O Campinas Futebol Clube, da cidade de Campinas-SP, foi fundado na data de 7 de setembro de 1928.

Sua sede ficava na famosa Vila Industrial, daí ser conhecido como “Tricolor Vilense”.  Também era conhecido por “Moleque Apeano”.

Os fundadores do Campinas Futebol Clube foram Guido Bonturi, Adolpho Bonturi, Dino Bonturi, Antônio Bento Gonçalves, José Tavil, Firmino Gomes, Afonso Guarulhos, Álvaro Urbano, Antônio Ferreira e o esportista Elegância.

Seu primeiro presidente foi o senhor Francisco Muniz Pacheco.

O “Tricolor Vilense” fazia contra o Guarani FC o famoso derby campineiro. Guarani FC x AA Ponte Preta era o clássico máximo.

Dentre suas principais conquistas, destacamos: Campeão da Terceira Região da APEA em 1931, Campeão da Série Campineira de 1934 e Campeão do Torneio Início da Liga Campineira de Futebol em 1935 e 1937.

O Campinas Futebol Clube encerrou suas atividades na década de setenta.

Fontes: A Gazeta (dos anos de 1931 e 1932) e o historiador Celso Franco.

 

O Sport Club Internacional da Capital Paulista nasceu e cresceu com raízes na massa. Foi o primeiro grande clube popular que surgiu no Brasil, sendo também o primeiro a utilizar calções negros… Acolheria qualquer um, não queria limites. Seria do povo e se tornou o mais procurado por todas as classes. Teve 29 participações na Divisão Principal do Futebol Paulista, sendo campeão em 1907 e 1928. Na história até hoje contada, o clube foi fundado em 19 de agosto de 1889, na rua Senador Queirós, nº 5 por um grupo de 25 rapazes e entre eles Hans Nobiling.

E aqui começa outra polêmica da história do nosso futebol:

Nos depoimentos citados nos mais diversos periódicos entre livros, jornais e revistas durante mais de 100 anos; Hans Nobiling teria “abandonado” a reunião de fundação do SC Internacional por não terem aceito a sua sugestão de SC Germânia. Segundo a história contada o time jogava contra Mackenzie College, SPAC com o nome de Hans Nobiling Team; porém resultados de inúmeras pesquisas nos jornais Correio Paulistano  e Estado de São Paulo nos comprovam que “antes” da reunião o time já atuava com o nome de “Internacional” Football Club. Então o nome do novo clube já estava sacramentado entre as diversas pessoas ali presentes. E para confirmar ainda mais este histórico; o nosso historiador e amigo Moisés H G Cunha encontrou nas páginas do jornal “The Rio News” em sua página 03 do dia 08/08/1899 a ficha técnica do encontro entre o SPAC de Charles Miller e o “Internacional Football Club” de Hans Nobiling, o que comprova a tese do nome.

                                                                           Reprodução do jornal A Gazeta

 

O SC Internacional, de alcunha o “Veterano” disputou seu último campeonato paulista em 1932. Em fase  de decadência em 13/02/1933 teve protocolado na secretaria da APEA, solicitação para mudança de nome. A nova equipe a partir de então passaria a se chamar Clube Atlético Paulista, porém o Antarctica FC que disputou a Principal Divisão do futebol paulista de 1926 a 1929 propôs uma fusão entre ambos e assim o novo clube nasceu remodelado e mandando seus jogos no Estádio Antonio Alonso situado na rua Móoca, 326. Ainda sem completar um ano de vida , o CA Paulista foi campeão do Torneio Inicio da primitiva FPF em 1933. Disputou o Paulistão em 1934,1935 e 1936. Se uniu ao CA Estudantes de São Paulo dando origem em 02/06/1937 ao Clube Atlético Estudantes Paulista e em 1938, depois de disputar o 1º jogo do Campeonato Paulista contra o Juventus em 13/03/1938 no Estádio Antonio Alonso e vencer o time grená por 2×1, faz fusão com o São Paulo F.C. desaparecendo para sempre do futebol paulista. 

 

A primeira ficha técnica completa de um jogo realizado no Brasil e em São Paulo, publicada no jornal The Rio News em 19 de julho de 1898 em sua página 06 é inédita. Em nenhum momento da história do futebol no Brasil foi apresentado algum material de tamanha importância para a a verdadeira análise dos fatos nos primórdios do “football” que estava nascendo no país. Coube ao historiador e bugrino Moisés H.G.Cunha a descoberta neste jornal que circulava na capital do Império e depois República desde 1874. O editor e proprietário se chamava Andrew Jackson Lamourex que nasceu em 1850 e faleceu em 1928. Seus leitores eram majoritariamente britânicos. Na ficha podemos contemplar na escalação do SPAC  a presença de

Charles Miller e Hans Nobiling. Um presente valioso para São Paulo, no dia de sua fundação.

 

     

                        Na força de uma raça, na luta já vencida

                                         

De acordo com os estatutos publicados pelo Diário Oficial  do Estado de São Paulo, foi no dia 22 de junho de 1927 que José de Assis Gonçalves Junior registrou o nascimento do Clube Atlético Bragantino. O importante órgão do Estado publicou no exemplar nº 133 do Diário Oficial de 26/07/1927 o extrato dos estatutos do CA Bragantino. No dia 30/07/1927 foi registrado em cartório aqui nesta Comarca os documentos de fundação do Clube Atlético Bragantino.No dia 08 de janeiro de 1928, foi eleita e empossada a nova diretoria do clube que ficou assim constítuida: Srs. José de Assis Gonçalves Jr.( Presidente), Normando de Medeiros, José Bernardino Guimarães, José Romano, Fausto Russomano, Benecdito Fagundes Marques, José Coli, Zeferino Vasconcellos, Mario de Oliveira Leme, Ozorio Ramalho, Antonio Abrahão, Francisco Pereira Leme e Pedro Perez.

 Porém aconteceu um fato que marcaria para sempre a história do alvinegro bragantino. Uma assembléia geral realizada em 31 de julho de 1930 altera os estatutos do CA Bragantino, ALTERANDO a data de fundação do clube para 08/01/1928 quando foi eleita a 1º diretoria do clube. O presidente Ismael de Aguiar Leme, o secretario Mario de Oliveira Leme e o tesoureiro José Coli foram os responsáveis pela publicação no Diário Oficial de 12 de agosto de 1930 e registrado no Cartório da Comarca de Bragança em 14/08/1930. E a partir de então o glorioso CA Bragantino conquistou inúmeros feitos no futebol e também passou por diversas amarguras nestes 84 anos de história. Vamos relembrá-los.

1928  O CA Bragantino através do Bragança Jornal lança um desafio a todos os clubes de futebol da Zona Bragantina para a disputa do título de campeão da mesma. Em 05/08 acontece o encontro no ground do Lavapés entre  CABragantino e Palmeiras FC local, com espetacular vitória do CAB por 7×0. Nascia alí o Leão da Zona Bragantina.

 1929 O Bragantino conquista a Taça Raul Leme com duas vitórias sobre o Bragança Esporte Clube e ganha a alcunha de Massa Bruta da imprensa local.

1930 Ao vencer o São João FC de Atibaia em uma melhor de três, o Massa Bruta é Campeão Absoluto da Zona Bragantina.

1933 Um desafio contra o rival Gymne Club, instituído Taça Cidade de Bragança é realizado em duas partidas. No campo das Pedras o Massa vence por 3×2 e na Biquinha outra vitória, agora por 3×1. Em 23/7/33 acontece à inauguração do campo contra o Palestra Itália que vence o jogo por 3×1.

1934 No começo de 1934 foram discutidas as propostas para construção de arquibancadas e demais melhoramentos no estádio e em 22/04/1934 é realizada a inauguração oficial com vitória sobre o Paulista de Jundiaí por 3×0.

1935 A Taça Hélio Theodoro da Silva é disputa em uma melhor de três entre Bragantino e Gymne Club. A 1ª partida nas Pedras termina empatada em 1×1, na Biquinha o Massa leva a melhor e vence por 2×1. Na última partida da série nas Pedras com arbitragem de Arthur Friedenreich, o Braga goleia por 4×0 ficando de posse da Taça.

1938  O time Extra do CAB é vice campeão bragantino de futebol, após o retorno do time depois de dois anos de paralisação.

1944 É realizado o Campeonato Municipal patrocinado pela FPF. O campeão tem vaga garantida no Campeonato do Interior. CA Bragantino, Bragança FC e AA América disputam o título que fica em posse do Leão após 4 memoravéis vitórias. O time também conquista o título de Campeão da Zona.

1945 O clube conquista o bi-campeonato da cidade com duas vitórias e dois empates contra AA América e Bragança FC. O time é campeão da Zona A 6ª Região, posteriormente vence o intermunicipal e é vice campeão da 6ª região do Estado.

1946 Os Massinhas, equipe infantil do Leão vence o Torneio Inicio do Campeonato Infantil da Cidade, ao “bater” Botafogo e América por 4×0 e 2×0 respectivamente. No time campeão figuram: Heitor, Rubens, Saul, Joel, Carlos Tile, Geraldo, Mundo, Rubens I, Oswaldinho, Eddy, Remo e Lisa.

