Com duas participações no Campeonato Carioca da Segunda Divisão, na década de 30, o Bandeirantes Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Alvinegro de Jacarepaguá’ foi Fundado no dia 13 de Maio de 1929, e, tinha a sua Sede e campo, na Estrada da Taquara (atual Avenida Nélson Cardoso), s/n – Bairro da Taquara, localizado na Zona Oeste (antiga Zona Rural) do Rio.

A sua primeira Diretoria era constituída da seguinte forma:

Presidente: Luiz Janffret Guilhon;

vice-presidente: Adalberto Gardel;

1º vice-presidente: Ascendino Martins;

Secretario Geral: Moacyr Guimarães;

1º Secretario: Jayme Pereira;

2º Secretario: Milton Arouca;

1º Tesoureiro: João Brandão;

2º Tesoureiro: Argemiro J. Sant’Anna;

Diretor de Sports: Cícero de Oliveira.

 

Primeiro presidente

Breve história

O Bandeirantes iniciou na Associação Suburbana de Desportes Athleticos (ASDA) em 1929, terminando na 2ª colocação. No ano seguinte ingressou na Liga Brasileira, ficando entre os primeiros colocados. Em 1931, se filiou a Associação Metropolitana de Esportes Athleticos {AMEA (Entidade máxima do Rio de Janeiro naquela época)}, onde disputou duas edições do Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 1931 (terminando na 9ª colocação) e 1932 (4º lugar, na sua chave).

Em 1933 e 1934, o Bandeirantes Athletico Club disputou as competições pela Subliga Carioca de Futebol, que era filiada à Federação Brasileira de Football, que não tinha vínculo com a FIFA.

Na foto a bandeira do Bandeirantes A.C.


 

Time-base de 1931: Agulha; Bilute e Aprígio; Casemiro, Sacramento e Archimedes; Cícero, Tatá, Fábio, Preiá e Jarcelino.

PS: Apenas no dia 20 de janeiro de 1993, a Taquara oficialmente se separou de Jacarepaguá se tornando um Bairro autônomo.

Fontes: Jornal dos Sports – Rsssf Brasil

 

Resumo da História:

As primeiras tentativas de se fundar uma Liga de esportes, entre eles o futebol, no estado datam de 1916. Segundo o pesquisador Luiz G. M. Bezerra, seis clubes da capital (ABC, América, Centro Esportivo, Atheneu SC, Cricket Club, Sport Club de Natal e Centro Náutico Potengi) fundaram a Liga Norteriograndense de Desportos Terrestres (LNDT) e empossaram um presidente, Luiz Potiguar Fernandes, em 27 de fevereiro de 1916. Contudo, esta Liga não prosperou.

A atual Federação Norteriograndense de Futebol (FNF) foi fundada em 14 de julho de 1918, com o nome de Liga de Desportos Terrestres do Rio Grande do Norte, no camarote do comandante do encouraçado “Deodoro(algumas fontes citam o “Minas Gerais”), por inspiração de abnegados como o tenente Aníbal Leite Ribeiro, Afonso Monteiro Chaves (que algumas fontes citam como tendo sido o primeiro presidente da Liga) e Emanuel Murtinho Braga (tio do futuro craque Nilo Murtinho Braga, que jogaria no América de Natal e depois no futebol do Rio de Janeiro, chegando a ser titular da seleção brasileira na Copa de 1930).

O objetivo da Liga era cuidar do futebol e do atletismo no estado. Os clubes fundadores foram o ABC, o América e o Centro Esportivo Natalense, de acordo com o estatuto da própria FNF. Algumas fontes citam como seu primeiro presidente, o líder do movimento dos escoteiros no Rio Grande do Norte, Luiz Soares de Araújo.

O fato é que, logo no seu início, a Liga sofreria numerosos recessos, inesperados e imprevisíveis. Devido ao seu amadorismo, a Liga e os clubes existentes não registravam os acontecimentos em atas, o que tornava difícil o registro histórico, a certeza sobre a realização de alguns campeonatos e a homologação de títulos. Muitas divergências internas entre os membros da Liga e clubes afiliados causavam inércia e displicência por parte da mesma na organização dos campeonatos.

De acordo com o pesquisador Everaldo Lopes, ao longo de sua existência, a FNF já teve quatro endereços. O primeiro, numa pequena casa situada nos fundos do terreno do estádio Juvenal Lamartine. Depois, mudou-se para o centro da cidade, num casarão que servia de sede da Cruz Vermelha, ao lado do antigo cinema Rex. O terceiro endereço ficava no terceiro andar do edifício Melilo, em frente ao mesmo cinema Rex. E finalmente, o seu endereço atual, no estádio Juvenal Lamartine (Tribuna do Norte, 24/07/05).

A Federação já foi também chamada de Associação Riograndense de Atletismo (ARA), e posteriormente (1942) de Federação Norteriograndense de Desportos (FND). O nome atual foi assumido em 1976. Ao longo de sua história, muitos dos presidentes da Federação foram oficiais militares.

Em 1919, disputou-se o primeiro campeonato estadual oficial, e a década de 1940 marca o início das discussões sobre o profissionalismo no futebol do estado, finalmente implantado em 1950. Em 2005, a FNF contava com o número de 12 clubes de 8 diferentes municípios na primeira divisão do campeonato estadual e mais 56 outros clubes e associações afiliadas.

No final de julho de 2005, o Ministério Público intervio na FNF, destituindo seu presidente, Nilson Gomes da Costa, que estava à frente da federação desde 1992. Uma série de irregularidades encontradas durante a sua administração foram a causa da intervenção. O novo presidente interino da FNF, até dezembro de 2005, foi o interventor Paulo Eduardo Pinheiro, advogado. Esta foi a quarta intervenção na história da Federação. As outras três, ocorreram em 1941, 1944 e 1949, sendo que em 1944, a intervenção aconteceu após a renúncia do então presidente tenente Roberto Soares.

Assumiu em 2007 através de eleição o novo presidente, o deputado Alexandre Cavalcante, que após um ano de sucessivos erros de administração renunciou deixando evidente que não entendia do oficio que lhe foi confiado. Assumiu o seu vice, Jose Vanildo Rego.

 

Fontes: Tribuna do Norte – Brito Lopes – Blog Futebol Potiguar – Livro “Da Bola de Pito ao Apito Final”, do autor Everaldo Lopes

 

NOME: UNIÃO OPERÁRIO ESPORTIVO E RECREATIVO
FUNDAÇÃO: 01/05/1975
SITUAÇÃO: AMADOR
ESTÁDIO: 1ª DE MAIO
CIDADE: LARANJEIRAS DO SUL/PR
PARTICIPAÇÃO EM ESTADUAIS: 
1989 – 2ª DIVISÃO
1990 – 2ª DIVISÃO
CURIOSIDADE: Em 2012 FOI CAMPEÃO AMADOR DO ESTADO.
 
DESENHO DO ESCUDO: SERGIO MELLO

TIME 2012

 

 

Escudos antigos

 

O Inhaumense Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no dia 21 de Abril de 1918, como São Thiago Football Club, a sua Sede e campo ficavam no  Caminho dos Pilares, 207, no Bairro de Inhaúma, no Subúrbio carioca (RJ). Seu primeiro presidente foi Arnaldo Torres.

A equipe alvinegra participou das competições promovida pela Liga Suburbana de Sports Athleticos (L.S.S.A.), e depois Liga Suburbana de Football (LSF), sempre ficando entre os primeiros. Nessas competições enfrentou equipes que viriam a disputar a elite do futebol carioca, como o Modesto, Engenho de Dentro, Villa  Izabel, Confiança, Olaria, Bonsucesso e Progresso.

Dentre esses oponentes o maior rival foi o Modesto. Tanto é verdade que após uma partida em 1922, quando o Modesto sofreu para vencer o Inhaumense por 4 a 3, nos seus domínios, a imprensa passou a chamar a equipe de: “Terrível Team Alvinegro de Inhaúma“. Nesse ano o o Inhaumense terminou com o vice-campeonato.

Time base de 1920-21: Luiz;  Menezes (Trincheira) e Eduardinho (Machado); França (Moscatel),  Franklin e Durval ( J. Santos); Waldemar (Aguiar), Januário, Bahianinho (Nilton), Zeca e Hugnot)

Time base de 1922: Rangel; Peres e Neves; França, Ataliba e Zecca I; Biusca, Petisca, Zecca II, M. Pinho e Marcelino.

Em 1923, Inhaumense Football Club fez fusão com o Sport Club Everest (que no ano seguinte disputou pela primeira e única vez o Campeonato Carioca da 1ª Divisão), e colocando um ponto final na sua vida futebolística.

 

Fontes: Arquivo pessoal – Gazeta de Notícias

 

O novo campo do São Cristóvão A.C. foi reinaugurado  oficialmente na tarde de 29 de junho de 1946 com o jogo entre o Vasco da Gama e o time da casa. O Vasco venceu por 5 a 3. O centroavante cadete, CORRÊA foi o autor do primeiro gol  e também do segundo e João Pinto fez o tento do Vasco, terminando o primeiro tempo com vantagem do São Cristóvão por 2 a 1. Na fase final, Mário empatou, mas Nestor fez 3 a 2 para os Alvos. Depois Ipojucan voltou a empatar e Lelé fez 4 a 3 para o Vasco e Mário finalmente estabelecer 5 a 3.

SÃO CRISTÓVÃO              3          X         5          VASCO DA GAMA

Local: Estádio Figueira de Melo, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio (RJ)

Data: Sábado, no dia 29 de junho de 1946

Renda: Cr$ 70.656,00

Árbitro: Oscar Pereira Gomes

SÃO CRISTÓVÃO: Lourinho; Mundinho e Florindo; Índio, Santamaria e Souza; Cidinho, Néca, Corrêa, Nestor e Magalhães.

VASCO: Barqueta (Barbosa); Alfredo e Sampaio (Carlinhos); Berascochéa (Djalma), Danilo (Berascochéa) e Argemiro; Friaça, Lelé, João Pinto (Ipojucan), Eugen e Mário.

Gols: Corrêa, duas vezes (São Cristóvão); João Pinto (Vasco); Mário (Vasco); Nestor (São Cristóvão); Ipojucan (Vasco); Lelé (Vasco) e Mário (Vasco).

Fonte: Jornal Popular da Tarde

 

Acrescentando a série de escudos de federações, segue mais um modelo da FDB, desenhado pelo amigo Sérgio.

 

Para aqueles que conhecem o acanhado Estádio Figueira de Melo, de propriedade do São Cristóvão F.R., nem imaginam que o anterior era puro charme. Inaugurado no domingo, no dia 23 de abril de 1916, no empate entre São Cristóvão e Santos em 1 a 1 (cerca de 6 mil pessoas estiveram presentes), o antigo campo da Rua Figueira de Melo, fora construído com arquibancadas de madeira em torno e que com o passar dos anos foi sendo edificado em cimento.

Durante muito tempo, a partir desta data, o Santos pintou o escudo do São Cristóvão nos muros da Vila Belmiro e associados destes dois clubes podiam usufruir das respectivas sedes, mutuamente. Em 1943, por determinação legal, após incidentes de superlotação na partida envolvendo a partida entre o time da casa e o Flamengo, o São Cristóvão teve que demolir as arquibancadas com estrutura de madeira.

Consequentemente foram feitas obras. Uma das mudanças, pela vista da ponte (última foto), foi o campo que antes ficava na horizontal passou para a vertical, descaracterizando o antigo estádio. A sua reinauguração aconteceu no dia 29 de junho de 1946, quando a equipe Cadete acabou derrotada pelo Vasco da Gama, pelo placar de 5 a 3.

No passado recente o estádio do clube alvo já teve capacidade para oito mil pessoas, recebendo com frequência públicos entre 10 mil e 20 mil na década de 1930, mas com a demolição de parte das arquibancadas, inclusive parte das antigas arquibancadas de cimento, perdendo capacidade de público e o charme.

O estádio atual é visto na vertical, quando o antigo ficava na horizontal

Fontes: Site do São Cristõvão F.R. – Wikipédia -  Revista A Cigarra 

 

 

 

A primeira entidade de futebol estadual do Rio de Janeiro foi a Liga Sportiva Fluminense, fundada em 1915 na cidade de Niterói (RJ). Três anos depois se tornou a representante oficial do estado do Rio perante a então Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF), vencendo a disputa com a rival Associação Fluminense de Desportos Terrestre – AFDT, e passa a montar as seleções fluminenses para a disputa do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais.  Existiu até 1926.

 

Fontes: Revista O Malho – Camisas do Futebol carioca, do autor Auriel de Almeida 

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado – Camisas do Futebol Carioca, do autor Auriel de Almeida

 

O Sport Club Rio Preto foi campeão do I Campeonato Valenciano de 1938, organizado pela Liga Valenciana de Desportos (LVD), do município de Valença, localizado na região Sul Fluminense do Rio de Janeiro. A LVD, que tinha sido fundada no dia 08 de julho de 1938, realizou o I Torneio Início, 23 dias depois (31 de Julho de 1938), tendo o Esporte Clube Barroso como o campeão e o Ferroviário como vice.

O I Campeonato Valenciano, teve a duração de duração de seis meses, e contou com a presença de sete clubes: Sport Club Benfica; Esporte Clube Barroso; Sport Club Rio Preto; Ferroviário de Marques de Valença; Valenciano Atlético Clube; Monte D’Ouro Futebol Clube e Avenidense Futebol Clube.

Apesar do Sport Club Rio Preto ficar no Município mineiro de Rio Preto, a equipe alviverde participou da competição realizada em Valença (RJ), devido a proximidade entre as duas cidades. Em meia-hora ou cerca de 29,2 km separam Rio Preto de Valença.

