O Cruzeiro Esporte Clube é uma agremiação do Município de Paudalho (PE). O clube pau-d’alhense foi Fundado em 1944, tem a sua Sede na Rua Francisco Melo Cavalcante, s/n, no Centro de Paudalho. Com 54.547 habitantes (segundo o IBGE de 2014) a localidade fica a 37 km da capital pernambucana.

O Cruzeiro de Paudalho foi um dos participantes da Copa Governador Eraldo Gueiros (Copa do Interior) de 1973. Os seus principais rivais: Palmeiras de Paudalho e Santa Cruz de Carpina. O grande responsável por levar o clube para a Copa do Interior foi o presidente na época, Geraldo Cavalcante, que era promotor público e jornalista no município.

 

FONTE: Diário de Pernambuco – Google Maps

 

Foram 16 jogos desde brasil 3 x 1 Bulgária, antes da Copa de 1958. Dezesseis vezes que Pelé e Garrincha jogaram juntos pela Seleção. A última partida da dupla foi em Liverpool, no estádio do Everton (Goodison Park), para 47 mil pagantes

O primeiro jogo do Brasil na luta pelo tri mundial, em 1966. Também Brasil x Bulgária. Eternamente Pelé & Mané. Eles ainda não sabiam que seria a última vez – mesmo com a má fase de Mané e os problemas nos joelhos tortos mais certos da história da bola.

Ninguém consegue desejar e muito menos se despedir da maior dupla do futebol. E os deuses da bola, sem saber sabendo, fizeram das deles: Pelé fez o primeiro gol brasileiro cobrando falta; Mané fez o segundo gol cobrando falta.

Djalma Santos (Palmeiras), Denilson (Fluminense), Bellini (São Paulo), Gilmar (Santos), Altair (Fluminense) e Paulo Henrique (Flamengo); Mário Américo (massagista), Garrincha (Botafogo), Lima (Santos), Alcindo (Grêmio), Pelé (Santos) e Jairzinho (Botafogo). Técnico: Vicente Feola.

Um gol para cada um.

E o último lance do último jogo passou pelos pés dos dois. Pelé avançou por dentro e tocou para Lima dar um leve toque para Garrincha arriscar de fora da área e acertar a rede – pelo lado de fora.

Não deu nem saída. O jogo acabou ali. A dupla, unida, também. Garrincha e Pelé fizeram juntos a última jogada da partida. O último lance deles juntos pelo Brasil.

Os deuses da bola não botaram aquela bola lá dentro. Mas deram um jeitinho de fazer em um campo do país que inventou o futebol 103 anos antes a última jogada da dupla de gênios que reinventou o futebol.

O JOGO

No dia  12 de Julho de 1966, o Brasil começa com a bola mas errando passes, como Lima, que bateu uma falta do pé do rival (JOGO MARCA A PRIMEIRA PARTIDA EM COPAS DO MUNDO DE UM BRASILEIRO QUE NÃO ATUAVA NEM POR UM CLUBE DO RIO E NEM POR UMA EQUIPE DE SÃO PAULO: O CENTROAVANTE ALCINDO, DO GRÊMIO).

3min – Primeira bola tocada para Garrincha. Estádio de Liverpool faz WAAAAAAAL. Mas nada acontece.

5min – Djalma toca para Garrincha que prepara a inversão de bola para a ponta esquerda onde está o improvisado Jairzinho. Mas Mané fura ridiculamente a bola. MELHOR NÃO REVER ESSE LANCE…

6min – Os cerca de 7 mil brasileiros em Goodison Park gritam “Brasil, Brasil!” como até hoje se faz. Pelé recebe a primeira das tantas faltas. Aliás, foram duas num só lance.

8min – Talvez em homenagem ao “kick and rush” britânico da época, Brasil abusa da ligação direta para os pontas Mané e Jair. Especialmente os dois volantes Denilson (mais) e Lima (menos). Jogo fica feio. E não flui.

8min – Primeira chance brasileira, em boa jogada do centroavante gremista ALCINDO. Ele passou por dois e bateu pra fora. O “Bugre” sabe sair da área e tabelar com Pelé.

11min – Sem a bola, Brasil se fecha com o recuo de Mané (menos) e Jairzinho (mais). Pelé e Alcindo marcam a saída búlgara. Sem a pelota, Seleção passa do 4-2-4 para o 4-4-2, com o recuo dos pontas.

13min – Pelé não fugia do pau. Nunca. Dava quase tanto quanto batia. Como a maioria dos jogadores da época, não saía rolando para simular lesões e forçar expulsões. Mas, nesse lance, cavou absurdamente a falta. O árbitro caiu na queda dele.

15min – GOL DO BRASIL. PELÉ. 1 a 0 BRASIL. FALTA DA MEIA DIREITA. PÉ DIREITO do Rei. A bola passou pela barreira, goleiro foi tarde, e saiu o primeiro gol televisionado daquela Copa. O primeiro mundial do então bicampeão mundial.

16min – Torcida brasileira canta o tradicional “Mais um! Mais um”! Mas o narrador da BBC entende que é “Brasil! Tcha, tcha, tcha!”

17min – Pelé apanha muito. Mas também cava muitas faltas. E também bate. Aliás, o Brasil bate mais que a Bulgária.

18min – Não só os volantes. Também agora os zagueiros começam a fazer a ligação direta, como o veterano Bellini. Para evitar que isso aconteça, Pelé deixa a meia-direita e tenta se aproximar dos volantes Denilson e Lima.

19min – Mesmo apanhando (e respondendo também na pancada), Pelé começa a pelezar. Mas, diferentemente do que esperava o narrador pele faz grandes lances, torcida em Liverpool está muito mais com a equipe “underdog” (zebra) búlgara.

19min – Boa troca de bola entre Pelé e Alcindo acaba em má finalização do atacante greemista.

21min – Denilson sai mais pro jogo, e Bulgária cresce.

21min – Garrincha! Garrincha! Torcida dá força ao até então discreto Mané.

21min – Pegaram Pelé.

22min – Jogo equilibrado, Pelé recua um pouco mais para armar. Brasil de Feola joga no 4-2-4 com a bola, e recua os pontas Garrincha e Jairzinho sem a bola. Mas só chega mais à frente com a saída dos volantes ao ataque, já que os pontas não vêm recolher a bola, e Jair está perdido pelo lado esquerdo, e sem assumir o protagonismo natural  desse baita atacante alvinegro.

26min – A galera pediu, Garrincha jogou: driblou um, passou bonito pelo outro, ganhou o pé-de-ferro do terceiro. Agora sim.

27min – Galera grita por Pelé, que segue dando e apanhando.

29min – Jogadores escorregam muito no gramado do campo do Everton.

30min – Muito chuveiro do Brasil na área rival por parte de Mané e Jair (que, por característica, afunila mais). Paulo Henrique sai menos pelo lado esquerdo. Djalma Santos também apoia menos. Os pontas búlgaros impedem o apoio. O camisa sete rival joga mais enfiado. O 11 gosta de circular por dentro e sabe jogar (Kolev).

31min – Primeira chance búlgara. Jogo aéreo. E só.

3min – Escanteios na época eram bem diferentes: a bola saía pela linha de fundo, o ponta pegava a bola e batia o córner. Pela direita, Garrincha batia para a área onde estavam o ponta-de-lança (Pelé), o centroavante (Alcindo) e o outra ponta (Jairzinho).

35min – O melhor búlgaro, e um dos melhores em campo, o meia-armador Yakimov (13) passa por Pelé, por mais dois, e dá uma bela cavadinha pra Kolev, em ótima chance rival.

37min – Torcida grita “Brasil”. Mas de um modo mais tímido, até pelo melhor momento búlgaro em campo.

37min – Bela tabela do ataque brasileiro termina com finalização errada de Alcindo. Lindo toque de Pelé, como o vídeo abaixo mostra.

39min – Denilson baixa o guatambu em lance que seria para cartão amarelo se eles já existissem (seriam adotados a partir de 1970). Torcida inglesa grita “OFF! OFF! OFF!” pedindo a expulsão do volante do Fluminense. Não era para tanto. E nem para o Brasil fazer tantas faltas.

40min – Bulgária ataca às costas de Denilson e Lima, e para cima do lateral Paulo Henrique.

41min – Yakimov chapela bonito no meio-campo. Joga muito! Seria semifinalista da Liga dos Campeões no ano seguinte, pelo CSKA.

44min  – Pelé recua e dá espaço para Lima enfiar bonito para má finalização do Bugre Alcindo.

FIM DE PRIMEIRO TEMPO. Partida boa do Brasil até 25 minutos. Depois a Bulgária foi melhor. Gol de bola parada definiu o placar parcial

SEGUNDO TEMPO

1min – Pelé arranca pela direita e goleiro búlgaro se antecipa bem.

5min – Duas porradas seguidas e mais uma pancade em Pelé. Partida volta ainda mais dura. Narrador da BBC cita o célebre massagista brasileiro Mário Américo e também a entrada em campo do doutor Hilton Gosling. A diferença básica para o futebol de hoje é que os caras davam e recebiam e não saíam rolando. Nem pedindo maca e nem cartão para o adversário.

Simulação? Só Pelé fez até agora.

5min – Bellini manda outro balão para o ataque. Deve ser homenagem da Seleção Canarinho para o “kick and rush” do futebol britânico de então e de outrora.

6min – O bom lateral-direito Shalamanov apoia bem e leva baita pancada de Jairzinho. Brasil segue dando muito.

7min – Aleluia! Sol em Liverpool iluminando o ataque búlgaro. Mas não o jogo.

8min – E segue o bumba-meu-canarinho. Agora é Djalma Santos que deixa o meio-campo brasileiro com torcicolo. A quermesse junina segue com um festival de balões em Goodison Park.

