do Chelsea devido à quebra de contrato pelo time inglês. Já Roberto Mancini, que teve contrato rompido com a Internazionale, ainda recebe salário da equipe de Milão.

Felipão: 16,6 milhões de euro por ano.

José Mourinho: 11 milhões.

Fabio Capello: 8,8 milhões.

Alex: Ferguson: 7 milhões.

Roberto Mancini e Carlo Ancelotti: 6 milhões.

Manuel Pelegrini: 5,5 milhões.

Louis Van Gaal: 5,2: milhões.

Guus Hiddnk: 5 milhões.

Arsene Wenger: 4,8 milhões.

Fonte: Jornal Lance.

 

Amarildo substitui Pelé e tem grande participação na Copa que consagrou Garrincha. O maior craque da Copa do Mundo de 1962, realizada no Chile, onde o Brasil ganhou o bicampeonato, foi incontestavelmente Garrincha, apelidado o gênio das pernas tortas, um fenômeno do futebol. Mas a nossa seleção teve pelo menos mais um herói naquele torneio, o também atacante Amarildo, que Nélson Rodrigues, num rasgo de euforia, passou a chamar de possesso. Amarildo Tavares Santana nasceu em Campos, interior do Rio de Janeiro – assim como Didi, o craque da Copa de 1958 – em 29 de julho de 1940. O atacante iniciou sua carreira no Botafogo, na segunda metade da década de 50 e permaneceu no clube alvinegro até 1963, quando foi negociado com o Milan. Na Itália, defendeu depois a Fiorentina, de 1967 a 1970, e a Roma, de 1970 a 1972. Talvez os próprios cruzmaltinos não se recordem, mas Amarildo, em breve regresso ao Brasil, defendeu as cores do Vasco da Gama, conquistando pelo clube cruzmaltino o Campeonato Brasileiro de 1974. Sagrou-se também, por outros clubes, bicampeão carioca de 1961 e 1962, campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1962, da Copa da Itália de 1967 e do Campeonato italiano de 1969. Pela Seleção Brasileira, fez 24 jogos e nove gols, entre 1961 e 1966. Além do Mundial de 1962, levantou outras quatros taças com a camisa Amarelinha: Bernardo O’Higgins em 1961; a Oswaldo Cruz em 1961 e 1962; e a Copa Roca – tradicional confronto com a argentina – em 1963. Amarildo iniciou a Copa do Mundo de 1962 como reserva e, a partir do segundo jogo, com a contusão de Pelé, recebeu a árdua tarefa de substituir o maior jogador de futebol de todos os tempos. Pois o Possesso acabou tendo participação decisiva, marcando dois gols na vitoria de 2 a 1 sobre a Espanha, que garantiu a vaga do Brasil nas quartas de final, e outro na final, quando o time fez 3 a 1 na Tchecoslováquia e conquistou o bicampeonato mundial. Os campeões da Copa daquele ano;

Gilmar e Castilho (goleiros).

Jair Marinho, Djalma Santos, Altair e Nilton Santos (laterais).

Bellini, Mauro, Jurandir e Zózimo (zagueiros).

Zequinha, Zito, Didi e Mengálvio (apoiadores).

Jair da Costa, Garrincha, Coutinho, Vavá, Pelé, Zagallo e Pepe (atacantes).

Fonte: Jornal Lance.

 

Ghiggia faz parte agora da calçada da fama do Maracanã. Com um leve sorriso e pose de quem fez ali a maior travessura nos 59 anos de história do estádio, um senhor de andar vagaroso aguçou a curiosidade de dezenas de turistas ao deixar a marca de seus pés na calçada da fama do Maracanã. Foi tudo muito rápido e a cerimônia emocionou Alcides Ghiggia, de 83 anos. Até hoje, o ex-atacante ainda guarda na memória detalhes do jogo e do gol que selou a vitória do Uruguai sobre o Brasil por 2 a 1, de virada, na final da Copa do Mundo de 1950. “Foi o maior momento da minha vida, de muito choro de pura alegria”. Calar 200 mil torcedores em poucos segundos rendeu ao ex-jogador a alcunha de maior carrasco do futebol brasileiro. Ele sempre rejeitou o rótulo. Bem, diplomático, agradeceu as autoridades do Estado pela homenagem. Ghiggia passou a ser o centésimo jogador da galeria de craques da calçada e o sétimo estrangeiro, juntando-se ao português Eusébio, ao sérvio Petkovic e aos alemães Beckenbauer e Alex (ex-zagueiro do América). Romerito, do Paraguai, e Figueroa, do Chile, completam essa relação. “Nunca pensei que receberia homenagem no Maracanã. Estou emocionado, feliz com o que esta acontecendo. Muito obrigado. Viva o Brasil”. Ghiggia calçava tênis branco, vestia calça jeans e uma camisa verde. Sua passagem pelo Maracanã estava programada havia mais de um mês: veio ao Rio de Janeiro conceder entrevista a uma emissora de TV da Alemanha. A Secretaria de Esporte do Estado aproveitou a oportunidade e fez o convite ao único jogador vivo entre os titulares daquele time uruguaio. Em meio a turistas, muitos dos quais adolescentes, Ghiggia sentou-se numa cadeira no hall de entrada do Maracanã para que funcionários do estádio pudesse tirar o molde de seus pés. As pessoas em geral não sabiam de quem se tratava. Com a revelação, prevaleceu um sentimento de indiferença no local, pelo menos entre os jovens. Os mais velhos aplaudiram Ghiggia, embora sem muito entusiasmo. Ele agradeceu com acenos. Parecia querer se desculpar de alguma coisa. Ninguém exigiu isso. Nem poderia. O Uruguai venceu o Brasil por méritos próprios. Venceu porque tinha Ghiggia.

