No domingo, do dia 30 de Novembro de 1980, foi reinaugurado o Estádio Hermenegildo Barcellos, o ‘Barcellão’ (capacidade para 5 mil pessoas), localizado na Rua Benjamin Constant, 154-300, no Centro de Arraial do Cabo. Dentre as festividades aconteceram três jogos:

Às 14 horas - Seleção de Arraial do Cabo  x  Associação Atlética Cabofriense;

Às 16 horas - Seleção de Cabo Frio   x  Rubro, de Araruama;

Às 18 horas - Americano, de Campos   x   Guarani de Campinas/SP   

No site “Jogos do Guarani” consta o resultado desta partida: o Guarani venceu o Americano pelo placar de 2 a 0.

AMERICANO (RJ) 0 X 2 GUARANI (SP)
LOCAL: Hermenegildo Barcellos, em Arraial do Cabo (RJ)
CARÁTER: Amistoso Nacional
DATA: Domingo, dia 30 de Novembro de 1980
HORÁRIO: 18 horas
RENDA: Cr$ 430.000,00
PÚBLICO: 6 mil pessoas
ÁRBITRO: Leny Gomes Pacheco (RJ)
AUXILIARES: Nilson Jorge Costa (RJ) e Gilberto de Magalhães Rodrigues (RJ)
AMERICANO: Gato Félix; Macaé, Sérgio Nunes, Rubinho e Valdir; Gílson Luís, Manoel e Lino; Chita (Fazoli), Amarildo e Raimundinho. Técnico: Capistrano Arenari
GUARANI: Gilberto; Chiquinho, Edson Magalhães, Júlio César e Almeida (Ariovaldo); Edmar (Mário), Jorge Mendonça e Paulo César (Celso); Paulo Borges (Frank), Marcelo e Ângelo. Técnico: José Duarte.
GOLS: Paulo Borges aos 34 minutos (Guarani), no 1º Tempo. Marcelo aos 34 minutos (Guarani), no 2º Tempo.

FONTE: http://www.jogosdoguarani.com - Marcelos Santos, Marcelão, ex-jogador da Cabofriense

 

O Atlético Rio Futebol Clube Ltda. é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na sexta-feira, do dia 10 de Maio de 2002. A sede administrativa se situa na Rua Teixeira Soares, nº 26/ Sl. 304, no bairro da Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio.

Surge inicialmente como Atlético Clube Forças do Bem, pertencente à uma ONG com um projeto social na Baixada Fluminense para crianças, denominada Instituto Forças do Bem.

Disputa o Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais em 2003. Na primeira fase termina em terceiro e se classifica para a seguinte. Na segunda fase termina como líder e avança. Contudo, acaba eliminado depois, não chegando à fase final. Em 2004, disputa novamente a Terceira Divisão, se classificando em segundo lugar na primeira fase. Mas é eliminado antes da fase semi-final. Em 2005, se licencia das competições profissionais. No ano seguinte também desiste de participar da Terceira Divisão.

Começa uma parceria com clubes do norte do país. A agremiação envia jogadores para o Náutico Futebol Clube, de Roraima, e posteriormente para o Atlético Roraima Clube. Em 2007, retorna com o novo nome de Atlético Rio Futebol Clube Ltda. Acaba eliminado da primeira fase do campeonato ao ficar em último no seu grupo. Em 2008, se licencia novamente das competições.

Durante o período de inatividade no Rio de Janeiro, ocorre um intercâmbio da agremiação com o Atlético Roraima Clube resultando no tricampeonato estadual. Retorna em 2010 à disputa da Terceira Divisão do Rio de Janeiro com novas cores: vermelha e preta em substituição ao vermelho, azul e branco. Passa a mandar os jogos em Itaguaí. É presidido por Damásio Desidério, que já foi presidente da escola de samba ARES Vizinha Faladeira e faz parte da Unidos de Vila Isabel.

Ficou duas temporadas afastado, voltando no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 2013. No entanto, teve uma campanha pífia, perdendo todos os jogos. Em 2014, outra participação e novamente uma campanha decepcionante, sem conquistar um ponto sequer.

 

FONTES: Wikipédia – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

O São Cristóvão ficou com o vice-campeonato da Segundona Carioca de 1982. O retorno para a Elite do futebol do Rio, seria mais uma, se não fosse a criatividade da diretoria do clube Cadete. Sonhando em reviver os grandes momentos do passado, tiveram a ideia de contratar jogadores famosos em final de carreira.

Assim, trouxeram para as laterais: na direita Orlando Lelé (ex-América/RJ, Santos, Coritiba, Udinese/ITA e Vasco); e na esquerda Rodrigues Neto (ex-Flamengo; Fluminense; Botafogo; Boca Junior e Ferro Carril, ambos da Argentina; Internacional/RS), que disputou a Copa do Mundo de 1978. No ataque, Búfalo Gil (ex-Cruzeiro, Fluminense, Botafogo, Corinthians, Real Murcia/ESP, Coritiba, América e Farense/PORT). Outros nomes conhecidos como Rui Rei, Edu, Jaime de Almeida, o goleiro Nielsen, Nei Dias, entre outros.

No entanto, se no papel os nomes empolgavam, na pratica o resultado foi um gol contra. No final do Campeonato Carioca da 1ª Divisão de 1983, o São Cri-Cri terminou na última colocação, com apenas quatro pontinhos em 22 jogos disputados. Ao todo foram quatro empates e 18 derrotas; com o ataque marcando apenas dois gols e sofrendo 45. O sonho de voltar a ganhar o Estadual, acabou se transformando num terrível pesadelo. Definitivamente, a Torcida Cadete não merecia ver esse “filme de horror“.

FONTES: Wikipédia – Arquivo Pessoal – Jornal Última Hora

 

 Torneio Comitê de Imprensa da FERJ de 1980

O Goytacaz estreou com o vitória no Torneio Comitê de Imprensa da FERJ, apesar dos problemas que o técnico Maranhão tem enfrentado para armar o que considera o time ideal.  Com um bom futebol no primeiro tempo, notadamente em termos de marcação, o Goytacaz virar o marcador e derrotar o Campo Grande por 2 a 1, na partida disputada domingo (29 de junho), pela manhã, no Estádio Godofredo Cruz, em Campos dos Goytacazes. O Goytacaz não jogou no Estádio Ary de Oliveira e Souza porque o mesmo estava em reformas.

Clécio inaugurou o marcador para o Campo Grande num chute de fora da área, em que o goleiro Jorge Luís falhou, aos 24 minutos do período inicial. Dez minutos depois, Índio, cobrando falta, empatava, enquanto Ronaldo, aos 34 minutos do período complementar, levou o Goytacaz à vitória, num pênalti duvidoso: Pontizelli forçou a passagem sobre Jacenir e caiu na área, levando Giese do Couto a punir com penalidade, cobrada e convertida por Ronaldo.