 

Classificação Final

1º SC Rio Preto       18

2º Valenciano          17

3º Ferroviário           15

4º Barroso                 12

5º Monte D’Ouro      10

6º Benfica                 08

7º Avenidense         03

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

 

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 




Classificação...........Pts...J...V...E...D...GP...GC...SG
 1º Vasco................15...9...6...3...-...32....5..+27
 1º Fluminense...........15...9...7...1...1...30...11..+19
 3º América..............14...9...7...0...2...23...14...+9
 4º Botafogo.............13...9...6...1...2...34...13..+21
 5º São Cristóvão........11...9...5...1...3...23...17...+6
 6º Bangu.................8...9...3...2...4...15...20...-5
 7º Flamengo..............6...9...3...-...6...33...23..+10
 8º Canto do Rio..........4...9...1...2...6...13...39..-26
 9º Bonsucesso............3...9...1...1...7...10...50..-40
10º Madureira.............2...9...-...2...7...12...33..-21
* Final *
19/06 - Fluminense 4 x 1 Vasco - (Laranjeiras)
23/06 - Vasco 2 x 0 Fluminense - (São Januário)
26/06 - Vasco 1 x 0 Fluminense - (São Januário)

FLUMINENSE 4 X 1 VASCO
Data: 19/06/1946
Local: Estádio de Laranjeiras
Árbitro:Mário Vianna.
Renda: Cr$ 186.740,00
Público: 17.638 pagantes
FFC: Robertinho; Guálter e Haroldo; Pé-de-Valsa, Telesca e Bigode; Pinhegas,
Ademir Menezes, Juvenal, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues
Técnico: Gentil Cardoso
CRVG: Barbosa; Rubens e Sampaio; Djalma, Eli e Jorge; Santo Cristo,
Lelé, Isaías, Jair Rosa Pinto e Chico.
Técnico: Ondino Vieira
Gols: Bigode aos 29', Rodrigues 40', Chico aos 46', Juvenal aos 50' e 68' .
Obs.: Expulsos Rubens, Jair Rosa Pinto, Eli e Santo Cristo, além de
Isaías ter deixado o campo machucado.

VASCO 2 X 0 FLUMINENSE
Data: 23/06/1946
Local: Estádio de São Januário
Árbitro: Alzilar Costa
Renda: Cr$ 244.790,00
Público: 24.369 pagantes
CRVG: Barbosa; Rubens e Rafagnelli; Nílton, Eli e Jorge;
Santo Cristo, Eugen, Lelé, Djalma e Chico
Técnico: Ondino Vieira
FFC: Robertinho; Guálter e Haroldo; Pé de Valsa, Pascoal e Bigode, Pinhegas,
Ademir Menezes, Juvenal, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues
Técnico: Gentil Cardoso
Gols: Lelé aos 17' e Eugen 30'.
Obs.; Os jogadores do Vasco que foram expulsos na partida anterior, atuaram
em função de não ter havido julgamento antes desta partida. 

VASCO 1 X 0 FLUMINENSE
Data: 26/06/1946
Local: Estádio de São Januário
Árbitro: Guilherme Gomes
Renda: Cr$ 278.112,00
Público estimado: 27 mil pagantes.
CRVG: Barbosa; Jorge e Sampaio, Newton, Ely e Argemiro;
Friaça, Djalma, Lelé, Elgen e Chico
Técnico: Ondino Vieira
FFC: Robertinho; Guálter e Haroldo; Paschoal, Pé-de-Valsa e Bigode; Pinhegas,
Ademir Menezes, Juvenal, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues
Técnico: Gentil Cardoso
Gol: Chico aos 66'.

Fontes: Revista Sport Ilustrado - Rsssf Brasil
 


11/04 - Vasco 0 x 0 Fluminense - (General Severiano)
11/04 - Flamengo 3 x 1 Madureira - (Laranjeiras)
11/04 - Canto do Rio 4 x 3 Botafogo - (Gávea)
11/04 - América 1 x 0 Bangu - (Teixeira de Castro)
11/04 - São Cristóvão 2 x 0 Bonsucesso - (Campos Sales)
18/04 - Botafogo 2 x 2 Flamengo - (Laranjeiras)
18/04 - São Cristóvão 2 x 0 Vasco - (Conselheiro Galvao)
18/04 - América 3 x 1 Madureira - (São Januário)
18/04 - Fluminense 6 x 1 Bangu - (Gávea)
18/04 - Canto do Rio 3 x 0 Bonsucesso - (General Severiano)
25/04 - Botafogo 3 x 3 América - (Laranjeiras)
25/04 - Flamengo 4 x 1 Canto do Rio - (Figueira de Melo)
25/04 - Fluminense 3 x 0 Madureira - (Campos Sales)
25/04 - Vasco 2 x 1 Bonsucesso - (Conselheiro Galvao)
25/04 - São Cristóvão 4 x 3 Bangu - (Teixeira de Castro)
30/04 - América 2 x 1 Flamengo - (Laranjeiras)
02/05 - Fluminense 3 x 2 Botafogo - (São Januário)
02/05 - São Cristóvão 4 x 0 Madureira - (Campos Sales)
02/05 - Canto do Rio 2 x 1 Vasco - (Gávea)
02/05 - Bonsucesso 4 x 3 Bangu - (Conselheiro Galvao)
08/05 - Fluminense 3 x 1 Flamengo - (São Januário)
09/05 - Botafogo 5 x 2 São Cristóvão - (Laranjeiras)
09/05 - América 5 x 2 Canto do Rio - (General Severiano)
09/05 - Vasco 3 x 2 Bangu - (Figueira de Melo)
09/05 - Bonsucesso 4 x 4 Madureira - (Rua Ferrer)
13/05 - Vasco 3 x 3 Madureira - (Teixeira de Castro)
15/05 - Fluminense 3 x 3 América - (São Januário)
16/05 - São Cristóvão 4 x 1 Flamengo - (General Severiano)
16/05 - Botafogo 9 x 2 Bonsucesso - (Laranjeiras)
16/05 - Canto do Rio 4 x 3 Bangu - (Figueira de Melo)
22/05 - Botafogo 2 x 0 Vasco - (Laranjeiras)
23/05 - São Cristóvão 1 x 0 América - (São Januário)
23/05 - Canto do Rio 0 x 0 Fluminense - (General Severiano)
23/05 - Bonsucesso 2 x 2 Flamengo - (Conselheiro Galvao)
23/05 - Madureira 3 x 0 Bangu - (Teixeira de Castro)
27/05 - Bonsucesso 1 x 0 América - (São Januário)
29/05 - Flamengo 2 x 0 Vasco - (Laranjeiras)
30/05 - São Cristóvão 4 x 2 Fluminense - (Gávea)
30/05 - Botafogo 3 x 1 Bangu - (Figueira de Melo)
30/05 - Canto do Rio 2 x 1 Madureira - (Campos Sales)
05/06 - Fluminense 1 x 0 Bonsucesso - (Campos Sales)
06/06 - América 3 x 2 Vasco - (Laranjeiras)
06/06 - Canto do Rio 6 x 6 São Cristóvão - (Caio Martins)
06/06 - Flamengo 5 x 1 Bangu - (Figueira de Melo)
06/06 - Botafogo 5 x 1 Madureira - (São Januário)
Classificação...........Pts...J...V...E...D...GP...GC...SG
1º São Cristóvão.........15...9...7...1...1...29...17..+12
2º Fluminense............13...9...5...3...1...21...11..+10
3º Botafogo..............12...9...5...2...2...34...18..+16
3º América...............12...9...5...2...2...20...14...+6
3º Canto do Rio..........12...9...5...2...2...24...23...+1
6º Flamengo..............10...9...4...2...3...21...16...+5
7º Vasco..................6...9...2...2...5...11...17...-6
7º Bonsucesso.............6...9...2...2...5...14...26..-12
9º Madureira..............4...9...1...2...6...14...27..-13
10º Bangu.................0...9...-...-...9...14...33..-19

Fontes: Rsssf Brasil - Revista Sport Ilustrado
 

Fonte: Revista Sport Ilustrado (23-05-1940)

 

O Metalusina Esporte Clube é uma agremiação da pacata cidade de Barão de Cocais (MG). A sua Sede fica localizada na Avenida Getúlio Vargas 1.170, no Centro de Barão de Cocais. O seu estádio Dr. Alencar Peixoto, com capacidade para 1.500 pessoas, também fica no mesmo endereço.

Fundado no dia 24 de Março de 1939, graças ao empenho de Alencar Peixoto, então engenheiro da Companhia Brasileira de Usinas Metalúrgicas, hoje Gerdau. Ele queria aproveitar o potencial esportivo dos trabalhadores da siderúrgica e também garantir o lazer da turma.

O interessante é que o clube existia antes da data oficial da sua fundação. Tanto que em junho de 1936, os sócios se reuniram para reerguer o Metalusina, que havia interrompido suas atividades. Nesta fase, Peixoto seguiu como presidente de honra e coube a Amable Rodriguez o posto de dirigente máximo.

O Tucano (mascote criada pelo famoso chargista Fernando Pieruccetti), já disputou a elite do futebol mineiro em 15 oportunidades consecutivas: 1946 (4º lugar), 1947 (4º lugar), 1948 (6º lugar), 1949 (4º lugar), 1950 (6º lugar), 1951 (5º lugar), 1952 (6º lugar), 1953 (9º lugar), 1954 (9º lugar), 1955 (8º lugar), 1956 (10º lugar), 1957 (10º lugar), 1958 (15º lugar), 1959 (17º lugar) e 1960 (16º lugar).

Celeiros de craques

Em 1950, o Tucano cedeu alguns jogadores para o Atlético Mineiro, que iniciaria a primeira excursão internacional de um clube profissional brasileiro. Vicente Perez, Barbatana, Vaguinho e Murilinho se juntaram aos craques atleticanos e outros do Siderúrgica e do América, reforçando o Galo, que se auto-proclamou o “Campeão do Gelo” após a vitoriosa excursão.

Sede e Estádio

O Metalusina entrou em declínio e, assim como a cidade de Barão de Cocais, sofreu com a decadência da usina. As consequências foram oito campeonatos seguidos com campanhas ruins, até ser rebaixado para a Segunda Divisão, em 1960. Com isso, a diretoria optou por interromper suas atividades para ficando apenas no futebol amador.

Uniforme atual

O Retorno ?

Quase meio-século depois, o clube começa a dar os primeiros passos para retornar as competições profissionais. Com o projeto “Voltando a fazer história“, idealizado pelo ex-jogador do Cruzeiro Roberto Carlos Rodrigues, o Metalusina Esporte Clube voltou com as atividades da categoria de juniores, em setembro de 2009, e atualmente disputa o Campeonato Mineiro. O clube procura patrocínio para formar novas categorias de base e admite até voltar a se profissionalizar.

O clube busca agora resgatar a sua história, formar e valorizar os atletas da cidade para que ele possam seguir carreira profissional, promover o clube em níveis nacional e internacional e oferecer atividades de cunho social. A coordenadora da equipe, Tânia Corrêa, está otimista. “Vamos aguardar os resultados dos campeonatos. Mas o projeto vem se desenvolvendo bem”, afirmou.

 

Fontes e Foto: O  Tempo (MG) – Google Maps

 

O Foot-ball Club foi uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). Fundado no dia 1º de janeiro de 1904, é considerado com o ‘Primeiro time Cearense’ que se tem notícias. Segundo relatos, as primeiras demonstrações de futebol ocorridas no estado do Ceará aconteceu no ano 1903, quando foram promovidas por ingleses, fossem eles marinheiros de passagem pela terra da luz ou então trabalhadores de empresas britânicas instaladas por aqui.

Foot-ball Club de 1904

Um dos primeiros jogos de que se têm notícia, ocorreu no corrente ano, quando um navio britânico que levava jogadores de futebol para um torneio na Argentina ancorou no porto de Fortaleza, sendo a partida realizada no Passeio Público e foi um enorme sucesso. Vale lembrar que o Passeio Público, onde foram realizadas as primeiras partidas de futebol no Ceará. Foi um jovem que estudava na Inglaterra, chamado José Silveira, quem trouxe a primeira bola para o estado junto com um livrinho de regras, em 1904, no dia 24 de dezembro de 1904 é realizado a primeira partida oficial que se tem notícia no estado.

De um lado o English Team, fundado em 23 de dezembro de 1904 por funcionários do London Bank South American e da Ceará Gaz Company Limited, e do outro o Foot-Ball Club. No final, melhor para o English Team, que venceu pelo placar de 2 a 0.

Passeio Público, onde foram realizadas os primeiros jogos no Ceará

A partir daí o futebol logo virou mania entre os cearenses, primeiramente com o surgimento dos clubes de brancos e ricos, em seguida com os clubes populares e operários que ajudaram a transformar o futebol no esporte mais popular do estado.

O Foot-Ball Club manteve suas atividades durante todo o ano de 1905 disputando espaço na cidade com outros times. Por algum motivo ainda desconhecido, o Foot-Ball Club mudou de nome para Clube da Vaca com seus mandos de campo no Passeio Público, sendo a maioria de seus jogos com os tripulantes dos navios que estavam de passagem pela cidade. Pouco tempo depois o clube encerrou suas atividades.

 

Fonte e Fotos: Wikipédia Campeonato Cearense 

 

O Maguary Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Fortaleza (CE). O “Clube dos Príncipes foi Fundado numa terça-feira, do dia 24 de Junho de 1924 por iniciativa do desportista Jarinho Barros.

Sua primeira sede ficava localizada no bairro do Alagadiço (atual São Gerardo), na Rua Bezerra de Menezes nº 25. Sua segunda sede localizava-se no então bucólico e aristocrático Bairro do Benfica, com suas vivendas suntuosas e chácaras sombreadas por frondosos mangueirais. Seu primeiro endereço foi na Avenida Visconde de Cauipe, 2081 (hoje Avenida da Universidade), e em frente ao antigo Educandário Santa Maria.

Waldir Diogo de Siqueira, Mário de Alencar Gadelha, Egberto de Paula Rodrigues, aliados a um grupo de amigos, transformaram o antigo clube numa agremiação elegante, com sua nova sede social inaugurada em 20 de abril de 1946, erigida em um amplo terreno, no número 2955, da Rua Barão do Rio Branco.

