Mais um livro publicado para a coleção dos apaixonados pela história do futebol. Trata-se do “Almanaque do Comercial Futebol Clube”. Os interessados entrem em contato pelo e-mail: juliodiogo@litoral.com.br

 

Em um trabalho a quatro mãos, temos o prazer de anunciar o lançamento do Almanaque do Mixto Esporte Clube de Cuiabá-MT. Trabalho histórico e estatístico do clube mais tradicional do futebol matogrossense. Os interessados em adquirir um exemplar entrem em contato: juliodiogo@litoral.com.br

 

Finalmente chegou o dia !! Amanhã à gráfica estará entregando o livro para a venda !! Peço a todos que demonstraram interesse que enviem para meu e-mail nome e endereço completos para cálculo do frete. Pretendo na próxima semana estar enviando os exemplares. Meu e-mail: juliodiogo@litoral.com.br

 

Os textos do livro da Portuguesa Santista acabam de ser enviados para a gráfica. Serão sómente 100 exemplares, então irei fazer a lista de compra por ordem de chegada dos pedidos. O preço deve ficar em 50 reais mais as despesas de correios. Por ser uma tiragem pequena o custo do exemplar fica alto, mas infelizmente fiz sem patrocínio, na raça mesmo, para eternizar a história dos jogos da Briosa. Quem quiser já me envia uma mensagem inbox que já vou montando a lista.

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi - Site oficial do Criciúma E.C.

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi - Blog do Curioso

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

FUNDAÇÃO

A Sociedade Recreativa Mampituba surgiu do Mampituba Foot Ball Club, em 18 de maio de 1924. Liderado pelo jovem Abílio Paulo, um grupo de 52 pessoas de Criciúma e região se reuniu e assinou a ata de fundação. O nome “Mampituba” foi escolhido devido ao rio que faz divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que tem o mesmo nome.

No início, o futebol era a principal modalidade a ser praticada no clube, mas com o passar do tempo e o aumento do número de associados, novos esportes foram implantados. Além dos esportes, os bailes também contribuíram para aumentar a notoriedade do clube na região.

HISTÓRIA

Em quase nove décadas de história, a Sociedade Recreativa Mampituba tem muito a contar. Consagrado e reconhecido em todo o país, o clube segue em constante desenvolvimento e prima por oferecer sempre o melhor aos associados.

Em uma retrospectiva separada por décadas, contamos, portanto, uma parcela da grandiosa história da Sociedade Recreativa Mampituba, um clube para se viver!

DÉCADA DE 20

O Mampituba Foot Ball Club foi fundando dois anos antes de Criciúma se emancipar de Araranguá, em 1924. O objetivo, a princípio, era a prática de futebol, esporte que estava conquistando a admiração da sociedade.

A sede para a nova agremiação foi a mesma que era utilizada pela Sociedade Cooperativa Victória, localizada na rua Seis de Janeiro, onde até hoje funciona e sede administrativa do clube. Já o campo utilizado para os treinos do Mampituba Foot Ball Club situava-se onde atualmente fica o bairro Pio Corrêa, que posteriormente passou a pertencer ao Ouro Preto Futebol Clube.

DÉCADA DE 30

A principal característica da década de 30 foi o aumento significativo dos associados e das atividades desenvolvidas pelo Mampituba Foot Ball Club. Nesta década, o futebol já estava dividindo espaço com outras modalidades esportivas, e as promoções, como bailes, também já ganhavam fama.

A década de 30 foi uma época em que o Mampituba voou mais alto, inclusive com a construção da sede própria. Em dezembro de 1931 foram distribuídos os convites para a inauguração do prédio do Mampituba F.C., que aconteceu no dia 16 de janeiro de 1932.

Alguns anos depois, em 1937, o futebol perdeu forças e deixou de ser praticado pelos associados do clube. A decisão foi tomada devido a dois fatores: outras atividades estavam chamando a atenção dos associados e a modalidade estava ganhando aspectos mais profissionais, deixando de lado a sua característica de amadorismo. Também nesse período, outros clubes de futebol, semiprofissionais, estavam surgindo em Criciúma, como o Ouro Preto e o Atlético-Operário. No final da década de 30, os bailes de carnaval já faziam parte da programação anual do Mampituba.

DÉCADA DE 40

Mesmo tendo abandonado a prática do futebol em 1937, o clube manteve, até 1943, a denominação de Mampituba Foot Ball Club. Foi nessa data que o então presidente Addo Caldas Faraco fez uma assembleia geral extraordinária e, além de outras mudanças, estabeleceu o novo nome, usado até hoje: Sociedade Recreativa Mampituba.

