8efea76525Na tarde desta sexta-feira (19) o Roma Esporte Apucarana lançou sua nova logomarca que será utilizada como distintivo da camisa oficial e em todas atividades sociais do clube.

O novo distintivo foi criado a partir do lançamento de um concurso promovido pelo departamento de marketing do Roma, que entre os dias 08 e 28/10 recebeu 102 distintivos enviados por 32 pessoas participantes, algumas destas pessoas participaram com até 10 desenhos diferentes.

O presidente do Roma, Sr. Sérgio Kowalski anunciou o ganhador do concurso, André Gustavo Burin, morador de Apucarana e torcedor do Roma, que ganhou uma camisa oficial, um kit de ingresso para assistir todos os jogos do Roma na 1ª divisão e também ganhará a 1º camisa oficial com a nova logo que será lançada no mês de dezembro.

Fonte http://www.futebolparanaense.net

 

fragata fc1Um novo e grande projeto em categorias de base está muito próximo de ser inaugurado em Pelotas. Idealizado por Tereza Rosa, mãe do ex-jogador da Seleção Brasileira Emerson Rosa, a escolinha de futebol Garotos de Ouro, está em processo de evolução e já passou a ser chamado de Fragata Futebol Clube.
 Agora com a liderança do próprio Emerson e com alguns parceiros no investimento, um grande Centro de Treinamentos está prestes a ser inaugurado com a finalidade de revelar atletas, além de possibilitar aos jovens uma alternativa de inserção social por meio do Esporte.
 Nos dias 30 e 31 deste mês, será realizado o primeiro peneirão organizado pela equipe, ainda sem ter inaugurado o novo espaço de treinamentos, o processo de avaliação dos atletas será realizado no Centro Esportivo do Fuca e será destinado á jovens nascidos nos anos de 1994 e 1995. Inscrições podem ser realizadas pelo site: www.fragatafc.com.br.
A nova equipe pelotense deverá disputar competições nacionais e internacionais, provavelmente, a partir do inicio do ano que vem, mas a preparação já ocorrerá a partir do mês que vem.

Fonte: http://www.futeboldaqui.com.br

 

Já tem até novo distintivo.

A diretoria do Guaratinguetá Futebol Ltda. já acertou a mudança do clube para a cidade de Americana em 2011. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pela assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Americana, que realizou todas as negociações para que a equipe se mudasse para a cidade. Os detalhes da mudança serão informados nesta segunda-feira, em evento oficial de apresentação da nova equipe, que já tem até distintivo pronto. As cores permaneceram as mesmas, já que o azul, o vermelho e o branco são também as cores da bandeira de Americana. O mascote, presente no distintivo, foi alterado de garça para águia.

Após o rompimento definitivo com a prefeitura de Guaratinguetá, os empresários receberam ofertas de diversas cidades para se instalarem, mas as conversas com Americana, que se arrastaram durante todo o ano, foram concluídas com sucesso. O Americana Futebol Ltda. mandará suas partidas da série A-1 do Campeonato Paulista e também do Campeonato Brasileiro no estádio Décio Vitta, de propriedade do Rio Branco Esporte Clube, mas que em 2010 foi municipalizado e teve sua administração transferida à prefeitura.

O Rio Branco, que em setembro completou 97 anos de fundação, foi rebaixado para a Série A-2 do Paulista no início do ano, está afundado em dívidas e depende da concretização de uma parceria para não fechar seu departamento de futebol.

A Federação Paulista de Futebol ainda não confirmou a transferência, mas recentemente o presidente Marco Polo del Nero declarou-se contrário às mudanças de cidade. Na ocasião, ele afirmou estudar até mesmo um aumento na taxa de transferência de R$ 800 mil para barrar novos casos como o do Grêmio Barueri, que mudou-se para Presidente Prudente no início de 2010.

Que tenha o mesmo sucesso do Grêmio Prudente……
 

Mais um  clube na história do futebol de  Maringá, disputando a terceira divisão paranaense.

imagem

Foto da camisa:  http://laurobarbosa.com/wp-content/uploads/2010/06/Camisa-do-Gr%C3%AAmio-Metropolitano-Maring%C3%A1.jpg

Se alguém puder redesenhar

 

Quem é Merica? O original jogou no Sport, Flamengo e América, volante clássico, destruidor de jogadas e nome folclórico. Ainda está vivo.