 

GOYTACAZ F.C. (RJ) 2 X 1 CAMPO GRANDE A.C. (RJ)
LOCAL: Estádio Godofredo Cruz, Campos dos Goytacazes (RJ)
CARÁTER: Torneio Comitê de Imprensa da FERJ de 1980
DATA: Domingo, dia 29 de Junho de 1980
HORÁRIO: 10 horas
RENDA: Cr$ 28.360,00
ÁRBITRO: Giese do Couto (FERJ)
AUXILIARES: Eraldo Prevot e Alcides Rocha
GOYTACAZ: Jorge Luís; Serginho, Willer, Hideraldo e Cândido; Wilson, Bispo, Forró e Marcos André (Ronaldo); Pontizelli, Índio e Alcimar (Jadir). Técnico: Maranhão
CAMPO GRANDE: Jorge; Brasinha (Paulo Moura), Fernandes, Panzariello e Jacenir; Touchê, Edu e Clécio; Luís Carlos, César e Pantera.
GOLS: Clécio aos 24 minutos (Campusca); Índio aos 34 minutos (Goytacaz), no 1º Tempo. Ronaldo, de pênalti, aos 34 minutos (Goytacaz), no 2º Tempo.

 

FONTE: O Fluminense

 

FONTE: Correio Paulistano

 

A ADA (Associação Desportiva Álcalis) é uma agremiação da cidade de Arraial do Cabo (RJ). Durante séculos, Arraial do Cabo seguiu sua vocação natural como vila de pescadores. E foi na primeira metade do século XX, em 1943, quando o então presidente da República, Getúlio Vargas criou a Companhia Nacional de Álcalis, que a economia local foi impulsionada.

A fábrica produzia barrilha, matéria-prima para fabricação de vidros. A oferta de emprego aumentou. Mão-de-obra qualificada da unidade da Álcalis no Rio Grande do Norte foi trazida para a cidade e as ofertas de empregos acabaram trazendo trabalhadores de outras regiões. Isso contribuiu para a consolidação e para o crescimento da cidade.

Em 1947, a empresa tinha um setor esportivo: ADA (Associação Desportiva Álcalis), que em seguida se filiou à Liga Cabofriense de Desportos (LCD), Fundada em 1941. Disputou várias edições do Campeonato Citadino de Cabo Frio até os anos 80, quando migrou para o Campeonato Citadino de Futsal da cidade.

Importante lembrar que naquela época, Arraial do Cabo (só veio a se emancipar na segunda-feira, do dia 13 de Maio de 1985) era o principal Distrito da cidade de Cabo Frio.

Na Foto acima o time do ADA, que foi uma das maiores equipes de futebol da Região dos Lagos na década de 70.
EM PÉ (Esquerda para a direita): Valdir (Supervisor), Miro (Técnico), Mário (Massagista), Serra, Wilson, Júlio Gringo, Moisés, Moreno, Luís, Magno, Ilmo (meu pai) e Tonico (mordomo). AGAHADOS (Esquerda para a direita): Clóvis (Enfermeiro), Rodrigo, Oséias, Carlinhos, Edmar, Carlos Alberto e Delinho.

FONTES: YouTube – Blog Esportes Cabo Frio – Blog História, Música e Sociedade (José Francisco Artigos) – O Fluminense – Última Hora

FOTO: Marcelo Santos, ‘Marcelão’

 

 

O Colubandê Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de São Gonçalo (RJ). Até o presente momento há poucas informações. Sabe-se que o time debutou no Campeonato Gonçalense de 1965. E até boa parte do certame, o Colubandê estava na liderança.

 

FONTE: O Fluminense

 

O Onze Rubros Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de São Gonçalo (RJ). O clube da “Galeria Cruzeiro” foi Fundado nos anos 50, e a sua Sede ficava situado no Bairro Galeria Cruzeiro, em São Gonçalo. O clube ingressou no Torneio Popular, que era uma competição que reuniam times de Niterói e São Gonçalo, que por uma série de questões, não estavam participando dos seus respectivos campeonatos citadinos niteroiense e gonçalense.

Participou das edições 1959, 1960, 1961 e 1962, onde enfrentou times, que futuramente estariam no Citadino de Niterói e/ou São Gonçalo: Paulistano, São Domingos, Veterano, Agra, Bangu, entre outros.

O Onze Rubros fez boas campanhas nas duas primeiras edições. Em 1961, foi vice-campeão , tanto no principal quanto nos Aspirantes. Em 1962, foi campeão nos Aspirantes ao derrotar na final, o Flamenguinho por 2 a 1, no Estádio da Rua São Lourenço. Time atuou da seguinte forma: Orlando; Artimário, Sérgio, Carlos Alberto e Sebastião; José Carlos e Arildo; Vitor, Hélio, Adilson e Altamir.

Apesar de ser oriundo de São Gonçalo, o Onze Rubros ingressou no Departamento Niteroiense de Futebol (DNF). Não foi encontrado informações se o clube mudou de cidade ou fez algo similar como o Tiradentes.

Sob a presidência do José Carlos Alves, Onze Rubros Futebol Clube debutou no  Torneio Início de Aspirantes do Departamento Niteroiense de Futebol, em 1965. Participaram: Ypiranga, Manufatora, CCREE Elétrica, Bangu, Eletrovapo, Canto do Rio, Costeira e E.C. União.

Surpreendente o Onze Rubros acabou ficando com o título, derrotando o Costeira, na final. Título este que renderia um amistoso contra o Fluminense, que receberia uma cota de Cr$ 600 mil cruzeiros.

O jogo amistoso foi marcado para o sábado, do dia 02 de Outubro de 1965, às 15 horas, no Estádio da Rua Dr. March, no Barreto, em Niterói. As equipes chegaram no estádio escalados: O técnico do Tricolor das Laranjeiras, João Carlos já tinha o time definido: Vitório; João Francisco, Zé Luiz, Dari e Baiano; Eliseu e Gonçalo; Gibira, Valmir, Antunes e Lula. Os reservas: Brandão, Squarizzi, Ivan e Carlinhos.

Já o Onze Rubros com: Vermelho; Iraí, Candinho, Pedro Paulo e Zezeca; Zano e Adílson; Ademir, Joãozinho, Teleco e Vitor.  Porém, caiu uma chuva torrencial, que deixou o campo impraticável para a pratica do futebol, o que acabou obrigando o cancelamento da peleja.

No Campeonato Niteroiense de futebol profissional de 1965, o Onze Rubros não fez uma boa campanha. Alguns resultados: derrotas para Eletrovapo (3 x 0); Cruzeiro (4 x 3); Manufatora (1 x 0); Ypiranga (3 x 0); Bangu (3 x 1). Empate com o EC União (1 x 1). Nesta edição, o Onze Rubros mandou os seus jogos no campo do Cruzeiro, de Pendotiba.

 

FONTES: O Fluminense – Última Hora

 

O Bangu Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). A sua Sede ficava na Rua Doutor March, nº 620, no Bairro Tenente Jardim, em Niterói. O “Tricolor da Zona Norte” foi Fundado na sexta-feira, do dia 04 de Dezembro de 1925. Suas cores: grená, branco e verde.

Ao contrário do que se possa parecer, o nome não tem nenhuma relação com o Bicampeão Estadual (1933 e 1966): Bangu Atlético Clube. A escolha foi uma  homenagem ao nome da Rua Bangu, onde o clube surgiu, e, assim, batizou o time como Bangu Futebol Clube.

A sua fase áurea foi nos anos 60. Após ingressar no Campeonato Niteroiense de Futebol, organizado pelo Departamento Niteroiense de Futebol (DNF), o Bangu chegou ao vice-campeonato citadino nos anos de 1964 e 1965. Foi campeão Niteroiense Juvenil em 1965. E, finalmente, o seu título mais expressivo:  campeão do Campeonato Niteroiense de Futebol, em 1966.

