O Montése Atlético Clube foi uma agremiação efêmera da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O “Clube dos Pracinhas” foi Fundado em 1950, por vários “pracinhas” que combateram na tomada  de Montése, na Itália, na Segunda Guerra Mundial. Em julho de 1951, o Montése encerrou as suas atividades.  A sua Sede ficava no Bairro de Campo Grande – Zona Oeste do Rio.

Time-base de 1950: Jorge; Japonês e Vertuli; Antônio (Dunga), Tuta (Sombra) e Hélio (Gilberto); Waldir (Antoniquinho), Lalô (Filinho), Tatau (Tolinho), Ari e Dudu.

 

 

FONTE: Gazeta de Notícias

 

 

O Atlético Futebol Clube (Atlético da Alegria) foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os Diabos Rubros da Alegria foi Fundado na década de 40, e a sua Sede e o campo ficavam na Rua da Alegria, s/n, no Bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. O Atlético da Alegria inaugurou a sua Praça de Esportes no domingo, do dia 19 de Julho de 1953, que recebeu o nome de Coronel Telêmaco Gonçalves Maia. Na partida inaugural o Atlético venceu o Vila Nova pelo placar de 2 a 1.

Time-base de 1956: Edson (Raiz); Nariz e Otavio (Chico); Bombeiro (Caju), Tião (Baiano) e Jorge (Nelsinho); Nilton (Mundinho), Gabriel (Cabeção), Camarão (Moreno), Tunda (Adílio) e Perácio (Nilton Bigode). Técnico: Odir Eiras.

FONTES: Gazeta de Notícias – Diário Carioca 

 

O Brasileirinho Futebol Clube foi uma agremiação efêmera da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A sua Sede e o campo ficavam localizados no Jardim Joari, no Bairro de Campo Grande – Zona Oeste do Rio. Fundado em Abril de 1953, por Pedro Perez, que foi o 1º Presidente, técnico e jogador.

Apesar de todos os esforços, como ter adquirido uma sede e campo, a falta de apoio obrigou o  Brasileirinho Futebol Clube  a fechar às portas com menos de um ano de existência (março de 1954). Com o fim do Brasileirinho, o campo de jogo passou a ser utilizado pelo vizinho: Celeste Futebol Clube.

 Time-Base de 1953: Gatinho; Dalmo e Miltinho; Pedro Perez, Nelita e Camelhinho; Zé Virote, Nina, Quico (Hélio), Antônio e Sá (Odlandino). Técnico: Pedro Perez.

FONTE: Gazeta de Notícias

 

O Clube Esportivo Miracemense foi uma agremiação do Município de Miracema, no Norte Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Fundado em 1943, por José Naegle, que adotou as cores alvinegras em homenagem ao seu antecessor: Miracema Futebol Clube.

Manoel Soutinho da Cruz foi o 1º técnico; o professor Manoel Ramos Júnior juntamente com as professoras de educação física desenvolveram outros esportes no clube: voleibol e basquetebol masculino e feminino.

O Miracemense teve papel preponderante para a criação, naquele ano para a Liga Miracemense de Desportos (LMD), que imediatamente se filiou a Federação Fluminense de Desportos, e já contava com a presença de seis clubes na cidade.

Os três primeiros jogos foram contundentes: 2 a 1 no Floresta Atlético Clube, de Cambuci (RJ); 6 a 2, no Esporte Clube Ribeiro Junqueira (MG); 2 a 2 com o Lagense Futebol Clube, de Laje de Muriaé (RJ), está partida não terminou por falta de luz. O primeiro título aconteceu em 1944, quando se sagrou Campeão do Campeonato Citadino de Miracema, organizado pela LMD.

Abaixo algumas reportagens sobre a história do Miracemense e também do futebol de Miracema (para visualizar os textos é só dar um ‘Zoom’ até que fique no tamanho adequado.

FONTE: Sport Ilustrado

 

 

TABELA DO CAMPEONATO DO DEPARTAMENTO AUTÔNOMO DE 1953

O Diretor Geral do Departamento Autônomo aprovou a seguinte tabela organizada pelo Diretor  Técnico para a segunda fase do campeonato:

 

SÉRIE RAUL LOUREIRO

JULHO – DIA 26 (Domingo)

1º de Maio FC                      x          Sampaio AC (Campo de São Cristóvão)

Canadá EC                          x          Torres Homem (Campo da Rua Correia Vasquez)

EC Cocotá                            x          EC Dramático (Ilha do Governador)

 

AGOSTO – DIA 02

EC Dramático                      x          1º de Maio FC

Torres Homem                     x          Sampaio AC

EC Cocotá                            x          Canadá EC

 

AGOSTO – DIA 09

1º de Maio FC                      x          EC Cocotá

Sampaio AC                         x          Canadá EC

EC Dramático                      x          Torres Homem

 

AGOSTO – DIA 16

Canadá EC                          x          1º de Maio FC

Torres Homem                     x          EC Cocotá

Sampaio AC                         x          EC Dramático

 

AGOSTO – DIA 23

1º de Maio FC                      x          Torres Homem

Canadá EC                          x          EC Dramático

EC Cocotá                            x          Sampaio AC

 

SÉRIE BRANDÃO SOBRINHO

JULHO – 26 (Domingo)

Manufatura                           x          AC Nacional (Campo da Avenida Suburbana, Estádio Klabin)

Del Castilho FC                   x          AC Diana      (Campo do Nova América)

EC Oposição                                    x          EC Anchieta (Campo da Rua Silva Teles)

 

AGOSTO – DIA 02

EC Anchieta                         x          Manufatura

AC Nacional                         x          Del Castilho FC

EC Oposição                                    x          AC Diana

 

AGOSTO – DIA 09

Del Castilho FC                   x          Manufatura

AC Nacional                         x          EC Oposição

AC Diana                              x          EC Anchieta

 

AGOSTO – DIA 16

Manufatura                           x          EC Oposição

Del Castilho FC                   x          EC Anchieta

AC Diana                              x          AC Nacional

 

SÉRIE CARLOS LOPES GUIMARÃES

JULHO – 26 (Domingo)

Realengo FC                                   x          EC Oiti (Campo de Realengo)

Oriente AC                            x          Piraquara FC   (Campo da Rua Nestor, em Santa Cruz)

Cruzeiro FC                          x          Campo Grande AC (Campo do Cruzeiro)

 

AGOSTO – DIA 02

Campo Grande AC             x          Realengo FC

Piraquara FC                       x          EC Oiti

Cruzeiro FC                          x          Oriente AC

 

AGOSTO – DIA 09

EC Oiti                                   x          Cruzeiro FC

Piraquara FC                       x          Realengo FC

Oriente AC                            x          Campo Grande AC

 

AGOSTO – DIA 16

Realengo FC                                   x          Cruzeiro FC

Campo Grande AC             x          Piraquara FC

Oriente AC                            x          EC Oiti

 

AGOSTO – DIA 23

Realengo FC                                   x          Oriente AC

Cruzeiro FC                          x          Piraquara FC

EC Oiti                                   x          Campo Grande AC

 

 FONTE: Gazeta de Notícias

 

Assim descreveu a reportagem do Gazeta de Notícias sobre a vitória do Ceres sobre o Campo Grande, então campeão do Departamento Autônomo. A matéria na íntegra:

“O mau tempo reinante na tarde de domingo  último (no dia 28 de março de 1954) não impediu que um numeroso público circundasse completamente o campo do Ceres Futebol Clube a fim de assistir às festividades da passagem do 5º aniversário do campo do clube banguense.

SENSACIONAL FEITO DO CERES

O quadro de amadores do Ceres deixou gravado um grande triunfo, em sua praça de esportes. Vencendo o Campo Grande Atlético Clube, campeão do Departamento Autônomo, pela contagem de 7 x 5.

A PELEJA EM RESUMO

Mesmo com o gramado completamente encharcado e com chuva caindo, os dois conjuntos proporcionaram uma luta movimentada, que vez vibrar o numeroso público presente ao espetáculo.

O Campo Grande marcou o seu gol 1º gol, logo aos 5 minutos por intermédio de Arley. Aos 15 minutos, Naldo ampliou para o Campusca. Nilton Macaco aos 39 minutos conquistou o primeiro gol do Ceres. Terminando a primeira fase, com o escore de 2 x 1, favorável ao campeão do D.A.

Na fase complementar, o goleiro Jorge, do Campo Grande, não pode continuar guarnição a meta de seu clube, em virtude de ter sofrido uma contusão no braço direito. Em seu lugar entrou Cacique, que foi uma lastima. O Ceres empatou logo aos 3 minutos por intermédio de Nilton Macaco e aos 10, desempatou para o clube banguense.

Walter empatou a partida aos 12 minutos. O centroavante do Campo Grande colocou o clube em vantagem assinalando o quarto tento aos 15 minutos. Foi assim que o goleiro Cacique deixou passar uma penosa bem gorda. Espertinho atirou do meio de campo e a bola foi às redes.

Os dianteiros e médio do Ceres conheceram o fraco do goleiro do Campo Grande e chutavam de toda maneira e de longe. Gringo novamente atirou do meio de campo e marcou o 5º gol do Ceres. Samuel empatou. Logo a seguir para Jorge colocar já nos últimos minutos o seu clube em vantagem no marcador. Wilson cometeu toque dentro da área e Maurício encerrou a contagem”.

 

CERES F.C.             7          X         5          CAMPO GRANDE A.C.

LOCAL: Estádio (João Francisco dos Santos) da Rua da Chita, no Bairro de Bangu, na Zona Oeste do Rio.

DATA: Domingo, do dia 28 de março de 1954

CARÁTER: Amistoso estadual

ÁRBITRO: Araquém Destri (Boa atuação)

CERES FC: Toninho; Aimoré e Neném; Zico, Espertinho e Gringo; Maia (Tito), Geraldo, Nilton Macaco, Jorge e Maurício.

CAMPO GRANDE: Jorge (Cacique, depois China); Vergilio e Wilson; Gualter, Tião e Gambiarra; Naldo, Samuel, Walter, Lica e Arley.

GOLS: Arley aos 5 minutos (Campusca); Naldo aos 15 minutos (Campusca); Nilton Macaco aos 39 minutos (Ceres), no 1º Tempo. Nilton Macaco aos 3 e 10 minutos (Ceres); Walter aos 12 e 15 minutos (Campusca); Espertinho aos 21 minutos (Ceres); Gringo aos 29 minutos (Ceres); Samuel aos 35 minutos (Campusca); Jorge aos 43 minutos (Ceres); Maurício, de pênalti, aos 46 minutos (Ceres), no 2º Tempo.

PRELIMINAR: Ceres (Aspirantes)  2  x  0  Santa Rita (equipe principal)

 FONTE: Gazeta de Notícias

 

O Atlético Clube Diana é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alviceleste foi Fundado no dia 08 de Julho de 1955, e tem a sua Sede localizada na Rua Spinoza, 403, no Bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Após disputar por vários anos o Departamento Autônomo da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), em 2007, o Diana decidiu se profissionalizar e participou do Campeonato Carioca da Série C.

A campanha foi razoavelmente boa, pois conseguiu chegar à terceira fase do campeonato. No ano seguinte, se licenciou das competições até os dias atuais. Pesquisando, encontrei o 1º escudo do Atlético Clube Diana em 1956.

FONTE & FOTO: Gazeta de Notícias

 

O Esporte Clube Liberdade foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A sua Praça de Esportes ficava localizado na Rua da Alegria (atual: Rua Prefeito Olimpio de Melo), nº 908, no Bairro de Benfica. Já a sua Sede ficava situada na Rua Ferreira Franco, nº 44, no Bairro da Cidade Nova – Zona Central do Rio.

FUNDAÇÂO & ORIGEM DO NOME

O clube Liberdadense foi Fundado na segunda-feira, do dia 04 de Novembro de 1946, por um grupo de desportistas: José Inácio de Castro, José Teixeira Martins Filho, Valdir Amaral, Avelino Guimarães, Santos Alfarone, Gaudêncio de Carvalho, entre outros.

