Pesquisa realizada pelo torcedor Coxa-Branca Sérgio Costa Xavier compartilha um material histórico que explica o motivo da grafia Coritiba Foot Ball Club e a cidade de Curitiba/PR serem diferentes. Esta é uma dúvida de vários torcedores de outros times que visitam o blog da torcida do Coritiba, a Torcida que nunca abandona, no portal Globo Esporte. “O Coxa é notícia em todo lugar e as pessoas têm curiosidade de saber por que se escreve o nome do time com grafia Coritiba quanto ao nome da cidade com a grafia Curitiba”, explica o Sérgio.

 

FONTE: A Torcida que nunca AbandonaBlog do Torcedor do GloboEsporte.com, de Luiz Carlos Betenheuser Jr.

 

 

 

FONTE: Mercado Livre

 

O Santo Antônio Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Teófilo Otoni (MG). A sua Sede fica na Rua Minervino de Castro Pinto, nº 49 / Sala, no Centro de Teófilo Otoni. O Santusca foi Fundado no dia 19 de Julho de 1959, e mandava os seus jogos no Estádio Nassari Mattar. Na esfera profissional, o Santo Antônio E.C.  disputou o Campeonato Mineiro da 2ª Divisão em sete oportunidades: 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990 e 1994.

 

CLUBE DESEJA RETORNAR A SEGUNDONA MINEIRA-2017

Segundo a reportagem do Jornal Diário de Teófilo Otoni o Santo Antônio Esporte Clube luta para voltar à ativa. O sonho do time é disputar,  já no ano que vem, a 2ª Divisão do Campeonato Mineiro.

O Santo Antônio Esporte Clube está para reabrir as portas na cidade. Um grupo de apaixonados pelo futebol bretão estão em avançado processo para o retorno do clube, com estatuto, diretoria e sede provisória. Esta funciona numa sala no segundo piso do Mercado Municipal, cedida pelo supervisor do mercado, o ex-jogador ‘santusca’ (nome dado à torcida aos atletas do Santo Antônio), Arthur Guedes, que nos tempos áureos atuava como quarto zagueiro do time.

Aliás, esta sala é a mesma onde o clube manteve sua sede por décadas a fio. A reportagem conseguiu, com exclusividade e em primeira mão, imagens do livro de ata de fundação do Santo Antônio, datado de 19/07/1959.

A entrevista aconteceu com o atual treinador da equipe, Otávio Filho, 59 anos de idade. “Pelos registros o Santo Antônio foi desativado no final da década de 1990, quando deixou de participar de importantes campeonatos locais”, contou o novo professor.

À época, o time fechou as portas devido à falta de incentivo e outros caminhos tomados (na vida) pelos seus então integrantes. Entre as páginas históricas do Santusca, está a disputa da Primeira Divisão do Campeonato Mineiro, na década de 1980, e vários clássicos aguerridos contra o Concórdia, e, principalmente contra o América, principal adversário destes. “Até que o Santusca e o Concórdia se davam bem, mas quando entrávamos em campo contra o América até faísca saia”, conta bem humorado o técnico Otávio.

Segundo ele, o time ainda consta nos cadastros da Federação Mineira de Futebol. E, a maior ambição atual é participar da 2ª Divisão do Campeonato Mineiro, que dá acesso ao Módulo II do torneio (ao qual, neste ano de 2016, o América foi vice-campeão, obtendo o acesso à elite do estadual).

Dificuldades iniciais

Ainda sem campo fixo, a atual diretoria, composta por Renilton Ferraz como presidente, Carlos Alberto Lares (o Carlão da Rádio), como vice-presidente, busca parcerias com prefeituras locais para conseguir um campo de treinamento.

