Eterno vice até 1952 o Brasil deu seu grande salto internacional ao conquistar invicto, o Pan-Americano de Santiago. O titulo, o primeiro que a seleção trouxe do exterior, lavou a alma do povo e dos jogadores.
Quem tem o melhor futebol do mundo ?
- Ora, somos nós.
Foi sempre assim. Nos tempos de Friedenreich, na época de Domingos da Guia ou no reinado de Leônidas da Silva. Mesmo naqueles anos que se seguiram à tragédia de 16 de julho de 1950, a opinião das arquibancadas não mudou.Na verdade, a opinião dos jornais, das rádios, das concentrações, dos vestiários e dos gabinetes era praticamente igual. Tínhamos de fato, pensavam todos, o melhor futebol do mundo.
Talvez tivéssemos. Mas nunca havíamos provado, na prática, tal superioridade. Ao Brasil sobravam craques e faltavam títulos. Que campeonatos internacionais a seleção levantara antes de 1952? Dava para contar nos dedos: três sul-americanos (1919. 1922 e 1949) e algumas taças em âmbitos quase domésticos. Nada mais. A Argentina, enquanto isso, conquistara nove sul-americanos. O Uruguai, nosso outro vizinho, dois campeonatos olímpicos e duas Copas do Mundo além de vários sul-americanos.
Por isso, à medida que o Constellation da Panair vencia a cordilheira dos Andes e aproximava-se de Santiago, o técnico Zezé Moreira sentia sua responsabilidade aumentar. Ele acabara de aceitar, meio receoso, o cargo de treinador da seleção, substituindo Flávio Costa, que se desgastara com a perda
da Copa de 1950. Homem experiente, conhecedor do futebol e dos homens, Zezé sabia perfeitamente que corria riscos muito grandes se não levasse o Brasil a conquista do titulo Pan-Americano que se realizaria na capital chilena. Mesmo em caso de vitória, supunha, não estaria a salvo das criticas. Seria chamado de durão, de violento e de retranqueiro. O mesmo que acontecera no ano anterior quando o Fluminense foi campeão carioca.
Com todo esse ceticismo, Zezé tratou de renovar a seleção. Para irritação de muita gente não convocou Zizinho, Jair, Danilo, Barbosa, Augusto, Juvenal e Chico. Dos titulares de 50, só chamou, Bauer, Bigode, Ademir e Friaça. Sua lista estava repleta de novidades: Castilho, Ely, Baltazar, Rodrigues e Nilton Santos, reservas na Copa. E entre os outros, Arati, Ipojucan. Djalma Santos, Brandãozinho, Julinho, Rubens, Didi e Pinga. Zezé imaginava que dali poderia tirar um bom time. Lamentava apenas que tivesse treinado uma vez, na véspera do embarque. Talvez, embora o país esperasse pelo menos duas coisas daquela nova seleção: uma vingança contra os uruguaios e o titulo pan-americano, o primeiro que o Brasil obteria fora de casa.
Os adversários do Brasil seriam Chile, Uruguai, México, Peru e Panamá. A estréia aconteceu com uma discreta vitória sobre o México por 2×0. Na segunda partida, o decepcionante empate contra o Peru em 0×0. Apesar dos 5×0 contra o Panamá, vieram as primeiras criticas. A marcação por zona era uma calamidade. Zezé perdera o pulso do time. E cometera um grave erro em não convocar Zizinho.
No sábado de Aleluia, que caiu em pleno campeonato, quase todos os Judas malhados em São Paulo e no Rio de Janeiro, simbolizavam a figura de Zezé Moreira. Essas e outras noticias chegaram logo a Santiago, contribuindo para que o ambiente se tornasse pesado. Os atletas chegaram a se afastar dos repórteres. E Zezé começou a desconfiar que alguns jornalistas paulistas influenciavam os jogadores do seu Estado para que não seguissem à risca suas determinações táticas.
Para o jogo contra os uruguaios estava criado um clima muito pesado. Quando o jogo começou se notou que a raça e a técnica que não exibira no maracanã em 1950, o Brasil foi fazendo seus gols. E batendo. Ely, o mais brigão da equipe, acertou o capitão Obdulio Varella e foi expulso. O Brasil terminou ganhando de 4×2 na violência e na categoria. Faltava o último obstáculo, o Chile.
Os chilenos, apesar do seu medíocre cartel internacional, havia se preparado seriamente para o pan-americano. Ao longo do campeonato, tinha se superado e feito uma campanha surpreendente. Foram quatro vitórias: Uruguai 2×0, Peru 3×2, México 4×0 e Panamá 6×1. Na final, bastaria um empate para ser o campeão. Isso fez surgir em Santiago uma onda de exagerado otimismo. Como Brasil em 1950, o Chile perdeu a humildade antes da hora. A 24 horas do jogo, por exemplo, já eram vendidas nas esquinas de Santiago flâmulas e bandeiras do Chile campeón.
O que quase atrapalhou o Brasil foi a inesperada visita de um gordo inflamado político Adhemar de Barros. No Hotel Savoy, onde estava a delegação brasileira, ele pediu que reunisse os jogadores e fez um discurso patriótico –“A honra do pais está em jogo! Temos que derrota-los.” Os mais velhos nem prestaram muito atenção às suas palavras. Entretanto, vários novatos passaram a sentir o peso da responsabilidade. E Nilton Santos começou a espalhar pelos quartos – “Futebol não é política, não é patriotismo. Futebol é futebol e pronto”.
No campo, os jogadores esqueceram as instruções de Adhemar de Barros. E não deu outra. Em 18 minutos, dois gols de Ademir praticamente liquidaram o jogo. Com dois gols de vantagem o Brasil tratou de esfriar o ritmo impetuoso do Chile e tocar a bola. No segundo tempo, Zezé Moreira trocou Baltazar e Ademir por Ipojucan e Pinga. E foi um passe de Ipojucan que Pinga marcou o terceiro gol brasileiro. Com o Estádio Nacional mergulhado num silêncio de maracanã a 16 de julho de 1950, os brasileiros fizeram a festa no gramado.
Date Venue Rival team County Score Competition
Buenos Aires Sportivo Barracas Arg 2-1 Friendly W
7-7-1902 Buenos Aires Belgrano AC/Alumni Arg 1-1 Friendly D
14-9-1902 Montevideo Sportivo Barracas Arg 2-1 Friendly W
17-5-1903 Montevideo Alumni Arg 2-2 Friendly D
28-6-1903 Buenos Aires Sportivo Barracas Arg 2-1 Friendly W
2-8-1903 Montevideo Alumni Arg 0-1 Copa Competencia L
13-9-1903 Buenos Aires Argentina Arg 3-2 Copa Río de la Plata W
14-8-1904 Montevideo Sportivo Barracas Arg 2-1 Friendly W
4-9-1904 Montevideo Combinado Argentino Arg 2-2 Friendly D
18-9-1904 Montevideo Alumni Arg 1-0 Friendly W
10-9-1905 Montevideo Alumni Arg 3-2 Copa de Honor W
24-9-1905 Buenos Aires Alumni Arg 1-3 Friendly L
8-7-1906 Montevideo Belgrano AC Arg 1-2 Friendly L
22-7-1906 Montevideo Belgrano AC Arg 1-3 Friendly L
12-8-1906 Montevideo Lomas Arg 2-2 Friendly D
16-9-1906 Montevideo Alumni Arg 2-2 Copa de Honor D
14-10-1906 Montevideo Alumni Arg 1-3 Copa de Honor L
25-8-1907 Montevideo San Isidro Arg 4-1 Friendly W
29-9-1907 Montevideo Quilmes Arg 1-2 Friendly L
13-10-1907 Montevideo Combinado Argentino Arg 2-2 Friendly D
5-4-1908 Buenos Aires CA Porteño Arg 4-1 Friendly W
29-6-1908 Buenos Aires San Isidro Arg 2-0 Friendly W
16-8-1908 Montevideo San Isidro Arg 3-2 Friendly W
18-4-1909 Buenos Aires Gimnasia y Esgrima BBAA Arg 2-0 Friendly W
30-5-1909 Rosario Newell’s Old Boys Arg 2-0 Friendly W
4-7-1909 Montevideo San Isidro Arg 1-2 Friendly L
31-10-1909 Montevideo Newell’s Old Boys Arg 1-2 Friendly L
3-4-1910 Montevideo Gimnasia y Esgrima BBAA Arg 1-4 Friendly L
8-5-1910 Montevideo Belgrano AC Arg 3-3 Friendly D
15-8-1911 Montevideo CA Porteño Arg 2-0 Friendly W
17-11-1912 Buenos Aires San Isidro Arg 0-1 Copa Competencia L
9-3-1913 Buenos Aires CA Porteño Arg 1-0 Friendly W
29-10-1913 Buenos Aires San Isidro Arg 1-0 Copa Competencia W
16-11-1913 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 1-1 Copa de Honor D
8-12-1913 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 2-3 Copa de Honor L
29-3-1914 Quilmes Argentinos de Quilmes Arg 1-1 Friendly D
12-4-1914 Montevideo Argentinos de Quilmes Arg 4-0 Friendly W
25-5-1915 Buenos Aires Racing Club Avellaneda Arg 1-1 Friendly D
31-10-1915 Buenos Aires CA Porteño Arg 2-0 Copa Competencia W
14-11-1915 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 2-0 Copa de Honor W
3-12-1916 Buenos Aires Racing Club Avellaneda Arg 2-1 Copa Ricardo Aldao W
10-12-1916 Montevideo Rosario Central Arg 6-1 Copa de Honor W
18-3-1917 Montevideo CA Boca Juniors Arg 5-2 Friendly W
19-4-1918 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 2-2 Copa Ricardo Aldao D
21-4-1918 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 3-1 Copa de Honor W
9-7-1918 Buenos Aires Racing Club Avellaneda Arg 1-2 Copa Ricardo Aldao L
14-7-1919 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 4-1 Copa Intendente Llambias W