A construção dessa simpática e aconchegante sede, com seus muros jovialmente arqueados, foi assinada pelo famoso arquiteto Sylvio Jaguaribe Ekman - o construtor do Ideal Clube. Ali, praticava-se o esporte amador e ocorriam atividades festivas que marcaram a vida da cidade, principalmente nos alegres Anos Dourados, na década de 50, com seu entusiasmo prolongando-se pelos anos seguintes.

Muitas de suas animadas festas carnavalescas terminavam às dez horas da manhã seguinte – acontecimentos inusitados para a pequena Fortaleza, de 213 mil habitantes.

 

Quatro vezes campeão Cearense e do Torneio Início

O Maguary faturou quatro título do Torneio Início: 1929, 1942, 1944 e 1945. No Campeonato Cearense de 1ª Divisão participou de 23 edições: 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1933, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1972, 1973, 1974 e 1975.

Após o vice-campeonato de 1928, o Maguary faturaria o seu primeiro título em 1929. Mostrando que não tinha sido mera casualidade, o “Clube dos Príncipes” seguiu fazendo boas campanhas até faturar o Bicampeonato em 1936.

 

Bicampeão Invicto em 1943 e 44

Sete anos depois, o Maguary chegou ao Tricampeonato de forma inquestionável. Ceará, Fortaleza e Ferroviário não foram pareôs. Ao todo foram 10 jogos, com nove vitórias e apenas um empate;  com 24 gols prol e quatro contra.

Se a campanha de 1943 impressionou, na temporada seguinte o Maguary conseguiu melhorar. O Tetracampeonato veio também de forma invicta, só que desta vez sem perder nenhum ponto.

O “Clube dos Príncipes” venceu todos os seus nove jogos; marcando incríveis 50 gols (média de 5,5 gols por partida); e 11 gols sofridos. A campanha contou com goleadas memoráveis como o 6 a 1 e 3 a 0 em cima do Fortaleza, 7 a 1 e 6 a 1 no Ferroviário, e 6 a 4 no Ceará.

Em 1945, o Maguary chegou na decisão, mas acabou derrotado pelo Ferroviário por 3 a 1, ficando com o vice. A partir daí o Maguary se ausentou do futebol só restando aos gramados 27 anos depois. No Estadual de 1972,  o “Clube dos Príncipes” foi vice no 1º e 2º turnos e sétimo colocado no 3º turno. Em 1973, terminou na quarta posição; em 7º lugar em 1974 e oitavo colocado em 1975.

Quatro dias após o término do Estadual, mas precisamente no dia 14 de agosto de 1975, o clube encerrou suas atividades e sua sede foi vendida para a Coelce. José Leite Jucá foi o último presidente do clube e embora tenha sido contra a venda do imóvel , foi voto vencido.

 

 

HINO DO MAGUARY E.C. (Letra e música: Jota Batista)

Maguary, és um orgulho da comuna franciscana

Maguary, azul anil o Canindé assim te chama

Maguary, o teu presente e o teu passado nos encantam

És imbatível, teu time em campo teus atletas se agigantam

Vencedor, sem despacho, vela preta, encruzilhada

luta e amor, ingredientes que despontam nas jornadas

O Fernandão, manjedoura de conquistas e vitórias

Sou Maguary de coração, sou campeão e faço parte dessa história

 
Fonte: Site Fortaleza Nobre – Blog Jotazena – Rsssf Brasil – Revista Sport Ilustrado

 

MAGUARY   5          X         1          CEARÁ

Local: Estádio Municipal (atualmente conhecido por Presidente Vargas)

Data: 19 de abril de 1944

Árbitro: Santos Barreto

MAGUARY: Zé Augusto; Popó e Valdemar; Carrinho, Louro e Pedro (Zé Maria); Caégo, Henrique, Luizinho, Prefeito e Coronel.

CEARÁ: Rui; Camilo e Babá; Torres, Zuza e Mundola; Aluizio (Balinha), Idalino, Alvinho, Herenegildo e Gonçalo.

Gols: Alvinho (Ceará); Galego, gol olímpico (Maguary); no 1º tempo. Valdemar, de pênalti; Henrique, Luizinho e Coronel (Maguary).

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

 

O Torneio Início, organizado pela Federação Paraense de Desportos (F.P.D.), foi realizado no dia 07 de Junho de 1942, no Estádio Antonio Baeta, e teve como o grande campeã a Tuna Luso Comercial (atualmente Tuna Luso Brasileira). Oito clubes participaram do torneio: Tuna Luso Comercial; Clube do Remo; Paissandu Esporte Clube; Transviário Esporte Clube; União Esportiva; Marco Esporte Clube; Julio Cezar e Nacional Esporte Clube.

 

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

 

Fonte: Revista O Malho

 

Contando com a colaboração do amigo e pesquisador Júlio Cesar Gomes de Oliveira contaremos, de forma breve, sobre o Atlético Sport Club ou simplesmente Atlético de Sousa. Foi uma agremiação da cidade de Sousa (PB). Fundado em 1974, o clube sousense participou de três edições do Campeonato Paraibano da 1ª Divisão: 1975, 1976 e 1977.

No primeiro ano (1975), o Atlético de Sousa terminou na quinta colocação (em 10 jogos, somou 11 pontos, com cinco vitórias; um empate e quatro derrotas; com 21 gols pró e 13 contra). O time mandava os seus jogos no Estádio Municipal Antônio Mariz, Marizão, com capacidade para 5.400 espectadores.

 

Fontes: Rsssf Brasil -  Júlio Cesar Gomes de Oliveira

 

XXII Campeonato Brasileiro (Seleções Estaduais) de Futebol – 1954

 

Primeira Fase

Jogos de Ida (03 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Paraná

4

X

1

Bahia

Curitiba

Cr$ 304.330,00

Pernambuco

4

X

1

Sergipe

Recife

Cr$ 138.070,00

Espírito Santo

3

X

2

Santa Catarina

Vitória

Cr$ 87.120,00

Amazonas

3

X

2

Goiás

Manaus

Cr$ 61.390,00

Maranhão

0

X

2

Ceará

São Luís

Cr$ 54.080,00

Alagoas

4

X

3

Paraíba

Maceió

Cr$ 48.800,00

Acre

1

X

1

Guaporé

Rio Branco

Cr$ 38.690,00

Rio Grande do Norte

5

X

3

Piauí

Natal

Cr$ 37.390,00

 

Jogos de Volta  (10 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Bahia (0)

4

X

1

Paraná (1) **

Curitiba

Cr$ 444.045,00

Sergipe

2

X

4

Pernambuco

Aracaju

Cr$ 93.315,00

Santa Catarina

2

X

2

Espírito Santo

Florianópolis

Cr$ 57.850,00

Goiás

2

X

0

Amazonas

Goiânia

Cr$ 69.080,00

Ceará

1

X

0

Maranhão

Fortaleza

Cr$ 145.715,00

Paraíba

3

X

0

Alagoas

João Pessoa

Cr$ 88.150,00

Guaporé

1

X

0

Acre

Porto Velho

Cr$ 47.200,00

Piauí

3

X

0

Rio Grande do Norte

Teresina

Cr$ 37.760,00

 

* Em negrito os classificados para a próxima fase

** Jogo na prorrogação

 

Segunda Fase

Jogos de Ida  (17 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Minas Gerais

2

X

2

Estado do Rio

Belo Horizonte

Cr$ 234.116,00

Paraíba

0

X

3

Pernambuco

João Pessoa

Cr$ 142.735,00

Espírito Santo

2

X

2

Paraná

Vitória

Cr$ 103.660,00

Mato Grosso

3

X

2

Rio Branco

Cuiabá

Cr$ 48.620,00

Amapá

2

X

3

Pará

Macapá

Cr$ 42.300,00

Rio Grande do Norte

3

X

2

Ceará

Natal

Cr$ 41.000,00

Goiás

6

X

1

Guaporé

Goiânia

Cr$ 32.985,00

 

Jogos de Ida  (24 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Estado do Rio

1

X

4

Minas Gerais

Volta Redonda

Cr$ 166.720,00

Pernambuco

1

X

1

Paraíba

Recife

Cr$ 160.660,00

Paraná (1)

3

X

3

Espírito Santo (0)

Curitiba

Cr$ 330.820,00

Rio Branco (2)

2

X

1

Mato Grosso (3)

Boa Vista

Cr$ 21.530,00

Pará

5

X

1

Amapá

Belém

Cr$ 135.270,00

Ceará

4

X

2

Rio Grande do Norte

Fortaleza

Cr$ 159.210,00

Guaporé

0

X

1

Goiás

Porto Velho

Cr$ 34.000,00

 

* Em negrito os classificados para a próxima fase

** Jogo na prorrogação

 

Oitavas de Finais

Jogos de Ida  (31 de Janeiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Paraná

2

X

3

Rio Grande do Sul

Curitiba

Cr$ 343.330,00

Minas Gerais

3

X

1

Pernambuco

Belo Horizonte

Cr$ 288.600,00

Ceará

1

X

0

Pará

Fortaleza

Cr$ 187.950,00

Mato Grosso

1

X

2

Goiás

Cuiabá

Cr$ 48.870,00

 

Jogos de Volta  (07 de Fevereiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Rio Grande do Sul

2

X

1

Paraná

Porto Alegre

Cr$ 191.295,00

Pernambuco

0

X

0

Minas Gerais

Recife

Cr$ 385.490,00

Pará

0

X

2

Ceará

Belém

Cr$ – ***

Goiás

5

X

0

Mato Grosso

Goiânia

Cr$ 44.945,00

 

* Em negrito os classificados para a próxima fase

*** Renda não foi conhecida devido à suspensão do jogo por força da chuva torrencial, obrigando a suspensão da peleja, que foi concluída no dia seguinte.

 

Quartas de Finais

Jogos de Ida  (14 e 21 de Fevereiro de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Goiás

1

X

2

Minas Gerais

Goiânia

Cr$ 95.600,00

Minas Gerais

7

X

1

Goiás

Belo Horizonte

Cr$ 103.945,00

 

Jogos de Volta  (27 de Fevereiro e 06 de março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Ceará

0

X

2

Rio Grande do Sul

São Paulo

Cr$ 177.240,00

Rio Grande do Sul

6

X

2

Ceará

Rio de Janeiro

Cr$ 154.307,50

 

Semifinais

Jogos de Ida  (13 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Minas Gerais

0

X

4

Rio de Janeiro

Belo Horizonte

Cr$ 902.050,00

Rio Grande do Sul

1

X

1

São Paulo

Porto Alegre

Cr$ 780.930,00

 

Jogos de Volta  (20 e 23 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

São Paulo

4

X

2

Rio Grande do Sul

Pacaembu

Cr$ 1.373.615,00

Rio de Janeiro

6

X

1

Minas Gerais

Maracanã

Cr$ 1.056.930,70

 

Decisão

Jogos de Ida  (27 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

São Paulo

3

X

1

Rio de Janeiro

Pacaembu

Cr$ 1.682.020,00

 

Jogos de Volta  (31 de Março de 1954)

 

JOGOS

LOCAL

RENDAS

Rio de Janeiro

3

X

4

São Paulo

Maracanã

Cr$ 2.269.914,70
            Campeão

 

 

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

Fonte: Revista Sport Ilustrado

 

Após ter apresentado os escudos e uniformes de 25 estados, além do antigo Distrito Federal, restaram dois estados: Mato Grosso do Sul e Tocantins. Como esses dois selecionados não existiam na década de 50, postarei como uma menção honrosa e, assim, fechar com todos os 27 estados brasileiros, encerrando essa longa, porém prazerosa jornada.

 

Foto: Perfil da entidade no Facebook

 

Após ter apresentado os escudos e uniformes de 25 estados, além do antigo Distrito Federal, restaram dois estados: Mato Grosso do Sul e Tocantins. Como esses dois selecionados não existiam na década de 50, postarei como uma menção honrosa e, assim, fechar com todos os 27 estados brasileiros, encerrando essa longa, porém prazerosa jornada.

 

 

 

Foto: Almanaque do Futebol Brasiliense

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Livro ‘Camisas do Futebol Carioca’, de Auriel de Almeida 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Livro ‘Camisas do Futebol Carioca’, de Auriel de Almeida 

 

 

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão - Sport Ilustrado – O Malho

 

PS: Fundada no dia 23 de julho de 1948, como Federação Riobranquense de Desportos, mudou para Federação Roraimense de Desportos, em 1961. Somente em 1974, mudou o nome para Federação Roraimense de Futebol.

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Acervo pessoal

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão - Blog João Silva AP

 

Federação de Desportos do Guaporé (atual Federação de Futebol do Estado de Rondônia – FFERF), fundada em 1944, era a responsável pelo futebol do Território do Guaporé, nas décadas de 40 a 50. No dia 17 de Fevereiro de 1956, o local mudou de nome, passando a se chamar: Rondônia.

Seleção de Rondônia na década de 50: Simeão (1º), Mario Teixeira (2º), Nézio (4º), Pacamon (6º), Tracajá (7º), Elizeu (10º), Técnico Eduardo Lima e Silva (penúltimo) e o preparador físico Nélio Guimarães (último).

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão - Site Gente de Opinião – Ivo Feitosa

 

 

 

Fonte : Álbum Craques do Robertão - Sport Ilustrado

 

 

 

Fonte : Álbum Craques do Robertão - O Globo Esportivo

 

 

Década de 40

 

Década de 50

Fonte : Álbum Craques do Robertão 

Fotos: O Globo Esportivo – Blog Futebol Maranhense Antigo

 

História das entidades futebolísticas da Paraíba

Contando com a colaboração do amigo pesquisador Júlio Cesar Gomes de Oliveira, além dos escudos e uniformes, contaremos a história das federações e ligas que existiram nesse um Século de futebol paraibano. Ao longo dos 101 anos, a Paraíba teve 5 (cinco) entidades. A primeira que se tem notícia, foi entre 1914 a 1915 com  a Liga Parahybana de Foot-Ball Association (L.P. F.B. A).

Entre 1916 a 1918 havia a Liga Sportiva Parahybana, que adotava o azul no uniforme da seleção. Entre 1919 a 1925 a seleção Paraibana usava azul e branco, da Liga Desportiva Paraibana que tudo indica seria semelhante ao escudo da Liga Pernambucana na época.

