Dos 18 mandos do Palmeiras no Brasileirão/2012, 11 aconteceram no interior do Estado de São Paulo. Foram 7 jogos em Barueri, 3 em Araraquara e 1 em Presidente Prudente.
A Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, registrou os três maiores públicos do Verdão, nesses 11 jogos. A ironia disso é que houve dirigente do Palmeiras que afirmou que em Araraquara não dá público.
A Morada do Sol situa-se no centro geográfico de São Paulo e integra uma região de alta densidade demográfica e com poder aquisitivo de destaque.

Eis a classificação dos públicos dos 11 jogos do Palmeiras no Interior:

1º – 13.228 pagantes – Palmeiras x Botafogo – Arena Fonte Luminosa, em Araraquara

Palmeiras x Botafogo (Arena da Fonte Luminosa)

 

2º – 10.655 pagantes – Palmeiras x Coritiba – Arena Fonte Luminosa, em Araraquara

Palmeiras x Coritiba ( Arena Fonte Luminosa)

 

3º – 9.873 pagantes – Palmeiras x Cruzeiro – Arena Fonte Luminosa, em Araraquara

Palmeiras x Cruzeiro (Arena Fonte Luminosa)

4º – 8.461 pagantes – Palmeiras x Fluminense – Prudentão, em Presidente Prudente

5º – 8.387 pagantes – Palmeiras x Internacional – Arena Barueri, em Barueri

6º – 8.374 pagantes – Palmeiras x São Paulo – Arena Barueri, em Barueri

7º – 7.515 pagantes – Palmeiras x Bahia – Arena Barueri, em Barueri

8º – 7.500 pagantes – Palmeiras x Flamengo – Arena Barueri, em Barueri

9º – 7.407 pagantes – Palmeiras x Náutico – Arena Barueri, em Barueri

10º – 6.651 pagantes – Palmeiras x Vasco – Arena Barueri, em Barueri

11º – 2.580 pagantes – Palmeiras x Figueirense – Arena Barueri, em Barueri

A se registrar o fato de que mais dois jogos, realizados no Pacaembu, também tiveram públicos menores que os da Arena Fonte Luminosa:
Palmeiras x Atlético-MG, com 7.268 pagantes e Palmeiras x Portuguesa, com 8.939 pagantes.
Palmeiras x Grêmio, no Pacaembu, reuniu 11.586 pagantes, menos do que o jogo entre Palmeiras e Botafogo, em Araraquara, que somou 13.228 torcedores.
A verdade é que o Palmeiras, integrante da Série B do Brasileirão em 2013, deverá lembrar com carinho dessa liderança da Arena Fonte Luminosa, quando escolher o local do grande número de partidas que terá de fazer longe da cidade de São Paulo, por força de nova punição que deverá sofrer, pelo péssimo comportamento de alguns de seus torcedores.

Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Fonte: Arquivo Pessoal
Fotos: Paulo Luís Micali

 

A supremacia de Europa e América do Sul, verificada nos confrontos de seleções nacionais, em Copas do Mundo, estende-se ao Mundial de Clubes da FIFA. Nas oito edições dessa competição, só deu europeus e americanos do Sul: Europa 5 x 3 América do Sul.

Para satisfação dos brasileiros, o Brasil é o país número um no Mundial de Clubes da FIFA.

1º – Brasil, 3 títulos consecutivos:
2000 – Corinthians
2005 – São Paulo
2006 – Internacional

2º – Itália e Espanha, 2 títulos:
2007 – Milan; 2010 – Internazionale
2009 e 2011 – Barcelona

4º – Inglaterra, 1 título:
2008 – Manchester United

O Barcelona é o único bicampeão no Mundial de Clubes da FIFA.

O fato de sempre ter dado campeão europeu ou sul-americano no Mundial de Clubes da FIFA está dando legitimidade aos campeões do Torneio Intercontinental (Campeão da Libertadores x Campeão da Liga dos Campeões), disputado de 1960 a 2004, num total de 43 edições.

Nesse confronto, os sul-americanos tiveram um título a mais: América do Sul 22 x 21 Europa.

Juntando Torneio Intercontinental com Mundial de Clubes da FIFA, o placar é este: Europa 26 x 25 América do Sul

Os representantes dos demais continentes têm feito o papel de meros figurantes.

Será que ainda existe quem conteste os títulos conquistados pelos campeões do Torneio Intercontinental?

Fontes: Wikipédia e campeoesdofutebol

 

Após brilhante participação no Campeonato Paulista de 1968, quando se classificou em terceiro lugar, deixando para trás São Paulo, Palmeiras e Portuguesa de Desportos, sagrando-se bicampeã do Interior, e tendo o artilheiro nº 1 do certame (Téia, com 20 gols), a Ferroviária de Araraquara comemorou o feito promovendo a presença, na Fonte Luminosa, do Napoli da Itália e dando show de bola, ganhando de 4 a 0; para completar a temporada com êxito total e brilhantismo, a Ferrinha excursionou para as Américas do Sul e Central, repetindo o que fizera na segunda excursão, em 1963.

Vail Mota foi o comandante técnico e dirigiu os seguintes profissionais, na excursão:
Carlos Alberto, Sérgio Bergantin, Baiano, Fernando, Rossi, Fogueira, Bebeto, Peixinho, Valdir, Bazzani, Rui Júlio, Ismael, Maritaca, Zé Luiz, Paulo Bim, Pio, Nei, Zé Carlos e Paina.

Em 13 jogos disputados, a Ferroviária ganhou 9, empatou 3 e perdeu apenas um. Assinalou 22 tentos e sofreu 9.

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Goleadores Grenás
1 – 07.11.68 – Costa Rica 1 x 2 Ferroviária – Ismael (2)
2 – 10.11.68 – Costa Rica 1 x 0 Ferroviária
3 – 14.11.68 – Honduras 0 x 1 Ferroviária – Zé Luiz
4 – 17.11.68 – Honduras 0 x 2 Ferroviária – Zé Luiz e Baiano (pênalti)
5 – 21.11.68 – El Salvador 0 x 1 Ferroviária – Peixinho
6 – 24.11.68 – Municipal (Guatemala) 2 x 5 Ferroviária – Maritaca, Baiano (pênalti), Bebeto (2) e Pio
7 – 26.11.68 – Comunicaciones (Guatemala) 0 x 2 Ferroviária – Paulo Bim e Maritaca
8 – 29.11.68 – Haiti 2 x 2 Ferroviária – Bebeto e Peixinho
9 – 01.12.68 – Haiti 0 x 0 Ferroviária
10 – 04.12.68 – Deportivo Júnior (COL) 2 x 3 Ferroviária – Bazzani, Pio e Baiano
11 – 13.12.68 – Atlético Bucaramanga (COL) 0 x 2 Ferroviária – Paulo Bim e Maritaca
12 – 15.12.68 – Atlético Bucaramanga (COL) 0 x 1 Ferroviária – Nei
13 – 17.12.68 – Nacional de Medellin (COL) 1 x 1 Ferroviária – Zé Luiz

Impressionante a distribuição dos tentos, pois não houve ninguém que se destacasse sobre os demais. Dez atletas afeanos fizeram gols na excursão:
Zé Luiz, Maritaca, Bebeto e Baiano, 3;
Peixinho, Paulo Bim, Pio e Ismael, 2;
Bazzani e Nei, 1

Fontes:
Fonte Luminosa – Ferroviária, Luís Marcelo Inaco Cirino, Pontes/2005;
Tópicos do Passado da AFE, Antônio Jorge Moreira;
Arquivo pessoal.

 

Em sua segunda excursão ao exterior, a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara dirigiu-se às Américas do Sul e Central, no ano de 1963, em giro que se iniciou em janeiro e terminou em março.

O técnico Francisco José Sarno contou com o seguinte elenco de jogadores: Toninho, Aparecido, Zé Maria, Galhardo, Brandão, Rodrigues, Geraldo Scalera, Dudu, João, Tonhão, Ditinho, Vanderlei, Tales, Peixinho, Capitão, Nego, Mário, Bazzani e Benny.

Em 16 apresentações, a Ferrinha obteve 13 vitórias e foi derrotada em 3 jogos. Assinalou 48 gols, com média de 3 por jogo. Sofreu apenas 12.

Os jogos:
20.01.63 – 4 x 0 – Cucuta Deportivo (COL)
23.01.63 – 0 x 1 – Deportivo Pereira (COL)
27.01.63 – 4 x 5 – Once Caldas (COL)
30.01.63 – 6 x 0 – Atlético Nacional (COL)
03.02.63 – 2 x 1 – Deportivo Independiente (COL)
08.02.63 – 2 x 0 – Deportivo Atlântico (COL)
10.02.63 – 3 x 1 – Club Unión Magdalena (COL)
12.02.63 – 7 x 0 – Deportivo Barranca (COL)
15.02.63 – 3 x 0 – Seleção do Panamá
17.02.63 – 4 x 0 – Seleção de Honduras
24.02.63 – 3 x 0 – Seleção de El Salvador
27.02.63 – 2 x 0 – Seleção Municipal da Guatemala
03.03.63 – 2 x 1 – Seleção Nacional da Guatemala
06.03.63 – 1 x 0 – Seleção Nacional da Guatemala
10.03.63 – 4 x 1 – Seleção Nacional de El Salvador
12.03.63 – 1 x 2 – Seleção Nacional da Costa Rica

O resultado financeiro da excursão foi muito positivo, só que o êxito da campanha despertou o interesse dos grandes clubes pelos astros grenás. E a AFE foi sendo desmontada. Peixinho foi para o Santos (nada mais lógico, né?); Bazzani seguiu para o Corinthians; Dudu e Geraldo Scalera rumaram para o Palmeiras. Algum tempo depois o Corinthians levaria mais dois: Galhardo e Tales. O ponteiro-esquerdo Benny seria transferido para a Argentina.

Não demorou muito e a agremiação da Estrada de Ferro sentiria amargamente o resultado desse desmonte, sendo rebaixada em 1965, caindo da Divisão Especial para a Primeira Divisão.

Fontes:
Fonte Luminosa – Ferroviária, de Luís Marcelo Inaco Cirino; Tópicos do Passado da AFE, de Antônio Jorge Moreira.

 

O Brasil sediou a 4ª Copa do Mundo de futebol e sediará a 20ª edição. Será o quinto país a conseguir ser sede do Mundial em duas edições, o que já foi privilégio de, pela ordem: México, Itália, França e Alemanha.

A Europa lidera, por continente, tendo promovido 10 das 19 Copas. Com um total bem inferior, aparece em seguida a América do Sul, com quatro. A América do Norte sediou três edições. Ásia e África, apenas uma.

Se se considerar o “duelo” Europa x Américas, os europeus estabelecem 10 x 7.

Na Itália, na França e na Alemanha o jogo final ocorreu em estádios diferentes:
Itália
1934 – Stadio Nazionale PNF, Roma
1990 – Stadio Olimpico, Roma
França
1938 – Stade Olympique de Colombes, Paris
1998 – Stade de France, Saint Denis
Alemanha
1974 – Olympiastadion, Munique
2006 – Olympiastadion, Berlim

Sendo assim, o único estádio que recebeu duas finais de Copa do Mundo foi o Azteca, na cidade do México, em 1970 e 1986.

Portanto, na 20ª edição, o Maracanã deverá igualar-se ao Azteca, visto que nele acontecerá a final da Copa do Mundo de 2014.

Das 19 edições, somente em seis o país-sede sagrou-se campeão, festejando em casa.
1930 – Uruguai
1934 – Itália
1966 – Inglaterra
1974 – Alemanha
1978 – Argentina
1998 – França

Em feito inigualável, o Brasil é pentacampeão, com todas as conquistas fora de seu território.

O grupo de países campeões é bem restrito: apenas oito chegaram ao título máximo: Brasil, 5 vezes; Itália, 4; Alemanha, 3; Uruguai e Argentina, 2; Inglaterra, França e Espanha, 1.

No duelo intercontinental, Europa 10 x 9 América do Sul.

Fonte: Wikipédia
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi

 

A Ferroviária volta a se classificar em 6º lugar, no Campeonato Paulista, à frente de Corinthians e Portuguesa de Desportos.
O artilheiro principal da AFE foi Peixinho (17 gols), seguido de perto por Tales (16) e Paulo Bim (12).

Na excursão pelas Américas, a Ferroviária venceu 13 jogos e perdeu 3, marcando 48 gols e sofrendo 12.

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás
1 – 20.01.63 – Deportivo Cúcuta (COL) 0 x 4 AFE – Amistoso Internacional – Benny (2), Bazzani e Cido
2 – 23.01.63 – Deportivo Pereira (COL) 1 x 0 AFE – Amistoso Internacional
3 – 27.01.63 – Once Caldas (COL) 5 x 4 AFE – Amistoso Internacional – Tales (2), Bazzani e Antonieta (contra)
4 – 30.01.63 – Atlético Nacional (COL) 0 x 6 AFE – Amistoso Internacional – Bazzani (2), Peixinho, Capitão, Benny e Dudu
5 – 03.02.63 – Deportivo Independiente (COL) 1 x 2 AFE – Amistoso Internacional – Capitão e Peixinho
6 – 08.02.63 – Atlético de Barranquilla (COL) 0 x 2 AFE – Amistoso Internacional – Bazzani e Peixinho
7 – 10.02.63 – Club Unión Magdalena (COL) 1 x 3 AFE – Amistoso Internacional – Capitão (2) e Peixinho
8 – 12.02.63 – Deportivo Barranca (COL) 0 x 7 AFE – Amistoso Internacional – Bazzani (2), Aílton (2), Capitão, Cido e Tião Nego
9 – 15.02.63 – Seleção do Panamá 0 x 3 AFE – Amistoso Internacional – Bazzani, (?), (?)
10 – 17.02.63 – Seleção de Honduras 0 x 4 AFE – Amist. Internacional – (?)
11 – 24.02.63 – Seleção de El Salvador 0 x 3 AFE – Amist. Internac. – (?)
12 – 27.02.63 – Seleção Municipal (Guatemala) 0 x 2 AFE – Amistoso Internacional – Tião Nego (2)
13 – 03.03.63 – Seleção Nacional (Guatemala) 1 x 2 AFE – Amistoso Internacional – Tião Nego e Dudu
14 – 06.03.63 – Seleção Nacional (Guatemala) 0 x 1 AFE – Amistoso Internacional – Laerte
15 – 10.03.63 – Seleção Nacional (El Salvador) 1 x 4 AFE – Amistoso Internacional – (?)
16 – 12.03.63 – Seleção Nacional (Costa Rica) 2 x 1 AFE – Amistoso Internacional – Tião Nego
17 – 31.03.63 – Barretos 1 x 3 AFE – Amistoso – (?)
18 – 14.04.63 – Osvaldo Cruz 2 x 3 AFE – Amistoso – Cido, Capitão (pênalti) e Tião Nego
19 – 21.04.63 – Rio Preto 2 x 1 AFE – Amistos – Dudu
20 – 28.04.63 – AFE 3 x 3 Botafogo-RP – Amistoso – Tião Nego, Adalberto (contra) e Peixinho
21 – 01.05.63 – AFE 2 x 3 Palmeiras – Amistoso – Peixinho (2)
22 – 05.05.63 – Botafogo-RP 0 x 1 AFE – Amistoso – (?)
23 – 08.05.63 – AFE 3 x 1 Guarani – Amistoso – Capitão, Paulo Bim e Peixinho
24 – 12.05.63 – Prudentina 0 x 0 AFE – Campeonato Paulista
25 – 19.05.63 – Itaú-MG 1 x 1 AFE – Amistoso – (?)
26 – 26.05.63 – Portuguesa Santista 4 x 3 AFE – Amistoso – Tales (3)
27 – 01.06.63 – AFE 1 x 4 Noroeste – Campeonato Paulista – Peixinho
28 – 09.06.63 – Esportiva (Guaratinguetá) 0 x 2 AFE – Campeonato Paulista – Peixinho (2)
29 – 16.06.63 – AFE 1 x 2 XV de Piracicaba – Campeonato Paulista – Tales
30 – 23.06.63 – AFE 1 x 3 Guarani – Campeonato Paulista – Aílton
31 – 30.06.63 – Juventus 0 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Peixinho
32 – 07.07.63 – AFE 0 x 1 São Paulo – Campeonato Paulista
33 – 14.07.63 – América-SJRP 1 x 5 AFE – Amistoso – Lio (4) e Cachimbo
34 – 24.07.63 – Palmeiras 3 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Tales
35 – 28.07.63 – Catanduva 1 x 1 AFE – Amistoso – Cido
36 – 03.08.63 – Jabaquara 1 x 2 AFE – Campeonato Paulista – Tales e Ari
37 – 11.08.63 – Corinthians 4 x 2 AFE – Campeonato Paulista – Tales (2)
38 – 15.08.63 – Botafogo-RP 1 x 3 AFE – Campeonato Paulista – Tales, Capitão e Jurandir (contra)
39 – 18.08.63 – América-SJRP 4 x 1 AFE – Amistoso – Peixinho
40 – 25.08.63 – Passos-MG 0 x 5 AFE – Amistoso – Zé Maria (4) e João Carlos
41 – 01.09.63 – AFE 4 x 1 Santos – Campeonato Paulista – Lio, Tales e Peixinho (2)
42 – 08.09.63 – AFE 1 x 2 Comercial-RP – Campeonato Paulista – Tales
43 – 21.09.63 – Portuguesa 1 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Dudu
44 – 25.09.63 – AFE 2 x 0 São Bento – Camp. Paulista – Paulo Bim (2)
45 – 29.09.63 – XV de Piracicaba 4 x 2 AFE – Campeonato Paulista – Paulo Bim e Peixinho
46 – 05.10.63 – Noroeste 1 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Paulo Bim
47 – 12.10.63 – Comercial-RP 2 x 1 AFE – Camp. Paulista – Paulo Bim
48 – 16.10.63 – AFE 4 x 0 Botafogo-RP – Campeonato Paulista – Tales, Paulo Bim e Peixinho (2)
49 – 19.10.63 – AFE 3 x 4 Palmeiras – Campeonato Paulista – Paulo Bim (2) e Tales
50 – 23.10.63 – AFE 3 x 3 Corinthians – Camp. Paulista – Paulo Bim (3)
51 – 27.10.63 – Guarani 1 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Tales
52 – 31.10.63 – Avareense 1 x 1 AFE – Amistoso – Tales
53 – 03.11.63 – AFE 4 x 0 Jabaquara – Campeonato Paulista – Dudu, Tales, Galhardo e Peixinho
54 – 06.11.63 – AFE 3 x 0 Prudentina – Campeonato Paulista – Peixinho (2) e Dudu
55 – 10.11.63 – AFE 2 x 0 Portuguesa – Campeonato Paulista – Tales (2)
56 – 17.11.63 – São Bento 3 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Peixinho
57 – 24.11.63 – AFE 1 x 0 Juventus – Campeonato Paulista – Ari
58 – 04.12.63 – AFE 1 x 1 Esportiva (Guaratinguetá) – Campeonato Paulista – Peixinho (de bicicleta)
59 – 08.12.63 – Santos 1 x 5 AFE – Campeonato Paulista – Peixinho (3, sendo 1 de pênalti) e Tales (2)
60 – 12.12.63 – São Paulo 5 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Paulo Bim
61 – 15.12.63 – Andradina 1 x 2 AFE – Amistoso – Peixinho (2)