A escolha pelo nome foi, no mínimo, interessante. Afinal, o assunto mais comentado, fora o futebol, era  a nova Constituição Brasileira de 1946 (estabelecida com um corpo de 218 artigos; somando-se mais 36 artigos nas ADCTs), que fora promulgada 47 dias antes (em 18/09/1946).

E a palavra que mais o povo festejou nas ruas foi ‘Liberdade’, uma vez que as liberdades expressas na Constituição de 1934, tinham sido retiradas pelo Estado Novo (foi o regime político brasileiro fundado por Getúlio Vargas em 10 de novembro de 1937, que vigorou até 29 de outubro de 1945), em 1937. Os tópicos em destaque na Constituição foram:

A liberdade de manifestação de pensamento, sem censura, a não ser em espetáculos e diversões públicas; A liberdade de consciência, de crença e de exercício de cultos religiosos; A liberdade de associação para fins lícitos. Assim, a escolha do nome ficou Esporte Clube Liberdade.

O grande feito do Liberdade, aconteceu, no domingo, do dia 26 de Junho de 1949, quando enfrentou o Sport Club Bemfica, então na 2ª Divisão de Amadores da Federação Metropolitana de Futebol (F.M.F.), no campo do adversário (na Rua Licínio Cardoso).

No final, vitória do Liberdade pelo placar de 2 a 0, com gols do atacante Rubinho. O time atuou com a seguinte formação: Jorge; Florindo e Malibuá; Vavá (Galego), Piolho e Rubinho I; Rubinho II, Lalau, Hildebrando, Waldir e Chico.

TÍTULOS

Campeão do Torneio do Cruzeiro Futebol Clube, do Estácio: 1947;

Campeão Invicto da Série Torneio Octacílio de Rezende (organizado pelo Jornal dos Sports): 1948 e 1949.

Time-base de 1949: Itajaí (Jorge); Florindo e Malibuá; Piolho, Vavá (Galego) e Rubinho I; Rubinho II, Lalau, Hildebrando, Valdir e Chico. Técnico: Avelino Guimarães.

Time-base de 1950: Erli; Pascoal e Malibuá; Lubio, Baiano e Armando; China (Anísio), Venicio, Chico II, Valdir e Chico I. Técnico: Avelino Guimarães.

Time-base de 1952: Mario; Nelson e Walter; Maliboá, Osmar e Jair; Betinho, Badú, Careca, Joel e Aluizio. Técnico: Avelino Guimarães.

Time-base de 1953: Itajaí; Jaú e Rubinho; Pino, Nelsinho e Piroquê; Bira, Otávio, Nilton, Tunda e Pedrinho. Técnico: Avelino Guimarães.

Time-base de 1956: Aniceto; Nelson e Quiabo; Fué, Orlando e Naldo; Carlos, Joãozinho, Rocha, Paulo e Chico. Técnico: Avelino Guimarães.

 

FONTES: Jornal A Manhã – Jornal dos Sports – Diário da Noite – Correio da Manhã – Gazeta de Notícias

 

No maior clássico de Juiz de Fora, o Tupy venceu o Sport Club por 4 a 2, conquistando de forma invicta o Bicampeonato Citadino de 1948. Destaque da partida ficou por conta da dupla Caquinho e Cotoco, que marcaram dois gols cada.

TÉCNICO SE DESPEDE PARA ASSUMIR O  SÃO CRISTÓVÃO (RJ)

Ao longo da competição, a equipe comandada pelo técnico João Lima venceu quase todos os jogos. O único em que perdeu um ponto foi no empate, justamente, com o Spot Club. Além disso, o time Carijó terminou a competição com o melhor ataque e também a defesa menos vazada.

Diante de uma campanha tão expressiva, acabou rendendo frutos para o treinador que foi contratado pelo São Cristóvão, então na Elite do Futebol Carioca. João Lima nem teve tempo para festejar e 48 horas após a conquista já tinha se apresentado, em Figueira de Melo, para comandar a equipe Cadete.

 

 SPORT CLUB         2          X         4          TUPY F.C.

LOCAL: Estádio Dr. José Procópio Teixeira (Capacidade: 10.500 pessoas), em Juiz de Fora (MG)

CARÁTER: Campeonato Citadino de Juiz de Fora

DATA: Domingo, dia 31 de Outubro de 1948

RENDA: Cr$ 16.305,00

ÁRBITRO: Carlos de Oliveira Monteiro, ‘Tijolo

SPORT CLUB: Natalino; Julinho e Ivo; Paulo, Demeuro e Pedro; Geraldino, Neri, Piaba, Sinhô e Aluizio.

TUPY F.C.: Chico; Pescoço e Gouveia; Belozinho, Paulo Garcia e Chumbinho; Cotoco, Didico, Cigano, Adílio e Caquinho. Técnico: João Lima

GOLS: Caquinho aos 45 segundos (Tupy); Sinhô aos 35 minutos (Sport), do 1º Tempo. Cotoco, de bicicleta, aos 15 e 25, de pênalti, minutos  (Tupy); Aluizio aos 34 minutos (Sport); Caquinho aos 41 minutos (Tupy), do 2º Tempo.

FONTE: jornal A Manhã

 

 

Na reportagem do jornal A Manhãde quinta-feira, do dia 04 de Setembro de 1947, conta u pouco da estrutura do ‘Estádio da Vitória’, do Esporte Clube São José (Fundado na sexta-feira, do dia 28 de Janeiro de 1938) e também a filiação da agremiação junto a Liga Campista de Desportos (LCD), naquele ano. Sobre a história do clube está publicado no História do Futebol, em 21 de julho de 2012 (Link:http://cacellain.com.br/blog/?p=37939). 

Abaixo a matéria transcrita na íntegra:

“Campos, a grande cidade fluminense, tem em seus filhos verdadeiros entusiastas do esporte. Numerosas são as agremiações esportivas daquela cidade que tem primado por um esforço elogiável a fim de levantar aos píncaros da glória o esporte amador da nossa terra.

O Esporte Clube São José, novel grêmio de Campos é constituído de funcionários da Usina São José. Nele se congregam, nas horas de lazer, os administradores, os auxiliares e os operários da Usina.

O ESTÁDIO DA VITÓRIA

Possui o Esporte Clube São José magnífica praça de esportes, denominada “Estádio da Vitória“. O campo de futebol, já construído, mede 110 x 75 m. de terreno otimamente gramado, circundado por uma pista de atletismo. O “paratuche” é de cimento armado, o que constitui inovação em matéria de cercas internas.

Nas cabeceiras do campo, constroem-se uma piscina, vestiários, quadras de tênis e basquetebol. A tribuna social, já terminado, oferece amplo conforto aos associados e autoridades.

UMA ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE

A diretoria do Esporte Clube São José conta em seu seio, elementos batalhadores desportistas eméritos. O presidente atual é o Sr. Itamar Almirante Dias, que conta ainda com a colaboração dos seguintes diretores:

Vice-Presidente – Sr. Saturnino Monteiro Filho; Secretário Geral – Sr. Hélio Gomes Monteiro; 1º Secretário – Sr. Gilberto Batista Vieira; 2º Secretário – Sr. João Batista Tavares; Tesoureiro Geral -  Sr. Jael Sampaio; 1º Tesoureiro – Sr. Volgran Silvano da Silva; 2º Tesoureiro – Sr. Jorge Gonçalves.

A EQUIPE DE FUTEBOL

O esquadrão do Esporte Clube Usina São José é constituído de ótimos elementos. A característica principal é o entusiasmo com que lutam do primeiro ao último minuto da luta. O técnico Augusto Alvany conta com elementos esforçados.

Até a presente data, o grêmio campista obteve, em 35 jogos, 30 vitórias; empatando três partidas; somente foi derrotado duas vezes, tendo que na última delas contra a equipe do Leopoldina Railwal A.A. Sua ofensiva já marcou 161 tentos, contra 54 dos adversários.

FILIADO A LIGA CAMPISTA DE DESPORTOS

Uma notícia alvissareira veio alegrar os desportistas de Campos; é o que o Esporte Clube Usina São José vem de se filiar a Liga Campista de Desportos (LCD), onde disputará, com os seus co-irmãos, todos os torneios e campeonatos da entidade.

NOVOS INTERESTADUAIS PREVISTOS

Segundo apuramos, o Esporte Clube Usina São José está entabulando negociações com diversos clubes,  para a realização de outros encontros interestaduais.”

 

FONTE: A Manhã (de quinta-feira, do dia 04 de Setembro de 1947)

 

O Azul e Branco Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A sua Sede ficava localizada na Rua Natália Teixeira, s/n – Estação de Anchieta – Zona Norte do Rio. O Alviceleste de Anchieta foi Fundado em Abril de 1946, por jovens desportistas do Bairro de Anchieta, como Joaquim da Silva Reis (foi o 1º Secretário), Otacílio F. Pinto (Diretor de Esportes), entre outros. A 1ª Diretoria foi constituída assim:

Presidente - José Gomes dos Reis;

1º Secretário - Joaquim da Silva Reis;

Tesoureiro - Mario Gomes dos Reis;

Diretor de Esportes e Técnico - Otacílio F. Pinto.

ORIGEM DO NOME –  Joaquim da Silva Reis revelou que a escolha do nome  surgiu antes mesmo da criação do clube. Aconteceu ainda quando o grupo ainda era criança. Naquela época, a garotada criou a “Pelada“, entre eles, que foi batizada de ‘Azul e Branco’.  Quando resolveram fundar o clube, onde os dois times se uniram, também juntaram as cores para definir como: Azul e Branco Futebol Clube.

PRIMEIRO JOGO

O Azul e Branco estreou oficialmente, num amistoso, no domingo, do dia 1º de Setembro de 1947, quando enfrentou o Adrianino F.C., campeão do Campeonato Citadino do Município Engenheiro Paulo de Frontin (o nome anterior deste lugar era chamado de Rodeio). Mesmo atuando como visitante, o Alviceleste de Anchieta arrancou um empate em 3 a 3.

Os gols foram assinalados por Bilé, Dadá e Wilson. Já os destaques da partida foram Otacílio e Áureo. O Azul e Branco jogou com a seguinte equipe: Edson; Haroldo e Áureo; Hugo, Otacílio e Rubem; Gonzaga (Darci), Wilson, Bilé, Dadá e Maurício. Técnico: Otacílio F. Pinto.

PRIMEIRA VITÓRIA

Duas semanas depois, no domingo, dia 14 de setembro, veio a 1ª vitória. A equipe bateu o Alvinegro F.C., pelo placar de 2 a 1. Bilé e Gonzaga foram os autores dos gols do Azul e Branco. A escalação foi a seguinte: Hugo; Haroldo e Áureo; Gastão, Otacílio e Rubem; Gonzaga, Wilson, Bilé, Dadá e Maurício. Técnico: Otacílio F. Pinto.

PS: O Município Engenheiro Paulo de Frontin nasceu de um entreposto comercial entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro que se transformou na Vila de Rodeio. A povoação floresceu no fim do século XIX com a construção da estrada de ferro que passou a cortar a vila. Mais tarde, em 1943, passou a chamar-se Soledade de Rodeio. Em 1946, mudou o nome para Engenheiro Paulo de Frontin, em homenagem ao responsável pela duplicação da linha férrea, especialmente pelo Túnel 12 ou “Túnel Grande“, que possui 2.245 metros de comprimento.

 

FONTE: jornal  A Manhã

 

A famosa equipe das ‘Jaquetas’ do escudo ‘U’, sob cuja égide militam as lidimas expressões do futebol universitário paulista, concretiza um dos mais belos ideais, da luta pela educação integral de nossa juventude estudantina. Nesta foto, vemos o “Esquadrão” do Clube Universitário de São Paulo, formando com:

Pádua (Médico), Regina (Acadêmico de Direito), Vignola (Dentista), R. Leite (Engenheiro), Dudu (Advogado), Rebelo (Engenheiro), R. Vignola (Médico), André (Acadêmico de Medicina), Corsini (Dentista), Rana (Acadêmico de Economia) e Jayme (Acadêmico de Direito).