1947  O Leão da Zona conquista a Taça Álvaro Barbosa pelo título do setor 5 da Zona 2 da 6 ª Região, posteriormente o título da 6ª Região é alcançado na Zona 2.

1948  É disputado o Campeonato da Cidade valendo a Taça Dicopo, entre Bragantino, Bragança FC e AD Santa Basilissa. O Bragantino é Campeão.

1949 O Leão alcança a maioridade e realiza brilhante campanha em seu primeiro ano no futebol profissional da FPF. O Bragantino ficou em 4º lugar na série vermelha da 2ª divisão.

1950 Em 22/07/1950 a Câmara Municipal, através dos vereadores, Saturnino Pacitti, Luiz Nóbrega Oliveira, José Lamartine Cintra, Nilo Torres Salema e Olimpio Rodrigues por unanimidade, aprovaram o projeto Lei de doação do Estádio Municipal ao Clube Atlético Bragantino.

 1952 O Massa Bruta é Campeão da 4ª Região pela 2ª Divisão de Profissionais da FPF, onde realiza uma campanha espetacular na sua volta ao futebol profissional.

1953  O Bragantino é campeão do Grupo Verde da 2ª Divisão de Profissionais da FPF.

1958  Campeão da Série Azul 2ª Divisão de Profissionais da FPF com uma goleada histórica aplicada no EC Elvira de Jacareí por 10×1.

1959  Campeão da Série Vicente Ítalo Feola 2ª Divisão de Profissionais da FPF e Vice-Campeão da 2ª Divisão de Profissionais da FPF

1962  Campeão da Série José Ermírio de Moraes 2ª Divisão de Profissionais da FPF

1965  Campeão Paulista da 1ª Divisão de Profissionais da FPF, o Braga em 1966 vai participar pela 1ª vez do Campeonato Paulista de Futebol ao lado dos grandes times do Estado.

1967 Vice-Campeão da 2ª Divisão de Profissionais da FPF. Após a queda em 1966 “quase” acontece o retorno do Massa, não fosse à derrota para o XV de Piracicaba por 4×3 no Pacaembu.

1970  O time é campeão da Série B da 1ª Divisão de Profissionais da FPF.

                 Sua mais triste página em toda história no futebol

 Com uma campanha abaixo da crítica o Massa Bruta, foi derrotado em doze dos catorze jogos disputados na 1ª divisão de 1971, conquistando somente uma vitória e um empate que colocou o alvinegro na última colocação. Em 03 de setembro de 1971 a revista Placar publica sua primeira matéria do CA Bragantino. Uma triste história sobre o clube que viveu dias de glórias e no momento tem seu estádio sem parte das coberturas, salários atrasados e jogadores sem condições técnicas; fato que perdurou por todo ano de 1972 com perdas de pontos por uso de jogadores irregulares. A base do time era: Zé Mauro, Augusto, Djalma, Túlio e Zé Carlos, Joel Mancinelli, Nelsinho, Indio, Nenê, Uriel e o craque Wilsinho. Em 1973 com péssima campanha no Torneio Seleção para o Paulistinha 73 e na Série Santos Dumont da 1ª divisão o time ficou novamente em último lugar. A paralisação nos anos de 1974, 1975, 1976 e 1977 quase decretou o fim do Massa Bruta. Em 1978 o CA Bragantino ao retornar ao futebol depois de longos anos de paralisação foi parar no porão do futebol paulista. Independente da atuação do Massa Bruta neste seu retorno ao futebol, o mais importante em toda essa história é o fato do CA Bragantino a partir de então nunca mais ter paralisado sua equipe de futebol profissional.

1979  Campeão Paulista da 3ª Divisão de Profissionais da FPF. Na última divisão do Estado o Leão rugiu mais alto contra o CA Jalesense nas finais: 4×1 em Bragança e 2×1 em Jales.

1988  Campeão Paulista da Divisão Intermediária de Profissionais da FPF

1989  Campeão Brasileiro da 2ª Divisão

 1990 Campeão Paulista na chamada “Final Caipira” contra o Grêmio Novorizontino.

1991  Vice-Campeão Brasileiro e Campeão do Torneio Inicio da FPF contra o Botafogo FC de Ribeirão Preto.

1992, 1993 e 1996  Disputa a Copa Conmebol, sendo que em 1996 elimina a poderosa SE Palmeiras na 1ª fase com uma goleada histórica de 5×1 em jogo realizado no Estádio Marcelo Stefani.

2005  Promovido para a Primeira Divisão do Campeonato Paulista (Série A-1)

2006  Vice-Campeão da Copa da Federação FPF, que rendeu a volta do Massa Bruta ao Campeonato Brasileiro de Futebol.

2007  Campeão Brasileiro da 3ª Divisão

   Parabéns à toda coletividade alvinegra!    

Fonte: Arquivos pessoais e Jornais Cidade de Bragança /Bragança Jornal Diário           

 

Segue um hiperlevantamento de dados com a  lista de quase todos os campeões estadual infantil da Federação Paulista de Futebol de 1943 à 2009; quem puder completar a  mesma desde já agradeço.

1943 – SC Corinthians Paulista

1944 – CA Ypiranga

1945 – CA Ypiranga

1946 – CA Ypiranga

1947- SC Corinthians Paulista

1948 – CA Ypiranga

1949 – CA Ypiranga

1950 – CA Ypiranga

1951 – CA Ypiranga

1952 – Estrela da Saúde FC

1953 – A Portuguesa de Desportos

1954 – A Portuguesa de Desportos

1955 – São Paulo FC

1956 – A Portuguesa de Desportos

1957 – SE Palmeiras

1958 – A Portuguesa de Desportos

1959 – SE Palmeiras

1960 – SE Palmeiras

1961 – A Portuguesa de Desportos

1962 – A Portuguesa de Desportos

1963 – São Paulo FC

1964 – SC Corinthians Paulista

1965 – SE Palmeiras

1966 – SC Corinthians Paulista

1967 – CA Juventus

1968 – SC Corinthians Paulista

1969 – SC Corinthians Paulista

1970 – Não foi realizado

1971 – SC Corinthians Paulista

1972 – CA Juventus

1973 – São Paulo FC

1974 – SC Corinthians Paulista

1975 -

1976 -

1977 -

1978 -

1979 -

1980 -

1981 – AA Ponte Preta

1982 – Guarani FC

1983 -

1984 -

1985 – SE Palmeiras

1986 -

1987 – CA Juventus

1988 -

1989 -

1990 – Guarani FC

1991 -

1992 – São Paulo FC

1993 -

1994 – Guarani FC

1995 – São Paulo FC

1996 – Guarani FC

1997 – São Paulo FC

1998 -

1999 – São Paulo FC

2000 – América FC (Rio Preto)

2001 – CA Juventus

2002 – A Portuguesa de Desportos

2003 -

2004 – A Portuguesa de Desportos

2005 – SC Corinthians Paulista

2006 – SC Corinthians Paulista

2007 – São Paulo FC

2008 – São Paulo FC

2009 – Santos FC

Fonte: Arquivo pessoal e pesquisas em sites de clubes.

 

AA GREAT WESTERN – CLUBE FERROVIÁRIO DO RECIFE

O atual Clube Ferroviário do Recife nasceu em 17/03/1928 com o nome de Associação Atlética Great Western de cores verde, vermelho e branco.

Disputou seu 1º Campeonato Pernambucano de futebol em 1932 na Série Branca com a seguinte campanha:

1ºturno:

17/04 – 2 x 3 Fluminense do Recife

08/05 – 1 x 5 Santa Cruz

05/06 – 6 x 2 Israelita

03/07 – 2 x 9 América

24/07 – 3 x 4 Flamengo

2º turno:

28/08 – 5 x 3 Fluminense do Recife

11/09 – 3 x 4 Santa Cruz

02/10 – 3 x 1 Israelita

09/10 – 3 x 4 Flamengo

23/10 – 2 x 2 América

Ficando na 7ª colocação com 07 pontos ganhos , conquistando 03 vitórias, 1 empate e 06 derrotas, seu ataque marcou 30 gols e a defesa sofreu 37 gols.

Em 19/07/1936 o campeão Tramways aplica uma sonora goleada de 13 x 1 no time que retornava ao campeonato após não disputar o mesmo em 1934 e 1935.

Segue abaixo as suas primeiras vitórias contra os “grandes” do futebol da terra do frevo:

30/05/1937 – 4 x 2 Sport Recife

14/08/1938 – 4 x 1 Tramways

18/08/1940 – 3 x 1 Naútico

06/03/1941 – 3 x 1 América

03/07/1941 – 5 x 2 Santa Cruz

Como AA Great Western, o clube participou de 16 campeonatos Pernambucanos em sua divisão principal com o seguinte desempenho:

16 Campeonatos disputados

122 pontos ganhos

51 vitórias, 20 empates e 132 derrotas

Gols pró 324     Gols contra 675

Em 1955 alterou seu nome para Clube Ferroviário do Recife e até 1994 quando foi rebaixado para a 2ª divisão estadual, disputou 39 campeonatos com o seguinte desempenho:

39 Campeonatos disputados

442 pontos ganhos

154 vitórias, 134 empates e 420 derrotas

Gols pró 697    Gols contra 1458

Apesar do clube estar fora da 1ª divisão a tanto tempo; no ranking do futebol pernambucano só fica atrás dos quatro grandes ( América, Sport, Naútico e Santa Cruz) e do Central de Caruaru, força emergente do interior.