 

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi – Site do Mampituba (http://mampituba.com.br/historico/)

 

- Itaúna Atlético Clube

- Grêmio Esportivo Treviso

- Atlético Operário Futebol Clube

- Esporte Clube Comerciário

-  Grêmio Esportivo Barão do Rio Branco

- Ouro Preto Futebol Clube

-  Esporte Clube Boa Vista

-  Esporte Clube Metropol

– Esporte Clube Próspera

– Criciúma Esporte Clube

FONTES: Livro da LARM – Marlon Krüger Compassi

 

Prezados,

Aproveitando o gancho dos posts do Edu Cacella, informo que finalmente consegui tratar um arquivo que alguns aqui devem conhecer, que é o clubes_uf.pdf, um arquivo que estava disponível no site da CBF há alguns anos, mas foi retirado. Por anos, tentei tratá-lo e convertê-lo em texto.

Só hoje consegui um site para tratar esse arquivo. Assim, deixo-o aqui à disposição dos colegas para consulta.

Infelizmente, as informações são demasiado básicas: há apenas o nome completo do clube e seu código na CBF com a respectiva UF. Assim, não conseguimos saber exatamente de que cidade cada clube é, sobretudo nos casos de duplicidade de nomes. Ainda assim, acredito que esses arquivos poderão ser úteis.

Seguem os links:

clubes_uf.pdf

clubes_UF

Abraços a todos!

 

 

Consegui um exemplar do livro “A Saga do C.A.Y”, escrito por Natal Assad Saliba, que foi técnico de futebol, conselheiro e que ocupou vários cargos na diretoria do clube.

Escrito em forma de sinopse histórica, a obra traz fatos importantes, coletados das atas de reuniões de diretorias, revistas e jornais, que constituíram o Clube Atlético Ypiranga, como o embaixador da Colina Histórica.

Formado em Direito, o doutor Natal Assad Saliba faleceu na data de 14 de janeiro de 2010, aos 81 anos de idade.

Os oitenta e um anos vividos no bairro do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, tornaram o escritor grande conhecedor e historiador do bairro e da região.

 

 

Recebi um exemplar do livro FERROVIÁRIA EM CAMPO – BREVIÁRIO GRENÁ, escrito pelo nosso amigo Vicente Henrique Baroffaldi, e lançado por Pontes Editores.

Trata-se de uma edição atualizada daquela editada em 2010.

A obra contém pouco mais de 300 folhas, onde o autor expõe fatos marcantes da trajetória da gloriosa Associação Ferroviária de Esportes, de Araraquara, além de súmulas, títulos conquistados, resultados de jogos e fotos e fichas técnicas daqueles que, um dia, com orgulho e raça, defenderam o manto grená.

Parabéns ao Vicente Henrique Baroffaldi que, muito embora distante do blog, não se afastou do seu trabalho desenvolvido em prol do futebol, nos presenteando com mais essa pérola.

Sucesso Vicente!!!

Grande abraço do Toninho Sereno

 

PS – os interessados devem se dirigir ao autor através de seu endereço eletrônico: vicente.baroffaldi@gmail.com

 

Prezados amigos,

Por absoluta falta de espaço e interesse em me dedicar exclusivamente ao futebol nacional, estou disponibilizando para a venda em um bloco único, cerca de 500 livros e revistas de futebol de países do mundo inteiro.

Os interessados do blog ou que conheçam pessoas ou instituições que desejem adquirir este material, enviem mensagem para meu email pessoal (juliodiogo@litoral.com.br), para fazer propostas por este material.

Tenho a dizer que este acervo possui livros de países do mundo inteiro (Europa, América, Africa e Ásia/Oceânia) e de diversos anos. É realmente um acervo com milhões de informações e raridades que poucos possuem, são mais de 30 anos de procura e compras. Mas agora desejo me dedicar apenas ao nosso futebol nacional.

 

Amigos e apaixonados pela história de nosso futebol. Estou disponibilizando em e-book esta pequena obra chamada “ANUÁRIO DO FUTEBOL PAULISTA 1931″. É um pequeno trabalho de 31 páginas que contém todas as datas, resultados e classificações dos campeonatos organizados pela APEA em 1931 (Divisão Principal, 1ª Divisão, 2ª Divisão, Divisão Municipal e Divisão do Interior). Os interessados em adquirir este material entrem em contato (juliodiogo@litoral.com.br). O valor deste trabalho é de R$ 10,00. Em breve serão lançados outros anuários neste formato.

