O Esporte Clube Brasil é uma agremiação da cidade de Vacaria (RS). A sua Sede fica localizada na Rua Silveira Martins, 53, no Centro de Vacaria. O clube foi Fundado no dia  7 de Setembro de 1928, por um grupo de amigos Vacarienses, foi o primeiro clube amador de Vacaria . 

No ano de 1969 foi campeão estadual de amadores e lançou nomes importantes para o futebol profisional, como, Luís Carlos Gasperin, um dos goleiros vice-campeão da Libertadores com o Internacional de Porto Alegre.

O E.C. Brasil já participou do Campeonato Estadual de Aspirantes, em 1950; e no Campeonato Gaúcho de Amadores da 1ª Divisão – 1987.

 

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

 

 O Clube Atlético Serrano é uma agremiação do município de São Francisco de Paula (RS). Fundado em 1931, o clube fica localizado na Região das Hortênsias, em São Francisco de Paula, na Serra Gaúcha.

 

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

O Sport Club Jaú é uma agremiação do  Município de Santo Antônio da Patrulha (RS). Fundado no dia 8 de Agosto de 1928, a sua Sede fica localizada na Avenida Presidente Kennedy, s/n – no Centro de Santo Antônio da Patrulha. O Jaú já faturou Quatro vezes o Campeonato Citadino: 1959, 1960, 1961 e 1966.

 

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

O Alimentício Futebol Clube foi uma agremição do município de Taquara (RS). Fundado nos anos 50, o clube mandava os seus jogos no Estádio da Rua da Federação, com capacidade para 3 mil espectadores.

O Alimentício F.C. existiu até 1974, quando fez fusão com a Sociedade Esportiva Palmeiras (também do mesmo município), dando origem à APAL (Associação Palmeiras Alimentício).

 

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

 

 Esporte Clube Pinheiro Machado é uma agremiação da Região da Baixada, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense (RJ). Fundado no dia 15 de Janeiro de 1949, o Tricolor Campista se inspirou no Fluminense do Rio. Além da semelhança do escudo, o nome é uma referência a principal rua próxima à Sede do clube carioca, no Bairro em Laranjeiraas, Zona Sul do Rio.

 

Colaborou: Leonardo Silva de Souza

 

 

Escudos dos anos 60

Por: Aristides Leo Pardo

 Fundado como Campos Athletic Association (atual Campos Atlético Associação), em 26 de outubro de 1912, por Ângelo de Carvalho, em sua residência situada no bairro do Caju, junto com seu genro, Wanderley Barreto (este eleito o Presidente), Fernando Alberto Muri, Jorge Muniz Filho, Victor Arezo, Carivaldino Carvalho, Onizio Silva, Antonio Augusto de Carvalho, Francisco Augusto de Carvalho, Floriano Peixoto, Lincol Silva, Rotichild de Castro e Alvino Silva.

Após juntarem dinheiro, Wanderley ficou incumbido de viajar até ao Rio de Janeiro, onde foram comprados os materiais para o novo clube e retornando da Capital trouxe duas bolas, bomba de ar e um livrinho com as regras do jogo, já que a maioria não as conhecia.

O clube rompeu barreiras ao abrir suas portas a todos que quisessem participar da equipe, independentemente de sua cor e classe social e, dessa forma, junto com o Goytacaz, se diferenciavam dos demais clubes elitistas da época. As cores escolhidas para representar o clube, foi o preto, representando a raça negra e o roxo, simbolizando o mulato.

Utilizava o campo do Queimado para disputar as partidas, depois conseguiu alugar um terreno na Rua Rocha Leão, no bairro do Caju, onde o clube ficaria conhecido como “o Roxinho da Coroa”. Depois se mudou para um terreno situado a Avenida Alberto Torres, que foi doado pela Câmara de Vereadores, onde foi erguido o Estádio Ângelo de Carvalho.

Distintivo atual

Durante muito tempo a sede do Campos A. A. ficaria sendo a casa de Ângelo de Carvalho, perto do campo da Rocha Leão, onde se fazia as reuniões e as festas de comemorações por mais uma vitória do time. O dono da casa, apesar de poucos recursos (era ferreiro e tinha uma pequena oficina ao lado de casa), gostava das freqüentes festas em sua residência. Certa vez o time do Mangueira, da segunda divisão do Rio, veio jogar aqui contra o Campos e houve uma grande festa na casa de Ângelo, onde até o quintal fora iluminado (coisa fora do costume da época). No dia seguinte da partida vencida pelo “roxinho”, nova festança.

Em meados da década de 70, o clube entra em decadência e, ainda, com os principais rivais (Americano e Goytacaz) disputando o campeonato nacional, o Campos foi assumido por um grupo de empresários, que tinha como objetivo elevar o clube a outro patamar no futebol do Estado e, para a promoção desta nova fase, que acabou não dando certo, veio a Campos a melhor equipe de futebol do Brasil daquele momento, a Sociedade Esportiva Palmeiras, (que era então o campeão paulista, bicampeão brasileiro e tinha seis jogadores da seleção brasileira que haviam disputado a Copa do Mundo na Alemanha em 1974) e também o Vasco da Gama, para estes jogos amistosos (disputados no campo do Goytacaz). O Campos contou com dois reforços especiais, que vieram a peso de ouro. Brito, titular da seleção brasileira que se sagrou tricampeã mundial no México em 70, e Afonsinho, polêmico jogador que revolucionou a relação jogador / dirigente.

Craques como Rebolo, Crisolino, Niquinho, Carivaldino, Goiaba, Salvador Roque, Pacaparra, Hélvio Pessanha , Aristides, Lodinho, Cinco, Bimba, Jorge “Chinês” , Ipojucan, Dedego, Ananias, Ovilson, Morgadinho, Arthur, vestiram gloriosamente a camisa do querido roxinho.
O roxinho conquistou o título de um quadrangular realizado com o intuito de ajudar a preparar o Americano para o Campeonato Brasileiro de 1975 e contou, ainda, com a participação do Rio Branco e do Madureira, do Rio de Janeiro. Além das conquistas de cinco certames campistas (1918, 1924, 1932, 1956, 1976).
Hoje, com o seu departamento de futebol profissional desativado, funciona apenas como clube social, onde acontecem animadas “peladas” nos finais de semana, partidas do time de veteranos, escolinha de futebol e refrescantes banhos de piscina. Mas quem viveu nos áureos tempos do esporte campista, não se esquecerá das glórias e lutas do querido e saudoso roxinho, que, mesmo não sendo um clube de grandes posses financeiras foi, sem dúvida, uma das forças do futebol campista, tendo conquistado os campeonatos de 1918, 1924, 1932 (este junto com o Goytacaz), 1956 e 1976.

Os principais presidentes foram Wanderley Barreto, Edmundo Chagas, Jorge Muniz, Luiz Carlos de Oliveira, Jorge da Paz Almeida (por cinco vezes), Jovino Gomes Lima, Dr. Milton Marques, Anísio Silva, Wander Lugan Malafaia, Rodoval Bastos Tavares, Dário Canela.

 

O MELHOR DOS ÚLTIMOS 35 ANOS (1970 à 2005)

 

Em 2005, a revista esportiva PLACAR (a uma das maiores da América Latina no assunto) em comemoração dos seus 35 anos (1970 – 2005), lançou uma coleção especial 35 anos com 6 fascículos, onde cada um abordava um assunto decorrido nos 35 anos da revista. Os assuntos foram : 1 – “Melhores fotos”, 2 – “Grandes Clássicos”, 3 – “Melhores reportagens”, 4 – “Craques do Novo Milênio”, 5 – “Grandes Esquadrões”,6 – “Maiores Artilheiros”. Foi justamente no 5º fascículo “Grandes Esquadrões”, que se confirmou o título do Grande Esquadrão da década de 80 (80 – 83) e dos últimos 35 anos (1970 e 2005) . A revista Placar elaborou para esta edição uma votação que consistia no seguinte: 35 jornalistas/pessoas ligadas ao futebol de todo o Brasil (a maioria de São Paulo) foram orientados a escolher em ordem de importância/qualidade/técnica os 10 maiores esquadrões dos 35 anos do período de existência da revista, onde o 1º seria o melhor esquadrão na opinião do jornalista/pessoa ligada ao futebol, depois o 2º melhor, 3º e assim por diante até o 10º. O critério de pontuação é parecido com o da fórmula 1 (1º lugar – 20 pontos, 2º lugar – 15 , 3º lugar – 12, 4º lugar – 9, 5º lugar – 7, 6º lugar – 5, 7º lugar – 4, 8º lugar – 3, 9º lugar – 2, 10º lugar – 1 ponto). O resultado foi uma surpresa, não pelo fato de o C.R.Flamengo ser escolhido o melhor, mais sim pelo fato de que a maioria dos jornalistas eram de São Paulo e muitos destes não terem afinidades com o clube e serem críticos ferrenhos. Foi um banho nos demais, digno das atuações do time. Uma goleada (559 primeiro lugar a 369 o segundo lugar – São Paulo 1991  a 1993) e um recorde (todos os 35 jornalista escolheram o Flamengo entre seus 10 maiores esquadrões) , abaixo descreveremos os detalhes da votação (nome do jornalista/pessoa do futebol, órgão de imprensa que trabalha, posição do Flamengo na lista do respectivo votante).

