No ínicio do século XXI um grupo empresários tentaram reerguer o futebol de Nova Venécia, fazendo uma votação   deixando que o povo escolhesse o nome do novo time da cidade. Os nomes  escolhidos foram: Leão de São Marcos,  Veneciano, Nova Venécia e Cricaré, as urnas foram colocadas nos colégios da cidade e um jornal  de grande circulaçãono munícipio. como a nova juventude da cidade não tinha a menor noção do que representava o Leão de São Marcos e o Veneciano para à cidade, escolheram o nome Sociedade Esportiva Veneciano,  talvez induzidos por pais, professores
antigos torcedores do antigo Veneciano, bem provável também porque quem nasce em Nova Venécia, é veneciano, bem sugestivo. Tudo bem, só que o tiro acabou saindo ela culatra, os títulos conquistados pela Associação Atlética Nova Venécia ( Campeão Capixaba da Segunda Divisão em 1992 e o torneio da Amizade em 1985), foram parar no colo do novo time, Sociedade Esportiva Veneciano, ostentando três estrelas sobre o escudo da camisa, incluindo o Cameonato do
Norte, ganho pelo Sport clube Veneciano em 1976 – tudo muito confuso não é, como um time fundado em 2001,pode ter três títulos que não era dele? Seguindo com a história, o novo time tinha as cores azul em homenagem ao antigo Veneciano que paralizou suas atividades depois de um acidente em 1979, e este nunca mais voltou a existir. O amarelo homenageando antigo Leão de São Marcos, que parlizou seu futebol em 1980, voltando às atividade em 2009 e por fim. O branco da
Associação Atlética Nova Venécia, que era tricolor como o São Paulo.
Só que quem torcia pelo Leão jamais aceitou este novo time com nome do antigo Veneciano e ainda levando os louros das glórias dos times do passado, um antigo diretor do Leão de São Marcos foi bstante enfático em uma declaração sobre o que ele achava dessa escolha. Resosta: ” Este time vai ser igual ao voo da perdiz, voa aqui e cai ali na frente”, pura verdade.
O time participou do Campeonato Caixaba até 2005, seu último ano e acabando no mesmo ano, confirmando a declaração do diretor que  acertou  na sua opinião e foi na mosca, como diz o ditado popular. Com o decorrer do andamento do atual time no Capixabão de 2005 que só tomava goleada (chegando a levar no torneio mas de 70 gols se tornado a pior particiação de um clube do interior no torneio regional, uma total vergonha,  além disso ouve um grande falta de respeito com o Leão de São Marcos, o amarelo que representava as cores do antigo time foi sumindo do uniforme  até se tornar totalmente azul e branco, cor do verdadeiro Veneciano.
Com esta atitude infeliz e
ra nitido a cada partida do novo time em que ele perdia ouvir pelos cantos da  cidade foguetes e
comemorações dos torecedores leonino pela derrota da nova equipe.
Um torcedor do Leão de São Marcos  que foi convidado a assistir ao jogo do atual clube ele sem pestanegar resondeu; “Nasci verde e amarelo e não vou a estádio algum assistir jogo de time que se chama Veneciano”, depois pediu desculpas ao presidente e retirou-se do lugar.
Detalhe da história: A escolha do nome foi muito infeliz, hoje em dia alguns torcedores pedem que acabem de vez com essa richa e fundem um time com outro nome e cores diferentes, para que à cidade se una numa só paixão. Recentemente fundaram à Associação Nova Venécia, com as cores da camisa do Grêmio de Porto Alegre, mas já avisaram ao novo presidente José rocha que ele vai ter problemas por ter a cor azul e branco no uniforme. O que é verdade, pois um atleta que estava na banca de revista da cidade reclamou com o jornaleiro que as pessoas vão lá no estádio para torcer contra o time. Deu para perceber que a escolha das cores não foi muito feliz.
Fonte: leaodesaomarcosec.blogspot.com.br
 

Milionários Futebol Clube

Fundação: 16/Jun/2001
Situação da Equipe: Amadora

Fundado em 2001, o nome à primeira vista parece lembrar vanglória ou pessoas com uma conta bancaria ‘bem recheada’. Porém, essa não é a tradução para o nome do Milionários. Em entrevista, o investigador da Polícia Civil, Marcelo Ouriques da Silva, um dos fundadores, falou sobre a equipe que cruzou as fronteiras mineiras e do noroeste fluminense.

De acordo com ele, o Milionários Futebol Clube foi criado com a finalidade de realizar jogos em caráter de confraternização contra times do sul do estado, noroeste fluminense e leste de Minas Gerais. Marcelo contou que o nome não significa ostentação, pois de fato foi uma fusão da música ‘O Milionário’, do grupo “Os Incríveis”, que fez muito sucesso na década de 70.

“A principio, a equipe jogava aleatoriamente, porém designadamente por ocasiões de festas que aconteciam na região, o grupo ‘Milionários’ foi se fortalecendo e estruturando. Criamos um calendário com os jogos acontecendo sempre aos sábados, com temporada de março a dezembro”, contou Marcelo.


A partida que disputou e que mais se orgulhou foi contra o time do Máster do Botafogo, do Rio de janeiro, em 2005. O jogo foi em São José do Calçado, no estádio do Motorista Futebol Clube. Embora tenhamos perdidos por 3 x 0 foi gratificante jogar ao lado dos jogadores como Mendonça, Nilson Santos , Edinho (ex-Botafogo e ex- secretário de Esportes de São José do Calçado), entre outros”, relata.

O maior artilheiro do time é o jogador Wagner Rosa da Silva, conhecido como ‘El Diablo’. Em 2002 (54 gols), 2003 (21 gols) e 2004 (24 gols). Quanto aos jogadores que mais vestiram a camisa grená e branca, cores oficiais do clube, o destaque especial é para o tipógrafo Antônio João Rezende (Tipingo) com 295 vezes, José Carlos Gomes (Dedada), 250 e Luiz Alberto Rezende, 244. Disputou 402 partidas, conquistou 184 vitórias, 109 empates e 109 derrotas, marcou 1.060 gols e sofreu 893 gols.

Wagner Rosa, o maior artilheiro do time do Milionários explicou a razão do apelido ‘El Diablo’, surgiu durante os campeonatos de futebol do município. “Fui chamado assim pela imprensa e virou febre. Agora onde quer que eu vá, me chamam de ‘El Diablo’. É muito gratificante chegar aos estádios e ver a torcida gritar meu apelido, principalmente as crianças. Isso valoriza o meu trabalho”, esclareceu.

Marcelo se lembrou de um fato inusitado que ocorreu no ano de 2004, em Vitória, capital, quando na ocasião o time realizou uma partida contra a equipe da Polícia Civil. No momento que o meia Cleomar, segundo maior artilheiro com 101 gols, foi cobrar o escanteio, se assustou com o avião que acabava de decolar, esqueceu a bola e saiu correndo.

No entanto, o zagueiro José Carlos Gomes, conhecido como ‘Dedada’, explicou que tudo não passou de um mal entendido: “Isso é uma brincadeira de Marcelo. Cleomar não deixou a bola”, disse. Já Wagner ‘El Diablo’ disse que foi verdade. Outros colegas afirmaram que realmente ele deixou a bola, pois na hora passou uma loira que fez o jogador perder o rumo de casa. “Lendas ou verdades, somos uma família”, pontuou o tipógrafo Antônio João ‘Tipingo’.

O time é organizado e possui um banco de dados que traz informações completas com nome e ficha de todos os jogadores que já vestiram a camisa do time, bem como quantas atuações, números de gols marcados e sofridos.

Fontes: www.aquies.com.br

 

Unidos de São José do Calçado Futebol Clube

Seu nome simboliza a união de dois grandes rivais do futebol municipal, o
Americano Atlético Clube e o Motorista Futebol Clube.
Situação da Equipe: Amador


Fonte: Arquivo pessoal

 

Aos amigos do Blog, algém possuí alguma informação desta equipe? Abraços!!!

 

Só para complementar o post do amigo Lelo, há um tempo havia redesenhado o escudo do SE Veneciano, pois na net não há um com qualidade… Segue o mesmo para os amigos que colecionam… Abraços!!!

 

Só para contribuir com o post do André Martins, segue a única informação que eu tenho, além do escudo já postado,  sobre o Argos Colatinense.
Pelos meus registros, manda seus jogos em Colatina mesmo, no Estádio Municipal Justiniano de Mello e Silva.

Fonte: Arquivo pessoal

 

Sociedade Esportiva Ferroviária
Rua Manoel da Silva Neves – Ferroviária
Eng° Paulo de Frintin – RJ
CEP: 26.650-000

Atravéz de um grupo de ferroviários, com o apoio do saudoso engenheiro Dr. Pedro de Almeida, residente da 2ª Residência da Central do Brasil, em Eng° Paulo de Frontin, surge a Sociedade Esportiva Ferroviária, que foi a que mais se aproximou e travou grandes contendas com o Adrianino, quando decidiu no Estádio do Frigorífico, em Mendes, a final da Copa Serra do Mar, sagrando-se campeã. É bom acrescentar, que a decisão entre as duas equipes da mesma cidade, Ferroviária e Adrianino, ambas de Eng° Paulo de Frontin, não foi nada mais do que uma inequívoca demonstração de pujança futebolística daquela cidade, quando superavam todas as outras cidades vizinha: Paracambi, Mendes, Vassouras, Barra do Piraí e outras.

Equipe da Ferroviária grande campeã da Copa Serra do Mar.
Em pé: Manoel Emílio (diretor), Paulinho, Paulinho Queixada, Celso, Manoel,
César, Miltinho, João, Afonso (preparador físico) e Viana (diretor)
Agachados: César, Dezessete, Cíndio, César Mendes, Jaiminho e Peluca.

FONTES:
- www.timesdobrasil.hd1.com.br
- Texto e fotos antigas: Revista de Eng° Paulo de Frontin – 04 de outubro de 1999

 

Talvez uma história que muitos não saibam…

Quatis, 21 de março de 1921 — Rio de Janeiro, 28 de julho de 2005 foi um dos principais futebolistas brasileiros das décadas de 40 e 50. Foi um dos principais ídolos da história do Palmeiras, Santos, Vasco e São Paulo.
Começou a carreira profissional no Madureira, atuando como meia-esquerda, em 1938, quando formou um trio com os jogadores Lelé e Isaías,
conhecido como Os Três Patetas. O trio fez tanto sucesso que acabou sendo contratado pelo Vasco da Gama em 1943, onde participou do Expresso da Vitória, considerado um dos maiores elencos da história do clube. Pelo Vasco fez 71 jogos, com 44 vitórias, 18 empates e nove derrotas, marcando 27 gols (média de 0,39 gol por jogo). Em 1946 saiu do Vasco e foi para o Flamengo, segundo ele, por receber menos que outros jogadores no elenco. Do Flamengo se transferiu para o Palmeiras em 1949, após a acusação de ter sido subornado no jogo em que o clube perdeu de 5×2 para o Vasco e ter tido sua camisa queimada pela torcida. No clube do Parque Antártica Jair ganhou Paulista de 1950, o Rio-São Paulo de 1951 e a Copa Rio de 1951. Em 1956 foi para o Santos, onde venceu três campeonatos paulistas (1956, 1958 e 1960). Ainda em 1957 voltar a vestir a camisa do Vasco num combinado Vasco-Santos numa série de três amistosos no Maracanã. Ainda jogou no São Paulo e na Ponte Preta, por onde encerrou a carreira em 1963, aos 42 anos. Foi ainda técnico de oito clubes, mas sem conseguir alcançar o sucesso que teve como jogador. Depois de aposentado, estabeleceu-se no bairro da Tijuca, onde era um popular freqüentador dos cafés da Praça Sáenz Peña. Jair morreu aos 84 anos, de embolia pulmonar após uma cirurgia e teve seu corpo cremado.