Uma verdadeira equipe de escol, técnica e intelectualmente; baluartes de uma cruzada nobre e patriótica, de reais méritos.

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada –  Marlon Krüger Compassi

 

O Cruzeiro Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Belo Horizonte (MG). A Raposa nasceu através do esforço de desportistas da comunidade italiana em Belo Horizonte, com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália, em 2 de janeiro de 1921.

Dos anos iniciais, datam os primeiros ídolos e conquistas do Palestra, como o tricampeonato estadual de 1928, 1929 e 1930, com uma equipe que contava com os lendários Ninão, Nininho, Bengala e Piorra. Em 1942, com a entrada do Brasil na 2ª Guerra Mundial, um decreto de lei do governo federal proibiu o uso de termos que remetem à Itália em entidades, instituições e estabelecimentos no Brasil.

Com isso, o Clube precisou ser renomeado e o nome escolhido foi Cruzeiro Esporte Clube, em homenagem ao símbolo maior da pátria brasileira.  Assim como o nome, o uniforme também sofreu mudanças. Antes verde e vermelho, em homenagem à bandeira italiana, o Clube adotou o azul e branco, inspirado pela seleção da Itália.

Nas décadas seguintes, o que se viu foi o crescimento de um gigante, especialmente após a inauguração do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, onde o Cruzeiro conquistou os principais títulos da história do futebol de Minas Gerais. Com craques como Tostão, Piazza, Dirceu Lopes, Raul, Zé Carlos, Palhinha, Joãozinho, o fenômeno Ronaldo, Sorín, Alex, Fábio e tantos outros, o time passou a ser um dos clubes brasileiros com maior número de conquistas internacionais.

São dois títulos da Copa Libertadores (1976 e 1997), dois da Supercopa (1991 e 1992), um da Recopa (1999), um da Copa Ouro (1995) e um da Copa Master (1995). No âmbito nacional, o time azul foi quatro vezes campeão brasileiro (1966, 2003, 2013 e 2014) e, em quatro outras ocasiões, conquistou a Copa do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003).

Além dos títulos, o Cruzeiro é reconhecido mundialmente pela sua excelente estrutura e como um dos principais reveladores de talentos para o futebol, como aconteceu em relação a Ronaldo, Maicon, Gomes, Luisão, Wendell, Jussiê, Beletti e muitos outros.

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Site do Clube – Marlon Krüger Compassi

 

O Rio Branco Sport Club é uma agremiação da cidade de Paranaguá (PR). Fundado no dia 13 de Outubro de 1913. É o terceiro clube mais antigo do estado em atividade, atrás do Coritiba e do Operário. Atualmente, o Rio Branco disputa o Campeonato Paranaense da 1ª Divisão, mandando suas partidas no Estádio Fernando Charbub Farah, o ‘Gigante do Itiberê’. O Estádio Nelson Medrado Dias (conhecido por “Estradinha”) foi a casa do clube por muitos anos.

TÍTULOS

Campeonato do Interior Paranaense: 1948, 1954 e 2000;

Divisão de Acesso Paranaense: 1995;

Torneio Início: 1961, 1962 e 1963;

Campeonato Paranaense da Zona Sul: 1977;

Campeonato da Liga Regional de Futebol de Paranaguá: 1923, 1925, 1926, 1927, 1928, 1930, 1931, 1933, 1936, 1937, 1938, 1939, 1945, 1947, 1948, 1954 e 1955.

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Marlon Krüger Compassi

 

 

 

Estádio Inönu do Besiktas, antigo Estádio Mithatpasa.
Jogo 199 – Jogo Oficial
Turquia 0 x 1 Brasil
Ficha Técnica da Partida
● Competição: Amistoso Oficial
● Data: Terça-Feira, 1 de Maio de 1956
● Local: Estádio Mithatpasa (em Istambul, Turquia)
● Público: Sem Registro
● Árbitro: G. Manchetti (Itália)
● Auxiliar 1: Sem Registro
● Auxiliar 2: Sem Registro
● Cartões Amarelos: Na Época Ainda Não Existia
● Expulsão: Não Houve
Gols da Turquia Gols do Brasil
1-0 Djalma Santos (19/1º)
Turquia (Turkey) Clube
● (Go) Sukru ERSOY;
● (Df) Ahmet BERMAN e
● (Df) BASRI;
● (Mc) Naci ERDEM,
● (Mc) Kadri KARTAL (Seracettin) e
● (Mc) Ayhan HANCER (Aydemir);
● (At) ISFENDYAR,
● (At) Mehmet ALI HAS,
● (At) Ercam ERTUG,
● (At) Kadri AYTAC e
● (At) LEFTER.
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
Téc: Giovanni Vargliem © Capitão: Sem Registro
● SERACETTIN
● AYDEMIR
● (Sem Registro de Clube)
● (Sem Registro de Clube)
Brasil Clube
● (Go) Gilmar I;
● (Df) Djalma Santos e
● (Df) Pavão;
● (Df) Zózimo,
● (Mc) Niton Santos © e
● (Mc) Dequinha;
● (At) Didi (Wálter Marciano),
● (At) Paulinho (Sabará),
● (At) Álvaro,
● (At) Evaristo de Macedo e
● (At) Escurinho.
● (Sport Club Corinthians/SP)
● (Portuguesa de Desportos/SP)
● (Clube de Regatas Flamengo/RJ)
● (Bangu Atletico Clube/RJ)
● (Botafogo Futebol e Regatas/RJ)
● (Clube de Regatas Flamengo/RJ)
● (Botafogo Futebol e Regatas/RJ)
● (Clube de Regatas Flamengo/RJ)
● (Santos Futebol Clube/SP)
● (Clube de Regatas Flamengo/RJ)
● (Fluminense Football Club/RJ)
Téc: Flávio Costa © Capitão: Nilton Santos
● Walter Marciano
● Sabará
● (Clube de Regatas Vasco/RJ)
● (Clube de Regatas Vasco/RJ)
Observações e Curiosidades
● Excursão do Brasil a Europa para uma série de amistosos.
● Primeiro confronto entre as seleções do Brasil e da Turquia.

 

FONTES & FOTOS: Gazeta Sportiva Ilustrada – Todos os Jogos da Seleção – David Chima – Marlon Krüger Compassi

 

CAMPEÃO

Na decisão da Copa São Paulo de Futebol Júnior, nesta manhã de segunda-feira (25/01/2016), o Flamengo empatou com o Corinthians em 2 a 2, no tempo normal, e, na decisão por pênaltis, bateu o seu oponente por 4 a 3, conquistando, desta forma, o Tri da Copinha (1990 – 2011 – 2016).

 

VICE-CAMPEÃO

CORINTHIANS                   2 (3)                X                     2 (4)    FLAMENGO

LOCAL: Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, Pacaembu, em São Paulo (SP)

DATA: Segunda-feira, dia 25 de janeiro de 2016

HORÁRIO: 10 horas

PÚBLICO: 29.212 pagantes (30.216 presentes)

RENDA: R$ 632.870,00

CARÁTER: Decisão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2016

ÁRBITRO: Rafael Gomes Felix da Silva (FPF)

AUXILIARES: Daniel Ziolli (FPF) e Danilo Ricardo Simon (FPF)

CORINTHIANS: Filipe; Léo Príncipe, Del´Amore, Dawhan e Guilherme Romao; Warian (Matheus Vargas), Maycon, Matheus Pereira; Léo Jabá (Claudinho), Gustavo Tocantins (Pedrinho) e Gabriel Vasconcelos. Técnico: Osmar Loss

FLAMENGO: Thiago; Thiago Ennes, Dener (Michael), Léo Duarte e Arthur Bonaldo; Ronaldo, Trindade, Matheus Sávio (Kleber), Paquetá e Cafu (Patrick); Felipe Vizeu. Técnico: Zé Ricardo

GOLS: Gabriel Vasconcelos, aos 19min. (Corinthians); Matheus Pereira, 26min. (Corinthians) do 1º Tempo. Trindade, aos 3 min. (Flamengo); Matheus Sávio, aos 8min. (Flamengo); do 2º Tempo.

DISPUTA DE PÊNALTIS:  o Corinthians perdeu três pênaltis consecutivos (Matheus Pereira, Gabriel e Claudinho). Filipe ainda defendeu duas penalidades (Kleber e Thiago). A última cobrança convertida foi de Patrick, que decretou o 4 a 3.

 

FONTES: Rede Globo – Sportv – UOL

 

O Canto do Rio Foot-Ball Club é uma agremiação da Cidade de Niterói (RJ). O Cantusca foi Fundado no dia 14 de Novembro de 1913, por quatro garotos com idades entre 9 e 13 anos: Hugo Mariz de Figueiredo (o 1º Presidente do Cantusca), Cyro Domingues (criou o nome Canto do Rio), Ary Gurjão e Adail Figueiredo.

Em 1918, o Cantusca deixaria de atuar somente no futebol infantil e logo se tornaria o time mais popular de Niterói, disputando o campeonato municipal e conseguindo, em 1933, o seu primeiro título como campeão niteroiense: “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Foi um dos cinco fundadores da Associação Fluminense de Esportes Atléticos (AFEA), que se tornaria, posteriormente, a Federação Fluminense de Desportos, organizadora do futebol do antigo Estado do Rio de Janeiro. O Clube atuou no futebol profissional, de 1941 a 1964, época em que ficou conhecido como “O Mais Querido da Cidade Sorriso”.

Nos tempos áureos, o Cantusca formou muitos atletas, que se destacaram em várias modalidades esportivas, além do futebol, como natação, pólo aquático, basquete, voleibol e tênis, participando de vários campeonatos, inclusive estaduais, e conquistando alguns títulos, dos quais guarda em exposição os troféus, numa sala especial do andar térreo da sede.

Time posado de 1956

Tropa de Elite do Cantusca

O Canto do Rio Foot-Ball Club iniciou suas atividades, com a atenção voltada para o futebol infantil, perfil que viria a mudar, em 1916, quando recebia o re- forço de Mauricio Bekeun, Mario Valle, Octavio Valle, Arnaldo Vaz, seguidos por Ângelo de Andrade e Hermaun Bekeun, grupo que trazia novas propostas.

Em 1918, veio também Romeu Schmidt Pinto. Rapidamente o Cantusca ganhou fama em Niterói, disputou o Campeonato Citadino de Niterói, sagrando-se campeão de 1933, onde recebeu o título simbólico de “Representante Oficial do Estado do Rio/AFEA”.

Nas décadas de 1920 a 1950, tempos áureos do futebol niteroiense, Cantusca obteve destaque no esporte amador de Niterói e realizava o chamado Clássico da Zona Sul com o Fluminense A. C., com quem formava o “Grupo dos Seis”, junto com os extintos Ypiranga F. C., Niteroiense F. C., Byron F. C. e Barreto F. C. (estes últimos realizavam o Clássico da Zona Norte).

Após cinco temporadas inativo, o Canto do Rio Foot-Ball Club retornará a disputar uma competição na esfera profissional. O Cantusca participará do Campeonato Carioca da Série C de 2016.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1953;

Bicampeão Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1918 e 1926;

Hexacampeão do Campeonato Niteroiense de Futebol: 1933, 1934, 1945, 1948, 1954 e 1968;

Vice campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca: 1962.

Outros Esportes

Tricampeão do Campeonato Estadual de Basquete Feminino: 1979, 1982 e 1983.

 

HINO DO CANTUSCA (Lamartine Babo)

“Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 No estádio formoso de Caio Martins

Há dias de gozo, foguetes clarins

De noite e de dia a turma sorri

Enche de alegria Icaraí (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce, faz cena e causa arrepio

Queimada da praia na hora do jogo

Ela desmaia e pega fogo (oi!)