Curiosidade : Dos 35 jornalistas, todos elegeram o esquadrão de 80 a 83 como um dos 10 melhores, ou seja uma unanimidade (que neste caso não é burra). Nenhum outro time conseguiu esta façanha. Estatística da eleição: 18 Jornalistas escolheram o Flamengo em 1º lugar, 8 em 2º, 2 em 3º, 5 em 4º e 2 em 6º lugar.

A seguir a lista dos votos de cada um dos 35 jornalistas :
Nome do Jornalista (Órgão de imprensa que trabalha – posição do Flamengo na sua respectiva lista)

- Alberto Helena Junior (Colunista do Diario de São Paulo – 2º)
- Alvaro Almeida (Editor contribuinte de Placar – 1º)
- Andre Fontenlle (Editor da Veja – 4º)
- Arnaldo Ribeiro (Editor de Placar – 1º)
- Carlos Eugenio Simon (Arbitro da FIFA – 4º)
- Celso Kinjo (Diretor de Redação do Jornal da Tarde – 1º)
- Celso Unzelte (Jornalista/Pesquisador – 1º)
- Claudio Arreguy (Editor do jornal Estado de Minas – 1º)
- Djalma (Funcionario da revista Placar – 4º)
- Eduardo Zebine (Diretor de esportes da TV Record – 2º)
- Fabio Sormani (Comentarista da Radio Bandeirantes – 1º)
- Falcão (Ex-jogador e Comentarista da TV Globo – 6º)
- Flavio Prado (Comentarista da Radio Jovem Pan – 2º)
- Jorge Luiz Rodrigues (Colunista jornal O Globo – 1º)
- Jose Geraldo Couto (Colunista do jornal Folha de São Paulo – 1º)
- Juca Kfouri (Apresentador da Radio CBN – 2º)
- Lemyr Martins (Colunista revista Quatro Rodas – 1º)
- Luis Roberto (Narrador da TV Globo – 1º)
- Marcelo Duarte (Apresentador da ESPN Brasil – 2º)
- Mario Andrada e Silva (Diretor da Reuters – 1º)
- Mauro Beting (Comentarista da TV Bandeirantes – 1º)
- Max Gehringer (Escritor e colunista – 3º)
- Michel Laurence (Chefe de redação da TV Record – 1º)
- Milton Neves (Apresentador da TV Record – 2º)
- Paulo Cesar Vasconcelos (Chede redação SporTV – 4º)
- Paulo Nogueira (Diretor da Editora Abril – 6º)
- Paulo Vinicius Coelho (Comentarista da ESPN Brasil – 1º)
- Renato Mauricio Prado (Comentarista SporTV – 2º) 

Obs: Elegeu também o Flamengo de 1987 como o 8º lugar (único voto, ficando em 28º lugar do total de 35 times)
- Roberto Assaf (Pesquisador/Comentarista SporTV – 4º)
- Roberto Avallone (Apresentador da TV Bandeirantes – 1º)
- Sergio Xavier Filho (Diretor de redação da Placar – 2º)
- Sidney Garambone (Editor do Globo Esporte – 1º)
- Soninha Francine (Apresentadora ESPN Brasil – 3º)
- Walter Mattos Junior (Presidente Jornal Lance – 1º)
- Wilson Baldini Junior (Reporter do Estado de São Paulo – 1º)

 

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  • TÍTULOS CONQUISTADOS NO PERÍODO

 

- CAMPEONATO BRASILEIRO 1980

- COPA INTERCONTINENTAL 1981

- COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA 1981

- CAMPEONATO ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO 1981

- CAMPEONATO BRASILEIRO 1982

- CAMPEONATO BRASILEIRO 1983

 

Fonte e Foto: Revista Placar

 

 

 O Vilense América Futebol Clube é uma agremiação do município de Pará de Minas (MG). Fundado no dia 1º de Janeiro de 2000, a sua Sede fica localizada no Bairro Vila Maria, em Pará de Minas.

Tudo começou em meados do ano de 1995, num estabelecimento comercial de nome ‘Bar do Zé Piquitito’. Informalmente frequentadores do bar conversavam sobre futebol quando surgiu a ideia de fundar um time que representasse o bairro. Inicialmente as primeiras dúvidas já tinham surgido. Qual o nome do time? Quais as cores? Qual o mascote? E principalmente quem iria ser o presidente? Promoveu-se então uma pesquisa junto aos moradores do Bairro Vila Maria. Entre outros dados, a pesquisa mostrou a felicidade de todos moradores do bairro em se criar uma equipe de futebol que os representasse na cidade.

Inicialmente o clube recebeu o nome de “Veneno Mortal”. As cores do clube foi um detalhe mais difícil de escolher, já que Cruzeirenses e Atleticanos exigiam as cores dos clubes na nova equipe “Veneno Mortal”. Nem azul e nem preto. Ficou decidido que as cores do clube seriam vermelha e branca e seu mascote seria um escorpião.

A partir daquele momento, começou uma carreira vitoriosa, mas que se destacava principalmente no futebol de salão, sendo um time aguerrido e competitivo. Vários títulos foram conquistados por esta equipe.

O “Veneno Mortal” até então somente existia nos corações daqueles que jogavam e torciam pelo time. No papel “Veneno Mortal” não existia e após um período grande sem vencer nenhum jogo, o time foi extinto em 1999.

Um sonho que acabou? Após o “Veneno Mortal” ter acabado, aqueles que o fundaram viam nos olhares dos torcedores a tristeza de ver o seu maior representante acabar.

Por quase todo ano de 1999, o Bairro Vila Maria, ficou esquecido no meio esportivo de Pará de Minas. Craques que ali moravam, foram jogar em outros times da cidade.

No primeiro dia do ano de 2000, neste mesmo bar onde tudo começou, conversavam ali, Goiaba, Eduardo, Kiko e Beton, dos bons tempos do “Veneno Mortal” e da saudade que sentiam.

As lembranças daquele tempo fez motiva-los em reerguer o clube “Veneno Mortal”. Uma coisa era em comum, um novo nome para a equipe. Qual? Após algumas horas, surgiu o nome Vila Maria Futebol Clube, Vila Mortal Esporte Clube e América Esporte Clube. Nenhum nome alegrou a todos, até que um iluminado por Deus citou o nome de Vilense, que foi unanimidade entre os presentes. O clube que acabara de nascer teve seu nome como Vilense Futebol Clube. Kiko, torcedor do América Mineiro, pediu que colocasse América no nome do clube, o que foi aceito, passando o nome ser Vilense América Futebol Clube. A cor vermelha e branca foi mantida, mas o escorpião não era mais o mascote do clube, e sim um bode, bode este que era levado em todo jogo do Vilense pela sua torcida.

No ano de 2000, a equipe do Vilense participou do seu primeiro campeonato de futebol de campo, a Copa Manejo, onde foi desclassificada nas eliminatórias (Segunda fase). A torcida culpou o mascote do clube, o bode, como o motivo da desclassificação, já que este estava dando muito azar para o time.

Em 01/01/2000, Vilense América Futebol Clube foi oficializado e a primeira coisa que diretoria fez foi mudar a mascote, resgatando do passado a volta do escorpião.

 

 Fonte: viloucos.hpg.com.br

 

O Industrial Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Aracaju (SE). Fundado em 1921, o grande feito da equipe foi o título do Campeonato Sergipano, no mesmo ano (1921). Outra conquista foi no ano seguinte: Festival Esportivo Sergipano, em 1922.

