Nome: Gonçalo Paes da Conceição
Nascimento: 16/06/1942 – Cuiabá (MT)
Posição: Zagueiro
Período em que jogou: 1956/58 Cruzeiro; 1959/61 Campinas; 1961/66 Atlético; 1966/68 Operário; 1969/71 Dom Bosco; 1972 Operário; 1973 Palmeiras

Gonçalo foi zagueiro e jogou por diversos clubes de Cuiabá, sendo campeão cuiabano em 1967/68/72 (Operário) e 1971 (Dom Bosco).

Fonte:  Arquivo Pessoal
 
Nome: Benedito Severo Gonçalves
Nascimento: 06/11/1926 – Cuiabá (MT)
Posição: Atacante
Período em que jogou: 1941/49 Mixto; 1949/50 Atlético (MG); 1950 Uberlândia; 1951/58 Mixto

O atacante Leônidas é até hoje, por muitos, considerado o maior centro avante de todos os tempos do futebol de Mato Grosso. Benedito Severo Gonçalves ganhou o apelido numa partida do Mixto em que ele deu uma bicicleta, jogada do famoso Leônidas da Seleção Brasileira. Daí em diante o nome pegou. Em 1949 foi para o Atlético Mineiro onde disputou apenas oito jogos e marcou um gol. Teve ainda uma passagem rápida pelo Uberlândia (MG). Em 1951 voltou para o Mixto e encerrou a carreira em 1958. Foi campeão cuiabano em 1945/47/48/49/51/52/53/54. Atuou também como árbitro e depois foi técnico. Fez parte da Seleção Matogrossense que foi campeã da Chave Norte do Campeonato Brasileiro em 1952. Integrou várias vezes a Seleção Cuiabana.

 
Fonte: Arquivo Pessoal
 
Nome: Manoel Vital de Campos
Nascimento: 28/04/1934 – Cuiabá (MT)
Posição: Lateral-equerdo e Center -half
Período em que jogou:1952/54 Palmeiras; 1955/62 Atlético; 1963/66 OperárioVital iniciou a carreira no Palmeiras do Porto em 1952 de onde saiu em 1955 para defender as cores do Atlético Matogrossense, e viver com outros craques a melhor fase da história do galo cuiabano. Pelo novo clube venceu os campeonatos cuiabanos de 1955/56/57/60. Em 1963 foi contratado pelo Operário e formou o Rolo Compressor, vencendo o campeonato de 1964 e o Torneio dos Campeões. Encerrou a carreira em 1966. Convocação certa nas Seleções Cuiabana de sua época.

 
 
 
 
Fonte: Arquivo Pessoal 
 
Nome: Elzio Saldanha
Nascimento: 02/08/1946 – Cuiabá-MT
Posição: Goleiro
Período em que jogou: 1959/63 Palmeiras; 1963/67 Operário; 1968/76 Dom Bosco; 1976/79 União de Rondonópolis
 
 
Grande goleiro da história de Mato Grosso. Iniciou sua carreira cedo, aos 13 anos nos aspirantes do Palmeiras do Porto, indo para o Operário em 1963 e neste time formar o chamado Rolo Compressor que ganhou o Campeonato Cuiabano de 1964 e o Torneio dos Campeões do mesmo ano. Pelo tricolor ganhou ainda o 1º Campeonato de Profisisonais em 1967. No ano seguinte foi para o Dom Bosco e ficou no azulão até 1976, quando foi contratado pelo União de Rondonópolis e encerrou a brilhante carreira em 1979. Venceu também o Campeonato Cuiabano de 1971 (Dom Bosco)
 
 
 
FONTE: Arquivo Pessoal
 
Nome: Ruiter Jorge de Carvalho
Nascimento: 23/12/1942 – Jataí (GO)
Posição: Meia
Período em que jogou: 1958 A.E. Jataiense; 1959 Alto Araguaia; 1959/61 Mixto; 1962 Prudentina; 1963/64 Barretos; 1965/72 Mixto; 1973/74 Operário (VG); 1975/76 União; 1976 Operário (CG); 1977/78 Mixto; 1979 Operário (VG)
 
 
 Ruiter o maior camisa 10 da história do futebol de Mato Grosso, iniciou sua carreira em 1958, jogando pelo Jataiense de Goiás e em 1959 foi contratado para jogar no Alto Araguaia, clube que fez vários amistosos contra equipes de Cuiabá, inclusive foi em destes amistosos que Ruiter chamou a atenção do Mixto. No dia 23 de abril de 1959, Ruiter estreou com a camisa alvinegra, em partida amistosa contra o São Cristóvão, do Rio de Janeiro, no estádio Presidente Dutra. Daí por diante, o jogador fez sua trajetória vitoriosa pelo Mixto, onde permaneceu mais tempo (13 anos) ganhando 05 campeonatos Cuiabanos (1959/61/65/69/70) e foi artilheiro em três oportunidades. Pelo Operário de Várzea Grande ganhou o Campeonato Mato-grossense de 1973. Por diversas vezes no Mixto, Ruiter além de jogador assumia a função de técnico do time. Seu forte era as cobranças de falta, das quais surgiram inúmeros gols. Quem o viu jogar garante que ele foi o maior de todos os tempos.
 