Esperamos poder ver novamente um dia a esquadra ferroviária de volta à 1ª divisão do estadual e no momento fica  a torcida para seu retorno ao menos na 2ª divisão, fato este que não aconteceu em 2009 por falta de estádio, onde mandaria seus jogos.

Segue imagens de um clube pequeno, mas que tem site na rede: visitem: http://www.cfr.com.br/ e que luta valentemente para manter acessa a chama ferroviária de seus idealizadores no lonquínquo 1928:

ferro8ferro3ferrin012ferrin005ferrin008ferrin017 Fonte: Site do clube e histórias do futebol pernambucano

 

Amigos, achei está foto em um jornal da cidade de Bragança Paulista e queria compartilhar com vcs. este fato curioso: Década de 40 na imagem vemos um jogador da AA América com um cigarro na boca. Coisas de antanho!!!

AA América de Bragança Paulista

 

Esporte Clube Mogiana (Ribeirão Preto-SP)

 

A Fundação

Os empregados da Companhia de Estradas de Ferro Mogiana, de Ribeirão Preto, há muito tempo disputavam campeonatos varzeanos de futebol, e a falta de um clube onde pudessem treinar, e um campo próprio para mandar seus jogos, atrapalhavam o desenvolvimento do time. Além do mais, faltava para eles, e seus familiares, uma área de lazer e recreação. E por isso, tanto a construção de um campo de futebol, quanto a organização de um clube recreativo, eram na verdade, um antigo sonho de mais de 800 ferroviários, que, na ocasião, eram liderados pelo engenheiro Antônio da Costa Coelho. Desse sonho, viria nascer o Esporte Clube Mogiana.

Em 27 de julho de 1938, o sonho dos empregados da Cia. de Ferro tornava-se realidade, pois nascia o Esporte Clube Mogiana, um clube recreativo destinado ao lazer dos ferroviários e seus familiares, que abrigaria também um campo de futebol, para o time dos ferroviários.

Na hora de escolher o primeiro presidente, ficou provado que não havia ninguém melhor do que o próprio líder dos idealizadores do clube para comandar a agremiação, e Antônio da Costa Coelho, foi eleito o primeiro presidente do Mogiana.

As primeiras obras e o Campo da Mogiana

Quando foi fundado, o Mogiana tinha em seu amplo terreno, de mais de 13.000m², que fora doado pela Cia. Mogiana, e que ficava localizado entre a Avenida 1º de Maio e a Rua Guatapará, no antigo Bairro da República (hoje Vila Virginia), apenas a piscina, cuja construção havia sido iniciada em 1937. Mas o sonho de construir um campo de futebol ainda estava vivo.

A intenção do Mogiana de construir um campo de futebol, acabou se tornando notícia por toda Ribeirão Preto. Nos jornais, noticiavam-se que a Cia. Mogiana estava intencionada a construir um estádio em Ribeirão, com moldes iguiais aos de que ajudava a construir em Campinas, para que sua equipe pudesse se desenvolver.

Com o passar do tempo, foram feitas as outras áreas do clube, e logo depois, o tão sonhado campo de futebol foi elaborado, e que mesmo sem nome, ganhou o apelido de “Campo da Mogiana”.

O “Campo da Mogiana” era simples, e nem arquibancadas possuía, porém, era um grande avanço para equipe amadora, já que o EC Mogiana há muito tempo disputava campeonatos varzeanos, e a falta de um campo próprio atrapalhava o desenvolvimento do time. De 1938 a 1954 o campo foi utilizada para jogos dos campeonatos amadores.

 Anos 40

Durante os anos 40 o clube foi aos poucos se desenvolvendo. Mas, a maioria de seus freqüentadores eram ferroviários de Ribeirão Preto.

 Anos 50: a criação e o auge do Estádio Costa Coelho

Quando o Comercial reorganizou-se, em 1954, logo precisava de um local para mandar seus jogos, e como, de todos os locais vistos, o mais apropriado era o “Campo da Mogiana”, a diretoria comercialina arrendou o local. O Comercial, então, instalou no campo arquibancadas de madeira, deixando-o com capacidade para 12.000 pessoas. Nascia assim o Estádio Antônio da Costa Coelho.

O nome do estádio era uma homenagem ao engenheiro Antônio da Costa Coelho, primeiro presidente do EC Mogiana, que foi eleito para o cargo porque era o líder dos mais de 800 ferroviários que um dia sonharam em formar um clube.

Naquele pequeno estádio, o Comercial começou a reconstruir sua história.

E foi graças as boas campanhas que o Comercial viveu nos anos 50, que o Costa Coelho viveu o auge de sua história, recebendo jogos importantes, como as partidas dos Campeonatos Paulistas da 1ª e 2ª divisão, bem como acabou ficando conhecido no estado de São Paulo. Isso foi bom para o Mogiana, já que o estádio pertencia a ele, e o campo ficava dentro de suas dependências.

Com o Costa Coelho, os times chamados “grandes”, agora, jogavam em Ribeirão Preto sem nenhum problema, exemplos como Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Portuguesa, Guarani, Ponte Preta, e até mesmo o, mais que famoso, Santos de Pelé e Coutinho, que certa vez, venceu com um placar de 3 a 1 o Comercial, em pleno Costa Coelho.

Dentro do Costa Coelho, o Leão do Norte conseguiu ainda, vários feitos e muitas conquistas, como o vice no Campeonato Paulista da 2ª divisão, em 1954, e o título de campeão do Campeonato Paulista da 2ª divisão, em 1958.

Ao longo dos anos, foram disputados, também, 11 Come-Fogos dentro do Costa Coelho.

O Comercial utilizaria o Costa Coelho até 1964.

 Anos 50: o futebol amador

Enquanto o Comercial levava o nome do Estádio Costa Coelho para a história, a equipe amadora do próprio EC Mogiana disputava o futebol amador, e tinha como principal adversário, dentro da Liga Ribeirãopretana, o Sertãozinho.

 A desativação do estádio

O Comercial, “oficialmente”, deixou de utilizar o Costa Coelho no dia 14 de outubro de 1964, quando inaugurou seu estádio próprio, o Palma Travassos.

Como o Comercial não mais usava o Costa Coelho, a diretoria do Mogiana também deixou de utilizar o estádio, e assim ele foi desativado, mas não por completo. Alguns anos depois, suas arquibancadas, que agora eram desnecessárias, foram desmontadas, dando espaço as canchas de bocha e malha.

O gramado, porém, não deixou de existir, porque, mesmo após o Comercial parar de utilizar o Costa Coelho, o campo não deixou de receber jogos de futebol. Mas, desde então, as partidas realizadas no campo voltaram a ser das várias ligas amadoras de Ribeirão Preto.

 Anos 60 e 70

Durante os anos 60 e 70 o amadorismo no futebol tornou o clube mais recreativo, deixando de lado um pouco do espírito de agremiação desportiva.

Mas, em 1972, a Companhia de Estradas de Ferro Mogiana, acabou sendo transformada em FEPASA, e os investimentos no clube caíram quase a zero. A mudança de Cia. traria grandes problemas para o Mogiana no futuro.

No final dos anos 70, começaram os problemas devido a troca da Cia. Mogiana pela FEPASA.

Anos 80

No início dos anos 80, o Mogiana correu sério risco de ter seu terreno vendido, e de até mesmo, ter que fechar as portas. Tudo aconteceu por causa da FEPASA, que não queria mais manter o terreno e o clube, como fazia a Cia. Mogiana. O impasse durou mais de 6 anos, e só foi resolvido em 1986 quando sócios do clube se uniram, e em sistema de cotas, compraram ações da FEPASA, num valor suficiente para separar o clube da empresa.

Enquanto o impasse não terminava, em específico, no ano de 1985, o técnico Tomé dava início a um dos primeiros projetos sociais envolvendo jovens atletas e o futebol dentro do Mogiana. O trabalho com a garotada seria continuado pelo ex-jornalista de esportes Márcio Moraes.

Em 1988, Gildo Faustino da Silva, atual presidente do Mogiana, assumiu o cargo que ocupa até hoje.

 1986-1994: O auge do Mogiana

Com o fim dos problemas com a FEPASA, em 1986, o EC Mogiana passou a viver seu auge como clube recreativo de Ribeirão Preto. A época de ouro do Mogiana duraria até 1994.

14 de maio de 1994

No dia 14 de maio de 1994, um forte vendaval passou por Ribeirão Preto, deixando a cidade assolada. Casas, postos de gasolinas, prédios, salões, enfim, quase tudo foi destruído pelo forte vento, e no EC Mogiana não foi diferente.