Resumo da temporada da Ferroviária de Araraquara/1963
Jogos – 61
Vitórias – 32
Empates – 10
Derrotas – 19
Gols pró – 138
Gols contra – 84
Saldo de gols – 54

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira);
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro, FPF

 

Em 19 edições da Copa do Mundo de futebol, os ingleses lideram com folga a lista de árbitros que dirigiram as finais, com quatro presenças:

1950 – Brasil 1 x 2 Uruguai – George Reader
1954 – Alemanha 3 x 2 Hungria – William H.E. Ling
1974 – Alemanha 2 x 1 Holanda – John Keith Taylor
2010 – Espanha 1 x 0 Holanda – Howard Webb

Em seguida aparecem italianos, franceses e brasileiros com duas atuações cada:
Brasil
1982 – Itália 3 x 1 Alemanha – Arnaldo Cézar Coelho
1986 – Argentina 3 x 2 Alemanha – Romualdo Arppi Filho
Itália
1978 – Argentina 3 x 1 Holanda – Sergio Gonella
2002 – Brasil 2 x 0 Alemanha – Pierluigi Collina
França
1938 – Itália 4 x 2 Hungria – Georges Capdeville
1958 – Brasil 5 x 2 Suécia – Maurice Guigue

Com uma atuação:
1930 – Uruguai 4 x 2 Argentina – Jean Langenus (Bélgica)
1934 – Itália 2 x 1 Tchecoslováquia – Ivan Eklind (Suécia)
1962 – Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia – Nikolai Latyshev (União Soviética)
1966 – Inglaterra 4 x 2 Alemanha – Gottfried Dienst (Suíça)
1970 – Brasil 4 x 1 Itália – Rudi Gloeckiner (Alemanha Oriental)
1990 – Alemanha 1 x 0 Argentina – Edgardo Codesal (México)
1994 – Brasil 0 x 0 Itália – Sandor Puhl (Hungria)
1998 – França 3 x 0 Brasil – Said Belgola (Marrocos)
2006 – Itália 1 x 1 França – Horacio Elizondo (Argentina)

Em sete finais, os árbitros brasileiros ficaram impossibilitados de concorrer à escalação, dado que o selecionado do Brasil decidiu o título, ganhando cinco e perdendo duas.

Fonte: Copa do Mundo Brasil – copadomundobr.com

 

Em 38 jogos o Rei Pelé assinalou quatro ou mais gols. O recorde absoluto de gols do maior jogador de futebol de todos os tempos, em uma mesma partida, deu-se no dia 21 de novembro de 1964. O Santos estabeleceu 11 x 0 contra o Botafogo de Ribeirão Preto (SP) e Pelé marcou 8 gols. Foi o jogo de número 563 de sua extraordinária carreira.

Em seis ocasiões o Rei marcou 5 gols:
120º jogo – 01.10.58 – Santos 8 x 1 Ipiranga (SP)
371º jogo – 30.08.61 – Santos 8 x 0 Olímpico (Blumenau-SC)
373º jogo – 06.09.61 – Santos 10 x 1 Juventus
594º jogo – 29.04.65 – Santos 9 x 4 Clube do Remo-PA
608º jogo – 14.07.65 – Santos 6 x 2 Noroeste
633º jogo – 31.10.65 – Santos 5 x 2 Prudentina

Os 31 jogos nos quais Pelé marcou 4 gols:
29º – 09.06.57 – Santos 7 x 2 Lavras (MG)
45º – 15.08.57 – Santos 8 x 1 Guarani
49º – 11.09.57 – Santos 7 x 1 Nacional (SP)
69º – 01.12.57 – Santos 6 x 2 Portuguesa Santista
82º – 26.02.58 – Santos 5 x 3 América (RJ)
100º – 23.07.58 – Santos 6 x 0 XV de Piracicaba
114º – 11.09.58 – Santos 10 x 0 Nacional (SP)
132º – 19.11.58 – Santos 9 x 1 Comercial (SP)
136º – 07.12.58 – Santos 6 x 1 Corinthians
138º – 14.12.58 – Santos 7 x 1 Guarani
193º – 26.06.59 – Santos 7 x 1 Internazionale (Itália)
224º – 14.10.59 – Santos 8 x 0 América (Rio Preto-SP)
280º – 31.05.60 – Santos 10 x 0 Royal Neerschot (Bélgica)
372º – 03.09.61 – Santos 6 x 3 São Paulo
375º – 13.09.61 – Santos 5 x 1 Guaratinguetá
376º – 17.09.61 – Santos 6 x 1 Portuguesa
436º – 16.09.62 – Santos 7 x 2 Ferroviária
456º – 02.12.62 – Santos 8 x 2 Jabaquara
490º – 05.06.63 – Santos 5 x 2 Eintracht (Alemanha Oc.)
497º – 21.07.63 – Santos 4 x 3 Noroeste
556º – 28.10.64 – Santos 8 x 1 Prudentina
566º – 06.12.64 – Santos 7 x 4 Corinthians
591º – 15.04.65 – Santos 4 x 4 Corinthians
622º – 11.09.65 – Santos 7 x 0 Guarani
639º – 25.11.65 – Santos 5 x 0 Botafogo (Ribeirão Preto-SP)
704º – 21.02.67 – Santos 6 x 2 Universidad Católica (Chile)
874º – 31.05.69 – Santos 5 x 1 Botafogo (Ribeirão Preto-SP)
900º – 15.10.69 – Santos 6 x 2 Portuguesa
955º – 29.07.70 – Santos 9 x 1 Sergipe
970º – 18.09.70 – Santos 7 x 4 Washington Darts (USA)
1282º – 08.04.76 – Cosmos 5 x 0 Honda (Japão)

Corinthians, Guarani e Botafogo de Ribeirão Preto foram vítimas desses “excessos” de Pelé em três oportunidades cada um. Quanto ao Timão, sempre se disse que o Rei do futebol tinha um prazer especial em enfrentá-lo e derrotá-lo.

Dificilmente um outro clube, além do Santos F.C., conseguirá estabelecer tantas goleadas em sua história. O alvinegro praiano deve isso, fundamentalmente, ao gênio Pelé.

Fonte: PELÉ O SUPERCAMPEÃO, Orlando Duarte, MAKRON Books do Brasil Editora Ltda., 1993

 

O São Paulo Futebol Clube realizou 536 jogos de caráter internacional, no período de 1930 a 2011, incluindo-se nesse levantamento os dois amistosos contra clubes estrangeiros realizados pelo São Paulo da Floresta.

O tricolor do Morumbi venceu 262 jogos, empatou 142 e perdeu 132. Ganhou praticamente metade deles, dividindo mais ou menos em um quarto os empates e também em um quarto as derrotas.

Aproximando-se dos mil gols nessas partidas, o SPFC consignou 975 tentos, sofrendo 639 e livrando um expressivo saldo de 336.

Desse total de jogos, 445 foram contra clubes do exterior e os restantes 91 contra clubes do Brasil.

Tendo os estrangeiros como rivais, são 230 vitórias contra 108 derrotas; enfrentando os brasileiros, 32 vitórias contra 24 derrotas.

O clube do exterior com o qual o São Paulo mais cruzou foi o Boca Juniors, 20 vezes.

Os adversários brasileiros mais frequentes do tricolor, em jogos internacionais, foram Grêmio e Cruzeiro, com 10 encontros cada.

Mas é contra o Palmeiras, adversário do tricolor em quatro edições da Libertadores, que os torcedores das três cores mais se entusiasmam, pois o seu time jamais perdeu, eliminando o clube esmeraldino em todas as ocasiões e mantendo-se invicto (6 vitórias e 2 empates). A vantagem do Verdão em jogos internacionais contra o São Paulo aconteceu somente em um jogo do Ramón de Carranza, em 1993.

Na única vez que são-paulinos e corintianos mediram forças em competição internacional de caráter oficial, em 1994, o São Paulo levou a melhor numa disputa que chegou aos pênaltis depois de uma vitória para cada lado. Na ocasião, o expressinho tricolor, comandado por Muricy Ramalho, passou pelo alvinegro nas semifinais e superou o Peñarol na final, levantando o título da Copa Conmebol.

Mais relevantes, porém, foram as cinco conquistas de títulos do SPFC em competições internacionais oficiais, com finais brasileiras. Eis os feitos do tricolor paulista sobre seus rivais brasileiros:
Uma Libertadores em cima do Atlético-PR;
Uma Supercopa Libertadores sobre o Flamengo;
Uma Copa Master Conmebol em cima do Atlético-MG;
Uma Recopa Sul-Americana sobre o Cruzeiro; e
Uma Recopa Sul-Americana sobre o Botafogo-RJ.

Fonte: São Paulo Internacional, Vicente Henrique Baroffaldi, Pontes/2012

Nota – Aos colegas são-paulinos do blog “História do Futebol”: os interessados em receber, de presente, o livro “São Paulo Internacional”, podem escrever para vicente.baroffaldi@gmail.com, passando o nome completo e o endereço idem.

 

A primeira viagem da Ferroviária de Araraquara ao exterior

A Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara empreendeu três excursões ao exterior, todas na década de 1960 (1960, 1963 e 1968) e todas revestidas de pleno sucesso.

Na primeira delas, em 1960, os destinos foram Europa e África. Sob o comando técnico de José Carlos Bauer, viajaram os seguintes jogadores: Rosan, Fia, Porunga, Cardarelli, Antoninho, Valter, Zé Maria, Dirceu, Rodrigues, Bazzani, Miranda, Faustino, Dudu, Baiano, Eusébio, Benny e Palico.

Em 20 apresentações, a Ferroviária colheu 17 vitórias, 2 empates e conheceu uma única derrota, contra o Sporting de Portugal.

Assinalou 84 gols, sofrendo 13 e tendo um elevado saldo de 71 tentos. Seu maior feito foi derrotar o F.C. do Porto, em pleno estádio das Antas, pela contagem de 2 a 0, acabando com uma longa série invicta do poderoso clube luso.

Os resultados:
14.04.1960 – Nacional (Portugal) 3 x 4 Ferroviária – Ilha da Madeira
17.04.1960 – Marítimo (Portugal) 0 x 2 Ferroviária – Ilha da Madeira
22.04.1960 – Nacional (Portugal) 0 x 2 Ferroviária – Ilha da Madeira
01.05.1960 – Sporting (Portugal) 1 x 0 Ferroviária – Lisboa
04.05.1960 – Belenenses (Portugal) 1 x 2 Ferroviária – Lisboa
08.05.1960 – Porto (Portugal) 0 x 2 Ferroviária – Porto
10.05.1960 – Sporting (Portugal) 1 x 1 Ferroviária – Lisboa
24.05.1960 – Farense (Portugal) 0 x 5 Ferroviária – Faro
26.05.1960 – Atlético de Madri (Espanha) 1 x 1 Ferroviária – Madri
28.05.1960 – Sporting Luanda 0 x 8 Ferroviária – Luanda
29.05.1960 – Seleção de Huambo 0 x 4 Ferroviária – Nova Lisboa
31.05.1960 – Seleção de Huila 1 x 5 Ferroviária – Sá Bandeira
02.06.1960 – Seleção de Luanda 0 x 7 Ferroviária – Luanda
05.06.1960 – Seleção de Natal 1 x 8 Ferroviária – Lourenço Marques
10.06.1960 – Seleção de Beira 2 x 4 Ferroviária – Beira
11.06.1960 – Seleção de Moçambique 1 x 3 Ferroviária – Lourenço Marques
12.06.1960 – Ferroviária de Belém 1 x 6 Ferroviária – Beira
16.06.1960 – Seleção de Quelimane 0 x 6 Ferroviária – Quelimane
18.06.1960 – Seleção de Lourenço Marques 0 x 3 Ferroviária – Lourenço Marques
19.06.1960 – Seleção do Transvaal 0 x 12 Ferroviária – Lourenço Marques

Houve um imprevisto nessa primeira saída da AFE, do Brasil. Quando a delegação se encontrava na África, o empresário Mário Nobre (numa atitude nada nobre) escafedeu-se, sumiu, sem pagar as cotas dos jogos da Ferrinha na África e sem providenciar as passagens de volta para o Brasil. Um outro empresário, de nome Ranieri, arcou com 50% das despesas para retorno da delegação, ficando a outra metade a cargo da Federação Paulista de Futebol, que intercedeu por intermédio de seu presidente, João Mendonça Falcão.

Em chegando a São Paulo, a Ferroviária foi homenageada em cerimônia promovida pela F.P.F., tendo em vista o brilhantismo com que representou o Brasil em território estrangeiro.

No retorno a Araraquara, a agremiação grená teve calorosa recepção.

Fontes: Arquivo do Prof. Antônio Jorge Moreira; Fonte Luminosa, Ferroviária, de Luís Marcelo Inaco Cirino, Pontes

 

Entre os clubes brasileiros, os principais vencedores do Rei Pelé foram:
1º – Palmeiras, 16 vitórias;
2º – Portuguesa, 13;
3º – São Paulo, 12;
4º – Corinthians, 9;
5º – Vasco da Gama e Botafogo, 8;
7º – Ferroviária de Araraquara, 7;
8º – Flamengo e Grêmio, 6;
10º – Cruzeiro e Atlético-MG, 5;
12º – Guarani, 4;
13º – Fluminense, 3

Essa classificação atenta para o número de vitórias obtidas pelos adversários do Rei. Mas há uma outra classificação, igualmente importante, que leva em consideração o número de vitórias em relação ao número de jogos realizados contra o Santos de Pelé. Nesse caso, a ordem dos clubes muda bastante.

Então, aqui vai a classificação dos adversários de Pelé, considerando-se o aproveitamento, destacando-se o Cruzeiro Esporte Clube de Belo Horizonte, que se deu melhor nos confrontos, vencendo 5 jogos em 11 disputados, o que representa 45,45%, percentual altíssimo em se tratando de refregas contra o maior jogador de futebol de todos os tempos.