FONTE: Arquivo de Ruiter Jorge de Carvalho
 
Nome: Benedito Hilário de Carvalho
Nascimento: 31/12/1916
Posição: Zagueiro
Período em que jogou: 1941/42 Americano; 1943 Mixto; 1944 Dom Bosco; 1945/47 Americano; 1948 Paulistano; 1949 MotoBenedito Hilário de Carvalho, ou simplesmente Gato, foi jogador de futebol na década de 1940 e após encerrar a carreira tornou-se árbitro. Foi campeão Cuiabano de 1941 e 1942, pelo Americano e por diversas vezes integrou a Seleção Cuiabana. Entre 1968 e 1972 foi vereador de Cuiabá.

 
 
 
FONTE: Arquivo Pessoal
 
Nome: Manoel de Aquino Filho
Nascimento: 08/06/1946 – Poxoréu (MT)
Posição: Centro-Avante
Período em que jogou: 1963 Atlético; 1964/66 Mixto
 
Lito teve a carreira curta no futebol, porém marcante e cheia de histórias para contar. Saiu do Colégio dos Padres em 1963 para o Clube Atlético Matogrossense. Em 1964 foi para o Mixto, período em que surgiu duas oportunidades junto ao São Paulo F.C e Botafogo do Rio com passagem na mão, contudo por não receber o aval matriacal em razão da menor idade e a necessidade com os estudos que era a prioridade na época. Em 1967 foi para Goiânia terminar os estudos, encerrando assim a rápida carreira como jogador. Foi campeão Cuiabano de 1965 pelo Mixto.
 
 
 
 
FONTE: Arquivo Pessoal de Manoel de Aquino Filho
 

Faro de gol apurado, perspicácia, técnica e inteligência. Estas eram algumas das qualidades de Antoninho Justiniano, um dos grandes nomes que vestiram a camisa do Marcílio Dias na década de 1980. Natural de São Paulo, onde nasceu em 7 de agosto de 1954, o atacante começou a carreira no Saad de São Caetano do Sul e chegou ao Gigantão das Avenidas em 1981, contratado pelo então presidente Delfim de Pádua Peixoto Filho.

Antoninho em ação pelo Marinheiro: goleador implacável

Embora fosse meio-campista de origem, Antoninho atuou em algumas temporadas como centroavante e foi um dos principais goleadores do time entre 1982 e 1985. Somente no ano de 1982 foram 24 gols. No período em que defendeu o Marcílio Dias, atuou ao lado de outros jogadores que ficaram marcados na memória da torcida rubro-anil, tais como Leleco, Careca e Veiga, entre outros.

Antoninho foi uma das figuras da equipe campeã da Taça FCF 60 Anos, em 1984. Coube a ele marcar o gol do título, na vitória por 2 a 0 sobre o Avaí, em 15 de abril daquele ano, no Estádio Hercílio Luz. Naquela competição, que reuniu os principais clubes do futebol catarinense da época, o time base do Marinheiro era formado por Mauro; Ari Marques, Jorge, Gilberto e Luiz Fernando; Rosa Lopes, Osmarzinho e Antoninho; Anderson, Jair e Veiga.

Campeões da Taça FCF 60 Anos. Antoninho é o último da esquerda para direita

Além do Saad e do Marcílio, Antoninho também jogou no Novo Hamburgo (1984) e Inter de Lages (1986), entre outros clubes. Atualmente, reside em São Paulo.

Nome: Antoninho Justiniano
Nascimento: 7 de agosto de 1954, São Paulo (SP)
Posição: Atacante
Período no Marcílio Dias: 1981-1985

FONTE

Baú do Marcílio - http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 
Nome: Benedito Luiz de Aguiar
Nascimento: 02/06/1924 – Cuiabá-MT
Posição: Goleiro
Período em que jogou: 1940/42 Americano; 1943/54 e 1956/58 Mixto e 1955 Dom Bosco
 
Dito Gasolina iniciou a carreira jogando pelo extinto Americano em 1940, sendo campeão cuiabano nos dois anos seguintes. Em 1943 foi para o Mixto e se tornou um dos maiores goleiros da história do clube. É também um dos jogadores que mais tempo ficou no alvinegro. Por diversas vezes foi convocado para as seleções cuiabanas (campeão estadual em 1943 e 1949) e matogrossense (com diversas participações no Brasileiro de Seleções).  Títulos: Campeão Cuiabano de 1941/42 pelo Americano e 1945/47/48/49/51/52/53/54 pelo Mixto.
 
 
 
 
FONTE: Página no Facebook “Futebol Cuiabano” 
 
Nome: Uir Hermógenes de Castilho 
Nascimento: 19/04/1925 – Cuiabá-MT
Posição: Zagueiro
Período em que jogou: 1941/42 Paulistano; 1943/52 Mixto; 1953/56 Palmeiras e 1957/58 XV de Novembro
 
Uir foi um dos primeiros grandes jogadores da história de Mato Grosso. Foi campeão Cuiabano em 1945/1947/1948/1949/1951/1952 (todos pelo Mixto). Integrou diversas vezes a Seleção Cuiabana, sagrando-se campeão estadual de seleções em 1943 e 1949. Após encerrar a carreira de jogador, tornou-se um árbitro de grande prestígio. Faleceu em meados da década de 60.
 
