A participação do Ferroviário no Campeonato Piauiense de 1964, foi a primeira de uma equipe da cidade de Floriano numa competição profissional promovida pela Federação Piauiense de Desportos (hoje Federação de Futebol do Piauí). Enfim, na quarta rodada, veio a primeira vitória. Jogos diante da sua torcida o Ferroviário venceu o Comercial por 2 a 1.

 

FERROVIÁRIO        2          X         1          COMERCIAL

LOCAL: Estádio José Meireles, em Floriano (PI)

DATA: Domingo, 02 de Agosto de 1964

CARÁTER: Quarta Rodada, do 1º Turno

RENDA: Cr$ 124.400,00

ÁRBITRO: Severiano Alves Teixeira (FPD)

AUXILIARES: Nelson Oliveira Silva (FPD) e Cláudio Ramos (FPD)

FERROVIÁRIO: Pompéia; Popó, Piqui, Teles e Pepedro; Parnaibano e Paulo; Cristóvão, Reginaldo, Antônio Luiz e Valdemar.

COMERCIAL: Beroso; Edson, Smith, Galo e Zé Ivan; Hugo e Quinha; Radiê, Zeca, Valdir e Negrote (Curniça).

GOLS: Cristóvão aos sete minutos (Ferroviário); Antônio Luiz aos 29 minutos (Ferroviário) do 1º Tempo. Curniça aos 35 minutos (Comercial) do 2º Tempo.

FONTE: Blog Portal de Floriano - Janclerques Marinho Melo

 

O Agricultura Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). Fundado no dia 12 de Maio de 1942, por um grupo de abnegados servidores funcionários da Secretária de Cultura de Niterói: Bazilicio Botelho; Francisco de Carvalho e Silva; Sérgio da Silva Castro; Moacir Gama; Doremir Vieira; Antônio Toledo; José Fernandes; Hervê Dias e dos irmãos Marcos e João Teixeira.

Já excursionou para São Pedro da Aldeia (2 a 1 no São Pedro); Cordeiro (2 a 2 com o Esperança de Friburgo e 1 a 1 com a Seleção Cordeirense); Paraíba do Sul (3 x 3 Riachuelo); na cidade do Rio de Janeiro (3 a 2 no Torres Homem, em General Severiano); goleou o Brama, campeão Classista por 4 a 0; e o Realengo, campeão Rural, por 5 a 3.

 

FONTE: O Fluminense

 

Aproveitando o tema: Departamento Autônomo, atualmente a competição é disputada com outro nome: Campeonato Amador da Capital. A decisão deste ano aconteceu no domingo, no dia 15 de novembro de 2015.

E o grande campeão desta temporada foi a A.E Piscinão de Ramos conquistou o título ao derrotar o Rio das Pedras pelo placar de 2 a 1, no Estádio Mourão Filho, na Rua Bariri, em Olaria.

Logo aos dois minutos de jogo, Gabriel abriu o placar para o Piscinão. Na etapa final, aos 22, Matheus Rodrigues, numa linda cobrança de falta, ampliou o placar. No último lance da decisão, Leonardo de cabeça, marcou o gol de honra do Rio das Pedras.

DADOS

A Associação Esportiva Piscinão de Ramos é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no dia 15 de Novembro de 2012, tem a sua Sede na Rua Santa Cecília, s/n – Bairro de Ramos – Zona Norte do Rio. Presidido por Gilberto Souto da Silva (mandato até 15/11/2018).

 

FONTE: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

FOTO: Úrsula Nery

 

Novo uniforme da Seleção Carioca

Aos saudosistas uma boa notícia! Teve início no último sábado (12 de dezembro de 2015), a Copa Placar de Seleções Sub-20, que reúnem os selecionados estaduais do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Os jogo estão sendo realizados no Interior Paulista: nos estádios Novelli Júnior, em Itu, e Martins Pereira, em São José dos Campos. Os jogos estão sendo televisionados pela TV Brasil.

A escolha dos participantes foi feita por meio do Ranking Nacional de Federações (RNC) de 2015, sendo as quatro melhores colocadas da relação. Na 1ª fase, as seleções jogarão entre si, em turno único. Os dois melhores colocados farão a final marcada para a próxima sexta-feira (18/12/15), às 17h50min., no Estádio do Pacaembu, na capital paulista.

Em caso de empate, o vencedor será definido nos pênaltis. A seleção campeã leva um prêmio de R$ 100 mil. O regulamento também prevê uma ajuda de custo de R$ 50 mil para cada federação participante. A realização da Copa é uma iniciativa da revista Placar, com organização da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

TREINADORES

Ex-lateral-direito do Internacional e da seleção brasileira na década de 1980, Luiz Carlos Winck é o treinador da seleção gaúcha. Outro jogador aposentado, Max Sandro, é quem responde pelo selecionado de São Paulo. Rodrigo Fonseca comanda o time mineiro e Maurício Ferreira de Souza estará à frente dos garotos do Rio de Janeiro (confira as convocações abaixo).

DESFALQUES

O desfalque do torneio fica por conta de atletas que pertencem aos clubes envolvidos na Copa Ipiranga sub-20, competição de base organizada pela Federação Gaúcha e que está em sua fase classificatória, com 20 times na disputa (Ponte Preta, Atlético-PR, Cruzeiro, Goiás, Joinville, Chapecoense, Flamengo, Criciúma, Grêmio, São Paulo, Avaí, Vasco, Atlético-MG, Palmeiras, Internacional, Coritiba, Bahia, Figueirense, Fluminense e Corinthians).

A preparação para a tradicional Copa São Paulo de Futebol Júnior, que começa no dia 2 de janeiro, também levou algumas equipes a não liberarem seus talentos. O clube que mais forneceu atletas para a seleção foi o Botafogo, com 15 jogadores chamados para o time fluminense. A Lajeadense teve cinco atletas convocados para a seleção do Rio Grande do Sul, enquanto os meninos da Vila Belmiro – os santistas – estão em maioria na equipe paulista.

O RECOMEÇO

Agora voltada para o futebol de base, a Copa Placar de Seleções Estaduais remete ao início da história do futebol nacional, quando ocorreram os Campeonatos Brasileiros de Seleções Nacionais. A primeira edição aconteceu em 1922 e a última, em 1987, com 30 campeonatos disputados neste intervalo.

A fase áurea do campeonato aconteceu entre 1922 e 1929, tendo sido realizado anualmente – o histórico Arthur Friedenreich foi, inclusive, artilheiro do torneio de 1922. O declínio começou nos anos 1950, com intervalos cada vez mais espaçados. Em 1987, veio a última tentativa de retomar o campeonato, e desde então o torneio não foi mais organizado.

A cidade do Rio de Janeiro, que até 1959 foi o Distrito Federal do país, é a maior vencedora do antigo campeonato de seleções, com 14 títulos. A seleção paulista, que ficou com a taça 13 vezes, vem logo atrás. Confira a convocação das seleções participantes da Copa Placar de Seleções Estaduais sub-20:

MINAS GERAIS

GOLEIROS: Hugo Miller Teixeira Lisboa (América) e Michael Matias Fracaro (Atlético Mineiro)

LATERAIS: Gilvan Lima de Oliveira (Atlético Mineiro) e Gabriel Luiz da Silva Machado (Cruzeiro)

ZAGUEIROS: Roger Duarte de Oliveira (América), Rodrigo de Souza Prado (Atlético Mineiro), Arthur de Vasconcelos Miranda (Cruzeiro) e Guilherme Batista Figueiredo (Cruzeiro)

MEIO CAMPISTAS: Christian Savio Machado (América), Pablo Luigi Francisco de Araújo (Atlético Mineiro), Marcelo Rodrigues Brandão (Atlético Mineiro), Fábio Ferreira dos Santos (Atlético Mineiro), Matheus Santos de Oliveira (Cruzeiro), Rafael Gonçalves da Silva (Cruzeiro) e Hiwry César Vasconcelos (Atlético Mineiro)

ATACANTES: Rick Sena Leal Noleto – (Cruzeiro), Guilherme Teixeira Santos (Atlético Mineiro), Welbert Kelvin Anicio Alves (Atlético Mineiro) e Ives Henrique Drumond Santos (Atlético Mineiro)

 

RIO GRANDE DO SUL

GOLEIROS: Eliás Martelo Curzel (Juventude) e Andrei (Glória)

LATERAIS: Diego Superti (Aimoré), Deivid Luis da Silva (São José) e Higor Henrique Martins (Lajeadense)

ZAGUEIROS: Douglas Matheus do Nascimento (Juventude), Diógenes Dante (Sport Clube Gaúcho de Passo Fundo) S.C. Gaúcho de Passo Fundo e Douglas Scherer (Novo Hamburgo)

MEIO CAMPISTAS: Luis Carlos Grando Júnior (Veranópolis), Fernando Urnau (Lajeadense), Tawan Vieira do Amaral (Cruzeiro de Porto Alegre), Reymond (Cruzeiro de Porto Alegre), Dener Melgarejo de Vargas (Juventude), Mateus Quaresma Correa (Lajeadense) e João Batista Pereira (Lajeadense)

ATACANTES: Igor Nebre de Freitas (Aimoré), Giovane Gomes da Silva (Pelotas), Janderson (Cruzeiro de Porto Alegre) e Diosefer Barbosa Lima (Lajeadense)

SÃO PAULO

GOLEIROS: Jonh Victor Maciel Furtado (Santos), Ivan Quaresma da Silva (Ponte Preta) e Mateus Santillo Simplício da Silva (Flamengo)

LATERAIS: Bruno Thiago Gomes de Lima (Osasco Audax), Igor Milioransa (Osasco Audax), Leonardo Rigo da Silva (Guarani) e Maycon Matheus do Nascimento (Ferroviária)