 

 

 

 

 

Meu amigo Diego Nardin, de Porto Alegre-RS, é colecionador de camisas de times de futebol.

As quatro camisas acima, que fazem parte da sua coleção,  pertencem a times que ele desconhece.

Gostaria de contar com o auxílio dos companheiros do blog, no sentido de poder identificá-las.

O Diego é historiador e possui vasto material sobre o Sport Club Internacional de Porto Alegre. Creio que ele seria uma boa aquisição para o blog.

Ele também possui grande quantidade de livros e revistas que tratam sobre o futebol, material que se encontra digitalizado e que ele está vendendo ou trocando por camisas de times de futebol.

Os interessados podem contatá-lo através do seu endereço eletrônico:

diegonardin@hotmail.com

 

 

 

 

 

 

Nestes últimos meses tive a grata e honrosa satisfação de incluir em meu acervo quatro livros sobre futebol.  Três deles já tiveram sua divulgação neste blog.  Trata-se do “Almanaque do Futebol Catarinense” de Emerson Gasperin e Zé Dassilva da editora 4-3-3 Produções, e dois do nosso querido amigo Vicente Henrique Baroffaldi, “O Alviceleste do Carmo” e “São Paulo Internacional”, ambos lançados pela editora Pontes. (Aguardo relançamento do “Ferroviária em Campo”).

E na semana passada, ao visitar a sede do Lausanne Paulista Futebol Clube, tive a grata surpresa de ser presenteado com uma edição do livro “A História do Tigre da Cantareira”,  lançado pela Ferrari Editora e Artes Gráficas.

Trata-se de uma edição histórica ilustrada, muito bem elaborada e conta a trajetória dessa grande agremiação da Zona Norte da Capital paulistana, quando de seus 75 anos de vida.

Fundado em 20 de março de 1927, o Lausanne Paulista Futebol Clube tem sua sede e estádio na Rua Maria Bandini Savoy, número 172, no bairro Lausane Paulista.

 

Livro: São Paulo Internacional (Capa)

SÃO PAULO INTERNACIONAL exalta as glórias do tricolor do Morumbi no cenário internacional, onde se mantém soberanamente na liderança dos clubes brasileiros, ostentando conquistas memoráveis e fazendo vibrar a sua grande torcida, a que mais cresceu neste país nos últimos tempos exatamente em função dessa condição de time vencedor.

O São Paulo é líder nacional em número de títulos internacionais em competições de caráter oficial. Em qualquer ranking de todos os tempos que se vê publicado na mídia esportiva, surge o clube das três cores como o número um do Brasil nas disputas globais.

É a saga são-paulina pelos estádios do mundo que o autor procura retratar e valorizar nesse trabalho, abarcando o período de 1930 a 2011.

Livro: São Paulo Internacional (Quarta capa)

SÃO PAULO INTERNACIONAL
AUTOR: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI
ISBN :  978-85-7113-388-4
ANO: 2012  �
PÁGINAS:  254
EDITORA PONTES
Contato: Vicente.baroffaldi@gmail.com

 

Aos amigos que apreciam o bom futebol vai aí uma dica. Acessem e assistiam diversos vídeos do Canal 100, além de fatos e fotos. É uma viagem no tempo com direito a imagem e som. Vale a pena conferir, seja para pesquisar quanto relembrar fatos marcantes!

Link: http://www.canal100.com.br/

 

Sinopse:
Ferroviária Em Campo é um estudo sobre os 60 anos de futebol da Ferroviária de Araraquara; um retrospecto da caminhada do clube ao longo de seis décadas. Enfoca fundamentalmente os dados estatísticos e demonstra que, não obstante as adversidades enfrentadas pelos clubes interioranos, a Ferroviária não apenas subsiste como também consegue ter números positivos em levantamentos que se faça nos cenários internacional, nacional e estadual. Sua história é expressiva, tendo sido contada com propriedade por catedráticos da qualidade de um prof. Antônio Jorge Moreira e de um dr. Luís Marcelo Inaco Cirino, nos quais o autor deste ensaio se inspirou para conduzir a sua pesquisa. A motivação maior é prestar uma homenagem à agremiação que tanto divulga o nome de Araraquara, bem como à sua apaixonada torcida. Quantas vezes a vibrante torcida da Ferrinha não terá ouvido, no transcurso desse tempo, nas transmissões das emissoras de rádio, emitida por empolgados locutores e repórteres de campo, a expressão Ferroviária em campo, e a partir daí se desencadeando fortes emoções?