Jair em atuação pelo glorioso de Mendes-RJ
A propósito, Jair Rosa Pinto, veio de Barra Mansa para atuar na equipe principal do Frigorífico. Em sua biografia, no livro “Gigantes do Futebol Brasileiro”, Jair conta como veio para Mendes: “Em 1936, Jair compreendeu que já não estava em idade de ganhar a vida vendendo pastel. Ele e Araújo começaram a trabalhar no Moinho Fluminense, pois souberam que os patrões davam regalias aos operários bons de bola e que podiam fazer parte do time da empresa. Um dia o Moinho Fluminense jogou contra o Frigorífico de Mendes, e os dois irmãos ganharam, sozinhos, uma partida que parecia difícil. Os adversários, vencidos, abriram os olhos.
– Vocês querem ganhar cento e quinze mil réis por quinzena?
Jair e Araújo, voltando do campo a caminho de casa escutavam interessados a proposta que lhes fazia um chefe de seção do Frigorífico. Os dois  poderiam ir, juntos, para Mendes, onde havia emprego certo, bom salário e um time futebol à disposição. Naturalmente, ficariam muito tempo longe da família, mas o dinheiro compensava. Jair pensou, decidiu por si mesmo e por Araújo, e os dois foram para Mendes.
Tempos depois, ele receberia propostas do Botafogo e do Vasco. Mas Jair preferiu ficar em Mendes.

REGISTRO DE EMPREGADO DE JAIR DA ROSA PINTO
Ficha de Registro de Jair Rosa Pinto como empregado da S. A. Frigorífico
Anglo, na qual constam dois períodos de trabalho: de 14/04/36 a 29/05/36
e, no verso, de 28/03/37 a 28/03/38.

Sobre a sua saída, o livro conta que Araújo, obrigado a parar com futebol por causa de uma lesão nos meniscos, teria sido dispensado do Frigorífico. Jair, que estava perto, teve uma reação imediata:

“–É, Araújo, porque agora que você não pode jogar mais pelo Frigorífico, terei de despedi-lo
–disse-lhe o chefe de seção que o
levara para Mendes. Jair, que estava perto, teve uma reação imediata:
Está certo, moço. Se ele não serve, eu não sirvo também.
E voltaram para Barra Mansa.”

A biografia apresentada pelos jornalistas João Máximo e Marcos de Castro tem dois pontos questionáveis. Jair realmente veio para Mendes em 1936. Sua primeira admissão no Frigorífico Anglo data de 4 de abril daquele ano, com o salário de Rs$500 por hora, mas seu irmão Araújo já jogava no Frigorífico desde 1934. Aliás, Araújo casou-se com uma moça de Mendes, e morou algum tempo na Vila Westey. Quanto ao fato de que teria sido dispensado do emprego por não poder mais jogar futebol, não corresponde à realidade histórica. Talvez os autores da biografia tenham tentado dramatizar a narrativa. Araújo, com certeza, poderia ter continuado na empresa mesmo depois de encerrar a sua carreira, como fizeram tantos outros craques daquela época.

Fonte: www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

VERONA ESPORTE CLUBE
RUA TRINTA E UM DE MARCO, S N – CENTRO – TARAUACA-AC

Verona Esporte Clube campeão Tarauacaense de 2009

Fonte: Arquivo pessoal

 

Fluminense fatura o título do Campeonato de Futebol de Campo.

A grande decisão do Campeonato Municipal de Futebol de Campo da 1ª Divisão 2012. Em campo, Fluminense x Sena disputaram, além de troféus e medalhas, o prêmio de 3 mil reais em dinheiro oferecido ao campeão pela Prefeitura de Sena Madureira, sendo que o tricolor levou a melhor ao vencer o duelo pelo placar de 2 X 0.

Esse ano o Campeonato de Sena Madureira contou com a participação de 10 equipes: Fluminense, Sena, Vasco, Cazumbá, Guarani, Comercial, Santa Cruz, Newton Prado, Misto e Flamenguinho.


O Fuminense recebeu o trofeu de campeão e ainda três mil reais em dinheiro

Fonte: http://www.contilnetnoticias.com.br

 

 

Fluminense Esportivo Norte Acreano – Ano 1979

Assincra Esporte Clube – 1980

Grêmio Esportivo Acreano – Década de 1970

Guarani Futebol Clube – Década de 1960

Fonte: http://senamadureira.blogspot.com.br/

 

Comercial Esporte Clube – Década de 1960

Assincra Esporte Clube – Década de 1980

Fluminense Esportivo Norte Acreano – Ano 1979

Seleção de Sena Madureira – Década de 1970

Vasco da Gama – Ano 1996

Fonte: http://senamadureira.blogspot.com.br/

 

Na primeira e na segunda década do século XX, floresceu, em sena Madureira, uma intensa atividade cultural, esportiva, artística e literária, graças à imensa riqueza gerada pelo ciclo econômico da borracha. A partir de sua fundação em 1904, a cidade progrediu rapidamente, por se encontrar em uma das mais ricas regiões da Amazônia, onde a seringueira estava associada à castanheira, propiciando grandes safras anuais dos dois produtos de exportações.

Como em muitas partes do mundo, o futebol chegou a Sena Madureira numa expectativa para a vida associativa, que tornou-se muito ativa, por volta de 1909, quando do desafogo financeiro decorrente dos altos preços alcançados pela borracha no mercado internacional.

Naquele ano de 1909, foi fundado quatro times de futebol, evento realizado no salão do Teatro Cecy, um grupo formado por: Dr. Flaviano Flavio Baptista, Joviniano Marques, Raul Uchoa, Rui Alencar de Matos, Mario Borges, José N. Dauor, Rachid Dauor,Oscar Barreira, Avelino de Medeiros Chaves, Fabriciano Hoyos, Bertoldo Nunes, Demetrio Padilha, Quintinho Cunha, Assis de Vasconcelos, Desirée Panain, Durval Castelo Branco, Bernardo Magalhães da Silva Porto, Adolfo Celeste Pontes, Herculano Cabral, Zacarias Gondin de Lima, Amphrisio Valamira Fernandes, Raimundo Martins de Almeida (Doca), José Sadin Ganum, Hassem Ganum,Vicente Escocio Drumond,Carlo Fidel Catter, Manoel Ribeiro Braña, José Cezário de Faria, Issac Sarkis, Maximino Ladeira, Almeida Assef, Almeida Derze, Sarah Chamma, Ana Dauor Zarif, Carlota D’Anzicourt, Nazira Chamma, Adélia Pessoa, Atala Chalala Bichara Daher, Mamed Batrich, Jorge Meched e Akel Fares.

Fundaram o primeiro time de futebol, com a denominação de Floresta Macauã Clube seguido pelos times: Alto Purus Club, Ideal Clube e o Team Clube, que disputavam os seus matches. Diante da crise de 1929, estes clubes vieram a desaparecer. Na trajetória do esporte em Sena Madureira, novos clubes foram fundados na década de 1960; O Comercial Esporte Clube, fundado em 1962, o Grêmio Esportivo Acreano, fundado em 1965, além dos clubes São Bento Esporte Clube 1963, Guarani Esporte Clube década de 1960, Santa Cruz Esporte Clube década de 1970, Fluminense Esportivo Norte Acreano década de 1970, Assincra Club década de 1980.

GRÊMIO ESPORTIVO ACREANO

Fundação:20/06/1965
Endereço: Av. Brasil, s/n – Linha do Tiro – Sena Madureira
CEP: 69.940-000
Telefone: +55 (68) 621-2186
Títulos: 1 Torneio Início: 1999

ESTÁDIO:
Nome Oficial: Didier Tramborz
Capacidade: 1.000 pessoas
Dimensão: 102 x 65 m
Endereço: Sena Madureira-AC
Proprietário: Grêmio Esportivo Acreano

O Grêmio é uma das equipes mais tradicionais de Sena Madureira, sendo a equipe da cidade que mais participou de Campeonatos Estaduais já na era profissional, 4 vezes. Nas décadas de 70, 80 e 90, quando Grêmio disputava os campeonatos municipais com algum de seus rivais, uma coisa estava garantida: o público comparecia em grande número com bandeiras e charangas, torcia com a camisa do clube e principalmente as transmissões da equipe Mané Garrincha, responsável em grande parte pelo brilho das competições, que dava mais valor aos clássico, tanto contra o Comercial, quanto contra o Fluminense. Em campo os jogadores correspondiam às expectativas, as partidas eram dignas de
verdadeiros espetáculos, cheias de emoção, bons lances e muita rivalidade que há muitos anos levavam os torcedores aos estádios da cidade.

Grêmio Acreano campeão municipal amador na década de 80


SENA MADUREIRA COM UM NOVO ESTÁDIO

Abandonado desde a década de 90, o estádio José Marreiro Filho, o Mareirão, virou prioridade da prefeitura. Quem chega à cidade pela Avenida Brasil, vê de longe um gigante em concreto armado sendo construído para receber grandes espetáculos do esporte. No Marreirão mais de 40% da obra já está concluída. O novo estádio tem arquitetura arrojada. Além do campo de futebol serão construídas quadra e duas piscinas. Foi tanta promessa das administrações anteriores em torno da construção do estádio, que muitos só acreditaram na obra quando a empresa responsável pelo serviço começou a construir as arquibancadas. Projetado para ser construído em três fases, os recursos da segunda etapa já estão garantidos. “Nós atletas sabemos a importância da construção desse estádio. Passamos mais de cem anos para ver uma obra como essa é um sonho sendo realizado” comenta Antonio Carlos, o “Ferrugem”, grande craque de Sena Madureira que atuou em outros estados brasileiros.

ALGUMAS IMAGENS:

Comercial Esporte Clube, década de 80
Imagem da partida entre Fluminense FC x Comercial, pelo Amador Municipal.
Equipe do Grêmio na década de 70, ainda no amadorismo

Fontes: senamadureira.blogspot.com e arquivos pessoal

 

Segue o escudo do Balsas FC redesenhado. Abraços a todos!!!

 

GUARANI

Esporte Clube Guarani
esporteclubeguarani.blogspot.com.br
Rolim de Moura (RO)
01/Nov/2009
Amador


Fonte: Blog do Clube

 

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE-RO

Segue a foto da fachada do Botafogo Futebol Clube de Porto Velho, com seu escudo verdadeiro. Comprovando que o escudo que circula na internet é um fake.


Escudo Fake

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE
Fundação: 03 de Outubro de 1953
Avenida Jorge Teixeira, 1292 – Liberdade – Porto Velho-RO
O Botafogo Futebol Clube de Porto Velho disputou os campeonatos da 1a divisão de Rondônia entre os anos de 1971 a 1976, sendo campeão rondoniense em 1974.

Fonte: http://blogdopcguima.blogspot.com.br/2009/06/botafogo-aqui-la-em-todo-lugar-em-porto.html

 

Fiz um achado importante pra tirar a dúvida sobre este clube do interior mineiro. O correto é América Esporte Clube. Como mostra esta foto da fachada do clube provando que o Futebol Clube é inventado ou outra equipe
diferente.

link: http://goo.gl/maps/HPlLm

 

Para os colecionatoderes de Escudos, mais um novo clube amazonense.