O genérico era José de Paula Ribeiro. Este morreu de infarto. Há quase 20 anos no Fluminense, sem ser do Fluminense. Ganhou o apelido por ser vítima desta generalização barata, que apelidou milhares de negros de “Pelé”.

Porém, José de Paula virou Merica.

Vi Merica pela última vez nesta sexta-feira passada. Trajava uma camisa tricolor, ganha de algum jogador. Era esse seu salário. A boa vontade dos jogadores. Quando mais novo, ia com alguns para o Maracanã, ficando responsável por estacionar o carro. Envelheceu e passou a viver as manhãs e tardes lavando e cuidando dos carros dos jogadores que, nas Laranjeiras, por falta de CT, acabam ficando atrás de um dos gols, vítimas de bolas perdidas. Sem problema, Merica estava lá para lavar os estragos nos carrões.

Nesta última vez, Merica conversava com Deco ao final do treino. Perguntava ao jogador se já era para ligar o ar condicionado do carro. Deco agradeceu e disse ainda não, pois iria dar uma entrevista para o Esporte Espetacular. Com pouquíssimo tempo de clube, Deco já se tornara um cliente de Merica.

A imagem, aliás, era forte. Uma imagem muito mais brasileira do que tricolor. O velho Merica, mão esticada, braço enrugado, pegando a chave da mão de Deco, craque bem sucedido, que não era rico mas, através do futebol, atingiu salários invejáveis. Merica não era bom de bola, então não cresceu na vida. É vítima de uma das mais terríveis leis brasileiras. Pobre virar milionário só através do futebol ou da vilania. Parece que crescemos em quantidade, mas não em qualidade.

O elenco do Fluminense treinou um pouco triste neste sábado de manhã. Inconscientemente, o luto também é de todos os jogadores de todos os grandes clubes do Brasil. Cada um deles tem o seu Merica. Alguém humilde, subserviente, faz-tudo e sempre presente na rotina dos treinos.

E não adianta procurar no Google. Não existem fotos deste Merica. Talvez ao fundo, numa grande tomada de um treino, assim, bem ao fundo, sempre coadjuvante.

O que fica de Merica é uma história. Singela e divertida história. Certa vez, no século passado, o Fluminense jogava nas Laranjeiras quando a Polícia resolveu fazer uma limpa ao redor do campo, cheio de bicões. Um por um foi retirando os penetras. Mas respeitou a patente do vice-presidente de Finanças e do vice-presidente Social. Ao chegar em Merica, o soldado foi firme perguntando:

– E você, quem é?

– Sou vice-presidente de Estacionamento.

– Tudo bem, pode ficar.

E foi assim a vida toda. Merica foi ficando, ficando, ficando…

O Fluminense está tentando obter autorização da Suderj para prestar uma homenagem a Merica no Maracanã. Um minuto de silêncio. Talvez fosse o minuto de silêncio mais popular na história do estádio. Todos os Mericas agradecem.

Fonte : http://globoesporte.globo.com/platb/garamblog/2010/08/21/merica-morreu

 
Entidades de prática desportiva participantes da 3ª Divisão Profissional, Temporada 2010:
Grupo A

Grêmio Maringá S/S Ltda
Clube Andraus Brasil
Grêmio Recreativo Esportivo Campo Largo
Iguaçu Agex Futebol Clube Ltda
Clube Atlético Cambé
Grupo B

Colorado Atlético Clube
AF Tigrão de Umuarama
Grêmio Metropolitano Alvorada Maringá
PSTC – Centro de Treinamento de Futebol do Paraná
Junior Team Futebol S/S Ltda
Sociedade Esportiva Matsubara

Tabela

http://www.federacaopr.com.br/pub/PUBLICACOES%202010/3Divisao/Tabela1Fase3Divisao%281%29.pdf

Algumas das Novidades

Clube Andraus Brasil

Clube Andraus Brasil

GRECAL

GRECAL

Junior Team

Junior Team

PSTC

PSTC

 

A população da cidade de Bandeirantes-PR pode voltar a acompanhar de perto o futebol Paranaense na cidade. O União Bandeirante vai voltar a atuar profissionalmente no estado.

A informação foi confirmada por Nelson Santos, ex vice Presidente do Clube.