11min – Passe bizarro de Denilson para lateral. Seleção voltou pior, mas a Bulgária não se acerta também.

12min – Bom lance com Alcindo, boa defesa do goleiro.

15min –  Ótima jogada brasileira, Alcindo perde o lance.

18min – Falta estúpida do bom Kolev, que perdeu a bola para sair para o contraogolpe, e acabou derrubando Mané na entrada da área.

18min. GOOOOL. 2 a 0 BRASIL. GARRINCHA DE FALTA DE PÉ DIREITO. Barreira com apenas quatro e mal armada. Bela pancada de Mané, que também havia marcado gol de falta na Copa-62. 

18 minutos do segundo tempo. Garrincha vence a barreira mal colocada e acerta belo chute na meta do búlgaro xxx. Brasil faz o segundo gol em Liverpool. Mané marca o último dele ao lado de Pelé pela Seleção.

20min – Lima mostra toda sua versatilidade e qualidade. Salva de carrinho e de salva de letra (!) na lateral esquerda.

21min – Torcida brasileira começa a cantar a versão nacional da mexicana CIELITO LINDO: “Ai, ai, ai, tá chegando a hora…”

21min – Famoso lance de Garrincha pela direita, que está no clipe acima, do filme oficial da Fifa: ele vai pra lá, vai pra cá, e, no final, não acontece nada. Mas é bonito.

30min – Bulgária murchou com o segundo gol. Brasil mais perigoso, embora comece a pregar. Uma crítica de antes e, sobretudo depois da copa, que a troca do preparador bicampeão mundial Paulo Amaral pelo professor de judô Rudolf Hermanny.

33min  – Pelé recebeu na ponta direita como se fosse Mané. Passou o pé sobre a bola como Garrincha. Pena que o bandeirinha impediu o lance achando que a bola saiu. Linda homenagem de Pelé a Mané no último jogo da dupla. Veja:

35min – Grande passe de Pelé para Alcindo. Boa defesa do goleiro búlgaro. Na sequência, rara falha bisonha de Gilmar. Como craque da meta que é, nada aconteceu em mais um daqueles lances perdidos pela memória. Lance para ficar pra sempre que se perdeu como o gol desperdiçado pelo centroavante búlgaro.

37min – Se Pelé foi Mané pela ponta-direita, Mané foi pra meia e bateu como Pelé. Boa chance brasileira.

38min – Pelé passou por três e goleiro fez grande defesa. Ele está querendo jogo e Copa. Passou como quis pelo seu marcador, o camisa 6 búlgaro. Jogada de grande técnica e velocidade.

40min – Torcida volta a cantar que “está chegando a hora”.

42min – Mais um bonito lance de Alcindo com Mané. Mas deu em nada.

44min – Pelé toca pra Lima que deixa para Garrincha bater em curva e atingir a rede esquerda da meta búlgara. É o úlitmo lance do jogo. O último de Pelé com Garrincha. A jogada que começou este post.

NOTAS DO BRASIL

GILMAR (6) – Quase entregou um gol para o rival. Pouco acionado.

DJALMA SANTOS (6,5) – Sofreu com o bom ponta-esquerda búlgaro que cortava por dentro, e apoiou pouco.

BELLINI (6,5) – Firme como sempre, apesar da idade. Mas extrapolou na ligação direta.

ALTAIR (6) – Discreto.

PAULO HENRIQUE (5,5) – Apoiou um pouco mais na primeira etapa e sofreu um tanto na marcação. Laterais não apoiavam tanto, então. Até por não haver espaço e pela obrigação de marcar o ponta rival que atuava bem aberto.

DENÍLSON (6,5) – Sofreu com Yakimov, que joga muito e se mexe bastante. Quando chegou à frente foi bem. Bateu um pouco além da conta.

LIMA (7,5) – Marcos, armou, atacou. Enfim, Limou. Pelo lado esquerdo, foi muito bem.

GARRINCHA (7) – Pouco para o muito que é. Mas ainda assim foi bem pelo belo gol e pela vontade para quem não estava 100%.

PELÉ (8) – Quis jogo, e a bola o quis o jogo todo. Bem técnica e bem fisicamente, o melhor disparado em campo. Cavou a falta do primeiro gol que ele mesmo marcou.

ALCINDO (6,5) – Correu, abriu espaços, saiu para tabelar, mas não foi bem tecnicamente.

JAIRZINHO (5) – Torto pela ponta-esquerda, poderia tentar entrar em diagonal. Nem isso fez. O mais frágil brasileiro em Liverpool.

VICENTE FEOLA  (7) – Venceu com méritos. Mas, talvez, tenha optado por um time muito rodado. E, antes disso, fez convocações discutíveis e cortes absurdos no grupo de 22.

BULGÁRIA – Yakimov, o meia-armador, foi o melhor do rival, e dos melhores em campo. Técnico, criativo, dinâmico, fez o que houve de bom do time búlgaro.

 

FONTES & FOTO: O Lancenet! – Gustavo Roman – Getty

 

O Nova Conquista Esporte Clube é uma agremiação do Município de Santa Fé do Araguaia (TO). O clube Alviverde foi Fundado no dia 06 de Fevereiro de 2005. A sua Sede fica localizada na Avenida Araguaia, nº 72, no Centro de Santa Fé do Araguaia. O Nova Conquista é presidido por José Félix Pereira de Souza.

O clube surgiu como amador , mas mudou o curso a partir de 2011, quando montou as categorias de base. Atualmente o  Nova Conquista tem aproximadamente 150 atletas na faixa de 6 a 18 anos. O time mandará os seus jogos no Estádio Sebastião Alves, quando jogará o Campeonato Tocantinense da Segunda Divisão.

 

FONTES: Federação Tocantinense de Futebol – Blog do clube

 

Caso os meus cálculos não estejam errados, vou apresentar o 25º clube encontrado nas minhas pesquisas, que disputou o Campeonato da Segunda Divisão Pernambucana ao longo de sua história. Trata-se do Locomoção Esporte Clube, que é uma agremiação da cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE). Este foi mais um clube criado por ferroviários. O alvi-azulino foi Fundado no dia 21 de Abril de 1937, por funcionários da ‘officinas da Locomoção’. O Locomoção mandava os seus jogos no campo do Portela.

A Sede ficava no Centro Social dos Ferroviários. Atualmente, o Locomoção se resume ao seu modesto campo (Estádio Dr. Manoel Leão), localizado na Rua Cascata De Baixo, Jaboatão dos Guararapes (possível visualizá-lo pelo Google Maps).

O escudo do Locomoção foi encontrado, justamente, na entrada do seu  modesto Estádio Dr. Manoel Leão, que fica localizado na Rua Cascata De Baixo, Jaboatão dos Guararapes.

Locomoção FC - 1955

TRICAMPEÃO DA 2ª DIVISÃO

O clube ingressou na Associação Suburbana de Desportes Terrestres (ASDT), em 1938. Já na Federação Pernambucana de Desportos (FPD) faturou os títulos de Campeão do Campeonato da Segunda Divisão de 1954, 1967 e 1969;  Vice da Segundona em 1966 e 2º lugar no Campeonato do Interior de 1968.

Após o título Invicto de 1967, a diretoria do Locomoção procurou trabalhar nos bastidores para que o time ingressasse no Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão de 1969. A princípio a manobra política chegou a funcionar a tal ponto que a notícia foi veiculada na imprensa.

Locomoção FC - 1966

PRESIDENTE “GARANTIU” O CLUBE NA ELITE DE 1969, MAS…

No dia 23 de abril de 1968, em solenidade da posse da nova diretoria, o novo presidente do Locomoção, Manuel Eufrásio dos Santos, após ser empossado, assegurou que o clube estava garantido na ‘Elite do futebol pernambucano‘ de 1969: “Assim é que toda a diretoria vai à luta, a fim de que, no próximo ano, estejamos participando do certamente da FPF (1ª Divisão), que é a nossa meta este ano”, frisou.

Locomoção FC - 1967

Após o discurso, Manuel Eufrásio dos Santos, tratou de buscar o apoio financeiro dos desportistas Jaboatonenses, a fim de poder montar uma equipe forte para o certame de 1969. Contudo, a “garantia” se desfez a partir do momento em que o clube não obteve nenhum respaldo dos desportivas, comerciantes e muito menos da prefeitura de Jaboatão.

O Locomoção seguiu disputando a Segundona por anos. A sua única participação no Campeonato Pernambucano da Primeira Divisão aconteceu em 2011. Contudo, foi na versão feminina e o time fez uma campanha ruim. Na temporada seguinte o time já não integrava o certame.

Locomoção FC - 1968

Esclarecimento: Ao longo de sete décadas, nas minhas pesquisas, em todas as matérias que mencionaram a data de fundação do clube… Sem nenhuma exceção, sempre foi 21 de abril de 1937.

Contudo, no muro do clube, o dia e o mês conferem, o ano é de 1938. A minha decisão foi manter 1937, porque em algumas reportagens até alguns dirigentes do clube mencionaram este ano. Então, fica aqui a explicação sobre o tema.     

Locomoção FC - 1969

Time-base de 1954-55: Manola; Nano e Marreta; Gury, Jorge e Luiz; Café, Quide, Ferreira, Clóvis e Totola.

Time-base de 1956: Tatá; Luiz e Marreta; José Felix, Jorge e Adécio; Juca, China, Guido, Totola e Valdemar.

Time-base de 1966: João; Elias (Nicodemos), Ailton, Luizinho (Luzimar) e Almir; Deda e Zinho; Moisés, Arlindo, Adilson e Joca (Dernival).

Time-base de 1967: Manola; Nicomedes, Hélio, Luzimar e Almir; Edson e Moisés; Dernival, Aurino, Arlindo e Totola.

