FONTE: Jornal do Commercio 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Página do clube no Facebook 

 

FONTE: Página da Liga Paulista de Futebol no Facebook 

 

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A Sociedade Esportiva Curuçá Andreense é uma agremiação da cidade de Santo André, no ABC Paulista (SP). Em 2015, o Andreense Sport Clube (Fundado em 13/04/2013) fez fusão com o Sociedade Esportiva Curuçá, time do futebol amador da cidade. A data de Fundação que ficou valendo é referente ao segundo time: 11 de Janeiro de 1956.

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O Caieiras Esporte Clube é uma agremiação do Município de Caieiras (SP). Fundado no dia 04 de Março de 2016, o 1° time de futebol profissional da cidade. Trata-se de uma iniciativa privada liderada pelo empresário regional Junior Tavares, que além de presidente fundador do clube, também é investidor da empreitada já que sua empresa, a Service Eletrônica, é o patrocinador principal do time.

As cores do Caieiras são azul e amarelo, as mesmas da bandeira da cidade. E os jogos do time, em parceria com a prefeitura, serão mandados no Estádio Municipal Carlos Ferracini. O uniforme, também apresentados no evento, será confeccionados pela Kamppo, empresa de material esportivo.

O clube já nasce com a perspectiva de um grande ano pela frente. A equipe está filiada à LFP (Liga de Futebol Paulista) e terá um grande desafio, pois já inicia em maio a disputa da Taça Paulista, competição organizada pela liga e que reúne 32 times do estado de São Paulo e que termina em dezembro.

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O Grêmio Esporte Clube de Ourinhos, um novo clube localizado na cidade de Ourinhos (SP). Fundado em Agosto de 2015, pelo ex-jogador Murilo Oliveira.

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O Academia Futebol Futuro é uma agremiação da cidade de São José do Rio Preto (SP). Fundado no dia 22 de Janeiro de 2010, é presidido por Luis Rogério Lopes.

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O Talentos 10 Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Bauru (SP). Fundado no dia 1º de maio de 1997, em uma parceria com a Prefeitura de Bauru, na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEMEL). A associação foi frequentada por criança e jovens de 05 (cinco) a 21 (vinte e um).

A associação tem mais de 18 anos de funcionamento, o projeto conseguiu atingir mais de 150 atletas em clubes profissionais do Brasil, atletas este que passaram pelo projeto. O Projeto atende atualmente mais 350 alunos entre elas crianças e jovens de 07 a 17 anos onde a maioria é vivem em áreas de vulnerabilidade social, realizado na cidade de Bauru selecionando atletas da cidade e região.

O objetivo é formar futuros atletas da modalidade, com um trabalho de Formação de Atletas para Clubes Profissionais e revelação a curto, médio e em longo prazo, descobrindo talentos para os clubes de futebol no Brasil, onde serão trabalhados em competição Municipal, Regional, Estadual e Profissionais.

FONTE: Página do clube no Facebook

 

O Raça Sport Club é uma agremiação da cidade de Campinas (SP). Fundado no dia 05 de Abril de 2004, na cidade de Hortolândia, inicialmente como um projeto social que utilizava o futebol como ferramenta de inclusão, dando oportunidades a garotos de 05 a 17 melhorar seu desempenho esportivo e os capacitando a ingressar em clubes de futebol. Logo se tornou referência em sua região como equipe formadora de talentos e também pela participação de muitas competições e conquista de títulos pelo estado.

No início do ano de 2016 o Raça evoluiu e se tornou um dos mais novos clubes profissionais de futebol do estado de São Paulo ao se filiar a Liga Paulista de Futebol. Ao se tornar clube profissional o Raça definiu como metas resgatar o futebol arte, utilizar em seu elenco profissional 70% de seus jogadores formados na base do clube, sendo que grande parte deverá ser das cidades que compõem a região de Campinas.