Em 1925, em virtude do Campeonato Brasileiro de Seleções, a Liga Desportiva adotou o vermelho no uniforme, tudo porque no confronto contra a seleção da Bahia o selecionado tinha o uniforme idêntico ao dos baianos e na época não havia uniforme reserva. Para não confundir o torcedor os dirigentes paraibanos foram no comercio de Salvador e compraram um uniforme vermelho e Branco (Listras).

Em 1935 apareceu o uniforme vermelho com listra branca horizontal no peito, ficando até 1948. (escudo de 35 a 41 – LDP; 42 a 46 – FDP e 47 a 48 – FPF).

 

Em 1949, o selecionado adotou o uniforme rubro-negro (camisa vermelha e faixa preta com as letras FPF em branco) em homenagem a bandeira da Paraíba.  (escudo de 1949 a 1967 – FPF). Somente em 1968 é que a FPF adotou o atual escudo com a tarja preta ao centro.

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Júlio Cesar Gomes de Oliveira

 

 

 

Pagão, Pepe e Pelé, com a camisa da seleção paulista

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Revista Placar

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Sport Ilustrado - pesquisador Carlos Celso Cordeiro - robertoblogdo.blogspot.com

 

A Seleção de futebol do Pará, na década de 50, era subordinada a Federação Paraense de Desportos (FPD). Fundada em 9 de maio de 1941, a FPD existiu por quase três décadas. A entidade foi substituída pela Federação Paraense de Futebol (FPF), em 1º de dezembro de 1969 e instalada oficialmente no dia 1º de julho de 1970.

Esse texto tem a intenção de citar que ao longo dos 28 anos da Federação Paraense de Desportos (FPD), encontrei cinco distintivos distintos, sendo três delas com fotos mostrando como era o uniforme do selecionado paraense.

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Sport Ilustrado

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão

 

 

 

Fontes e Foto: Álbum Craques do Robertão – Mercado Livre

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão

 

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão

 

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão – Acervo pessoal

 

Seleção Acreana – 1957. Em pé, da esquerda para a direita: Pedrito, Cidico, Boá, Antônio Leó, Mozarino, Zé Cláudio, Valdo, Adalberto Pereira e Tinoco. Agachados: Bararu, Carrion, Fued, Roberto Araújo, Touca, Hugo e Pedro Feitosa.

 

Fonte e Foto: Álbum Craques do Robertão –  Acervo Cloter Boaventura

 

 

Fonte: Álbum Craques do Robertão 

 

 

 

Década de 60

 

Fontes e Fotos: Álbum Craques do Robertão – Lauthenay Perdigão

 

Década de 50

Contando com a valiosa colaboração do amigo e membro Rodolfo Stella, nas próximas publicações apresentaremos de forma simples como eram os escudos e uniformes das Seleções Estaduais da década de 50. Eventualmente, agregarei imagens extras como farei na Seleção Piauiense dos anos de 50 e 60.

 

Década de 60

 

Fontes e Fotos: Álbum Craques do Robertão – Blog do Garrincha

 

O Bloco Esportivo Campo Comprido foi uma agremiação da cidade de Campo Largo (PR). Localizado no Bairro de Campo Comprido, a equipe Alvi-Grená ou o ‘Time da Cruzadinha’ foi Fundado no domingo, do dia 20 de Abril de 1930.

No começo Bloco Campo Comprido se limitava a disputa de partidas amistosas e só participou das competições no início dos ano 60. Em 1961, a equipe Alvi-Grená conquistou o seu único título do Campeonato Citadino. No mesmo ano o time também faturou o título de Aspirantes.

Em 1962, ingressou no Campeonato Amador da Capital, onde disputou até 1967. O ‘Time da Cruzadinha’ faturou o título do Torneio Hugo Weber. O seu Estádio Gamela, dificilmente o Bloco Esportivo Campo Comprido era derrotado, ficava localizado onde hoje se encontra o Terminal de Ônibus, bem perto do Santuário Nossa Senhora de Lourdes, no Bairro de Campo Comprido.

 

Fontes e Fotos: Felipe Feitosa – Blog Professor Beto de História e Geografia – Folha de Campo Largo – Paraná Online

 

O Pavão Esporte Clube foi uma agremiação da Cidade de Guarapuava (PR). O time aurinegro foi Campeão Citadino em 1963, o que rendeu o direito de participar da I Taça Paraná de 1964.

Fonte e Foto:  Felipe Feitosa – Blog do Pato

 

 

O CAL, ou simplesmente Clube Atlético Loandense, é uma agremiação da cidade de Loanda, que fica na Região Noroeste do Paraná. Fundado em 1960, a sua Sede fica localizada na Avenida Presidente Vargas, s/n (próximo ao número 653) - Centro – Loanda (PR). A equipe manda os seus jogos no Estádio David Bancow, com capacidade para 3 mil pessoas, em Loanda.

O Clube Atlético Loandense foi outro que participou da I Taça Paraná de 1964. A estrela a cima do distintivo se refere a conquista da 44ª edição da Taça Paraná de Futebol Amador de 2007. Na decisão, o CAL venceu o primeiro johgo, em casa, por 1 a 0 o Combate Barreirinha F.C.

Estádio David Bancow, em Loanda

Na partida de volta a equipe de Loanda arrancou um empate em 2 a 2, no domingo (16-12-2007), no Estádio Recanto Tricolor, em Almirante Tamandaré (região metropolitana de Curitiba). O CAL atuou com a seguinte formação: Jéferson, Kalu, Tiago Afonso, Edu e Willian (Tiago Leão), Cicinho, Veinho, João Paulo e Rosinha, Robson (Everton Bebê) e Eduardo.

O Clube Atlético Loandense havia sido vice-campeã em 1971, 72, 78 e 1989. O Combate Barreirinha foi campeão por seis vezes. O artilheiro da Taça Paraná foi Eduardo (Loandense) com 21 gols, sendo inclusive escolhido como o melhor jogador em campo. O goleiro Jéferson (Loandense) foi o menos vazado com 13 gols sofridos.

Fontes e Foto: Felipe Feiosa - Google Maps –  Diário do Noroeste – Rsssf Brasil

 

O Azul Clube é uma agremiação da cidade de Cornélio Procópio (PR). Fundado no dia 04 de Junho de 1961, a sua sede fica na Rua Benjamim Constant, 417 – Centro – Cornélio Procópio. A equipe manda os seus jogos no Estádio Ubirajara Medeiros, com capacidade para 4.500 pessoas. O seu maior feito foi a participação na I Taça Paraná de 1964 (foto do time posado).

Fonte e Foto: Felipe Feitosa – site Marcelo Dieguez

 

A Associação Atlética 29 de Maio é uma agremiação da cidade de Antonina (PR). A história do clube começa no dia 1º de Junho de 1919, às 20 horas, no Bar Capelista, quando se reuniram: João Nascimento, Luiz Collaferro, João da Costa Pinto, Heitor Carvalho, Euclydes Rocha, Manoel Gordiano de Castro, Luiz Alves e Iphigenio Bonifácio de Almeida.

Após a reunião, ficou decidido o nome e as cores verde e amarelo (Associação Atlética 29 de Maio), foram uma homenagem a primeira conquista da Seleção Brasileira de futebol, em 29 de maio de 1919, na disputa do III Campeonato Sul-Americano (atual Copa América).

A origem da Associação Atlética 29 de Maio talvez seja desconhecida por muitos na cidade de Antonina, mas a sua fundação está estritamente ligada a duas paixões de todos os brasileiros: o futebol e a seleção brasileira de futebol. Então, a sua Fundação oficial foi  a partir do dia 29 de Maio de 1919.

 Títulos

Em Antonina, a Associação Atlética 29 de Maio sagrou-se campeã por 15 vezes, dos quais 3 bicampeonatos citadinos, em 29/30, 46/47 e 56/57.

 

Fonte: Felipe Feitosa – https://aa29demaio.wordpress.com/

 

Uma curiosidade que encontrei, foi no ano de 1919, na Revista O Malho. Nela encontrei uma página com sete fotos de algumas ligas que imperavam no Rio de Janeiro quando o futebol ainda era amador. O teor da matéria reportava o Torneio Inter-Ligas, que foi realizada no Estádio Paissandu, campo do Flamengo, nas Laranjeiras, na Zona Sul do Rio (RJ). A competição contou com a participação de sete entidades:

Liga SuburbanaLiga Sportiva FluminenseAssociação Atlética SuburbanaLiga Santa CruzAssociação Sportiva NictheroyenseLiga Militar de Football - Liga Municipal. Na grande decisão, melhor para a Liga Suburbana que superou a Liga Municipal se sagrando campeã do Torneio Inter-Ligas.

 

No Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1926, uma goleada histórica. A Seleção Paulista não teve dó e aplicou um sonoro 13 a 1 em cima da Seleção Baiana.

A partida aconteceu no domingo, no dia 24 de outubro de 1926, no Estádio das Laranjeiras, no Bairro das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio (RJ). A Revista O Malho fez uma coletânea de fotos, no sábado dia 30 de outubro de 1926, mostrando que o estádio estava completamento lotado.

 

Fonte: Revista O Malho

 

O Operário Ferroviário Esporte Clube (No início o time era Football Club) é uma agremiação da cidade de Ponta Grossa (PR). Fundado no dia 1º de Maio de 1912, sendo o segundo clube mais antigo do estado em atividade. Essa equipe foi demasiadamente abordada, portanto apenas postarei o escudo e uniforme tirado da Revista O Malho, em 1916.

Fontes: Revista O Malho – Felipe Feitosa

 

O Clube Esportivo Belmonte foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). A equipe alvi esmeraldina foi Fundado no dia 05 de Janeiro de 1939, e a sua primeira sede própria ficava localizada na Avenida John Kennedy, depois passou para a Avenida Guaíra, 615 – Vila Guaíra (atual bairro do Alto Tarumã Pinhais), na capital paranaense. O Belmonte chegou a iniciar as obras nas imediações da Vila Parolin, para a construção do seu estádio. Contudo, a obra foi embargada às vésperas da inauguração e nunca mais se falou no assunto.

Presidentes

Seu primeiro presidente foi o desportista Aleixo Rossi, substituído por Alfredo Kramer. Em 1941, o presidente era Mario Romanel, depois tiveram: Maurício Peplov; Herculano Rossa; Carlos Massuci; Guilherme Bittencourt; Algacir Fiorani, entre outros.

Títulos

O impulso que tornou o futebol amador teve o seu início praticamente em 1941 com a criação da Liga Suburbana de Curitiba (LSC). Sete anos depois ganhou novo comando com a Federação Paranaense de Futebol (PFP) passando a ditar as diretrizes da liga.

Logo no primeiro Campeonato Citadino, organizado pela Liga Suburbana de Curitiba (LSC), o Belmonte se sagrou campeão invicto de 1941, fazendo os seus jogos no saudoso Estádio do Britânia, no Parque Graciosa (Bairro Juvevê).

A campanha o Belmonte realizou 10 jogos com sete vitórias e três empates; marcando 32 gols e sofrendo 13; com um saldo de 19. Os resultados foram os seguintes: vitórias sobre o América (3 a 1); Paraná (4 a 1); Flamengo (3 a 2); Vera Cruz (4 a 2); Palestra Assungui (3 a 1); União Ahú (6 a 0); Primavera (4 a 1). Empates com o Rio Branco (1 a 1); Operário Ahú (1 a 1); Bloco Morgenau (1 a 1).

A equipe base do Belmonte, em 1941: Silvério; Dissenha e Neno; Jorge, Plácido e Custódio; Silvio, Merlim, Faéco, Altino e Domingos.

Em 1952, o time alvi esmeraldino voltou a levantar a taça de forma invicta, nos Aspirantes, equivalente a Segunda Divisão da FPF. Foi bicampeão do Torneio ACEP (Independência) em 1955 e 1956.

A equipe base do Belmonte, em 1955 e 1956: Barbosa; Titão e Carlito; Traíra, Mario e Dola; Vargas, Otávio, Braz, Vitorelli e Biaze.

Também foi campeão do Torneio Início da 1ª  Divisão em 1965, com o seguinte time base: Maco; Arnaldo e Quirino; Laranjinha, Gentil e Serrinha; Miltinho, Bequinha, Feitosa, Laerte e Welington.

Celeiros de craques

Além das conquistas, o Belmonte também contribuiu para revelar talentos, que brilharam em grandes equipes, como os casos de Vitorelli e Merlim que foram os maiores ídolos do clube. Vitorelli jogou no Palestra Itália e depois teve passagem pelo Real, enquanto Merlim brilhou intensamente no Coritiba. O Clube Esportivo Belmonte existiu até 1968, quando acabou extinto.

Fontes: Tribuna do Paraná – Paraná Online

 

O Real Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). O Auri-cerúleo ou azul dourado foi Fundado no dia 11 de Junho de 1954. O primeiro grande triunfo aconteceu seis anos depois, quando se sagrou campeão do 1º Campeonato Amador do Paraná, em 1960 (vale observar que esta competição se tornou o embrião para a criação da Taça Paraná).

Dois anos depois o Real E.C. participou do II Campeonato do Interior em 1962. Por fim, a equipe curitibana disputou a histórica 1.ª Taça Paraná em 1964 representando condignamente o futebol amador da Capital, chegando até as semifinais. O Real acabou eliminado pelo Ferroviário, que  depois se tornaria o grande campeão.

No primeiro jogo, em Curitiba, no dia 13 de dezembro de 1964, empate em 1 a 1. Uma semana depois, em União da Vitória, novo empate em 2 a 2. A partida foi para a prorrogação, mas sem gol. Então a decisão para se conhecer o grande finalista foi decidido nos pênaltis. E numa disputa dramática, o Real acabou derrotado pelo placar de  7 a 6.

Apesar dessa trajetória, o Real Esporte Clube acabou sucumbindo ano a ano até chegar ao fundo do poço, o que determinou de forma peremptória o seu fim. Dessa forma, em 1968, o Real fechou às portas para ficar na lembrança e no imaginário daqueles que conheceram  o simpático clube.

