FONTE: Revista Placar

 

 

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FONTE: Revista Placar

 

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Há 90 anos que o São Cristóvão conquistou o seu único título carioca, o de 1926, uma história brilhante, entremeada por curiosidades, e que revelou Luis Vinhaes, um dos pioneiros como técnico no país. O caminho da equipe “cadete” começou em 4 de abril, no estádio da Rua Figueira de Melo, com vitória de 6 a 3 sobre o Botafogo.

Duas semanas mais tarde, o time tomou de 6 a 2 do Fluminense nas Laranjeiras. E Vinhaes assumiu definitivamente como treinador, intensificando os seus métodos de trabalho, como revela o jornal “O Imparcial”, no português da época. “É elle quem os põe no toque de alvorada no Primeiro Regimento de Cavallaria, a poucos passos do club, e que submette, por quasi uma hora, sem descanso, a rapaziada no preciso treinamento. É elle des’arte o entreneur, o captain, o director sportivo, o companheiro, o amigo, o último a deitar-se, a fim de certificar, de facto, se a tropa está, à hora marcada, entregue aos braços de Morfeu”.

Assim, com o preparo físico invejável, o São Cristóvão chegou ao fim com 14 vitórias em 18 partidas, marcando 70 gols, média de 3.8 por jogo, fazendo o artilheiro do Carioca, Vicente, que marcou 25 vezes, numa época em que o futebol era essencialmente ofensivo.

Dois fatos foram destaque na conquista de 1926. O primeiro em 14 de julho, à Rua Figueira de Melo, após a derrota de 3 a 2 para o seu grande rival, o Vasco. A torcida “cadete” jogou a culpa do resultado sobre o árbitro Francisco Julien e invadiu o gramado para agredi-lo, obrigando a polícia a intervir, provocando tremendo conflito. O segundo em 1º de agosto, à Rua Paysandu, estádio do Flamengo, que vencia por 3 a 1 quando o juiz Cyro Werneck marcou pênalti para o São Cristóvão, levando a torcida rubro-negra a pular a cerca para impedir a cobrança.

A Associação Metropolitana de Esportes Athléticos (AMEA) marcou uma nova partida, disputada em 21 de novembro, no mesmo local, com portões fechados, sob a direção do respeitado Carlito Rocha. Essa o São Cristóvão ganhou por 5 a 1, confirmando a conquista do título.

Em tempo – Luiz Vinhais jogou na vitória sobre o Botafogo e logo se revelou como técnico. Em 1933, ganhou o título carioca com o Bangu, no primeiro campeonato profissional realizado no Brasil, e em 1934 dirigiu a Seleção Brasileira na Copa do Mundo disputada na Itália. A quem possa interessar, o livro “Memórias da Conquista”, de Gustavo Côrtes e Raymundo Quadros, lançado em 2006, narra em detalhes a heróica conquista.

 

A campanha vitoriosa

4/4 – 6 x 3 Botafogo (Figueira de Melo)

18/4 – 2 x 6 Fluminense (Laranjeiras)

21/4 – 3 x 2 Vila Isabel (Campos Sales)

25/4 – 2 x 1 Vasco (Rua Paysandu)

16/5 – 5 x 0 Flamengo (Figueira de Melo)

23/5 – 8 x 2 SC Brasil (Figueira de Melo)

30/5 – 3 x 1 Syrio & Libanez (Laranjeiras)

13/6 – 2 x 2 Bangu (Figueira de Melo)

20/6 – 3 x 1 América (Campos Sales)

27/6 – 4 x 3 Botafogo (General Severiano)

4/7 – 4 x 2 Fluminense (Figueira de Melo)

14/7 – 2 x 3 Vasco (Figueira de Melo)

18/7 – 2 x 1 Vila Isabel (Figueira de Melo)

8/8 – 6 x 0 SC Brasil (General Severiano)

15/8 – 7 x 5 Syrio & Libanez (Figueira de Melo)

12/9 – 2 x 0 Bangu (Rua Ferrer)