Conversei com o prefeito e o secretário municipal de Esportes de Poté, para que eles possam viabilizar o Estádio Municipal para mandarmos nossos jogos e realizarmos os treinos. Ficaram de nos ajudar. Também entrei em contato com os responsáveis pelo Estádio Municipal de Itambacuri, que nos garantiram a liberação do campo para nossas necessidades. Já em T. Otoni, estamos conversando com a direção do Concórdia, que garantiram a liberação do campo para jogarmos quando não tiver atividades do Concórdia”, explicou Otávio Filho. Para ele, o ideal é que o time tenha seu próprio estádio, para melhor possibilitar a construção de uma identidade própria, e facilitar a vida dos atletas nos treinamentos, jogos e disputa de torneios. “Claro que uma casa faz falta, mas acredito que vamos consegui-la com o tempo”, refletiu otimista o técnico Otávio.

Otávio Filho atua no futebol desde 1977, quando jogou no Santa Cruz de Pernambuco. Ele tem outras passagens por grandes equipes do futebol nordestino, como o CSA (1979) e o CRB (1981), e o Sergipe (1983), ambos de Aracajú, a capital sergipana. Parou de jogar em 1986, quando foi para São Paulo. Na capital paulista se formou técnico profissional de futebol pela Federação Paulista de Futebol (FPF), no ano de 2004. Entre os seus professores na escola futebolística estão nomes de peso do esporte nacional, Tite, René Simões, Mário Travaglini, Paulo Calçada (comentarista da ESPN Brasil) dentre outros.

Como treinador comandou o Nova Iguaçú (2006), o Mesquita (2010) e as categorias de base (sub-17 e sub-15) do América do Rio, tradicional clube do futebol brasileiro. Sua última experiência como técnico foi no São Bento, de São Paulo, em 2014. Em 2015 retornou para Teófilo Otoni para cuidar de questões particulares da esposa, teófilo-otonense de nascimento.

Nascido em Maceió, onde aos 3 meses partiu para Nova Iguaçú, sendo carioca de coração, Otávio quer levar o Santo Antônio ao topo do futebol mineiro.

Temos alguns jogadores em processo de fechamento de contrato. São atletas de Teófilo Otoni, muitos dos quais não foram aproveitados pelo América, tanto na base quanto no profissional, além de outros que estamos em processo de negociação. O início será mais pé no chão, com o tempo, mostrando serviço e resultados, esperamos maior participação da sociedade local nesse projeto, que não é nosso, é de todos nós”, finalizou Otávio Filho.

 

 PS: Nesta reportagem, menciona que o Santusca disputou o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão na década de 80. Nos registros, consta somente cinco participações na Segunda Divisão Mineira nos anos 80: 1985, 1986, 1987, 1988 e1989.

 

 FONTES: Rsssf Brasil – Manula  - Jornal Diário de Teófilo Otoni 

 

 

  • 2016 | O time da família

    No ano em que o Clube adotou o mote de ‘Time da Família’, o América tem em seu calendário o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro da Série “A”. A equipe disputou também a 1a edição da Primeira Liga Sul-Minas-Rio.

    O América apresentou no dia 10/3 a sua nova coleção de uniformes para a temporada 2016, na Sede Administrativa ‘Afonso Celso Raso’, no Boulevard Shopping. O estilista mineiro Ronaldo Fraga é o responsável pelo desenvolvimento de toda coleção.

    O dia 10/3 marcou também a inauguração da primeira loja oficial do América, que funciona no Boulevard Shopping. Este projeto é assinado pela arquiteta Ligia Jardim e assim o Conselho de Administração do América espera realizar um grande sonho da torcida americana, que é ter um lugar, um espaço onde se consegue adquirir produtos licenciados pelo Clube, se tornando ai em mais um ponto de encontro da ‘Família América’.

  • 2015 | Na elite de novo

    Sem destaques no ano de 2013 e a conquista da Taça BH de Futebol Júnior em 2014, a torcida americana voltou a sorrir mesmo no final de 2015, com a quarta colocação na Série ‘B’, posição que garantiu novamente o retorno do Coelho à Elite do futebol nacional. Lembrando que o acesso só não veio antes, em 2014, devido a erros administrativos e má vontade da CBF, eu dificultou ao máximo as ações do Clube.