11-11-1919 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 0-2 Friendly L
16-5-1920 Montevideo CA Boca Juniors Arg 3-0 Copa Ricardo Aldao W
25-5-1920 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 0-2 Copa Competencia L
20-11-1921 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 2-1 Copa Ricardo Aldao W
19-11-1922 Buenos Aires Newell’s Old Boys Arg 0-1 Friendly L
25-5-1923 Rosario Newell’s Old Boys Arg 0-1 Friendly L
27-5-1923 Buenos Aires CA Huracán Arg 2-1 Friendly W
25-8-1923 Montevideo Combinado Argentino Arg 0-1 Friendly L
23-9-1923 Montevideo Newell’s Old Boys Arg 0-1 Friendly L
4-5-1924 Montevideo CA Huracán Arg 2-0 Friendly W
6-7-1924 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 1-2 Friendly L
24-8-1924 Montevideo Nobleza Argentina Arg 2-1 Friendly W
9-11-1924 Montevideo Paraguay Par 1-0 Friendly W
8-3-1925 Paris Select Paris Fra 3—1 Friendly W
15-3-1925 Rouen Select Normandie Fra 5-0 Friendly W
19-3-1925 Paris France Fra 0-0 Friendly D
22-3-1925 Roubaix Select Roubaix Fra 7-0 Friendly W
29-3-1925 Bordeaux Stade Bordelais Fra 4-0 Friendly W
5-4-1925 Genova Genoa FC Ita 3-0 Friendly W
11-4-1925 Barcelona CE Europa Barcelona Spa 0-1 Friendly L
12-4-1925 Barcelona FC Barcelona Spa 2-2 Friendly D
13-4-1925 Barcelona FC Barcelona Spa 1-2 Friendly L
19-4-1925 Valencia Select Valencia Spa 2-2 Friendly D
23-4-1925 Manacor FC Manacor Spa 13-1 Friendly W
26-4-1925 Palma Select Baleares Spa 6-0 Friendly W
1-5-1925 Palma Alfonso XIII Spa 2-1 Friendly W
3-5-1925 Palma Select Baleares Spa 4-1 Friendly W
10-5-1925 Rotterdam Netherlands Hol 7-0 Friendly W
14-5-1925 Praha AC Sparta Praha Cze 0-1 Friendly L
17-5-1925 France Select Franco-Suisse 3-0 Friendly W
17-5-1925 Bruxelles Select Bruxelles Bel 2-1 Friendly W
21-5-1925 Strasbourg Select Alsace Fra 2-1 Friendly W
24-5-1925 Bruxelles Belgium Bel 5-1 Friendly W
31-5-1925 Antwerpen Belgium Bel 1-2 Friendly L
4-6-1925 Bergey France Fra 6-0 Friendly W
7-6-1925 Basel Switzerland Swi 5-2 Friendly W
11-6-1925 Wien Select Wien Aut 1-1 Friendly D
17-6-1925 Innsbruck Select Tirol Aut 6-0 Friendly W
21-6-1925 Zürich Switzerland Swi 5-1 Friendly W
25-6-1925 Wien SK Rapid Wien Aut 2-1 Friendly W
28-6-1925 Wien Austria Aut 2-0 Friendly W
5-7-1925 Barcelona CE Europa Barcelona Spa 0-1 Friendly L
9-7-1925 Girona Select Girona Spa 4-0 Friendly W
12-7-1925 Barcelona Select Cataluña Spa 4-0 Friendly W
16-7-1925 Porto Portugal Por 7-2 Friendly W
20-7-1925 Lisboa Sporting Club Lisboa Por 5-0 Friendly W
26-7-1925 Porto Select Porto Por 5-2 Friendly W
2-8-1925 Vigo Club Celta Vigo Spa 2-2 Friendly D
6-8-1925 La Coruña Club Deportivo La Coruña Spa 0-0 Friendly D
8-8-1925 La Coruña Club Deportivo La Coruña Spa 3-0 Friendly W
20-3-1927 New York Flooring Indiana Usa 6-1 Friendly W
26-3-1927 New York Brooklyn Wanderers Usa 2-2 Friendly D
27-3-1927 Newark Select Newark Usa 0-1 Friendly L
2-4-1927 New York American League Usa 4-2 Friendly W
10-4-1927 Fall River Fall River Usa 1-1 Friendly D
16-4-1927 New York Brooklyn Wanderers Usa 2-0 Friendly W
19-4-1927 Boston Select Boston Usa 2-3 Friendly L
24-4-1927 Detroit Select Detroit Usa 2-1 Friendly W
1-5-1927 Cleveland Select Cleveland Stars Usa 3-0 Friendly W
8-5-1927 Saint Louis Select Saint Louis Usa 4-1 Friendly W
15-5-1927 Chicago Sparta Chicago Usa 1-0 Friendly W
2-5-1927 Chicago Chicago Bricklayers Usa 2-3 Friendly L
28-5-1927 Philadelphia Select Philadelphia Usa 4-1 Friendly W
30-5-1927 New York Brooklyn Wanderers Usa 2-1 Friendly W
12-6-1927 La Habana Real Iberia La Habana Cub 4-1 Friendly W
16-6-1927 La Habana Juventud Asturiana Cub 2-4 Friendly L
19-6-1927 La Habana Hispano Club Cuba Cub 8-1 Friendly W
26-6-1927 México DF México Mex 3-1 Friendly W
29-6-1927 México DF Combinado México Mex 9-0 Friendly W
3-7-1927 México DF Club España Mex 5-0 Friendly W
7-7-1927 México DF Guerra y Marina Mex 4-0 Friendly W
10-7-1927 México DF Club España Mex 8-1 Friendly W
14-8-1927 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 2-1 Friendly W
17-3-1928 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 1-2 Friendly L
25-3-1928 Buenos Aires Racing Club Avellaneda Arg 3-1 Friendly W
8-4-1928 Montevideo Select San Fernando Arg 1-1 Friendly D
1-9-1928 Montevideo FC Barcelona Spa 3-0 Friendly W
19-11-1928 Buenos Aires Gimnasia y Esgrima La Plata Arg 2-1 Friendly W
4-7-1929 Montevideo CA Boca Juniors Arg 2-0 Friendly W
14-7-1929 Buenos Aires CA San Lorenzo Almagro Arg 2-3 Friendly L
29-11-1929 Montevideo Perú Per 1-0 Friendly W
23-3-1930 Rosario Newell’s Old Boys Arg 0-2 Friendly L
5-4-1930 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 1-1 Friendly D
25-7-1930 Montevideo France Fra 2-3 Friendly L
2-8-1930 Montevideo United States Usa 2-1 Friendly W
1-11-1931 Montevideo Ferrocarriles Argentinos Arg 1-0 Friendly W
12-10-1932 Montevideo CA Boca Juniors Arg 2-3 Friendly L
11-11-1932 Montevideo Associaçao Metropolitana Rio Bra 1-2 Friendly L
21-12-1932 Montevideo CA Independiente Arg 1-0 Friendly W
11-1-1933 Montevideo Gimnasia y Esgrima La Plata Arg 2-1 Friendly W
15-2-1933 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 1-2 Friendly L
19-2-1933 Buenos Aires Chacarita Juniors Arg 1-3 Friendly L
2-6-1935 Montevideo CA Boca Juniors Arg 1-2 Friendly L
23-2-1936 Montevideo CA Boca Juniors Arg 0-0 Nocturno Rioplatense D
19-3-1938 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 0-2 Nocturno Rioplatense L
5-3-1939 Montevideo CA Boca Juniors Arg 3-2 Friendly W
18-1-1940 Santiago Chile Colo Colo Chi 4-2 Friendly W
20-6-1940 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 3-3 Friendly D
9-7-1940 Buenos Aires CA Independiente Arg 0-5 Copa Rio de la Plata L
22-9-1940 Montevideo CA Boca Juniors Arg 0-2 Friendly L
28-12-1940 Montevideo CA Boca Juniors Arg 2-2 Copa Ricardo Aldao D
29-3-1942 Buenos Aires CA River Plate Arg 1-6 Copa Rio de la Plata L
5-12-1942 Montevideo CA River Plate Arg 1-1 Copa Rio de la Plata D
8-12-1942 Montevideo CA River Plate Arg 4-0 Copa Rio de la Plata W
16-1-1943 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 1-1 Campeonato Rioplatense D
5-12-1945 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 2-1 Copa Confraternidad W
22-12-1945 Montevideo CA Boca Juniors Arg 2-3 Copa Confraternidad L
22-1-1946 Santiago Chile CA Boca Juniors Arg 2-2 Torneo Internacional D
30-1-1947 Montevideo CA Boca Juniors Arg 0-3 Copa Atlántico L
19-3-1947 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 4-4 Friendly D
19-11-1947 Montevideo CA River Plate Arg 3-4 Copa Rio de la Plata L
23-11-1947 Buenos Aires CA River Plate Arg 1-3 Copa Rio de la Plata L
17-12-1947 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 0-1 Trofeo Tres Ciudades L
26-3-1948 Buenos Aires CA San Lorenzo de Almagro Arg 2-3 Copa Rio de la Plata L
28-3-1948 Montevideo CA San Lorenzo de Almagro Arg 7-2 Copa Rio de la Plata W
14-5-1949 Montevideo Gremio Portoalegrense Bra 1-3 50 Ann. Torneo Cuadrangular L
18-5-1949 Montevideo CA Boca Juniors Arg 3-3 50 Ann. Torneo Cuadrangular D
25-5-1949 Montevideo Fluminense FC Bra 3-1 50 Ann. Torneo Cuadrangular W
3-8-1949 Rio de Janeiro CR Flamengo Bra 2-1 Friendly W
21-9-1950 Porto Alegre Gremio Portoalegrense Bra 0-0 Friendly D
18-2-1951 Santiago Chile Santiago Morning Chi 2-2 Torneo Cuadrangular D
21-2-1951 Santiago Chile Botafogo FR Bra 3-1 Torneo Cuadrangular W
25-2-1951 Santiago Chile Colo Colo Chi 2-0 Torneo Cuadrangular W
11-3-1951 Montevideo Internacional Porto Alegre Bra 3-1 Friendly W
1-5-1951 Montevideo SE Palmeiras Bra 1-0 Friendly W
30-6-1951 Rio de Janeiro FK Austria Wien Aut 0-4 Taça Rio L
3-7-1951 Rio de Janeiro Sporting Club Lisboa Por 3-2 Taça Rio W
8-7-1951 Rio de Janeiro CR Vasco da Gama Bra 0-2 Taça Rio L
3-2-1952 Montevideo Sportivo Luqueño Par 1-0 Torneo Cuadrangular Montev.W
19-2-1952 Montevideo Millonarios Bogotá Col 2-1 Friendly W
20-4-1952 Montevideo América FC Rio Bra 1-0 Friendly W
1-5-1952 Montevideo Unión Española Chile Chi 3-0 Friendly W
27-9-1952 Montevideo Nacional Asunción Par 3-1 Friendly W
20-1-1953 Montevideo Colo Colo Chi 4-1 Copa Montevideo W
24-1-1953 Montevideo Presidente Hayes Par 2-1 Copa Montevideo W
28-1-1953 Montevideo Dinamo Zagreb Yug 3-1 Copa Montevideo W
1-2-1953 Montevideo FK Austria Wien Aut 3-1 Copa Montevideo W
8-2-1953 Montevideo Botafogo FR Bra 1-0 Copa Montevideo W
13-2-1953 Montevideo Fluminense FC Bra 0-0 Copa Montevideo D