Passado o vendaval, a diretoria do clube avaliou os danos, e constatou que o saldo era mais negativo do que imaginavam. Foram destruídos o telhado do Salão de Festas e das Quadras, além da lanchonete e da Malha. Era o fim da era de Ouro do Mogiana.

Anos 90 e 2000

Após o vendaval, os lucros do clube caíram, e o Mogiana entrou numa crise financeira.

A recuperação foi lenta, mas quase tudo que foi destruído em 1994, acabou reconstruído, exceto o Salão de Festas, que por coincidência, era o que mais rendia dinheiro para o clube.

2007: parceria com o Sertãozinho

No fim de 2007, o Mogiana fez uma inédita parceria com o Sertãozinho, para criação de um CT e das escolinhas de base do “Touro dos Canaviais”.

No acordo feito, o Touro de Sertãozinho fez um expressivo investimento na sede do Mogiana, reformando-a, para que em troca possa receber do clube ribeirão-pretano novos talentos que possam descobertos no CT ou nas escolinhas do clube.

Fonte: Wikipédia

 

EC Vila Mariana

Localizado em uma área construída de 2.149m2 , o clube guarda a rica história de uma grande família: descendentes de italianos que aqui chegaram no final do século 19. Sua história teve início em 1908, com os times de várzea espalhados pelos campos das ruas Humberto I, França Pinto, Áurea e Major Maragliano – este último, de acordo com as memórias de antigos moradores, o primeiro campo do Palestra Itália (hoje, Palmeiras). Os jogadores das ruas vizinhas, em sua maioria “rapazes de 15, 16, 17 anos”, incentivaram a comunidade a fundar, em 01/09/1914, o Esporte Clube Humberto I e assim, incorporados em um só time, oficializaram o clube de futebol da Vila Mariana.

Com sede social à rua França Pinto, nº 32 – onde hoje é a loja de instrumento musicais Vitale – sobrenomes como Nastari, Rossi, Sabatino, Perrone, Gallucci, de Mauro, entre outros, começaram a participar dos campeonatos paulistas na 2ª divisão em 1932,1933 e 1934 e na 1ª divisão em 1935 e 1936, conquistando inúmeros troféus e ampliando a torcida e os sócios do Clube. No Humberto I – nome do monarca italiano repressor, assassinado em 1900 – também eram promovidas festas de casamentos, bailes de carnaval e as jogatinas que varavam a noite.De 1924 a 1927, a sede permaneceu fechada devido a Revolução e com a 2ª Guerra Mundial, o clube foi obrigado a trocar de nome. No dia 30 de outubro de 1942, foi rebatizado como Esporte Clube Vila Mariana.

A sede própria começou a ser construída na Domingos de Morais e, em 1945, na gestão do “presidente da esperança”, Humberto Torre Nastari, foi inaugurada em meados de cinquenta, ostentando a bandeira nas cores vermelho e branco. Durante décadas a sede foi palco de campeonatos, concursos, shows, bailes e espetáculos. Os sócios recebiam famosos convidados em uma intensa vida social.
Hino do Esporte Clube Vila Mariana, criado em 9 de junho de 1952, por Domingos Antonio e cujo refrão exclama: “Salve o Vila Mariana / Clube de tradições / Que nos campos da luta / Só nos deu satisfação / Nosso presente é uma lista / De invejáveis conquistas / Dos setores esportivo e social / E o Vila Mariana leal e brioso / Possui um futuro grandioso / Pois em tudo é maioral”.

(texto baseado na reportagem de denise delfim editora responsável pelo jornal pedaço da vila).

 

Aderbal Lana, o Ico foi ponta direita na década de 40/50 defendendo equipes como Uberlândia EC, CA Goianiense, EC Mogiana de Campinas e EC Siderúrgica de Sabará/MG.
Suas principais caracteristicas: disciplina e habilidade. Dominava a redonda entortando todos os laterais esquerdos que o enfrentavam.
Foi ídolo no Uberlândia Esporte Clube e teve na época propostas para defender grandes clubes do futebol brasileiro como Palmeiras, Flamengo, Guarani e São Paulo; mas o medo de viajar de avião o fez permanecer jogando e treinando equipes de Uberlândia até encerrar a carreira em 1961 no Vasco da Gama desta cidade e de diretor de futebol do mesmo clube até 1981.
Ico nunca ganhou dinheiro com o futebol, quando se aposentou trabalhou como sapateiro em sua residência em Uberlândia.
Ico foi o primeiro jogador de futebol a dar entrevista a rádio em Uberlândia.
Em sua estréia pelo Siderúrgica, Ico fez o primeiro gol da partida aos 45´no goleiro Kafunga do Atlético Mineiro em jogo válido pelo Campeonato Mineiro no estádio Praia do Ó em Sabará/MG.
.[img:Ico_1.jpg,resized,centralizado]
Teve cinco filhos dos quais dois se dedicaram ao futebol e obtiveram destaque no mesmo:
Roberto Lana – Robertinho defendeu Uberlândia EC, Goiás EC, Goiânia AC, CA Goianiense, Comercial FC. Jogou tb. em Portugal e no Equador, vindo a falecer em 2002.
Aderbal Domingos Lana – Aderbal Lana é o famoso treinador mais bem sucedido do futebol amazonense conquistando inúmeros títulos pelo São Raimundo – o Tufão do Amazonas[img:ECM.jpg,resized,centralizado]
Ico faleceu em 15/12/2005 na cidade de Uberlândia/MG
E está é uma homenagem à um dos maiores craques do futebol mineiro e também da esquadra do EC Mogiana de Campinas de todos os tempos.

Fonte: Arquivo do Freidines

 

Olá, pessoal !!! Retornando ao blog devido longa ausência por trabalho, estou postando imagens do Parque Antárctica em jogo internacional : O SC Internacional da Capital recebia o Torino da Itália em excursão pelo Brasil. Resultado do jogo: Torino 6 x 0 Internacional.[img:Parque_Antarctica.jpg,full,centralizado]

Fonte: Revista Vida Moderna de 1914

 

Em 1950, a Indústria de balas e chocolates A Americana Ltda., que ficava situada na rua do Gasômetro, 419 em São Paulo – famosa também pelos seus fantásticos álbuns de figurinhas; homenageou a Seleção Brasileira e as demais seleções que participaram da IV Copa do Mundo em nosso país, nas páginas da Gazeta Esportiva Ilustrada, estampando a capa de seus 12 álbuns de 1938 à 1949.
É fantástico ver em suas capas, escudinhos de SC Corinthians Pta. sem a âncora, o Palestra Itália, o S.P.R., o Estudantes Paulista, o Jabaquara, o Ypiranga, enfim coisas de antanho.
Quem os possui, com certeza tem uma relíquia em mãos. Segue a imagem:[img:Balas_Futebol.jpg,full,centralizado]

 

GUARANI F.C. x A.A. PONTE PRETA – O maior clássico do interior desse país

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Neste domingo acontece o jogo mais esperado do Paulistão 2009 na cidade de Campinas; no Estádio Brinco de Ouro estarão frente a frente dois dos maiores rivais do futebol Paulista. Segue um pouco da História deste confronto, que mexe com uma cidade inteira e desperta curiosidades devido a grande rivalidade entre bugrinos e pontepretanos:

Todos os jogos entre os dois rivais

24/03/1912 – Campo da Vila Industrial – resultado desconhecido – Amistoso

19/05/1912 – Hipódromo – Ponte Preta 2 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

11/08/1912 – Campo do London – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Campineiro

23/08/1914 – Sousas – Guarani 2 x 0 Ponte Preta – Amistoso

24/10/1915 – Hipódromo – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Amistoso

13/02/1916 – Hipódromo – Ponte Preta 2 x 0 Guarani – Campeonato Campineiro

21/05/1916 – Hipódromo – Ponte Preta 0 x 2 Guarani – Campeonato Campineiro

20/01/1918 – Hipódromo – Ponte Preta 1 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

23/06/1918 – Hipódromo – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Campineiro

30/03/1919 – Hipódromo – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

29/06/1919 – Hipódromo – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

31/08/1919 – Hipódromo – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Taça Chauffers

13/06/1920 – Hipódromo – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

28/11/1920 – Hipódromo – Ponte Preta 1 x 4 Guarani – Campeonato Campineiro

12/03/1922 – Hipódromo – Ponte Preta 0 x 3 Guarani – Amistoso

22/07/1923 – Pastinho – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato do Interior

15/11/1923 – Pastinho – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato do Interior

14/06/1925 – Pastinho – Guarani 0 x 3 Ponte Preta – Campeonato do Interior

23/08/1925 – Pastinho – Guarani 0 x 1 Ponte Preta – Campeonato do Interior

08/08/1926 – Pastinho – Guarani 3 x 1 Ponte Preta – Taça Colúmbia

07/09/1926 – Pastinho – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato do Interior

14/11/1926 – Pastinho – Guarani 2 x 0 Ponte Preta – Taça Circo Wheler

23/01/1927 – Pastinho – Guarani 3 x 1 Ponte Preta – Campeonato do Interior

20/11/1932 – Pastinho – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Campeonato do Interior