  • 2012 | América centenário

    O tão esperado dia de comemorar o centenário chegou. O dia 30 de abril de 2012 foi marcante na história do América. Uma linda e marcante festa aconteceu no Palácio das Artes, em BH. Naquele momento, a Federação Mineira de Futebol (FMF) legitimou (homologando) definitivamente o decacampeonato do Coelho. O ano também foi marcado pela reestreia do Estádio Independência, agora propriedade do América e totalmente reformulado. Na festa de abertura desta moderna Arena, o Coelhão venceu o Argentino Juniors, por 2 a 1, em 25 de abril, em amistoso internacional. Ainda nesta temporada o Coelho voltou a disputar uma final do Mineiro e ficou com o vice-campeonato.

  • 2010 | Visitando da elite

    O América termina a Série ‘B’ em quarto lugar e garante vaga na Elite do Futebol Brasileiro. Mas a alegria termina no ano seguinte, com o retorno para a Série B. O ano de 2011 foi salvo com o título de campeão brasileiro Sub-20 pelos jovens americanos.

  • 2009 | Volta por cima

    Depois do inesperado rebaixamento para o Módulo II do Campeonato Mineiro em 2007, o time conquista o Módulo II e retorna à Elite do Futebol Mineiro no ano seguinte. Em 2009 o América conquista o Brasileiro da Série ‘C’ depois de vencer o ASA/AL na final e volta para a Série B.

  • 2001 | Festa no Estadual

    Em dois jogos emocionantes contra o arquirrival Atlético, o América saiu campeão mineiro, com uma equipe essencialmente formada por atletas vindos da Base do Clube. Quatro anos depois o Coelho se sagrou campeão da Taça Minas Gerais.

  • 2000 | Centenário chegando

    A expectativa pelo centenário do Clube era grande. A década começou com a conquista a Copa Sul-Minas na final (2 a 1) contra o Cruzeiro. A competição reuniu os principais clubes de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O título da Taça BH Júnior também foi muito comemorado.

  • 1992 | Anos 90 positivo

    A década de 90 foi promissora para o América. Em 92 o time chegou ao vice-campeonato mineiro, com o título regional no ano seguinte (1993). Em 96 o time júnior americano comemorou o título de campeão da Copa São Paulo, revelando grandes valores (Palhinha e Ronaldo Luís, por exemplo). Em 1997 veio o título de campeão do Brasileiro da Série B, colocação que levou o Coelho à Série A. Em 99 o time chegou ao vice-campeonato mineiro. A nota ruim desta década ficou mesmo pela punição da CBF, proibindo o América de disputar competições por ela organizada, já que o Clube havia entrado na Justiça Comum requerendo vaga na Elite de 94 após ficar à frente de clubes que não ‘caíram’ para Série B, protegidos pela CBF. Punido, o Coelho fez excursão pela Ásia em 94.

  • 1988 | CT e Independência

    Se dentro de campo a década de 80 não foi promissora fora dela coisas importantes aconteceram. Em janeiro de 1988 teve início das obras do CT Lanna Drumond e, em maio do mesmo ano, América e 7 de Setembro assinaram termo de parceria com o América passando a administrar o Estádio Independência, que mais tarde viraria propriedade do América. Nesta década foram conquistados seis terceiros lugares e dois quarto lugares. O Clube voltou a jogar na Europa (Portugal e Espanha) e voltou ao esporte especializado como o handebol, basquete, vôlei, futebol de salão, atletismo e bocha.

  • 1973 | Boa campanha no Nacional

    Depois de ficar em 4º lugar na primeira fase em sétimo no geral, o América fez sua melhor participação em um Brasileiro. O técnico Orlando Fantoni começou a campanha e Barbatana terminou. O Coelho tinha Neneca, Pedro Omar, Juca Show e Spencer, além de Cândido que fez 18 gols naquela oportunidade.