1º – Cruzeiro, 45,45% (5 vitórias em 11 jogos);
2º – Grêmio, 40% (6 vitórias em 15 jogos);
3º – Vasco da Gama, 38,1% (8 vitórias em 21 jogos);
4º – Botafogo-RJ, 34,78% (8 vitórias em 23 jogos);
5º – Flamengo, 31,58% (6 vitórias em 19 jogos);
6º – Atlético-MG, 29,41% (5 vitórias em 17 jogos);
7º – Ferroviária de Araraquara, 29,16% (7 vitórias em 24 jogos);
8º – Palmeiras, 28,07% (16 vitórias em 57 jogos);
9º – Fluminense, 27,27% (3 vitórias em 11 jogos);
10º – Portuguesa, 26% (13 vitórias em 50 jogos);
11º – São Paulo, 24,49% (12 vitórias em 49 jogos);
12º – Internacional-RS, 22,22% (2 vitórias em 9 jogos)
13º – Corinthians, 18,75% (9 vitórias em 48 jogos);
14º – Guarani, 12,12% (4 vitórias em 33 jogos)

Fonte: www.campeoesdofutebol.com.br

 

A Ferroviária foi a sexta colocada no Campeonato Paulista de 1962, atrás dos cinco então grandes (Santos, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Portuguesa de Desportos, nessa ordem) e junto com o Botafogo de Ribeirão Preto.

A esquadra grená serviu, em abril de 1962, de “sparring” da Seleção Brasileira, em Serra Negra, empatando com a Seleção “B” (0×0) e perdendo para a Seleção “A” (0×2), gols de Didi.

Pela Taça São Paulo, a AFE conseguiu uma goleada retumbante sobre o Palmeiras: 6×2; e uma vitória sobre o Corinthians: 2×0. No certame paulista, 3×1 no Palmeiras, 4×1 no São Paulo em pleno Pacaembu e 2×0 no tricolor em Araraquara. Amistoso no Parque São Jorge: Corinthians 1×4 Ferroviária.

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Artilheiros Grenás
1 – 14.01.62 – Olímpia 0 x 2 AFE – Amistoso – Laerte e Mateus
2 – 21.01.62 – Linense 3 x 2 AFE – Amistoso – Laerte e Melão
3 – 28.01.62 – Orlândia 1 x 4 AFE – Amistoso – Peixinho (3) e Laerte
4 – 04.02.62 – Uberlândia-MG 1 x 1 AFE – Amistoso – Peixinho
5 – 10.02.62 – Portuguesa 1 x 0 AFE – Amistoso
6 – 18.02.62 – Fernandópolis 2 x 7 AFE – Amistoso – Peixinho (2), Parada (2), Bazzani, Benny e Aurélio
7 – 11.03.62 – Ituveravense 1 x 1 AFE – Amistoso – Benny
8 – 15.03.62 – AFE 3 x 1 Prudentina – Amistoso – Parada (2) e Laerte
9 – 18.03.62 – Prudentina 2 x 4 AFE – Amistoso – Dudu, Peixinho, Benny e Mário
10 – 21.03.62 – Londrina-PR 5 x 5 AFE – Amistoso – Parada (2), Benny, Peixinho e Dudu
11 – 25.03.62 – Corinthians 1 x 4 AFE – Amistoso – Bazzani, Laerte, Benny e Parada (pênalti)
12 – 01.04.62 – AFE 2 x 2 Corinthians – Amistoso – Parada e Bazzani
13 – 15.04.62 – Rio Preto 2 x 4 AFE – Amistoso – (?)
14 – 22.04.62 – Votuporanguense 0 x 0 AFE – Taça São Paulo
15 – 25.04.62 – AFE 2 x 0 Votuporanguense – Taça São Paulo – Dudu e Laerte
16 – 29.04.62 – Seleção Brasileira “B” 0 x 0 (1º período) e “A” 2 x 0 (2º período) Ferroviária – Jogo-treino
17 – 06.05.62 – Guarani 1 x 1 AFE – Taça São Paulo – Benny
18 – 13.05.62 – AFE 3 x 0 Guarani – Taça São Paulo – Benny (2) e Bazzani
19 – 20.05.62 – AFE 6 x 2 Palmeiras – Taça São Paulo – Bazzani (3), Ismael, Aurélio e Laerte
20 – 24.05.62 – Palmeiras 4 x 1 AFE – Taça São Paulo – Benny
21 – 27.05.62 – Ferroviária (Botucatu) 0 x 0 AFE – Amistoso
22 – 31.05.62 – Campinense-GO 1 x 6 AFE – Amistoso – Benny, Bazzani, Parada, Aílton, Melão e Mateus
23 – 03.06.62 – Atlético Goianiense-GO 1 x 3 AFE – Amistoso – Bazzani, Aílton e Benny
24 – 07.06.62 – AFE 2 x 0 Corinthians – Taça São Paulo – Peixinho (2)
25 – 10.06.62 – Corinthians 4 x 0 AFE – Taça São Paulo
26 – 21.06.62 – Yuracan-MG 2 x 1 AFE – Amistoso – (?)
27 – 24.06.62 – Yuracan-MG 1 x 1 AFE – Amistoso – Mateus
28 – 01.07.62 – Batatais 2 x 1 AFE – Amistoso – Peixinho
29 – 08.07.62 – Noroeste 0 x 2 AFE – Campeonato Paulista – Parada e Laerte
30 – 15.07.62 – XV de Piracicaba 3 x 2 AFE – C.P. – Parada (2)
31 – 22.07.62 – AFE 3 x 0 Jabaquara – C.P. – Peixinho (2) e Bazzani
32 – 29.07.62 – Prudentina 2 x 1 AFE – C.P. – Peixinho
33 – 05.08.62 – AFE 3 x 1 Palmeiras – C.P. – Parada, Bazzani e Peixinho
34 – 12.08.62 – Taubaté 2 x 3 AFE – C.P. – Peixinho (2) e Benny
35 – 16.08.62 – São Paulo 1 x 4 AFE – C.P. – Parada (2), David e Dudu
36 – 19.08.62 – União São João 3 x 5 AFE – Amistoso – Mateus (3), Peixinho e Aílton
37 – 26.08.62 – AFE 2 x 1 Botafogo-RP – C.P. – Parada e Bazzani
38 – 29.08.62 – AFE 2 x 2 Juventus – C.P. – Bazzani (2)
39 – 02.09.62 – AFE 1 x 0 Comercial-RP – C.P. – Esmeraldo (contra)
40 – 07.09.62 – Corinthians 7 x 1 AFE – C.P. – Geraldo Scalera
41 – 12.09.62 – AFE 2 x 1 Guarani – C.P. – Parada e Peixinho
42 – 15.09.62 – Santos 7 x 2 AFE – C.P. – Calvet (contra) e Parada
43 – 26.09.62 – Esportiva (Guaratinguetá) 1 x 0 AFE – C.P.
44 – 30.09.62 – AFE 0 x 1 Portuguesa – C.P.
45 – 10.10.62 – AFE 3 x 0 XV de Piracicaba – C.P. – Dudu, Benny e Bazzani
46 – 13.10.62 – Botafogo-RP 0 x 1 AFE – C.P. – Bazzani
47 – 18.10.62 – Jabaquara 1 x 1 AFE – C.P. – Bazzani
48 – 21.10.62 – Juventus 0 x 0 AFE – C.P.
49 – 28.10.62 – Portuguesa 2 x 1 AFE – C.P. – Tales
50 – 31.10.62 – AFE 6 x 1 Taubaté – C.P. – Wilson (2), Benny (2), Tales e Vaguinho (contra)
51 – 04.11.62 – AFE 2 x 0 São Paulo – C.P. – David e Peixinho
52 – 08.11.62 – AFE 1 x 3 Corinthians – C.P. – Tales
53 – 11.11.62 – Guarani 1 x 0 AFE – C.P.
54 – 15.11.62 – Comercial-RP 2 x 1 AFE – C.P. – Dudu
55 – 25.11.62 – AFE 1 x 1 Santos – C.P. – Geraldo Scalera
56 – 28.11.62 – AFE 1 x 1 Noroeste – C.P. – Peixinho
57 – 06.12.62 – AFE 4 x 1 Prudentina – C.P. – Bazzani (2), Wilson e Peixinho
58 – 12.12.62 – AFE 0 x 0 Esportiva (Guaratinguetá) – C.P.
59 – 16.12.62 – Palmeiras 2 x 1 AFE – C.P. – Dudu

Campanha da Ferroviária no ano de 1962
Jogos – 59; Vitórias – 27; Empates – 14; Derrotas – 18
Gols a favor – 122; Gols contra – 89; Saldo de gols – 33

Principais artilheiros da Ferroviária no Campeonato Paulista/1962:
Bazzani e Peixinho, 10; e Parada, 9

Principais artilheiros da Ferroviária na Taça São Paulo/1962:
Bazzani e Benny, 4

Fontes: Arquivo do Professor Antônio Jorge Moreira; O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF

 

Destacada campanha da Ferroviária de Araraquara culminou com a obtenção da 5ª colocação no Campeonato Paulista de 1961, à frente do Corinthians.

A Ferroviária participou do jogo que decidiu o campeonato, no dia 13 de dezembro de 1961, na Vila Belmiro, quando o Santos, goleando por 6 a 2, garantiu seu segundo bicampeonato no certame bandeirante.

Ficha técnica do jogo do título praiano:
Jogo – Santos 6 x 2 Ferroviária
Data – 13.12.1961, noite
Local – Vila Belmiro, Santos (SP)
Árbitro – Stefan Valter Glanz
Renda – Cr$ 2.267.850,00
Público – 23.319 pagantes
Gols – Pelé, 11’ e Tite, 15’ do 1º tempo; Pagão, 5’, Benny, 12’, Pelé, 19’, Pepe, 21’ e 34’, e Peixinho, 43’ do 2º tempo
Santos – Laércio; Lima, Mauro e Dalmo; Calvet e Zito; Dorval, Tite, Coutinho (Pagão), Pelé e Pepe. Técnico: Lula
AFE – Toninho; Ismael, Antoninho e Jurandir; Dudu e Rodrigues; Peixinho, Laerte, Parada (Melão), Bazzani e Benny. Técnico: José Agnelli

Obs.: Peixinho, da Ferroviária, foi o segundo maior artilheiro do certame, ficando atrás apenas de Pelé. O afeano assinalou 26 tentos; Pelé, 47.

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás
1 – 15.01.61 – Ferroviária 3 x 2 Noroeste – Amistoso – Palico, Bazzani e Pimentel (pênalti)
2 – 22.01.61 – Noroeste 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – Bazzani
3 – 02.02.61 – Ferroviária 4 x 1 Comercial-RP – Amistoso – Parada, Palico, Dudu e Mário
4 – 19.02.61 – Bandeirantes (São Carlos) 0 x 0 Ferroviária – Amistoso
5 – 26.02.61 – Ferroviária 4 x 1 Uberaba-MG – Amistoso – (?)
6 – 05.03.61 – Barretos 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – Bazzani
7 – 09.03.61 – Ferroviária 2 x 1 Esportiva (Guaratinguetá) – Amistoso – (?)
8 – 12.03.61 – Tupã 3 x 1 Ferroviária – Amistoso – Melão
9 – 15.03.61 – Londrina-PR 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – Benny e Melão
10 – …03.61 – Cambé-PR 1 x 2 Ferroviária – Amistoso – Benny e Parada
11 – 23.03.61 – Nacional-PR 0 x 5 Ferroviária – Amistoso – Justino (2), Bazzani, Faustino e Dudu
12 – …03.61 – Guarani-PR 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (2)
13 – …03.61 – Operário Ferroviário-PR 0 x 4 Ferroviária – Amistoso – (?)
14 – 04.04.61 – América-RJ 2 x 1 Ferroviária – Amistoso (em Curitiba-PR) – Pimentel
15 – 06.04.61 – Ferroviário-PR 0 x 5 Ferroviária – Amistoso – Parada, Melão (2), Bazzani (pênalti) e Paulinho
16 – 09.04.61 – DERAC (Itapetininga) 1 x 2 Ferroviária – Amistoso – Melão (2)
17 – 11.04.61 – São Bento (Sorocaba) 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – Justino, Dudu e Melão
18 – 21.04.61 – Ferroviária 3 x 1 São Paulo – Amistoso – Dudu, Melão e Parada
19 – 23.04.61 – Comercial-RP 3 x 3 Ferroviária – Amistoso – Melão, Bazzani e Souza
20 – 29.04.61 – Itaú-MG 0 x 4 Ferroviária – Amistoso – Peixinho (3) e Justino
21 – 30.04.61 – Francana 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani e Souza
22 – 04.05.61 – Ferroviária 6 x 3 E.C. Bahia – Amistoso – Bazzani, Justino, Dudu, Peixinho (2, sendo um de “bicicleta”)) e Souza
23 – 11.05.61 – Mirassol 2 x 5 Ferroviária – Amistoso – Peixinho (2), Justino, Souza e Mário
24 – 21.05.61 – Uberaba-MG 0 x 0 Ferroviária – Amistoso
25 – 25.05.61 – Portuguesa Santista 3 x 2 Ferroviária – Amistoso – (?)
26 – 28.05.61 – Esportiva (Guaratinguetá) 1 x 2 Ferroviária – Amistoso – (?)
27 – 01.06.61 – Guarani 3 x 2 Ferroviária – Amistoso – Parada e Peixinho
28 – 04.06.61 – Ferroviária 3 x 1 Guarani – Amistoso – Bazzani, Dudu e Peixinho
29 – 15.06.61 – Ferroviária 4 x 1 Bandeirantes (São Carlos) – Amistoso – Peixinho (2), Melão e Antoninho
30 – 18.06.61 – Sport Recife-PE 3 x 1 Ferroviária – Amistoso – Laerte
31 – 24.06.61 – Náutico-PE 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
32 – 02.07.61 – Ferroviária 7 x 2 Taubaté – Campeonato Paulista – Melão (3), Laerte (2), Peixinho e …
33 – 05.07.61 – Botafogo-RP 0 x 1 Ferroviária – C.P. – Peixinho
34 – 09.07.61 – São Paulo 3 x 1 Ferroviária – C.P. – Parada
35 – 23.07.61 – Ferroviária 2 x 0 Portuguesa Santista – C.P. – Peixinho e Melão
36 – 30.07.61 – Esportiva (Guaratinguetá) 3 x 2 Ferroviária – C.P. – Bazzani e Parada
37 – 06.08.61 – Ferroviária 2 x 1 Corinthians – C.P. – Parada e Peixinho
38 – 09.08.61 – Ferroviária 3 x 1 XV de Piracicaba – C.P. – Laerte, Peixinho e Parada
39 – 13.08.61 – Jabaquara 1 x 3 Ferroviária – C.P. – Parada (2) e Peixinho
40 – 20.08.61 – Ferroviária 2 x 1 Comercial-RP – C.P. – Parada e Peixinho
41 – 27.08.61 – Noroeste 0 x 0 Ferroviária – C.P.
42 – 03.09.61 – Ferroviária 2 x 2 Palmeiras – C.P. – Peixinho (2)
43 – 10.09.61 – Juventus 2 x 7 Ferroviária – C.P. – Peixinho (3), Parada (2) e Bazzani (2)
44 – 17.09.61 – Ferroviária 4 x 1 Guarani – C.P. – Parada (2) e Peixinho (2)
45 – 24.09.61 – Ferroviária 0 x 1 Santos – C.P.
46 – 27.09.61 – Portuguesa 4 x 1 Ferroviária – C.P. – Bazzani
47 – 01.10.61 – Ferroviária 3 x 1 Noroeste – C.P. – Bazzani, Peixinho e Parada
48 – 08.10.61 – XV de Piracicaba 1 x 1 Ferroviária – C.P. – Peixinho
49 – 15.10.61 – Ferroviária 2 x 2 São Paulo – C.P. – De Sordi (contra) e Bazzani
50 – 22.10.61 – Comercial-RP 1 x 1 Ferroviária – C.P. – Bazzani
51 – 29.10.61 – Corinthians 1 x 2 Ferroviária – C.P. – Peixinho (2)
52 – 05.11.61 – Ferroviária 2 x 0 Esportiva (Guaratinguetá) – C.P. – Peixinho e Melão
53 – 12.11.61 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa – C.P.
54 – 15.11.61 – Portuguesa Santista 1 x 4 Ferroviária – C.P. – Peixinho (2), Antoninho (pênalti) e Melão
55 – 19.11.61 – Palmeiras 2 x 1 Ferroviária – C.P. – Peixinho
56 – 22.11.61 – Ferroviária 4 x 1 Juventus – C.P. – Benny (2), Bazzani e …
57 – 29.11.61 – Ferroviária 1 x 1 Jabaquara – C.P. – Benny
58 – 06.12.61 – Taubaté 0 x 0 Ferroviária – C.P.
59 – 10.12.61 – Ferroviária 3 x 0 Botafogo-RP – C.P. – Melão, Antoninho (pênalti) e Veríssimo (contra)
60 – 13.12.61 – Santos 6 x 2 Ferroviária – C.P. (Jogo que decidiu o título) – Benny e Peixinho
61 – 17.12.61 – Guarani 6 x 2 Ferroviária – C.P. – Peixinho (de “bicicleta”) e Peixinho

Resumo da temporada afeana, no ano de 1961
Jogos – 61
Vitórias – 34
Empates – 12
Derrotas – 15
Gols pró – 144
Gols contra – 85
Saldo de gols – 59

Fontes: Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira); O Caminho da Bola (Rubens Ribeiro), FPF; A História do Campeonato Paulista (Valmir Storti e André Fontenelle), Publifolha, 1997

 

Uma divagação a respeito da unificação de títulos “perpetrada” pela Confederação Brasileira de Futebol (C.B.F.) e que provocou muita polêmica.

