FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Equipe do Continental de 1970, onde vê-se, a partir da esq., agachados: Orlando Ribas, Alvino Maros, Ivo Linzmeyer (Ratinho), Pedro Tabalipa e Erico Duffeck; em pé: Nelson Munch, Alvino Vieira Martins, Francisco Ribas, Waldemiro Liebl, José Borges, Braulio Muller e Padeirinho.

FONTE: Blog Osmair Bail “Rio Negrinho no Passado”

 

A Sociedade Esportiva Ipiranga, de Rio Negrinho, Santa Catarina, que brilhantemente se tornou o “Leão da Serra” tendo já vencido todos os quadros da Liga Mafrense de Desportos (LMD), em 1951, a qual é filiado, vitórias alcançadas consecutivas: Peri Ferroviário (3 a 2 e 4 a 3); Clube Atlético Operário (3 a 1 e 6 a 2); Ipiranga Futebol Clube (4 a 2 e 3 a 1); Dom Pedro II (6 a 1) e Três Barras (3 a 2).

S.E. Ipiranga, foto posada (Acima)EM PÉ (da esquerda para a direita): Técnico Tonico, Afonsinho, Cordeiro, Vigário, Gaspar, Braz e Martinho. AGACHADOS (da esquerda para a direita): Hermes, Mitseh, Werner, Calico e Três Barras. Sentado: Toniquinho (mascote do clube).

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Há 65 anos o Flamengo fazia história. E não foi em território brasileiro. O time rubro-negro excursionou pela Europa, passando por Suécia, Dinamarca, França e Portugal e acumulou 10 jogos, dez vitórias; marcando 32 gols e sofrendo apenas quatro; saldo de 28 tentos.  Esta equipe serviu de base para a que conquistou o tricampeonato Estadual em 53, 54 e 55.

Começou em 16 de maio em Estocolmo (Suécia) e terminou em 17 de junho, em Lisboa (Portugal). Vitória mínima sobre o Malmoe e finalizou com triunfo de 3 a 0, sobre o Belenenses (POR). O artilheiro do Flamengo foi Hermes com nove gols; depois tivemos Esquerdinha com sete; Índio e Adãozinho com cinco; Nestor com três; Pavão, Aluísio e Larson (contra).

16/05/51

Estocolmo (SUE)

Malmoe

0

X

1

Flamengo

20/05/51

Estocolmo (SUE)

A.I.K.

1

X

6

Flamengo

23/05/51

Estocolmo (SUE)

Malmoe

0

X

2

Flamengo

27/05/51

Sundval (SUE)

Seleção do Norte Sueca

1

X

2

Flamengo

1º/06/51

Boras (SUE)

Elfsborg

0

X

3

Flamengo

05/06/51

Copenhague (DIN)

Dinamarca

0

X

2

Flamengo

08/06/51

Halmstad (SUE)

Halmiar

0

X

2

Flamengo

10/06/51

Norkoping (SUE)

Norkoping

1

X

6

Flamengo

13/06/51

Paris (FRA)

Racing Paris

1

X

5

Flamengo

15/06/51

Lisboa (POR)

Belenenses

0

X

3

Flamengo

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Marlon Krüger Compassi

 

Esporte Clube Nacional (acima o Primeiro escudo, descoberto pelo Pesquisador Douglas Marcelo Rambor) é uma agremiação da cidade de Cruz Alta (RS). O ‘Leão da Serra’ foi Fundado no dia 17 de Março de 1941, a sua Sede fica na Rua Coronel João de Deus, 185 – no Bairro: Vila Nova, em Cruz Alta. O seu Estádio é Morro dos Ventos Uivantes, com capacidade para 1.500 pessoas.

A sua maior conquista foi o título do Campeonato Gaúcho da Série B em 1957. O clube também possui um vice-campeonato na Segundona em 1959. No Campeonato Citadino de Cruz Alta, o Nacional faturou 13 títulos: 1943, 1944, 1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1953, 1957, 1959, 1960, 1961 e 1971.