Em entrevista concedida a Rádio Yara FM em Brandeirantes-PR, Nelson Santos confirmou o retorno do Caçula Milionário, apelido do União, ao Campeonato Paranaense.

O clube extinto em 2006, reabre suas portas para tentar voltar à elite do cenário futebolístico do Estado do Paraná e até mesmo do Brasil.

O retorno do União, se deve ao esforço do atual Prefeito de Bandeirantes-PR, Celso Silva e sua família que administra o Açucar Cedro, a Zania Alimentos e o Bandeirante Esporte Clube, equipe de categorias de base na cidade.

Como em 2006, o clube pediu licença de suas atividades, agora em seu retorno o União, terá que disputar a 3ª divisão do Campeonato Paranaense para tentar voltar a elite.

Os jogos do União deverão ser realizados no Estádio Comendador Luis Meneghel, a Vila Maria, que deve passar por algumas reformas para receber os jogos.

A 3ª divisão do Campeonato Paranaense começa em Julho e vai até Dezembro, A Reunião Arbitral do certame está marcada para o dia 18 de junho, as 15h30, na sede da FPF.

fonte: http://www.futebolparanaense.net

 

O PRK_Hekari_UnitedHekari United, de Papua-Nova Guiné, fez história neste domingo ao conquistar o título da O-League da OFC – o torneio continental da Oceania. Apesar da derrota por 2 a 1 para o Waitakere United, em Auckland, a equipe se beneficiou da vitória por 3 a 0 na primeira partida para assegurar um título inédito.

Com isso, a equipe de Port Moresby se torna a primeira de outro país que não a Austrália ou a Nova Zelândia a conquistar o torneio e terá a honra de representar o continente na Copa do Mundo de Clubes da FIFA Emirados Árabes 2010.

A vantagem de 3 a 0 que o Hekari United carregava do primeiro jogo logo se viu abalada aos três minutos de jogo, quando o Waitakere abriu o placar num gol de cabeça de Neil Emblen.

Mas, logo depois de o Waitakere perder uma grande chance com Martin Bullock, o Hekari tratou de retomar o controle aos 35, quando Alick Maemae, das Ilhas Salomão, foi derrubado pelo goleiro Danny Robinson. Kema Jack bateu o pênalti que empatou a partida e praticamente decretou a classificação da equipe de Papua-Nova Guiné.

O Waitakere, então, partiu para cima e, assim como criou muitas chances, deixou espaço para contra-ataques do Hekari. A seis minutos do apito final, Brent Fisher converteu um pênalti que garantiu aos neozelandeses uma honrosa vitória, embora quem tivesse motivos para comemorar ao fim da partida era o Hekari United.

 

Novorizontino já trabalha com as categorias de base. O futebol profissional somente em 2011

untitledO Grêmio Novorizontino já está trabalhando com as categorias de base após mudar de nome (o Grêmio Esportivo Novorizontino foi extinto e para escapar das dívidas do antigo clube, a atual diretoria fundou, no dia 1º de março de 2010, o Grêmio Novorizontino). A equipe da cidade de Novo Horizonte disputará o Campeonato Paulista sub 15 e sub 17. O time profissional será ativado em 2011, quando vai iniciar na Quarta Divisão.

O antigo Novorizontino foi vice-campeão paulista em 1990, quando era comandado por Nelsinho Batista, e perdeu a final para o Bragantino, de Vanderlei Luxemburgo. A equipe revelou o zagueiro Márcio Santos e o atacante Paulo Sérgio, que foram campeões com a camisa da seleção brasileira na Copa do Mundo de 94, nos Estados Unidos.

O atual Grêmio Novorizontino também mandará os seus jogos no tradicional estádio Jorge Ismael de Biasi, que está sendo reformado. E dois jogadores que defederam o clube na década de 90 estão à frente do projeto de trabalho planejado a partir de 2010.

O primeiro deles é Luís Carlos Goiano, ex-volante, que, entre outros clubes, brilhou com as camisas do São Paulo e Grêmio. Ele iniciou na carreira de treinador no extinto Grêmio Barueri e recentemente trabalhou no Mirassol.

O segundo encarregado de comandar o clube ainda não é ex-jogador. Trata-se do atacante Alessandro Cambalhota, que defendeu inúmeros clubes, como o Santos, e atualmente faz parte do elenco do Linense, que disputa a fase decisiva da Segunda Divisão do Paulista (Série A-2).