Fonte: JT.

 

 

 Data                 Jogos
 28/02/91  Atlético (MG) 11×0 Caiçara (PI).
 10/03/10  Santos 10×0 Naviraiense (MS).
 28/03/01  São Paulo 10×0 Botafogo (PB).
 06/03/93  Inter (RS) 9×1 Ji-Paraná (RO).
 14/04/10  Santos 8×1 Guarani (SP).
 10/08/98  Vasco 8×0 Picos (PI).
 15/03/00  Interporto (TO) 0×8 Bahia.
 04/03/97  Portuguesa 8×0 Kaburé (TO).
 28/02/96  Sergipe 0×8 Palmeiras.
 26/04/95  Flamengo 8×0 Kaburé (TO).
 

Com 6 titulos: Boca Juniors e River Plate. Com 1 titulo: Banfield, Estudiantes, Independiente, Lanús, Newell’s Old Boys, Racing e Vélez Sarsfield.

ÚLTIMOS CAMPEÕES:

2000/2001: Boca Juniors.

2001/2002: Rancing.

2002/2003: Independiente.

2003/2004: Boca Juniors.

2004/2005: Newell’s Old Boys.

2005/2006: Boca Juniors.

2006/2007: Estudiantes.

2007/2008: Lanús.

2008/2009: Boca Juniors.

2009/2010: Banfield.

Fonte: Lance.

 

• 1991 – Matthäus (Alemanha).

• 1992 – Van Basten (Holanda).

• 1993 – Roberto Baggio (Itália).

• 1994 – Romário (Brasil).

• 1995 – George Weah (Libéria).

• 1996 – Ronaldo (Brasil).

• 1997 – Ronaldo (Brasil).

• 1998 – Zidane (França).

• 1999 – Rivaldo (Brasil).

• 2000 – Zidane (França).

• 2001 – Luis Figo (Portugal).

• 2002 – Ronaldo (Brasil).

• 2003 – Zidane (França).

• 2004 – Ronaldinho Gaúcho (Brasil).

• 2005 – Ronaldinho Gaúcho (Brasil).

• 2006 – Cannavaro (Itália).

• 2007 – Kaká (Brasil).

• 2008 – Cristiano Ronaldo (Portugal).

• 2009 – Messi (Argentina).

Fonte: O Estado de São Paulo.

 

 taiti 1

O símbolo acima pertence a Seleção do Taiti. A equipe que nunca disputou uma edição da Copa do Mundo tem como maior feito ter disputado a edição do Mundial Sub-20 de 2009, realizado no Egito.

Fonte: Jornal Lance.

 

 SAMPDORIA1

O símbolo acima pertence ao Unione Cálcio Sampdoria da Itália. Fundado em 1946, o clube da cidade de Genova conquistou uma fez o Campeonato Italiano, em 1991, e quatro vezes a Copa da Itália.

Fonte: Jornal Lance.

 

A história já viu muitos reis perderem a majestade. De todos eles, apenas Pelé mantém-se eterno em seu reino do futebol. Nunca apareceu outro como ele. É pouco provável que apareça. O tempo passa e seu feito com a bola nos pés continua imaculado. Pelé, que já foi soletrado com as letras GOD (Deus, em inglês), vai completar 70 anos no dia 23 de outubro de 2010. Será um momento especial para o povo brasileiro festejar sua existência, e tudo o que ele significa ao futebol. Só gols foram 1.281 em 1.375 jogos. Aquele menino franzino que encantou o mundo pela primeira vez na Copa do Mundo de 1958, na Suécia, completará sete décadas. E que viva por mais 70 anos! Vida longa ao Rei! Mas Edson Arantes do Nascimento nunca foi chamado de senhor. Fez 50, 60 e fará 70 anos sem jamais ter perdido a elegância dos tempos de jogador, assim como o peso entre 78 e 80 quilos. Pelé não engordou, não deixou o bigode crescer, ainda pinça os poucos cabelos brancos que insistem em manchar seu topete como todo rei de bom coração (eles diz ter três referencia à cidade mineira de Três Corações, onde nasceu), trata seus súditos com compaixão, humildade e boa dose de alegria, seguindo talvez os ensinamentos de dona Celeste e seu Dondinho. Nesses anos todos Pelé fez questão de manter o jeito moleque e brincalhão dos tempos de garoto, feliz e sempre um bom contador de historia. Também insiste em arrancar música do violão que o acompanha desde as concentrações no Santos e na Seleção, feito um parceiro inseparável como foi Coutinho naquela famosa linha santista de Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Imortal para os amantes do futebol, Pelé pavimenta sua aposentadoria, a de verdade, pois ele Parou de jogar em 1977 (no Cosmos), mas continuou exibindo sua história, fama e imagem mundo afora ao longo das últimas quatro décadas.

Fonte: JT

 

David Beckham (Los Angeles Galaxy): US$ 6.500.000.

Cuauhtemoc Blanco (Chicago Fire); US$ 2.943.702.

Juan Pablo Angel (Red Bull New York): US$ 1.798.000.

Fredrik Ljungberg (Seattle Souders): US$ 1.314.000.

Julian De Guzman (Toronto): US$ 956.350.

Landon Donavan (Los Angeles Galaxy): US$ 900.000.

Guillermo Barros Schelotto (Columbus Crew): US$ 775.000.

