De volta ao profissional em 2017, GAS divulga novo escudo e uniforme nº 1

O Grêmio Atlético Sampaio confirmou participação no Roraimense do ano que vem, que terá seis clubes. A cor dourada predomina no brasão, com destaque para a sigla.

O Grêmio Atlético Sampaio (GAS) estará de volta ao futebol profissional de Roraima. A confirmação ocorreu em reunião na sede da Federação Roraimense de Futebol (FRF), na última quarta-feira, que também definiu os demais participantes do Roraimão 2017. Jander Almeida, novo presidente do clube (assumiu no dia 15 de dezembro), se fez presente no encontro e confirmou que o time atuará no Estadual. Para o retorno, a equipe tem novo escudo e uniforme.

Para não perder tempo, o clube divulgou o novo escudo do time e o uniforme principal que será usado no Campeonato Roraimense de Futebol 2017. O GAS volta a ter a cor dourada predominantemente no brasão, bem como a sigla, o nome e o Leão.

Jander Almeida, presidente do GAS, afirma que os objetivos do clube para 2017 passam pela reformulação nas categorias de base e disputar de igual para igual o Estadual.

- Para o profissional queremos não só participar, mas montar um time realmente competitivo e mudar a cara do Grêmio Atlético Sampaio. Outros objetivos para o ano é o investimento na base, onde será nosso foco. Visamos tentar criar um DNA nas categorias de base do clube. Um trabalho com seriedade, em conjunto e ensinando outros valores para a formação não só de atletas como também o crescimento dos jogadores como pessoa – disse o mandatário.

Na edição de 2016 do Roraimense, o GAS não participou por problemas financeiros. A última participação do clube foi em 2015. Na ocasião, a equipe disputou sete partidas e conquistou apenas uma vitória.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/

 

Conheça o Galvez, o time da Polícia Militar do Acre, que sonha alto

O futebol acriano tem um clube dominante, o Rio Branco, dono de 45 títulos estaduais. No Campeonato Acriano 2015, a equipe mais uma vez comemorou, mas o que chama a atenção é o vice-campeão. O Galvez, também da capital Rio Branco, fundado em 2011 e já conseguiu um vice-campeonato em sua terceira participação na elite.

Entretanto, o Galvez não é um clube como outro qualquer, pois sua história tem um fato singular: o time nasceu da Polícia Militar do Acre e ainda preserva tradições da corporação, inclusive no organograma.

Galvez vice-campeão Acriano de 2015

4 de março de 2011, o pontapé inicial do Galvez. O dia em que a Polícia Militar do Acre colocou em prática um grande objetivo, de acordo com o Major Edener Franco, diretor de futebol do clube: “Ao criar o Galvez, tinha a intenção de aproximar os policiais militares e a sociedade por meio do esporte, transformar a visão que a população acriana tinha da corporação, de mero braço repressor. Além de unir a corporação internamente. Como fez Mandela com o rúgbi na África do Sul, claro com as devidas proporções, buscamos transformar a sociedade através do principal esporte nacional, o futebol”, disse o dirigente em entrevista exclusiva ao site Plano Tático.

A ideia inicial do Galvez era só “pegar os militares, colocar os uniformes e jogar. Achávamos que somente a garra dos militares seria suficiente”, informa o major Edener Franco. Porém, o que se viu na prática foi várias dificuldades materiais e de recursos humanos, pois “não havia noção do quanto era preciso para formar um time competitivo, tivemos que superar tudo isso na prática”, explica o diretor de futebol do Galvez.

A estreia no futebol profissional ocorreu na segunda divisão do Campeonato Acriano de 2011. Na primeira fase, com quatro vagas para seis times, o Galvez já sentiu que precisava mudar: “Iniciamos com a maioria dos jogadores sendo militar, mas durante a segunda divisão vimos a grande diferença entre futebol profissional e amador”.

Galvez em 2011, ano de sua fundação

Galvez em 2011, ano de sua fundação

Segundo o dirigente, os militares, apesar da boa vontade, não tinham base técnica para competir em nível profissional, com raras exceções. Assim, o Galvez buscou saídas: Com a ajuda de outros parceiros, principalmente o Rio Branco, conseguimos trazer jogadores por empréstimo e melhoramos na reta final do torneio.

Após duas derrotas, o Galvez emplacou três vitórias e avançou às semifinais com nove pontos em cinco jogos, dois a mais que o Vasco da Gama. Diante da Amax, o time da Polícia Militar fez 4×2 e disputou o título como Andirá, valendo vaga na elite acriana. Porém, o Galvez perdeu os dois jogos, continuando na segunda divisão.

Mesmo com o vice-campeonato, o Galvez entendeu o caminho que deveria seguir: “Para ser um grande clube e competir com os adversários locais, não poderíamos permanecer só com militares”, justifica o diretor de futebol do clube. Assim, a lógica se inverteu: A maioria dos jogadores é profissional, com alguns militares compondo o elenco.

Até nos cargos administrativos houve mudança: Em 2015 teve um civil como diretor das categorias de base e ele deve assumir também o futebol profissional em 2016. O único cargo obrigatoriamente de militar é o do presidente, que é o Comandante Geral da Polícia Militar do Acre.

Até nos treinamentos a técnica militar foi deixada de lado. No início, a comissão técnica era formada apenas por militares e estes chegaram a aplicar alguns exercícios tipicamente nossos. Porém, verificamos que as técnicas não se adequavam ao futebol profissional e já contratamos profissionais específicos, sendo que já não usamos nada dos exercícios militares e sim o preparador físico profissional, afirma o dirigente do Galvez.

 

O crescimento do Galvez no Acre

O Galvez tem um título da 2ª Divisão do Campeonato Acriano em três anos de história

O Galvez tem um título da 2ª Divisão do Campeonato Acriano em três anos de história

 

Com as mudanças feitas, o resultado veio. Na segunda divisão de 2012, o Galvez encarou Amax e Vasco da Gama, terminando com título e acesso ao somar dez pontos nos quatro jogos, invicto, com 14 gols a favor e dois contra. A estreia na elite foi com grande campanha: 22 pontos em 14 rodadas, no quarto lugar, dois à frente do Juventus e com vaga nas semifinais.

O estadual 2013 findou justamente no mata-mata, com derrota de 6×2 para o Rio Branco. Algo que não desanimou o Galvez, novamente quarto colocado em 2014. Porém, a eliminação veio de novo nas semifinais, agora diante do Atlético Acreano.

Evidentemente, o Galvez se preparou para no estadual 2015 alcançar a final e brigar pelo título. Por isso, o técnico Tangará foi contratado ainda no fim de novembro/2014, encerrando ciclo de oito anos entre base e profissional do Rio Branco, e em janeiro os jogadores começaram a chegar, com salário máximo de R$ 2 mil.

O mais famoso era o atacante Juliano César, 36 anos, oito vezes campeão acriano com o Rio Branco e com quase 200 gols na carreira. Os treinos deveriam ter começado em 19 de janeiro, mas foram adiados em uma semana por falta de campo, o que foi resolvido prontamente. Algo que não atrapalhou o Galvez, que iniciou o torneio com cinco vitórias em cinco jogos.

A primeira derrota veio justamente na sexta rodada, 3×0 para o Rio Branco e dali em diante o Galvez teve problemas, perdendo a liderança para o Atlético Acreano ao ser superado pelo lanterna Alto Acre por 3×2, em casa. A recuperação veio com duas vitórias, mas Tangará saiu, em comum acordo com a diretoria – quer montar uma escolinha de futebol em Mato Grosso.

O novo técnico, Artur Oliveira estava no Vasco da Gama, chegou nas duas últimas rodadas, com duas derrotas. Mesmo assim o Galvez se classificou com a quarta melhor campanh, indo jogar as semifinais diante do Atlético Acreano. Com o reforço de Adriano Louzada (Porto, Cruzeiro, Palmeiras), 36 anos, o time da Polícia Militar surpreendeu o adversário na volta ao vencer por 2×1 na prorrogação – houve empate de 1×1 na ida –, indo à final do Campeonato Acriano pela primeira vez!

Com três ex-atletas do Rio Branco, o Galvez encarou o maior time do Acre, mas não conseguiu levantar a taça – são dez jogos na história, com oito vitórias do Rio Branco e dois empates. Foram duas derrotas, 2×1 e 2×0, mas a sensação é de êxito: “O resultado vem de muito trabalho, além do respeito que temos com todos (militares, atletas, comissão técnica, imprensa) e de honrarmos os nossos compromissos. Respeito gera respeito, logo, hoje muitos profissionais preferem trabalhar no Galvez, conseguimos atletas que tinham outras propostas, pois sabem que não terão problemas com salário ou com o próprio ambiente de trabalho”, explicou o Major Edener Franco em entrevista ao site Plano Tático.

Mas o Galvez não encerrou a temporada 2015 em 27 de junho. No sub-19, a equipe venceu o Vasco da Gama por 1×0 na final e levantou a taça inédita, conseguindo vaga na Copa São Paulo 2016. Os meninos do Galvez tiveram oito vitórias, um empate e uma derrota, melhor ataque (20 gols) e melhor defesa (seis).

O Galvez é campeão acriano no sub 19 pela primeira vez

Informações

- O único momento negativo do Galvez no Campeonato Acriano 2015 foi fora das quatro linhas. O primeiro a cometer ato de indisciplina foi o zagueiro Diego, que após a derrota de 3×0 para o Rio Branco, na primeira fase, jogou água no rosto de um adversário. Ele foi multado em 20% do salário e levou seis jogos de suspensão do TJD/AC. O segundo problema ocorreu com o volante Renato Paulo, que elogiou no Facebook a direção do Atlético Acreano, adversário das semifinais, afirmando que torceria pelo clube na disputa do título. Acabou desligado do Galvez, que segundo o Major Edener Franco deve dar o exemplo:

A disciplina é importante em qualquer ambiente, seja num quartel, numa empresa ou em qualquer local que reúna seres humanos. A disciplina do Galvez não é superior aos grandes clubes, mas deixamos claro que, para jogar aqui, o atleta tem que ter uma vida tanto dentro do clube como fora pautada no respeito às pessoas. Quem não gostar da Policia Militar não pode vir pra cá, pois é ela que dita as regras que devemos seguir enquanto existir o clube. Na realidade, o que falta mesmo é termos mais atletas verdadeiramente profissionais, pois muitos não o são, o que acaba prejudicando principalmente a eles”, diz o dirigente.

Na Copa Do Brasil de 2016 a equipe se classificou pela primeira vez para a 2°fase da competição eliminando o Rio Branco. O próximo adversário foi o Santos, a equipe não conseguiu fazer um bom jogo perdendo de 3×0 sendo assim eliminada da competição.

No Campeonato Acriano de 2016, termina a competição na 3ª colocação.

 

Fontes:
http://planotatico.com/
http://www.colecaodeclubes.com.br/
Arquivos pessoais 

 

Camisas de 1976

Coleção Campeonato Nacional
Copa do Brasil

Fonte: Editora e Comercial Saravan Ltda – São Paulo 

 

Clube Esportivo Universitário do Espírito Santo

Nome : Clube Esportivo Universitário do Espírito Santo Ceunes
Fundação: 29 de outubro de 1974
Local : Vitória-ES

 

Mais conhecido como Ceunes, ou também Universitário, a equipe foi fundada em 1974 por universitários da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), para difundir a pratica do futebol em competições amadoras, disputando o estadual de profissionais no período em que Rômulo Vello Loureiro era o presidente, mas a equipe sempre teve extrema dificuldade para entrar em campo, Rômulo por exemplo acumulava funções no clube, era presidente roupeiro, massagista. Certa vez o Ceunes não tinha nem 11 jogadores para entrar em campo, nisso era verdadeiro cata-cata onde até o médico entrou em campo.

 

Até por isso não se esperava muito da equipe no estadual de 76 o primeiro do Ceunes, talvez por ser totalmente descompromissada com os resultados e sem pressão por resultados a equipe surpreendeu a todos, a equipe universitária foi para o Grupo A ao lado dos grandes, Rio Branco e Vitória, além de Industrial de Linhares e Guarapari.
Eram 2 grupos com 5 equipes passando os 3 melhores de cada grupo para o denominado Torneio dos Vencedores, e o Ceunes deixou Industrial e Guarapari para trás e avançou podendo se gabar de estar no Torneio dos Vencedores logo em seu primeiro ano da elite. Mas os bons resultados acabaram ali, nas 6 partidas do Hexagonal semifinal o Ceunes perdeu todos os jogos acabando com 0 pontos de 12 disputados.

 

Em 1977 no 2º ano de estadual agora o time universitário era mais “manjado”, e de quebra as dificuldades em botar o time em campo seguiam sendo um grande obstáculo. Pensando nessa dificuldade o Ceunes criou uma tática interessante aos olhos dos dirigentes, cada partida um veterano conhecido do futebol capixaba seria “convocado” para jogar e defender as cores da equipe, assim sempre na intenção de chamar mais público para ver o Ceunes jogar, oque ocorria hora no Estádio Salvador Costa do Vitória hora no Campo do Caxias.
Dentro de campo as 14 equipes jogaram em turno único todos contra todos, os oito melhores avançavam a 2ª fase, os demais disputariam uma repescagem que colocaria o líder direto no quadrangular final, ou seja de eliminado na 1ª fase a equipe teria chance até quem sabe de ser campeã estadual…
O Ceunes passou longe de classificar entre os oito, apenas uma única vitória nas 13 partidas, ela aconteceu fora de casa na 3ª rodada em Nova Venécia diante do Leão de São Marcos por 1×0 no Estádio Zenor Pedrosa Rocha em 19 de junho gol de Baiano aos 17 do 2º tempo.
Depois desta vitória o Ceunes não venceu mais, os melhores resultados foram dois empates em 0×0, um com Santos de Barra de São Francisco outro com São Mateus no Sernamby. Após o fim da 1ª fase a equipe acumulou 10 derrotas em 13 jogos, apenas 5 gols marcados e 25 gols sofridos. O Ceunes devido as dificuldades financeiras cada vez maiores abandonou a competição antes do Hexagonal da repescagem começar, depois disso nunca mais voltou a disputar o estadual outra vez.O dia 17 de julho de 1977 é marcado como a última partida do Ceunes no estadual, ela ocorreu em Barra de São Francisco contra o Santos local no Estádio Municipal Joaquim Alves de Souza com placar de 0×0.

 

Uniformes

 

Algumas partidas de 1976

Rio Branco 2×0 Ceunes
Guarapari 0×0 Ceunes
Rio Branco 3×0 Ceunes
Vitória 5×1 Ceunes
Caxias 3×0 Ceunes
Desportiva 3×0 Ceunes
Ceunes 1×2 São Mateus
Vitória 6×1 Ceunes
Rio Branco 5×2 Ceunes

 

Campanha de 1977
Industrial 2×0 Ceunes
Rio Branco 1×0 Ceunes
Guarapari 2×0 Ceunes
São Mateus 0×0 Ceunes
III de Maio 2×0 Ceunes
Veneciano 2×0 Ceunes
Santo Antônio 4×1 Ceunes
Desportiva 1×0 Ceunes
Leão de São Marcos 0×1  Ceunes
Caxias 1×0 Ceunes
Vitória 6×3 Ceunes
Estrela do Norte 4×0  Ceunes
Santos Barra de São Francisco 0×0  Ceunes

 

Rômulo Vello Loureiro

 

Rômulo não só está na história da equipe Universitária como na história da própria Universidade, ele estava presente quando a UFES se tornou realidade no Campus de Goiabeiras.

A baixo um depoimento do  próprio Rômulo no Livro O Jubileu de Ouro da universidade (2004)
“No início do ano de 1961, o Presidente da República, à época Juscelino Kubitschek, como ato derradeiro de seu mandato, federalizou a Universidade do Espírito Santo (UES). No ano subsequente, mais precisamente em 26 de janeiro de 1962, já no governo de João Goulart, o Ministro da Educação e Cultura, ciente de seus méritos como cidadão probo, cultor do Direito, educador e detentor de uma cultura que impressionava a todos, não teve dúvida em escolher e
nomear o Professor Jair Etienne Dessaune para ser o primeiro reitor da Universidade Federal do Espírito Santo.
Apesar de, com tal designação emanada do Governo Federal, haver passado a ser o detentor de tão importante cargo público, o Doutor Jair Dessaune peregrinou, batendo literalmente de porta em porta nos diversos setores da Administração Pública do nosso Estado.
Estava a recrutar servidores cuja conduta e competência funcionais, no trato da coisa pública, ele conhecia de sobejo devido a sua intensa atividade profissional, para exercerem encargos que lhe possibilitassem organizar e por em funcionamento, incontinenti, aquela incipiente Instituição.”
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Campus da UFES
O texto foi para historiar a saga que iniciava-se o ano de 1962, quando Jair Dessaune, como professor-decano da antiga Faculdade de Direito da
Universidade Estadual do Espírito Santo, foi designado pelo Ministro da Educação e Cultura para responder pela reitoria da universidade, com a incumbência de organizar e instalar a nova Instituição Federal de Ensino.
Sem dispor de recursos financeiros e humanos, no dia 7 de março de 1962, Jair Dessaune baixou a Portaria n.º 1-A da Ufes, por meio da qual instalou, a título precário e sem ônus para os cofres públicos, a sede da 1.ª reitoria e o gabinete do reitor na garagem de sua própria residência e no seu escritório, que ficava anexo, na Rua do Rosário, n.º 202, Centro de Vitória, atrás do Teatro Carlos Gomes, entre outras providências que adotou à época. 

Fontes:
https://memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br/ 

 

Santa Cruz Futebol Clube

Nome : Santa Cruz Futebol Clube
Local : Vitória
Fundação:  23 de outubro de 1928
Títulos :  Turno Campeonato Capixaba  Série B 1957, Vice Campeão da Série B 1957

O Santa Cruz do Espírito Santo foi fundado em 1928 no Bairro Santa Lúcia em Vitória.
Por vários anos participou do Campeonato Suburbano e a Série B capixaba. Chegou perto de disputar a 1ª Divisão algumas vezes mas a falta de poder financeiro sempre impedia a equipe de crescer mais, mesmo assim com muito empenho enfrentava as equipes com mais capacidade financeira, AA Vale e Ferroviário formados por ferroviários da Companhia Vale do Rio Doce que os ajudava, Atlético e Santos de Vila Velha entre outros.
Sua sede em Santa Lúcia era usada para todo tipo de eventos, bailes de carnaval, festas de formatura, concursos de Miss entre outras atividades nos primeiros anos de existência do SCFC.
O Santa Cruz participou da Série B por pelo menos oito vezes, os anos 50 foram os melhores da equipe dentro de campo, tanto que disputou quase todas as séries B nos anos 40,50 de forma ininterrupta.

Campo do Santa Cruz fundado por Julio Henriques

Entre estas participações o Santa Cruz carrega em sua história algo único, na 2ª Divisão de 1945 conseguiu o feito de derrotar o Centenário duas vezes no mesmo dia.
Antes da partida do returno as duas equipes disputaram 05 minutos referentes a partida do turno que foi paralisada antes do fim quando o placar era de 1×1. E não é que nestes 05 minutos o Santa Cruz fez um gol em venceu! O responsável pelo gol  da vitória foi Egídio!
Já na partida do returno com tempo completo o Santa voltou a vencer, e  com propriedade por 4×2, Mululo, Carlos, Julio e Egídio marcaram, enquanto que José Angelo e Getúlio marcaram para o Centenário.
O Santa Cruz foi a campo com Coca,Moacir, Hiltom, Julio, Tercio, Edson, Carlos, Levino (Nélio), Egidio, Mululo (Luiz Paulo) e José Alves (Nascimento). Ermenegildo Gave apitou a partida que acabou expulsando Egídio grande destaque do Santa Cruz com dois gols e Altamiro do Centenário.
A campanha da 1ª fase que credenciou o Santa Cruz a disputar as finais foi a seguinte.

Turno
Santa Cruz 2×1 Centenário
Santa Cruz 4×3 Jucutuquara
Santa Cruz 1×1 Recreio

Returno
Santa Cruz 4×2 Centenário
Santa Cruz 6×1 Jucutuquara
Santa Cruz 7×2 Recreio

Os anos com maior destaque foram em 1956 e 57, onde a equipe brigou pelo título até as rodadas finais da competição.
Em 57 foi o melhor ano sem dúvidas, na penúltima rodada da firmou-se na liderança da Zona Norte ao derrotar o Guarany por 4×2. A partida aconteceu no Estádio Governador Bley, João Zambelli auxiliado por Manoel Araujo e João Pereira comandaram a cancha. A primeira etapa não agradou os presentes no estádio da Avenida Albérico Torres, mas isto tem explicação, o motivo eram os temporais que assolaram a capital capixaba deixando o gramado totalmente encharcado.
O Guarany foi quem inaugurou o placar com Artur aos 26 minutos. Na segunda etapa Caboclo deu lugar a Nélio no intervalo, Genézio treinador do Santa Cruz botou o time para frente com Gazolina, Nélio, Giginho, Tércio e Barrica no ataque, deu muito certo o esquema ofensivo, Tércio empatou, depois Gidinho deu show marcando 3 gols seguidos, aos 40 Jair contra descontou para o Guarany encerrando em 4×2 a partida, detalhe que um bom público acompanhou esta partida que colocava o Santa como maior favorito ao título.

Santa Cruz F.C : Edson, Jair, Çitinho, Julio, Aloísio, Moacir, Gazlina, Caboclo (Nélio), Gidinho, Tércio e Barrica.
Guarany E.C : Gildo, Fabio, Cláudio, Aroldo, Ailton, Milton (Altino), Gildo II, Wilson, Artur, Eudócio (Adalberto) e Manoel.

A partida que valeu o título aconteceu e 14 de janeiro de 1957, pela última o Santa Cruz encarou o Bangu na partida pre-liminar de Santo Antônio  e Rio Branco que disputavam a Serie A, a partida contra o Bangu foi muito acirrada, o placar foi apertado vitória por apenas 2×1, Gidinho e Nélio marcaram os gols da vitória, o presidente Humberto Balbi que ficou mais de 16 anos a serviço do clube mesmo com a alegria do  título não iludia os torcedores e sócios, e já afirmava que mesmo conquistando o título da Série B o clube não tinha pretensões de disputar a Série A de 58 deixando a vaga para alguém com mais poder econômico, Genesio treinador estava feliz com o título e satisfeito mesmo com  o time rendendo a baixo do que podia segundo ele.

Santa Cruz F.C : Paulo (Édson), Aloísio, Litinho, Moacir, Zeli, Julio, Nélio, Caboclo, Giovani, Tercio e Barrica.
Bangu E.C : Rubens(Antônio), Pedro, Pedro Germano, Milton, Zaprogno, Reinaldo (Elozinho), Almir, Genovite, Clovis, Luiz Carlos e Adalberto.

A prova do título incontestável

A baixo a avaliação dos campeões nesta partida feita pelo Jornal Folha Capixaba.
Paulo - Não comprometeu em nenhum lance. Contundindo-se cedeu lugar para Edson que esteve bem melhor.
Aloísio - Confirmou as suas boas atuações dos jogos anteriores. Excelente marcador e muito espírito de luta.
Litinho - Desempenhou bem a missão.
Moacir - Foi um grande elemento em campo. Folego e categoria s serviço da equipe. Esteve incansável durante o tempo.
Julinho - Só na etapa final conseguiu firmar-se no terreno, constituindo-se então numa das figuras principais da equipe santa cruzense.
Nélio -  O elemento lutador de sempre, marcando o gol que garantiu a vitória santa cruzense.
Geovani - Não esteve bem o meia direita do clube de Santa Lúcia. Além de estar numa noite infeliz foi expulso de campo.
Gidinho - O melhor jogador da cancha, dominando sempre o seu marcador. Conquistou o 1º gol batendo toda a defesa banguense.
Tercio - Outro grande elemento. Embora veterano na equipe, nota-se o seu esforço, sua qualidade.
Barrica -  Apenas esforçado. Perdeu a oportunidade de conquistar  o terceiro tento da noite.
pelo brilhante feito o Santa Cruz a diretoria do clube resolveu que a festa se prolongue até amanhã. Assim sendo na parte da tarde a sede do querido suburbano, haverá uma grandiosa festa, com bebidas e etc, e culminará com um grandioso baile à noite.

Mais tarde com decorrer da competição o Santa Cruz foi para a final contra o Atlético de Aribiri Vila Velha, na melhor de três deu o Atlético que pode ser visto nesta matéria do Jornal Folha Capixaba de 1957.

Dias depois as duas equipes voltariam a se enfrentar valendo troféu, desta vez a pugna foi válida pela Taça Dilio Penedo em comemoração aos 14 anos de fundação do Atlético, a partida correu no 3º Batalhão de Caçadores em Vila Velha e com gol de Tunico que havia substituído Gidinho o Santa venceu e se sentiu vingado. O Santa Cruz foi a campo com Edson, Luiz. Moacir, Caboco, Jorge, Julinho, Nélio (Geovani), Tercio, Tunico, Gazolina (Betinho) e Barrica.Mais tarde o Santa Cruz enfrentou o Santo Antônio, forte esquadrão da primeira divisão, o Santo Antônio havia prometido uma pugna com o Santa Cruz e cumpriu os enfrentando no Estádio Governador Bley, Arli Silva auxiliado por Benedito Vieira e Ermenegildo Gave dirigiram a partida. O Santa Cruz recebeu a renda de Cr$ 4.540,00 pelo amistoso entre por Rubens Gomes dirigente antonino que foi homenageado com seu nome no Estádio do Santo Antônio anos depois.
O Santo Antônio foi a campo com Etiene., Tião, Zé Português, Leitão, Nélio, Smate, Carlços Alberto, Antîo Português, Zé Carlos, Zezé e Vasconcelos (Alcir).
Já o Santa Cruz foi a campo com Edson, Caboco, Jorge, Julinho, Tércio, Moacir (Aluizio), Joaes, Geovani (Gidinho), Lecinho (Barrica) e Castelo (Nélio).

Com o passar dos anos e o crescimento urbano os campos de futebol espalhados pela capital foram diminuindo em com isso os times também, o Santa Cruz acabou perdendo espaço no futebol e nas décadas seguintes as que teve sucesso parou de disputar as competições que antes jogava, muitos time foram extintos nesse período pós anos 60 no Espírito Santo.
Até hoje o Campo do Santa Cruz existe, localizado no Bairro Santa Lúcia atualmente pertence a União devido uma dívida por não pagamento de 650 mil entre 2004 e 2009, referentes a taxa de Marinha, com isso a Superintendência de Patrimônio da União no Espírito Santo (SPU-ES) se apropriou do local.

A Prefeitura de Vitória interviu na ação judicial em favor do Santa Cruz Futebol Clube, como assistente na reintegração de posse, impetrada pela a União. O processo iniciou em abril de 2015 mas não tem prazo para a decisão com isso cerca de 150 crianças ficam sem ter onde pois o Campo do Santa Cruz é utilizado pela escolinha do Santa Cruz e do  CTCE (Centro de Treinamento Cosme Eduardo, ex-jogador e treinador capixaba).


Uniformes

Área de campo de futebol pegou fogo, em Vitória (Foto: Dennis Adam/ Internauta)
Em 2015 os moradores do bairro tiveram um grande susto, um incêndio tomou conta o seco gramado do Campo. Foi controlado sem feridos ou mais problemas.

Abraço simbólico dos moradores de Santa Lúcia no Campo do Santa Cruz em 2014, revoltados e preocupados em perder a única área de lazer do Bairro. 