ZAGUEIROS: Vitor Hugo Leite Perusses (Red Bull Brasil), Jeferson de Araújo de Carvalho (Ponte Preta), Edilson Borba de Aquino (Santos) eCarlo Antônio Santos Siqueira (Flamengo)

MEIO CAMPISTAS: Kleber Kallyl dos Santos Melo (Osasco Audax), Wesley Dias Claudino (Guarani), Breno Gonçalves da Silva (Ituano), Caio Henrique Oliveira Silva (Santos), Matheus Augusto dos Reis da Silva (Santos), Marlon Luiz Lopes (Mogi Mirim), Daniel de Carvalho (Palmeiras), Leonardo Peixoto Príncipe (Corinthians) e Lucas Fernandes da Silva (São Paulo)

ATACANTES: Gleyson Garcia de Oliveira (São Caetano), Vinicius Silveira Pivetta (Santo André), Hiago Ribeiro de Barros (Red Bull Brasil), Matheus Lima Nascimento (Água Santa), Natan Wesley Dutra (Santos), Paulo de Souza Júnior (Mogi Mirim) e André Oliveira Silva (São Bernardo)

 

Novo uniforme da Seleção Carioca

RIO DE JANEIRO

Diego Terra Loreiro (Botafogo FR);

Vitor Hugo Jenné Allgreto (Botafogo FR);

Márcio Almeida de Oliveira (Botafogo FR);

Fernando Peixoto Costanza (Botafogo FR);

Marcelo da Conceição Benevenuto Malaquias (Botafogo FR);

Vitor Hugo dos Santos (Botafogo FR);

Yuri Antônio Costa da Silva (Botafogo FR);

Victor Lindenberg Tavares Vieira (Botafogo FR);

Gabriel Arruda de Lima Ferreira (Botafogo FR);

Matheus Fernandes Siqueira (Botafogo FR);

Rickson Barbosa Sá da Conceição (Botafogo FR);

Gustavo Costa da Silva Machado (Botafogo FR);

Mauro Gabriel Malheiros Gonçalves (Botafogo FR);

Matheus Lima Silva (Botafogo FR);

Lucas Ribamar Lopes dos Santos Bibiano (Botafogo FR);

Igor Cassio Vieira dos Santso (Botafogo FR);

Helerson Mateus do Nascimento (Olaria AC);

Maycon Douglas Oliveira Silva (Friburguense AC);

Fabrício Marques Tosi (AA Portuguesa Carioca);

André Regly Abrantes Teixeira (Bangu AC);

Pedro Barbosa Lucas (Olaria AC);

Vitor Andrade Veloso (Olaria AC);

 COMISSÃO TÉCNICA

Treinador: Maurício Ferreira de Souza

Preparador Físico: Victor Hugo Germano

Treinador de Goleiros: Gerson Rodrigues Rios

Fisioterapeuta: Leandro Oliveira de Souza

Supervisor: Paulo Ricardo Andreazzi Pereira

Mordomo: Mário Miranda dos Rei

CLASSIFICAÇÃO GERAL

Equipe Pontos J V E D Gp Gc S %
Seleção Carioca 6 3 2 0 1 6 2 4 100,00
Seleção Paulista 6 3 2 0 1 7 5 3 50,00
Seleção Mineira 6 3 2 0 1 6 5 1 75,00
Seleção Gaúcha 0 3 0 0 3 2 10 -8 0,00
12/12/2015   17:00 Seleção Carioca Seleção Carioca 2 x 0 Seleção Mineira Seleção Mineira
12/12/2015   19:30 Seleção Paulista Seleção Paulista 4 x 1 Seleção Gaúcha Seleção Gaúcha
14/12/2015   17:00 Seleção Gaúcha Seleção Gaúcha 0 x 4 Seleção Carioca Seleção Carioca
14/12/2015   19:30 Seleção Mineira Seleção Mineira 4 x 2 Seleção Paulista Seleção Paulista
16/12/2015   17:00 Seleção Mineira Seleção Mineira 2 x 1 Seleção Gaúcha Seleção Gaúcha
16/12/2015   19:30 Seleção Paulista Seleção Paulista 2 x 0 Seleção Carioca Seleção Carioca

 GRANDE FINAL

18/12/2015   17:50 Seleção Paulista Seleção Paulista 1 x 0 Seleção Carioca Seleção Carioca

Vídeos dos gols da vitória do Rio de Janeiro sobre Minas Gerais por 2 a 0:  http://www.fferj.com.br/videos/index?idVideo=4322 

 

São Paulo vence Rio de Janeiro e fatura Copa Placar de Seleções Estaduais Sub-20

São Paulo venceu a decisão da Copa Placar de Seleções Estaduais Sub-20 na tarde desta sexta-feira, 18 de dezembro de 2015. O time paulista derrotou a equipe fluminense por 1 x 0 na final e ficou com a taça do torneio, na partida disputada em Itu. Com 4 gols em 3 jogos, o atacante Rick Sena, de Minas Gerais, foi o artilheiro do torneio.

O treinador Max Sandro da seleção paulista foi reconhecido na categoria melhor técnico enquanto Lucas Fernandes, também de São Paulo, na categoria melhor jogador. O melhor técnico e o craque do campeonato foram eleitos pelo júri formado pelo ex-atacante da seleção brasileira Careca, o ex-volante Mauro Silva e o jornalista da TV BrasilRodrigo Vianna.

A Copa Placar de Seleções Estaduais Sub-20 reuniu as quatro primeiras federações de futebol do ranking da CBF: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O campeonato estava há 28 anos fora do calendário do futebol brasileiro e foi retomado por iniciativa da Revista Placar, em parceria com a TV Brasil.

A vitória dos paulistas veio com gol de Paulo Souza, com três minutos da segunda etapa. Os paulistas venceram mesmo com um jogador a menos em campo, devido à expulsão de Bruno Lima.

 

FONTES: Site EBC – Sports21 – Federações do RJ, SP, MG e RS  - Placar – TV Brasil

 

A participação do Ferroviário no Campeonato Piauiense de 1964, foi a primeira de uma equipe da cidade de Floriano numa competição profissional promovida pela Federação Piauiense de Desportos (hoje Federação de Futebol do Piauí). Na terceira, sendo a  1ª como visitante, o Ferroviário acabou sofrendo uma goleada para o Auto Esporte por 5 a 0, na capital piauiense..

 

AUTO ESPORTE   5          X         0          FERROVIÁRIO

LOCAL: Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina (PI)

DATA: Quarta-feira, 29 de Julho de 1964

CARÁTER: Terceira Rodada, do 1º Turno

RENDA: Cr$ 116.000,00

ÁRBITRO: Antônio Milton Vilanova (FPD)

AUXILIARES: Osvaldo Viana (FPD) e Severiano Alves Teixeira (FPD)

AUTO ESPORTE: Antônio Luis; Amadeu, Marcos, Delmiro e Quincas; Zé Maria e Zequinha; Pestana, Capote, Zé Augusto e Bicudo.

FERROVIÁRIO: Pompéia; Popó; Antônio Ulisses, Teles e Pepedro; Paulo e Valdimir; Reginaldo, Sinésio, Sadica (João Alfredo) e Cristóvão.

GOLS: Bicudo aos 35 minutos do 1º tempo; Capote aos 15 e 20 minutos; Zé Augusto aos 33; e Pestana aos 35 minutos do 2º tempo.

 

FONTE: Blog Portal de Floriano - Janclerques Marinho Melo

 

A participação do Ferroviário no Campeonato Piauiense de 1964, foi a primeira de uma equipe da cidade de Floriano numa competição profissional promovida pela Federação Piauiense de Desportos (hoje Federação de Futebol do Piauí). Na sua segunda partida, novamente nos seus domínios, seguiu sem vencer. Ficou no empate em 2 a 2 com o Piauí.

 

FERROVIÁRIO        2          X         2          PIAUÍ

LOCAL: Estádio José Meireles, em Floriano (PI)

DATA: Domingo, 19 de Julho de 1964

CARÁTER: Segunda Rodada, do 1º Turno

RENDA: Cr$ 157.800,00

ÁRBITRO: Antônio Milton Vilanova (FPD)

AUXILIARES: Nelson Oliveira Silva (FPD) e Clóvis Ramos (FPD)

CARTÕES VERMELHOS: Bitonho (Piauí); Cristóvão (Ferroviário)

FERROVIÁRIO: Bucar; Popó, Antônio Ulisses, Teles e Pepedro; Parnaibano e Valdemir; Cristóvão, Sadica, Sinésio e Paulo II (Antônio Luiz).

PIAUÍ: Zé Barros (Zé Alberto); Tuíca, Nanô, Manoelzinho (Sibiata) e Chico Dedão; Nonato Leite e Bitonho; Sanêga, Chapéu, Carmino e Zilmar.

GOLS: Sinésio aos 12 minutos (Ferroviário); Sibiata aos 27 minutos (Piauí) do 1º tempo; Cristóvão 10 minutos (Ferroviário) e Sanêga 30 minutos (Piauí) do 2º tempo.

 

FONTE: Blog Portal de Floriano - Janclerques Marinho Melo

 

A participação do Ferroviário no Campeonato Piauiense de 1964, foi a primeira de uma equipe da cidade de Floriano numa competição profissional promovida pela Federação Piauiense de Desportos (hoje Federação de Futebol do Piauí). Na sua estreia acabou sendo derrotado, em casa, pelo Flamengo pelo placar de 2 a 1. O destaque foi o atacante Paulinho, autor dos dois gols dos visitantes.