24/03/1935 – Pastinho – Guarani 4 x 3 Ponte Preta – Amistoso

14/04/1935 – Hipódromo – Ponte Preta 3 x 4 Guarani – Taça Italo-Brasileira

24/11/1935 – Hipódromo – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Campineiro

16/02/1936 – Pastinho – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

26/04/1936 – Hipódromo – Ponte Preta 2 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

22/11/1936 – Pastinho – Guarani 2 x 5 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

04/07/1937 – Pastinho – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

13/03/1938 – Pastinho – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

19/06/1938 – Pastinho – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Amistoso

20/11/1938 – Pastinho – Guarani 3 x 3 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

11/12/1938 – Pastinho – Guarani 1 x 0 (WO) Ponte Preta – Campeonato Campineiro

02/04/1939 – Pastinho – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – 2 X 2 – Amistoso

09/07/1939 – Pastinho – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

14/01/1940 – Pastinho – Guarani 1 x 2 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

18/08/1940 – Pastinho – Guarani 1 x 2 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

08/06/1941 – Est. Mogiana – Ponte Preta 3 x 0 Guarani – Campeonato Campineiro

30/11/1941 – Est. Mogiana – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

15/05/1942 – Est. Mogiana – Ponte Preta 2 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

23/08/1942 – Est. Mogiana – Guarani 4 x 1 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

31/01/1943 – Est. Mogiana – Ponte Preta 4 x 1 Guarani – Campeonato Campineiro

20/06/1943 – Pastinho – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Serie Confraternidade Esportiva

04/07/1943 – Pastinho – Guarani 4 x 3 Ponte Preta – Serie Confraternidade Esportiva

18/07/1943 – Pastinho – Guarani 3 x 4 Ponte Preta – Serie Confraternidade Esportiva

29/08/1943 – Pastinho – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

07/09/1943 – Pastinho – Guarani 0 x 4 Ponte Preta – Serie Confraternidade Esportiva

19/12/1943 – Pastinho – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

02/07/1944 – Pastinho – Guarani 1 x 2 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

06/08/1944 – Pastinho – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

01/07/1945 – Pastinho – Guarani 3 x 1 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

30/12/1945 – Est. Mogiana – Guarani 3 x 2 Ponte Preta – Campeonato Campineiro

18/08/1946 – Pastinho – Guarani 3 x 0 Guarani – Campeonato Campineiro

28/06/1947 – Pastinho – Guarani 2 x 3 Ponte Preta – Campeonato Profissional do Interior

05/10/1947 – Est. Mogiana – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Profissional do Interior

28/04/1948 – Est. Mogiana – Guarani 5 x 2 Ponte Preta – Taça Cidade de Campinas

11/07/1948 – Pastinho – Guarani 4 x 3 Ponte Preta – Campeonato Paulista (2a. Divisão)

26/09/1948 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Paulista (2a. Divisão)

07/04/1949 – Est. Mogiana – Ponte Preta 3 x 2 Guarani – Taça Cidade de Campinas

10/07/1949 – Pastinho – Guarani 2 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista (2a. Divisão)

09/10/1949 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Paulista (2a. Divisão)

11/05/1950 – Est. Mogiana – Guarani 2 x 0 Ponte Preta – Taça Cidade de Campinas

08/06/1950 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Taça Cidade de Campinas

29/06/1950 – Pastinho – Guarani 4 x 3 Ponte Preta – Taça Cidade de Campinas

04/03/1951 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Taça Cidade de Campinas

22/04/1951 – Pastinho – Guarani 0 x 1 Ponte Preta – Taça Cidade de Campinas

12/08/1951 – Pastinho – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

02/12/1951 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

06/04/1952 – Pastinho – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Taça Cidade de Campinas

18/05/1952 – M. Lucarelli – Ponte Preta 4 x 2 Guarani – Taça Cidade de Campinas

06/07/1952 – M. Lucarelli – Ponte Preta 4 x 0 Guarani – Triangular c/ Bangu

05/10/1952 – M. Lucarelli – Ponte Preta 3 x 4 Guarani – Campeonato Paulista

25/01/1953 – Pastinho – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista 52

29/03/1953 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 5 Guarani – Quad. c/ S. Cristóvão e América-RJ

07/06/1953 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 3 Ponte Preta – Taça Cidade de Campinas

21/06/1953 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Taça Cidade de Campinas

13/09/1953 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

31/01/1954 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Paulista 53

22/08/1954 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 4 Ponte Preta – Campeonato Paulista

13/02/1955 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Paulista 54

28/08/1955 – Brinco de Ouro – Guarani 5 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

11/12/1955 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

18/03/1956 – Brinco de Ouro – Guarani 4 x 3 Guarani – Taça Amizade

25/03/1956 – M. Lucarelli – Ponte Preta 3 x 1 Guarani – Taça Amizade

20/05/1956 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Amistoso

12/08/1956 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

09/12/1956 – Brinco de Ouro – Guarani 3 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

13/01/1957 – M. Lucarelli – Ponte Preta 4 x 1 Guarani – Campeonato Paulista 56

15/05/1957 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 1 Guarani – Taça Amizade

19/05/1957 – Brinco de Ouro – Guarani 3 x 0 Ponte Preta – Taça Amizade

11/08/1957 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

08/03/1958 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 2 Ponte Preta- Taça Amizade

10/08/1958 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 4 Ponte Preta – Campeonato Paulista

07/12/1958 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

03/02/1959 – Brinco de Ouro – Guarani 3 x 2 Ponte Preta – Taça Amizade

29/03/1959 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 1 Guarani – Taça Amizade

31/05/1959 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

25/10/1959 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

05/06/1960 – Brinco de Ouro – Guarani 6 x 0 Ponte Preta – Amistoso

21/08/1960 – M. Lucarelli – Ponte Preta 3 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

25/09/1960 – Brinco de Ouro – Guarani 3 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

24/07/1966 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Taça Amizade

27/07/1966 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Taça Amizade

30/11/1969 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Taça Amizade

07/12/1969 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 2 Guarani – Taça Amizade

15/02/1970 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 0 Guarani – Torneio Paulistinha

19/04/1970 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Torneio Paulistinha

12/07/1970 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

19/08/1970 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

28/03/1971 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

20/06/1971 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

20/02/1972 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 0 Ponte Preta – Torneio Laudo Natel

05/03/1972 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

16/07/1972 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

04/02/1973 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Torneio Laudo Natel

13/05/1973 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

17/06/1973 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 2 Ponte Preta – Taça São Paulo

29/07/1973 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

18/08/1974 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

27/10/1974 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Paulista

19/01/1975 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 2 Guarani – Torneio Laudo Natel

23/03/1975 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 1 Guarani – Campeonato Paulista

07/03/1976 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 1 Guarani – Campeonato Paulista

22/08/1976 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

03/10/1976 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

27/02/1977 – M. Lucarelli – Ponte Preta 3 x 1 Guarani – Campeonato Paulista

07/08/1977 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

[img:BRINCO.jpg,full,centralizado]

04/09/1977 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

20/11/1977 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 1 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

23/04/1978 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

[img:GFC_X_AAPP.jpg,full,centralizado]

05/11/1978 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

03/12/1978 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

03/06/1979 – Pacaembu – Guarani 2 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista 78

27/06/1979 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 1 Guarani – Campeonato Paulista 78

19/08/1979 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

21/10/1979 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

27/01/1980 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 1 Guarani – Campeonato Paulista 79

30/01/1980 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista 79

20/07/1980 – M. Lucarelli – Ponte Preta 3 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

05/10/1980 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

05/07/1981 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

01/08/1981 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

05/08/1981 – M. Lucarelli – Ponte Preta 3 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

27/09/1981 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

12/09/1982 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

23/11/1982 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

10/07/1983 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 0 Guarani – Campeonato Paulista

23/10/1983 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

02/09/1984 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

04/11/1984 – Brinco de Ouro – Guarani 3 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

09/06/1985 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 3 Ponte Preta – Campeonato Paulista

10/07/1985 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

17/07/1985 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 0 Guarani – Campeonato Brasileiro

08/09/1985 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

20/04/1986 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 1 Guarani – Campeonato Paulista

20/07/1986 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

03/05/1987 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

28/06/1987 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

18/03/1990 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

24/01/1993 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

21/03/1993 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 0 Ponte Preta – Campeonato Paulista

05/03/1994 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 1 Guarani – Campeonato Paulista

08/05/1994 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

02/04/1995 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

07/05/1995 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

26/07/1998 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 0 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

18/08/1999 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 0 Guarani – Campeonato Brasileiro

02/11/2000 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 1 Ponte Preta – Copa João Havelange

04/02/2001 – Brinco de Ouro – Gurani 2 x 1 Ponte Preta – Campeonato Paulista

21/10/2001 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 1 Guarani – Campeonato Brasileiro

06/04/2002 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 1 Ponte Preta – Torneio Rio-São Paulo

28/10/2002 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 4 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

