O Esporte Clube Renascença era o time do bairro da Renascença, na cidade de Belo Horizonte-MG, mas nunca chegou a disputar o Campeonato da Liga de Belo Horizonte. Disputou os campeonatos mineiros entre os anos de 1959 e 1967.

Foi fundado na data de 15 de outubro de 1941 por funcionários e diretores da Fábrica de Tecidos Renascença. Era conhecido como o “Time dos Tecelões” e tinha como mascote o Urubu.

Seu estádio era denominado Cristiano Guimarães (Eucaliptos) e se situava no bairro da Renascença, assim como também sua sede que ficava na Rua Botucatu, 177.

No início começou disputando as competições do futebol amador promovidas pela Federação Mineira de Futebol. Em 1947, após a construção do seu estádio, pediu inscrição no Campeonato da Cidade de 1948. O ingresso no certame era complicado, pois dependia da aprovação dos demais clubes. E a inscrição do Renascença não foi aceita, pois temiam que seus jogos causassem déficit nas arrecadações.

Em 1958 a Federação Mineira de Futebol aceitou a inscrição de diversos clubes, dentre eles o Renascença. Devido ao grande número de inscritos, houve a necessidade de se organizar um torneio eliminatório para definir as equipes que iriam disputar o campeonato. O Renascença perdeu a oitava vaga para o Cruzeiro e ficou fora do certame. Em 1959, voltou a disputar o Torneio Classificatório e conseguiu uma das vagas para o Campeonato.

O Renascença também disputou os Campeonatos Mineiros de 1959 (9º lugar); 1960 (10º lugar); 1961 (11º lugar); 1962 (10º lugar); 1963 (11º lugar); 1964 (11º lugar); 1965 (11º lugar) e 1966 (12º lugar), quando foi rebaixado para a 2ª Divisão.

Uma das maiores glórias do Renascença foi ter conquistado a Copa Belo Horizonte no ano de 1961, uma competição que antecedia o Campeonato Mineiro e que era disputada pelos clubes profissionais da capital, mais uma Seleção Amadora.

O Renascença venceu o Cruzeiro Esporte Clube (2 a 0), o Sete de Setembro Futebol Clube (2 a 0), a Seleção Amadora (4 a 0), empatou com o América Futebol Clube (0 a 0) e venceu o Clube Atlético Mineiro (2 a 0).

O artilheiro da Copa foi o atacante Luis Carlos, do Renascença, com 6 gols.

O time campeão do Renascença foi Tonho, Celso, Dalmo, Negrinho, Coelho, Zeca, Piazza (Grilo), Luiz Carlos, Rafael, Robson, Joãozinho. O técnico era Gérson dos Santos.

O clube também conquistou o Torneio Início de 1963. Empatou com o Cruzeiro Esporte Clube (0 a 0) e classificou-se nos pênaltis (3 a 2), depois empatou com o Esporte Clube Siderúrgica de Sabará (0 a 0) e também classificou-se nos pênaltis (9 a 8). Na final, empatou com o Clube Atlético Mineiro (0 a 0) e venceu nos pênaltis (9 a 6).

O time campeão foi Arésio, Sérgio, Grilo, Borges, Fernando, Piazza, De Paula, Jorge, Zimba, Miltinho, Robson.

Em 1966 ficou em último lugar e caiu para a Segunda Divisão, o que levou a Companhia Renascença Industrial a extinguir o departamento de futebol em 1967. Atualmente, no local da fábrica, encontra-se instalada uma universidade particular.
O Renascença revelou grandes craques, tais como Wilson Piazza, campeão mundial em 1970, o zagueiro Procópio Cardoso, Tonho, ex-goleiro do Cruzeiro e Silvinho, ex-ponta esquerda do Vasco. Encerraram suas carreiras no clube o genial goleiro Veludo, Décio Brito, irmão do zagueiro Brito, da Copa de 70 e Waldir Lellis, o médio-volante Amarelinho. Também passaram pelo Urubu, os jogadores Hélio Lazarotti, Hilton de Oliveira e o goleiro Mussula.

Fontes: Ligeirinhoclubesemdestaque e acervo pessoal

 

O Extrema Futebol Clube é uma agremiação do Município de Extrema, que fica a 492 km da capital de Minas Gerais e com uma população de 31.693 habitantes (segundo o Censo IBGE/ 2013). Fundado no dia 18 de Março de 1940, possui a sua Sede na Rua Coronel Teófilo Cardoso Pinto, 123, no Centro da cidade.

O Extrema manda os seus jogos no Estádio Sebastião Camanducci. No âmbito profissional, a equipe Alvinegra participou de uma edição no Campeonato Mineiro Terceira Divisão (2005) e duas no Campeonato Mineiro Módulo II (2006 e 2007).

 

FONTES: Gol Aberto – Página do clube no Facebook – Wikipédia

 

A Associação Uberlândense Unitri é uma agremiação da Cidade de Uberlândia (MG). Fundado no dia 10 de Maio de 2005, a sua Sede fica situada na Avenida Nizo Mendes Alves dos Santos, 4.545, no Bairro da Gávea, em Uberlândia. A equipe manda os seus jogos no Estádio João Havelange, o Parque do Sabiá.

Em 2006, o Unitri disputou seus últimos campeonatos profissionais: o Campeonato Mineiro do Módulo II e a Taça Minas Gerais, tendo desativado seu departamento de futebol para que o centro universitário retomasse sua parceria com o Uberlândia Esporte Clube, para reunir e fortalecer o futebol uberlandense.

Sua partida derradeira foi uma vitória sobre o ex-rival Uberlândia por 3 a 0 no Parque do Sabiá, no dia 5 de Novembro de 2006. Nas categorias de base, seu último jogo foi um empate por 1 a 1 com o Villa Nova, no dia 4 de Outubro de 2006, no Estádio Municipal Airton Borges, em Uberlândia.

Em 2009, a Unitri retomou as suas atividades no futebol, onde disputou o do Campeonato Mineiro da 3ª Divisão, terminando na 4ª colocação. Parou e retornou em 2013, ficando na 6ª posição. O clube se prepara agora para disputar a Terceirona da próxima temporada,em 2016.

 

FONTES & FOTO: Wikipédia – Rsssf Brasil – Federação Mineira de Futebol (FMF) – Site Canal UEC

 

O União de Futebol Araxá foi uma agremiação efêmera da cidade de Araxá (MG). O ‘UFA’ foi Fundado no dia 09 de Abril de 2001, e, a sua Sede ficava localizado na Rua Pedro Alaor, 121, no Centro de Araxá. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Fausto Alvim, com capacidade para 8 mil pessoas.

A criação do clube até a sua extinção em 2005, foi o tempo em que o Araxá Esporte Clube esteve ausente das competições profissionais. Durante essas quatro temporadas, o União debutou no Campeonato Mineiro da Terceira Divisão de 2002, e, de cara, acabou ficando com Vice, conquistando o acesso para a Segundona na temporada seguinte.

O UFA terminou na liderança do Grupo B, com nove pontos, em quatro jogos; com três vitórias e uma derrota; sete gols pró e cinco contra. No Hexagonal final, o União terminou em 2º lugar, só atrás do campeão Tombense (21 pontos). Ao todo, foram 18 pontos, em 10 jogos: cinco vitórias, três empates e duas derrotas; 17 gols a favor e 13 tentos contra. Disputou três temporadas do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão: 2003, 2004 e 2005.

 

FONTES: Wikipédia – Rsssf Brasil 

 

O Mariense Futebol Clube foi uma agremiação do Município de Maria da Fé (MG). A sua Sede ficava localizada na Travessa Santa Luzia, 235, no Centro de Maria Da Fé. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Coronel Silvestre.

Apesar de extinto, o Mariense participou de diversas edições do futebol profissional. No Campeonato Mineiro Terceira Divisão, esteve presente em quatro edições:  1987, 1988, 1989 e 1990. Também disputou a Supercopa Minas Gerais de 1991; e duas vezes no Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1991 e 1993.

Neste vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=yOCmRH3GSYM) o Mariense marcando um gol no Estadual da Terceirona de 1990.

 

FONTES: Gol Aberto – Rsssf Brasil – YouTube

 

O Coromandel Esporte Clube é uma agremiação do Município de Coromandel (MG). O Azulão foi Fundado no dia 03 de Outubro de 1968. A Sede e o Estádio Azulão da Baixada (capacidade para 4 mil pessoas), ficam situados na Avenida Celestino Dayrel, s/n, no Centro de Coromandel. No futebol profissional, o Coromandel participou de duas edições do Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1991 e 1993.

FONTES & FOTO: Gol Aberto – Página do clube no Facebook – Wikipédia

 

O Clube Esportivo Operário é uma agremiação da cidade de Alfenas (MG). Possui a sua Sede e o Estádio Rachid B. Saliba, com capacidade para 4 mil pessoas; localizados na Rua Areado, 563, no Centro de Alfenas. Fundado no dia 25 de Agosto de 1976, com o nome de Associação Atlética Saliba, por funcionários da Tecelagem Saliba.

PRIMEIRA E ÚNICA PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDONA

Até o início dos anos 90, o Operário se dedicava aos competições amadoras, quando a diretoria decidiu alçar um vôo mais alto. Então, em 1991, o clube participou do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão. O time terminou na 4ª colocação do Grupo D (seis jogos e quatro pontos: duas vitórias e quatro derrotas; marcando seis e sofrendo 13).

Na segunda fase, no Grupo I, ficou em 3º lugar (quatro jogos e dois pontos: uma vitória e três derrotas; assinalando dois gols e sofrendo seis). Com esse resultado o Operário acabou dando adeus ao sonho do acesso.

Após a competição, a diretoria fez uma avaliação e decidiu não mais disputar uma competição profissional, devido aos altos custos.Atualmente, o clube possui categorias de base (Infantil e Juvenil), adulto e veteranos (idade acima de 35 anos).

 FONTES & FOTOS: Marcos Jesus Domingues – Prefeitura de Alfenas – Rsssf Brasil – Google Maps

 

 

O Clube Esportivo Camposgeraiense é uma agremiação do Município de Campos Gerais (MG). O clube Alvianil foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1971. A sua Sede fica localizada na Rua Santa Teresinha, 268, no Centro de Campo Gerais. O Camposgeraiense manda os seus jogos no Estádio Municipal PEPSAM (Praça de Esportes Prefeito Salvador de Mesquita).

No futebol profissional, o Camposgeraiense esteve presente em três edições do Campeonato Mineiro Terceira Divisão (1987, 1988 e 1989) e uma no Campeonato Mineiro Segunda Divisão (1991).

 

FONTES: Wikipédia – Gol Aberto – Google Maps

 

Escudo utilizado nos anos setenta

O Esporte Clube Tabajaras, da cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, foi fundado na data de 11 de novembro de 1945.

Sua fundação foi ideia de um comerciante de São Paulo que se mudou para Ouro Preto e que era torcedor do São Paulo Futebol Clube. O uniforme é semelhante ao do tricolor paulista. Seu primeiro presidente foi o senhor Gentil de Souza.