Time-base de 1968: Henrique (Ramos); Hélio e Arnô (Nicomedes); Zinho, Luzimar e Almir; Dernival, Moisés, Aurino, Elias e Nió. Técnico: Arnô

Time-base de 1969: Da Silva (Ronaldo); Hélio e Luiz; Zinho, Xó e Almir; Moisés, Aurino, Gerdinaldo (Arnô), Amaury e Paulo. Técnico: Manola

Time-base de 1970: George; Adilson, Marcos, Zé Maria e Almir; Elias e Amaury; Zé da Silva, Nil, Arlindo e Nino (Babida). Técnico: Manola

 

FONTES: Diário de Pernambuco – Google Maps

 

Essa novidade foi apresentada pelo amigo Homero Queiroga, dono do excelente Blog ‘Escudos  do Mundo Inteiro’. Trata-se do Clube Atlético Cerrado da cidade de Paraíso do Tocantins (TO). O ‘Lobo do Cerrado’ foi Fundado em 30 de Setembro de 2006.

O Atlético Cerrado manda os seus jogos no Estádio Municipal José Pereira Rego, ‘Pereirão’, com capacidade para 6 mil pessoas. Após ganhar o estatuto de clube profissional, passou a disputar a segunda divisão do Campeonato Tocantinense de Futebol a partir de 2009.

Em sua estréia em competições, chegou até a semifinal, após eliminar o União Araguainense, nos pênaltis na segunda fase. Perdeu a vaga na decisão para o Interporto. Repetiria a dose em 2010, ao atingir a fase semifinal e ser novamente eliminado por uma equipe que se sagraria campeã, o Guaraí.

Em 2011, com a mudança no regulamento do campeonato, que adotou o critério dos pontos corridos para definir os dois finalistas, o Atlético Cerrado não passou da primeira fase, terminando na quarta colocação. Teve o mesmo destino no ano seguinte, quando foi o quinto colocado.

Em 2013, fez sua pior participação na competição, obtendo apenas uma vitória e encerrando sua participação na lanterna de seu grupo, em sétimo lugar no geral. Atualmente, o clube se prepara para o Campeonato Tocantinense da Série B.

 

FONTES: Wikipédia – Escudos do Mundo Inteiro – Página do clube no Facebook

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

Abaixo duas fichas do Campeonato do Interior de 1968:

 

LOCOMOÇÃO         2          X         2          AGA DE GARANHUNS

LOCAL: Estádio Municipal Jefferson de Freitas, em Jaboatão (PE)

CARÁTER: 1º jogo da Final do Campeonato do Interior de 1968

DATA: Domingo, 02 de Fevereiro de 1969

RENDA: NCr$ 230,00

ÁRBITRO: Ubiratan Camilo (FPF)

AUXILIARES: João Souto (FPF) e José Airton (FPF)

LOCOMOÇÃO: Da Silva (Ronaldo); Hélio e Luiz; Zinho, Xó e Almir; Moisés, Aurino, Gerdinaldo (Arnô), Amaury e Paulo. Técnico: Manola

AGA: Araújo; Adeildo Ferreira e Tuta; Ivan (Joãozito), Thomás e Adeildo Torres; Enilton, Valdir (Dila), Severino, Romildo e Alcindo. Técnico: Tonheiro

GOLS: Romildo aos 10 minutos (AGA); Aurino aos 18 minutos (Locomoção), do 1º tempo. Enilton aos 15 minutos (AGA); Arnô aos 32 minutos (Locomoção), do 2º tempo.

 

 

AGA DE GARANHUNS     1          X         0          LOCOMOÇÃO

LOCAL: Estádio, em Garanhuns (PE)

CARÁTER: 2º jogo da Final do Campeonato do Interior de 1968

DATA: Domingo, 12 de Janeiro de 1969

RENDA: NCr$ 756,00

ÁRBITRO: Inácio Gonçalves (FPF)

AGA: Araújo; Adeildo Ferreira, Adailton, Tuta e Ivan; Thomás e Valdir; Severino, Romildo, Enilton e Alcindo. Técnico: Tonheiro

LOCOMOÇÃO: Ronaldo; Hélio, Luiz, Zinho e Xó; Almir e Moisés; Aurino, Paulo, Amaury e Totola (Dernival). Técnico: Manola

GOLS: Enilton aos três minutos (AGA), do 2º tempo.

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

SPORT RECIFE     3          X         3          HUNGRIA

LOCAL: Estádio da Ilha do Retiro, em Recife (PE),

CARÁTER: Amistoso Internacional

DATA: Domingo, 02 de Fevereiro de 1969

RENDA: NCr$ 56.794,00

PÚBLICO: 9.961 pagantes

ÁRBITRO: Sebastião Rufino (FPF)

SPORT RECIFE: Miltão; Baixa, Bibiu, Gilson e Altair; Valter, Dandô (Mário) e Dema (Renê e posteriormente Campora); Zezinho, Néo e Fernando (Garcia). Técnico: Marão

SELEÇÃO HUNGARA: Fater (Bicskei); Novak, Solymosi, Golmosi (Panesise) e Ilhaez; Racozi (Gorochi) e Szues (Dunai), Fazekas, Bene, Albert e Farkas (Nagy).  Técnico: Janos Tetrai

GOLS: Zezinho, duas vezes; Dandô (Sport); Nagy, Albert e Bene (Hungria).

 

 

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

Encontrei um modelo de escudo do Santa Cruz Futebol Clube do Recife (Fundado no dia 03 de fevereiro de 1914), de 1968. Dentre os modelos apresentados do clube, este é similar ao dos anos 60, mas este contém pequenas diferenças. Só para constar esse escudo estava num anúncio do clube veiculado no Diário de Pernambuco.

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

LOCOMOÇÃO E.C.                        0          X         3          AMÉRICA F.C.

LOCAL: Estádio Municipal Jerffesson de Freitas, em Jaboatão dos Guararapes (PE)

CARÁTER: Amistoso Estadual

DATA: Quinta-feira, 06 de junho de 1968

ÁRBITRO: Ailton Vaz {(FPF) Excelente trabalho}

AUXILIARES: Edson Oliveira (FPF) e Valdemir de Castro (FPF)

LOCOMOÇÃO: Henrique (Ramos); Hélio e Arnô (Nicomedes); Zinho, Luzimar e Almir; Dernival, Moisés, Aurino, Elias e Nió. Técnico: Arnô

AMÉRICA: Viana (Corinto); Adilson e Brito; Dandô, Ubirajara (Geraldo) e Pereira; Babá, Jairo, Toinho, Dilson e Déo. Técnico: Dante Bianchi

GOLS: Jairo e Toinho no 1º Tempo. Déo aos 29 minutos do 2º tempo.

PRELIMINAR: Locomoção (Juvenil)  3 x 1 Clube Jaboatonense – Gols de Absalon, Paulinho e Porto (Locomoção) e Jacinto fez o de honra (Jaboatonense). Árbitro: Erandi Ângelo (bom trabalho)  

 

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

O 1º escudo da Associação Atlética Santo Amaro foi no início de 1961. A agremiação Alvirrubra da cidade de Recife (PE), foi Fundado em 1º de Janeiro de 1950 com o nome de Associação Atlética das Vovózinhas, por esportistas do bairro  de Santo Amaro, liderado pelo deputado estadual e jornalista Alcides Teixeira, que também foi seu 1º presidente.

Na foto (abaixo), o time posado, em 06 de maio de 1966:

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

 

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

 

FONTE: Diário de Pernambuco 

 

FÁBRICA IOLANDA          3          X         0          LOCOMOÇÃO

LOCAL: Estádio do Arruda, no Recife (PE)

COMPETIÇÃO: Decisão do Campeonato da 2ª Divisão de 1965

DATA: Domingo, 06 de Fevereiro de 1966

RENDA: Acima dos 50 mil cruzeiros

ÁRBITRO: Luiz Gonzaga (FPF)

AUXILIARES: José Airton e José Almeida

IOLANDA: Neném; Guabera, Toinho, Xó e Mirim; Zé Queiroz e Gilberto; Peba, Jair, Jairo e Leló.

LOCOMOÇÃO: João; Nicodemos, Ailton, Luizimar e Almir; Elias e Zinho; Dermeval, Moisés, Arlindo e Adilson.

GOLS: Jairo, duas vezes, e Leló

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

JUVENTUS             2 (1)    X         2 (0)    BANDEIRANTES F.C.

LOCAL: Estádio dos Aflitos, no Recife (PE)

COMPETIÇÃO: Final da Copa Arizona

DATA: Sábado, 27 de Setembro de 1980

ÁRBITRO: Sebastião Rufino (FPF)

DELEGADO: Jason Borges (FPF)

CARTÃO VERMELHO: Marco Antonio, ‘Pitada’ (Juventus)

JUVENTUS (São Lourenço da Mata): Djalma; Maurício, Nau, Onofre (Neto) e Tico; Adilson (Boni), Eudes e Pitada; Bicuda, Zezinho e Zito.

BANDEIRANTES: Ricardo; Açiberto, Mario, Luiz e Moacir; Xaxá, Neno e Garcia (Zito); Ruy Meira, Bartola (Zeca) e Auá.

GOLS: Garcia aos 28 minutos (Bandeirantes) do 1º tempo. Zito aos sete e 22 minutos (Juventus); Mario aos 38 minutos do 2º tempo. Zito aos 5 minutos (Juventus) do 2º tempo da prorrogação.

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

O Destilaria Esporte Clube é uma agremiação do Município do Cabo de Santo Agostinho (PE). O clube Alvianil foi Fundado no dia 06 de Junho de 1952, por esportistas da cidade juntamente com os funcionários da Destilaria Presidente Vargas, liderado por Arthur Rui de Carvalho que também foi seu 1º presidente.