23/02/2003 – M. Lucarelli – Ponte Preta 1 x 3 Guarani – Campeonato Paulista

14/06/2003 – M. Lucarelli – Ponte Preta 0 x 2 Guarani – Campeonato Brasileiro

11/10/2003 – Brinco de Ouro – Guarani 1 x 3 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

10/07/2004 – M. Lucarelli – Ponte Preta 3 x 1 Guarani – Campeonato Brasileiro

24/10/2004 – Brinco de Ouro – Guarani 0 x 0 Ponte Preta – Campeonato Brasileiro

29/01/2005 – Brinco de Ouro – Guarani 2 x 2 Ponte Preta – Campeonato Paulista

05/02/2006 – M. Lucarelli – Ponte Preta 2 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

16/03/2008 – M. Lucarelli – Ponte Preta 4 x 2 Guarani – Campeonato Paulista

Curiosidades sobre os Derbys

Foi num derby, em 13 de fevereiro de 1916 (há quase 93 anos, portanto), que o Guarani jogou pela primeira vez com camisas inteiramente verdes. O jogo era pelo campeonato Campineiro e chovia muito, além do campo do Hipódromo Campineiro ser de terra. O Guarani ganhou por 2 x 0.
……..
O 1º derby com 90 minutos (antes os jogos eram de 40 x 40) aconteceu em 02/04/1939 (2 x 2)
…….
Os derbys que decidiram:
29/06/19 – GFC 1 x 0 AAPP – Com essa vitória o Guarani tornou-se Campeão Campineiro por antecipação (2º título municipal que conquistou)
18/11/32 – depois de 5 anos sem derbys, Guarani jogava pro empate para ser campeão da “Série Campineira” do Campeonato do Interior – Guarani 2 x 1
30/11/41 – GFC 2 x 1 AAPP – Guarani Campeão Campineiro (LCF), depois de 7 anos sem vitória em derby.
15/05/42 – AAPP 2 x 1 GFC – decisão para saber quem representaria Campinas no Campeonato do Interior de 1942.
19/12/43 – GFC 2 x 1 AAPP – Guarani é tricampeão campineiro e representante de Campinas no Campeonato do Interior de 1944 (onde seria campeão).
04/02/73 – AAPP 1 x 0 GFC – Jogo eliminatório pela Taça Laudo Natel.
05/08/81 – 1º turno do Camp. Paulista (valendo vaga para a final) – AAPP 3 x 2 GFC.
…….
Jogos inacabados:
16/02/36 – 0 x 0 – Só foi disputado o 1º tempo. A AAPP já era campeã campineira por antecipação. No intervalo, o árbitro Mafaldo Massa Feli expulsou um jogador bugrino, não permitindo que voltasse para o 2º tempo. O time todo não voltou.
18/08/46 – Jogo pelo Camp. Campineiro – O Guarani vencia por 3 x 0 (marcou o 3º aos 34 do 1º tempo) e a AAPP deixou o campo. Mais tarde, 3 dirigentes “sequestraram” o árbitro Aldo Bernardi na capital e trouxeram-no a Campinas para que assinasse um depoimento dizendo que havia sido “comprado” pelo Guarani. Depois de “libertado”, o árbitro negou que houvesse qualquer “arranjo” e houve grande polêmica por muito tempo. O resultado foi mantido.
……..
1º derby no Majestoso (2º jogo naquele campo) – 26/09/48 – AAPP 0 x 1 GFC (Camp. Paulista da 2ª Divisão)
1º derby no Brinco (3º jogo no estádio) – 07/06/53 – GFC 0 x 3 AAPP (1º jogo pela Taça Cidade de Campinas)
1º derby à noite – 28/04/48 – GFC 5 x 2 no estádio do Mogiana. Guarani começou perdendo de 2 x 0 e no intervalo o presidente bugrino Romeu Tórtima foi ao vestiário, tirou o cinto e ameaçou bater nos jogadores se não ganhassem a partida.
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Em 19/06/38 o árbitro escalado para o jogo pelo 2º turno do Campeonato Campineiro estranhamente não compareceu. O Guarani não aceitou o substituto, apresentado pela AAPP e a partida foi disputada como amistoso (1 x 1). Novo jogo foi marcado para o final do campeonato, mas como o Guarani já era campeão, a Ponte preferiu não jogar e abriu mão dos pontos em favor do Guarani. Oficialmente considera-se esse jogo não realizado como WO, com placar de 1 x 0.
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Em 13/09/53, quando ainda não eram permitidas substituições nos jogos oficiais, o goleiro bugrino Dirceu machucou-se e o atacante Nonô foi para o gol. Final: 0 x 0.
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O maior artilheiro em derbys, foi “Luís Stevan de Siqueira Neto” (Zuza) do Guarani com 18 gols. Da Ponte, foi Cilas, com 9 (há uma dúvida sobre o total de gols que Cilas marcou, por divergência dos jornais).
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OS DÉRBIS-RELÂMPAGO

Nos Torneios Início dos Campeonatos Campineiros e num Festival Esportivo realizado em 1916, aconteceram nada menos que 9 derbys com tempo de jogo reduzido, com 7 vitórias do Guarani e duas derrotas. Os resultados:
10/09/16 – Hipódromo – Guarani 2 escanteios a 0
19/06/32 – Estádio GFC – Guarani 1 gol a zero
08/03/36 – Estádio GFC – Guarani 1 gol a zero
10/04/38 – Estádio GFC – Guarani 6 escanteios a 3
26/03/39 – Estádio GFC – Guarani 3 escanteios a zero
28/02/43 – Estádio Mogiana – AAPP 3 X 2 nos pênaltis
05/03/44 – Estádio Mogiana – Guarani 3 X 2 nos pênaltis
18/03/45 – Estádio GFC – AAPP 1 gol a zero
10/03/46 – Estádio Mogiana – Guarani 1 gol a zero
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MAIOR SEQÜÊNCIA DE VITÓRIAS SEGUIDAS DO BUGRE:
30/03/1919 – Hipódromo – GUARANI 1 X 0 – C. Campineiro
29/06/1919 – Hipódromo – GUARANI 1 X 0 – C. Campineiro
31/08/1919 – Hipódromo – GUARANI 1 X 0 – Taça Chauffers
13/06/1920 – Hipódromo – GUARANI 1 X 0 – C. Campineiro
28/11/1920 – Hipódromo – GUARANI 4 X 1 – C. Campineiro
12/03/1922 – Hipódromo – GUARANI 3 X 0 – Amistoso
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MAIORES GOLEADAS:
05/06/1960 – Brinco de Ouro – Guarani 6 X 0 – Amistoso
28/08/1955 – Brinco de Ouro – Guarani 5 X 1 – C. Paulista
28/04/1948 – Est. Mogiana – Guarani 5 X 2 – Taça Cidade de Campinas
29/03/1953 – Majestoso – Guarani 5 X 2 – Quadrangular c/ S.Cristóvão e América
22/11/36 – Pastinho – Guarani 2 x 5 AAPP – Camp. Campineiro 36
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MAIORES PÚBLICOS:
3/06/1979 – Pacaembu – Guarani 2 X 0 – C. Paulista 78 (maior público em
derbys: 38.948 pessoas: 35.209 pagantes e 3.739 não pagantes)
30/01/1980 – Brinco de Ouro – AAPP 1 X 0 – C. Paulista 79 (maior público
em derbys no Brinco de Ouro: 34.222)

HISTÓRIAS DO DERBY – COMO COMEÇOU A RIVALIDADE

O Primeiro Derby
A primeira vez que se noticiou a realização de um derby campineiro foi a 17 de março de 1912. O jogo, previsto para o campo do Guarani, na Vila Industrial, acabou não sendo realizado em virtude de fortes chuvas. No domingo seguinte, o novo jornal Diário do Povo, com muita felicidade, aliás, trazia impressa a seguinte nota:
“Em virtude do mau tempo não pode ser jogado no domingo passado o annunciado match de foot-ball entre os valorosos 1º e 2º teams do Guarany Foot-Ball Club e A.A. Ponte Preta.
Hoje, caso o tempo o permita, encontrar-se-ão pela primeira vez em um importante match estes vallentes teams.”
Vamos repetir: “…encontrar-se-ão pela primeira vez…”, em 24/03/1912! Como se explica, então, a baboseira tantas vezes divulgada de que o primeiro derby teria ocorrido em 1911, com vitória alvinegra por 1 a zero, com gol de Lopes, arbitragem de Adalberto Sarmento etc, etc?
Lamentavelmente nenhum dos jornais campineiros apresentou o resultado daquela histórica partida de março de 1912, mas há vários depoimentos do fundador bugrino Pompeo de Vito, como os publicados em A Gazeta Esportiva de 02/04/66 e 02/04/67, que diziam ter o primeiro derby empatado em 1 a 1.
Veio depois o Campeonato Campineiro de 1912, um torneio que começou com 6 clubes e acabou com três, e os dois derbys do campeonato foram vencidos pela AAPP.