  • 1971 | Campeão Mineiro invicto

    A década de 70 começou muito bem para o Coelho, que logo de cara conquistou o título de campeão mineiro em 1971, de forma invicta. A conquista levou o time à disputa do primeiro campeonato nacional.

  • 1965 | Surge o Mineirão

    No primeiro ano do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, o América ficou com o vice-campeonato mineiro. O time tinha Capellani, Zé Ernesto, Caju, Haroldo, Jorge, Luizinho, Caillaux, Zé Horta, Helinho, Paulo, Murilo, Eduardo, Ademar, Fifi, Ney, Rodrigo, Eber, Airton, Dirceu, Chiquinho, Geraldo, Robson, Oldack, Júlio, Jair Bala, Mosquito, Nilo, Dirceu Pantera, Sérgio, Airton, Samuel, Sabino e Canhoto. Técnicos foram Major Mário Pereira e Yustrich.

  • 1957 | Tríplice Coroa

    Depois de aplicar a grande goleada (7 a 2) em seu maior rival o Atlético, em 1952, o América voltou a fazer história, desta feita conquistando a Tríplice Coroa com os títulos no juvenil, aspirante e profissional, categorias que faziam grandes duelos na época.

  • 1956 | Primeira excursão

    Segundo time mineiro a excursionar pela Europa e o primeiro clube brasileiro a ficar mais tempo no Velho Mundo. Foram cem dias, de 23/9 a 31/12, de viagens e jogos. O América se reforçou para este evento e entre os atletas emprestados estavam os uruguaios, do Nacional, o Mendez e o Gambetta, destacando que este último fora campeão mundial com a seleção de seu país m 1950. Portanto, o América se tornou o primeiro clube do Brasil a ter um ‘campeão mundial’ no seu quadro de jogadores.

  • 1948 | América recupera força e prestígio

    O Clube reformou o Estádio da Alameda, que passou a ter capacidade para 15 mil pessoas e instalações invejáveis. Na reinauguração aconteceu o torneio reunindo o América, Atlético, São Paulo e Vasco da Gama, potências daquela época. O Coelho foi o campeão. Em seguida veio a conquista do Campeonato Mineiro em cima do Atlético, impedindo o tricampeonato do adversário, num jogo épico, cheio de detalhes, apitado pelo árbitro inglês Mr. John Barrick .

  • 1945 | Nasce o Coelho (mascote)

    Criado pelo cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, o Coelho vira o Mascote do Clube. Hoje a torcida americana se orgulha de dizer que torce pelo Coelhão.

  • 1933 | Protesto contra o profissionalismo

    Inconformado com a implantação do profissionalismo, pois os americanos acreditavam que o futebol, assim como os demais esportes, deveria ser amador, o Clube passou a disputar suas partidas com a camisa vermelha, em sinal de protesto.

  • 1928 | Inauguração do Estádio do Alamêda

    Com foco também no patrimônio, o América trocou com a Prefeitura Municipal de BH o terreno onde hoje é o Mercado Central por área no bairro de Santa Efigênia, onde funciona o Supermercado Extra. Assim, no dia 9 de setembro o América inaugura seu novo campo, o Estádio Otacílio Negrão de Lima, o ‘Alamêda’.

  • 1916 | Início do Decampeonato

    A sequência de vitórias ininterruptas (1916 a 1925) no Campeonato Mineiro, com o América se tornando o primeiro time decampeão do mundo, abriu a história de conquistas do Clube. O primeiro título desta série foi em 29 de abril de 1916 e o fechamento deste glorioso feito, que valeu registro no ‘Guiness Book’, além de empolgar a todos os mineiros, foi em 1925.