Fontes:
https://memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br 
 

Sport Club Commercial de Muqui

Nome: Sport Club Commercial
Local : Muqui-ES
Fundação: 30 de outubro de 1924
Estádio : Campo Entre Morros e Estádio de São Francisco
Títulos : Campeão Sulino 1931 e Bi-campeão de Muqui 1931 e 1933

A equipe do Commercial não teve muito tempo de duração, mas no curto tempo de vida agregou a história do futebol capixaba, conquistou títulos e escreveu seu nome nas páginas da história do futebol do Espírito Santo.
Muqui ainda era conhecido como São João de Muqui quando surgiu o alvinegro muquiense. A equipe possuiu 2 campos, o 1º chamado Campo entre Morros, depois Estádio Praça de Esportes São Francisco no mesmo local onde hoje se encontra o Estádio Municipal João Vieira Fraga.Em 1930 o Commercial conquistou o vice campeonato do 1º Campeonato Sulino da história perdendo para o Cachoeiro Futebol Clube na final.
Jogadores do Commercial campeão Sulino de 1931
Segundo relatos foi em Muqui onde nasceu a primeira Liga Municipal de futebol reconhecida no estado, isto em 1931, e o primeiro campeão é justamente o Commercial que goleou o Nacional por 3×0 no mês de maio conquistando o troféu de campeão da Liga Esportiva Muquiense. No mesmo ano conquistou o Campeonato Sulina.
Em 14 de agosto o Commercial foi até Cachoeiro de Itapemirim para uma partida histórica contra o Estrela do Norte, a primeira partida noturna do estado do Espírito Santo jogada no Estádio Mário Monteiro o Sumaré que terminou com vitória dos donos da casa.
O grande time do Commercial

Em 1933 e o Commercial sagrou-se Bi-campeão da Liga Muquiense contra o Nacional novamente. Pena que em 1935 ambas equipes foram extintas.

O primeiro grande rival do Commercial era o Muquyense Football Club fundado  em 1919 provavelmente em agosto. A rivalidade durou nos anos 20 entre 1925 e 1930, quando o Muquyense desfez o time. Mas o Commercial não ficou órfão de rivais, logo depois veio o Nacional Club Muquy fundado em 1929, as equipes se enfrentaram diversas vezes por competições organizadas pela  Liga Muquiense, Campeonato Sulino e pela Associação Sulina de Esportes Atléticos (ASEA) que era uma liga a Liga Sportiva Espírito Santense. Eram rivais tão ligados que acabaram extintos praticamente juntos no ano de 1935.

Os campeões muquienses em 1931
Estádio da Praça de Esportes São Francisco em 1931.
Commercial ano de sua fundação em 1924
Commercial em 1927, esta equipe cedeu jogadores até para a seleção capixaba disputar o Brasileiro de Seleções 

 

Fontes:
https://memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br/ 

 

Floriano Futebol Clube

O Floriano Futebol Clube foi um clube brasileiro de futebol já extinto, da cidade de Vitória.
Disputou sua primeira competição oficial em 1919, no Campeonato de Vitória. Em 1926, conquista a competição, ainda chamada de Taça Cidade de Vitória, se tornando campeão capixaba.
Nessa época, o campeonato era apenas na capital Vitória.

Fontes:
memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br
www.colecaodeclubes.com.br 

 
Nome : Moscoso Football Club
Local : Vitória/ES
Data : 12 de outubro de 1914

Moscoso está na história do futebol capixaba não pela conquista de títulos, mas sim por ser ao lado de Vitória, América, Rio Branco e Barroso clubes fundadores da Liga Sportiva Espírito Santense (L.S.E.S) em 1917.
O clube dividia suas atenções além do futebol, esportes atléticos, Basquete, Remo e Futebol de Salão entre outros.
Pouco se tem de material sobre a equipe que reunia seus sócios na Rua Francisco Araujo número 28, o clube Moscoso era local de encontros da aristocracia capixaba para eventos como bailes e reuniões, certeza é de que suas cores eram rubro negras e disputou o estadual de 1917 até  década de 30 , década onde modificou seu nome para Associação Moscoso de Esportes se tornando alvirrubro. Sabemos também de uma enorme rivalidade com o Tiradentes Football Club da Vila Rubim de Vitória…O clube foi fundado entre outros motivos o Vitória F.C que não aceitava negros e pobres, o Moscoso não tinha este preconceito, aceitava “Gregos e Troianos”. O clube teve um campo ao lado da Igreja de Jucutuquara mas não se sabem o nome nem a data de inauguração do mesmo.

Em  17 de julho de 1921 foi encontrado o seguinte registro no Campo do Stand antigo campo do Vitória. O jornal resume a partida da seguinte forma:

“A saída coube ao Moscoso que logo entra a atacar o campo inimigo, morrendo o ataque nos pés de Luiz, mantendo-se o jogo no meio de campo, com investidas seguras de parte a parte. Num desse avanços a linha do Vitória vai até perto do posto de Edgar. Elnisio comete um hands na área perigosa, marcando o juiz, muito acertadamente, um pênalti kick, que batido por Costancio capitão do Vitória ocasionou o 1º ponto do Vitória.
Saem novamente os rubro negros, dez minutos depois do feito de Costancio, Argeu capitão do Moscoso, recebe um passe da direita e marca o único ponto para suas cores, empatando a peleja. Sempre bem equilibrado, o jogo terminou  o primeiro tempo com o resultado :

Vitória    ___ 1
Moscoso ___ 1

Chamadas as turmas novamente a campo, o Vitória como quem está disposto mesmo a vencer começa logo a dominar visivelmente o seu forte antagonista, cujos dianteiros, só de escapadas, conseguiam se aproximar do goal guardado por Malisek.
A linha de frente do Vitória consegue neste tempo mais dois pontos feitos por Ivan e Pedro, continuando sempre a bombardear ao posto de Edgar, terminando o jogo com derrota do Moscoso por 3×1.
Como juiz atuou o Sr. Amaro Bezerra, do América F.C que agiu a comento geral.
Escalação do Vitória : Malizek, Luiz, Luciano, Hylson, Cezar, Chipon, Dário, Adnet, Costancio, Pedro e Ivan

Escalação do  Moscoso : Edgar, Elnisio, Zixi, Jão mAchado, João Cruz, J. Gabrielli, Chico, Nenê, Eduardo Duca e Argeu

Dentro de campo o Moscoso não conquistou estadual ficando apenas em conquistas menores de torneios e troféus amistosos.
Um registro de  vitória muito importante do Moscoso foi diante do poderoso América da Vila Rubim primeiro campeão capixaba. Argeu abriu o placar para o Moscoso, antes do intervalo o Moscoso fez mais um. No 2º tempo Argeu seguiu sendo o grande destaque do Moscoso e fez 3×0, Mirabeua marcou contra o 4º gol do Moscoso, Edgard no fim da partida descontou para o América de pênalti. O Moscoso goleava por 4×1 o primeiro campeão capixaba. Partida do ano de 1919 em 05 de maio.
Moscoso : Edgard, Cruz, Zizi, Aloysio, Argeu, Hermílio, Doceirrinho, nenê, Tostes, Duncan e Alvim.

América : Ayrton, Mirabeau, Lendey, Tito, Bezerra, Homero, Adroaldo, Clivis, Semprime, Rani e Getulio.

Em 28 de abril de 1935 o Moscoso enfrentava o Fluminense Futebol Clube de Vitória em um amistoso no Campo do Capichaba F.C, a partida estava empata em 1×1 com Antenor chutando forte da entrada da área para o Moscoso, o Fluminense havia empatado de penal, minutos depois do empate a partida foi encerrada sem vencedor por um motivo muito peculiar…a única bola da partida furou.

O Moscoso costumava ir muito a Serra cidade vizinha de Vitória disputar partidas amistosas. Em uma delas nos anos 30 foi encarar o Serra Futebol Clube o mesmo que foi campeão capixaba várias vezes no começo dos anos 2000 quando ainda era apenas do futebol amador.

Jornal de 21 de maio de 1935
“Será que o Serra F.C ainda tem vontade de jogar com o Moscoso?
Achamos que não, om esta já é a quarta vez que o alvi-rubro joga naquela cidade e não trouxe de lá uma só derrota, portanto esta patente que qualquer tentativa de desforra será inútil, pois a melhor oportunidade que o Serra teve para vencer o Moscoso foi ontem, porque o alvi rubro estava completamente “furado”, mas mesmo assim os “machucados” empregaram-se a fundo e…abafaram a banca.
O quadro serrano jogou muito, mas o triangulo do Moscoso, mesmo jogando com Augusto contundido, descontrolou completamente o quadro local.

Os  melhores homens em campo
No quadro serrano salientaram-se dois homens : Dorly que embora não “desliza” tanto como diziam os adeptos do Serra, é um bom elemento e a ele devem os locais não ser só o score maior e Irineu que cavou muitos. Os demais todos esforçados pouco produziram.
Os auvi-rubros, desde o arqueiro até Itagildo todos jogaram bem,merecendo no entanto classificação especial, o arqueiro Augusto e Eloy.
Bahianinho, distribuiu satisfatoriamente e Dadá não produziu o sei jogo costumeiro. Necessita deixar a mania de driblings, E. de Waldo formou com Cleres uma ala perigosíssima. Itagildo, mesmo não estando bem controlado com a luinha agiu em contento.

Os gols
Aos 5 minutos de jogo o ponta direita do Serra aproveita falha de Chamadinha e marco de modo indeffensavel o 1º turno da tarde.
Os ataques revesam-se. Bahianinho de posse da pelota entrega a Dadá que finta Dorly e passa a E. de Waldo e esste a Cleres que centra. A bola vem aos pés de Eloy que escapa em direcção ao goal e quando ia arremessar é “calçado” por um dos bkas locaes dentro da área. O juiz marca penalidade que batida por Dadá empata a partida. Quando faltavam 20 minutos para o terminio do jogo um jogador local commette hands que batido por Augusto desempata a partida.
Mais alguns lances movimentados termina a contenda com resultado seguinte : Associação Moscoso de Esportes 2 x Serra F.C 1.
Arbitraram a partida respectivamente no 1º e 2º tempo o Sr Clovis MIqguel e Gessé que agiram a contento.
No jogo secundário não houve vencidos nem vencedores.”
Relatado originalmente como no jornal  Diário da Manhã.

Curioso é quem em abril do mesmo ano o Moscoso se meteu em uma grande confusão na mesma cidade, em partia contra outro clube serrano o XII de Outubro , o Moscoso abandonou o gramado após ter uma penalidade contra sua meta. A confusão toda pode ser lida no jornal daquele dia 07 de abril de 1935.

FONTE: Blog Memória do Futebol Capixaba (https://memoriafutebolcapixaba.blogspot.com.br

 

A Sociedade Esportiva Ferroviária é uma agremiação do Município de Engenheiro Paulo de Frontin, localizado na Região Sul Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. O Áureo-anil Fronteense foi Fundado no dia 14 de Agosto de 1962, por um grupo de ferroviários, com o apoio do saudoso engenheiro Dr. Pedro de Almeida, residente da 2ª Residência da Central do Brasil.

Ferroviária de 1962 - EM PÉ: Paulinho Queixada, Luizinho, Serginho, César Bento, Celinho Bento e Miltinho. AGACHADOS: Dezessete, Bolinha, Tuia, César e Buluca

Interessante é que a SE Ferroviária surgiu um antes do município se emancipar em 04 de outubro de 1963. Entre 1943 a 1946 o nome da localidade era Soledade Rodeio. Depois mudou para  Engenheiro Paulo de Frontin, em homenagem ao responsável pela duplicação da linha férrea, especialmente pelo Tunel 12 ou “Túnel Grande”, que possui 2.245 metros de comprimento.

A sua Sede e o Estádio Dr. Pedro de Almeida, com capacidade para 1 mil pessoas, está situado na Rua Manoel da Silva Neves, nº 565, no Centro de Engº Paulo De Frontin. A Sociedade Esportiva Ferroviária, que foi a que mais se aproximou e travou grandes contendas com o Adrianino, quando decidiu no Estádio do Frigorífico, em Mendes, a final da Copa Serra do Mar, sagrando-se campeã.

É bom acrescentar, que a decisão entre as duas equipes da mesma cidade, Ferroviária e Adrianino, ambas de Eng° Paulo de Frontin, não foi nada mais do que uma inequívoca demonstração de pujança futebolística daquela cidade, quando superavam todas as outras cidades vizinha: Paracambi, Mendes, Vassouras, Barra do Piraí e outras.

 FONTES: Revista de Eng° Paulo de Frontin (04/10/1999)Retratos do Futebol Fluminense – Página do clube no Facebook – Wikipédia – Google Maps

 

Segue mais uma prévia. Agora as equipes do Estado de Sergipe no Site COLEÇÃO DE CLUBES, aproveitem!!!

Obrigado a todos!!!

http://www.colecaodeclubes.com.br/sergipe.html

 
 

Segue uma prévia das equipes do Estado do Pará no Site COLEÇÃO DE CLUBES, aproveitem!!!

Diga sua opinião, sugestão ou crítica para nós, ela é muito importante para ajudar a manter o projeto sempre atualizado.

Obrigado a todos!!!

 


Associação Pinheiros Futebol Clube

O Pinheiros foi fundado em 1989 na cidade de Rolim de Moura, e já em 1991, estreiava em uma competição profissional ao disputar o Campeonato Rondoniense.
Neste ano, terminou a competição em 7º lugar. Em 1992, termina na 6º colocação.
Retorna somente em 1995, conquistando o vice campeonato ao terminar o quadrangular final em 3º lugar, mas fica com a 2ª colocação na classificação geral.
Licencia-se mais uma vez, retornando somente em 1999.
No Campeonato Rondoniense de 1999, sagra-se mais uma vez vice campeão, ao ser derrotado na final pelo Ji-Paraná.


Em 2000, repete a boa campanha, mas perde na semifinal para o Genus Rondoniense, terminando a competição na 4ª colocação. Neste mesmo ano, disputa sua primeira competição nacional, a Copa do Brasil, mas é eliminado na primeira partida pelo Vitória da Bahia, por 0×2.
Mais um licenciamento e um novo retorno em 2003. No Campeonato Rondoniense, faz uma péssima campanha e termina a competição na 9ª e última colocação.
Depois disso, não mais retornou ao futebol profissional.

Imagens:




Fontes:
http://ufclube.blogspot.com.br/
www.colecaodeclubes.com.br
Arquivos pessoal 

 

Segue novo escudo do Alecrim Futebol Clube

Fonte: Site do Clube

 

 

 

 

 

Segue mais uma equipe que eu sempre vi na internet, mas nunca consegui comprovar…


Náutico Esporte Clube
Endereço: Rua Nossa Senhora do Rosário, 2350
Bairro Iracy  - Itacoatiara-AM

Fonte: https://www.facebook.com/NauticoEsporteClubeItacoatiaraam/

 

Satellite Sporting Club

Satellite Sporting Club foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). Fundado por um grupo de rapazes amantes do futebol no dia 31 de outubro de 1913. A sua Sede ficava localizada numa residência, na Rua Barroso, 30 – Centro. Suas cores eram o preto e branco. A equipe disputou o Campeonato Amazonense da Segunda Divisão, organizado pela Liga Amazonense de Foot-Ball, em 1914, 1915, 1916 e 1917. Contudo, o Satellite não teve nenhum destaque. Podemos dizer, que o satélite amazonense não subiu.

A primeira notícia de uma partida realizada pelo Satellite aconteceu logo após a sua fundação, no dia 7 de dezembro de 1913, um jogo disputado no terreno da Praça da Saudade. Em campo, o Satellite derrotou o Amazonas Football Club por 1×0, gol assinalado pelo atacante Sandoval que era o capitão do time. Meses mais tarde, em 28 de dezembro, aconteceu a revanche. Satellite e Amazonas voltaram a se enfrentar, e novamente o Satellite derrotava seu adversário, dessa vez por 3×0, gols marcados por Mílton (2) e Joaquim.

1914

O primeiro Campeonato Oficial disputado em Manaus aconteceu em 1914, dele participaram os times do Rio Negro, Nacional, Vasco da Gama, Manaós Sporting e Manaós Atletic, grupo chamado de Primeira Divisão. Paralelamente, um outro grupo foi formado denominado de Segunda Divisão que reunia os reservas de alguns participantes da Primeira Divisão, junto com outros times menores. Assim sendo, habilitaram-se na Segunda Divisão os times do Manáos Sporting (2º time), Onze Português, Satellite, Vasco da Gama, Rio Negro (2º time), Luso e Naval. Os jogos desse grupo eram realizados no campo da praça Floriano Peixoto, no bairro da Cachoeirinha.

Satellite realizou um total de 12 jogos. Entre eles, a vitória sobre o Luso por 2×0, a derrota que sofreu do Onze Português por 3×1 e o empate com o Manáos Sporting em 1×1. Para a disputa dessa Divisão, o Satellite contou com os seguintes jogadores: Muniz, Ramos, Gordiano, Sandoval, Fortuno, Bio, Epitácio, Olimpio, Mílton, Tabyra e Paiva. O Campeonato da Segunda Divisão foi vencido pelo segundo time do Manáos Sporting Club.

1915

Em 1915, a sede social do Satellite foi para um novo endereço, que ficava na rua Saldanha Marinho nº90. Novamente o Satellite participa da Segunda Divisão do campeonato amazonense daquele ano, cujo título foi conquistado pelo time reserva do Manáos Sporting.

A foto acima é de outubro de 1915, no campo do Floriano Peixoto, durante a comemoração do segundo ano de fundação do clube, com um jogo festivo entre seus titulares e reservas, usando o uniforme preto e branco respectivamente, que terminou com a vitória por 5×3 dos titulares.

1916

No campeonato de 1916, novamente o Satellite participa da segunda divisão, junto com as equipes do Luso, Naval, Rio Negro, União Sportiva, Liberal, Manáos Sporting e Racing Sporting. Não conseguiu conquistar o título que mais uma vez foi para as mãos do Manáos Sporting.

1917

Em 21 de janeiro de 1917, começava o Campeonato da Segunda Divisão, e novamente o Satellite era inserido para participar, sendo esta sua última competição que para frustração de seus sócios e torcedores viu o título de campeão ir para a equipe reserva do Rio Negro.

Nesta Segunda Divisão participaram os seguintes clubes: América Foot Ball Club (2°time), Athlético Rio Negro Club (2°time), Manáos Sporting Club (2°time), Nacional Foot ball Club (2°time), Naval Foot Ball Club (1°time), Satellite Sporting Club (1°time) e Sporting Club Monte Christo (1°time).

ALGUNS JOGOS DO SATELLITE

Satellite 1×0 Manáos Sporting
Em 29 de julho de 1917, domingo, às 14hs, no campo do Luso;
Satellite jogou com Miranda; Vicente, Eugenio, Diomedes, Eduardo, Rodolpho, Bentes, Epi, Oscar e Severino.

Nacional  4 x 0 Satellite
Em 7 de outubro de 1917, domingo, às 15hs, no Bosque Municipal;
Satellite jogou com Pereira, Vicente, Eugenio, Miranda, Eduardo, Inglez, Bentes, Epitacio, Aristides, Bahiano e Manoelzinho.

 

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Fonte:

O maravilhoso resgate da história do futebol amazonense – Baú Velho de Carlos Zamith
http://bauvelho.com.br/ 

Nota:
Peço desculpas aos amigos do blog pela minha ausência, mas estou em trabalho de reformulação de meu site que espero disponibiliza-lo em meados de 2016. Agradeço a compreensão. Abraços

 

O União Araguainense, disputou o Campeonato Tocantinense em, 1993, 1994, 1995 e 1996. Conquistando a competição em 1994 ao vencer na final a equipe do Tocantins de Miracema.
Em 1993, a Caixa incluiu pela primeira vez clubes tocantinenses na Loteria Esportiva. O jogo entre União Atlética Araguainense x Tocantins de Miracema foi o número 10 do concurso 92. Deu coluna 1, União 3×0. A partida foi realizada em Araguaína.
Em seus tempos de glórias, o União Araguainense, disputou a Série C do Campeonato Brasileiro em 1994 e 1995, sempre com campanhas medianas. A Copa do Brasil, disputou em 1996, com o título da Copa Tocantiins. Na estréia, o time tocantinense venceu o campeão goiano, o Vila Nova por 2×1. Mas foi eliminado, ainda na primeira fase da competição, na partida de volta por 1×0.
Em 2009, o União Araguainense retornou às competições profissionais, foi na Segunda Divisão do Campeonato Tocantinense, terminando a competição em 5º lugar.

Fonte:

https://www.facebook.com/araguainense.araguainense

Arquivos pessoal

 

 

Grêmio Esportivo Acreano

Segue na íntegra.

Lançada recentemente pela Federação de Futebol do Acre, a revista relembra as três participações do “ Mais querido do Vale do Yaco” nos estaduais de 1994, 95 e 96.

 

O Campeonato Estadual de 1994
         No primeiro campeonato de futebol profissional de sua história o Grêmio começou com o pé direito. A equipe comandada pelo então Capitão da PM Marcus Wismam, conquistou o titulo do torneio inicio ao vencer o favorito Atlético Acreano na final.
         A Edição Histórica da Revista destacou: O Grêmio Esportivo Acreano jogou ofensivamente e logo eliminou a Adesg;  depois venceu o Independência nas penalidades e por ultimo, o Atlético Acreano por 1 a 0, gol do zagueiro Ferrugem. O time foi comandado pelo o Capitão PM Marcus wismam.
         O jogo de abertura  foi entre Grêmio, de Sena Madureira, e Adesg, de Senador Guiomard,  dois clubes representantes do interior do Estado. O jogo aconteceu no Estádio Marreirão em Sena Madureira. Resultado Grêmio 1 x 2 Adesg.
         Na disputa por uma vaga no quadrangular final o Grêmio enfrentou o Rio Branco. No primeiro confronto em Sena Madureira, o time da Capital venceu pelo o placar mínimo. Gol  de Ney aos 8 minutos da etapa final. Na partida de volta, no Estádio José de Melo, o Estrelão venceu por 4 a 0.

 

O Campeonato Estadual de 1995
         Em 1995, o Grêmio também chegou a decisão do torneio inicio, mas o titulo ficou com o Rio Branco, que venceu nos pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo normal.
         O Grêmio entrou em campo com a seguinte formação:  Durval,  Siqueira,  Jairo, Darck e Nenê Diniz; Cita,  Ermilson e Neno;  Ribeiro, Ney Benone ( Balão)  e Maradona. Técnico Elder Teixeira.
         Após o torneio inicio veio o campeonato, a revista relata alguns jogos do Grêmio. Em casa o time de Sena Madureira goleou a Adesg por 5 a 2. Na abertura do returno o  “ Mais Querido”, surpresa, em casa o Grêmio perdeu  por  3 a 0 para o Atlético Acreano.

 

O Campeonato Estadual de 1996
         Em 1996, o oficial da Policia Militar Marcus Wisman, voltou a comandar o time de Sena Madureira. Por conta das dificuldades encontradas no futebol local, da falta de apoio e transporte até Rio Branco.
         A base do time foi formada por policiais militares da Capital Acreana.  No torneio inicio da temporada o Grêmio voltou a brilhar conquistou o torneio inicio.  O  “ Mais querido” derrotou na final  o Atlético Acreano ( 1 a 0) gol de Lolô ( hoje sargento da PM e atacante do Galvez ).
         No campeonato o Grêmio perdeu para o Rio Branco ( 1X3). O Rio Branco foi campeão do Estadual.

 

         Este foi o último ano que o Grêmio disputou o Campeonato Profissional. A partir daí o futebol do Vale do Yaco foi literalmente abandonado.

 

Fonte: www.gilbertodiniz.com.br
 

Clube Atlético Matogrossense

Um jovem contador, Ivan Paes de Barros foi seu mentor e fundador em 1948, ao lado de muitos outros desportistas, como Macário Zanagape (primeiro presidente e eterno treinador), os irmãos Matoso, Luis Haddad entre outros. Ivan Paes de Barros morreu novo, e nem teve a oportunidade de ver seu clube conquistar um campeonato. Disputou os certames de 1949 até 1966.

Era um clube fundado e bancado pela elite cuiabana, mas com grande respaldo popular. Conquistou os certames de 1946, 1950, 1955, 1956, 1957. Foi um clube de ponta do futebol mato-grossense.

Clube Atlético Matogrossense, campeão invicto de 1960

O time do Clube Atlético Matogrossense, foi considerado a sensação do futebol estadual no final dos anos 1950 e início dos 1960. Em 1960 foi campeão invicto (campeão ?). Tinha craques como Fulêpa, Vital, Luiz Toucinho, Fião, Ariel, Nato, Franklin, Damasceno e Lício Amorim. O presidente era Makário Zanacape João de Deus, e que tempos depois chegou a dirigir a então FMD,

Clube Atlético Matogrossense no campeonato estadual de 1986

O Clube Atlético Matogrossense disputou seu último campeonato estadual em 1987.

Fontes:
futebolnacional.com.br
oatual.com.br
Arquivos pessoal 

 

 

Associação Grêmio Sorriso

A Associação Grêmio Sorriso foi fundada em 2014  e tem suas raízes nas escolinhas de base do Grêmio Porto-alegrense. O Sorriso Esporte Clube foi suspenso por dois anos, em 2014, por ter desistido de participar do Campeonato Mato-grossense com a competição em andamento.
Inicialmente, trabalhava apenas com atletas até 15 anos para mandar ao time gaúcho. Porém, neste ano ele criou o time e vai apostar nos times sub-17 e sub-19 também, para disputar os estaduais de base.

Representantes da Associação Grêmio Sorriso participaram de uma reunião, em Cuiabá, com membros da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) e dirigentes de outros cinco times.

O objetivo do encontro foi definir a possível participação no Campeonato Mato-grossense da Segunda Divisão, que começou no dia 5 de setembro. O Grêmio Sorriso precisava viabilizar em torno de R$ 150 mil em apoio para conseguir disputar a competição.

Membros da diretoria do clube tentaram apresentar o projeto a empresários e conseguir captar os recursos para ingressar na competição.

Durante a reunião em Cuiabá, além do Grêmio Sorriso, outras seis equipes se dispuseram a disputar a segundona: Sociedade Ação de Futebol, Futebol Clube Operário Ltda, Juara Atlético Clube, Mato Grosso Esporte Clube e Associação Atlética Araguaia.

Fontes: 
http://globoesporte.globo.com/mt/noticia/2015/05/de-estreantes-campeoes-conheca-os-14-times-do-mato-grossense-sub-19.html
http://futebolmatogrossense.com.br/2015/07/gremio-sorriso-precisa-de-150-mil-para-confirmar-presenca-na-2a-divisao-isso-ate-dia-3107/ 

 

 

 

Grêmio Futebol Clube

Fundação: 21/08/1998
Categoria: Amador
Endereço: Rua José Vieira de Andrade, 272, São José Conrrado de Araújo – Aracaju – SE
CEP: 49085-180
Fone: (79) 9937-6373
Presidente: Eduardo Santana Teles
Vice-Presidente: José Duarte

Fonte: www.fsf-se.com.br/clubes

 

Grêmio Recreativo Zebra Futebol Clube

Fundação: 07/09/1978
Categoria: Amador
Endereço: Av. José Conrrado de Araújo, 512, Bairro Industrial - Aracaju-SE
CEP: 49065-470
Fone: (79) 3215-2189
E-mail:
Presidente: Paulo dos Santos
Vice-Presidente: Paulo dos Santos Filho
Mandato: Indeterminado

Fonte: www.fsf-se.com.br/clubes

 

Sociedade Esportiva de São Cristóvão

Cidade: Carmópolis (SE)
Data de Fundação: 18/ago/1967
Situação da Equipe: Renomeou-se
Mascote: São Cristóvão

Equipe fundada em 1967, na cidade de Carmópolis, renomeou-se no final de 2006, para Sociedade Esportiva River Plate.
O nome São Cristóvão não é homenagem à cidade, que em Sergipe, existe uma com esse nome. São Cristóvão foi escolhido por motoristas da Petrobras de Carmópolis, que fundaram o clube. O nome é uma homenagem ao santo padroeiro dos motoristas.
Participou dos Campeonatos Sergipanos de 1992 a 1995 e de 2000 a 2003. Em 2003, terminou o campeonato na 11ª colocação, dentro das quatro equipes que foram rebaixadas.
Em 2004, 2005 e 2006, disputou a segunda divisão, a Série A2. Foram suas últimas participações como Sociedade Esportiva São Cristóvão.