Luciano Emilio (DC United): US$ 758.857.

Shalrie Joseph (New England Revolution): US$ 450.000.

Dwayne DeRosario (Toronto): US$ 425.750.

* David Beckham hoje no Milan (ITA).

Fonte: Jornal Lance.

 

Estádio do Bayer Leverkusen é exemplo de preocupação com o meio ambiente. Um dos principais cartões postais de Leverkusen é o estádio de futebol do time da cidade, o Bayer Leverkusen. Moderno – acabou de passar por reforma – aas instalações chamam a atenção não só pela beleza, mas por uma razão bem especial: desde o inicio houve uma preocupação com o meio ambiente e com as pessoas. Com capacidade para 22,5 mil pessoas, há lugares reservados especialmente para deficientes visuais e auditivos, a grama é regada com água da chuva coletada, o lixo é todo reciclado, há um hotel e um sofisticado restaurante para garantir mais conforto aos visitantes. E o telhado é uma atração à parte. O telhado da arena utiliza policarbonato. É um termoplástico transparente e muito rígido: um plástico, que amolece ao ser aquecido e endurece quando resfriado, possibilitando alta liberdade de design. Desta forma, o telhado parece de uma leveza como se fosse uma lona levinha cobrindo o bolo esportivo de formato ovalado. Material que combinou com a característica sustentável da obra.

- Temos aqui uma infra estrutura com toda preocupação ambiental. Todos os detalhes foram pensados neste sentido – orgulha-se o jovem Sthephan Klatt, 30 anos, estudante, que não se cansa de mostrar, como guia, o local dos convidados. A grama é regada com a água da chuva coletada e o lixo é separado em lixeiras para ser reciclado. O ecologicamente estádio do Leverkusen mostra as tendências das arenas que estão sendo construídas. A moda é ter estádio verde. Até o Brasil está nesta e há um projeto de um estádio em Osasco com esta visão. Hoje, ao se imaginar uma arena, a idéia é que ela dê algo diferenciado. Na Alemanha, por exemplo, os estádios de Dortmund e de Gelsenkirchen ficam numa ampla área arborizada. O mesmo ocorre em Hamburgo. A sensação é que se passa por uma floresta até se chegar ao estádio. Na África do Sul os estádios foram moldados para serem modernos e funcionais. O Soccer City foi construído numa área que será um centro de diversão no médio prazo. O Green Point na Cidade do Cabo está ao lado do principal centro de entretenimento da África do Sul. Foi projetado para ter shows, eventos esportivos e ser um point. Verdes ou centros de entretenimentos, os novos estádios são bem mais que locais de jogos. Ganham identificação com as suas cidades. Este é um belo legado que o futebol está deixando para as novas gerações. Uma mudança de parâmetro. E que veio para ficar.

Fonte:  Jornal Lance.

 

Trafico de jovens e abusos nas escolinhas de futebol serão combatidos no Rio de Janeiro.  Como evitar que o sonho de ser jogador se transforme em tormento?  Como não deixar a desinformação virar um caso de escravidão no futebol ou de abuso sexual? Como diferenciar profissionais sérios de vendedores de ilusão?Essas são algumas questões respondidas por uma cartilha lançada no último dia 6 para todos os Conselhos Tutelares do Rio de Janeiro durante um fórum em Araruana. O documento inaugura uma cruzada de entidades e órgãos públicos contra o trafico de crianças e adolescentes no futebol. Marca também o inicio de uma mobilização para fiscalizar clubes e escolinhas. A preocupação surgiu a partir do crescimento de casos de garotos enganados por picaretas disfarçados de empresários. Num país que revela talentos quase em ritmo industrial como o Brasil, é cada vez maior o número de famílias ludibriadas por falsas promessas de sucesso no exterior. Não há números oficiais, mas as denuncias assustam entidades que combatem o tráfico humano. – É crescente o número de garotos aliciados por uma rede de cooptação numa verdadeira prática e trafico de pessoas – diz o advogado Carlos Nicodemos, presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Rio de Janeiro. Estudos mostram que as situações se assemelham. O menino pobre que quer dar um futuro melhor à família. Até que é descoberto e convidado a morar fora. Geralmente, as propostas são tentadoras. E o tempo para decidir, curto. Na ânsia de uma virada na vida, famílias aceitam embarcar no desconhecido. Por isso, para evitar frustrações, a primeira dica de um velho batido ditado, dizem os especialistas: quando a esmola é demais, é preciso desconfiar.

EVITE CAIR EM FRIAS.

Atenção as propostas: antes de aceitar uma proposta, é importante checar tudo sobre o clube. Algumas perguntas são básicas podem ajudar: o clube existe mesmo? Tem CNPJ? Pesquise na internet ou peça ajuda para alguém pesquisar o nome do olheiro ou empresário. Uma dica é consultar o site do Tribunal de Justiça.

Contratos: um contrato de trabalho deve conter, ao menos, prazo de vigência, serviços a serem prestados e identificação das partes. E deve ser em português. Quando em língua estrangeira, deve apresentar tradução oficial.

Menores de 18 anos.

As transferências de jogadores menores de 18 anos têm de ser aprovadas por um conselho da Fifa. Em país desconhecido. Em caso de transferência para o exterior, anote o endereço e o telefone da embaixada ou consulados brasileiros do país para onde está indo, caso seja preciso pedir ajuda. Procure saber também das regras para viver e viajar para o país de destino.

Fonte: Jornal Lance.