19/9 – 4 x 4 América (Figueira de Melo)

21/11 – 5 x 1 Flamengo (Rua Paysandu)

 

Estádios

Campos Sales – América Futebol Clube

Figueira de Melo – São Cristóvão de Futebol e Regatas

General Severiano – Botafogo Football Club (*)

Laranjeiras – Fluminense Football Club

Rua Ferrer – Bangu Atlético Clube

Rua Paysandu – Clube de Regatas do Flamengo

(*) O Botafogo de Futebol e Regatas é de 1942

 

Total

Jogos – 18

Vitórias – 14

Empates – 2

Derrotas – 2

Gols pró – 70

Gols contra – 37

 

Os artilheiros

Vicente – 25

Jaburu – 16

Artur – 13

Teóphilo – 7

Oswaldo – 6

Henrique – 2

Doca – 1

 

Os 15 campeões

PAULINO Cataldo (goleiro) – 18 jogos

Eduardo Medeiros MENDONÇA (zagueiro) – 1

José Luiz de Oliveira (ZÉ LUIZ – zagueiro) – 18

Otávio Menezes PÓVOA (zagueiro) – 17

ALBERTO Alves Correia (médio) – 17

Álvaro MARTINS Correia (médio) – 2

HENRIQUE Carneiro (médio) – 17

Júlio Castilho de Faria (JULINHO – médio) – 18

LUIZ Augusto VINHAES (médio) – 1

BAIANINHO (Artur dos Santos – atacante) – 18

DOCA (Alfredo de Almeida Rego – atacante) – 2

OSWALDO Afonso de Castro (atacante) – 17

VICENTE Alves de Oliveira (atacante) – 18

Otávio de Oliveira (JABURU – atacante) – 18

TEÓPHILO Bettencourt Pereira (atacante) – 18

 

FONTE & FOTO: Roberto Assaf

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

Em 1964, Pelé foi o artilheiro do Paulistão com 34 gols

No segundo turno do Campeonato Paulista de 1964, Ennio Rodrigues narrou a grande goleada do Santos sobre o Botafogo de Ribeirão Preto por 11 x 0, na Vila Belmiro. A partida aconteceu no sábado, do dia 21 de novembro de 1964.

Apesar do vexame, o goleiro MACHADO foi um dos destaques do jogo

Um fato marcante é que, apesar da derrota por 11 gols de diferença, o goleiro Machado, do clube do interior, acabou eleito como o segundo melhor em campo, atrás apenas de Pelé. Segundo Pepe, foi o arqueiro que impediu uma goleada ainda mais elástica: “Ele não falhou em nenhum gol!”, ressalta.

Pelé ‘endiabrado’
Pelé estava impossível naquela partida pela 25ª rodada do Campeonato Paulista. Com apenas 16 minutos de jogo, ele já havia marcado três vezes. Segundo quem esteve em campo, o “Rei do Futebol” queria a vingança por duas derrotas recentes que o Santos havia sofrido para o bom time do Botafogo: 2 a 0 em Ribeirão Preto e 4 a 1 em plena Vila Belmiro.

Santos de 64: Lima, Zito, Haroldo, Ismael, Modesto, Gilmar, Toninho Guerreiro, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe

SANTOS FC 11 X 0 BOTAFOGO DE RIBEIRÃO PRETO

LOCAL: Estádio Urbano caldeira, ‘Vila Belmiro’, em Santos

PÚBLICO: 9.437 pagantes

RENDA: Cr$ 4.210.800,00

DATA: Sábado, dia 21 de Novembro de 1964

HORÁRIO: 19 horas e 30 minutos

CARÁTER: Campeonato Paulista de 1964

ÁRBITRO: Carlos Drumond da Costa (FPF)

SANTOS: Gilmar; Ismael, Modesto, Haroldo, Geraldino; Lima e Mengálvio; Toninho Guerreiro, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula.