FONTE: Marlon Krüger Compassi

 

 

O Esporte Clube Paladino foi uma agremiação da cidade de Gravataí (RS). O ‘Mais Querido’ foi Fundado no dia 20 de Abril de 1927, como Sport Club Paladino, por um grupo de jovens amigos com o propósito de estruturar uma sociedade para agregar a comunidade gravataiense, tendo como ‘carro-chefe’ o futebol.

A sua Sede ficava na Rua Venâncio Aires, s/n, no Centro da cidade. O Paladino foi Campeão do Campeonato Citadino de 1948. Na esfera profissional disputou o Campeonato Gaúcho da 3ª Divisão duas vezes: 1967 e 1968.

Dois anos depois, em 1970,  o clube encerrou suas atividades futebolísticas e passou a se chamar Paladino Tênis Clube (Rua João Maria da Fonseca, 85, no Bairro Passo das Pedras). Além da atuação no futebol, o Clube tornou-se conhecido pelos antigos carnavais, bailes de debutantes e o famoso Halloween do Paladino.

FONTES: Blog Times do RS – Site do Paladino Tênis Clube – Marlon Krüger Compassi

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

A Sociedade Esportiva Noroeste foi uma agremiação da cidade de Campo Grande (MS). Fundado em 1943, na Rua 14 de Julho, nº 3.447, no Centro da cidade, pelo ferroviário Algentino José Nepomuceno. A escolha das cores foi o verde, vermelho e branco, da camisa do Fluminense e o nome ‘Sociedade Esportiva‘, por causa do Palmeiras.

No Campeonato Citadino de Campo Grande da 1ª Divisão, organizado pela LEMC (Liga Esportiva Municipal Campo-grandense), o Noroeste num espaço de oito anos foi campeão em seis oportunidades: 1947, 1949, 1950, 1952, 1953 e 1954.

Depois, surgiu outro time de ferroviários: o Clube Atlético Ferroviário. Então, em meados da década de 70, com a divisão de Mato Grosso em dois (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), os dois clubes resolveram fazer uma fusão, dando origem ao CAN – Clube Atlético Noroeste (Sediado na Rua 14 de Julho, nº 3.268, no São Francisco, em Campo Grande).

HISTÓRIA

Dos trilhos do trem ao samba no pé. Da ferrovia ao campo de futebol. Pelas locomotivas que passaram há décadas por onde hoje é a varanda de quem nos conta a história, chegava um time de futebol e uma escola de samba. Separados por anos, unidos por serem irmãos, o Sociedade Esportiva Noroeste e a Igrejinha tinham muito mais em comum do que as cores vermelha e branca. Nasceram do apito, que avisava que o trem iria partir.

Valfrido de Almeida, mais conhecido como Dudu, tem 69 anos. É ele quem conta a história que se passou sobre os trilhos do trem no quintal de casa. A residência na rua 14 de Julho tem os fundos para a rotunda, à frente para o movimento de carros e dentro de si a marca de ter sediado duas grandes criações.

Ex-ferroviário, foi maquinista que se guiava mais pelo ritmo do samba do que o barulho nos trilhos. Irmão de Algentino José Nepomuceno, a família dedicou o trabalho à ferrovia e a vida ao futebol e Carnaval. “Eu fui jogador, mas amador. Parei agora, há poucos anos, mas quem fundou o Noroeste foi meu irmão e nesta casa aqui. Eu? Eu sou mais conhecido é pelo Carnaval”, se apresenta Dudu.

A casa de número 3447 na região da Esplanada Ferroviária tem história. Tem bola, tem lantejoula, tem samba e grito de gol. O irmão, de apelido “Argentino” morreu aos 86 anos e coube ao Dudu contar o futebol que veio com o trem da Noroeste.

“Meu irmão era palmeirense. Os caras aqui em Campo Grande tinham um time no Rio e o outro em São Paulo. Eu não, já sou bairrista, sou comercialino. Ele fundou a Sociedade Esportiva Noroeste e escolheu as cores verde, vermelho e branco, da camisa do Fluminense e o nome ‘Sociedade Esportiva’, por causa do Palmeiras. Eram os dois times dele”, relembra.