FONTE: Página do clube no Facebook

 

FONTE: Página da Liga Paulista de Futebol no Facebook

 

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FONTE: Página da Liga Paulista de Futebol no Facebook

 

FONTE: Página da Liga Paulista de Futebol no Facebook

 

FONTE: Página do clube no Facebook

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho ou Estádio de Moça Bonita é um estádio de futebol localizado na Rua Sul América, nº 950 – no bairro de Bangu, na Zona Oeste do Rio (RJ). Foi inaugurado no dia 17 de novembro de 1947, para substituir o antigo Campo da Rua Ferrer, do Bangu Atlético Clube.

A primeira partida no Estádio Moça Bonita só ocorreu em 12 de dezembro de 1948, na partida vencida pelo Flamengo sobre o Bangu por 4 a 2. O primeiro gol no estádio foi de Joel Resende, do Bangu.

O Estádio de Moça Bonita teve capacidade de 15 mi pessoas, mas atualmente o número de ingressos é reduzido pelas condições de segurança do público. O recorde de público (não confirmado) é de 32 ml espectadores, na partida entre Bangu e a Seleção Brasileira, no dia 14 de março de 1970, que terminou empatada em 1 a 1.

O estádio passou por reformas para o Campeonato Carioca de 2012 com instalação de cadeiras oriundas do Maracanã e reformas nos vestiários, banheiros, cabines de imprensa, sistema de iluminação e gramado.

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

 

O Campo da Rua Ferrer foi o 1º campo de jogo do Bangu Atlético Clube, localizado próximo ao atual Estádio de Moça Bonita, em frente ao antigo prédio da Fábrica Bangu, que tinha como seu proprietário o espanhol João Ferrer.

Foi inaugurado em 13 de maio de 1906, na partida amistosa Bangu 2 a 0 Riachuelo e também ficava localizado na frente da sede social do Bangu. A “cancha encantada da Rua Ferrer”, como era chamada pelo compositor e locutor esportivo Ary Barroso, que igualmente referia-se ao campo do Bangu como o “alçapão da Rua Ferrer” e afirmava: “Ganhar lá é muito difícil, porque os mulatinhos rosados botam a gente prá correr!”

Suas arquibancadas de madeira sofreram um incêndio em 1936, tendo sido reinauguradas em 1937 e abrigando jogos até 1943, quando o terreno onde ficava foi vendido pela Fábrica Bangu, sua proprietária.

Em 7 de outubro de 1937 o Bangu inaugurou seus refletores em partida contra o America, que terminou com vitória americana por 3 a 2.A sua capacidade é desconhecida nos dias atuais, mas considerando a base de dados do site Estatísticas do Fluminense, o recorde de público entre Bangu e Fluminense se deu na vitória do Bangu por 5 a 3 em 22 de agosto de 1943, quando 8.206 torcedores pagaram ingressos, números estes que não incluem os sócios do Bangu.

FONTES: Site do Clube – Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Princesa Isabel Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). A sua primeira Sede ficava na Rua Lima Bacurí, 290, no Centro. Depois, o clube mudou para Rua Dr. Almínio, 185, no Centro, literalmente transversal ao endereço anterior. Fundado no dia 11 de Maio de 1930, por Jorge de Brito Inglês Bonates, ou simplesmente Jorge Bonates, que foi presidente por mais de quadro décadas.

Disputou 12 vezes o Campeonato Amazonense da 1ª Divisão: 1948, 1949, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1957, 1958 e 1959. Também esteve presente na Segundona Manauara em duas oportunidades: 1960 e 1961. Posteriormente passou a disputar o Campeonato do Departamento Autônomo Manauara até o final dos anos 70.

FONTE: Jornal do Commercio  

 

Tijuca Clube foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). O ‘Time dos Rodoviários’ ou Grêmio Cajutí foi Fundado no dia 19 de Junho de 1939, por um grupo de desportistas: Jari Guimarães; Raimundo Rebelo de Souza; Almério José Ferreira Diniz; Walter Rodrigues Ferreira; José Orofino; Mario Orofino; Carlos Julio de Oliveira; Ildefonso Pereira Filho.  O Tijuca participou do Campeonato Amazonense de Futebol, em sete edições: 1942, 1943, 1944, 1945, 1946, 1947 e 1948.