Time posado de 1980

O Destilaria manda os seus jogos no Estádio Municipal Gileno de Carli, com capacidade para 10 mil pessoas. A sua Sede fica localizada na BR 101 Sul – Km 32, no  Centro de Cabo de Santo Agostinho, que fica a 37 km da capital pernambucana e conta com uma população de 198.383 habitantes (segundo o IBGE de 2014).

O clube participou do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão quatro vezes: 1992, 1993, 1994 e 1995. Em 1993, terminou na sétima posição com 19 pontos, em 31 jogos: foram cinco vitórias, nove empates e 17 derrotas; marcando 25 gols e sofrendo 68, com saldo negativo de 43. Atualmente o clube participa das competições citadinas.

 

FONTES: Diário de Pernambuco – Wikipédia

 

O Cacique Futebol Clube é uma agremiação da cidade do Recife (PE). A sua Sede fica na  Avenida Caxangá, 624, no Bairro do Cordeiro, no Recife. O Clube ‘Rubro-Verde do Zumbi’ foi Fundado no dia 25 de Maio de 1946 (com o nome de Sapucaji, passando para Cacique quando da necessidade de se registrar a equipe), por um grupo de amigos, entre eles muitos empresários, nascendo com uma boa organização.

Outro que possui sede e campo próprios, separados por uma rua estreita. Possui categorias de base: Infantil, juvenil e adulto. Atualmente o ‘Rubro-Verde do Zumbi’ se mantém por meio do aluguel do campo e contribuição de alguns sócios. O ‘Rubro-Verde do Zumbi’ participou da Copa Arizona de 1977 e 1980; o Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 1984, 1985 e 1986.

Time-base de 1956: Joca; Américo e Josias; Titico De Azul e Baixa; Adelmo, Geraldo, Géu, Biu I e Tonho.

FONTES: Diário de Pernambuco - Federação Pernambucana de Futebol – Livro ‘Os Significados do Futebol Amador Recifense’ 

 

O Barcelona Futebol Clube (Barcelona do Jordão) é uma agremiação da cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE). A sua Sede fica localizada na Rua Boa Esperança, 433, no Bairro de Jardim Jordão. Apesar de ter surgido em 1971, por um grupo de irmãos, a sua Fundação se oficializou a partir do momento que se registrou no dia 18 de Fevereiro de 1979.

No mesmo ano se Federação Pernambucana de Futebol (FPF), e de lá pra cá participou do Campeonato da terceira Divisão e atualmente disputa o Campeonato Recifense Amador, organizado pela entidade máxima do estado. Apesar de ser de Jaboatão, por ser divisa com Recife, tem referência com a capital pernambucana.

A origem do nome foi no mínimo curiosa. Em nada tem a ver com o poderoso clube Catalão, de Neymar, Xavi, Iniesta, Suarez, Messi e Cia., mas sim por um cachorro pequinês, chamado Bacé, que era mascote da equipe e presença constante nos jogos.

O Barcelona do Jordão possui Sede e campo próprios, que foram adquiridos graças as rifas, bingos, ajuda de políticos e comerciantes locais.O Clube possui categorias de base: Infantil, juvenil e adulto. Atualmente o Barcelona do Jordão se mantém por meio de rifas e do patrocínio, não sistemático, da Frevo (empresa de refrigerantes).

ENCAROU O SPORT RECIFE, MAS…

Na quinta-feira, do dia 31 de Janeiro de 2013, o Barcelona do Jordão enfrentou o Sport Recife, em jogo-treino, na Ilha do Retiro. Apesar da emoção, o resultado não foi dos melhores. O Sport goleou por 8 a 0. Apesar do placar elástico, o clube mantém na sua página na rede social um recorte do jornal, mostrando o jogo.

 
FONTES: Diário de Pernambuco – Federação Pernambucana de Futebol – Livro ‘Os Significados do Futebol Amador Recifense’ - Página do clube no Facebook

 

O time de futebol dos Aprendizes Marinheiros, em 1913, na escola que se situava no bairro de Constantinópolis. É nesse local que o Rio Negro realizou seu primeiro jogo.

O Atlético Rio Negro Clube é um dos mais tradicionais clubes de futebol do Amazonas.O Galo Carijó é o segundo clube de futebol que tem o maior número de títulos no estado. Tem no Nacional o seu mais ferrenho adversário no qual protagonizam o tradicional Clássico Rio-Nal, o maior do futebol amazonense e mais antigo da região norte.

O Rio Negro foi fundado no dia 13 de novembro de 1913 pela iniciativa do jovem estudante Schinda Uchoa, com apenas 16 anos, costumava participar de animadas partidas com amigos, na ilha de monte cristo. Foi aí que teve a idéia de fundar um novo clube dedicado ao jogo bretão.

O jovem Schinda Uchoa em 1913. É nesse ano que o abnegado estudante funda o Atlético Rio Negro Clube

Partindo de tão brilhante desejo, Schinda reuniu um grupo de amigos,na qual  todos se dirigiram para a residência de um deles, Manoel Affonso do Nascimento, mais conhecido entre eles como “Carranza“. A residência do mesmo localizava-se na Rua Henrique Martins, n° 149. E foi ali que nasceu a tradicional associação alvinegra.

Ficou decidido que o nome da agremiação seria Rio Negro. A escolha do nome foi decidida devido ao fato da casa de Carranza se situar de frente para as águas do majestoso Rio Negro, cujas janelas abertas davam uma bela visão para o rio. Edgard Lobão era eleito presidente, Schinda Uchoa como secretário e João Marinho como capitão do time titular. O próprio fundador decidiu que a equipe teria um uniforme todo na cor branca.

Consolidado o clube, a nova diretoria tratou de organizar o jogo de estreia do Rio Negro que foi confirmado contra o time dos aprendizes marinheiros.Cheios de entusiasmo,os jovens Rio-Negrinos se dirigiram para a escola dos aprendizes, no bairro de Constantinópolis (atual Educandos) e lá não tiveram dificuldades em golear o time dos marujos por 4 a 0, em jogo realizado no dia 23 de novembro de 1913.

Mas, a diretoria Rio-Negrina tratou de organizar um jogo com um time mais competitivo. O clube escolhido foi o Vasco da Gama. A partida foi realizada no dia 28 de dezembro de 1913, no Bosque Municipal. O primeiro jogo preliminar foi entre os times reservas do Rio Negro e do Naval.

O quadro reserva do Rio Negro para esse jogo foi: Vieira, Ércio, Ascendino, Mário, Affonso, Aquino, Schinda, Achiles e Azevedo.Esse time venceu o Naval com facilidade por 3 a 0.

Já o time principal entrou em campo, contra o Vasco, com a seguinte escalação: Francis, Cyrillo, Gonzaga, Lobão, Basílio, Breves, Craveiro, Marinho, Pudico, Anízio e Pinto. O jogo teve grande presença de público e contou com a participação da banda de música do batalhão militar. Antongini foi escolhido como árbitro.

No primeiro tempo o Vasco saiu na vantagem,ganhando por  2 a 0, gols marcados pelo inglês Barton. Já no segundo tempo era a vez de Carneiro, Thomaz e Barton ampliarem para o Vasco, enquanto Pudico marcava o gol de honra dos rio-negrinos, terminando o jogo com o placar: Vasco 5 a 1 Rio Negro.

Inconformados com a humilhante derrota, a diretoria do Galo Carijó pede uma revanche, da qual é atendida prontamente pelo time português. O novo confronto entre Rio Negro e Vasco foi marcado para o dia 18 de janeiro de 1914, no Bosque. Na preliminar, o time titular do Naval era goleado pelo time reserva do Rio Negro por 4 a 0.

No jogo dos times principais,o Vasco novamente ganhava do Rio Negro de goleada. Meyer (dois), Carneiro (dois) e Barton (um) anotaram para os portugueses. Já Compton (contra) e Cazuza descontaram para o Rio Negro. Placar final: Vasco 5 a 2.

Um dos principais motivos para o Vasco ganhar com tamanha facilidade dos rio-negrinos, foi a inclusão de atletas emprestados do Manáos Athletic, como Barton, Compton, Bille, Thomaz e Forbes. Com reforços dos excelentes jogadores ingleses, era de se esperar que o Vasco triunfasse sobre seu adversário com extrema facilidade.

Ainda no início de 1914, o Rio Negro realizou outros três amistosos visando preparar seu time para o campeonato daquele ano. No dia 11 de janeiro, no Bosque, na preliminar, o time reserva do Rio Negro ganhou do reserva do Manáos Sporting por 2 a 1.

Já no jogo principal, entre os times titulares,uma surpresa: o Rio Negro vencia o Sporting por 1 a 0. Esse resultado foi considerado uma grande “zebra” pela imprensa pois,o Manáos Sporting era uma das grandes forças daquele ano,com atletas calejados frente ao ainda inexperiente adversário.

No dia 25 de janeiro,um novo triunfo do Rio Negro. Visando avaliar o desempenho de seu time reserva (que jogaria o Campeonato Amazonense da 2ª Divisão) os Rio-Negrinos golearam o time reserva do Luso por 4 a 0, em jogo também disputado no Bosque.                     Com essas importantes vitórias dos times titular e reserva, esperava-se que o Rio Negro fizesse uma bela exibição nas duas divisões do Campeonato Amazonense de 1914, o que acabou não acontecendo.

Estas foram as primeiras partidas de futebol na história do Atlético Rio Negro Clube que, com o tempo, se tornaria uma das maiores forças do futebol do norte e do Amazonas e que hoje, infelizmente, encontra-se adormecido.