 

lulaFicha técnica:

Nome: Luis Alonso Perez

Nascimento: 01/03/1922 – local: Santos – SP

Falecimento: junho de 1972 – local: Santos – SP

No Santos: de 1954 a 1966

Total de títulos: 34

Principais títulos: Paulistão (55, 56, 58, 60, 61, 62, 64 e 66).

Rio-São Paulo: (59, 62, 64 e 66).

Taça Brasil (61, 62, 63, 64 e 65).

Libertadores (62 e 63).

Mundial de clubes (62 e 63), todos pelo Santos.

Durante doze anos, Lula comanda o Santos e conquista todos os títulos possíveis e imagináveis, ser campeão comandado um time repleto de craques como Pelé, Coutinho, Zito e Pepe é moleza, certo? Não, não é bem assim. Em 1954, o time não vencia um estadual havia 19 anos. Lula assumiu o comando e, já no ano seguinte, o time saiu da fila. Daí por diante a relação entre Lula e os jogadores santistas foi se estreitando. Com o seu estilo liberal, conquistou a confiança dos atletas e criou um clima saudável na Vila. – Lula era um técnico muito liberal e muito esperto, sabia conversar com os jogadores e tirar o melhor deles – lembra Zito, capitão do Santos durante o período em que Lula ficou no cargo. Ainda de acordo com o ex-capitão, Lula tinha a preocupação de sempre estudar o adversário, mas não costumava desenhar planilhas com esquemas táticos para os jogadores. Outro que se lembra com carinho do saudoso técnico santista é ponta Pepe. – Era uma pessoa muito querida por todos os jogadores. Sempre teve nosso total respeito – diz o ex-ponta esquerda.

Fonte: Revista Jovem.

 

atlas

O símbolo acima pertence ao Atlas de Guadalajara, do México. A equipe foi fundada em 1916 e venceu o Campeonato Mexicano uma vez, em 1956. Já em 2000, o time foi eliminado pelo Palmeiras nas quartas de final da Libertadores.

Fonte: jornal Lance.

 

Verba pública financiará 94% dos estádios da Copa. Documento do Ministério do Esporte mostra que país vai gastar R$ 5,3 bilhões.  Agora é oficial. A Copa de 2014, que Ricardo Teixeira, o presidente da CBF, dizia que seria o Mundial da “iniciativa privada”, terá 94% dos R$ 5,342 bilhões para a reforma e a construção de estádios bancados pelos cofres públicos. A conta foi formalizada pelo Ministério dos Esportes, que divulgou documento que detalha as responsabilidades dos gastos do Mundial e especifica quanto custará cada um dos 12 estádios da Copa e quem irá pagá-los – também fez isso para as obras de mobilidade urbana necessárias para a competição. O contrato mostra que R$ 3,427 bilhões para as obras nas arenas serão bancados com dinheiro do BNDES. O governo federal argumenta que o banco estatal de fomento fará empréstimos em condições de mercado, o que não configuraria uso de verba pública. Mas, desse montante, só R$ 175 milhões devem ser tomados por entidades privadas – R$ 25 milhões pelo Atlético (PR) e R$ 150 milhões pelo São Paulo. O resto, ou quase tudo, será levado pelos governos estaduais, que falharam na tentativa de angariar parceiros privados para as obras.  Além do dinheiro do BNDES, os Estados ainda prevêem investir, com recursos próprios, quase R$ 1,6 bilhão nas arenas. O governo de Brasília, por exemplo, promete bancar com dinheiro de seu orçamento R$ 345 milhões dos R$ 745 milhões que vai custar o novo Mane Garrincha, o mais caro de todos os estádios do Mundial. Em 2007, quando o país ganhou o direito de abrigar a Copa pela segunda vez, a CBF, responsável pela candidatura brasileira na Fifa, estimava que o país gastaria pouco menos de R$ 2 bilhões com estádios. Ou seja: a estimativa atual já é 167% maior do que a original. O fato de cofres públicos assumirem quase toda a conta dos estádios vai na contra mão do que Ricardo Teixeira discursava até o ano passado. Em maio, por exemplo, a CBF divulgou comunicado, assinado por ele, em que o cartola era categórico na defesa de verbas privadas. “A Copa do Mundo será melhor quanto dinheiro público for investido. Essa equação é que norteia o projeto desde o inicio. Ao governo, em todos os seus níveis, caberá os gastos com obras que lhe dizem respeito. O investimento maior terá de vir da iniciativa privada”, escreveu o cartola. Os mais de R$ 5 bilhões que o Brasil pretende gastar com estádios ficam acima do despendido pela África do Sul nas arenas da Copa 2010. A projeção de investimento dos sul-africanos é de R$ 3,9 bilhões. São dois estádios a menos que o Brasil, mas alguns dos projetos são arquitetonicamente mais ousados que os brasileiros, como o do Soccer City, em Johannesburgo, e os das arenas da Cidade do Cabo e de Durban. Os organizadores do Mundial brasileiro querem que as obras de todos estádios comecem em março, mas nem todas as sedes cumprirão o prazo.

Fonte: Folha de São Paulo.

 

CORINTHIANS 4X8 GAÚCHOS:

O Timão conquistou a sua primeira Copa do Brasil em cima do Grêmio, em 1995. A vantagem, porém, é dos gaúchos. Contra o Inter, por exemplo, o Corinthians duelou no Brasileiro de 76 e na Copa do Brasil de 92. Foi eliminado nas duas ocasiões. Diante do Grêmio, caiu outras cinco vezes. Já contra o Juventude, está empatado.