BOTAFOGO/RP: Machado; Ditinho, Carlucci, Tiri e Maciel; Hélio Vieira e Adalberto; Zuíno, Alex, Antoninho e Gaze. Técnico: Oswaldo Brandão

GOLS: Pelé aos 3, 8, 16, 38 e 40 minutos (Santos); Pepe aos 19 minutos (Santos); Coutinho aos 25 minutos (Santos), no 1º Tempo. Pelé aos 25, 27 e 28 minutos (Santos); Toninho Guerreiro aos 45 minutos (Santos), no 2º Tempo

FONTES & FOTOS: Terceiro Tempo – ESPN

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTE: Revista Placar

 

FONTES: Revista Placar 

 

FONTES: Revista Placar 

 

FONTES: Revista Placar 

 

FONTES: Revista Placar 

 

FONTES: Revista Placar 

 

FONTES: Revista Placar 

 

O Campeonato Paulista de Futebol de 1978Divisão Intermediária contou com a participação de 20 clubes:

Aliança (São Bernardo do Campo)

Americana (Americana)

Araçatuba (Araçatuba)

Barretos (Barretos)

Catanduvense (Catanduva)

Corinthians (Presidente Prudente)

Esportiva (Guaratinguetá)

Ginásio Pinhalense (Espírito Santo do Pinhal)

Independente (Limeira)

Internacional (Limeira)

Linense (Lins)

Nacional (São Paulo (capital)

Rio Claro (Rio Claro)

Rio Preto (São José do Rio Preto)

Saad (São Caetano do Sul]

Santo André (Santo André)

São José (São José dos Campos)

Sãocarlense (São Carlos)

Taubaté (Taubaté)

Velo Clube (Rio Claro)

 

A última fase teve os seis melhores clubes que disputaram o Hexagonal:  

Catanduvense (Catanduva)

Corinthians (Presidente Prudente)

Ginásio Pinhalense (Espírito Santo do Pinhal)

Internacional (Limeira)

São José (São José dos Campos)

Velo Clube (Rio Claro)

 

No final, o título ficou com a Associação Atlética Internacional, de Limeira; enquanto o Velo Clube ficou com o vice-campeonato da Divisão Intermediária de 1978.

 

PS: Apresentarei um breve histórico dos seis times do Hexagonal Final, foto posada e os escudos e uniformes redesenhados nas próximas publicações.

 

 

FONTES: Wikipédia – Revista Placar 

 

FONTE: Revista Placar

 

Seleção Carioca Juvenil campeão Brasileiro de 1978

Em Pé (esquerda para a direita): Luís Cláudio, Vitor, Leandro, Luís Carlos, Miltão e Jorge Luís.

Agachados (esquerda para a direita): Gilcimar, Wescley, André, Gerson e Airton.

FONTE: Revista Placar

 

O Clube Atlético Penhense, do Bairro Penha de França, situado na Zona Leste, da capital paulistana, foi fundado na data de 1º de janeiro de 1924, e durante muitos anos foi conhecido como o “Campeão da Penha”, tendo em vista as inúmeras vitórias conquistadas pelo grêmio alvinegro.

A sede do Penhense era situada na Rua da Penha número 47.

 

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

Fontes: A Gazeta, Correio Paulistano, Diário Nacional e álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60.

 

 

FONTE: Revista Placar

 

O Comercial Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Belém (PA). Sediado no Bairro do Telégrafo Sem Fio, em Belém, a equipe foi Fundada em 1970, como Dom Vital por funcionários da Transportadora Dom Vital. Seis anos depois adentrou na esfera profissional, quando alterou o nome para Comercial F.C.

HISTÓRIA

Tudo começou em 1970, quando um grupo de empregados da Transportadora Dom Vital fundaram uma agremiação para jogos fins de semana – e naturalmente a batizaram com o nome da empresa. O time começou a ganhar fama com as vitórias sobre os irmãos mais pobres e aos poucos admitiu o ingresso de aficionados de fora, principalmente os residentes no Bairro do Telégrafo Sem Fio, onde se localiza a firma.