O Derby de Souzas – O início da rixa

Em 1914, depois de várias tentativas não concretizadas (frase usada pela imprensa da época), Guarani e AAPP acertaram um jogo para 23 de agosto, que acabaria ficando na história como o desafio mais empolgante até então entre duas equipes de futebol de Campinas, e que marcaria o início da rivalidade eterna. O campeão campineiro de 1912 (AAPP) e o que melhores resultados conseguiu em 1913/14 contra clubes de fora (Guarani) mediriam suas forças no Parque Arraialense, um local de lazer no Arraial dos Souzas (atual Distrito de Souzas), tirando a limpo, no campo, quem era o melhor time da cidade naquele momento.
Dois dias antes da partida os jornais locais já abriam grande espaço à promoção do encontro, destacando que a Companhia Campineira de Tracção, Luz e Força (que inclusive era a proprietária do Parque) faria correr trens especiais entre Campinas e Souzas para atender aos desportistas interessados em ver o grande desafio. O povo de Souzas, representado pela Diretoria do Parque Arraialense, ofereceu duas medalhas, sendo uma de ouro e outra de prata, respectivamente para os vencedores dos jogos entre os primeiros e segundos quadros. Era ainda anunciado que a Banda do Arraial executaria “lindas peças”, antes e no intervalo da partida principal.
Dia do jogo, campo repleto. A torcida do Guarani, motivada, invadira o Arraial, certa de que, nas quatro linhas, seria confirmada a supremacia bugrina no futebol campineiro e que uma grande vitória seria conquistada. Todos os cuidados haviam sido tomados: o campo fora ampliado, as traves trocadas e, durante as duas partidas, além do juiz principal e dois juizes de linha, atuariam dois juizes de gol, já que não possuíam redes.
E a festa alviverde começou logo no jogo entre os segundos quadros: Guarani 3 X 1 AAPP. O time bugrino anunciado: Aldo, Arthur e Castanho; Affonso, Zico e Angelo; Rosa, Trani, Adalberto, Soligo e Olympio.
Na partida principal, outra grande vitória: Guarani 2 x 0 AAPP, sendo esta a primeira conquistada em derbys.
As escalações anunciadas para os times principais:
Guarani – João Gualhango, Dario e Carlos; Romeu, Juca e Grecco; Fernandes, Moura, Russo, Augusto e Leugim.
AAPP – Amparense, Wadt e Rabesco; Fernandes, Zézinho e Burghi; Adolphino, Lopes, Lili, Oliveira e Mello.
Nos dias que se seguiram ao jogo, o jornal Diário do Povo acabou acendendo a rivalidade ao publicar uma série de comentários e ofensas de torcedores da AAPP contra o Sr. Nagib José, árbitro da partida de Souzas. O árbitro, que era conceituado comerciante e presidente do Parque Arraialense, não se intimidou e passou a responder e a atacar os chorões. Veio a diretoria da AAPP então se manifestar em defesa de seus simpatizantes e Nagib José arrematou a polêmica com o seguinte texto: “(…) Eu não fiz mais do que justificar a minha conducta de referee provando cathegoricamente que fui imparcial e diante de tudo isso desmascarar a turma de despeitados e bajuladores da AAPP (…)Demais a mais o estratagema que a Directoria da AAPP está pondo em practica adulterando os acontecimentos no qual ficou bem patente a victória do Guarany é próprio dos vencidos que não se consolando com a derrota soffrida vem pela imprensa querer engazopar a opinião pública levando a questão para um terreno extranho á esta polemica.
Diante do exposto, nada mais me resta a dizer sinão que a Directoria deve guardar para si os tocos das velas porque podem fazer falta para o enterro da A.A. Ponte Preta que moralmente deixou de existir.
Nagib José”
Em meio às discussões, a diretoria bugrina e os primeiro e segundo quadros foram ao Estúdio Costa, que ficava na Rua Regente Feijó, nº 66, e lá posaram para fotos oficiais, que eternizaram o melhor momento do Clube até então, considerado informalmente o “Campeão Campineiro de 1914”. Eis a foto do time principal:
Ao lado, da esquerda: Fernandes, Gualhango e Dario; ao meio: Romeu, Juca e Grecco; abaixo: Leugim, Moura, Russo, Augusto e Amaral (que substituiu Carlos na hora do jogo).
Depois do “bate-boca” no jornal, o Sr. Nagib José associou-se ao Guarani e muito ajudaria o clube no futuro, sendo inclusive seu representante na Capital, quando o comerciante assumiu a gerência de uma grande loja em São Paulo, e foi ele o responsável pela vinda do CA Paulistano, em 1923, para a inauguração do “Pastinho”. Chegou a “Sócio Benemérito” do Bugre.

O Derby meio beneficente

Em outubro de 1915, o Guarani convidou a AAPP para uma partida no Hipódromo do Bonfim, com renda destinada ao Asylo de Inválidos. A Ponte aceitava jogar, mas não em dar sua parte da renda. Sobre isso comentou o jornal Correio de Campinas no dia 22 de outubro (sexta):
“Este match promette ser interessantissimo, dada a rivalidade existente desde o anno passado entre aquellas agremiações sportivas.
A rivalidade a que alludimos originou-se no Arraial dos Souzas, na occasião em que os dois teams do Guarany venceram os da Ponte Preta, recebendo duas medalhas – uma de ouro, outra de prata – como prêmio de seus esforços. Era intenção do Guarany fazer reverter o producto das entradas em favor do Asylo de Inválidos (…) Entretanto, em sessão realizada antehontem, das directorias de ambas as sociedades, a A. A Ponte Preta não concordou em ceder para aquelle fim, a parte que lhe ha de tocar. Deste modo, apenas a que couber ao Guarany será dada ao Asylo (…)”
O jornal Cidade de Campinas não perdoou, quando soube do fato: “Não faltam em Campinas clubs de foot-ball dignos da consideração geral (…) e que estão dispostos a promover essa festa em favor do Asylo de Invalidos.”
A Banda Progresso Campineiro, solidária à posição adotada pelo Guarani, apresentou-se para tocar gratuitamente durante o jogo. Pois a AAPP contratou sua própria banda, a Italo-Brasileira. Era a rivalidade fervilhando.
A 24 de outubro, depois de um empate por 1 a 1 entre os segundos quadros, onde os bugrinos muito contestaram um penal marcado para a AAPP, entraram a campo as seguintes equipes: Guarany – Gomes, Dario e Paulino; Grecco, Juca e Romeu; Fernandes, Egydio, Carlos, Augusto e Leugim. A.A.P.P. – Amparense, Wadt e Rabesco; Fontão, Duarte e Tonico; Lili, Lopes, Adolphino, Mello e Adriano.
A vitória no derby mais uma vez sorriu ao Guarani: 1 x 0, gol de Fernandes. O jornal Commercio de Campinas teceu os seguintes comentários sobre o jogo, em sua edição de 25 de outubro:
“De há muito que se conhece a rivalidade desses dois formidáveis teams e era de se lastimar que innumeros obstáculos sobreviessem impedindo que os valentes jogadores viessem a campo, afim de disputarem o título de campeão.
O glorioso “Guarany” apresentou-se magnificamente “treinado” e todos os seus jogadores corresponderam a espectativa do publico, que os saudava durante seus maravilhosos ataques e defezas (…) foi sob uma estrondosa ovação do publico recebido o signal do juiz que deu por findo o jogo, marcado pela victoria do Guarany.
(…) cumpre-nos enviar nossos parabens aos valentes jogadores do Guarany, aos quaes está voltada a sympathia pública neste momento, não só pelo admiravel conhecimento que possuem do sport a que se dedicam, como também pela prova de altruismo que acabam de dar, fazendo reverter em benefício do Asylo de Invalidos desta cidade, a parte que lhes cabe, lucros verificados no resultado das entradas vendidas para a importante festa de hontem (…) Á noite grande numero de associados do Guarany precedidos da Banda Progresso Campineiro fizeram uma passeata pela cidade.”
Conforme prometido, o Bugre entregou à diretoria do Asylo de Inválidos a quantia de 400 mil réis, a parte que lhe coube na partida. Em troca, receberia depois um diploma e o título de “Sócio Benfeitor”.
José Fernandes, autor do gol da vitória no derby de 1915.