 Esporte Clube Tabajaras no ano de 1946

A origem do nome Tabajaras, de acordo com o comerciante Roberto Peret, um dos mais antigos torcedores do clube, deve-se ao fato de que era o nome de um cinema em São Paulo que o fundador do clube gostava muito de frequentar.

Equipe campeã municipal do ano de 1985

Sua sede está localizada na Rua Manuel Izaías de Carvalho, número 47, comprada com muito esforço em 2002 com doações dos torcedores e simpatizantes do clube.

“Ser derrotado e não se render é uma vitória”.

Esse é o lema do Tabajaras que utiliza o Estádio Municipal Genival Alves Ramalho, o Campo da Barra, para a realização de suas partidas. 

 

Escudo e uniforme utilizado nos dias de hoje.

O Tabajaras revelou um jogador muito famoso nos anos cinquenta. O meia Carlyle, que passou pelo Clube Atlético Mineiro, Fluminense Futebol Clube e que também chegou a atuar na Seleção Brasileira. Ele fez parte do primeiro time formado pelo Esporte Clube Tabajaras, no ano de 1946.

Carlyle é o segundo abaixado da esquerda para a direita.

Fontes:

Facebook

Globoesporte.com

Futebolamadordeminas.com

 

 

A Associação Esportiva Ipanemense foi uma agremiação do Município de Ipanema (MG). A sua Sede ficava localizada na Rua Edwaldo Miranda, nº 533, no Centro da cidade.

A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Elson Barbosa de Faria. Na esfera profissional, o Ipanemense participou do Campeonato Mineiro Terceira Divisão de 1990, Supercopa Minas Gerais e o Campeonato Mineiro Segunda Divisão, essas duas no ano de 1991.

 

FONTES & FOTOS: Rsssf Brasil – Gol Aberto – Panoramio

 

 

O Esporte Clube Ribeiro Junqueira é uma agremiação do Município de Leopoldina (MG).  O ‘Dragão da Zona da Mata’ foi Fundado no dia 27 de agosto de 1911, como Ribeiro Junqueira Sport Club, em um dos salões do Gymnasio Leopoldinense, pelos professores: José Botelho Reis, Antônio Moura, João Trentino Ziller, Dr. Pedro Arantes e Milton Ramos Pinto, juntamente com Esdras Lintz, Vicenti Domenice e alguns alunos.

O 1º presidente foi José Botelho e o senador Ribeiro Junqueira o seu presidente de honra. Posteriormente o Prof. José Botelho Reis ocuparia a presidência de honra. Naquela época, era comum utilizar nomes de famílias para denominar um time, e para homenagear o Deputado Ribeiro Junqueira, os alunos do Gymnásio Leopoldinense assim nomearam o clube.

Logo após o primeiro jogo, o Diretor da escola chamou os jogadores para saber quem teve a ideia de colocar o nome de Ribeiro Junqueira no time. No colégio, as coisas eram severas e os alunos ficaram com medo da repreensão e castigo. Mas o diretor Dr. José Monteiro Ribeiro Junqueira havia gostado da escolha e até mesmo propôs ajuda, comprando uniformes e dando apoio para o time seguir em frente.

Uma reunião definiu as cores do time. Um dos fundadores se manifestou dizendo ter recebido de parentes um postal vindo da Itália, o qual trazia em sua ilustração principal o desenho do Estádio do Milan com seu escudo. Desta forma foi definido o uniforme e as cores do Ribeiro Junqueira Sport Club.

Quem foi Ribeiro Junqueira?

José Monteiro Ribeiro Junqueira nasceu em 27/08/1871 em Santa Isabel (Leopoldina/MG). Filho de José Ribeiro Junqueira e Antonia Augusta Lobato M. Junqueira, foi um dos maiores líderes políticos da Zona da Mata na primeira metade do século XX. Fez o primário na escola Professor Inácio e o secundário no Colégio Abílio. Fez o ensino superior na Faculdade de Direito de São Paulo. Além de magistrado, foi banqueiro, empresário agropecuarista e advogado.

Foi Promotor Público na cidade de Leopoldina/MG; Secretário de Viação e Obras Públicas do Governo Olegário Maciel.  Exerceu os cargos de Presidente do Conselho Distrital em 1895;Deputado Estadual entre 1895 e 1897 e 1898 a 1900; Deputado Federal em dez legislaturas entre os períodos de 1903 à 1930; constituinte em 1933 a 1934 e Senador da república entre 1935 a 1937. Foi fundador da Cia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina; do órgão de imprensa Gazeta de Leopoldina; da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina; da Santa Casa de Misericórdia e do Gimnásio Leopoldinense deixando um legado de liderança na cidade de Leopoldina e região.

Título na Terceirona e o Vice na Segundona

Foi campeão do Campeonato Mineiro do Interior de 1969. O melhor momento da agremiação foi no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando conquistou o Campeonato Mineiro da 3ª Divisão de 1989 e o vice-campeonato do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão de 1990, conseguindo o acesso à Elite do Futebol Mineiro de 1991, quando acabou rebaixado e licenciando-se em seguida do profissionalismo.

Foi tetracampeão da Zona da Mata, Campeão da BR-116, Campeão Regional da Liga de Cataguases em 1984, Campeão Regional da Liga de Juiz de Fora em 1985, Tetracampeão da Liga Esportiva Leopoldinense entre 1983 e 1986.

Estádio Ronaldo Junqueira

O Estádio Guanahyro Fraga Motta, conhecido como Ronaldo Junqueira, é um estádio de futebol localizado na cidade de Leopoldina, no estado de Minas Gerais e tem capacidade para 1.600 pessoas.

Celeiro de craques

Entre diversas revelações, o EC Ribeiro Junqueira lançou jogadores como Zequinha (ex-Flamengo e Seleção Brasielira), Othon Valentim (ex-Botafogo e Seleção Brasileira), Dirceu Pantera (ex-Cruzeiro), Elmo (também ex-Cruzeiro) e Elair (ex-Atlético-MG).

Atual realidade

Atualmente o clube se encontra atolado em dívidas, o que o impossibilita de entrar na disputa de qualquer campeonato profissional. Além disso, o clube conta apenas com a receita da escolinha de futebol, o que é muito pouco para manter um time com a história e tradição do ‘Dragão da Zona da Mata’.

 

FONTES & FOTOS:

Página do Clube no Facebook

Wikipédia

Site Terceiro Tempo

Jornal Leopoldinense

BOTELHO, Luiz Eugênio. O Futebol. Artigo publicado do livro E.C Ribeiro Junqueira, O eterno

Campeão de Joseph Capdeville Gribel. 1991, pag 103.

LACERDA, Glauquer Brito de. CD.ROM – E.C Ribeiro Junqueira. 1ª Edição.

NOGUEIRA, Natânia. História e ensino. Acesso em:  06/05/2010. < http://historiadoensino.blogspot.com/2008_05_01_archive.html>

GAZETA ESPORTIVA. História do Futebol. Acesso em: 06/05/2010. http://cgi.gazetaesportiva.net/historia/futebol/historia_do_futebol/abertura.htm

COSTA, Dalmo. O Futebol. Gazeta de Leopoldina de 20/01/1944.

 

O Ipiranga Futebol Clube é uma agremiação do Município de Manhuaçu (MG). O Verdão foi Fundado no dia 04 de Março de 1984, e a sua Sede fica situada na Rua Josias Breder, s/n, no Centro de Manhuaçu. O Ipiranga mandava os seus jogos no Estádio Juscelino Kubitschek, com Capacidade para 8 mil pessoas.

O Ipiranga possui alguns títulos estaduais. Foi campeão do Campeonato Mineiro da Terceira Divisão (1987); Supercopa de Minas Gerais (1992); Campeonato Mineiro do Módulo II (1997) e Vice-campeão Mineiro Sub-20 (2004).

FONTES & FOTO: Wikipédia – Gol Aberto – YouTube

 

O Retiro Sport Club é uma agremiação Centenária da Cidade de Nova Lima (MG). Fundado no dia 1º de Julho de 1916, possui a sua Sede e Estádio Retiro Saudoso, Colina, localizados na Rua Elogio Pimentel, s/n, Bairro do Retiro, em Nova Lima.

Vice-campeão Mineiro de 1932

Apesar de ter acabado com futebol profissional e muitos daqueles que freqüentam o clube atualmente, desconhecem a história do Retiro, o time de futebol  já foi ‘figurinha carimbada’ na Elite do Futebol Mineiro, nos idos de 20 e 30. Ao todo, foram sete participações no Campeonato Mineiro da 1ª Divisão: 1927 (7º lugar), 1932 (2º lugar), 1933 (8º lugar), 1934 (4º lugar), 1935 (6º lugar), 1936 (3º lugar) e 1937 (6º lugar).

Dessas edições, duas se destacam: o vice-campeonato de 1932 (só atrás do Atlético Mineiro), organizado pela Liga Mineira de Desportos Terrestres (LMDT) e a 3ª colocação do Campeonato reunificado de 1936.

Nos dias atuais, o Retiro busca estimular a prática esportiva e a inclusão social, por meio da sua Escolinha de Futebol, onde formam atletas, mas, principalmente, cidadãos de bem.

 

FONTES: Rsssf Brasil – Página do Clube no Facebook – Wikipédia

 

O América Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de Uberlândia (MG). Fundado no dia 1º de Maio de 1946, possui a sua Sede na Alameda Mãe Menininha do Gantóis, 275, no Bairro Granada, em Uberlândia.

SEGUNDONA MINEIRA

Atualmente, o Mecão é afiliado à Federação Mineira de Futebol (FMF) e à Liga Uberlandense de Futebol (LUF), onde é um participante assíduo no Campeonato Citadino. Mas o América já se aventurou no futebol profissional no ano de 1978, quando participou pela do Campeonato Mineiro Segunda Divisão e Torneio Incentivo Mineiro.

O América mandava os seus jogos no Estádio Juca Ribeiro, com capacidade para 7 mil pessoas, de propriedade na época do Uberlândia E.C. localizado no Centro da cidade.

Na Segundona, com apenas sete clubes, o América não fez boa campanha, terminando na 6ª colocação (três pontos em seis jogos: uma vitória, um empate e quatro derrota; com cinco gols pró e nove contra). Após essa participação, o clube desistiu do futebol profissional, retornando a esfera do amadorismo, no qual está até os dias atuais.

FONTES: Rsssf Brasil – Página do clube no Facebook

 

Uma curiosidade do antigo e atual estádio do Fluminense Football Club, que muitos tricolores desconhecem: ambos foram erguidos no mesmo local: na Rua Alvaro Chaves, em Laranjeiras. Visto ambos de cima, a diferença é que o 1º campo (denominado por Rua Guanabara) ficava na horizontal e o atual (Estádio das Laranjeiras) está na vertical.

Campo da Rua Guanabara

Em 14 de agosto de 1904, foi realizado o primeiro jogo interestadual no Campo da Rua Guanabara, que ficava no mesmo local do Estádio das Laranjeiras, apenas com o gramado em posição diferente, contra o Paulistano.

Este foi o jogo inaugural da nova praça de esportes no Rio de Janeiro e a diretoria do Fluminense mandou construir uma pequena arquibancada de madeira para acomodar o público, cobrando os primeiros ingressos para um jogo de futebol.