16-9-1953 Montevideo Gremio Portoalegrense Bra 4-1 Friendly W
24-1-1954 Montevideo Alianza Lima Per 3-2 Copa Montevideo W
28-1-1954 Montevideo IFK Norrköping Swe 3-0 Copa Montevideo W
3-2-1954 Montevideo América FC Rio Bra 2-0 Copa Montevideo W
8-2-1954 Montevideo SK Rapid Wien Aut 2-1 Copa Montevideo W
10-2-1954 Montevideo Fluminense FC Bra 1-1 Copa Montevideo D
18-2-1954 Montevideo Sportivo Luqueño Par 6-2 Copa Montevideo W
11-4-1954 Rosario Combined Rosario Arg 5-2 Friendly W
4-7-1954 Montevideo RC Deportivo La Coruña Spa 2-1 Friendly W
19-9-1954 Montevideo Gremio Portoalegrense Bra 0-2 Friendly L
5-1-1955 Montevideo SC Internacional Porto Alegre Bra 4-1 Friendly W
8-1-1955 Montevideo Crvena Zvezda Yug 1-3 Friendly L
13-1-1955 Montevideo FK Austria Wien Aut 3-0 Friendly W
15-1-1955 Montevideo CA Boca Juniors Arg 0-3 Friendly L
22-1-1955 Montevideo CA Boca Juniors Arg 5-0 Friendly W
28-1-1955 Montevideo CA San Lorenzo de Almagro Arg 5-3 Friendly W
2-2-1955 Montevideo CA Independiente Avellaneda Arg 1-0 Friendly W
5-2-1955 Montevideo CA River Plate Arg 1-2 Friendly L
12-2-1955 Buenos Aires CA River Plate Arg 0-4 Friendly L
28-2-1955 Asunción Olimpia Asunción Par 4-2 Friendly W
2-3-1955 Asunción Cerro Porteño Par 4-3 Friendly W
5-3-1955 Asunción Olimpia Asunción Par 2-4 Friendly L
18-5-1955 Montevideo Gremio Portoalegrense Bra 1-0 Friendly W
8-6-1955 Rio de Janeiro CR Flamengo Bra 2-3 Friendly L
11-6-1955 Rio de Janeiro Fluminense FC Bra 2-3 Friendly L
6-10-1955 Montevideo CA Huracán Arg 2-2 Friendly D
2-11-1955 Montevideo CA San Lorenzo de Almagro Arg 3-2 Friendly W
3-12-1955 Montevideo Olimpia Asunción Par 3-1 Friendly W
14-12-1955 Montevideo CA River Plate Arg 2-3 Campeonato Hexagonal L
20-12-1955 Montevideo CA Boca Juniors Arg 2-2 Campeonato Hexagonal D
6-1-1956 Montevideo CA Independiente Avellaneda Arg 2-1 Campeonato Hexagonal W
6-1-1956 Montevideo CA Independiente Avellaneda Arg 2-1 Campeonato Hexagonal W
3-3-1956 Montevideo Newell’s Old Boys Arg 4-0 Friendly W
10-3-1956 Sao Paulo SC Corinthians Sao Paulo Bra 1-2 Tr.Roberto Gomes Pedrosa L
15-3-1956 Sao Paulo Sao Paulo FC Bra 4-3 Tr.Roberto Gomes Pedrosa W
18-3-1956 Sao Paulo Portuguesa Desportos SP Bra 2-3 Tr.Roberto Gomes Pedrosa L
22-3-1956 Santos Santos FC Bra 0-5 Tr.Roberto Gomes Pedrosa L
24-3-1956 Sao Paulo SE Palmeiras Bra 4-2 Tr.Roberto Gomes Pedrosa W
25-3-1956 Sao Paulo Liga Regional do Sul Bra 4-0 Friendly W
31-3-1956 Sao Carlos Bandeirante Bra 5-0 Friendly W
1-4 1956 Sorocabao Sao Bento Bra 2-2 Friendly D
3-4-1956 Belo Horizonte América Belo Horizonte Bra 1-2 Friendly L
5-4-1956 Belo Horizonte Atlético Mineiro Bra 2-0 Friendly W
8-4-1956 Franca SE Palmeiras Bra 0-0 Friendly D
15-4-1956 Montevideo Santos FC Bra 3-1 Friendly W
23-6-1956 Montevideo Sao Paulo FC Bra 0-1 Friendly L
18-7-1956 Montevideo CA Boca Juniors Arg 5-1 Friendly W
15-12-1956 Montevideo CA Independiente Avellaneda Arg 6-1 Friendly W
22-12-1956 Montevideo CA San Lorenzo de Almagro Arg 5-3 Friendly W
6-1-1957 Montevideo CR Vasco da Gama Bra 3-2 Friendly W
10-1-1957 Montevideo CR Vasco da Gama Bra 1-2 Friendly L
16-1-1957 Santiago Chile CR Vasco da Gama Bra 2-1 Friendly W
26-1-1957 Santiago Chile Colo Colo Chi 2-1 Friendly W
27-1-1957 Montevideo Floreano Bra 3-1 Friendly W
30-1-1957 Valparaíso Wanderers Valparaíso Chi 4-1 Friendly W
23-2-1957 Montevideo CR Flamengo Bra 1-0 Friendly W
26-2-1957 Montevideo CR Flamengo Bra 2-1 Friendly W
17-3-1957 Montevideo Estudiantes La Plata Arg 0-0 Friendly D
24-3-1957 Avellaneda Racing Club Avellaneda Arg 1-1 Friendly D
28-3-1957 Montevideo América Belo Horizonte Bra 2-1 Friendly W
31-3-1957 Montevideo CA Independiente Avellaneda Arg 2-2 Friendly D
7-4-1957 Montevideo CA Boca Juniors Arg 4-1 Friendly W
10-4-1957 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 4-0 Friendly W
15-4-1957 Rosario Newell’s Old Boys Arg 4-2 Friendly W
18-4-1957 Buenos Aires Talleres Belgrano Arg 5-0 Friendly W
21-4-1957 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 1-3 Friendly L
24-4-1957 Montevideo Rivadavia Arg 2-3 Friendly L
30-6-1957 Caracas FC Barcelona Spa 0-4 Pequeña Copa del Mundo L
3-7-1957 Caracas Sevilla FC Spa 2-3 Pequeña Copa del Mundo L
6-7-1957 Caracas Botafogo FR Bra 0-4 Pequeña Copa del Mundo L
11-7-1957 Caracas FC Barcelona Spa 2-3 Pequeña Copa del Mundo L
14-7-1957 Caracas Botafogo FR Bra 2-2 Pequeña Copa del Mundo D
16-7-1957 Caracas Sevilla FC Spa 1-3 Pequeña Copa del Mundo L
11-12-1957 Montevideo Dinamo Moskva Rus 1-3 Friendly L
2-1-1958 Montevideo First Vienna FC Aut 2-1 Friendly W
11-1-1958 Montevideo CR Vasco da Gama Bra 1-2 Friendly L
15-1-1958 Montevideo CA Boca Juniors Arg 2-1 Friendly W
1-2-1958 Montevideo CR Vasco da Gama Bra 2-3 Friendly L
9-2-1958 Maldonado CA Boca Juniors Arg 3-2 Friendly W
9-2-1958 La Plata Quilmes Arg 2-3 Friendly L
12-2-1958 La Plata Quilmes Arg 1-0 Friendly W
14-2-1958 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 0-2 Friendly L
16-3-1958 Montevideo Estudiantes La Plata Arg 1-2 Friendly L
3-4-1958 Buenos Aires CA San Lorenzo Almagro Arg 3-3 Friendly D
13-4-1958 Bage Guaraní Asunción Par 1-2 Friendly L
15-6-1958 La Coruña CR Flamengo Bra 2-1 Trofeo Teresa Herrera W
18-6-1958 Lisboa SL Benfica Por 2-1 Friendly W
21-6-1958 Montevideo CA Huracán Arg 3-2 Campeonato Pentagonal W
23-6-1958 Barcelona FC Barcelona Spa 2-5 Friendly L
28-6-1958 Sofia CDNA Sofia Bul 1-1 Friendly D
1-7-1958 Sofia Levski Sofia Bul 3-2 Friendly W
4-7-1958 Leningrad Zenith Leningrad Rus 0-0 Friendly D
7-7-1958 Kyiv Dinamo Kyiv Ukr 0-0 Friendly D
10-7-1958 Moskva Dinamo Moskva Rus 0-1 Friendly L
12-7-1958 Moskva Spartak Moskva Rus 0-0 Friendly D
20-7-1958 La Coruña RC Deportivo La Coruña Spa 4-3 Friendly W
3-8-1958 Buenos Aires CA Boca Juniors Arg 2-1 Friendly W
25-8-1958 Montevideo Real Madrid CF Spa 0-0 Friendly D
3-12-1958 Montevideo Guaraní Bage Bra 1-1 Friendly D
4-1-1959 Montevideo CA Boca Juniors Arg 2-1 Friendly W
7-1-1959 Montevideo América FC Rio Bra 1-2 Friendly L
10-1-1959 Montevideo Racing Club Avellaneda Arg 0-2 Friendly L
14-1-1959 Montevideo CA Atlanta Arg 2-1 Friendly W
17-1-1959 Montevideo Renner Porto Alegre Bra 2-1 Friendly W
21-1-1959 Montevideo Ferrocarril Oeste Arg 1-0 Friendly W
5-4-1959 Montevideo Estudiantes La Plata Arg 3-0 Campeonato Cuadrangular W
11-4-1959 Montevideo CA River Plate Arg 1-2 Friendly L
3-6-1959 Montevideo CA Huracán Arg 2-0 Friendly W
10-6-1959 Montevideo CA San Lorenzo Almagro Arg 2-3 Friendly L
17-6-1959 Montevideo CA Boca Juniors Arg 4-3 Friendly W
25-6-1959 Montevideo CA Vélez Sarsfield Arg 8-1 Friendly W
2-7-1959 Montevideo Rosario Central Arg 5-1 Friendly W
17-7-1959 Montevideo Guaraní Bage Bra 1-0 Friendly W
2-8-1959 Montevideo Newell’s Old Boys Arg 2-1 Friendly W
3-12-1959 Montevideo Spartak Moskva Rus 3-0 Friendly W
7-12-1959 Montevideo Ferrocarril Oeste Arg 1-3 Friendly L
14-12-1959 Buenos Aires Nueva Chicago Arg 2-2 Friendly D
20-12-1959 Montevideo Estudiantes La Plata Arg 3-1 Friendly W
23-12-1959 Montevideo CA Independiente Arg 2-1 Friendly W
26-12-1959 Montevideo Newell’s Old Boys Arg 0-2 Friendly L
15-7-1964 Santiago Chile Colo Colo Chi 4-2 Copa Libertadores W
8-10-1981 Montevideo Cobreloa Chi 1-2 Copa Libertadores L
25-2-1983 Montevideo CA Huracán Arg 2-1 Friendly W
21-1-1987 Avellaneda Racing Club Avellaneda Arg 1-1 Friendly D
11-2-1987 Montevideo Zenith Leningrad Rus 3-1 Copa Ciudad de Montevideo W
14-2-1987 Santiago Chile Universidad Católica Chile Chi 1-1 Torneo Hexagonal D
18-2-1987 Santiago Chile Universidad de Chile Chi 1-1 Torneo Hexagonal D
21-2-1987 Santiago Chile Deportivo Cali Col 2-0 Torneo Hexagonal W
23-2-1987 Santiago Chile Colo Colo Chi 0-1 Torneo Hexagonal L
25-2-1987 Santiago Chile Olimpia Asunción Par 2-3 Torneo Hexagonal L
28-4-1987 Montevideo Real Betis Balompié Spa 1-1 Copa Casa de Andalucía D
8-8-1987 Pontevedra CD Pontevedra Spa 1-0 Friendly W
16-8-1987 León Cultural Leonesa Spa 2-0 Friendly W
18-8-1987 Pamplona CA Osasuna Spa 0-0 Trofeo Ciudad de Pamplona D
20-8-1987 Albacete CD Albacete Spa 2-0 Friendly W
22-8-1987 Cádiz Cádiz CF Spa 1-3 Trofeo Carranza L
23-8-1987 Cádiz Sevilla FC Spa 2-0 Trofeo Carranza W
25-8-1987 Castellón CD Castellón Spa 0-3 Friendly L
2-12-1987 Montevideo South Corea Cor 1-0 Friendly W
21-2-1988 Montevideo CA Atlanta Arg 1-1 Friendly D