FONTES: Mercado Livre – Jornal do Commercio  

 

O Atlético El-dorado Clube foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). A sua Sede ficava localizada na Rua Monsenhor Coutinho, s/n, no Centro da cidade. “Os Papagaios” foi Fundado no dia 28 de Setembro de 1941, pela família Rebelo de Souza.

O El-dorado jogava no Campo General Ozorio, onde participou do Campeonato Amazonense da 1ª Divisão, oito vezes: 1946, 1947, 1948, 1949, 1950, 1951, 1952 e 1953. Dentre essas edições a sua melhor colocação aconteceu em 1949, quando terminou com o vice-campeonato Estadual.

FONTE: Jornal do Commercio  

 

FONTE: Jornal do Commercio  (15 de Agosto de 1950)

 

O São Raimundo Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Manaus (AM). A sua Sede fica localizado na Rua 5 de Setembro, s/n, no Bairro de São Raimundo, em Manaus. O Tufão foi Fundado oficialmente no dia 18 de Novembro de 1918, logo após do fim do “boom” da Borracha em Manaus.

O nome deve-se ao bairro, que por fim deve este nome ao santo, que nasceu em 1204 na Espanha. O bairro em Manaus foi, por muito tempo, latifúndio da Igreja Católica, no século XIX, até que migrantes nordestinos viessem lá residir. São Raimundo está localizado à 200 metros do Centro Antigo de Manaus, separado deste pela Ponte Fábio Lucena, que só foi inaugurada em 1986.

Em 1915 Francisco Rebelo e o Professor Assis fundam o Risópolis Clube Recreativo. Mais tarde, em maio de 1918, mudam o nome para Risofóles, que meses depois acaba; transformando-se finalmente num nome que identificasse o proletário bairro, daí o nome de São Raimundo.

Alguns dos fundadores do São Raimundo são: Sr. Belmiro Costa, Sr. Olímpio Carvalho, Sr. Carlos Frederico, Sr. José Quincas, Sr. Vidal, Sr. Sena e Sr. Queiróz. O presidente desse novo clube era o “batalhadorFrancisco Rebelo.

O maior e mais ferrenho rival do “ Tufão – como o clube é conhecido – é o Sul América do bairro vizinho da Glória, que desde 1932. A 1ª Sede do São Raimundo localizava-se na mesma “Rua da Ponte“, rua 5 de setembro. Antes desta data, as reuniões eram em locais aleatórios.

O São Raimundo, ou “Mundico“, ou “Tufão“, ou ainda, “São Rai” só chegou na Primeira Divisão da antiga FADA em 1955, disputando no ano seguinte junto aos “grandes” de Manaus. Dono de uma torcida apaixonada, que mesmo quando o São Raimundo deixou de participar dos campeonatos amazonenses (de 1980 a 1983 e 1994 e 1995) nunca deixou de torcer pelo seu time e em ter esperança de sua volta aos gramados.

O São Raimundo, atuando a apenas 5 anos no profissionalismo arrebatou o Título Amazonense de 1961. O outro título viria 5 anos depois, em 1966, sendo o 1º campeão profissional do Amazonas, que neste campeonato tinha a recém criada FAF (Federação Amazonense de Futebol). Esse campeonato só terminou em 1967.

Durante muitos anos, o “Tufão” foi o dono da quarta maior torcida do estado, atrás de Nacional, Rio Negro e Nacional Fast. Com a sua definitiva volta aos estádios em 1996, o clube fez com sua torcida quintuplicasse em números e pode-se dizer hoje que está no mesmo nível do Nacional e do Rio Negro, sendo que nos últimos 4 anos, sempre esteve nas primeiras posições em presença nos estádios. Note-se que o Bairro de São Raimundo possui cerca de 10 mil moradores.