Editora
Pontes Editores
Ano 2010 Páginas 219
ISBN 9788571133280

 

Sinopse:
“XV – O Alviceleste do Carmo” – Histórias da várzea com pitadas de memórias grenás .
Este livro aborda a história do XV de Novembro Futebol Clube, time varzeano que se formou no bairro do Carmo, em Araraquara, em setembro de 1968 e que vingou até o início da década seguinte, mais exatamente em janeiro de 1973. Trata, numa linguagem informal e bem humorada, da trajetória de um time descompromissado, distante de competições oficiais, vertendo suas atividades apenas para jogos amistosos que serviram de entretenimento a um grupo de esportistas amantes da prática salutar do futebol. Destaca também a caminhada da Ferroviária de Araraquara no mesmo período. As passagens são narradas paralelamente, ganhando, a gloriosa Locomotiva, um espaço especial.
Detalhes:
Autor: BAROFFALDI, VICENTE HENRIQUE
Editora: ED. PONTES
ISBN: 9788571133549
Número de páginas: 154
Ano de Publicação: 2011
Pedidos pelos e-mails: alvicelestedocarmo@gmail.com

 

Foi lançado recentemente o livro “100 anos da A.E. Velo Clube Rioclarense”. Trata-se de um verdadeiro almanaque deste clube, com a história através dos anos e os resultados de todas as suas partidas oficiais e amistosas. Na minha opinião um livro para fazer parte da biblioteca dos amantes do futebol. Adquiri meu exemplar na Livraria Pontes.

 

Prezados,

Achei disponível no Google Books algumas edições de Placar (1981 e 1986) completas em :

http://books.google.com.br/books?id=62E72n4n42wC&num=6&as_pt=MAGAZINES&source=gbs_other_issues

 

Mais uma obra lançada. O ALMANAQUE DO FUTEBOL CATARINENSE. O livro pode ser adquirido através da Livraria Catarinense, no seguinte endereço: http://www.livrariascuritiba.com.br/almanaquedofutebolcatarinenseautcatarinense,product,LV283895,3364.aspx

Almanaque_001

 

Foi lançado sem muita divulgação o ALMANAQUE DO SÃO JOSÉ ESPORTE CLUBE. Apresenta-se nos mesmos moldes dos demais almanaques já lançados de outros clubes (594 páginas). Possui as fichas ténicas de todas as partidas do clube desde seu ingresso no profissionalismo em 1957. Quem tiver interesse entrar em contasto com o autor: ad-simoes@uol.com.br

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No próximo dia 25 de Fevereiro, um dia após a estréia do Sampaio Corrêa na Copa do Brasil, em São Luís, contra o Sport, o torcedor boliviano ganhará mais um presente. Trata-se do lançamento do livro Sampaio Corrêa: uma paixão dos maranhenses.

O meu amigo e escritor Hugo José Saraiva Ribeiro conseguiu, de forma magnífica, contar a história dos 88 anos do clube mais tradicional do Maranhão, suas glórias, seus ídolos, seus recordes, seus jogos importantes e bastidores.

O livro, com cerca de 200 páginas, conta com uma coleção rara de cerca de 70 fotos e segue a cronologia de evolução do clube desde a sua fase amadora, nos primórdios do futebol no Maranhão, até os dias de hoje. Peculiaridades e passagens curiosas, além de uma leitura agradável e linguajar acessível serão encontrados nesta obra que é fonte indispensável de pesquisas do boliviano de verdade e de quem mais quiser se aprofundar na história do time mais antigo em atividade no Maranhão.

Sampaio Corrêa: uma paixão dos maranhenses. Uma boa pedida!

 

Mais um livro para enriquecer a literatura futebolística brasileira. Quem quiser comprar entre em contato com o autor: timfilho@gmail.com

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Estive em última semana em Buenos Aires e aproveitei para visitar a ASSOCIAÇÃO DEL FUTEBOL ARGENTINO (A.F.A.). Posso dizer que fui muito bem recebido por um funcionário que me levou até a biblioteca/museu da entidade.
Pude comprovar a enorme quantidade de livros que eles possuem nesta biblioteca (se bem, que o museu da Federação Paulista de Futebol, em termos de livros chega bem próximo). E aí que vem a boa notícia e que devia ser seguida pelas nossas federações.
Eles estão digitalizando e colocando no site este material. Em uma fase inicial irão colocar apenas as obras produzidas pela própria entidade (boletins, balancetes, etc). Pois, segundo o funcionário, o receio dos dirigentes é digitar obras de outros autores e depois receberem processos por direitos autorais.
Quem quiser comprovar o material já digitado é só acessar o site (www.afa.org.ar) e ver o link para a biblioteca.
Não sei copiar este material (quem puder dar opinião de como este material pode ser salvo, eu agradeço), mas é muito interessante.