Seu uniforme era composto de camisa com listras verticais vermelhas e brancas, calção vermelho e meias brancas.

Mandava seus jogos no Estádio Municipal Fernando França (*antigo Idalito de Oliveira), em Carmópolis, com capacidade para 2.500 pessoas.

São Cristóvão Futebol Clube

Cidade: São Cristóvão (SE) 
Data de Fundação: 13/mar/2005 
Situação da Equipe: Profissional 
Mascote: Águia

O São Cristóvão Futebol Clube é um clube de futebol da cidade de São Cristóvão. Suas cores são o vermelho, cinza e o branco.
Em 2006, foi vice-campeão da Série A2 do Campeonato Sergipano.
Em 2007, estreia na elite do futebol sergipano, terminando na 8ª colocação, uma acima da zona de rebaixamento. O São Cristovão, foi o time revelação do Campeonato Sergipano de 2008, terminando a competição em 3º lugar, atrás somente dos grandes da capital, Confiança e Sergipe, conquistando assim, uma vaga para a Copa Governo do Estado de Sergipe.
Porém em 2009, a excelente campanha não se repetiu e o São Cristóvão terminou a competição rebaixado, na 9ª e penúltima posição. Não disputou a Séria A2 de 2010 e depois disso, nunca mais disputou o campeonato estadual.

Seu uniforme era composto de camisa com listras verticais vermelhas, cinzas e brancas, calção branco e meias vermelhas.

Mandava seus jogos no Estádio Municipal Isaias Gileno Barreto  (Campo do limão), em São Cristóvão, com capacidade para 3.000 pessoas.

Fonte: Arquivo pessoal

 

Muita confusão é feita sobre as duas equipes com o nome de Tangará, que já disputaram o Campeonato Mato-Grossense, vamos decifrar a diferença entre elas.

Sport Club Tangará

O Sport Club Tangará foi fundado em 05 de maio de 1964. O mascote símbolo do clube é o Tangará, uma ave do Pantanal.
O time de futebol SC Tangará, que leva o nome da cidade, sofreu uma goleada histórica diante do Mixto por 14×0, em 2009. A torcida de Tangará da Serra, que é apaixonada por futebol, sempre apoiou a equipe nos jogos dentro de casa e logo após o rebaixamento e confusões por parte da diretoria, o clube ficou sem nenhum apoio.
Em 2009, no campeonato matogrossense da segunda divisão, o Sport Club Tangará, não conseguiu vencer um jogo sequer.
Além da 2ª Divisão Mato-Grossense de 2009, o  Sport Club Tangará participou dos Campeonatos Mato-Grossense em 2005 e 2009, sua última participação.
Após o ano de 2009, o clube encerrou suas atividades.
Seu uniforme era composto de camisa vermelha, calção branco e meias vermelhas.

Tangará Esporte Clube

O time do Tangará Esporte Clube, outro que também leva o nome da cidade, foi fundado em 22 de fevereiro de 1991 e pouco se sabe sobre a história do clube.
Disputou os Campeonatos Mato-Grossense de 1994 e 1995, sempre fazendo campanhas ruins e sendo eliminado ainda na primeira fase.
Seu uniforme era composto de camisa vermelha, calção branco e meias vermelhas. Seu mascote: também o Tangará, uma ave do pantanal.

Ambas as equipes mandavam seus jogos no Estádio Municipal Mané Garrincha, com capacidade para 4.000 pessoas.

Fonte: Arquivos pessoal

 

São José Esporte Clube

Fundação: Desconhecida
Cidade: Mazagão-AP
Status: Amador

Equipe amadora da cidade de Mazagão, disputa os campeonatos realizados pela Liga de Futebol de Mazagão. Disputa seus jogos no Estádio Municipal Aluizio Videira, o Videirão, com capacidade para 2.000 pessoas.
Uniforme: camisa amarela, calção preto e meias pretas.

Fonte: globoesporte.globo.com/ap

 


Peñarol Mazagão Atlético Clube

Fundação: 19 de novembro de 1996
Cidade: Mazagão-AP
Status: Amador
Mascote: Abelha

Equipe amadora da cidade de Mazagão, disputa os campeonatos realizados pela Liga de Futebol de Mazagão. Disputa seus jogos no Estádio Municipal Aluizio Videira, o Videirão, com capacidade para 2.000 pessoas.
Seu uniforme é composto de camisa amarela com uma cruz preta, calção preto e meias pretas.
Foi campeão municipal de Mazagão de 2014.

Equipe do Peñarol venceu nos pênaltis a equipe do Everest e ficou com a taça de campeão de 2014. Foto: Divulgação/ Martins Filho

Fonte: globoesporte.globo.com/ap

 

Imalaia Futebol Clube

Fundação: Desconhecida
Cidade: Mazagão-AP
Status: Amador

Equipe amadora da cidade de Mazagão, disputa os campeonatos realizados pela Liga de Futebol de Mazagão. Disputa seus jogos no Estádio Municipal Aluizio Videira, o Videirão, com capacidade para 2.000 pessoas.

Fonte: globoesporte.globo.com/ap

 

 

O Bicolor da Terra de São Tiago

Fundado em 23 de janeiro de 1979, é conhecido na cidade como Bicolor da Terra de São Tiago, sempre foi um dos times que costumava protagonizar grandes e emocionantes partidas.
Disputou os Campeonatos Amapaense de 1999 a 2002, de 2008 a 2009 e 2011, sua última participação, onde o Mazagão Atlético Clube conquistou um honroso 3º lugar.

Time do Mazagão que participou do campeonato estadual de 1999

Em 2000 foi a melhor participação do Mazagão Atlético Clube em estaduais. Com um time formado somente por jogadores pratas da casa, conseguiu o vice-campeonato estadual, a equipe chegou às finais diante do Santos. Os mazaganenses tinham a vantagem de jogar pelo empate em duas partidas, mas acabaram derrotados.
Em 2001, como o vice-campeão amapaense o Mazagão Atlético Clube, estréia em competições nacionais na Copa Norte, sendo eliminado na Primeira Fase em um grupo que ainda tinha o River do Piauí e o Maranhão.

Mazagão no Campeonato Amapaense de 2009, um honroso 3º lugar.

O Mazagão Atlético Clube manda seus jogos no Estádio Municipal Aluizio Videira, o Videirão, no município de Mazagão, o estádio conta com a capacidade para 2.000 pessoas.

Fontes: arquivo pessoal

 

O primeiro campeão do futebol amapaense

 

No início dos anos de 1940, as partidas de futebol, na antiga Macapá, eram disputadas de forma amadorística no Campo da praça da Matriz, atual Praça Veiga Cabral. Dessa época vem o Panair Sport Clube – clube dos funcionários da aviação Panair do Brasil – fundado em Macapá, em 19 de fevereiro de 1944, por seu idealizador Emanuel Tarcilo Duarte Moraes, primeiro encarregado do Aeroporto de Macapá, durante os três primeiros anos de existência do Território Federal do Amapá.
O Panair é considerado o embrião do Esporte Clube Macapá, fundado no dia 18 de novembro de 1944. Em 1946, mudou de nome para o atual Macapá.

Panair Sport Clube na Praça Veiga Cabral, em Macapá. Campeão do Amapá em 1944 | Foto: arquivo da família Duarte Moraes

Verso da foto com os cumprimentos de Janary Nunes ao presidente do Panair Sport Clube de Macapá, devidamente datada e assinado pelo mesmo. Foto: Reprodução Panair em Revista.

 

Segundo o artigo da Panair em Revista, o Panair Sport Clube, era o clube que reunia os funcionários da Panair do Brasil naquela cidade, levantou brilhantemente o título de campeão de futebol do ano de 1944.
Em fevereiro de 1945, quando foram realizadas diversas competições esportivas, naquela capital, em comemoração ao primeiro aniversário da Guarda Territorial, o Panair Sport Clube de Macapá, derrotou por 4 x 0 o time do Oiapoque, formado pelos praças do 3º Batalhão de Fronteira.

Sede do Panair Sport Clube em 1945

A sede do Panair Esporte Clube, em Macapá, ficava na rua São José, entre a casa da Dona Sofia Mendes Coutinho e o antigo prédio do Senado da Câmara, atual Biblioteca, de frente para a Praça Assis de Vasconcelos (Veiga Cabral).

Fontes: Arquivos pessoal e porta-retrato-ap.blogspot.com.br

 

 

Novo escudo do Aracaju Futebol Clube, que disputa a Série A2 do Campeonato Sergipano em 2015.

Aracaju Futebol Clube

Fundado em 2004, o Aracaju Futebol Clube leva além do nome as cores da capital – o verde, amarelo, azul e branco. O Mascote do clube é a Águia, um dos animais mais majestosos, com enorme coragem e visão apuradíssima.
No clube também é realizado um trabalho evangelístico. O Aracaju vem fazendo um grande trabalho com as categorias de base, e também é um dos poucos clubes do estado que dá oportunidades a jovens e adultos.

Disputou os Campeonatos Sergipano da Série A2 em 2012, 2014 e 2015 .

Fonte: facebook/aracajufutebolclube

 

 

 

Segue o novo escudo do Lagarto Futebol Clube, que disputou o Campeonato Sergipano de 2015. Muita semelhança com o escudo do Atlético Clube Lagartense.

Lagarto Futebol Clube no Campeonato Sergipano de 2015

No seu ano de nascimento o clube, quando disputou a Série A2 do Campeonato Sergipano, chegou muito próximo de subir para a primeira divisão. No entanto, na segunda fase da comepetição foi derrotado nas semifinais pelo então clube ascendente do futebol sergipano, o River Plate de Carmópolis.
O Ano de 2012, primeiro na elite do futebol estadual, foi de grande dificuldade para o Lagarto Futebol Clube, mas o time surpreendeu e evitou o rebaixamento.
O clube tem chamado atenção por sua constante ascensão e disputa pela primeira vez um torneio em âmbito nacional, a Copa do Brasil de 2014.

Fontes: facebook/LagartoFutebolClube
                Arquivos pessoal 

 

Foto da equipe do São Paulo, no antigo Estádio João Mineiro, onde podemos comprovar seu uniforme e desenho do escudo.

O São Paulo Futebol Clube teve seu auge na década de 60, era considerado um time muito bom e competitivo. O elenco era sempre renovado e dava muitas alegrias a torcida roraimense.

Seu nome, cores, escudo e uniforme é uma homenagem ao clube de paulista.
Disputou o Campeonato Estadual em 1961.

Fontes: Arquivos pessoal e batebolacomrobertosilva.blogspot.com.br

 

 

 

São Francisco Futebol Clube de Boa Vista-RR

 

Baseado na foto do post do amigo Wanderson Pereira. Segue o que consegui descrever. Espero que possamos um dia confirmar essa informação.

 

Depois de muito escudo fake na internet, comparando o América Futebol Clube de Antônio Carlos, interior de Minas Gerais, com o América do Rio de Janeiro, inclusive em suas cores (vermelho e branco).

Segue a foto da fachada do Campo do América (infelizmente não consegui o nome do Estádio).

 


O Grêmio Atlético Sampaio foi fundado e dirigido pelo Comando do Exército do Estado do Acre no ano de 1964, já disputando seu primeiro estadual no mesmo ano de sua fundação. Foi campeão acreano em 1967. Mas pouco tempo depois, em 1969, apenas 2 anos após seu título, terminou extinto. Ao todo participou de 4 Campeonatos estaduais. Treinava no campo da 4ª Companhia da Fronteira. O principal incentivador do GAS, era o Capitão Maia. Teve muitos craques em suas equipes, como Ailton, Chico Alab, Palheta e Amilcar. Treinava no campo da 4ª Companhia da Fronteira.

Grêmio Atlético Sampaio – 1967. Em pé, da esquerda para a direita: Toinho, Viana, Palheta, Pional, Chico Alab e Rocha. Agachados: Amílcar, José Augusto, Babá, Rui Macaco e Ailton. Foto/Acervo FFAC.

Em 1967, o Grêmio Sampaio sagrou-se campeão estadual. No ano seguinte, porém, o time do Exército nem sequer disputou a finalíssima. Talvez por isso os militares tenham resolvido dissolver a agremiação.
Ainda na lateral, o Chico Alab, era o dono da posição, e havia se machucado. O miolo de zaga do Grêmio Sampaio nessa época era formado por Rocha e Viana. Só depois Palheta se firmou como zagueiro central, ao lado do Viana. O time era muito bom. No ataque tinha Amaral, Rui Macaco, o Jangito e Ailton. A equipe tinha ótimos jogadores, como Danilo Galo e do Jérsey.

O fim do GAS

Seleção da 4ª Companhia de Fronteira – 1972. Em pé, da esquerda para a direita: Toinho, Palheta, Anazildo, Rocha, Louzada, Sérgio e tenente Chico Muniz (dirigente). Agachados: Santarém, Erádio, Vaisquerê, Norberto, Juca e sargento Hugo (dirigente). Foto/Acervo Francisco Dandão.

O que aconteceu para a extinção do GAS, depois do campeonato de 1968, foi que chegou um novo comandante na 4ª Companhia de Fronteira, o major Werther Moraes, um paraense, que foi inclusive professor da Universidade Federal do Acre, que não gostava de futebol. Não queria mesmo nem ouvir falar de bola. Por isso e por uma outra coisa, ele achou por bem acabar com o time. O certo mesmo é que a extinção do GAS, a desistência do time em continuar disputando o campeonato acreano, não teve nada a ver, como muitos falam por aí, com o fato de que em 1968 não conseguiu chegar à final,o campeão de 1968 foi o Atlético Acreano, depois de vencer o Juventus numa disputada melhor de três partidas. Nada a ver com isso.

Fontes:
Arquivos pessoal
http://noticiasacre.com
http://www.militaresbrasil.com 

 

Agradecimentos Sérgio Mello pela imagem

Continuando a linha de raciocínio do Sérgio Mello, segue mais uma imagem da Associação Atlética Santa Rita de Mendes-RJ
Época em que o Futebol Amador ainda arrastava um grande público aos estádios.
Na imagem, arquibancadas do Estádio Isa Fernandes “Campo do Cipec”

Associação Atlética Santa Rita, campeã da Liga Mendense de 1984

Fonte: Facebook/Antigamendes

 

Segue, com muito entusiasmo, esta descoberta que vem para completar ainda mais nossos estudos sobre o extinto Campeonato Fluminense de Futebol. Como uma vez solicitado pelo amigo Antonio Mario Ielo.

Este registro foi encontrado exposto em uma parede de um restaurante aqui de Mendes-RJ.

 

 

 

O Esporte Clube 1º de Maio

O Esporte Clube 1° de Maio, foi um clube do distrito de Santanésia, em Piraí, interior do Estado do Rio de Janeiro, que fundiu-se com o Jabaquara FC originando o CIP – Clube Industrial de Piraí. Disputou os Campeonatos Fluminenses de 1952 (Extra), terminando em quinto lugar, em 1953, 1954 e 1955. Foi Campeão da Liga Desportiva de Barra do Piraí em 1951 e da mesma Liga Desportiva de Barra do Piraí, categoria Amador em 1959. Infelizmente não foi possível descobrir a data de fundação do Clube. Despois destas datas, não possuo mais informações sobre o clube.

Imagem do E.C. 1º de Maio em uma partida em Mendes | Fonte: Facebook/Antigamendes

Seu estádio ainda existe, porém sem nenhuma referência sobre o clube, mantendo apenas suas cores.

Sede da CIP – Clube Industrial de Piraí onde era a antiga sede do 1º de Maio.

Fontes:
Restaurante Ki-Sabor – Mendes-RJ

Facebook/Antigamendes
Google Earth
RSSSF Brasil
Arquivos pessoal 

 

O novo milênio definitivamente está sendo de vacas magras para os clubes de Barra do Piraí. Mas em outros tempos os times profissionais de Royal e Central davam à cidade papel de protagonismo no estado do Rio de Janeiro. Entre os times do interior eram os mais respeitados, e nos confrontos com os times da capital, que na época constituía o Estado da Guanabara, Royal e Central sempre davam trabalho.
“Torcedora do Royal não namora torcedor do Central. Os bares têm mesas separadas para os torcedores dos dois grupos”. Essa rivalidade entre centralinos e royalinos, contada com certo exagero pelo repórter Teixeira Heizer, era o combustível que mantinha o motor do futebol profissional funcionando. No começo da década de 70, a força do futebol barrense chamou a atenção da grande imprensa e a Revista Placar foi até Barra do Piraí para conversar com os torcedores e contar a história da rivalidade para todo o Brasil. Veja a transcrição completa da matéria, publicada na edição de 4 de setembro de 1970:

Barra do Piraí a cidade dividida 

Reportagem de Teixeira Heizer e fotos de Fernando Pimentel, enviados especiais. 

Torcedora do Royal não namora torcedor do Central. Pai que é fã do Central nem em sonho admite ter como genro um torcedor do Royal. Os bares têm mesas separadas para os torcedores dos dois grupos.
Isso tudo acontece em Barra do Piraí, cidade do Estado do Rio, cujos 60.000 habitantes se dividem entre seus dois times de maior fama.

O clímax da inimizade foi atingido há dezesseis anos, quando o Central sentou em campo. Houve quebra-quebra na cidade, os dois lados distribuíram folhetos insultuosos e, afinal, os dois clubes romperam relações, que até hoje não reataram: eles só jogam partidas oficiais. Assim mesmo para não perder os pontos. A explicação do torcedor, de apelido Placar, um homem fanático pelo Royal, define perfeitamente as relações entre os dois clube, que se equivalem em patrimônio e tradições. O Central é mais popular, foi fundado por ferroviários. O Royal orgulha-se de seu berço de ouro, da elite que o fundou.

O Central é presidido por Majeleeh Cukier e seu treinador é o ex-atacante Denis, do Flamengo, que também joga quando é necessário. A estrutura financeira do clube repousa nos 1.500 sócios – Contribuintes, patrimoniais e proprietários -, na sua boa sede e no estádio para 5.000 torcedores. Mas a manutenção do time também se deve ao auxílio dos torcedores, sempre dispostos a dar algum dinheiro para o clube.

Na história dos jogos entre os dois, o Central tem nítida vantagem: 27 vitórias contra catorze derrotas – e mais cinco empates, tem um saldo a seu favor de 22 gols. Sustentado por quatrocentos sócios proprietários e seiscentos contribuintes, o Royal também tem que se valer do auxílio de seus torcedores para a manutenção do time de futebol. Seus dirigentes não discutem a vantagem do Central, certos de que ela se restringe ás disputas entre os dois. Para Rubens Rabello dos Santos, presidente do Royal, o que importa são os resultados obtidos fora da cidade: o Campeonato do Vale do Paraíba, em 1963, 66 e 69. Os dois vice-campeonatos conquistados em 67 e este ano(1970), no Campeonato Estadual. O título de campeão do Torneio Minas-Estado do Rio.

No começo de 1967, o Royal completou 48 jogos invictos, jogando, inclusive, contra clubes cariocas. Chegou a empatar de 2 a 2 com a Seleção Brasileira, em jogo-treino realizado em Teresópolis. No último Torneio Otávio Pinto Guimarães, disputado o ano passado, com os cincos pequenos do Rio e mais alguns clubes do Estado do Rio, o Royal foi campeão da fase de classificação e o vice-campeão do turno final. Apesar de todas as dificuldades, inclusive a de dividir para sobreviver, como é a tônica do futebol de Barra do Piraí, Royal e Central podem orgulhar-se de ser, atualmente, os clubes profissionais mais respeitados do Estado do Rio. E até em jogos com os grandes times do futebol carioca, sem exceção, eles têm levado certa vantagem. A maior prova foi dada pelo Royal, no ano passado.

Fonte: http://www.futebolbarrense.com.br/ 

 

 

 

O “Moleque Travesso” do Futebol Amapaense desapareceu das competições oficiais da FAD no início da década de setenta por causa de uma divergência entre os padres do PIME e o treinador Humberto Santos, que se uniu a outros esportistas e trouxe a Sociedade Esportiva e Recreativa São José de volta aos gramados amapaenses, já que a agremiação fundada por Messias do Espírito Santos estava licenciada.”

O Juventus Esporte Clube, de Macapá, pretendia disputar o campeonato Amapaense de Futebol usando camisas iguais ao do Juventus da Itália, alvinegras. Ocorre que o Amapá Clube tinha uniforme semelhante, espelhado no Botafogo de Futebol e Regatas do Rio de Janeiro, o que fez prevalecer a preferência do alvinegro amapaense. Foi, então, que o Chefe Humberto Dias Santos, um dos fundadores do Grupo de Escoteiros Católicos São Jorge, cuja cor do lenço era verde e vermelho, sugeriu que elas também fossem adotadas como cores do time de futebol. O verde e o vermelho são as cores de São Jorge, patrono do Exército Português. As cores de Portugal também são essas. A Portuguesa de Desportos, de São Paulo, fundada pela colônia lusitana são o verde e o vermelho.

Quem viu o Juventus em campo sabe o futebol que era praticado pelo time da Prelazia.”

 

Da esquerda para a direita, em pé: Zé Elson, Círio, Mocinho, Curupira, José Maria e Magalhães; Agachados, no mesmo sentido: Enildo, Joca, Timbó, Moacir Banhos e Praxedes.

 

Escudo utilizado no uniforme.

O Juventus Esporte Clube,  é filho de padre. Foi fundado no seio da antiga Prelazia de Macapá, na Praça da Matriz, por iniciativa de sacerdotes italianos e revelou muita gente graças ao olho clínico e competência do técnico Humberto Dias Santos. Rivalizou com CEA Clube, Santana, Macapá, Amapá e Trem na década de sessenta, antes da volta do São José, licenciado, e antes do surgimento do Ipiranga e do Independente, o Carcará de Vila Maia. Era dirigido por Humberto Dias Santos, que levou o Moleque Travesso ao tricampeonato na era do futebol amador.

 

3 Campeonatos Amapaense: 1964, 1966 e 1967

Anos 60 - Em pé a partir da esquerda: Sabará, Coaraci Cabral, Reinaldo Barcessat, José Maria Franco, Célio Paiva e Venturoso. Agachados: Enildo Amaral, Joca, Austregecildo, Orlando Torres e Moacir Banhos.

O velho Estádio Municipal “Glycério de Souza Marques”, em Macapá, a praça de esportes oficial mais antiga do Brasil, inaugurado seis meses antes da inauguração do estádio do Maracanã, construído para a Copa do Mundo de 1950.
Foi palco de muitos jogos com apresentação de grandes times do futebol local e nacional. Entre eles estava o Juventus Esporte Clube – o clube do “moleque travesso”

Em pé: Mucuim, Otávio Nery, Bento Góes, Base, Haroldo Pinto e Dico. Agachados: Camarão, Jangito, Jupati, Bené e Evilásio.

 

Fontes:
http://porta-retrato-ap.blogspot.com.br/

http://joaosilvaap.com.br/

Arquivos pessoais. 


 

O Auto Esporte Clube foi um clube brasileiro de futebol, da cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas. Como bem destaca o nome, era chamado de time dos motorizados, uma vez que nasceu dentro da classe e que teve como seus maiores lutadores, os desportistas Antônio Lourenço Marques e Odorico Andrade. Uniforme amarelo-ouro com a gola e punhos verde, calções também verde e escudo de águia no peito. Tinha o de número dois com as mesmas cores, mas em grossas listras, amarelo ao centro e verde nas laterais. Fundado no início da década de 50, ingressou na primeira divisão do futebol amazonense, em 1955, na época da Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA), após participar de alguns Campeonatos da Segunda Categoria.

Ao subir à primeira divisão, ainda se praticava o futebol amador e um período em que se atravessava uma crise muito grande, principalmente por falta de público no estádio do Parque. Um dos fatores era atribuído aos movimentados campeonatos nos subúrbios, como por exemplo, no campo do Hore, no Plano Inclinado ou no Estádio General Osório, do hoje Colégio Militar, com bons jogos aos sábados e aos domingo à tarde e de graça.

Cláudio Coelho, antigo ídolo do Rio Negro, acabara de dar quatro títulos seguidos ao América dos irmãos Teixeira (Artur e Amadeu), resolveu ajudar o Auto Esporte e com ele foram quase todos os jogadores do seu antigo clube, como Guarda, Clemente, Juarez Souza Cruz, Brás Gioia, Hélcio Peixoto, Gordinho, Osmar, Mário Matos e Nicolau.

Auto Esporte de 1957: Em pé, o técnico Cláudio Coelho, Manteiga, Valdér, Claudinho (filho do técnico), Mário China,
Waldir Santos e Borges. Agachados: Totinha, Pratinha, Gordinho, Nonato e Hugo

PRIMEIRO TÍTULO

O Auto tornou-se a maior potência do futebol local, tanto que no ano seguinte, 1956, conquistava seu primeiro título na divisão principal.

Coroado no primeiro turno, após decidir com o Fast. No segundo turno, o Nacional estava na frente. No jogo final do campeonato, uma vitória do Auto, por 3 a 1, com muitos jogadores expulsos de campo: Jaime Basílio do Nacional, Gatinho e Nicolau, do Auto Esporte e logo a seguir, expulsões de Dadá e Boanerges, do Nacional.

Outro jogo foi marcado para decidir o título. O Auto venceu por 1 a 0, já no mês de abril de 1957, com um gol de penalidade máxima cobrada pelo zagueiro Clemente Iberê. Pior para o Nacional que nesse mesmo jogo Adamor e Nelson Pereira desperdiçaram uma penalidade máxima cada.

O time base era formado por Vicente, Guarda e Gatinho; Juarez Souza Cruz, (Jaime Basílio), Gilberto e Brás Gioia; Sílvio (Gildo), Gordinho, Osmar, Sandoval e Nicolau, mas ainda participaram da campanha, o goleiro Osman, Ruy, Mário Matos, Anacleto, Clemente e Moacir.

O atacante Osmar (Ferreira Vieira), vindo do município de Óbidos, foi o terceiro goleador do campeonato com 15 gols.

O Auto Esporte Clube teve nove participações na 1ª divisão do estadual: de 1955 a 1963 (último ano do amadorismo) e dois títulos de Campeão Estadual da 1ª divisão: em 1956 e 1959.

Fonte: http://www.bauvelho.com.br/

 

 

Em pé: Jair, Raul Gil, Caetano, XXX, Gelber, Jonas,
Agachados: Jorge Luiz, Reis, Dilson, Dinal e Edú.

Fonte: https://www.facebook.com/futebolro

 

Do fundo do baú, equipe Vice Campeã do Campeonato Rondoniense de 1992, Grêmio Recreativo Esportivo Espigão, fundado em 01 de maio de 1984.
Reparem para a bola, modelo tradicionalíssimo da história do futebol, sem propaganda e com cores neutras.
Viva o futebol rondoniense. Salve a todos.