 
 
 
 
FONTE: Página no Facebook “Futebol Cuiabano” 
 
Nome: Althair Caetano da Silva
Nascimento: 24/01/1935 – Cuiabá-MT
Posição: Atacante
Período em que jogou: 1955/56 Palmeiras; 1957/58 Dom Bosco; 1959/61 Atlético; 1962/63 Dom Bosco; 1964/69 Operário e 1970 Real Madrid
 
 
 
 
Fião, grande atacante que brilhou nos gramados de Mato Grosso entre 1955 e 1970. Foi artilheiro do Campeonato Cuiabano por 03 vezes (1962/65/66) e ganhou os títulos cuiabano de 1958/63 (Dom Bosco), 1960 (Atlético), 1964/67/68 (Operário) e campeão dos campeões de 1964 (Operário). Em fevereiro de 1963, pelo segundo turno do campeonato do ano anterior, Fião conseguiu a façanha de fazer 10 gols na partida em que seu clube, o Dom Bosco, venceu o XV de Novembro por 12 a 0. Não há registro de quantos gols o atacante fez em toda sua carreira, mas há uma estimativa de que passou dos 200. 
 

FONTE: Página no Facebook “Futebol Cuiabano” e Jornal O Estado de Mato Grosso

 
Nome: Glauco Marcelo de Almeida
Nascimento: 04/09/1946 – Cuiabá-MT
Posição: Zagueiro
Período em que jogou: 1961/62 Campinas; 1963/65 Mixto; 1966/68 Operário; 1969/72 Mixto e 1973 Dom Bosco.
 
Considerado por muitos como o maior zagueiro da história do futebol cuiabano. Foi campeão cuiabano em 1965/69/70 pelo Mixto e 1967/68 pelo Operário. Problemas no joelho fizeram com que Glauco encerrasse a carreira prematuramente, aos 27 anos. Hoje dedica-se a resgatar a história do futebol cuiabano através de fotos dos clubes.

 

FONTE: Página no Facebook “Futebol Cuiabano”

 

Edir com a camisa do Marcílio Dias em 1965

Todo mundo sabe que Pelé iniciou a carreira no interior de São Paulo, precisamente na equipe juvenil do Bauru Atlético Clube, o Baquinho. O que pouca gente sabe, porém, é que além do menino que viria a se tornar o Rei do Futebol, aquele time também tinha um volante alto, forte, que jogava com raça e ao mesmo tempo com classe. E que fez história no futebol de Itajaí, onde reside até hoje.

Edir Alves tem muita história para contar. Filho de Crizanto Alves, jogador do Noroeste de Bauru, Edir nasceu naquela cidade em 9 de abril de 1939. Depois de passar pelo juvenil do Baquinho, foi para o Noroeste, onde conquistou uma vaga no time titular aos 17 anos e não tardou para despertar o interesse de grandes equipes.

Nos anos 1960, Edir resolveu provar a sorte no Sul do país. Jogou no Londrina e depois no Coritiba, ambos do Paraná. Mas o seu destino estava traçado com Santa Catarina. Certo dia, dirigentes do Marcílio Dias visitaram o Coxa em busca de reforços para o Marinheiro. “Eles precisavam de um zagueiro. Eu não era zagueiro, era volante, mas o então treinador do Coritiba disse que eu jogava em qualquer posição e o Marcílio Dias me contratou”, recorda.

Era o ano de 1964. Edir Alves chegou a Itajaí e logo se transformou num ídolo da torcida marcilista, graças ao seu bom futebol e ao seu bom caráter, que não foi abalado nem quando trocou o Marcílio pelo seu maior rival, o Clube Náutico Almirante Barroso. Edir explica como aconteceu. “Era a semana do início do campeonato e eu estava me preparando com meus companheiros do Marcílio. Depois do treino, fui procurado por um homem. Ele disse que o diretor do Barroso, seu Hélio Caldas, queria falar comigo”.

Edir conta que, mesmo ressabiado, foi ao encontro do cartola do clube rival, num restaurante onde hoje funciona o hotel Caiçaras. “Seu Hélio Caldas me fez uma proposta irrecusável. No princípio não acreditei que ele pagaria o que prometeu, mas ele colocou o dinheiro vivo em cima da mesa”. Edir não teve outra opção. “Conversei com os diretores do Marcílio e eles entenderam, pois não tinham como cobrir aquela oferta e eu era um profissional”, diz. “O curioso é que treinei a semana toda com o Marcílio e no domingo joguei pelo Barroso”.

Mesmo tendo deixado o Marinheiro para jogar pelo rival, Edir continuou sendo respeitado pela torcida rubro-anil, sentimento conservado até os dias de hoje. “As pessoas me paravam na rua, mas eu explicava e elas compreendiam. Afinal, sabiam que eu era um profissional. Nunca tive nenhum problema com a torcida, seja no Marcílio ou no Barroso”.