 

Fonte: http://panairfc.blogspot.com.br/

 

 

O Nosso Amigo Sérgio melo, postou no blog um artigo sobre o CIPEC de Mendes-RJ, no dia 7 de setembro de 2012. Porém o escudo está incorreto, mas não foi culpa dele, vou reproduzir meu comentário para que todos entendam…

………………………………………..
Bom Dia Pessoal
Sou mendense e praticamente vizinho do clube. Realmente nós da cidade, desconhecemos este escudo, a pesar de ter sido pintado no muro do estádio, questionamos sua veracidade. Aqui acreditamos, que o “artista”, variou seu trabalho, ou não teve base para faze-lo. Não acredito também, ser uma nova versão. Pois o clube encontra-se inativo a anos e em completo abandono, com seu estádio e sua sede lacrado pela justiça por falta de segurança. Na verdade faliram o clube a ponto de deixa-lo em ruínas. Ainda continuo considerando o escudo tradicional mesmo, o antigo.
Parabéns pelo belo trabalho de redesenho do escudo, mas como disse, nós aqui da cidade “Não sabemos de onde o pintor tirou esse modelo de escudo!!!”.

Abraços
………………………………………..

http://goo.gl/maps/Jsfmq
Segue o link da imagem da fachada do estádio com as pinturas do escudo bem variado do original. Não sabemos porque foi pintado assim. O verdadeiro se comprova nas grades do portão e na placa esmaltada acima do portão.

Segue um informativo correto sobre o clube.

CIPEC ESPORTE CLUBE

Escudo correto

A antiga Fábrica de Papel Guttemberg, fundada em 1889 na cidade de Mendes, adquirida em 1923 pelo Conde Alexandre Siciliano e dirigida por Nicolau Matarazzo é um exemplo de patrimônio a ser preservado. Rebatizada depois como Companhia Indústria de Papéis e Cartonagem – CIPEC, a indústria chegou a ter mil operários e foi o segundo estabelecimento do gênero a ser implantado no Brasil.
O time de futebol do Cipec originou-se da antiga equipe da Itacolomy. Para a preliminar de um jogo do Frigorífico, foi convidado o Itacolomy para enfrentar um combinado “Anglo”, tendo sido sugerido no ofício convite que o clube se apresentasse com o nome de “Cipec”.
Em 1945, o Campo do Frigorífico estava em reformas depois da “Grande enchente”, com isso o Frigorífico alugou o campo do extinto Itacolomy, para mandar os seus jogos. Esta decisão iria contribuir decisivamente para a fundação do Cipec. Além dos reparos que efetuou para a recuperação do campo desativado, as atividades esportivas ali realizadas pelo Frigorífico estimularam o ressurgimento do futebol entre os empregados da Cipec, inclusive emprestando material esportivo.
Essa contribuição seria reconhecida em 12 de junho de 1945 através do seguinte ofício do recém-fundado Cipec EC:

“Ilmos. srs. diretores e demais membros do Frigorífico A.C..

Prezados senhores.

Em nome da Diretoria do Cipec E.C. apresentamos primeiramente a Vv. SS. os nossos cumprimentos.
Por meio deste queremos deixar patenteado os nossos agradecimentos pela maneira gentil e atenciosa que Vv. SS. dispensaram, atendendo ao nosso apelo para nos emprestar as redes de meta desse grêmio, quando disputamos o nosso primeiro jogo oficial no último domingo (10).
Expressamos assim com o presente a nossa admiração perante essa diretoria, mormente na pessoa do snr. Hildebrando O. Guimarães, que tem sido um expoente de atenções para a diretoria deste clube.
Sem mais, servimo-nos do presente para solidificar os laços de amizade e união entre o Cipec e o Frigorífico, correspondendo dessa forma, para um futuro grandioso do esporte mendense.

De Vv. SS. Amos. Attos. Obgdo.
João Navajas Netto – Presidente.”

Com o ingresso do Cipec na Liga Desportiva de Barra do Piraí em 1946, o campeonato ganhou novo colorido e o futebol de Mendes, em particular, maior motivação. Fundado um ano antes, o Cipec criou uma grande rivalidade com o Frigorífico, que o Itacolomy, base do novo clube, não havia conseguido e que se estendeu até fora do futebol. Transformados em arqui-rivais, várias partidas entre ambos assinalaram recordes de público, de acordo com registros feitos pela LDBP na época. Para um autêntico torcedor poucas coisas podem ser tão sagradas como o respeito à rivalidade. Mas, no caso do Cipec, houve uma verdadeira “azulfobia”.
Grandes classicos entre as duas equipes já proporcionaram grandes alvoroços na cidade, onde disputavam o Campeonato Municipal.


Fontes:
- Arquivo pessoal
- Livro do Frigorífico A.C.

 

União Esportiva Portuguesa, alguém de Manáus pode nos responder!!!

Há muito tempo rodava na internet o escudo da União Esportiva Portuguesa, com as cores de Portugal, vermelho e verde. Porém no site Baú Velho, do nosso estimado amigo Carlos Zamith, foi apresentado a nós, um escudo alvi-negro. Com isso, passamos a acreditar nesta fonte. Contudo dias atrás, encontrei este site – www.uniaoportuguesa.nosagitos.com.br, confirmando novamente o escudo da União Esportiva Portuguesa, vermelho e verde. Novamente retorna a dúvida!!!

Protegido: Aeroporto EC

 20. Artigos Diogo Henrique, Brasil / ACRE  Digite sua senha para ver os comentários.
out 262010
 

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 20. Artigos Diogo Henrique, Brasil / AMAPÁ  Digite sua senha para ver os comentários.
set 212010
 

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Se trata do novo membro da segunda divisão paraguaia 2010, o Deportivo Capiatá da cidade de mesmo nome e fundado em 2008.

Deportivo CapiatA

 

001Crianças não podiam soltar papagaios, mulheres não podiam trabalhar, estudar, nem ter cuidados médicos e eram obrigadas a usar burcas. Os campos de futebol eram lugares de rituais macabros de extermínio, mutilação e condenação. Sob o regime talibã, até 2001, assim era o Afeganistão. Após os ataques terroristas do 11 de setembro de 2001, os norte-americanos acabaram com o reinado dos fanáticos religiosos. Assim, com a fuga dos talibãs, os estádios voltaram a ser usados para esportes. Desde 1984, nas eliminatórias para a Copa da Ásia, a seleção afegã não participava de competições internacionais. Com a invasão russa e, mais tarde, com o regime talibã, era impossível praticar o futebol mesmo em campeonatos domésticos. Em 1997, o esporte chegou a ser proibido no pais. E o futebol não foi o único. O xadrez, por exemplo, não podia ser praticado, porque suas peças são réplicas de pessoas e animais, o que feriria a crença islâmica. Mesmo com a proibição, o futebol permaneceu como esporte preferido dos afegãos. Filiada à Fifa desde 1948, a Federação Afegã nunca perdeu seu lugar na entidade, mesmo sob o regime talibã.

Jovens disputam partidas em frente ao palácio destruído durante guerra entre 92 e 96

Jovens disputam partidas em frente ao palácio destruído durante guerra entre 92 e 96

Retorno - A volta da seleção do Afeganistão às competições internacionais aconteceu nos Jogos Asiáticos, em 2001. O resultado do time comandado por Mohammad Yousef Kargar não foi dos mais felizes: a equipe foi goleada pelo Irã por 10 a 0 . A importância do jogo, no entanto, não era esportiva: significava o início de uma nova era para o país. A primeira vitória veio só em 2003, quando o time de camisas brancas com listras vermelhas bateu o Quirguistão por 2×1, em um jogo pelas eliminatórias da Copa da Ásia. Devida a instabilidade política e social, o Afeganistão não pôde realizar jogos das eliminatórias para a Copa da África do Sul em seu território. Mesmo assim, os afegãos não fizeram muito feio: perderam de pouco para a Síria, na fase preliminar, levando 3×0, na Síria, e 2×1, no Tadjiquistão. O melhor de tudo é hoje ver meninos e meninas correndo pelos campos daquele país, com a esperança de um dia ser e viverem sem medo da violência que ainda assola o Afeganistão. O renascimento do futebol, mesmo que tímido, é um dos símbolos desse tão sonhado futuro melhor.
Os afegãos são diferentes dos brasileiros em praticamente tudo. Em suas indumentárias saídas dos contos das mil e uma noites; nos casamentos arranjados entre primos; na reverência pelos mais velhos; em seu declarado gosto pela guerra; em sua religião e no fervor com que a seguem; no confinamento das mulheres, simbolizado pela burka – tão persistente depois quanto antes do Taleban.
Mas há um traço em comum, e não é pouca coisa: o futebol. Não pela qualidade dos jogadores. “É só entusiasmo, mais nada”. Mas pela paixão. O futebol é o esporte nacional afegão, embora perca em originalidade para o buzkashi, um precursor do pólo no qual os cavaleiros têm de atravessar o campo com uma carcaça de ovelha ou um prisioneiro decapitado – o que estiver mais à mão.
Há muitas narrativas para o absurdo passado recente afegão. O futebol é uma delas. Os jogadores da seleção regional de Kabul treinavam no mesmo estádio – aliás o único do país – que foi palco de alguns dos atos mais chocantes do regime taleban, em seus cinco anos de existência (1996-2001).

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O Estádio de Kabul – foi construído em 1973 pelo presidente Mohammed Daud, logo depois de assumir o poder, num golpe de Estado contra seu primo, o rei Zahir Shah. E destruído durante a guerra dos mujaheddin (1992-96), na qual o general usbeque Rashid Dostum – um dos candidatos a presidente que boicotaram a eleição presidencial de sábado – o transformou em seu quartel-general, impiedosamente bombardeado por seus inimigos. Entre eles, o general tajique Ahmed Shah Massud, assassinado por suicidas da al-Qaeda dois dias antes dos atentados de 11 de setembro de 2001. Seu retrato num outdoor domina hoje o estádio, ao lado de outros dois, do presidente Hamid Karzai e do imperador Ahmed Shah Baba, que fundou a dinastia no século XVIII.
Depois que os taleban tomaram, em 1996, o controle de Kabul e, com ela, de 90% do país, a ONU resolveu presentear os afegãos com a reforma do estádio – simbolizando a nova era de paz. Mas os taleban tinham outros símbolos em mente. Atraídos pelo futebol, que chega a reunir 22 mil pessoas no estádio, os afegãos eram induzidos a assistir a execuções de condenados à morte pelos mulás.
“Eu já era funcionário da Federação Afegã de Futebol nessa época e, quando ficava sabendo que ia haver execução, ia embora do estádio”, lembra Sayed Mozafari, hoje secretário-geral da entidade. “Nunca assisti a uma execução.” Milhares de afegãos assistiram. As execuções ocorriam nos intervalos, ou quando os taleban – que costumavam invadir o campo interrompendo os jogos para orações – considerassem conveniente. Por causa da oração das 17h, os jogos foram antecipados para as 14h. Já voltaram para o horário normal, mais adequado, em vista do calor desértico que faz no verão.
“Naquela época era tudo muito difícil”, recorda Bashir Soldat, de 26 anos, que joga na defesa do Sabol, um dos 18 times da primeira divisão, e foi escalado para a seleção de Kabul no primeiro campeonato nacional do país. “Tínhamos de usar barbas compridas e jogar de shalwar kameez (a vestimenta tradicional dos afegãos, composta de túnica comprida e calça larga).” Calções e camisetas, como as que a seleção usa agora, doadas por ingleses que vieram dar um curso, eram proibidos.
O futebol no Afeganistão é amador. Os jogadores recebem ajuda de custo de 50 afeganis (US$ 1) ao fim de cada treino, que agora está ocorrendo todos os dias, na preparação para o campeonato.
Os afegãos guardam na lembrança glórias passadas, como uma partida em que derrotaram o Irã, há 23 anos. Sustentado por um orçamento anual de US$ 280 mil para todas as categorias, doado pela Fifa, o futebol afegão acalenta expectativas modestas – de apenas poder seguir adiante, sem ser abruptamente interrompido, como faziam os taleban com as partidas. É só o que pede o Afeganistão também.