28-2-1988 Montevideo Olimpia Asunción Par 3-1 Tr.Ciudad de Montevideo W
6-3-1988 Tegucugalpa Honduras Hon 0-0 Friendly D
8-3-1988 Tegucugalpa Honduras Hon 1-0 Friendly W
16-3-1988 Guatemala Guatemala Gua 1-0 Friendly W
20-3-1988 Guatemala Guatemala Gua 3-0 Friendly W
25-3-1988 San Salvador El Salvador Sal 0-1 Friendly L
29-3-1988 San José Alajuelense Cri 3-0 Friendly W
28-4-1988 Montevideo CR Flamengo Bra 3-0 Supercopa Sudamericana W
4-5-1988 Rio de Janeiro CR Flamengo Bra 2-0 Supercopa Sudamericana W
6-5-1988 Bahia Vitoria Bahia Bra 0-0 Friendly D
30-5-1988 Montevideo Cruzeiro EC Bra 3-2 Supercopa Sudamericana W
3-6-1988 Belo Horizonte Cruzeiro EC Bra 0-1 Supercopa Sudamericana L
1-12-1988 Montevideo San Martín de Tucumán Arg 6-1 Friendly W
13-12-1988 Los Angeles Universidad Au.Guadalajara Mex 0-0 Friendly D
16-2-1989 Mar del Plata CA Independiente Arg 2-1 Torneo de Verano W
15-4-1994 Montevideo Unión Española de Chile Chi 0-1 Copa Libertadores L
26-1-1995 Coritiba Coritiba Bra 0-1 Friendly L
30-1-1995 Florianópolis Avaí Bra 2-4 Friendly L
15-2-1995 Rosario Newell’s Old Boys Arg 3-3 Friendly D
22-2-1995 Santiago Chile Colo Colo Chi 4-4 Friendly D
24-2-1995 Santiago Chile Colo Colo Chi 3-0 Friendly W
22-3-1995 Montevideo Guaraní Par 4-0 Friendly W
26-3-1995 Montevideo Olimpia Asunción Par 5-0 Friendly W
30-3-1995 Asunción Olimpia Asunción Par 1-2 Friendly L
25-4-1995 Buenos Aires Quilmes Arg 1-2 Friendly L
30-7-1995 Montevideo Ferrocarril Oeste Arg 1-2 Friendly L
22-8-1995 Zaragoza Real Zaragoza Spa 0-3 Trofeo Ciudad de Zaragoza L
24-8-1995 Albacete CD Albacete Spa 2-1 Friendly W
?-6-1996 Shanghai Lokomotiv Sofia Bul 3-1 Copa Marlboro W
?-6-1996 Shanghai KV Mechelen Bel 2-0 Copa Marlboro W
1-7-1996 Shanghai Shanghai Shenhua Chn 3-1 Copa Marlboro W
24-1-1997 Recife EC Bahia Bra 1-4 Copa Renner L
26-1-1997 Recife Cerro Porteño Par 5-2 Copa Renner W
14-2-1998 Maldonado Libertad Asunción Par 2-0 Friendly W
19-7-1998 Buenos Aires CA San Lorenzo de Almagro Arg 2-2 Friendly D
23-1-2000 Rosario Newell’s Old Boys Arg 1-1 Tr.Triangular Rosario D
25-1-2000 Rosario Rosario Central Arg 0-1 Tr.Triangular Rosario L
4-2-2000 Maldonado Colón Santa Fe Arg 0-0 Friendly D
10-2-2000 Montevideo Sol de América Par 0-2 Friendly L
12-2-2000 Montevideo Sol de América Par 1-2 Friendly L
27-1-2001 Maldonado Rosario Central Arg 1-0 Friendly W
31-1-2001 Buenos Aires Vélez Sarsfield Arg 0-0 Friendly D
1-2-2001 Buenos Aires Argentinos Juniors Arg 5-0 Friendly W
3-2-2001 Maldonado Rangers Talca Chi 6-0 Friendly W
10-2-2001 Montevideo Sportivo Luqueño Par 3-2 Friendly W
12-7-2001 Paysandú Sol de América Par 0-2 Friendly L
15-7-2001 Paysandú Libertad Asunción Par 2-2 Friendly D
24-11-2001 Montevideo Argentinos Juniors Arg 0-0 Friendly D
27-11-2001 Montevideo Gimnasia y Esgrima La Plata Arg ? Friendly
27-1-2002 Sta.Cruz Sierra Oriente Petrolero Bol 2-1 Friendly W
5-7-2002 Buenos Aires Vélez Sarsfield Arg 1-0 Friendly W
1-2-2003 Colonia Rosario Central Arg 1-2 Copa Ciudad de Colonia L
7-2-2003 Montevideo CA Lanús Arg 2-2 Tr. Cuadrangular Montevideo D
9-2-2003 Montevideo Newell’s Old Boys Arg 3-0 Tr. Cuadrangular Montevideo W
30-5-2004 Barcelos Gil Vicente Por 2-1 Friendly W
3-6-2004 Asunción Nacional Asunción Par 0-2 Friendly L
11-8-2005 Ronda Sevilla FC Spa 2-3 Trofeo Ciudad de Ronda L
13-8-2005 La Coruña RC Deportivo La Coruña Spa 1-2 Trofeo Teresa Herrera L
16-8-2005 Vigo Real Club Celta Spa 0-3 Friendly L
18-8-2005 Alicante Hércules Alicante Spa 1-1 Friendly D
19-8-2005 Almería CD Almería Spa 0-2 Trofeo Memorial Juan Rojas L
21-8-2005 Cádiz Cádiz CF Spa 0-1 Friendly L
14-1-2006 Maldonado Dorados de Culiacán Mex 0-0 Copa Ciudad Punta del Este D
16-1-2006 Minas Dorados de Culiacán Mex 1-0 Friendly W
31-1-2006 Montevideo Tacuary Par 0-0 Friendly D
11-2-2006 Montevideo CR Flamengo Bra 4-3 Copa Master Card W
9-8-2006 Lucena Lucena Spa 1-0 Friendly W
11-8-2006 La Coruña RC Deportivo La Coruña Spa 0-3 Trofeo Teresa Herrera L
13-8-2006 La Coruña Club Atlético de Madrid Spa 1-2 Trofeo Teresa Herrera L
15-8-2006 Málaga CD Málaga Spa 1-0 Trofeo Costa del Sol W
26-1-2007 Montevideo Saprissa Cri 1-1 Copa Ricard D
4-2-2007 Mendoza Godoy Cruz Arg 0-5 Friendly L
| Demitido ás vésperas da Copa do Mundo de 1970, o técnico e jornalista, João Saldanha, denunciou os subterrâneos da Seleção num desabafo a Revista Placar de março de 1970. Um dia o doutor Antonio do Passo apareceu na minha casa e medula espinhal convidou para ser o treinador da Seleção Brasileira. Não falou em contrato, em dinheiro, em nada. Só perguntou se eu queria ser o treinador da Seleção. Eu disse a ele: - Isso é uma sondagem ou um convite ? - É um convite. - Topo. Eu disse á imprensa que já tinha sido convidado três vezes. Mentira: fui convidado cinco vezes, em 1958, 1966, 1967, 1968 e 1969. Aceitei porque achava que daria uma dimensão maior á luta que sempre travei na imprensa. Topei sabendo que ia brigar contra á inveja, a calúnia, a perfídia. Sabia que ia medula espinhal aborrecer muito. Que ia lutar contra tudo. Fomos para as Eliminatórias. Ganhamos.Tive problemas sérios. Nenhum dentro do campo. Problemas de campo eram difíceis: nosso time era bom, e os nossos adversários não eram muitos bons. Fomos para a Colômbia em cima da hora. Não dava para formar um time. Preferi a base do Santos. Fui criticado, massacrado. Todos diziam que o Santos estava podre. Mas foi o Santos e mais três jogasdores que vencemos a Inglaterra, campeã do mundo. Com o Santos e mais três ou quatro, classificamos o Brasil para as finais da Copa, em que eu espero tenhamos mais sorte. Houve inveja, ciúmes, calúnia. Todos os dias, dirigentes diziam; “Ponha a imprensa daqui pra fora”. Eu dizia não. O diálogo com a imprensa é importante porque, mesmo que mintam, que deturpem, nós estaremos colocando nosso país mais em cima, mais alto. Num programa de televisão em Hamburgo, Alemanha Ocidental, o entrevistador perguntou: - O que o senhor acha da matança de índios no Brasil ? Eu respondi: - Nosso país tem 470 anos de história. Nesses 470 anos foram mortos menos índios do que dez minutos de guerra provocada por vocês. Os selvagens são vocês. A televisão saiu do ar, o apresentador não falou mais comigo. Quando entrei na Seleção, não medula espinhal fizeram injunções.Todos os brasileiros têm o seu time, eu tinha o meu, como brasileiro. Escalei o meu time. Então sofri as maiores injunções que jamais alguma pessoa possa ter sofrido. Mas meu time era o meu time. Fui para as Eliminatórias, lutei. Entre os 16 países classificados para a Copa, o Brasil foi o que conseguiu a classificação mais brilhante, mais elogiada pela imprensa estrangeira. Eu sabia que a Seleção estava desmoralizada. O maracanã não enchia nem contra a Seleção da Fifa, nem contra a Argentina. O povo não acreditava mais. Eu achava que devia promover o nosso futebol. Provocar, chamar a atenção pra cima da gente, pra cima de mim se fosse preciso. Fui por aí, enfrentando as paradas. De repente surgiu uma crise. Se me perguntarem hoje porque fui demitido, palavra de honra, juro pela Teresa e pelas crianças que não sei. Porque não medula espinhal deram nenhuma explicação, tentaram fazer com que eu pedisse demissão. Disseram que a Comissão Técnica estava dissolvida. Eu respondi: - Não sou sorte para ser dissolvido. Que quer dizer dissolvido ? Demitido ? - Está demitido. - Até logo, boa noite, vou para casa dormir. E não há ninguém que tire a tranqüilidade do meu sono. Por que aconteceu isso ? Não sei bem. Vou tentar adivinhar. Vou desenrolar uma série de casos estarrecedores que acontecem na Seleção. |
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Devidamente credenciado, os rapazes do Bela Vista estiveram uniformizados no Rio, concedera, entrevistas e posaram para fotografias. Anunciaram que excursionariam pela Europa com um plantel de 16 jogadores para um mínimo de trinta jogos. Claro que todos ficam atônitos. Foi quando nasceu a conciliação – “O Bela Vista não enfrentará grandes times da Europa”. – Acontece que o maior clube daquele continente, o Real Madri foi o primeiro adversário. Por sinal, o Bela Vista perdeu de pouco: 2×1. Daí para frente a debâcle foi crescendo até que…o Bela Vista, já sem técnico, com um elenco dizimado, enfrentou o Newcastle na Inglaterra diante de 25 mil torcedores e foi ridiculamente esmagado por uma dúzia de tentos e um.