  • 1912 | Fundação do América

    Tudo começou no dia 30 de abril, quando garotos de 11 a 13 anos realizaram um sorteio para a escolha do nome de um novo clube na capital mineira. A garota Alda Meira, irmã de Adhemar de Meira, um dos fundadores, sorteou o nome e, naquele momento, nascia o América Foot-Ball Club, um dos clubes mais vencedores, tradicionais e revelador de craques do futebol nacional. Esta primeira grafia foi alterada mais tarde para América Futebol Clube, que prevalece até os dias de hoje.

    De sonho a realidade, o projeto inicial contou com as participações dos jovens Affonso Silviano Brandão, Aureliano Lopes de Magalhães, Aldemar de Meira, Oscar Gonçalves e Henrique Dinis Gomes.

    Em seguida, se juntaram ao grupo, Alcides de Meira, Álvaro Moreira da Cruz, Augusto Penna, Caetano Germano, Carlos Antônio Nunes, Cezar Gonçalves, Fioravante Gonçalves Labruna, Francisco Bueno Brandão Filho, Gerson de Salles Coelho, Guilherme Halfed, Henrique Diniz Gomes, José Miranda Megale, Leon Roussoullieres Filho, Lincoln Brandão, Waldemar Jacob, Dario Ferraz, Fausto Ferraz, Geraldino de Abreu, Otacílio Negrão de Lima, Henrique Moura Costa, Antônio Duarte, Cleantho Nunan e Luiz Guimarães, todos fundadores do América Futebol Clube.

    As cores verde e branca também foram escolhidas por sorteio e, em 1913, ano seguinte à fundação, foi agregada a cor preta, que predominava nos calções dos atletas. Hoje, as três participam nas variações dos uniformes do tricolor América Mineiro (nome fantasia).

    primeira Diretoria foi formada por Affonso Silviano Brandão (presidente), Aureliano Lopes Magalhães (vice-presidente), Aldemar de Meira (secretário) e Oscar Gonçalves (secretário e zelador).


FONTES: Site do Clube – Mercado Livre – Revista Placar
 

FONTE: Mercado Livre

 

Bicampeão do Campeonato Leciano (LECI – Liga Esportiva Commercial e Industria, Fundado no dia 25 de julho de 1928), em 1934 e 1936, e Campeão Invicto da LECI de 1936 (2º Quadros). Mandava os seus jogos no Campo da Rua Javari (CA Juventus)

time de 1935: Vicente; Siqueira I e Simões; Siqueira II, Baptista e Duílio (Brancacci); Aldo (Nabor ou Soriano), Alves (Mamede), Nilo, Gi, menez (Jofre) e Kromprinz (Cordeiro).

FONTES: Mercado Livre – Correio Paulistano

 

O Atlético Latitude Zero foi uma agremiação da cidade de Macapá (AP). Sediado na Avenida Cônego Domingos Maltez, s/n, no Bairro Trem, em Macapá. O clube foi Fundado no dia 25 de Janeiro de 1945, pelo professor maranhense Alzir Maia (que tem participou da Diretoria do Trem Desportivo Clube; além de ter fundado o Turíbio Guimarães e Raul).

O Atlético Latitude Zero participou de algumas edições dos Campeonatos Amapaenses da Primeira e Segunda Divisões nos anos 50. Além do futebol o Atlético Latitude Zero também contou com o time de basquete onde chegou a faturar alguns títulos como em 1954, quando faturou o título do Torneio Relâmpago com a participação do Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, América Futebol Clube e Atlético Latitude Zero.

O Atlético Latitude Zero sagrou-se campeão e recebeu o troféu denominado “Dr. Hildemar Pimentel Maia”. Deste time dois jogadores foram convocados em seguida para defender a Seleção Amapaense de Basquete: Paulo Farias e Uriel.