Para os supersticiosos e/ou curiosos, um fato, no mínimo, interessante. Em 1964, 1965 e 1966, tanto o Bangu do Rio quanto o Bangu de Niterói terminaram as competições em colocações idênticas.  Os Mulatinhos Rosados ficaram em 2º lugar no Campeonato Carioca em 1964 e 1965, e campeão em 1966. Enquanto o Tricolor da Zona Norte  terminou nas mesmas colocações, no Campeonato Niteroiense.

 

Escudo dos anos 20 a 40

FONTE: O Fluminense

 

O Campeonato Citadino de Niterói de 1965, organizado pelo Departamento Niteroiense de Futebol (DNF), contou com a participação de 10 clubes:

Associação Esportiva Eletrovapo;

Bangu Futebol Clube;

Canto do Rio Futebol Clube;

CREEE (Clube Recreativo Esportivo Energia Elétrica);

Cruzeiro Futebol Clube;

Esporte Clube Costeira;

Esporte Clube União;

Manufatora Atlético Clube;

Onze Rubros Esporte Clube;

Ypiranga Futebol Clube.

FONTES: O Fluminense – Ultima Hora

 

FONTE: O Fluminense

 

FONTE: O Fluminense

 

FONTE: O Fluminense

 

O Grêmio Recreativo Social Desportivo Tiradentes foi uma agremiação da cidade de São Gonçalo (RJ). A história desta equipe merece atenção, sobretudo, aos detalhes. O então comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar (criado pela Lei nº 4.141, de 02 de dezembro de 1959), conhecido como Batalhão Tiradentes, no Bairro de  Neves, em São Gonçalo, Tenente-coronel Armando Mário de Azevedo teve a ideia de Fundar um time de futebol no dia 14 de Outubro de 1966.

Talvez motivado pelo Tricampeão Mundial de 70, reuniu os seus melhores policiais, convocou Nelson Lamparina para ser o treinador. E assim os treinos  começaram. A princípio, o time era chamado de Batalhão Tiradentes, pois era assim que todos conheciam. O time enfrentou clubes como Espanhol, Flamengo, XV de Novembro (Araruama), Santa Luzia (Saquarema), e conquistando bons resultados.

Então, o Presidente do time, o Tenente-coronel Armando Mário de Azevedo resolveu dar um passo além: inscrever o time no Campeonato Niteroiense de Futebol de 1973. A razão do porquê de estar localizado em São Gonçalo, mas optar em jogar em Niterói não há, em nenhuma reportagem, que esclareça a razão. Possivelmente, por considerar que na cidade vizinha possuíam os melhores times e o campeonato ser mais atrativo.

Mas para ser aceito no Departamento Niteroiense de Futebol (DNF), o time do Tenente-coronel Armando Mário de Azevedo precisava atender algumas exigências. A primeira era transformar o time do 4º Batalhão da Polícia Militar em clube.

Assim, foi constituído o Estatuto, em Fevereiro de 1973, se legalizou juridicamente como: Grêmio Recreativo Social Desportivo Tiradentes. Outro aspecto para dar legitimidade ao novo clube era constituir uma Sede em Niterói, a fim de atender a todas as exigências do DNF.

O fato é que a Sede foi montada, mas em nenhuma reportagem foi mencionada aonde ficava. Apenas especulando e, ao mesmo tempo seguindo uma lógica, o Bairro de Neves é divisa de São Gonçalo com Niterói. Sendo assim a tendência que a Sede ficava alguns metros do Batalhão, do lado niteroiense.

Já o campo de jogo… Uma “gambiarra”. Como no Brasil sempre se dá um “jeitinho“, o campo de jogo foi construído aonde ficava a “‘Feira de Neves”. Ou seja, o mando de campo era em São Gonçalo. Talvez por esse fato a confusão do jornal mencionar uma partida do Campeonato Niteroiense sendo realizado no Bairro de Neves, em São Gonçalo.

Após os tramites fora das quatro linhas, dentro de campo o Tiradentes debutou em 1973, terminando com o vice-campeonato. No ano seguinte, veio a maior glória ao conquistar o título do Campeonato Niteroiense de Futebol de 1974. Sem nenhum alarde, no ano seguinte (1975) mudou o nome para  Tiradentes Atlético Clube.

 

FONTE: O Fluminense

 

Clube Atlético Tubarão é uma agremiação da cidade de Tubarão (SC). O “Peixe” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de Abril de 2005, com o nome de Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul. A sua Sede localizada na Rua Simeão Esmeraldino de Menezes, 400/ Sala 45, Uniparque UNISUL, no Bairro Dehon, em Tubarão.

Tricolor (Cores oficiais: Branco, Azul e Preto), manda os seus jogos no Estádio Domingos Silveira Gonzáles, com capacidade para 3.500 pessoas, que é patrimônio do clube, mas por questões judiciais, momentaneamente, pertence a Prefeitura de Tubarão.

Presidido por Luiz Henrique Martins Ribeiro, o Tubarão atualmente disputa o Campeonato Catarinense da Série A de 2017, organizado pela Federação Catarinense de Futebol (F.C.F.). No momento, a competição está na segunda rodada. O Tubarão estreou (29/01/17), com um empate sem gols, fora de casa, com o Metropolitano. Na rodada seguinte (1º/02/17), recebeu a visita da Chapecoense, e acabou derrotada pelo placar de 1 a 0 (gol de Wellington Paulista).

HISTÓRIA

O surgimento do clube aconteceu em 14 de abril de 2005 como Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul. Logo em sua primeira competição, no Campeonato Catarinense da Série B1 de 2005 (uma espécie de terceira divisão), venceu bem o 1º Turno, com oito vitórias e apenas uma derrota em nove jogos.

Na final, bateu o Operários Mafrenses e o título veio junto com uma vaga na semifinal geral do campeonato. No 2º Turno, o time não repetiu a boa campanha do primeiro e terminou na 6ª colocação. Mesmo assim se classificou para as quartas-de-final.

O Cidade Azul parou na semifinal do returno. No entanto, isso não foi um problema, já que o time estava automaticamente classificado para a semifinal geral do campeonato contra o Figueirense B. O Figueira venceu os dois jogos e foi para a final. Mas como a Federação não permite o acesso de times reservas, ou os chamados “times B”, e a vaga para a Série A2 caiu no colo do Cidade Azul.

 

PRESSÃO DERRUBOU

A pressão de encarar times de tradição como Criciúma e Joinville foi grande para o novato Cidade Azul que acabou não resistindo a pressão. Somou apenas nove pontos em 11 jogos e ficou no 11º lugar, o penúltimo da competição, caindo para a Segundona de 2007 apenas por ter sofrido mais gols que o Brusque.

 

APÓS A TEMPESTADE VEIO A BONANÇA

Em 2007 as coisas mudaram no Peixe. Rotina para os times pequenos, devido ao calendário, o clube entrou em campo apenas no segundo semestre, em julho. A batalha na Divisão de Acesso começou no dia 8 de julho: vitória por 1 a 0 sobre o Ferroviário. O restante da 1ª fase foi razoável, o bastante para se classificar e vencer o primeiro turno, que dava direito a uma vaga na final do campeonato.

No segundo turno, a história se repetiu e o time de Tubarão levantou a taça. Ao vencer os dois turnos sagrou-se campeão da Divisão de Acesso 2007 e conquistou a tão sonhada vaga na elite do futebol Catarinense em 2008.