Os confrontos:

Adversários: passou caiu
Grêmio 2 5
Internacional 1 2
Juventude 1 1

 

CORINTHIANS 7X4 PAULISTAS.

Contra os rivais paulistas, o Timão leva vantagem. O maior freguês é o São Paulo. O Corinthians ganhou os quatro confrontos por torneios nacionais ou regionais (não inclui os estaduais). O Problema é contra o Palmeiras. Contra os verdes, o Timão perdeu dois Rio-São Paulo e um Brasileirão.

Os confrontos:

Adversários: passou Caiu
Palmeiras 0 3
Ponte Preta 1 0
São Caetano 1 0
Santos 1 1
São Paulo 4 0

 

CORINTHIANS 9X5 CARIOCAS.

Vantagem alvinegra diante dos adversários do Rio de Janeiro. O Vasco é o principal freguês: perdeu as duas decisões que disputou, inclusive a semifinal da atual Copa do Brasil. Contra o flamengo, há um equilíbrio: cada um dos clubes de maior torcida do país venceu duas vezes. E o Botafogo é o único a se dar melhor contra o Timão.

Os confrontos:

Adversários: passou Caiu
Americano 1 0
Botafogo 1 2
Flamengo 2 2
Fluminense 3 1
Vasco 2 0

 

CORINTHIANS 8X2 MINEIROS

Um clube mineiro… È tudo que o Corinthians sonha enfrentar em uma decisão. Principalmente o Atlético (MG). O alvinegro de Belo Horizonte perdeu nas cinco vezes em que enfrentou o alvinegro da capital paulista, quatro delas em Campeonatos Brasileiros. Em 1999, o Timão foi campeão e o Galo, vice. Já contra o Cruzeiro, há maior equilíbrio. O Corinthians tem vantagem de 3×2, incluindo a final do Brasileirão de 1998.

Os confrontos:

Adversários: passou Caiu
Atlético (MG) 5 0
Cruzeiro 3 2

 

OUTROS:

VITÓRIAS

O Corinthians também acumula triunfos importantes contra clubes de outros estados em decisões nacionais. Venceu o Bahia na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1990, que viria a conquistar na final contra o São Paulo. Em 2002, na final da Copa do Brasil, o rival era o surpreendente Brasiliense. E deu Timão!

DERROTAS:

Há jogos diante de outros rivais que os alvinegros preferem esquecer. A semifinal do Campeonato Brasileiro de 1993, contra o Vitória, por exemplo. Mais recentemente, a fatídica final da Copa do Brasil do ano passa: festa foi do Sport.

Fonte:  Jornal Lance.

 

Sorín leva mais de 40 mil torcedores ao Mineirão no amistoso de sua despedida. Sorín e mais 21 em campo. Foi esse o tom da de despedida do argentino do futebol. A partida com a vitória do Cruzeiro sobre o Argentinos Juniors por 2 a 1 garantiu a festa da torcida cruzeirense que compareceu em peso no Mineirão, exatos 42.218 torcedores geraram 90 mil toneladas de alimentos a serem doados para a caridade. Para quem viu a partida ficou no ar a certeza da razão que levou o argentino a decretar a aposentadoria. Sem ritmo, Sorín não foi sombra do que fez para entrar para a História do Clube. Coube a Bernardo e Guerrón garantirem a festa no amistoso para o ídolo. Cativou pela vontade, mas, sobretudo, por nunca ter faltado com a vontade. Vestiu a camisa do Argentinos nos primeiros minutos do segundo tempo e a beijou ao tirar para novamente defender o Cruzeiro. E foi ainda com a camisa do clube que o revelou que alçou Bernardo na comemoração pelo primeiro gol celeste. Antes do jogo, show do Skank e uma pelada de 40 minutos com amigos. No discurso, antes da execução dos hinos nacionais de Brasil e Argentina, Sorín discursou com os olhos marejados o prazer de ter defendido o Cruzeiro. Estava desfeita a rivalidade. Depois do jogo, volta olímpica com beijos e acenos para a torcida celeste.  Com a bola rolando, não fez por menos. No melhor estilo Sorín partiu para o ataque e chamou a responsabilidade. Virou quase um centroavante. Tentou de falta, em cabeceio, em chute de longa distancia. Não deu. E o gol armado não faria jus ao talento e raça, que não mentem sua origem. Ao fim do jogo, desabafou. -Agora sim, sou um ex-jogador. É muita dor, sei que vai ser difícil. Mas foi minha decisão e estou feliz por ela. Fico feliz por ter contribuído – disse ele mostrando a humildade comum aos ídolos.

Fonte: Lance

 

Dunga comanda a seleção com o maior numero de títulos da história e a única a ter participado de todas as Copas do Mundo. Mas seu salário é bem inferior ao de seus jogadores e de técnicos das principais equipes que vão a África do Sul. Levantamento feito pelo site de negócios Futebol Finance, de Portugal, junto às confederações nacionais, indica que Dunga ganha por ano 800 mil euros (cerca de R$ 2,8 milhões ou R$ 173 mil por mês) – bem menos que Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho. Entre os 32 treinadores que vão ao Mundial de 2010, ele tem apenas o 11º maior vencimento. Carlos Alberto Parreira ganha mais que Dunga para dirigir a África do Sul. O maior salário é do italiano Fabio Capello, da Seleção inglesa, que tem a pressão de levar o time ao titulo 44 anos após a única conquista. Ele ganha por ano 8,8 milhões (R$ 22,8 milhões). Outro italiano Marcelo Lippi, é o segundo mais bem pago, mas ainda bem distante do colega. Lippi ganha 3 milhões de euros (R$ 7,8 milhões) para treinar a Azzurra. O alemão Joachim Lowvem em terceiro lugar, com 2,5 milhões de euros (R$ 6,5 milhões). Dunga recebe menos por ano que o técnico da Seleção de Portugal, Carlos Queiroz, que enfrentara o Brasil na primeira fase da Copa do Mundo, Queiroz tem salário anual de 1,35 milhão (R$ 3,5 milhões), apesar de nunca ter carregado o rotulo de estrela e de ter permanecido por anos como assistente de grandes técnicos.