Após o titulo estadual de 1966, o clube passou por diversas crises econômicas. Tanto é que nos anos 80, o clube quase vendeu seu estádio e o mesmo quase fecha suas portas.O São Raimundo a partir de 1996 “renasceu” para o Amazonas.

Ivan Guimarães e Manecs – o primeiro, radialista -, colocaram a idéia para a presidência do Tufão de se criar um Departamento Autônomo dentro do clube. Orlando Saraiva (então presidente do São Raimundo) mais os outros diretores acataram e acreditaram na idéia.

A partir daí o São Raimundo rapidamente chamou ninguém mais, ninguém menos que um dos maiores treinadores do Brasil: Aderbal Lana, inscreveram o “Tufão” no Campeonato Brasileiro da Série C de 1996. Os resultados foram ruins naquele primeiro momento, mas a dupla continuou seu trabalho incessante, que deu frutos no tricampeonato amazonense (1997/98/99), no 3º lugar na última Copa Conmebol em 1999 e no vice-campeonato brasileiro na Série C desse mesmo ano, culminando com o acesso à Série B. Obteve excelentes resultados. O Sao Raimundo Esporte Clube ficou durante vários anos na serie B do campeonato brasileiro.

 

FONTES: Site do clube – Jornal do Commercio

 

O Auto Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). O “Clube Motorizado” foi Fundado no dia 16 de Setembro de 1950, por profissionais de volantes de Manaus. A sua 1ª Sede ficava na Rua Visconde de Mauá, nº 81/ 1º andar. Depois se transferiu para a Praça Oswaldo Cruz, nº 17 (sobrado), ambos no Centro de Manaus. 

Em 1955, Cláudio Coelho e um grupo de jogadores campeões pelo América de Manaus (no ano anterior) migraram para o Auto Esporte, onde foram campeões no ano seguinte e em 1959. Depois deste título, foi caindo de produção, até que, em 1964, com o advento do profissionalismo, extinguiu seu time de futebol.

Em 1961, o Auto Esporte venceu o 2° em 3 turnos, garantindo o direito de decidir o título com o São Raimundo. Nessa final, o Auto Esporte perdia para o Rio Negro por 3×1 quando alguns torcedores do “Clube Motorizado” invadiram o campo aos 10 minutos do 2° tempo, insatisfeitos com a atuação do árbitro José Pereira Serra. A partida foi suspensa e retomada 4 dias depois, com Dorval Medeiros no apito. Não houve alteração do placar e o título ficou com o São Raimundo.

Time campeão de 1956: Vicente, Guarda e Gatinho; Juarez Souza Cruz (Jaime Basílio), Gilberto e Gioia; Silvio (Gildo), Gordinho, Osmar, Sadoval e Nicolau. Jogaram ainda: Mário Matos, Anacleto, Moacir, Osmar e Ruy (goleiros) e Clemente. Técnico: Cláudio Coelho.

Time campeão de 1959: Alfredo, Valdér e Gatinho; Nonato, Almério e Guilherme; Totinha, Osmar, Gordinho, Caramuru e Manoel Conte. Jogaram ainda: Chagas, Sandoval, Guarda, Claudionor, Nonato e Ronaldo. Técnico: Cláudio Coelho.

Nove participações na 1ª divisão do estadual: de 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962 e 1963 (último ano do amadorismo). Bicampeão Amazonense da 1ª Divisão: em 1956 e 1959.

Curiosidades

Artilheiros do campeonato estadual: em 1959, Gordinho (Mário da Cruz Gordinho), com 25 gols (o 2° colocado, Pratinha, do Nacional, fez 15 gols); em 1961, Nonato, com 10 gols.