Nisto tudo naturalmente sobra à pergunta: “O CND não poderia manda-los de volta?” A verdade é que não pôde. O diretor do Bela Vista, Ronaldo Pontes, disse que tinha um contrato celebrado, com autorização do próprio CND e que seu clube não iria, em hipótese nenhuma quebrar compromissos. Veio então o pedido de intervenção do Itamarati. Lauro Muller Netto entrou em contato com dirigentes do CND e nada de positivo foi consagrado.
Depois de muitos apelos, o Bela Vista concordou em regressar ao Brasil. Não o fez imediatamente porque não encontrou lugares no avião e aproveitou para realizar mais dois jogos que não estão computados na relação dos jogos abaixo. Também os resultados destes dois últimos jogos não foram dados a conhecer pela imprensa brasileira.
No meio de toda essa confusão um homem estava felicíssimo: Fauszlinger, o homem que empresou o Bela Vista. Para que se tenha uma pálida idéia dos seus suculentos lucros aí vai algo que ele ganhou nas costas inexperientes dos mineiros de Sete Lagoas. Contra o Real Madri o Bela Vista arrecadou 35 mil cruzeiros e o empresário 365 mil cruzeiros. No primeiro jogo dos brasileiros em Londres, o empresário levou quase meio milhão. O Bela Vista voltou a ganhar sua cota de 35 mil cruzeiros por jogo. O clube mineiro foi explorado até a última gota.
Finalmente foi encerrada a aventura do Bela Vista. Depois de sofrer as mais estarrecedoras surras, sua licença foi cassada. Assim, de forma patética, melancólica termina uma aventura em pleno reinado do futebol brasileiro. Os jogadores são os menos culpados, Culpa grande, culpa gorda, cabe aos que, mesmo sabendo que o Bela Vista, segundo colocado num campeonato de classificação apenas, permitiram a consumação desta verdadeira palhaçada. Os dirigentes acusam o técnico que não soube escolher um plantel a altura. O técnico acusa os dirigentes dizendo que são um bando de viciados que preferiam freqüentar hipódromos franceses a tomar conta do time. Os jogadores se dividiram: meta a direção. Metade o técnico. O melhor mesmo é colocar uma pedra em cima deste caso. O julgamento caracterizará a farsa.
Campanha do Bela Vista –
Bela Vista 1 x Real Madri 2 – em Madri
Bela Vista 1 x Olimpique de Marselha 3 – em Marselha
Bela Vista 1 z Aachen 2 – em Evian
Bela Vista 3 x Lousane 2 – em Evian
Bela Vista 0 x Vib Lubeck 2 – em Lubeck
Bela Vista 1 x Hayde 0 – em Hayde
Bela Vista 1 x Grashoppers 2 – em Bolonha
Bela Vista 3 x Bolonha 3 – em Bolonha
Bela Vista 1 x Leipzig 1 – em Leipzig
Bela Vista 1 x Tênis Borussia 4 em Berlim
Bela Vista 1 x Alianceu 2 – em Copenhague
Bela Vista 3 x Holstein 5 – em Kiel
Bela Vista 1 x Wender Bremem 3 – em Bremem
Bela Vista 0 x Concórdia Hanburgo 1 – em Hamburgo
Bela Vista 0 x Braunschweig 2 – em Braunschweig
Bela Vista 0 x Blan-Wittamsterdan 6 – em Amsterdã
Bela Vista 0 x Birminghan 5 – em Birminghan
Bela Vista 1 x Newcastle 12 – em Newcastle
Bela Vista 0 x Midlesbrough 4 – em Midlesbrough
Bela Vista 0 x Sheffield 4 – em Sheffield
Jogos: 21
Vitórias: 2
Empates: 2
Derrotas: 17
golsmarcados = 64
gols sofridos = 17
Poucos devem se lembrar, mas Pelé jogou pelo Vasco da Gama. Isso aconteceu no torneio do Morumbi, realizado em 1957, com jogos disputados no maracanã. Além do clube da cruz de malta também participaram Flamengo, Belenenses de Portugal e Dínamo da Iugoslávia. O Santos cedeu alguns jogadores ao Vasco que tinha sua equipe principal jogando pela Europa. Entre os jogadores do Santos estava um menino, chamado Pelé, que já despontava com um futuro craque. Melhor para o clube de São Januário, que brilhou no torneio representado pelo combinado Vasco-Santos.
A estréia do Vasco no torneio foi arrasadora. Goleou o Belenenses por 6×1 com Pelé fazendo os três primeiros gols da partida ainda no primeiro tempo. Alvaro dois e Pires contra completaram o marcador para os brasileiros. Matateu foi o gol dos portugueses. O jogo foi realizado no dia 19 de junho no maracanã. Pelé jogou pela primeira vez no Vasco com a seguinte formação: Vagner. Paulinho de Almeida e Belini. Urubatão. Brauner e Ivan. Iêdo (Artoff). Pelé. Alvaro. Jair da Rosa Pinto (Waldemar) e Pepe.
Três dias depois, os vascainos voltaram ao campo para enfrentar o Dinamo de Zagreb. O resultado foi de 1×1. Pelé fez o gol brasileiro. No dia 26, o jogo foi contra o Flamengo. Novamente 1×1. Dida abriu a contagem para o Flamengo e Pelé empatou para o Vasco. Mais três dias, e o time de Pelé enfrentou o São Paulo no Pacaembú. Mais uma vez, um empate de 1×1. Gino marcou para o São Paulo e novamente Pelé fez o gol dos vascainos. Começava, e muito bem, a carreira de Pelé junto aos cariocas. A torcida do Rio de Janeiro sentia que ali estava um futuro ídolo do futebol brasileiro.