Fonte: https://www.facebook.com/futebolro

 

Segue um belo registro da equipe do Flamengo de Porto Velho em 1972.

Fundado em 15 de novembro de 1955, o Clube de Regatas Flamengo é o segundo maior campeão e um dos maiores clubes de Rondônia na era amadora, ainda participou de 3 Campeonatos Rondoniense da era profissional, em 1991, 1992 e 1994. Depois disto nunca mais retornou ao futebol profissional.
Porto Velho já foi palco de grandes clássicos do futebol amador. Ferroviário e Moto Clube, Flamengo e Ypiranga, entre tantos outros. O estádio Aluízio Ferreira, com capacidade para cinco mil pessoas, parecia um caldeirão fervilhante: bandeiras se agitavam, charangas ditavam o ritmo das partidas e o futebol, embora amador, tinha craques que sabiam tratar a bola e brilhavam dentro de campo.
O clube está licenciado.

Títulos:
10 Campeonatos Rondoniense: 1956, 1960, 1961, 1962, 1965, 1966, 1967, 1982, 1983 e 1985.


Estádio Aluizio Ferreira: Clube de Regatas do Flamengo, (esq. p/dir.)
Em pé: Jorge Santos, Vicente, Gervásio, Dedé, Emanuel e Nonato.
Agachados: Rico, William, Manoel, Hermogenes e Rufino.

(Fonte: http://www.gentedeopiniao.com.br/ - Ivo Feitosa – Fotog. Acervo de fam.)

 

Continuando com o estado de Rondônia, segue uma atualização de informações sobre o Ajax de Vilhena .

Fonte: Arquivos pessoais e Lancepédia

 

Centro de Futebol Amazônia (CFA) conquistou o Campeonato Rondoniense em 2002, quando derrotou o União Cacoalense jogando em casa, no estádio Aluizão.

Os anos vão passando, e a espera continua. Desde que o futebol rondoniense se profissionalizou em 1991, apenas uma vez um time da capital de Rondônia levantou a taça da principal competição estadual. O extinto CFA-Centro de Futebol Amazônia, foi o responsável pela última conquista dos clubes de Porto Velho. Fundada em 17 de janeiro de 2001, a equipe garantiu o título já no segundo ano de existência. Foi em 2002, meio que despretensioso, quando um time de garotos surgiu e desbancou as principais equipes do futebol rondoniense, como Ji-Paraná, União Cacoalense, Vilhena, entre tantos outros clubes acostumados com o título. Tempo de glória para o futebol da capital. Principalmente para os torcedores das únicas equipes “sobreviventes” em Porto Velho: Genus e Moto Clube-RO.

Muitos anos se passaram, e pouca coisa mudou. O futebol rondoniense não recebeu tantos investimentos e no cenário nacional, poucas equipes ficaram conhecidas. Os times ainda brigam na Série D com elencos desorganizados e com pouca estrutura. Triste realidade.

Estádio Aluízio Ferreira de Oliveira (Aluizão) – Porto Velho-RO

FINAL

1º Jogo
29/06/2002 – Sábado
UNIÃO CACOALENSE 1×1 CFA
Local: Aglair Tonelli (Cacoal);
Gols: Adeílton (União) e Bruno José (CFA)

2º Jogo
07/07/2002 – Domingo
CFA 2×1 UNIÃO CACOALENSE
Local: Aluízio Ferreira (Porto Velho);
Árbitro: Almir B Caetano (RO); Gols: Marcos Pinto 16′ do 1º;
Paty 4′ e Paulo César 36′ do 2º; Cartões Amarelos: Fábio Renato,
Élvis, Denison, Marinho, Cícero e Alexandre; Expulsão: Marcos Pinto
CFA: Ronald, Denison (Bruno José), Marcos Henrique, Fábio Tuffic e
Andrade; Quintino, Argeu (Alexandre Lopes), Paulo César e
Fábio Renato; Paty e André Merenda (Élvis). Técnico: Ionay da Luz.
União Cacoalense: Máximo, André, Marinho, Silvão e Cícero
(Andrezinho); Zé Roberto, Alexandre, Nenego e Leivinha (Aguinaldo);
Marcos Pinto e Adeílton (Luciano). Técnico: Renato Pereira.

Em pé: Ronald, Neto, Marcos Henrique, Quintino, Fábio Tuffic, Fábio Renato e Paty.
Agachados: Denílson, Dênison, Paulo César, Andrade, Argeu e André Merenda. Foto: Placar

 

A história do CFA começou por iniciativa de um velho conhecido do futebol rondoniense. Heitor Costa, presidente da Federação de Futebol de Rondônia há 24 anos (empossado em 20 de abril de 1989), aliado à sua função na entidade, decidiu apostar em jovens jogadores para formar um time campeão.

A criação do CFA se deu por uma ideia de Heitor em criar um clube formador de atletas em Porto Velho para mostrar para os demais clubes da capital que o caminho para a conquista de títulos era investir na base. Em três campeonatos profissionais que disputou, o CFZ chegou duas vezes na final e vencendo uma.

- Nosso estado tem bons atletas, mas a Federação não pode fazer o papel dos clubes. Falta administração na formação e por isso que os times se acabam depois do campeonato – disse Heitor.

A EXTINÇÃO

No ano seguinte (2003), o CFA foi para disputar mais uma final, outra vez contra o União Cacoalense, mas não repetiu a dose. Depois disso, o time fechou as portas.

- Ninguém quis dar continuidade no projeto e acabamos fechando, dentre outras coisas por falta de dinheiro. A ciumeira foi grande e falavam que era só porque eu era presidente da federação. Aliado à falta de investimentos, resolvi deixar o projeto e meu sócio não quis continuar tocando. É muito triste ver que Porto Velho é a única capital do país que não possuí um estádio à altura de receber grandes jogos – lamenta Heitor Costa, presidente da FFER.

Atualmente, apenas o Genus representa a capital Porto Velho no Rondoniense.

Fonte: globoesporte.com

 

No ínicio do século XXI um grupo empresários tentaram reerguer o futebol de Nova Venécia, fazendo uma votação   deixando que o povo escolhesse o nome do novo time da cidade. Os nomes  escolhidos foram: Leão de São Marcos,  Veneciano, Nova Venécia e Cricaré, as urnas foram colocadas nos colégios da cidade e um jornal  de grande circulaçãono munícipio. como a nova juventude da cidade não tinha a menor noção do que representava o Leão de São Marcos e o Veneciano para à cidade, escolheram o nome Sociedade Esportiva Veneciano,  talvez induzidos por pais, professores
antigos torcedores do antigo Veneciano, bem provável também porque quem nasce em Nova Venécia, é veneciano, bem sugestivo. Tudo bem, só que o tiro acabou saindo ela culatra, os títulos conquistados pela Associação Atlética Nova Venécia ( Campeão Capixaba da Segunda Divisão em 1992 e o torneio da Amizade em 1985), foram parar no colo do novo time, Sociedade Esportiva Veneciano, ostentando três estrelas sobre o escudo da camisa, incluindo o Cameonato do
Norte, ganho pelo Sport clube Veneciano em 1976 – tudo muito confuso não é, como um time fundado em 2001,pode ter três títulos que não era dele? Seguindo com a história, o novo time tinha as cores azul em homenagem ao antigo Veneciano que paralizou suas atividades depois de um acidente em 1979, e este nunca mais voltou a existir. O amarelo homenageando antigo Leão de São Marcos, que parlizou seu futebol em 1980, voltando às atividade em 2009 e por fim. O branco da
Associação Atlética Nova Venécia, que era tricolor como o São Paulo.
Só que quem torcia pelo Leão jamais aceitou este novo time com nome do antigo Veneciano e ainda levando os louros das glórias dos times do passado, um antigo diretor do Leão de São Marcos foi bstante enfático em uma declaração sobre o que ele achava dessa escolha. Resosta: ” Este time vai ser igual ao voo da perdiz, voa aqui e cai ali na frente”, pura verdade.
O time participou do Campeonato Caixaba até 2005, seu último ano e acabando no mesmo ano, confirmando a declaração do diretor que  acertou  na sua opinião e foi na mosca, como diz o ditado popular. Com o decorrer do andamento do atual time no Capixabão de 2005 que só tomava goleada (chegando a levar no torneio mas de 70 gols se tornado a pior particiação de um clube do interior no torneio regional, uma total vergonha,  além disso ouve um grande falta de respeito com o Leão de São Marcos, o amarelo que representava as cores do antigo time foi sumindo do uniforme  até se tornar totalmente azul e branco, cor do verdadeiro Veneciano.
Com esta atitude infeliz e
ra nitido a cada partida do novo time em que ele perdia ouvir pelos cantos da  cidade foguetes e
comemorações dos torecedores leonino pela derrota da nova equipe.
Um torcedor do Leão de São Marcos  que foi convidado a assistir ao jogo do atual clube ele sem pestanegar resondeu; “Nasci verde e amarelo e não vou a estádio algum assistir jogo de time que se chama Veneciano”, depois pediu desculpas ao presidente e retirou-se do lugar.
Detalhe da história: A escolha do nome foi muito infeliz, hoje em dia alguns torcedores pedem que acabem de vez com essa richa e fundem um time com outro nome e cores diferentes, para que à cidade se una numa só paixão. Recentemente fundaram à Associação Nova Venécia, com as cores da camisa do Grêmio de Porto Alegre, mas já avisaram ao novo presidente José rocha que ele vai ter problemas por ter a cor azul e branco no uniforme. O que é verdade, pois um atleta que estava na banca de revista da cidade reclamou com o jornaleiro que as pessoas vão lá no estádio para torcer contra o time. Deu para perceber que a escolha das cores não foi muito feliz.
Fonte: leaodesaomarcosec.blogspot.com.br
 

Milionários Futebol Clube

Fundação: 16/Jun/2001
Situação da Equipe: Amadora

Fundado em 2001, o nome à primeira vista parece lembrar vanglória ou pessoas com uma conta bancaria ‘bem recheada’. Porém, essa não é a tradução para o nome do Milionários. Em entrevista, o investigador da Polícia Civil, Marcelo Ouriques da Silva, um dos fundadores, falou sobre a equipe que cruzou as fronteiras mineiras e do noroeste fluminense.

De acordo com ele, o Milionários Futebol Clube foi criado com a finalidade de realizar jogos em caráter de confraternização contra times do sul do estado, noroeste fluminense e leste de Minas Gerais. Marcelo contou que o nome não significa ostentação, pois de fato foi uma fusão da música ‘O Milionário’, do grupo “Os Incríveis”, que fez muito sucesso na década de 70.

“A principio, a equipe jogava aleatoriamente, porém designadamente por ocasiões de festas que aconteciam na região, o grupo ‘Milionários’ foi se fortalecendo e estruturando. Criamos um calendário com os jogos acontecendo sempre aos sábados, com temporada de março a dezembro”, contou Marcelo.


A partida que disputou e que mais se orgulhou foi contra o time do Máster do Botafogo, do Rio de janeiro, em 2005. O jogo foi em São José do Calçado, no estádio do Motorista Futebol Clube. Embora tenhamos perdidos por 3 x 0 foi gratificante jogar ao lado dos jogadores como Mendonça, Nilson Santos , Edinho (ex-Botafogo e ex- secretário de Esportes de São José do Calçado), entre outros”, relata.

O maior artilheiro do time é o jogador Wagner Rosa da Silva, conhecido como ‘El Diablo’. Em 2002 (54 gols), 2003 (21 gols) e 2004 (24 gols). Quanto aos jogadores que mais vestiram a camisa grená e branca, cores oficiais do clube, o destaque especial é para o tipógrafo Antônio João Rezende (Tipingo) com 295 vezes, José Carlos Gomes (Dedada), 250 e Luiz Alberto Rezende, 244. Disputou 402 partidas, conquistou 184 vitórias, 109 empates e 109 derrotas, marcou 1.060 gols e sofreu 893 gols.

Wagner Rosa, o maior artilheiro do time do Milionários explicou a razão do apelido ‘El Diablo’, surgiu durante os campeonatos de futebol do município. “Fui chamado assim pela imprensa e virou febre. Agora onde quer que eu vá, me chamam de ‘El Diablo’. É muito gratificante chegar aos estádios e ver a torcida gritar meu apelido, principalmente as crianças. Isso valoriza o meu trabalho”, esclareceu.

Marcelo se lembrou de um fato inusitado que ocorreu no ano de 2004, em Vitória, capital, quando na ocasião o time realizou uma partida contra a equipe da Polícia Civil. No momento que o meia Cleomar, segundo maior artilheiro com 101 gols, foi cobrar o escanteio, se assustou com o avião que acabava de decolar, esqueceu a bola e saiu correndo.

No entanto, o zagueiro José Carlos Gomes, conhecido como ‘Dedada’, explicou que tudo não passou de um mal entendido: “Isso é uma brincadeira de Marcelo. Cleomar não deixou a bola”, disse. Já Wagner ‘El Diablo’ disse que foi verdade. Outros colegas afirmaram que realmente ele deixou a bola, pois na hora passou uma loira que fez o jogador perder o rumo de casa. “Lendas ou verdades, somos uma família”, pontuou o tipógrafo Antônio João ‘Tipingo’.

O time é organizado e possui um banco de dados que traz informações completas com nome e ficha de todos os jogadores que já vestiram a camisa do time, bem como quantas atuações, números de gols marcados e sofridos.

Fontes: www.aquies.com.br

 

Unidos de São José do Calçado Futebol Clube

Seu nome simboliza a união de dois grandes rivais do futebol municipal, o
Americano Atlético Clube e o Motorista Futebol Clube.
Situação da Equipe: Amador


Fonte: Arquivo pessoal

 

Aos amigos do Blog, algém possuí alguma informação desta equipe? Abraços!!!

 

Só para complementar o post do amigo Lelo, há um tempo havia redesenhado o escudo do SE Veneciano, pois na net não há um com qualidade… Segue o mesmo para os amigos que colecionam… Abraços!!!

 

Só para contribuir com o post do André Martins, segue a única informação que eu tenho, além do escudo já postado,  sobre o Argos Colatinense.
Pelos meus registros, manda seus jogos em Colatina mesmo, no Estádio Municipal Justiniano de Mello e Silva.

Fonte: Arquivo pessoal

 

Sociedade Esportiva Ferroviária
Rua Manoel da Silva Neves – Ferroviária
Eng° Paulo de Frintin – RJ
CEP: 26.650-000

Atravéz de um grupo de ferroviários, com o apoio do saudoso engenheiro Dr. Pedro de Almeida, residente da 2ª Residência da Central do Brasil, em Eng° Paulo de Frontin, surge a Sociedade Esportiva Ferroviária, que foi a que mais se aproximou e travou grandes contendas com o Adrianino, quando decidiu no Estádio do Frigorífico, em Mendes, a final da Copa Serra do Mar, sagrando-se campeã. É bom acrescentar, que a decisão entre as duas equipes da mesma cidade, Ferroviária e Adrianino, ambas de Eng° Paulo de Frontin, não foi nada mais do que uma inequívoca demonstração de pujança futebolística daquela cidade, quando superavam todas as outras cidades vizinha: Paracambi, Mendes, Vassouras, Barra do Piraí e outras.

Equipe da Ferroviária grande campeã da Copa Serra do Mar.
Em pé: Manoel Emílio (diretor), Paulinho, Paulinho Queixada, Celso, Manoel,
César, Miltinho, João, Afonso (preparador físico) e Viana (diretor)
Agachados: César, Dezessete, Cíndio, César Mendes, Jaiminho e Peluca.

FONTES:
- www.timesdobrasil.hd1.com.br
- Texto e fotos antigas: Revista de Eng° Paulo de Frontin – 04 de outubro de 1999

 

Talvez uma história que muitos não saibam…

Quatis, 21 de março de 1921 — Rio de Janeiro, 28 de julho de 2005 foi um dos principais futebolistas brasileiros das décadas de 40 e 50. Foi um dos principais ídolos da história do Palmeiras, Santos, Vasco e São Paulo.
Começou a carreira profissional no Madureira, atuando como meia-esquerda, em 1938, quando formou um trio com os jogadores Lelé e Isaías,
conhecido como Os Três Patetas. O trio fez tanto sucesso que acabou sendo contratado pelo Vasco da Gama em 1943, onde participou do Expresso da Vitória, considerado um dos maiores elencos da história do clube. Pelo Vasco fez 71 jogos, com 44 vitórias, 18 empates e nove derrotas, marcando 27 gols (média de 0,39 gol por jogo). Em 1946 saiu do Vasco e foi para o Flamengo, segundo ele, por receber menos que outros jogadores no elenco. Do Flamengo se transferiu para o Palmeiras em 1949, após a acusação de ter sido subornado no jogo em que o clube perdeu de 5×2 para o Vasco e ter tido sua camisa queimada pela torcida. No clube do Parque Antártica Jair ganhou Paulista de 1950, o Rio-São Paulo de 1951 e a Copa Rio de 1951. Em 1956 foi para o Santos, onde venceu três campeonatos paulistas (1956, 1958 e 1960). Ainda em 1957 voltar a vestir a camisa do Vasco num combinado Vasco-Santos numa série de três amistosos no Maracanã. Ainda jogou no São Paulo e na Ponte Preta, por onde encerrou a carreira em 1963, aos 42 anos. Foi ainda técnico de oito clubes, mas sem conseguir alcançar o sucesso que teve como jogador. Depois de aposentado, estabeleceu-se no bairro da Tijuca, onde era um popular freqüentador dos cafés da Praça Sáenz Peña. Jair morreu aos 84 anos, de embolia pulmonar após uma cirurgia e teve seu corpo cremado.

Jair em atuação pelo glorioso de Mendes-RJ
A propósito, Jair Rosa Pinto, veio de Barra Mansa para atuar na equipe principal do Frigorífico. Em sua biografia, no livro “Gigantes do Futebol Brasileiro”, Jair conta como veio para Mendes: “Em 1936, Jair compreendeu que já não estava em idade de ganhar a vida vendendo pastel. Ele e Araújo começaram a trabalhar no Moinho Fluminense, pois souberam que os patrões davam regalias aos operários bons de bola e que podiam fazer parte do time da empresa. Um dia o Moinho Fluminense jogou contra o Frigorífico de Mendes, e os dois irmãos ganharam, sozinhos, uma partida que parecia difícil. Os adversários, vencidos, abriram os olhos.
– Vocês querem ganhar cento e quinze mil réis por quinzena?
Jair e Araújo, voltando do campo a caminho de casa escutavam interessados a proposta que lhes fazia um chefe de seção do Frigorífico. Os dois  poderiam ir, juntos, para Mendes, onde havia emprego certo, bom salário e um time futebol à disposição. Naturalmente, ficariam muito tempo longe da família, mas o dinheiro compensava. Jair pensou, decidiu por si mesmo e por Araújo, e os dois foram para Mendes.
Tempos depois, ele receberia propostas do Botafogo e do Vasco. Mas Jair preferiu ficar em Mendes.

REGISTRO DE EMPREGADO DE JAIR DA ROSA PINTO
Ficha de Registro de Jair Rosa Pinto como empregado da S. A. Frigorífico
Anglo, na qual constam dois períodos de trabalho: de 14/04/36 a 29/05/36
e, no verso, de 28/03/37 a 28/03/38.

Sobre a sua saída, o livro conta que Araújo, obrigado a parar com futebol por causa de uma lesão nos meniscos, teria sido dispensado do Frigorífico. Jair, que estava perto, teve uma reação imediata:

“–É, Araújo, porque agora que você não pode jogar mais pelo Frigorífico, terei de despedi-lo
–disse-lhe o chefe de seção que o
levara para Mendes. Jair, que estava perto, teve uma reação imediata:
Está certo, moço. Se ele não serve, eu não sirvo também.
E voltaram para Barra Mansa.”

A biografia apresentada pelos jornalistas João Máximo e Marcos de Castro tem dois pontos questionáveis. Jair realmente veio para Mendes em 1936. Sua primeira admissão no Frigorífico Anglo data de 4 de abril daquele ano, com o salário de Rs$500 por hora, mas seu irmão Araújo já jogava no Frigorífico desde 1934. Aliás, Araújo casou-se com uma moça de Mendes, e morou algum tempo na Vila Westey. Quanto ao fato de que teria sido dispensado do emprego por não poder mais jogar futebol, não corresponde à realidade histórica. Talvez os autores da biografia tenham tentado dramatizar a narrativa. Araújo, com certeza, poderia ter continuado na empresa mesmo depois de encerrar a sua carreira, como fizeram tantos outros craques daquela época.

Fonte: www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

VERONA ESPORTE CLUBE
RUA TRINTA E UM DE MARCO, S N – CENTRO – TARAUACA-AC

Verona Esporte Clube campeão Tarauacaense de 2009

Fonte: Arquivo pessoal

 

Fluminense fatura o título do Campeonato de Futebol de Campo.

A grande decisão do Campeonato Municipal de Futebol de Campo da 1ª Divisão 2012. Em campo, Fluminense x Sena disputaram, além de troféus e medalhas, o prêmio de 3 mil reais em dinheiro oferecido ao campeão pela Prefeitura de Sena Madureira, sendo que o tricolor levou a melhor ao vencer o duelo pelo placar de 2 X 0.

Esse ano o Campeonato de Sena Madureira contou com a participação de 10 equipes: Fluminense, Sena, Vasco, Cazumbá, Guarani, Comercial, Santa Cruz, Newton Prado, Misto e Flamenguinho.


O Fuminense recebeu o trofeu de campeão e ainda três mil reais em dinheiro

Fonte: http://www.contilnetnoticias.com.br

 

 

Fluminense Esportivo Norte Acreano – Ano 1979

Assincra Esporte Clube – 1980

Grêmio Esportivo Acreano – Década de 1970

Guarani Futebol Clube – Década de 1960

Fonte: http://senamadureira.blogspot.com.br/

 

Comercial Esporte Clube – Década de 1960

Assincra Esporte Clube – Década de 1980

Fluminense Esportivo Norte Acreano – Ano 1979

Seleção de Sena Madureira – Década de 1970

Vasco da Gama – Ano 1996

Fonte: http://senamadureira.blogspot.com.br/

 

Na primeira e na segunda década do século XX, floresceu, em sena Madureira, uma intensa atividade cultural, esportiva, artística e literária, graças à imensa riqueza gerada pelo ciclo econômico da borracha. A partir de sua fundação em 1904, a cidade progrediu rapidamente, por se encontrar em uma das mais ricas regiões da Amazônia, onde a seringueira estava associada à castanheira, propiciando grandes safras anuais dos dois produtos de exportações.

Como em muitas partes do mundo, o futebol chegou a Sena Madureira numa expectativa para a vida associativa, que tornou-se muito ativa, por volta de 1909, quando do desafogo financeiro decorrente dos altos preços alcançados pela borracha no mercado internacional.

Naquele ano de 1909, foi fundado quatro times de futebol, evento realizado no salão do Teatro Cecy, um grupo formado por: Dr. Flaviano Flavio Baptista, Joviniano Marques, Raul Uchoa, Rui Alencar de Matos, Mario Borges, José N. Dauor, Rachid Dauor,Oscar Barreira, Avelino de Medeiros Chaves, Fabriciano Hoyos, Bertoldo Nunes, Demetrio Padilha, Quintinho Cunha, Assis de Vasconcelos, Desirée Panain, Durval Castelo Branco, Bernardo Magalhães da Silva Porto, Adolfo Celeste Pontes, Herculano Cabral, Zacarias Gondin de Lima, Amphrisio Valamira Fernandes, Raimundo Martins de Almeida (Doca), José Sadin Ganum, Hassem Ganum,Vicente Escocio Drumond,Carlo Fidel Catter, Manoel Ribeiro Braña, José Cezário de Faria, Issac Sarkis, Maximino Ladeira, Almeida Assef, Almeida Derze, Sarah Chamma, Ana Dauor Zarif, Carlota D’Anzicourt, Nazira Chamma, Adélia Pessoa, Atala Chalala Bichara Daher, Mamed Batrich, Jorge Meched e Akel Fares.

Fundaram o primeiro time de futebol, com a denominação de Floresta Macauã Clube seguido pelos times: Alto Purus Club, Ideal Clube e o Team Clube, que disputavam os seus matches. Diante da crise de 1929, estes clubes vieram a desaparecer. Na trajetória do esporte em Sena Madureira, novos clubes foram fundados na década de 1960; O Comercial Esporte Clube, fundado em 1962, o Grêmio Esportivo Acreano, fundado em 1965, além dos clubes São Bento Esporte Clube 1963, Guarani Esporte Clube década de 1960, Santa Cruz Esporte Clube década de 1970, Fluminense Esportivo Norte Acreano década de 1970, Assincra Club década de 1980.

GRÊMIO ESPORTIVO ACREANO

Fundação:20/06/1965
Endereço: Av. Brasil, s/n – Linha do Tiro – Sena Madureira
CEP: 69.940-000
Telefone: +55 (68) 621-2186
Títulos: 1 Torneio Início: 1999

ESTÁDIO:
Nome Oficial: Didier Tramborz
Capacidade: 1.000 pessoas
Dimensão: 102 x 65 m
Endereço: Sena Madureira-AC
Proprietário: Grêmio Esportivo Acreano

O Grêmio é uma das equipes mais tradicionais de Sena Madureira, sendo a equipe da cidade que mais participou de Campeonatos Estaduais já na era profissional, 4 vezes. Nas décadas de 70, 80 e 90, quando Grêmio disputava os campeonatos municipais com algum de seus rivais, uma coisa estava garantida: o público comparecia em grande número com bandeiras e charangas, torcia com a camisa do clube e principalmente as transmissões da equipe Mané Garrincha, responsável em grande parte pelo brilho das competições, que dava mais valor aos clássico, tanto contra o Comercial, quanto contra o Fluminense. Em campo os jogadores correspondiam às expectativas, as partidas eram dignas de
verdadeiros espetáculos, cheias de emoção, bons lances e muita rivalidade que há muitos anos levavam os torcedores aos estádios da cidade.

Grêmio Acreano campeão municipal amador na década de 80


SENA MADUREIRA COM UM NOVO ESTÁDIO

Abandonado desde a década de 90, o estádio José Marreiro Filho, o Mareirão, virou prioridade da prefeitura. Quem chega à cidade pela Avenida Brasil, vê de longe um gigante em concreto armado sendo construído para receber grandes espetáculos do esporte. No Marreirão mais de 40% da obra já está concluída. O novo estádio tem arquitetura arrojada. Além do campo de futebol serão construídas quadra e duas piscinas. Foi tanta promessa das administrações anteriores em torno da construção do estádio, que muitos só acreditaram na obra quando a empresa responsável pelo serviço começou a construir as arquibancadas. Projetado para ser construído em três fases, os recursos da segunda etapa já estão garantidos. “Nós atletas sabemos a importância da construção desse estádio. Passamos mais de cem anos para ver uma obra como essa é um sonho sendo realizado” comenta Antonio Carlos, o “Ferrugem”, grande craque de Sena Madureira que atuou em outros estados brasileiros.

ALGUMAS IMAGENS:

Comercial Esporte Clube, década de 80
Imagem da partida entre Fluminense FC x Comercial, pelo Amador Municipal.
Equipe do Grêmio na década de 70, ainda no amadorismo

Fontes: senamadureira.blogspot.com e arquivos pessoal

 

Segue o escudo do Balsas FC redesenhado. Abraços a todos!!!