 

 

 

A Associação Atlética Boituvense é uma agremiação da cidade de Boituva (SP). O Alvi-grená foi Fundado, às 21 horas, do dia 13 de Março de 1948, na residência do Sr. Luiz Grandino, à Rua Coronel Eugênio Motta, 255.  Atualmente o clube é um dos mais Renomados do município tanto na esfera futebolística quanto na social.

 

 

 O Clube Atlético Bandeirante é uma agremiação do Município de Louveira (SP). Fundado em 1949, a Sede do clube fica localizado na Rua Monsenhor Domingos Herculano Casarim, s/n – no Bairro: Vila Nova Louveira.

 

O União Arujaense Futebol Clube é uma agremiação do município de Arujá (SP). Fundado no dia Primeiro de Janeiro de 1940, o clube fica localizado na Rua Raposo Tavares, 105 – no Centro de Arujá.

 

 

Escudo dos anos 20

O Ypiranga Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Porto Alegre (RS). Fundado em 15 de março de 1917 por iniciativa de um grupo de jovens amantes do futebol, esporte que dava seus primeiros passos no Rio Grande do Sul, Estado que introduziu esta modalidade de jogo coletivo no Brasil, o Ypiranga F.C., criado à sombra de uma figueira, que sobrevive na esquina das ruas Monsenhor Veras e São Luís, no bairro Santana, tem mais de 90 anos de glórias esportivas.

Ao longo desse tempo, sua vida social e recreativa tem sido brilhante. Em 1922 ganhou a Taça da Independência. Em 1934, foi campeão invicto nos três quadros no qual disputara pela Federação de Foot-Ball-A.P.A.F.

 

Fonte: Site do clube / Douglas Marcelo Rambor

 

 

Perto da estreia na Copa do Mundo de 1962, no Chile, a Seleção Brasileira fez seu último jogo-treino antes de começar a disputa contra o Everton, time da primeira divisão chilena, três dias antes de enfrentar o México. E o placar deixou claro que a equipe do técnico Aimoré Moreira estava pronta: 9 a 1 para o Brasil.

Os gols brasileiros foram marcados por Vavá (dois), Pelé (dois), Amarildo (dois), Zagalo (dois) e Jair. Curiosamente, a partida, que aconteceu no Estádio Sausalito, contou com boa presença da torcida. Melhor até do que na estreia do Brasil na Copa do Mundo. Foram 15 mil espectadores no jogo-treino contra pouco mais de 10 mil contra o México.

Depois dessa partida, no dia seguinte, o técnico Aimoré Moreira definiu o time titular para o primeiro duelo da Seleção no Mundial do Chile: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Pelé, Vavá e Zagalo.


 

Enfim, chegou o dia da estreia da Seleção Brasileira, no dia 30 de maio de 1962. Tinha tudo para ser uma estreia tranquila, mas Copa do Mundo nunca é fácil. Na bonita cidade de Viña del Mar, rodeada por belas praias, a Seleção precisou se desdobrar em campo para vencer o México por 2 a 0. Zagalo e Pelé foram os autores dos gols.

Por pouco o Brasil não começou atrás no placar. O time mexicano foi bem no primeiro tempo e chegou a ter pelo menos quatro chances claras de gol. No entanto, as oportunidades perdidas fariam falta na segunda etapa.

Mais organizada, a Seleção foi para o segundo tempo para matar a partida. E conseguiu. Primeiro com Zagalo, que completou de peixinho um cruzamento de Pelé. Em seguida foi a vez do camisa 10 mostrar porque seria considerado o maior jogador de todos os tempos. Ele driblou três adversários, entrou na área e fuzilou para o gol.

Um belo gol e uma assistência foi o que produziu Pelé naquela partida, mas também no Mundial inteiro. Na partida seguinte, contra a Tchecoslováquia, ele viria a sentir uma contusão e desfalcaria o Brasil pelo resto da competição. Mas isso é uma história para a próxima reportagem.

 

BRASIL         2          X         0          MÉXICO

 Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Público: 10.484

Arbitragem: Gottfried Dienst (Suíça), Carl Erich Steiner (Áustria) e Pierre Schwinte (França)

 BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

 MÉXICO: Carbajal; Del Muro, Cárdenas, Sepúlveda e Villegas; Najera e Jasso; Del Aguilla, Reyes, Hernández e Diaz. Técnico: Ignácio Trellez

Gols: Zagalo aos 11minutos; Pelé aos 27 minutos do 2º tempo


 No segundo jogo, há exatos 50 anos: no dia 2 de junho de 1962, numa partida bastante equilibrada, com destaque para as grandes atuações dos dois goleiros.

Esta partida, entretanto, viria a marcar a saída prematura do torneio do genial Pelé: lançado por Djalma Santos, Pelé amortece a pelota e dispara um potente chute de longa distância que vai chocar-se contra o poste direito do goleiro tcheco.

Imediatamente, Pelé sente uma grave distensão que o deixaria fora o resto da copa. A equipe brasileira parece sentir a grave contusão de seu grande jogador e a partida encerra-se em um melancólico empate sem gols. O Brasil novamente jogara com Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Didi e Zito; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo

 

Brasil         0          x         0          Tchecoslováquia


Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Árbitro: Pierre Schwinte (França)

BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

TCHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Lala, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Stibranyi, Kvasnak, Adamec, Jelinek.

 

Fontes: CBF / JS/ Arquivo Pessoal

Fotos: CBF

 

 

Colaborando com os ‘manuscritos’ do amigo, membro e profundo conhecedor do futebol internacional, Edu Cacella, que reencontrou do tempo que pesquisava na Biblioteca Nacional (BN)… Segue esse:

O América Futebol Clube da cidade de Volta Redonda. O time ficava localizado no Bairro Rústico, e foi Fundado no dia 12 de janeiro de 1956. Dos três times restantes da lista da cidade do Aço, o Guarani foi a minha segunda postagem aqui.

O Cruzeiro provavelmente deveria serr uma cópia do distintivo do clube mineiro nos anos 60. E o Rodoviário requer mais pesquisa para achar o seu paradeiro.

 

Fonte: Gilson Carraro, um dos fundadores do Guarani de Volta Redonda

 

Um dos mais tradicionais clubes do futebol brasileiro, o Grêmio de Football Porto Alegrense dispensa apresentações.  Com mais de 108 anos de existência o Tricolor Gaúcho possui muitos torcedores apaixonados como é o caso do pesquisador e historiador dos pampas: Douglas Marcelo Rambor, que encaminhou o escudo mais antigo que ele tem do seu clube de coração: o Grêmio de 1926.

 

 

A Sociedade Recreativa Cobraseixos é uma agremiação da cidade de Osasco (SP). Fundado no dia 15 de Julho de 1947, a sua Sede fica localizada na Rua General Bittencourt, 557 – Centro de Osasco.

 

 

 O Independência Esporte Clube é um agremiação da cidade de Osasco (SP). Fundado no dia 8 de março de 1975, a sua Sede fica localizada na Rua Altino Arantes, s/n – no Bairro de Bela Vista, em Osasco.

O Independência E.C. já se aventurou no futebol profissional, tendo participado de duas edições dos campeonatos paulistas das divisões de acesso: Terceira Divisão (atual A3) em 1975; e a outra foi a Segunda Divisão (atual A2) em 1976.

Atualmente o departamento de futebol do clube se dedica apenas a competições amadoras. O se e Estádio é Rochdale (atual Prof. José Liberatti), com capacidade para 11.682 espectadores.

 

Fonte: Facebook do Independência E.C.

 

Fundado no dia 14 de julho de 1913, o Esporte Clube Cruzeiro (acima o escudo do time em 1929) despontou durante décadas como a terceira força do futebol gaúcho. Considerado um dos clubes mais simpáticos da Capital gaúcha, o Cruzeiro destacou-se sobremaneira na prática do esporte amador, principalmente no basquete e no atletismo.

Taça de 1929

Campeão em 1918, 1921 e 1929, o Esporte Clube Cruzeiro desfrutou sempre de elevado conceito, sendo por isso mesmo considerado pela dupla Gre-Nal como um dos seus adversários mais perigosos.

Além de ser reconhecido durante décadas como a terceira força esportiva do Estado, o Cruzeiro sempre se caracterizou por crescer contra os clube grandes, tornando-se para estes um adversário temido e respeitado. Sua história está ligada à própria vida do futebol no Rio Grande do Sul.