No Almirante Barroso, Edir Alves jogou dois anos (1965 e 1966), antes de ir para o Palmeiras de Blumenau e encerrar a sua carreira profissional no Flamengo de Caxias do Sul (RS), o atual Caxias. Depois de pendurar as chuteiras, Edir Alves continuou jogando futebol nas peladas da cidade. Só parou neste ano, por culpa do joelho. “Levei uma pancada forte no joelho direito e ele começou a doer sempre que eu jogava, por isso resolvi parar de brincar. Afinal, já tenho 66 anos”. Por outro lado, ele não quis mais saber de se envolver profissionalmente com o esporte. Teve uma rápida experiência como treinador do Barroso, ainda em 1970, mas depois não se interessou em seguir a carreira de técnico.

FOTO

http://baudomarcilio.blogspot.com.br

FONTE:

Adaptado do texto original publicado no blog “Baú do Marcílio” – http://baudomarcilio.blogspot.com.br

 
O São Paulo estreou na partida de hoje, contra o Linense, o meia Thomaz, que defendeu o Marcílio Dias em 2012. Este artigo tem como objetivo recordar alguns jogadores que atuaram por estes dois clubes.

AGENOR
Oriundo de Piçarras, então bairro de Itajaí, o ponta-esquerda Agenor Eugênio Rodrigues começou no Tiradentes da Barra do Rio, transferindo-se para o Marcílio Dias em 1955. No ano seguinte foi para o Carlos Renaux e em 1960 para o São Paulo. No Tricolor Paulista, atuou em 119 partidas e fez 31 gols, de acordo com o Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa.

RATINHO
Revelado no time amador do Fluminense do bairro Itaum (Joinville), Heitor Martinho de Souza, mais conhecido como Ratinho, habilidoso ponta-direita, foi contratado pelo Marcílio Dias em 1962. No clube de Itajaí tornou-se ídolo e participou da conquista do título estadual de 1963. Em 1966, foi negociado com a Portuguesa e no ano de 1973 trocou o Canindé pelo Morumbi. Integrou o plantel são-paulino vice-campeão brasileiro daquele ano.

Ratinho, no Marcílio em 1965

LUÍS RICARDO
Herói do Marcílio Dias na final da Recopa Sul-brasileira em 2007, quando anotou três gols diante do Caxias (RS), Luís Ricardo Silva Umbelino atuou no Marinheiro como atacante. Em 2013, foi anunciado como reforço do São Paulo, depois de se destacar na Portuguesa jogando como lateral-direito.

HARISON
Surgido na base do São Paulo junto com Kaká, o meia Harison da Silva Ney era apontado como uma das principais revelações do Tricolor em 2001, mas não ficou muito tempo no time profissional. Depois de rodar por diversos clubes, foi contratado pelo Marcílio Dias em 2014. Disputou poucas partidas pelo Marinheiro, devido a uma lesão. Com o manto rubro-anil, foram apenas sete jogos e um gol, segundo o blog Todos os Jogos do Marcílio, de Gustavo Melim.
Harison disputou o Catarinão de 2014 pelo Marcílio Dias
THOMAZ
O paulistano Antonio Thomaz Santos de Barros jogou pelo Marcílio Dias no Campeonato Catarinense de 2012. Apesar da péssima campanha do time, rebaixado naquele ano, o meia foi um dos poucos jogadores a sair com algum crédito com a torcida, demonstrando qualidade técnica. Rodou por vários clubes e disputou a Libertadores de 2017 pelo Jorge Wilstermann (BOL), chamando a atenção do São Paulo, que o contratou a pedido do técnico Rogério Ceni.

Thomaz defendeu o Marinheiro em 2012

EDU BALA
Ponta-direita, Carlos Eduardo da Silva jogou a maior parte de sua carreira no Palmeiras, mas também defendeu o São Paulo entre 1978 e 1980. Teve uma rápida passagem pelo Marcílio Dias em 1987, já em fim de carreira, aos 38 anos.

JEAN ROLT
O bom zagueiro Jean de Oliveira Rolt defendeu o Marinheiro em 2005, sendo campeão do primeiro turno do Campeonato Catarinense da Série A2. Contratado pelo São Paulo em 2009, fez apenas seis partidas e marcou um gol pelo time do Morumbi.

JORGINHO PAULISTA
O lateral-esquerdo Jorge Henrique Amaral de Castro, mais conhecido como Jorginho Paulista, jogou no São Paulo entre 2002 e 2003. Passou pelo Marcílio Dias sem deixar saudades no Campeonato Catarinense de 2012, quando o time foi rebaixado.

Obs.: Este artigo não pretende relacionar todos os jogadores que defenderam os dois clubes. De qualquer forma, sugestões de outros nomes a serem incluídos na lista podem ser feitas através dos comentários. 

Agradecimento pela colaboração: Ivo Castro Jr., Lopes.

FOTOS:

http://baudomarcilio.blogspot.com.br

http://www.cnmd.com.br

http://www.torcedordevantagens.com.br

FONTE:

Adaptado do texto original publicado no blog “Baú do Marcílio” – http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

Natural de Santos, onde nasceu a 26 de março de 1962, o ponta-direita Sidnei Alves Spina surgiu na Portuguesa Santista, mas estourou como um dos destaques do bom time do Juventus da Rua Javari, campeão da Taça de Prata de 1983. Chegou ao Marcílio Dias em 1987, procedente do Criciúma, contratado pelo então presidente Nelson Abrão de Souza. A estreia com o manto rubro-anil se deu no amistoso contra o Vasco da Gama (0 a 0), no Estádio Dr. Hercílio Luz, em 28 de novembro de 1987.