Federação Afegã de Futebol

Afghanistan Football Federation
País: Afeganistão
Confederação: AFC
Fundação: 1922
Filiação a FIFA: 194
Filiação a AFC: 1954
Telefone: +93-75/2023 770
Fax: +93-75/2023 770
Site: www.aff.com.af

002Fundada em 1933, a Federação Afegã de Futebol é uma filial da FIFA desde 1948, a federação foi um dos membros fundadores da Confederação Asiática de Futebol em 1954. Sua primeira partida internacional foi em 25 de agosto de 1941 em Cabúl, contra Irã, numa partida que terminou com um empate sem gols (0×0). Seu maior êxito, foi sua única participação olímpica nos jogos olímpicos de 1948, embora sofreram uma goleada na primeira rodada, ao perder para Luxemburgo por 6×0. Os anos 50 foram os mais badalados para o futebol Afegão. e foi visto pela última vez no cenário internacional em 1984 durante a competição de qualificação para a Copa da Ásia. A invasão russa e, posteriormente, o regime talibã tornou impossível manter o futebol a níveis nacional e internacional. Muitos jogadores continuaram suas carreiras em outros países.
Somente após a queda do regime talibã, em 2002, que a nação apaixonada por futebol contemplar um futuro brilhante, mais uma vez.

Jogo entre a Seleção Afegã e o time da  ISAF no estádio Ghazi Kabul. A equipe afegã ganhou por um gol a zero. A ISAF (International Security Assistance Force ) vem operando no Afeganistão desde 2002 e tem atualmente 11 mil soldados em Kabul, no norte e oeste do Afeganistão.

Jogo entre a Seleção Afegã e o time da ISAF no estádio Ghazi Kabul. A equipe afegã ganhou por um gol a zero. A ISAF (International Security Assistance Force ) vem operando no Afeganistão desde 2002 e tem atualmente 11 mil soldados em Kabul, no norte e oeste do Afeganistão.

A equipa nacional fez um retorno aos gramados internacionais em setembro de 2002, tendo participado no torneio de futebol dos Jogos Asiáticos, em Busan. Embora os resultados foram decepcionantes, a alegria dos jogadores retornando ao futebol foi muito claro de se ver. E poucos meses depois, na Copa do SAFF, em Bangladesh, uma melhoria significativa nos padrões já era visível. Sua primeira participação para o Mundial de 2006 foi no Turcomenistão, onde terminou eliminada na primeira fase com 2 derrotas, em Ashgabat por um contudente 11 – 0, e em Cabúl por um respeitável 0 -2. A crise do país, os atentados, o pobre patrocínio e suas péssimas instalações esportivas fazem que careçam jogadores de qualidade que de fato, os melhores jogadores são imigrantes Afegãos pelo mundo. No final de 2004, 8 jogadores saem de seu campo de treinamento na Itália para buscar asilo na Alemanha. Este tipo de situações, mais o perigo de atentados fez que a FIFA proibisse Afeganistão de participar das Eliminatórias Asiáticas de 2010 como mandante de campo em seu próprio país.

Partida entre Ordu Kabul e Kabul Bank, no torneio de pré-temporada de 2008, no gramado da sede da Força Internacional ISAF, para um público de 200 espectadores.

Partida entre Ordu Kabul e Kabul Bank, no torneio de pré-temporada de 2008, no gramado da sede da Força Internacional ISAF, para um público de 200 espectadores.

Fontes:
www.fifa.com
www.en.wikipedia.com
thruafghaneyes.blogspot.com

Protegido: Lista de estádios do Acre

 20. Artigos Diogo Henrique, Brasil / ACRE  Digite sua senha para ver os comentários.
mai 072010
 

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Atlético Acreano e Club Cienciano se enfrentaram a 3.400 metros sobre o nível do mar com um público de 26 mil expectadores no Estádio Garcilaso de Cusco

attletico x ciencianoNa tarde de 28 de maio de 2009 (quarta-feira), como parte de programação da Semana da Amazônia Brasileira em Cusco, no Peru, aconteceu um jogo amistoso e histórico para o Clube Atlético Acreano que enfrentou, nada mais nada menos, o Club Cienciano, daquela cidade representante da primeira divisão do futebol peruano. A partida foi disputada no Estádio Garcilaso, às 15h30, horário local, e a 3 400 metros sobre o nível do mar.
Mesmo num dia de greve geral que paralisou os transportes publicos e fechou os principais estabelecimentos, cerca de 26 000 espectadores apareceram para ver a partida internacional.
O clima era de total festa esportiva com o público vibrando e aplaudindo a apresentação de capoeiristas acreanos do grupo do mestre Xandão, que realizou rodas próximas aos setores das arquibancadas. A expectativa pelo jogo tomou conta da cidade de Cusco e da imprensa esportiva, inclusive de Lima, a capital do país, a qual chegou a noticiar que não haveria a partida porque o clube brasileiro não havia chegado ao aeroporto daquela cidade, ignorando que a logística utilizada pelo Atlético Acreano foi pelo aeroporto de Puerto Maldonado, após viagem na linha regular terrestre desde Rio Branco pela empresa peruana Movil Tours.
Como demonstração de amizade entre Brasil e Peru, o Club Cianciano entrou no gramado com a bandeira brasileira e o Galo com a bandeira do Peru, arrancando aplausos da torcida. O gramado perfeito, considerado o melhor do Peru, impressionou a todos do time acreano, acostumados inclusive com o excelente gramado da Arena da Floresta. A aparência da grama lembrava a sintética, tamanha a perfeição do tapete verde.
Na tribuna de honra, as principais autoridades cusqueñas, representantes empresariais e dirigentes esportivos se confraternizavam num descontraído debate sobre as qualidades do futebol brasileiro e peruano. O clima era de festa e empolgação.
Já no gramado, os dois times demonstraram que não estavam de brincadeira, jogando um futebol rápido e bonito, com muitos passes de bola e oportunidades de gols. Coube ao atleticano Zidane abrir o placar aos 30 minutos do primeiro tempo, silenciando a “Furia Roja” e fazendo vibrar a pequena torcida de brasileiros e acreanos no estádio.
Com um gol à frente, o Atlético continuou um jogo aberto, propiciando aos cusqueños um contra-ataque com Morales descontando aos 35 minutos. O jogo continuou quente com varias faltas para ambos os lados, sendo que o juiz distribuiu cartões amarelos apenas para jogadores acreanos.
No segundo tempo, o Atlético voltou jogando forte e continuou surpreendendo todos com o fôlego de seus jogadores, mas logo no início o Cienciano marcou o seu segundo gol com Tomasevich e fechou o placar por 2×1. Numa tarde histórica, o Galo saiu aplaudido pelo seu desempenho para grande torcida vermelha presente ao Garcilaso.
A delegação do Atlético Acreano esteve composta por 23 pessoas: 20 jogadores, o presidente do Clube, Edson Isidorio da Silva, o diretor de futebol Alzerino Paiva, o técnico Gilmar Sales Bento e o auxiliar técnico Othon Rodríguez.

Fone: Site Times do Brasil

 

DIRRAN (com “biquinho” para pronunciar num francês correto) – Jogador do Rio Grande do Norte meio agalegado/sarará. Era entroncadinho e tinha as pernas curtas.

Há alguns anos, quando o Clube Atlético Potengi ainda jogava no Machadão contra o Potyguar de Currais Novos, na 2ª divisão do Campeonato do Rio Grande do Norte, um jogador atleticano se destacava fazendo dribles desconcertantes, lançamentos perfeitos e fazendo gol.

O narrador da Rádio Poti não cansava de gritar:

“Dirran é um craque”, “Dirran é uma revelação do futebol norte-riograndense”. E era Dirran prá cá, Dirran pra lá …

No final do jogo, o Clube Atlético Potengi perdeu por 3 x 1, mas o destaque daquele jogo foi o jogador Dirran.

Vendo aquele sucesso todo do jogador atleticano, um jovem repórter da Rádio Poti foi fazer uma entrevista com o craque na beira do gramado e foi logo perguntando:

“Você tem parentes na França? Esse seu nome é de descendência francesa?”.

O jogador, olhando espantado para o repórter, respondeu:

“Não sinhô, meu apelido é Cú de Rã, mas como num pode falar na rádio… então, eles abreveia”.

 

Para acabar com a discurssão!!!

Abraços

[img:pacajuense_1.jpg,full,vazio]

 