 

FONTE: Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto 

 

O Botafogo Sport Clube (Botafogo do Barro) é uma agremiação da cidade do Recife (PE).  Atualmente, a sua Sede fica localizada na Rua Dorothea Vieira, 55, no Bairro do Barro. Fundado no dia 18 de Julho de 1932, com o nome de São Paulo. Aliás, justamente por ter escolhido esse nome acabou criando um problema. Na época, quando surgiu em 1932, dois anos depois também foi criado um  outro São Paulo (alvirrubro). Este no Bairro da Água Fria.

Quando as duas agremiações, já filiadas a Associação Suburbana de Desportos Terrestres (Fundada em 1929), disputavam as competições do Campeonato Suburbano e Segunda Divisão, geravam confusão tanto entre os clubes quanto na mídia. Então, para resolver essa pendência a ASDT decretou que uma das duas equipes deveriam mudar de nome. Contudo, nenhuma das duas agremiações demonstrou interesse em alterar a sua nomenclatura.

Após perceber que estava difícil resolver tal questão a ASDT ‘bateu o martelo’ e definiu que as duas equipes fariam um jogo em campo neutro e o vencedor continuaria com o nome e o perdedor mudaria. Por fim, o clube acabou derrotado e foi obrigado a trocar de nome, em meados dos anos 40. Como o time era alvinegro, aproveitou e trocou o nome para Botafogo, em homenagem ao clube da Estrela Solitária.

Ao longo de sua história, o modesto Botafogo do Barro nunca teve campo próprio, sempre atuando no campo da comunidade. Em relação a Sede, chegou a ter uma, mas atualmente fica na casa do responsável pelo time. Atualmente o Botafogo do Barro existe graças as cotas e do dinheiro vindo dos dirigentes.

 

FONTES: Diário de Pernambuco – Federação Pernambucana de Futebol – Livro ‘Os Significados do Futebol Amador Recifense’

 

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré na Vila de Manacapuru, em 1914. Nesse ano surgem as primeiras notícias da prática do futebol na localidade.

Manacapuru é hoje uma das principais cidades do Amazonas.Tem atualmente uma população de 95 mil habitantes e é conhecida como terra das cirandas, devido ao festival de cirandas que é realizado todos os anos tendo se tornado a maior manifestação cultural do município. O local também é conhecida carinhosamente como “Princesinha do Solimões” por estar situada ás margens do Rio Solimões. O local foi elevado a categoria de município em 1894. Manacapuru foi o terceiro local do Amazonas em que o futebol foi introduzido (Manaus e Itacoatiara,como se sabe,foram os primeiros).

É no ano de 1914 que surge na  então Vila de Manacapuru o 1º clube de futebol da localidade: o Riachuelo Football Club. O Riachuelo foi fundado, em julho de 1914, por um grupo de jovens estudantes que conseguiram adquirir um vasto campo para os treinos e jogos da pioneira equipe.

Em 1917 se tem notícia da eleição da nova diretoria do Riachuelo no qual Carlos Pereira era empossado como presidente, Emídio Ribeiro como secretário e Joaquim Rosas como capitão. A posse dos novos dirigentes foi acompanhada de uma grande festa dançante na sede do clube.

Em 1916 que se tem notícia da existência de um outro clube na vila: Tiradentes Football Club. O Tiradentes realizou, em julho daquele ano, um jogo festivo entre seu time titular e reserva, na festa de inauguração da escola Carlos Pinho. Os titulares venceram pelo placar de 6 a 3.

Os times do Riachuelo e Tiradentes se tornaram grandes rivais, dando origem a uma das primeira rivalidades do município. Cinco anos depois, uma nova dupla que rivalizou por um bom tempo: União Sportiva Manacapuruense e São Sebastião.

É no ano de 1921 que aconteceu uma das principais rivalidades futebolísticas da pacata Vila de Manacapuru e que parava a localidade interiorana. A primeira notícia de um jogo entre essas duas equipes aconteceu em 3 de julho de 1921, com vitória do União por 3 a 0, com gols de Barroso, Albérico e Abel.

no dia 15 de novembro, um novo jogo, que terminou empatado em 2 a 2. O São Sebastião atuou com a seguinte formação: Pretinho; Paulino e Zoroastro; Barroso, Tataira e Ovídio; Coelho, Demócrito, Albérico, Bento e Tulico. Ambos  os jogos tiveram grande presença de público.

 

SURGIMENTO DE CLUBES NA ZONA RURAL

Na sede do município, o futebol já estava consolidado pois, já haviam surgido alguns clubes que faziam a alegria da população da Vila. Mas, rapidamente o futebol  conquistou a simpatia dos moradores da zona rural de Manacapuru. Na comunidade de Caapiranga (que na época pertencia a Manacapuru) surgia, em outubro de 1927, o Caapiranga Sporting Club, foi Fundado por Bento Ferreira Aranha e Júlio Cavalcante.

Em Abril de 1928, na localidade de Ajaratuba, surgiu o Ajaratuba Sport Club, fundado por Possidônio Teixeira, Serafim Domingues e Eugídio Ribeiro. Ainda na década de 20, um outro grupo de jovens  amantes do futebol fundavam, na sede do município (vila de Manacapuru), o Ypiranga Football Club.

 

PRIMEIRA VISITA DE UM CLUBE DE MANAUS EM MANACAPURU

É somente no ano de 1929 que, finalmente, uma equipe de Manaus joga em Manacapuru pela primeira vez. A equipe manauense era um combinado formado por jogadores do Libertador e do Independência que chegaram á vila a bordo da lancha Hércules.O time visitante tinha sido convidado para realizar um jogo contra o time local do Ypiranga Football Club, em decorrência dos festejos que estavam sendo realizados em comemoração a data da elevação de Manacapuru a categoria de vi la para município. O jogo realizou-se no dia 16 de junho de 1929, no campo do Riachuelo (que recebeu grande público). No final, vitória do combinado Manauense por 4 a 3.

PRIMEIRA VISITA DE UM CLUBE DE MANACAPURU  A MANAUS  

A primeira vinda de um clube de Manacapuru a Manaus aconteceu em  Setembro de 1929, quando o Athletico Rio Branco, que realizou duas partidas na capital: no primeiro jogo acabou derrotado por 3 a 1 para o Amazonense Football Club. Na segunda peleja, vitória diante do Luso pelo placar de 3 a 1.

 

O FUTEBOL MANACAPURUENSE NA ATUALIDADE

Atualmente Manacapuru conta com dois clubes de futebol profissional no Campeonato Amazonense da 1ª Divisão: o Princesa do Solimões Esporte Clube (fundado em 1971) e o Operário (fundado em 1982 no bairro da Terra Preta).

Além deles, há outro clubes de futebol amador. O principal Estádio é o Gilberto Mestrinho, o ‘Gilbertão’, com capacidade para 10 mil pessoas. O Princesa foi o único clube que até o momento conquistou um título para o município: campeão amazonense de 2013.

 

FONTE: Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto 

 

Além do Centro Esportivo do Pina, o Bairro também contou com outra força: o Expressinho Futebol Clube (Expressinho do Pina) foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). Fundado na década 50, tinha a sua Sede localizada na Rua Doze de Julho, 15, no Bairro do Pina, em Recife. O Clube faturou quatro títulos estaduais: bicampeão da Segunda Divisão (1974 e 1975) e Bi da Terceirona (1980 e 1983).

 Outro clube modesto, porém com paixão pelo esporte bretão. Além da equipe adulta, também possuíam as categorias de base: infantil e juvenil. Além do futebol nos gramados, o clube também participava do Campeonato de futebol de praia recifense, que era amplamente divulgado pela mídia recifense, nos anos 60.

Em 1977, o clube ingressou no Campeonato Pernambucano de Futebol de Salão (Atual Futsal). Já em meados dos anos 80, Expressinho do Pina montou um time de futebol feminino e participou do II Campeonato Pernambucano da categoria, porém sem muito destaque. 

Neste mesmo período, o Expressinho do Pina sempre aparecia em notas, no Diário de Pernambuco, que apresentavam os seus resultados nas pelejas amistosas e torneios. Na grande maioria, conquistando triunfos e canecos.

 A história ganhou outro contexto, quando numa quarta-feira, do dia 21 de Abril de 1965, o Expressinho do Pina enfrentou o Ferroviário, que se preparava para disputar o Estadual daquele ano. A partida ocorreu no Estádio Lucas Cabral, no Bairro do Pina (fica ao norte de Boa Viagem, região litorânea do Recife). No final, o Expressinho do Pina venceu por 1 a 0, e a partir daquele instante a diretoria começou a sonhar em levar o clube a vôos maiores.

No ano seguinte, o clube se sagrou campeão do Campeonato Pinense de 1966, ao vencer fortes oponentes, como o Centro Esportivo do Pina. O time campeão formou da seguinte forma: Miro; Nênem e Baá; Nego e Ivanildo; Vado (Guaraná) e Liaco; Roberval, Joca, Paco e Nildo.

Após o vice-campeonato Pinense de 1968, Expressinho do Pina fez a sua primeira partida fora do estado. Após uma partida polêmica e muito contestada pela diretoria o Expressinho do Pina perdeu para o ASA de Arapiraca por 3 a 1, na tarde do dia 1º de dezembro de 1968.

Em 1970, já filiado a Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Expressinho do Pina debutou no Campeonato Pernambucano da 2ª Divisão.

CAMPEÃO DE 1974

Após boas campanhas, enfim, o título. Na noite do sábado, no dia 05 de abril de 1975, o Expressinho do Pina venceu o Bonsucesso (ficou com o vice), da Casa Amarela, por 4 a 2, e conquistou o título do Campeonato Pernambucano da 2ª Divisão referente ao ano de 1974. I time campeão formou assim: Marinho; Vado,  Marivaldo, Válter (Paulinho) e Tadeu; Djanilson e Valdeck; Mendonça, Berto, Pedrinho (Adenildo) e Estrela.