O clube já pagou os R$ 500 mil de taxa de filiação para a Federação Paulista de Futebol. E está injetando dinheiro na reforma do estádio e no trabalho com a base.

Fonte: http://colunas.globoesporte.com/futebolcaipira/

 

O time foi fundado em 03 de setembro de 2008 pelo presidente e treinador Adriano Alves com o objetivo de representar o município de Joaquim Nabuco e proporcionar aos jovens oportunidades de seguirem na carreira esportiva.
NFC

 

[img:id_7446_ESCUDO_NOVA_ODESSA_70.jpg,full,vazio]
Após estabelecer uma rede de contatos e agenciar alguns garotos, o ex-volante de Real Madrid e La Coruña adquiriu recentemente os direitos federativos do Clube de Futebol Boavista, de São João da Boa Vista, transferindo-o para Nova Odessa, cidade vizinha a Americana com pouco menos de 50 mil habitantes. Firmando uma parceria com a prefeitura e empresários locais, Flávio transformou-se no dono do Nova Odessa Atlético Clube, fundado em 2005.

“Estava a caminho de um outro clube para fechar uma parceria, quando um amigo me disse para formarmos um negócio novo. Parei o carro e vim para Nova Odessa, sentamos, apresentei o projeto e a aceitação foi imediata”, afirmou o ex-atleta a um jornal local. A intenção é disputar a Segundona Paulista – a quarta divisão – já em 2010. Na temporada de estréia, o clube irá participar de competições sub-11, sub-13, sub-15 e sub-17.

Outros investidores fazem parte do negócio, incluindo uma empresa sediada no Maranhão, que realiza peneiras em escolinhas de futebol espalhadas pela capital São Luís, e outra com sede em Barcelona. Antes mesmo de dar o pontapé inicial, Flávio já negociou dois garotos: João Felipe, de 18 anos, vai para o Toulouse e Vitor, para o Villareal. Os garotos chamaram a atenção em torneios de base e viajam para a Europa nos próximos dias.

A vantagem do ex-jogador que assume um clube é o reconhecimento. Flávio, por exemplo, é adorado no Maranhão e suas visitas às escolinhas têm causado furor. Em Imperatriz, para se ter uma idéia, um clube chamado Cavalo de Aço está em vias de ser fundado com participação de Flávio e um membro da família Sarney, e deve contar até com uma estátua do jogador em frente à sede. Assim, o receio comum de pais e garotos com relação a outros empresários já diminui consideravelmente.

O projeto é, como em todos, subir divisões para consolidar-se ao passo que revela jogadores e os negocia para o exterior. Uma fonte muito segura de dinheiro, afinal mesmo em tempos de crise o futebol continua sendo um investimento bastante sólido. O alojamento foi ampliado para comportar 60 atletas e o NOAC já tem, hoje, cerca de 120 garotos treinando nas quatro categorias. A verba para reforma e ampliação do estádio municipal já foi liberada, mas isso dificilmente será revertido em ações para a comunidade local, cuja participação se limitará a assistir aos jogos na arquibancada.

Que as categorias de base têm se transformado num grande negócio, isso não é novidade. O presidente da FIFA, Joseph Blatter, até se manifestou a respeito na visita ao Brasil, chamando tais negociações com clubes estrangeiros de “escravidão moderna”. O aumento da procura de ex-jogadores por cargos diretivos denota quão rentável tal posição pode ser. Se o NOAC de Flávio Conceição será um clube sério e comprometido com o crescimento, ou apenas outro produtor de pé-de-obra, só o tempo pode dizer.

fonte:http://www.olheiros.net

 

A rivalidade entre RIO PRETO EC e América Futebol Clube surgiu em meados da década de 1940, chegando à estratosfera nos anos 50. Refluiu um bocado durante a 2ª metade do século passado e hoje, aos trancos e barrancos, segue com uma das mais genuínas expressões da cultura popular rio-pretense.

Fundado em janeiro de 1946, o Diabo nasceu estimulando a dissidência de jogadores do Glorioso para contratá-los em seguida (Birigui foi um deles; veja). Ressabiados, doutores e coronéis esmeraldinos deram o troco e negaram o empréstimo do velho “Victor Brito Bastos” para a partida de estréia do rival.