 

FERROVIÁRIO        1          X         2          FLAMENGO

LOCAL: Estádio José Meireles, em Floriano (PI)

DATA: Domingo, 12 de Julho de 1964

CARÁTER: Primeira Rodada, do 1º Turno

RENDA: Cr$ 237.400,00

ÁRBITRO: Antônio Milton Vilanova (FPD)

AUXILIARES: Nelson Oliveira Silva (FPD) e Clóvis Ramos (FPD)

FERROVIÁRIO: Bucar; Zezeca, Antônio Ulisses, Teles e Pepedro; Parnaibano e Reginaldo; Cristóvão, Sadica, Valdimir (Paulo II) e Dos Santos.

FLAMENGO: Chiquinho; Zé Carneiro, Maneca, Vitor e Papagaio; Itamar e Macalé; Maçarico, Matintim, Paulinho e Fernando.

GOLS: Paulinho 42 minutos do 1º tempo (Fla); Paulinho 19 minutos (Fla) e Cristóvão 45 minutos (Ferroviário) do 2º tempo.

 

FONTE: Blog Portal de Floriano - Janclerques Marinho Melo

 

Mais uma lacuna solucionada! Trata-se do Ferroviário Atlético Clube, que foi uma agremiação da cidade de Floriano (PI). O rubro-negro foi Fundado no dia do Trabalhador, em  1º de Maio de 1950, por desportistas Antonio Cloves Ramos (carnavalesco) e Adauto. O melhor time de Floriano de todos os tempos, o Ferroviário estreou com uma fantástica vitória sobre o famoso Artístico por 2 a 1. Época romântica. A equipe jogava, nessa fase, com Adauto, Aceno, Nascimento, Carlos Barbeiro, Helio Castro (médico) e Euvaldo Angeline; Nelson, Zé Alves, Assis Bonitinho, Abdon Barguil e Neném Mão de Vaca.

Em 1951, tinha os piolhos de bola Zé Pulu, Ferré, Chico Mateus,Guilherme Magarefe, Hugo Leal (da rua do Fogo), Balaio, Zezinho, Omar, Adauto e Américo. No final dos anos cinqüenta, outros jogadores foram contratados na administração do doutor Nazareno Araújo, tipo: Sadica, Colega, Cassaco, Pepedro, Valdomiro e Mário Besta Brava.

Formação do time na década de 1960: Cajazeira, Fortaleza, Sinézio, Raimundo Fumaça, Pepedro, Popó, Dodó ( goleiro ), Antonio Ulisses ( o Pelado ), Carlos Augusto, Zezeca e Valter Moleza.

TRÊS PARTICIPAÇÕES NA ELITE PIAUIENSE

Disputava, mais tarde, o Campeonato Piauiense da 1ª Divisão, em 1964, 1965 e 1966. O time de 1964: Piqui, Valdemir, Valdevino, Pompéia, Zezeca, Pepedro, Cabeção, Rômulo, Tassu, Bitonho, Antonio Luís Moreira, Veludo, Vicentinho e Zequinha.

RESUMO DA CAMPANHA DE 1964

13 jogos

3 vitórias

4 empates

6 derrotas

10 pontos ganhos

17 gols marcados

25 gols sofridos

-8 gols de saldo

ARTILHEIROS

5 gols – Cristóvão.

4 gols – Rômulo e Reginaldo.

1 gol – Sinésio, Antônio Luiz, Paulo e Elder

JOGADORES UTILIZADOS

13 jogos – Pepedro e Valdimir.

12 jogos – Reginaldo e Cristóvão.

11 jogos – Pompéia (goleiro).

10 jogos – Piqui.

8 jogos – Antônio Guarda.

7 jogos – Rômulo.

6 jogos – Parnaibano e Valdivino.

5 jogos – Paulo, Sádica, Teles e Popó.

4 jogos – Fernando.

3 jogos – Antônio Ulisses, Claudemir, Zezeca e Antônio Luis.

2 jogos – Bucar (goleiro), Sinésio, Elder, Sousa, Dos Santos e Paulo II.

1 jogo – João Alfredo.

 

CELEIRO DE CRAQUES

Outros jogadores que fizeram história no Ferroviário: Parnaibano (locutor), Poncion (estilista), Galo Mago, Sinésio, João Maio, Maranhão, Nico, Magro,.  Grilo, Chapéu, Domício (este veio do América de Petrolina e tinha um chute fortíssimo de esquerda), Reginaldo, Elder, Sostenes, Netinho (quarto zagueiro), Valdivino, Domingos, Liro, Lino (este último foi o jogador mais caro que o Ferrim teve: ganhou uma geladeira movida a querosene, causando grande inveja entre os demais atletas, já que naquele tempo era raro quem possuía este eletrodoméstico).

Outros jogadores que se sobressaíram durante o período romântico: Adauto, Arsênio, Nelson Oliveira (goleiraço), Vilmar Oliveira (professor Vilmar/melhor atacante do Piauí), Fenelon Brasileiro, Balduíno, João Batista Mendes, Chico Pereira e Binda.

Com relação aos seus diretores, tivemos Deusdete Pereira, Francisco Delmiro de Araújo (Nilton das Casas das Roupas), Merval Lúcio da Silva, Nazareno Araújo, Tibério Nunes e José Meireles (nome dado ao estádio do Ferrim).

Fonte e Foto: Blog Portal de Floriano - Janclerques Marinho Melo

 

Ao longo da sua existência, era comum de tempos em tempos que o Departamento Autônomo formasse a sua Seleção para enfrentar adversários de peso. Em abril de 1965, enfrentou o hexacampeão citadino Royal Sport Club, de Barra do Piraí. O selecionado do DA vencia por 2 a 1, quando o árbitro resolveu dar quase dez de acréscimos, sem nenhuma razão para tal. Coincidência ou não, o fato é que o jogo terminou exatamente nove minutos após o tempo regulamente, quando o Royal conseguiu o tento de empate.

FONTE: Luta Democrática  

 

O Vila Isabel Futebol Clube foi uma agremiação do Município de Bom Jesus do Itabapoana (RJ). O Alvinegro foi Fundado também no ano de 1943. Participou do Campeonato Citadino nos anos 50. Abaixo a foto posado do Santa Isabel F.C de 1943. Em pé: Benedito Médio, Dodô, Acácio Barroso, Dutra e João Rumão. Agachados: Gustavo Barroso, Chiquinho Ponciano,Antonio Calisto, Salvador Barroso, Tatão e Valério.

FONTE & FOTO: Jailton Penha 

 

Santa Isabel Futebol Clube é uma agremiação do Município de Bom Jesus do Itabapoana (RJ). OTricolor Bom-jesuense  foi Fundado no dia 08 de Março de 1943, por funcionários da Usina Santa Isabel, em Bom Jesus do Itabapoana.

O 1º título aconteceu em 1952, quando faturou o Torneio da fundação da  Liga Bom-jesuense de Desportos (LBD). Depois os títulos na fase áurea do futebol de Bom Jesus do Itabapoana na conquista do Bicampeonato do Campeonato Citadino em 1964 e 1965, voltando a erguer um taça 21 anos depois no fantástico campeonato de 1986 e as conquistas de 1999, 2005, 2006, 2010, 2011 e 2012 conquistando um tricampeonato histórico.

 

FONTE : Livro ‘Santa Isabel, Uma Paixão em Azul, Vermelho e Branco’, de autoria de Jailton da Penha

 

O Sport Club Corintians foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ).  A sua Sede o e campo ficavam Rua Dona Lecódia, nº 18, no Bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio. Apesar do nome, o clube não possuía nenhuma relação com o clube paulista.

Após a extinção da Federação Atlética Suburbana, os clubes que dela faziam parte se sentiram desprestigiados com a política estabelecida pela Federação Metropolitana de Futebol. Na tentativa de mudar esse quadro, criou-se o Departamento Autônomo em Assembleia realizada no dia 7 de julho de 1949, da qual fizeram parte os seguintes clubes:

Bento Ribeiro F.C., E.C. São José, Irajá A.C., Del Castilho F.C., Mavílis F.C., Engenho de Dentro A.C., Manufatura Nacional de Porcelana F.C., Cacique F.C., Sampaio A.C., Oriente A.C., E.C. Guanabara, Distinta A.C., E.C. Valim, E.C. Coríntians, A.A. Portuguesa, Cruzeiro F.C., Kosmos A.C., Atilla F.C., A.A. Nova América, Andaray A.C. E.C. Oity, A.C. Nacional, E.C. Royal, E.C. Anchieta e Realengo F.C.

FONTES: Wikipédia – A Manhã

 

FONTE: A Manhã

 

CLUBE – RIO CERRO ESPORTE CLUBE
LOCAL – Jaraguá do Sul / SC
DATA DE FUNDAÇÃO: 09 de agosto de 2005
CORES: amarelo / preto
OBS.: Campeão da 2ª Divisão de 2015 da Liga Jaraguaense de Desportos

Agradecimento a Sergio Mello pelo redesenho do escudo

 

O Elevadores Atlas Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na década de 50, ficava situado no Bairro de Fátima, na Zona Central do Rio. O alvianil foi Bicampeão Classista em 1959 e 1960. Também participou do Campeonato Carioca do Departamento Autônomo, organizado pela Federação Carioca de Futebol (FCF), em 1963, 1964 e 1965.

Em 1964, Elevadores Atlas foi até o Interior Paulista enfrentar o Esporte Clube Estrela, de Piquete, que na época disputava o Campeonato da Segunda Divisão de Profissionais de São Paulo. O jogo aconteceu no domingo, do dia 28 de Junho de 1964, e o time carioca superior a equipe paulista pelo placar de 2 a 1, com dois gols do atacante Adílson.