 

Olá amigos do Blog, estava arrumando minhas coisas e encontrei 03 livros que possuo em duplicidade e gostaria de trocar por outros.

- LONDRINA ESPORTE CLUBE – DO CAÇULA GIGANTE AO TUBARÃO – J. MATEUS – 1996

- ENCICLOPÉDIA DA SELEÇÃO – 1914-1994 – IVAN SOTER – 1995

- GUIA OFICIAL CAMPEONATO PAULISTA 2007 – SERIES A1, A2 e A3

Todos os livros estão praticamente novos.

Quem tiver interesse em trocar pode deixar um recado aqui ou me enviar um e-mail.

tenho interesse em livros que contam historias de clubes ou de campeonatos:

Algumas sugestões:

- ALMANAQUE DO FUTEBOL PAULISTA 2003 OU 2004
- GUIAS DO CAMPEONATO PAULISTA DA SEGUNDA DIVISÃO 2006, 2007, 2008 ou 2009

drigof1@hotmail.com

Obrigados amigos.

 

Aproveitando a ideia do nome do José Ricardo farei uma categoria específica onde quem quiser pode inserir sua coleção, até para uma futura troca.

 

Poucos carros circulam pelas ruas de São Paulo, namorados passeiam de barco pelas águas cristalinas do Tietê e apreciam as margens floridas. O estádio do Pacaembu, em uma vizinhança de raros prédios, recebe damas com belos vestidos e cavalheiros de terno, enquanto jogadores lendários do Corinthians posam para uma foto em frente à concha acústica.

O retrato dessa cidade bucólica da década de 50 e de um futebol ainda romântico, quase amador, corre o risco de virar pó, literalmente, em um depósito da Cinemateca Brasileira do Estado de São Paulo. Os negativos de “O Craque”, de 1953, o mais antigo longa-metragem nacional com o futebol como pano de fundo que não se perdeu com o tempo, estão em “estágio de deterioração muito avançada, provavelmente com partes irrecuperáveis”, segundo laudo expedido pela Cinemateca no final de 2007. Não há nenhuma cópia em bom estado, só trechos em VHS, assistidos pela Folha.

O material está com a publicitária Patrícia Civelli, 57, filha de Mário Civelli (1923-93), produtor de “O Craque” e de outros filmes dos anos 1950 e 1960. Desde a morte do pai, ela tenta restaurar sua obra. Com apoio da Petrobras, acaba de recuperar o documentário “O Gigante” (1969), censurado na ditadura militar. A cópia restaurada será exibida em abril no festival É Tudo Verdade. Ela busca patrocínio para “O Craque”, cuja restauração, calcula, levaria cerca de um ano e custaria R$ 1,8 milhão.

Corinthians x Uruguai

“O Craque” é protagonizado por Eva Wilma, Carlos Alberto (1925-2007) e Herval Rossano (1933-2007). Mostra um jogo real entre Corinthians e o Olímpia, do Paraguai, que na história é um temido time uruguaio. “O Corinthians encara nesta tarde, desportistas amigos, o Carrasco de Montevidéu, o campeão do Uruguai”, narra Blota Júnior (1920-1999). O time que aparece no filme foi um dos mais importantes da história alvinegra ao conquistar o título do Quarto Centenário de São Paulo (1954). Era formado por craques como o goleiro Gilmar e os atacantes Baltazar, Cláudio e Carbone. O longa acaba com a vitória corintiana de virada, uma revanche fictícia à amarga derrota da seleção brasileira na final da Copa de 50, no Maracanã.

O universo futebolístico, com cenas da partida, de treinos, vestiários e do Parque São Jorge, entre outras, serve como pano de fundo para o romance de Elisa (Eva Wilma) e Julinho “Joelho de Vidro” (Carlos Alberto), que tinha o apelido em razão de uma queda sofrida na infância. Rico industrial, o pai da mocinha não aceita o namoro da filha com um jogador em busca do sucesso e a pressiona a ficar noiva do jovem médico Mário (Herval Rossano).