 

FONTE: Blog Porta-Retratos

 

FONTES: Mercado Livre – Correio Paulistano

 

FONTES: Mercado Livre – Correio de São Paulo – Jornal A Gazeta (uniformes de 1929)

 

FONTES: Mercado Livre – Correio de São Paulo

 

Esporte Clube Campo Belo

Carlos Gomes Futebol Clube

GE Juventude

Sociedade Esportiva Comunicações Portão

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

FONTES: Revista placar – Mercado Livre

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

Esporte Clube Propriá é um clube de futebol brasileiro, da cidade de Propriá, no estado de Sergipe. Foi fundado dia 12 de outubro de 1911 como Sergipe Foot-Ball Club, alterando para a atual denominação em 1956. Suas cores são o azul e o branco. Sua sede se localiza no endereço: Rua Arthur de Melo s/n CEP 49900-000 Propriá/SE.

O Esporte Clube Propriá é um dos mais antigos clubes dedicados ao futebol de Sergipe. Sendo o mais velho do Interior Foi fundado em 1913, com o nome de Sergipe Foot-Ball Club , e mudou a denominação quando se filiou à LSEA (atual FSF). Mas o clube propriaense não teve uma permanência constante na primeira linha do futebol sergipano.

Somente no final da década de 1940 é que começou a participar do Campeonato do Interior, conseguindo apenas alguns títulos da “Zona Norte” do Estado. Inscreveu-se no primeiro certame profissional (1960). conquistou dois títulos estaduais na segunda divisão do sergipano, o primeiro em 1964,o outro quando foi campeão invicto em 1983.

Algumas vezes deixou de disputar o campeonato e, junto com o seu co-irmão, o América, atravessou um período de séria crise financeira, culminando com a fusão de ambos, formando, em 1991, o União, de Propriá, que, entretanto, teve vida breve. Atualmente está tentando seu retorno a série A do sergipano.

Desempenho em competições oficiais

Campeonato Sergipano
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 11º 10º 11º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 10º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 11º 12º -
Campeonato Sergipano (Série A2)
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 10º
Ano 2010 2011 2012 2015
Pos. 11º 11º

FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

Dois esportes mereceram atenção de nossa agremiação quando de sua fundação: o futebol e o atletismo. Isso mesmo! No dia 1º de junho de 1928, nove ilustres senhores deliberaram pela fundação do C.A. Democráticos “para praticar o Football e Atletismo”.

Aquele encontro histórico fez nascer um clube que recebeu o apoio da diretoria do Partido Democrático e de seus associados. E isso tudo aconteceu quando ainda não havia sido instalado o município de Poá, o que se deu apenas em 24 de dezembro de 1948.

O C.A. Democráticos, hoje AA. Poaense, é parte importante da história de nosso município. Os associados da agremiação viram de perto, por exemplo, a lei que instituiu o Brasão da Cidade, em 1953, e o desligamento de Ferraz de Vasconcelos, em dezembro daquele mesmo ano.
Cinco dos participantes daquela reunião formaram então a primeira diretoria do C.A. Democráticos:

Domingos Netto – presidente
Domingos Cornett – vice-presidente
Antonio Gomes – 1º secretário
Antonio José de Godói – 1º tesoureiro
Manoel F. dos Santos – 1º diretor esportivo
Além destes, participaram também do encontro Enoch Figueira, Florentino Titto, João Fernandes e João Lorusso.

Nasce a AA. Poaense
Mais de um ano depois, em 30 de novembro de 1929, o C.A. Democráticos deu lugar à AA. Poaense. Foi quando numa nova reunião de associados ficou definida a composição da nova diretoria. No documento, foi lançado o carimbo oficial com o novo nome da entidade: Associação Atlética Poaense (veja as fotos ao lado).
A nova diretoria era composta de nove associados:

Sebastião Ferreira dos Santos Filho – presidente
José Pedro Barbosa – vice-presidente
Manoel Ferreira dos Santos – 1º secretário
Antonio Aleixo Júnior – 2º secretário
Vicente Romano – 1º tesoureiro
José da silva Tinoco – 2º tesoureiro
Alexandre Veroneza – diretor esportivo
Mario Veroneze – 1º capitaine
José Chauches – 2º capitaine

Além da composição da diretoria, a ata registrou as presenças dos seguintes associados: João Lopes, José Stanque, José Portela, José da Silva Tinoco, José Sellito, Mario Veroneza, Sebastião F. dos Santos Filho, Alberto Massuli, Mario Fortunato, José Pedro Barbosa e Aristides Generoli.
Assim, foi fundada oficialmente a Associação Atlética Poaense, em 30 de novembro de 1929, na cidade Poá.