FONTE: Luta Democrática

 

SANTA CRUZ A.C.                        3          X         2          ORIENTE A.C

LOCAL: .Estádio do E.C. Guanabara, no Bairro de Santa Cruz – Zona Oeste do Rio (RJ)

RENDA: Cr$ 185.700,00

ÁRBITRO: Paulo de Oliveira Santos (DA/FCF)

AUXILIARES: Carlos Costa e José do Amaral

CARÁTER: Decisão da Série Henrique Campos, do D.A. de 1964

SANTA CRUZ: Adilson; Douglas, Carlinhos, Élcio e Tião; Ivã e Babá; Pintinho, Odair (Juca), Mica e Zilmar.

ORIENTE: Toninho; Airton, Doraquito, Paulo e Enéias; Goroba e Tião; Francisquinho, Nilton, Isaías e Rato

GOLS: Francisquinho e Nilton (Oriente) no 1º Tempo. Juca, duas vezes; e Ivã (Santa Cruz), no 2º Tempo.

FONTE: Luta Democrática

 

Encontrei algumas caricaturas raras de alguns jogadores da Seleção Brasileira, no Jornal Luta Democrática. Nesta, Goleiro Castilho, que participou de quatro Copas: 1950, 1954, 1958 e 1962.

 

Encontrei algumas caricaturas raras de alguns jogadores da Seleção Brasileira, no Jornal Luta Democrática. Nesta, Mané Garrincha, ‘O Anjo das Pernas Tortas’.

 

Encontrei algumas caricaturas raras de alguns jogadores da Seleção Brasileira, no Jornal Luta Democrática. Nesta, Pelé.

 

Encontrei algumas caricaturas raras de alguns jogadores da Seleção Brasileira, no Jornal Luta Democrática. Nesta,  Didi ‘Folha Seca’.

 

Encontrei algumas caricaturas raras de alguns jogadores da Seleção Brasileira, no Jornal Luta Democrática. Nesta, Amarildo ‘O Possesso’.

 

Encontrei algumas caricaturas raras de alguns jogadores da Seleção Brasileira, no Jornal Luta Democrática. Nesta, o goleiro Barbosa.

 

O Esporte Clube Guanabara é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Alvirrubro foi Fundado no dia 07 de Setembro de 1941, tem a sua Sede constituída na Rua Marquês de Barbacena, 521, no Bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Tradicional clube da região, participou de algumas edições do Campeonato Carioca do Departamento Autônomo, nos anos 60.

FONTES: Página do Clube no Facebook – Luta Democrática – Google Maps

 

O SARFHA Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Sediado no Bairro de Ramos, na Zona Norte do Rio, o clube rubro-negro (visivelmente inspirado no Flamengo), não deixou saudades aos amantes do esporte bretão! Filiou-se ao Departamento Autônomo, em 1964, ano em que o Brasil sofreu o Golpe Militar. E quem era o SARFHA? Na verdade o nome era uma sigla, que significava: Serviço Especial de Recuperação das Favelas e Habitações Anti-Higiênicas.

O papel deste órgão público era retirar moradores de algumas favelas cariocas e destruir as casas de barro e/ou de madeira. O problema é que as famílias não recebiam nenhuma assistência sendo obrigadas e viver nas ruas. O time em si, não era bem quisto pelos adversários e, por que não dizer, pelas arbitragens. Com isso, o time teve uma vida curta e desapareceu sem receber nenhuma linha nos veículos de comunicação.

FONTE: Luta Democrática

 

 

FONTE: Luta Democrática

 

Contando com as informações do amigo, escritor e pesquisador Raymundo Quadros, consegui fechar mais um escudo inédito! Trata-se do Carioca Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Tricolor do Jacarezinho (vermelho, preto e branco) tinha a sua Sede e o Campo ficavam na Avenida dos Democráticos, 200, no Bairro Jacarezinho . Anteriormente, o campo ficava na Travessa Amaro Rangel, 11, também no Jacarezinho. Na década de 60, o Carioca foi um “osso duro de roer” no Campeonato do Departamento Autônomo (D.A.), chegando ao vice em 1964.

FONTES: Jornal Luta Democrática – Raymundo Quadros

 

O Colégio Futebol Clube é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Coleginho’ foi Fundado no dia 24 de Junho de 1917, e tem a sua Sede e o Estádio Oswaldo Vieira da Costa (Capacidade para Mil pessoas), ficam localizados na Estrada do Barro Vermelho, 1.866, no Bairro de Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio.

O Colégio surgiu no Departamento Autônomo, conseguindo alguns títulos importantes, tais quais, o da categoria Aspirantes, conquistado de maneira invicta, em 1966, da série Waldemar Machado Carneiro, além de ter se sagrado campeão da categoria principal, em 1976.

Time posado de 1964

A profissionalização ocorreu em 1990 e a partir daquele ano, o Coleginho  passou a disputar o Campeonato Carioca da 3ª Divisão. No ano seguinte, com a criação do chamado Grupo “B” da Primeirona, foi convidado a integrar a Segunda Divisão juntamente com os times da antiga Terceirona. Veio a disputar o profissionalismo até 1996, quando problemas de ordem financeira fizeram com que tivesse que se afastar.

Posteriormente, o Colégio participa do Campeonato Citadino de Nova Iguaçu. Sagrou-se vice-campeão de juniores do Campeonato Iguaçuano de 2009, quando perdeu a final para o Esporte Clube Brasileirinho, de Comendador Soares.

Na Taça Cidade de Juniores de 2010, foi eliminado na semifinal pelo Bayer Esporte Clube, que se classificou à final contra o mesmo Brasileirinho, o seu algoz do ano anterior. Nas categorias infantil e juvenil, o time foi eliminado na primeira fase.

 

TÍTULOS

1966 – Campeão invicto do Departamento Autônomo, categoria Aspirantes (Série Waldemar Machado Carneiro);

1969 – Vicecampeão do Departamento Autônomo, categoria Juvenil (Série GBD);

1976 – Campeão do Departamento Autônomo, categoria Adultos (Série Francisco Xavier Imóveis);

1988 – Campeão invicto do Departamento Autônomo, categoria Júnior;

1992 – Campeão invicto da Segunda Divisão, categoria Juvenil;

2009 – Vicecampeão do Campeonato Iguaçuano, categoria Júnior;

 

FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook

 

 

FONTE: Jornal Luta Democrática

 

Paduano Esporte Clube  é uma agremiação do Município de Santo Antônio de Paduá (RJ). Fundado no dia 12 de Maio de 1927, tem a sua Sede e o Estádio Waldo Carneiro Xavier (Capacidade para 6 mil pessoas), na Rua José Paulo Panaro, s/n, no Centro da cidade. No domingo, do dia 27 de agosto de 1961, o Paduano enfrentou o Botafogo, em amistoso, nos seus domínios, e arrancou um empate em 1 a 1.

PADUANO E.C.      1          X         1          BOTAFOGO

LOCAL: Estádio Waldo Carneiro Xavier, Santo Antônio de Paduá (RJ)

ÁRBITRO: Frederico Padilha

CARÁTER: Amistoso Estadual

PÚBLICO E RENDA: Não Divulgados

PADUANO: Castelo; Roberto e  Nei; Juscelino, Francisco e Marino; Calomen, Geraldo, Grilo (Paulinho), Osvaldo e Homero.

BOTAFOGO: Adalberto (Carlos Viana); Marcelo e Décio Leal (Geraldo); Celso, Zequinha (Luís Carlos) e Carioca); Tião Macalé, Salatiel (Nelson), Camata (Antônio) e Otinho.

GOLS: Grilo aos 11 minutos (Paduano) do 1º Tempo; Camata aos 25 minutos (Botafogo) do 2º Tempo

HISTÓRIA

O clube participou do Campeonato Estadual Fluminense em 1943, quando se classificou na fase inicial. Mas acabou eliminado na terceira fase pelo Goytacaz. Em 1944, chegou à quarta fase do Campeonato Fluminense ao ser eliminado pelo Americano Futebol Clube. Após a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e Guanabara, o clube estreia apenas no Campeonato Estadual da Terceira Divisão  em 1987, sagrando-se campeão e promovido à Segunda Divisão .

Em 1988, disputou a Segunda Divisão, ficando na 11ª posição no primeiro turno e em quinto no segundo turno, não se classificando para a fase final. Em 1989, fica na quinta colocação no primeiro turno e em 13º no segundo turno, não se qualificando para a fase final.

Em 1990, foi o 1º colocado em sua chave na fase inicial, ficando em oitavo na final. Em 1991, os doze melhores colocados da Segunda Divisão do ano anterior, foram deslocados para o Grupo “B” da Primeira Divisão. Os dois melhores em cada turno subiriam para o “A”, composto pela elite, enquanto que deste cairiam dois para o “B” ao término também de cada turno. O Paduano ficou em 11º ao fim do primeiro turno e em quinto ao fim do segundo.

Em 1992, ainda no módulo “B”, o clube ficou em 12º ao fim do primeiro turno e na 11ª posição ao fim do segundo, sendo rebaixado para a Segunda Divisão, que na prática funcionava como uma Terceira. Em 1993, se licencia das competições de âmbito profissional. Volta no ano seguinte na Segunda Divisão. Fica em quinto em sua chave na fase inicial e não se classifica para a seguinte, sendo eliminado.

Licencia-se novamente das competições profissionais. Entra em um período de longa inatividade que perdura bastante tempo. Em 2006, tenciona disputar a Terceira Divisão de Profissionais, mas desiste com a tabela já montada. Seus dirigentes planejaram a sua volta ao profissionalismo, através de uma parceria com a empresa Formação Sports, com a assinatura de um contrato por cinco anos.

Porém, várias irregularidades foram descobertas e a sociedade foi desfeita pelo presidente do clube, Marcos Tobias. Duas semanas após a rescisão contratual, a Formação Sports entrou na justiça contra o clube alegando ter dinheiro a receber. Entretanto, o juiz concedeu ganho de causa ao Paduano. Em 2007, finalmente retorna às competições. Participa da Terceira Divisão, mas fica apenas em quinto na sua chave, não alcançando a seguinte, sendo logo eliminado.