Mostramos mais à frente o número de jogos realizados, ano a ano, pelos campeões nacionais, citando, como referência, apenas os quatro grandes clubes paulistas.

Na Taça Brasil, os campeões do Rio e de São Paulo entravam nas disputas somente nas semifinais porque tinham coisa mais importante para fazer: excursionar ou jogar o Campeonato Carioca e o Campeonato Paulista, que eram muito mais valorizados do que hoje e tinham espaço relevante no calendário.

Assim, não era necessário, para cariocas e paulistas, sustentar mais que quatro ou cinco jogos para tornar-se campeão da Taça Brasil. Antes das semifinais, os campeões dos demais estados da federação “davam o sangue” para alcançar as duas vagas na semifinal.

Imaginem hoje, se os campeões do Rio e de São Paulo tivessem o privilégio de entrar na Copa do Brasil apenas nas semifinais… Geraria o maior buchicho.

O tratamento dispensado aos clubes, na Taça Brasil, era muito desigual. Mesmo assim, o E.C. Bahia sagrou-se campeão da primeira edição, em 1959, realizando 14 jogos. No ano seguinte, o Palmeiras levantaria o título jogando somente quatro (!) partidas.

Não foram necessários mais do que 24 jogos para o Santos ganhar cinco vezes a Taça Brasil. Hoje, para se conseguir um único título do Brasileirão, joga-se 38 vezes!

O Santos realizou 120 jogos para abiscoitar oito títulos nacionais. O Palmeiras, para igual número de conquistas, efetuou 172 jogos, muito mais que o peixe. O São Paulo jogou mais que ambos – 192 vezes – para levantar seis títulos. E o Corinthians também não teve moleza: realizou 166 jogos para ganhar cinco títulos.

São Paulo e Corinthians ganharam campeonatos; Palmeiras e Santos ganharam taças e campeonatos.

A se adicionar a aberração de se dar a um mesmo clube (o Palmeiras) dois títulos de campeão brasileiro no mesmo ano, em 1967, quando o alviverde venceu a Taça Brasil e a Taça de Prata.

O que sobressai em tudo isso é que, sempre que se falar em campeões nacionais, haverá a distinção a ser feita: tantas vezes campeão do Brasileirão, tantas vezes campeão da Taça de Prata e tantas vezes campeão da Taça Brasil.

Jogos realizados pelos grandes de São Paulo para conquista de títulos nacionais

ANO/CLUBE/Nº DE JOGOS
1960 – Palmeiras – 4 (Taça Brasil)
1961 – Santos – 5 (Taça Brasil)
1962 – Santos – 5 (Taça Brasil)
1963 – Santos – 4 (Taça Brasil)
1964 – Santos – 6 (Taça Brasil)
1965 – Santos – 4 (Taça Brasil)
1967 – Palmeiras – 6 (Taça Brasil)
1967 – Palmeiras – 20 (Taça de Prata)
1968 – Santos – 19 (Taça de Prata)
1969 – Palmeiras – 19 (Taça de Prata)
1972 – Palmeiras – 30 (Brasileirão)
1973 – Palmeiras – 40 (Brasileirão)
1977 – São Paulo – 21 (Brasileirão)
1986 – São Paulo – 34 (Brasileirão)
1990 – Corinthians – 25 (Brasileirão)
1991 – São Paulo – 23 (Brasileirão)
1993 – Palmeiras – 22 (Brasileirão)
1994 – Palmeiras – 31 (Brasileirão)
1998 – Corinthians – 32 (Brasileirão)
1999 – Corinthians – 29 (Brasileirão)
2002 – Santos – 31 (Brasileirão)
2004 – Santos – 46 (Brasileirão)
2005 – Corinthians – 42 (Brasileirão)
2006 – São Paulo – 38 (Brasileirão)
2007 – São Paulo – 38 (Brasileirão)
2008 – São Paulo – 38 (Brasileirão)
2011 – Corinthians – 38 (Brasileirão)

Fonte: São Paulo Internacional, Vicente Henrique Baroffaldi, Pontes/2012.

 

PELÉ realizou 1.375 jogos e assinalou 1.285 gols, num feito inigualável. Claro que houve o lado sombrio e obscuro – das derrotas – que, no entanto, jamais abalou o Rei.

Foram 247 derrotas, que representaram 17,96% dos jogos dos quais Pelé participou.

Quem foi o maior adversário de Pelé? Aquele que mais o venceu?
Resposta: Sociedade Esportiva Palmeiras, com 16 vitórias. Entre os grandes de São Paulo, a ordem de conquistas contra o maior do mundo foi esta:
1º – Palmeiras, 16 vitórias; 2º – Portuguesa, 13; 3º – São Paulo, 12; 4º – Corinthians, 9

Entre os cariocas, quem se deu melhor, ganhando mais de Edson Arantes do Nascimento?
Resposta: Vasco da Gama e Botafogo conseguiram 8 vitórias contra o Santos de Pelé. O Flamengo, 6, e o Fluminense, 3.

Mineiros e gaúchos, o que obtiveram contra o Rei?
Resposta: Cruzeiro e Atlético foram iguais em número de vitórias: 5.
Entre os gaúchos, o Grêmio se deu melhor, ganhando seis vezes de Pelé; e o Inter venceu somente duas partidas.

No interior paulista, qual foi o clube intermediário que mais resistiu ao poder do Rei?
Resposta: A Ferroviária de Araraquara, que ganhou 7 vezes do Santos com Pelé. Em Araraquara, a AFE ganhou essas 7 vezes, perdendo 4 e empatando duas, levando a melhor sobre o maior jogador da história do futebol. Claro que na Vila Belmiro a história foi bem outra.
Em seguida aparece o Guarani de Campinas, com 4 vitórias.
Os demais interioranos paulistas que ganharam jogos contra Pelé:
Botafogo-RP, Noroeste, Portuguesa Santista e América, dois jogos cada;
São Bento, Jabaquara, Taubaté, XV de Jaú, Comercial-RP, XV de Piracicaba, Guaratinguetá, Saad e Bandeirantes, um jogo cada.

Defendendo a Seleção Brasileira, quantos foram os reveses de Pelé contra selecionados estrangeiros?
Resposta: Apenas 12 derrotas. A Argentina conseguiu 4 vitórias; Portugal, duas; Uruguai, Holanda, Itália, Paraguai, México e Congo, uma única vitória.

Fonte: campeoesdofutebol.com.br

 

Os dois maiores clubes do Uruguai – Peñarol e Nacional – somam elevado número de conquistas nacionais e internacionais. O Peñarol levantou três Copas Intercontinentais e cinco Libertadores, além de 48 títulos nacionais. Por seu turno, o Nacional conquistou três Copas Intercontinentais, três Libertadores e 43 títulos de campeão nacional.

O São Paulo Futebol Clube contra essas duas potências mundiais do futebol

No confronto com o Peñarol há um evidente equilíbrio: o São Paulo Futebol Clube venceu cinco vezes, perdendo quatro. Contra o Nacional, a diferença é apreciável: seis vitórias contra duas.
Na única vez em que São Paulo e Peñarol disputaram um título, o tricolor levou a melhor. Foi na Copa Conmebol de 1994, quando o expressinho tricolor estabeleceu 6 a 1 em casa e pode perder no jogo de volta, em Montevidéu (0×3). No Torneio Tereza Herrera de 1992, houve empate de 2×2, mas o São Paulo ganhou nos pênaltis, habilitando-se para a decisão.
Os jogos contra o Peñarol:
24.12.1944 – Peñarol 5 x 0 São Paulo – Amistoso
29.01.1963 – Peñarol 3 x 5 São Paulo – Amistoso
13.06.1970 – São Paulo 2 x 0 Penãrol – Amistoso
01.02.1975 – São Paulo 2 x 0 Peñarol – I Copa Internacional de São Paulo
20.08.1982 – Peñarol 1 x 0 São Paulo – Libertadores
14.09.1982 – São Paulo 0 x 1 Peñarol – Libertadores
14.08.1992 – Peñarol 2 x 2 São Paulo – Torneio Tereza Herrera
14.12.1994 – São Paulo 6 x 1 Peñarol – Copa Conmebol
21.12.1994 – Peñarol 3 x 0 São Paulo – Copa Conmebol
25.07.2001 – São Paulo 3 x 0 Peñarol – Mercosul
12.09.2001 – Peñarol 1 x 1 São Paulo – Mercosul
Jogos – 11; Vitórias – 5; Empates – 2; Derrotas – 4; Gols a favor – 21; Gols contra – 17; Saldo de gols – 4

Contra o Nacional, os brasileiros levaram a melhor nos jogos mais importantes, que foram pela Libertadores de 1992 e 2008. Três vitórias e um empate.
Os jogos contra o Nacional:
20.12.1944 – Nacional 3 x 1 São Paulo – Amistoso
15.03.1956 – São Paulo 3 x 4 Nacional – Torneio Roberto G. Pedrosa
23.06.1956 – Nacional 0 x 1 São Paulo – Taça do Atlântico
09.10.1960 – São Paulo 3 x 0 Nacional – Amistoso
15.01.1961 – Nacional 0 x 2 São Paulo – Torneio Internacional de Verão
16.02.1964 – Nacional 1 x 1 São Paulo – Torneio de El Salvador
28.04.1992 – Nacional 0 x 1 São Paulo – Libertadores
06.05.1992 – São Paulo 2 x 0 Nacional – Libertadores
30.04.2008 – Nacional 0 x 0 São Paulo – Libertadores
07.05.2008 – São Paulo 2 x 0 Nacional – Libertadores
Jogos – 10; Vitórias – 6; Empates – 2; Derrotas – 2; Gols a favor – 16; Gols contra – 8; Saldo de gols – 8

Fontes: São Paulo Internacional, Vicente Henrique Baroffaldi, Pontes/2012; e Wikipédia

 

Acontece a primeira viagem da Ferrinha ao exterior. Campanha magistral na Europa e África, culminando com vitória sobre o Porto, por 2 a 0, no estádio das Antas, quebrando uma invencibilidade de quase 50 jogos do time comandado por Otto Vieira, que perdeu o cargo por tal revés.

No Campeonato Paulista, um honroso 6º lugar.

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás
1 – 24.01.60 – Barretos 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Baiano e Benny
2 – 31.01.60 – Prudentina 1 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)
3 – 07.02.60 – Jaboticabal 1 x 3 Ferroviária – Amistoso – (?)
4 – 14.02.60 – Inter de Bebedouro 4 x 7 Ferroviária – Amistoso – Amaral (3), Dudu (2), Tuta e Cardoso
5 – 16.02.60 – Botafogo-SP 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – (?)
6 – 18.02.60 – Uberaba 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
7 – 21.02.60 – Uberlândia 1 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (2)
8 – 23.02.60 – Uberlândia 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Benny e Bazzani
9 – 25.02.60 – Araguari 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – (?)
10 – .02.60 – Uberaba 0 x 1 Ferroviária – Amistoso – Bazzani
11 – 06.03.60 – Fluminense-RJ 3 x 0 Ferroviária – Amistoso
12 – 12.03.60 – Ferroviária 3 x 2 Botafogo-SP – Amistoso – Gil (contra) e Benny (2)
13 – 16.03.60 – Ferroviária 5 x 1 Fluminense-RJ – Amistoso – Faustino, Bazzani, Baiano (2) e Dudu
14 – 20.03.60 – Tupã 2 x 5 Ferroviária – Amistoso – (?)
15 – 27.03.60 – Ferroviária 1 x 2 Portuguesa Santista – Amistoso – (?)
16 – 30.03.60 – Portuguesa Santista 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – (?)
17 – 14.04.60 – Nacional (Portugal) 3 x 4 Ferroviária – Amistoso – Baiano (2), Benny e Bazzani
18 – 17.04.60 – Marítimo (Portugal) 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – Baiano e Bazzani
19 – 22.04.60 – Nacional (Portugal) 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – Baiano e Bazzani
20 – 01.05.60 – Sporting (Portugal) 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
21 – 04.05.60 – Belenenses (Portugal) 1 x 2 Ferroviária – Amistoso – Benny e Baiano
22 – 08.05.60 – F.C. do Porto (Portugal) 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani e Miranda
23 – 10.05.60 – Sporting (Portugal) 1 x 1 Ferroviária – Amistoso – Faustino
24 – 24.05.60 – Farense (Portugal) 0 x 5 Ferroviária – Amistoso – Eusébio, Miranda (2), Faustino e Benny
25 – 26.05.60 – Atlético de Madrid (Espanha) 1 x 1 Ferroviária – Amistoso – Baiano
26 – 28.05.60 – Sporting Club de Luanda (Angola) 0 x 8 Ferroviária – Amistoso – Miranda (4), Palico, Baiano, Eusébio e Benny
27 – 29.05.60 – Seleção de Huambo (Angola) 0 x 4 Ferroviária – Amistoso – Baiano, Palico, Zé Maria e Miranda
28 – 31.05.60 – Seleção de Huila (Angola) 1 x 5 Ferroviária – Amistoso – Baiano (2), Dudu, Palico e Benny
29 – 02.06.60 – Seleção de Luanda (Angola) 0 x 7 Ferroviária – Amistoso – Dirceu, Palico, Eusébio, Dudu, Miranda e Baiano (2)
30 – 05.06.60 – Seleção de Natal (Moçambique) 1 x 8 Ferroviária – Amistoso – Baiano (2), Palico, Miranda (2), Dudu, Eusébio e Benny
31 – 10.06.60 – Seleção da Beira (Moçambique) 2 x 4 Ferroviária – Amistoso – Baiano, Eusébio e Benny (2)
32 – 11.06.60 – Seleção dos Naturais de Moçambique 1 x 3 Ferroviária – Amistoso – Miranda (3)
33 – 12.06.60 – Ferroviária de Beira (Moçambique) 1 x 6 Ferroviária – Amistoso – Bazzani, Faustino, Dudu, Palico, Zé Maria e Eusébio
34 – 16.06.60 – Seleção de Quelimane (Moçambique) 0 x 6 Ferroviária – Amistoso – Miranda, Baiano, Benny, Zé Maria e Eusébio (2)
35 – 18.06.60 – Seleção de Lourenço Marques (Moçambique) 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – Palico (2) e Baiano
36 – 19.06.60 – Seleção do Transvaal (Moçambique) 0 x 12 Ferroviária – Amistoso – Benny (4), Faustino (2), Baiano (2), Eusébio (2), Dudu e Palico
37 – 29.06.60 – Ferroviária 0 x 2 Botafogo-SP – Campeonato Paulista
38 – 03.07.60 – Portuguesa Santista 2 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Dudu, Bazzani e Miranda
39 – 06.07.60 – Ferroviária 3 x 1 Jabaquara – Campeonato Paulista – Dudu, Miranda e Bazzani
40 – 10.07.60 – Juventus 0 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Dudu
41 – 17.07.60 – Ferroviária 5 x 0 Corinthians-PP – Campeonato Paulista – Baiano (2), Miranda, Dudu e Bazzani
42 – 20.07.60 – Corinthians 1 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
43 – 21.07.60 – Estrada de Ferro Sorocabana 1 x 4 Ferroviária – Amist. (?)
44 – 24.07.60 – Caldense-MG 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
45 – 28.07.60 – Machadense-MG 1 x 5 Ferroviária – Amistoso – Faustino (3), Miranda e Rafael (contra)
46 – 31.07.60 – Taubaté 3 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Benny
47 – 07.08.60 – Ferroviária 3 x 2 América – Campeonato Paulista – Faustino, Dudu e Baiano
48 – 14.08.60 – Ferroviária 1 x 2 Guarani – Campeonato Paulista – Bazzani
49 – 17.08.60 – Ferroviária 3 x 1 Portuguesa – Campeonato Paulista – Baiano (2) e Pimentel
50 – 21.08.60 – Noroeste 1 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Pimentel
51 – 24.08.60 – Ferroviária 3 x 3 Ponte Preta – Campeonato Paulista – Baiano (2) e Faustino
52 – 28.08.60 – São Paulo 1 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Dudu, Baiano e Benny
53 – 04.09.60 – Ferroviária 4 x 0 Santos – Campeonato Paulista – Antoninho, Dalmo (contra), Baiano e Faustino
54 – 07.09.60 – XV de Piracicaba 2 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
55 – 11.09.60 – Ferroviária 0 x 0 Palmeiras – Campeonato Paulista
56 – 14.09.60 – Comercial-RP 2 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Baiano
57 – 25.09.60 – Corinthians-PP 2 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Miranda (2)
58 – 01.10.60 – Ferroviária 1 x 2 Portuguesa Santista – Campeonato Paulista – Clóvis (contra)
59 – 05.10.60 – Botafogo-SP 2 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Faustino, Bazzani e Baiano
60 – 09.10.60 – Ferroviária 1 x 1 Comercial-RP – Campeonato Paulista – Miranda
61 – 16.10.60 – Ferroviária 6 x 0 Taubaté – Campeonato Paulista – Faustino (2), Miranda e Baiano (3)
62 – 20.10.60 – Ponte Preta 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
63 – 23.10.60 – Inter de Limeira 4 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)
64 – 30.10.60 – Ferroviária 2 x 1 Corinthians – Campeonato Paulista – Pimentel
65 – 06.11.60 – Ferroviária 1 x 1 são Paulo – Campeonato Paulista – Baiano
66 – 10.11.60 – Jabaquara 2 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista – Baiano (2), Faustino e Dudu
67 – 13.11.60 – Ferroviária 6 x 2 Juventus – Campeonato Paulista – Bazzani, Pimentel (2), Faustino, Palico e Dudu
68 – 17.11.60 – Portuguesa 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Baiano
69 – 20.11.60 – América 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Pimentel
70 – 27.11.60 – Ferroviária 0 x 2 Noroeste – Campeonato Paulista
71 – 04.12.60 – Ferroviária 4 x 1 XV de Piracicaba – Campeonato Paulista – Palico (3) e Dudu
72 – 07.12.60 – Santos 5 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
73 – 10.12.60 – Palmeiras 1 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani (2) e Pimentel (2)
74 – 18.12.60 – Guarani 2 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista – Ferrari (contra), Baiano (2) e Pimentel

Resumo da temporada de 1960/Ferroviária de Araraquara
Jogos – 74; Vitórias – 43; Empates – 13; Derrotas – 18
Gols a favor – 193; Gols contra – 99; Saldo de gols – 94

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE, de Antônio Jorge Moreira
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF
Colaboração de Julio Diogo, com o resultado de Prudentina 1 x 1 Ferroviária, amistoso realizado em 31.01.1960.