Maiores artilheiros por campeonato: 1956: Osmar, 13 gols, 3°; 1957: Gordinho, 26 gols, 3°; Osmar, 25 gols, 4°; 1958: Sandoval, 6 gols, 2°; 1959: Gordinho, 25 gols, 1°; 1960: Osmar, 9 gols, 3°; Totinha, 8 gols, 5°; 1961: Nonato, 10 gols, 1°; 1962: Coelho, 6 gols, 3°; 1963: Torrado, 12 gols, 3°.

FONTES: Wikipédia – Jornal do Commercio (AM)

 

FONTE: Jornal do Commercio (AM)

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTES: Blog Botões para Sempre  - Jornal do Commercio (AM)

 

FONTE: Jornal do Commercio (AM)

 

O Nacional Atlético Clube é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Suas cores do uniforme são o azul e branco, e ao seu escudo acrescenta o vermelho. Fundada em 1919, a agremiação é uma das mais tradicionais da capital paulista. Foi campeão paulista da Terceira Divisão (atual A3) em duas oportunidades: 1994 e 2000, da Segunda Divisão em 2014 e da Copa São Paulo de Futebol Júnior em 1972 e 1988. Atualmente disputa a Série A3 do Campeonato Paulista.

 

FONTES & FOTO: - Wikipédia -  Mercado Livre

 

O Nacional Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Manaus (AM). A sua Sede fica na Rua São Luís, s/n, no Bairro de Adrianópolis, em Manaus. Fundado no dia 13 de janeiro de 1913, como dissidência do antigo Manaos Sporting Club, e com objetivo de abrir espaço para brasileiros praticarem futebol, em uma época no qual o esporte era quase que exclusividade dos ingleses que viviam na capital amazonense.

Suas cores são o azul e o branco, e seus mascotes são a águia e o leão, este último o mais reconhecido e, por isso, o clube é conhecido pela sua torcida como o “Leão da Vila Municipal“, em homenagem ao então bairro da Vila Municipal (atual Adrianópolis), onde fica seu patrimônio social.

É um dos clubes mais tradicionais do Estado de Amazonas, sendo atualmente o recordista em número de títulos estaduais, com 43 conquistas, incluindo um hexacampeonato entre 1976 e 1981. Foi o primeiro clube do Norte do país a disputar a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, e é a equipe amazonense que mais disputou essa divisão principal do futebol nacional, tendo disputado um total de 14 edições da competição. Na Copa do Brasil, o Nacional esteve em 16 edições, também um recorde para equipes locais. Por esses feitos o Nacional é conhecido como o 3º maior clube da Região Norte e o maior do Amazonas.

É também o clube de melhor estrutura dentre os clubes esportivo-sociais do Amazonas e ainda dono da maior torcida no Amazonas entre equipe locais e a terceira maior da região norte. Seu principal rival no futebol é o Rio Negro, com quem mantém a maior rivalidade do futebol amazonense e um dos maiores clássicos do norte do país.

 

FONTES: Wikipédia – Jornal do Commercio (AM)

 

FONTE: Jornal do Commercio (AM)

 

O Labor Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). O “Pavão de Constantinópolis” foi Fundado na década de 50, por funcionários da Usina Labor, liderados por Otilio Farias. A sua Sede e o Estádio Otilio Farias (antigo Campo Uzinal) ficavam situados nos fundos da Usina Labor, no Bairro de Constantinópolis (atual Educandos), em Manaus. Extinto por volta de 1965. O seu maior rival era o Educandos Atlético Clube. O Labor participou de cinco edições do Campeonato Amazonense da 1ª Divisão: 1957, 1958, 1959, 1962 e 1963,

DEBUTA NA ELITE AMAZONENSE EM 1957

O Labor dirigiu um pedido para a F.A.D.A. (Federação Amazonense de Desportos Atléticos), no dia 29 de maio de 1957, a fim de debutar no Campeonato Amazonense da 1ª Divisão daquele ano. Dois dias depois a entidade máxima do futebol Baré aceitou.

O que foi especulado na época é que o principal fator que ajudou o Labor a ingressar foi o seu estádio, uma vez que existia uma escassez de bons estádios, e como o Labor contava com o “Alçapão de Constantinopolis(alcunha do estádio), facilitou a decisão ser favorável ao ingresso a Primeira Divisão Fadense.