A primeira baixaria

Depois do derby de Souzas, em 1914, só dava Guarani em Campinas. Na abertura do Campeonato Campineiro de 1916, em 13 de fevereiro, o Guarani venceu a AAPP por 2 a zero (quando usou pela primeira vez camisas inteiramente verdes) e seguiu invicto no certame. No dia 21 de maio, porém, estava previsto um novo derby para a abertura do 2º turno. A alvinegra já havia perdido para Guarani, White Team e Campinas Black Team e estava em crise. Havia até pedido seu desligamento da competição, mas como seu 2º quadro liderava no campeonato da sua categoria (que ocorria nas preliminares), acabou voltando atrás. Sua esperança agora era estragar a boa campanha do principal rival. Os times anunciados: Guarany – Gomes, Dario e Paulino; Romeu, Juca e Carlos; Fernandes, Miguel, Augusto, Grecco e Egydio. AAPP – Amparense, Wadt e Meirelles; Nenê, Fausto e Pin; Rosa, Neves, Lopes, Adriano e Mello. Árbitro: Octávio de Mello (do White), escolhido pela AAPP.
Para melhor imaginarmos o que aconteceu, vamos observar parte da matéria publicada pelo Commercio de Campinas em 22 de maio de 1916. Depois de anunciar que entre os segundos quadros a AAPP vencera o Guarani, o jornal narrou o encontro principal (que começou logo com um gol de Augusto) até a marcação de um pênalti não aceito pela AAPP, que acabou originando o segundo gol bugrino no jogo (embora tenha sido cobrado com o goleiro Amparense se recusando a ficar em sua meta).
No momento em que a bola foi chutada para dentro do gol vazio, ocorreu o que o jornal chamou de:

O INDECOROSO FACTO DE HONTEM NO HYPPÓDROMO
“(…) Nesta altura começa a degradante scena provocada por dois elementos da Ponte. Irreflectidamente, não sabemos se com ou sem autorização da directoria da Ponte, invadem o campo, impondo ao seu team a retirada do ground. Esse acto mais exalta os partidários do team alvi-negro e as maiores balbúrdias se iniciam nas archibancadas. As famílias que ali se achavam foram tomadas de pânico, procurando retirar-se apressadamente. Os amigos, torcedores e alliados se arregimentam em defesa de seus teams e o campo de jogo em poucos momentos logo se transformou em campo de batalha, ao mesmo tempo que outros conflictos se davam nas archibancadas.
O juiz, cercado, levou umas fortes doses de socos, bengaladas, bofetadas, empurrões e umas amostras de armas de fogo (…)”
Obs: O Guarani foi Campeão Campineiro invicto de 1916 e nunca mais o derby foi um “jogo normal”.

Fontes: Arquivo pessoal, site do Bugre e da Macaca, colaboração de Fernando Pereira

 

Cambuí F.C. de Campinas / SP

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Novo escudo do Cambuí F.C.

O Cambuí F.C. foi fundado em Campinas no dia 01/06/1937. Seu nome foi em homenagem ao bairro em que foi formado ( um dos mais charmosos de Campinas ) e as suas belissímas árvores da família das mirtáceas que em seus galhos florescem miúdas flores brancas e perfumadas; seus frutos vermelhos quase roxos tornam uma festa para passarinhos e abelhas. Suas cores : verde e branco.

Fundadores:

Arthur Franz – 1º Presidente
Bonfiglio Garutti
Otto Kriegel
Antonio Luvizzari
Francisco Ortega
Fernando Moreira
Benedito Amaral
Hermínio Gaiani

Entre seus inúmeros títulos no futebol destaca-se :

Vice – campeão em 1946
Campeão Campineiro da 2ª divisão em 1950
Vice – campeão em 1952 da 1ª Divisão

O Cambuí F.C. sagrou-se o grande campeão do Megamaster-2008 ao vencer o E.C. Bela Vista, no 1º jogo por 4 X 3 e na segunda partida realizada em 23/11/2008, obteve um empate em 2 X 2.

Atualmente, o Cambuí F.C. se destaca por suas famosas escolinhas de futebol em conjunto com o Cruzeiro E.C. de Belo Horizonte / MG e tem sua sede localizada a Rua Anuar Murad Bufarah, 405 – Cambuí – Campinas / SP CEP: 13035-630. Participa ativamente dos campeonatos de bocha na cidade e em nível estadual.

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Time que disputou a LCF DE 1965.

Fonte: Arquivo pessoal / LCF

 

Associação Rocinhense de Futebol
Vinhedo / SP

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Tudo começou no dia 20 de Janeiro do ano de 1.909, em uma reunião de cidadãos e desportistas da época, que segundo informações ocorreu em uma fábrica de chapéu de palhas, pertencente ao Sr. João Benetti, que ficava localizada nas proximidades da atual Praça de Sant’Ana, no centro do então Distrito de Rocinha. O objetivo era a formação de um time de futebol para o qual escolheram o nome de Associação Rocinhense de Futebol , derivado do nome do Distrito. O futebol na época, assim como nos dias de hoje, era o esporte preferido da juventude e de grande parte da população.

Os jovens fundadores desse novo time de futebol, que também foi o primeiro clube de Rocinha foram: Prof. Romeu de Moraes, Antônio Gonçalves, Attílio Braghetto, Francisco Salustiano de Souza, Epifânio Salustiano de Souza e Fernando Biscardi. De comum acordo entre os presentes naquela reunião, ficou decidido que todos esses fundadores responderiam cada qual por uma atividade dentro do novo clube, recém criado, mas sem a constituição de uma diretoria. Inicialmente o clube fundamentou-se no futebol, tendo seu campo onde hoje se encontra construída a Igreja Matriz de Sant’Ana. Mais tarde o local foi transferido para a Vila Planalto, em terras pertencentes à Família Pescarini e onde hoje se encontra instalado o colégio Patriarca da Independência.

Com o passar do tempo, o time que era a coqueluche da época foi ganhando torcida e muitos adeptos. A população reconhecia no trabalho e no esforço daqueles jovens um ideal de levar adiante um projeto promissor, ou seja, o de dar para a população do então Distrito um divertimento que era da simpatia de muitos, “o futebol”. Tal esforço foi compensado e o clube veio a ser beneficiado com a doação de uma gleba de terra, pertencente à Dona Leontina Swalles de Barros, proprietária da Fazenda Cachoeira. A terra doada é onde hoje se localiza o balneário do clube, perfazendo uma quadra inteira na área central da cidade.

O time foi crescendo e começou a ganhar tradição, não só na cidade como em toda a região. Tornou-se então necessário possuir uma sede social, pois alem do futebol, moços, moças e a sociedade em geral necessitavam de um local para reuniões e encontros sociais, como por exemplo, um salão de bailes A idéia foi amadurecendo e o clube com vários sócios e uma pequena economia em caixa, acabou adquirindo uma área ao lado da Igreja Matriz, na Praça de Sant’Anna, de propriedade da Família Trevisan, por trinta contos de réis. Outra parte da área foi recebida como doação da Família Magalhães e hoje ali se localiza a sede social do clube.

No ano de 1.947, deu-se o lançamento da pedra fundamental da primeira sede do clube, com a posterior construção do prédio que por muito tempo foi um dos mais conhecidos e renomados salões de baile da região, pela característica de sua pista em formato oval, até então o único conhecido entre as cidades vizinhas, sendo, portanto um orgulho para os Rocinhenses.

Além de possuir uma das melhores equipes de futebol da época, o galo vermelho e branco como era tradicionalmente conhecido, chegou a participar por diversas vezes de campeonatos regionais da Federação Paulista de Futebol.

A Associação Rocinhense de Futebol é na atualidade um patrimônio de seus associados, possuindo em sua sede na Praça de Sant’Ana, um salão social, sala de troféus e reuniões, dois belos campos de bochas acarpetados, salão de jogos, lanchonete e secretaria. No balneário localizado na Rua Fernando Costa, existem duas piscinas, uma quadra de tênis e paredão, um campo de futebol society, uma quadra poliesportiva, sala para exercícios, parque infantil, salão de jogos, dois campos de bochas, pista para autorama, sauna, lanchonete, área para churrascos e vestiários.

Curiosidades:

Disputou contra o Guarani F.C., a 1ª partida realizada pelo Bugre Campineiro, “fora” de Campinas em
01/10/1911. Na Rocinha – atual Vinhedo, o Bugre venceu por 2 x 1.

Disputou a 4ª Divisão de Profissionais em 1966 e 1967.

Campeã da Série Carlos Rolim em 1953 pela Liga Campineira de Futebol.

Origem do nome: Referência ao Distrito de Rocinha que passou à Munícipio em 1948, alterando seu nome para Vinhedo.

Mascote: Galo Vermelho e Branco

Inúmeras vezes Campeã de Futebol em Vinhedo em suas diversas categorias.

Parabéns, pelos 100 anos de História !!!

Fonte: Site do clube, Arquivo pessoal e Almanaque da FPF de 1957.

 

Bons tempos aqueles de infância…onde figurinhas eram nossas fantasias

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Fonte: Arquivo Pessoal

 

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Abraços à todos,

Celso Franco

 

Manchete Esportiva de 78, com os melhores do Brasil

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Quantas saudades !!!

Ao folhear a Manchete Esportiva de dezembro de 1978 ( quase 30 anos !!! ) e poder recordar os grandes craques que foram eleitos pelos mais diversos jornalistas da Editora Bloch e nela podermos ver uma Seleção Brasileira de 1ª grandeza com os mais renomados jogadores e entre eles o então jovem e revelação do Brasileirão 78: Careca.
Eis, o Selecionado:

Técnico : Carlos Alberto Silva ( Guarani F.C. )

Leão ( Vasco da Gama )
Zé Maria ( Corinthians )
Oscar ( Ponte Preta )
Amaral ( Corinthians )
Miranda ( Guarani FC )
Carpeggiani ( Flamengo )
Falcão ( Internacional )
Zenon ( Guarani FC )
Palhinha ( Corinthians )
Careca ( Guarani FC )
Zico ( Flamengo )

Fonte : Arquivo pessoal

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