Em 1975, o clube fez uma bela campanha faturando o bicampeonato. Além disso, faturou diversos prêmios concedidos pela Federação Pernambucana de Futebol (FPF). Expressinho do Pina recebeu a Taça Disciplina; Everaldo Cavalcante foi eleito o melhor técnico; Manoel Fernando o melhor massagista; e o zagueiro Marivaldo e o atacante Estrela fizeram parte da Seleção do campeonato.  

Em 1980, o clube se sagrou campeão do Campeonato da Terceira Divisão (antiga 2ª Divisão). Três anos depois, Expressinho do Pina faturou bicampeonato, em 1983, mas dessa vez de forma especial. Afinal, a decisão foi diante do grande rival: Centro Esportivo do Pina.

O Expressinho venceu por 2 a 1, com dois gols de Válter II, enquanto Galvão fez o de honra do time verde-negro. Time formou com a seguinte escalação: Válter; Toinho, Adé, Davi e Jeferson; Vladmir, Valdeque Melo e Júnior; Lenilson Fafá, Heleno (Batista) e Válter II (Galdino). Técnico: Eduardo Silva.

CURIOSIDADE

Em 1981, após vender o centroavante Alexandre para o Náutico Capibaribe, a Associação Atlética Santo Amaro resolveu repor a perda. O clube acertou a contratação de Fabinho, do Expressinho do Pina. Até aí tudo normal. O fato curioso foi a forma de pagamento.

Como o jogador era amador, o Santo Amaro indenizou o Expressinho do Pina com 16 pares de chuteiras, o mesmo número de camisas, calções e meiões. Outra curiosidade é de que o Santo Amaro  tinha recebido um estoque de 50 pares de chuteiras, um ano antes, como pagamento de um amistoso com o Náutico que deu prejuízo.

 Time-base de 1961: Ivan; Tonho e Jaime Pequeno; Manoel, Adelson e Mourão; Esmeraldo, Nilo, Pataia, Lula e Mario Tavares.

 Time-base de 1963: Jadir (Dema); Rui, Jurandir, Negro e Zé Lídio (Ismael); Aloísio (Wilson) e Vado; Val, Escoteiro (Doutor), Ivanildo (Edinho) e Gera (Paco). 

Time-base de 1970: Lalau (Jorge); Aldinho (Hemir) e Nenem (Cior); Armando (Reginaldo) e Noca (Emílio); Gilvan (Batuel) e Ceará (Pita); Joca, Duca, Fio e Marivaldo. 

Time-base de 1975: Marinho; Vado, Adê, Marivaldo e Pauluca; Tadeu e Nilton; Berto, Tonho, Djanilson e Bê. Técnico: Everaldo Cavalcante, o ‘Velho’.

 

FONTES: Diário de Pernambuco – Jornal de Recife – A Província 

 

 

ASA DE ARAPIRACA (AL)          3          X         1          EXPRESSINHO DO PINA (PE)

LOCAL: Estádio Municipal Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca (AL)

CARÁTER: Amistoso Nacional

DATA: Domingo, 1º de Dezembro de 1968

RENDA: NCr$ 1.100.000,00 (Mil e cem cruzeiros novos)

PÚBLICO: Não divulgado

ÁRBITRO: Agripino Alexandre

ASA: Curau; Valter e Dida; Alcegíades e Tião; Fernando (Zito) e Chico (Sabará), Orlando (Zé Luiz), Veneno, Laranjeira e Adeildo.

EXPRESSINHO: Getúlio; Aldinho e Nenem; Babá e Alvi; Ceará e Gilvan; Marcos, Joca, Miranda e Guaraná.

GOLS: Marcos aos 20 minutos (Expressinho) do 1º tempo. Laranjeira, de pênalti, aos 10 minutos (ASA); Adeildo aos 20 minutos (ASA); Laranjeira aos 37 minutos (ASA) do 2° tempo.

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

EXPRESSINHO DO PINA                        1          X         0          CLUBE FERROVIÁRIO

LOCAL: Estádio Prof. Lucas Cabral, no Bairro do Pina, em Recife (PE)

CARÁTER: Amistoso estadual

DATA: Quarta-feira, do dia 21 de Abril de 1965

RENDA: Cr$ 47.000,00

PÚBLICO: Não divulgado

ÁRBITRO: Renato Ferreira (FPF)

EXPRESSINHO: Vadinho; Jurandir (Escoteiro), Rui (Jurandir), Nêgo e Zenildo; Papula e Regis; Roberval (Ivanildo), Liáco, Gera (Moises) e Paco.

FERROVIÁRIO: Juarez; Zé Carlos, Clóvis, Barbosa e Tibúrcio; Pitoco (Chumbinho) e Almir; Cabral (Garrincha), Zé Edson, Neco e Titico (Fábio).

GOL: Regis aos 25 minutos do 2º tempo

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

Aliança Foot-Ball Club  -

Associação dos Ex-Combatentes do Brasil

Associação Dramática Beneficente

Belém Club (25-01-1914 passou a ser Ypiranga Club – Rua João Ralby, 90) – Avenida Generalíssimo Deodoro, 99 A.

Belém Sport Foot-Ball Club - Estrada Generalissimo Deodoro, 29 B – Umarizal, Belém – PA.

Brazil Sport Foot-Ball Club (áureo-negro) - Fundado no dia 1o de Outubro de 1913. Sede: Avenida São João, 161. Campos: Praça Esptista Campos, 25. Praça Floriano Peixoto. Rua Serzedêlo Corrêa.

Clube Atlético Belenense

Fênix S

Guarany Foot-Ball Club (rubro-anil) – Fundado no dia 15 de agosto de 1907. Sede: Avenida Conselheiro Furtado /Rua 3 de Maio, 20 /  Avenida José Bonifácio, 02.

Guarani Sport Club

Independência (azul claro e vermelho) – Sede: Travessa São Matheus – Belém (PA). Campeão da Segunda Divisão de 1913

Maguari FC

Marco Esporte Clube

Norte Club (alvinegro) - (Alcunha: Tean Negra).

Panther Foot-Ball Club (uniforme, listrado, nas cores azul e branca) – Rua Siqueira Mendes, 38, Cidade Velha / Rua Gurupá, 49, Cidade Velha.

Pará Atletic Association

Royal Club

Sport Club Team-Negro

Sport Club Luso Brasileiro

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OUTRAS AGREMIAÇÕES

 

American Sport Club (verde e Branco)- Fundado no dia 11 de Julho de 1914

Atlântico Foot-Ball Club – Sede: Travessa da Piedade.

Bangu Sport Club

Athletic Foot-Ball Club (mencionado em 1912)

Derby Club – Rua Antonio Barreto, 102 – Fundado no dia 21 de setembro de 1913.

Foot-Ball Team – Sede: Travessa Ruy Barbosa, 27.

Militar Sport Club

Internacional Foot-Ball Club - Fundado no dia 20 de Maio de 1913.

Olympia Foot-Ball Club – Fundado no dia 18 de abril de 1913 (seu primeiro adversário foi o Rio Branco).

Ouro Preto Sport Club

Paranaguá Sport Club - Fundado no dia 11 de Julho de 1914.

Pinheiro Foot-Ball Club - Praça Paes de Carvalho, na Villa Pinheiro – Belém (PA)

Sport América Club – Avenida Generalíssimo Deodoro, 207 (esquina com a Rua Munduruçus).

Vera Cruz Football Club

Yara Club – Estrada São Jeronymo, 23.

Sport Club Santa Cruz (mencionado em 1947).

 

O Centro Esportivo do Pina é uma agremiação da cidade do Recife (PE). O verde-negro foi Fundado no dia 03 de Abril de 1934, e conta com a sua Sede na Avenida República do Líbano, s/n, no Bairro do Pina, no Recife. No Brasil só há dois clubes federados com as cores verde e preto: América Mineiro e o Centro Esportivo do Pina (vale lembrar que no Rio de Janeiro há o Tupy de Paracambi, que também possui essas cores, mas atualmente se encontra licenciado. Contudo, planeja brevemente retornar).

Atual Sede do C.E.P.

HISTÓRIA

Existia no Bairro do Pina um clube denominado Clube Esportivo Pina (este clube participou dos campeonatos suburbanos e da Segunda Divisão), nos idos de 1925. Após uma dissidência dessa diretoria, alguns senhores resolveram fundar Centro Esportivo do Pina em 03-04-1934. Esses dirigentes foram: Francisco Marques, Bartolomeu de Figueiredo, Nestor Gonçalves Maia, Abelardo Brito Rio e Adalberto Oliveira Dantas.

Em 1973, o clube se filiou a Federação Pernambucana de Futebol (FPF), e de cara, se sagrou campeão, de forma invicta, Pernambucano da Segunda Divisão.Quatro anos depois, o Centro Esportivo do Pina repetiu à dose, faturando o Bicampeonato, com uma bela campanha.

No total, o clube possui 13 títulos de campeão amador, sendo dois invictos. O Centro Esportivo do Pina promove em seus campo campeonatos de futebol infantil, juvenil e veteranos, além de colaborar com a permanência da pelada dos Cansadinhos do Pina, que existe há mais de quarenta anos e é constituída de ex-jogadores de futebol profissional.

Até os dias de hoje, o Centro Esportivo do Pina freqüenta as competições da base, ligadas a FPF. Abaixo uma lista de jogadores e craques que passaram pelo Centro Esportivo do Pina ao longo de mais de oito décadas de existência.