 

EM 2009 FOI CONTURBADO: MUDANÇA DE NOME E NOVO REBAIXAMENTO  

Antes do início do Campeonato Catarinense de 2009, a relação entre a diretoria e os torcedores chegou no limite. O motivo: a falta de identidade do nome do time (Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul) com a cidade de Tubarão.

Assim, a torcida decidiu protestar. Não aceitava mais o nome Cidade Azul. Torcedores exigiram que o nome do clube fosse ligado à cidade. Com isso, a diretoria se mexeu e deu início ao processo para a mudança do nome para Clube Atlético Tubarão.

No entanto, para conseguir a certidão negativa junto à Federação Catarinense de Futebol (FCF) e mudar o nome, o clube teve que quitar débitos com INSS e Receita Federal. O pessoal quitou os débitos e mudou o nome junto à FCF.

Porém, já com o novo nome (Atlético Tubarão) acabou rebaixado do Campeonato Catarinense em 2009, quando ficou na décima e última colocação, com apenas cinco pontos.

Nos anos seguintes o Peixe chegou a beliscar o acesso quatro vezes: em 2010 foi 3º colocado com 37 pontos. Em 2011 novamente na 3ª posição, com 34 pontos. Em 2012 ficou em 4º lugar, com 28 pontos. Em 2013 ficou com o 3º lugar, com 33 pontos. Em 2014 ficou em , com 28 pontos, e em 2015, quando perdeu a vaga no saldo de gols, ficou em terceiro, com 36 pontos.

 

DEPOIS DE BATER NA TRAVE, CLUBE FAZ PARCERIA INOVADORA

Em 2015 o Clube Atlético Tubarão e a empresa K2 Soccer S/A iniciaram um projeto inovador. O objetivo é modernizar e estruturar todos os setores investindo na qualificação.

Estruturada através de uma SPE (Sociedade de Propósito Específico), a união visa preservar receitas para o Clube e potencializar a capacidade de investimento no futebol, fomentando a profissionalização e a busca por novos negócios.

Atendendo ao escopo inovador, o Clube foi transformado em empresa, com a razão social: Clube Atlético Tubarão SPE Ltda. e incubado na Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), se tornando, assim, o 1º Clube startup do Brasil. A SPE tem previsão de duração de 20 anos, prorrogáveis por mais 20, com o propósito de fazer o Tubarão crescer e se tornar um exemplo nacional de governança e gestão esportiva. Até 2025, a meta é estar entre os 40 maiores clubes do Brasil.

 

ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA: 2016 ‘O RETORNO À ELITE

Finalmente em 2016, com grandes mudanças na estrutura do clube, o Tubarão conseguiu antecipadamente o acesso à elite do futebol catarinense no dia 30 de outubro de 2016 ao golear a equipe do Porto por 9 a 1 no Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma. Na disputa das finas da Série B, perdeu para o Almirante Barroso por 3 a 1 no estádio Camilo Mussi e ganhou em casa por 1 a 0, ficando o Vice-campeonato.

 

 

FONTES: Wikipédia Página do clube no Facebook – Site do Clube – Federação Catarinense de Futebol (F.C.F.) 

 

FONTE: O Fluminense

 

O São José Atlético Clube é uma agremiação do Município de Cachoeiras de Macacu, que fica na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. A localidade fica a 97 km da capital do Rio, e conta com uma população de 54.370 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2010.

anos 40

Sediado na Rua São João, s/n, no Bairro Venezas, em Cachoeiras de Macacu, o São José foi Fundado na terça-feira, do dia 19 de Março de 1935. O time manda os seus jogos no Estádio Municipal Izaltino Carneiro Ribeiro, com capacidade para 5 mil espectadores.

A principal competição no qual o São José participou foi, sem nenhuma dúvida o Campeonato Fluminense de 1944. Com a presença de 35 clubes de todas as regiões do estado do Rio, a competição tinha um glamour e era o sonho de consumo das agremiações interioranas.

Anos 50

O São José debutava na competição, mas isso não incomodou nem um pouco. Na sua estreia, no domingo, do dia 28 de janeiro de 1945 (a edição era 1944, mas foi disputada em 1945), a equipe cachoeirense jogou diante do seu torcedor e não decepcionou. O adversário foi o Esporte Clube Brasil, de Itaguaí, que não foi páreo. Fim de jogo e o placar apontava incríveis 8 a 0! Resultado este, que praticamente sacramentava a classificação para a próxima fase.

No jogo de volta, o São José foi até Itaguaí, podendo até perder por sete gols de diferença, que mesmo assim avançaria na competição. No entanto, a equipe cachoeirense fez bonito e voltou a golear o Brasil por 4 a 1 (quarta-feira, do dia 31 de janeiro de 1945).

1952

Na segunda fase, o São José enfrentou um dos oponentes mais poderosos daquela época: Esperança Futebol Clube, de Nova Friburgo. Diante de um adversário complicado, o time cachoeirense acabou sendo goleado nos seus domínios (domingo, dia 04 de fevereiro de 1945), pelo placar de 6 a 0.

No jogo da volta (domingo, do dia 18 de fevereiro de 1945), o São José acabou eliminado, porém de cabeça em pé. Num jogo duro, acabou caindo por 3 a 1, mostrando que foi um figurante na competição. Na sequência, o Esperança chegou até a final, ficando com o vice-campeonato, perdendo para o campeão do Campeonato Fluminense de 1944 Petropolitano F.C., de Petrópolis, os dois jogos: 3 a 1, fora de casa, e 3 a 2, em Nova Friburgo.

anos 60

Ao todo, o São José Atlético Clube realizou quatro jogos no do Campeonato Fluminense: duas vitórias, nenhum empate e duas derrotas; marcando 13 gols (média de 3,25 gols por partida) e sofrendo 10 (média de 2,5 por jogo); com saldo de três.

Atualmente, o São José vive uma nova era. Após ficar dez anos inativo, graças a perseverança e o empreendedorismo do presidente Leandro Ribeiro, o clube está reativado e crescendo gradativamente. Contado com diversos parceiros, o clube cachoeirense planeja novos voos, enchendo de alegria e esperança o povo de Cachoeiras de Macacu.

Escudo e uniforme atuais

 

anos 80

1995

2005

FONTES: Página do clube no Facebook – Site do clube – Rsssf Brasil

 

 

 

FONTE: Página do São José A.C. no Facebook

 

Pelo Campeonato de Futebol Citadino de Cabo Frio, a Associação Atlética Cabofriense derrotou o Tupy Esporte Clube, de Arraial do Cabo por 2 a 0. Os gols foram assinalados por Jorginho, na primeira etapa, e Alfredo na derradeira. O Tupy vinha sozinho na ponta com zero ponto perdido, mas continua na liderança ao lado de Perinas, Arraial e Cabofriense, todos com dois perdidos.

O JOGO

Impondo sua condição de vice-campeão da cidade, a A.A. Cabofriense merecia um placar mais amplo, devido ao volume de jogo que impôs ao seu adversário. Por várias vezes Rodrigo penetrou com facilidade na defesa do Tupy. Alfredo e Jorginho faziam sucessivas tabelas. Desnorteando os adversários. Aos 28 minutos do primeiro tempo, Jorginho inaugurou o marcador. Na segunda etapa, quando parecia que os perdedores tentariam o empate. Porém, aconteceu o contrário. O segundo e último gol da partida foi assinalado por Alfredo, depois que driblou Sérgio e penetrou no meio da área adversária, colocou no canto esquerdo do goleiro João, que nada pode fazer.