 

Fontes e Fotos: Felipe Feitosa – Blog do Chicora

 

 

Buscar informações sobre Arthur Friedenreich vem a cada ano aumentando. Na Revista O Malho, de 1934, encontrei uma reportagem de duas páginas sobre essa lenda. Natural de São Paulo, nasceu em  18 de julho de 1892 (e faleceu em  6 de setembro de 1969), era conhecido por  “El Tigre” ou “Fried“, foi a primeira grande estrela do futebol brasileiro na época amadora, que durou até 1933.

Friedenreich participou da excursão do Paulistano pela Europa em 1925 onde disputou dez jogos e voltou invicto. Teve importante participação no campeonato sul-americano de seleções (atual Copa América) de 1919. O apelido de “El Tigre” foi dado pelos uruguaios após a conquista do Campeonato Sul-Americano de 1919, atual Copa América.

Fried“ marcou o gol da vitória contra os uruguaios na decisão e, ao lado de Neco, foi o artilheiro da competição. Após o feito, suas chuteiras ficaram em exposição na vitrine de um loja de joias raras no Rio de Janeiro. Nos dias atuais, ainda é considerado um dos maiores centroavantes que o Brasil já teve.

Polêmica na quantidade de gols

A polêmica em relação aos gols de “El Tigre” se deve à soma de um erro com uma falta de critério por parte do Jornalista Adriano Neiva da Motta e Silva, o De Vaney. Acontece que o “velho Oscar”, pai de Fried, começou a anotar em pequenos cadernos todos os gols marcados pelo filho desde que começou a atuar.

Em 1918, o atacante confiou a tarefa a um colega do Paulistano, o center-forward (centroavante) Mário de Andrada, que seguiu a trajetória do craque por mais 17 anos, registrando detalhes das partidas até o encerramento da carreira de Fried, em 21 de julho de 1935, quando ele vestiu a camisa do Clube de Regatas do Flamengo (mas não marcou gols) num 2 a 2 contra o Fluminense.

A lenda ganhou consistência em 1962. Naquele ano, Mário de Andrada disse a De Vaney que tinha as fichas de todos os jogos de Fried, podendo provar que o craque atuara em 1.329 partidas, marcando 1.239 gols. Andrada, porém, morreu antes de mostrar as fichas a De Vaney.

Mesmo sem nunca comprovar esses dados, De Vaney resolveu divulgá-los, mas erroneamente inverteu o número de gols para 1.329. A estatística, no entanto, começou a rodar o mundo, e ainda por cima na forma errada. No livro Gigantes do Futebol Brasileiro, de Marcos de Castro e João Máximo, de 1965, consta que Fried marcou 1.329 gols.

Outros livros e até enciclopédias referendaram o registro. A FIFA, entidade máxima do futebol, chegou a “oficializar” os números, até que enfim, Alexandre da Costa conferiu os registros de todos os jogos de Fried em pelo menos dois jornais, “Correio Paulistano” e “O Estado de S. Paulo”, e chegou a dois números surpreendentes: 554 gols em 561 partidas.

“Não quis destruir o mito”, jura o autor de O Tigre do Futebol. “Adoro o Fried. Apenas quis esclarecer essa questão”. O problema é que não esclareceu completamente. Em Fried Versus Pelé (Orlando Duarte e Severino Filho), publicado semanas depois de O Tigre do Futebol, o jornalista Severino Filho chega a outros números: 558 gols em 562 partidas.

“Não há levantamento estatístico que não possa ser melhorado”, escreve o autor de O Tigre do Futebol. É verdade. Mesmo nos dias de hoje, com mais recursos disponíveis, as discrepâncias prosseguem até por três razões importantes: a primeira é que muitos dos jogos encontrados não possuem o placar e consequentemente quem marcou os gols o que deixa em aberto se Friendereich poderia ou não ter marcado diversos gols nestas partidas;

a segunda é que em uma época de futebol claramente amador as partidas eram, às vezes, diárias e com tempo de duração diferente, como partidas de torneio início que eram em média de vinte minutos;

a terceira é que Friendereich jogou muitas partidas por “combinados” de duas ou mais equipes, estaduais e nacionais, de amigos como a seleção de ex-alunos do Mackenzie em 03/06/30 ou dos jogadores Jorge Tutu Miranda e Jacaré e até, algo comum na época, divisões por conotações étnicas como nas três partidas em que fez pelo “Combinado dos brancos” contra o “Combinado dos pretos” em 1927 e 1928 assim muitas destas partidas podem nunca terem sido registradas, como por exemplo na derrota do Combinado Jacaré contra o Hespanha por 3 x 2 onde os dois gols da partida não tem registro de quem os marcou, sendo possível ambos terem sido de Friendereich, fatos como estes tornam a possibilidade dos gols e partidas serem maiores que as encontradas.

 

Fonte: Revista O Malho

 

Contando com o precioso trabalho do amigo e jornalista Felipe Feitosa... Foi encontrado uma foto raríssima de 1907, do Club Recreativo do Pará da cidade de Belém do Pará. Talvez, o registro mais antigo de um time de futebol na história do esporte bretão desse estado. O Club Recreativo era um dos seis membros da Pará Football Asociation League, a primeira instituição responsável por organizar um torneio de futebol no Pará, fundada em 1906, e cujo o campeonato terminou sem vencedor.

Portanto, essa Liga foi antecessora da Liga Paraense de Football, fundada em 1908. Ou seja: o Club Recreativo é um dos pioneiros da história do futebol paraense, antes mesmo de ser criado o primeiro torneio oficial.

 

Encontrado mais um escudo do São José de Porto Alegre(RS)

Agradecimentos ao Douglas Rambor pelo envio do material e ao Sérgio Mello pelo desenho!

 

Encontrado mais um modelo de escudo do GE Flamengo de Caxias do Sul.

Agradecimentos ao Douglas Rambor pelo envio do material e Sérgio Mello pelo desenho

 

Agremiação Esportiva Porcelana Steatita foi um clube da cidade de Campo Largo (PR).  Fundada em 1958, por um grupo de funcionários da Porcelana Steatita e Magnésia S.A. do Grupo Schmidt e já naquele ano debutou no Campeonato Citadino, organizado pela Liga Regional de Futebol Campo-larguense.

A sua diretoria era constituída da seguinte forma: presidente de honra o sr. Fritz Erwin Schmidt e como presidente o Sr. Renato Hoft e diretores Helmuth Struck, Udo Schmidt, Waldemar Skrodzki, Humberto Ney Guiraud, Ari Paulino Chemim, Augustinho Setti, também faziam parte da diretoria Luiz Zanetti, Waldemar Léo Braga, Carlos Ansolin, Albino Grande, Aristides de Brito Portela, João Campesi, Edgar Marcohi, Antonio Winheski (Crespo) e outros mais.

No futebol o time da Steatita era conhecido como time vermelhinho do Itaqui quando passou a disputar o campeonato campo-larguense entre os titulares e aspirantes (1º e 2º quadro) com seus jogos sendo realizados no então Estádio José Pedro Caropresso, que era propriedade do Internacional atualmente Centro Educacional Professor Antonio Cicarino Pereira (Tito).

A seguir o time do Itaqui foi mandar seu jogos no antigo campo do 18 do Copacabana onde hoje está a residência do Ari Rivabem e Av. Arlindo Chemim. No dia 05 de julho de 1959, a Agremiação Steatita inaugurou o seu estádio que levou o nome do presidente de honra Sr. Fritz Erwin Schmidt, no Bairro do Itaqui. Vale lembrar que Agremiação Esportiva Porcelana Steatita também participou da I Taça Paraná de 1964.

 

Fontes: Felipe Feitosa – Jornal Folha do Campo Largo – Rsssf Brasil

Foto: Luzia e Luziane Stoco Brainta 

 

 

O XV de Novembro Sport Club foi uma agremiação da cidade de Antonina (PR). Fundado em 1952, como lembrou Cícero Urbanski, participou da I Taça Paraná de 1964. No Campeonato Citadino, o XV possui três títulos: 1962, 1963 e 1970.

Fontes e fotos: Felipe Feitosa – Blog Marcus Porvinha – Rsssf Brasil

 

Uma das grandes surpresas em 2011, foi a descoberta de um escudo do Sport Club Corinthians. O clube do Parque São Jorge aproveitou e lançou uma camisa retro na comemoração de 101 anos. A Revista O Malho, publicou uma foto com o time posado, no dia 12 de setembro de 1914. Talvez o fator que mais chama atenção deste distintivo é a cor bege, que também estampa o fundo deste símbolo. Agora, o escudo aparece como o segundo da história corintiana e é mais uma variação em torno das letras “S” “C” e “P”, que também são destaque nos outros distintivos corintianos.

 Fontes: Revista O Malho – Felipe Feitosa

 

 

 

A precariedade em se achar informações do futebol maranhense não impediu que mais um time fosse desenterrado. Trata-se do Recife Football Club, que foi uma agremiação da cidade de São Luís (MA). Fundado no início dos anos 20, a equipe auri-negra tinha a sua e sede e campo da Rua Rodrigues Fernandes, s/n – Centro de São Luís.

O Recife Football Club teve participações no Campeonato Maranhense de futebol nos anos de 1933, 1934 e 1935, organizado pela Associação Maranhense de Esporte Athleticos (AMEA), filiada a CBD (Confederação Brasileira de Desportos, atual CBF) na época.

 

Fontes: Pacotilha – O  Liberal

 

Fonte: Revista O Malho

 

Fonte: Revista O Malho

 

Além da bela foto do time posado do América Football Club, na foto de baixo o Estádio Campos Sales, na Tijuca.

Fontes: Revista O Malho

 

 

Fontes: Revista O Malho

 

Fonte: Revista O Malho

 

O Esporte Clube Camboense foi uma agremiação da cidade de São Luís (MA). Fundado em 1936 por Augusto Amorim Parga, o Camboense era constituído por operários. A equipe ficava no Bairro do Camboa, na Zona Central da capital maranhense. Apesar das poucas informações, sabe-se que o Camboense disputou o Campeonato Maranhense na década de 40.

Fonte: Revista Sport Ilustrado – Felipe Feitosa

 

Encontrado o primeiro escudo do Queimados Futebol Clube. Essa agremiação, localizada no município de Queimados, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, foi Fundada a 26 de março de 1922. Folheando a Revista O Malho, encontrei a foto do time posado sete meses e meio após a sua fundação (mais precisamente no dia 04 de novembro de 1922).

Tradicional alvinegro da Baixada Fluminense, em sua história alterna participações nos certames promovidos pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu e no Campeonato Estadual da Terceira Divisão do Rio de Janeiro. Em 1950, é campeão iguaçuano dos segundos quadros. Torna-se campeão invicto em 1957. Em 1971, vence de forma invicta a categoria juvenil. Em 1973, sagra-se tricampeão juvenil. Em 1973, vence a Divisão Especial em campeonato promovido pela mesma liga. Seu presidente era Miguel Fortes.

A campanha da equipe foi memorável. No primeiro turno vence por 3 a 0 o Belford Roxo, 1 a 0 no Morro Agudo, 0 a 0 contra o Heliópolis, 2 a 0 no Mesquita, 1 a 1 com o XV de Novembro, e 1 a 0 no Aliados. No segundo turno, 2 a 0 no Belford Roxo, 1 a 1 contra o Morro Agudo, 0 a 2 para o Heliópolis, 1 a 1 com o Mesquita, 2 a 1 no XV de Novembro e 2 a 0 no Aliados. O Queimados, a despeito da derrota para o Heliópolis, recorreu e ganhou os pontos da partida.

Em 1987, conquista o Campeonato Iguaçuano da Liga de Desportos de Nova Iguaçu ao vencer na final o Ferroviário de Austin. Em 1988 é vice-campeão da Taça Cidade Nova Iguaçu ao perder a final para o Cabuçu. Em 1989, arremata a Copa da Baixada, disputada por quatro agremiações de São João de Meriti e quatro de Nova Iguaçu. Vence o Fazenda Futebol Clube na decisão.

Em 1990, sagra-se vice-campeão do Campeonato Iguaçuano ao perder a decisão para o Diamantes de Austin. No mesmo ano é campeão da Taça Cidade Nova Iguaçu ao vencer o Atlético Clube Aliados. Em 1994, perde o título do Campeonato Iguaçuano para o Atlético Clube Horizonte na final. A sua estreia em âmbito profissional se deu no Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais de 1997, quando ficou em quinto lugar na classificação geral.

Depois dessa experiência, o clube não mais se aventurou nas disputas de âmbito profissional, paralisando suas atividades. Porém, um fato novo ocorre em 2009. A prefeitura da cidade promove uma parceria com o Grande Rio Bréscia Clube para a disputa do Campeonato Estadual da Segunda Divisão.

O clube de Magé transfere toda a sua logística para Queimados, utilizando inclusive o uniforme do Queimados para a disputa, além do estádio Júlio Kengen para mando de suas partidas. Contudo, a parceria é logo desfeita. Em 2011, o clube retorna ao profissionalismo com o apoio da Prefeitura e da Secretaria de Esportes e Lazer.

Na primeira fase da competição disputa o Grupo “B”. Fica em primeiro em sua chave e se classifica juntamente com Duquecaxiense Futebol Clube e Grêmio Mangaratibense. São eliminados Nilópolis Futebol Clube, Esporte Clube Rio São Paulo e Futuro Bem Próximo Atlético Clube. Na segunda fase disputa o Grupo “I” mas acaba eliminado ficar na lanterna.

Se classificam Centro Esportivo Yasmin e Duquecaxiense Futebol Clube. O Serrano Foot-Ball Club também é eliminado, apesar de favorito. Em 2012, participa do Grupo “A”. Ao final da primeira fase se classifica em terceiro sendo superado por Clube Atlético da Barra da Tijuca e Villa Rio Esporte Clube. O Barcelona Esporte Clube também se habilitou à segunda fase.

Nesta, o Queimados novamente se habilita no Grupo “E” ao ficar em segundo, atrás somente do São Gonçalo Esporte Clube. São eliminados Clube de Futebol São José e São Gonçalo Futebol Clube. Na terceira fase, a anterior às semifinais, o Alvinegro é eliminado ao ficar na lanterna do Grupo “I” que classificou Clube Atlético da Barra da Tijuca e Paduano Esporte Clube. O São Pedro Atlético Clube também foi eliminado.