 Aquela morena do Canto do Rio

Que torce e se agita, garota bonita

Basta o clube empatar ela chora que dói

Foge de Niterói”

Link para ouvir o Hino: https://www.youtube.com/watch?v=cXzkwHgfvVA

 

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Site do Clube – Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Editora Cátedra, s/d. Eduardo Vianna – Marlon Krüger Compassi

 

A Associação Atlética Portuguesa é uma agremiação do Bairro da Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A ideia de Fundação surgiu após os empresários do ramo de sacos vazios e usados Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, em excursão a Santos (SP), no dia 13 de novembro de 1924, terem conhecido a Portuguesa Santista.

Nessa visita, os empresários disputaram, com seus colegas e empregados, uma partida de futebol amistosa com os representantes daquela cidade, que trabalhava no mesmo ramo. O resultado do jogo foi 1 a 1 e serviu de incentivo para a fundação da Portuguesa-RJ, uma vez que a maioria dos participantes do jogo eram portugueses e, ainda vários (da cidade de Santos), eram simpatizantes da Portuguesa Santista.

De volta ao Rio, resolveram se organizar para um “jogo contra”. Foi quando que, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Gomes Teixeira (primeiro presidente ratificado pelos estatutos de 2 de janeiro de 1925), patrões e empregados do ramo de sacaria fundaram um Clube também chamado Associação Atlética Portuguesa. A primeira sede foi na rua Visconde de Itaúna, 201, no centro da cidade (rua extinta para abertura da avenida Presidente Vargas, nos anos 40).

Apesar de ter sido fundada para prática do futebol em 1924, a Associação Atlética Portuguesa somente se filiou a uma liga em 1926. Isso aconteceu na Liga Brasileira de Desportos (LBD), que era uma sub-liga da entidade principal, a Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), que norteava o futebol carioca na ocasião.

 

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Marlon Krüger Compassi

 

O Bicampeão Carioca (1933 e 1966) e Vicecampeão Brasileiro (1985), Bangu Atlético Clube é uma agremiação esportiva, sediada no bairro Bangu na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os ‘Mulatinhos Rosados’ foi Fundado no dia 17 de abril de 1904, com o nome de The Bangu Athletic Club.

O clube alvirrubro manda seus jogos no Estádio Proletário Guilherme da Silveira, mais conhecido como Moça Bonita, com capacidade para cerca de 10 mil pessoas. Seu maior rival no futebol é o America, com o qual disputou por muitas décadas a primazia de ser a quinta maior força do futebol fluminense e com o qual faz o clássico America versus Bangu.

É um dos clubes mais tradicionais do futebol do Rio de Janeiro e um dos pioneiros do futebol nacional a contar com jogadores negros e operários em seu elenco, o que contribuiu de maneira decisiva para a democratização do esporte – então elitista em seus primórdios – no Brasil.

Suas maiores glórias foram as conquistas do Campeonato Carioca nos anos de 1933 e 1966. Além disso, os banguenses somam outros seis vice-campeonatos estaduais e um vice-campeonato no Campeonato Brasileiro de 1985, que foi seu maior feito em uma competição nacional.

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Marlon Krüger Compassi

 

A Associação Atlética Mackenzie College foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundada em 18 de agosto de 1898, por alunos da Universidade Mackenzie, participou por 13 vezes do Campeonato Paulista. O Mackenzie foi o 1º clube fundado no Brasil por brasileiros e para brasileiros para a prática do futebol e o primeiro neste país a praticar o basquetebol.

Em 1896, um professor, Sr. Augusto Shaw, retornava dos Estados Unidos e começava a fazer uma grande propaganda de esportes como o basquete, o futebol e o rugby. Muitos alunos se interessaram por estes “divertimentos” e em 1898 se reuniram para fundar a Associação Atlética Mackenzie College.

Entre os fundadores do Mackenzie estava Belfort Duarte. Esse maranhense, estudante do colégio, foi quem fundou, anos mais tarde, o America Football Club do Rio de Janeiro, além de ter sido o responsável pelo fato de o America ter tantos “clones” pelo Brasil inteiro. Mesmo em São Paulo, Belfort Duarte viria a fundar um América FC em 1916 (que mais tarde se chamaria Tremembé FC). Foram alguns alunos do Mackenzie que introduziram, em 1902, o futebol em Santos e em Sorocaba.

Dentre os maiores ídolos do clube se encontra Manuel Nunes, também conhecido como Neco (apesar de no Mackenzie ele preferia ser chamado de Nunes, pois não jogando no Corinthians ele fala que preferia ser outro, ele atuou em 1915, pois a maioria dos jogadores do Corinthians foram emprestados e outros clubes porque o Alvinegro não disputaria nenhuma Liga aquele ano, somente amistosos).

O Mackenzie foi um dos fundadores da primeira liga de futebol do Brasil, a Liga Paulista de Futebol. Em 3 de maio de 1902 o primeiro jogo oficial da história do futebol paulista e brasileiro foi realizado entre Mackenzie e Germânia, tendo a equipe vencido por 2 x 1 com um gol de Eppingaux, um dos fundadores, que será conhecido para sempre como o autor do primeiro gol oficial do futebol brasileiro.

Em 1920 o Mackenzie se juntou à Portuguesa e formou o Mack-Port. A nova equipe durou 3 anos. Em 1923 a união se desfez e o Mackenzie se retirava de campo.

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – A Bola e o Tempo (Barão Júnior) – Marlon Krüger Compassi

 

O Sport Club Germânia (atual Esporte Clube Pinheiros) foi uma agremiação da Cidade de São Paulo (SP). Fundado no dia 07 de Setembro de 1899, por Hans Nobiling, os irmãos Wahnschaffe, A. Ravache, O. Behmer, Guilherme Kawall, Jorge Riether, Witte, Ernst Deininger e outros.

O desportista, com este grupo de amigos de diversas nacionalidades, resolveu fundar uma equipe de futebol em razão de sua origem: nascido na Alemanha, desejou que seu time recebesse o nome de Germânia, mas como havia portugueses, espanhóis e italianos, entres outras nacionalidades, na fundação houve a opção por chamar o time de Sport Club Internacional para congregar as várias nacionalidades.

Voto vencido, mais tarde Hans, junto com os irmãos Wahnschaffe, afastou-se da equipe. Exatos dezoito dias depois os três fundaram a sua própria equipe. Com o nome de Sport Club Germânia a equipe disputou 26 vezes o Campeonato Paulista de Futebol, conquistando o título nos anos de 1906 e 1915, e chegou a contar em suas fileiras com Arthur Friedenreich, o primeiro craque do futebol brasileiro.

No futebol, o primeiro uniforme titular tinha camisa com a metade direita preta e a metade esquerda azul, calção e meias pretas. Mais tarde adotou camisa com listras verticais azuis e pretas, calção branco e meias pretas. Tinha ainda uniforme reserva com camisa e calção branco e meias pretas.

A equipe viu-se obrigada a mudar de nome no decorrer da Segunda Guerra, quando o governo do Brasil proibiu que equipes existissem com nomes de outros países através da campanha de nacionalização — desta forma, o Palestra Itália de São Paulo tornou-se a Sociedade Esportiva Palmeiras, o de Minas Gerais tornou-se o Cruzeiro Esporte Clube, o Hespanha Foot Ball Club, da cidade de Santos, tornou-se o Jabaquara Atlético Clube e o Sport Club Germânia tornou-se o Esporte Clube Pinheiros.

Com o final da Segunda Grande Guerra e com o advento do futebol profissional, assim como muitas outras equipes da época o Pinheiros optou por se tornar um clube social com suas áreas de recreação e esportes amadores.

 

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Marlon Krüger Compassi

 

Gostaria de confirmar ou entender se este escudo do Santos Futebol Clube, de craques como o Rei Pelé é uma raridade? É de 1931! Peço aos amigos que conheçam a história do Peixe para diluir essa dúvida.

 

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Almanach Tomáz Mazzoni (1931)  Marlon Krüger Compassi

 

Seguindo as especificações da reportagem da Gazeta Sportiva Ilustrada, redesenhei os uniformes seguindo os escudos de cada ano referido da Seleção Brasileira de futebol entre 1914 a 1953.

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Marlon Krüger Compassi

 

A Associação Athletica das Palmeiras foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundada em 9 de novembro de 1902, suas cores eram preta e branca. Foi campeã do Campeonato Paulista da 1ª Divisão por três vezes: em 1909, 1910 e 1915. Seu mais célebre uniforme, tinha camisa branca com uma listra horizontal preta, calção e meias pretas. Também jogou com camisa preta, calção branco e meias pretas.

Jogou ainda com uniforme diverso no título paulista de 1909: camisa com a metade esquerda preta e a metade direita branca, calção branco e meias pretas. Sua característica de time elitista pode ser comprovado pelo fato de que, até 1915, só doutorandos, engenheiros e bacharéis de Direito podiam jogar pelo time paulistano.

FONTES: Gazeta Sportiva Ilustrada – Wikipédia – Mercado Livre – Marlon Krüger Compassi

 

 

Grêmio Esportivo Veronese foi Fundado no dia 1º de Maio de 1942, pelo diretor da Fábrica de Gaitas Veronese, Fiorello Veronese, que era também presidente e técnico do time. O clube usava uniforme nas cores Azul, Preto e Branco ou, em outras oportunidades com camisetas, calções e meias brancas, conforme relata José Luiz Tavares Maciel.

A sede ficava na Rua Machadinho, na Vila Rio Branco (atual Bairro Rio Branco) e o time tinha como apelido:Time das Gaitas, pelo fato de ser financiado pela Fábrica de Gaitas Veronese, cuja sede também ficava no mesmo bairro.

Grêmio Esportivo Veronese foi o primeiro representante da cidade de Canoas no Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão de Profissionais de 1960, terminando na última colocação. Nos 14 jogos disputados, nenhuma vitória. Foram quatro empates e 10 derrotas; marcando 13 gols e sofrendo 31, somando apenas quatro pontos. As equipes de Aspirantes ficou em 7º lugar e a de Juvenil classificou-se na 5ª colocação.

Talvez o fato da péssima campanha na elite do futebol gaúcho acabou colaborando para que no ano seguinte (1961) o Grêmio Esportivo Veronese tenha encerrado suas atividades, deixando uma importante lacuna no futebol de Canoas.

TÍTULOS CONQUISTADOS:

Campeão Canoense de 1952, 1953;

Tricampeão Profissional de Canoas nos anos de 1956, 1957, 1958;

Campeão do Torneio Início de Canoas nos anos de 1952 e 1953;

Campeão Estadual Amador da 5ª Região em 1952;

Campeão Estadual Amor da Região Nordeste em 1952;

Vice-Campeão Estadual de Amadores em 1952;

Vice-Campeão Estadual da Região Nordeste em 1953;

Campeão do Torneio da Semana da Pátria de 1956;

Campeão Metropolitano da Série “B” em 1959;

Campeão do Torneio de Encerramento da Série “B” também em 1959;

Campeão Metropolitano Invicto da Série “B” Juvenil em 1959.

 

FONTES: Acervo de Xico Júnior - Marlon Krüger Compassi

 

O Esporte Clube São José é uma agremiação da cidade de Porto Alegre (RS). O ‘Zequinha’ foi Fundado no dia 24 de Maio de 1913, como Sport Club São José, por um grupo de alunos católicos do Colégio São José de Porto Alegre, derivando daí o nome da agremiação. O 1º campo do clube foi num local chamado “Montanha“, onde se localiza o Hospital Militar, na avenida Cristóvão Colombo, no bairro Floresta. O 1º presidente foi Leo De La Rue, tendo sua gestão entre os anos de 1913 e 1914.