 

Num jogo demasiadamente nervoso, principalmente em sua fase inicial, o time amador da Associação Ferroviária de Esportes derrotou o Sporting Benfica Araraquara pela contagem mínima, e com esse resultado abiscoitou o título máximo do Campeonato Amador/Divisão Especial, versão 1975, da Liga Araraquarense de Futebol (LAF).
Excelente público compareceu na tarde do dia 6 de dezembro de 1975 ao Estádio Municipal Siqueira Campos, em Araraquara, proporcionando uma arrecadação recorde de Cr$ 4.900,00.
O único tento da partida foi anotado aos 29 minutos da segunda fase, por intermédio do ponteiro esquerdo Ademir. Não chegou a ser um “frango”, mas houve falha do goleiro Djalma, uma das principais figuras do time benfiquense durante todo o campeonato, particularmente contra o Grêmio Desportivo da Polícia Militar.
O jogo, que teve um transcorrer normal, terminou em confusão e pancadaria, com jogador sendo expulso e torcedor invadindo o campo para agredir um dos bandeiras.
A Associação Ferroviária de Esportes, com o seu “expressinho”, jogou e venceu alinhando: João Luiz; Paulão, Mauro, Gil e Mingo; Hastel e Marcos; Marcuíra (Walmir), João Ari (a melhor figura em campo), Odair e Ademir.
O Benfica alinhou: Djalma; Morgado, Carlito, Nardinho e Cilas; Quico e Coca; Ditinho, Ivan (Wilsinho), Zé Eduardo e Basílio (Pedrinho).
Na arbitragem esteve Vital Maria Bueno Lopes, auxiliado pelos bandeiras Santo Gileno e Theobaldo Roberto Alves dos Santos. Representando a presidência da Liga Araraquarense de Futebol, compareceu Vicente Henrique Baroffaldi.

Fonte: O Diário (Araraquara), edição de 7 de dezembro de 1975.

 

A melhor participação da Ferroviária no Campeonato Paulista se deu em 1959: terceiro lugar, ao lado do São Paulo e atrás apenas de Palmeiras e Santos, que decidiram o supercampeonato.

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás
1 – 25.01.59 – XV de Piracicaba 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – Cardoso e Antoninho (pênalti)
2 – 28.01.59 – Ferroviária 5 x 2 Olaria-RJ – Amistoso – Baiano (2), Cardoso (2) e Gomes
3 – 31.01.59 – Ferroviária 5 x 3 XV de Piracicaba – Amistoso – Bazzani (3), Antoninho (pênalti) e Moacir
4 – 14.02.59 – Ferroviária 3 x 2 Portuguesa Santista – Amistoso – Boquita, Cardoso e Baiano
5 – 22.01.59 – Tupã 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
6 – 25.02.59 – Corinthians-PP 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – Bazzani, Boquita e Baiano
7 – 28.02.59 – Ferroviária de Assis 1 x 0 Ferroviária – Amistoso
8 – 04.03.59 – Rolândia (PR) 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Dirceu e Cardoso
9 – 05.03.59 – Arapongas (PR) 2 x 0 Ferroviária – Amistoso
10 – 08.03.59 – Londrina (PR) 3 x 4 Ferroviária – Amistoso – Baiano (2), Boquita e Tequinha
11 – 15.03.59 – Jaboticabal 0 x 0 Ferroviária – Amistoso
12 – 19.03.59 – XV de Jaú 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)
13 – 25.03.59 – Botafogo-SP 1 x 4 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (2), Eusébio e Baiano
14 – 29.03.59 – Ferroviária 1 x 1 XV de Jaú – Amistoso – Antoninho (pênalti)
15 – 12.04.59 – Ferroviária 4 x 2 Catanduva – Amistoso – Amaral, Nelsinho, Cardoso e Baiano
16 – 15.04.59 – Ferroviária 3 x 3 Vasco da Gama-RJ – Amistoso – Paulinho (contra), Bazzani e Capelosa
17 – 18.04.59 – Ferroviária 2 x 2 Noroeste – Amistoso – (?)
18 – 01.05.59 – Tamoio 1 x 7 Ferroviária – Amistoso – Baiano (2), Amaral (2), Antoninho, Eusébio e Alcides
19 – 03.05.59 – Ferroviária de Botucatu 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)
20 – 14.05.59 – Penápolis (?) x (?) Ferroviária – Amistoso. (Vitória da AFE)
21 – 17.05.59 – Adamantina 0 x 4 Ferroviária – Amistoso – Benny (2), (?)
22 – 24.05.59 – Ferroviária 3 x 0 Juventus – Campeonato Paulista – Amaral (pênalti), Baiano e Benny
23 – 31.05.59 – XV de Piracicaba 0 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Dirceu
24 – 07.06.59 – Ferroviária 2 x 0 Jabaquara – Campeonato Paulista – Baiano (2)
25 – 13.06.59 – Comercial-SP 0 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Baiano, Amaral e Nei
26 – 21.06.59 – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa – Campeonato Paulista – Bazzani (2), Nei e Capelosa
27 – 28.06.59 – Guarani 2 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Benny
28 – 05.07.59 – Ferroviária 2 x 0 Noroeste – Campeonato Paulista – Bazzani e Dirceu
29 – 19.07.59 – Palmeiras 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Bazzani
30 – 26.07.59 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-SP – Camp. Paulista – Amaral
31 – 02.08.59 – São Paulo 2 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Benny e Cardoso
32 – 09.08.59 – América 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Nei e Cardoso
33 – 13.08.59 – Ferroviária 1 x 0 Ponte Preta – Camp. Paulista – Nei
34 – 19.08.59 – Santos 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
35 – 26.08.59 – Ferroviária 4 x 2 Taubaté – Campeonato Paulista – Bazzani (2), Rubens (contra) e Baiano
36 – 30.08.59 – XV de Jaú 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
37 – 07.09.59 – Nacional 2 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista – Cardoso (2), Benny e Nei
38 – 13.09.59 – Votuporanga 2 x 6 Ferroviária – Amistoso – (?)
39 – 17.09.59 – Ferroviária 5 x 1 Portuguesa Santista – Campeonato Paulista – Bazzani, Nei (2), Raul (contra) e Dirceu
40 – 20.09.59 – Comercial-RP 0 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Amaral
41 – 27.09.59 – Ferroviária 3 x 1 Corinthians – Campeonato Paulista – Cardoso, Bazzani e Benny
42 – 08.10.59 – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba – Campeonato Paulista – Amaral e Cardoso
43 – 11.10.59 – Botafogo-SP 0 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani
44 – 16.10.59 – União São João/Ararense 1 x 4 Ferroviária – Amistoso – Nei, Bazzani, Cardoso e Baiano
45 – 22.10.59 – Ferroviária 5 x 1 Comercial-RP – Campeonato Paulista – Benny, Cardoso (2), Baiano e Nei (pênalti)
46 – 25.10.59 – Corinthians 2 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
47 – 31.10.59 – Jabaquara 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Bazzani
48 – 08.11.59 – Ferroviária 3 x 2 Comercial-SP – Campeonato Paulista – Benny, Savério (contra) e Cardoso
49 – 12.11.59 – Ponte Preta 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista
50 – 15.11.59 – Ferroviária 0 x 3 Palmeiras – Campeonato Paulista
51 – 19.11.59 – Ferroviária 7 x 1 América – Campeonato Paulista – Baiano (2), Bazzani (2), Benny (2) e Dudu
52 – 22.11.59 – Portuguesa Santista 1 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani (2) e Amaral
53 – 26.11.59 – Juventus 3 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Cardoso (2) e Amaral
54 – 29.11.59 – Ferroviária 1 x 1 Nacional – Campeonato Paulista – Luiz Carlos (contra)
55 – 02.12.59 – Taubaté 0 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Mexicano (contra), Ivã (contra) e Cardoso
56 – 06.12.59 – Ferroviária 2 x 5 Santos – Camp. Paulista – Bazzani (2)
57 – 12.12.59 – Portuguesa 5 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Alcides
58 – 20.12.59 – Ferroviária 3 x 2 XV de Jaú – Campeonato Paulista – Bazzani (2) e Benny
59 – 23.12.59 – Ferroviária 3 x 0 Guarani – Campeonato Paulista – Dudu e Amaral (2)
60 – 27.12.59 – Ferroviária 0 x 1 São Paulo – Campeonato Paulista
61 – 30.12.59 – Noroeste 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

Resumo da temporada 1959/ Ferroviária de Araraquara
Jogos – 61
Vitórias – 35
Empates – 12
Derrotas – 14
Gols pró – 139
Gols contra – 81
Saldo de gols – 58
Obs.: Não computados os gols do amistoso de 14 de maio, Penápolis x AFE (resultado não disponível).

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE – Prof. Antônio Jorge Moreira
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF

 

Por ter permanecido sem perder durante 14 jogos, a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara recebeu a IV Taça dos Invictos. O feito se deu por ocasião do Paulistinha de 1971, e a série da invencibilidade afeana seria dilatada para 16 jogos, no início de 1972.
A Ferroviária tornou-se vice-campeã do Torneio Paulistinha, versão 1971.
Paulistinha era uma fase classificatória para o Campeonato Paulista.

Fichas técnicas dos 14 jogos vencidos ou empatados pela Ferroviária de Araraquara, para a conquista da IV Taça dos Invictos da Federação Paulista de Futebol

Jogo – Ferroviária 4 x 2 Noroeste
Data – 03.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Jurandir Fonzi
Renda – Cr$ 4.092,00
Gols – Bebeto 12’30”, Nicanor 22 e Nei 34 do 1º; Marcos 9, Nei 25 e Brandão 29 do 2º
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri (Valtinho) e Ademir; Nicanor, Bebeto, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Noroeste – Armando; Geraldo (Marcos), Djalma, Marco Antônio e Bira; Nascimento e Márcio; Batista (Coité), Odair, Brandão e Jurandir. Técnico: Baiano

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Paulista
Data – 06.10.1971, quarta-feira (noite)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 4.382,00
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Bebeto, Bio (Valtinho) e Nei. Técnico: Almeida
Paulista – Gilson; Luizinho, Colombo, Guaraci e Jair; Ibraim e Benê (Lindemberg); Wilson, Adair, Jurandir e Wagner

Jogo – Botafogo 1 x 3 Ferroviária
Data – 10.10.1971, domingo (tarde)
Local – Estádio Santa Cruz, Ribeirão Preto
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 10.968,00
Gols – Bebeto 40 do 1º; Bebeto 9, Muri (pênalti) 33 e Alemão (pênalti) 36 do 2º
Botafogo – Geninho; Gali, Roberto Corsini, Jackson e Murilo (Carlucci); Alemão e Alfredo; Paulinho, Nato (Paraguaio), Ferreira e Afrânio. Técnico: Diede Lameiro
AFE – Carlos Alberto; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz (Valtinho), Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Nota: Morre afogado, no rio Mogi Guaçu, o goleiro afeano Carlos Alberto, em 11 de outubro de 1971.

Jogo – Ferroviária 3 x 0 Guarani
Data – 24.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José de Oliveira
Renda – Cr$ 7.851,00
Gols – Bebeto 10, Nicanor 14 e Nei 40 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei (Valtinho). Técnico: Almeida
Guarani – Carlos; Wilson, Amaral, Alberto e Bezerra; Paulo e Flamarion; Barnabé, Washington, Luís Alberto e Nenê

Jogo – Juventus 0 x 0 Ferroviária
Data – 27.10.1971, quarta-feira (tarde)
Local – Rua Javari, São Paulo
Árbitro – Wilmar Serra
Juventus – Miguel; Celso, Carlos, Oscar e Osmar; Brida e Luiz Moraes (Brecha); Luiz Antônio, Adnã, Sérgio e Antoninho. Técnico: Milton Buzetto
AFE – Sérgio; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Marília 1 x 2 Ferroviária
Data – 31.10.1971, domingo (tarde)
Local – Marília-SP
Árbitro – Renato de Oliveira
Expulsões – Nicanor e Valdemar, 27 do 1º
Renda – Cr$ 25.769,00
Gols – Henrique Pereira, de pênalti, 28 do 1º; Zé Luiz 4 e 20 do 2º
Marília – Mão-de-Onça (Franz); Juvenal, Bô, Paulinho e Henrique Pereira; Ari e Valdemar; Osmar, Toninho, Vani (Helinho) e Ivo. Técnico: Souza Arantes
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 América
Data – 07.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 8.589,00
Gol – Bebeto 31 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Bebeto, Zé Luiz, Itamar (Valtinho) (Bazzani) e Nei. Técnico: Almeida
América – Marco; Paulinho, Dobreu, John Paul e Valter; Alfredo e Bazzaninho; Mazinho (Rubinho), Paraná, Milton (Didi) e Joãozinho. Técnico: Vail Mota

Jogo – Comercial 1 x 1 Ferroviária
Data – 14.11.1971, domingo (tarde)
Local – Est. Palma Travassos, Ribeirão Preto
Árbitro – Edson Walter Pantozzi
Renda – Cr$ 22.700,00
Gols – Paulo Bim 29 e Itamar 39 do 2º
Comercial – Pascoalim; Batalhão, Leonardo, Poli (Maurício) e Klein; Jair Gonçalves e Golê; Joãozinho, Jair Bala, Paulo Bim e Mário Augusto. Técnico: Armando Renganeschi
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor (Bebeto), Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa Santista
Data – 21.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José Clemente de Oliveira
Renda – Cr$ 6.996,00
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Portuguesa Santista – Edson; Alberto (Celso), Lima (Célio), Cláudio e Campina; Roberto e Ferreira; Antenor, Jaime, Verneck e Mingo. Técnico: Filpo Nuñes

Jogo – XV de Piracicaba 1 x 1 Ferroviária
Data – 24.11.1971, quarta-feira (noite)
Local – Barão de Serra Negra, Piracicaba
Árbitro – Oscar Scolfaro
Gols – Foguinho (contra), 21 do 1º; Ademir 44 do 2º
XV – Roque; Nei, Macalé, Foguinho e Arlindo; Zé Carlos e Ademir; Bira (Ditinho), Tadeu, Pitanga e Cardosinho
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri (Bebeto) e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida
Obs. – Aos 20 do 2º, Pádua cometeu pênalti, defendido por Sérgio Bergantin.