[img:brasil_industrial_1.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Paracambi F. C., que mais tarde receberia o nome de Brasil Industrial Esporte Clube, nasceu do idealismo de seis (6) rapazes egressos do Bangú Atlético Clube, dos quais cinco (5), eram de origem inglesa e decidiram radicar-se em Paracambi, trazendo consigo, além de idéias novas e muita disposição para vencer, também o inseparável exemplar que continha todas as regras do futebol: tão logo chegaram, após o período normal de adaptação rapidamente transformaram um simples gramado em uma autêntica escola de aprendizagem do famoso esporte bretão.
Os saudosos pioneiros têm seus nomes gravados nos anais da história do clube, pelos méritos a eles atribuídos por terem dado início a prática o futebol, escrevendo páginas de glórias imorredouras e inenarráveis na então Vila de Paracambi: Clarence Hibs, Frederich Jacques, John Starck, Ernesto Bauer, Jersey Starck (mais conhecido como Gelson inglês) e Guilherme Gomes (sendo os cinco primeiros de nacionalidade inglesa), foram os pioneiros da divulgação em Paracambi das regras do Ësporte-Rei”.
E foi assim que a idéia tomou vulto e obteve logo a adição dos operários da Companhia Têxtil Brasil Industrial e a simpatia de seus diretores; a fundação se deu no dia primeiro de maio de 1912, com duas equipes formadas, tendo a integra-las não só empregados da firma como também jovens que embora não tivessem vínculo empregatício, irmanaram-se aos demais para formar aquela que mais tarde viria se constituir numa das maiores glórias do futebol do estado do Rio de Janeiro.
As reuniões do clube eram realizadas em casas de famílias solidárias ao evento como também nas residências dos próprios fundadores, destacando-se como local de maior freqüência a residência da tradicional família Bittencourt.
No jogo de estréia o Paracambi F. C. formou da seguinte maneira: Leandro, Jacques e Justino, Fiuzinho, Adolpho e Badu, Zézinho, Gentil, Carlos Costa, José Telles e Ciliatote. Árbitro da partida: José Curtinhas que por sinal, além de Ter sido o primeiro juiz, consagrou-se como o mais eficiente, brilhando intensamente durante muitos aos na espinhosa função. O primeiro adversário foi o Pereira Passos F. C. (da Gamboa), e o primeiro gol foi feito por José Cândido Costa Côrtes (Belego).
Mário Torrente, fundador e também atleta, foi o primeiro presidente, embora não tivesse ainda sido elaborado o estatuto do clube. Na história do Paracambi F. C., hoje Brasil Industrial, há uma relação incomensurável dos personagens que tiveram participação direta na criação do referido clube a tornar-se difícil e até mesmo impossível enumerá-las nominalmente na sua totalidade mas dentre desmedido número de abnegados fundadores, destacamos os seguintes: Clarence Hibs, Frederich Jacques, John Starck, Ernesto Bauer, Jersey Starck (mais conhecido como Gelson inglês) e Guilherme (também conhecido como Guilherme inglês), Antonio Amorim, Mário Torrente, José de Lima, Antonio Moreira, Brígido de Oliveira Gama, Eustórgio Silva, Agostinho Inácio da Silva, Ciliatote Lavra, Benedito Coelho, Leopoldo Bonfim, Domingos Amorim (conselheiro), José Cândido Costa Côrtes (Belego), Francisco Costa, José Telles, Manoel Vilasboas, Francisco Fernandes Tupacinunga, Adolpho Alonso, João Costa, Justino Silva, João Soares, Joaquim Barbosa (jacaré), Enéas Soares, Plínio Monteiro, Jazão Telles, José Bemol e outros fundadores, apenas conhecidos pelos respetivos nomes ou simplesmente cognomes, como por exemplo: Badu Thomaz, Antonio (surdinho), Fiuzinho, Euzébio, Borges, Miltinho, os quais contaram com a aquiescência dos diretores da fábrica de tecidos, naquela época, Drs. Joaquim Guedes de Moraes Sarmento e Dominique Level.
Existe ainda um fato que tem gerado dissensões quanto a exatidão da data da fundação do clube, todavia em parte não deixa de proceder a tese real invocada por alguns, os quais apenas admitem a de 01/05/1912, e que realmente confere com a verdade; entretanto, somente no dia 12/07/1912 ficaram prontos os estatutos, o primeiro do clube, cujo teor era uma cópia da do Bangú Atlético Clube, entrando em vigor no dia 16 de julho do mesmo ano, quando então foi formada e empossada a primeira diretoria com base o referido regulamento, daí, a razão de cada uma das partes, porém para efeitos jurídicos, indubitavelmente que há de prevalecer perante a lei em atenção ao Capítulo X , artigo 1º do estatuto, o seguinte: Brasil Industrial Esporte Clube (antigo Paracambi F. C.), fundado em 16 de julho de 1912 em Paracambi, 3º distrito do município de Itaguai, estado do Rio de Janeiro, com sua praça de esportes instalada no 7º distrito do município de Vassouras (Tairetá) e sede provisória à rua Dr. Barcellos no.2, no 3º distrito do município de Itaguaí, tendo o clube duração indeterminada, foi este fundado com o nome de Paracambi F. C., constando no parágrafo 1º do mesmo que o Brasil Industrial Esporte Clube (antigo Paracambi), é uma sociedade civil e desportiva, tendo por finalidade promover entre seus sócios a prática de toda sorte de jogos e exercícios atléticos, bem como outras diversões que com ele tenha relações diretas ou conseqüentes.
O estatuto em tela foi aprovado por ocasião da reunião datada de 12/07 a 16/07/1912, com base no mesmo foi empossada a primeira diretoria, daí as divergências de opiniões surgidas. Eis os nomes que constituíram a primeira diretoria a partir da data em epígrafe:
Presidente de Honra: Dominique Level
Presidente Executivo: Francisco Fernandes Tupacinunga
Secretário: Manoel Vilasbôas
Tesoureiro: Clarence Hibbs
Fundadores: Frederich Jacques
John Starck
Ernesto Bouer
O uniforme oficial constituiu-se das camisas de mangas compridas e punhos, colarinhos, listras verticais vermelhas e brancas, calções brancos e meias vermelhas e brancas em listras horizontais. O primeiro campo funcionou em frente ao pátio interno da fábrica de tecidos (Companhia Têxtil Brasil Industrial), alguns meses depois foi transferido para um local distante do anterior cerca de 300 metros, em virtude dos dirigente daquela empresa julgarem inconveniente a permanência do mesmo naquele local pois alegavam na ocasião que os empregados tinham suas atenções voltadas para os treinos e os jogos, postando-se as janelas para apreciá-los e, consequentemente, prejudicava o rendimento normal dos trabalhadores principalmente nos dias de jogos, em detrimento da produção de cada um (naquela época os operários trabalhavam também aos domingos). Foi então o campo afastado para o local mencionado e posteriormente, isto é, em 1914, foi o mesmo transferido para o local onde hoje ergue-se o Grupo Escolar Presidente Rodrigues Alves, alí permanecendo até 1937.
Em 1922 houve um acontecimento marcante que até os dias atuais é objeto de comentários por parte dos remanescentes daquela época. A exemplo do que ocorre o antigo Distrito Federal, envolvendo personagens que integravam o Fluminense F. C. e que culminou com a fundação do C. R. Flamengo (15 de novembro de 1895), aconteceu também em Paracambi a famosa e discutida dissidência de membros que compunham o Paracambi F. C.
Existem duas versões para o fato: a primeira diz respeito ao desentendimento havido entre um grupo de fundadores em virtude dos diretores da fábrica não permitirem na época que nenhum sócio estranho à empresa exercesse cargos na diretoria do clube. A segunda, versa sobre o desaparecimento de uma “corbeille” da sede social, de lá retirada sem permissão pelos membros componentes do referido grupo para ornamentar o palco onde se exibiria uma companhia de teatro de passagem por esta cidade, cujas apresentações, a exemplo de tantas outras que por aqui passaram, tinham como local um prédio existente na rua Dominique Level onde funcionava o antigo cinema. Todavia, há quem diga que o fato de alguns rapazes pertencentes a esse grupo haverem arrombado a porta da sede para apanhar uma bola para organizarem uma pelada, tornou-se o verdadeiro estopim que culminou com a eclosão da crise.
Tendo a diretoria tomado conhecimento de que fora a sede (localizada na época onde está situado o atual campo) invadida pelo citado grupo, imediatamente reuniu-se para apreciar o caso em toda a sua extensão, tendo os dirigentes na ocasião, aplicado aos faltosos rigorosa punição com a suspensão de todos por trinta dias. O fato e que, por um motivo ou outro, os rapazes insurgiram-se contra as medidas aplicadas (proibitivas e punitivas), e que deu lugar à dissidência dos membros implicados, os quais foram acompanhados nas suas atitudes por alguns jogadores. É incomensurável o número de personagens que tomaram parte ativa no referido movimento e os que mais se salientaram ou podem ser lembrados, figuram os seguintes: Francisco Nunes (Chiquinho bagunça), Daniel Mesquita (Baianinho), Caniço, Messias, Gentil Costa, Ari de Souza, Nair Ramalho, Jazão Telles, João Costa, Vanderlino Silveira, João Soares (Joca fatureba), José Ponciano, José de Lima e outros, que irredutíveis às suas decisões, desligaram-se do Paracambi F. C. e fundaram então o Tupi Sport Club, no dia 1º de janeiro de 1922, nascendo desse modo o mais tradicional e ferrenho rival do Paracambi F. C., rivalidade essa que ainda hoje perdura.
Por paradoxal que possa parecer, pois esperava-se que o declínio do clube fosse inevitável, eis que o Paracambi que já se impunha no cenário futebolístico do Estado do Rio, principalmente na baixada fluminense, agigantou-se mais ainda e na seqüência de jogos que sustentou após a dissidência no confronto direto com o seu tradicional adversário, ostentou uma invencibilidade invejável que perdurou até 1955. Fala-se que após a dissidência, Vanderlino Silveira que era comerciante estabelecido na rua Dominique Level e integrante do grupo dissidente, sofreu o maior boicote da história comercial em Paracambi, porquanto sua loja que era das mais procuradas deixou de sê-la em função do descontentamento de seus fregueses, dos quais cerca de 80 % eram adeptos do Paracambi F. C. e operários da fábrica; com isso Vanderlino foi forçado a cerrar as portas do estabelecimento, tendo mais tarde por força das necessidades surgidas ingressado na Fábrica de Tecidos Maria Cândida como motorista e, posteriormente, na Cia. Têxtil Brasil Industrial e consequentemente regressado ao clube onde jogou por muitos anos ainda.
Cometa-se também que pouco tempo depois da fundação do Paracambi foi fundado um clube com o nome de Guarani F. C. e que pouco tempo durou em virtude dos seus jogadores, Gentil Côrtes, Aldoredo, Luiz Vital, Artur (pé de anjo), Celso Côrtes, Tonguinha e outros, terem na época deixado o Guarani e ingressado no Paracambi.
O Paracambi F. C. (hoje Brasil Industrial), nasceu sob o signo das grandes conquistas e fadado a promover os grandes acontecimentos cuja repercussão transpôs as fronteiras do Estado, alcançando os pontos mais longínquos do país. Em 1926, o Paracambi F. C. conquistou uma das mais expressivas vitórias, ao derrotar por 2X1 o São Cristovão de Futebol e Regatas, campeão carioca daquele ano.
Por intermédio de Silvio Tupassinunga, o centro-avante conhecido por “Tanck”, envergou por muitas vezes a jaqueta do Paracambi F. C.. “Tanck” outro não era senão o famoso “Nonô”, que mais tarde, após deixar o Palmeiras (DF), ingressou no C.R. Flamengo. Outro que também atuou pelo Paracambi F. C.: Brôa, vinculado na época ao Bangu A. . C. e bem assim, Joãozinho, Caratório, Gasolina e Gramofone, todos eles integrantes do Andaraí F. C.. Consta que os duelos mais renhidos e sensacionais travados em Paracambi, tiveram como protagonistas Nelinho (zagueiro) do Paracambi F. C. e Welfayre (atacante) do Frigorífico A . C. e que era um dos diretores do Frigorífico de Mendes (ANGLO) e vinculado como jogador ao Fluminense F. C. (DF).
Em 1936, atendendo a proposição de Graciano Xaves, o presidente da CTBI e presidente de hora do clube, senhor Antonio Botelho Junqueira, autorizou a transferência do campo para o lado oposto da Av. dos Operários, em cujo local existia uma chácara e por onde passava o rio Pará e nas imediações do mesmo uma casa onde funcionava a sede do clube. Em virtude da necessidade de desviar o curso do rio, foi também necessária a execução de um aterro aquela área. Os trabalhos foram entregues à responsabilidade de Carlos Givaneli, que devidamente autorizado, iniciou então a demolição de uma cêrca existente no alto de um morro denominado “Morro do Parque” e com o zinco de lá retirado promoveu a construção da cêrca que ainda hoje contorna as dependências do atual campo.
Em 1937, aconteceu então a mudança do campo e ao mesmo tempo promoveu-se também a troa do nome primitivo pelo de Brasil Industrial Esporte Clube, o mesmo acontecendo com referência ao uniforme que passou a usá-lo, ou seja: camisas vermelhas com golas e frizos brancos e de mangas curtas, emblema em forma de circunferência do lado esquerdo com as iniciais B.I.E.C., calções brancos e meias com listras horizontais vermelhas e brancas. Foi mais um acontecimento marcante na vida do clube que também provocou discordância e protestos. Entretanto, aos descontentes, foram apresentados argumentos convincentes de que o clube ostentaria daquela data em diante o nome da empresa em troca de melhores condições para o soerguimento do mesmo, o que significava dizer que o clube faria a propaganda da indústria e por isso mesmo seus diretoria dariam a ajuda necessária para evidentemente, fazer com que o clube progredisse sem que houvesse necessidade de sacrifício pessoal dos seus adeptos e diretores; isso aconteceu no dia 7 de setembro de 1937.
Embora tenha mudado de nome em 1937 ainda hoje, inúmeros desportistas preferem chamá-lo Paracambi F. C.; naturalmente, uns por desconhecer a mudança do nome em virtude de muitos aos ausente do lugar e outros, certamente remanescentes daquele inesquecível grupo de fundadores ou mesmo adeptos e simpatizantes desde os primeiros aos de sua fundação. Existia também em Paracambi, uma agremiação denominada Malandrinha F. C. que foi extinta; a exemplo do Guarani, da mesma forma o Malandrinha deixou de existir em virtude dos seus astros de primeira grandeza terem se desligado para ingressar no Brasil Industrial, e esses rapazes, formaram uma das maiores equipes que o Estado do Rio já conheceu e que adquiriram conceito respeitável e admirável por toda a baixada fluminense envergando a jaqueta do alvi-rubro de Paracambi, na época autêntica máquina de jogar futebol, quer como Paracambi, quer como Brasil Industrial, a tradição é uma só; como Paracambi viveu e como Brasil Industrial vive a cada década , apresentava e continua revelando aos olhos dos seus admiradores safras de valores do mais alto gabarito técnico.
Defrontou-se com clubes da mais alta categoria e dentre eles podemos registrar: Bangu, Andaraí, Confiança, Madureira, Campo Grande, Vasco da Gama (misto), América (duas vezes o quadro titular e misto uma vez), Flamengo (misto), Fluminense (misto), Botafogo (juvenis), Palmeiras (de Vila Isabel, formado por vários profissionais), São Cristovão (1926), Rosita Sofia, Oriente, ova América, etc. Em 1950 sustentou um duelo memorável com o América F. C. (vice-campeão carioca), forçando-o ao recuo para garantir o escore de 2X1 que lhe era favorável, devendo-se ressaltar que o time da rua Campos Sales (naquela época) trouxe a sua força máxima, ou seja: Osni, Joel e Osmar, Rubens, Osvaldinho e Godofredo (Ivan), Natalino (Nivaldini), Maneca, Dimas, Ranulfo e Jorginho.
Ora vencendo, ora perdendo, seu prestígio sempre permaneceu intacto, porquanto na Segunda hipótese sempre valorizou os triunfos adversários com pressões inenarráveis. Várias foram suas formações e todas compostas de verdadeiros astros e entre tantos podemos destacar: Guarim, João de Castro e Nora, Baiano, Praxedes e Préa, Toninho, Fifi, Juvenil, Ézio e Cotia, isso na década de 1930; Antenor Nunes de Abreu (Nôzinho) e Hélio F. da Silva, grandes atacantes do passado também marcaram época integrando outra formação apenas um pouco diferente. Na década de 1940, predominou a seguinte formação: Guarim, Nora e João de Castro, Djalma Lambique, Preá e Vavau, Toninho, Fifi, Juvenil, Ézio e Cotia. Menção Especial para os seguintes trios finais: Leandro, Brígido e Moreira (1912), Guarim, Noca e João de Castro, Guarim, João de Castro e Clodomiro, Guarim, Nora e João de Castro, Aldoredo, Betinho e João de Castro (1930).
A partir de 1950, novas constituições surgiram, como por exemplo: Zezé, Gigica e Solomar (ou Julinho e Solomar), Lambique, Preá e Vavau, Newton, Célio, David, Lauro (Eltinho) e Nilson. Em 1955, Carvoeiro, Lino e Solomar, Wilson Paraquedista, Preá (Eltinho) e Vavau, Tonico, Célio, Romeu, Nilson e Jorginho. Em 1913 era esse o trio final: Aldoredo, Artur e João Costa. Na década de 1940, possuía o Brasil Industrial uma equipe que inspirou o saudoso Nair Ramalho, agente da estação de Paracambi e que era locutor do Serviço de Alto-Falantes Tupan Jornal, cognominá-lo “Gigante da Baixada Fluminense”. Quadros: Mão de Onça, Gigica e Solomar, Lambique, Preá e Vavau, Newton, Célio, David, Lauro e Nilson. Figuravam ainda: Eltinho, Tonho, Aderbal, Mundica, Zezé e outros. João Fernandes Diniz (Bananeiro, na intimidade), diretor de esportes tantas vezes, foi também um excelente goleiro que marcou época nas grandes e diferentes formações do Brasil Industrial.
Em 1952, filiou-se à Liga Vassourense de Desportos e naquela temporada, competindo oficialmente pela primeira vez em campeonatos, logrou conquistar o título de Campeão Vassourense sob o comando de José Augusto dos Santos (Penetra), com apenas uma derrota. Campanha: venceu o Fluminense no turno por 3X0 e perdeu no returno por 2X1 em Vassouras; venceu o Tupi por 4X0 no turno e por 2X1 no returno, por sinal este jogo consagrou o ponteiro esquerdo Romeiro, naquela época conhecido apenas como Uca, que mais tarde viria constituir-se em grande artilheiro do América e posteriormente sagrar-se campeão pela S. E. Palmeiras em 1959 (melhor de três), assinalando o gol da vitória sobre o Santos F. C., o gol Dom campeonato), e finalmente sobrepujou o Vassourense por 3X2 e a decisão do campeonato (peleja final realizada em Vassouras),
derrotou o Vassourense por 3X1. Eis uma das formações durante o campeonato Vassourense: Mão de Onça, Gigica e Solomar, Lambique, Preá e Vavau, Mundica, Eltinho, David, Albino e Campana.