Cará – Ex-Atleta

Ao longo de seus quase 100 anos de existência, sempre despontou como um pioneiro. Assim foi em 1914, quando criou as categorias inferiores(infanto-juvenil e juvenil), os filhotes. E não demorou muito tempo para sugerir à presidência da Liga de Futebol Porto-alegrense que fosse organizado um campeonato só para meninos, lançando a idéia de que fosse organizado um campeonato só para meninos lançando a idéia de que fosse fundada a Liga Infantil de Futebol.

Foi também o Cruzeiro que em 1917 propôs que fosse regulamentada a entrada de jogadores estrangeiros nos clubes gaúchos, a exemplo do que já ocorria em São Paulo e Buenos Aires. Mais tarde, na temporada de 1945, tornou-se o primeiro clube gaúcho a contratar um técnico estrangeiro, o húngaro Emeric Hirchl, que trouxe consigo a famosa dupla Flamini e Lombardini.

Na década de 40, o Cruzeiro formou grande equipes e conquistou títulos importantes, como a Taça Cidade de Porto Alegre, em triangular com a dupla Gre-Nal nos anos de 1943 e 1947, o Campeonato Extra da Cidade de 1943,o Torneio Início no mesmo ano e os vice-campeonatos da cidade em 1942, 45 e 47. 

Em 1941, o clube assinalava mais um grande feito ao inaugurar o Estádio da Montanha, considerado na época como um dos mais completos e modernos do País. Com a inauguração do novo estádio, na “Colina melancólica”, o Cruzeiro foi tomando vulto, foi se engrandecendo a aumentando ainda mais a sua galeria de glórias.

Este espírito pioneiro se fez sentir também em 1953, quando fez a sua primeira excursão à Europa, Ásia e Oriente Médio, tornando-se o primeiro clube fora do eixo Rio-São Paulo, a viajar tão longe. Além de um saldo positivo de vitórias, trouxeram na bagagem um grande feito: o de terem empatado com o Real Madri, na época penta campeão europeu e considerado o melhor time do mundo, em seu próprio estádio.

 

 
Estádio da Montanha as melhores recordações da torcida cruzeirista

 

 

 

 

A excursão serviu para consolidar o seu prestígio no estrangeiro, prova disso é que em 1960 o Cruzeiro voltava à Europa para uma nova gira. Pelo êxito, esta excursão não ficou nada a dever à primeira e, na volta, os estrelados traziam para o Brasil o título de Campeões do Torneio de Páscoa de Berlim, considerado um dos mais importantes da época.. Basta dizer, que afora o Cruzeiro, apenas um clube estrangeiro conseguiu tira-los dos alemães. Este clube foi justamente o Real Madri.

Tesourinha antes da partida em Hof

Mas o time alvi-azul brilhou também na Argentina, em 1961, quando após exitosa campanha trazia para o Brasil o título de Campeão do 1° Torneio Internacional de Páscoa de Mar Del Plata. Em 1968, o Cruzeiro chegou em terceiro lugar no Campeonato Gaúcho e disputou a sua primeira competição nacional, o Torneio Centro-Oeste. Em 1970, o Cruzeiro conquistou a Copa Governador do Estado, derrotando clubes tradicionais do RS, como Novo Hamburgo, Caxias e São José.

Mas, as glórias do chamado Clube dos 18 não se limitaram apenas ao futebol, já que o Cruzeiro despontou durante décadas como a maior força do atletismo gaúcho, além de se destacar sobremaneira na prática do voleibol e principalmente do basquete, onde despontou como o maior clube do Rio Grande do Sul, alcançando, inclusive o título de hexacampeão gaúcho. No basquete, o Cruzeiro foi o primeiro clube gaúcho a disputar a Taça Brasil da modalidade, tendo disputado em quatro oportunidades o campeonato nacional da modalidade.

Ainda na área do futebol, que tanto lhe deve e ao qual muito contribuiu ao longo de sua existência, o Cruzeiro,que havia conquistado os títulos da cidade de 1918 e 1921 e de campeão estadual em 1929, com um time formado na quase totalidade por alunos universitários e estudantes da Escola Militar de Porto Alegre, sagrou-se também o grande Campeão da Taça Farroupilha, certame realizado para assinalar o centenário da Revolução Farroupilha.

     Em 2007, o Cruzeiro iniciou um novo projeto no futebol, coma valorização das categorias de base. Já no primeiro ano, o time chegou às semifinais do Estadual de Juniores, sendo Vice-Campeão Gaúcho desta mesma categoria no ano seguinte. Com a mesma base de jogadores, o Cruzeiro conqusitou o título de Campeão Gaúcho da Série B em 2010, garantindo o seu retorno à elite do futebol estadual. 

Torcida Cruzeirista feliz com a excelente campanha no Gauchão 2011

 

TÍTULOS:

Campeão Gaúcho em 1929

Campeão Gaúcho da Série B em 2010

Campeão Citadino de Porto Alegre em 1918, 1921 e 1929

Campeão da Taça Cidade de Porto Alegre: 1943 e 1947 (Torneio envolvendo Grêmio, Inter e Cruzeiro em turno e returno) 

Campeão do Campeonato Extra de Porto Alegre em 1943

Campeão do Torneio Torneio Início de Porto Alegre em 1943, 1951 e 1962

Campeão da Copa Taça Governador do Estado em 1970

Campeão do Torneio da Páscoa de Berlim, na Alemanha, em 1960 (primeiro título intercontinental do futebol gaúcho)

Campeão do Torneio Internacional de Mar del Plata, na Argentina, em 1961

 

 

Fonte e Fotos: Douglas Marcelo Rambor / Site do EC Cruzeiro

 

 

 

 O Esporte Clube São José (acima o escudo do clube entre os anos 20 a 40) é uma agremiação, na zona norte de Porto Alegre (RS). O seu Estádio é o Passo D’Areia com capacidade para 13 mil espectadores, que foi modernizado e recebeu gramado sintético, vistoriado e aprovado pela FIFA em 2011. Está há dez anos na elite do futebol gaúcho.

O Zequinha foi Fundado no dia 24 de Maio de 1913, por um grupo de alunos católicos do Colégio São José de Porto Alegre, derivando daí o nome da agremiação. O primeiro campo do clube foi num local chamado ‘Montanha’, onde se localiza o Hospital Militar, na Avenida Cristóvão Colombo, no bairro Floresta.

O clube mudou várias vezes sua sede, até que em 1939 foi comprado o terreno do atual estádio, tendo sido inaugurado o Estádio Passo D’Areia em 24 de maio de 1940, tendo sido vencido na ocasião pelo Grêmio por 3 a 2. Atualmente o estádio já não possui mais nenhuma arquibancada da época, que eram de madeira.

No lugar hoje existem Três arquibancadas, nas duas laterais e uma atrás do gol da Avenida Assis Brasil, todas totalmente cobertas, que somadas comportam cerca de 10.000 espectadores. A sede do clube possui ainda salão de festas, churrascaria, ginásio, piscina e quadras sintéticas de futebol para aluguel, estrutura que muitos clubes do interior não possuem.

No final dos anos 1960 houve uma fusão do São José com o Clube de Regatas Almirante Barroso. A agremiação chegou a ser apelidada “Zé Barroso”. O uniforme apresentava camiseta com listras largas azuis e brancas. Nessa época o “Zequinha” conquistou um dos maiores títulos da sua história, a Copa Governador do Estado em 1971.

Em 1981, treinado por Vasques, o São José foi campeão da Segundona, conquistando o direito de disputar a Divisão Especial em 1982. O time, porém, enfrentou problemas e foi rebaixado no mesmo ano. Voltou à Primeira Divisão em 1996, depois de uma parceria com o Renner. Durante esta parceria, o São José usou um uniforme em vermelho e branco como o velho Renner.

 Centroavante Careca jogou no Zequinha

Em 1998, num lance de marketing ousado, o São José contratou o centroavante Careca, ex-São Paulo e Napoli para atuar em alguns jogos do Gauchão.

 Títulos

O time da Zona Norte tem como principais façanhas ter sido duas vezes vice-campeão do Citadino de Porto Alegre, em 1937 e em 1948, campeão da Copa Governador do Estado, em 1971, campeão do torneio de acesso em 1963, e campeão da Segunda Divisão do Campeonato Gaúcho em 1981. Está na elite do futebol gaúcho desde 1999. Sua melhor colocação na primeira divisão foi um 4º lugar em 2010.

 Participações em âmbito nacional

Em âmbito nacional o São José disputou o Campeonato Brasileiro da Série C nos anos de 1997, 1998, 2001 e 2003 e da Série D em 2009. Disputou também a Copa São Paulo de Futebol Juniores, em 2007 e 2008.