Além dos sócios do Fluminense e convidados presentes, foram 806 cartões passados pelos sócios e 190 entradas vendidas a não-sócios na bilheteria, com o ingresso custando $2000 e uma renda apurada de 1:992$000.

Brasil v. Exeter City, 1914.

Em 1905, Eduardo Guinle construiu, por sua conta, a primeira arquibancada em campos de futebol do Rio de Janeiro. Concluído este melhoramento, o aluguel triplicou.

Neste mesmo ano, mediante empréstimo feito entre os sócios, foi demolida a primeira sede e construída a segunda.

A inauguração da terceira sede, em 27 de julho de 1915, foi muito comemorada, culminando com um baile no rink de patinação, quando foi entoado o primeiro hino do Fluminense, de autoria de Paulo Coelho Netto.

Ainda em 1915, o presidente Cunha Freire construiu arquibancada privativa para os sócios e suas famílias. O plano de expansão foi completado com a construção de um novo rink, aquisição de mobiliários, instalação elétrica, aumento das arquibancadas e construção das gerais.

Em 1918, começam as reformas que vão dar origem à quarta sede do Fluminense. As obras terminam em 1920, sob presidência de Arnaldo Guinle, que contratou o arquiteto Hipolyto Pujol para projetar as dependências. Com vitrais franceses e lustre de cristal, o Salão Nobre se tornou palco de muitos shows, bailes, desfiles, óperas e balé.

Ainda hoje é muito utilizado para festas, reuniões e gravação de filmes como Anos Dourados, Dona Flor e seus dois maridos, Villa Lobos, telenovelas e comerciais. A sede é própria e hoje é tombada pelo patrimônio histórico.

Inauguração do Estádio das Laranjeiras

Em 11 de maio de 1919, o Estádio das Laranjeiras, propriedade do Fluminense Football Club, era inaugurado com a partida entre Brasil e Chile. Este foi o primeiro estádio construído no Brasil para grandes espetáculos, com capacidade para 18 000 espectadores. O Brasil venceu a partida por 6 a 0 e, ao final do Campeonato Sul Americano de Seleções, em decisão contra o Uruguai, a Seleção Brasileira conquistava seu primeiro título internacional relevante.

O Estádio das Laranjeiras em 1919, antes de sua ampliação.

Já a primeira partida do Fluminense no Estádio das Laranjeiras, foi na vitória por 4 a 1 sobre o Vila Isabel em 13 de julho de 1919, em partida válida pelo returno do Campeonato Carioca, com os gols tricolores tendo sido marcados por Welfare (3) e Machado.

Em 1922, o Estádio das Laranjeiras teve a sua capacidade aumentada para 25 000 espectadores,[3] para sediar dois eventos de grande porte comemorativos do Centenário da Independência do Brasil, os Jogos Olímpicos Latino-Americanos (precursor dos Jogos Pan-Americanos) e o Campeonato Sul Americano de Seleções Nacionais, daquele ano, também conquistado pela Seleção Brasileira, sendo este, o segundo título internacional relevante da seleção canarinho.

Em duas das partidas, contra Chile e contra o Uruguai, o público foi calculado em 30 000 pessoas. Na final, o Brasil venceu o Paraguai por 3 a 0.

Em alguns jogos este estádio teve públicos estimados maiores que a sua capacidade, mas aparentemente o recorde de público pagante deste estádio foi na partida Fluminense 3 a 1 Flamengo, em 14 de junho de 1925, quando 25.718 espectadores pagaram ingressos, embora nos dias de hoje se desconheça o público da partida do Fluminense contra o Sporting Clube de Portugal, realizado em 15 de julho de 1928 na disputa da Taça Vulcain, com o estádio lotado e mais 2 000 cadeiras sendo colocadas na pista de atletismo para comportar o público presente[4] .

A Seleção Brasileira jogou 18 jogos nesta sua primeira casa, ganhando 13 e empatando 5, entre 11 de maio de 1919 e 6 de setembro de 1931 e incluindo o primeiro jogo da história da Seleção Brasileira contra o Exeter City, antes da construção das novas arquibancadas. Assim como o jogador do Fluminense e capitão da Seleção, Preguinho, viria a fazer o primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo, o também jogador tricolor Oswaldo Gomes, veio a fazer neste estádio o primeiro gol da História da Seleção Brasileira, na vitória por 2 a 0 sobre o Exeter City F. C. da Inglaterra aos 28 minutos de jogo, em 21 de julho de 1914, aniversário de 12 anos do Fluminense Football Club.

O Estádio de Laranjeiras recebeu iluminação artificial já em 21 de junho de 1928, tendo sido ela inaugurada na partida disputada entre a Seleção Carioca de Futebol e o Motherwell Football Club, da Escócia.

Demolição parcial

No final da década de 1950, a administração carioca entrou em conflito com o clube por causa das obras de duplicação da Rua Pinheiro Machado, cujo novo traçado passaria pelo terreno do estádio. Em 1961, após 2 anos de entendimentos iniciados com a Prefeitura do antigo Distrito Federal e, posteriormente com o Governo do então Estado da Guanabara, o Flu teve parte de seu terreno desapropriado pela Sursan, em uma faixa de terreno situada na Rua Pinheiro Machado.

O Fluminense Football Club, pela desapropriação de uma área de 1.084,95 metros quadrados, recebeu a quantia em dinheiro de Cr$ 49.703.000,00 e mais as áreas remanescentes dos terrenos da esquina das Ruas Álvaro Chaves e Pinheiro Machado, no valor de Cr$ 31.355.000,00. Embora perdendo uma lateral de arquibancada, o Fluminense prestava novamente à cidade mais um serviço, embora com o sacrifício de seu próprio patrimônio.

Ao Estádio das Laranjeiras foi concedido o nome de Manuel Schwartz, vitorioso ex-presidente do Fluminense na década de 1980, cujo maior título foi o campeonato brasileiro de 1984 .

Hoje em dia, a capacidade do estádio apresenta-se reduzida para 4 300 torcedores e o campo mede 70 x 104 metros. Tal redução deveu-se a uma desapropriação para a duplicação da Rua Pinheiro Machado, necessária para o escoamento do trânsito do Túnel Santa Bárbara e o crescimento do bairro de Laranjeiras, além de momentâneas questões de segurança, pois algumas áreas do estádio requerem reformas para que ele possa comportar cerca de 8 000 pessoas.

O Estádio é anexo ao Palácio Guanabara, sede do Governo do Estado do Rio de Janeiro e antiga sede da República Federativa do Brasil. Apesar de toda a tradição de Laranjeiras, entretanto, foi no Maracanã que o Fluminense conquistou suas maiores glórias nas últimas décadas, dada a diferença de capacidade entre os dois estádios e a redução ocorrida em Laranjeiras a partir de 1961.

O Fluminense não joga mais partidas oficiais no Estádio das Laranjeiras, onde disputou 839 partidas, com 531 vitórias, 158 empates, 150 derrotas, 2.206 gols pró e 1049 gols contra, até o último jogo disputado, em 26 de fevereiro de 2003, empate de 3 a 3 contra o Americano Futebol Clube, pelo Campeonato Carioca.

 

FONTES & FOTOS: Sport Ilustrado – Arquivo Pessoal – Site do clube – Wikipédia

 

Graças ao amigo e parceiro Homero Queiroga, dono do celebre site Escudos do Mundo Inteiro, conseguiu junto a diretoria do Andirá Esporte Clube, da cidade do Rio Branco (AC), dois modelos de camisa e o escudo, que não contém o morcego (Afinal algo inédito!).

Relembrando, que o time está disputando o Campeonato Acreano da 2ª Divisão. Fundado no dia 1º de Novembro de 1964, por uma das famílias mais tradicionais do Estado do Acre, os Dantas.

A origem do nome do clube vem da palavra indígena “andyrá“, que em Tupi significa “morcego“. Suas cores inicialmente eram o preto e o branco. Em 2006 o clube adotou o verde em seu uniforme que, segundo o então presidente Gilberto Braga, é uma homenagem à Amazônia e à borracha, produzida com destaque no Estado.

FONTES: Homero Queiroga – Diretoria do Andirá EC

 

Para os amantes que gostam de novidades, tenho mais uma. Encontrei uma foto histórica do Tupi Football Club, uma agremiação da cidade de Juiz de Fora (MG). Nesta foto (abaixo) é composta pela 1ª Diretoria: em pé (da esquerda pra direita): Humberto Chianini, segundo secretário – Francisco Noronha, segundo tesoureiro – Waldemar de Oliveira, procurador. Sentados na mesma ordem: Joaquim Barbosa Braga, primeiro secretario – Antonio Maria Júnior, presidente e fundador do clube e Othelo Rossi, primeiro secretário.

Ao fundo é possível visualizar a bandeira com o distintivo do clube, Fundado no dia 26 de Maio de 1912. O clube mineiro manda suas partidas no Estádio Municipal Radialista Mario Helênio, que possui capacidade para 31.863 pessoas. Atualmente disputa o Campeonato Brasileiro da Serie C, além das participações no Campeonato Mineiro da 1ª Divisão e na Copa do Brasil.

 

FONTE & FOTO: Site Recordar o Tupi é viver (http://recordartupi.blogspot.com.br/p/historia.html)

 

O futebol é o esporte mais visto no mundo. Muitos são os ingredientes para tal paixão. Alguns citam que é a única modalidade no planeta que as ‘zebras’ aparecem com maior freqüência. Outros lembram das jogadas plásticas como o drible, a tabelinha, etc. A magia do futebol é algo cativante.

Mas há outras questões que fascinam e ficam na memória dos torcedores. Uma delas, são aquelas goleadas históricas. A maior parte das goleadas históricas, tanto no mundo como no Brasil, ocorreram no período do amadorismo. Mas foi na Escócia que ocorreu a maior soma de gols registrada na história. O massacre ocorreu durante uma partida do campeonato escocês em que a equipe do Arbroath ganhou de 36 a 0, sobre o Bonn Accord, em 1885.

No futebol brasileiro, o maior placar registrado aconteceu durante uma partida entre Botafogo e Mangueira, em confronto válido pelo campeonato carioca de 1909.O jogo se realizou no dia 30 de maio no campo do alvinegro, na Rua Voluntários da Pátria, o Alvinegro massacrou o rubro-negro tijucano pelo placar de 24 a 0.

 

OUTRO 24 X 0 É ENCONTRADO, DESTA VEZ, NO AMAZONAS

Contudo, após muitas pesquisas foi encontrado outra goleada de 24 a 0. Desta vez, no futebol amazonense. O responsável por essa descoberta é o pesquisador José Ricardo Caldas, residente em Brasília, que pode ter encontrado um recorde para dividir com o Botafogo carioca a maior goleada do futebol brasileiro no  Guiness Book, o ‘Livro dos Recordes’.