Jogo – Ferroviária 0 x 0 São Bento
Data – 28.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 7.758,00
Expulsão – Chicão (São Bento), 22 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
São Bento – Luiz Antônio; Aranha, Mendes, Geraldo e Fernando; Gonçalves e Chicão; Nelson (Hertz), Adilson, Valdomiro e Tota (Vicente). Técnico: Marcos

Jogo – Noroeste 0 x 0 Ferroviária
Data – 01.12.1971, quarta-feira (noite)
Local – Alfredo de Castilho, Bauru
Árbitro – José de Oliveira
Noroeste – Luiz Carlos; Oldair, Renato, Davi e Edmo; Foguinho e Nascimento; Jair, Amauri (Hamilton), Márcio e Silva
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei

Jogo – Paulista 1 x 1 Ferroviária
Data – 05.12.1971, domingo (tarde)
Local – Jayme Cintra, Jundiaí
Árbitro – Arnaldo Fonseca Cabral
Renda – Cr$ 3.113,00
Gols – Muri (pênalti) 22 e Aloísio 45 do 2º
Paulista – Gilson; Luizinho, Guaraci, Colombo e Jaci; Adail e Benê (Garrincha); Cláudio, Aloísio, Jurandir e Vagner
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Itamar); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Ticão) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 Botafogo
Data – 12.12.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 12.635,00
Gol – Itamar 15 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Botafogo – Tonho; Gali, Roberto, Manoel e Luiz Celso; Jackson e Alfredo; Geraldo (Nato), Alemão (Marco Antônio), Ferreira e Galdino

Fonte: Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira)

Por ter permanecido sem perder durante 14 jogos, a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara recebeu a IV Taça dos Invictos. O feito se deu por ocasião do Paulistinha de 1971, e a série da invencibilidade afeana seria dilatada para 16 jogos, no início de 1972.
A Ferroviária tornou-se vice-campeã do Torneio Paulistinha, versão 1971.
Paulistinha era uma fase classificatória para o Campeonato Paulista.

Fichas técnicas dos 14 jogos vencidos ou empatados pela Ferroviária de Araraquara, para a conquista da IV Taça dos Invictos da Federação Paulista de Futebol

Jogo – Ferroviária 4 x 2 Noroeste
Data – 03.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Jurandir Fonzi
Renda – Cr$ 4.092,00
Gols – Bebeto 12’30”, Nicanor 22 e Nei 34 do 1º; Marcos 9, Nei 25 e Brandão 29 do 2º
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri (Valtinho) e Ademir; Nicanor, Bebeto, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Noroeste – Armando; Geraldo (Marcos), Djalma, Marco Antônio e Bira; Nascimento e Márcio; Batista (Coité), Odair, Brandão e Jurandir. Técnico: Baiano

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Paulista
Data – 06.10.1971, quarta-feira (noite)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 4.382,00
AFE – Carlos Alberto; Mariani, Antenor, Pádua e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Bebeto, Bio (Valtinho) e Nei. Técnico: Almeida
Paulista – Gilson; Luizinho, Colombo, Guaraci e Jair; Ibraim e Benê (Lindemberg); Wilson, Adair, Jurandir e Wagner

Jogo – Botafogo 1 x 3 Ferroviária
Data – 10.10.1971, domingo (tarde)
Local – Estádio Santa Cruz, Ribeirão Preto
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 10.968,00
Gols – Bebeto 40 do 1º; Bebeto 9, Muri (pênalti) 33 e Alemão (pênalti) 36 do 2º
Botafogo – Geninho; Gali, Roberto Corsini, Jackson e Murilo (Carlucci); Alemão e Alfredo; Paulinho, Nato (Paraguaio), Ferreira e Afrânio. Técnico: Diede Lameiro
AFE – Carlos Alberto; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz (Valtinho), Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Nota: Morre afogado, no rio Mogi Guaçu, o goleiro afeano Carlos Alberto, em 11 de outubro de 1971.

Jogo – Ferroviária 3 x 0 Guarani
Data – 24.10.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José de Oliveira
Renda – Cr$ 7.851,00
Gols – Bebeto 10, Nicanor 14 e Nei 40 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei (Valtinho). Técnico: Almeida
Guarani – Carlos; Wilson, Amaral, Alberto e Bezerra; Paulo e Flamarion; Barnabé, Washington, Luís Alberto e Nenê

Jogo – Juventus 0 x 0 Ferroviária
Data – 27.10.1971, quarta-feira (tarde)
Local – Rua Javari, São Paulo
Árbitro – Wilmar Serra
Juventus – Miguel; Celso, Carlos, Oscar e Osmar; Brida e Luiz Moraes (Brecha); Luiz Antônio, Adnã, Sérgio e Antoninho. Técnico: Milton Buzetto
AFE – Sérgio; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Marília 1 x 2 Ferroviária
Data – 31.10.1971, domingo (tarde)
Local – Marília-SP
Árbitro – Renato de Oliveira
Expulsões – Nicanor e Valdemar, 27 do 1º
Renda – Cr$ 25.769,00
Gols – Henrique Pereira, de pênalti, 28 do 1º; Zé Luiz 4 e 20 do 2º
Marília – Mão-de-Onça (Franz); Juvenal, Bô, Paulinho e Henrique Pereira; Ari e Valdemar; Osmar, Toninho, Vani (Helinho) e Ivo. Técnico: Souza Arantes
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Ticão; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 América
Data – 07.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 8.589,00
Gol – Bebeto 31 do 1º
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Bebeto, Zé Luiz, Itamar (Valtinho) (Bazzani) e Nei. Técnico: Almeida
América – Marco; Paulinho, Dobreu, John Paul e Valter; Alfredo e Bazzaninho; Mazinho (Rubinho), Paraná, Milton (Didi) e Joãozinho. Técnico: Vail Mota

Jogo – Comercial 1 x 1 Ferroviária
Data – 14.11.1971, domingo (tarde)
Local – Est. Palma Travassos, Ribeirão Preto
Árbitro – Edson Walter Pantozzi
Renda – Cr$ 22.700,00
Gols – Paulo Bim 29 e Itamar 39 do 2º
Comercial – Pascoalim; Batalhão, Leonardo, Poli (Maurício) e Klein; Jair Gonçalves e Golê; Joãozinho, Jair Bala, Paulo Bim e Mário Augusto. Técnico: Armando Renganeschi
AFE – Sérgio Bergantin; Pádua, Fernando, Ticão e Pedro Rodrigues; Muri e Ademir; Nicanor (Bebeto), Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa Santista
Data – 21.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – José Clemente de Oliveira
Renda – Cr$ 6.996,00
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
Portuguesa Santista – Edson; Alberto (Celso), Lima (Célio), Cláudio e Campina; Roberto e Ferreira; Antenor, Jaime, Verneck e Mingo. Técnico: Filpo Nuñes

Jogo – XV de Piracicaba 1 x 1 Ferroviária
Data – 24.11.1971, quarta-feira (noite)
Local – Barão de Serra Negra, Piracicaba
Árbitro – Oscar Scolfaro
Gols – Foguinho (contra), 21 do 1º; Ademir 44 do 2º
XV – Roque; Nei, Macalé, Foguinho e Arlindo; Zé Carlos e Ademir; Bira (Ditinho), Tadeu, Pitanga e Cardosinho
AFE – Sérgio Bergantin; Pedro Rodrigues, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri (Bebeto) e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Itamar) e Nei. Técnico: Almeida
Obs. – Aos 20 do 2º, Pádua cometeu pênalti, defendido por Sérgio Bergantin.

Jogo – Ferroviária 0 x 0 São Bento
Data – 28.11.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Wilmar Serra
Renda – Cr$ 7.758,00
Expulsão – Chicão (São Bento), 22 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Bazzani); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei. Técnico: Almeida
São Bento – Luiz Antônio; Aranha, Mendes, Geraldo e Fernando; Gonçalves e Chicão; Nelson (Hertz), Adilson, Valdomiro e Tota (Vicente). Técnico: Marcos

Jogo – Noroeste 0 x 0 Ferroviária
Data – 01.12.1971, quarta-feira (noite)
Local – Alfredo de Castilho, Bauru
Árbitro – José de Oliveira
Noroeste – Luiz Carlos; Oldair, Renato, Davi e Edmo; Foguinho e Nascimento; Jair, Amauri (Hamilton), Márcio e Silva
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Bebeto e Nei

Jogo – Paulista 1 x 1 Ferroviária
Data – 05.12.1971, domingo (tarde)
Local – Jayme Cintra, Jundiaí
Árbitro – Arnaldo Fonseca Cabral
Renda – Cr$ 3.113,00
Gols – Muri (pênalti) 22 e Aloísio 45 do 2º
Paulista – Gilson; Luizinho, Guaraci, Colombo e Jaci; Adail e Benê (Garrincha); Cláudio, Aloísio, Jurandir e Vagner
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir (Itamar); Nicanor, Zé Luiz, Bebeto (Ticão) e Nei. Técnico: Almeida

Jogo – Ferroviária 1 x 0 Botafogo
Data – 12.12.1971, domingo (tarde)
Local – Fonte Luminosa, Araraquara
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 12.635,00
Gol – Itamar 15 do 2º
AFE – Sérgio Bergantin; Mariani, Fernando, Pádua e Zé Carlos; Muri e Ademir; Nicanor, Zé Luiz, Itamar (Bio) e Nei. Técnico: Almeida
Botafogo – Tonho; Gali, Roberto, Manoel e Luiz Celso; Jackson e Alfredo; Geraldo (Nato), Alemão (Marco Antônio), Ferreira e Galdino

Fontes: Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira); e revista Placar.

 

O Boca Juniors é o adversário estrangeiro mais frequente do São Paulo. Contra ninguém mais o SPFC atuou tantas vezes, na esfera internacional. Foram 20 jogos realizados, que mostram equilíbrio de forças, levando o clube de La Bombonera uma vantagem mínima: 8 vitórias contra 7. Em competições oficiais, porém, o clube argentino tem se dado melhor.
Os jogos:
04.01.1947 – São Paulo 0 x 1 Boca Juniors – Amistoso
28.01.1948 – São Paulo 0 x 1 Boca Juniors – Amistoso
11.03.1956 – São Paulo 4 x 0 Boca Juniors – Torneio Roberto G. Pedrosa
26.02.1960 – Boca Juniors 5 x 2 São Paulo – Amistoso
25.01.1961 – Boca Juniors 1 x 5 São Paulo – Torneio Internac. de Verão
11.05.1961 – Boca Juniors 1 x 1 São Paulo – Amistoso
29.06.1961 – São Paulo 1 x 1 Boca Juniors – Amistoso
07.07.1993 – Boca Juniors 1 x 0 São Paulo – Copa de Ouro Sul-Americana
10.07.1993 – São Paulo 1 x 1 Boca Juniors – Copa de Ouro Sul-Americana
19.10.1994 – Boca Juniors 2 x 0 São Paulo – Supercopa Libertadores
26.10.1994 – São Paulo 1 x 0 Boca Juniors – Supercopa Libertadores
13.09.1995 – São Paulo 1 x 0 Boca Juniors – Supercopa Libertadores
10.10.1995 – Boca Juniors 2 x 3 São Paulo – Supercopa Libertadores
15.01.1997 – São Paulo 3 x 1 Boca Juniors – Amistoso
31.07.1999 – Boca Juniors 5 x 1 São Paulo – Mercosul
08.09.1999 – São Paulo 1 x 1 Boca Juniors – Mercosul
07.09.2006 – Boca Juniors 2 x 1 São Paulo – Recopa Sul-Americana
14.09.2006 – São Paulo 2 x 2 Boca Juniors – Recopa Sul-Americana
19.09.2007 – Boca Juniors 2 x 1 São Paulo – Copa Sul-Americana
26.09.2007 – São Paulo 1 x 0 Boca Juniors – Copa Sul-Americana

Performance são-paulina contra o Boca Juniors
Jogos – 20
Vitórias – 7
Empates – 5
Derrotas – 8
Gols pró – 29
Gols contra – 29

Fonte: São Paulo Internacional, Vicente Henrique Baroffaldi, Pontes/2012

 

Falando-se em nomes curiosos e exóticos no futebol… o que a Locomotiva da EFA – a AFE – já conduziu!!!
Lá nos primeiros tempos, teve ESPANADOR (1951 a 53), CASCÃO (52), FERRO (53/54), PORUNGA (51 a 53 e 58 a 61). O que é Porunga? Diz o “Aurélio”: Vaso de couro, para líquidos.
Mas o que mais chama a atenção é, indiscutivelmente, o transporte que a AFE fez em 1958. Nada mais nada menos que ABCISSA. O que é abcissa? De novo recorremos ao “Aurélio”. Vamos encontrar essa palavra na Geometria Analítica: Numa reta, a distância dum ponto a outro tomado como origem; coordenada de um ponto sobre uma reta. Em um sistema cartesiano, coordenada referente ao eixo dos xx.
Mas para nós, do futebol, Abcissa foi um beque que estreou na Ferrinha em 02 de fevereiro de 1958, no amistoso Barretos 1 x 4 Ferroviária. A equipe grená naquele dia: Rosan; Abcissa e Elcias; Dirceu, Antoninho (China) e Cardarelli; Araraquara (Valter), Baiano, Otávio (Eusébio), Bazzani (Carica) e Alípio.
Notem o nome de Araraquara na ponta-direita. Sim, na Ferroviária de Araraquara houve um jogador (em 57/58) com o nome da cidade: Araraquara. E o interessante é que ele era natural de Santos.
Mas a Locomotiva transportou LULA(s) (primeiro em 52; depois, de 72 a 75; e também em 91), LAMBARI (54/55), PEIXINHO (61 a 63 e 68 a 70), Renato PEIXE (2007), Adriano PEIXE (2009) e TABARANA (2008/09)
Transportou MELÃO (61/62) e COQUINHO (64 e 73/74); objetos e ferramentas como MACHADO (66 a 69), DADO (66/67), Wilson BOTÃO (66/67), CABINHO (70), TINTEIRO (77), RADAR (78/79), TOQUINHO (87 a 89).
Recebeu e conduziu pássaros: PASSARINHO (66/67), MARITACA (66 a 69), Dudu ARARAS (2008), Tiago TIZIU (2010).
Teve também produtos alimentícios: MAISENA (69), Ernani BANANA (86), Rubens FEIJÃO (87), CACAU (90 a 92).
A fauna esteve bem representada: GUARÁ (73), Ademir LOBO (91), Douglas ONÇA (79 a 84). Teve em seus “vagões”, ABELHA (82/83), ARANHA (78, 81, 82), GALO (79/81), Marinho RÃ (82, 98), PAVÃO (88).
Um elemento fortíssimo da natureza se fez representar: o fogo, através de FOGOSA (62), FOGUEIRA (63 a 70), FOGUINHO (2003). Teve também o Beto FAÍSCA (83).
E as patentes não faltaram: CAPITÃO (63 a 65), CORONEL (65); além de todo um contingente: BATALHÃO (73/74).
Mas a ferrovia alcançou também a rodovia: FORDINHO (51), Beto FUSCÃO (84) e Valdo CAMINHONEIRO (88/89).
Pra suavizar e embelezar suas instalações, a Locomotiva contou com DAMA (85 a 87 e 92) e ROSA (89).
Teve também o seu lado bélico, de guerra: Roberto GRANADA (87).
Uma locomotiva não poderia prescindir da FUMAÇA (Orlando,83) ou evitar a FERRUGEM (Marcos, 83 a 86).
Os religiosos também estiveram perfilados: Mauro PASTOR (1973 a 77 e 85) e BISPO (78 a 81).
A máquina ferroviária transportou riquezas como GRAFITE (2001) e o já citado FERRO.
Teve mais de um CARRASCO, aliás, pai e filho: Wilson (75 a 77 e 85) e Max (2005/06).
A flora se fez e faz representar: Anderson CARVALHO (2008) e Fabrício CARVALHO (elenco atual). Não faltou nem o TARUGO (88), cujo significado é sabugo.
Gente de várias procedências também seguiu os trilhos: RUSSO (52/53), PARAGUAIO (53/54), ALEMÃO (56), CHINA (57/58).
Para finalizar, não poderia deixar de ser citado, lembrando a musiquinha do nosso cancioneiro (O trem de ferro, quando sai de Pernambuco, vai fazendo chic chic até chegar no Ceará), o Valdir CHIC CHIC (85/86).
O que essa famosa Locomotiva não transportou ao longo de seis décadas…!!!

Obs.: O livro Ferroviária em campo traz a listagem dos nomes dos jogadores que defenderam a Ferroviária de 1951 a 2010.

 

Hoje em dia divulga-se muito a porcentagem de aproveitamento de um clube dentro e fora de casa, em uma competição.

Passam-se algumas rodadas e já se percebe que nenhum dos participantes está mais com 100% de aproveitamento, mesmo em jogos efetuados em seus domínios.