 

GUARANI

Esporte Clube Guarani
esporteclubeguarani.blogspot.com.br
Rolim de Moura (RO)
01/Nov/2009
Amador


Fonte: Blog do Clube

 

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE-RO

Segue a foto da fachada do Botafogo Futebol Clube de Porto Velho, com seu escudo verdadeiro. Comprovando que o escudo que circula na internet é um fake.


Escudo Fake

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE
Fundação: 03 de Outubro de 1953
Avenida Jorge Teixeira, 1292 – Liberdade – Porto Velho-RO
O Botafogo Futebol Clube de Porto Velho disputou os campeonatos da 1a divisão de Rondônia entre os anos de 1971 a 1976, sendo campeão rondoniense em 1974.

Fonte: http://blogdopcguima.blogspot.com.br/2009/06/botafogo-aqui-la-em-todo-lugar-em-porto.html

 

Fiz um achado importante pra tirar a dúvida sobre este clube do interior mineiro. O correto é América Esporte Clube. Como mostra esta foto da fachada do clube provando que o Futebol Clube é inventado ou outra equipe
diferente.

link: http://goo.gl/maps/HPlLm

 

Para os colecionatoderes de Escudos, mais um novo clube amazonense.

 

Fonte: http://panairfc.blogspot.com.br/

 

 

O Nosso Amigo Sérgio melo, postou no blog um artigo sobre o CIPEC de Mendes-RJ, no dia 7 de setembro de 2012. Porém o escudo está incorreto, mas não foi culpa dele, vou reproduzir meu comentário para que todos entendam…

………………………………………..
Bom Dia Pessoal
Sou mendense e praticamente vizinho do clube. Realmente nós da cidade, desconhecemos este escudo, a pesar de ter sido pintado no muro do estádio, questionamos sua veracidade. Aqui acreditamos, que o “artista”, variou seu trabalho, ou não teve base para faze-lo. Não acredito também, ser uma nova versão. Pois o clube encontra-se inativo a anos e em completo abandono, com seu estádio e sua sede lacrado pela justiça por falta de segurança. Na verdade faliram o clube a ponto de deixa-lo em ruínas. Ainda continuo considerando o escudo tradicional mesmo, o antigo.
Parabéns pelo belo trabalho de redesenho do escudo, mas como disse, nós aqui da cidade “Não sabemos de onde o pintor tirou esse modelo de escudo!!!”.

Abraços
………………………………………..

http://goo.gl/maps/Jsfmq
Segue o link da imagem da fachada do estádio com as pinturas do escudo bem variado do original. Não sabemos porque foi pintado assim. O verdadeiro se comprova nas grades do portão e na placa esmaltada acima do portão.

Segue um informativo correto sobre o clube.

CIPEC ESPORTE CLUBE

Escudo correto

A antiga Fábrica de Papel Guttemberg, fundada em 1889 na cidade de Mendes, adquirida em 1923 pelo Conde Alexandre Siciliano e dirigida por Nicolau Matarazzo é um exemplo de patrimônio a ser preservado. Rebatizada depois como Companhia Indústria de Papéis e Cartonagem – CIPEC, a indústria chegou a ter mil operários e foi o segundo estabelecimento do gênero a ser implantado no Brasil.
O time de futebol do Cipec originou-se da antiga equipe da Itacolomy. Para a preliminar de um jogo do Frigorífico, foi convidado o Itacolomy para enfrentar um combinado “Anglo”, tendo sido sugerido no ofício convite que o clube se apresentasse com o nome de “Cipec”.
Em 1945, o Campo do Frigorífico estava em reformas depois da “Grande enchente”, com isso o Frigorífico alugou o campo do extinto Itacolomy, para mandar os seus jogos. Esta decisão iria contribuir decisivamente para a fundação do Cipec. Além dos reparos que efetuou para a recuperação do campo desativado, as atividades esportivas ali realizadas pelo Frigorífico estimularam o ressurgimento do futebol entre os empregados da Cipec, inclusive emprestando material esportivo.
Essa contribuição seria reconhecida em 12 de junho de 1945 através do seguinte ofício do recém-fundado Cipec EC:

“Ilmos. srs. diretores e demais membros do Frigorífico A.C..

Prezados senhores.

Em nome da Diretoria do Cipec E.C. apresentamos primeiramente a Vv. SS. os nossos cumprimentos.
Por meio deste queremos deixar patenteado os nossos agradecimentos pela maneira gentil e atenciosa que Vv. SS. dispensaram, atendendo ao nosso apelo para nos emprestar as redes de meta desse grêmio, quando disputamos o nosso primeiro jogo oficial no último domingo (10).
Expressamos assim com o presente a nossa admiração perante essa diretoria, mormente na pessoa do snr. Hildebrando O. Guimarães, que tem sido um expoente de atenções para a diretoria deste clube.
Sem mais, servimo-nos do presente para solidificar os laços de amizade e união entre o Cipec e o Frigorífico, correspondendo dessa forma, para um futuro grandioso do esporte mendense.

De Vv. SS. Amos. Attos. Obgdo.
João Navajas Netto – Presidente.”

Com o ingresso do Cipec na Liga Desportiva de Barra do Piraí em 1946, o campeonato ganhou novo colorido e o futebol de Mendes, em particular, maior motivação. Fundado um ano antes, o Cipec criou uma grande rivalidade com o Frigorífico, que o Itacolomy, base do novo clube, não havia conseguido e que se estendeu até fora do futebol. Transformados em arqui-rivais, várias partidas entre ambos assinalaram recordes de público, de acordo com registros feitos pela LDBP na época. Para um autêntico torcedor poucas coisas podem ser tão sagradas como o respeito à rivalidade. Mas, no caso do Cipec, houve uma verdadeira “azulfobia”.
Grandes classicos entre as duas equipes já proporcionaram grandes alvoroços na cidade, onde disputavam o Campeonato Municipal.


Fontes:
- Arquivo pessoal
- Livro do Frigorífico A.C.

 

União Esportiva Portuguesa, alguém de Manáus pode nos responder!!!

Há muito tempo rodava na internet o escudo da União Esportiva Portuguesa, com as cores de Portugal, vermelho e verde. Porém no site Baú Velho, do nosso estimado amigo Carlos Zamith, foi apresentado a nós, um escudo alvi-negro. Com isso, passamos a acreditar nesta fonte. Contudo dias atrás, encontrei este site – www.uniaoportuguesa.nosagitos.com.br, confirmando novamente o escudo da União Esportiva Portuguesa, vermelho e verde. Novamente retorna a dúvida!!!

 

aeroporto-ac

Pessoal devida a péssima qualidade do escudo encontrado na net resolvi redesenha-lo para que possamos compartilhar entre os membros. Abraços!!!
Nome: Aeroporto Esporte Club
Cidade: Rio Branco/AC
Fundação: desconhecida
Cores: Azul e Branco
Situação: Amador
Fonte: Soccer Logos

Protegido: AEJUS de Santana-AP

 18. Diogo Henrique, Amapá  Digite sua senha para ver os comentários.
set 212010
 

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Se trata do novo membro da segunda divisão paraguaia 2010, o Deportivo Capiatá da cidade de mesmo nome e fundado em 2008.

Deportivo CapiatA

 

001Crianças não podiam soltar papagaios, mulheres não podiam trabalhar, estudar, nem ter cuidados médicos e eram obrigadas a usar burcas. Os campos de futebol eram lugares de rituais macabros de extermínio, mutilação e condenação. Sob o regime talibã, até 2001, assim era o Afeganistão. Após os ataques terroristas do 11 de setembro de 2001, os norte-americanos acabaram com o reinado dos fanáticos religiosos. Assim, com a fuga dos talibãs, os estádios voltaram a ser usados para esportes. Desde 1984, nas eliminatórias para a Copa da Ásia, a seleção afegã não participava de competições internacionais. Com a invasão russa e, mais tarde, com o regime talibã, era impossível praticar o futebol mesmo em campeonatos domésticos. Em 1997, o esporte chegou a ser proibido no pais. E o futebol não foi o único. O xadrez, por exemplo, não podia ser praticado, porque suas peças são réplicas de pessoas e animais, o que feriria a crença islâmica. Mesmo com a proibição, o futebol permaneceu como esporte preferido dos afegãos. Filiada à Fifa desde 1948, a Federação Afegã nunca perdeu seu lugar na entidade, mesmo sob o regime talibã.

Jovens disputam partidas em frente ao palácio destruído durante guerra entre 92 e 96

Jovens disputam partidas em frente ao palácio destruído durante guerra entre 92 e 96

Retorno - A volta da seleção do Afeganistão às competições internacionais aconteceu nos Jogos Asiáticos, em 2001. O resultado do time comandado por Mohammad Yousef Kargar não foi dos mais felizes: a equipe foi goleada pelo Irã por 10 a 0 . A importância do jogo, no entanto, não era esportiva: significava o início de uma nova era para o país. A primeira vitória veio só em 2003, quando o time de camisas brancas com listras vermelhas bateu o Quirguistão por 2×1, em um jogo pelas eliminatórias da Copa da Ásia. Devida a instabilidade política e social, o Afeganistão não pôde realizar jogos das eliminatórias para a Copa da África do Sul em seu território. Mesmo assim, os afegãos não fizeram muito feio: perderam de pouco para a Síria, na fase preliminar, levando 3×0, na Síria, e 2×1, no Tadjiquistão. O melhor de tudo é hoje ver meninos e meninas correndo pelos campos daquele país, com a esperança de um dia ser e viverem sem medo da violência que ainda assola o Afeganistão. O renascimento do futebol, mesmo que tímido, é um dos símbolos desse tão sonhado futuro melhor.
Os afegãos são diferentes dos brasileiros em praticamente tudo. Em suas indumentárias saídas dos contos das mil e uma noites; nos casamentos arranjados entre primos; na reverência pelos mais velhos; em seu declarado gosto pela guerra; em sua religião e no fervor com que a seguem; no confinamento das mulheres, simbolizado pela burka – tão persistente depois quanto antes do Taleban.
Mas há um traço em comum, e não é pouca coisa: o futebol. Não pela qualidade dos jogadores. “É só entusiasmo, mais nada”. Mas pela paixão. O futebol é o esporte nacional afegão, embora perca em originalidade para o buzkashi, um precursor do pólo no qual os cavaleiros têm de atravessar o campo com uma carcaça de ovelha ou um prisioneiro decapitado – o que estiver mais à mão.
Há muitas narrativas para o absurdo passado recente afegão. O futebol é uma delas. Os jogadores da seleção regional de Kabul treinavam no mesmo estádio – aliás o único do país – que foi palco de alguns dos atos mais chocantes do regime taleban, em seus cinco anos de existência (1996-2001).

003

O Estádio de Kabul – foi construído em 1973 pelo presidente Mohammed Daud, logo depois de assumir o poder, num golpe de Estado contra seu primo, o rei Zahir Shah. E destruído durante a guerra dos mujaheddin (1992-96), na qual o general usbeque Rashid Dostum – um dos candidatos a presidente que boicotaram a eleição presidencial de sábado – o transformou em seu quartel-general, impiedosamente bombardeado por seus inimigos. Entre eles, o general tajique Ahmed Shah Massud, assassinado por suicidas da al-Qaeda dois dias antes dos atentados de 11 de setembro de 2001. Seu retrato num outdoor domina hoje o estádio, ao lado de outros dois, do presidente Hamid Karzai e do imperador Ahmed Shah Baba, que fundou a dinastia no século XVIII.
Depois que os taleban tomaram, em 1996, o controle de Kabul e, com ela, de 90% do país, a ONU resolveu presentear os afegãos com a reforma do estádio – simbolizando a nova era de paz. Mas os taleban tinham outros símbolos em mente. Atraídos pelo futebol, que chega a reunir 22 mil pessoas no estádio, os afegãos eram induzidos a assistir a execuções de condenados à morte pelos mulás.
“Eu já era funcionário da Federação Afegã de Futebol nessa época e, quando ficava sabendo que ia haver execução, ia embora do estádio”, lembra Sayed Mozafari, hoje secretário-geral da entidade. “Nunca assisti a uma execução.” Milhares de afegãos assistiram. As execuções ocorriam nos intervalos, ou quando os taleban – que costumavam invadir o campo interrompendo os jogos para orações – considerassem conveniente. Por causa da oração das 17h, os jogos foram antecipados para as 14h. Já voltaram para o horário normal, mais adequado, em vista do calor desértico que faz no verão.
“Naquela época era tudo muito difícil”, recorda Bashir Soldat, de 26 anos, que joga na defesa do Sabol, um dos 18 times da primeira divisão, e foi escalado para a seleção de Kabul no primeiro campeonato nacional do país. “Tínhamos de usar barbas compridas e jogar de shalwar kameez (a vestimenta tradicional dos afegãos, composta de túnica comprida e calça larga).” Calções e camisetas, como as que a seleção usa agora, doadas por ingleses que vieram dar um curso, eram proibidos.
O futebol no Afeganistão é amador. Os jogadores recebem ajuda de custo de 50 afeganis (US$ 1) ao fim de cada treino, que agora está ocorrendo todos os dias, na preparação para o campeonato.
Os afegãos guardam na lembrança glórias passadas, como uma partida em que derrotaram o Irã, há 23 anos. Sustentado por um orçamento anual de US$ 280 mil para todas as categorias, doado pela Fifa, o futebol afegão acalenta expectativas modestas – de apenas poder seguir adiante, sem ser abruptamente interrompido, como faziam os taleban com as partidas. É só o que pede o Afeganistão também.

Federação Afegã de Futebol

Afghanistan Football Federation
País: Afeganistão
Confederação: AFC
Fundação: 1922
Filiação a FIFA: 194
Filiação a AFC: 1954
Telefone: +93-75/2023 770
Fax: +93-75/2023 770
Site: www.aff.com.af

002Fundada em 1933, a Federação Afegã de Futebol é uma filial da FIFA desde 1948, a federação foi um dos membros fundadores da Confederação Asiática de Futebol em 1954. Sua primeira partida internacional foi em 25 de agosto de 1941 em Cabúl, contra Irã, numa partida que terminou com um empate sem gols (0×0). Seu maior êxito, foi sua única participação olímpica nos jogos olímpicos de 1948, embora sofreram uma goleada na primeira rodada, ao perder para Luxemburgo por 6×0. Os anos 50 foram os mais badalados para o futebol Afegão. e foi visto pela última vez no cenário internacional em 1984 durante a competição de qualificação para a Copa da Ásia. A invasão russa e, posteriormente, o regime talibã tornou impossível manter o futebol a níveis nacional e internacional. Muitos jogadores continuaram suas carreiras em outros países.
Somente após a queda do regime talibã, em 2002, que a nação apaixonada por futebol contemplar um futuro brilhante, mais uma vez.

Jogo entre a Seleção Afegã e o time da  ISAF no estádio Ghazi Kabul. A equipe afegã ganhou por um gol a zero. A ISAF (International Security Assistance Force ) vem operando no Afeganistão desde 2002 e tem atualmente 11 mil soldados em Kabul, no norte e oeste do Afeganistão.

Jogo entre a Seleção Afegã e o time da ISAF no estádio Ghazi Kabul. A equipe afegã ganhou por um gol a zero. A ISAF (International Security Assistance Force ) vem operando no Afeganistão desde 2002 e tem atualmente 11 mil soldados em Kabul, no norte e oeste do Afeganistão.

A equipa nacional fez um retorno aos gramados internacionais em setembro de 2002, tendo participado no torneio de futebol dos Jogos Asiáticos, em Busan. Embora os resultados foram decepcionantes, a alegria dos jogadores retornando ao futebol foi muito claro de se ver. E poucos meses depois, na Copa do SAFF, em Bangladesh, uma melhoria significativa nos padrões já era visível. Sua primeira participação para o Mundial de 2006 foi no Turcomenistão, onde terminou eliminada na primeira fase com 2 derrotas, em Ashgabat por um contudente 11 – 0, e em Cabúl por um respeitável 0 -2. A crise do país, os atentados, o pobre patrocínio e suas péssimas instalações esportivas fazem que careçam jogadores de qualidade que de fato, os melhores jogadores são imigrantes Afegãos pelo mundo. No final de 2004, 8 jogadores saem de seu campo de treinamento na Itália para buscar asilo na Alemanha. Este tipo de situações, mais o perigo de atentados fez que a FIFA proibisse Afeganistão de participar das Eliminatórias Asiáticas de 2010 como mandante de campo em seu próprio país.

Partida entre Ordu Kabul e Kabul Bank, no torneio de pré-temporada de 2008, no gramado da sede da Força Internacional ISAF, para um público de 200 espectadores.

Partida entre Ordu Kabul e Kabul Bank, no torneio de pré-temporada de 2008, no gramado da sede da Força Internacional ISAF, para um público de 200 espectadores.

Fontes:
www.fifa.com
www.en.wikipedia.com
thruafghaneyes.blogspot.com

Protegido: Lista de estádios do Acre

 18. Diogo Henrique, Acre  Digite sua senha para ver os comentários.
mai 072010
 

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Atlético Acreano e Club Cienciano se enfrentaram a 3.400 metros sobre o nível do mar com um público de 26 mil expectadores no Estádio Garcilaso de Cusco

attletico x ciencianoNa tarde de 28 de maio de 2009 (quarta-feira), como parte de programação da Semana da Amazônia Brasileira em Cusco, no Peru, aconteceu um jogo amistoso e histórico para o Clube Atlético Acreano que enfrentou, nada mais nada menos, o Club Cienciano, daquela cidade representante da primeira divisão do futebol peruano. A partida foi disputada no Estádio Garcilaso, às 15h30, horário local, e a 3 400 metros sobre o nível do mar.
Mesmo num dia de greve geral que paralisou os transportes publicos e fechou os principais estabelecimentos, cerca de 26 000 espectadores apareceram para ver a partida internacional.
O clima era de total festa esportiva com o público vibrando e aplaudindo a apresentação de capoeiristas acreanos do grupo do mestre Xandão, que realizou rodas próximas aos setores das arquibancadas. A expectativa pelo jogo tomou conta da cidade de Cusco e da imprensa esportiva, inclusive de Lima, a capital do país, a qual chegou a noticiar que não haveria a partida porque o clube brasileiro não havia chegado ao aeroporto daquela cidade, ignorando que a logística utilizada pelo Atlético Acreano foi pelo aeroporto de Puerto Maldonado, após viagem na linha regular terrestre desde Rio Branco pela empresa peruana Movil Tours.
Como demonstração de amizade entre Brasil e Peru, o Club Cianciano entrou no gramado com a bandeira brasileira e o Galo com a bandeira do Peru, arrancando aplausos da torcida. O gramado perfeito, considerado o melhor do Peru, impressionou a todos do time acreano, acostumados inclusive com o excelente gramado da Arena da Floresta. A aparência da grama lembrava a sintética, tamanha a perfeição do tapete verde.
Na tribuna de honra, as principais autoridades cusqueñas, representantes empresariais e dirigentes esportivos se confraternizavam num descontraído debate sobre as qualidades do futebol brasileiro e peruano. O clima era de festa e empolgação.
Já no gramado, os dois times demonstraram que não estavam de brincadeira, jogando um futebol rápido e bonito, com muitos passes de bola e oportunidades de gols. Coube ao atleticano Zidane abrir o placar aos 30 minutos do primeiro tempo, silenciando a “Furia Roja” e fazendo vibrar a pequena torcida de brasileiros e acreanos no estádio.
Com um gol à frente, o Atlético continuou um jogo aberto, propiciando aos cusqueños um contra-ataque com Morales descontando aos 35 minutos. O jogo continuou quente com varias faltas para ambos os lados, sendo que o juiz distribuiu cartões amarelos apenas para jogadores acreanos.
No segundo tempo, o Atlético voltou jogando forte e continuou surpreendendo todos com o fôlego de seus jogadores, mas logo no início o Cienciano marcou o seu segundo gol com Tomasevich e fechou o placar por 2×1. Numa tarde histórica, o Galo saiu aplaudido pelo seu desempenho para grande torcida vermelha presente ao Garcilaso.
A delegação do Atlético Acreano esteve composta por 23 pessoas: 20 jogadores, o presidente do Clube, Edson Isidorio da Silva, o diretor de futebol Alzerino Paiva, o técnico Gilmar Sales Bento e o auxiliar técnico Othon Rodríguez.

Fone: Site Times do Brasil

 

Dirran (com “biquinho” para pronunciar num francês correto) – Jogador do Rio Grande do Norte meio agalegado/sarará. Era entroncadinho e tinha as pernas curtas.

Há alguns anos, quando o Clube Atlético Potengi ainda jogava no Machadão contra o Potyguar de Currais Novos, na 2ª divisão do Campeonato do Rio Grande do Norte, um jogador atleticano se destacava fazendo dribles desconcertantes, lançamentos perfeitos e fazendo gol.

O narrador da Rádio Poti não cansava de gritar:

“Dirran é um craque”, “Dirran é uma revelação do futebol norte-riograndense”. E era Dirran prá cá, Dirran pra lá …

No final do jogo, o Clube Atlético Potengi perdeu por 3 x 1, mas o destaque daquele jogo foi o jogador Dirran.

Vendo aquele sucesso todo do jogador atleticano, um jovem repórter da Rádio Poti foi fazer uma entrevista com o craque na beira do gramado e foi logo perguntando:

“Você tem parentes na França? Esse seu nome é de descendência francesa?”.

O jogador, olhando espantado para o repórter, respondeu:

“Não sinhô, meu apelido é Cú de Rã, mas como num pode falar na rádio… então, eles abreveia”.

 

Para acabar com a discurssão!!!

Abraços

[img:pacajuense_1.jpg,full,vazio]

 