Essa partida aconteceu no ano de 1922, em Manaus (AM). A fonte desta pesquisa foi extraída do Jornal do Commercio, que noticiou o inacreditável placar de 24 a 0, do Nacional em cima do Brasil Sport, válido pelo Campeonato Amazonense daquele ano. Durante muitos anos, esse resultado histórico ‘repousou’ por décadas sem ser de conhecimento público. A partir daí, Gaspar Vieira, procurou mais informações sobre essa partida histórica e acabou encontrando no jornal Gazeta da Tarde.

 

DADOS DO ESTADUAL DE 1922

O Campeonato Amazonense de 1922 teve a participação de oito clubes: Brasil Sport - EuterpeLuso- Manáos Sporting- Monte Cristo - NacionalRio Negro e União Sportiva. No Estadual de 1921, o Rio Negro havia conquistado o título, derrotando o arquirrival Nacional. Mas nessa edição os nacionalinos montaram um bom time visando se vingar do audacioso rival e reconquistar sua hegemonia no futebol amazonense.

O time tinha um ataque de respeito com destaque para Leonardo, Orlando e Dantas. Com tão excelentes craques, o Nacional não teve dificuldades em conquistar o Campeonato Amazonense de 1922, sendo que no jogo de estreia já mostrava sua força, goleando o Euterpe por 6 a 2.

O único clube que realmente combatia de igual para igual com os nacionalinos era o Rio Negro. Mas o Nacional não tomou conhecimento de seu tradicional adversário, tornando-se campeão.

 

DETALHES DA GOLEADA HISTÓRICA

Então, num domingo, do dia 24 de Setembro de 1922, o Nacional enfrentou o Brasil Sport, no Campo do Parque Amazonense. Uma curiosidade ou talvez um pressagio, foi que na Preliminar, ocorreu o jogo entre os reservas dessas equipes (que disputavam com as suas equipes B, o Campeonato Amazonense da 2ª Divisão). No final, um triunfo espetacular do Nacional pelo placar de 23 a 0.

Talvez, esse marcador tenha motivado os titulares do Nacional, que entraram em campo “famintos” em marcar gols e mais gols. Arbitragem de José Rosas (que também era do Luso) e um pequeno público presente (o pequeno número de torcedores foi  em razão de o Brasil ser uma equipe fraca, o que gerava um desinteresse dos torcedores). As duas equipes entraram no gramado com as seguintes escalações:

NACIONAL: Nery; Fidoca e Fernandes; Pequenino, Eduardo e Leonardo; Orlando, Dantas, Virginio, Clóvis e Lemos.

BRASIL SPORT: Anísio; Paixão e Vidal; Saturnino, Gomes e Samuel; Chagas, Adeolis, Tavico, Almir e Heráclydes.

 

RESUMO DA PELEJA

O Nacional dominou o jogo de ‘cabo a rabo’, sem que o adversário tenha criado uma única chance de perigo à meta do arqueiro Nery. Aproveitando a fragilidade do oponente partiu para o ataque e, num verdadeiro ‘bombardeio’ foi marcando um gol atrás do outro. Assim, Anísio se tornou, até hoje, o goleiro mais vazado em um único jogo da história do futebol amazonense. Após o fim do jogo, se registrou o elevado placar: Nacional 24 x 0 Brasil Sport.

PS.: Infelizmente, nem o Jornal do Commercio e nem a Gazeta da Tarde registraram o nome dos jogadores que fizeram os gols e quantos cada um marcou. Este resultado histórico passou mais de 80 anos até ser redescoberto para o deleite dos pesquisadores e apaixonados pelo futebol. 

 

FONTES & FOTOPesquisador José Ricardo – Jornal do Commercio - Gazeta da Tarde – Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto

 

No Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1929, a Seleção Amazonense foi designada novamente para enfrentar o seu tradicional rival: a Seleção Paraense, para definir quem seguiria na competição. Afinal, eram os únicos representantes do norte da país no torneio.

E, como nas edições anteriores, os amazonenses teriam que se dirigir mais uma vez para a capital do estado vizinho: a cidade de Belém. Até aquele momento, o Pará já tinha eliminado o rival duas vezes: em 1925 (3 a 2) e 1926 (7 a 0).

No entanto, o Amazonas não queria deixar barato, e, estava decidido a mostrar a sua força. A Federação Amazonense (FADA), resolveu formar uma boa uma boa seleção para vencer o confronto. Após definir o grupo a participar da nova peleja, o senhor Mem Xavier da Silveira foi definido como presidente da delegação, Frederico Gonçalves, o Fidoca, como diretor-técnico e o major Carlos Fleury como secretário.

E foi assim que a delegação amazonense embarcou, no dia 18 de outubro de 1929, no vapor Distrito Federal, rumo á capital paraense. Representantes do governo e da prefeitura foram ao porto se despedir do Selecionado Baré, como também representantes de vários clubes de Manaus, membros de famílias tradicionais e o povo em geral.

Após dias de viagem pelo majestoso rio Amazonas, e passando por pequenas cidades como Parintins, Óbidos, Santarém e Gurupá, o Distrito Federal finalmente aportava em Belém onde os amazonenses ficaram alojados em um hotel local. Visando estarem bem preparados para o jogo com os donos da casa, a se realizar dali há poucos dias, os visitantes resolveram realizar um jogo amistoso contra um pequeno time local chamado Paramount. A partida realizou-se no dia 26 de outubro e o Amazonas goleou o adversário pelo placar de 5 a 2.

O JOGO

Finalmente chegava o dia do grande jogo, em 27 de outubro. Em Manaus, a população lotou as dependências do parque amazonense para acompanhar o andamento da partida que chegavam pelo serviço telegráfico e era anunciado pelos cronistas do Jornal do Commercio. O jogo foi marcado para acontecer no estádio do clube do Remo que recebeu um bom público. Antes do duelo principal houve uma partida preliminar entre os times reservas do Remo e Paysandu, que terminou empatado em 3 a 3. Então, às 16 horas, entravam em campo as duas seleções com a seguinte escalação:

PARÁ: Pinto; Aprígio e Aristeu; Vivi; Sandoval e Marituba; Oscar, Doca, Quarenta, João (Ruy) e Arthur Moraes.

AMAZONAS: Lisboa; Rodolpho e Waldemar (Oliveira); Pequenino, Maluco e Sócrates; Orlando, Vidinho, Rochinha, Marcolino e Leonardo.

ÁRBITRO: Rodolpho Chermont (PA), substituído por Eurico Romariz

 

Mem Xavier, chefe da delegação Amazonense

PRIMEIRO TEMPO

Com a bola rolando, o jogo mostrou, desde o início, que seria eletrizante. Após a cobrança de um escanteio, Marcolino abria a contagem, fazendo o primeiro gol para o Amazonas. Em vantagem, o Pará foi para cima, mas o goleiro Lisboa fazia excelentes defesas. Contudo, como diz o velho ditado: “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura“. E furou, quando Arthur Moraes marcou o tento de empate para os paraenses.

O selecionado paraense não diminuiu o ritmo, e logo depois conseguiu a virada, no tento de Quarenta. Este gol, aliás, foi muito contestado pelos amazonenses que alegaram que o jogador estava em impedimento. Mas a revolta não se limitou ao discurso. Os amazonenses partiram para cima do árbitro e o clima só não piorou, graças ao presidente da delegação do Amazonas, Frederico Gonçalves, o Fidoca, que entrou no gramado e conseguiu acalmar os ânimos.

Refeitos do episódio, o jogo prosseguiu, mas pouco tempo depois voltou a ficar paralisado, devido a substituição do jogador paraense João pelo reserva Ruy. O juiz, sentindo-se enfraquecido, recusou-se a continuar a arbitragem. Entra em campo então um outro juiz, Eurico Romariz, que foi um ex-jogador do Paysandu.O zagueiro amazonense Waldemar foi substituído por Oliveira. E assim terminou o 1º tempo com a vantagem do Pará por 2 a 1.

O atacante Vidinho, autor do 2º gol dos Amazonenses diante do Pará

SEGUNDO TEMPO

Na etapa final, foi a vez do atacante Marinheiro atirar contra o goleiro Lisboa. A bola acabou resvalando no pé de Rodolpho, fazendo assim o terceiro gol do Pará. Logo depois, foi a  vez de Quarenta ampliar, assinalando o quarto gol da seleção Paraense. Mas, os amazonenses não estavam mortos e, após uma cobrança de escanteio,o arqueiro Pinto rebateu a bola que foi cair nos pés de Vidinho que chutou e assinalou o segundo gol do Amazonas. Mas a reação durou pouco pois, Quarenta driblava Rodolpho e chutava contra a meta de Lisboa,marcando o quinto e último gol dos paraenses. E assim terminou o jogo,com o placar final: Pará 5 x 2 Amazonas.

 

IMPRENSA AMAZONENSE CULPA A ARBITRAGEM PELA ELIMINAÇÃO

Com esse resultado, o Pará passava à fase seguinte no Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1929 e o Amazonas mais uma vez voltava para Manaus eliminado. Mesmo com a derrota, a seleção do Amazonas mostrou garra e valentia onde Sócrates, Rodolpho, Marcolino e Vidinho foram os destaques da equipe visitante em campo.

Para os amazonenses, o maior responsável por precoce eliminação foi a arbitragem. Segundo a imprensa da época, por quatro vezes o juiz anulou jogadas legítimas do Amazonas, alegando impedimento. Outra irregularidade foi o segundo gol do Pará,na qual Quarenta estava impedido, o que gerou protesto e briga em campo por parte dos visitantes. Esses erros acabaram esmorecendo e desanimando os atletas manauaras.

ANTES DO RETORNO, DOIS AMISTOSOS

Mas a opinião pública paraense reconheceu o talento e raça dos amazonenses afirmando que aquela tinha sido a melhor seleção que o Amazonas tinha enviado a Belém. Aproveitando o resto de sua estadia em Belém, a seleção do Amazonas realizou outros dois jogos amistosos contra as duas principais forças do futebol paraense:Paysandu e Remo.

 

EMPATES COM O PAYSANDU E REMO

O jogo contra o Paysandu foi realizado no dia 1° de novembro e terminou empatado em 1 a 1. Orlando marcou o único gol dos amazonenses. Já a partida contra o Remo foi realizado no campo do time azulino, no dia 3 de novembro. Novamente houve um empate de 2 a 2 sendo que Marcolino e Leonardo assinalaram para o Amazonas e Leôncio e Doca para o Remo.   Após, o último jogo, a Seleção do Amazonas embarcava de volta para Manaus, esperando a realização do próximo campeonato para assim sonhar com um feito inédito para o futebol Baré daquele período: a passagem de um selecionado local para a 2ª fase do maior torneio nacional da época e,conseqüentemente, jogar pela primeira vez com seleções do sul do país.

 

FONTE: Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto

 

O Tupynambás Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Juiz de Fora (MG). A sua Sede e o Estádio José Paiz Soares ficam localizados na Rua Dr. Delorme Louzada, 32, no Bairro de Santa Teresa, em Juiz de Fora. O ‘Leão do Poço Rico’ ou ‘Beata’ foi Fundado no dia 15 de Agosto de 1911, por Bruno Toschi, Remo Toschi, Dante Zanetti, Alberto Setta, Sebastião Taucci, Jorge Miguel, Horácio Antunes Paulo Tirapani e Edmundo Benedicto.