Em um final feliz, Julinho, com o joelho recuperado, se consagra ao substituir Carbone, no papel dele mesmo, fazer o gol da vitória corintiana e beijar a mocinha. “Ele ficou com todos os meus gols”, lembra Carbone, hoje com 80 anos, que no filme teve de deixar a partida em uma maca, com crise de apendicite. Quase 60 anos após as filmagens, poucas testemunhas restam. Além de Carlos Alberto e Rossano, já morreram quase todos os jogadores do Corinthians, o diretor do filme, José Carlos Burle, o produtor Mário Civelli e dois dos roteiristas.

O terceiro é o jornalista Alberto Dines, 76, que guarda fotos das filmagens e originais do roteiro em amarelados papéis datilografados. “Lembro que chegamos a pensar em algo dramático, inspirado no cinema americano de beisebol e boxe, mas o Civelli queria uma comédia romântica comercial”, conta Dines, contratado aos 21 anos pelo produtor após fazer uma entrevista com ele para a revista “Visão”, na qual era repórter e crítico de cinema. Eva Wilma, que hoje interpreta a vilã da novela das seis da Globo, “Desejo Proibido”, lamenta a situação do filme, um dos três de seu primeiro ano no cinema. “É triste, angustiante. É não só um registro da história do cinema, como dos costumes e de São Paulo. Eu me lembro da cena em que conversava com o Carlos Alberto na margem do Tietê.”

Os negativos originais de “O Craque” foram entregues por Mário Civelli à Cinemateca em 1989, segundo Patricia de Filippi, diretora da instituição e coordenadora do laboratório de restauração. Ela afirma que um laudo de 1993 atestou que o material apresentava “evidentes sinais de deterioração”. “Os negativos devem ter sido armazenados em condições não ideais por 40 anos. Estamos em um país tropical, quente e úmido, exatamente o contrário do que exige a preservação”, diz. E a Cinemateca só passou a ter câmaras climatizadas em 2000. Hoje, segundo ela, as oito latas com negativos de imagens do filme e outras oito com negativos do som ficam a 10º e 35% de umidade relativa do ar. Apesar disso, a obra corre o risco de desaparecer.

Fonte: Folha de S. Paulo –

 

Copa Rocca 1939
(1939, p&b, 8 min 16mm)
Direção de Humberto Mauro
Documentário produzido pelo Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE) acerca da Copa Rocca.

O Craque
(1954, p&b, 90 min, Beta)
Direção de José Carlos Burle
Com Carlos Alberto, Eva Wilma, Herval Rossano, Blota Júnior e Inezita Barroso.
Comédia popular da Multifilmes sobre a ascensão de jogador em uma equipe profissional. Filmado no Corinthians com a participação dos jogadores Baltazar, Carbone, Gilmar, Índio, Luizinho, Olavo e Roberto.

Subterrâneos do Futebol
(1968, p&b, 30 min, DVD)
Direção de Maurice Capovilla Terceiro episódio do longa Brasil Verdade. Caracteriza o futebol como válvula de escape às frustrações populares. Música de Gilberto Gil.

Boleiros, Era uma vez o Futebol…
(1998, cor, 93 min, 35mm)
Direção de Ugo Giorgetti
Com Otávio Augusto, Flávio Migliaccio, Lima Duarte, Marisa Orth, Adriano Stuart, Denise Fraga, Rogério Cardoso, André Abujamra e Cássio Gabus Mendes
Em um bar paulistano, grupo de ex-jogadores, técnicos e juízes se reúnem para lembrar histórias do mundo do futebol. Otávio Augusto vive um juiz corrupto que manda repetir uma cobrança de penâlti várias vezes, até que o jogador consiga marcar. O filme ganhou uma continuação: Boleiros 2 – Vencedores e vencidos.

O Corintiano
(98 min, p&b, 1966, DVD)
Direção de Milton Amaral
Mazzaropi interpreta um torcedor fanático entra em conflito com os filhos e os vizinhos ‘palestro-italianados’.

A Propósito do Futebol
(1975, cor, 7 min, 16mm)
Direção de Roberto Kahané e Domingos Demasi Montagem reflexiva sobre o futebol como esporte de massa nas palavras de Oswald de Andrade.

Copa 78, o Poder do Futebol
(1979, cor, 90 min, 35mm)
Direção de Maurício Sherman
Documentário que prioriza os bastidores da Copa do Mundo de 1978 na Argentina. Realizado por Maurice Capovilla e Paulo César Saraceni, foi finalizado por Sherman devido a desentendimentos com os produtores que não aceitaram críticas mais contundentes à ditadura Argentina.
Narração de Sérgio Chapelin.