Quando um time sustenta a totalidade dos pontos ganhos, em casa ou fora de seu reduto, tem-se como certo que esse é um clube grande, jamais intermediário ou pequeno.

Mas houve uma vez, ou pelo menos uma vez, em que um clube incipiente em termos de Paulistão – era o seu quarto ano seguido de presença na divisão principal do certame bandeirante e do bloco dos meros coadjuvantes – se agigantou e foi protagonista de um feito inigualável para os seus padrões.

Foi no Campeonato Paulista de 1959, e tratou-se da Associação Ferroviária de Esportes, que venceu 12 vezes seguidas em seu estádio (Dr. Adhemar Pereira de Barros, mais divulgado como Fonte Luminosa). Toda essa dúzia de jogos valendo pelo difícil Campeonato Paulista.

A série foi iniciada justamente na primeira rodada do campeonato, em 24 de maio de 1959, contra o C.A. Juventus, e prolongou-se até 15 de novembro, quando a Ferrinha recebeu o Palmeiras e foi abatida por 3 a 0.

Antes disso, porém, transcorreu quase toda a temporada oficial sem que a Ferrinha conhecesse, na Fonte, o dissabor de um revés ou mesmo de um empate. Doze jogos, doze vitórias. E vitórias maiúsculas, contra times do porte de um Corinthians e de uma Portuguesa (quando esta era respeitada como clube grande), ambos derrotados por diferença de dois gols.

Não era apenas obtenção de vitórias; o que mais impressionava era ver o futebol maiúsculo exibido pelos comandados de José Guillermo Agnelli.

Foi tamanho o sucesso grená em 1959, que logo no primeiro semestre do ano subsequente ela empreendia a sua primeira excursão ao exterior, por gramados lusos e espanhóis, além de campos – nem sempre gramados – da África portuguesa.

Um feito extraordinário, fantástico, que muito provavelmente jamais será superado ou mesmo igualado, e que por isso mesmo merece ocupar este espaço precioso com a divulgação das fichas técnicas dos 12 jogos vencidos pela Ferroviária, consecutivamente, em seu estádio, no ano de 1959, pelo certame bandeirante.

1ª vitória – Ferroviária 3 x 0 Juventus

14.05.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 74.650,00; Gols: Amaral (pênalti), 17 e Baiano, 43 do 1º; Benny, 40 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Cardoso, Baiano, Nei e Benny; Juventus: Claudinei; Julinho e Homero; Cássio, Clóvis e Pando; Zeola, Palico, Baltazar, Buzzone e Rodrigues

2ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Jabaquara

Equipe da AFE contra o Jabaquara, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Amaral, Baiano, Ney, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)

07.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Anacleto Pietrobon; Renda: Cr$ 86.075,00; Gols: Baiano, 28 do 1º e 12 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Jabaquara: Barbosinha; Macedo e Sarno; Darci, Miguel e Ivan; Jorge, Luiz, Vasconcelos, Bugre e Carlinhos

3ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa

Equipe da AFE contra a Portuguesa, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Capelosa, Ney, Baiano, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)

21.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 209.850,00; Gols AFE: Nei, 32 do 1º; Bazzani, 19 e 35, e Capeloza, 43 do 2º; Gols Lusa: Ocimar, 19 do 1º e Servílio, 15 do 2º; AFE: Rosan; Ismael, Antoninho e Osni; Dirceu e Rodrigues; Capeloza, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Portuguesa: Carlos Alberto; Mário Ferreira, Ditão e Juths; Hermínio e Vilela; Ocimar, Didi, Servílio, Zé Carlos e Raul Klein

4ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Noroeste

05.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Dino Pasini; Renda: Cr$ 84.600,00; Gols: Bazzani, 37 do 1º e Dirceu, 35 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Noroeste: Julião; Pedro e Zarrir; Diógenes, Gaspar e Nelsinho; Batista, Edir, Marinho, Fernando e Ismar

5ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-RP

26.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 164.850,00; Gol: Amaral, 4 do 1º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Botafogo: Machado; Egídio e Benedito Julião; Hugo, Antônio Julião e Gil; Antoninho, Laerte, Silva, Mário e Dodô. Obs.: O encontro entre essas duas agremiações passou a ser chamado “Clássico Bota-Ferro”, do interior.

6ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Ponte Preta

13.08.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Pedro Calil; Renda: Cr$ 113.400,00; Gol: Nei, 12 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Dudu e Benny; Ponte Preta: Nino; Pirani, Derem e Carlito Roberto; Pitico e Carlinhos; Nivaldo, Wilse, Paulinho, Gamba e Jansen; Obs.: Nei, da AFE, perdeu um pênalti aos 27 do 2º.

7ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Taubaté

26.08.1959, quarta-feira (noite); Árbitro: Telêmaco Pompeu; Renda: Cr$ 170.900,00; Gols AFE: Bazzani, 28 do 1º; Rubens (contra), 13, Baiano, 35 e Bazzani, 41 do 2º; Gols Taubaté: Renatinho, 6 e Gardel, 31 do 1º; AFE: Rosan; Elcias e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Dudu, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Taubaté: Rossi; Mexicano, Rubens e Zé Carlos; Gardel e Celso; Evaldo, Renatinho, Tec, Ivan e Valter Prado

8ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Portuguesa Santista

17.09.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Stefan Walter Glanz; Renda: Cr$ 125.925,00; Gols AFE: Bazzani, 40” e Nei, 7 do 1º; Raul (contra), 13, Dirceu, 22 e Nei, 25 do 2º; Gol Port. Sant.: Edemir, 19 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Portuguesa Santista: Aparecido; Pixu, Raul e Henrique; Clóvis e Jorge; Bota, Edemir, Grilo, Perinho e Valdo

9ª vitória – Ferroviária 3 x 1 Corinthians

27.09.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 583.650,00 (recorde na Fonte); Gols AFE: Cardoso, 23 e Bazzani, 38 do 1º; Benny, 40 do 2º; Gol Corinthians: Miranda, 9 do 2º; Expulsão: Rafael (Cor.), 42 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Corinthians: Gilmar; Benedito e Oreco; Valmir, Goiano e Roberto Belangero; Miranda, Joãozinho, Joaquinzinho, Rafael e Tite

10ª vitória – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba

08.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Casemiro Gomes; Renda: Cr$ 105.465,00; Gols: Amaral, 90” do 1º e Cardoso, 19 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; XV de Piracicaba: Orlando; Clélio, Cardinalli e Dema; Biguá e Drace; Alfredinho, Nilo, Oraci, Pita e Nelsinho

11ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Comercial-RP

22.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Olten Aires de Abreu; Renda: Cr$ 125.300,00; Gols AFE: Benny, 7 e Cardoso, 10 do 1º; Cardoso, 18, Baiano, 30 e Nei (pênalti), 45 do 2º; Gol Comercial-RP: Carlos César, 17 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-RP: Paulo; Arruda, Valdemar e Toninho; Parracho e Vastinho; Noca, Almeida, Gato, Lero e Carlos César

12ª vitória – Ferroviária 3 x 2 Comercial-SP

08.11.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 84.225,00; Gols AFE: Benny, 15 do 1º; Savério (contra), 24 e Cardoso, 40 do 2º; Gols Comercial-SP: Tantos, 29 do 1º e Osvaldo, 13 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Dudu, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-SP: Nivaldo; Diógenes, Savério e Alan; Maurinho e Rubens de Almeida; Tantos, Orlando, Alvacir, Mituca e Osvaldo; Obs.: Algumas garrafas foram atiradas em um dos bandeirinhas. O estádio da Fonte foi interditado e a AFE teve de atuar no Estádio Municipal de Araraquara, contra o América de Rio Preto.

 

Nessas 12 vitórias seguidas na Fonte Luminosa, pelo certame paulista de 1959, a Ferroviária assinalou 35 gols e sofreu apenas 9.

O quadro afeano perdeu a invencibilidade em casa no 13º jogo, ao enfrentar o Palmeiras (que viria a ser o supercampeão paulista), pela contagem de 3 a 0. Mas no jogo seguinte em casa, realizado no Estádio Municipal pela interdição do estádio da Fonte, a Ferroviária aniquilou o América de Rio Preto, ao abatê-lo pelo dilatado marcador de 7 a 1, em 19 de novembro.

No dia 29 de novembro, a Ferroviária decepcionou a sua torcida ao empatar em Araraquara com o Nacional da Capital, um dos times mais fracos da competição; resultado: 1 a 1.

No dia 6 de dezembro, a esquadra avinhada do Interior recebeu o Santos, fez 1 a 0 mas não resistiu ao poderio de Pelé e companhia, perdendo de goleada: 5 a 2.

Em 20 de dezembro, uma vitória sem brilho contra o XV de Jaú, por 3 a 2; mas três dias depois, triunfo expressivo sobre o Guarani, 3 a 0.

E no dia 27 de dezembro, despedindo-se de sua torcida, a Ferroviária perdeu para o São Paulo por 1 a 0.

Foram 19 partidas em Araraquara, com 15 vitórias, 1 empate e 3 derrotas (para os três times mais fortes do certame: Palmeiras, Santos e São Paulo). Os grenás assinalaram 51 gols na presença de seus torcedores, sofrendo 22. Uma campanha de clube grande, marcando o início de destacadas presenças na Primeira Divisão do Campeonato Paulista.

Atrás apenas de Palmeiras e Santos, que terminaram juntos na primeira colocação e decidiram o certame em três partidas extras, a Ferroviária terminou em terceiro lugar, ao lado do São Paulo FC.

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira);
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF;
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Goleadores Grenás

1 – 05.01.58 – XV de Jaú 3 x 4 Ferroviária – Campeonato Paulista/Torneio Rebaixamento – Cardoso (3) e Cardarelli

2 – 12.01.58 – Linense 3 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – Bazzani e Carica

3 – 15.01.58 – Ferroviária 0 x 2 Noroeste – C.P./T.R.

4 – 19.01.58 – Ferroviária 1 x 1 Juventus – C.P./T.R. – Araraquara (pênalti)

5 – 22.01.58 – Guarani 8 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – Bazzani e Carica

6 – 26.01.58 – Ferroviária 3 x 1 Taubaté – C.P./T.R. – Araraquara (2) e Ananias (contra)

7 – 02.02.58 – Barretos 1 x 4 Ferroviária – Amistoso – Araraquara, Otávio, Baiano e Eusébio

8 – 23.02.58 – Seleção Amadora de Araraquara 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – Otávio, Alípio e Araraquara

9 – 02.03.58 – Expresso (São Carlos) 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – (?)

10 – 09.03.58 – Ferroviária 0 x 0 XV de Jaú – Amistoso

11 – 13.03.58 – XV de Piracicaba 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Alípio e Otávio

12 – 16.03.58 – Ferroviária 2 x 2 América – Amistoso – Baiano e Bazzani

13 – 21.03.58 – Ferroviária 3 x 3 XV de Piracicaba – Amistoso – Bazzani (2, 1 de pênalti) e Alípio

14 – 23.03.58 – Catanduva 2 x 0 Ferroviária – Amistoso

15 – 30.03.58 – XV de Jaú 2 x 5 Ferroviária – Amistoso – Otávio, Bazzani, Baiano (2) e Araraquara

16 – 07.04.58 – Ararense 0 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani e Alípio

17 – 13.04.58 – Ferroviária 3 x 1 Noroeste – Amistoso – Araraquara, Otávio e Dirceu

18 – 17.04.58 – Barretos 1 x 1 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (pênalti)

19 – 27.04.58 – Noroeste 2 x 2 Ferroviária – Amistoso – Araraquara (2)

20 – 01.05.58 – América 3 x 1 Ferroviária – Amistoso – Marinho

      – 04.05.58 – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba – Torneio-Início do Camp. Paulista – Bazzani e Antoninho

      – 04.05.58 – Palmeiras 0 x 0 Ferroviária – Torneio-Início do Campeonato Paulista

21 – 11.05.58 – Ferroviária 2 x 0 Botafogo – Amistoso – Nivaldo e Bazzani

22 – 15.05.58 – CAT 0 x 0 Ferroviária – Amistoso

23 – 18.05.58 – Francana 0 x 1 Ferroviária – Amistoso – Araraquara

24 – 25.05.58 – Ponte Preta 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani e Alípio

25 – 01.06.58 – Ferroviária 1 x 1 Jabaquara – Campeonato Paulista – Bazzani (pênalti)

26 – 04.06.58 – América 2 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

04.06.1958 - Time grená que perdeu para o América, em Rio Preto, por 2x0. De pé : Fia, Cardarelli, Elcias, Dirceu, Antoninho e Lourenço; Agachados: Araraquara, Nivaldo, Otávio, Bazani e Alípio. Arquivo de O Imparcial

27 – 08.06.58 – Ypiranga 1 x 2 Ferroviária – Camp. Paulista – Otávio (2)

28 – 11.06.58 – Ferroviária 4 x 1 Comercial-SP – Campeonato Paulista – Otávio (2), Nivaldo e Bazzani

11.06.1958 -Gol de Bazani, na goleada grená sobre o comercial FC, por 4x1. O goleiro Jura se esticou todo mas o chute do famoso meia afeano teve o caminho certo das redes.

29 – 15.06.58 – Ferroviária 1 x 2 XV de Piracicaba – Campeonato Paulista – Lourenço

30 – 22.06.58 – XV de Jaú 0 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Alípio e Araraquara

22.6.1958-AFE na vitória sobre o XV de Jaú 2x0. De pé: Fia, Porunga, Antoninho, Elcias, Dirceu e Lourenço Agachados: Araraquara, Baiano, Otávio, Bazani e Alípio.

31 – 25.06.58 – Ferroviária 1 x 1 Guarani – Campeonato Paulista – Bazzani (pênalti)

32 – 29.06.58 – Ferroviária 0 x 0 Noroeste – Campeonato Paulista

33 – 02.07.58 – Ferroviária 1 x 1 Juventus – Campeonato Paulista – Otávio (gol olímpico)

34 – 06.07.58 – Nacional 1 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

35 – 20.07.58 – Rio Preto 0 x 0 Ferroviária – Amistoso

36 – 27.07.58 – Ferroviária 2 x 4 São Paulo – Campeonato Paulista – Sarcinelli e Bazzani

37 – 30.07.58 – Palmeiras 3 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Liminha e Sarcinelli

38 – 03.08.58 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – Campeonato Paulista – Sarcinelli

39 – 10.08.58 – Portuguesa Santista 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani e Nivaldo

40 – 13.08.58 – Santos 4 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani, Liminha e Baiano

41 – 17.08.58 – Seleção de Itápolis 0 x 1 Ferroviária – Amistoso – Jarbas (pênalti)

42 – 24.08.58 – Ferroviária 1 x 2 Botafogo – Campeonato Paulista – Bazzani (pênalti)

43 – 03.09.58 – Corinthians 1 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

44 – 07.09.58 – Ferroviária 3 x 2 Barretos – Amistoso – (?)

45 – 14.09.58 – Taubaté 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Nivaldo

46 – 21.09.58 – Mirassol 0 x 3 Ferroviária – Amistoso – (?)

47 – 28.09.58 – Ferroviária 2 x 0 Portuguesa Santista – Campeonato Paulista – Bazzani e Antoninho (pênalti)

48 – 05.10.58 – Ferroviária 0 x 2 Palmeiras – Campeonato Paulista

49 – 08.10.58 – Ferroviária 3 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista – Nivaldo, Eusébio e Araraquara

50 – 12.10.58 – Comercial-SP 0 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

51 – 16.10.58 – XV de Piracicaba 1 x 0 Ferroviária – Camp. Paulista

52 – 18.10.58 – Ferroviária 3 x 0 Ypiranga – Campeonato Paulista – Antoninho (pênalti) e Bazzani (2)

53 – 22.10.58 – Portuguesa 5 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista

54 – 25.10.58 – Jabaquara 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Bazzani (2)

55 – 01.11.58 – Ferroviária 3 x 0 Taubaté – Campeonato Paulista – Bazzani, Gomes e Valter

56 – 06.11.58 – São Paulo 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Bazzani

57 – 09.11.58 – Ferroviária 2 x 1 Santos – Campeonato Paulista – Antoninho (pênalti) e Baiano

58 – 12.11.58 – Ferroviária 4 x 2 XV de Jaú – Campeonato Paulista – Antoninho, Valter (2) e Nivaldo

59 – 16.11.58 – Noroeste 3 x 2 Ferroviária – Camp. Paulista – Nivaldo (2)

60 – 19.11.58 – Juventus 1 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Sarcinelli

61 – 22.11.58 – Botafogo 2 x 1 Ferroviária – Camp. Paulista – Baiano

62 – 30.11.58 – Ferroviária 2 x 3 Corinthians – Campeonato Paulista – Bazzani e Nivaldo

63 – 04.12.58 – Guarani 5 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – Nivaldo e Eusébio

64 – 07.12.58 – Ferroviária 4 x 0 Nacional – Campeonato Paulista – Gomes, Nivaldo e Baiano (2)

65 – 14.12.58 – Ferroviária 1 x 0 América – Campeonato Paulista – Gomes (pênalti)

Time afeano que atuou contra o América FC. De pé: Fia, Porunga, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; agachados: Nivaldo, Gomes, Baiano, Bazani e Walter. (Arquivo O Imparcial)

66 – 21.12.58 – Juventus (Fernando Prestes) 1 x 7 Ferroviária – Amistoso – Baiano (3), Eusébio (2), Nivaldo e Moacir

 

Campanha da Ferroviária em 1958

 

J

V

E

D

GP

GC

SG

66

27

16

23

117

99

18

 

Fontes:
Arquivo do Prof. Antônio Jorge Moreira;
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali
Fotos:Jornal o Imparcial

 

Nº de ordem – Data – Jogo/Resultado – Finalidade – Artilheiros Grenás

1 – 13.01.57 – Nacional 1 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista/Torneio Rebaixamento – Paulinho (2)

2 – 20.01.57 – Guarani 0 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – (?)