O ano de tudo isso, segundo conta o livro “Futebol, uma Fantástica Paixão, de Reginaldo Alves de Araújo, foi 1943. A diretoria era composta pelo engenheiro Arlindo Sampaio Jorge como presidente, o escriturário João Ezequiel Monteiro, na vice-presidência, o contador Pedro Alves, de tesoureiro e o ferroviário Algetino Nepomuceno como diretor social. Na história dos troféus, o Noroestão, como foi conhecido, se consagrou como campeão nos anos de 1947, 1949, 1950 e levou o tricampeonato de 1952 a 1954.

Time posado em 1950 - EM PÉ: Chico Preto, Eufrázio, Formiguinha, Lúcio, Hélio e Rubens. AGACHADOS: Alfredo, Zé Lito, Arlindo, Caneca e Nelsinho.

“Eram os campeonatos da LEMC (Liga Esportiva Municipal Campo-grandense), que incluía o Comercial, Operário, Primeiro de Maio, Alfaiates, Motoristas. Era a primeira divisão e lá estava o Noroestão. Jogava só ferroviário. Porque eu não jogava? Eu era menino ainda. Ele fundou o time porque a nossa família sempre foi de festa, nossos avós sempre foram de agitação”, explica.

O Noroestão teve astros, em 1947 o time era formado por Rubens, Hélio, Lúcio, Eufrázio, Dominguinho, Chico Pretro, Alã, Aquiles, Adolfo, Ademir e Zelito. O técnico era Benedito Lebrinha e até massagista tinha, Rodolfo. Em 1950, além da formação anterior, a equipe também contava com Formiguinha, Zé Lito, Arlindo, Caneca e Nelsinho.

“Aí, no decorrer dos anos, o time foi ficando velho. Entraram novos ferroviários e eles formaram um time de novatos, eram os ‘filhos’, digamos assim, o Clube Atlético Ferroviário. Depois de uns anos, para não ficar essa história de dois times, eles fundaram um só. E como ia ser o nome? Tiraram o Sociedade Esportiva e ficou o Clube Atlético Noroeste, o CAN.

O mesmo livro que descreve os anos dourados do futebol campo-grandense, conta que foi em 1955 que o time dos novatos saiu à campo. Criado pelo inspetor de tráfego da Noroeste, Lázaro, os jogadores eram novos de idade e de fôlego. Por anos, os dois disputaram como ferrenhos adversários. O Noroestão nunca mais alcançou título e nem o recém formado time. O resultado foi que o troféu não fora mais erguido pela nação ferroviária. Foi daí a ideia de fundar as duas equipes, vinda do escriturário João Ezequiel Monteiro, aí predominou o nome mais recente: Clube Atlético Noroeste.

Os anos não são os mesmos e nem estão juntos na mesma década, mas foi do futebol amador de Dudu que nascia a escola de samba Igrejinha, a ideia surgiu de jogadores que usavam chuteiras no Carnaval de 1975, quando o desfile era realizado na rua 14 de Julho, conta o fundador.

“Nós tínhamos um time chamado ‘Lá Vai Futebol Clube’. Fomos jogar bola e depois todos nós fomos assistir ao Carnaval. Quem desfilou em Campo Grande foram duas escolas de Corumbá, uma delas a Império do Morro, que existe até hoje e não desfilou nenhuma de Campo Grande. No palanque, falamos e aí, vamos lá? E anunciaram que ano que vem sairia uma escola de samba de Campo Grande, que não iria precisar buscar lá em Corumbá”.

A lembrança traz uma risada tímida. De nostalgia, de saudade, de quem se lembrou como o futebol virou samba. “E o nome: como vai ser? Nos perguntamos. ‘Lá vai bola’ não ia dar. Então vamos dar Igrejinha? E Igrejinha não tem nada a ver com igreja. Não existe igrejinha e nem igrejinha, significa fuxico, mexerico”, narra.