Títulos

1952 – Campeão Vassourense (L.V.D.) – aspirantes e amadores
1955 – Vice-Campeão de profissionais do Estado do Rio na “Chave A”
1957 – Vice-Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – amadores
1957 – Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – aspirantes
1958 – Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – amadores
1958 – Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – aspirantes
1959 – Bi-Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – amadores
1959 – Tri-Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Paracambi) – aspirantes
1961 – Campeão de Paracambi (Liga Desportiva de Paracambi) – aspirantes
1961 – Vice-Campeão de Paracambi (Liga Desportiva de Paracambi) – amadores
1963 – Vice-Campeão da Cidade – categoria de aspirantes
1963 – Terceiro lugar – categoria de amadores
1964 – Terceiro lugar – Torneio Pentagonal – amadores
1964 – Vice-Campeão – Torneio Pentagonal – aspirantes
1965 – Vice-Campeão da Cidade – amadores e aspirantes
1968 – Vice-Campeão da Cidade – categoria de aspirantes
1968 – Campeão Invicto – categoria de amadores
1969 – Campeão da Taça da Cidade – categoria de aspirantes
1970 – Campeão da Cidade – amadores e aspirantes
1971 – Vice-Campeão da Cidade – amadores e aspirantes
1971 – Campeão Invicto – Taça da Cidade – amadores
1971 – Campeão da Taça Aldalho de Mello – aspirantes
Obs.: nos anos de 1962, 1966 e 1967 não houve campeonatos.

Até hoje sua torcida lamenta a perda do título referente ao primeiro campeonato da cidade após a criação no dia 29 de março de 1961, da Liga Desportiva de Paracambi, e justifica-se o inconformismo dos torcedores tendo em vista as circunstâncias um tanto incoercíveis e inconcebíveis através de uma manobra jamais vista no futebol brasileiro até aquela data, num escandaloso atentado às leis que regem o futebol, lamentavelmente o Brasil Industrial, depois de uma reação sensacional o certame, deixando um incômodo 4º lugar para assumir o 2º posto do campeonato na penúltima rodada, partiu para a finalíssima,
visando somente a vitória porquanto na tábua de classificação somava 4 pontos negativos, o Santo Amaro 5 pontos e o líder, com quem decidiria o título 3 pontos. O Brasil Industrial fazendo alarde de sua grande e indiscutível classe, cuja equipe principal naquela tarde de empolgante decisão achava-se em verdadeiro estado de graça, deixou o gramado com uma esplêndida vitória alí adquirida por 3X1 e com todas as honras de Campeão da Cidade. Posteriormente através de um recurso de procedência duvidosa, cujo documento foi aceito e levado em consideração pela (F. F. D. ?) e L. D. F. que originou o desarquivamento da súmula do jogo Tupi 2 X Santo Amaro 1, no primeiro turno (três meses depois da sua realização), e em conseqüência a reversão dos pontos da partida em favor do Santo Amaro, que assim passou a contar apenas 3 pontos perdidos, sendo logo declarado Campeão. Uma verdadeira lástima, quando se sabe que o prazo para interposição de recursos em grau de protesto, pedidos de reconsideração, etc., à entidade local ou à Federação é de 48 horas. Assim acreditamos Ter esclarecido a um grande número de torcedores que desconhecia o fato, embora que em rápidas pinceladas, mas de um modo geral, embora resumido aos detalhes principais, cremos Ter sido suficiente para os nossos leitores que naturalmente, obedecendo o dito popular que “por um princípio se vai ao fim”, certamente tirarão as conclusões necessárias para encontrar o denominador comum que causou o maior assalto à “bolsa de títulos” do Brasil Industrial.

Outos títulos

1957 – Campeão do Torneio Initium – amadores e aspirantes – Liga Desportiva de Itaguaí
1965/1968/1969 – Tri-Campeão do Torneio Initium – L. D. P. – amadores
1968/1968 – Bi-Campeão do Torneio Initium – L. D. P. – aspirantes
Em 1968 conquistou a Taça Disciplina, foi campeão invicto de amadores, teve o ataque mais positivo, a defesa menos vazada, goleiro menos vazado e o artilheiro do certame. Em 1955, cedeu dois atletas (Lauro e Solemar), para a Seleção Fluminense de Profissionais que interviu no, campeonato brasileiro daquele ano; em 1957, cedeu cinco jogadores para o Selecionado da Liga Desportiva de Itaguaí que se sagrou vice-campeã fluminense. Jogadores convocados: Toninho, Glébio, Dil, Chico e Valtinho.
Taça eficiência: há quatro anos consecutivos que esse troféu é obtido pelo Brasil Industrial (1968-69-70-71), numa demonstração eloqüente da sua participação ativa nos certames realizados, sempre disputando os títulos palmo a palmo.