Neste vídeo abaixo, mostra o amistoso do Centro Esportivo do Pina contra o Santa Cruz, no Estádio do Arruda, no Recife, em janeiro de 2007: https://www.youtube.com/watch?v=GCaImVYgmn4

 

FONTES: Diário de Pernambuco – Federação Pernambucana de Futebol – Página do clube no Facebook – Site  Tardes de Pacaembu

 

O Elmo Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE). O “Tricolor de Prazeres” foi Fundado numa sexta-feira, do dia 08 de Outubro de 1943, pelos desportistas Claudenor Almeida, Antonio Tavares e Luís Steliteno, negociante próspero no Pátio do Mercado de São José, no Bairro São José. Luís Steliteno também foi o 1º Presidente do clube. A primeira Sede ficava na Rua Frei Henrique, 75/ 1º andar, no Bairro de São José, no Recife.

Primeira Sede

ENTRE IDAS E VINDAS

Com as mudanças dos tempos, crises financeiras, o clube elmense teve ainda sedes nos bairros São José; Água Fria (Rua Júlio Ramos, 150); Distrito de Prazeres (atualmente o local deixou de ser um Distrito, passando a ser um Bairro), quando o mesmo ainda era o 3º Distrito de Jaboatão (onde ficava o Departamento de Futebol no ‘Clube Vassourinhas’ (denominação dada a Sede), na Avenida Barreto de Menezes, s/n, no Bairro dos Prazeres, em Jaboatão).

Depois passou para o bairro da Várzea, quando João de Deus da Mota doou um terreno, na Vila Zé Mota, 65 – Terminal da Brasilit,; onde foi construída a Sede Social que possuíam dois pavimentos: Palacete Rubem Moreira (Salão Nobre, Secretária, Departamento de Material, Cozinha e Almoxarifado); Boate-restaurante e o Parque Social Desportivo João de Deus, contendo um Dancing Aquático.

Contudo, a Sede na Vila Zé Mota, 65 acabou sendo atingida parcialmente pelas enchentes ocorridas em julho de 1975. Para amenizar os prejuízos o clube acabou vendendo a Sede para uma grande firma Sulista.

Graças a doação de Cr$ 500.000,00 feita por João de Deus da Mota, o Elmo Esporte Clube construiu a nova Sede batizada de Palácio do Amadorismo João de Deus da Mota, localizada na 5ª Travessa Dr. Fábio Maranhão (Em 1977, a Prefeitura de Jaboatão mudou o nome da Rua para ‘Elmo Esporte Clube’, que permanece assim até o dia de hoje), nº 80, em Prazeres, inaugurada na sexta-feira, no dia 08 de outubro de 1976, quando o clube festejou 33 anos de existência.

Time de 1956

CURIOSIDADE

Para quem não associou o nome a pessoa, Rubem Moreira, que deu o nome para o Palacete do Elmo, foi presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) por quase três décadas: entre 1955 a 1982.

 

FUTEBOL & SAMBA

Um dos grandes baluartes do Tricolor de Prazeres foi José Geraldo Mota. Ingressou, ainda como jogador, no Elmo em 1945, onde ficou por vários anos e acabou ganhando o cargo de presidente de honra perpetuo. Na década de 60, acumulou a função de técnico da equipe.

Alinhado com o futebol, o Elmo também tinha uma relação entrelaçada com o mundo do samba. Nos anos 50, criou a Escola Almirantes do Samba, quando a sua Sede ficava na Rua das Águas Verdes, s/n, no Bairro São José.

Já em Prazeres, fez parceria com o Bloco Carnavalesco Misto Batutas de São José (Fundado no dia 5 de junho de 1932) e também o Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas (Fundado no dia 06 de Janeiro de 1889), onde realizou diversos eventos, homenagens diversas e bacalhoadas.

Time de 1957

OUTRAS MODALIDADES

Além do futebol, o Elmo também possuía categoria de base, futebol de salão, voleibol e pedestrianismo (é uma atividade desportiva, não competitiva, praticada essencialmente em ambientes naturais, obtendo os seus praticantes os benefícios inerentes à prática de atividades de ar livre, funcionando ainda como uma forma de escapar ao stress e sedentarismo do dia-a-dia vivido nas cidades, permitindo ao mesmo tempo um maior conhecimento de nós próprios).

Após disputar o Campeonato Suburbano, vinculado à Associação Suburbana de Desportos Terrestres (ASDT), o Elmo ingressou na Federação Pernambucana de Futebol (FPF), nos anos 60. Apesar de campanhas modestas, o Tricolor dos Prazeres começou a conquistar boas campanhas como os vices da Segunda Divisão em 1966, 1967 e 1971.

Motivados e crentes de que o Elmo era um clube emergente, o seu presidente José Geraldo Mota abdicou de disputar a Segundona em 1972 para participar da Taça de Recife no mesmo, para assim buscar uma vaga na Elite do Futebol, Pernambucano. 

ESTÁDIO INAUGURADO EM 1973

Um sonho que se tornou realidade. Esta frase se encaixou perfeitamente na história do Elmo Esporte Clube, quando inaugurou a sua ‘casa’, batizado de Estádio José Geraldo Mota, às 15 horas; no domingo, 04 de fevereiro de 1973.

Localizado em Prazeres, à margem da BR-101, a partida inaugural, que foi arbitrada por Ivanildo Enéas (FPF), reuniu as equipes do Elmo e Associação Atlética Santo Amaro. No final, melhor para o Santo Amaro que venceu por 2 a 0 (gols de Ailton e Neco) e levou o “Troféu Pedro Ramos de Sena Pereira Júnior”. O público presente foi de aproximadamente Mil pessoas.

As últimas notícias do Tricolor de Prazeresfoi em  meados dos anos 80, quando o fazia parte do Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão, porém sem nenhum destaque.

CAMPEÃO

Em 1975, o Elmo faturou o título do Torneio Mario Santos, ao vencer o Caxangá, fora de casa, por 1 a 0, gol de Diniz. O time campeão foi formado da seguinte forma: Sidney; Toinho, Dé, Betuca e Quincas; Roseval e Guiga; Bedunga, Valdir,  Diniz e Paulo.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início de Futebol de Salão de 1966.

Campeão do Torneio Mario Santos, de 1975.

vice-campeão do Torneio Início da 2ª Divisão de 1966.

vice-campeão do Campeonato da 2ª Divisão de 1967.

vice-campeão do Campeonato da 2ª Divisão de 1971.

 

Time-base de 1947: Lido; Petronilo e Mineiro; Walter, Otacílio e Doutor; Nilton, Paulo, Valtinho, Helinho e Ernani. Técnico: Farias

 Time-base de 1957-58: Barão (Agenor); Bibiu (Paraíba) e Eloísio (Erivaldo); Dudu, Carneiro (Toinho) e Tião (Estevão); Baixinha, PIauí, Helio, Natanael (Clóvis) e Enoque (Pereirinha). Técnico: Rubens Assis.

 Time-base de 1965: Miltinho; Edmilson, Nêgo (Valter), Índio (Ailton) e Berto; Constâncio e Gustavo (Bill); Rios (Cuíca), Gil (Fernando), Brivaldo (Liberal) e Albery (Edinho). Técnico: Constâncio de Barros Correia.

 Time-base de 1966: Juarez (Marcos); Edmilson (Beto), Hugo (Talu), Kid e Constâncio (Papeira); Pelenca (Bria) e Gustavo (Adilson); Helber (Gil), Carlos (Didi), Amaro (Edinho) e Cândido (João). Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1967: Edelson (Barão); José Pena (Índio), João (Aguiar), Joaquim (Hugo) e Bria (Zé Amaro); Manolo (Liberal) e Pinto; Edinho (Luciano), Santos (Pelezinho), Antônio (Esmeraldo) e Wilson.Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1968: Itinho (Reginaldo); Berto (Givaldo), Jura (José), Bria (Gustavo) e Liberal (Ênio); Pereira (Zé Amorim) e Eronildo (Edinho); Esmeraldo (Pinto), Luciano (Cidinho), Bosco (Carlos) e Wilson.Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1969: Petrônio; Betunga, Índio, Baiano e Aurení; Cândido e Emílio; Ferreira, Talo, Zito e Caduco.Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1971: Cici; Sinésio (Gilson), Targino, Paulo e Givaldo; Manoel e Benedito; Bria, Talo, Dé e Pinga (Wilson). Técnico: Pedro Bruno.

Time-base de 1972: Juarez; Dé, Gildo, Paulo e Américo; Manoel e Didi; Dudé, Talu, Veras e Tito. Técnico: Dilson Andrade.

 

FONTES: – Jornal de Recife – A Província – Diário de Pernambuco

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

Redesenhado o escudo do Ypiranga Football Clube da cidade de Niterói (RJ), encontrado pelo amigo e membro Auriel de Almeida, uma flâmula no acervo de Wanderlino Teixeira Netto. O modelo remete aos idos de 1962, quando o rubro-negro niteroiense completou meio-século de existência.

 

FONTE: Acervo de Wanderlino Teixeira Netto. 

 

SPORT RECIFE (PE)        10       X         0          SÃO DOMINGOS (AL)

LOCAL: Estádio do Arruda, no Recife (PE)

COMPETIÇÃO: Amistoso

DATA: Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 1975

PÚBLICO: 6.090 pagantes (Público total: 7.352)

RENDA: Cr$ 47.069,00

ÁRBITRO: Gilson Cordeiro

AUXILIARES: Oséas Gomes e Luís Gonçalves

SPORT: Tobias (Toinho); Marcos, Lula (Alberto), Djalma e Luisinho; Luciano (Salim) e Assis; Jangada (Edmílson), MIltão, Dario (Valfredo) e Peri.

SÃO DOMINGOS: Adolfo; Silvio, Pires, Vergete e Timbó; Zé Leite e Milton; Paulinho (Cabo Jorge), Ailton, Capeta (Rolan) e Hélio.

GOLS: Dario aos três minutos; Assis aos 37 minutos; Miltão aos 47 minutos; Assis aos 49 minutos do 1º tempo. Assis aos dois minutos; Luciano, cobrando falta, aos 13 minutos; Silvio, contra, aos 25 minutos; Miltão aos 26 minutos; Timbó, contra, aos 37 minutos do 2º Tempo.