Desde então, foram disputados 58 jogos, com 32 vitórias do América, 18 empates e 8 vitórias do RIO PRETO EC. Números que impressionam os mais afoitos, mas que não enganam a galera do Jacaré.

A razão é simples e esconde um aspecto sistematicamente desprezado pela “crônica do Diabo” (para usar a feliz expressão do esmeraldino Carlos Adão).

Ora, nas últimas 6 décadas, enquanto o América jogou contra os “grandes”do Estado por 30 e poucos anos seguidos, o RIO PRETO EC perambulou sem descanso entre a Segundona e a Terceirona.

Um, com a obrigação de montar esquadrões capazes de encarar o Santos de Pelé, o Palmeiras de Ademir, o Corinthians de Sócrates ou o São Paulo de Raí. O outro, travando batalhas de vida ou morte contra o Mirassol de Miranda, o Catanduvense de Pinho, o FFC de Soares e a Votuporanguense de Cidão.

Isto explica a escassez na realização dérbis a partir década de 1960. Os amistosos eram então o modo de manter viva a rivalidade, porém não eliminavam da noite para o dia a realidade discrepante de cada clube.

Na prática, a versão rio-pretense de Davi e Golias fez brotar o outrora inimaginável “Melância”; figura típica deste chão e talvez sem paralelo em outras praças do país.

Com os clubes em divisões distintas, a rivalidade alimentada em espaçados amistosos não parecia mesmo ser uma contradição das mais sérias para tais sujeitos. E assim, “torcer” para RIO PRETO EC (verde) e América (vermelho) sem distinção passou a ser algo bastante comum na cidade.

Enfim, sob circunstâncias sempre tão adversas, o “Glorioso” soube ser a mosca na sopa do Diabo, conquistando resultados improváveis em várias oportunidades. Em outras tantas, impôs notório constrangimento ao rival.

Por essas e outras, a rivalidade entre os clubes e seus torcedores resiste, floresce. Afinal, o próximo bote do Jacaré pode vir a qualquer momento.

Confira o retrospecto:

CAMPEONATO PAULISTA DO INTERIOR (1946)
14/4 – RIO PRETO EC 0X2 América
7/7 – RIO PRETO EC 0X2 América

TAÇA CIDADE DE RIO PRETO (1947)
30/3 – RIO PRETO EC 0X2 América
27/4 – RIO PRETO EC 0X4 América
6/7 – América 4X1 RIO PRETO EC

CAMPEONATO PAULISTA DO INTERIOR (1948)
4/7 – América 1X0 RIO PRETO EC
22/8 – RIO PRETO EC 4X1 América
10/10 – RIO PRETO EC 3X2 América

CAMPEONATO PAULISTA DO INTERIOR (1949)
26/6 – América 4X1 RIO PRETO EC
2/10 – RIO PRETO EC 0X0 América

TAÇA SESC/SENAC (1950)
4/6 – RIO PRETO EC 1X1 América

CAMPEONATO AMADOR – SÉRIE B (1950)
13/8 – RIO PRETO EC 3X0 América

AMISTOSOS (1950)
3/9 – RIO PRETO EC 0X2 América
10/12 – América 6X2 RIO PRETO EC

AMISTOSOS (1953)
7/6 – América 6X0 RIO PRETO EC
21/6 – RIO PRETO EC 0X1 América

PAULISTA 2ª DIVISÃO – SÉRIE AMARELA (1954)
10/1 – RIO PRETO EC 0X1 América (1º turno)

(1954)*
31/1 – América 4X1 RIO PRETO EC
21/11 – América 1X0 RIO PRETO EC
* Partidas válidas por competições realizadas em 1954 e não identificadas.

CAMPEONATO PAULISTA DE ACESSO (1955)
30/1 – América 5X0 RIO PRETO EC

(1955)*
20/3 – RIO PRETO EC 1X2 América
* Partida válida por competição realizada em 1955 e não identificada.