EMPATE SUL-AMERICANO.

Curiosamente, Brasil e Argentina estão empatados no quesito salário de treinador. Diante de uma situação econômica parecida, a CBF a e AFA pagam para Dunga e Diego Maradona praticamente a mesma coisa. Os responsáveis pelas fracas equipes da Nova Zelândia e do Japão ganha o mesmo que o brasileiro e o argentino. Nem Dunga nem Maradona tem o maior salário entre as seleções latino-americanas. A maior renda é de Javier Aguirre, técnico do México, com 1,2 milhões de euros (R$ 3,12 milhões). Por outro lado, a Federação Uruguaia de Futebol dá “apenas” 215 mil (R$ 560 mil) por ano para Oscar Tabarez, o vencimento mais baixo das Américas. O outro brasileiro que vai à Copa do Mundo 2010, Carlos Alberto Parreira, ganha mais que Dunga. Para tentar levar a África do Sul pelo menos às oitavas de final, Parreira embolsa 1,2 milhões (R$ 3,12 milhões). O levantamento também mostra as disparidades no mundo do futebol. Na lanterna da lista estão os técnicos da Coréia do Norte, primeiro adversário do Brasil no Mundial, em 15 de junho, e da Nigéria. O norte-coreano Kim Jong Hun recebe 170 mil (R$ 442 mil) e o nigeriano Shaibu Amodu leva por ano 125 mil (R$ 325 mil).

Fonte: JT

 

ajaccio.

O escudo pertence ao Athletic Club Ajaccio, que disputa a Segunda Divisão do futebol francês. Fundado em 1910, tem sede na cidade de Ajaccio, localizada na Ilha de Córsega.  A equipe manda seus jogos no estádio François Coty.

Fonte: Lance

 

Chelsea pode ganhar pouco mais de R$ 1 milhão só na primeira fase da Copa de 2010.

Os grandes clubes europeus, que devem concentrar a maioria dos jogadores participantes da Copa, podem lucrar muito com o torneio. Isso porque a Fifa – a exemplo do que faz a Uefa na Eurocopa de 2008 – vai pagar os clubes diariamente, por cada jogador presente na competição, US$ 1,6 mil (R$ 2,8 mil). Os times serão remunerados a partir do dia 27 de maio de 2010, 15 dias antes do inicio do mundial. O pagamento será interrompido um dia após a ultima participação do atleta na África do Sul.

Em um prognostico feito em cima das ultimas convocações e dos times base das seleções, o inglês Chelsea, por exemplo, teria convocado 19. Por isso, ganharia R$ 1,669 milhão só na primeira fase. Os valores podem variar entre US$ 49,6 mil (R$ 87,9 mil) – para quem cair na primeira fase – e US$ 75,2 mil (R$ 133,4 mil), aos jogadores que chegarem a final.

Outros grandes clubes, como Real Madrid e Internazionale, também podem encher os cofres. Os espanhóis, com seus 15 prováveis representantes na Copa receberiam R$ 1,3 milhão, enquanto a equipe italiana ganharia um pouco mais: R$ 1,4 milhão, com 16 jogadores. No Brasil, o que clube pode ceder mais jogadores para o mundial é o Flamengo. O Rubro-Negro tem quatro possíveis convocados: os chilenos Maldonado e Fierro e os brasileiros Adriano e Keberson. Ou seja, receberia R$ 351,9 mil só na fase de grupos. Uma improvável final entre os dois renderia ao Fla R$ 533,6 mil.

O São Paulo, caso tenha o zagueiro Miranda na seleção, receberia pela primeira fase R$ 87,9 mil – bem como o Grêmio com o goleiro Victor. O valor que a Fifa gastaria com as premiações é de US$ 400 milhões (R$ 709 milhões) – superando os 261 milhões (R$ 462 milhões) e 2006. Deste total, 10% (US$ 40 milhões) serão destinados aos clubes quem cederem jogadores às seleções.

OS PRINCIPAIS FAVORECIDOS.

Alguns grandes da Europa podem lucrar muito com os convocados para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. Na Inglaterra, o Chelsea, que pode ter 19 convocados, ganharia R$ 1,67 milhão. Na Itália, o valor que a Internazionale pode obter é de R$ 1,4 milhão, o mesmo do Liverpool. Na Espanha, o Barcelona, com 15 convocados, lucraria R$ 1,31 milhão, assim como o Arsenal e Milan. Esses valores são apenas para os jogos da primeira fase do Mundial, e podem aumentar caso as equipes desses atletas avancem na competição.

Fonte: Jornal Lance.

 

1º Manchester United (Inglaterra – futebol); R$ 3,3 bilhões.

2º Dallas Cowboys (EUA – futebol americano); R$ 2,9 bilhões.

3º Washigton Redskins ( EUA – futebol americano); R$ 2,7 bilhões.

4º New York Yankees (EUA – Beisebol); R$ 2,6 bilhões.