19/10/1901 PAULISTA 1 x 1 CARIOCA,AMISTOSO
20/10/1901 PAULISTA 2 x 2 CARIOCA,AMISTOSO
15/11/1902 PAULISTA 1 X 3 INTERNACIONAL DE SANTOS,AMISTOSO
15/03/1903 PAULISTA 1 X 2 INTERNACIONAL DE SANTOS,AMISTOSO
31/03/1906 PAULISTA 0 x 6 AFRICA DO SUL, AMISTOSO
24/07/1906 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
04/08/1096 PAULISTA 1 X 2 BOTAFOGO-RJ, AMISTOSO
12/10/1906 PAULISTA 0 X 2 CARIOCA, AMISTOSO
06/12/1906 PAULISTA 4 X 0 CARIOCA, AMISTOSO
11/11/1906 PAULISTA 4 X 3 FLUMINENSE,AMISTOSO
25/08/1907 PAULISTA 4 X 1 CARIOCA, TAÇA BRASIL
12/10/1907 PAULISTA 1 X 0 CARIOCA, TAÇA BRASIL
00/00/1908 PAULISTA 0 X 6 ARGENTINOS, AMISTOSO
02/07/1908 PAULISTA 2 X 2 COMBINADO ARGENTINO,AMISTOSO
07/07/1908 PAULISTA 0 X 4 COMBINADO ARGENTINO,AMISTOSO
00/00/1911 PAULISTA 2 X 2 URUGUAIOS, AMISTOSO
04/09/1912 PAULISTA 4 X 3 COMBINADO ARGENTINO, AMISTOSO
08/09/1912 PAULISTA 3 X 6 SELEÇÃO DA ARGENTINA, AMISTOSO
12/09/1912 PAULISTA 0 X 4 SELEÇÃO DA ARGENTINA, AMISTOSO
27/09/1912 PAULISTA 1 X 2 COMBINADO CHILENO, AMISTOSO
12/11/1912 PAULISTA 6 X 0 RIO GRANDE-RS, AMISTOSO
15/11/1912 PAULISTA 5 X 0 RIO BRANCO DE BAGÉ, AMISTOSO
00/00/1912 PAULISTA 8 X 1 RIO GRANDE BAGÉ,AMISTOSO
17/11/1912 PAULISTA 7 X 0 SEL DO RIO GRANDE DO SUL, AMISTOSO
21/11/1912 PAULISTA 3 X 1 SEL DO RIO GRANDE DO SUL, AMISTOSO
22/11/1912 PAULISTA 6 X 0 SEL DO RIO GRANDE DO SUL, AMISTOSO
24/11/1912 PAULISTA 7 X 0 SELEÇÃO DE FLORIANÓPOLIS,AMISTOSO
17/07/1913 PAULISTA 0 X 0 COMBINADO PORTUGUÊS, AMISTOSO
10/08/1913 PUALISTA 2 X 0 COMBINADO ARGENTINO,AMISTOSO
14/08/1913 PAULISTA 1 X 2 COMBINADO ARGENTINO,AMISTOSO
18/08/1913 PAULISTA 0 X 2 COMBINADO ARGENTINO,AMISTOSO
27/09/1913 PAULISTA 1 X 3 SELEÇÃO DO CHILE, AMSITOSO
16/11/1913 PAULISTA 0 X 0 CARIOCA, TORNEIO RIO-SÃO PAULO
00/00/1914 PAULISTA 1 X 7 TORINO-ITÁLIA, AMISTOSO
24/06/1914 PAULISTA 1 X 2 COMBINADO BRASILEIRO, AMISTOSO
28/06/1914 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA, TAÇA FIAT
16/07/1914 PAULISTA 1 X 2 CONTRA SCRATCH, AMISTOSO
13/08/1914 PAULISTA 2 X 1 PRO VERCELLI, AMISTOSO
30/08/1914 PAULISTA 4 X 2 CARIOCA, TORNEIO RIO-SÃO PAULO
17/06/1915 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, TORNEIO RIO-SÃO PAULO
03/10/1915 PAULISTA 2 X 5 CARIOCA, TORNEIO RIO-SÃO PAULO
07/11/1915 PAULISTA 8 X 0 CARIOCA, TORNEIO RIO-SÃO PAULO
13/08/1916 PAULISTA 5 X 0 CARIOCA, TORNEIO RIO-SÃO PAULO
24/09/1916 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA, TORNEIO RIO-SÃO PAULO
24/06/1917 PAULISTA 1 X 0 CARIOCA TAÇA FUCHS E BRONZE
18/01/1917 PAULISTA 1 X 5 DUBLIN-URUGUAI,AMISTOSO
29/07/1917 PAULISTA 7 X 1 CARIOCA TAÇA RODRIGUES ALVES
12/08/1917 PAULISTA 3 X 3 CARIOCA, TAÇA RODRIGUES ALVES
25/12/1917 PAULISTA 9 X 1 CARIOCA, TAÇA FUCHS E BRONZE
25/12/1917 PAULISTA 1 X 0 DUBLIN URUGUAI,AMISTOSO
03/02/1918 PAULISTA 1 X 0 URUGUAIOS,AMISTOSO
03/02/1918 PAULISTA 7 X 3 CONTRA-SCRATCH, AMISTOSO
02/06/1918 PAULISTA 4 X 2 CARIOCA, TAÇA RODRIGUES ALVES
07/07/1918 PAULISTA 1 X 2 CARIOCA, TAÇA FUCHS E BRONZE
04/08/1918 PAULISTA 2 X 3 CARIOCA, TAÇA RODRIGUES ALVES
12/08/1918 PAULISTA 5 X 0 CARIOCA, AMISTOSO
01/09/1918 PAULISTA 8 X 1 CARIOCA, TAÇA FUCHS E BRONZE
12/10/1918 PAULISTA 5 X 0 CARIOCA, TAÇA RODRIGUES ALVES
05/06/1919 PAULISTA 2 X 1 ARGENTINO, AMISTOSO
15/06/1919 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA, TAÇA FUCHS E BRONZE
03/01/1920 PAULISTA 1 X 2 PALESTRA ITÁLIA-SP,AMISTOSO
06/07/1919 PAULISTA 4 X 2 CARIOCA, TAÇA RODRIGUES ALVES
00/00/1920 PAULISTA 10 X 0 BRITÂNIA-PR, AMISTOSO
00/00/1920 PAULISTA 6 X 1 SELEÇÃO DE PONTA GROSSA, AMISTOSO
06/06/1920 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA, TAÇA RODRIGUES ALVES
13/06/1920 PAULISTA 6 X 1 SELEÇÃO DO PARANÁ, AMISTOSO
25/07/1920 PAULISTA 2 X 2 CARIOCA, TAÇA RODRIGUES ALVES
00/00/1921 PAULISTA 2 X 1 SELEÇÃO DO PARANÁ, AMISTOSO
00/00/1921 PAULISTA 0 X 1 ATHLETICO-PR, AMISTOSO
00/00/1922 PAULISTA 2 X 0 VASCOS DE PORTUGUAL, AMISTOSO
00/00/1922 PAULISTA 3 X 1 SELEÇÃO DO PARANÁ, AMISTOSO
23/07/1922 PAULISTA 13 X 0 MINAS GERAIS, CAMPEONATO BRASILEIRO
02/08/1922 PAULISTA 4 X 2 RIO GRANDE DO SUL, C BRASILEIRO
06/08/1922 PAULISTA 3 X 0 SELEÇÃO DA BAHIA, C BRASILEIRO
14/10/1922 PAULISTA 9 X 1 INTERNACIONAL-PR, AMISTOSO
15/10/1922 PAULISTA 2 X 0 SELEÇÃO DO PARANÁ, AMISTOSO
00/00/1922 PAULISTA 8 X 3 SELEÇÃO DO PARANÁ, AMISTOSO
13/08/1922 PAULISTA 4 X 1 CARIOCA, TORNEIO DE SELEÇÕES
27/08/1922 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1923 PAULISTA 8 X 0 SELEÇÃO DO PARANÁ, AMISTOSO
19/08/1923 PAULISTA 1 X 0 SANTOS- FC,AMISTOSO
23/09/1923 PAULISTA 4 X 1 SELEÇÃO DO RS, CAMPENATO BRASILEIRO
07/10/1923 PAULISTA 5 X 1 SELEÇÃO DO PARANÁ, CBRASILEIRO
25/10/1923 PAULISTA 12 X 1 RIO CLARO-SP, AMISTOSO
28/10/1923 PAULISTA 4 X 0 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
09/11/1924 PAULISTA 5 X 0 PARANÁ,CAMPEONATO BRASILEIRO
23/11/1924 PAULISTA 1 X 0 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
21/12/1924 PAULISTA 0 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
03.05.1925 PAULISTA 0 X 0 XV DE JAÚ,AMISTOSO
26/07/1925 PAULISTA 6 X 1 PARANÁ, CAMPEONATO BRASILEIRO
02/08/1925 PAULISTA 1 X 0 SELELÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
30/08/1925 PAULISTA 3 X 1 SELEÇÃO DE SANTOS, AMISTOSO
06/09/1925 PAULISTA 3 X 0 SELEÇÃO DO PARÁ, CO BRASILEIRO
13/09/1925 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
20/09/1925 PAULISTA 2 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
28/04/1926 PAULISTA 8 X 1 CARIOCA,, AMISTOSO
14/07/1926 PAULISTA 7 X 3 SELEÇÃO DO PARANÁ, AMISTOSO
00/00/1926 PAULISTA 9 X 2 CORITIBA-PR, AMISTOSO
19.09.1926 PAULISTA 3 X 3 PALESTRA ITÁLIA-MG,AMISTOSO
26/09/1926 PAULISTA 16 X 0 SANTA CATARINA, C BRASILEIRO
10/10/1926 PAULISTA 5 X 3 RIO GRANDE DO SUL, C BRASILEIRO
21/10/1926 PAULISTA 0 X 0 SELEÇÃO DE SANTOS, AMISTOSO
24/10/1926 PAULISTA 13 X 1 SELEÇÃO DA BAHIA, C BRASILEIRO
07/11/1926 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
14/11/1926 PAULISTA 6 X 1 SANTOS FUTEBOL CLUBE, AMISTOSO
21/11/1926 PAULISTA 1 X 7 SANTOS FUTEBOL CLUBE, AMISTOSO
25/11/1926 PAULISTA 0 X 5 SANTOS FUTEBOL CLUBE, AMISTOSO
06/11/1927 PAULISTA 3 X 5 SC CORINTHIANS-PTA, AMISTOSO
15/11/1927 PAULISTA 7 X 0 PALESTRA ITÁLIA-SP,AMISTOSO
00/00/1927 PAULISTA 0 X 1 ESTUDANTES CARIOCAS,AMISTOSO
15/01/1928 PAULISTA 0 X 5 CARIOCA, AMISTOSO
25/03/1928 PAULISTA 9 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1928 PAULISTA 4 X 0 PEÑAROL UNIVERSITÁRIO, AMISTOSO
09/07/1928 PAULISTA 2 X 3 ARGENTINOS, AMISTOSO
20/01/1929 PAULISTA 6 X 2 CARIOCA, AMISTOSO
22/02/1929 PAULISTA 2 X 2 RAMPLA JUNIORS-ARGENTINA,AMISTOSO
00/00/1929 PAULISTA 1 X 1 VICTORIA DE PORTUGAL, AMISTOSO
00/00/1929 PAULISTA 1 X 0 RAMPLA JUNIORS-ARGENTINA,AMISTOSO
00/00/1929 PAULISTA 3 X 0 BARRACAS-ARGENTINA,AMISTOSO
00/00/1929 PAULISTA 6 X 4 BOLOGNA-ITÁLIA,AMISTOSO
03/02/1929 PAULISTA 5 X 1 SELEÇÃO DE SANTOS, AMISTOSO
00/00/1929 PAULISTA 1 X 1 VICTORIA,AMISTOSO
00/00/1929 PAULISTA 2 X 5 CARIOCA, CAMPEONATO BRASLEIRO
00/00/1929 PAULISTA 9 X 1 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
00/00/1929 PAULISTA 7 X 1 SELEÇÃO DA BAHIA, C BRASILEIRO
03/03/1929 PAULISTA 2 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
03/05/1929 PAULISTA 4 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
23/06/1929 PAULISTA 3 X 0 CARIOCA, AMISTOSO
06/10/1929 PAULISTA 0 X 1 SELEÇÃO DE SANTOS, AMISTOSO
13/10/1929 PAULISTA 5 X 3 CARIOCA, AMISTOSO
27/10/1929 PAULISTA 10 X 1 PARANÁ, CAMPEONATO BRASILEIRO
18/11/1929 PAULISTA 2 X 1 FERENCVAROS-HUNGRIA,AMISTOSO
21/12/1929 PAULISTA 4 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