A.A CABOFRIENSE (RJ)

2

X

0

TUPY E.C. (RJ)

LOCAL:

Estádio Municipal, em Cabo Frio/RJ

CARÁTER:

Campeonato Citadino de Cabo Frio de 1971

RENDA:

Cr$ 1.107,00

DATA:

Domingo, dia 29 de Agosto de 1971

ÁRBITRO:

Carlos Vilasbóas (LCD)

AUXILIARES:

Marcos Garcia (LCD) e Nelson de Oliveira (LCD)

CABOFRIENSE:

Zé Amélio; Doca, Hilmo, Maurício e Lica (Zé Oscar); Sérgio e Alfredo; Jorginho, Odir, Ide e Rodrigo.

TUPY

João; Hélio, Sérgio, Valdir e Jurandir; Félix e Batista; Jorge, Paulino, Paulo César e Genésio.

GOLS:

Jorginho aos 28 minutos (Cabofriense), no 1° Tempo. Alfredo (Cabofriense), no 2° Tempo.

FONTE:Jornal O Fluminense

 

Fundado pouco depois da usina de açúcar, em 1936, o Santa Luiza Futebol Clube teve seus primeiros times formados por funcionários da indústria, cujo proprietário e patrono do clube, Dr. Durval Cruz, tinha inicialmente a intenção de dar aos trabalhadores, em sua maioria vindos de Campos e Espírito Santo, um domingo de lazer, já que no decorrer da semana o trabalho na plantação e corte da cana era muito duro. Mas a paixão pelo futebol logo foi crescendo. Foi formada uma diretoria, que filiou o clube à Liga Saquaremense de Desportos e à Federação Fluminense de Desportos que, com a fusão do estado da Guanabara e ao antigo Rio de Janeiro, passou a se chamar Federação do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

Assim, o Santa Luiza virou, como a usina, uma potência também no futebol, formando grandes equipes com atletas locais onde podemos destacar Dode, Jorginho Barbosa, Pituta, Roló, Elias, Euclides, Jorge Luiz, Geneci e Jorge Luiz Cardoso. Esses 3 últimos são um capítulo a parte; Canidé elevou o nome do clube e do terceiro distrito, chegando ao futebol profissional do Clube Atlético Mineiro. Delmir, com sua garra e dedicação, iniciou e encerrou sua carreira no Santa Luiza e Pintinho, também conhecido como “Pai Velho”, além de grande atleta, dedicou sua vida como auxiliar técnico, massagista, zelador e técnico da escolinha, sem dúvida um verdadeiro mito, respeitado e amado por todos.

 

Além destes, Balzinho foi outro grande jogador do terceiro distrito, que brilhou no clube, tendo sido considerado na época o melhor atacante em atividade no município. Mais tarde, o clube resolveu investir no mercado de fora e trouxe atletas de excelente qualidade, entre eles Arthur, João Carlos, Didi, Pelezinho, Carrete, Cleber, Paulinho, Josué, Chicão, Mamão e Gabriel. Já Rodolfo, Boquinha, Vavá e Luiz Carlos foram contratados pelo Santa Luiza a outros clubes do nosso próprio município. O terceiro distrito também teve grandes diretores como José de Azevedo Pinto (Zéquito), Lucio Couto, Arí Fonseca, Chiquinho Batista, Divaldo e Mertodinho. E não podemos deixar de mencionar os torcedores fervorosos como o Matinada, Dona Ana e Seu Pedro Delfino que chamavam atenção no campo, torcendo, e pelas nas laranjas e pão com mortadela que vendiam no estádio.

 

Em 1966, surgiu o Esporte Clube Sampaio Corrêa e a rivalidade foi grande com o Santa Luiza, já que alguns atletas insatisfeitos no tricolor se transferiram para o novo clube que também formou grandes elencos e diretorias, sendo Roberto Marques Ferreira (Sargento) e Ricardo Reis 2 baluartes. Mas, assim como ocorreu com o Santa Luiza, o Sampaio também encerrou suas atividades, entre outros locais como o Fundo de Quintal e o Esperança, restando hoje apenas o Baziléia, o Tropa de Elite e o Gelobol, no futebol amador e o Sampaio Corrêa no profissional. Já o velho estádio Durval Cruz, palco de grandes recordações de jogos memoráveis, hoje está totalmente abandonado. Dá pena de ver…

 

O terceiro distrito, além do forte futebol local, ainda revelou atletas para o profissional como Canidé, Rômulo e Zú que representaram o futebol saquaremense na Holanda. Romerito disputou o último Campeonato Brasileiro pela Ponte Preta e Fábio Neves, que já atuou no Fluminense, hoje se encontra no futebol internacional, jogando na Coréia do Sul. O distrito de Sampaio Corrêa revelou também grandes árbitros que fizeram parte do quadro da Liga Saquaremense: Fernando Goiaba, Brandão, Jorge Pezão, Bazilêu, Carlinho Alicate, Rubens, Carlos Conceição, Ricardo Gazoni e a grande revelação Carlos Cordeiro.

 

João Carlos, zagueiro do Santa Luiza

Ele mora em São Gonçalo, mas durante muitos anos fez parte da equipe do Santa Luiza, antes de jogar pelo Clube Saquarema, inclusive na Seleção de Saquarema que competia com outros municípios da Região dos Lagos e no time veterano do Saquarema. Em 1977, quando a usina já não estava mais funcionando, o Santa Luiza Futebol Clube ainda resistia, tanto que conquistou a Taça Mário Castanho, que congregava os clubes da região, tendo como zagueiro o então cabeludo João Carlos. Hoje, casado com Marli, uma das sobrinhas do Dr. Tatagiba, pioneiro da medicina local, João Carlos frequenta Saquarema apenas como veranista, mas não esquece seu tempo de glória no Santa Luiza e no Saquarema.

Curiosidade

Em 1972, a supersafra da usina foi comemorada com um show de escolas de samba do 1° grupo que veio do Rio: a Imperatriz Leopoldinense, o Salgueiro e a Mangueira”, conta Gervásio, hoje o funcionário mais antigo da Prefeitura Municipal.

Ele também se recorda, mas sem muita certeza, que a Imperatriz chegou a fazer um enredo falando da usina, inclusive do time de futebol da fábrica que era o Santa Luiza Futebol Clube.

“O Santa Luiza foi uma agremiação que realizou grandes acontecimentos e fez história no futebol de Saquarema, revelando jogadores para o cenário nacional e até internacional, conquistando vários títulos. Em 1958, a equipe do Santa Luiza realizou um jogo treino com a seleção brasileira campeã do mundo”, afirma o ex-funcionário da usina que começou trabalhando em pequenas funções e acabou sendo um dos mais importantes técnicos da área administrativa da Santa Luiza, na área de recursos humanos

 Participações no Campeonato Fluminense de Clubes Campeões

O Santa Luiza FC, como o campeão do Campeonato Citadino de Saquarema de 1944, disputou o Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1944, realizado em 1945. Acabou sendo eliminado na primeira fase, tendo o Petropolitano, de Petrópolis como o grande campeão daquela edição. O Esperança Futebol Clube, de Nova Friburgo ficou com o vice.  Com o título de campeão do Campeonato Citadino de Saquarema de 1969, participou do Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1969. O campeão de 1969 foi o Americano FC, de Campos.