Em 2008, se licencia novamente das competições profissionais promovidas pela FFERJ. Em 2009, tenciona participar do Torneio Otávio Pinto Guimarães de Juniores, promovido pela FFERJ, mas abandona a competição, não comparecendo à primeira partida contra o Olaria Atlético Clube. Em 2012, retornou à disputa do Campeonato Estadual da Série C do Rio de Janeiro.

 

FONTE: Wikipédia – Jornal Luta Democrática

 

E.C. SÃO LOURENÇO      1          X         3          CAMPO GRANDE A.C.

LOCAL: Estádio Jaime Soto Maior, em São Lourenço (MG)

CARÁTER: Amistoso Nacional

ÁRBITRO: Manuel Gama

RENDA: Cr$ 29.870,00

SÃO LOURENÇO: Deco; Duca e João Turco; Silo, Adalberto e Paulinho; Coli, Perácio, José Jorge (Vilela), Pirica e Raimundo.

CAMPO GRANDE: Edmar (Jorginho); Natinho e Vantuil (Harlei); Pereira (Miltinho), Guilherme e Élson; Nelsinho (Naldo), Cláudio (Joel), Julinho, Jaime e Curi (Nelsinho). Técnico: Esquerdinha

GOLS: Raimundo aos 5 minutos (São Lourenço); Julinho aos 18 e 43 minutos (Campusca); Cláudio aos 29 minutos (Campusca) do 1º Tempo

FONTE: Jornal Luta Democrática

 

O Cruzeiro do Sul, de Petrópolis, que vinha de um Tricampeonato Petropolitano (1958, 1959 e 1960), enfrentou a Portuguesa de Desportos (SP), na noite do dia 06 de Abril de 1961, no seu Estádio Euvaldo Lodi. Uma curiosidade está na foto do time posado do Cruzeiro, dando uma ideia de como era o uniforme da agremiação alviverde petropolitana. Infelizmente, o jornal não fez nenhuma menção após essa data sobre o resultado da partida.

FONTE: Jornal Luta Democrática

 

Esta reportagem, além da narrativa do amistoso em si, um fato interessante é um escudo diferente da Associação Athletica Palmeiras, da capital paulistana, de 1929.

 

PS: Para quem desejar ler os textos publicados, caso as letras estejam pequenas, basta dar um ‘Zoom’ até que fique no tamanho desejado.

FONTE: Jornal A Manhã

 

Club Athletico Silex

Fundação: 1921

Sua sede se situava no bairro do Ypiranga, em São Paulo-SP.

Pertencia a Fábrica de Ferro Esmaltado Silex.

Quase todos seus jogadores eram de origem italiana.

No ano de 1923, o Club Athletico Silex e a A. Graphica de Desportos, ambos da 2ª Divisão, foram convidados a participar do torneio eliminatório, que mais tarde viria a se chamar “Torneio Início”.

Club Athletico Silex no ano de 1924

Participou da 2ª Divisão do Campeonato Paulista de Futebol nos anos de 1923, 1924, 1925 e 1928.

Foi campeão da 2ª Divisão nos anos de 1925 e 1928.

Por três vezes participou da Primeira divisão do Campeonato Paulista de Futebol, onde alcançou as seguintes colocações:

1926 (quinto lugar)

1927 (sétimo lugar)

1929 (sétimo lugar)

 

Seu campo era situado na Rua Thabor, no bairro do Ipiranga, e foi inaugurado no dia 28 de março de 1926.

Durante a inauguração ocorreu um festival, onde estiveram em disputa duas taças, a primeira ganha pela Associação Portuguesa de Esportes, que derrotou o Club Athletico Silex por 2 x 1.

A  outra, ganha pelo Sport Club Corinthians Paulista, que derrotou o Sport Club Syrio pelo placar de 5 x 1.

 

Nessa ocasião o Club Athletico Silex apresentou a equipe com a qual conquistara o título da 2ª Divisão no ano anterior: Zico, Moretti e Guarnieri. Simone, Poli e Bertoço. Carmo, Pedrinho, Cavazini, Figueiredo e Cesar.

Em 1930, o Club Athletico Silex  mudou seu nome para Club Esportivo America e disputou o Campeonato Paulista da Primeira Divisão em duas ocasiões:

1930 – 11º lugar

1931 – 13º lugar

Fontes:

revista “a Cigarra”,

jornal “A Gazeta”,

livro “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro;

arte do escudo e dos uniformes: Sérgio Mello

 

Associação Athletica Barra Funda

Fundação: 1922

Sua sede se situava no bairro da Barra Funda, em São Paulo-SP.

Participou da 2ª Divisão do Campeonato Paulista no ano de 1924.

                                            Associação Athletica Barra Funda no ano de 1924

 

No ano de 1927, participou do campeonato da primeira divisão, tendo ficado em 9º lugar.

Nesse ano, na maioria das vezes, a equipe era assim constituída:

José, Amilcar e Maneco. Malavasi, Aldo e Alberto. Mosca, Almeida, Raphael, Medici e Carlino.

Ou assim:

José, Malavasi e Alencar. Almeida, Caserino e Carlos. Perrini, Coronato, Medici, Ratinho e Zuanelli.

 

Os resultados obtidos pela equipe naquele ano de 1924 foram os seguintes:

03/05 – A.A. Barra Funda 0 x 0 E.C. Americano – na Barra Funda

08/05 – C.A. Ypiranga 2 x 1 A.A. Barra Funda – no Ypiranga

22/05 – A. Portuguesa de E. 2 x 1 A.A. Barra Funda – na Portuguesa

05/06 – Santos F.C. 11 x 2 A.A. Barra Funda – na Vila Belmiro

12/06 – S.Paulo Alpargatas 2 x 0 A.A. Barra Funda – no Pq. Antarctica Paulista

26/06 – A.A. Barra Funda 1 x 0 Corinthians F.C. de São Bernardo do Campo – no Ypiranga

03/07 – Palestra Italia 9 x 0 A.A. Barra Funda – no Parque Antarctica Paulista

24/07 – Primeiro de Maio F.C. 1 x 2 A.A. Barra Funda – em São Bernardo do Campo

14/08 – A.A. Barra Funda 1 x 4 S.C. Corinthians Paulista – no Pq Antarctica Paulista

29/08 – C.A. Silex 5 x 1 A.A. Barra Funda – no Ypiranga

 

Fontes:

revista “a Cigarra”,

jornal “A Gazeta”,

livro “O Caminho da Bola” de Rubens Ribeiro;

arte do escudo e dos uniformes: Sérgio Mello

 

Após uma “caçada” longínqua, enfim, consegui encontrar uma das lacunas da minha ‘Lista‘. Trata-se do Sport Club Ideal, que ficava na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Tricolor de Lucas foi Fundado no dia 10 de Março de 1917. Até o final dos anos 30, o campo ficava na Rua Henrique Walter, 34. Posteriormente, passou para a Rua Álvaro de Macedo, 297, ambos em Parada de Lucas. A sua Sede ficava na Rua do Cotovelo (atual: Rua Vieira Fazenda), 65 (sobrado); em 23 de novembro de 1952, se mudou para Avenida Aquiles, nº 593, ambos em Parada de Lucas (antiga Zona Rural) – Zona Oeste do Rio.

PRIMEIRA DIRETORIA:

Presidente: Eugenio Coelho;

Vice-presidente: N. Lima;

1º Secretário: Ranulpho Tavares;

2º Secretário: Campos Cai Mello;

1º Tesoureiro: Fausto Barreto Monteiro;

2º Tesoureiro: Avelino Oliveira;

Capitain General: Edmundo Monunari;

Procurador: José Bastos;

Cobrador: G. Salgado;

Comissão de Sindicância: Julio Villar e Fernando Mello.

INAUGURAÇÃO DO CAMPO

Nos anos 30, o SC Ideal disputou o Campeonato da Associação Carioca, organizado pela Associação Carioca de Esportes Athleticos (ACEA). No domingo, do dia 04 de janeiro de 1931, realizou um Festival, para a inauguração o seu campo, localizado na Rua Álvaro de Macedo, 297, ambos em Parada de Lucas. Na 1ª partida entre o Sport Club Ideal e o Sul América Football Club, terminou empatada sem abertura de contagem.

 

CAMPEÃO INVICTO DA ACEA

Foi Vicecampeão da do Campeonato da Associação Carioca (ACEA), em 1929 e, dois anos depois o Ideal se sagrou campeão invicto do mesmo, em 1931, ao derrotar na última rodada, no domingo, dia 25 de janeiro de 1931, o Belisario Penna F.C. por 2 a 0, nos seus domínios. Os gols foram de Palamone aos 39 minutos do 1º tempo, e Dodó aos 26 minutos da etapa final. Nesta partida, o Ideal não pode contar com o craque José Brasil, lesionado, acabou desfalcando o time.

 

S.C. IDEAL   2          X         0          BELISARIO PENNA F.C.

LOCAL: Campo da Rua Álvaro de Macedo, 34, em Parada de Lucas

CARÁTER: Campeonato da Associação Carioca

DATA: Domingo, dia 25 de janeiro de 1931

ÁRBITRO: Manoel da Costa (Representante do Sul América F.C.)

SC IDEAL: Danilo; Raphael e Palhaço; Virgilio, Ineruza e Brasil; Laudelino, Palamone, Haroldo, Dodó e Augusto. Reservas: Boneco, Antonico e Paulino

BELISARIO FC: Licinio; Evaristo e Henrique; Nogueira, Horácio e Albino; Bina, Mario, Heitor, Anthero e Manduca.