Após toda a celeuma, o Labor realizou um amistoso nos seus domínios, diante do tradicional Nacional, então Vicecampeão Estadual de 1956, no sábado, dia 1º de junho de 1957. E o Labor mostrou que não se limitava apenas a ter um bom estádio. No final da peleja, goleou o Nacional por 4 a 1. O árbitro da partida foi Álvaro Maranhão, e contou com uma Renda de Cr$ 18.342,00. Vale registrar que antes desta partida, o Labor havia enfrentado o Fast Club por duas vezes, no seu campo, e também saiu invicto (foram dois empates).

No entanto, tal decisão acarretou descontentamentos de outras equipes, como por exemplo, do Climax, da Segunda Divisão, que pediu o seu desligamento da F.AD.A. por se sentir desprestigiada.

Além do Labor, outras quatro equipes conseguiram adentrar na Elite Amazonense: Clipper, Atlético Guanabara, Barés e Independência Futebol Clube. Com isso, o Estadual de 1957 contou com a participação de 14 clubes, todos da capital de Manaus:

Atlético Guanabara Clube (Bairro de Constantinópolis/ Santa Luzia – Fundado no dia 27 de Abril de 1952);

Atlético Barés Clube

Auto Esporte Clube

Atlético Clipper Clube (Rua Visconde de Porto Alegre, no Centro);

Educandos Atlético Clube (Rua Inocêncio de Araújo, 137 - Bairro de Constantinópolis);

Independência Futebol Clube

Labor Esporte Clube (Bairro de Constantinópolis);

Nacional Fast Club

Nacional Futebol Clube

Olímpico Clube

Princesa Isabel Esporte Clube (Rua Lima Bacurí, 290, no Centro);

Santos Futebol Clube 

São Raimundo Esporte Clube (Bairro de São Raimundo);

Sul America Esporte Clube

Time-base de 1957-58: Simões (Jorge); Pancrácio e Roberval; Bacca (Vivaldo), Chagas (Alberto) e Branco; Boy (Max), Esterlirio (Gravata), Aluisio (Santos), Olavo (Carioca) e Valdomiro.

 

Ainda em 1957, o Labor realizou a sua primeira partida em nível nacional. O clube enfrentou a Seleção do Acre, na tarde de domingo, no dia 22 de Dezembro de 1957, no Estádio Parque Amazonas, em Manaus. No final, melhor para os Acrianos que venceram por 3 a 2. Gols de Gravata, de cabeça, e Olavo, de pênalti para o Labor; enquanto Roberto, duas vezes, e Fuéd marcaram para os visitantes.

 

Além do Estadual de 1957, também participou das edições de 1958, 1959, 1960, 1961, 1962 e 1963. Durante esse período foi campeão do Torneio Início Amazonense Juvenil de 1960; e campeão da Série B, de 1961.

Em 1961 o Labor já dava sinais de que a sua extinção estava começando a ganhar os primeiros contornos. Após uma campanha ruim, na temporada anterior, o que se falava por de trás dos bastidores era que o clube poderia não disputar o Estadual.

No final, o Labor confirmou a sua presença. Mas para disputar a Elite do Futebol Amazonense, o Labor precisaria lutar pela vaga com o Expressinho, campeão da Segunda Divisão, numa melhor de quatro pontos. Por fim, o “Pavão de Constantinópolis”  conseguiu vencer o 1º jogo por 3 a 2 e no segundo, novo triunfo por 4 a 1. Gols de Fabio e Hilton, ambos dois gols cada; enquanto Charuto fez o tento de honra do Expressinho.

Nesta foto é possível ter uma ideia de como era o Estádio Otilio Farias

Apesar de ter vencido e permanecido na Primeira Divisão, o Labor foi inserido na Série B, que não era a Segundona, uma vez que já existia uma, mas também não enfrentou as principais equipes. Ou seja, uma “competição paralela“.