No ano de 2006 fez boa campanha no Campeonato Gaúcho, alcançando a classificação para a segunda fase com uma rodada de antecedência. No andamento do Campeonato Gaúcho de 2007, o clube ousou e fez a contratação mais impactante de sua história, ao trazer o experiente e renomado goleiro Danrlei (revelado e ídolo no Grêmio).

Para a temporada 2008, outro grande nome do futebol estadual foi contratado, o atacante Fabiano, ex-jogador do Inter, e isso somado a outros bons jogadores, rendeu ao São José novamente o 7º lugar, repetindo a boa campanha de 2006.

O ano de 2010 foi especial para o São José, que conseguiu sua melhor campanha no Campeonato Estadual, com a quarta colocação, conquistando a vaga para a série D do Campeonato Brasileiro de Futebol, e ainda emplacou o artilheiro do Gauchão 2010.

Neste mesmo ano, o São José conseguiu de forma inédita uma vaga para disputar a sua primeira Copa do Brasil, que vai ser realizada em 2011, beneficiado pelo ajuste das vagas destinadas aos clubes do Rio Grande do Sul.

Curiosidade

Apesar de nunca ter conquistado um grande título, o Esporte Clube São José pode se vangloriar em ter sido o primeiro time sul-americano a viajar de avião. A FIFA registra a excursão inédita do Zequinha a Pelotas em 1927, num hidroavião.

A viagem ocorreu no domingo, 5 de junho, e durou 2 horas. A Varig, que possuía apenas um hidroavião modelo Dornier Wal, solicitou na semana que antecedeu a viagem o peso exato dos jogadores para obter o melhor desempenho do aparelho. O voo teve como comandante Rodolfo Cramer.

 

Fontes: Douglas Marcelo Rambor / Site do EC São José

 

 

Escudo de 1932

O Sport Club Novo Hamburgo (Atual Esporte Clube Novo Hamburgo) é uma agremiação da cidade de Novo Hamburgo (RS). O Nóia (alcunha do time) foi Fundado no dia 1º de Maio de 1911, em uma festa que o empresário Pedro Adams Filho ofereceu a seus funcionários, em comemoração ao dia do trabalho.

Esta data foi comemorada com um churrasco e uma partida de futebol que incentivou os funcionários da empresa (Manoel Lopes Mattos, João Scherer, Aloys Hauschild, Manoel Outeiro, João Tamujo e Adão Steigleder) a criarem o clube, chamado inicialmente de Adams Futebol Clube.

A primeira diretoria do clube ficou assim estabelecida:

Presidente: Manoel Lopes Mattos

Vice-presidente e Orador: Manoel Outeiro

Primeiro secretário: Pedro Luiz Silva

Segundo secretário: Alfredo Diefenbach

Primeiro tesoureiro: Alberto Adams

Segundo tesoureiro: Ernesto Von der Heyde

Primeiro fiscal: Felipe Heberle

Segundo fiscal: Alfredo Friedrich

Capitão: Luiz Schaefer

Guarda-esporte: Adão Steigleder.

O primeiro jogo da história do Novo Hamburgo foi contra a equipe do Nacional, de São Leopoldo. Na ocasião, o Anilado acabou derrotado por 3 a 0.

Em 1944, já no final da Segunda Guerra Mundial, em função da perseguição do governo Getúlio Vargas com a Campanha de nacionalização, o clube mudou seu nome para Esporte Clube Floriano. Durante um curto período, a própria cidade de Novo Hamburgo passou a chamar-se Marechal Floriano Peixoto. O clube, por decisão de seu conselho deliberativo, voltou à denominação original somente no ano de 1968.

Quando o assunto são títulos, o Novo Hamburgo tem muita história para contar. Afinal, já faturou Sete vezes o Campeonato do Interior Gaúcho: 1942, 1947, 1949, 1950, 1952 (todos esses títulos com o nome de: EC Floriano), 1972 e 1980. Dois canecos do Campeonato Gaúcho da Série B: 1996 e 2000; uma Copa FGF: 2005; uma Copa Emídio Perondi: 2005; um Campeonato Citadino de Porto Alegre: 1937 (EC Floriano), entre outros.

Distintivo atual

Atualmente, acompanhando os novos tempos, o Esporte Clube Novo Hamburgo vive um momento de reestruturação e fortalecimento. Após a venda de seu atual estádio, o Santa Rosa, o clube transferiu-se para sua nova casa, o Estádio do Vale, construído no bairro Liberdade, em Novo Hamburgo, e que se ampliará ao longo dos anos, conforme planejamento do clube.

 

Fontes: Douglas Marcelo Rambor / Site do EC Novo Hamburgo

 

Primeiro escudo

O Sport Club Mundo Novo (atual Esporte Clube Novo Mundo) é uma agremiação da cidade de Três Coroas (RS). A equipe Alvianil foi Fundada no dia 24 de agosto de 1934, tem a sua Sede na Rua Novo Mundo, 645 – no Centro de Três Coroas. O Mundo Novo que já conquistou o vice-campeonato Gaúcho da Série C, em 1981, atualmente disputa somente as competições das categorias de base.

O S.C. Mundo Novo disputou o Campeonato Gaúcho da Série B nos anos 60, 70 e 80. Antes disputava o citadino de Taquara cidade a qual pertencia na época, como 4º distrito. Na década de 40 disputou com taquarense, gramadense (Gramado), Igrejinha e Serrano (Canela). O vencedor disputava o Gauchão de Aspirantes, equivalendo a Segundona da época.

Distintivo atual

 Mundo Novo pode pintar na Copa de 2014

Contudo, trabalha para ser uma das subsedes na Copa do Mundo de 2014 (ano em que o clube vai completar 80 anos de existência), onde o seu Estádio Armindo Alzemiro Volkart (foto abaixo), com capacidade aproximada para 1.500 pessoas ficaria como um Centro de Treinamento de Seleções. No início desse ano, recebeu a visita de inspeção da FIFA e tem boas chances de ser uma das escolhidas.

 

Fontes: http://www.copa2014.rs.gov.br/ – Wikipédia

Foto: http://www.copa2014.rs.gov.br/

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor  

 

 

O Sport Club Nacional foi uma agremiação do município de São Leopoldo (RS). Fundado no dia 28 de Abril de 1915, por Carlos Octaviano de Paula, Luiz Correa, Luiz Emilio Schmidt, Christian Moog, Leopoldo Hoffmann, Ruben Correa, Nicolau Henge, Gabriel Bello e Sadi Schmidt.

O time mandava os seus jogos no Estádio Chácara das Paineiras. O Nacional participou do Campeonato Gaúcho 13 vezes: 1920, 1921, 1925, 1926, 1927, 1928,1929,1930, 1931, 1932, 1933, 1935 e 1940.

Em 1944, devido à Segunda Guerra Mundial, o clube alterou seu nome, aportuguesando: Esporte Clube Nacional. Vale lembrar, que o amigo, membro e pesquisador Mario Ielo postou esse escudo no dia 15 de julho de 2011.   

No dia 10 de Janeiro de 1954, aconteceu a fusão com o Grêmio Sportivo Leopoldinense (fundado em 1926), dando origem ao Grêmio Esportivo Nacional, que atualmente se encontra licenciado.

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

 

Escudo - década de 40

 O Clube Atlético Bancário (acima o escudo dos anos 40, na melhor fase da história do clube) foi uma agremiação da cidade gaúcha de Pelotas. Fundado no dia 10 de Dezembro de 1925. Dois anos depois de surgir, o C.A. Bancário comprou junto ao Brasil de Pelotas o campo localizado próximo da Estação Férrea.

No âmbito municipal, o Bancário conquistou dois campeonatos citadinos: 1940 e 1947. No Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão, o Alvinegro Pelotense participou uma vez: em 1940. Contudo, se limitou a dois jogos, pela Zona Litoral. Em casa, no jogo de ida, derrota para o Rio-grandense por 2 a 1; e na partida de volta, fora de casa, novo triunfo do Rio-grandense pelo placar mínimo (1 a 0).     

 

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

Fim amargo e um futuro sombrio. Como setorista do dia a dia do Flamengo assisti um ‘divorcio anunciado’. De um lado, um clube com a maior torcida do mundo, mas com dirigentes pra lá de amadores… Do outro, Ronaldinho Gaúcho que demonstra (não é de hoje) um gritante desanimo e vontade de não mais querer ser um atleta profissional. O resultado não poderia terminar de outra forma: final da relação com direito há uma longa batalha judicial pela bagatela de 40 milhões de reais.  