22/12/1929 PAULISTA 3 X 3 CARIOCA, AMISTOSO
31/12/1929 PAULISTA 1 X 3 CARIOCA, AMISTOSO
26/03/1930 PAULISTA 4 X 2 INTERNACIONAL-SP,AMISTOSO
28/03/1930 PAULISTA 8 X 1 SPORTIVO-ARGENTINA,AMISTOSO
13/05/1930 PAULISTA 2 X 4 PALESTRA ITÁLIA-SP,AMISTOSO
00/00/1930 PAULISTA 3 X 1 HAKOAH-EUA,AMISTOSO
07/01/1931 PAULISTA 1 X 0 CHELSEA-INGLATERRA, AMISTOSO
06/04/1931 PAULISTA 1 X 6 CARIOCA,AMISTOSO
19/04/1931 PAULISTA 1 X 3 BELLA VISTA, AMISTOSO
30/06/1931 PAULISTA 1 X 2 FERENCVÁROS-HUNGRIA, AMISTOSO
16/07/1931 PAULISTA 3 X 2 INTERNACIONAL-SP, AMISTOSO
17/07/1931 PAULISTA 1 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
19/07/1931 PAULISTA 6 X 4 SELEÇÃO DO PARANÁ,C BRASILEIRO
24/07/1931 PAULISTA 3 X 0 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
26/07/1931 PAULISTA 1 X 4 PALESTRA ITÁLIA-SP, AMISTOSO
31/07/1931 PAULISTA 0 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
02/08/1931 PAULISTA 9 X 2 SELEÇÃO DE SANTOS, AMISTOSO
09/08/1931 PAULISTA 1 X 0 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
16/08/1931 PAULISTA 11 X 3 PERNAMBUCO, CAMPEONATO BRASILEIRO
13/09/1931 PAULISTA 0 X 3 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1932 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA, AMISTOSO
15/03.1932 PAULISTA 3 X 0 SELEÇÃO BAIANA, AMISTOSO
22/06/1932 PAULISTA 1 X 2 CARIOCA, AMISTOSO
22//01/1933 PAULISTA 4 X 2 SELEÇÃO DE SANTOS,AMISTOSO
00/00/1933 PAULISTA 7 X 2 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1933 PAULISTA 5 X 1 CARIOCA, CAMPEONTO BRASILEIRO
00/00/1933 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1933 PAULISTA 0 X 2 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1933 PAULISTA 8 X 0 SELEÇÃO DO PARANÁ, C BRASILEIRO
28/03/1933 PAULITSA 1 X 1 PORTUGUESA-SP, AMISTOSO
15/10/1933 PAULISTA 2 X 1 BOTAFOGO-RJ, AMISTOSO
15/11/1933 PAULISTA 1 X 5 BOTAFOGO-RJ, AMISTOSO
31/12/1933 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00/00/1934 PAULISTA 3 X 2 LIGA DE SPORTS DA MARINHA, AMISTOSO
00/00/1934 PAULISTA 0 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1934 PAULISTA 1 X 3 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1934 PAULISTA 0 X 2 CARIOCA, AMISTOSO
00/00/1934 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00/00/1934 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASLEIRO
07/01/1934 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
28/01/1934 PAULISTA 4 X 2 ESPIRITO SANTO, CAMPEONATO BRASILEIRO
04/03/1934 PAULISTA 2 X 4 SELEÇÃO DA BAHIA, C BRASILEIRO
08/03/1934 PAULISTA 3 X 2 SELEÇÃO DA BAHIA, C BRASILEIRO
11/03/1934 PAULISTA 2 X 0 SELEÇÃO DA BAHIA, C BRASILEIRO
15/03/1934 PAULISTA 3 X 0 SELEÇÃO DA BAHIA,AMISTOSO
20/03/1934 PAULISTA 1 X 2 VITÓRIA-BA,AMISTOSO
27/03/1934 PAULISTA 1 X 1 COMBINADO FLAMENGO-VITÓRIA,AMISTOSO
28/03/1934 PAULISTA 1 X 4 COMINADO DE ÁGUA PRETA-BA,AMISTOSO
07/11/1934 PAULISTA 7 X 4 SELEÇÃO DO PARANÁ, C BRASILEIRO
11/02/1935 PAULISTA 3 X 6 PALESTRA ITÁLIA-SP, AMISTOSO
01/05/1935 PAULISTA 3 X 3 SANTOS FUTEBOL CLUBE, AMISTOSO
00/00/1935 PAULISTA 2 X 5 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00/00/1935 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00/00/1935 PAULISTA 1 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00/00/1935 PAULISTA 1 X 5 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
15/12/1935 PAULISTA 8 X 5 CARIOCA, TAÇA DE OURO
22/12/1935 PAULISTA 1 X 4 CARIOCA, TAÇA DE OURO
00/00/1935 PAULISTA 1 X 4 CARIOCA, AMISTOSO
08/03/1936 PAULISTA 4 X 1 PALESTRA ITÁLIA-MG,AMISTOSO
10/03/1936 PAULISTA 1 X 3 ATLÉTICO-MG,AMISTOSO
16/07/1936 PAULISTA 1 X 2 SELEÇÃO GAÚCHA, C BRASILEIRO
00/07/1936 PAULISTA 4 X 2 SELEÇÃO DA BAHIA,C BRASILEIRO
16/07/1936 PAULISTA 3 X 1 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
26/07/1936 PAULISTA 3 X 1 SELEÇÃO DO RS , CAMPEONATO BRASILEIRO
00/00/1938 PAULISTA 9 X 2 PERNAMBUCO, CAMPEONATO BRASILEIRO
08.02.1938 PAULISTA 4 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
12.02.1938 PAULISTA 1 X 3 CARIOCA CAMPEONATO BRASILEIRO
15.02.1938 PAULISTA 0 X 0 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
19.02.1938 PAULISTA 1 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00.00.1939 PAULISTA 6 X 1 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
14.12.1939 PAULISTA 1 X 5 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO.
18.12.1939 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
31.12.1939 PAULISTA 1 X 4 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00.00.1940 PAULISTA 2 X 1 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
05.01.1940 PAULISTA 7 X 0 SELEÇÃO DE PERNAMBUCO, C BRASILEIRO
11.01.1940 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
15.01.1940 PAULISTA 0 X 4 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
20.01.1941 PAULISTA 2 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
28.05.1941 PAULISTA 5 X 6 CARIOCA, AMISTOSO
04.06.1941 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA, AMISTOSO
00.00.1941 PAULISTA 7 X 2 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
00.00.1941 PAULISTA 4 X 1 SELEÇÃO DO RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
00.00.1941 PAULISTA 1 X 3 COM PAL-ITÁLIA-CORINTHIANS,AMISTOSO
10.12.1941 PAULISTA 4 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
14.12.1941 PAULISTA 3 X 4 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
17.12.1941 PAULISTA 1 X 0 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
29.11.1942 PAULISTA 3 X 1 MINAS GERAIS,CAMPEONATO BRASILEIRO
02.12.1242 PAULISTA 8 X 1 MINAS GERAIS,CAMPEONATO BRASILEIRO
06.12.1942 PAULISTA 0 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
29.01.1942 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
10.12.1942 PAULISTA 0 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
15.12.1942 PAULISTA 3 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
20.12.1942 PAULISTA 4 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
12.12.1942 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
15.12.1942 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
19.12.1942 PAULISTA 0 X 3 CARIOCA CAMPEONATO BRASILEIRO
23.12.1942 PAULISTA 0 X 6 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
00.00.1943 PAULISTA 3 X 6 CARIOCA,AMISTOSO
00.00.1943 PAULISTA 2 X 2 CARIOCAMISTOSO
23.12.1943 PAULISTA 1 X 6 CARIOCA,AMISTOSO
30.12.1943 PAULISTA 1 X 2 CARIOCA,AMISTOSO
19.11.1944 PAULISTA 1 X 2 SEL RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
26.11.1944 PAULISTA 5 X 0 SEL RS, CAMPEONATO BRASILEIRO
03.12.1944 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
06.12.1944 PAULISTA 1 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
10.12.1944 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
14.12.1944 PAULISTA 4 X 3 CARIOCA CAMPEONATO BRASILEIRO
17.12.1944 PAULISTA 1 X 3 CARIOCA,CAMPEONATO BRASILEIRO
29.11.1946 PAULISTA 5 X 0 SLEÇÃO GAÚCHA,CAMPEONATO BRASILEIRO
05.12.1946 PAULISTA 4 X 5 SELEÇÃO GAÚCHA, C BRASILEIRO
07.12.1946 PAULISTA 1 X 0 SELEÇÃO GAÚCHA, C BRASILEIRO
08.03.1947 PAULISTA 5 X 2 CARIOCA,CAMPEONATO BRASILEIRO
12.03.1947 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
16.03.1947 PAULISTA 1 X 4 CARIOCACAMPEONATO BRASILEIRO
08.03.1950 PAULISTA 1 X 1 SELEÇÃO GAÚCHA
12.03.1950 PAULISTA 6 X 1 SELEÇÃO GAÚCHA
15.03.1950 PAULISTA 0 X 4 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
19.03.1950 PAULISTA 2 X 2 CARIOCA CAMPEONATO BRASILEIRO
22.03.1950 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA CAMPEONATO BRASILEIRO
11.06.1950 PAULISTA 3 X 4 SELEÇÃO DO BRASIL,AMISTOSO