FONTES & FOTO:  O Saquá – ‘O Jornal de Saquarema’

http://www.osaqua.com.br/2016/05/10/santa-luiza-a-usina-de-sampaio-correa-que-foi-um-verdadeiro-motor-para-saquarema-dos-anos-30-a-70/

http://www.osaqua.com.br/2016/05/10/senador-durval-cruz-o-criador-da-usina/

 

O CROL (Cerâmica Rio do Ouro Ltda.) Futebol Clube é uma agremiação da cidade de São Gonçalo (RJ). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Setembro de 1958. O seu Estádio Ivan de Azevedo está localizado na Avenida Plínio Gomes de Matos Filho, s/n, no Bairro de Várzea das Moças, em São Gonçalo. Acrescentado que o CROL Futebol Clube participou do Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1969. Nesse período foi campeão do Campeonato Citadino de São Gonçalo, em 1969 e 1971.

FONTE: Auto Esporte do Brasil – Cultura Niterói  

 

Em partida realizada no Estádio Caio Martins, em Niterói, a Seleção Brasileira Olímpica e Centro Recreativo Espanhol empataram pelo placar de 2 a 2. Paulinho e Vagner marcaram para aos espanhóis, enquanto Zé Carlos assinalou os dois tentos para a seleção canarinho.

O Sr. Antônio do Passo viu o jogo e o prefeito de Niterói, Sr. Ivan Fernandes de Barros (governou de 7 de janeiro de 1972 a 15 de março de 1975), deu o pontapé inicial da partida que foi fraca tecnicamente.

O Espanhol chegou a dominar os primeiros 30 minutos e depois foi vencido pelo melhor preparo físico dos comandados por Antoninho. A defesa do Espanhol bobeou no primeiro gol do Brasil e no segundo houve um cochilo da direção por causa da substituição de Paulo César.

Mesmo assim o campeão da cidade continuou invicto contra equipe de fora. O jogo por um triz, não seria realizado porque o Sr. Tomás Leite Ribeiro, do Departamento de Educação Física não gostou da maneira com que Tito Jacomini, supervisor do Espanhol solicitou o campo. A discussão ocupou boa parte da tarde. Quem sofreu mesmo foi o grande público de Jurujuba que não pode ver a sua equipe no primeiro encontro da noite.

O Jogo

O Espanhol foi melhor até os 30 minutos da fase inicial. Tocou a bola como manda o figurino, com Wilsinho fazendo exibição primorosa no meio de campo. Os olímpicos procuraram também tocar à bola, com algumas peças querendo aparecer. Houve muito cuidado para que nenhum olímpico se contundisse. Mas a primeira grande chance da noite foi da seleção brasileira: Gilvan pegou a bola, passou com quis por Paulo César e cruzou da linha de fundo.

Cantareira e Osmar não subiram e Zé Carlos, do selecionado, obrigou Paulão a fazer uma defesa sensacional. O gol do Espanhol veio pouco depois. Marcelo esticou para Paulinho no bico da grande área, pelo lado esquerdo. O cantorriense atirou violentamente, sem defesa para Vitor. Espanhol 1 a 0.

Com o decorrer do tempo, os olímpicos apareceram mais. Zé Carlos, num lance de muito oportunismo, foi entrando pelo setor onde se encontrava mais Paulo César, depois de haver recebido excelente passe de Gilvan. O negão olímpico chutou e Alfredo largou, e no chuta-chuta, a bola voltou a Zé Carlos que marcou o primeiro gol. Brasil 1 a 1.

Logo depois Zé Carlos, novamente, voltou a marcar com auxílio da defesa espanhola que não se mexeu para evitar o gol. Brasil 2 a 1.

Para o segundo tempo, o Espanhol voltou com Wilsinho mais adiantado e o time melhorou um pouco. Os olímpicos, entretanto, já haviam melhorado, tanto que dominaram nos minutos finais. Coube a Vagner a empatar o jogo, num trabalho todo de Renato. O louro de São Domingos cabeceou um cruzamento vindo da direita e Vagner só teve o trabalho de completar o lance. Seria gol de qualquer forma. Espanhol 2 a 2.

C.R. ESPANHOL (RJ)

2

X

2

SELEÇÃO BRASILEIRA OLÍMPICA

LOCAL:

Estádio Caio Martins, em Niterói/RJ

CARÁTER:

Amistoso Internacional

DATA:

Sábado, dia 17 de Março de 1972

ÁRBITRO:

Beethoven Neves (DNF)

AUXILIARES:

Heraldo Prevot (DNF) e Aílson Oliveira (DNF)

C.R. ESPANHOL:

Paulão (Alfredo); Artur, Osmar, Cantareira e Paulo César (Irineu); Wilsinho, Marcelo e Cláudio; Vagner, Renato e Paulinho. Técnico: Juarez

SELEÇÃO BRASILEIRA:

Vitor (Cantarelli); Mangabeira, Piscina (Márcio), Levi e Tereso; Falcão, Carlos Alberto Pintinho (Gilberto), Bolívar (Tuca); Gilmar, Zé Carlos (Washington) e Manoel. Técnico: Antoninho

GOLS:

Paulinho (Espanhol); Zé Carlos, duas vezes (Seleção Brasileira Olímpica), no 1° Tempo. Vagner (Espanhol), no 2° Tempo.

FONTE: Jornal O Fluminense

 


Fúria deu o Tricampeonato Niteroiense ao Espanhol

 O Espanhol conquistou pela terceira vez consecutiva (1971, 1972 e 1973) o título máximo do futebol Niteroiense, ao vencer o Tiradentes por 1 a 0, em 30/09/1973, gol de Renato, aos sete minutos da segunda fase. O Comando-Geral da Polícia Militar viu o jogo que o Major Durval Lobato, da CND, iniciou.

Foram 90 minutos de excelente futebol, com os dois quadros se empenhando a fundo pela vitória. Heraldo Prevot teve atuação magnífica e se todo mundo que foi ao Assad Abdala tivesse pago ingresso a renda ultrapassaria os 15 mil cruzeiros.

O Tiradentes caiu de pé, mas saiu traumatizado com a derrota, produto de uma infelicidade de Camundongo, seguida de uma outra de Paulão. Os dois quadros, além de bom futebol, mostraram excelente preparo físico. Após o jogo os espanhóis comemoraram a vitória no centro do gramado onde receberam homenagem da torcida do Tira. Depois os campeões foram a Itaipu e lá permaneceram até de madrugada.

Completando com felicidade um trabalho primoroso de César, Renato deu ao Espanhol o tão cobiçado título de tricampeão niteroiense, ao marcar aos sete minutos da fase final, o gol que liquidou o Tiradentes. Foi mais movimentado jogo da Copa-400, promoção jornal O Fluminense e Departamento Niteroiense de Futebol (DNF).

O Tiradentes teve uma atuação irrepreensível, o mesmo acontecendo com o Espanhol. O Major Durval Lobato, do CND, deu o pontapé inicial e Heraldo Prevot mereceu nota dez pela magnífica arbitragem. Um público recorde de Cr$ 3.318,00 superlotou o Assad Abdala, ressuscitando o futebol da cidade, agora em grande fase.