PRELIMINAR: Sport Recife (Juvenil) 1 x 0 Elmo E.C. (Segunda Divisão)

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

O Guarany Esporte Clube é uma agremiação da Cidade de Camaragibe (PE). Fundado no dia 20 de Agosto de 1920, possui a sua Sede localizada na Rua Munyz Machado, 511, no Bairro de Vila da Fábrica, em Camaragibe.

Um dos clubes mais antigos ainda em atividade no futebol pernambucano, o Guarany foi um dos primeiros a se filiar a Federação Pernambucana de Futebol (FPF), e traz em sua trajetória grandes conquistas e grandes nomes que atuaram no clube.

O nome mais famoso é do ex-goleiro Manga, que depois passou pelo Botafogo (RJ), Sport (PE), Grêmio(RS) , Internacional (RS), Operário (MS), Coritiba(PR), Nacional-URU, Barcelona-EQU e da Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra.

O ex-goleiro Manga defendeu o Guarany na década 50

Após décadas disputando o campeonato citadino,  torneios regionais e amistosos contra os clubes profissionais, o Guarany trabalha para levar o time a elite do futebol Pernambucano. O clube conta com o apoio dos empresários e da prefeitura local e garante que é uma questão de tempo para que o projeto alcance o seu ápice!

FONTES: Diário de Pernambuco – Página do clube no Facebook – Site do clube

 

O Club Sportivo Sergipe é uma agremiação da cidade de Aracaju (SE). Fundado em 17 de outubro de 1909, uma semana após o surgimento do primeiro clube esportivo de Aracaju, o Cotinguiba Esporte Clube, ambos dedicados exclusivamente aos esportes náuticos, especialmente o remo.

Existe uma versão, de que o Sergipe nasceu a partir de uma facção do Cotinguiba, insatisfeita com o nome dado a este clube. Estes dissidentes teriam resolvido, então, fundar outro clube com o verdadeiro nome do rio onde seriam disputadas as competições: o rio Sergipe.

Entretanto, pesquisas e testemunhos – inclusive de um dos fundadores do Sergipe, o Sr. José Couto de Farias – apontam outra versão: a simples necessidade de haver outro clube para que as regatas pudessem ser realizadas.

Assim, comandados por Adalberto Ribeiro Monteiro e Euclides Porto, Adalgiso Rosal, José Couto de Farias, Tancredo de Sousa Campos, Américo Silva, Francisco Bessa e outros que a história não registrou; reuniram-se no dia seguinte da fundação do Cotinguiba, ao meio-dia de 11 de outubro de 1909, na sede da Associação Comercial e deliberam que, no domingo seguinte, dia 17, seria fundado o Club Sportivo Sergipe.
Baile de Carnaval no Club Sportivo Sergipe – 1938. BARRETO, Armando.

Cadastro industrial, comercial, agrícola e informativo de Sergipe – 1938.

E foi o que aconteceu. Novamente no mesmo horário, e no mesmo local anterior, aquele grupo de jovens idealistas fundava o clube, cujas cores representariam vigor, vontade de vencer e progredir. A diretoria ficou então composta por:

Presidente: Tancredo Sousa Campos.

Vice-presidente: José Victor de Matos.

1º Secretário: José Couto de Farias.

2º Secretário: Adalberto Ribeiro Monteiro.

Tesoureiro: José Fernandes de Oliveira.

Orador: Hemetério Gouveia.

Diretor de Regatas: Américo Silva.

Comissão fiscal: Dr. Alexandre Lobão, Cel. Terêncio Sampaio e Jucundino Sousa Filho.

Presidente de honra: Cel. Lourenço Pinto Monteiro.


Nascia naquele momento o Club Sportivo Sergipe, cujo destino histórico o tornaria o maior clube esportivo do estado. Logo após a fundação, a diretoria encomendou barcos, arrumou local para a sede, angariando novos sócios e levantando fundos financeiros para a efetivação dos planos. Em janeiro de 1910, era batizado o primeiro barco rubro, que recebeu o nome de “Nereida”.

Em 8 de janeiro do ano seguinte, foi inaugurada a primeira sede do Sergipe. Tratava-se de uma pequena garagem, construída no bairro da Fundição (atual Avenida Ivo do Prado), às margens do rio Sergipe. Na primeira disputa náutica realizada, em 11 de junho de 1910, o clube rubro foi o vencedor diante do Cotinguiba.

Esta foi a primeira de muitas vitórias nas regatas contra o rival alvi-azul, que ocorriam no rio Sergipe e que eram acompanhadas por um grande público na antiga rua “da Frente”.

Futebol
Em meados de 1916, surgia o futebol no clube. Inicialmente foi praticado pelos sócios do Sergipe e Cotinguiba sem distinção clubística, em animados treinos realizados pelos “Team Green” e “Team Black” num campo improvisado da Praça Pinheiro Machado.

No final do ano, é que os dois clubes resolveram adotar o esporte bretão oficialmente. Rapidamente o colorado se tornaria o clube mais popular do estado e o de maior número de conquistas.

A trajetória futebolística do Sergipe envolve dezenas de campeonatos conquistados, triunfos em torneios locais e interestaduais, partidas internacionais, vitórias memoráveis sobre campeões de outros estados e troféus valiosos.

Primeiros Triunfos

Entre os triunfos memoráveis da história mais antiga do Sergipe destacam-se: a vitória de 1 a 0 sobre a seleção do Ceará (1926); 4 a 2 sobre o Botafogo campeão baiano (1936); 3 a 1 sobre a seleção de Alagoas (1940); a histórica goleada imposta ao Vitória por 8 a 2 (1942), 2 a 0 sobre o Bangu em 1967, campeão carioca em 1966 e a vitória internacional sobre a seleção de novos Argentinos por 3 a 1 (1968) no primeiro jogo deste gênero no estado.

O Sergipe é o único clube sergipano com batismo em jogos internacionais até o momento. Além da seleção de novos Argentinos, enfrentou o Sparta da República Tcheca, Alianza Lima do Peru e a seleção de Gana.

Foi o primeiro clube do estado a participar do Campeonato Brasileiro, em 1972, integrado pela nata do futebol brasileiro. O time rubro também é o único clube que participou de todos os campeonatos estaduais oficiais, desde o primeiro em 1918.

Na década de 90, mais precisamente entre os anos de 1991 e 1996, o Sergipe foi hexacampeão estadual. Esta é a maior conquista consecutiva de estaduais de um clube sergipano.

O Centenário

O Sergipe comemorou o centenário no dia 17 de outubro de 2009. Naquela ano, o Sergipe fez uma boa participação no estadual e na Copa Governo do Estado, terminando na segunda colocação em ambos os torneios. Conquistou a vaga no inédito campeonato brasileiro da série D através do estadual.

 

FONTES: Site do clube – Diário de Pernambuco

 

Atualmente, ainda traumatizados pela vexatória goleada sofrida para os alemães na última Copa do Mundo, encontrei uma passagem da Alemanha pelo Brasil, em meados de 1965. No sábado, do dia 06 de Junho daquele ano, A Seleção Brasileira venceu a Alemanha, com autoridade por 2 a 0 (gols de Pelé e Flávio), no Maracanã, com mais de 140 mil pessoas.

O fato de destaque, além da vitória da seleção canarinho, foi que os alemães viajaram logo depois para Recife enfrentar a Seleção Pernambucana, na quarta-feira, do dia 10 de Junho de 1965. Talvez imaginando que, de certa forma, se vingariam da derrota para o nosso selecionado, chegaram com a banca de favoritos.

Contudo, o Selecionado Pernambucano fez uma partida impecável e, abateu a Alemanha Ocidental por 1 a 0, no Estádio da Ilha do Retiro, mas vale ressaltar que diversas chances de gols foram criadas e o placar não refletiu a superioridade dos alvi-azulinos.

PERNAMBUCO      1          X         0          ALEMANHA OCIDENTAL

LOCAL: Estádio da Ilha do Retiro, em Recife (PE)

COMPETIÇÃO: Amistoso Internacional

DATA: Quarta-feira, 10 de Junho de 1965

RENDA: Cr$ 25.500.000,00 (25 milhões e 500 mil cruzeiros. PS.: Não foi revelado os valores apurados nos Postos de Venda)

ÁRBITRO: Alberto Tejada (PERU)

AUXILIARES: Arturo Jamasak (PERU) e Carlos Rivero (PERU)

PERNAMBUCO: Dudinha; Gena, Alemão, Baixa e Jório (Toinho); Gojoba e Ivan; Nado, Bita, Nunes (Nino) e Lala. Técnico: Antoninho

ALEMANHA OC.: Mangletzs; Piontec, Novah, Steenman (Lorentz) e Seiiofez; Weeb e Kueppers; Theelen (Libuda), Kramel, Kodekamp e Heiss. Técnico: Helmut Schoen

GOL: Gojoba aos 40 minutos do 2º tempo

 

Clubes dos jogadores que enfrentaram os Alemães:

Dudinha (Central de Caruaru);

Gena (Náutico Capibaribe);

Alemão (Sport Recife);

Baixa (Sport Recife);

Jório (Santa Cruz);

Gojoba (Sport Recife);

Ivan (Náutico Capibaribe);

Nado (Náutico Capibaribe);

Bita (Náutico Capibaribe);

Nunes (Sport Recife);

Lala (Náutico Capibaribe);

Toinho (Náutico Capibaribe);

Nino (Náutico Capibaribe).

 

FONTE: Diário de Pernambuco

 

FONTES: Arquivo Pessoal – David Chima

 

FONTES: Arquivo Pessoal – David Chima

 

FONTES: Arquivo Pessoal – David Chima

 

FONTES: Arquivo Pessoal – David Chima

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