Taças e troféus

Possui o Brasil Industrial em sua sala de recepções, 40 troféus, 15 taças e 20 diplomas em exposição, referente aos seus gloriosos feitos.
Com referência ao primeiro título, conquistado em 1952,existe um detalhe importante e interessante a observar, tendo em vista que Paracambi era dividida em duas partes distintas: uma pertencia ao município de Vassouras (7º distrito), a outra ao de Itaguaí (3º distrito), daí o campo estivesse situado num distrito (7º) e a sua sede o outro (3º) e justificar, ainda, o porque de sua filiação, primeiramente, na Liga Vassourense e posteriormente na de Itaguaí. Ainda com relação a espetacular conquista do Tri-Campeonato na categoria de aspirantes e do Bi-Campeonato na divisão principal, valendo também acrescentar o Vice-Campeonato na divisão principal em 1957, é mister que se louve o trabalho excelente desenvolvido pelo antigo arqueiro grande benemérito João Fernandes Diniz (Bananeiro) e Aldalho de Mello que em apenas três temporadas produziram um trabalho de conjunto que proporcionou ao clube a conquista de seis títulos, tendo ao seu lado na preparação Altamiro Marques.
Quadro campeão em 1970: Sérgio, Rabinho, Carolino (Cid), Samuel e Tião, Madureira e Lira, Benedito, Nadinho, (Jorginho), Paulinho e Babá (Buchecha). Na temporada de 1968 o técnico foi Osni do Amparo e na de 1970 , uma comissão técnica composta dos seguintes membros: Elthes Côrtes (Eltinho), Valter Mendes de Carvalho (Valtinho) e José Ventura de Andrade; esse trio, sentido-se atingido pela crise que eclodiu o clube às vésperas da importante decisão, resolveu renunciar, cabendo ao técnico campeão de aspirantes, Adilson Romeiro Cardoso (o Dil), assumir a responsabilidade de escalar o time na primeira partida da série “melhor de três”, o que aliás fêz com rara maestria e demonstrando ser um técnico de estrela, ao conquistar sensacional e importante triunfo por 1X0, sendo na segunda partida, quando o Brasil Industrial sagrou-se campeão ao empatar com o Santo Amaro em um tento, dirigido pelo treinador Ari de Souza Filho, antigo zagueiro do América.

E o gigante acordou …

Após o enceramento do campeonato de 1971, verificado em 18 de julho, a diretoria do Brasil Industrial deliberou abdicar à prática do amadorismo “Marrom”, em favor de um amadorismo puro para justificar acima de tudo a acepção da palavra. Promoveu então uma renovação total no departamento de futebol, partindo do princípio de que o atleta que desejasse permanecer ou ingressar no plantel, o faria somente por amor à camisa. Apesar do descrédito da maioria dos chamados “entendidos” no assunto, o Brasil Industrial armou seu quadro principal com todos os atletas, egressos das divisões inferiores, autênticas “prata da casa”, conservado apenas Lyra e Benedito, os quais prontamente colocaram-se à disposição do clube, devidamente enquadrados e de acordo com o critério empregado. Hoje, possui o Brasil Industrial um excelente plantel, não faltando grandes craques com o desejo de se transferir para o “Vermelhinho”. Dentre os atletas marginalizados pelo “amadorismo mercenário”, destacam-se atualmente na equipe dirigida pelo Dodoca, como estrelas de primeira grandeza os jogadores Clésio e Animal (aspirantes), Bochecha, Jorginho, Sidney, Moacir, Cid, Azizo, Paulinho (todos sem vez) e Sérgio Horácio que atuava nos aspirantes do Tupy, é hoje com todas as honras do “gênio” ídolo da grande torcida alvi-rubra. Os primeiros resultados, como era de se esperar, não foram alentadores, todavia a habilidade e o otimismo do treinador Dodoca, contribuiu de forma decisiva para a rápida ascensão do time e já no turno de classificação da Taça da Cidade, surpreendia aos incrédulos com uma campanha espetacular, classificando-se em primeiro lugar, ao lado do Seropédica, com apenas 3 pontos perdidos, sendo que no turno final, a equipe deslanchou mais ainda e mostrou toda a sua pujança ao conquistar a Taça da Cidade sem uma derrota sequer.
Com a equipe montada em termos de “máquina de jogar futebol”, produzido um futebol vistoso, prático e objetivo, onde a solidariedade era e é a tônica entre os jogadores, pôde a diretoria preocupar-se ao mesmo tempo com outros problemas pendentes, sobretudo o do patrimônio, partindo então para a remodelação do alambrado e planejamento de outras obras carentes; os ferros improvisados e superados que sustentavam o antigo alambrado já corroído pelo tempo, foram substituídos por 164 postes de cimento, no valor de Cr$2.520,00, cuja importância foi paga parceladamente em quatro prestações de Cr$630,00. Após a fixação dos postes, foi construído um paredão de concreto com 60 cm. de altura para a colocação do novo alambrado. Em tudo isso, a participação do quadro social foi marcante pela sua adesão maciça à campanha do cimento, instituída pela diretoria nessa etapa e a cifra acima mencionada foi acrescida de Cr$1.000,00, aproximadamente, incluindo-se mão de obra e aquisição de areia e pedra britada.
Abrimos aqui um parênteses para uma citação especial à grande ajuda que nos foi dada pela Prefeitura Municipal, cujo prefeito, Sr. Nicola Salzano, dentro das possibilidades, incentivou ao máximo os dirigentes do clube na fase inicial das obras de remodelação do alambrado, tendo emprestado ao clube uma betoneira que muito contribuiu para o aceleramento das obras, além da cessão de um excelente pedreiro que trabalhou, durante aproximadamente 30 dias. Depois de uma paralisação forçada, a diretoria volta suas vistas para a construção de uma gigantesca arquibancada em concreto armado, visando três finalidades distintas: 1º ) conforto aos espectadores; 2º ) dar um melhor aspecto ao centro da cidade; 3º ) enriquecer o patrimônio e criar fontes de renda, visto que, sob a mesma serão construídas várias lojas para aluguel.

Fomte: Portal de Paracambi

 

[img:tupy_de_paracambi.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Carinhosamente chamado pelos seus torcedores de “Expresso Verde e Preto”, o Tupy Sport Club começou a escrever a sua história gloriosa no dia 1º de janeiro de 1922, data de sua fundação.
Iniciou suas atividades ocupando uma área cedida por Afonso Nabuco de Araújo que detinha a posse da propriedade, que pertencia efetivamente à Companhia Têxtil Brasil Industrial e à Fazenda Nacional de Santa Cruz, administrada pelo INCRA.
Prestamos nossas homenagens aos saudosos Tupyenses que iniciaram o processo de formação desse tradicional clube, de seu patrimônio conseguido com heróicas lutas, inclusive judiciais, da sua consolidação como motivo de orgulho para a história de Paracambi e da família Paracambiense.
Devido às várias enchentes ocorridas no local, todo o acervo histórico e documental da época foi perdido (atas, estatuto, etc.), restando apenas informações através de testemunhos de pessoas da época. Desta maneira sabe-se que Gentil Costa e Júlio Marques, entre outros, foram membros fundadores.
Existe documento de estatuto do Tupy registrado em 1937 no Cartório de Maximiano de Carvalho, no antigo distrito de Paracambi, município de Vassouras.
Entre os inumeráveis craques de futebol que passaram pelo seu plantel, podemos destacar um dos maiores da história do futebol brasileiro e mundial: o zagueiro Domingos da Guia, o “Divino”.
Apesar de se acharem em estado lastimável, devido às várias enchentes ocorridas em todo o município, na época, ainda restam antigas atas, a mais antiga delas lavrada no dia 3 de fevereiro de 1948, na qual conta o termo de posse da seguinte diretoria, a mais antiga com registro oficial:
Presidente Magno Damasceno Machado
Vice-presidente Achilles Pereira dos Santos
Tesoureiro Antônio Pinto Coelho
Comissão de Esportes Osvaldo Delgado de Morais e Silvio Teixeira
Secretário Felippe Maia Soares
Nesta diretoria, devemos dar destaque ao saudoso professor Felippe, que além de seu trabalho na diretoria, secretariando todos os expedientes do clube, orientando todos os procedimentos, ainda era cidadão de destaque na comunidade. Como um dos homens mais cultos da história de Paracambi ensinou ciências exatas a mais de 80 % da população escolar, na época. Infelizmente ainda falta o reconhecimento público ao trabalho deste educador.
Das diretorias seguintes, até meados da década de 50, não poderíamos deixar de destacar: Humberto Machado (Toco), Manuel Avelino, Gelson Apecuitá, Antônio Apecuitá Filho (ex-prefeito), Miguel da Silva Borges, Délio Bazílio Leal (1º Prefeito de Paracambi), Duel Ramalho, Sabatino Giannecchini, Athaíde Filismino,, Nair Ramalho, Raphael Farnesi, Balthazar Goes, Íris Giannecchini, Veríssimo de Lucas Machado, Agostinho Felipe de Almeida, Olimpio José Soares, Isnarde Campelo, Altacy de Souza Neto, Arminio de Oliveira, Antônio Botelho, Frâncico Farnesi, José Farnesi, Almir Alves de Souza, Wilson Pinto Coelho, Vicenzo Giannecchini, Francisco Botelho, Dorival Ferreira de Azevedo, Manoel da Rocha, Amâncio Garrido Portela, José Augusto Poncioni, Armando Griecco, Orestes Tussini, Carlos Barbosa Corrêa, David Leal, Darcy Schiavo, Damião Soares de Oliveira, Almando Pinheiro da Silva, José de Andrade Costa Mattos, Ennes Reis, Edayr Nunes Netto, Oldivan Saldanha, Celso Giannecchini, Ataíde de Souza, Jaime Torturella, Aristides Canepa, Mário Bottoni, Adecy Coutinho, Norival Sericio de Gouvêa, Pedro Paulo de Souza, Durval Joaquim Pereira, Sergio Campos de Oliveira, Lucy Neves, Alberto de Paula Lanas, Moracy Franco, Osni do Amparo, Norival Alves, José Halfeld Filho, Carlos Magno Machado, Milton Alves da Silva, Dair Motta da Silva (Cirrico), Welington Raposo (Lilito), Celso Alves, Alberto Campos e especialmente do Sr. “Batuta”.
Das diretorias empossadas à partir da segunda metade da década de 50, não podemos esquecer: Manuel Villela, Wilton Pinto Coelho, Jubel Machado, Omar Monteiro dos Reis, Danilo Campana Portela, Waldemiro Dias Barreto, Valter de Almeida, Sirley Ramos, Veríssimo Omar Machado, José Amâncio Campana Portela, Amâncio Campana Portela, Walter Campana, Manoel da Silva, Hilton Bastos, Ítalo Salzano, Toninho Banana, Eldom de Paula, Antônio Canedo, José da Luz (Zezé), Jorge de Oliveira, José Aizemberg, Lindemberg Magalhães, Jorge Albernaz, Sebastião Fernando Pires, Roque Bottoni, Hamilton Raposo, Vitor de Mattos Bello, Pedro dos Santos, Paulo César Reis, Manuel Rentz (Mané Tortinho), Gisberto Giannecchini, Nelson de Almeida, Eridam dos Santos Gouvêa, Carlos César (Careca/Ida), Alair Romão da Costa, Edílson Vaz, Gilson Vaz, Joaquim de Paula Teixeira (Sabará), Jorge Roberto Ferreira, Márcio Armond da Costa, Agostinho Felipe de Almeida Filho, Antônio Ovídio, Nélio de Almeida, João Ângelo Giannecchini, Sabatino Giannecchini Neto, Edson Xavier, Giovani Giannecchini, Rogério Anderson Baptista, Júlio César Cândido Gomes, Itamar Gomes e muitos outros tupyenses, como os saudosos atletas: Drico, o maior artilheiro cabeceador da história do futebol do estado do Rio de Janeiro, Luiz Orlando, com suas incríveis bicicletas, Ferrinho e Tutina, este contundiu-se gravemente jogando pelo Tupy e infelizmente não mais recuperou-se, continuando a ser o conhecido “Federal” somente fora das quatro linhas.
Além destes citados craques, o Tupy teve dezenas de renomados jogadores, dignos de vestir a camisa de qualquer time de futebol. Entre muitos, poderíamos citar: Paulo César de Oliveira e José Robson de Menezes (vitimados em trágico acidente automobilístico).
Outros destaques na história do Tupy, que não podem ser esquecidos: Afonso Cerqueira, Dalto de Faria, Cláudio Thurler de Lima, José Eduardo de Medeiros (Zeca), todos Presidentes, com exceção do Dalto, e também os irmãos Ferreira, Lula, Célio, Nega, Fiinha, Vicki, Haroldo, Sezinando (Pepica).
Provavelmente esquecemos muitos outros mas não faltará oportunidade para que seja feita a justa recordação de todos que construíram este patrimônio.
Outros destaque, dos muitos da história do Tupy foram os “tempos dourados”, quando o clube possuía sua sede social na rua Dominique Level, onde hoje está situado a Casa de Lanches. O imóvel, na época pertencia ao saudoso Luiz de Souza Netto, que, indiretamente, teve participação importante, nos anos 50, na fixação da sede na rua Nair Ramalho, sendo que detalhes desta participação se encontram nas atas.
Após a mudança para a rua Dr., Nilo Peçanha, onde hoje se encontra a agência da Caixa Econômica Federal, o clube promoveu vários eventos sociais que deixaram saudades. Entre estes eventos despontavam os bailes animados pelo único conjunto musical de Paracambi, Silvio de Carvalho. Os diretores sociais que primavam por esses belos momentos, inclusive os concursos e bailes da Rainha do Clube e da Primavera, eram Welington Raposo, Altacy de Souza Neto (Lelica), Isnarde Campelo, Pedro dos Santos, Raphael Farnesi, Melciades Corrêa, Lucy Neves, Délio Bazílio Leal, Antônio Botelho, Carlos Morais e outros que dignificaram o passado social do clube.
Ressaltamos ainda os bailes das formandas em Corte e Costura da Escola da Professora Rosa. O Tupy teve também as suas musas, como Nilza Pinto Coelho, Aída Alfano, Marilene Poncione Menozzi, Maria José de Morais Laureano, Maria da Penha Botelho (Maricota), Gessy do Amparo, Enny Neto, Maria Aparecida Poncione, Ilza Rodrigues, Lea Flores, Marlene Lavras e Dirce Lavras, que desfilaram naquela época as suas graças e belezas em nome do verde e preto.
Esta é a história bastante resumida do Tupy, que contou também com inúmeros fatos pitorescos e inusitados, como por exemplo o fato de ter servido ao Poder Judiciário, antes da inauguração do Fórum, ao ceder a sua sede para o julgamento de um dos casos policiais mais famosos em toda a história do Brasil: o caso do “Assalto ao Trem Pagador”, executado pelo “Tião Medonho” e sua quadrilha.