FONTE: Site do clube – Mercado Livre

 

A Associação Garanhuense de Atletismo ou AGA é uma agremiação da cidade de Garanhuns (PE). A sua Sede fica situada na Avenida Rui Barbosa, nº 1.018, no Bairro de Heliópolis, em Garanhuns.

A sua história contada pelo próprio clube narra que o clube nasceu a partir da fusão entre o time da AGA (à época, azul e branco) com o Comércio Futebol Clube (padrão branco e preto), em 31 de agosto de 1930.

O Comércio possuía seu campo onde hoje está instalada a Sede Social da AGA. O clube chegou a manter durante muito tempo equipes de Futebol de salão, Voleibol e Natação conquistando títulos também nesses esportes e revelando talentos para o Brasil.

Mas o forte mesmo sempre esteve no seu futebol. O Estádio Gerson Emery foi inaugurado em setembro de 1955 e desde aquele momento tornou-se o maior ponto de apoio ao Clube e palco das mais brilhantes conquistas desde então.

TRI CAMPEÃO DE GARANHUNS, CAMPEÃO PERNAMBUCANO DE FUTEBOL AMADOR em 1968, BI CAMPEÃO DO INTERIOR em 1969, TRI CAMPEÃO DA COPA DO INTERIOR em 1972 (época também da colocação do alambrado), sendo esse título precedido de uma campanha memorável e de um jogo emocionante: vitória sobre o SANTA CRUZ por 5 a 2. Essa vitória ficou marcada na memória do torcedor e em sua homenagem os Vocalistas da saudade, Grupo Musical de renome na época, gravou uma música muito executada nas emissoras.

Os títulos continuaram sendo conquistados e a AGA, prestigiadíssima, chegou a marca de 1.400 (Hum Mil e Quatrocentos) sócios. Chegou também a ser HEPTA CAMPEÃ DE GARANHUNS. Em 1979, ano do Centenário de Garanhuns, foram colocados os refletores no seu Estádio, já denominado GÉRSON EMERY (numa justa homenagem a um dos mais brilhantes Presidentes que já passaram pelo clube) A ocasião foi marcada inclusive com uma partida de futebol sendo o adversário o SPORT CLUB do Recife.

O Estádio Gérson Emery tem capacidade de público estimada para 5.000 (cinco mil) expectadores, distribuídos nas sociais, arquibancadas e geral, porém com perspectivas de ampliação.

Em 1985/86 o futebol do Clube foi desativado. As atividades sociais, no entanto, continuam: Um moderno complexo sócio esportivo movimenta a AGA como o Clube dos Sinuqueiros no Salão de Jogos, Sauna a Vapor, Sala de Ginástica, Salão de Bailes, um excelente Parque Aquático e um moderno Restaurante.

O AGA retornou e se profissionalizou em 2000. Chegou a ser quarto colocada no estadual do ano de 2003. O apelido “Lavandeira do Agreste” é uma homenagem a um pássaro muito comum nas proximidades da cidade.

Em 2004 foi rebaixado para a Série A2 do estadual e desde 2005 está fora das competições promovidas pela Federação Pernambucana de Futebol, disputando apenas torneios amadores. Atualmente está inativo no futebol profissional, porém há uma mobilização para que o AGA retorne as atividades num futuro bem próximo.

 

FONTES: Wikipédia – Mercado Livre – site do clube (http://www.agagaranhuns.com.br/site/)

 

FONTE: Mercado Livre

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placa

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

 

FONTES: Mercado Livre – Revista Placar

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