[img:brasil_industrial_1.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Paracambi F. C., que mais tarde receberia o nome de Brasil Industrial Esporte Clube, nasceu do idealismo de seis (6) rapazes egressos do Bangú Atlético Clube, dos quais cinco (5), eram de origem inglesa e decidiram radicar-se em Paracambi, trazendo consigo, além de idéias novas e muita disposição para vencer, também o inseparável exemplar que continha todas as regras do futebol: tão logo chegaram, após o período normal de adaptação rapidamente transformaram um simples gramado em uma autêntica escola de aprendizagem do famoso esporte bretão.
Os saudosos pioneiros têm seus nomes gravados nos anais da história do clube, pelos méritos a eles atribuídos por terem dado início a prática o futebol, escrevendo páginas de glórias imorredouras e inenarráveis na então Vila de Paracambi: Clarence Hibs, Frederich Jacques, John Starck, Ernesto Bauer, Jersey Starck (mais conhecido como Gelson inglês) e Guilherme Gomes (sendo os cinco primeiros de nacionalidade inglesa), foram os pioneiros da divulgação em Paracambi das regras do Ësporte-Rei”.
E foi assim que a idéia tomou vulto e obteve logo a adição dos operários da Companhia Têxtil Brasil Industrial e a simpatia de seus diretores; a fundação se deu no dia primeiro de maio de 1912, com duas equipes formadas, tendo a integra-las não só empregados da firma como também jovens que embora não tivessem vínculo empregatício, irmanaram-se aos demais para formar aquela que mais tarde viria se constituir numa das maiores glórias do futebol do estado do Rio de Janeiro.
As reuniões do clube eram realizadas em casas de famílias solidárias ao evento como também nas residências dos próprios fundadores, destacando-se como local de maior freqüência a residência da tradicional família Bittencourt.
No jogo de estréia o Paracambi F. C. formou da seguinte maneira: Leandro, Jacques e Justino, Fiuzinho, Adolpho e Badu, Zézinho, Gentil, Carlos Costa, José Telles e Ciliatote. Árbitro da partida: José Curtinhas que por sinal, além de Ter sido o primeiro juiz, consagrou-se como o mais eficiente, brilhando intensamente durante muitos aos na espinhosa função. O primeiro adversário foi o Pereira Passos F. C. (da Gamboa), e o primeiro gol foi feito por José Cândido Costa Côrtes (Belego).
Mário Torrente, fundador e também atleta, foi o primeiro presidente, embora não tivesse ainda sido elaborado o estatuto do clube. Na história do Paracambi F. C., hoje Brasil Industrial, há uma relação incomensurável dos personagens que tiveram participação direta na criação do referido clube a tornar-se difícil e até mesmo impossível enumerá-las nominalmente na sua totalidade mas dentre desmedido número de abnegados fundadores, destacamos os seguintes: Clarence Hibs, Frederich Jacques, John Starck, Ernesto Bauer, Jersey Starck (mais conhecido como Gelson inglês) e Guilherme (também conhecido como Guilherme inglês), Antonio Amorim, Mário Torrente, José de Lima, Antonio Moreira, Brígido de Oliveira Gama, Eustórgio Silva, Agostinho Inácio da Silva, Ciliatote Lavra, Benedito Coelho, Leopoldo Bonfim, Domingos Amorim (conselheiro), José Cândido Costa Côrtes (Belego), Francisco Costa, José Telles, Manoel Vilasboas, Francisco Fernandes Tupacinunga, Adolpho Alonso, João Costa, Justino Silva, João Soares, Joaquim Barbosa (jacaré), Enéas Soares, Plínio Monteiro, Jazão Telles, José Bemol e outros fundadores, apenas conhecidos pelos respetivos nomes ou simplesmente cognomes, como por exemplo: Badu Thomaz, Antonio (surdinho), Fiuzinho, Euzébio, Borges, Miltinho, os quais contaram com a aquiescência dos diretores da fábrica de tecidos, naquela época, Drs. Joaquim Guedes de Moraes Sarmento e Dominique Level.
Existe ainda um fato que tem gerado dissensões quanto a exatidão da data da fundação do clube, todavia em parte não deixa de proceder a tese real invocada por alguns, os quais apenas admitem a de 01/05/1912, e que realmente confere com a verdade; entretanto, somente no dia 12/07/1912 ficaram prontos os estatutos, o primeiro do clube, cujo teor era uma cópia da do Bangú Atlético Clube, entrando em vigor no dia 16 de julho do mesmo ano, quando então foi formada e empossada a primeira diretoria com base o referido regulamento, daí, a razão de cada uma das partes, porém para efeitos jurídicos, indubitavelmente que há de prevalecer perante a lei em atenção ao Capítulo X , artigo 1º do estatuto, o seguinte: Brasil Industrial Esporte Clube (antigo Paracambi F. C.), fundado em 16 de julho de 1912 em Paracambi, 3º distrito do município de Itaguai, estado do Rio de Janeiro, com sua praça de esportes instalada no 7º distrito do município de Vassouras (Tairetá) e sede provisória à rua Dr. Barcellos no.2, no 3º distrito do município de Itaguaí, tendo o clube duração indeterminada, foi este fundado com o nome de Paracambi F. C., constando no parágrafo 1º do mesmo que o Brasil Industrial Esporte Clube (antigo Paracambi), é uma sociedade civil e desportiva, tendo por finalidade promover entre seus sócios a prática de toda sorte de jogos e exercícios atléticos, bem como outras diversões que com ele tenha relações diretas ou conseqüentes.
O estatuto em tela foi aprovado por ocasião da reunião datada de 12/07 a 16/07/1912, com base no mesmo foi empossada a primeira diretoria, daí as divergências de opiniões surgidas. Eis os nomes que constituíram a primeira diretoria a partir da data em epígrafe:
Presidente de Honra: Dominique Level
Presidente Executivo: Francisco Fernandes Tupacinunga
Secretário: Manoel Vilasbôas
Tesoureiro: Clarence Hibbs
Fundadores: Frederich Jacques
John Starck
Ernesto Bouer
O uniforme oficial constituiu-se das camisas de mangas compridas e punhos, colarinhos, listras verticais vermelhas e brancas, calções brancos e meias vermelhas e brancas em listras horizontais. O primeiro campo funcionou em frente ao pátio interno da fábrica de tecidos (Companhia Têxtil Brasil Industrial), alguns meses depois foi transferido para um local distante do anterior cerca de 300 metros, em virtude dos dirigente daquela empresa julgarem inconveniente a permanência do mesmo naquele local pois alegavam na ocasião que os empregados tinham suas atenções voltadas para os treinos e os jogos, postando-se as janelas para apreciá-los e, consequentemente, prejudicava o rendimento normal dos trabalhadores principalmente nos dias de jogos, em detrimento da produção de cada um (naquela época os operários trabalhavam também aos domingos). Foi então o campo afastado para o local mencionado e posteriormente, isto é, em 1914, foi o mesmo transferido para o local onde hoje ergue-se o Grupo Escolar Presidente Rodrigues Alves, alí permanecendo até 1937.
Em 1922 houve um acontecimento marcante que até os dias atuais é objeto de comentários por parte dos remanescentes daquela época. A exemplo do que ocorre o antigo Distrito Federal, envolvendo personagens que integravam o Fluminense F. C. e que culminou com a fundação do C. R. Flamengo (15 de novembro de 1895), aconteceu também em Paracambi a famosa e discutida dissidência de membros que compunham o Paracambi F. C.
Existem duas versões para o fato: a primeira diz respeito ao desentendimento havido entre um grupo de fundadores em virtude dos diretores da fábrica não permitirem na época que nenhum sócio estranho à empresa exercesse cargos na diretoria do clube. A segunda, versa sobre o desaparecimento de uma “corbeille” da sede social, de lá retirada sem permissão pelos membros componentes do referido grupo para ornamentar o palco onde se exibiria uma companhia de teatro de passagem por esta cidade, cujas apresentações, a exemplo de tantas outras que por aqui passaram, tinham como local um prédio existente na rua Dominique Level onde funcionava o antigo cinema. Todavia, há quem diga que o fato de alguns rapazes pertencentes a esse grupo haverem arrombado a porta da sede para apanhar uma bola para organizarem uma pelada, tornou-se o verdadeiro estopim que culminou com a eclosão da crise.
Tendo a diretoria tomado conhecimento de que fora a sede (localizada na época onde está situado o atual campo) invadida pelo citado grupo, imediatamente reuniu-se para apreciar o caso em toda a sua extensão, tendo os dirigentes na ocasião, aplicado aos faltosos rigorosa punição com a suspensão de todos por trinta dias. O fato e que, por um motivo ou outro, os rapazes insurgiram-se contra as medidas aplicadas (proibitivas e punitivas), e que deu lugar à dissidência dos membros implicados, os quais foram acompanhados nas suas atitudes por alguns jogadores. É incomensurável o número de personagens que tomaram parte ativa no referido movimento e os que mais se salientaram ou podem ser lembrados, figuram os seguintes: Francisco Nunes (Chiquinho bagunça), Daniel Mesquita (Baianinho), Caniço, Messias, Gentil Costa, Ari de Souza, Nair Ramalho, Jazão Telles, João Costa, Vanderlino Silveira, João Soares (Joca fatureba), José Ponciano, José de Lima e outros, que irredutíveis às suas decisões, desligaram-se do Paracambi F. C. e fundaram então o Tupi Sport Club, no dia 1º de janeiro de 1922, nascendo desse modo o mais tradicional e ferrenho rival do Paracambi F. C., rivalidade essa que ainda hoje perdura.
Por paradoxal que possa parecer, pois esperava-se que o declínio do clube fosse inevitável, eis que o Paracambi que já se impunha no cenário futebolístico do Estado do Rio, principalmente na baixada fluminense, agigantou-se mais ainda e na seqüência de jogos que sustentou após a dissidência no confronto direto com o seu tradicional adversário, ostentou uma invencibilidade invejável que perdurou até 1955. Fala-se que após a dissidência, Vanderlino Silveira que era comerciante estabelecido na rua Dominique Level e integrante do grupo dissidente, sofreu o maior boicote da história comercial em Paracambi, porquanto sua loja que era das mais procuradas deixou de sê-la em função do descontentamento de seus fregueses, dos quais cerca de 80 % eram adeptos do Paracambi F. C. e operários da fábrica; com isso Vanderlino foi forçado a cerrar as portas do estabelecimento, tendo mais tarde por força das necessidades surgidas ingressado na Fábrica de Tecidos Maria Cândida como motorista e, posteriormente, na Cia. Têxtil Brasil Industrial e consequentemente regressado ao clube onde jogou por muitos anos ainda.
Cometa-se também que pouco tempo depois da fundação do Paracambi foi fundado um clube com o nome de Guarani F. C. e que pouco tempo durou em virtude dos seus jogadores, Gentil Côrtes, Aldoredo, Luiz Vital, Artur (pé de anjo), Celso Côrtes, Tonguinha e outros, terem na época deixado o Guarani e ingressado no Paracambi.
O Paracambi F. C. (hoje Brasil Industrial), nasceu sob o signo das grandes conquistas e fadado a promover os grandes acontecimentos cuja repercussão transpôs as fronteiras do Estado, alcançando os pontos mais longínquos do país. Em 1926, o Paracambi F. C. conquistou uma das mais expressivas vitórias, ao derrotar por 2X1 o São Cristovão de Futebol e Regatas, campeão carioca daquele ano.
Por intermédio de Silvio Tupassinunga, o centro-avante conhecido por “Tanck”, envergou por muitas vezes a jaqueta do Paracambi F. C.. “Tanck” outro não era senão o famoso “Nonô”, que mais tarde, após deixar o Palmeiras (DF), ingressou no C.R. Flamengo. Outro que também atuou pelo Paracambi F. C.: Brôa, vinculado na época ao Bangu A. . C. e bem assim, Joãozinho, Caratório, Gasolina e Gramofone, todos eles integrantes do Andaraí F. C.. Consta que os duelos mais renhidos e sensacionais travados em Paracambi, tiveram como protagonistas Nelinho (zagueiro) do Paracambi F. C. e Welfayre (atacante) do Frigorífico A . C. e que era um dos diretores do Frigorífico de Mendes (ANGLO) e vinculado como jogador ao Fluminense F. C. (DF).
Em 1936, atendendo a proposição de Graciano Xaves, o presidente da CTBI e presidente de hora do clube, senhor Antonio Botelho Junqueira, autorizou a transferência do campo para o lado oposto da Av. dos Operários, em cujo local existia uma chácara e por onde passava o rio Pará e nas imediações do mesmo uma casa onde funcionava a sede do clube. Em virtude da necessidade de desviar o curso do rio, foi também necessária a execução de um aterro aquela área. Os trabalhos foram entregues à responsabilidade de Carlos Givaneli, que devidamente autorizado, iniciou então a demolição de uma cêrca existente no alto de um morro denominado “Morro do Parque” e com o zinco de lá retirado promoveu a construção da cêrca que ainda hoje contorna as dependências do atual campo.
Em 1937, aconteceu então a mudança do campo e ao mesmo tempo promoveu-se também a troa do nome primitivo pelo de Brasil Industrial Esporte Clube, o mesmo acontecendo com referência ao uniforme que passou a usá-lo, ou seja: camisas vermelhas com golas e frizos brancos e de mangas curtas, emblema em forma de circunferência do lado esquerdo com as iniciais B.I.E.C., calções brancos e meias com listras horizontais vermelhas e brancas. Foi mais um acontecimento marcante na vida do clube que também provocou discordância e protestos. Entretanto, aos descontentes, foram apresentados argumentos convincentes de que o clube ostentaria daquela data em diante o nome da empresa em troca de melhores condições para o soerguimento do mesmo, o que significava dizer que o clube faria a propaganda da indústria e por isso mesmo seus diretoria dariam a ajuda necessária para evidentemente, fazer com que o clube progredisse sem que houvesse necessidade de sacrifício pessoal dos seus adeptos e diretores; isso aconteceu no dia 7 de setembro de 1937.
Embora tenha mudado de nome em 1937 ainda hoje, inúmeros desportistas preferem chamá-lo Paracambi F. C.; naturalmente, uns por desconhecer a mudança do nome em virtude de muitos aos ausente do lugar e outros, certamente remanescentes daquele inesquecível grupo de fundadores ou mesmo adeptos e simpatizantes desde os primeiros aos de sua fundação. Existia também em Paracambi, uma agremiação denominada Malandrinha F. C. que foi extinta; a exemplo do Guarani, da mesma forma o Malandrinha deixou de existir em virtude dos seus astros de primeira grandeza terem se desligado para ingressar no Brasil Industrial, e esses rapazes, formaram uma das maiores equipes que o Estado do Rio já conheceu e que adquiriram conceito respeitável e admirável por toda a baixada fluminense envergando a jaqueta do alvi-rubro de Paracambi, na época autêntica máquina de jogar futebol, quer como Paracambi, quer como Brasil Industrial, a tradição é uma só; como Paracambi viveu e como Brasil Industrial vive a cada década , apresentava e continua revelando aos olhos dos seus admiradores safras de valores do mais alto gabarito técnico.
Defrontou-se com clubes da mais alta categoria e dentre eles podemos registrar: Bangu, Andaraí, Confiança, Madureira, Campo Grande, Vasco da Gama (misto), América (duas vezes o quadro titular e misto uma vez), Flamengo (misto), Fluminense (misto), Botafogo (juvenis), Palmeiras (de Vila Isabel, formado por vários profissionais), São Cristovão (1926), Rosita Sofia, Oriente, ova América, etc. Em 1950 sustentou um duelo memorável com o América F. C. (vice-campeão carioca), forçando-o ao recuo para garantir o escore de 2X1 que lhe era favorável, devendo-se ressaltar que o time da rua Campos Sales (naquela época) trouxe a sua força máxima, ou seja: Osni, Joel e Osmar, Rubens, Osvaldinho e Godofredo (Ivan), Natalino (Nivaldini), Maneca, Dimas, Ranulfo e Jorginho.
Ora vencendo, ora perdendo, seu prestígio sempre permaneceu intacto, porquanto na Segunda hipótese sempre valorizou os triunfos adversários com pressões inenarráveis. Várias foram suas formações e todas compostas de verdadeiros astros e entre tantos podemos destacar: Guarim, João de Castro e Nora, Baiano, Praxedes e Préa, Toninho, Fifi, Juvenil, Ézio e Cotia, isso na década de 1930; Antenor Nunes de Abreu (Nôzinho) e Hélio F. da Silva, grandes atacantes do passado também marcaram época integrando outra formação apenas um pouco diferente. Na década de 1940, predominou a seguinte formação: Guarim, Nora e João de Castro, Djalma Lambique, Preá e Vavau, Toninho, Fifi, Juvenil, Ézio e Cotia. Menção Especial para os seguintes trios finais: Leandro, Brígido e Moreira (1912), Guarim, Noca e João de Castro, Guarim, João de Castro e Clodomiro, Guarim, Nora e João de Castro, Aldoredo, Betinho e João de Castro (1930).
A partir de 1950, novas constituições surgiram, como por exemplo: Zezé, Gigica e Solomar (ou Julinho e Solomar), Lambique, Preá e Vavau, Newton, Célio, David, Lauro (Eltinho) e Nilson. Em 1955, Carvoeiro, Lino e Solomar, Wilson Paraquedista, Preá (Eltinho) e Vavau, Tonico, Célio, Romeu, Nilson e Jorginho. Em 1913 era esse o trio final: Aldoredo, Artur e João Costa. Na década de 1940, possuía o Brasil Industrial uma equipe que inspirou o saudoso Nair Ramalho, agente da estação de Paracambi e que era locutor do Serviço de Alto-Falantes Tupan Jornal, cognominá-lo “Gigante da Baixada Fluminense”. Quadros: Mão de Onça, Gigica e Solomar, Lambique, Preá e Vavau, Newton, Célio, David, Lauro e Nilson. Figuravam ainda: Eltinho, Tonho, Aderbal, Mundica, Zezé e outros. João Fernandes Diniz (Bananeiro, na intimidade), diretor de esportes tantas vezes, foi também um excelente goleiro que marcou época nas grandes e diferentes formações do Brasil Industrial.
Em 1952, filiou-se à Liga Vassourense de Desportos e naquela temporada, competindo oficialmente pela primeira vez em campeonatos, logrou conquistar o título de Campeão Vassourense sob o comando de José Augusto dos Santos (Penetra), com apenas uma derrota. Campanha: venceu o Fluminense no turno por 3X0 e perdeu no returno por 2X1 em Vassouras; venceu o Tupi por 4X0 no turno e por 2X1 no returno, por sinal este jogo consagrou o ponteiro esquerdo Romeiro, naquela época conhecido apenas como Uca, que mais tarde viria constituir-se em grande artilheiro do América e posteriormente sagrar-se campeão pela S. E. Palmeiras em 1959 (melhor de três), assinalando o gol da vitória sobre o Santos F. C., o gol Dom campeonato), e finalmente sobrepujou o Vassourense por 3X2 e a decisão do campeonato (peleja final realizada em Vassouras),
derrotou o Vassourense por 3X1. Eis uma das formações durante o campeonato Vassourense: Mão de Onça, Gigica e Solomar, Lambique, Preá e Vavau, Mundica, Eltinho, David, Albino e Campana.

Títulos

1952 – Campeão Vassourense (L.V.D.) – aspirantes e amadores
1955 – Vice-Campeão de profissionais do Estado do Rio na “Chave A”
1957 – Vice-Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – amadores
1957 – Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – aspirantes
1958 – Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – amadores
1958 – Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – aspirantes
1959 – Bi-Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Itaguaí) – amadores
1959 – Tri-Campeão de Itaguaí (Liga Desportiva de Paracambi) – aspirantes
1961 – Campeão de Paracambi (Liga Desportiva de Paracambi) – aspirantes
1961 – Vice-Campeão de Paracambi (Liga Desportiva de Paracambi) – amadores
1963 – Vice-Campeão da Cidade – categoria de aspirantes
1963 – Terceiro lugar – categoria de amadores
1964 – Terceiro lugar – Torneio Pentagonal – amadores
1964 – Vice-Campeão – Torneio Pentagonal – aspirantes
1965 – Vice-Campeão da Cidade – amadores e aspirantes
1968 – Vice-Campeão da Cidade – categoria de aspirantes
1968 – Campeão Invicto – categoria de amadores
1969 – Campeão da Taça da Cidade – categoria de aspirantes
1970 – Campeão da Cidade – amadores e aspirantes
1971 – Vice-Campeão da Cidade – amadores e aspirantes
1971 – Campeão Invicto – Taça da Cidade – amadores
1971 – Campeão da Taça Aldalho de Mello – aspirantes
Obs.: nos anos de 1962, 1966 e 1967 não houve campeonatos.

Até hoje sua torcida lamenta a perda do título referente ao primeiro campeonato da cidade após a criação no dia 29 de março de 1961, da Liga Desportiva de Paracambi, e justifica-se o inconformismo dos torcedores tendo em vista as circunstâncias um tanto incoercíveis e inconcebíveis através de uma manobra jamais vista no futebol brasileiro até aquela data, num escandaloso atentado às leis que regem o futebol, lamentavelmente o Brasil Industrial, depois de uma reação sensacional o certame, deixando um incômodo 4º lugar para assumir o 2º posto do campeonato na penúltima rodada, partiu para a finalíssima,
visando somente a vitória porquanto na tábua de classificação somava 4 pontos negativos, o Santo Amaro 5 pontos e o líder, com quem decidiria o título 3 pontos. O Brasil Industrial fazendo alarde de sua grande e indiscutível classe, cuja equipe principal naquela tarde de empolgante decisão achava-se em verdadeiro estado de graça, deixou o gramado com uma esplêndida vitória alí adquirida por 3X1 e com todas as honras de Campeão da Cidade. Posteriormente através de um recurso de procedência duvidosa, cujo documento foi aceito e levado em consideração pela (F. F. D. ?) e L. D. F. que originou o desarquivamento da súmula do jogo Tupi 2 X Santo Amaro 1, no primeiro turno (três meses depois da sua realização), e em conseqüência a reversão dos pontos da partida em favor do Santo Amaro, que assim passou a contar apenas 3 pontos perdidos, sendo logo declarado Campeão. Uma verdadeira lástima, quando se sabe que o prazo para interposição de recursos em grau de protesto, pedidos de reconsideração, etc., à entidade local ou à Federação é de 48 horas. Assim acreditamos Ter esclarecido a um grande número de torcedores que desconhecia o fato, embora que em rápidas pinceladas, mas de um modo geral, embora resumido aos detalhes principais, cremos Ter sido suficiente para os nossos leitores que naturalmente, obedecendo o dito popular que “por um princípio se vai ao fim”, certamente tirarão as conclusões necessárias para encontrar o denominador comum que causou o maior assalto à “bolsa de títulos” do Brasil Industrial.

Outos títulos

1957 – Campeão do Torneio Initium – amadores e aspirantes – Liga Desportiva de Itaguaí
1965/1968/1969 – Tri-Campeão do Torneio Initium – L. D. P. – amadores
1968/1968 – Bi-Campeão do Torneio Initium – L. D. P. – aspirantes
Em 1968 conquistou a Taça Disciplina, foi campeão invicto de amadores, teve o ataque mais positivo, a defesa menos vazada, goleiro menos vazado e o artilheiro do certame. Em 1955, cedeu dois atletas (Lauro e Solemar), para a Seleção Fluminense de Profissionais que interviu no, campeonato brasileiro daquele ano; em 1957, cedeu cinco jogadores para o Selecionado da Liga Desportiva de Itaguaí que se sagrou vice-campeã fluminense. Jogadores convocados: Toninho, Glébio, Dil, Chico e Valtinho.
Taça eficiência: há quatro anos consecutivos que esse troféu é obtido pelo Brasil Industrial (1968-69-70-71), numa demonstração eloqüente da sua participação ativa nos certames realizados, sempre disputando os títulos palmo a palmo.

Taças e troféus

Possui o Brasil Industrial em sua sala de recepções, 40 troféus, 15 taças e 20 diplomas em exposição, referente aos seus gloriosos feitos.
Com referência ao primeiro título, conquistado em 1952,existe um detalhe importante e interessante a observar, tendo em vista que Paracambi era dividida em duas partes distintas: uma pertencia ao município de Vassouras (7º distrito), a outra ao de Itaguaí (3º distrito), daí o campo estivesse situado num distrito (7º) e a sua sede o outro (3º) e justificar, ainda, o porque de sua filiação, primeiramente, na Liga Vassourense e posteriormente na de Itaguaí. Ainda com relação a espetacular conquista do Tri-Campeonato na categoria de aspirantes e do Bi-Campeonato na divisão principal, valendo também acrescentar o Vice-Campeonato na divisão principal em 1957, é mister que se louve o trabalho excelente desenvolvido pelo antigo arqueiro grande benemérito João Fernandes Diniz (Bananeiro) e Aldalho de Mello que em apenas três temporadas produziram um trabalho de conjunto que proporcionou ao clube a conquista de seis títulos, tendo ao seu lado na preparação Altamiro Marques.
Quadro campeão em 1970: Sérgio, Rabinho, Carolino (Cid), Samuel e Tião, Madureira e Lira, Benedito, Nadinho, (Jorginho), Paulinho e Babá (Buchecha). Na temporada de 1968 o técnico foi Osni do Amparo e na de 1970 , uma comissão técnica composta dos seguintes membros: Elthes Côrtes (Eltinho), Valter Mendes de Carvalho (Valtinho) e José Ventura de Andrade; esse trio, sentido-se atingido pela crise que eclodiu o clube às vésperas da importante decisão, resolveu renunciar, cabendo ao técnico campeão de aspirantes, Adilson Romeiro Cardoso (o Dil), assumir a responsabilidade de escalar o time na primeira partida da série “melhor de três”, o que aliás fêz com rara maestria e demonstrando ser um técnico de estrela, ao conquistar sensacional e importante triunfo por 1X0, sendo na segunda partida, quando o Brasil Industrial sagrou-se campeão ao empatar com o Santo Amaro em um tento, dirigido pelo treinador Ari de Souza Filho, antigo zagueiro do América.

E o gigante acordou …

Após o enceramento do campeonato de 1971, verificado em 18 de julho, a diretoria do Brasil Industrial deliberou abdicar à prática do amadorismo “Marrom”, em favor de um amadorismo puro para justificar acima de tudo a acepção da palavra. Promoveu então uma renovação total no departamento de futebol, partindo do princípio de que o atleta que desejasse permanecer ou ingressar no plantel, o faria somente por amor à camisa. Apesar do descrédito da maioria dos chamados “entendidos” no assunto, o Brasil Industrial armou seu quadro principal com todos os atletas, egressos das divisões inferiores, autênticas “prata da casa”, conservado apenas Lyra e Benedito, os quais prontamente colocaram-se à disposição do clube, devidamente enquadrados e de acordo com o critério empregado. Hoje, possui o Brasil Industrial um excelente plantel, não faltando grandes craques com o desejo de se transferir para o “Vermelhinho”. Dentre os atletas marginalizados pelo “amadorismo mercenário”, destacam-se atualmente na equipe dirigida pelo Dodoca, como estrelas de primeira grandeza os jogadores Clésio e Animal (aspirantes), Bochecha, Jorginho, Sidney, Moacir, Cid, Azizo, Paulinho (todos sem vez) e Sérgio Horácio que atuava nos aspirantes do Tupy, é hoje com todas as honras do “gênio” ídolo da grande torcida alvi-rubra. Os primeiros resultados, como era de se esperar, não foram alentadores, todavia a habilidade e o otimismo do treinador Dodoca, contribuiu de forma decisiva para a rápida ascensão do time e já no turno de classificação da Taça da Cidade, surpreendia aos incrédulos com uma campanha espetacular, classificando-se em primeiro lugar, ao lado do Seropédica, com apenas 3 pontos perdidos, sendo que no turno final, a equipe deslanchou mais ainda e mostrou toda a sua pujança ao conquistar a Taça da Cidade sem uma derrota sequer.
Com a equipe montada em termos de “máquina de jogar futebol”, produzido um futebol vistoso, prático e objetivo, onde a solidariedade era e é a tônica entre os jogadores, pôde a diretoria preocupar-se ao mesmo tempo com outros problemas pendentes, sobretudo o do patrimônio, partindo então para a remodelação do alambrado e planejamento de outras obras carentes; os ferros improvisados e superados que sustentavam o antigo alambrado já corroído pelo tempo, foram substituídos por 164 postes de cimento, no valor de Cr$2.520,00, cuja importância foi paga parceladamente em quatro prestações de Cr$630,00. Após a fixação dos postes, foi construído um paredão de concreto com 60 cm. de altura para a colocação do novo alambrado. Em tudo isso, a participação do quadro social foi marcante pela sua adesão maciça à campanha do cimento, instituída pela diretoria nessa etapa e a cifra acima mencionada foi acrescida de Cr$1.000,00, aproximadamente, incluindo-se mão de obra e aquisição de areia e pedra britada.
Abrimos aqui um parênteses para uma citação especial à grande ajuda que nos foi dada pela Prefeitura Municipal, cujo prefeito, Sr. Nicola Salzano, dentro das possibilidades, incentivou ao máximo os dirigentes do clube na fase inicial das obras de remodelação do alambrado, tendo emprestado ao clube uma betoneira que muito contribuiu para o aceleramento das obras, além da cessão de um excelente pedreiro que trabalhou, durante aproximadamente 30 dias. Depois de uma paralisação forçada, a diretoria volta suas vistas para a construção de uma gigantesca arquibancada em concreto armado, visando três finalidades distintas: 1º ) conforto aos espectadores; 2º ) dar um melhor aspecto ao centro da cidade; 3º ) enriquecer o patrimônio e criar fontes de renda, visto que, sob a mesma serão construídas várias lojas para aluguel.