O clube mudou várias vezes sua sede, até que em 1939 foi comprado o terreno do atual estádio. O Estádio Passo D’Areia foi inaugurado em 24 de maio de 1940. Em sua abertura, o São José recebeu o Grêmio, mas perdeu na ocasião pelo placar de 3 x 2. Atualmente o estádio já não possui mais nenhuma arquibancada da época, que era de madeira. No lugar existem 3 arquibancadas, duas nas laterais e uma atrás do gol, esta em direção à avenida Assis Brasil, todas totalmente cobertas, que somadas comportam cerca de 10 mil pessoas.

A sua Sede e o Estádio Passo D’Areia (possui sintética, vistoriada e aprovada pela FIFA em 2011), que ficam localizados na Avenida Assis Brasil, 1.200 – Bairro Passo D’Areia, possui ainda salão de festas, churrascaria, ginásio, piscina e quadras sintéticas de futebol para aluguel, estrutura que muitos clubes do interior não possuem.

As suas é azul e branco (em 1996 adotou o vermelho e branco, uma vez que fez uma parceria com as Tintas Renner e o time se chamava: Renner/São José. Porém, o escudo não sofreu nenhuma alteração).

No final dos anos 1960, houve uma fusão do São José com o Clube de Regatas Almirante Barroso. A agremiação chegou a ser apelidada “Zé Barroso“. O uniforme apresentava camiseta com listras largas azuis e brancas. Nessa época, o Zequinha conquistou um dos maiores títulos da sua história, a Copa Governador do Estado em 1971.

Em 1981, treinado por Vasques, o São José foi campeão da Segundona, conquistando o direito de disputar a Divisão Especial em 1982. O time, porém, enfrentou problemas e foi rebaixado no mesmo ano. Voltou a primeira divisão em 1996, depois de uma parceria com o Renner. Durante esta parceria, o São José usou um uniforme em vermelho e branco como o velho Renner.

Em 1998, num lance de marketing ousado, o São José contratou o centroavante Careca, ex-São Paulo e Napoli para atuar em alguns jogos do Gauchão. O time da Zona Norte tem como principais façanhas ter sido duas vezes vice-campeão do Citadino de Porto Alegre, em 1937 e em 1948, campeão da Copa Governador do Estado, em 1971, campeão do torneio de acesso em 1963, e campeão da Segunda Divisão do Campeonato Gaúcho em 1981. Está na elite do futebol gaúcho desde 1999. Sua melhor colocação na primeira divisão foi um 4º lugar em 2010.

Em âmbito nacional, o São José disputou o Campeonato Brasileiro da Série C nos anos de 1997, 1998, 2001 e 2003 e o Campeonato Brasileiro da Série D em 2009 e 2010. Disputou também a Copa São Paulo de Futebol Juniores, em 2007 e 2008.

No ano de 2006, fez boa campanha no Campeonato Gaúcho, alcançando a classificação para a segunda fase com uma rodada de antecedência. No andamento do Campeonato Gaúcho de 2007, o clube ousou e fez a contratação mais impactante de sua história, ao trazer o experiente e renomado goleiro Danrlei, ex-Grêmio. Para a temporada 2008, outro grande nome do futebol estadual foi contratado, o atacante Fabiano, ex-jogador do Inter, e isso somado a outros bons jogadores, rendeu ao São José novamente o 7º lugar, repetindo a boa campanha de 2006.

O ano de 2010 foi especial para o São José, que conseguiu sua melhor campanha no Campeonato Estadual, com a 4ª colocação, conquistando a vaga para a série D do Campeonato Brasileiro de Futebol, e ainda emplacou o artilheiro do Gauchão 2010. Neste mesmo ano, o São José conseguiu de forma inédita uma vaga para disputar a sua primeira Copa do Brasil, em 2011, beneficiado pelo ajuste das vagas destinadas aos clubes do Rio Grande do Sul.

O São José já participou do Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão em 22 vezes: 1973, 1974, 1975, 1976, 1982, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016.

No Gauchão da Segundona foram 23 oportunidades: 1958, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1967, 1981, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994, 1995, 1999. Por fim, na Série B da 1ª Divisão foram duas participações: 1997 e 1998.

 

FONTES: Wikipédia – Site do Clube – Marlon Krüger Compassi

 
HISTÓRIA
Fundado em 26 de março de 1936, o Aimoré é um dos clubes de futebol mais tradicionais do Rio Grande do Sul. Natural de São Leopoldo, o time realizou sua primeira partida contra o Voluntários, no dia 5 de abril de 1936, e perdeu por 3 a 1. A primeira vitória, no entanto, veio na semana seguinte, no dia 12 de abril do mesmo ano, quando a equipe bateu o 20 de Setembro por 3 a 2.O primeiro presidente foi João Inácio da Silveira. Apesar da fundação ter ocorrido em 1936, o clube passou a ser profissional no ano de 1953, quando recebeu um convite especial do Sport Club Internacional para fazer parte da primeira divisão do futebol gaúcho.
A PEDRA FUNDAMENTAL
A hístoria do novo estádio do Aimoré, passa pelo lançamento da pedra fundamental em 1957, segundo relembra o ex-Presidente, Edmar Kappel, quando havia uma vontade da equipe dirigente em construir um novo estádio na velha Taba Índia, no Bairro Rio dos Sinos. Através do empresário João Correa da Silveira, já na época, um grande colaborador do Clube, o Aimoré conseguiu gratuitamente que a firma Dietschi, Travi (empresa construtora, com sede em Novo Hamburgo ) elaborasse uma planta para a nova praça de esportes.A planta foi concluída e mostrada á diretoria, mas na mesma época, surgiu um movimento com apoio do primeiro Patrono, Lulu Weinmann, Erich Schmidt, Aloísio Boll, e outros aimorésistas, que imaginavam para o clube uma nova e ampla área que a Velha Taba para se construir o novo estádio. Surgiu, então, a possibilidade de se permutar a área do bairro Rio dos Sinos por outra, bem maior, no outro extremo da cidade, em terras pertencentes á Sociedade Padre Antônio Vieira.
O PATRONO
Dificilmente, na existência de um clube de futebol de uma cidade do interior, uma pessoa tenha, há tantos anos, prestado tanta ajuda e colaboração, incentivo e palavras de fé. João Corrêa da Silveira, ex-presidente, conselheiro nato, torcedor desde início dos anos 40, patrono do clube, empresário, tem sido, ao longo dos anos o grande incentivador. Jamais pediu para ser patrono, foi indicado para a honrosa função; nunca, em momento algum, sugeriu que dessem seu nome ao estádio, a denominação aconteceu em 1989. Até hoje, nos momentos difíceis, ele é chamado a ajudar. Jamais negou um auxílio e só lamenta que não possa assistir a todos os jogos da equipe. Muito se poderia e deveria escrever sobre o trabalho e o apoio desde empresário e cidadão benemérito e bairrista, mas não haveria palavras que espelhassem toda sua ajuda, a não ser, em nome do clube, uma só: OBRIGADO, “seu” João. Por tudo o que o senhor fez e ainda fará pelo Aimoré.
O TIME DE 1959
Apenas seis anos após a profissionalização, o Aimoré alcançou sua maior glória. Sagrou-se vice campeão gaúcho da Série A ao perder para o Grêmio, em Porto Alegre, sendo que o time da capital fez o gol do título em uma jogada irregular, aos 47 minutos da segunda etapa. Ainda na década de 1960, o Aimoré realizou grandes campanhas e revelou um dos maiores meias da história do futebol brasileiro, Mengálvio.Em 1962, o atleta foi adquirido pelo Santos Futebol Clube e foi bi-campeão mundial pela seleção brasileira com a linha ofensiva mais famosa de todos os tempos na América do Sul: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.Ainda nesta fase o Aimoré viajou pela América em um torneio onde, enfrentou River Plate e inclusive o campeão mundial Boca Juniors em plena La Bombonera. Placar final 1 a 1.

Até hoje o “ninho de cobras” do Aimoré de 1959 é considerado um dos maiores times da história do futebol brasileiro com uma campanha única de 62 partidas e apenas 3 derrotas na temporada.

DÉCADA DE 70
Depois de ótimas campanhas na década de 1960, o Aimoré manteve-se forte durante toda a década de 1970. Foi nessa época que o clube formou e revelou o então zagueiro Luiz Felipe Scolari, que mais tarde se tornaria um dos treinadores brasileiros mais conceituados em todo o mundo, tendo sido campeão da Copa do Mundo de 2002, no Japão, com a seleção brasileira, e vice-campeão da Euro 2006, com Portugal. Em 1972 o Aimoré se sagrou vice campeão da Taça Governador do Estado.
DÉCADA DE 80
Na década de 1980, o Aimoré experimentou também o sabor das vitórias nas categorias de base. Em 1981 e 1987, o clube conquistou o Campeonato Gaúcho de Juniores (Sub-21). Também nesses dois anos, o elenco profissional foi vice-campeão da Série B do Campeonato Gaúcho.A partir da década de 1990, o Aimoré não conseguiu repetir o bom desempenho em campo das décadas anteriores. Para reestruturar suas finanças, ficou de 1997 a 2006 sem disputar competições profissionais, mas sempre mantendo as categorias de base e todo o seu patrimônio, um dos maiores em clubes gaúchos.Num espaço de tempo de 57 anos, idade do C.E. Aimoré, há uma pessoa que já trabalhou no clube em 11 anos, dando o seu talento e amor ás equipes que orientou, na função de treinador. Este homem chama-se Carlos Benevenuto Froner. Carlos Froner. Froner. “Capitão” Froner.

Seja como chamarmos seu nome, o que importa é que ele é uma legenda viva na existência do Clube, onde, em todos os períodos que atuou na velha Taba Índia, no Rio dos Sinos, onde chegou como treinador em 1949, até o Cristo Rei, foi um formador de craues, um disciplinador, um homem talentoso e profissional. Mais: ganhou amor pelo Clube, o que ele reitera sempre. Ainda em 12 de julho de 1992, quando treinador da equipe principal, Carlos Froner disse em uma entrevista ao repórter Luiz Gonzaga, da Revista RUA GRANDE, entre tantas afirmações, uma frase que emociona.Tenho o Aimoré enraizado em meu coração.Este homem que conquistou títulos para o Clube, desde 1949/50, quando foi bicampeão leopoldense de futebol, até a famosa “Academia Froner” que ele formou em 1959 e foi Vice-Campeã Gaúcha, passando pelas fortes equipes que formou em 60, 61, 62, 63, 66, 89 e 92, revelando craques para o futebol brasileiro e projetando o nome do clube além de fronteiras da cidade, tem extensa folha debons serviços prestados ao Aimoré.

Além das equipes índias que orientou, ele, que começou sua carreira treinando o Grêmio Esportivo Leopoldense, em 1947, atuou, com destaque, treinando os times do Grêmio, Inter, Caxias, Juventude, Esportivo, Cruzeiro (Porto Alegre), Floriano (agora, Novo Hamburgo), Joinville, Chapecoense, Atlético Paranaense, Farroviário, Matsubara, Pato Branco Flamengo, Vasco, Bahia, Vitória (Salvador, Bahia), Santa Cruz (Pernambuco), Ceará, Clube do Remo, e, em 1966, dirigiu a Seleção do resto do mundo, em 1975.

São frases suas, sobre o Aimoré, que revelam, em seudepoimento, todo amor que possui ao Clube, na entrevista concedida em 12/6/1992.

Clube já perdeu muito tempo trazendo jogadores emprestados de clubes maiores e em fim de carreira, sem conseguir boas colocações nas competições que toma parte. Estou aqui para ajudar, para transmitir uma ova filosofia, mais apropriada aos tempos.

Carlos Froner: Durante 11 períodos, treinador do C.E. Aimoré. Uma legenda na história de 57 anos do Clube. Foto menor: recebendo, em 16-12-1985 das mãos do vereador Leoni Flores, autor do projeto de lei, o título de Cidadão Leopoldense, outorgado em sessão solene pelo Governo Municipal, por relevantes serviços prestados ao esporte gaúcho e brasileiro.

É filosofia de trabalhar o jogador que é de casa, formá-lo sem gastar muito com ele para que depois, ele possa ter sucesso em um Clube maior e, assim, proporcionar recursos ao Aimoré.