Foi sofrido, com direito a muita emoção e drama, mas o Queimados FC garantiu acesso à Série B do Campeonato Carioca 2014, ao vencer o Barcelona, de virada, por 2 a 1, no estádio Nivaldo Pereira, em Nova Iguaçu, e ratificou a tão sonhada vaga na segunda divisão do futebol do Rio de Janeiro junto com Miguel Couto, São Gonçalo FC e Mangaratibense.

 

Fontes: Wikipédia – Arquivo Pessoal – Revista O Malho

 

O primeiro título de grande expressão no futebol, da Seleção Brasileira aconteceu no Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1919. A terceira edição da competição foi realizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ), no Estádio das Laranjeiras. Naquela na época o estádio era o maior da America Latina, com capacidade para 25 mil espectadores – aconteceu no dia 11 de maio de 1919, n a presença de personalidades da política – entre elas o presidente da República, Delfim Moreira -, das artes e do esporte.

A competição contou com a presença de quatro seleções: Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. O regulamento era bem simples com as seleções se enfrentando em turno único. A Seleção Brasileira foi a campeã.

História

O ano de 1919 foi memorável na história do futebol brasileiro. Pela primeira vez, o país organizaria um torneio da modalidade esportiva de nível internacional. Nem a epidemia de gripe espanhola tirou a felicidade dos brasileiros, em especial os cariocas. A cidade do Rio de Janeiro abrigou o 3º Campeonato Sul-Americano de Seleções de Futebol e para isso foi construído o Estádio das Laranjeiras do Fluminense.

As delegações de Argentina, Chile e Uruguai desembarcaram no cais da Praça Mauá, seriam recepcionados no Clube São Cristóvão e hospedados no Hotel dos Estrangeiros. A festa teve seus contratempos, o Uruguai teve a infelicidade de presenciar o falecimento do seu goleiro reserva Roberto Chery, vitima de uma apendicite aguda.

A realização do III Campeonato Sul-Americano de Futebol, na cidade do Rio de Janeiro, foi coroada de êxito: a convocação dos jogadores, horários de treinos marcados com tendência, tudo correu dentro da melhor organização. A comissão técnica escolhida pela CBD era formada por Amílcar Barbuy, Anrnaldo Silveira, Mario Pollo, Affonso de Castro e Ferreira Vianna Netto.

Por pouco uma entrevista bombástica de Sylvio Lagreca ao jornal A Gazeta não cria um clima de desunião. Nesta entrevista, Lagreca afirmava que a comissão técnica não escalava os melhores jogadores, por interesses políticos. Pior do que isso, dizia que determinados companheiros não tinham qualquer condição técnica de estar na seleção Brasileira. Dois dias depois, em entrevista ao mesmo jornal, membros da comissão técnica e outros jogadores desmentiam Lagreca; com isso, o caso não alcançou grandes proporções.

Título

Em sua estreia, o Brasil venceu o Chile pelo placar de 6 a 0. O estádio, que segundo os cálculos dos seus engenheiros só atingiria a lotação de 25 mil espectadores dentro de algumas décadas, ficou pequeno. Alem da lotação esgotada, quase 10 mil espectadores assistiram a partida em cima de uma pedreira ou em arvores e muros, ou seja, de qualquer lugar em que pudessem observar os movimentos dos jogadores.

Contra os Argentinos, a seleção deu um verdadeiro show de bola. O destaque da partido ficou por conta de Amilcar Barbury. Aos 13 minutos do segundo tempo, ele recebeu a bola na intermediaria; percebendo que o goleiro Isola se encontrava adiantado, bateu com inteligência por cobertura, e a bola entrou no angulo esquerdo do goleiro, para delírio dos torcedores.

Veio a partida contra os uruguaios, que jogam de luto pelo falecimento do seu goleiro Roberto Chery, durante procedimento cirúrgico após um choque com um atacante chileno durante a competição. A partida terminou empatada em 2 a 2. O destaque da partida foi o atacante Neco, que levou a Seleção ao empate apos estar perdendo por 2 a 0.

Os uruguaios venceram os chilenos por 2 a 0, sendo necessária a realização de uma partida de desempate contra os brasileiros para definir o campeão. O jogo aconteceu no dia 29 de maio e tornou-se um marco na historia do futebol brasileiro. O governo decretou ponto facultativo nas repartições publicas, os bancos e as principais casas comerciais ficaram fechados. Para se ter uma ideia, o jogo estava marcado para as 14 horas, mas as 9 horas já tinha gente chegando as Laranjeiras.

O governo decretou ponto facultativo nas repartições públicas, os bancos e as principais casas comerciais ficaram fechados. Para se ter uma ideia, o jogo estava marcado para as 14 horas, mas às 9 horas já tinha gente chegando ao Estádio das Laranjeiras. A partida terminou empatada em 0 X 0, no seu tempo normal.

Veio a disputa da prorrogação. A partida continuava equilibrada, com lances de perigo acontecendo a todo instante. Fim da prorrogação e o placar não se alterou. Por mais incrível que possa parecer, houve necessidade da segunda prorrogação de 30 minutos. Os jogadores, extenuados pelo desgaste físico e emocional, se arrastavam em campo.

Aos 3 minutos, Neco invade pelo lado direito perseguido por Foglino, já quase na linha de fundo cruza para Heitor, que chuta para o gol. Saporiti defende parcialmente, a bola cai nos pés de Friedenreich, que fuzila a meia altura e a bola morre no fundo das redes.
No segundo tempo, as equipes se arrastaram sem nada produzir. O Brasil era campeão sul-americano, e Friedenreich foi transformado em herói nacional. Ganhou o apelido de “El Tigre” por parte dos uruguaios.

Arthur Friedenreich

Fontes: Wikipédia – Revista O Malho

 


 

O Torneio Início de 1919 contou com a participação de 10 clubes: América , Andarahy, Bangu, Botafogo, Carioca, Flamengo, Fluminense, Mangueira, São Cristóvão, Villa Izabel. A competição foi promovida pela Associação de Cronistas Desportivos e patrocinado pela  Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). O torneio foi realizado no dia 04 de abril de 1919, no Estádio Passaindu, na Rua Paissandu, em Laranjeiras.

Fonte: Revista O Malho

 

Corcovado Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A equipe alvianil foi Fundado no dia 1º de Outubro de 1909, a sua sede ficava no Bairro do Jardim Botânico, depois Gávea (anos 20) e por fim Leblon. O clube participou de várias ligas menores. Após um período de declínio, o Corcovado foi reorganizado em 23 de maio de 1937, mas não durou muito tempo até fechar as portas!

Fontes: Revista O Malho – O Imparcial – A Notícia – A Batalha

 

O Dous (Dois) de Junho Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro. O Grêmio Tricolor, foi Fundado no dia 03 de Junho de 1912, teve a sua sede no bairro do Caju e depois na Rua São Luiz Gonzaga, no Bairro de São Cristovão, nos anos 20.

O Dous de Junho F.B.C. participou do Campeonato ‘Não oficial’ da Liga Metropolitana de Sports Terrestres (LMST) em 1928, ficando na chave ‘Serie Emanuel Coelho Netto‘. No final o campeão foi o Sport Club América, do Lins de Vasconcelos. O Grêmio Tricolor também  participou de ligas menores como a Alliança Sportiva Carioca (ASC), onde disputou o Torneio Início e o Campeonato desta liga.

Fontes: Jornal O Malho – O Imparcial – Rsssf Brasil

 

Encontrar novidades é algo que sempre me dá uma satisfação impar. Agora, quando é uma descoberta que há muito tempo procurava… Aí a felicidade é ao cubo. Após o amigo e membro Auriel de Almeida ter descoberto o escudo do Progresso Football Club, hoje foi a minha vez de encontrar o time que deu origem a agremiação: Parc-Royal Foot-Ball Club.

Fundado no dia 03 de agosto de 1914, por funcionários do ‘Armazéns Parc-Royal’, o primeiro nome do time era: Parc-Royal Foot-Ball Club. Com fim da relação com a casa comercial, no dia 27 de fevereiro de 1917, o time torna-se independente e muda o nome para Progresso Football Club, sob a presidência de Carlos Lopes.

Sedes

A agremiação passou por várias sedes. No começo o seu campo ficava no Andaraí. Em 1916, jogava na Praça Marechal Deodoro da Fonseca (antigo campo do São Cristóvão AC).

Em 1917, já atuava no campo da Rua João Rodrigues, no Bairro Engenho Velho (na estação de São Francisco Xavier – Tijuca). Em 24 de fevereiro de 1918, a sua Sede se transferiu para a Rua da Carioca, 77 – 2o andar – Centro (RJ). Por fim, em 1924, mandou os seus jogos no campo da Rua Morais e Silva (foi o 1º campo do C.R. Vasco da Gama), na Tijuca (atualmente Maracanã).

Segunda Divisão do Rio

A história do clube nas competições começou em 1917, quando debutou no Campeonato Carioca da Segunda Divisão da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). Ainda participou de duas edições: 1918(3º lugar), 1919 (6º lugar), 1920 (7º lugar), 1921 (último lugar da chave) e 1922 (3º lugar).

Com uma outra nomenclatura, mas continuando sendo a Segundona, terminou na 7ª colocação do Campeonato Carioca, Série A, da Segunda Divisão, de 1923 .

Elite do futebol carioca: Primeira e única vez

Disputou pela primeira e única vez o Campeonato Carioca da 1ª Divisão em 1924 (LMDT). Contudo, a campanha não foi o esperado. Pela Série B Já que nos 14 jogos, o Progresso não venceu nenhuma partida. Foram dois empates e 12 derrotas; marcando 11 gols e sofrendo 32, com saldo negativo de 21. Com esse resultado a equipe terminou na 8ª e última colocação da Série B.

Os resultados:

1º de Junho         -              Esperança           3             x             2             Progresso

08 de Junho        -              Bonsucesso        3            x             1             Progresso

15 de Junho        -              Metropolitano      2             x             0             Progresso

29 de Junho        -              Progresso            0             x             2             Americano FC

06 de Julho         -              Progresso            3             x             4             Fidalgo

13 de Julho         -              São Paulo-Rio    2             x             0             Progresso

20 de Julho         -              Confiança            2             x             0             Progresso

10 de Agosto       -              Progresso            1             x             2             Metropolitano

24 de Agosto       -              Progresso            2             x             2             Esperança

31 de Agosto       -              Progresso            1             x             2             Confiança

07 de Setembro -              Progresso            1             x             1             Bonsucesso

14 de Setembro -              Americano FC     3             x             0             Progresso

26 de Outubro     -              Fidalgo                 4             x             0             Progresso

02 de Novembro -              Progresso                            WO-0                     São Paulo-Rio

 

No ano seguinte, de acordo com o jornal Correio da Manhã, de 29 de maio de 1925, foi multado em 100$ de acordo com o artigo 26 do regulamento, o que acarretou na sua suspensão pelo resto da temporada.

Fontes: Arquivo Pessoal – Livro Camisas do Carioca, do autor Auriel de Almeida – Revista O Malho –  jornal Correio da Manhã

 

O Satellite Sporting Club foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). Fundado  no dia 31 de outubro de 1913, a equipe disputou o Campeonato Amazonense da Segunda Divisão, organizado pela Liga Amazonense de Foot-Ball, em 1914, 1915, 1916 e 1917. Contudo, o Satellite não teve nenhum destaque. A sua Sede ficava localizada na Rua Barroso, 30 – Centro – Manaus (AM).

 

Fontes: Revista O Malho – Blog do Marcão

 

A Seleção Carioca (Liga Metropolitana de Desportos Terrestres – LMDT) posada na foto (Essa liga existiu entre os anos de 1917 a 1924). Na parte de baixo uma das poucas fotos do Estádio da Paissandu, que ficava localizado na Rua Paissandu (cerca de 300 metros do Palácio Guanabara, que fica ao lado do Fluminense F.C.). Primeiro o estádio era do Paysandu Cricket Club – campeão carioca de 1912. Após 1914, quando o Paysandu C.C. abandonou o futebol o Estádio passou a ser do C.R. Flamengo (seu primeiro estádio).

Fontes: Arquivo pessoal – Revista O Malho

 

Encontrei uma foto posada do Ipanema Foot-Ball Club de Belo Horizonte (MG). Na legenda, na parte de baixo, destaca a equipe como a campeã do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão de 1915. Na parte de cima, tem uma foto do time posado do Pouso Alegre Foot-Ball Club, aparentemente era rubro-negro, da cidade de Pouso Alegre (MG).

Fontes: Revista O Malho

 

Aproveitando a bela foto encontrada pelo amigo e membro Cícero Urbanski redesenhei de 1913, um ano antes da sua fundação, do Villa Isabel Foot-Ball Club. O clube alvinegro da foi Fundado numa quinta-feira, do dia 02 de Maio de 1912, ficava localizado no Bairro de Vila Isabel, terra de Noel e Martinho da Vila.

O Villa surgiu graças aos funcionários da antiga fábrica Confiança (atual Supermercado Extra – Boulevard) e moradores do casario existente até hoje conhecido como antiga vila operária. A equipe começou mandando os seus jogos na Praça 7 de março (hoje Praça Barão de Drummond). Depois atuou no Jardim Zoológico de Vila Isabel (hoje Recanto do Trovador), a 800 metros da Praça 7 de Março.

Curiosidades

Foi Villa Isabel Foot-Ball Club que realizou o primeiro jogo noturno da América Latina, em 1914. O jogador mais famoso de Vila Isabel foi Amarildo, o ‘Possesso‘ que também jogou por Botafogo e Flamengo e por alguns clubes da Europa, sendo Bicampeão mundial pela Seleção Brasileira, na Copa do Chile, em 1962.
Teve oito participações no Campeonato Carioca: 1917,1918,1919,1920,1924,1926,1927 (melhor posição, 7º lugar) e 1928.

Na Segundona disputou sete vezes: 1913,1915,1916,1921,1922,1923 e 1925.