1º JOGO & COMPETIÇÃO

No ano seguinte, o clube disputou sua primeira partida oficial, contra aquele que seria seu maior rival: o Tupi. No 1º clássico “Tu-Tu”, empate de 1 a 1, sendo Sebastião Taucci, o primeiro a marcar um gol com a camisa do Tupynambás. Na primeira competição oficial de Juiz de Fora, em 1918, o Baeta foi vice-campeão, perdendo a decisão para o Sport. Ano em que o Leão virou mascote do clube.

1º TÍULO & CAMPO

Em 1919, o Tupynambás conquistou o seu primeiro título da cidade, conseguindo o bicampeonato no ano seguinte. Nessa mesma competição, obteve mais 11 títulos, o último em 66. O primeiro campo do Tupynambás ficava na Rua Bernardo Mascarenhas, Bairro Fábrica, onde hoje fica o Colégio Técnico Universitário. O clube construiu seu estádio no Bairro Poço Rico, durante a gestão do presidente José Paiz Soares, o qual empresta seu nome ao estádio.

A inauguração ocorreu em 1950, em um amistoso entre Tupynambás e Corinthians, que venceu a partida por 5 a 1. O clube paulista foi convidado a inaugurar, quatro anos mais tarde, a iluminação do Estádio José Paiz Soares, voltando a vencer o Tupynambás, desta vez por 2 a 1.

ELITE DO FUTEBOL MINEIRO

Em 1933 o Tupynambás participou do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão pela primeira vez, terminando na 6ª colocação. Em 1934 tornou-se vice-campeão. O clube se afastou, só retornando 35 anos depois.

Disputou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão de 1969 e para isso tendo que desligar-se da Liga de Desportos de Juiz de Fora. Entretanto, o clube não teve condições de arcar com as despesas da competição estadual e abandonou o futebol profissional.

Temporariamente, pois o Tupynambás retornou às atividades profissionais em 1983, quando disputou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão. A campanha desastrosa, sob o comando do técnico Augusto Clemente, acarretou em um novo abandono da equipe principal por parte do clube.

Em 2006, o Tupynambás conquistou um dos maiores campeonatos a nível internacional de toda sua história, a 7ª Taça Internacional de São Paulo.O clube voltou as atividades em 2007, quando tentou, sem sucesso, obter uma vaga no Campeonato Mineiro do Módulo II (Segunda Divisão). A agremiação contou com o experiente atacante Euler, o “filho do vento” durante esta empreitada.

Títulos

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Vice – Campeonato Mineiro 1 1934
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Bandeira de Juiz de Fora.svg Campeonato Citadino de Juiz de Fora 11 1919192019241925192819311932193419461961 e 1966
Bandeira de Juiz de Fora.svg Torneio Início da Liga de Juiz de Fora 17 19191920192519291930193119321935193819401945194919501951,19561962 e 1965

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

O Frutal Esporte Clube foi uma agremiação do Município de Frutal, que fica a 628 km da capital de Minas Gerais (uma população de 57.269 habitantes, segundo o Censo IBGE/2014). O Alvianil Frutalense foi Fundado no dia 09 de de Maio de 1965. A Sede ficava localizada na Rua Senador Gomes da Silva, 26, no Centro de Frutal. O Frutal mandava os seus jogos no Estádio Municipal Pedro Macedo da Silveira, o ‘Marretão, com capacidade para 12 mil pessoas.

SEGUNDONA MINEIRA

O clube se profissionalizou em 1968, e no ano seguinte debutou no Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1969. Nesta edição, o Alvianil Frutalense caiu no Grupo C, com: Fluminense FC, de Araguari; Nacional, de Uberaba; Araguari AC, de Araguari; Patrocínio EC, de Patrocínio; e AE Ituiutabana, de Ituiutaba.

O Frutal fez uma campanha modesta, terminando na 4ª colocação, com sete pontos, em oito jogos (duas vitórias, três empates e três derrotas; marcando cinco gols e sofrendo nove), e acabou sendo eliminado, uma vez que apenas os dois primeiros avançaram no certame. As duas vitórias foram em cima do Ituiutabana, fora de casa, pelo placar de 1 a 0 (20-07-69); e vitória por 2 a 1 no Patrocínio, em casa, em 03 de agosto de 1969.

O jogador da foto, Dindim se profissionalizou em 1968 para defender o Frutal (clube da sua cidade). Em 1969, disputando a Segundona, Dindim foi considerado pela crônica esportiva mineira o melhor quarto-zagueiro da competição. Além dele, outros dois jogadores se destacaram depois: Lacerda (ex-meia do Uberaba EC) e Canindé (lateral-direito do Botafogo e do Atlético-MG).

 

FONTES & FOTOS: Wikipédia – Rsssf Brasil – Site Terceiro Tempo 

 

Na data de 7 de março de 1921, um domingo de férias para os jogadores de futebol que atuavam pelos mais fortes clubes da Capital, a Associação Paulista de Esportes Atlheticos (APEA) promoveu um torneio, denominado Torneio Distrital, que reuniu 8 dos principais bairros da cidade de São Paulo: Bom Retiro, Brás, Consolação, Liberdade, Santa Efigênia, Água Branca, Santana e Vila Mariana.

Os jogos foram realizados no Parque da Antárctica Paulista e sagrou-se campeão o time do bairro do Bom Retiro.

BOM RETIRO

BRÁS

CONSOLAÇÃO

LIBERDADE

SANTA EFIGÊNIA

ÁGUA BRANCA

SANTANA

VILA MARIANA

ARQUIBANCADA

Fonte: revista “O Sport Illustrado”

 

O Pedro Leopoldo Futebol Clube é uma agremiação do Município Pedro Leopoldo (MG). O “Bode” foi Fundado no dia 23 de Setembro de 1933, graças a fusão do Sport Club Pedro Leopoldo com o Pedro Leopoldo Atlético Clube, adotando as cores preto e branco.

CINCO PARTICIPAÇÕES NA ELITE MINEIRA

O time disputou campeonatos amadores na cidade e região até 1958, atingindo resultados satisfatórios, o que levou a Federação Mineira de Futebol a elevar o clube a categoria de profissionais naquele ano. O clube passaria a disputar o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão de 1959.

Em sua estréia no Campeonato Mineiro, o Bode, alcançou o 7º lugar em um campeonato com 11 clubes, conseguindo seis vitórias, três empates e 11 derrotas, marcando 27 gols e sofrendo 39. Borges foi o artilheiro da equipe com 8 gols e Gilberto marcou 7 tentos.

Em 1960, o clube alcança 8º lugar entre 16 participantes, com 11 vitórias, 6 empates e 13 derrotas, marcando 45 gols e sofrendo 56. Pelau com 11 gols e Borges com 10 foram os artilheiros da equipe.

Em 1961, novamente termina o campeonato em 8º lugar, entre 12 participantes, alcançando 9 vitórias, 7 empates e 10 derrotas,marcando 45 gols e sofrendo 51 gols. Gilberto com 14 gols e Pelau com 9 foram os artilheiros do Bode.

Em 1962, termina a competição em 8º lugar pelo terceiro ano consecutivo, obtendo 8 vitórias, 3 empates e 11 derrotas, anotando 31 gols e sofrendo 38. Gilberto com 15 gols e Tomazinho com 8 sagraram-se artilheiro do time.

No ano de 1963, alcançou o 9º lugar no campeonato, obtendo 6 vitórias, 5 emaptes e 11 derrotas, marcando 22 gols e sofrendo 35. Os artilheiros da equipe foram Neco com 6 gols e Simália com 4 tentos.

Já o ano de 1964 é trágico para o profissionalismo do clube, com uma campanha de 1 vitória, 5 empates e 16 derrotas, terminando na lanterna do campeonato e sendo rebaixado.

O time marcou 14 gols e sofreu 50, tendo Curiol e Dias como artilheiros com respectivamente 4 e 3 gols marcados. Este golpe é fatal para o Pedro Leopoldo que logo depois, atolado em dívidas financeiras, abandona o seu Departamento de Futebol Profissional e passa a se dedicar a atividades amadoras.

UMA VEZ NA SEGUNDONA NINEIRA

Contudo, o Bode ainda tentou o retorno em 1968, quando disputou o Campeonato Mineiro Segunda Divisão. Contudo, fez uma campanha ruim, terminando na 4ª posição no Grupo II (seis jogos e três pontos: uma vitória, um empate e quatro derrotas; marcando sete gols e sofrendo 12), e acabou eliminado na fase classificatória.

No amadorismo, sagrou-se por diversas vezes campeão municipal, além do título de Campeão da Copa Itatiaia de Futebol Amador de 1983 e sendo vice em 1982, 1985 e 2001.

O clube manda seus jogos no Estádio César Julião Cecé de Sales, no centro da sua cidade natal. O Mascote do Clube é o Bode, idealizado pelo cartunista mineiro Fernando Pieruccetti, mais conhecido como Mangabeira, que também criou os mascotes de Cruzeiro, Atlético, América e outros times de futebol do país.

A origem do mascote deu-se graças ao fato de que em um certo dia, nos fundos de um antigo campo do Atlético, foram encontrados um casal e um bode preto numa fossa em um ritual de macumba. Associando esse fato ao pedroleopoldense Chico Xavier, Mangabeira criou o Bode como mascote do Pedro Leopoldo Futebol Clube.

 

FONTES & FOTOS: Googles Maps – Rsssf Brasil – Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

O Clube Atlético Sacramentano é uma agremiação do Município de Sacramento (MG). Localizado a 480 km de distância da capital mineira e contando com uma população de 23.896 habitantes (segundo o Censo IBGE/2010), o clube foi Fundado no dia 18 de Março de 1951. A sua Sede e o Estádio Dr. João Cordeiro ficam situados na Rua Presidente Castelo Branco, 96, no Centro de Sacramento.

PRIMEIRA E ÚNICA PARTICIPAÇÃO

No que diz respeito ao futebol profissional,  o Sacramentano participou uma edição do Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1968. A equipe ficou no Grupo II, terminando na 3ª colocação. Realizou oito jogos, com 11 pontos (cinco vitórias, um empate e duas derrotas; marcando nove gols e sofrendo cinco). O Sacramentano foi eliminado, uma vez que apenas os dois primeiros de cada chave avançavam na competição.

PS: Sacramentano é o gentílico da pessoa que nasce no Município de Sacramento-MG.

 

FONTES & FOTOS: Googles Maps – Rsssf Brasil – Wikipédia

 

Ubá é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. É considerado o principal polo moveleiro do estado. Além dos móveis de qualidade, o município é reconhecido nacionalmente pela espécie de manga que leva o seu nome e cresce com fartura na região.

O Sport Club Aymorés, sediado na cidade de Ubá, foi fundado na data de 17 de maio de 1923. O primeiro nome cogitado foi Santa Cruz, provavelmente por se localizar no bairro homônimo.

 

Seu primeiro adversário foi uma equipe da cidade mineira de Visconde do Rio Branco, denominada Batista de Oliveira, nome do presidente da câmara municipal daquela cidade. O Aymorés venceu por 2×0.