PAULISTA 2ª DIVISÃO – SÉRIE NÓBREGA (1955)
13/11 – RIO PRETO EC 0X3 América
18/12 – América 1X1 RIO PRETO EC

TROFÉU IRINEU SANCHES (1957)
7/4 – RIO PRETO EC 1X1 América
14/4 – América 4X4 RIO PRETO EC
21/4 – RIO PRETO EC 1X1 América

PAULISTA 2ª DIVISÃO – SÉRIE B (1957)
30/4 – América 2X1 RIO PRETO EC (1º turno)
14/7 – RIO PRETO EC 0X1 América (2º turno)

TORNEIO DA FRATERNIDADE (1957)
20/6 – RIO PRETO EC 1X2 América

AMISTOSOS (1958)
20/4 – RIO PRETO EC 2X3 América
21/4 – RIO PRETO EC 1X1 América
7/5 – RIO PRETO EC 2X4 América

AMISTOSO (1959)
17/5 – América 2X0 RIO PRETO EC

AMISTOSOS (1968)
29/5 – América 6X1 RIO PRETO EC
10/11 – RIO PRETO EC 1X1 América

AMISTOSOS (1969)
1/11 – América 2X0 RIO PRETO EC
9/11 – RIO PRETO EC 2X0 América

AMISTOSO (1970)
10/5 – América 4X2 RIO PRETO EC

TORNEIO ALUIZIO CHERUBINI (1972)
18/6 – América 1X2 RIO PRETO EC

PAULISTINHA (1973)
28/10 – América 1X1 RIO PRETO EC (1º turno)
25/11 – RIO PRETO EC 0X1 América (2º turno)

AMISTOSO (1985)
7/9 – América 2X2 RIO PRETO EC

TORNEIO BENEDITO TEIXEIRA (1986)
1/11 – América 0X2 RIO PRETO EC (1º turno)
12/11 – RIO PRETO EC 2X0 América (2º turno)

AMISTOSOS (1988)
21/4 – RIO PRETO EC 1X1 América
28/4 – América 4X1 RIO PRETO EC

AMISTOSOS (1992)
19/3 – RIO PRETO EC 0X0 América
10/6 – América 3X1 RIO PRETO EC

AMISTOSO (1999)
17/10 – América 2X2 RIO PRETO EC

PAULISTA A2 (2000)
19/3 – América 3X1 RIO PRETO EC (2ª fase)

PAULISTA A2 (2001)
18/3 – RIO PRETO EC 2X2 América (1º turno)
27/5 – América 1X5 RIO PRETO EC (2º turno)

COPA FPF (2003)
16/8 – RIO PRETO EC 1X1 América (1º turno)
7/10 – América 3X1 RIO PRETO EC (2º turno)

COPA FPF (2004)
18/7 – RIO PRETO EC 0X1 América (1º turno)
22/8 – América 0X0 RIO PRETO EC (2º turno)

COPA PAULISTA (2008)
16/8 – RIO PRETO EC 1X1 América (1º turno)
27/9 – América 1X1 RIO PRETO EC (2º turno)

TOTAL
Rio Preto: 8 vitórias, 62 gols marcados .
América: 32 vitórias , 116 gols marcados.
18 empates.

Fonte: RODRIGUES, M. e PAULA, V. Todos os derbys: almanaque do futebol rio-pretense. São José do Rio Preto: THS Arantes Editora, 2008. Publicado Blog do Rio Preto.

 

Fundado por um grupo de jovens descendentes de espanhóis e italianos, o clube teve seu primeiro campo de futebol entre as ruas Minas Gerais (atual Rio Grande do Sul), Bahia (atual José Benedetti), Piauí e Monte Alegre.
[img:monte_alegre_sao_Caetano_sp.jpg,thumb,vazio]
Entre seus fundadores, destacamos: José Grigoletto, Manuel da Silva, José Crispim, João Longo, os irmãos
Carlos e José Perim, Felipe Testa, Domingos Sales e José Molinari. Este clube sucedeu ao Monte Alegre Football Club, e passou a ter essa denominação a partir de 1951.
O Clube Atlético Monte Alegre participou, em 1963, da 3ª divisão do futebol profissional da Federação Paulista,enfrentando na época o time do General Motors Esporte Clube, também estreante no profissional daquele ano, em um jogo considerado como o derby sancaetanense.
Em janeiro de 1964, sagrou-se campeão da série B da 3ª divisão empatando em 1×1, no jogo final, contra o São João FC, de Atibaia. Em Julho do mesmo ano, subiu para a 2ª divisão, mesmo sendo derrotado pelo Bandeirantes, de Birigui, por 1×0.
Sua ascensão deveu-se à desistência da vaga, por parte do Promeca, de Jundiaí, em Agosto de 1964, que empatara com o Volkswagem Clube em 1×1.
No mês de Abril de 1965, o Clube Atlético Monte Alegre realizou um jogo amistoso contra o Sport Clube
Corinthians Paulista e o resultado foi de 1×1. O Monte Alegre jogou com Ecio, Fernando, Tim, Wilmar e
Roberto; Hugo e Nelinho; Levy, Touguinho, Edgar e Claudinei. O Corinthians jogou com Heitor, Augusto,
Eduardo e Clóvis; Edson e Gaspar; Marcos, Rivelino, Flávio, Geraldo e Bazani.
Em 22 de Novembro de 1965, o Monte Alegre jogou com o São Paulo FC em jogo beneficente com renda para a APAE e a APAMI. O São Paulo ganhou de 3 X 1, com a seguinte escalação: Suly, Carbone e Landola, Zoé, Jurandir e Tenente, Peter, Aluísio, Nene, Vadinho e Waldir. O Monte Alegre jogou com: Ecio, Oscar, Vilmar e Tim, Levy e Otto, Touguinha, Zezinho, Claudinei, Preguinho e Valter Prado.
O Monte Alegre extinguiu seu Departamento de Futebol Profissional após o Campeonato de 1966.