Juventus de 1983: Sidnei é o primeiro agachado

Rápido e habilidoso, tornou-se uma das principais figuras do time que ficou conhecido como “Siri Mecânico” na temporada de 1988. Naquele ano, o Marinheiro conquistou a Taça Carlos Cid Renaux, equivalente ao primeiro turno do Campeonato Catarinense, sob o comando do técnico Levir Culpi. Uma atuação marcante de Sidnei com a camisa rubro-anil ocorreu no dia 20 de março de 1988, na histórica vitória por 4 a 2 sobre o Criciúma.

Marcílio Dias de 1988: Alemão, Ademir, Rosemiro, Fernando, Clademir e Palmito; Sidnei, Wilsinho, Nélio, Joel e Rogério Uberaba: Foto: Reprodução/DC.

Depois de perder em Itajaí por 2 a 1, o Marcílio precisava derrotar o Tigre por dois gols de diferença em pleno Heriberto Hülse para avançar às finais da Taça Carlos Cid Renaux. O primeiro tempo terminou com a vitória do time da casa por 2 a 1 e a classificação do Marcílio àquela altura não passava de utopia. No segundo tempo, porém, Sidnei deixou tudo igual logo no início e o artilheiro Joel se encarregou de marcar dois golaços de cabeça e garantir a vaga na decisão contra o Joinville.

Sidnei foi considerado pela crônica esportiva um dos melhores jogadores em campo e também se tornou personagem do jogo, pelo fato de ter enfrentado seu ex-clube, de onde saiu pouco prestigiado. “Quando fui para o Marcílio Dias, entre outras coisas, diziam por aqui (Criciúma) que eu não jogava nada. Acho que eu mostrei o contrário na partida de hoje”, desabafou o atacante à imprensa após o memorável jogo.

Matéria publicada no Diário Catarinense em 1988

Em 1989, Sidnei integrou a equipe que conquistou a Taça Governador Pedro Ivo Campos e a Taça RCE, referentes ao primeiro e segundo turnos do Campeonato Catarinense. Dez anos depois, já aposentado dos gramados, Sidnei exerceu a função de gerente de futebol do Itajaí Esporte Clube, vice-campeão catarinense da Segunda Divisão de 1999. Atualmente, o ex-jogador segue ligado ao Marcílio Dias participando da equipe de másters do Rubro-Anil.

FOTOS:

http://mantojuventino.blogspot.com.br

http://baudomarcilio.blogspot.com.br

Reprodução – Diário Catarinense (1988)

FONTE:

Texto adaptado do original publicado no blog “Baú do Marcílio” - http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

O Sport Club Curupaity foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A “Petizada (quer dizer: ajuntamento de crianças) Alvirrubra” foi Fundada na sábado, do dia 13 de Junho de 1914. O clube nunca teve um campo próprio. Atuava em diversos campos da região, como o Carioca F.C., o campo na Rua do Russell, entre outros.

História da Fundação

“Reunidos na residência do grande escriptor Dr. Coelho Netto, o ‘festejado homem de letras’, foi dado por Emmanuel Coelho Netto, o “Mano” (que era filho de Coelho Netto); o nome de Sport Club Curupaity. O nome dos demais fundadores:

George Coelho Netto; Paulo Coelho Netto; João Coelho Netto, o “Preguinho”; Francisco Paes Figueiredo, o “Chiquinho”; Manoel Correa; Ernesto, Sylvio de Sá; Gerdal Boscoli; Nilo Murtinho Broga; Floriano Guimarães; Joaquim Travesedo; Ricardo Salazar; Manuel Aarão; Álvaro de Sá; Evaristo Juliano de Sá; Dino; Galvão; Seabra e Euclydes Joaquim da Silva, o “Cuca” (1º Presidente).

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Euclydes Joaquim da Silva, o “Cuca” ;

Vice-Presidente - Álvaro de Sá;

1º Secretário - Gerdal Boscoli;

1º Tesoureiro - George Coelho Netto;

Capitão - Paulo Coelho Netto;

Fiscal de Campo - Joaquim Travesedo.

 

Significado do nome e uniforme

O nome “Curupaiti vem do Tupi-guarani, que pode significar: “a água do angico (curupaí+ti)” ou “lugar abundante em angicos (curupaí+ti [ba])“. O clube possuia o uniforme semelhante ao América Football Club: camisa rubra, escudo branco, calção branco e meiões negros.

Quem foi Coelho Neto?

Natural de Caxias, Henrique Maximiano Coelho Neto nasceu em 21 de fevereiro de 1864 e faleceu no Rio de Janeiro,  em 28 de novembro de 1934. Foi um escritor (cronista, folclorista, romancista, crítico e teatrólogo), político e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras onde foi o fundador da Cadeira número 2.

Foi considerado o “Príncipe dos Prosadores Brasileiros“, numa votação realizada em 1928 pela revista O Malho. Apesar disto, foi consideravelmente combatido pelos modernistas, sendo pouco lido desde então, em verdadeiro ostracismo intelectual e literário.