5º New England Patriots (EUA – futebol americano) – R$ 2,4 bilhões.

6º Real Madrid (Espanha – futebol); R$ 2,39 bilhões.

7º Arsenal (Inglaterra – futebol); R$ 2,11 bilhões.

8º New York Giants (EUA – futebol americano); R$ 2,08 bilhões.

9º New York Jets (EUA – futebol americano); R$ 2,06 bilhões.

10º Houton Texans (EUA – futebol americano); R$ 2 bilhões.

Fonte: jornal Lance.

 

Embora Serginho Chulapa ostente inúmeros títulos em seu currículo, ele não esconde que sua maior frustração foi não ter conquistado o titulo da Copa do Mundo de 1982, na Espanha, com a Seleção. “Foi a maior frustração de minha carreira”.

Na época, muitos críticos elegeram Chulapa como um dos piores jogadores daquela Seleção que encantou o mundo, estrelada por Zico, Sócrates, Falcão e Cia.

“Na verdade, minha Copa ideal seria a de 1978, a da Argentina. Uma Copa de choque.

Já em 1982 era uma Seleção de bonecas. Eu ficava lá na frente levando porrada e os caras na frente jogando bonito. Não deu certo “, desabafa”.

Para o ex-jogador, o maior problema daquela seleção foi a vaidade dos jogadores. A maioria, segundo ele, estava mais preocupada com o aspecto individual do que com o coletivo. “Era uma seleção extraordinária. Mas faltou união. Quem estava de fora não torcia para quem estava dentro. Existia uma rixa de jogadores de São Paulo com os do Rio e os de Minas com os do Sul. Depois que acabou essa mentalidade, o Brasil passou a ganhar”.

Em mais de 15 anos de carreira, Chulapa conquistou quatro Campeonatos Paulistas e um Brasileiro. Balançou as redes quase 500 vezes e é o maior artilheiro da história do São Paulo e o maior, pós-era Pelé, do Santos.

Fonte: JT

 

 

Jogadores que foram bem, atuando por clubes rivais

Neto o xodó da fiel:

Antes do Timão, jogou por São Paulo e Palmeiras. Foi o destaque na conquista do Brasileiro de 1990. É um dos ídolos da torcida.

Edílson o capetinha:

Defendeu o Palmeiras de 1993 a 1995 e conquistou vários títulos. De 1998 a 2000 pelo Corinthians, foi destaque no Mundial de Clubes.

Luizão:

Defendeu o Palmeiras em 1996 e 1997 e levou um Paulistão. De 1999 a 2002 pelo Timão tem como principal titulo o Mundial. E muitos gols na Libertadores.

Fábio Costa:

Após ser campeão brasileiro pelo Santos, em 2002, contra o Timão, trocou de clube em 2004. No ano seguinte foi campeão naciona

Jogadores que foram mal.

Amoroso:

Campeão mundial e da Libertadores pelo São Paulo, em 2005, atuou pelo Timão em 2006. Ficou seis meses no clube e teve atuação ruim.

Paulo Nunes:

Campeão da Libertadores pelo Palmeiras em 1999. foi para o Timão em 2001. Ganhou o Paulistão, mas jogou pouco e foi muito questionado.

César Sampaio:

Com passagem pelo Santos e títulos pelo Palmeiras, chegou ao Corinthians em 2001.  Foi pouco produtivo para o time e jogou pouco.

Magrão:

Quando jogava pelo Palmeiras, prometeu nunca defender o Corinthians. Mas fez isso em 2006. Jogou mal e não ganhou títulos.

 

Fonte: jornal Lance.

 

A conquista da Copa de 1970 completa 40 anos no dia 21 de junho de 2010. há quatro décadas o Brasil encantava o mundo derrotando a Itália por 4 a 1 na final, no Estádio Azteca, na Cidade do México. Gols de Pelé, Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto – Boninsegna fez o gol de honra dos italianos – diante de um publico de 108 mil pagantes.

Era o tri da Seleção Brasileira, após os títulos de 1958 na Suécia e 1962 no Chile. E a consagração da talentosa geração de Pelé. Pesquisa realizada em 2007 pela revista inglesa World Soccer, com especialistas de todo o mundo elegeu a Seleção de 70 como a melhor de todos os tempos.

A caminhada começou com a goleada por 4 a 1 sobre a Tchecoslováquia. O Brasil saiu perdendo – gol de Petras, aos 11. Rivelino empatou aos 24. No segundo tempo, Pelé virou aos 14 e Jairzinho fechou a conta, aos 16 e 39. Na segunda rodada, o jogo mais difícil: 1 a 0 contra a Inglaterra, campeã em 1966, Jairzinho marcou aos 14 do segundo tempo, após jogada genial de Tostão e passe de Pelé. Na terceira rodada, 3 a 2 na Romênia – dois gols de Jairzinho e um de Pelé. Nas quartas de final goleada para cima do Peru 4 a 2 – gols de Tostão (2), Jairzinho e Rivelino. Na semifinal, uma pedreira contra o Uruguai, entalado na garganta dos brasileiros desde o Mundial de 50. Eles saíram na frente, gol de Cubilla, aos 19 minutos. Clodoaldo empatou aos 44, com passe na medida de Tostão. No segundo tempo, Rivelino e Jairzinho liquidaram a fatura.

O Brasil chegava a final contra a Itália. Um show de bola nos italianos consagrou a Seleção. O capitão Carlos Alberto Torres ergueu a Jules Rimet para delírio da multidão no Azteca. E Zagallo entrava para a historia como o primeiro futebolista do mundo a conquistar três Copas – duas como jogador (1959 e 1962) e uma como treinador (1970).