Em 1974, Antero Ribeiro, dirigente da empresa em Belém, resolveu oficializar o Dom Vital, inscrevendo-o na Federação Paraense de Futebol (FPF), para disputar o Campeonato Distrital. Estava longe, então, de supor que seguiria o mesmo caminho de outros irmãos bastante ligados ao futebol: Paulo, ao Bonsucesso; João de Deus, ao Náutico; e Reginaldo, ao Sport.

No mesmo ano de sua oficialização, o Dom Vital conseguiu faturar o Distrital; repetiu à dose no ano seguinte. Não foi tão bem em 1976: conseguiu apenas o terceiro lugar. Por isso, chegou a ser surpreendente o convite da FPF para que o clube adotasse o futebol profissional.

Pensei muito antes de tomar a decisão. Conversei com Said Xerfan (líder de outro grupo empresarial) e surgiu a idéia de levarmos a coisa meio a meio”, contou Antero Ribeiro.

Dizem alguns que o experiente Paulo Ribeiro teria aconselhado ao irmão evitar que a firma corresse algum risco lançando seu nome numa aventura. Antero diz que o negócio não foi bem assim.

Meus irmãos fizeram algumas ponderações e eu cheguei à conclusão de que o nome da empresa poderia nos trazer alguns problemas, pois muitos de nossos clientes são torcedores do Paysandu ou Clube do Remo”, revelou.

Dom Vital não podia. Outro nome foi aventado: um dos muitos utilizados pela Xerfan, firma de confecções. Vetado, pois chegou-se à conclusão de que o clube deveria ter um nome neutro. E assim surgiu o Comercial.

Com força total – surpreendentemente. Ao fim do primeiro turno do campeonato, havia desbancado Tuna Luso e Paysandu. Dentro e fora de campo. Dentro, já garantiu sua participação na fase decisiva do título – tudo é lucro para o Comercial no segundo turno; fora, só perdeu em rendas (por muito pouco) para o Clube do Remo.

Sucesso que tem explicações convincentes. A primeira delas: uma boa organização, com perfeito suporte financeiro, apesar dos bons salários pagos, quinzenalmente e sempre em dia. “Faturo tanto quanto no Remo e em dia, o que é mais importante”, disse o lateral Lúcio Oliveira, salários de 6 mil cruzeiros.

Não é de se admirar que o Comercial esteja fazendo e acontecendo – afinal é o clube que paga os maiores bichos. Se o time tivesse faturado o primeiro turno, cada jogador receberia 5 mil cruzeiros.

Quanto ao time, sem maiores novidades para o torcedor – o que soa como castigo para os grandes. O Remo forneceu Lúcio Oliveira, Zé Lima e Amaral; a Tuna Luso contribuiu com o Carvalho; o Paysandu emprestou Da Silva; os demais titulares foram conseguidos no Santarém e no Castanhal, afora o Edgar, cedido pelo Rio Negro, do Amazonas.

O elenco que temos é suficiente para o campeonato, até porque já estamos classificados, junto com o Remo, para a decisão do título. Mas temos de pensar em reforços, pois nossos planos vão além”, afirmou o técnico José Maria Cunha.

Enganam-se quem pensa que o treinador é o único a sonhar com um futuro brilhante. O presidente Antero Ribeiro também alimenta esse acesso meteórico do Comercial. “Isso mesmo. Queremos o título paraense e depois esperamos entrar no Brasileiro”, destacou Antero Ribeiro.

 

Comercial de 1977: Pedrinho (La Ursa); Chico, Edgar, Olaci (Carvalho) e Lúcio Oliveira (Zé Quéti); Da Silva (Orlando Lima), Carlitinho (Zezinho) e Zé Lima (Mickey); Rangel (Nazareno), Fidélis (Isaías) e Amaral (Gonzaga). Técnico: José Maria Cunha

Artilheiros: Fidélis com dez tentos; Carlitinho e Zé Lima com seis.

FONTE: Revista Placar (15/07/1977)

 

FONTE: Revista Placar

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