A organizadora da competição: a F.A.D.A. mais uma vez realizou um campeonato longo e confuso como nas edições anteriores. Voltando ao Estadual da Série B de 1961, começou bem vencendo os seus dois primeiros jogos: 3 a 1 no Internacional e 1 a 0 no Clipper. No final, a equipe comandada por Luiz Fortaleza venceu os três turnos e faturou o título com uma rodada de antecipação. O time campeão: Simões; Pancrácio e Roberval; Chumbinho, Santos e Zica; Ofir, Calango, Neves, Cleves e Ailton.

Mesmo assim, o Labor teve que enfrentar o América, último colocado na Série A, para retornar a Primeira Divisão. Venceu o 1º jogo por 2 a 1 e o último pelo placar de 4 a 1, retornando a elite amazonense.

No Estadual de 1963, o Labor começou mal os dois turnos e deu uma melhorada no terceiro. Chegou a liderar até a derrota suada para o Rio Negro por 1 a 0. A partir daí a equipe caiu de rendimento.

Em 1964, o Labor deixou o profissionalismo. Disputou o Campeonato Manauara de Amadores, também sob a tutela da F.A.D.A. No Grupo B, terminou o 1º turno em segundo lugar, atrás do Estrela do Norte (apenas os campeões das Chaves A e B avançavam para a decisão do turno).

Após essa competição o Labor foi gradativamente sumindo do noticiário até se extinguir, deixando um vazio para os moradores do Educandos. Na década de 70, surgiu um outro Labor Esporte Clube, também do mesmo bairro, que participou do campeonato amador, mas sem nenhum vinculo com o anterior.

 

FONTE: Jornal do Commercio (AM)

 

TORNEIO INÍCIO AMAZONENSE DE 1958

O Torneio Início Amazonense foi realizado na tarde de domingo, do dia 16 de Novembro de 1958, no Estádio Parque Amazonas, em Manaus. A competição contou com a participação de 13 clubes.

No final, quem levantou a taça foi o Sul América Esporte Clube, que venceu a Série B, derrotou na decisão o Santos Futebol Clube, vencedor da Série A, pelo placar de 1 a 0. Abaixo os resultados  dos jogos das Séries A e B:

 

SÉRIE A (Jogos da Manhã)

1º Jogo: Princesa Isabel   2          x          3          Educandos

Gols (pênaltis): Clóvis o Educandos e Bololô para o Princesa Isabel.

 

2º Jogo: Santos F.C.        1          x          0          Guanabara

Gol: Melo.

 

3º Jogo: Internacional                 1          x          0          América

Gols: Haroldo.

 

4º Jogo: Educandos          0          x          2          Santos F.C.

Gols: Pedrinho e Gessê.

 

5º Jogo: Santos F.C.        2          x          1          Internacional

Gols: Melo e Tupã para o Santos; Bina  para o Internacional.

 

 

SÉRIE B (Jogos da Tarde)

 

1º Jogo: Sul América       3          x          2          Clipper

Gols (pênaltis): Zamundo para o Sul América e Valdir para o Clipper.

 

2º Jogo: São Raimundo  1          x          0          Fast Club

Gol: Beleleu.

 

3º Jogo: Nacional              3          x          2          Labor E.C.

Gols (pênaltis): Jaime para o Nacional e Moacir para o Labor.

 

4º Jogo: Sul América       3          x          2          Auto Esporte

Gols (pênaltis): Zamundo para o Sul América e Guarda para o Auto Esporte.

 

5º Jogo: Nacional              3          x          2          São Raimundo

Gols (pênaltis): Jaime para o Nacional e Beleleu para o São Raimundo.

 

6º Jogo: Sul América       1          x          0          Nacional

Gol: Zamundo.

 

7º Jogo: Sul América       1          x          0          Santos F.C.

Gol: Chicão.

FONTE: Jornal do Commercio (AM).

 

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