Sobre Paulo Coelho Netto, foi autor do livro sobre o primeiro cinquentenário da História do Fluminense, historiador e dirigente deste clube.

Quem foi Preguinho?

 João Coelho Netto, mais conhecido como Preguinho (Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1905 — Rio de Janeiro, 1º de outubro de 1979), foi um multi-esportista brasileiro. Filho do escritor Coelho Netto, e da professora de música Maria Gabriela Brandão Coelho Netto, Preguinho era sócio do Fluminense antes mesmo de nascer, ingressando nas equipes infantis do clube carioca em 1916, com 11 anos.

Clube Esportivo e Categorias de base

Apesar do futebol ser o “carro-chefe” da Petizada Alvirrubra, possuíam outros esportes Pingue Pongue (Tênis de Mesa), Water Polo, entre outros.  O futebol, além da categoria adulta, contava ainda com as categorias Infantil e Juvenil, onde enfrentou diversas vezes forças da época como o Clube de Regatas Flamengo e Fluminense Football Club, ambos no Infantil.

 

Sedes

A 1ª Sede ficava na Rua Pinheiro, nº 73, em Botafogo – Zona Sul do Rio. No Sábado, dia 29 de Março de 1919, se mudou para a Rua Dois de Dezembro, nº 52, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio. Enfim, em 1925, adquiriu a grandiosa Sede da Rua do Catete, nº 300, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio.

 

Dia que o Curupaity goleou o Tricolor das Laranjeiras

Em 1914, se filiou a Liga Veronista onde foi campeão no 1º e 2º Quadros, ambos de forma invicta, em 1915. Em 1916, o time infantil do Sport Club Curupaity contava com bons valores.

E, teve um teste de fogo para provar o seu potencial. Na época enfrentou o Fluminense, o melhor time daquela época, no campo do Carioca F.C., no Jardim Botânico.

No final, a Petizada Alvirrubra arrasou o Tricolor das Laranjeiras pelo elástico placar de 9 a 2. Vale lembrar, que no time do Fluminense haviam grandes jogadores que depois fizeram história no clube: Fortes, Mutz, China, Joel, C. Augusto, entre outros.

 

Campeonato Infantil de 1916, fez o Curupaity só retornar em 1917

Um fato curioso! A esmagadora vitória sobre o Fluminense, somado a criação do Campeonato Infantil, organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), acabou causando, involuntariamente a paralisação do Sport Club Curupaity.

Por quê? Após ter arrasado o Fluminense, meses depois foi criado o Campeonato Carioca Infantil. Os jogadores empolgados com a notícia queriam participar da competição a qualquer custo. No entanto, naquele momento o clube não era filiado a LMDT, e por isso, não poderiam jogar.

Então, os jogadores se reuniram para buscar uma alternativa. A primeira ideia foi disputar pelo Carioca Football Club, que gentilmente sedia o seu campo para que o Curupaity pudesse jogar.

Contudo, os jogadores não chegaram a um consenso. No final, parte dos jogadores disputaram o certamente pelo Fluminense Football Club (Moreira, Mano, Preguinho e Zezé foram destaques no profissional) e a outra parte pelo Clube de Regatas Flamengo.

Porém, o resultado desse entusiasmo geral uma paralisação do Sport Club Curupaity, que sem jogadores, só retornou na temporada seguinte, em 1917. O retorno foi triunfal, mesmo perdendo alguns jogadores que optaram em continuar no Tricolor das Laranjeiras e no Rubro-Negro. Fechou a temporada de forma invicta, conquistando o Torneio no Mavilis.

Clube ajuda a fundar a Liga Sportiva Carioca (LSC)

Em 1918, o Sport Club Curupaity, juntamente com o Combinado Humaytá; Aymoré FC; Sport Club Emulação; Benjamin Constant AC; Paysandu AC; Leme AC e Pedro Ivo FC, fundaram a Liga Sportiva Carioca (LSC).

Naquele ano, o clube foi campeão no 1º e 2º Quadros, em ambos de forma invicta. O time adulto jogou com: Ramos; Peixoto e Dadá; Travesedo, Solntive e Dino; Chermont, Sylvio, Chiquinho, Merecker e Dedê.

Antenor Mayrinck Veiga foi o pivô da decadência do clube início dos anos 20

No Sábado, dia 29 de Março de 1919, o Curupaity adquiriu a sua Sede própria, na Rua Dois de Dezembro, nº 52, no Bairro do Catete. O que era para ser a alavancada do clube, acabou ocorrendo o contrário.

Três depois, por motivos que não foram divulgados, o então presidente do clube, David Villela retirou-se do clube. Em solidariedade os demais membros da diretoria também saíram.

O que se sabe é que dois dias antes da saída em massa da diretoria, tinha sido proposto que o conceituado industrial Antenor May             rinck Veiga que assumisse a presidência do Curupaity.

Diante do imbróglio Antenor May   rinck Veiga assumiu e realizou diversas melhoras. No entanto, ao notar que os demais membros da diretoria não deram o devido valor, o industrial decidiu sair, causando a decadência completa do clube, tendo perdido a Sede, móveis, etc.