O Flamenguinho conseguiu um honroso lugar de vice-campeão, ao lado do Tiradentes, ao vencer o Fluminense por 3 a 2. Os tricolores jogaram com suas peças fora do lugar e por isso, de nada valeu o sacrifício de uma equipe que nunca parou de lutar. Cantareira, Marcelo, César foram as grandes figuras espanholas; enquanto Paulão, Evandro e Micinho foram os grandes destaques dos alvinegros.

O Espanhol viveu dez minutos de pânico após a entrada de Marrom e Popeye. A torcida organizada do Tira, com o cabo Maurício à frente, teve uma conduta muito elegante ao entrar em campo para homenagear os campeões.

 

Primeiro tempo

Vinte e dois jogadores com os nervos à flor da pele iniciaram o jogo, tocando a bola de pé em pé, proporcionando os lances mais emocionantes. O Espanhol estava melhor situado, mas aos poucos o Tiradentes crescia e não demorou muito já havia equilíbrio. Mesmo assim, coube ao ataque espanhol oferecer mais perigo. Renato e César estiveram por marcar, mas Paulão mais uma vez provou que é goleiro.

Cessados estes momentos, o jogo ganhou nova feição e as duas equipes exploravam os contra-ataques. A cada investida um perigo eminente de gol. Foi assim até o fim. Nessa fase, três lances chamaram atenção: aos 15 minutos, Renato quase marcou, após um cruzamento de Cláudio. Belo esteve para inaugurar o marcador aos 21 minutos e Marcelo foi severamente advertido por Heveraldo Prevot aos 40 minutos. O zero a zero foi justo e o nível técnico não poderia ter sido melhor.

Segundo tempo

Tudo como no primeiro tempo, dois quadros nervosos e o Espanhol mais desembaraçado. Houve lances primorosos no meio de campo e num de seus contra-ataques o Espanhol avançou pela esquerda, com César correndo pela lateral. Recebeu lançamento de Marcelo e correu pela ponta-esquerda para cruzar. Foi batido por Aílton, ambos caíram, mas o ponteiro foi mais rápido e levantou-se e jogou a bola na porta do gol. Camundongo saiu mal, Paulão quis socorrê-lo e abandonou a meta. Renato estava no lance e meio inclinado mandou para as redes. César e Renato receberam os cumprimentos dos companheiros: Espanhol 1 a 0.

Tira não esfriou

Quando se pensava que o Tiradentes esfriaria com aquele gol, eis que seus jogadores dobraram seus esforços. Agora, não para marcar um gol e sim dois. O time cresceu e com isso quem pagou caro foi a defesa do Espanhol. Só Cantareira tirou uma dez bolas super perigosas de seu arco, Paulo César, Artur e Tainha se multiplicaram. Não fosse o grande auxilio de Marcelo, Gutinho e Marquinhos e o resultado teria sido outro.

Um pouco tarde

O pior veio depois, Nilson Lamparina, precisando dar maior agressividade ao ataque, colocou Popeye no lugar de Domingos, deslocando Belo (aquela altura mal) para a ponta-direita, passando Evandro para a esquerda e momentos depois pôs Marrom no lugar de Melo. Essas modificações aumentaram o poderio ofensivo do Tiradentes, tanto que houve pânico de dez minutos na defesa amarela. Se o time não sofreu gol de empate, agradeça a Cantareira em primeiro lugar.

Depois aos demais elementos da zaga e ainda ao meio de campo que passou a tirar bola de dentro do gol. Tivesse Nilson Lamparina procedido as alterações aos 20 minutos e não aos 35 minutos, talvez domingo tivesse outro jogo, na pior das hipóteses. Juarez usou a cabeça; pôs Benedito no lugar de Cláudio, no momento “H”.

Todo mundo bem

Vinte e cinco jogadores tiveram grande atuação. Apenas o trabalho de alguns estiveram em maior evidência como Marcelo, Gutinho, César, Cantareira (o melhor de todos), pelo Espanhol e Paulão, que depois se redimiu, Micinho, Evandro e Souza pelo Tiradentes.

Espanhol e Tiradentes dificilmente repetirão a excelente atuação de domingo. O Espanhol ganhou o Tri e o título de campeão do IV Centenário, graças ao oportunismo de Renato, e o Tiradentes perdeu o título por causa de infelicidade de Camundongo e Paulão.

 

Classificação Final

1º Espanhol 1 ponto perdido (pp);

2º Tiradentes 3 pp;

2º Flamenguinho 3 pp;

4º Fluminense 5 pp.

ESPANHOL (RJ)

1

X

0

TIRADENTES (RJ)

LOCAL:

Estádio Assad Abdala, na Rua Dr. March, no Barreto, em Niterói/RJ

CARÁTER:

Final do Campeonato Citadino de Niterói de 1973

DATA:

Domingo, dia 30 de Setembro de 1973

RENDA:

Cr$ 3.318,00 (Recorde)

ÁRBITRO:

Heraldo Prevot (DNF)

AUXILIARES:

Sílvio Silva (DNF) e Aílson Oliveira (DNF)

ESPANHOL:

Carlos; Artur, Paulo César, Cantareira e Tainha; Marcelo, Gutinho e Marquinhos; Cláudio (Benedito), Renato e César. Técnico: Juarez

TIRADENTES:

Paulão; Aílton, Camundongo, Conrado e Pelé; Micinho, Melo (Marrom) e Evandro; Domingos (Popeye), Belo e Souza. Técnico: Nilson Lamparina

GOL:

Renato aos sete minutos (Espanhol), do 2º Tempo.

 FONTE: Jornal O Fluminense


 

O Riachuelo Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). A sua Sede fica na Rua Dr. Mario Viana, 576 – Bairro de Santa Rosa, em Niterói. Fundado no sábado, do dia 13 de Janeiro de 1973. Na sua primeira temporada o Riachuelo realizou 22 jogos, com 14 vitórias, dois empates e seis derrotas.  A 1ª Sede ficava na Rua Martins Torres, em Santa Rosa.

Em 1974, se filiou no Departamento Niteroiense de Futebol (DNF), a fim de disputar os certames do Pingo de Gente (nomenclatura da categoria Infantil) e Infanto-Juvenil.

História da Fundação

Segundo o 1º Presidente da agremiação, Polidoro Fontenelle o Riachuelo foi forjado numa mesa de bar, na mercearia do jovem português Antônio Abreu, situado na Rua Martins Torres, com a Travessa Martins Torres, no Bairro de Santa Rosa.

Entre cervejas, drinques e inspirações que sempre rodeiam tais ambientes. Um grupo formado Antonio Elias Pinto, Duilzio Martins Borges, Nelson Oliveira, José Lucena, Nelson Lima, Hélio Magalhães, José Teixeira, Milton de Souza, Jorge Foças, José Bichacra e o próprio Polidoro.

A fundação deve-se a pressão da garotada que sem praça de esportes para se divertir, punha em pânico os moradores locais com suas “peladas” que causavam prejuízos diversos. Os que não aceitavam os prejuízos, tomavam providências severas como chamada da Polícia; rasgar a bola que caiam nas áreas residenciais e até a aquisição de cães policiais como repressão.

O combate acintoso, motivou o movimento de solidariedade dos adultos que gostavam de futebol  e daí para a formação de um clube foi só questão de tempo. A entidade conta com duas equipes que realizam jogos aos sábados e domingos, no campo do Atlético Futebol Clube, em Pendotiba.