Fomte: Portal de Paracambi

 

[img:tupy_de_paracambi.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Carinhosamente chamado pelos seus torcedores de “Expresso Verde e Preto”, o Tupy Sport Club começou a escrever a sua história gloriosa no dia 1º de janeiro de 1922, data de sua fundação.
Iniciou suas atividades ocupando uma área cedida por Afonso Nabuco de Araújo que detinha a posse da propriedade, que pertencia efetivamente à Companhia Têxtil Brasil Industrial e à Fazenda Nacional de Santa Cruz, administrada pelo INCRA.
Prestamos nossas homenagens aos saudosos Tupyenses que iniciaram o processo de formação desse tradicional clube, de seu patrimônio conseguido com heróicas lutas, inclusive judiciais, da sua consolidação como motivo de orgulho para a história de Paracambi e da família Paracambiense.
Devido às várias enchentes ocorridas no local, todo o acervo histórico e documental da época foi perdido (atas, estatuto, etc.), restando apenas informações através de testemunhos de pessoas da época. Desta maneira sabe-se que Gentil Costa e Júlio Marques, entre outros, foram membros fundadores.
Existe documento de estatuto do Tupy registrado em 1937 no Cartório de Maximiano de Carvalho, no antigo distrito de Paracambi, município de Vassouras.
Entre os inumeráveis craques de futebol que passaram pelo seu plantel, podemos destacar um dos maiores da história do futebol brasileiro e mundial: o zagueiro Domingos da Guia, o “Divino”.
Apesar de se acharem em estado lastimável, devido às várias enchentes ocorridas em todo o município, na época, ainda restam antigas atas, a mais antiga delas lavrada no dia 3 de fevereiro de 1948, na qual conta o termo de posse da seguinte diretoria, a mais antiga com registro oficial:
Presidente Magno Damasceno Machado
Vice-presidente Achilles Pereira dos Santos
Tesoureiro Antônio Pinto Coelho
Comissão de Esportes Osvaldo Delgado de Morais e Silvio Teixeira
Secretário Felippe Maia Soares
Nesta diretoria, devemos dar destaque ao saudoso professor Felippe, que além de seu trabalho na diretoria, secretariando todos os expedientes do clube, orientando todos os procedimentos, ainda era cidadão de destaque na comunidade. Como um dos homens mais cultos da história de Paracambi ensinou ciências exatas a mais de 80 % da população escolar, na época. Infelizmente ainda falta o reconhecimento público ao trabalho deste educador.
Das diretorias seguintes, até meados da década de 50, não poderíamos deixar de destacar: Humberto Machado (Toco), Manuel Avelino, Gelson Apecuitá, Antônio Apecuitá Filho (ex-prefeito), Miguel da Silva Borges, Délio Bazílio Leal (1º Prefeito de Paracambi), Duel Ramalho, Sabatino Giannecchini, Athaíde Filismino,, Nair Ramalho, Raphael Farnesi, Balthazar Goes, Íris Giannecchini, Veríssimo de Lucas Machado, Agostinho Felipe de Almeida, Olimpio José Soares, Isnarde Campelo, Altacy de Souza Neto, Arminio de Oliveira, Antônio Botelho, Frâncico Farnesi, José Farnesi, Almir Alves de Souza, Wilson Pinto Coelho, Vicenzo Giannecchini, Francisco Botelho, Dorival Ferreira de Azevedo, Manoel da Rocha, Amâncio Garrido Portela, José Augusto Poncioni, Armando Griecco, Orestes Tussini, Carlos Barbosa Corrêa, David Leal, Darcy Schiavo, Damião Soares de Oliveira, Almando Pinheiro da Silva, José de Andrade Costa Mattos, Ennes Reis, Edayr Nunes Netto, Oldivan Saldanha, Celso Giannecchini, Ataíde de Souza, Jaime Torturella, Aristides Canepa, Mário Bottoni, Adecy Coutinho, Norival Sericio de Gouvêa, Pedro Paulo de Souza, Durval Joaquim Pereira, Sergio Campos de Oliveira, Lucy Neves, Alberto de Paula Lanas, Moracy Franco, Osni do Amparo, Norival Alves, José Halfeld Filho, Carlos Magno Machado, Milton Alves da Silva, Dair Motta da Silva (Cirrico), Welington Raposo (Lilito), Celso Alves, Alberto Campos e especialmente do Sr. “Batuta”.
Das diretorias empossadas à partir da segunda metade da década de 50, não podemos esquecer: Manuel Villela, Wilton Pinto Coelho, Jubel Machado, Omar Monteiro dos Reis, Danilo Campana Portela, Waldemiro Dias Barreto, Valter de Almeida, Sirley Ramos, Veríssimo Omar Machado, José Amâncio Campana Portela, Amâncio Campana Portela, Walter Campana, Manoel da Silva, Hilton Bastos, Ítalo Salzano, Toninho Banana, Eldom de Paula, Antônio Canedo, José da Luz (Zezé), Jorge de Oliveira, José Aizemberg, Lindemberg Magalhães, Jorge Albernaz, Sebastião Fernando Pires, Roque Bottoni, Hamilton Raposo, Vitor de Mattos Bello, Pedro dos Santos, Paulo César Reis, Manuel Rentz (Mané Tortinho), Gisberto Giannecchini, Nelson de Almeida, Eridam dos Santos Gouvêa, Carlos César (Careca/Ida), Alair Romão da Costa, Edílson Vaz, Gilson Vaz, Joaquim de Paula Teixeira (Sabará), Jorge Roberto Ferreira, Márcio Armond da Costa, Agostinho Felipe de Almeida Filho, Antônio Ovídio, Nélio de Almeida, João Ângelo Giannecchini, Sabatino Giannecchini Neto, Edson Xavier, Giovani Giannecchini, Rogério Anderson Baptista, Júlio César Cândido Gomes, Itamar Gomes e muitos outros tupyenses, como os saudosos atletas: Drico, o maior artilheiro cabeceador da história do futebol do estado do Rio de Janeiro, Luiz Orlando, com suas incríveis bicicletas, Ferrinho e Tutina, este contundiu-se gravemente jogando pelo Tupy e infelizmente não mais recuperou-se, continuando a ser o conhecido “Federal” somente fora das quatro linhas.
Além destes citados craques, o Tupy teve dezenas de renomados jogadores, dignos de vestir a camisa de qualquer time de futebol. Entre muitos, poderíamos citar: Paulo César de Oliveira e José Robson de Menezes (vitimados em trágico acidente automobilístico).
Outros destaques na história do Tupy, que não podem ser esquecidos: Afonso Cerqueira, Dalto de Faria, Cláudio Thurler de Lima, José Eduardo de Medeiros (Zeca), todos Presidentes, com exceção do Dalto, e também os irmãos Ferreira, Lula, Célio, Nega, Fiinha, Vicki, Haroldo, Sezinando (Pepica).
Provavelmente esquecemos muitos outros mas não faltará oportunidade para que seja feita a justa recordação de todos que construíram este patrimônio.
Outros destaque, dos muitos da história do Tupy foram os “tempos dourados”, quando o clube possuía sua sede social na rua Dominique Level, onde hoje está situado a Casa de Lanches. O imóvel, na época pertencia ao saudoso Luiz de Souza Netto, que, indiretamente, teve participação importante, nos anos 50, na fixação da sede na rua Nair Ramalho, sendo que detalhes desta participação se encontram nas atas.
Após a mudança para a rua Dr., Nilo Peçanha, onde hoje se encontra a agência da Caixa Econômica Federal, o clube promoveu vários eventos sociais que deixaram saudades. Entre estes eventos despontavam os bailes animados pelo único conjunto musical de Paracambi, Silvio de Carvalho. Os diretores sociais que primavam por esses belos momentos, inclusive os concursos e bailes da Rainha do Clube e da Primavera, eram Welington Raposo, Altacy de Souza Neto (Lelica), Isnarde Campelo, Pedro dos Santos, Raphael Farnesi, Melciades Corrêa, Lucy Neves, Délio Bazílio Leal, Antônio Botelho, Carlos Morais e outros que dignificaram o passado social do clube.
Ressaltamos ainda os bailes das formandas em Corte e Costura da Escola da Professora Rosa. O Tupy teve também as suas musas, como Nilza Pinto Coelho, Aída Alfano, Marilene Poncione Menozzi, Maria José de Morais Laureano, Maria da Penha Botelho (Maricota), Gessy do Amparo, Enny Neto, Maria Aparecida Poncione, Ilza Rodrigues, Lea Flores, Marlene Lavras e Dirce Lavras, que desfilaram naquela época as suas graças e belezas em nome do verde e preto.
Esta é a história bastante resumida do Tupy, que contou também com inúmeros fatos pitorescos e inusitados, como por exemplo o fato de ter servido ao Poder Judiciário, antes da inauguração do Fórum, ao ceder a sua sede para o julgamento de um dos casos policiais mais famosos em toda a história do Brasil: o caso do “Assalto ao Trem Pagador”, executado pelo “Tião Medonho” e sua quadrilha.

Fonte: Portal de Paracambi

 

Internacional Athletic Club

Fundação: 07 de janeiro de 1917
Endereço: Parnaíba-PI
CEP: 64.202-000
Site: Não tem
Situação do clube: Extinto

Títulos:
2 Campeonatos da Liga Piauiense de Esportes Terrestres, de Parnaíba: 1921 e 1928

Disputou o campeonato estadual entre 1917 e 1940, pela Liga de Parnaíba. O primeiro presidente foi Samuel Bompet.

[img:internacional.jpg,full,vazio]
O registro fotográfico mais antigo do futebol piauiense data de 31 de maio de 1917
e retrata o time posado do “International”, de Parnaíba. Segundo informação,
este time venceu o Parnahyba por duas vezes.

Se alguém conseguir decifrar o escudo eu agradeço… rsrsrsrsrs

Fonte: www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

[img:macambira_se.jpg,full,alinhar_esq]

Nome Oficial: Macambira Futebol Clube
Fundação: 23 de novembro de 2003
Situação: Profissional
Endereço: Avenida Ana Luiza Dortas Valadares, s/n – Centro – Macambira-SE
CEP: 49.565-000
Telefone: (79) 9974-1578
Estádio: Severão em Macambira-SE
Presidente: José Santos Menezes
Em 2009 disputará a Série A2 do campeonato sergipano.

Fonte: www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

[img:Atl__tico_Cerrado.jpg,full,vazio]
Atlético Cerrado

[img:Interporto.jpg,full,vazio]
Intercap (até que enfim um com qualidade!!! rsrsrs)

 

Pessoal tomei a liberdade de “consertar” a pata do pegasus pois estava completamente deformada!!!

Abraços

[img:Aureny_III.jpg,full,vazio]

 

[img:cocal_do_sul.jpg,full,vazio]

 

[img:pimentense_novo.jpg,full,alinhar_esq_caixa]O presidente do Conselho Deliberativo do clube, Análio Neto, filho de Rubens, foi o responsável pela mudança do escudo da equipe, no início do ano de 2008.

- Meu filho, que entende muito de futebol, mas não joga nada, tomou esta decisão. Resolvemos seguir quem está bem, e o Furacão é um ótimo exemplo. A homenagem foi correta, temos um grande número de paranaenses morando nesta região. Podemos ser um filho adotivo do Atlético-PR no futuro, seríamos muito gratos – disse Rubens.

Fonte: Globo Esporte

 

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Talvez nenhum país no mundo dê tanta importância ao futebol como o nosso país faz. O Brasil pára nas decisões e lota os estádios do Oiapoque ao Chuí. São milhões de apaixonados pelo esporte introduzido no Brasil por Charles Miller, no final do século XIX. Os que não assistem aos espetáculos são minoria absoluta, pois, ou é ruim da cabeça ou doente do pé. A arte futebolística tomou conta do sangue brasileiro impossível o separar da bola, um eterno caso de amor.
O Times do Brasil é uma revista virtual que reúne dados estatísticos e históricos que envolvem a maior paixão nacional em suas curiosidades. Nosso objetivo é contribuir para o conhecimento, estudos e pesquisas sobre clubes e campeonatos, colhendo o máximo de informações que não podemos deixar se perdendo com o tempo.Nossa visão é tornar o Times do Brasil, através de todos os seus recursos e possibilidades, uma referência nacional na concentração de conhecimentos.

Galera o site está de volta!!!

Com um design muito mais interativo o site ficou mais belo, com mais qualidade de informações, além de mais facilidade na navegação.
Aguardo por críticas construtivas, pois a ajuda de todos vocês serão muito bem vindas.

*Não adianta criticar o site por não estar completo, pois como já disse trabalho sozinho
E minha intenção é todo dia inserir novidades, como se fosse um blog.

Desde já agradecido

Abraços a todos

Diogo Henrique

www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

[img:Cruzeiro_ROBR_1_.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Há anos, George W. Bush iniciava o seu segundo mandato na presidência dos Estados Unidos, o mundo conhecia o novo papa, Bento XVI, e a seleção brasileira ainda era vista como a grande favorita ao título da Copa do Mundo de 2006. Já em Porto Velho, acontecia a última vitória do Cruzeiro de Rondônia, o pior time do Brasil na atualidade.
Após vencer o Pimentense por 1 a 0, no dia 26 de maio de 2005, a equipe disputou 22 jogos oficiais. Foram quatro empates e 18 derrotas. Acredite, nenhuma vitória. E nem os amistosos salvaram. Em 14 partidas não oficiais, foram cinco empates e nove derrotas.
Eu não agüento mais perder. Nem lembro mais da emoção de sair de campo vitorioso. Só grito para reclamar do time, nunca para comemorar. Daqui a pouco vamos bater o recorde do Íbis – desabafa o presidente do clube, Domingos Machado, mais conhecido como Loló.
E ele tem razão. Faltam apenas seis meses para o Cruzeiro de Rondônia quebrar a marca de três anos e onze meses sem vitórias do Íbis, no início da década de 80. Entre os dias 20 de julho de 1980 e 17 de junho de 1984, o clube de Recife disputou 55 jogos oficiais, alcançando a inacreditável marca de sete empates e 48 derrotas.

[img:lol___1.jpg,full,vazio]
Loló é presidente, técnico e único torcedor

A situação do clube de Porto Velho é preocupante. Não há dinheiro nem mesmo para a confecção dos uniformes. Na Segunda Divisão do Campeonato Rondoniense de 2008, a tradicional camisa azul e branca deu lugar ao preto e branco.
“Como não tinha uniforme, arrumei umas camisas pretas com um amigo e dei aos meus jogadores. O regulamento não diz nada que proíba tal medida. Logo, prefiro jogar sem o uniforme tradicional do que ver o meu Cruzeiro fora das competições”, explica Loló.
Também falta dinheiro para pagar os salários. Apesar dos valores serem baixos, – foram prometidos R$ 300 por mês a cada atleta, nenhum dos 18 jogadores do elenco deste ano recebeu um centavo sequer, por enquanto.
“Todos os jogadores defenderam o Cruzeiro por apenas dois meses, pois é o tempo de duração da Série B de Rondônia. Mesmo assim, ainda não vimos a cor do dinheiro. Se formos depender apenas do clube, morremos de fome. Quando tínhamos jogos fora de casa, os adversários que pagavam as nossas refeições. Prefiro ficar sem clube do que continuar no Cruzeiro em 2009”, diz o atacante Jefferson Lopes, o Belo, que marcou apenas um gol nos seis jogos da equipe na Segunda Divisão.
Assim como todos os outros jogadores do Cruzeiro, Jefferson precisa de um outro emprego para sustentar a família. Ele trabalha como vigilante num banco de Porto Velho. Nem mesmo os membros da comissão técnica vivem apenas do futebol. Também sem receber pelos dois meses de serviços prestados neste ano, o auxiliar técnico Cristiano trabalha como soldador e teve de ir aos jogos de bicicleta, já que nem mesmo a condução era paga pela diretoria.
Ele garante estar cansado de perder, mas sugere uma solução para acabar com o jejum de três anos e cinco meses:
“A coisa está preta mesmo. Nossos maiores feitos nos últimos anos foram alguns empates, vitória nem pensar. Mas quem sabe nós não conseguimos marcar um amistoso contra o Tabajara para obtermos esta tão esperada vitória”, ironiza.

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Cruzeiro, de azul, só não caiu para a Terceira Divisão de Rondônia porque ela não existe

Fonte: Globo Esporte

 

[img:igaci_al_1.jpg,full,vazio]

Igaci-AL

Esse também eu tinha feito… rsrsrs
Abraços

 

Fala galera… me desculpe a sumida do blog, pois peguei um serviço aki grande que tive que fazer em casa e lá não tenho internet.
Mas vamos lá, como não se acha escudos de qualidades das seguintes equipes, tive que redesenhar e estou colocando a disposição de quem estiver interessado.
Abraços!!!

[img:canario_1.jpg,full,vazio]
Canário Esporte Clube-AP

[img:caldeira_marituba_1.jpg,full,vazio]
Caldeira Esporte Clube-PA

[img:colo_colo_1.jpg,full,vazio]
Colo Colo de Futebol e Regatas-BA

[img:feirense_1.jpg,full,vazio]
Feirense Futebol Clube-BA

[img:ipitanga_1_2.jpg,full,vazio]
Esporte Clube Ipitanga-BA

[img:liberato_de_castro.jpg,full,vazio]
Atlético Liberato de Castro-PA

[img:lokomotiv_jaruara.jpg,full,vazio]
Lokomotiv Jaruara Futebol Clube-PA

[img:world_play_s.jpg,full,vazio]
World Play’s Sports-PA

 

[img:riostrense.jpg,full,centralizado]

Os habitantes de Silva Jardim que gostam de futebol terão que partir para Rio das Ostras para acompanhar o time da cidade no Campeonato Estadual da Segunda Divisão. Sem patrocínio da iniciativa privada na cidade e sem o apoio do poder público, a permanência em Silva Jardim ficou inviável. A ida para Rio das Ostras foi acertada com políticos locais, o que garante o apoio do poder público municipal ao novo clube.
Assim, o ex-Azul e Branco agora adotará as cores Laranja e Preto e passará a se chamar Riostrense. A nova sede do clube fica a aproximadamente 75 km de Silva Jardim. Todas as atividades ficarão concentradas em Rio das Ostras e a equipe profissional deverá mandar seus jogos no Estádio Emília Rosa Guimarães, no Jardim Mariléa.

Fonte: www.timesdobrasil.hd1.com.br

 

Para quem precisar, pode ficar a vontade…

[img:varzea.jpg,full,centralizado]

 

O Campeonato Carioca, que chega a sua 105ª edição (1906 a 2009), tem riquíssimas histórias para contar nos seus 103 anos. Poucos sabem com precisão quando e quantos clubes chegaram aos 1.000 jogos na competição mais charmosa do país.
Dos 68 times, que já participaram do Estadual, nove já alcançaram o milésimo jogo: Fluminense, Botafogo, América, Flamengo, São Cristóvão, Bangu, Vasco da Gama, Bonsucesso, Olaria e Madureira.
Neste ranking seleto, das dez equipes, apenas três venceram (Botafogo, América e Flamengo), outros quatro empataram (Fluminense, São Cristóvão, América e Vasco da Gama) e três saíram de campo derrotados (Bonsucesso, Olaria e Madureira).

A PRIMEIRA A GENTE NUNCA ESQUECE
[img:fluminense.gif,full,alinhar_esq_caixa]O FLUMINENSE FC foi o primeiro clube a alcançar os mil jogos, no dia 26 de novembro de 1961. O jogo aconteceu na Rua Bariri, e o Tricolor das Laranjeiras ficou no empate com o Olaria de 2 a 2. Humberto aos 9 minutos do primeiro tempo e Esquerdinha aos 7 minutos da etapa final fizeram para o Fluminense, enquanto Valter aos 13, e Didi aos 30 minutos da segunda etapa, deixaram tudo igual.

FOGÃO IRRESISTÍVEL: TÍTULO, INVENCIBILIDADE E O MILÉSIMO JOGO
[img:botafogo.gif,full,alinhar_esq_caixa]Dezenove dias depois, o Fluminense foi novamente protagonista de mais um milésimo jogo. Só de que dessa vez quem chegou à marca, foi o BOTAFOGO FR. Disputado no Maracanã, o Clássico Vovô, teve o triunfo do Alvinegro, que venceu por 1 a 0, no dia 14 de dezembro de 1961. O gol só poderia ser do maior ídolo da história do Botafogo: Mané Garrincha marcou aos 6 minutos do segundo tempo. Além da marca, nesse jogo o Alvinegro chegou a 41 partidas invictas e no final, conquistou o título Estadual.

MIL VEZES AMÉRICA
[img:am__rica.gif,full,alinhar_esq_caixa]O AMÉRICA FC, que atualmente disputará a Segundona, já fez grandes jogos. Em 7 de julho de 1963, o Mequinha foi o terceiro clube a chegar aos mil jogos, ao golear o Canto do Rio por 4 a 1, no Estádio Caio Martins, em Niterói. A partida foi pela segunda rodada do primeiro turno. Nelsinho aos 6 minutos abriu o placar para o América; Homero aos 12 minutos empatou para o Cantusca; Sabará aos 41, da primeira etapa recolocou o América em vantagem. No segundo tempo, Zezinho aos 25, e Sabará aos 42 minutos fecharam o placar.

CAMPEÃO DE 1963, MENGÃO CHEGA AOS 1.000 JOGOS
[img:flamengo.gif,full,alinhar_esq_caixa]O CR FLAMENGO, que só passou a disputar o Estadual em 1912, foi o quarto a atingir os 1.000 jogos em cariocas. No dia 10 de outubro de 1963, o Rubro-Negro enfrentou a Portuguesa Carioca, que era o time mandante e escolheu São Januário como palco do jogo. Quis o destino que o clube da Gávea alcançasse a marca no campo do arqui-rival, e com vitória por 1 a 0, gol assinalado pelo volante Nélson, de pênalti, aos 42 minutos do primeiro tempo. Nesse ano, o Flamengo conquistou o título carioca, com destaque para o atacante Airton, artilheiro do time com 15 gols.

CADETES SÃO O QUINTO CLUBE A CHEGAR A CASA DOS MIL
[img:s__o_crist__v__o.jpg,full,alinhar_esq_caixa]O SÃO CRISTÓVÃO FR para quem não sabe, foi o quinto clube a chegar ao milésimo jogo na competição. Pela sexta rodada do primeiro turno, no dia 9 de agosto de 1964, o time Cadete, jogando no seu Estádio de Figueira de Melo, empatou com o Vasco em 3 a 3. Num jogão, o Vasco abriu 2 a 0 no primeiro tempo, com o atacante Mário (aos 2 e 44 minutos). Na etapa final, o meia Valter diminuiu aos 5, mas Célio, de pênalti, ampliou para a cruz-de-malta. Dois minutos depois, Aladim encostou para o São Cri-Cri. E aos 44 minutos, Valter, de novo, igual o placar. Os cadetes terminaram o Estadual na 10ª posição.

BANGUZÃO: VICE-CAMPEONATO COM GOSTINHO 1.000
[img:bangu.gif,full,alinhar_esq_caixa]Vinte sete dias depois, foi à vez do BANGU AC atingir as 1.000 partidas na história da competição. No dia 5 de setembro de 1964, o Alvirrubro enfrentou o América, no Estádio Mario Filho, Maracanã, com um público de quase 10 mil pessoas. Apesar de uma partida bastante disputada do início ao fim, empate sem gols. O Bangu naquele ano, chegou a decisão contra o Fluminense, mas acabou perdendo os dois jogos: 1 a 0 e 3 a 0, terminando com o vice.

MACHÃO DA GAMA ALCANÇA A MILÉSIMA PARTIDA EM CARIOCAS
[img:vasco_da_gama.gif,full,alinhar_esq_caixa]O sétimo clube, que completou mil partidas, foi o CR VASCO DA GAMA. No dia 2 de abril de 1972, válido pela sétima rodada da Taça Guanabara, no Clássico da Paz, o time de São Januário mesmo tendo craques como Buglê, Roberto Dinamite e Suíngue, não conseguiu passar pelo bom goleiro Jonas e ficou no empate com o América em 0 a 0, no Maracanã. Com uma renda de Cr$ 128.233,00 e um público de 20.235 pagantes. Naquele ano, o Vasco acabou na terceira posição, atrás de Fluminense (vice) e Flamengo (campeão).

BONSUÇA ESTREIA EM 1978 COMPLETANDO 1.000 PARTIDAS
[img:bonsucesso.gif,full,alinhar_esq_caixa]O BONSUCESSO FC foi o oitavo clube a alcançar a marca histórica de 1.000 jogos em cariocas. A data especial aconteceu, no dia 3 de setembro, na estreia do Campeonato Estadual de 1978, contra o América, no Estádio Volnei Braune, no Andaraí. O Leão da Leopoldina foi derrotado por 2 a 0, mas no final terminou na sétima colocação, com 17 pontos, na frente de Bangu, Campo Grande, Madureira, Olaria e Portuguesa. Atualmente, o Rubro-anil é o 11º colocado no Ranking geral (1906 a 2009), com 742 pontos, em 1.126 jogos: 245 vitórias, 252 empates, 629 derrotas; marcando 1.409 gols e sofrendo 2.505, com um saldo negativo de 1.096.

ROMÁRIO E OLARIA… MIL E TUDO A VER
[img:olaria.gif,full,alinhar_esq_caixa]Dezoito anos depois, foi à vez do OLARIA AC chegar a incrível marca, se tornando o oitavo clube a alcançar 1.000 jogos. O time que revelou Romário, que 12 anos depois chegaria ao milésimo gol na carreira, também teve o seu dia Mil. A partida histórica aconteceu, no dia 22 de fevereiro de 1995, pela oitava rodada da taça Guanabara. Jogando no Estádio Mourão Filho, na Bariri, o Olaria acabou sendo derrotado pelo América pelo placar de 3 a 1. A festa parecia que seria do Olaria, já que o atacante Júnior, emprestado na época pelo Vasco, abriu o placar aos 3 minutos do segundo tempo. No entanto, Álvaro (29 min), Gilson (30 min) e Maurício (32 min), deram a vitória ao Mequinha. O time olariense terminou a competição daquele ano na décima quarta colocação.

TRICOLOR SUBURBANO É O DÉCIMO A CHEGAR AO MILÉSIMO JOGO
[img:madureira.gif,full,alinhar_esq_caixa]O último a completar a seleta lista dos mil jogos, foi o MADUREIRA EC. No dia 2 de junho de 1996, o Tricolor Suburbano enfrentou o Vasco da Gama, em São Januário. Apesar de ter jogadores de expressão como o goleiro Acácio, o volante Bonamigo e o atacante Gilson, o Madureira acabou goleado por 5 a 1. Demetrius abriu o marcador para o Madura aos 16 minutos, mas depois só deu Vasco. Assis, irmão de Ronaldinho Gaúcho, empatou aos 39 minutos do primeiro tempo. Nilson fez aos 5 e 10 minutos, e Válber aos 12 e 41 minutos da segunda etapa. No final, o Madura encerrou a sua participação no Estadual, na décima primeira posição.

OS PRÓXIMOS CANDIDATOS A 1.000 JOGOS SOMENTE DAQUI A DUAS DÉCADAS
O décimo primeiro clube, que pode chegar à milésima partida em campeonatos cariocas é: PORTUGUESA CARIOCA e AMERICANO DE CAMPOS. No entanto, essa marca vai demorar um pouco, já que o rubro-verde da Ilha, que atualmente disputa o Carioca da Série B, está com 724 jogos, restando 276 para chegar a 1.000.

Se a fórmula de disputa do Campeonato Carioca não mudar nos próximos 19 anos e a PORTUGUESA CARIOCA conseguir o acesso para a elite do Rio, esse ano, ela alcançará a marca de Mil partidas em 2029 (levando em consideração que ela não caia e não chegue às semifinais ou finais).

Já o AMERICANO DE CAMPOS, fechará o Carioca-2009, com 695 partidas (se o time chegar às semifinais e finais da Taça Guanabara e Taça Rio, esse número pode variar de 696 a 699 jogos). Sem contar com o rebaixamento, as fases semifinal e final, o Alvinegro Campista chegaria ao Milésimo jogo, no Campeonato Carioca de 2030.

CURIOSIDADE: MECÃO O ESTRAGA PRAZER
Nessa dezena de jogos, que marcaram a milésima partida em cariocas, um fato curioso. O AMÉRICA FC, além de ter vencido na sua partida de número 1.000, foi um estraga prazer, já que enfrentou quatro equipes nesta data história e não perdeu para ninguém. Foram duas vitórias (2 a 0 no Bonsucesso, 3 a 1 no Olaria) e dois empates (0 a 0 contra Bangu e Vasco). O Vasco da Gama encarou dois adversários e também saiu invicto: 3 a 3 contra o São Cristóvão e 5 a 1 no Madureira. O Botafogo fez apenas um jogo, mas não perdeu: 2 a 2 com o Fluminense.

Fonte: Jornal dos Sports

 

[img:gremio_mendes.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Nome: Grêmio Futebol Mendense
Data de Fundação: 1989
Endereço: Mendes-RJ
CEP: 26700-000
Web site: não tem
Situação do clube: amador

Títulos:
Nenhum

Estádio:
[img:cipec_1_2_3.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Campo do Cipec
Nome Oficial: Estádio Isa Fernandes
Capacidade: 2.000 pessoas
Endereço: Rua Dn. Maria Caetana, 50 – Centro – Mendes-RJ
Proprietário: Cipec Esporte Clube

Fundado em 1989, a equipe é tradicional e já disputou vários Campeontos Amadores da Cidade.

Fonte: Arquivos pessoal

 

[img:ideal_de_mendes.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Nome: Ideal Futebol Clube
Data de Fundação: desconhecida
Endereço: Estrada de Martins Costas – Martins Costas – Mendes-RJ
CEP: 26700-000
Web site: não tem
Situação do clube: amador

Títulos:
Nenhum

Estádio:
Campo do Ideal
Capacidade: Não há arquibancadas
Endereço: Estrada de Martins Costas – Martins Costas – Mendes-RJ
Proprietário: Ideal Futebol Clube

A equipe é uma das mais conhecidas da cidade e já disputou vários campeontos amadores.

Fonte: Arquivos pessoal

 

[img:oriente_de_mendes.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Nome: Oriente Esporte Clube
Data de Fundação: Desconhecida
Endereço: Eng° Morsing – Mendes-RJ
CEP: 26700-000
Telefone: -
Fax: -
Situação do clube: Amador

Títulos:
Nenhum

Estádio
Campo de Morsing
Capacidade: Não há arquibancadas
Endereço: Estrada de Morsing – Mendes-RJ
Proprietário: Oriente Esporte Clube

[img:oriente_de_mendes_1.jpg,full,alinhar_esq_caixa]

A equipe representa o bairro de Morsing, disputa o campeonato amador da cidade e tem muita rivalidade com as equipes do Centro da Cidade.

Fonte: Arquivos pessoal

 

[img:santa_rita_de_mendes.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Nome: Associação Atlética Santa Rita
Data de Fundação: desconhecida
Endereço: Rua Prefeito Marco Antônio Caramez – Santa Rita – Mendes-RJ
CEP: 26700-000
Telefone: -
Fax: -
Situação do clube: amador

Títulos:
3 Copas Cidade de Mendes: 2000, 2003 e 2006

Estádio

[img:santa_rita.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Campo do Santa Rita
Capacidade: Não há arquibancadas
Endereço: Rua Prefeito José de Macedo – Santa Rita – Mendes-RJ
Proprietário: Associação Atlética Santa Rita

A equipe é uma das mais tradicionais de Mendes, representa o bairro de Santa Rita e já disputou vários campeontos amadores da cidade. Tem como força maior sua torcida.