Emmanuel Coelho Netto, o “Mano” morre e Seleção Brasileira jogou de luto

Filho do escritor Coelho Netto e irmão mais velho do também futebolista João Coelho Netto, o “Preguinho”, Mano veio falecer depois de um traumatismo ocorrido em confronto contra o São Cristóvão no qual o Fluminense venceu por 2 a 1.

Apesar de sentir fortes dores no abdômen, que lhe causou infecção generalizada, vindo a falecer na véspera de confronto entre a Seleção Brasileira e a Seleção Uruguaia pelo Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1922, quando a Seleção Brasileira jogou com braçadeiras negras em sua homenagem, aos 24 anos.

Entre idas e vindas, o em torno em 1924

Mediante o quadro catastrófico que o clube atravessava, David Villela resolveu colocar as magoas de lado e retornou para reorganizar Sport Club Curupaity. Objetivo este alcançado. Em 1919, se filiou a Associação Carioca de Sports (ACS). O Curupaity não terminou o Campeonato por não concordar com uma resolução da diretoria da ACS.

Após esse incidente o clube paralisou o futebol, só retornando em 1921, quando ingressou na Associação Sportiva Rio de Janeiro (ASRJ). Posteriormente, ocorreu outra paralisação, só retornando em 1924.

Nesse ano mostrou a velha forma e se sagrou campeão do Torneio Início, realizado no campo do Metropolitano. E realizou duas excursões a Região Serrana: Teresópolis e Petrópolis, onde obteve destaque.

Curupaity adquire suntuosa sede e volta a crescer

Em 1925, buscando os status de outra, o presidente David Villela resolveu chamar antigos sócios para solidificar o clube. Os frutos dessa empreitada foi boa.

Em seguida, o Curupaity adquiriu a grandiosa Sede da Rua do Catete, nº 300, no Bairro do Catete – Zona Sul do Rio. O resultado elevou o número de sócios para 300, três times de futebol, três equipes de Ping Pong e diversos atletas de outras modalidades.

Em 10 de abril de 1926, se filiou a Federação Brasileira de Esportes Athleticos (FBEA). No mesmo ano se filiou a AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos), onde foi campeão da AMEA II, em 1926.

No início de 1927, David Villela renunciou mais uma vez ao cargo de presidente do clube. Mas dessa vez, o clube se manteve em pé. Na tarde da terça-feira, do dia 28 de Fevereiro de 1928, se filiou a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). Nesse momento, o Curupaity chegou a ter incríveis 400 sócios.

Ainda nessa temporada disputou o Campeonato da AMEA (1928), que contou com grandes forças como o Americano FC(do bairro Riachuelo); Campo Grande AC (do bairro Campo Grande); Esperança FC (Bangu); Fidalgo FC (Madureira); Mavilis FC (Caju); Modesto FC (Quintino Bocaiúva); Magno FC (Madureira); entre outros.

A Luz, enfim, se apagou!

Após duas décadas de alegrias, tristezas, conquistas, fracassos, união, desunião, o Sport Club Curupaity foi saindo do cenário futebolístico. Seus fundadores já não eram mais os mesmos. O interesse tinha mudado. O clube passou a ser social. Aquele brilho, se apagou! O fim chegou. Mas essa história se perpetuará por muito tempo! Onde grandes intelectuais fizeram parte do clube, deixando para aqueles que conheceram uma ponta nostalgia e saudade!

Hino do Sport Club Curupaity

(Hino de 1915: versos de Miranda Horta e música de Manuel Aarão)

“Glória, Glória, Aleluia,

Curupaity é Campeão,

Mano, George, Floriano,

Honório, Atilio, Galvão,

Miranda, Cadinho, Alcindo,

Zezé, esquerda inteira,

É o menino de ouro,

O Centerforward Raul Ferreira,

 

Nós temos bons directores,

Desde o Captain ao cobrador,

Um presidente afiado,

Um secretário cavador,

Atitude, não temor campo,

É uma cousa que eu não nego,

Se preciso ser expulso,

O Chiquinho come prego”.

Time-base de 1914-15: Renato (Atilio); Rodolpho (Crockat) e Moreira; Cadinho (Galvão), Honório e Floriano; Mano, Corregal, Raul, Zezé e Manduca (Miranda Horta).

 

Time-base de 1916: Gerdal; Chagas Leite e Armando; Joaquim Travesedo, Seabra e Lanzarotti; Nogueira, Floreano, Chiquinho, Nilo e Paulo Coelho Netto.

 

Time-base de 1918: Alberto Ramos; Edgard Andrade (Dudu) e Francisco Peixoto; Dimas M. Castro (Victor), Carlos Santivi e Joaquim Travesedo; Chermon Brito (Sylvio), Reynado Cintra (Torquato), Francisco P. Figueiredo, Jorge Merker (Guiol) e Edgard (Dedê).

 

Time-base de 1921: Annibal; Raul e Carlinhos; Joaquim Travesedo, Moreira e Merker; Jovianiano, Maruico, Santos, Sylvio e Matre.