Dói-me muito ouvir e ler notícias de que o Clube não faz boa campanha. Acho que faz, pois quando aceitei voltar ao Clube, não pretendia só ganhar as partidas, mas, sim, criar jogadores aqui dentro, formando novamente uma Academia de futebol, um celeiro de craques. Acredito que a torcida já está sentindo uma evolução para melhor, pois se esses jogadores forem mantidos, amanhã serão astros do futebol gaúcho.

Comecei, agora, meu trabalho, do marco zero. O Clube atavessa muitas dificuldades e eu preciso entende-las.Mas, formar jogadores é o ideal, pois, para dar um exemplo, em 1966, quando estive também aqui, promovi onze jogadores da equipe juvenil (hoje, chamados juniores) e obtivemos a quarta colocação no campeonato gaúcho e o vice-campeonato no interior.

Nos períodos em que trabalhei no Aimoré, tive a felicidade de formar muitos craques. Relembro, alguns: Mengálvio, que foi para o Santos, em 60, jogar ao lado de Pelé, e depois jogou na Seleção; Abílio, foi para o Palmeiras, o Suli para o Grêmio e depois para o São Paulo. Marino e Fernando, para o Grêmio . Gilberto Andrade, Soligo, Kim e Alfeu, que jogaram no Inter, entre tantos outros nomes que, mais tarde, tiveram projeção estadual.

A maior alegria que vivi no Aimoré aconteceu em meados de 1962, quando fui dispensado do Internacional e vim treinar o Aimoré. O Aimoré era o lanterna do primeiro turno, A equipe saiu campeã do returno, mas, lástima, nada valeu para classificar pois o campeonato era por pontos corridos. Mas, no último jogo, justamente contra o Inter, ainda no antigo estádio dos Eucaliptos, a equipe colorada precisava apenas um empate para ser campeã. O Aimoré deu um banho de bola, chegou a estar vencendo por 3×0 e nossos jogadores chegaram ao ponto de ir tabelando área a dentro do Inter, voltando para nossa defesa, para não fazerem mais gols. No final, ganhamos por 3×1 e o Inter perdeu o campeonato. Foi minha redenção, pois estava muito magoado com minha dispensa que achei precipitada, que poderia ter encerrado minha carreira antecipadamente. Mas, essa vitória, confesso, foi preparada desde o dia em que voltei ao Aimoré. E foi conquistada lá dentro da casa do Inter, diante da torcida deles.

O RETORNO EM 2006
A partir de 2006, com o apoio da Prefeitura de São Leopoldo, o Aimoré voltou ao cenário profissional.
O TÍTULO EM 2012
O ano de 2012 começou com algumas dúvidas no Cristo Rei. O clube iria disputar a Segunda Divisão do Campeonato Gaúcho e houve quem pensasse em não participar da competição para poder reorganizar a “casa”. Mas antes do meio do ano, grandes nomes da história índia se uniram em prol do Aimoré. E o resultado dessa união, foi a conquista do primeiro título oficial do clube. Com uma campanha invejável, com quase 80% de aproveitamento, o Índio Capilé coroou sua campanha em uma final inesquecível contra o Gaúcho de Passo Fundo no Estádio Cristo Rei no dia 18 de novembro de 2012. Vitória índia por 2 a 0 (o Aimoré já havia vencido o primeiro jogo por 3 a 0 em Passo Fundo), gols do volante Toto e do atacante Lukinhas de apenas 19 anos. Diretoria, funcionários, comissão técnica e atletas que participaram da campanha vitoriosa de 2012 jamais serão esquecidos, pois foram eles que proporcionaram ao torcedor índio capilé a honra de soltar o grito de CAMPEÃO.

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FONTES:  Marlon Krüger Compassi – Site Oficial do Clube

 

Encontrei uma foto da Associação Atlética Filhos de Iguaçu de 1943. A novidade está na nomenclatura: Filhos de Iguassú Futebol Clube. O que revela que nos anos 40, o clube trocou a “Associação Atlética” pelo “Futebol Clube“. A equipe Alvirrubra foi  uma agremiação da cidade de Nova Iguaçu, localizado na Baixada Fluminense (RJ), que existiu por meio-século. Fundado numa quarta-feira, do dia 06 de Junho de 1928, tendo a sua Sede ficava na Avenida Santos Dumont, 347 – no Centro.

Os fundadores escolheram o nome “Filhos de Iguaçu” por ser a mesma uma dissidência do Esporte Clube Iguaçu (fundado no dia 17-11-1912). O clube ficava onde o América construiu seu estádio Giulitte Coutinho, no Distrito de Édson Passos, em Mesquita. Vale lembrar que Mesquita era o 5º Distrito de Nova Iguaçu até 25 de setembro de 1999, quando se emancipou.

Após a inauguração da sua primeira sede em 06 de fevereiro de 1934, na Rua Getúlio Vargas, com amplos salões e um luxuoso edifício o clube se tornou uma grande referência no carnaval carioca, onde os seus bailes eram de grande destaque por mais de duas décadas.

  FONTE: Sport Ilustrado

 

 

 

O Clube Bahiano de Tennis é uma agremiação da cidade de Salvador, capital do estado da Bahia. Fundado no dia 28 de Julho de 1916, tem a sua Sede localizada na Rua Oito de Dezembro, 525, no Bairro da Barra, na capital baiana. Entre suas atividades, dedica-se ao futebol, natação e balé. Mas foi idealizado como um clube de tênis em 1916, sendo o pioneiro na implantação desse esporte na sociedade soteropolitana.

No futebol, o Clube Bahiano de Tennis fez história na década de 20. Foi campeão do Campeonato Baiano da 1ª Divisão de 1927. No ano seguinte acabou o vice-campeonato de 1928. No Torneio Início foram três títulos: 1920, 1923 e 1927.

FONTES: Wikipédia - Marlon Krüger Compassi

 

União Sportiva e Porto Velho F.C. eram as duas únicas equipes de futebol que existiam na vila de Porto Velho naquele ano de 1916. E,como era de se esperar, ambos os clubes deram origem ao primeiro clássico local,que parava a pequena vila.

A primeira notícia de um jogo entre os dois adversários aconteceu no dia 7 de setembro de 1916, no campo do Porto Velho Park. O árbitro da partida foi o senhor Isaac Alves e foi oferecido um prêmio ao time vitorioso,a “taça 7 de setembro” oferecida pelo estabelecimento comercial “Casa irmãos Rozas“. Os times foram os seguintes:

União Sportiva: Ribas,Eliziário e Alves; Pedro, Maia e Otávio; Mendonça, Chico, Araújo ,Cruzer e J.H.

Porto Velho: Demócrito, Nascimento e José; Nelson, Alexandre e Possidônio; Arandas, Torres, João, Aristides e Salomão.

O placar final acusou a vitória da União por 2 x 0. O primeiro gol foi marcado por Aldred aos 5 minutos da etapa inicial. Já no segundo tempo, Mendonça toma a bola de Alexandre no centro do campo e,num forte chute, marca o segundo gol da União. No final,a taça foi entregue ao capitão da União, Carlos Mendonça, pela senhora Maria de Lourdes Batalha.

Já um outro registro de um jogo entre os dois rivais, no ano de 1916, foi no dia 26 de novembro. O jogo terminou com a vitória da União de goleada por 5 x 1,na qual houve uma confusão entre os jogadores, fazendo com que alguns atletas do Porto Velho abandonassem o campo,em protesto contra um gol ilegal validado pelo juiz. A partir daquele ano de 1916, o futebol conquistaria rapidamente o gosto dos habitantes de Porto Velho e adjacências e chegava para ficar em definitivo.

Enquanto isso na capital,Manaus, a diretoria da Liga Amazonense de Sports Athleticos, descobriu que havia sido fundado naquela longínqua vila do rio madeira um pioneiro time de futebol chamado União Sportiva. A Liga enviou um ofício ao presidente da União, Carlos Mendonça, que foi recebido no dia 23 de setembro, agradecendo a bela iniciativa dos esportistas do local.

Já em Belém do Pará, o jornal Folha do Norte também soube da fundação da União e desejou votos de prosperidade à nova agremiação, lembrando que o presidente Carlos Mendonça havia sido capitão de um clube de mesmo nome daquela cidade (a União Sportiva de Belém), e que tinha disputado o campeonato paraense de 1915 pelo referido clube homônimo.

 

CLÁSSICO UNIÃO SPORTIVA X YPIRANGA

Com a extinção do Porto Velho F.C.,surgiria um outro adversário para rivalizar com a União: Ypiranga Sport Club. O primeiro encontro entre o União Sportiva e Ypiranga aconteceu em 1919. Na década de 20, esse ‘Clássico’ era uma das principais rivalidades da cidade de Porto Velho e região.

Ambas as equipes realizaram vários confrontos, seja em simples amistosos ou pelo campeonato anual do município. De todos os jogos desse período, se tem o registro de duas partidas em 1926.Uma aconteceu no mês de Fevereiro no estádio Paulo Saldanha. A União Sportiva ganhou com facilidade do Ypiranga por 4 x 2,na casa do adversário.

Esse jogo foi marcado por uma grande confusão.O atacante Leonardo, do Ypiranga, não conseguia se desvencilhar do zagueiro Matta, da União, que o marcava bem de perto. Irritado pela presença do defensor que não lhe dava espaço, Leonardo acabou mordendo a orelha esquerda de Matta, tirando o pedaço. Essa atitude inesperada acabou gerando revolta entre os torcedores que invadiram o campo, fazendo assim com que o juiz finalizasse o jogo.

Já no outro confronto, em Abril, também no estádio Paulo Saldanha, o Ypiranga levou a melhor ao vencer por 2 a 1. Os gols do time da casa foram de Leonardo e Demóstenes,enquanto Oswaldo diminuiu para a União.

Essa rivalidade mostra bem como em tão pouco tempo o futebol caiu nas graças da população local sendo também a principal prática em outras localidades do interior como Guajará-Mirim e Santo Antônio (que na época pertenciam a Mato Grosso).

União Sportiva, Porto Velho F.C. e Jamary (os primeiros clubes) plantaram a semente e incentivaram o surgimento de outros clubes pioneiros como o Ypiranga, Brasil, Noroeste,Fortaleza, entre outros, e, que ajudaram a consolidar o futebol como esporte preferido de toda a área do futuro estado de Rondônia.

 

VISITAS  PIONEIRAS

Somente anos depois do surgimento dos primeiros clubes de futebol de Porto Velho,que clubes de outras cidades e país jogariam pela primeira vez na vila. Em 1925,o Ypiranga (fundado em 1919) convida o Nacional de Manaus para se fazer presente em Porto Velho, na inauguração do estádio Paulo Saldanha,que pertencia ao time local.

A diretoria nacionalina aceita o convite e o clube da capital embarcava no vapor “Aymoré“, rumo á localidade do rio madeira. O jogo realizou-se no dia 11 de outubro e terminou com a goleada do Nacional de 6 x 0.

Já em 1923, pela primeira vez um time de outro país visitava e jogava em Porto Velho.Era um combinado boliviano que jogou,no dia 10 de outubro, com um combinado brasileiro (formado pelos melhores jogadores da vila). O placar final deu como resultado a vitória dos brasileiros por 1 x 0.

 

CRIAÇÃO DE RONDÔNIA

Somente em 1943 que é criado o território do Guaporé, com terras que antes pertenciam aos estados do Amazonas e Mato Grosso. Porto Velho (que até então era um município amazonense) foi escolhida para ser a capital da nova unidade administrativa brasileira e que futuramente se tornaria o atual estado de Rondônia

Quanto ao futebol,surgia na capital rondoniense o Ferroviário (1946) e o Moto Clube (1952) que se tornariam,ao longo do tempo,os dois maiores rivais e campeões da história futebol de Rondônia.