GOLS: Palamone aos 39 minutos do 1º Tempo; Dodó aos 26 minutos do 2º Tempo.

TÍTULOS

Foi campeão do Torneio Início Regional de 1930; Campeão do Torneio Início Liga Leopoldina de 1932; Nos anos de 1932 e 1933, já na Liga Brasileira de Desportos (LBD), Sub-Liga da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos), se sagrou Bicampeão do Campeonato da Segunda Divisão. Em 1933, fechou na liderança com 21 pontos, enquanto o Jardim Football Club, novamente, ficou com o vice, com 20. Em 1934, Vicecampeão da Segunda Divisão de Amadores da Federação Metropolitana de Futebol (FMF); em 1939, o Ideal ficou foi campeão do Torneio Preparatório da F.A.S (Federação Athletica Suburbana), e, depois, no mesmo ano ficou com o vice-campeonato da F.A.S. Campeão do Torneio Quadrangular Rio-Minas de 1956. Em 1966, se sagrou campeão do Torneio Extra, organizado pela LD.

INAUGURAÇÂO DO ESTÁDIO

No domingo, do dia 07 de setembro de 1941, o SC Ideal inaugurou a sua nova Praça de Esportes: Estádio Teotônio Ferreira, enfrentando o Fluminense, às 16 horas (de Brasília). Com lotação esgotada, o Tricolor das Laranjeiras mostrou a sua força, goleando pelo placar de 8 a 1. Cinco anos depois, no dia 18 de Maio de 1946, novo encontro, e nova derrota por goleada: o time misto do Fluminense venceu o Sport Club Ideal por 7 a 1.

Time-base 1932: Danilo; Raphael e Palhaço; Virgilio, Ineruza e Brasil; Cláudio, Palamone, Haroldo, Moreira e Christiano. Reservas: Boneco, Antonico e Paulino

 Time-base 1939: Danilo; Raphael e Alemão; Lama, Amaury e Brasil; Diegnez, Ruy, Veiga, Rato e Peru.

 Time-base 1941: Maneco; Canela e Palhaço; Vinte e Oito, Amaury e Durval; Alfredinho, Ruy, Veiga, Aluizio e Mário.

 

 Time-base 1956: João; Rodela e Tuneca; Djalma, Liliu e Lauro; Waldemar, Té, Binha, Zé Henrique e Hugo.

FONTES: Jornal dos Sports – Fluzão.Info –  A Batalha – Diário de Notícias – Gazeta de Notícias – Diário Carioca –  Imprensa Popular – Luta Democrática – Jornal dos Sports

 

 

INAUGURAÇÂO DO ESTÁDIO

No domingo, do dia 07 de setembro de 1941, o Sport Club Ideal inaugurou a sua nova Praça de Esportes: Estádio Teotônio Ferreira, enfrentando o Fluminense, às 16 horas (de Brasília). Com lotação esgotada, o Tricolor das Laranjeiras mostrou a sua força, goleando pelo placar de 8 a 1. Cinco anos depois, no dia 18 de Maio de 1946, novo encontro, e nova derrota por goleada: o time misto do Fluminense venceu o Sport Club Ideal por 7 a 1.

 

S.C. IDEAL   1          X         8          FLUMINENSE F.C.

LOCAL: Estádio Teotônio Ferreira, em Parada de Lucas

CARÁTER: Amistoso Estadual

DATA: Domingo, dia 07 Setembro de 1941

HORÁRIO: 15h45min.

RENDA: Cr$ 5.151,00

ÁRBITRO: Carlos Gomes Potengy (A.C.D. – Associação de Cronistas Desportivos)

SC IDEAL: Maneco; Canela e Palhaço; Vinte e Oito, Amaury e Durval; Alfredinho, Ruy, Veiga, Aluizio e Mário.

FLUMINENSE: Max; Norival e Renganeschi; Malazzo, Spinelli e Afonsinho; Adilson (Russo), Romeu, Rongo, Tim e Carreiro. Técnico: Ondino Vieira.

GOLS: Spinelli aos 13 minutos (Flu); Tim aos 27 minutos (Flu); Alfredinho aos 39 minutos do 1º Tempo (Ideal). Tim aos 6, 21, 37 e 41 minutos (Flu);  Rongo aos 14 minutos (Flu); Russo aos 33 minutos do 2º Tempo.

 

FONTES: Jornal dos Sports – Fluzão.Info –  A Batalha – Diário de Notícias – Gazeta de Notícias – Diário Carioca –  Imprensa Popular – Luta Democrática – Jornal dos Sports

 

 

Quadrangular Rio-Minas de 1956

Foi inaugurado na noite  de anteontem (sexta-feira, dia 08 de junho de 1956), no campo do Olaria (Estádio Mourão Filho, na Rua Bariri, em Olaria, no Zona do Rio), um interessante Quadrangular entre equipes amadoristas do Rio e de Minas Gerais. As equipes participantes: Nacional, de Rio Branco (MG), Retiro, de Nova Lima (MG), Sport Club Ideal, de Parada de Lucas (RJ), e Leopoldina (RJ).

O jogo inicial do torneio reuniu as equipes do Nacional e do AA Leopoldina, tendo a representação mineira goleado por 5 x 2, depois de vencer a primeira etapa por 2 x 1. Os tentos foram marcados por Mundinho (dois), Carioca, Toninho e Fifi. O goleador do AA Leopoldina, foi Memé, duas vezes. Irregularidade: o juiz expulsou de campo os jogadores Carioca e Salvador, do Nacional, e Jarbas do Leopoldina. As equipes:

NACIONAL: Armandinho; Pino e Salvador; Carlos, Márcio e Maurício; Carioca, Lucas, Tonho, Fifi e Zezé.

LEOPOLDINA: Barradas; Arivaldo e Mauro; Álvaro, Renato e Emílio; Bigal, Patesco, Memé, Joãozinho (Valter) e Jorge (Jarbas).

 

IDEAL 1 X 0 RETIRO

No segundo jogo e último encontro da noite, preliaram as equipes do Ideal e do Retiro, vencendo o primeiro pelo apertado marcador de 1 x 0. O avante Zé Henrique que foi o autor do tento que deu a vitória ao grêmio carioca. As equipes:

S.C. IDEAL: João; Rodela e Tuneca; Djalma, Liliu e Lauro; Waldemar, Té, Binha, Zé Henrique e Hugo.

RETIRO: Souza; Dias e Edgard; Eurides, Fernandes e Ladinho; Suing, Pedro, Binca e Nei.

 

PRÓXIMA RODADA

A próxima rodada do Quadrangular Rio-Minas será disputada hoje (domingo, dia 10 de junho de 1956), no campo do IBGE, entre Leopoldina x Retiro e Nacional x Ideal.

CAMPEÃO O IDEAL DE LUCAS DO QUADRANGULAR RIO-MINAS

O Torneio Quadrangular Rio-Minas, iniciado na última sexta-feira (dia 08 de junho de 1956), foi encerrado na tarde de anteontem (domingo, dia 10 de junho de 1956), no campo do I.B.G.E. (Parada de Lucas) com os jogos entre Leopoldina x Retiro e Nacional x Ideal.

Sagrou-se campeão o clube Ideal de Parada de Lucas, que decidia o título com o Nacional. Esta última agremiação, da cidade mineira de Rio Branco, ficou com o título de vice-líder.

A peleja que decidiu o título teve desenrolar excelente, movimentado e com bom panorama técnico. A vitória do Ideal foi apertado pelo marcador de 2 a 1, o que diz bem do empenho com que os dois quadros procuraram o triunfo.

Os tentos do clube campeão foram consignados por Lauro e , marcando Lucas para o Nacional. Na peleja de decisão, as equipes assim constituídas:

S.C. IDEAL: João; Rodela e Tuneca; Djalma, Liliu e Lauro; Waldemar, Té, Binha, Zé Henrique e Hugo.

NACIONAL: Armandinho; Pino e Salvador; Carlos, Márcio e Maurício; Carioca, Lucas, Tonho, Fifi e Zezé.

 

Na outra peleja do programa, que definiu o 3º lugar, o quadro do Retiro de Nova lima, impôs-se ao Leopoldina pelo marcador de 3 a 2, marcando seus tentos Ladinho, Bianca e Nei. Memé e Jorge assinalaram para o Leopoldina.

 

ARTILHEIROS

3 gols -          Memé (AA Leopoldina);

2 gols -          Mundinho (Nacional);

1 gol -            Jorge (AA Leopoldina); Lauro, Té e Zé Henrique (SC Ideal); Carioca, Lucas, Toninho e Fifi (Nacional); Ladinho, Bianca e Nei (Retiro).

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1º        SC Ideal        4 Pontos;

2º        Nacional       2 Pontos (saldo de dois gols);

3º        Retiro             2 Pontos (saldo zero);

4º        Leopoldina   0 Ponto.

FONTES: Imprensa Popular – Luta Democrática – Jornal dos Sports

 

A Associação Atlética Portuguesa é uma agremiação do Bairro da Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A ideia de Fundação surgiu após os empresários do ramo de sacos vazios e usados Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, em excursão a Santos (SP), no dia 13 de novembro de 1924, terem conhecido a Portuguesa Santista.

Nessa visita, os empresários disputaram, com seus colegas e empregados, uma partida de futebol amistosa com os representantes daquela cidade, que trabalhava no mesmo ramo. O resultado do jogo foi 1 a 1 e serviu de incentivo para a fundação da Portuguesa-RJ, uma vez que a maioria dos participantes do jogo eram portugueses e, ainda vários (da cidade de Santos), eram simpatizantes da Portuguesa Santista.