Do nome ao samba-enredo, foi um ano de preparação, como já havia sido anunciada, salvo engano de Dudu, pelo radialista Ramão Achucarro, era preciso honrar a palavra e mostrar que Campo Grande sabia também fazer samba. “E as cores, como vai ser? Como era quase todo mundo comercialino, falamos, vamos por vermelho? Aí eu lembrei do meu irmão e falei vamos por vermelho, verde e branco? Mas tiramos o verde, ficava muito gasto, eram três cores. E a Igrejinha foi a escola mais querida, era formada por ferroviários, funcionários dos Correios e policiais na época”, lembra.

Na primeira saída, a escola, segundo Dudu deu show. Mostrou o que era comissão de frente e cantou um samba chamado “Bandeirantes Estrelizado”. “O pessoal nem sabia o que era porta-bandeira, mestre-sala, samba-enredo. O pessoal não cantava, só batia. Foi aqui em casa que a gente formava o carro alegórico e a Igrejinha foi, na minha gestão, campeã 10 vezes consecutiva”, fala com orgulho.

Campo-grandense de nascença, o parto de Dudu foi feito ali, na mesma casa que abrigou tanto balanço. Fosse pelo passar do trem, pela comemoração dos títulos do Noroestão à formação da Igrejinha.

E se não fosse a Noroeste? Pergunto para Dudu. “Eu acho que se a gente não estivesse aqui, não tinha acontecido isso. O trilho passava aqui, aqui. Os meus vizinhos brincam que daqui eu não posso mudar, que eu não posso morrer. Eu penso que se não tivesse a Igrejinha, não ia ter nem Carnaval em Campo Grande. Se eu gosto daqui? Aqui é a minha vida, aqui”, frisa como quem quer deixar claro o amor à Capital e principalmente aos trilhos da Noroeste.

 

FONTES & FOTOS: Revista Sport Ilustrado – Campeões do Futebol – Campo Grande NewsAcervo Academia Sul-mato-grossense de Letras -Livro: ‘Futebol, um Fantástica Paixão – A História do Futebol Campo-grandense’, de autoria de Reginaldo Alves de Araújo

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

SÃO CRISTOVÃO              0          X         4          AMÉRICA

LOCAL: Estádio de Figueira de Melo, em São Cristóvão – Zona Norte do Rio (RJ)

DATA: Domingo, do dia 19 de novembro de 1950

CARÁTER: 2º Turno do Campeonato Carioca de 1950

RENDA: Cr$ 67.680,00

ÁRBITRO: Mário Vianna (FMF)

SÃO CRISTOVÃO F.R.: Altair, Doutor e Torbis; Geraldo, Olavo e Waldir; Lino, Carlyle, Darci, Rato e Reginaldo. Técnico: Afonsinho

AMÉRICA F.C.: Osni, Joel e Miguel; Rubens, Osvaldinho e Godofredo; Natalino, Maneco, Dimas, Ranulfo e Jorginho. Técnico: Délio Neves

GOLS: Natalino; Jorginho; Joel e Geraldo, contra (América)

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Passagem Esporte Clube é uma agremiação do Município de Neópolis (SE). O “Tricolor de Neópolis(verde, branco e grená) foi Fundado no dia 06 de Fevereiro de 1948, por funcionários da fábrica de Tecidos Peixoto Gonçalves & Cia., localizado na Vila Operária da Passagem, no município de Neópolis, Sergipe. A equipe manda os seus jogos, no Estádio Dr. Roberto Peixoto, ‘Vila Passagem’, com capacidade para 4 mil pessoas.

Na década de 50, o Passagem foi uma das mais importantes equipes do futebol sergipano. A sua maior glória aconteceu no ano de 1950, quando se sagrou campeão do Campeonato Sergipano da 1ª Divisão. Quatro anos depois faturou o vice-campeonato estadual (1954).

A fábrica de tecidos funciona normalmente e a vila tem aproximadamente 440 casas de conjunto e um belo campo de futebol, também conhecida como Vila Passagem. Atualmente, o”Tricolor de Neópolis” competições amadoras, não mais participando de campeonatos na categoria profissional.