3 – 24.01.57 – Inter de Bebedouro 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – Bazzani e Cardoso

4 – 27.01.57 – Ferroviária 1 x 1 Ponte Preta – C.P./T.R. – Gomes (pênalti)

5 – 03.02.57 – Jabaquara 2 x 0 Ferroviária – C.P./T.R.

6 – 10.02.57 – Ferroviária 2 x 0 Noroeste – C.P./T.R. – Paulinho e Bazzani (pênalti)

7 – 17.02.57 – CAT 3 x 1 Ferroviária – Amistoso – Bazzani

8 – 24.02.57 – Ferroviária 1 x 1 Uberaba-MG – Amistoso – Boquita

9 – 10.03.57 – Uberaba 2 x 3 Ferroviária – Amistoso – Otávio, Boquita e Gomes

10 – 17.03.57 – Ferroviária 2 x 1 Botafogo-RP – Amistoso – Cardoso e Paulinho

17.03.1957, na Fonte Luminosa - AFE que enfrentou e venceu o Botafogo FC. De pé: Itamar, Cardarelli, Dirceu, Elcias, Basílio e Giancoli; Agachados: Boquita, Bazani, Gomes, Cardoso e Paulinho.

11 – 21.03.57 – Ferroviária 4 x 1 Fortaleza (Barretos) – Amistoso – Gomes (pênalti), Paulinho, Otávio e Gomes

12 – 31.03.57 – Ferroviária 2 x 1 Taubaté – Amistoso – Cardoso e Gomes

13 – 04.04.57 – XV de Piracicaba 1 x 2 Ferroviária – Amistoso – Otávio e Bazzani

14 – 07.04.57 – Taubaté 2 x 3 Ferroviária – Amistoso – Bazzani (pênalti), Cardoso e Otávio

15 – 14.04.57 – Ferroviária 0 x 1 São Paulo – Amistoso

16 – 18.04.57 – Bandeirantes (São Carlos) 2 x 4 Ferroviária – Amistoso – Boquita, Bazzani, Paulinho e Cardoso

17 – 01.05.57 – Catanduva 2 x 0 Ferroviária – Amistoso

18 – 05.05.57 – Ferroviária 2 x 1 XV de Piracicaba – Amistoso – Paulinho e Bazzani

19 – 12.05.57 – XV de Jaú 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – Cardoso

20 – 19.05.57 – Ferroviária 4 x 0 XV de Jaú – Amistoso – Esteves (2), Bazzani (pênalti) e Cardoso

       – 26.05.57 – Guarani 1 x 0 Ferroviária – Torneio-Início do Campeonato Paulista

21 – 02.06.57 – Ferroviária 3 x 1 Corinthians – Amistoso – Bazzani (2) e Gomes

22 – 09.06.57 – Portuguesa Santista 3 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista/Turno Classificatório – Valter

23 – 16.06.57 – Jabaquara 1 x 4 Ferroviária – C.P./T.C. – Otávio (2) e Cardoso (2)

24 – 23.06.57 – Ypiranga 2 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Bazzani

25 – 30.06.57 – Ferroviária 4 x 1 Juventus – C.P./T.C. – Cardoso, Paulinho (2) e Valter

26 – 14.07.57 – Ferroviária 2 x 1 Taubaté – C.P./T.C. – Bazzani (2)

27 – 18.07.57 – Corinthians 7 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Baiano

28 – 21.07.57 – Ponte Preta 4 x 0 Ferroviária – C.P./T.C.

29 – 28.07.57 – São Bento (São Caetano do Sul) 3 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Nelinho

30 – 04.08.57 – Ferroviária 3 x 2 Santos – C.P./T.C. – Cardoso (2) e Bazzani

31 – 10.08.57 – Palmeiras 0 x 0 Ferroviária – C.P./T.C.

32 – 15.08.57 – São Paulo 1 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista, Turno Classificatório – Valter

33 – 18.08.57 – Ferroviária 1 x 2 XV de Piracicaba – C.P./T.C. – Esteves

34 – 25.08.57 – Linense 0 x 2 Ferroviária – C.P./T.C. – Cardoso e Bazzani

35 – 01.09.57 – Guarani 2 x 0 Ferroviária – C.P./T.C.

36 – 08.09.57 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-RP – C.P./T.C. – Bazzani

37 – 15.09.57 – Ferroviária 2 x 2 Nacional – C.P./T.C. – Otávio e Valter (pênalti)

38 – 22.09.57 – Ferroviária 2 x 1 XV de Jaú – C.P./T.C. – Bazzani e Otávio

39 – 26.09.57 – Portuguesa 2 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Ponce de Leon

40 – 29.09.57 – Noroeste 3 x 1 Ferroviária – C.P./T.C. – Bazzani

41 – 06.10.57 – Ferroviária 2 x 1 Portuguesa – Amistoso – Cardoso e Valter (pênalti)

42 – 12.10.57 – América-SP 4 x 2 Ferroviária – Amistoso – (?)

43 – 13.10.57 – Rio Preto 2 x 1 Ferroviária – Amistoso – Nelinho

44 – 20.10.57 – Taubaté 2 x 0 Ferroviária – Campeonato Paulista/Torneio Rebaixamento

45 – 27.10.57 – Ferroviária 4 x 0 XV de Jaú – C.P./T.R. – Bazzani, Cardoso (2) e Nelinho

46 – 03.11.57 – Nacional 6 x 2 Ferroviária – C.P./T.R. – Antoninho e Valter (pênalti)

47 – 10.11.57 – Ferroviária 1 x 0 São Bento (SCS) – C.P./T.R. – Bazzani

48 – 13.11.57 – Noroeste 3 x 1 Ferroviária – C.P./T.R. – (?)

49 – 17.11.57 – Ferroviária 2 x 1 Linense – C.P./T.R. – Cardoso (2)

50 – 24.11.57 – Ferroviária 0 x 0 Ypiranga – C.P./T.R.

51 – 01.12.57 – Ferroviária 4 x 3 Guarani – C.P./T.R. – Bazzani (2), Araraquara e Cardoso

52 – 08.12.57 – Juventus 2 x 0 Ferroviária – C.P./T.R.

53 – 15.12.57 – São Bento (SCS) 2 x 1 Ferroviária – C.P./T.R. – Valter

54 – 22.12.57 – Ypiranga 1 x 1 Ferroviária – C.P./T.R. – Baiano

55 – 29.12.57 – Ferroviária 4 x 0 Nacional – C.P./T.R. – Bazzani (2), Antoninho e Baiano

 

Resumo da Ferroviária de Araraquara em 1957

J

V

E

D

GP

GC

SG

55

26

7

22

94

93

1

 

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira)
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi
Fotos: Ferroviária.kit.net / Jornal O Imparcial,

 

Está fazendo 61 anos que a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara fez sua primeira apresentação. A estreia se deu no dia 13 de maio de 1951. A foto em destaque mostra a primeira formação grená, a equipe de estreia (vitoriosa) contra o Mogiana de Campinas.

Ficha técnica do jogo número 1 da Ferroviária de Araraquara

Jogo – Ferroviária 3 x 1 Mogiana (Campinas)

Data – 13 de maio de 1951

Local – Estádio Municipal de Araraquara

Finalidade – Amistoso estadual

Árbitro – Luiz Botini (FPF)

Renda – Cr$ 12.300,00

Gols da AFE – Fordinho (1º gol da história da Ferroviária), Basso e Baltazar

Gol do Mogiana – Aléssio (contra)

Ferroviária – Tino; Sarvas e Aléssio (Pádua); Julião, Basso e Pimentel; Ministro (Fordinho), Milton Viana, Fordinho (Baltazar), Gonçalves e Tonhé. Técnico: Zezinho Silva

Mogiana – Herlan; Retião e Tão; Servílio, Miguel e Carrapato; Marçal (Crive), Tito, Elésio (Marçal) (Funin), Roque e Armandinho

 

Fonte: Arquivo do Prof. Antônio Jorge Moreira
Foto: Revista (*) ARARAQUARA NO NACIONAL, Nº UM, 1978
(*) Publicação mensal da Associação Ferroviária de Esportes
Edição: Paulo Luís Micali

 

Não foram muitos os cotejos entre São Paulo e Milan; apenas três, todos vencidos pelo tricolor, sendo que um deles revestiu-se de importância capital, dado que decidiu o Torneio Intercontinental de clubes de 1993, no Japão. Os dois outros jogos tiveram caráter amistoso, mas há que se destacar o fato de que nenhum deles foi realizado no Brasil, e sim em pleno estádio San Siro, Milão.

24.06.64 – Milan 0 x 1 São Paulo – Amistoso em San Siro, Milão

Milan 64/65: Em pé: Maldini, Mora, Ferrario, Benitez, Amarildo, Trapattoni. Agachados: David, Pelagalli, Ghezzi, Lodetti, Fortunato

21.05.81 – Milan 1 x 2 São Paulo – Amistoso em San Siro, Milão

São Paulo 1981: Waldir Peres, Getúlio, Oscar, Darío Pereyra e Marinho Chagas; Almir, Heriberto e Renato; Paulo César, Serginho e Zé Sérgio.

12.12.93 – Milan 2 x 3 São Paulo – Copa Toyota Intercontinental, no Estádio Nacional de Tóquio, Japão

Três jogos, três vitórias, 6 gols marcados e 3 sofridos. O tricolor do Morumbi só conheceu sucessos contra o rosonero de Milão.

 

Brilhante também o retrospecto do SPFC  contra o clube que é tido como o melhor do mundo em todos os tempos, o Real Madrid.

Foram 7 jogos; e o tricolor jamais perdeu. Dois deles válidos pela Pequena Copa do Mundo (Venezuela), em 1963, vencida pelo SP. Um jogo valendo o Troféu Colombino, em 1969, também levantado pelo tricolor. Um outro encontro em disputa do terceiro lugar do Troféu Tereza Herrera (1986), que o Real venceu nos pênaltis, mas o jogo terminou empatado. Uma decisão de Troféu Ramón de Carranza, também conquistado pelo tricolor. E dois amistosos, ambos vencidos pelo SP.

A se louvar o fato de que somente o último desses sete jogos foi realizado no Brasil, o amistoso de 1996 no Morumbi.

Uma performance magnífica, típica de clube de expressão no cenário internacional.

Os jogos:

23.08.63 – Real Madrid 1 x 2 SP – Pequena Copa do Mundo da Venezuela

Real Madrid 1963

28.08.63 – Real Madrid 0 x 0 SP – Pequena Copa do Mundo da Venezuela (São Paulo campeão)

24.08.69 – Real Madrid 1 x 2 SP – Troféu Colombino (São Paulo campeão)

Real Madrid 1969

27.08.69 – Real Madrid 1 x 2 SP – Amistoso em Madrid

10.08.86 – Real Madrid (3) 1 x 1 (2) São Paulo – Troféu Tereza Herrera (disputa 3º lugar)

São Paulo 1986

29.08.92 – Real Madrid 0 x 4 SP – Troféu Ramón de Carranza (São Paulo campeão)

15.06.96 – SP 3 x 0 Real Madrid – Amistoso no Morumbi

7 jogos, 5 vitórias e 2 empates, 14 gols pró, 4 contra e 10 de saldo.

Somente alegria e comemoração contra o famosíssimo Real Madrid, clube alvo da capital espanhola.

 

Fonte:

São Paulo Internacional, de Vicente Henrique Baroffaldi, Pontes/2012

Edição: Paulo Luís Micali

 

Fundado em 3 de dezembro de 1930, o Paulista Futebol Clube, de Araraquara, teve como primeiro presidente o esportista Carlos Bersanetti, sendo resultado da fusão dos clubes Gaúcho e 24 de Outubro.

Sua estreia oficial deu-se em 28 de dezembro de 1930. Os dados técnicos desse jogo número 1 do “Tricolor Guaçu” são apresentados a seguir:

Jogo – Paulista FC (Araraquara) 2 x 2 Ruy Barbosa FC (São Carlos)

Data – 28.12.1930, domingo, 16h25

Local – Estádio Municipal de Araraquara

Finalidade – Amistoso regional

Árbitro – Nenê Magdalena

Gols do Paulista – Lolo (2)

Gols do Ruy Barbosa – Zuza (2), informação verbal

Paulista FC – Tucci; Monte e Cocodé; Branco, Armando e Romeu; Bocucci, Carioca, Ditinho, Júlio e Lolo

Ruy Barbosa FC – Zinho; Pelocha e Campulungo; Miguel, Chiquito e Cruz; Mariano, Zuza, Zé Preto, Hermes e Tonissi

 

Primeiras constituições do Paulista de Araraquara

1930/31 – em pé: Bento Cemitério, Carioca, Baid, Turqueta, Gouvêa, Bicicleta, Lolo Arena e Tucci; ajoelhados: Freitas, Monte, Armandinho, Romeu Cefaly, Cocodé e Alfredo Tucci

1932 – em pé: Dr. Otávio de Arruda Camargo (presidente), Armandinho, Ramona, Zico, Alfredo Tucci, Monte, Cocodé e Tucci; ajoelhados: Lolo Arena, Adérico, Laerte, Nico e Gouvêa

 

Fontes:

Araraquara Futebol e Política, Luís Marcelo Inaco Cirino – SJS Gráfica e Editora, 2008;

O Imparcial Esportivo, edição de 08.03.1954 (fotos)

Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali

 

Quadro do E.C. XII de Outubro que bateu a equipe do São Geraldo no Campeonato de 1954

 

A decisão do campeonato varzeano de Araraquara em 1954

 E.C. XII de Outubro e São Bento E.C. decidiram o campeonato varzeano em 1954, na cidade de  Araraquara, certame promovido pela Liga Araraquarense de Futebol. O XII de Outubro chegou a estabelecer 4 a 0, mas o São Bento reagiu e diminuiu para 4 a 3, mesmo contando com um jogador a menos a partir da metade do segundo período de jogo, quando o seu zagueiro central contundiu-se e deixou o gramado.

Ficha técnica da decisão

Jogo – E.C. XII de Outubro 4 x 3 São Bento E.C.

Data – 14 de março de 1954, domingo (manhã)

Local – Estádio Municipal de Araraquara

Árbitro – Ernani Salvador Volpe, auxiliado por Aquiles Ferreira e Lavítola

Renda – Cr$ 1.475,00

Gols do XII de Outubro – João Carlos, 22 e Bodinho, no 1º tempo; Xirito, 2 e Basso, 9 no 2º

Gols do São Bento – Desastre, 12, Didié, 17 e Desastre (pênalti), 45 do 2º

XII de Outubro (uniforme grená) – Djalma; Lota e Bilé; Zuza, Bruno e Bigotti; Carlinhos, João Carlos, Basso, Xirito e Bodinho. Técnico: Djalma Bonini (Picolim)

XII de Outubro

São Bento (uniforme alviceleste) – Edson; Nery e Padovani; Coutinho, Jovino e Ruy; Rita, Aidé, Desastre, Didié e Ataliba. Técnico: Vadinho

São Bento E.C.

Destaques do XII de Outubro: Bilé, Bruno, João Carlos e Xirito.

Detalhe do primeiro gol do E.C. XII de Outubro marcado por João Carlos, um "frango" de Edson.

Destaques do São Bento: Padovani, Jovino, Ruy e Didié.

Detallhe do gol de pênalti marcado por Desastre para o São Bento E.C.

Fonte:
O Imparcial Esportivo, edição de 15 de março de 1954
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Nos primeiros anos de sua existência, início da década de 1950, a Ferroviária envergou uma camisa com faixa transversal no peito, e rivalizou com a ADA, a Associação Desportiva Araraquara.

Vicente Henrique Baroffaldi
Paulo Luís Micali
Fotos: Jornal “O Imparcial”

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