Metas

O presidente Poli (Polidoro Fontenelle) já está na fase final da documentação que possibilitará a filiação do clube no DNF e demais órgãos exigidos por lei. Nesse particular, conta com  ajuda substancial de Paulo Newton de Moraes que no passado formaram uma grande “dobradinha” no futebol da cidade.

Paulo e Poli têm um passado brilhante e inteiramente dedicado ao nosso futebol. UM, no Fonseca Atlético Clube onde PD foi presidente por largo período e o outro, em várias agremiações da cidade de Niterói como: Humaitá, Fonseca, Manufatora, etc. Depois da filiação o Riachuelo partirá para uma melhor infraestrutura que possibilitará marcar a sua presença no cenário esportivo fluminense. Para tanto, pois conta em sua diretoria com os seguintes auxiliares:

Presidente - Polidoro Fontenelle;         

Vice-Presidente - Luís Paulo Moreira;

Secretários – Antônio Elias Pinto e Duilzio Martins Borges;

Tesoureiro - Nelson de Oliveira e Décio de Oliveira;

Diretor Social - José Lucena;

Diretor de Esportes - Milton de Souza;

Diretor de Patrimônio - Marcos Antônio de Azevedo;

Diretor de Futebol - Sebastião Mendonça;

Diretor do Departamento Feminino - Hélio Magalhães;  

Técnico do Infanto-Juvenil - Mendonça;

Técnico do Pingo de Gente - Lima.

 

FONTE: Jornal O Fluminense

FOTOS: O Fluminense – Página do clube no Faebook

 

FONTE: O Fluminense

 

FONTE: O Fluminense

 

Clube dos Pioneiros é uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O clube áureo-anil foi Fundado no Sábado, do dia 27 de Julho de 1957, tem a sua Sede localizada na Rua Doutor Souza Dias, 140 – no Bairro da Vital Brasil, em Niterói (RJ).

Um dos fundadores da Liga Niteroiense de Desportos (LND), o Pioneiros já foi palco de grandes eventos esportivos e musicais, como shows dos Mutantes e da Orquestra Tabajara.

No Campeonato Niteroiense de Futebol Infantil de 1971, promoção de o jornal O Fluminense, Federação Fluminense de Desportos (FFD) e Departamento de Educação Física (DEF), o Pioneiros ficou com o vice-campeonato. O título ficou com o Manufatora A.C.!

 

FONTES: O São Gonçalo – O Fluminense

 

O Clube de Futebol São José Monza de Itaperuna Empreendimentos Esportivos Ltda. é uma agremiação esportiva da cidade de Itaperuna (RJ). Fundado na sexta-feira, do dia 04 de fevereiro de 2005. A sua Sede fica localizada na Avenida Luzia Vieira Henriques, nº 225 (Fundos), no Bairro Padre Humberto Lindelau, em Itaperuna.

Criado como clube-empresa pelo policial-militar Márcio Monzato como um projeto social no bairro de Matadouro, o São José se filiou à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) em 2005. Seu primeiro torneio disputado foi o Otávio Pinto Guimarães de Juniores no mesmo ano.

Estreou no profissionalismo ao participar do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais em 2006. Ficou em terceiro lugar na sua chave, não se classificando para a fase seguinte.

Em 2007, se licenciou das competições de âmbito profissional. Em 2009, retornou para a disputa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Juniores, visando a disputa do Profissional. Contudo, problemas de ordem financeira levaram a agremiação a solicitar licença à FERJ.

Em 2011, retorna às competições profissionais, participando do Campeonato Estadual da Série C do Rio de Janeiro, a antiga Terceira Divisão, promovendo uma parceria com o Natividade Atlético Clube, mas não consegue passar da 1ª fase ao ficar em último lugar no Grupo “D”.

Se habilitaram à segunda fase Goytacaz Futebol Clube, Santa Cruz Futebol Clube, Associação Atlética Carapebus e Barcelona Esporte Clube. O Rubro Social Esporte Clube também foi eliminado. No final do mesmo ano a agremiação é vendida a um grupo de investidores de Itaperuna.

Em 2012, já sob nova administração, o time promove uma melhor campanha passando a mandar os jogos em Miracema. Na 1ª fase participa do Grupo “D” e se classifica à segunda fase em 3º lugar, atrás somente do Paduano Esporte Clube, Rubro Social Esporte Clube e Sociedade Esportiva de Búzios.

Na segunda fase o São José, inserido no Grupo “E”, acaba eliminado ao ficar na terceira posição do grupo, perdendo a classificação para São Gonçalo Esporte Clube e Queimados Futebol Clube. O último colocado da chave foi o também eliminado São Gonçalo Futebol Clube.

A agremiação ainda não dispõe de uma praça esportiva própria, mandando seus jogos em cidades vizinhas como Porciúncula, Bom Jesus do Itabapoana, Cardoso Moreira, Miracema e Aperibé.

No Campeonato Carioca da Série C de 2013, o São José caiu no Grupo C, com seis equipes, onde os dois primeiros avançavam para a fase seguinte. No entanto, o São José terminou na 4ª posição, atrás do líder São Gonçalo F.C., e vice-líder São Gonçalo E.C.. O São Cristóvão F.R. ficou em terceiro, Rio de Janeiro em quinto e Futuro em último. De lá pra cá o São José se licenciou, mas promete retornar num futuro próximo.

Curiosidades

O cachorro é o símbolo e mascote da agremiação. A origem se dá pelo fato do homem-forte do clube, Márcio Monzato, na época da fundação, se deixar acompanhar aos treinos de sua cadelinha vira-lata Sandy, ainda viva, que acabou ficando popular no clube.

 

 FONTES: Arquivo Pessoal Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) - Wikipédia

 

 Laje Esporte ClubeCampeão Invicto de 1950     

                       Em pé:  Volne , Tão , Lair , Ivandi, Augusto e Carleto                        

Sentados:   Niltinho , Cobrinha , Jailton , Braga.

FONTE: Blog Aloísio Soares

 

O Grêmio Ubaense Esporte Clube é uma agremiação do Município de São José de Ubá, que fica na Região Noroeste Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Localizado a 293 km da capital do Rio, a localidade possui uma população de 7.175 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2014.

O clube Alvirrubro foi Fundado na sexta-feira, do dia 27 de Julho de 1951. A sua Sede e o Estádio José de Souza Lima, estão localizados na Rua Sete de Setembro, nº 5, no Centro de São José de Ubá.

O Grêmio Ubaense é uma agremiação tradicional na região, e conta, entre outros títulos, os canecos do Campeonato Noroeste Fluminense de 1983; e do Campeonato Citadino de 1987.

Além disso, o Grêmio Ubaense é um bom “sparring” dos clubes da região, como Goytacaz, Americano, Macaé, quando estão se preparando para disputar as competições estaduais e nacionais.

Grêmio Ubaense  -  Vice-Campeão do Noroeste de 1987 

No sábado, do dia 21 de fevereiro de 2015, o Grêmio Ubaense enfrentou em amistoso, no seu Estádio (José de Souza Lima), o Americano de Campos, que se preparava para disputar o Campeonato Carioca da Série B. O Cano goleou por 7 a 0. Os gols do jogo, foram assinalados por Thiago Correa (três gols); Léo Guerreiro (duas vezes); Noel e Nikson, um tento cada.

FONTES & FOTOS: Wikimapia – FutRio.Net – Blog São José de Ubá – Mathias Machado – Blog Aloísio Soares

 

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