 

FONTES & FOTOS: Revista Sport Ilustrado – Página da Vila Operária da Passagem no Facebook

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

O Estádio da Rua Campos Sales (Rua Campos Sales) é o antigo campo do America Football Club, que ficava localizado no bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente o local é a Sede do clube.

O primeiro clube a utilizar o Campo da Rua Campos Sales foi o Oriental, que mandou colocar cercas de arame farpado ao redor do campo, que também era utilizado pelo Haddock Lobo.

Com dissolução do Oriental, o Haddock ficou como único clube a jogar no campo que pertencia ao Doutor Francisco Satamini, professor de Física da Faculdade de Medicina e nome de rua do bairro da Tijuca, que o alugava, primeiro ao Oriental, clube que esteve ativo por curto período de tempo, depois ao Haddock Lobo.

Após a fusão com o Haddock Lobo (na verdade uma incorporação, exceto pelo fato do America ter adotado a cor vermelha do outro clube) com o Haddock Lobo, o America passou a jogar nesse campo, situado na Tijuca, tendo sido a sua casa entre 1911 a 1961, quando o clube rubro comprou o Estádio Wolney Braune, também conhecido como Estádio do Andaraí.

PRIMEIROS LANCES DE ARQUIBANCADA

Em 1924, o campo americano ganhou as primeiras arquibancadas de cimento, com o America tornando-se o segundo clube carioca a dar esse conforto e segurança para seus sócios e torcedores, embora ainda tivessem em sua estrutura algumas arquibancadas em madeira, que seriam retiradas por ordem da polícia em 1943, quando foram proibidas por conta de acidente de superlotação na rua Figueira de Melo, em partida envolvendo o time da casa e o Flamengo, medidas que atingiram, além do America, os clubes do Bangu, Bonsucesso, Flamengo e São Cristóvão.

As primeiras partidas oficiais registradas no antigo Campo da Rua Campos Salles, foram válidas pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão de 1911, a primeira em 21 de maio.

Já a primeira partida do America no Campo da Rua Campos Sales foi no dia 27 de agosto de 1911, na vitória sobre o Rio Cricket por 3 a 1, com os gols americanos tendo sido marcados por Costa, Belfort Duarte (de pênalti) e Nabuco, embora as novas arquibancadas de madeira só tenham sido inauguradas no dia 12 de outubro do corrente ano, contra o Clube Atlético Ypiranga, de São Paulo, tendo sido registrado nesta partida o resultado de empate, por 1 a 1.

Também foi nesse campo, que em 1914, durante um clássico America versus Fluminense, que a torcida do clube rubro começou a chamar os tricolores de Pó de arroz, tudo por causa de um ex-atleta americano que se transferiu para o tricolor, Carlos Alberto, que segundo a versão popular, por conta própria passou pó de arroz no rosto para se clarear, mas teve o seu artifício descoberto e foi provocado pela torcida rubra, que já o conhecia, por ter sido um dos 70 jogadores e sócios que abandonaram o clube rubro para se transferir para o Fluminense e fazia o mesmo quando por lá jogava, aparentemente por problemas de pele.

Em Campos Sales, o America conquistou entre as suas maiores glórias, os campeonatos cariocas de 1916, 1928 e 1931, assim como foi nele a maior goleada da sua história, 11 a 2 sobre o Botafogo em 3 de novembro de 1929.

No dia 26 de dezembro de 1921 falecia o Doutor Francisco Satamini, sócio benemérito do America e proprietário do terreno de Campos Sales. O Doutor Satamini deixara a todos os seus sobrinhos o terreno que o America ocupava. Com vários herdeiros, não foi possível fazer um acordo para a renovação do contrato em questão, que poderia ser anulado mediante o pagamento de multa de 30 contos de réis.

Os beneficiários da herança resolveram fazer um leilão do campo, avaliado em 300 contos de réis. Não havia tempo para apelar aos sócios, pois o leilão já estava anunciado em praça e já estavam apostos arrematantes certos.