Em pé: Tota – Zizito – Paulo – Zizinho Brando – Zé Fita – Itim – Abilhinho e Simões. Agachados: Dante – Mundinho -Pinha – Sonino – Urias e Elito.

O Alviceleste conquistou dez vezes o campeonato da Zona da Mata, sete vezes o campeonato regional e foi durante muitas vezes campeão municipal. A última grande conquista do Sport Club Aymorés foi em 1996, campeonato regional de futebol da categoria principal. Jogando em casa no estádio Afonso de Carvalho, em partida memorável, depois de empatar no tempo normal por 2×2 diante de seu maior rival, o Esporte Clube Itararé, de Tocantins, o Aymorés venceu nos pênaltis por 5×4.

O Aymorés participou do Campeonato da Segunda Divisão de profissionais da Federação Mineira de Futebol, nas décadas de 80 e 90.

Guará e Nicola são os principais nomes de jogadores que já vestiram a camisa azul e branca do Aymorés.

Entretanto, a torcida de Ubá se orgulha muito por haver tido o imortal Ary (compositor Ari Barroso), como atleta ubaense. Ele era o camisa número 1 do Botafogo, extinto clube da cidade. Devido a sua miopia, ele usava óculos e atuava com os mesmos).

Fontes: Wikipédia – relíquias do futebol – blog do narrador esportivo Fernando de Lélis

OBS: muito embora conste do livro “Corpo Azul”, de Rosalvo Braga Soares, que a data de fundação do S.C. Aymorés seja 17 de maio de 1923, o blog scaymoresblogspot.com, aponta como sua fundação a data de 16 de maio de 1926.

 

Seguindo no Campeonato Acreano da 2ª Divisão, outro modelo. Só que desta vez retrô. O Andirá Esporte Clube, da cidade do Rio Branco, resolveu resgatar o distintivo dos anos 70.  Fundado no dia 1º de Novembro de 1964, por uma das famílias mais tradicionais do Estado do Acre, os Dantas.

A origem do nome do clube vem da palavra indígena “andyrá“, que em Tupi significa “morcego“. Suas cores inicialmente eram o preto e o branco. Em 2006 o clube adotou o verde em seu uniforme que, segundo o então presidente Gilberto Braga, é uma homenagem à Amazônia e à borracha, produzida com destaque no Estado.

Em 2001 e 2002, o Andirá conseguiu chegar à final do Torneio Início acreano, sendo vice-campeão. A melhor colocação do Andirá no Campeonato Acreano foi o vice-campeonato em 2007.

Em 2005, o Andirá optou por se retirar de competições, retomando as atividades em 2006. Em 2010, o clube amargou a lanterna do campeonato estadual, com apenas um ponto conquistado, e acabou sendo rebaixado para a Segunda Divisão.

Em 2011, conseguiu o seu primeiro título na história, conquistando a Segunda Divisão do Campeonato Acreano e retornando para a elite em 2012, onde fez uma campanha modesta, terminando em 6º lugar. O destaque da equipe foi o atacante Eduardo, que foi o artilheiro da competição com 13 gols.

 

FONTES: Página do clube no Facebook – Wikipédia

 

Segue mais uma novidade. Desta vez a nove vem lá da Região Norte do Brasil. Trata-se do Sport Clube Humaitá, uma agremiação da Vila do Incra, no Município de Porto Acre (AC). Fundado em 2005, é o 1º clube Federado do município de Porto Acre. O Humaitá possui categoria de base, do Mirim até os juniores. Neste ano, o clube está debutando no futebol profissional, e participa do Campeonato Acreano da 2°Divisão.

Um sonho antigo dos esportistas de Porto Acre, se tornou realidade, pela primeira vez o Município terá um time de futebol profissional disputando o Campeonato Acriano. O Humaitá possui dez títulos municipais, além de troféus de outros jogos. O Processo de inserção do clube no futebol profissional foi conjecturado em parceria com prefeitura, Câmara Municipal de Vereadores e a Diretoria do time.

Quando sonhamos juntos, o sonho fica mais fácil de ser realizado, foi com a dedicação e empenho de todos que hoje fomos reconhecidos pela Federação Brasileira de Futebol. Quero fazer o compromisso aqui de não abandonar o Humaitá no meio do caminho. Estamos muito felizes com essa conquista”. Afirmou o Prefeito Carlinhos Portela.

 

FONTES & FOTOS: Página do Clube no Facebook – Federação Acreana de Futebol

 

Na data de 1º de maio de 1947, estudantes do colégio Diocesano da cidade mineira de Montes Claros, fundaram a Associação Desportiva Ateneu, a qual recebeu o nome de  Padre Osmar Futebol Clube, uma homenagem ao diretor do colégio naquela oportunidade.

Pouco depois o clube mudou o nome para Esporte Clube João Rabello, uma homenagem a um de seus fundadores, mesmo nome do seu estádio, com capacidade para 3000 pessoas.

Finalmente no ano de 1970 a diretoria do clube resolveu trocar novamente sua denominação, desta feita para Associação Desportiva Ateneu. O clube disputou o campeonato mineiro da 1ª divisão nos anos de 1979 e 1980 e o campeonato mineiro da 2ª divisão no ano de 1969.

Possui os apelidos de “Broca” e “Alvinegro do Bairro São José”.

 

 

Ateneu – 68 anos de história sem ter o que comemorar

Desde a sua fundação em 1o de Maio de 1947, a Associação Desportiva Ateneu se tornou o clube mais tradicional de Montes Claros. Quase todos os atletas passaram de alguma maneira pelas escolas do clube, sejam as de base ou até mesmo as escolas máster no fim de suas carreiras.
O jornalista Felipe Gabrich é um desses que já passou em todas as fortes equipes do futebol amador da cidade, tendo em seu currículo passagens pelo Cassimiro de Abreu e também pelo famoso time do Ipê, fundado pelo então deputado Edgar Pereira entre os anos de 1965 e 1970.Gabrich foi goleiro e sua passagem pelo Ateneu remonta entre as décadas de 1960 e 1970. Antes de falar sobre sua passagem como goleiro do Glorioso “Broca”, Felipe explica a paixão do torcedor montes-clarense pelo seu futebol como singular. “Enquanto a maioria das cidades em Minas Gerais tinha seu foco nas grandes equipes da capital, aqui em Montes Claros o torcedor se dividia entre duas paixões: Cassimiro e Ateneu. Fora disso, as preferências eram por clubes do Rio de Janeiro, como Flamengo e Botafogo, que detinham os grandes craques da época. Foi só depois da construção do Mineirão, em 1965, que tanto Atlético quanto Cruzeiro passaram a arrebanhar torcedores em Montes Claros” explica o jornalista.

Entre uma foto e outra, Felipe Gabrich prova didaticamente sua analogia sobre o Ateneu. Ele explica que o “Broca” já enfrentou, mesmo que amistosamente, grandes equipes do futebol brasileiro. “O Ateneu saiu de Montes Claros e foi fazer uma preliminar de um jogo da seleção brasileira em 1956, no Maracanã. Pelo que me consta, até agora foi o único time de Montes Claros a pisar no gramado do Mário Filho (nome real do Maracanã, dado em homenagem ao radialista carioca)” revela Gabrich. E não foi só essa proeza cometida pelo Ateneu de Montes Claros. Fluminense do RJ e o Santos de São Paulo também vieram até o Estádio João Rebelo para enfrentar o glorioso “Broca”.

Como atleta, Felipe Gabrich foi goleiro do Ateneu. Defendeu as cores do time do bairro São José, como também era carinhosamente chamado pelos torcedores, entre os anos de 1960 e 1980. “A rivalidade entre os dois era uma coisa monstruosa. O Ateneu era o time do bairro São José enquanto o Cassimiro, o clube do bairro Todos os Santos também chamado pelos seus torcedores de ‘Mais querido’.

Felipe conta que o Estádio João Rebelo vivia apinhado de gente para assistir o grande confronto entre as duas equipes. “Era gente por todo o lado e isso era uma coisa tão verdadeira que hoje, fica difícil descrever ou explicar o que realmente acontecia. A predileção do torcedor apaixonado do Ateneu precisa ser estudada. Já vamos para 13 anos que seu departamento de futebol foi desativado e até hoje a efervescência e a paixão de seus torcedores ainda sobrevive” revela Felipe.

Para ele, o tempo em que defendeu o Ateneu foi uma época de ouro.”Foi um tempo mágico. De nomes como Garrincha, Denarte, Bolão, Lola e tantos outros que defenderam prazerosamente o glorioso Broca. Talvez um dia ele possa ressurgir das cinzas. Enquanto isso, o saudosismo nos invade e vamos nos alimentando do que um dia foi essa grande agremiação esportiva em nossa cidade” conclui.

Na nossa terceira reportagem, conversaremos com o ex-presidente Zezé da Fuscampos, que dirigiu o Ateneu nos anos 1990 e declara como todos os benefícios feitos no Estádio João Rebelo foram deteriorados com o tempo.

Curiosidades: O Ateneu foi fundado em 1947 com a alcunha de Padre Osmar Futebol Clube, já que seus fundadores eram um grupo de estudantes do colégio diocesano, que ficava na Avenida Coronel Prates, onde hoje foi construído um supermercado Bretas. Antes, porém, o colégio diocesano abrigou também a Prefeitura Municipal de Montes Claros até 1982, na gestão do Prefeito Antonio Lafetá Rebelo, um dos fundadores do Padre Osmar, que mais tarde recebeu o nome de seu irmão, João Rebelo, e que mais tarde passou a se chamar Ateneu.

 

 

 

 

Fonte: www.onorte.net edição de 15 de maio de 2015

Fotos do estádio: planotatico.com e xumedeiros.blogs

Foto da equipe: bolaprafrentemoc.blogspot.com.br

 

 

 

1º Escudo e Uniforme

O Sparta Futebol Clube é uma agremiação do Município de Campo Belo (MG). A sua Sede fica localizada na Rua Coronel Juca Barbosa, s/n, no Bairro Vila Etna, em Campo Belo. O Mais Querido foi Fundado no dia 18 de Março de 1946, e possui um aconchegante Estádio: Crisólito Alvarenga, com capacidade para 10 mil pessoas.

No campo profissional, o Sparta participou de oito edições do Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1967, 1968, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989 e 1992. Em 2002, também disputou o Campeonato Mineiro Segunda Divisão, que na verdade equivalia a Terceirona. Também esteve presente na Supercopa Minas Gerais, em 1991.

CURIOSIDADE

O primeiro escudo e uniforme do Sparta era bem similar ao Tricolor Paulista. Em relação ao escudo nas cores preto e branco, não encontrei nenhuma foto, no bom acervo do clube, que desse alguma menção. Publiquei dois escudos diferentes dos conhecidos, entre eles o 1º distintivo.

FONTES & FOTOS: Página do Clube no Facebook – Rsssf Brasil – Roberto Murilo

 

O Esporte Clube São Vicente foi agremiação do Município de Patos de Minas (MG). Fundado no dia 19 de Abril de 1959, por um grupo de desportistas, entre eles, Sebastião Simão dos Santos, Tião do Jaime, que também foi jogador. A sua Sede ficava localizada na Praça Champagnat, 21, no Centro da cidade. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Walmir Gomes da Rocha.