Poderíamos afirmar que há um culpado ou culpados? Eu escolho a segunda opção. Afinal, o Flamengo fez um planejamento de ter um retorno financeiro em cima da contratação de Ronaldinho Gaúcho, coisa que não aconteceu. Aliás, o rubro-negro não conseguiu arrumar em 2012, um patrocinador máster, deixando os especialistas na área do Marketing boquiabertos com tamanha falta de poder organizacional.

Já Ronaldinho Gaúcho, que recebia a cifra astronômica de 1,3 milhões de reais por mês, nunca conseguiu completar um mês, nos 17 meses em que esteve no clube, mostrando ser merecedor de tal quantia.

Dos 98 jogos que o Flamengo atuou no tempo em que o jogador esteve no clube, ele jogou 74 vezes, marcando 28 gols. As suas atuações se resumiram a lampejos e só.

Quem ficou queimado nessa triste história certamente foi à diretoria do Flamengo, sobretudo, a presidenta Patrícia Amorim, que optou por escolher ‘dirigentes’ limitados e sem visão empresarial, ao invés de investir em profissionais de competência reconhecida.

As perspectivas não são nada animadoras para o futuro do Flamengo, que precisa urgentemente se profissionalizar, caso queira ser tão grande quanto é a sua torcida.

Para Ronaldinho Gaúcho a pergunta que fica é: não está na hora de pendurar as chuteiras? Afinal, é mais fácil achar o jogador numa boate do que no campo, jogando futebol de primeira qualidade. Pare agora, antes que os clubes parem com você.

 

 

Escudo antigo

O Esporte Clube Igrejinha é uma agremiação do município de Igrejinha (RS). O Tricolor (azul, vermelho e branco) foi Fundado no dia 26 de Abril de 1930, e a sua Sede fica localizada na Rua Coronel Theobaldo Fleck, 255, no Centro de Igrejinha. A sua casa é o Estádio Carlos Alberto Schwingler, com capacidade para 3 mil espectadores.

No currículo, as principais conquistas estão o Bicampeonato Gaúcho da Série C, em 1968 e 1980. O grande jogador foi o atacante Jorge Luís que terminou na artilharia do Campeonato Gaúcho da Série B, em 1979 com 18 gols e em 1981 com 14 tentos. Ele também foi o goleador máximo no Gaúcho da Série C, em 1980, com Nove gols.

Distintivo atual

Fonte e Foto: Site do EC Igrejinha

 Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

Por: Carlos Zamith 

A partir do profissionalismo em 1964, Nacional x Fast (até 19/05/2012), já se defrontaram 125 vezes, incluindo 4 jogos pela Taça Amazonas.

Vitórias do Nacional 70

Vitórias do Fast 27

Empates 28

Maior vitória do Nacional: 6×1, em 1994;

Maior vitória do Fast Clube: 4×2, em 2004;

Nos 125 jogos, Nacional marcou 206 gols e o Fast marcou 105.

 

NACIONAL VENCEU SEIS DECISÕES

No campeonato profissional, a partir de 1964, Nacional x Fast participaram de sete (07) decisões todas vencidas pelo Nacional em 1968, 1972, 1974, 1977, 1980, 1991 e 2007.

O 1º. jogo NACIONAL x FAST no regime profissional.

05 de junho de 1964 – FAST 1 x NACIONAL 0

Gol de Edson Piola, no 2º. Tempo.

Local: Parque Amazonense. Juiz: Dorval Medeiros (Guarda).

FAST – Chicão, Bira, Osvaldo Purgante, Valdir Lima e Jofre; Antônio Piola e Santana; Tapioca, Sabá Burro Preto, Edson Piola e Paulo Lira.

NACIONAL – Zé Maria, Eládio, Jonas, Jaime Basílio e Wanderlann; Sula e Dermilson; Paulista, Fredoca, Pretinho e Hugo.

 

 

Escudo na década de 20

 O nascimento do Foot Ball Club  Santa Cruz aconteceu no dia 26 de março de 1913, com um grupo de rapazes liderado por André Klarmann, que se reuniam no Hotel Schmidt, no centro da cidade de Santa Cruz do Sul (RS), para começar as tratativas do novo time de futebol. Mesmo não sendo o único clube da cidade, o FBC Santa Cruz foi o principal pelas suas atividades desde o início.


A estréia da equipe aconteceu no dia 3 de abril, no campo da várzea, onde hoje está localizado o Estádio Municipal, junto ao Parque da Oktoberfest. O adversário foi o Clube Concórdia, de Santa Cruz do Sul, mas os registros não apontam quem venceu a partida.


Em julho, o clube realizou seu primeiro confronto fora da cidade. O jogo aconteceu em Candelária, para tal, a delegação, a bordo de carroças, deslocou-se no sábado à tarde para a cidade vizinha, pernoitou num hotel e, no outro dia, deu-se a partida, com vitória do Santa Cruz. À noite, os jogadores ainda prestigiaram o baile, e o retorno aconteceu apenas no dia seguinte.


Os anos posteriores foram de jogos com equipes amadoras. Os arquivos não dizem quando o Santa Cruz começou a dedicar-se ao profissionalismo. Apesar disto, sabe-se que entre as décadas de 20 e 30 o time já disputava os campeonatos estaduais, em eliminatórias. Nos anos de 32 e 33, ficou vice-campeão do interior, perdendo a final para o Pelotas, por 5 a 2, no antigo estágio do Grêmio, em Porto Alegre.

 

Distintivo atual

O preto e o branco são as cores do uniforme do time. Na década de 60, o clube começou a disputar os certames organizados pela Federação Gaúcha de Futebol, que envolviam equipes regionais.

 Entre 1974 e 78, os dois times da cidade – Santa Cruz e o Avenida – seguiram a tendência dos demais no Estado e reuniram-se para uma fusão. A disputa das competições deu-se em um turno único, denominado Associação Santa- Cruzense de Futebol.

 A união surtiu bons frutos. Sob o comando de Daltro Menezes, o time ficou entre os quatro melhores do Estado. A gota d’água para que a fusão acabasse foi a abriga entre dirigentes dos antigos clubes, Avenida e Santa Cruz. Além do mais sempre divulgado o nome do Santa Cruz em vez da Associação Santa Cruz, e os dirigentes do Avenida resolveram se afastar.

 Na década de 80, o clube seguiu fazendo boas campanhas dentro do Gauchão, em 95 foi rebaixado para a Segunda Divisão, depois de grave crise financeira. Mas o time conseguiu retornar ao grupo de elite em 97 de forma bastante interessante.


A partir de 99, o Santa Cruz procurou se modernizar. Contratou jogadores de renome internacional e passou outra vez a realizar boas campanhas. No início daquele ano inaugurou um Posto de Gasolina junto aos Plátanos e agora tem planos de remodelação do estágio. Também nesta época deixou escapar o título do interior dentro de casa.

 O GALO DOS PLÁTANOS

 O Estádio dos Plátanos era muito diferente do que é hoje, quando, em 1934, o jogador encruzilhadense Dario dos Santos, o Caco Véio, recém-casado com Dona Alzira, foi morar lá, em um chalezinho.

A área se estendia até o Expresso Albatroz. Dario jogava no time desde os 16 anos e entre os treinos cuidava do estádio, dos fardamentos listrados de preto e branco e da copa de salgados que mantinha. Mais tarde se tornou treinador da equipe, totalizando 23 anos no clube.

Até então, o Foot Ball Club Santa Cruz, fundado em 1913 por André Klarmann, já havia passado por várias fases. Na década de 20, quando ganhou casa própria — antes jogava na várzea onde hoje é o Estádio Municipal —, venceu seu maior rival da época, o Grêmio Esportivo Santa Cruz, por 2 a 0, firmando-se como o Galo Carijó, ou esporão de ouro, como canta seu hino.

 Com direito a passeata com carros enfeitados com ramos de bambu e chuchus pendurados. Em 1930, iniciou como profissional e, dois anos depois, chegou a ser vice-campeão do interior.


Quando o Avenida entrou em cena, em 1947, no 1º Avecruz, com empate de 2 a 2, teve início uma disputa que aqueceria as torcidas por muitos anos. Por falar em torcida, esta era um show à parte.