Mas tudo realmente começou no distante ano de 1916,quando aqueles abnegados pioneiros deram o ponta-pé inicial para a origem dos primeiros clubes pebolísticos naquele recanto,na época,esquecido do Brasil.

 

 

FONTE: Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto 

 

Fortaleza Football Club - 1924

Há relatos que apontam que o futebol chegou em Rondônia através de trabalhadores estrangeiros que chegaram à região para trabalhar na construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré,que teve as obras retomadas em 1907 e concluídas no ano de 1912.

Nessa época, Rondônia ainda não existia como unidade político-administrativa. Porto velho era uma pequena cidade,situada às margens do rio madeira,que pertencia ao estado do Amazonas.

Após a conclusão das obras da estrada de ferro,muitos trabalhadores foram morar em Porto Velho. É no ano de 1916 que surge oficialmente o primeiro clube de futebol de Porto Velho e de toda a região que seria futuramente o estado de Rondônia:a União Sportiva.

É em maio de 1916 que um grupo de jovens e de trabalhadores fundavam a União Sportiva que adotou o preto e branco como cores e tinha sua sede social localizada na casa de número 3 da companhia Madeira-Mamoré. A primeira notícia de uma reunião do novo clube aconteceu no dia 28 de maio daquele ano, quando foi eleita sua primeira diretoria.O campo oficial da União chamava-se Porto Velho Park.

No dia 9 de julho de 1916,membros das colônias inglesa e americana(que eram funcionários da empresa que administrava a estrada de ferro),organizaram um festival esportivo em homenagem à data da independência dos Estados Unidos,em 4 de julho.

As equipes titular e reserva da União Sportiva, realizaram um jogo de abertura do festival.O jogo ocorreu no campo Porto Velho Park,e o time titular da União ganhou por 3 x 1. Se destacaram nesse duelo os jogadores Alexandre,Eliziário e Nascimento.

Até aquele momento,a União Sportiva era o único clube de futebol na vila de Porto Velho.Mas eis que em agosto de 1916, um outro grupo de jovens fundavam um novo clube para rivalizar com o já existente: era o Porto Velho Football Club, fundado pelo mato-grossense Nelson Silva e adotou as cores azul e branco.

Também nesse mesmo período era fundado o Jamary Football Club, da localidade de mesmo nome. O Jamary realizou um jogo com a União no dia 6 de agosto de 1916, no campo do Porto Velho Park. O placar final acusou a vitória da União Sportiva por 2 x 1.

Ainda se tem uma outra notícia de um jogo do Jamary, no dia 13 de agosto,contra o Porto Velho Football Club.Tudo indica que o Jamary encerrou as atividades ainda em 1916.

 

FONTES: Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto - Sport Ilustrado

 

EC Vitória
História: O Início

Um dos primeiros clubes brasileiros, o Club de Cricket Victoria foi fundado no ano de 1899, em um a noite chuvosa do dia 13 de maio, quando os irmãos Valente, Arthur e Arthêmio, reuniram um grupo de amigos formado pelos mais representativos jovens da sociedade baiana, no casarão da família, no Corredor da Victória. Onde, hoje, está localizado o Edifício Casablanca.

O encontro reuniu os jovens Adolfo Irineu dos Santos, Alberto Teixeira, Antônio Almeida, Antônio Guimarães, Augusto Francisco Lacerda, Carlos Carvalho, Carlos Teixeira, Herbert Filgueiras, Joaquim Costa Pinto, Joaquim Chaves, Jorge Wilcox, Juvenal Teixeira, Leobino Cavalcante, Octavio Rabelo, Pedro Almeida, Quintino Ferreira, Arthur Valente, Arthêmio Valente (primeiro presidente, eleito por aclamação) e Fernando Kock (que veio assumir a presidência 18 dias depois).

Como quase todos residiam no bairro da Vitória, no centro de Salvador, optaram pelo nome Victória, pela forte influencia da língua inglesa na época e por se tratar de uma equipe de críquete, esporte inglês muito disputado pela colônia britânica que residia em Salvador.

Essa modalidade esportiva era apreciada pelos baianos da época, mas era praticada estritamente pelos ingleses, restando aos brasileiros a tarefa de buscar e repor as bolas no campo, como gandulas privilegiados. O que gerava uma marginalização dos brasileiros neste esporte. Com o intuito de combater essa discriminação, foram sugeridos nomes e cores patrióticas para o Club de Cricket Victória, como o verde e amarelo. Mas a dificuldade em encontrar tecidos nessas cores fez com que fosse escolhido o preto e branco como as cores do Club.

Em outubro de 1901, José Ferreira Júnior, conhecido como Zuza, retorna da Inglaterra trazendo o Futebol. Reúne alguns amigos que jogavam críquete e promove o primeiro “baba” registrado em Salvador, no Campo da Pólvora. Anos depois Zuza chegou a jogar pelo Victória em partidas amistosas.

Logo em 1902, o Victória adotou o futebol como modalidade, assim como o atletismo, a natação e o remo. Ainda nesse ano, a agremiação mudou de nome para Sport Club Victória, pois o críquete já não era a único esporte praticado; e adota as cores vermelho e preto por sugestão do Sr. Cesar Godinho Spínola, vindo do Rio de Janeiro e ex-remador do Flamengo.

 

História: Primeiro Jogo e Primeiro Título

 

Em 13 de setembro de 1902, o Vitória realizou sua primeira partida de futebol vencendo o São Paulo Bahia Football Club por 2×0, na inauguração do Campo dos Mártires – atual Campo da Pólvora, “quando foram vivamente aplaudidos, saindo de campo nos braços dos seus admiradores e sob os beijos das ilustres senhorinhas que lá estiveram”, comentou o jornal Correio do Brasil.O futebol era um esporte amador em todo o Brasil nessa época, tendo se profissionalizado apenas em 1933. Mas em 1905 foi fundada a Liga de Bahiana de Sports Terrestres, com quatro clubes: o Sport Clube Bahiano, o Clube Internacional de Críquete, o São Paulo Bahia Football Club e o Sport Club Victória. O primeiro título do Victória no Campeonato Baiano, organizado pela Liga, foi em 1908 (com 100% de aproveitamento), seguido do bicampeonato em 1909.A PROFISSIONALIZAÇÃO
Os Esportes Olímpicos continuaram sendo a prioridade do Sport Club Victória até o início dos anos 50, quando o futebol deixa de ser uma categoria amadora e em 1953 monta uma equipe profissional, que viria a conquistar o Campeonato Bahiano deste ano (o primeiro a ser disputado integralmente na Fonte Nova). Era o início da paixão do rubro-negro pelo futebol do seu clube. Ainda na década de 50, o Vitória levantou as taças de 1955 e 1957.
História: Os Anos 80 e o Barradão
O início dessa década anunciou mudanças favoráveis para o Vitoria. Foi nesse período que começou uma gestão voltada para a conquista de um antigo sonho Rubro Negro: ter um estádio próprio. Junto a uma maior valorização das categorias de base. Tais decisões representaram os primeiros passos para a mudança do Vitória e da história do futebol na Bahia. Nessa década o Vitória ergueu as taças de 80, 85 e 89.Um dos fatos marcantes desta década aconteceu no dia 1º de agosto de 1985, quando o clube lançou o seu novo Hino, de autoria do compositor Walter Queiroz Júnior. Era a campanha “Este hino vai levantar o Estádio”, que pretendia arrecadar recursos para a conclusão do Barradão. E em 1986 o Estádio Manoel Barradas é inaugurado, dando continuidade ao projeto do Complexo Esportivo da Toca do Leão, que depois passou a se chamar Complexo Esportivo Benedito Dourado da Luz, iniciado no final dos anos 70.A primeira vez que o Vitória entrou no campo do estádio “Manoel Barradas”, que acabou por se popularizar como o famoso Barradão, foi no dia 19/07/85 para treinar, pois, em sua primeira etapa, esse estádio configurou-se como local de treinamentos; que ate então, eram realizados em outros campos. Nesses primeiros anos de vida o Estádio Manoel Barradas quase não era utilizado, nem mesmo para amistosos, tendo sido realizado apenas quatro jogos durante esse período no templo rubro-negro. Reinaugurado em 1991, quase todas as partidas restantes do Campeonato Baiano desse ano passaram a ser realizadas no Barradão, quando o mando de campo era rubro-negro. Porém, no início do ano de 1992, os jogos voltaram a ser realizados na Fonte Nova, com o argumento de que, a iluminação do Manoel Barradas impedia partidas que começassem após as 15 horas, sendo possível a realização de jogos apenas nos finais de semana.No entanto, em 1994 acontece implantação do sistema de iluminação do Estádio Manoel Barradas e a sua ampliação, habilitando definitivamente o Barradão a receber qualquer partida de futebol e se consolidando, de vez, como Estádio. Combatendo duramente a resistência de muitos em aceitarem o campo como oficial do Vitória, chega-se ao ano de 1995 e, finalmente, conquista-se o mando de campo do clube para seu estádio que passou a ser um grande símbolo de mudança na história do futebol da Bahia.
Desse momento em diante, só deu Vitória.
História: A Década da Consolidação Rubro Negra
Reflexo do que foi feito nos anos 80, na década de 90 o Vitória já havia alcançado sua independência financeira e fortaleceu as suas divisões de base, com isso os resultados foram aparecendo. Foram seis Campeonatos Baianos conquistados durantes esses 10 anos: 1990, 1992, 1995, 1996, 1997 e 1999.O ano de 1993 foi um marco para o Vitória. Com um elenco que mesclava garra e juventude, o rubro negro fez um Campeonato Brasileiro memorável, superando times como Flamengo, Santos e Corinthians. A Final foi contra o poderoso Palmeiras (cuja equipe era o esqueleto da seleção brasileira daquele ano), que venceu as duas partidas e também o Brasileirão de 94. Mas, independente do revés na Final, o time de 93 é lembrado com muito carinho pelos torcedores rubro negros. Comandado por Fito Neves o time que jogou a primeira final tinha: Dida – Rodrigo, João Marcelo, China, Renato Martins – Gil Sergipano, Alex Alves, Paulo Isidoro, Roberto Cavalo – Pichetti e Claudinho.
O primeiro Tricampeonato Estadual foi conquistado em 97, ano em que também ganhou o primeiro título da Copa do Nordeste; vencendo o Bahia nas finais de ambas as competições. Dois anos depois, na comemoração do seu centenário o Vitória sagrou-se novamente Campeão do Nordeste e teve uma bela participação no Campeonato Brasileiro de 1999, quando foi 3º colocado. Depois de passar pelo Vasco, com direito a um 5 x 4 inesquecível, considerado por muitos o melhor jogo da Era Barradão; perdeu a primeira e ganhou a segunda partida da semi final contra o Atlético Mineiro, sendo eliminado na última e decisiva partida. A nível local, a divisão do Título Baiano daquele ano, entre Bahia e Vitória, não foi suficiente para manchar o aniversário de 100 anos do Vitória. Mas para fechar bem o século, o rubro negro conquista o Campeonato Baiano de 2000.
História: Hegemonia Estadual no Século XXI
Entramos no século XXI e o Esporte Clube Vitória se firma como o time, do Brasil, com o maior número de títulos da primeira década desse novo século. Apenas em 2001 o Vitória não conquistou nenhum troféu. Em 2002 e 2003, veio o bicampeonato baiano, além da Copa do Nordeste de 2003.O ano de 2004 foi de altos e baixos. Esperava-se muito do time no ano. E o início foi empolgante: ganhou o estadual, a Taça Estado da Bahia de 2004, ficou na ponta do Campeonato Brasileiro e chegou às semifinais da Copa do Brasil. Mas o segundo semestre foi catastrófico levando o time ao rebaixamento para a Série B.Em 2005 se concretizou o tão almejado Tetracampeonato Estadual, com o time invicto. Jogando a Série B, a equipe lutou para se classificar para a próxima fase, mas nas cinco últimas partidas o Vitória só somou um ponto e depois de uma série de combinações de resultados, acabou rebaixado para a Série C.Mas logo no ano seguinte, com um elenco formado por apostas e revelações o Vitória conseguiu a ascensão a Série B. Porém, em 2007, todos sabiam da competitividade daquela Série B, mas o time manteve uma grande regularidade, permanecendo na ponta da tabela durante quase todo o campeonato, o que resultou na volta do Vitória a elite do futebol brasileiro.De 2007 a 2010, o rubro negro conquistou novamente o Tetracampeonato Estadual. E teve boa participação no Brasileirão de 2008, terminando na décima posição e se classificando para a Copa Sul americana do ano seguinte, quando também garantiu a participação no campeonato continental de 2010.A hegemonia no Estado se consolida em 2010 conquistando, pela segunda vez na década, o Tetracampeonato Baiano, vencendo o Bahia na Final. Esse time também conseguiu chegar, pela primeira vez na história do Clube, à Final da Copa do Brasil; mas o triunfo por 2 x 1 contra o Santos, não foi suficiente para erguer a Copa, pois o badalado time da Vila Belmiro havia vencido por 2 x 0 o primeiro jogo em Santos.Na volta do Nordestão em 2010, que não era disputado desde 2003, o Vitória participou da competição, e mesmo com a equipe “B” e ganhou o seu quarto título regional. Mas o segundo semestre voltou a ser traiçoeiro com rubro negro. Pelo Campeonato Brasileiro o Vitória tropeçou e acabou sendo rebaixado na última rodada
FONTES: Site do clube –  Marlon Krüger Compassi
 