De volta ao Rio, resolveram se organizar para um “jogo contra”. Foi quando que, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Gomes Teixeira (primeiro presidente ratificado pelos estatutos de 2 de janeiro de 1925), patrões e empregados do ramo de sacaria fundaram um Clube também chamado Associação Atlética Portuguesa. A primeira sede foi na rua Visconde de Itaúna, 201, no centro da cidade (rua extinta para abertura da avenida Presidente Vargas, nos anos 40).

Apesar de ter sido fundada para prática do futebol em 1924, a Associação Atlética Portuguesa somente se filiou a uma liga em 1926. Isso aconteceu na Liga Brasileira de Desportos (LBD), que era uma sub-liga da entidade principal, a Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), que norteava o futebol carioca na ocasião.

CONQUISTAS

A equipe insulana participou dos campeonatos da primeira divisão de 33 e 34, na Associação Metropolitana de Esportes Athléticos – AMEA, de 35 e 36, e na Liga Carioca e como agregada, em 1937, na Liga de Futebol do Rio de Janeiro. A Portuguesa chegou a ser campeã na Associação de Futebol do Rio de Janeiro, em 1939. Já em 1949, se filou ao Departamento Autônomo e participou dos seus primeiros campeonatos, voltando ao cenário principal do futebol em 1953.

A Portuguesa também teve as suas façanhas internacionais. A equipe fez excursões à Europa em 1955, 56, 68, 69. Nesse último ano, venceu o Real Madri por 2 a 1, no Santiago Bernabeu. A equipe possui mais de 130 jogos internacionais. Outro momento histórico ocorreu em 1976, quando a Portuguesa se sagrou campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

Fases marcantes da Lusa após 1953:

• 1955 - Primeira excursão internacional a Europa e Israel. Foram 13 vitórias, cinco empates e quatro derrotas.
• 1956 – Grande excursão à Europa e África. Nessa campanha, jogou no estádio de Leningrado, na Rússia. Obteve seis vitória, nove empates e 16 derrotas.
• 1969 – Vitória sensacional sobre o Real Madri por 2 a 1, gols de Miguel.
• 1969 – O bicampeão mundial Edwaldo Izídio Netto, o Vavá, “Leão da Copa”, encerrou a sua carreira na Portuguesa.
• 1976 – O grande resultado do Benfica, de Portugal, em São Januário, no dia 13 de agosto, quando venceu a equipe lisboeta por 3 a 1, gols de Bruno, Albedã e Carlinhos.
• 1996 – Campeã do Torneio Ivan Drumond
- Campeã do Modulo Especial
• 2000 – Campeã da Série A2 (2ª Divisão)
- Campeã da Copa Rio
• 2003 – Campeã da 2ª Divisão

 

Jogos Históricos

10/Junho/1956 – Wisla Kraków 2 x 4 Portuguesa-RJ – Kraków (Polônia).
18/Junho/1956 – Dinamo Moscow 1 x 1 Portguesa-RJ – Moscow (Rússia).
02/Agosto/1968 – TP ENGLEBERT(*) 1 x 3 Portuguesa-RJ – Kinshasa (Congo).
04/Setembro/1969 – Real Madrid 1 x 2 Portuguesa-RJ – Estádio Santiago Bernabeu.
13/Agosto/1976 – Portuguesa-RJ 3 x 1 Benfica (POR) – Rio de Janeiro.

Títulos
• Estaduais
Campeonato Carioca – Série B (1996, 2000 e 2003)
Copa Rio: (2000)

• Outros Torneios Estaduais
Taça Ivan Drumonnd: 1996.

• Categorias de Base

Copa Light Sub-13: 2007;
Copa Luiz Mendes Sub-13: 2011;
Copa Paquetá Sub-15: 2011;
Campeonato Carioca Sub-15 – Série Especial: 2011;
Copa SEC Fiocruz Sub-20 (Atuando com a equipe Sub-16): 2011;
Troféu Luiz Mendes – Sub-13: 2011;
Copa Dinamite/Campo – Sub-13: 2012;

 Torneios Internacionais
Torneio Octávio Pinto Guimarães: 1976;
Vice-Campeão Trofeo Ciudad Bahía de Cartagena (Cartagena): 2001;
Torneio Internacional Brasil-Angola: 2002.

Jogadores famosos

Luizinho das “Arábias”, Jerry, Mario Breves, Inaldo, Neca, Foguete, Lua, Zezinho. No final de carreira, jogaram na Portuguesa: Otávio, Carlyle Sabará (64), Zózimo (65), Vavá (69), Escurinho (69/70).

Técnicos famosos: Zoulo Rabelo, Flávio Costa, Gentil Cardoso, Daniel Pinto, Lourival Lorenzi, Mário Vianna, Paulo Amaral, Paulo Emílio, Sérgio Cosme e Denoni Alves.

PS: Para quem desejar ler os textos publicados, caso as letras estejam pequenas, basta dar um ‘Zoom’ até que fique no tamanho desejado.

 

FONTES: Site do clube – Livro “Vai dar Zebra”, de José Rezende e Raymundo Quadros – Jornal Luta Democrática

 

O Itaguaí Atlético Clube é uma agremiação do Município de Itaguaí (RJ). O Azulão foi Fundado no dia 18 de Dezembro de 1947. A sua Sede e o Estádio Benedito Amorim (Capacidade para 1 mil pessoas) ficam localizados na Rua Manoel Bento de Souza, Itaguaí, s/n, no Bairro do Engenho, em Itaguaí.

Após quatro décadas disputando Campeonato Citadino, o Itaguaí decidiu disputar a esfera profissional. Então, debutou no Campeonato Carioca da 3ª Divisão de 1987. Ficou em último em sua chave na fase de classificação, sendo logo eliminado da competição.

Em 1988, se classifica em terceiro na primeira fase, chegando à segunda. Nesta, consegue o 1º lugar, superando União Esportiva Coelho da Rocha e Frigorífico Atlético Clube. Na fase semi-final, porém, é superado pelo América Futebol Clube, de Três Rios, que chega à final e é superado pelo União Nacional Futebol Clube.

Time posado de 1955

Em 1989, fica em sétimo lugar na sua chave e é precocemente eliminado do restante da competição. Em 1990, faz o seu último campeonato como equipe profissional. Se classifica em quarto na primeira fase, chegando à fase final. Termina na quinta colocação geral do campeonato. Após esse período de intensas disputas, o clube de Itaguaí abandona as disputas de caráter profissional, voltando-se apenas para os certames organizados pela liga amadora de sua cidade.

Grandes jogadores já vestiram a camisa do Itaguaí A.C. dentre eles podemos destacar: Vitor Hugo Uebe (Goleiro), Felipe Ariel Villalon (Zagueiro) e Roniérison Aparecido “Roni” (Meio-campo), Richard (Atacante). A de se destacar também o trabalho do lendário treinador, Marco Queiroz, ou simplesmente, “Feijão“.

Que tem como um de seus principais feitos como treinador do I.A.C, a descoberta desses três craques (Vitor, Felipe e Roni), que além de ídolos são também exemplos para os mais jovens. Sobre o futuro, o clube tem planos de retornar a participar da Terceirona.

 

FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook – Jornal Luta Democrática

 
Findava o século XIX, e logo no início do século XX, na virada do século, o futebol havia chegado a Ponte Nova, Minas Gerais, quando surgiram no Rio de Janeiro os grandes clubes.Pontenovenses que lá estudaram trouxeram o gosto e as regras que organizavam os bate-bolas.

E assim; Juventino Domenici, o quinto filho, nascido do Italiano Gabrielo Domenici, que estudava desde o início do século XX, teologia católica apostólica romana, em seminário na cidade de Mariana, e havia ido ao Estado do Rio de Janeiro, para cursos de especialização e capacitação religiosa, desistiu da vocação clerical no décimo primeiro período de tal matéria, e retornou para a terra natal, Ponte Nova, Minas Gerais, e trouxe consigo, os ideais de fundar na cidade um time do tal esporte, e a tiracolo, as regras do foot-ball, esporte que a colônia inglesa, havia implantado no final do século XIX, nas terras fluminenses.

            JUVENTINO DOMENICI

Em Ponte Nova, Juventino, juntamente com o irmão Geraldino Domenici, encontraram terreno fértil entre os filhos dos comerciantes brasileiros, e os “oriundis”, filhos colônia italiania, de Ponte Nova, abundantes nas primeiras atas do Macuco, como era, e ainda a é, conhecida, a gloriosa Sociedade Esportiva, Primeiro de Maio.