Na sua história, o São Vicente participou duas vezes do Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1967 e 1968. Na sua estreia no futebol profissional, o clube não foi bem, terminando na 6ª colocação no seu grupo (oito jogos e três pontos: três empates e cinco derrotas; seis gols a favor e 17 contra).

Em 1968, outra eliminação na primeira fase. Ficando na 5ª posição com quatro pontos em oito jogos (duas vitórias e seis derrotas; sete gols pró e 19 contra). O ponto positivo, foram as duas únicas vitórias no futebol profissional. Triunfos em cima do Tupi de Patos de Minas por 2 a 0, em casa, no dia 30 de junho de 1968.E o outro, também nos seus domínios, o Mamoré por 2 a 1, no dia 18 de agosto de 1968.

FONTES: Câmara de Patos de Minas – Rsssf Brasil

 

O Esporte Clube São Lourenço é uma agremiação do Município de São Lourenço, localizado a 387 km da capital mineira e com uma população de 42.372 habitantes (segundo estimativa do IBGE de 2012). Fundado no dia 21 de Maio de 1940, possui a sua Sede na Rua Dr. Olavo Gomes Pinto, 296, no centro de São Lourenço.

Na esfera profissional, o São Lourenço participou de três edições do Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1967, 1968 e 1969, onde mandava os seus jogos no Estádio Jayme Sotto Maior.

Na sua estreia, em 1967, o São Lourenço começou bem, ao se classificar para a fase seguinte, na 2ª posição do Grupo Sul (18 pontos, em 14 jogos: nove vitórias e cinco derrotas; 33 gols a favor e 20 contra). Na segunda fase não repetiu as boas atuações e acabou eliminado, no triangular com Alfenense e Caldense.

Em 1968, o São Lourenço não passou da primeira fase, terminando na 4ª colocação do Grupo (cinco pontos, em cinco jogos: duas vitórias, um empate e duas derrotas; cinco gols pró e quatro contra).

PS: O uniforme foi redesenhado por meio do vídeo, encontrado no YouTube, referente ao ano de 1949. O link para quem desejar assistir (duração do vídeo é de 9 minutos e 54 segundos) é:

 https://www.youtube.com/watch?v=VwwvlqFwmKM

 

FONTES: Página do clube no Facebook – YouTube – Rsssf Brasil

 

O Paranaíba Esporte Clube é uma agremiação localizado a 362 km da capital de Belo Horizonte, o Município de Carmo do Paranaíba, que possui uma população de 29.752 mil habitantes (segundo o IBGE de 2010). O Galinho Carmense foi Fundado no dia 17 de Agosto de 1917.

A Sede do clube fica situada na Rua Governador Valadares, s/n – Centro; enquanto o seu Estádio é o Prefeito João Luiz De Carvalho, ambos em Carmo do Paranaíba.

SEGUNDONA MINEIRA

O Paranaíba já participou na esfera profissional, em três edições do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, nos anos de 1966, 1967 e 1968. Tem doze títulos regionais no amador pela Liga Patense de Desportos (LPD), e um regional pela Federação Mineira de Futebol.

Dados fornecidos pela LPD é de que o Paranaíba, é o maior vencedor na região, possuindo 9 títulos.  O Título de maior expressão foi em 1963, Campeão Alto Paranaíba, enfrentando na final o Araxá Esporte.

Em 1984 a grande festa, Campeão Regional, jogando a final contra seu maior rival, Bela Vista; e em 1986 Campeão novamente, desta vez contra  o Sparta (São Gotardo).

Em 1987 e 1988 Bi-Campeão Regional, jogando nas finais contra Nacional de Lagamar e Santa Cruz de Lagoa Formosa. Em 1993 Campeão Regional sub-20, a decisão foi contra a U.R.T de Patos de Minas.

Em 1994 e 1995, Bi – Campeão Regional enfrentando Nacional (Lagamar) e Paranaíba (Patos). No final de 1995, uma parada para a reforma do gramado, voltando em 1997, com a disputa da Copa Triângulo, como Profissional em 1998 novamente Copa Triângulo e depois um longo período trabalhando com a Categoria de Base.

Após 10 anos o Paranaíba se tornou novamente Campeão Regional, eliminando na Semi-final seu maior rival e depois enfrentou o  Independentes na grande final.

 

FONTES: Wikipédia – Sistema Planeta Net

 

O Comercial Esporte Clube é uma agremiação do Município de Campo Belo (MG). Com a sua Sede situada na Vila Waldemar de Carvalho, s/n, n Centro da cidade, o clube foi Fundado no dia 27 de Setembro de 1936, por um grupo de amigos, entre eles o jovem Lycério Miguel, na época com  24 anos. Aliás, vale ressaltar que Lycério em seguida foi eleito o 1º presidente do Comercial. O seu Estádio é o Fonte do Povo.

Agregando informações do amigo e membro Vitor Dias, o Comercial foi campeão do Campeonato Mineiro da Terceira Divisão, em 1986. Por alguns anos, assim como na década de 80, disputou clássicos na segundona contra o Sparta. Além disso, fez parte do triangular final da Segunda Divisão de 1966, ficando em último lugar.

 

SEGUNDONA MINEIRA

O Tricolor Campobelense participou de cinco edições do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1987, 1988 e 1989.

 

 

 

 

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia – YouTube

 

O Caiçara Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de Araxá (MG). Com Sede localizada no Bairro São Geraldo, em Araxá, a equipe Alvirrubra foi Fundado no dia 15 de Agosto de 1958. A equipe manda os seus jogos no Estádio Fausto Alvim. No Campeonato Citadino, o Caiçara é o maior vencedor, com Sete títulos, nos anos de 1977, 1980, 1981, 1982, 1983, 1985 e 1990. Também possui um caneco da Segundona Araxaense em 2008.

SEGUNDONA MINEIRA

No Campeonato Mineiro Segunda Divisão, o Caiçara esteve presente em duas oportunidades: 1965 e 1966. Na sua primeira participação, um modesto 6º lugar no seu grupo. No ano seguinte, também não passou da primeira fase da Segundona.

 

FONTES: Rsssf Brasil – Página do Clube no Facebook – Wikipédia

 

O Acesita Esporte Clube é uma agremiação do Município de Timóteo (MG). Fundado em dezembro de 1945, como apenas uma pequena equipe de futebol, o Acesita cresceu e se transformou em um dos mais modernos e bem localizados clubes do interior de Minas. Em 1966, Cirênio Guerra assumiu a Presidência, e conseguiu colocar o AEC no Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. Em meados de 1967, sentindo que alguma coisa deveria ser feita, pesquisando outros

clubes e colhendo exemplos, Cirênio chegou à conclusão de que, somente com futebol, o AEC não poderia sobreviver. E vendo o que aconteceu com o Siderúrgica, Metaluzina, Renascença e outros grandes clubes do passado, o presidente idealizou a construção de uma Sede Campestre, para tornar o Clube um complexo de lazer e recreação.

Em 1969, o AEC foi campeão Mineiro do Torneio de Acesso da FMF, vencendo o grupo da Zona da Mata (Juiz de Fora, Barbacena, Montes Claros e outros). Na divisão extra não teve sucesso: despesas altíssimas e rendas muito baixas.

Em outubro de 1969, comemorando o Jubileu de Prata da Acesita, Cirênio e a Diretoria trouxeram o Clube Atlético Mineiro, destacando os jogadores: Cincunegri, Oldair, Ronaldo, Lola, Tião e o famoso Dario (Dadá), para apresentação no Clube.

Chegando à conclusão de que o futebol profissional tinha sido apenas um sonho distante e que, com o mesmo, o AEC não conseguiria sobreviver, resolveram encerrar com o profissionalismo da atividade esportiva.

 

FONTE: Site do clube

 

O Clube Atlético de Curvelo é uma agremiação do Município de Curvelo (MG). A sua Sede fica localizada na Avenida Bias Fortes, 1.150, no Bairro de Timbiras, em Curvelo. Fundado em 1929, por um grupo de desportistas da cidade, entre eles, Juvenal Pereira Soares, que presidiu o clube entre os anos de 1946 a 1947.

No Campeonato Mineiro Segunda Divisão o Atlético de Curvelo participou de duas edições: 1964 e 1968. A equipe Alvinegra mandava os seus jogos no Estádio Amin Tanure, em Curvelo. Na temporada de estreia na Segunda Mineira, o Atlético terminou na 6ª colocação no seu Grupo, com 10 pontos em 12 jogos (quatro vitórias, dois empates e seis derrotas; marcando 19 gols e 27 contra).

Na sua segunda e, até então última, participação, mais uma campanha modesta. Terminou na 3ª posição (seis pontos, em cinco jogos: duas vitórias, dois empates e uma derrota; sete pró e seis contra). Apesar do resultado, não avançou, uma vez que apenas o campeão de cada chave avançava para a fase seguinte.

 

FONTES & FOTOS:  Liga Curvelana de Desportos (LCD) – Circulo Monárquico de Curvelo – Rsssf Brasil

 

Modelo dos anos 60

O Esporte Clube Maria Amália foi uma agremiação do Município de Curvelo (MG). Fundado no dia 09 de Fevereiro de 1944, por funcionários da A Fábrica Maria Amália, de propriedade da Companhia Têxtil Othon Bezerra de Mello. A sua Sede ficava na Avenida Saroba, s/n, no Bairro Maria Amália, em Curvelo. Além do futebol, a fábrica apoiava eventos para os seus empregados como animados bailes e horas dançantes aos seus 800 associados, salões de jogos, bar e restaurante.

TRÊS VEZES NA SEGUNDONA MINEIRA

O Maria Amália participou do Campeonato Mineiro Segunda Divisão em três oportunidades: 1964, 1965 e 1966, onde mandava os seus jogos no Estádio Amin Tanure. Em 1964, o Maria Amália terminou na 5ª colocação na sua chave (11 pontos, em 14 jogos: quatro vitórias, três empates e sete empates; 19 gols pró e 25 contra). Apenas o campeão avançava.

Frente da Sede

Em 1965, o Maria Amália foi o vencedor do Grupo II. Em cinco jogos, somou sete pontos, com três vitórias, um empate e uma derrota; marcando 13 gols e sofrendo sete. No entanto, não se sabe a razão do time não se classificado para a fase seguinte. Na sua última participação na Segundona Mineira, até o presente momento não há registros dos resultados. A única certeza é que o Maria Amália não se classificou para a fase seguinte da competição daquele ano.

Entrada do Estádio

PS 1 & 2: Não confundir essa equipe com a atual, chamada  Maria Amália Esporte Clube (Fundada em 1987). Para não abarrotar de imagens, não publicarei o escudo da década de 50. Numa outra oportunidade postarei. 

 

FONTES & FOTOS: Site do Maria Amália EC – Liga Curvelana de Desportos (LCD) – Jornal Grande Sertão – Rsssf Brasil

 

O Fluminense Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de Araguari (MG). A Raposa ou Tricolor do Bosque foi Fundado no dia 10 de Janeiro de 1942. A concepção do que se tornaria o clube começa em 1938, na praça da Matriz do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, por iniciativa do vigário da Paróquia.