 

Fonte: JT

fev 252010
 

Richard recebe o troféu cercado de companheiros e o ergue em direção do céu. O gesto é comum nos títulos. Mas para Narciso é bem diferente.

“É bom demais, faz você reviver como jogador e lembrar de tudo que passou”.

Hoje técnico das categorias de base, ele vê com orgulho o filho de 13 anos seguir seus passos. Com a camisa do Santos, o garoto levantou a taça de campeão paulista sub-13.

“Campeão, não, Bicampeão”, ele faz questão de ressaltar. Richard é o capitão do time e é zagueiro. Exatamente o que era Narciso quando, em janeiro de 200, teve a carreira interrompida pela leucemia. O garoto não se lembra do pai como atleta profissional, mas sabe perfeitamente o que aconteceu. “Só vi as partidas dele por vídeo. Sei das dificuldades e fico feliz porque estou fazendo o que ele fez. Espero que se orgulhe de mim”.

Sim, Narciso se orgulha. Mas não faz da precoce carreira do primogênito obsessão. Nem sequer se preocupa muito com os resultados, embora os ressalte como prova de qualidade técnica. “Na idade em que está, o importante é se divertir dentro de campo. Eu quero que ele faça aquilo que gosta, sendo jogador de futebol ou qualquer outra coisa”.

Por enquanto, é jogador de futebol. Não apenas isso, mas zagueiro. E numa idade em  que quase todos os meninos querem vestir a camisa 10 ou 9, atuar no ataque e fazer gols.

SEMPRE SANTOS.

Narciso chegou à Vila Belmiro em 1994 junto com Marcelinho Paraíba. Fez parte da equipe vice-campeã brasileira de 1995. Foi campeão da Copa Conmebol de 1998 e a exceção de um empréstimo relâmpago para o Flamengo, só atuou pelo Peixe. Após o transplante de medula, conseguiu voltar aos gramados em 2004. Fez parte do elenco campeão nacional daquele ano. Em seguida encerrou a carreira. Virou técnico.

 

Fonte: JT

 

Em 1991, após classificar-se num grupo com dois uruguaios e o Flamengo, a equipe caiu nas oitavas-de-final, diante do Boca Juniors , de Batistuta. Revés na Argentina (1 a 3), e empate no Morumbi, por 1 a 1.

Em 2003 e 2006, as duas eliminações para argentinos foram nas oitavas-de-final. Na primeira, duas derrotas por 2 a 1. na segunda, derrota por 3 a 2 em Buenos Aires e nova derrota, no Pacaembu, por 3 a 1. a Fiel se revoltou…

Em 1996, após se classificar em primeiro lugar num grupo com Botafogo e chilenos Universid de Chile e Universidad Católica, o Timão passou pelo Espoli, do Equador, nas oitavas-de-final. Nas quartas, derrota para o Grêmio, de Jardel.

Em 1999 e 2000, na primeira eliminação para o rival, a queda ocorreu nas oitavas-de-final, na disputa de pênaltis. Na segunda, no ano seguinte, nova queda nos pênaltis. Desta vez, eliminado nas semifinais do torneio.

Sete participações, o Corinthians disputou a Copa Libertadores desde o inicio da disputa do torneio, em 1960.

Em todas as edições que participou, a equipe não conseguiu sagra-se campeã. Em 2000, o Timão chegou bem perto de disputar a final, mas sucumbiu para o rival Palmeiras, nas oitavas-de-final daquele ano.

 

Fonte: jornal Lance.

 

Outubro parece ser mesmo o mês dos craques. Se Pelé, eterno Rei do futebol, completará 70 anos no dia 23, Maradona, o segundo na hierarquia da bola, chegará aos cinqüenta no dia 30. Nascido em Lanús em 1960, o craque argentino, de talento precoce – já brilhava aos 16 anos pelo Argentinos Juniors – colecionou conquistas na mesma proporção que se envolveu em polemicas.

A maior glória do “El Diez” foi atingida em 1986, no México, quando levou a Argentina ao titulo da Copa do Mundo, anotando gols que ficaram marcados para sempre. Quem não se lembra da arrancada espetacular, deixando um pelotão de ingleses para trás, parando dentro do gol? Ou daquele gol, a “Mão de Deus” , como ele definiu, que ajudou a derrotar a mesma Inglaterra? Maradona, de fato, era um gênio. Quase conquistou mais uma Copa em 90, quando foi o carrasco do Brasil, mas acabou derrotado na final pela Alemanha.

Houve uma nova chance no Mundial de 94, nos EUA, porém, o argentino a desperdiçou. Naquela altura, o seu maior adversário era o vício.

O craque havia ficado suspenso por 15 meses após ser reprovado em teste antidoping no Napoli. Voltou jogando pelo Sevilla e, nos Estados Unido, estava voando em campo até testar positivo para efedrina, substancia proibida, e ser punido pela Fifa com um ano de gancho. Ainda voltou ao futebol pelo Boca Juniors, clube que defendeu e tanto ama, em 1997. Mas era o fim de uma brilhante carreira.

Dependente químico, Maradona, em 2004, ficou 11 dias internado em estado gravíssimo, com overdose de cocaína. Recuperou-se, mas, em 2007, foi parar novamente no hospital por abuso de álcool. Agora, à beira dos 50 anos, ele tem a chance de voltar a fazer história, conquistando sua segunda Copa. Agora como treinador.

 

Fonte: JT

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