E na Terceirona em 1914, onde se sagrou campeão. Além desse título também conquistou dois canecos no Estadual da Série B em 1921 e 1925.

  

Fontes e Fotos: Blog Língua Solta Futebol Clube – Acervo pessoal – Revista O Malho

 

Encontrei uma foto muito bacana da Revista Sport Ilustrado, destacando o jogador Caroti do Andarahy Athletico Club, em 20 de agosto de 1921. Além da foto o que chama a atenção é um escudo diferente da equipe alviverde do Andaraí.

Agremiação foi Fundada no dia 09 de novembro de 1909. Seu campo estava localizado na Rua Prefeito Serzedello Correa (atual Rua Barão de São Francisco), que em 1960 foi vendido ao América e nos anos 90 foi trocado para a construção do Estádio Giulitte Coutinho, no Distrito de Edson Passos, em Mesquita. Atualmente, o campo do Andarahy é um shopping, no bairro do Andaraí, na Zona Norte da cidade.

Foi um clube carioca de grandes campanhas, ganhou o Torneio Início do Campeonato Carioca de 1924 e foi vice-campeão carioca em 1921 e 1934, e 3º colocado no Campeonato Carioca em 1924, e 1933. Com a união da FCF e da FMD em 1937, o clube deixa o Campeonato Carioca para sempre.

 

Fonte: Arquivo pessoal – Revista Sport Ilustrado

 

Após o sucesso, o município de Cuité (PB), recebeu outro presente. Três meses depois, outra equipe cuiteense ganharia destaque. O Esporte Clube Cultural de Cuité foi convidado para participar do Torneio “Mistão-70″, organizado pela Liga Campinense de Futebol, em protesto a FPF (Federação Paraibana de Futebol), pelos preços e organização do certame paraibano daquele ano, Campinense e Treze desistiriam de disputar o campeonato, assim criaram o torneio que contou com presença de equipes amadoras do Agreste Paraibano.

O primeiro confronto válido pelo torneio entre as equipes do Esporte Clube Cultural de Cuité ante o Campinense Clube seria no dia 20 de junho de 1970, no Estádio Pedro Viana. Outra vez uma grande festa foi organizada para receber o esquadrão rubro-negro campinense que estava formando um “embrião” para uma futura conquista do Pentacampeonato Paraibano de 1971 a 1975.

A equipe cartola era conhecida popularmente no meio esportivo como equipe do “Zé Pinheiro”, já que a maioria do elenco era formada por jogadores das categorias de base do clube localizados no Estádio Municipal Plínio Lemos, no Bairro de José Pinheiro, em Campina Grande. A partida terminaria com o placar de 1 x 0 para o Campinense, em um jogo mais duro em relação ao amistoso contra o Expressinho em março.

As duas equipes voltariam a se encontrar em 25 de julho, no Estádio Plínio Lemos em Campina Grande, no segundo turno do torneio. Este com o placar mais elástico a favor da “Raposa”, 5 x 2. Os gols do Esporte Clube Cultural foram anotados por Toinho aos 34 do 1º tempo e Orlando aos 27 do 2º tempo.

O terceiro encontro entre as duas equipes foi no dia 23 de agosto válido pelo 3º turno do torneio.

A partida foi realizada no Estádio Pedro Viana, esta com maior expectativa do público, já que o Esporte Clube Cultural vinha de bons resultados dentro e fora de seus domínios, aguardada com ansiedade pela torcida, afim de lograr um grande resultado diante do Campinense Clube, já que este mesma equipe conseguiu um resultado heroico diante do Treze Futebol Clube, no Estádio Presidente Vargas em Campina Grande de 1 x 1 no dia 5 de julho com gol de Ari.

Mas para a frustração do grande público presente, a partida terminou com o placar de 3 x 0 para a Raposa, com gols anotados por Erasmo (dois) e Bidoreco. No fim do Torneio Mistão-70 o Campinense Clube sagrou-se campeão.

Este com certeza foi um dos maiores anos do futebol cuiteense em toda sua história, grandes partidas com equipes de todo o Estado, levando o nome de Cuité para todo o estado da Paraíba e o Nordeste.

Campeonato Paraibano Misto

1970

Taça Dagoberto Pimentel

Período: de 17 de maio a 27 de setembro de 1970

 

Participantes

América Futebol Clube (Esperança)

Atlético Futebol Clube (Campina Grande)

Atlético Clube Tabajara (Alagoa Grande)

Campinense Clube

Esporte Clube Cultural de Cuité

Treze Futebol Clube

TURNO

 

 

17/mai

Cuité 1 – 3 Treze

Atlético 3 – 2 Tabajara

Campinense 4 – 0 América

 

24/mai

Tabajara 1 – 1 Cuité

América 0 – 0 Treze

Campinense 2 – 1 Atlético

 

31/mai

Cuité 0 – 1 Campinense

 

02/jun

Treze 5 – 1 Tabajara

 

07/jun

Cuité 1 – 0 América

Tabajara 0 – 0 Campinense

 

09/jun

Treze 1 – 1 Atlético

 

13/jun

Campinense 2 – 1 Treze

 

14/jun

América 1 -1 Tabajara

Atlético 6 – 1 Cuité

 

12/jul

América 0 – 0 Atlético

 

Pontos

 

Campinense   7

Treze           6

Atlético        5

América        3

Cuité            3

Tabajara       2

 

RETURNO

 

 

05/jul

Treze 1 – 1 Cuité

Tabajara 3 – 0 Atlético

América 1 – 5 Campinense

 

08/jul

Treze 1 – 1 América

Campinense 2 – 0 Atlético

 

12/jul

Cuité 2 – 0 Tabajara

 

13/jul

Atlético 1 – 0 América

Tabajara 0 – 1 Treze

 

18/jul

Atlético 1- 1 Cuité

América wo Tabajara

 

22/jul

Treze 4 – 1 Atlético

Campinense wo Tabajara

 

25/jul

Campinense 5 – 2 Cuité

 

28/jul

Treze 4 – 3 Campinense

Cuité 0 – 0 América

 

 

Pontos

Treze           8

Campinense   8

América        4

Cuité            4

Atlético        3

Tabajara       2

 

III TURNO

 

 

09/ago

Treze 2 – 0 Cuité

América 0 – 1 Campinense

Tabajara 1 – 0 Atlético

 

19/ago

Campinense 4 – 0 Atlético

América 0 – 0 Treze

Tabajara 1 – 0 Cuité

 

23/ago

Cuité 0 – 3 Campinense

Tabajara 1 – 1 Treze

Atlético 1 – 2 América

 

26/ago

Campinense 5 – 0 Tabajara

Atlético 1 – 6 Treze

América 2 -1 Cuité

 

30/ago

Campinense 0 – 2 Treze*

América 1 – 1 Tabajara

Cuité 2 – 2 Atlético

(Pela regra do torneio cada clube somente podia escalar 5 atletas profissionais. O Treze escalou um número não permitido e por causa disto perdeu os pontos da partida e a chance de vencer o turno.)

 

Pontos

 


Campinense   8

Treze           8

América        6

Tabajara       6

Cuité            1

Atlético        1

 

FINAIS

16/set
Treze 2 – 1 Campinense

 

20/set

Campinense 2 – 0 Treze

 

27/set

Campinense 1 – 0 Treze

 

 

Classificação Geral

 

Campinense   27

Treze           24

América        13

Tabajara       10

Atlético        09

Cuité            08

 

Fotos e Fontes: Pesquisador Júlio Cesar Gomes de Oliveira - Blog História de Cuité – Rsssf Brasil

 

O pequeno município paraibano de Cuité, localizado a 235 km da capital João Pessoa, viveu um momento inesquecível no dia 29 de março de 1970. Pela primeira vez uma equipe profissional se apresentava naquele município com pouco mais de 19 mil habitantes.

O Campinense Clube, que teve uma temporada bem corrida, com participações no Mistão-70, Copa Nordeste, torneios e amistosos com equipes amadoras e profissionais em várias partes do Estado e do Nordeste, enfrentou o Expressinho Esporte Clube Recreativo (Fundado em dezembro de 1968).

Campinense Clube

A partida aconteceu no antigo e saudoso Estádio Municipal Pedro Viana, que na época era cercado por avelóz. No final, o Campinense se impôs goleando pelo placar de 5 a 0. Apesar do marcador, foi um evento inesquecível para a população cuiteense, uma grande festa foi organizada, e um grande público compareceu para prestigiar a peleja.

 

Fotos e Fontes: Felipe Feitosa – Blog História de Cuité

 

O São Bento Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Bayeux (PB). A sua Sede fica localizada na Avenida da Liberdade, 1.564 – Centro, enquanto o seu campo fica no Bairro de São Bento, em Bayeux. O clube alvirrubro se aventurou no futebol profissional no começo dos anos 90.

Em 1992, 1993 e 1994 o São Bento disputou o Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, mas sem êxito. Devido a precariedade do seu campo, a equipe alvirrubra mandou os seus jogos no Estádio Municipal Lourival Caetano.

 

Fontes: Bayeux News – PB - Rsssf Brasil – Felipe Feitosa

 

O Manáos Atletic Club foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). Fundado no dia 23 de junho de 1908 por comerciantes, bancários e engenheiros de firmas inglesas espalhadas pela cidade. Suas cores eram azul marinho e branco.

Além do futebol, o clube também se dedicava a outros esportes apreciados pela comunidade britânica como tênis e o críquete. Mas foi através do esporte bretão que o tornou conhecido e respeitado, pois o Athletic foi o melhor time de futebol que ouve no Amazonas no inicio do século XX.

A primeira notícia estampada na imprensa local de um jogo da equipe inglesa foi o confronto que o Manáos Athletic realizou, no dia 4 de março de 1909, contra a tripulação do cruzador britânico “Pelorus” que se encontrava atracado no porto de Manaus. A partida realizou-se na Praça Antonio Bittencourt e terminou com uma goleada de 7×0 do “Pelorus” sobre os anglo-manauaras.

O seu campo oficial era o Bosque Municipal, localizado na atual Avenida Constantino Nery. O Athletic era praticamente imbatível, mas vez ou outra um time de manauenses conseguia o feito de derrotar os Ingleses dentro de seu campo o que merecia grande destaque na imprensa local.

Durante sua trajetória, o clube revelou grandes talentos para o futebol amazonense. Entre eles se destacaram os atacantes Bolívar Purcell, Cunningham, Gorvin, Burns e Barton.

No dia 6 de janeiro de 1914 era fundada, na sede social do Manáos Athletic, a Liga Amazonense de Football que logo organizou o 1º campeonato local cujo titulo foi conquistado pelo Athletic, que repetiu o feito no ano seguinte (1915), tornando-se bicampeão amazonense de futebol.Logo depois o clube extinguia seu time de futebol passando a se dedicar a outros esportes como tênis e beisebol. Ainda em 1923 se tem noticias da existência do clube.

Mas, devido à derrocada da borracha, e a crise econômica que isto gerou, muitos ingleses voltaram ao seu lugar de origem, entregando assim todo o patrimônio do antigo Manáos Athletic para as mãos dos amazonenses que assumiram o controle do clube, reformulando e batizando ele com uma nova determinação: Bosque Clube

O Bosque Clube existe até os dias de hoje, com sua sede no mesmo local onde existiu o antigo campo dos ingleses, sendo hoje o último remanescente do tradicional clube britânico.

 

Rivalidades

Durante os anos de atividade do time de futebol do Manáos Athletic (1908 a 1915), os ingleses tiveram três grandes rivais em campo: as equipes do Racing, Brasil e Nacional.

 

Um dos primeiros rivais do Athletic foi o Racing, clube pioneiro do futebol amazonense que foi fundado em 1906 pelo maranhense José Conduru Pacheco. Essa rivalidade teve origem no ano de 1910, quando os times realizaram memoráveis duelos, com destaque na imprensa e a grande presença de público.

Em um dos confrontos realizados no dia 22 de maio do mesmo ano, ocorridos no campo do time manauense (a Praça Floriano Peixoto), os ingleses não se intimidaram e golearam os donos da casa por 7 a 1, sendo que o principal destaque da partida foi o atacante Bolívar Purcell, que marcou cinco gols contra o time do Racing.

Outro importante rival foi a equipe do Brasil, clube fundado em 1909 pelo jovem Ulysses Reimar. Os dois times vinham se enfrentando desde 1909, mas foi o período de 1912 a 1913, que os confrontos ganharam contornos de uma rivalidade ferrenha.

 

Um dos principais jogos foi realizado no dia 15 de novembro de 1912, quando o Athletic goleou o Brasil por 6 a 2. Mas, logo depois, no dia 8 de dezembro, os brasileiros davam o troco, goleando os ingleses por 5 a 1. O último jogo entre ambos, aconteceu no dia 29 de junho de 1913, quando o Athletic novamente ganhou com facilidade do Brasil por 5 a 0.

Já seu outro e último rival foi o Nacional, fundado em janeiro de 1913 pelo jovem Manoel Fernandes da Silva e pelo professor Coriolano Durand. Os duelos entre os dois times eram bem equilibrados, pois os nacionalinos possuíam bons atletas como Cazuza, Paulo Mello e Cícero Costa, embora os Ingleses possuíssem também seus talentos como a dupla de atacantes Barton e Burns.

O ápice desse clássico ocorreu durante o campeonato Amazonense de 1914, quando os dois clubes decidiram o titulo no Bosque Municipal (atual Bosque Clube), saindo vitorioso o Manáos Athletic.

 

Ainda em 1913 os dirigentes dos principais clubes resolveram formar um selecionado local, composto pelos melhores jogadores manauaras, para enfrentar, numa série de jogos, o Manáos Athletic. Esse selecionado ficou conhecido como “Scratch Brasileiro”.

Em uma disputa em que se procurava avaliar qual era o melhor futebol jogado no norte do Brasil, se o ingles ou Brasileiro, a série de confrontos terminou empatada, pois nos cinco jogos realizados Bosque, o Athletic ganhou dois, empatou um e perdeu outros dois jogos.