GERALDINO DOMENICI

“Domenici, Bettino, Bonfatti, Dinelli, Delucca, Iacommini, Parentoni, Travisani, Garavini, Garbazza, Piazza, Padovani, Trivellatto, Carboni, Zambonni, Zanvianni, dentre muitos outros.
Surgiram os grandes clubes de futebol de Ponte Nova, e em 1918 foi fundado, o 1° de Maio Foot-Ball Club, o seu primeiro nome, na antiga Rua da Olaria n° 09, por Geraldino Domenici, utilizando as dependências de sua residência como a primeira sede do clube, e na Rua Santo Antônio, um pouco mais á frente, o primitivo campo de futebol.
Ainda em 1919, com recursos próprios, o presidente e seu vice, Geraldino Domenici e o irmão Juventino Domenici, adquiriram por 650$000 (seiscentos e cinqüenta mil réis), nas proximidades da Rua da Olaria, parte de um terreno em que edificava uma casa e uma satisfatória gleba de terra, que serviu durante algumas décadas do século XIX, ao Exército Brasileiro, para a desenvoltura
das maneabilidades do Tiro de Guerra, e o anexaram ao terreno situado ao lado, onde edificava o antigo campo de futebol, doado anteriormente ao clube, pelos proprietários, irmãos Domenici, aumentando assim o espaço para feitura de um novo campo e local para abrigar as torcidas em dias de jogo.
Documentos antigos do Clube comprovam, que a diretoria composta pelo presidente geral e o vice, os irmãos, Geraldino Domenici e Juventino Domenici, filhos do italiano Gabrielo
Domenici, e, sobrinhos de Luigi e Silvestro Domenici, em novembro de 1919, promoveram uma campanha pela cidade, onde houve a distribuição, de diversas; solicitações, feitas em gráfica, de filiações e inscrições, com o escopo de aumentar a quantidades de afiliados da entidade, e com isso, concretizar, de maneira expressa, a construção da praça de esportes do 1º de Maio Foot-Ball Club, já que possuíam um terreno para tal.
O mais antigo documento de aquisição patrimonial da entidade data-se de 30 de novembro de 1919, dando conta do então presidente Geraldino Domenici, adquirindo pela quantia de 35$000 (trinta e cinco contos de réis), uma bola pneumática á cadarço, no comércio de nome “Depósito de Calçados Ideal, que funcionava á Rua Doutor João Pinheiro n° 170, de propriedade de David Antônio, aliás; um dos associados do clube.
O segundo documento, mais antigo, da conta ainda da ousadia da então presidência geral, comandada pelos irmãos Domenici, ao tomarem como empréstimo a significante quantia de 1.000.000$000 (Hum mil contos de réis), de outro italiano Giovanni Dinelli, conhecido popularmente na cidade por João Dinelli a 1% ao mês até o seu total embolso, com a dívida paga em 22 de dezembro de 1922.
Com a quantia tomada como empréstimo em novembro de 1919, o então presidente geral Geraldino Domenici e seu irmão Juventino Domenici como vice, ergueram a praça de esportes do clube, que foi inaugurada, 02 de maio de 1922, aos exatos seis meses, após a contração por empréstimo, da significante quantia pecuniária.
Geraldino Domenici presidira com presteza e dedicação, o então esquadrão carijó, como era conhecido o clube, pela população da zona mata mineira, até o ano de 1935, época, em que aos 17 de outubro daquele ano, criou, publicou e fez-se aprovar, o primeiro estatuto da entidade, que esboçava em seu artigo 1° (primeiro), os primitivos ideais dos “oriundis” italianos, que em nome da democracia desportiva social, fundaram o clube de futebol 1° de Maio, na cidade de Ponte Nova Minas Gerais.
É importante clarividenciar, que alguns anos antes da criação da entidade 1° de Maio pela colônia italiana de Ponte Nova, havia, sido fundada, pela aristocracia local, o Pontenovense Foot-Ball Club, em que os requisitos primordiais, exigidos na época, para filiar-se a entidade na condição de sócio ou de atleta, “que o então sócio pretendente”, não fosse negro, ou, e, afro mestiço, indígena, ou “oriundi” italiano ou de qualquer outra nacionalidade, que não fosse: a portuguesa, ou seus ascendentes brasileiros, caucasoides.
Relembrando que os fundadores, do então Club de Foot-Ball aristocrata, “Pontenovense”, foram os ascendentes dos grandes latifundiários, do século XIX, época do apogeu mundial, dos donos das usinas açucareiras de Ponte Nova, que possuíam naqueles tempos, grandes levas de escravos, e que após a promulgação da Lei Áurea pelo Império Luso Brasileiro, foram os responsáveis por contratar os imigrantes europeus, em sua maioria, italianos, para suprirem a mão de obra afro/escrava, então extinta em 13 de maio de 1888.
Neste norte, em 17 de outubro de 1935, Geraldino Domenici e seu irmão Juventino Domenici, perpetuaram no estatuto do 1° de Maio Foot-Ball Club, seus ideais democráticos, e da colônia italiana de Ponte Nova, e dos “oriundis” fundadores; Bettino, Bonfatti, Dinelli, Delucca, Iacommini, Parentoni, Travisani, Garavini, Garbazza, Piazza, Padovani, Trivellatto, Carboni, Zambonni, Zanvianni, dentre muitos outros.

Galeria de fotos dos presidentes em 100 anos de criação do clube
Assim ficou o artigo 1°, do estatuto da entidade 1° de Maio Foot-Ball Club, que passou a se chamar: “SOCIEDADE ESPORTIVA, PRIMEIRO DE MAIO”.“Sociedade, Esportiva Primeiro de Maio”, fundada em Ponte Nova, Minas Gerais, aos 06 de julho de 1918, se compõe de sócios em número ilimitado, sem distinção de nacionalidade, etinia, opiniões políticas, ou, crenças religiosas, e se destina a promover, estimular e promover a prática de todos os esportes e exercícios atléticos, especialmente ao jogo de Foot-Ball, organizando partidas, concorrendo, ás, organizadas por organizações congêneres, e realizando, quaisquer festas de caráter desportivo social”.
Devido aos ideais sociais de seus fundadores, o esquadrão carijó, ou macuco, como é conhecido carinhosamente pela sua grande torcida, o 1° Maio, passou a ser o clube da preferência pontenovense, e de seu grande celeiro de formação de craques do futebol, surgiram figuras lendárias, como na década de 1930, ainda nos primórdios do clube, o atleta José Silva, conhecido como “Zé Pretinho”, Jaci Lopes e Geraldo Simforim.

Nos anos de 1940, o foi a vez de brilhar pelos campos da zona mata mineira, envergando a gloriosa camisa alva e negra do esquadrão carijó, o lendário Rui Procópio, ponta esquerda habilidoso, super atleta, que inclusive casou-se com a Senhorita Yone Domenici, filha de Leonor Adalgisa Crivelari Domenici e Gabriel Domenici, este último, irmão mais novo de Geraldino Domenici e de Juventino Domenici, presidente e vice do Esquadrão Carijó.

Ruy Procópio, o primeiro agachado da direita para á esquerda

“O Miudinho da Canhota”

O Miudinho da Canhota, a um passe de Lauro, Ruy Procópio avança Colado, o couro aos pés, o olhar atento, Dribla um, dribla dois, depois descansa como a medir o lance do momento. Vem-lhe o pressentimento; ele se lança mais rápido que o próprio pensamento, dribla mais um, mais dois; a bola trança feliz, entre seus pés – um pé de vento! Num só transporte, a multidão, contrita em ato de morte se levanta e grita seu uníssono “UUUUUU”, canto de esperança. Ruyzinho, Ruy Procópio, o miudinho da canhota, escuta e atende: Gôooool! É pura imagem: um “R” que chuta a bola em “U”, como o grito da galera, dentro da meta, em “Y”, em homenagem a suaYONE amada, . É pura dança, é Ruy, o Procópio, o craque goleador, aquele; que a plateia do macuco encantou, e no vídeo tape do tempo a história gravou.

Marcos Domenici

o craque de futebol Rui Procópio, ao fundo fumando cigarros, ao lado da esposa Yone Domenici e dos filhos: Ruimar, Ricardo Luis, Rogério, Roberto, Renato, Risa Maria, Ronaldo, Ana Leonor, Renilda e Rina Domenici. 

Ruy Procópio, já idoso

Ruy Procópio, já idoso, com os familiares

Balada de n° 07, composta, cantada e oferecida ao saudoso Mané Garrincha, pelo grande cantor Moacir Franco, eu, Marcos Domenici, autor deste Blog, ofereço-a ao saudoso e grandioso RUY PROCÓPIO
Leonor Crivellari Domenici e Gabriel Domenici pais de Yone Domenici

Yone Domenici esposa de Ruy Procópio
Desta feliz e ilibada união nasceram os seguintes Domenici: Ruimar, Ricardo Luis, Rogério, Roberto, Renato, Risa Maria, Ronaldo, Ana Leonor, Renilda e Rina Domenici.
Filhos de Ruy Procópio e Yone Domenici
Filhos de Ruy Procópio e Yone Domenici
Já nos anos 1960 e 1970, surgiram os craques Lauro e Reinaldo, figuras legendárias, de renome nacional e internacional, reveladas nos quadros de base do Esquadrão Carijó.
Reinaldo defendeu as cores do Clube Atlético Mineiro e da Seleção Brasileira nos anos 70, e o atleta Lauro, defendeu também as cores do Clube Atlético Mineiro e do São Paulo Futebol Clube.
Assim; ás vésperas de completar um centenário de glória desportiva e social, a Sociedade Esportiva, Primeiro de Maio, de Ponte Nova, Minas Gerais, aniversariar-se-á juntamente com a participação centenária da família Domenici, e de diversos outros “oriundis” da colônia italiana local, na criação, ascensão e democratização esportiva social brasileira, pioneira em uma época, de pouca cultura, e de outorgados luso/aristocráticos dogmas, pragmas e estereótipos sociais, políticos, religiosos e raciais, fundando, e, abrindo as portas da entidade desportiva, aos excluídos sociais.
E por fim; dê; vivas! A estes pioneiros desbravadores, que deixaram a Itália em meados do século XIX, com tudo o que vivera na infância, e parte da juventude, para aqui aportar, com poucas vestes em trajes, muitas até em trapilhos, e com a paupérrima mobília, trastes; trazidos amontoados em sacos, más; aqui, como tantas outras famílias imigrantes, com inteligência, senso de igualdade social, vontade magnânima de trabalhar e de vencer, fizeram história nestas terras tupiniquins, e assim fez a família Domenici, com a histórica fundação do 1° de Maio Foot-Ball Club em 1918, perpetuou-se no esporte Pontenovense, impusionando para posteridade histórica deste vasto país, a Famiglia Domenici di Luca Gioviano, Comune di Borgo a Mozzano, Toscana, Italia, na figura dos patriarcas Gabrielo, Luigi e Silvestro Domenici e os seus ascendentes.
FONTES: Marcos Domenici –  Documentos e atas de fundação do Clube –  Matérias de jornais da época - Relatos de historiadores contemporâneos – Blog – Famiglia Domenici
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