Todomundo (Futebol + Torcida = Espetáculo Total)
(1980, cor, 35 min, 16mm)
Direção de Thomaz Farkas
Espetáculo visual que analisa o culto do futebol pelas torcidas dos times.

Flamengo Paixão
(1980, cor, 70 min, 16mm)
Direção de David Neves
A história do Flamengo é contada a partir da ótica do torcedor com destaque para a conquista do tricampeonato carioca. Utiliza grande quantidade de material de arquivo, inclusive imagens de um Fla-Flu de 1924.

Futebol 3: Jogo dos Homens/Meio de Vida/Zona do Agrião
(1980, p&b, 38min, 35mm)
Direção de Roberto Moura
Documentário em três episódios que oferece uma abordagem mais ampla sobre o esporte, priorizando aspectos sociais e econômicos.

Cinema e Futebol
(1980, cor, 48 min, 16mm)
Direção de David Neves e Chico Drummond
Documentário sobre o futebol visto pelo cinema desde o início do século XX. Realização conjunta da TV Cultura e da Cinemateca Brasileira.

Gaviões
(1982, cor, 22min, 16mm)
Direção de André Klotzel
Filme pioneiro sobre a maior torcida organizada do Corinthians, a Gaviões da Fiel.

Onda Nova
(1983, cor, 98 min, 35mm)
Direção de José Antônio Garcia e Ícaro Martins
Com Carla Camurati, Tânia Alves, Regina Casé, Vera Zimmermann, Cristina Mutarelli, Ênio Gonçalves e Sérgio Hingst.
Garotas tentam montar um time de futebol feminino. Em clima de pornochanchada com elementos surrealistas, o filme retrata a juventude underground paulistana do início dos anos 80. Filmado no Parque São Jorge com participações especiais de Caetano Veloso, Osmar Santos, Casagrande e Wladimir.

Perigo Negro
(1993, cor, 27 min, 35mm)
Direção de Rogério Sganzerla
Com Abraão Farc, Helena Ignez, Antônio Abujamra e Paulo Moura.
Episódio do longa Oswaldianas, baseado em romance de Oswald de Andrade. A trajetória de um futebolista e narrada por um fanático torcedor.

Uma História de Futebol
(1998, cor, 22 min, 35mm)
Direção de Paulo Machline Com José Rubens Chachá, Marcos Leonardo Delfino, Eduardo Santos, Eduardo Santos e narração de Antônio Fagundes.
Um amigo de infância de Pelé conta a história do desafio entre os times rivais ’7 de setembro’e ‘Barão do Noroeste’ na cidade de Bauru em 1950. O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem.

Driblando o Destino (Bend it like Beckham)
Direção: Gurinder Chadha
Com: Parminder K. Nagra, Keira Knightely, Archie Panjabi Inglaterra – 2002 – 112 minutos – 35mm – Comédia
O sonho da jovem imigrante de origem indiana Jesminder Bhamra é seguir o caminho de seu ídolo David Becham e se tornar uma jogadora profissional de futebol.
Entretanto, ela enfrenta problemas em sua família, que deseja que ela siga os costumes indianos tradicionais, assim como sua irmã mais velha, Pinky. O confronto familiar chega ao ápice quando Jesminder é obrigada a escolher entre a tradição de seu povo e seu grande sonho.

Ginga – A alma do futebol brasileiro
Direção: Hank Levine, Marcelo Machado e Tocha Alves
Com: Fernando Meirelles e Hank Levine/ O2 Filmes e Nike Brasil – 2006 – 81 minutos – 35mm – Documentário
O grande segredo do domínio brasileiro no futebol é a ginga de seus jogadores.
Uma habilidade de corpo que os torna capazes de driblar, passar a bola e marcar o gol como se o adversário não existisse. Mas ginga não se aprende. É algo mítico, inerente ao Brasil. Ginga é um jeito de não se levar nada muito a sério, usar bem os pés, o calcanhar e as coxas durante o jogo e fora dele.
Vários brasileiros, de diferentes níveis sociais e de várias partes do país, relatam, no documentário, a sua paixão e habilidade no futebol e a importância do gingado em suas vidas.

O Milagre de Berna
(Das Wunder von Berner/ The Miracle of Bern )
Direção: Sonke Wortmann
Alemanha – 2003 – 114 minutos – 35mm – Drama
Na Alemanha, verão de 1954, um garoto de 11 anos que adora futebol tenta acompanhar cada momento dos últimos jogos que decidirão a final da Copa do Mundo. Mas a relação com seu pai não está fácil, pois ele acaba de retornar da Rússia, onde ficou por 11 anos como prisioneiro de guerra, trazendo consigo sérios problemas emocionais e dificultando a convivência com todos da família.
O menino não desiste e vai tentar superar todas as barreiras existentes em seu caminho para alcançar o seu ideal de ver o time de sua nação jogar a final da Copa do Mundo – a histórica final da Copa da Suíça de 1954, em que a seleção da Alemanha milagrosamente superou a favorita Hungria.