Nascia o Matriz Futebol Clube que, pouco tempo depois, numa escolha democrática, a 10 de janeiro de 1942, virou Fluminense Futebol Clube, tendo as mesmas cores do xará do Rio de Janeiro. O outro nome colocado na votação era Madureira Futebol Clube.

O 1º presidente oficial da Raposa foi Álvaro Lourenço de Souza, em 1943, funcionário público aposentado. Antes, comandou o time o padre Wilson Falcomer, da Paróquia do Senhor Bom Jesus.

O Tricolor do Bosque, como é carinhosamente conhecido, possui um grande prestígio no cenário esportivo mineiro e nacional, sendo sempre reconhecido e aclamado. Ao longo da sua história, grandes personalidades se dedicaram ao clube, não medindo esforços para que o Fluminense honrasse cada vez mais o seu nome e o nome da cidade.

No dia 15 de janeiro de 1969, houve uma assembléia extraordinária para discutir a fusão entre Fluminense e Araguari. Dirigentes dos dois clubes estiveram na reunião. A maioria concordou com a ideia, por entender que era o único meio de sobrevivência do futebol araguarino.

No entanto, o presidente tricolor Wanderlei Pedro desistiu da fusão, pois não houve consenso quanto ao nome do novo clube, que inicialmente seria Araguari. Além disso, segundo ele, ocorreram divergências quanto aos nomes de alguns dirigentes.

Em março de 1975, na sede da ACIA, os dirigentes do Fluminense se reuniram para discutir a proposta de um grupo de empresários. Eles queriam construir um hotel de turismo no Estádio Sebastião César. Os comandantes tricolores aprovariam a idéia, desde que o Clube recebesse a praça de esportes do ATC, com escritura em nome do Flu; a área para o novo estádio em local a ser escolhido pela diretoria, com todo o serviço de infra-estrutura feito pela Prefeitura; uma compensação financeira em moeda corrente; pagamento de dívidas fiscais do clube através dos empresários; garantia da cessão de outro estádio para que o clube continuasse as suas atividades até a construção do outro estádio. No entanto, Oswando Monteiro disse que gastaria até o que não tinha para não permitir o negócio. “Não seria justo destruir o que se fez com tanta luta”, disse.

Em 1951, foi disputado o 1º Campeonato do Triângulo, organizado pela Liga Araguarina de Futebol (LAF). O torneio não contou com nenhum time da então maior cidade da região, Uberaba. O grande campeão foi o Fluminense Futebol Clube, de Araguari, que já havia conquistado o campeonato de sua cidade.

No dia 24 de novembro de 1957, o Fluminense Futebol Clube, foi o Primeiro clube de futebol do Brasil a disputar uma partida de futebol em Brasília-DF, contra a equipe do Guará, formada por operários da construção civil do Distrito Federal, na ocasião o Fluminense perdeu o jogo, “era dia de festa” para os candangos, no jogo de volta, a equipe Tricolor em Araguari massacrou a equipe do Guará, continuando a festa!

Clássicos:

Na elite do futebol mineiro nas décadas de 60 e 70, o Fluminense realizou grandes embates contra Cruzeiro, Atlético, América, além dos clássicos regionais contra Araguari, Uberlândia, Uberaba e Nacional.

No estádio do Tricolor, Galo e Raposa nunca tiveram vida fácil, mesmo com seus principais atletas, tais como Tostão, Reinaldo, Eder, Nelinho, Cerezo e tantos outros.

A primeira partida interestadual do Fluminense aconteceu no dia 7 de junho de 1943, em Goiandira (GO), saindo vitorioso por 1 a 0. No dia 21 de junho de 1951, foi a vez do Flamengo do Rio de Janeiro conhecer a força do futebol interiorano, com o Estádio lotado, as duas equipes emparam em 1X1, com um gol memorável do craque Carreiro.

Em comemoração ao seu aniversário, em janeiro de 1955, o Fluminense recebeu o Atlético Mineiro para um jogo amistoso e empatou por 2 a 2, com dois gols do craque Aires. A equipe araguarina atuou com Kléber (Valdo); Carreiro e Corsino; Hermínio, Onofre e Pedrinho; Biscoito, Paulo, Aires, Cesarino e Cavozinho. Na conquista do Tri Campeonato Araguarino em 1957, ninguém menos do que a Miss Brasil Marta Rocha veio colocar as faixas de Campeões em nossos atletas.

Idalírio Braga, ex-jogador da Associação Atlética Araguarina e do Operário Esporte Clube, foi o primeiro treinador do Fluminense, dedicando boa parcela de sua vida à missão de preparar os atletas do Tricolor para as sucessivas campanhas entre 1943 a 1949.

Títulos:

Campeonato Citadino de Araguari: (1958, 1959 e 1960)

Campeão do Triângulo Mineiro: (1951)

Campeoao da Copa Dos amigos (1953) Vencendo O vasco da Gama na final por 3×1.

 

Jogadores importantes:

Aldo Negrete, Fabio Sousa, Bim, Carreiro, Adalcino, Ozires, Cesarino, Odilon Walter Santos, Arlindo, Lino, Beliato, Juca Show, Mário Nunes, Noé, Kléber, Corsino, Diogo Marzagão, Hermínio, Onofre, Pedrinho, Biscoito, Paulo, Baiano, Cavozinho, Aires, Juraci, , Bim, Calvex, Sérgio Branco, Sandoval(Pacu), Arlindo, Lino, Reinaldo e Tubertino.

 

FONTE: Site do Clube

 

O Esporte Clube Floresta é uma agremiação da cidade de Uberlândia (MG). O Dragão da Vila foi Fundado no dia em 13 de Junho de 1946, tendo a sua Sede localizada na Rua do Paiol, 344, no Bairro Minas Gerais, em Uberlândia. O clube nasceu no extinto Bairro Operário, que hoje transformou no Aparecida, porém, a sede fica no Bairro Minas Gerais, onde tem uma quadra e ocorre as reuniões e as famosas resenhas com os jogadores.

Time posado de 1961 que marcou história no futebol profissional

No Triângulo Mineiro existia uma grande rivalidade entre Uberaba Sport, Ituiutaba, Nacional de Uberaba, Uberlândia, Araguari e o próprio Fluminense de Araguari na década de 60, época em que o Floresta era um time profissional.

No entanto, segundo o presidente do Conselho do clube, José Aparecido Martins, os grandes adversários da época eram os clubes da cidade de Araguari. “O maior feito sem dúvida do time foi ganhar dos times de Araguari na década de 60. Naquela época o time do Uberlândia perdia para eles dentro e fora de casa. E nós fomos lá e vencemos. Isso vai ficar marcado, tínhamos um time muito bom, e de atleta jovens que depois jogou clubes famosos“, contou o presidente do Conselho.

Os vices campeonatos do Mineiro ocorreram em 1964, e 65, cerca de 20 anos após a fundação, em 13 de junho de 1946. Com a segunda colocação, seria natural que no ano seguinte disputasse a elite do futebol de Minas Gerais. Mas não. Na década de 60, o acesso era apenas para o clube campeão.

Muito difícil manter o futebol profissional. A questão foi mesmo financeira, não dava para manter, era um custo elevado. Hoje e antigamente, para fazer futebol envolve patrocínios altos, temos custo muito alto de viagens, e é por isso que o clube voltou para o amador“, explicou Célio Magalhães, atual presidente.

SEGUNDONA MINEIRA

Dentre os títulos, constam o Campeonato Citadino da 1ª Divisão de 1962 e 1963, e da Segunda Divisão de 1997, 2002 e 2011, organizadas pela Liga Uberlandense de Futebol (LUF). Na esfera profissional representou com brilhantismo a Cidade de Uberlândia no Campeonato Mineiro da 2ª Divisão de 1963,1964 e 1965.

É a mais antiga agremiação em atividade do futebol amador da cidade, instituído na antiga vila operaria, que possui a filosofia de criar o atleta e aperfeiçoar o homem; É também o único time amador da Cidade que possui patrimônio consolidado.

CELEIRO DE TALENTOS

O Floresta se destacou no cenário profissional como formador de jogadores. Dos jogadores que brilharam com outras camisas atuaram na década de 60. O time uberlandense revelou o goleiro Nêgo (Cruzeiro), o atacante Andes (Portuguesa de Desportos), o zagueiro Marrom (Atlético-MG), e também o meio-campista Cairo. Este tratado como um astro na época, e que hoje mora em Uberlândia.

Ele lembra que o Floresta jogava de igual para igual com todos, mesmo com os atletas que não eram profissionais. “Lembro dos jogos contra Itaúna, Nacional de Uberaba, mas nosso time não era de jogadores considerados profissionais. A gente trabalhava em outros lugares, não tínhamos salários e mesmo assim jogamos o Campeonato Mineiro. Eu por exemplo, era representante comercial, conciliava com o futebol, e fazíamos jogos bem equilibrados porque o time era muito bom – disse Cairo, que está com 78 anos.

Uma formação que não sai da cabeça de Cairo tem os seguintes jogadores: Nêgo (goleiro); Ninho (lateral-direito), Nego Branco, Gato (zagueiros) e Aroldo (lateral-esquerdo); Itelino, Cairo e Euripinho (meios-campistas); Gersino, Andes, Fausto (atacantes)”.

 

FONTES: Página do clube no Facebook – Globoesporte.com – Gullit Pacielle

 

O Araguari Atlético Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Araguari (MG). Fundado no dia 16 de Novembro de 1944, o clube manda seus jogos no estádio Vasconcelos Montes, com capacidade para 6 mil pessoas. Suas cores: branco, azul e o vermelho. O Galo da Comarca já protagonizou algumas campanhas na elite do futebol mineiro, principalmente em 1965, 1976 e 1990.

Em 1951, participou do 1º Campeonato do Triângulo Mineiro, vencido pelo seu rival Fluminense Futebol Clube, de Araguari. Em 1979, quando teve uma de suas melhores formações, conseguiu empatar em casa contra o poderoso Clube Atlético Mineiro.

Foi vice-campeão mineiro da Segunda Divisão em 1964 e campeão da Terceira Divisão em 1993, com uma campanha excelente, superando, no quadrangular final, Ideal de Ipatinga, Guarani de Divinópolis e Unaí.

Em 1995, chegou à fase final do Módulo II do Campeonato Mineiro, mas não alcançou a promoção, conseguida por Villa Nova Atlético Clube e Associação Atlética Paraisense. Nos dias atuais, para a tristeza de sua torcida, o clube se licenciou das competições promovidas pela Federação Mineira de Futebol, participando apenas da liga amadora de sua cidade.

A última vez que disputou o profissionalismo estadual foi em 1998, ano em que acenava para um futuro sem grandes perspectivas, embora tenha chegado ao hexagonal final. Nesse período, a sua praça de esportes, localizada na Avenida Bahia, foi vendida. A sua nova casa mudou para o outro lado da cidade, distante seis quilômetros do antigo campo.

 

FONTE: Wikipédia

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