Fonte: Arquivo Pessoal

 

Conheça Seu Lamas, um gaúcho aposentado cheio de histórias para contar

[img:seu_lamas_01.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Começou por acaso. No estilo como quem não quer nada, Francisco de Paula Euzébio Lamas, ou Seu Lamas, se tornou um desbravador de estádios de futebol. Talvez o único no Brasil e até no mundo. Este gaúcho de 61 anos tem um passatempo inusitado: visitar os campos de várias partes do planeta para tirar fotos. Orgulhoso, ja fez as contas dos mais de 2.200 locais por onde passou.
Jogador profissional do Farroupilha de Pelotas, entre 64 e 68, o ex-meio-campista decidiu deixar as chuteiras de lado por questões econômicas. Se formou em eletrotécnica e percebeu que ganharia mais dinheiro com o novo ofício, mas sem deixar a paixão pelo esporte de lado.

- Não foi uma coisa pré-determinada ou programada. Sempre gostei de futebol. Quando parei de jogar, a cada viagem de passeio e de férias que fazia, eu fotografava os estádios de futebol, principalmente aqueles mais conhecidos. Posteriormente, tive a ideia de fotografar estádios menores também. Em todas as viagens eu registrava vários estádios. Por onde eu passava ia conhecer – disse.

Na coleção, tem imagens dos principais gramados do mundo. Conhece palcos de jogos de futebol da América do Sul, Europa e até nos Emirados Árabes. Em alguns, registra apenas uma foto. Em outros, faz duas ou três. Com isso, tem cerca de 7 mil guardadas em vários álbuns. Além delas, recorta figuras e informações de revistas que trazem detalhes de cada local.

- É um trabalho de pesquisa. Vou pesquisando em revistas, jornais, internet, televisão e vou programando para a viagem. Onde tem estádio de futebol, eu programo chegar lá e tirar a fotografia. Quando eu saio para a viagem, tenho a programação de quais estádios vou conhecer, os locais que vou visitar e dentro do período disponível – explicou.

Assim como deixar o futebol ocorreu de forma natural, a coleção cresceu aos poucos. Tanto que ele sequer imaginava ir tão longe quando tudo começou, na década de 70.

- Eu não tinha nem ideia disso. Comecei aos poucos e fui conhecendo. Não tenho nem noção de até quando eu vou fazer isso. Não me preocupa. Eu também não quero apenas conhecer os estádios. Eu aproveito a viagem para ver os pontos turísticos das cidades – contou.

Missões (quase) impossíveis

[img:seu_lamas_02.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Estádio do Manchester United, Inglaterra

Seu Lamas não tem um time de coração. Conseguiu fugir até da rivalidade que existe no Rio Grande do Sul. Grêmio ou Inter? Nenhum (ou os dois). É sócio de ambos, vai a todos os jogos da Dupla e também prestigia os pequenos. Na infância, era são-paulino, em São Paulo, e americano, no Rio. Na coleção de fotos, poucas vezes aparece em estádios cheios ou com bola rolando. A finalidade é fotografar e não assistir aos jogos. Mas a missão nem sempre é tranquila, especialmente no Brasil.

- Na Europa é bem fácil. O pessoal tem prazer em mostrar os estádios e facilita bastante. Mas em alguns lugares aqui na América do Sul, principalmente, a gente tem alguma dificuldade. No Brasil, tive dificuldade de conhecer o estádio da Portuguesa, do Palmeiras, do Botafogo. São locais onde eu tive que ir três ou quatro vezes para poder tirar uma foto. Nos centros de treinamento do São Paulo e do Palmeiras eu fui cinco ou seis vezes. Na Argentina, fui três vezes ao estádio do River Plate (Monumental de Nuñez) e não consegui entrar. Tive que ir uma quarta vez e aí sim marcar a visita para conhecer. Se as coisas são bonitas, por que não mostrar? Seria interessante que eles mostrassem para que a gente pudesse divulgar, falar para os colegas como é o estádio. Mas não é bem assim – reclamou.

Nada que resista à persistência deste aposentado. Qualquer ajuda é bem-vinda, mas se ele não vir o campo com os próprios olhos…

- Eu tenho essa preocupação de conhecer e de uma hora para outra vou lá e terminou. É uma figurinha que está faltando no álbum. Quando consegue, fechou. Para conhecer o estádio do River, tive que ficar um dia a mais em Buenos Aires e esperar o dia de visitação. Como eu estive lá três vezes, falei com um amigo que não tinha conseguido, ele passou de avião sobre o estádio, tirou uma foto e me mandou. Mas eu tinha que ir até lá. Tenho a foto dele no álbum como lembrança, mesmo depois de ter conseguido fotografar – afirmou.

[img:seu_lamas_03.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Casa do Chelsea também foi visitada

Seu Lamas conhece praticamente todos os estádios da Espanha, Portugal, Itália, País de Gales, Suíça, Inglaterra e Emirados Árabes. Recentemente, fez uma viagem para conhecer os da América do Sul: Chile, Paraguai, Equador, Peru e Bolívia estavam no roteiro. Achou muito? Ele quer mais.

- Na Espanha, só não conheço o de Tenerife, que é uma ilha. Eu pretendo um dia chegar. Em Portugal falta os da Ilha da Madeira. Quero fazer uma viagem que eu passe por lá. Na Inglaterra conheço todos da primeira, segunda, terceira, quarta e quinta divisões. Alguns da sexta, sétima e oitava. Visitei os estádios de todo o Sul da França. Faltam alguns do Norte. Na Holanda, conheço o do Ajax e pretendo conhecer os demais. Na Alemanha, visitei a parte Sul. E por aí vai. Na América do Sul, faltam Colômbia e Venezuela – relatou.

A ideia é completar os estádios da França e aproveitar para conhecer Luxemburgo, alguns estádios da Bélgica, Holanda e o Norte da Alemanha. Existe a meta de terminar a América do Sul e a partir disso ele vai decidir o que fazer. Enquanto não chega, Seu Lamas aponta o palco que mais chamou sua atenção. Se é que consegue lembrar de todos.

- É difícil apontar um porque são muitos estádios bonitos. Mas eu cito o Millennium Stadium, em Cardiff, no País de Gales. É um estádio interessante porque ele fecha a parte superior em dia de chuva. É um que chama a atenção, mas conheci vários muito bonitos – lembrou.

Tecnologia, improviso e muita história

[img:seu_lamas_04.jpg,full,alinhar_esq_caixa] O viajante tem todos os estádios catalogados

Seu Lamas tem tantas fotos que várias são repetidas. Muito por culpa das antigas máquinas fotográficas analógicas. Sorte que a tecnologia avançou. Além do tempo, ele poupa dinheiro.

- Agora é muito mais fácil. Inicialmente, batia quatro ou cinco fotos do estádio e não sabia se as fotos ficariam boas. Tenho muitas que sobraram e várias vezes retornei a estádios distantes. Com a máquina digital, você bate e na hora verifica a qualidade. É muito mais fácil de controlar também a quantidade das fotos. Fotografo muito em uma viagem – comentou.

Conhecer tantos países exige, no mínimo, o domínio do inglês. Algo que o viajante não tem. Mas se engana quem pensa que isso é um obstáculo. Muito pelo contrário.

- Eu uso o “Ítaloportunolis”. É a soma do inglês, espanhol, português e italiano. Tudo falado ao mesmo tempo. Não pode ser separado. Mistura tudo e o pessoal entende (risos). Sempre consigo me comunicar, sem dificuldade nenhuma – contou.

Mas quem não se enrola com as palavras muitas vezes teve que se livrar de apuros. No início da aventura, Seu Lamas tinha a companhia da mulher, a simpática Dona Maria, e dos filhos. Com o tempo, passou a ser um “rato de estádios” solitário. Ele guarda histórias curiosas que viveu com a família.

- Minha mulher esteve comigo na Inglaterra, na Escócia, na França. A idade vai passando, vai cansando, ela também tem outras preocupações, tem a saudade do neto, e não me acompanha tanto mais. Eu continuo no meu caminho e passo por algumas situações. Em uma delas, ainda com a minha esposa, o estádio, que ficava na divisa de Mato Grosso com Goiás, estava fechado e eu pulei o muro. Abri um portão para que ela entrasse e logo que entrou tinha uns quinze cachorros que vieram na nossa direção. A sorte é que tinha um outro portão de acesso ao estádio. Entramos, fechamos e aguardamos que eles se acalmassem para a gente poder sair. Foram se afastando, e nós saímos sem problema nenhum – destacou.

Um risco que dá prazer e, acima de tudo, enriquece quem tem paixão pelo esporte e pela vida.

- Isso tudo é história. A gente vive de história. Quem não tem algo para contar não viveu. Temos recordações desde quando as crianças eram pequenas. Bati uma foto do meu guri que tive que encostar ele em uma das traves do Castelão, em Fortaleza. Ele não conseguia nem ficar em pé. A gente tem as lembranças desse tempo que eles acompanhavam. Hoje são adultos. Eu não tenho uma meta de chegar a um número de estádios. Eu tenho duas programações feitas. Se realizar, ótimo. Se não conseguir, não tem problema. Se der para fazer, talvez eu passe para uma terceira – ensinou.

Quem de nós não gostaria de ter um “álbum de figurinhas” assim???

Fonte: Globo Esporte.com

 

[img:eco_estadio_1_1_.jpg,full,alinhar_esq_caixa] O custo de estádios modernos, com o conceito “arena”, já atingiu um nível estratosférico. A Arena Recife-Olinda (que, apesar de secreta, segue como o projeto oficial do estado para 2014) tem um orçamento total de cerca de R$ 235 milhões.
Esse valor é 903 vezes maior que o custo do novo estádio do J.Malucelli, do Paraná, que adotou outro conceito para erguer o seu campo. Nada de modernidade extrema nem enorme capacidade de público. O clube inaugurou em 7 de julho de 2007 o Eco-Estádio (”Jota” 1 x 0 Cianorte). Trata-se do primeiro estádio ecológico do Brasil, em Curitiba. São 6 mil cadeiras em uma arquibancada de grama.
A execução do projeto seguiu à risca a linha do “ecologicamente correto”. A arquibancada foi escavada num barranco no Parque Barigui [img:eco_estadio_2_1_.jpg,full,alinhar_dir_caixa](local que recebe mais de 40 mil visitas aos domingos).
A madeira veio de uma área de reflorestamento, enquanto o ferro utilizado no Eco-Estádio foi retirado de uma ferrovia desativada. Tudo no estádio é rústico. Desde o banco de reservas até o placar eletrônico.
O próximo jogo oficial no Eco-Estádio será no dia 24 de janeiro, entre J.Malucelli e Paraná Clube, na abertura do Estadual.

Futebol e ecologia nunca caminharam lado a lado. A construção de modernos estádios é uma das maiores provas disso: além de gastar milhões, os dirigentes não se preocupam com a agressão à natureza provocada pelas edificações.
JMalucelli Futebol resolveu adequar simplicidade e consciência ecológica na construção do estádio Janguito Malucelli, chamado de Eco-estádio, concebido para causar o menor impacto ambiental possível. Tudo é ecologicamente correto: a arquibancada é escavada na terra, a madeira veio de área de reflorestamento e o ferro, de dormentes de ferrovia desativada.
A nova casa do Jotinha, como é conhecido o quarto clube profissional de Curitiba, fica ao lado de um dos principais cartões postais da cidade, o Parque Barigüi. Mas as pessoas que o visitam aos domingos praticamente não percebem que ali há um estádio de futebol, pois a idéia é manter a harmonia com os quase dois milhões de metros quadrados de área verde da região.

[img:logo_ecoestadio_1_.jpg,full,centralizado]

Anteriormente, o lugar era apenas o centro de treinamentos do time, com um enorme barranco. Hoje, acomoda 6.000 torcedores sentados na arquibancada de grama – com assentos plásticos . O projeto que bilheterias, estacionamento, instalações para a imprensa, loja, bares, banheiros e vestiários.
Rústicos, mas funcionais, alguns detalhes do local chamam a atenção, como o placar e os bancos dos reservas, feitos inteiramente de madeira, assim como as escadas de acesso para as arquibancadas e corrimões.

Fonte: Site do Clube

 

[img:ln_4_.jpg,full,alinhar_esq]

Nome: Clube Atlético Tricordiano
Data de Fundação: 13 de setembro de 1913
Endereço: Av. 7 de Setembro, s/n – Três Corações-MG
Cep: 37.410-000
Telefone: (31) 841-1001
Fax: (31) 841-2999
Web site: www.atleticotc.com.br
Mascote: Galo do Sul

Títulos:
Campeão da Segunda Divisão Mineira 1986 e 1992, disputando a primeira divisão do campeonato Estadual nos anos de 1987 e 1993

Em atividade desde 1913, quando um grupo de apaixonados pelo futebol reuniu-se na casa do Sr. Miguel Ainda e elegeu sua primeira diretoria, tendo como Presidente o Sr. Valério Ludgero de Resende. Inicialmente adotaram a cor vermelha e as iniciais do América do Rio de Janeiro, optando pelo nome de Atlético Futebol Clube. Tempos depois foi proposta uma nova denominação, e por todos aceita. Atlético Clube Três Corações.
A eterna rivalidade esportiva com a vizinha cidade de Varginha é tão antiga quanto o próprio Atlético, pois já na primeira partida, em 20 de janeiro de 1914, houve muita confusão e pancadaria, mas a vitória foi do galo: 2 X 0 .
Em 1927, devido a grandes desavenças entre as diretorias do Atlético e da Associação Esporte Clube, o agente executivo (Prefeito) Cornélio Andrade Pereira foi obrigado a intervir, promovendo a extinção dos dois clubes. Esta decisão duraria até o ano de 1938, quando o médico Dr. Daniel volta do Rio de Janeiro e juntamente com outros companheiros, conseguem reerguer o Atlético. Em 1941, a Liga Esportiva Tricordiana (LET), reunindo jogadores do Atlético, Raul Chaves (Canto do Rio) e Colégio Estadual conquista a Taça Guaraína, a mais importante competição do sul de Minas Gerais. Naquele time jogava Dondinho, pai do maior jogador de futebol de todos os tempos: Pele.
De 1941 até 1966, mesmo no amadorismo, o Atlético formou grandes times e viu despontar inúmeros craques. Em 1960, conquista o difícil e decantado Torneio sul-mineiro. Em 1966, inaugura a sua sede social e , em 1967, forma o primeiro time profissional. Em 1970, disputa o campeonato mineiro da primeira divisão, com jogadores trazidos do Cruzeiro de Belo Horizonte, onde se destaca o ponta direita Roberto Batata. Em 1971, além de formar talvez a sua melhor equipe, ficando atrás apenas dos três grandes da capital: Atlético, Cruzeiro e América, viu o craque Vanderley Paiva, oriundo de suas fileiras (e filho da terra) sagrar-se Campeão Brasileiro, defendendo o Atlético de Belo Horizonte. Depois de um longo período de altos e baixos, o Atlético volta a se destacar em 1986, ano em que se sagra Campeão Mineiro da Segunda Divisão, fato que se repetiria em 1992.

Fonte: Site do Clube
Times do Brasil

 

[img:ExibeImagem.jpg,full,vazio]
TAFEA FOOTBALL CLUB

Fundação: 1980
Local: Port Villa/Vanuatu
Estádio: Korman Stadium (5000 pessoas)
Uniforme: camisas vermelhas com detalhes brancos, shorts e meiões vermelhos
Títulos: 15 Campeonatos Vanuatuense de 1994 a 2008.
Melhor participação em competições internacionais: vice-campeão do Campeonato de Clubes da Oceania (2000/01)
Principais jogadores: Seimata Chillia, David Chillia, Lexa Bibi, Jean Maleb e Alphonse Qorig.

Eis que o time da Oceania quebrou o recorde do clube Skonto Riga, da Letônia este ano ao vencer a Vanuatu Premia Divisen (primeira divisão) pela 15ª vez seguida. A equipe de Port Vila venceu o Westtan Broncos por 3 a 0 na última rodada, chegou aos 22 pontos e não pode mais ser alcançada pelo rival Amical FC, que está na vice-liderança com 16. O êxito do Tafea vem com grande justiça, tendo em vista a soberba participação no torneio com 7 vitórias, 1 empate e nenhuma derrota nos 8 jogos realizados – além do magnífico saldo de 23 gols.

Com esse feito os Tefal Tave i Tepsije detêm a honra de serem os maiores campeões nacionais de forma consecutiva da história do futebol.

[img:tafea.JPG,full,vazio]
Tafea F.C.: maior campeão do planeta

O Tafea Football Club foi fundado em 1980 na cidade de Port Villa, capital de Vanuatu, na Oceania. Apesar de estar situado em um país cujo futebol é praticamente amador, pode se dar ao luxo de estar nos anais do esporte. Desde 1994 é campeão vanuatuense de forma ininterrupta e se tornou o maior vencedor de um campeonato nacional da história do futebol mundial caso quando conquistou a temporada 2008 da primeira divisão do país – foi a 15ª glória seguida. Outro ponto alto do Tafea foi ter chegado às finais do Campeonato da Oceania de Clubes na temporada 2000/01, quando foi derrotado pelo australiano Wollongong Wolves pelo placar de 1 a 0. A equipe forma a base da seleção de Vanuatu nas disputas internacionais. Uma curiosidade que também entrou para a história sobre o time da Oceania é que o atual goleiro, David Chillia, é pai e companheiro de equipe do artilheiro Seimata Chillia – os islandeses Arnór e Eiður Guðjohnsen (pai e filho respectivamente) vestiram a camisa da seleção da Islândia juntos, mas nunca atuaram na mesma partida.

Fonte: Federação Vanuatuense de Futebol
Escudo Soccer Logos

http://futebolhistoria.blogspot.com

 

[img:3930.jpg,full,alinhar_esq]
Na foto aparece o jogador Torbis seguro por atletas e policiais.

O jogo foi realizado no estádio de General Severiano, no dia 23 de dezembro de 1951 pelo campeonato carioca. O Botafogo venceu por 3×0, com gols de Otávio. Braguinha e Otávio. O juiz foi Gimenez Molina.
Nesse ano de 1951, o Botafogo cumpriu uma complicadíssima campanha no campeonato. Nas últimas rodadas se envolveu num conflito medonho em General Severiano, num jogo contra o São Cristovão. A briga foi tão grande que somente terminou com a intervenção da Policia Especial, que atirou bombas de gás lacrimogêneo para todos os lados, ferindo um de seus próprios integrantes. O soldado Ari dos Santos teve sua mão direita despedaçada porque a bomba explodiu antes de ser lançada. Entre os jogadores, porém, nada a lamentar. A não ser o nocaute e os ferimentos no rosto de Nilton Santos que, depois de medicado, ficou por algum tempo ostentando grossos esparadrapos no lábio e na testa como prova de sua participação na luta.
Aos 13 minutos do segundo tempo, quando o Botafogo já vencia por 2×0, o goleiro do São Cristovão Luiz Borracha, saltou para defender um centro sobre sua área e caiu. Pirilo, que vinha na corrida, chutou propositadamente o goleiro, dando prova do seu nervosismo. Torbis reclamou e recebeu um tapa de Pirilo. Foi o sinal para que a briga envolvesse os demais jogadores, dela participando praticamente os 22 atletas. O conflito já durava mais de 10 minutos quando a Policia separou os jogadores. Um deles, estava estirado no gramado, desmaiado: Nilton Santos. Posteriormente, tudo ficou esclarecido. O zagueiro do São Cristovão, Torbis, que já estava enfurecido pelo tapa que levou de Pirilo, pegou o Nilton Santos e lhe deu uma dentada nos lábios que levou alguns pontos e tempo para sarar.
Para completar. A primeira providência do juiz Molina foi expulsar os vinte e dois jogadores. Dirigentes dos dois times, preocupados com as próximas rodadas do campeonato, conseguir demover o arbitro de sua idéia. Molina, pressionado, expulsou apenas Pirilo e Paraguaio do Botafogo e Luiz Borracha e Torbis do São Cristovão. O jogo teve prosseguimento, num clima tenso e o Botafogo ainda conseguiu fazer seu terceiro gol. Quando o jogo terminou, a torcida do Botafogo tentou agredir os jogadores do São Cristovão. Foi necessário que a Policia Especial entrasse em ação e um guarda foi ferido. Uma hora depois, ânimos serenados, o ônibus o São Cristovão deixou General Severiano, enquanto Nilton Santos, nos vestiários, era socorrido, de lá levando vários pontos na testa e nos lábios.

Fonte: O Esporte Ilustrado

 

O juiz foi o senhor Batista Cortes, arbitro da Federação Alagoana de Desportos, hoje Federação Alagoana de Futebol. O jogo aconteceu no campo do mutange no ano de 1963 entre Guarani do Poço e CSA. Era uma partida pelo campeonato alagoano da primeira divisão. Batista Cortes nunca negou que era um torcedor do CSA.
O CSA, clube dos mais tradicionais do futebol do Nordeste, era o total favorito. O Guarani do Poço, recém integrante do campeonato alagoano, era um time bem armado, mas com poucas chances de vencer. O jogo se arrastou até quase o seu final e o zero a zero se mantinha. Quando todos acreditavam que o gol não ia acontecer, surgiu o lance aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo. Uma bola lançada na área do Guarani e o artilheiro do CSA, Clovis, meteu a cabeça na bola e marcou o gol da vitória. Alegria geral dos azulinos. Tristezas dos rubros negros. Neste momento, o arbitro que sempre foi torcedor do CSA, apitou o final do jogo, e desmaiou.
Todos, ou quase todos, afirmam que ele desmaiou de emoção pela vitória do seu clube. Outros, não acreditam. Batista Cortes afirma que desmaiou porque o sol estava muito forte (o jogo começava as 15 horas) e a cinta que usava estava apertada. A noticia ganhou o mundo e foi matéria para a revista O CRUZEIRO, na época, a melhor revista do Brasil. Esta história está registrada no depoimento feito ao Museu dos Esportes pelo artilheiro Clóvis, autor do gol do jogo.

Fonte: Museu do Esporte

 

No início dos anos 90, em uma cidade perto de Congonhas/MG, a competição da Primeira Divisão da Liga Amadora estava a todo vapor. Os jogos eram disputados com muita garra por todas as equipes, que queriam chegar ao título. Mas a principal equipe da cidade passava por um mau momento técnico. Durante o primeiro turno, havia conseguido apenas uma vitória e amargava as últimas colocações na tabela de classificação.
A torcida estava revoltada com o presidente do clube, que parecia não estar muito preocupado com a situação, pois estava em fim de mandato. Mas a pressão da torcida foi muito grande e a diretoria resolveu contratar um renomado treinador da capital, para tentar reverter a situação do clube na competição. Para se deslocar da capital até a cidade do interior, o treinador pediu uma quantia em dinheiro para cada vitória que conseguisse. A diretoria não teve outra saída, a não ser aceitar a proposta.
Com a chegada do novo treinador, que era de competência indiscutível, a equipe cresceu de produção no segundo turno, conseguindo vitórias consecutivas e logo alcançando as primeiras colocações na tabela. A torcida esta entusiasmada. Mas o presidente não compartilhava do mesmo entusiasmo. As despesas com o treinador estavam ficando muito altas, devido ao sucesso da equipe. E era ele quem pagava. Após mais uma vitória no campeonato, o presidente “demitiu” o treinador, por motivo de contenção de despesas.
Você é capaz de adivinhar o que aconteceu com o time ? Pois é isso mesmo que você pensou. A equipe entrou em baixa novamente e foi parar na segunda divisão.
A torcida ficou revoltada e tentou linchar o presidente. Com o fim de seu mandato, o presidente se mudou de cidade e deixou a “bananosa” para o futuro presidente. O clube amarga até hoje a segunda divisão e a torcida continua à procura de um novo “Salvador da Pátria”, para ascender o clube novamente à Primeira divisão.

Fonte: livro Causos da Bola, do jornalista Victor Kingma

 

Era a decisão do Campeonato da Divisão Especial da Liga Amadora de uma grande cidade mineira.
De um lado, a mais poderosa equipe do local, o União F.C., que contava com grandes jogadores, alguns inclusive, buscados em outras cidades da região, para reforçar o time. A equipe adversária, o Grêmio, era um time modesto, que contava apenas com a ajuda de alguns abnegados e, na teoria, não contava com um plantel capaz de fazer frente ao time mais poderoso do lugar.
Mas na prática, o que se viu em campo foi o Grêmio, equipe considerada mais fraca, jogar com muita garra e disposição, chegando a assustar o “bicho-papão” da cidade.
O jogo estava empatado em 1 a 1, com o Grêmio resistindo bravamente à pressão do União, quando, aos 44min do segundo tempo, num dos seus raros ataques na partida, o atacante do Grêmio, Paulinho “Trombador” foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou a penalidade máxima.
Sentindo que a sua equipe, apesar de ser mais forte, estava prestes a perder o título, o fazendeiro mais poderoso do lugar, presidente do União, invadiu o campo, colocou a bola debaixo do braço, encostou-se em uma das traves e disse para o árbitro:
“O senhor está roubando. Não vou deixar bater o pênalti”.
O árbitro esperou esgotar o tempo regulamentar e encerrou a partida por falta de garantias.
A decisão do Campeonato foi para o “tapetão”. Como os auditores do Tribunal de Justiça Desportiva da Liga da Cidade eram também empregados da fazenda do presidente do União, adivinhe qual foi o resultado do julgamento?
Pois é, as duas equipes foram proclamadas campeãs da cidade.
Como pode se ver, o sr. “Eurico Miranda” já anda fazendo escola até no Futebol Amador.

 

[img:cica_copy.jpg,full,alinhar_esq_caixa] O jogador brasileiro que marcou o maior número de gols em uma partida foi Darcy Marino da Silva, o Cica, que em 10 de dezembro de 1967, jogando pelo Social Olímpico Ferroviário, de Santos Dumont, Minas Gerais, marcou 12 gols, numa partida contra o Pombense, da cidade de Rio Pomba. A partida, válida pelo campeonato regional daquele ano, terminou 17 x 0.
Com a repercussão do seu feito, sua fama ultrapassou as fronteiras do município e o dirigente Gunnar Goranson mandou busca-lo para fazer testes no Flamengo, que montava uma nova equipe para o campeonato carioca de 1968. Fez ótimos treinamentos ao lado de Manicera, Dionísio e Rodrigues Neto, entre outros e foi aprovado pelo, então técnico, Walter Miraglia. Quando sua contratação parecia certa, um impasse entre os dirigentes dos clubes, acabou encerrando as negociações.
Cica, então, desenvolveu sua carreira e continuou fazendo seus gols por clubes do interior de Minas, como Social e Mineiro de Santos Dumont, Vila Nova de Nova Lima, Formiga da cidade de mesmo nome e Vila do Carmo, de Barbacena, onde encerrou sua carreira profissional.
Cica, orgulhoso, guarda com carinho a edição do Guiness Book de 1998, onde seu feito histórico está registrado na página 287, exatamente entre dois dos maiores jogadores de todos os tempos: Pelé (maior número de títulos) e Ademir Menezes, (maior artilheiro brasileiro em copas do mundo – 9 gols, em 1950).
Não sabe, ao certo, quantos gols marcou em sua carreira (e foram muitos), mas, daqueles 12, assinalados no dia 10 de dezembro de 1967, certamente ele nunca esquecerá.

Fonte: livro Causos da Bola, do jornalista Victor Kingma

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