Esporte Clube Ypiranga é uma agremiação da Cidade de Salvador (BA). O Aurinegro, clube do coração de Jorge Amado (um dos maiores escritores do país), é o 3º clube com mais títulos baianos, depois doBahia e do Vitória, com 10 conquistas. E também um dos mais tradicionais clubes baianos. No início do século XX, jovens excluídos da sociedade por vários motivos, principalmente por fatores étnicos, sociais e econômicos e por conta disso, impedidos de participaram de clubes de futebol no Brasil.

Com isso, decidiram fundar um clube que unisse o povo pobre da cidade em detrimento dos privilégios das elites, surgiu o Sport Club Sete de Setembroem 17 de abril de 1904, mas que em 07 de Setembro de1906, surge uma nova equipe, agora chamada de Sport Club Ypiranga, nome escolhido por causa da conjuntura nacional do momento.

A partir daí então o Esporte Clube Ypiranga figurou como destaque no cenário baiano, ganhando 10 títulos estaduais (sete de forma invicta), assim como também 10 vezes ficou como segundo colocado. Já no Campeonato Baiano da 2ª Divisão, o clube detém 2 títulos, um conquistado em 1983 e outro em 1990 (de forma invicta). A categoria Juvenil do Ypiranga também conquistou diversos títulos ao longo dos anos.

FONTES: Wikipédia –  Marlon Krüger Compassi

 

Mais um distintivo enviado por Marlon Krüger Compassi do ano de 1943. O Clube de Natação e Regatas São Salvador é uma agremiação da cidade de Salvador (BA). Fundado no dia 1º de Setembro de 1902, tem a sua Sede localizada na Avenida Men de Sá, 16, no Bairro da Ribeira, em Salvador, CEP: 40420-240 – Telefone: (71) 314-2507.

A equipe alviverde mandava os seus jogos no Estádio Campo da Pólvora, com capacidade para 2 mil pessoas. O São Salvador participou de algumas edições do Campeonato Baiano da 1ª Divisão, obtendo um vice em 1905, e o Bicampeonato: 1906 e 1907. Atualmente, dedica-se às atividades nos esportes aquáticos.

HISTÓRIA

Foi seu idealizador e fundador Torquato Corrêa, ao regressar do Rio de Janeiro, onde remava pelo Clube de Regatas Flamengo. Notando a falta de clubes náuticos nesta capital, onde existia apenas o Esporte Clube Vitória com uma pequena flotilha, resolveu consultar alguns amigos e no dia 1º de Setembro de 1902, na sua residência na Piedade fundou o Clube de Natação e Regatas São Salvador.

Animado com a grande adesão de associados, voltou ao Rio de Janeiro e de lá trouxe duas canoas e aos domingos e feriados no Porto dos Tainheiros se exercitavam os amadores e amantes do novo esporte, despertando grande interesse público.

Em janeiro de 1905, devido a um mal entendido, 20 associados do Esporte Clube Vitória deixam o clube, e se transferem para o São Salvador, sendo criada a seção de futebol sob a direção de Carlos Costa Pinto. Conquistando logo a preferência do público, tornou-se a sociedade esportiva mais querida da época.

Nesta mesma ocasião, por proposta de Arthur Moraes, são mudadas suas cores de amarelo e preto para o branco e verde, que adota até hoje. Em 1905 tomou parte no 1º Campeonato Baiano de Futebol no Campo da Pólvora sagrando-se vice-campeão. No ano seguinte levanta o título, e no outro o bi-campeonato.

No remo era o “Bicho Papão” levantando quase todas as regatas. Com o correr dos tempos, deixou o futebol devido a extinção da Liga Bahiana e a decadência no remo, sofreu o alviverde algumas crises, perdendo a liderança para o E. C. Vitória. Agora o C.N.R. São Salvador se reorganiza, voltando a ocupar o seu lugar de destaque nos meios náuticos para alegria da sua grande torcida.

CAMPO DA PÓLVORA

Surgiu em 21 de Outubro de 1901 quando José Ferreira Junior, o Zuza Ferreira, improvisou um campo de futebol no Campo da Pólvora, que até então era denominado de Campo dos Mártires. Zuza marcou o espaço do gol com duas pedras grandes, dez metros entre uma e outra, sendo também disputado o primeiro jogo.

Em 30 de outubro de 1903 foi disputada a primeira partida internacional, por marinheiros americanos que se encontravam em Salvador e um combinado anglo-brasileiro. Em 9 de abril de 1905, o Campo se tornou oficial com os jogos realizados da Liga Baiana de Esportes Terrestres (atual Campeonato Baiano).

A estreia foi com um jogo realizado entre Internacional e Vitória, com uma vitória de 3 a 1 do Internacional. O Campo da Pólvora não tinha arquibancada. O público se posicionava pelos quatro cantos do campo que era “cercado” por cadeiras onde se sentavam as senhoras, além disso o público tinham que se vestir a rigor, pois o futebol naquela época era feito para a elite. Atualmente, o Campo da Pólvora foi demolido para dar lugar a uma estação do futuro metrô da capital baiana, a Estação Campo da Pólvora.

 

FONTES: Wikipédia – Confederação Brasileira de Remo – Marlon Krüger Compassi

 

Outra Contando com a importante ajuda do internauta Marlon Krüger Compassi é o escudo de 1943 da Associação Atlética da Bahia. É uma agremiação da cidade de Salvador (BA). O clube Alvianil foi Fundado no dia 04 de Outubro de 1914. A sua Sede fica localizada na Rua César Zama, 316, no Bairro da Barra Avenida, na capital baianaNa esfera futebolística, a AA Bahia foi campeão do Campeonato Baiano da 1ª Divisão em 1924; campeão do Torneio Início de 1928; e vice-campeão Estadual quatro vezes: 1921, 1922, 1923 e 1925.

FONTES: Site do clube – Wikipédia - Marlon Krüger Compassi

 

Contando com a preciosa colaboração do internauta Marlon Krüger Compassi, segue um escudo inédito da Associação Desportiva Guarany de 1943. O Alvinegro foi uma agremiação da cidade de Salvador (BA). Fundado no dia 12 de janeiro de 1920, o Guarany mandava os seus jogos no Estádio Roberto Santos​. Na história do futebol baiano, o clube possui dois títulos: Campeão do Campeonato Estadual da 2ª Divisão (1939) e da Primeira Divisão (1946).

 

FONTES: Wikipédia – Marlon Krüger Compassi

 

O Treze Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Campina Grande (PB). Fundado no dia 07 de Setembro de 1925, tem a sua Sede e o Estádio Presidente Vargas, localizados na Rua Teixeira de Freitas, s/n, no Bairro São José, em Campina Grande.

 HISTÓRIA

Início do Futebol em Campina Grande – O futebol foi introduzido em Campina Grande no ano de 1913, quando Antônio Fernandes Bioca trouxe a primeira  bola de futebol e, juntamente com alguns amigos, organizou um grupo que começou a praticar o novo esporte. Esse grupo começou a treinar em junho deste mesmo ano num campo que ficava onde hoje é a rua João Pessoa. Bioca também foi o responsável por organizar o primeiro clube de Campina, o “High Life”. Nesse período surgiram vários outros times e foram disputadas diversas partidas.

FUNDAÇÂO

No dia 7 de setembro de 1925, Bioca se reuniu com mais doze desportistas em sua residência e fundaram um novo clube de futebol. Nessa mesma reunião foi aclamado Presidente interino do clube Antônio Fernandes Bioca, Orador o Dr. Luiz Gomes da Silva e o Secretário Sr. Alberto Santos. Ficou também determinado que seria marcada uma outra reunião em uma próxima data.

O PORQUÊ DO NOME ‘TREZE’

Foi nessa segunda reunião, acontecida no dia 20 de outubro de 1925 também na residência de Bioca, onde foi colocada em discussão qual seria o nome para este clube. E a proposta aceita foi a do Sr. José Casado que disse: “que o clube deveria tomar o nome de Treze Futebol Clube, em virtude de ter sido este número coincidido os fundadores que são Treze pessoas”.

TÍTULOS

Campeonato Paraibano (16 títulos)
1940 / 1941 / 1950 / 1966 (Invicto) / 1975 / 1981 / 1982 / 1983 / 1985 / 1989 / 2000 / 2001 / 2005 / 2006 / 2010 / 2011

Campeão módulo amarelo Torneio Paralelo CBF
(equivalente à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro)
1986

Torneio Pernambuco Paraíba
1961

Torneio Paraíba – Rio Grande do Norte
1980

 

FONTES:  Filatélica Zeppelin - Museu Virtual do Esporte de Campina Grande – Site do clube

 

O Guaíba Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Getúlio Vargas (RS). O ‘Papai’ foi Fundado no dia 1º de Maio de 1949. O seu início no Campeonato Citadino foi avassalador, conquistando seis títulos em oito anos. O Guaíba disputou alguns Campeonato Gaúcho de Amadores, na década de 50.

Em 1964, o clube Alviverde se fundiu com o Tabajara Futebol Clube, dando origem ao  Tabajara Guaíba Futebol Clube – TAGUÁ. Contudo, 35 anos depois, a fusão foi desfeita, em 1999.

FONTES: Blog Times do RS – Arquivo da F.G.F. (Federação Gaúcha de Futebol)

 

O Olaria Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Novo Hamburgo (RS). Fundado na segunda-feira, do dia 11 de Outubro de 1948, teve como 1ª Sede a Rua Onófre Pires, 112 – Bairro Ouro Branco. Atualmente, a sua Sede fica na Rua João Correa, 64 – Vila Kroeff, no Bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo. O Olaria foi Bicampeão do 3º Categoria do Diretório da Cidade de 1955. O clube disputou o Campeonato Gaúcho da 3ª Divisão.

 

FONTES: Blog Times do RS – Arquivo da F.G.F. (Federação Gaúcha de Futebol)

 

 

O Clube Esportivo Juventude é uma agremiação da cidade de Garibaldi (RS). O clube tricolor (nas cores verde, branco e vermelho) foi Fundado na sexta-feira, do dia 24 de Fevereiro de 1944. A sua Sede própria na Avenida Presidente Vargas, 404, no Centro da cidade. O principal título aconteceu no ano de 1965, quando se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho de Amadores, da Série Azul.


 FONTES:http://galeriadoscampeoes.xpg.uol.com.br/ – Times do RS – Sérgio Zarro - Arquivo da F.G.F. (Federação Gaúcha de Futebol)

 

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