Fonte: Portal de Paracambi

 

Internacional Athletic Club

Fundação: 07 de janeiro de 1917
Endereço: Parnaíba-PI
CEP: 64.202-000
Site: Não tem
Situação do clube: Extinto

Títulos:
2 Campeonatos da Liga Piauiense de Esportes Terrestres, de Parnaíba: 1921 e 1928

Disputou o campeonato estadual entre 1917 e 1940, pela Liga de Parnaíba. O primeiro presidente foi Samuel Bompet.

[img:internacional.jpg,full,vazio]
O registro fotográfico mais antigo do futebol piauiense data de 31 de maio de 1917
e retrata o time posado do “International”, de Parnaíba. Segundo informação,
este time venceu o Parnahyba por duas vezes.

Se alguém conseguir decifrar o escudo eu agradeço… rsrsrsrsrs

Fonte: www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

[img:macambira_se.jpg,full,alinhar_esq]

Nome Oficial: Macambira Futebol Clube
Fundação: 23 de novembro de 2003
Situação: Profissional
Endereço: Avenida Ana Luiza Dortas Valadares, s/n – Centro – Macambira-SE
CEP: 49.565-000
Telefone: (79) 9974-1578
Estádio: Severão em Macambira-SE
Presidente: José Santos Menezes
Em 2009 disputará a Série A2 do campeonato sergipano.

Fonte: www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

[img:Atl__tico_Cerrado.jpg,full,vazio]
Atlético Cerrado

[img:Interporto.jpg,full,vazio]
Intercap (até que enfim um com qualidade!!! rsrsrs)

 

Pessoal tomei a liberdade de “consertar” a pata do pegasus pois estava completamente deformada!!!

Abraços

[img:Aureny_III.jpg,full,vazio]

 

[img:cocal_do_sul.jpg,full,vazio]

 

[img:pimentense_novo.jpg,full,alinhar_esq_caixa]O presidente do Conselho Deliberativo do clube, Análio Neto, filho de Rubens, foi o responsável pela mudança do escudo da equipe, no início do ano de 2008.

- Meu filho, que entende muito de futebol, mas não joga nada, tomou esta decisão. Resolvemos seguir quem está bem, e o Furacão é um ótimo exemplo. A homenagem foi correta, temos um grande número de paranaenses morando nesta região. Podemos ser um filho adotivo do Atlético-PR no futuro, seríamos muito gratos – disse Rubens.

Fonte: Globo Esporte

 

[img:cabecalho_1.jpg,full,vazio]

Talvez nenhum país no mundo dê tanta importância ao futebol como o nosso país faz. O Brasil pára nas decisões e lota os estádios do Oiapoque ao Chuí. São milhões de apaixonados pelo esporte introduzido no Brasil por Charles Miller, no final do século XIX. Os que não assistem aos espetáculos são minoria absoluta, pois, ou é ruim da cabeça ou doente do pé. A arte futebolística tomou conta do sangue brasileiro impossível o separar da bola, um eterno caso de amor.
O Times do Brasil é uma revista virtual que reúne dados estatísticos e históricos que envolvem a maior paixão nacional em suas curiosidades. Nosso objetivo é contribuir para o conhecimento, estudos e pesquisas sobre clubes e campeonatos, colhendo o máximo de informações que não podemos deixar se perdendo com o tempo.Nossa visão é tornar o Times do Brasil, através de todos os seus recursos e possibilidades, uma referência nacional na concentração de conhecimentos.

Galera o site está de volta!!!

Com um design muito mais interativo o site ficou mais belo, com mais qualidade de informações, além de mais facilidade na navegação.
Aguardo por críticas construtivas, pois a ajuda de todos vocês serão muito bem vindas.

*Não adianta criticar o site por não estar completo, pois como já disse trabalho sozinho
E minha intenção é todo dia inserir novidades, como se fosse um blog.

Desde já agradecido

Abraços a todos

Diogo Henrique

www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

[img:Cruzeiro_ROBR_1_.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Há anos, George W. Bush iniciava o seu segundo mandato na presidência dos Estados Unidos, o mundo conhecia o novo papa, Bento XVI, e a seleção brasileira ainda era vista como a grande favorita ao título da Copa do Mundo de 2006. Já em Porto Velho, acontecia a última vitória do Cruzeiro de Rondônia, o pior time do Brasil na atualidade.
Após vencer o Pimentense por 1 a 0, no dia 26 de maio de 2005, a equipe disputou 22 jogos oficiais. Foram quatro empates e 18 derrotas. Acredite, nenhuma vitória. E nem os amistosos salvaram. Em 14 partidas não oficiais, foram cinco empates e nove derrotas.
Eu não agüento mais perder. Nem lembro mais da emoção de sair de campo vitorioso. Só grito para reclamar do time, nunca para comemorar. Daqui a pouco vamos bater o recorde do Íbis – desabafa o presidente do clube, Domingos Machado, mais conhecido como Loló.
E ele tem razão. Faltam apenas seis meses para o Cruzeiro de Rondônia quebrar a marca de três anos e onze meses sem vitórias do Íbis, no início da década de 80. Entre os dias 20 de julho de 1980 e 17 de junho de 1984, o clube de Recife disputou 55 jogos oficiais, alcançando a inacreditável marca de sete empates e 48 derrotas.

[img:lol___1.jpg,full,vazio]
Loló é presidente, técnico e único torcedor

A situação do clube de Porto Velho é preocupante. Não há dinheiro nem mesmo para a confecção dos uniformes. Na Segunda Divisão do Campeonato Rondoniense de 2008, a tradicional camisa azul e branca deu lugar ao preto e branco.
“Como não tinha uniforme, arrumei umas camisas pretas com um amigo e dei aos meus jogadores. O regulamento não diz nada que proíba tal medida. Logo, prefiro jogar sem o uniforme tradicional do que ver o meu Cruzeiro fora das competições”, explica Loló.
Também falta dinheiro para pagar os salários. Apesar dos valores serem baixos, – foram prometidos R$ 300 por mês a cada atleta, nenhum dos 18 jogadores do elenco deste ano recebeu um centavo sequer, por enquanto.
“Todos os jogadores defenderam o Cruzeiro por apenas dois meses, pois é o tempo de duração da Série B de Rondônia. Mesmo assim, ainda não vimos a cor do dinheiro. Se formos depender apenas do clube, morremos de fome. Quando tínhamos jogos fora de casa, os adversários que pagavam as nossas refeições. Prefiro ficar sem clube do que continuar no Cruzeiro em 2009”, diz o atacante Jefferson Lopes, o Belo, que marcou apenas um gol nos seis jogos da equipe na Segunda Divisão.
Assim como todos os outros jogadores do Cruzeiro, Jefferson precisa de um outro emprego para sustentar a família. Ele trabalha como vigilante num banco de Porto Velho. Nem mesmo os membros da comissão técnica vivem apenas do futebol. Também sem receber pelos dois meses de serviços prestados neste ano, o auxiliar técnico Cristiano trabalha como soldador e teve de ir aos jogos de bicicleta, já que nem mesmo a condução era paga pela diretoria.
Ele garante estar cansado de perder, mas sugere uma solução para acabar com o jejum de três anos e cinco meses:
“A coisa está preta mesmo. Nossos maiores feitos nos últimos anos foram alguns empates, vitória nem pensar. Mas quem sabe nós não conseguimos marcar um amistoso contra o Tabajara para obtermos esta tão esperada vitória”, ironiza.

[img:cruzeiro_ro.jpg,full,vazio]
Cruzeiro, de azul, só não caiu para a Terceira Divisão de Rondônia porque ela não existe

Fonte: Globo Esporte

 

[img:igaci_al_1.jpg,full,vazio]

Igaci-AL

Esse também eu tinha feito… rsrsrs
Abraços

 

Fala galera… me desculpe a sumida do blog, pois peguei um serviço aki grande que tive que fazer em casa e lá não tenho internet.
Mas vamos lá, como não se acha escudos de qualidades das seguintes equipes, tive que redesenhar e estou colocando a disposição de quem estiver interessado.
Abraços!!!

[img:canario_1.jpg,full,vazio]
Canário Esporte Clube-AP

[img:caldeira_marituba_1.jpg,full,vazio]
Caldeira Esporte Clube-PA

[img:colo_colo_1.jpg,full,vazio]
Colo Colo de Futebol e Regatas-BA

[img:feirense_1.jpg,full,vazio]
Feirense Futebol Clube-BA

[img:ipitanga_1_2.jpg,full,vazio]
Esporte Clube Ipitanga-BA

[img:liberato_de_castro.jpg,full,vazio]
Atlético Liberato de Castro-PA

[img:lokomotiv_jaruara.jpg,full,vazio]
Lokomotiv Jaruara Futebol Clube-PA

[img:world_play_s.jpg,full,vazio]
World Play’s Sports-PA

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