Chegava ao estádio em passeata, com uma banda de música. Havia torcida organizada de senhoras, com fardamento e tudo, e o bloco dos homens. Para temperar o primeiro clássico, houve pancadaria generalizada, pela falta de alambrado.

Neste clássico jogaram pelo Galo: Julio, Ormond, Lindolfo Gerhardt, Cafuringa, Felicíssimo, Joãozinho, Fogareiro, Hanny, Mico, o nosso conhecido Dario Santos e um novo personagem, Helio Almeida.

O santa-cruzense Almeida retornara à cidade em 1942, para jogar nos juvenis do Santa Cruz. Depois passou para os adultos até ser escalado para presidir o clube. Aceitou e não conseguiu mais sair. Foram seis gestões intercaladas, até 1995, fora as assessorias que presta regularmente.

Almeida acompanhou as muitas fases do Santa Cruz. Inclusive o surgimento da Associação, na década de 70. Foi um fato que marcou a história do clube. E também a do arquirrival, o Avenida.

Uma fusão visava enfrentar a difícil fase financeira que ambos atravessavam. Foi quando surgiu a Associação Santa Cruz. Mas o casamento não vingou e voltou cada qual para o seu canto.

Para Almeida, o melhor período do time foi na segunda divisão, em 1952, ano em que assumiu pela primeira vez a presidência e o Galo ficou vice, na disputa da categoria interior — Sá Vianna, de Uruguaiana sagrou-se campeão.

Entre os destaques do Galo nesta trajetória, Almeida cita Amaro, Joãozinho, Paraguai, Paulo Cesar Tatu, Cuca, Calixto, Maninho, Betinho e Moacir. A velha rivalidade que esquentava o Ave-Cruz permanece até os dias atuais. Mas no passado, chegava a fechar o Quiosque e o Bar Polo Sul, em dia de jogo, para evitar confrontos das torcidas.

Quanto à paixão pelo futebol, esta passa de pai para filhos, e netos, e bisnetos. Da descendência de Dario Santos vieram os netos — o jogador Paulo Spall (falecido), o irmão Luiz Fernando Spall, presidente da Associação de Árbitros de Santa Cruz e o primo Carlos Spall, jogador de futsal, mais o bisneto Luiz Carlos Walter Jr, infanto-juvenil do Internacional.

Da descendência de Helio Almeida vieram os filhos Paulo e Luiz Eduardo Martins de Almeida, consecutivamente presidente e diretor de futebol do Galo. Como dizem na gíria popular, futebol é uma cachaça! E hoje o Estádio dos Plátanos tem área menor, mas melhores acomodações e abriga inclusive um posto de combustíveis.

 

 HINO DO FC SANTA CRUZ

 Em 1913, debaixo de
um céu muito azul,
nasceu o esporão de ouro
nos verdes campos do sul.

 Hoje, o Rio Grande inteiro,
rola vencido, a teus pés.
Os plátanos são teu terreiro
e todos sabem quem és.

Galo! Me chamam de galo!
Preto e Branco, tuas cores.
E vamos sempre amá-lo
clube dos nossos amores.

Teus torcedores te adoram,
vibram com grande emoção.
Fica eterna, te imploram
do fundo do coração.

Galo! Me chamam de galo!

És o clube mais amado
na derrota ou na vitória
Estamos sempre ao teu lado
com o peito cheio de glória

Homens fiéis, decididos,
fizeram a tua história,
mesmo que tenham partido,
vivem na tua memória.

 

 A Sede do F.B.C. Santa Cruz fica na Rua Gaspar Silveira Martins, 1.448 – no Centro de Santa Cruz do Sul (RS)  

 

Fonte: http://www.futebolclubesantacruz.com.br/

 

 Colaborou:Douglas Marcelo Rambor

 

 

O Aurora Futebol Clube é uma agremiação do município gaúcho de Cerro Largo. Fundado no dia 15 de Outubro de 1946, a sua Sede fica localizada na Rua Daltro Filho,71- Cerro Largo. O Aurora F.C. já participou do Campeonato Gaúcho da Série B em 1987. O time foi Campeão Estadual Amadores em 1982 e vice-campeão em 1983.

Escudo antigo

 

 

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

 

A Associação São Gabriel de Futebol foi uma agremiação da cidade de São Gabriel (RS). Em 1974 foi formada uma comissão para reerguer o futebol profissional na cidade, tendo a frente os desportistas Joni Kaercher e Helmuth Ferraz, contando com o apoio do poder público municipal através o CMD, presidido por Clóvis Saccol dos Santos.

 No dia 02 de abril de 1974 foi realizada uma reunião na sede jornal “O Imparcial” que contou com a presença de 35 desportistas, a maioria representando clubes amadores locais, quando foi fundada a Associação São Gabriel de Futebol, tendo como presidente Clóvis Saccol dos Santos.

 Então, no dia 1º de Maio de 1974, surgiu Associação São Gabriel de Futebol, que fez com que São Gabriel voltasse a ter futebol profissional. O primeiro jogo aconteceu no mesmo dia da fundação diante do E.C. Internacional de Santa Maria. Ingresso vendido a preço único de Cr$ 3,00.

  ASSOCIAÇÃO SÃO GABRIEL DE FUTEBOL 0 X 0 EC INTER DE SANTA MARIA

 Local: Estádio Silvio de Faria Corrêa, em São Gabriel

 Público e Renda: 1.500 pagantes / Cr$ 4.500.00

 Data: 01-05-1974

 Caráter: Amistoso

 Árbitro: Rui Miranda, da Liga Santamariense de Futebol (LSF)

 Auxiliares: João Nunes (Muquica) e Érico Caon Pires, do CMD de São Gabriel.

Associação São Gabriel de Futebol: Vanderlei (Paulo), Maneco, Vagalume, Alamir e Dike; Valdir, Silva (Bibiano) e João Carlos; Ademir (Juarez), Sapinho e Roberto (Silva). Técnico: Helmuth Ferraz.

E.C. Internacional: Nadir, Osvaldo (Tadeu), Adilson, Paulo Cortez (Donga) e Escurinho; Juca, Sadi (Paulinho) e Edsom (Sanhes); Rudnei,  (Edson), Pleim e Marcos (Valdo).

GRÊMIO ESPORTIVO BAGÉ 2 X 0 ASSOCIAÇÃO SÃO GABRIEL DE FUTEBOL 

Local: Estádio Silvio de Fária Corrêa, em Bagé

 Renda: Cr$ 3.512.00

 Data: 17-05-1974

 Caráter: Amistoso

 Árbitro: Érico Caon Pires

 Auxiliares: João Nunes (Muquica) e Vanderlei Rodrigues

G.E. Bagé: Egom, Rocha (Pedro Cezar), Rubilar, Otávio e Mano; Paulo Sérgio, Negrinho e Luizito Pereira (Niconga); Oli, Neco e Derli (Geltom).

Associação São Gabriel de Futebol: Vanderlei, Chiquinho (Alamir), Vagalume, Picaço e Bibiano; Valdir, Silva (Izac) e Canhoto; Ademir (Sapinho) e Iza e Dutra.

 Gols: Rubilar e Derli

 

 Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

 

O Esporte Clube Guarani é uma agremiação do município gaúcho de Arroio dos Ratos. Fundado em 1924, para quem não está se recordando o amigo, membro e pesquisador Mario Ielo postou (no dia 24 de junho de 2011) o escudo antigo quando o time se chamava Sport Club Guarany

Entre 1926 a 1936 o clube disputou só não disputou o Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão em 1927. Nas demais nove vezes esteve presente. Atualmente disputando o campeonato citadino segue o atual distintivo do clube.

 

Colaborou: Douglas Marcelo Rambor

 

O Oriente Futebol Clube é uma agremiação do município de Oriente (SP). Fundado em 1944, o clube manda os seus jogos no Estádio Municipal Max Wirth com capacidade para 5 mil espectadores.

 

 

O Esporte Clube Rezende é uma agremiação da cidade de Piracicaba, no Interior Paulista. Fundado no dia Primeiro de Janeiro de 1970, a Sede do clube fica localizada na Rua Antônio Ribecco, 71 -  no Bairro de Vila Rezende.

 

 Fonte: http://ecrezende.com.br/

 

 

 

 

O São Paulo Futebol Clube de Pinda é uma agremiação do município de Pindamonhangaba (SP). Fundado em 1940, o tricolor pindamonhangabense disputa as competições da região. 