 

O Votoraty, equipe da cidade de Votorantim, corria o risco de desistir da sua participação no Campeonato Paulista da Terceira Divisão (Série A-2) em 2009. Após perder o seu principal patrocinador no final da temporada passada por causa da crise econômica mundial, o presidente Ricardo Leoni Maffei decidiu vender o clube para não ser obrigado a fechá-lo. Três grupos estavam interessados em adquirir o time profissional, entre eles os empresários que administram o Guarani Saltense, da cidade de Salto, que deve disputar a Quarta Divisão.

Mas, na última quarta-feira, a diretoria do Votoraty finalmente bateu o martelo com o estruturado grupo que comanda o Olé Brasil Futebol Clube, da cidade de Ribeirão Preto, que estava se preparando para entrar no futebol profissional e disputar a Quarta Divisão do Campeonato Paulista a partir do mês de abril.

Enquanto as diretorias do Votoraty e Olé Brasil acertam os últimos detalhes do contrato, a diretoria da empresa de Ribeirão Preto começa a definir o planejamento para disputar a Terceira Divisão no final do mês de janeiro. O clube ainda está sem treinador e conta com poucos jogadores no elenco profissional.

Em princípio, o Olé Brasil, que tem como diretor de futebol nas categorias de base o ex-ponta Mauricinho, que passou por vários clubes grandes, pretende aproveitar o seu elenco que disputaria a Quarta Divisão. Mas alguns reforços ainda poderão ser contratados. O que está certo é que o Votoraty, pelo menos por enquanto, continuará mandando os seus jogos na cidade de Votorantim, no estádio Domênico Paolo Mettidieri. Mas poderá treinar ao longo da semana no excelente complexo esportivo montado pela empresa, na rodovia Abraão Assed, Km 53,5; ou no moderno Centro de Treinamentos, na rua A, 210, no bairro do Recreio Internacional, ambos em Ribeirão Preto.

O Olé Brasil Futebol Clube foi fundado de 21 de setembro de 2006 e trabalha nas categorias de base com garotos sub-11, 13, 15 e 17, disputando o Campeonato Paulista. Em 2009, o clube estava se preparando para se profissionalizar e participar da Quarta Divisão. A meta era se tornar a terceira força da cidade de Ribeirão Preto, que já tem o Botafogo, na Primeira Divisão; e o Comercial, na Segundona.

A partir do momento em que assumir completamente o comando do Votoraty, o Olé Brasil vai estudar se o clube permanecerá com os planos para disputar a Quarta Divisão em 2009. Existe a possibilidade de os profissionais atuarem em Votorantim, na Terceira Divisão, enquanto os garotos sub-17 e até alguns sub-20, atuem na Quarta Divisão. Até o mês de abril, quando iniciará a última competição estadual, a diretoria vai definir o que será feito.