 

 

FONTES: Wikipédia – Jornal A Rua – A Razão – Gazeta de Notícias – Correio da Manhã – O Paiz – O Brasil – A Noite – Jornal do Brasil – O Malho

 

 
No dia 26 de fevereiro de 1938, nascia em Bauru (SP) o atacante Dulphe Jeronymo Adalberto de Cunto, ou Dufles, como era mais conhecido. Iniciou a carreira junto com Pelé no Bauru Atlético Clube, o Baquinho, e depois tornou-se um verdadeiro cigano do futebol, atuando em diversas equipes, entre elas Santos, Bangu, Atlético Mineiro, Guarani de Ponta Grossa e Marcílio Dias.

Dulfes (o penúltimo agachado) no Santos, em 1958. Foto: Guilherme Guarche/Terceiro Tempo

A passagem do centroavante no clube catarinense foi breve, mas marcante. Contratado para o lugar do ídolo Idésio, que havia se transferido do Marcílio para o Metropol de Criciúma, Dufles estreou com a camisa do Marinheiro na primeira rodada do Campeonato Catarinense de 1963, em 3 de novembro de 1963, quando marcou o gol da vitória do Marcílio por 2 a 1 sobre o Figueirense, em Florianópolis.

Dufles (o terceiro agachado) em 1967, no Ferroviário de Tubarão. Foto: Terceiro Tempo.

De acordo com o livro “Torneio Luiza Mello – Marcílio Dias Campeão Catarinense de 1963”, Dufles atuou em dez partidas na competição e anotou quatro gols, sendo uma das figuras do escrete marcilista na conquista do título estadual. Também participou da campanha do título do campeonato da Liga Itajaiense de 1963.

Além de goleador nato e exímio cabeceador, Dufles tinha temperamento imprevisível. Conta-se que, certa vez, aos ser vaiado pela torcida, abaixou o calção e virou-se para a arquibancada, numa atitude que hoje certamente lhe renderia uma bela punição. Permaneceu em Itajaí de novembro de 1963 a agosto de 1964. Outros clubes catarinenses que defendeu foram o Próspera de Criciúma e o Ferroviário de Tubarão. Dufles faleceu em 10 de novembro de 2004.

Fonte: http://baudomarcilio.blogspot.com.br/

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista do Esporte

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

Antonio Sastre (Lomas de Zamora, 27 de abril de 1911 — Buenos Aires, 27 de novembro de 1987) foi um futebolista argentino. Sastre celebrizou-se como um dos jogadores mais virtuosos da história, atuando em diversos setores do campo, inclusive como goleiro improvisado, e descrito como sempre tendo grande desempenho, seja em que posição jogasse.

Era eficaz nas alas, preciso como atacante, seguro como defensor e sempre solidário com os colegas, sendo considerado um jogador moderno da década de 1930. No Independiente, no São Paulo, no Gimnasia y Esgrima La Plata, os clubes que defendeu, foi um grande ídolo e vitorioso, bem como também na seleção argentina. Atuou no São Paulo Futebol Clube, entre os anos de 1943 a 1946, onde atuou em 129 jogos, marcando 58 gols.

 

FONTES: Wikipédia – Revista Sport Ilustrado

 
Romualdo Sperto, mais conhecido como Gijo (Ipaussu, 1 de agosto de 1919 ), foi um goleiro de futebol. Gijo começou sua carreira no Palestra Itália, atual SE Palmeiras, onde atuou de 1939 a 1941 em 80 jogos, ganhando o Campeonato Paulista de 1940.
Da março de 1942 Gijo jogou por dois anos, no Fluminense FC, onde fez 31 partidas.
De 1944 até 1948 defendeu em 137 jogos o São Paulo FC, ganhando os Campeonatos Paulistas dos anos 1945, 1946 e 1948. No São Paulo foi titular ate 1947.
Gijo era muito seguro embaixo das metas e não gostava de acrobacias. Foi titular do São Paulo nos títulos de 1945 e 1946. Depois de ser afastado de futebol trabalhou para o departamento de educação. Em Ipaussu, sua cidade natal, uma rua é nomeado após ele.

Os goleiros que mais vezes defenderam a meta são-paulina:

C. Goleiro J V E D GS %P MS
Rogério Ceni (Rogério Ceni) 1184 620 266 298 1342 59,85 1,13
Waldir Peres (Waldir Peres Arruda) 617 300 195 122 508 59,16 0,82
Jose Poy (Jose Poy) 522 297 107 118 663 63,73 1,27
Zetti (Armelino Donizete Quagliato) 432 217 123 92 428 59,72 0,99
Suly (Suly Cabral Machado) 267 138 65 64 324 59,80 1,21
Gilmar (Gilmar Luiz Rinaldi) 253 113 96 44 201 57,31 0,79
King (Nivacir Innocêncio Fernandes) 204 107 34 63 303 58,01 1,49
Sérgio (Sérgio Wágner Valentim) 202 98 68 36 153 59,74 0,76
Picasso (Ronei Paulo Travi) 163 76 45 42 178 55,83 1,09
10º Gijo (Romualdo Sperto) 143 88 29 26 194 68,30 1,36
FONTES:  Wikipédia – São Paulo Net – Revista Sport Ilustrado
 

FONTE: Esporte Ilustrado

 

FONTE: Esporte Ilustrado

 

FONTE: Esporte Ilustrado

 

FONTE: Esporte Ilustrado

 

FONTE: Esporte Ilustrado

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

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