Entra em cena o Visconde de Morais (chamava-se José Júlio Pereira de Morais) emprestando a quantia para adquirir o terreno que seria a ele hipotecado e, a hipoteca, seria resgatada no prazo de cinco anos.

Tal transação colocou o America mais uma vez em perigo no ano de 1930. Juros sobre juros tornaram precária a situação do clube e só, graças a benevolência do credor, não havia sido ainda levado a efeito a dissolução da agremiação.

Renuncia o presidente Maxêncio da Veiga Leitão sendo eleita a chapa encabeçada por Antônio Gomes de Avellar. Novas gestões são feitas junto ao Visconde de Morais e a reforma da hipoteca, onde ele abria mão da comissão que tinha direito, no ano de 1931. Com a morte do Visconde, neste mesmo ano, o America voltou a enfrentar os herdeiros que queriam receber a hipoteca.

O pesadelo termina em 1934, com a emissão de 100 títulos de sócios-proprietários e a efetiva colaboração de Pedro Magalhães Correia (300 contos de réis), Joaquim Nepomuceno Moura (200 contos de réis) e Ferreira Souto (300 contos de réis).

Em 29 de junho de 1952, o antigo Campo da Rua Campos Salles finalmente ganhou estrutura de estádio, conforme diferenciações entre estruturas futebolísticas que se faziam nas primeiras décadas do século XX, tendo neste ano capacidade para 25.000 lugares, com o jogo de inauguração terminando com a vitória do America sobre o Vasco da Gama por 1 a 0, gol de Leônidas da Selva

O último jogo em Campos Salles, foi America versus Olaria, em 1961, tendo o estádio sido demolido, se situando anteriormente no endereço onde hoje se localiza atualmente a sede social do America.

 

 

FONTES: Wikipédia – Revista Sport Ilustrado

 

Esporte Clube Barreirinha

Sede: Rua Riodades, nº. 30, no Bairro do Fonseca, em Niterói (RJ)

Fundado no dia 25 de Outubro de 1946

O clube revelou o quarto-zagueiro Orlando Peçanha, campeão pela Seleção Brasileira, na Copa do Mundo de 1958, na Suécia. Aos 18 anos, iniciou a sua vitoriosa trajetória, no Vasco da Gama, em 1953, onde ficou até 1960. Depois jogou no Boca Juniors, da Argentina (entre  1961 a 1965); Santos (entre 1965 a 1969); e, finalmente, retornou ao Vasco da Gama (em 1970), para disputar a sua última temporada como atleta profissional.

 

FONTES: Revista Sport Ilustrado – O Fluminense 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

 

Assim descreveu a reportagem da Revista Sport ilustrado: “O Palmeiras Esporte Clube foi Campeão do Campeonato Centenário da cidade de Blumenau (SC), de 1950. O título veio de forma invicta, derrotando grandes esquadrões, com o Grêmio Esportivo Olímpico, por 2 a 1 e 5 a 3, respectivamente. Derrotou o Guarani Esporte Clube, por 3 a 2 e 3 a 0, respectivamente. Venceu o Esporte Clube Paissandu pela contagem de 5 a 4.

O Palmeiras E.C. é um dos melhores esquadrões que militam no futebol de Santa Catarina. Possui diversos títulos, como o Penta e Super-Campeão da LBD (Liga Blumenauense de Desportos, Fundado no dia 12 de Janeiro de 1941).

O time posado está formado da seguinte forma. EM PÉ (da esquerda para a direita): Jonas, Lazinho, Osni, Teixeirinha (ex-defensor do Botafogo-RJ), Paulinho(ex-defensor do Coritiba-PR), Sadinha e Augusto. AGACHADOS (da esquerda para a direita): Alvarenga, Antoninho, Juca, Schramm, Piazera e Agostinho (ex-defensor do Bonsucesso-RJ)”.

FONTE: Revista Sport Ilustrado 

© 2017 História do Futebol Suffusion theme by Sayontan Sinha