 A construção do Estádio Praça de Esportes José Rodrigues, o campo do São Paulo, no antigo terreno da colônia de férias, só foi possível depois que o prefeito dr. Francisco Romano de Oliveira promulgou, em 18 de fevereiro de 1959, a lei nº 417, de autoria do vereador Alcides Ramos Nogueira, autorizando o município a ceder, em comodato, a área de terreno à referida agremiação futebolística. 

Francisco Piorino Filho, presidente do São Paulo Futebol Clube de Pinda no período de 1965 a 1970, relembra que o primeiro campo dessa equipe ficava no final da Bicudo Leme, nas proximidades  onde funcionou as instalações da Cia Flumi-nense de Refrigerantes, a Coca-Cola. Em seguida, passou para o bairro Alto do Tabaú, próximo à rua Di-mitrius Stambolus, para, finalmente se estabelecer no Parque São Domingos.

 Importante pesquisador da história de Pinda, Piorino recorda: “foi com muito sacrifício, idealismo, muita união por parte da diretoria do São Paulo e pessoas amigas que se tornou realidade o estádio, batizado de José Rodrigues Alves em homenagem ao fundador do clube”.

 

 Fonte: http://www.pindavale.com.br

 

 

 O Esporte Clube Estrela D’Alva é uma agremiação do município de Peruíbe (SP). Fundado em 1977, a sua Sede fica no Bairro de Jardim Ribamar. O seu campo é a Praça de Esportes Jd. Ribamar. O Estrela D’Alva disputa as competições dos Campeonatos Municipais de Futebol de Peruíbe, nas categorias de base e amadora.

 

O Corinthians Futebol Clube é uma agremiação do município de Pindamonhangaba (SP). Fundado em 1930, a Sede fica localizada, na Rua Benjamin Pinheiro, 15 – no Bairro de Alto do Cardoso. Dentro do circulo, a imagem é a bandeira Municipal de Pindamonhangaba.

 

 

O Esporte Clube Jaraguá é uma agremiação da cidade de Taubaté (SP). Fundado no dia 4 de Maio de 1975, a Sede do clube fica localizado na Estrada Taubaté Pinda, 3 Jardim Jaraguá, em Taubaté. O clube atualmente disputa o Campeonato Taubateano da Terceira Divisão.

 

 O Britannia Athletic Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado em 1919, o Britannia disputou apenas um Campeonato Paulista em 1926.

O Clube de origem inglesa e bem organizado acabou não mostrando um bom desempenho em campo, terminando a competição na lanterna, sem conquistar nenhuma vitória.

O Clube jogava pela Liga de Amadores de Futebol (LAF), que existiu entre 1926 a 1929, a Liga do Paulistano. Após a sua dissolução em 1929, o Britannia retonou às origens sociais, até desaparecer.

Campeonato Paulista 1926 LAF

18/04/1926 Paulista (Jundiaí) 2 x 2 AA das Palmeiras
18/04/1926 Paulistano 6 x 0 Independência
21/04/1926 Germânia 9 x 3 Britannia
21/04/1926 Atlético Santista 0 x 2 Antarctica
25/04/1926 Paulistano 7 x 1 Paulista (Jundiaí)
02/05/1926 AA das Palmeiras 5 x 1 Independência
03/05/1926 Paulistano 7 x 0 Germânia
09/05/1926 Antarctica 4 x 3 Britannia
13/05/1926 Atlético Santista 1 x 3 Independência
13/05/1926 AA das Palmeiras 5 x 0 Britannia
16/05/1926 Paulistano 4 x 1 Antarctica
23/05/1926 Independência 4 x 2 Germânia
23/05/1926 Atlético Santista 3 x 2 Paulista (Jundiaí)
30/05/1926 AA das Palmeiras 2 x 1 Germânia
30/05/1926 Atlético Santista 1 x 5 Paulistano
09/06/1926 Paulista (Jundiaí) 3 x 4 Independência
09/06/1926 Paulistano 9 x 2 Britannia
13/06/1926 Atlético Santista 1 x 3 AA das Palmeiras
13/06/1926 Britannia 2 x 3 Paulista (Jundiaí)
13/06/1926 Antarctica 1 x 1 Independência
20/06/1926 Germânia 0 x 0 Antarctica
27/06/1926 AA das Palmeiras 2 x 3 Paulistano
27/06/1926 Atlético Santista 3 x 0 Britannia
04/07/1926 Germânia 6 x 2 Paulista (Jundiaí)
04/07/1926 Antarctica 2 x 0 AA das Palmeiras
11/07/1926 Germânia 3 x 2 Atlético Santista
11/07/1926 Paulista (Jundiaí) 1 x 1 Antarctica
14/07/1926 Britannia 2 x 8 Independência
18/07/1926 Antarctica 0 x 1 Paulistano
25/07/1926 Paulista (Jundiaí) 3 x 1 Britannia
25/07/1926 Independência 2 x 1 Atlético Santista
01/08/1926 AA das Palmeiras 1 x 3 Germânia
01/08/1926 Antarctica 3 x 3 Paulista (Jundiaí)
08/08/1926 Atlético Santista 9 x 2 Paulista (Jundiaí)
15/08/1926 Britannia 1 x 1 Antarctica
22/08/1926 Paulista (Jundiaí) 0 x 2 Germânia
22/08/1926 AA das Palmeiras 1 x 1 Atlético Santista
05/09/1926 Atlético Santista 1 x 3 Germânia
05/09/1926 Paulistano 2 x 2 Independência
05/09/1926 AA das Palmeiras 2 x 2 Britannia
07/09/1926 Paulista (Jundiaí) 0 x 1 Paulistano
12/09/1926 Paulistano 2 x 2 Germânia
12/09/1926 Atlético Santista 3 x 2 Britannia
19/09/1926 Independência 1 x 1 Paulista (Jundiaí)
26/09/1926 AA das Palmeiras 0 x 5 Antarctica
03/10/1926 Independência 3 x 1 Antarctica
03/10/1926 Paulistano 4 x 0 Britannia
10/10/1926 Antarctica 2 x 1 Atlético Santista
12/10/1926 Germânia 3 x 1 Independência
17/10/1926 AA das Palmeiras 4 x 1 Paulista (Jundiaí)
24/10/1926 Independência 7 x 1 Britannia
24/10/1926 Atlético Santista 3 x 2 Paulistano
31/10/1926 Antarctica 2 x 1 Germânia
01/11/1926 Independência 0 x 1 AA das Palmeiras
15/11/1926 Britannia 1 x 3 Germânia
15/11/1926 Paulistano 2 x 0 AA das Palmeiras

Classificação final da LAF

Nº.

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Paulistano

24

14

11

2

1

55

14

41

Germânia

18

14

8

2

4

38

28

10

Independência

17

14

7

3

4

37

30

07

Antártica

17

14

6

5

3

25

19

06

AA Palmeiras

15

14

6

3

5

28

24

04

Atlético Santista

11

14

5

1

8

30

32

-2

Paulista de Jundiaí

08

14

2

4

8

24

46

-22

Britannia

02

14

0

2

12

20

64

-44

 

Fontes: Almanaque do Futebol Paulista 2001/ RSSSF Brasil

 

O Bahia Esporte Clube Argoim é uma agremiação do Município de Argoim (BA). O Tricolor (vermelho, azul e branca) foi Fundado no dia 15 de Novembro de 1982, por Erenilton Bela Bispo, conhecido popularmente por Xon.

 Nesses quase três décadas, o clube revelou o meia Denguinha, que em 1994, foi direto para jogar no Vitória da Conquista. O seu maior feito aconteceu em 2003/04, quando foi vice-campeão da Copa da Bahia, perdendo na final para o Esporte Clube Nazaré das Farinhas.

 

 

O Piracaia Futebol Clube é uma agremiação do município de Piracaia (SP). Fundado no dia 13 de Junho de 1913, num terreno doado pelo Sr. Agripino Herdade (que é o nome do estádio com capacidade para 5 mil pessoas). Teve vários presidentes e o atual é o Sr. Luciano Guimarães Mendes, e todos trabalharam e trabalham pelo time e seu estádio.

Escudo antigo

Atualmente a Diretoria vem deixando cada ano, o campo mais bonito. O Piracaia F.C. sempre conseguiu montar excelentes equipes. Um bom exemplo, aconteceu em 1948, quando foi campeão regional. Devido a bela campanha o time ganhou o apelido que permanece até os dias de hoje: ‘O Fantasma da Bragantina’.

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