O Casamento de Romeu e Julieta
Direção: Bruno Barreto
Com: Ricca, Luana Piovani, Luis Gustavo, Leonardo Miggiorin, Berta Zemmel Brasil – 2005 – 93 minutos – 35mm – Comédia
Alfredo é um advogado descendente de italianos, palmeirense roxo e membro do Conselho Deliberativo do clube. Alfredo criou sua filha Julieta, jogadora do time feminimo do Palmeiras, para ser mais uma apaixonada pelo time. Mas Julieta se apaixona por Romeu, um médico oftalmologista que é corinthinano roxo. Em nome do amor, Romeu aceita se passar por palmeirense, chegando a se filiar como sócio do clube e ir aos jogos para torcer pelo seu rival, tentando conquistar a simpatia do sogro. Mas suas atitudes geram desconfiança em sua família, principalmente em seu filho Zilinho e na avó Nenzica, ambos corinthianos fanáticos.

Rojas
Direção: Alexandre Mello Zaidan
Brasil – 1994 – 5minutos – 16mm
Rojas, o polêmico goleiro chileno, é inquirido por um jornalista sobre acontecimentos do jogo Brasil e Chile, em que ele fingiu ter sido atingido por um rojão disparado pela torcida.

Artigo 25
Direção: Marcos Fábio Katudjian
Brasil – 1995 – 17 minutos – 35mm
Imagens das brigas do jogador de futebol Edmundo alteram-se com uma aula fictícia sobre vítimas, crime e punição e com história de uma garota de programa.

Cartão Vermelho
Direção: Laís Bodanzky
Brasil – 1994 – 13 minutos – 35mm
O mundo de Fernanda, uma adolescente que joga futebol como os meninos: mata no peito, domina na coxa e toca a bola no vão das pernas.

Garrincha – A estrela solitária
Direção: Milton Alencar
Com: André Gonçalves, Taís Araújo, Chico Diaz, Alexandre Schumacher, Henrique Pires Brasil – 2005 – 110 minutos – 35mm – Drama
Baseado na biografia escrita por Ruy Castro, o filme conta a vida de Mané Garrincha, o “demônio das pernas tortas”, dentro e fora do campo, confrontando o mito do futebol mundial ao homem humilde do interior. As várias facetas do craque são mostradas a partir das lembranças de pessoas que lhe foram muito próximas e que o amaram de diferentes maneiras, como a cantora Elza Soares e o colega Nilton Santos, compondo uma visão multilateral de sua personalidade e de seu destino de glórias e tragédias.

Gol! (Goal!)
Direção: Danny Cannon
Com: Kuno Becker, Sven-Göran Eriksson, David Bechkam, Wayne Rooney, Zinedine Zidane Estados Unidos/ Inglaterra – 2005 – 118 minutos – 35mm – Aventura
Como milhões de crianças ao redor do planeta, Santiago alimenta o sonho de se tornar um jogador de futebol profissional , para desgosto de seu pai, que não acredita em um futuro feliz para o filho no futebol. Vivendo no bairro latino em Los Angeles , Santiado não costuma alimentar muito seu sonho até que consegue um teste para entrar no time de futebol inglês Newcastle United.
Superprodução de 100 milhões de dólares, Gol! foi planejado como primeira parte de uma trilogia que seguirá toda a carreira de Santiago.

“Meu Nome É Joe” (“My Name Is Joe”).
Inglaterra, 1998. Direção de Ken Loach, com Peter Mullan e Louise Goodall. Consórcio Europa. Colorido, 105 min.
O futebol está presente no filme, mas “Meu Nome É Joe” não é sobre futebol. É uma história de amor permeada pelas conhecidas preocupações políticas e sociais do diretor. Mullan é Joe, um desempregado (e ex-alcoólatra) que treina um time de várzea. Esse time usa as camisetas da mítica seleção brasileira de 1970, que ganhou o tri. Pelé, Jairzinho, Carlos Alberto, Rivelino, Tostão e Gérson são todos citados. Joe envolve-se com uma assistente social, interpretada por Louise Goodall. O romance é dificultado pelas ligações de ambos com o casal formado por outro desempregado e uma junkie.

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