 

Títulos

O Manáos Athletic foi o primeiro campeão da história do futebol Amazonense, levantando o titulo por dois anos consecutivos, 1914 e 1915. No campeonato de 1914, o clube inglês realizou a partida de abertura, no dia 1º de fevereiro, contra o Nacional, na qual acabaram derrotados pelos manauenses por 2 x 1. Mas, os ingleses acabaram reagindo e, meses depois, disputavam com o próprio Nacional a disputa pelo titulo. O jogo terminou com a vitória do Athletic por 3 x 2 e a conquista da Taça Gordon.

No dia 13 de dezembro de 1914 era realizada, no Bosque Municipal a grande festa de entrega do troféu e medalha aos campeões. Infelizmente, alguns dos jogadores do Athletic não puderam estar presentes devido ao fato dos mesmos terem sido convocados pelo exército britânico para defender, nas trincheiras da Europa, a Inglaterra contra a Alemanha

No campeonato de 1915, o Manáos Athletic voltou com o mesmo time do certame anterior. Mas, para alegria dos ingleses, o seu principal rival na corrida ao titulo, o Nacional, abandonou a competição na metade em protesto contra uma decisão da liga. Dessa maneira, o caminho ficou aberto para os britânicos que, na partida decisiva, derrotaram o Luso por 2×1, superando em número de pontos o Manáos Sporting, que ficou com o vice-campeonato.

Após a conquista do bicampeonato, a diretoria do clube inglês, devido a uma desavença com os dirigentes da liga, resolvem extinguir seu time de futebol. O ponto negativo da disputa deste titulo, foi o falecimento no meio do torneio, do jogador inglês Burnett,o que causou grande comoção entre seus companheiros de equipe. Devido a esse acontecimento, o campeonato foi paralisado por uma semana em sinal de luto.

 A tentativa do retorno

Mas, vez ou outra, os dirigentes do Manáos Athletic voltaram a organizar e colocar em campo (embora poucas vezes) o seu tradicional time. Isto aconteceu em 1917, quando o clube organizou um jogo beneficente entre o Athletic e o Rio Negro, cujo renda seria em beneficio dos soldados ingleses feridos em combate durante o conflito mundial. O jogo terminou comum a goleada dos Rio-Negrinos por 8×1, mostrando que o Manáos Athletic já não era mais o mesmo, pois a maioria de seus melhores craques já tinham partido para a Inglaterra.

Quatro anos depois, em 1921, novamente o Athletic organizava seu time em campo. Realizou alguns amistosos, entre eles um que perdeu por 5×1 para o Nacional, afirmando assim que seus anos de glória já haviam ficado muito para atrás, e que tentar revitalizá-lo seria uma tarefa inútil. Depois disso, nunca mais seus dirigentes se arriscaram em tentar novamente criar uma equipe competitiva.

 

Fontes: Wikipédia -  Jornal Correio do Norte 

 

O jornalista Carlos Zamith, que nos deixou em 2013, dedicou boa parte de sua vida à pesquisa sobre o futebol do Amazonas. O acervo, agora, é responsabilidade do analista de sistemas Carlyle Zamith, um dos três filhos de Carlos.

E em meio a textos e fotos do rico material dos Zamith há um Santos Futebol Clube. Não o de Pelé. O “xará” manauara do Alvinegro – que, na verdade, é azul e branco – foi extinto há 52 anos. Foram apenas 10 anos de atividade. Durante esse período participou de 08 (oito) Campeonatos Amazonenses: 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962. Tempo suficiente para deixar o nome na história do futebol local com o título Amazonense de 1958.

Detalhe é que, mesmo com essa conquista, o Santos de Manaus é pouco conhecido na cidade, até por quem mora em Cachoeirinha, bairro da zona sul onde foi fundado, em 1952 – curiosamente, época em que o Peixe não tinha, nem de longe, a tradição de hoje.

A história do Santos foi contada por Carlos Zamith na coluna “Baú Velho” (que dá nome ao site com o acervo do jornalista), publicada no jornal “A Crítica”, de Manaus, em 14 de março de 1999. Fundado em 1º de maio de 1952 por “jovens desportistas” – e, dentre eles, torcedores do Alvinegro Praiano – o clube chegou à elite estadual em quatro anos.

Em 1958, após campanhas inexpressivas, o time azul e branco surpreendeu. Superou a concorrência dos tradicionais Fast, Nacional e São Raimundo, chegou à decisão e, com a vitória por 3 a 1 sobre o Guanabara, com gols de Pretinho, Silvino e Tucupi, o Santos se sagrou campeão pela primeira e única vez.

Dali em diante, a fonte secou. Segundo o historiador Francisco Carlos Bittencourt, o Santos vendeu seu principal jogador, o atacante Fabio Andrade, para quitar dívidas. Além disso, perdeu o técnico José Carlos Maranuá, que teria viajado ao Mato Grosso alegando que sua mãe estava doente para conversar com outros times – o presidente santista, Eugenio Ribeiro, descobriu que a mãe de Maranuá estava morta há tempos. Após seguidas campanhas ruins, a equipe acabou fechando as portas, em 1962.

Apesar do pouco tempo (em atividade) e das dificuldades, a grande força de vontade dos fundadores ajudou o Santos a chegar aonde chegou. Apesar das semelhanças, nosso Santos tinha o azul na camisa. Era um charme especial também fora de campo. Sabia que não seria fácil, mas o Santos quis deixar o nome marcado na história do futebol do Amazonas. E conseguiu. Infelizmente, poucas pessoas têm interesse na manutenção desse legado. Memória é importante, sim“, revelou Bittencourt.

 

 Fontes e Fotos: Baú Velho – Carlos Zamith – Carlyle Zamith

 

 

Contando com a colaboração do amigo e membro Rodrigo Santana… Segue mais um distintivo do Clube Atlético Ferroviário, da década de 40. A agremiação ficava na cidade Curitiba, estado do Paraná, surgiu no dia 12 de janeiro de 1930, na residência do ferroviário Ludovico Brandalise devido a cisão no Britânia Sport Club.

Fontes: Revista Sport Ilustrado – Wikipédia

 

O Ladário Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Ladário (MS). Fundado na década de 20, a sua Sede fica localizado na Avenida 14 de Março, s/n – Centro de Ladário. Apesar das poucas informações, sabe-se que a equipe disputou o Campeonato Matogrossense de 1924, organizado pela Liga Sportiva Matogrossense (LSM).

Sede do clube

No Correio do Estado abordou que o Ladário e o Corumbaense decidiram o título, no domingo dia 20 de setembro de 1925. Contudo, não deu o resultado e apenas se limitou a dizer que o campeão seria definido pela Liga. A partir daí não foi encontrado mais nenhuma informação a respeito. Em 1926 o Ladário AC foi campeão pela LMSA.

Título Corumbaense de 1929

Em 1929, o Ladário decidiu o título do Campeonato Corumbaense diante do Riachuelo Football Club, precisando apenas do empate. E foi justamente o que aconteceu. Com o 1 a 1, o clube ladariense faturou o caneco. Contudo, a partida foi emocionante já que o Riachuelo vencia até o minutos finais, quando o árbitro W.Rabello marcou um pênalti a favor do Ladário, que por sua vez não desperdiçou.

A Classificação final:

1º        Ladário                      -           09 pontos;

2º        Riachuelo                 -           08 pontos;

3º        Corumbaense          -           04 pontos;

4º        Commercio               -           03 pontos.

 

Fontes e Foto: Correio do Estado – A Campanha – Correio de Corumbá - O jornal Tribuna

 

Contando com a colaboração do amigo e jornalista Felipe Feitosa, mais um time para a coleção dos aficionados. O Ponta Porã Esporte Clube foi uma agremiação da Cidade de Ponta Porã (MT). ‘A Fronteira‘ (sua alcunha), fundado nos anos 20, participou do Campeonato Matogrossense de 1929.

Organizado pela Federação Sportiva Matogrossense (FSM), com Sede em Corumbá, a competição contou com a presença de seis clubes, sendo quatro na Zona Sul:

Maracaju Football Club (Maracaju);

Ponta Porá Esporte Clube (Ponta Porã);

Aquidauana Football Club (Aquidauana);

Sport Club Campograndense (Campo Grande).

E pela Zona Norte:

Mirandense Football Club (Miranda)

e Corumbaense (Corumbá).

Curiosidades

O apelido do Ponta Porã Esporte Clube é referente a cidade homônima, que faz com a fronteira com a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.

Vale ressaltar que a cidade de Ponta Porã, atualmente, fica no Estado de Mato Grosso do Sul. Enquanto o clube existiu antes da divisão do estado que se transformou em dois: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, no dia 11 de outubro de 1977 . Ao longo da sua existência o Ponta Porã E.C. disputou as competições dentro ou representando Mato Grosso.

 

Abaixo a reportagem na Revista Sport Ilustrado de junho de 1947, abordando o título do Torneio Relâmpago conquistado pelo Ponta Porã Esporte Clube.

Tratado de Tordesilhas

O limite da fronteira entre os países foi firmado em 1494, pelo Tratado de Tordesilhas, que dividiu o mundo entre Espanha e Portugal. Em 1777, a primeira linha limite entre o Brasil e Paraguai é estabelecida.

Mas a fronteira tem uma história sangrenta. Em 1865, o exército paraguaio, liderado por Solano Lopez, invade o Brasil, na esperança de conseguir uma saída para o oceano.

Guerra do Paraguai

Lopez conquista a província brasileira do Mato Grosso e invade também a Argentina. Começa, então, a Guerra do Paraguai (1864-1870), que quase apaga o nome Paraguai do mapa.

Cerca de 300 mil paraguaios e 50 mil brasileiros morreram nos combates. Após ser derrotado pela Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai), o Paraguai se viu obrigado a dividir parte de suas terras com os vencedores.

Fontes e Fotos: Rsssf Brasil – http://culturadafronteira.org.br/  – Jornal A Campanha – Revista Sport Ilustrado

 

O Mangueira Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro. A equipe alvirrubra foi Fundado na terça-feira, do dia 13 de Novembro de 1917. A sua Sede e campo ficava na Rua Jorge Rudge, 117 (esquina com a Rua Oito de Dezembro) – no Bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ).

O clube genérico do Sport Club Mangueira (Tijuca), disputou ligas menores durante o seu tempo de existência. Pertenceu a Liga Leopoldina (com sede na Rua do Jockey, 283). Na foto, o Mangueira enfrentou o Andax-Club, válido pela Série C da Sub-Liga, às 12h, no dia 17 de julho de 1921.

 Título e Curiosidade

O terceiro quadro do Mangueira se sagrou campeã da Liga Leopoldinense em 1926. O clube bombava o ano inteiro. Quando não eram os jogos, a diretoria organizava competições de diversas modalidades, eventos e shows. Na época do carnaval, o clube possuía um bloco popular na região chamado: ‘Bloco dos Magoados’, que atraiam centenas de foliões.

Fonte: Revista Sport Ilustrado – O Imparcial – Jornal do Brasil – A Batalha 

 

Escudo usado pela seleção peruana na copa de 1930                                                                       

 

Encontrei na Revista Sport Ilustrado de 1939, uma belíssima foto de Abril de Araújo Alves envergando a camisa do Sport Club Juiz de Fora (MG). A foto é de 1916, ano em que o Sport Club foi fundado. Outra curiosidade é que Abril de Araújo Alves foi um dos fundadores e fez parte da primeira diretoria do clube no cargo de diretor esportivo.

O Periquito da Avenida foi Fundado no dia 24 de Setembro de 1916, a partir de outro clube de Juiz de Fora: a Sociedade Recreativa Comercial Clube. Em uma das assembleias do Comercial, foi criado o setor esportivo do clube, denominado Sociedade Esportiva do Comercial Clube.

Escudo atual

Necessitando de um local para a sede, os responsáveis pelo clube então procuraram o presidente da Câmara Municipal, Sr. José Procópio Teixeira (que empresta o nome ao atual estádio do Sport Club), o qual era proprietário de um terreno próximo ao Largo do Riachuelo, para propor o aluguel do terreno.

Com a sede alugada, foi convocada uma assembleia na qual ficou determinado que a Sociedade Esportiva do Comercial Clube passaria a se chamar Sport Club Juiz de Fora, uma sociedade independente do Comercial Clube, embora ainda dispondo da sede do Comercial.

Possui o Estádio Dr. José Procópio Teixeira (também fez parte da1ª diretoria, no cardo de conselheiro fiscal), com capacidade     para 10.500 pessoas. Sport Club disputou a divisão principal do Campeonato Mineiro em 1987, e tem como rivais o Tupi Football Club e o Tupynambás Futebol Clube, clubes da mesma cidade.

 

A 1ª diretoria do Sport Club ficou assim estabelecida:

Presidente: Antônio Mourão Guimarães

Vice-presidente: Martinho da Rocha Júnior

Secretário: Joaquim Pereira do Nascimento

Tesoureiro: Arthur Vieira Esterci

Diretor Esportivo: Abril de Araújo Alves

Conselho Fiscal: José Procópio Teixeira, Nisio Batista de Oliveira e Hugo Andrade Santos

Suplentes: Billerophante Regnault, Romeu Gumerães e José Rangel.

 

Fontes: Revista Sport Ilustrado – Wikipédia - http://sportclubjf.com.br/

 

O UCEC (Unidos de Calçado Esporte Clube) é uma agremiação da cidade de São José do Calçado (ES). Fundado em 2013, após a fusão de duas equipes amadores do município: o Americano Atlético Clube e o Motorista Futebol Clube.

Mandando os seus jogos no Estádio Ernesto Campos da Fonseca, com capacidade para 2 mil pessoas, o UCEC debutou no Campeonato Capixaba da Série B de 2014. Contudo a campanha foi aquém e o Tigre terminou na 8ª e última colocação. No total, foram 14 jogos; com uma vitória; quatro empates e nove derrotas; marcando seis gols e sofrendo 19; com um saldo negativo de 13.

Após essa decepcionante campanha o UCEC decidiu não disputar a Segundona deste ano, mas prometendo retornar num futuro próximo.

 

Fontes e Fotos: Federação Capixaba de Futebol – Wikipédia

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