Confirmado na Terceira Divisão, o Votoraty, que agora corre atrás de um treinador experiente, estréia na competição no dia 31 de janeiro, às 11h, diante do Força, na cidade de Caieiras, no estádio Carlos Ferracini.

http://blogademar.blogspot.com/

 

“Foi a única vez na vida que tive medo. Não medo de jogar, que nunca me aconteceu: medo de morrer mesmo”. Quem disse isso foi o ex-zagueiro uruguaio Hugo De León (à direita na foto), três títulos de Libertadores e dois de Mundial nas costas, um vivido em guerras futebolísticas. O jogo que fez De León temer ocorreu em La Plata, no 8 de julho de 1983, pelo triangular semifinal da Libertadores daquele ano. O Grêmio do oriental foi duelar com o Estudiantes num clima de guerra real – os argentinos, mordidos pela Guerra das Malvinas, queriam usar o futebol para se vingar do pouso de um avião inglês na base aérea de Canoas, região da Grande Porto Alegre, dias antes da partida.

Com a complacência da portaria do hotel, telefonemas ameaçadores chegavam à concentração gaúcha: van a murir todos ustedes. Antes de a bola rolar, no meio de campo, o lateral Camino já levava cartão amarelo por agredir com um chute o gremista Caio. Durante a partida, torcedores atiraram paus e pedras no gramado, e usaram suas bandeiras como lanças através do alambrado. Um fotógrafo invadiu o campo e deu um soco no goleiro Mazarópi. O Estudiantes teve quatro expulsos. O Grêmio abriu o placar de 1 a 3. Mas as ameaças… Vencer era morrer, diziam os torcedores argentinos. O Grêmio acreditou e deixou o quadro da casa empatar. Até fez um quarto gol depois, anulado erroneamente pela arbitragem, mas nem reclamou: “quando o juiz anulou o gol do Osvaldo, nós só faltamos vibrar”, disse Mazarópi; “aquilo era um pesadelo”, concordou De León. O Grêmio terminaria classificado e sairia daquela Libertadores como campeão.

Incrível
Por Luis Fernando Veríssimo
(publicado em 14/07/1983, seis dias depois da Batalha de La Plata)

Por uma fatalidade geográfica, temos com a Argentina, além do clima e de uma fronteira em comum, certas afinidades platinas. Não faz muito tempo que a “ele erre uno, ele erre dos, Rádio El Mundo de Buenos Aires” era mais ouvida aqui do que qualquer rádio nacional e não havia cabaré que não tivesse sua orquestra típica para intercalar com seu “jazz”. Uma linha de silêncio em memória dos cabarés e de suas orquestras típicas.

Mas apesar de sermos um pouco argentinos, a verdade é que nunca compreendemos, mais do que o resto do mundo, os argentinos. Pelo contrário, a proximidade só aumenta nossa perplexidade. Pois se Buenos Aires é a cidade européia mais próxima da nossa fronteira, como explicar que aquela capital de cultura e urbanidade também seja cenário de tanto primitivismo, não só no futebol? Como conciliar a idéia de um povo politizado, britânico, de blazer, com aqueles surtos passionais? Quanto mais conhecemos a Argentina, mais difícil fica a explicação. Desconfia-se que nem os argentinos se explicam.

Pra mim, mais incrível do que o Estudiantes virar o jogo e empatar com sete contra 11 foi aquela torcida que – seu time perdendo de três a um e com quatro jogadores a menos – em vez de ir para casa como pessoas sensatas, continuou no lugar, pulando e gritando como antes. Mais do que antes. A torcida não tinha dúvidas de que sete argentinos podiam virar o jogo e empatar contra 11. Qualquer outra torcida teria sucumbido, senão ao desânimo então ao senso do ridículo.

Os argentinos vivem perigosamente à beira do ridículo. Veja o tango. Todo o tango está sempre arriscado a se transformar na sua própria paródia. Está sempre à beira do excesso. Raramente passa para o excesso, ou então passa e a gente descobre que o excesso também tem o seu valor, que o dramalhão tem a sua grandeza e que o “bom gosto” pode ser uma limitação. Um jogo como Estudiantes x Grêmio, transformado em literatura, seria condenado como ingênuo e inverossímil. Um pouco argentino demais. Só que os argentinos ainda acreditam nas suas fantasias. É a sua arrogância. De vez em quando dá Malvinas. De vez em quando dá certo, e aí nós é que passamos por ridículos. O Grêmio foi sensato, jogou com extremo bom gosto e empatou. Os argentinos apostaram no impossível e o impossível aconteceu. A fantasia sobreviverá por mais algumas gerações. E nós continuaremos sem compreender.

fonte: http://futebesteirol.blogspot.com/

out 302007
 

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