16.06.1950 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA,AMISTOSO
25.05.1952 PAULISTA 2 X 3 INTERNACIONAL-RS,AMISTOSO
22.05.1952 PAULISTA 3 X 2 SELEÇÃO GAÚCHA, C BRASILEIRO
28.05.1952 PAULISTA 5 X 1 SELEÇÃO GAÚCHA, C BRASILEIRO
01.06.1952 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
04.06.1952 PAULISTA 3 X 0 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
06.06.1952 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
28/01/1955 PAULISTA 3 X 2 APARECIDA-SP,AMISTOSO
13.03.1955 PAULISTA 1 X 1 SELEÇÃO GAÚCHA C BRASILEIRO
00.00.1955 PAULISTA 2 X 3 PEÑAROL,AMISTOSO
00.00.1955 PAULISTA 1 X 0 PEÑAROL,AMISTOSO
20/03.1955 PAULISTA 4 X 2 SELEÇÃO GAÚCHA, C BRASILEIRO
27.03.1955 PAULISTA 3 X 1 CARIOCA,, CAMPEONATO BRASILEIRO
31.03.1955 PAULISTA 4 X 3 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
17.01.1957 PAULISTA 8 X 0 SELEÇÃO DO PARANA, C BRASILEIRO
20.01.1957 PAULISTA 0 X 0 SELEÇÃO DO PARANA C BRASILEIRO
28.01.1957 PAULISTA 2 X 1 SELEÇÃO DE MINAS GERAIS C BRASILEIRO
06.02.1957 PAULISTA 2 X 0 PERNAMBUCO, CAMPEONATO BRASILEIRO
10.02.1957 PAULISTA 0 X 4 CARIOCA CAMPEONATO BRASILEIRO
13.02.1957 PAULISTA 3 X 1 MINAS GERAIS, CAMPEONATO BRASILEIRO
17.02.1957 PAULISTA 3 X 1 PERNAMBUCO CAMPEONATO BRASILEIRO
20.02.1957 PAULISTA 2 X 0 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
19.01.1960 PAULISTA 2 X 0 SELEÇÃO DA BAHIA C BRASILEIRO
24.01.1960 PAULISTA 7 X 1 SELEÇÃO DA BAHIA C BRASILEIRO
27.01.1960 PAULISTA 4 X 2 MINAS GERIAS CAMPEONATO BRASILEIRO
31.01.1960 PAULISTA 2 X 4 PERNAMBUCO CAMPEONATO BRASILEIRO
03.02.1960 PAULISTA 4 X 1 CARIOCA CAMPEONATO BRASILEIRO
07.02.1960 PAULISTA 6 X 1 MINAS GERAIS, CAMPEONATO BRASILEIRO
10.02.1960 PAULISTA 3 X1 PERNAMBUCO CAMPEONATO BRASILEIRO
14.02.1960 PAULISTA 2 X 1 CARIOCA, CAMPEONATO BRASILEIRO
19.02.1962 PAULISTA 4 X 6 CARIOCA,AMISTOSO
12.01.1963 PAULISTA 4 X 0 SÃO PAULO FC,AMISTOSO
16.01.1963 PAULISTA 1 X 2 SÃO BENTO SOCABA, C BRASILEIRO
20.01.1963 PAULISTA 0 X 3 MINAS GERIAS, CAMPEONATO BRASILEIRO
23.01.1963 PAULISTA 1 X 1 MINAS GERAIS,CAMPEONATO BRASILEIRO
03.12.1964 PAULISTA 1 X 2 DEPORTIVO PORTUGUÊS-VEN,AMISTOSO
06.12.1964 PAULISTA 3 X 1 DEPORTIVO GALÍCIA,VEM,AMISTOSO
05.05.1966 PAULISTA 0 X 1 COMBINADO DE CAMINAS,AMISTOSO
16.10.1968 PAULISTA 3 X 2 CARIOCA,AMISTOSO
21.12.1969 PAULISTA 0 X 0 CARIOCA,AMISTOSO
03.03.1974 PAULISTA 2 X 2 CARIOCA,AMISTOSO
11.05.1974 PAULISTA 0 X 1 GUARANI DE CAMPINAS,AMISTOSO
00.00.1975 PAULISTA 1 X 1 SELEÇÃO DO BRASIL,AMISTOSO
13.10.1976 PAULISTA 3 X 0 SELEÇÃO DE JACARTA,AMISTOSO
15.10.1976 PAULISTA 3 X 1 SELEÇÃO DE CINGAPURA,AMISTOSO
04.11.1976 PAULISTA 0 X 1 PETROPUL ROMÊNIA,AMISTOSO
22.12.1976 PAULISTA 0 X 2 BOTAFOGO-SP,AMISTOSO
25.01.1977 PAULISTA 0 X 2 SELEÇÃO DO BRASIL,AMISTOSO
16.06.1977 PAULISTA 1 X 1 SELEÇÃO DO BRASIL,AMSITOSO
04.09.1977 PAULISTA 4 X 0 INTERNACIONAL DE LIMEIRA,AMISTOSO
30/11/1980 PAULISTA 2 X 2 URSS,AMISTOSO
06.12.1981 PAULISTA 4 X 3 SÃO PAULO FC,AMISTOSO
08.12.1981 PAULISTA 3 X 3 CARIOCA,AMISTOSO
00.00.1982 PAULISTA 3 X 4 CARIOCA,AMISTOSO
22.01/1984 PAULISTA 2 X 1 PALMEIRAS,AMISTOSO
05.12.1987 PAULISTA 1 X 0 ESPIRITO SANTO,CBRASILEIRO
08.12.1987 PAULISTA 1 X 1 ESPÍRITO SANTO,CBRASILEIRO
24.01.1988 PAULISTA 3 X 1 GOÍAS,CAMPEONATO BRASILEIRO
31.01.1988 PAULISTA 1 X 0 GOÍAS,CAMPEONATO BRASILEIRO
02.02.1988 PAULISTA 0 X 1 CARIOCA,CAMPEONTO BRASILEIRO
10.08.1988 PAULISTA 2 X 0 SELEÇÃO DO RS,TORNEIO DE SELEÇÕES
14.08.1988 PAULISTA 0 X 1 SELEÇÃO DE MG,TORNEIO DE SELEÇÕES
18.08.1988 PAULISTA 1 X 0 SELEÇÃO DA BAHIA,TORNEIO DE SEL.
22.08.1988 PAULISTA 1 X 1 SELEÇÃO DO RS,TORNEIO DE SELEÇÕES
25.08.1988 PAULISTA 1 X 1 SELEÇÃO DE MG,TORNEIO DE SELEÇÕES
29.08.1988 PAULISTA 0 X 1 SELEÇÃO DA BAHIA.TORNEIO DE SEL.
25.01.1996 PAULISTA 4 X 1 CARIOCA,AMISTOSO
12.09.1996 PAULISTA 5 X 3 CARIOCA,AMISTOSO
25.09.1996 PAULISTA 0 X 2 CARIOCA,AMISTOSO
10.10.2004 PAULISTA 1 X 1 CARIOCA,AMISTOSO
01.05.2007 PAULISTA 2 X 0 PERNAMBUCO,AMISTOSO
09.12.2010 PAULISTA 3 X 1 SELEÇÃO CARIOCA,AMISTOSO
A SELEÇÃO PAULISTA A LONGO DE SUA HISTÓRIA DISPUTOU 325 JOGOS.
Meia clássico,o uruguaio Pedro Rocha passa há três anos por calvário que minou sua capacidade de movimentação e sua fala.Por esse motivo,este repórter não consegui acesso direto ao ex-jogador.Porém ,os relatos de sua saúde são totalmente fidedignos,pois foram contados por pessoas que mudaram suas vidas em função do problema crônico do ídolo tricolor:sua esposa,Gladys Cuesta,a Mabel,e seu filho Pedro Rocha cuesta.
É em uma casa no bairro paulistano de Santo Amaro que vivem os três.O dia a dia da família uruguaia –com coração brasileiro- como afirma o filho – é no jargão futebolístico,uma decisão de campeonato.Pedro Rocha precisa de cuidados constantes.Tem dificuldade para andar,o que o relegou a precisar de uma cadeira de rodas para tomar banho e de ajuda para se expressar.”O coração e a memória estão bem,Ainda não há cura para a doença,mas os médicos estão buscando melhoras para um quadro ideal”,afirma Pedrinho,hoje com 43 anos.
Pedro Rocha tem 67 anos.Em 2008,surgiram os primeiros sintomas da atrofia no mesencéfalo,parte do cérebro responsável por coordenar junto a outra partes do órgão os movimentos do corpo e a fala.”Foi aos poucos.Há três anos ele estava totalmente normal.Andava normalmente,dirigia mas notamos algumas situações em que ele começou a sentir descontrole para dirigir.Pensamos que era depressão,estresse,e começamos a consultar médicos.
É uma doença que vai jogando para baixo.Estamos vendo os resultados”,conta o filho.
Desde então a vida da família mudou bastante.Dona Mabel,também com 67 anos,passou a viver para cuidar do marido..Pedrinho,ex-jogados do Palmeiras que não vingou e se tornou técnico,não pôde mais sair de São Paulo,Os demais filhos,Sandra 44 e Gonzalo 35,também estão sempre próximos do pai.O São Paulo custeia as necessidades médicas,que não são poucas,e oferece profissionais.Todos na esperança de ver o ex-camisa 10 da Celeste.
José Monteiro atuava como bandeirinha da Federação Metropolitana de Futebol desde 1947. Passou por muitos apertos. Um deles está no relato a seguir:
Vasco e América jogavam em São Januário pelo campeonato carioca de 1950. O juiz era Alberto da Gama Malcher. José Monteiro e Lourival Souza eram seus auxiliares. Uma falha do arbitro colocou em perigo todo o trio de arbitragem.
Houve um escanteio contra o Vasco. Jorginho bateu para Ranulfo que centro para Maneco e Natalino, bem próximo ao bandeirinha José Monteiro que levantou a bandeira mancando impedimento dos dois americanos. Malcher não viu o gesto do auxiliar e na seqüência do lance Dimas marcou um gol para o América. Jogadores do Vasco reclamaram e a torcida ficou enfurecida. Chegara jogar pedras, garrafas e tudo que tinha na mão. O alvo era o bandeirinha José Monteiro.
O jogo estava 2×2 quando, no final, Gama Malcher apitou um pênalti contra o Vasco. O América terminou vencendo por 3×2. Para sair do gramado, o trio de arbitro teve que correr para o vestiário. Enquanto trocavam de roupa, a torcida enfurecida começou a bater na porta com violência. José Monteiro ficou segurando a porta enquanto Malcher e o Souza procuravam chamar a policia que chegou no momento em que a torcida já tinha arrombada a porta e dava os primeiros safanões no José Monteiro. Para saírem de São Januário, os três ganharam uma carona no camburão da Radiopatrulha.
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Em 1975, Otávio Pinto Guimarães era o presidente da Federação Carioca de Futebol e João Ellis o Diretor do Departamento de Árbitros da entidade. Naquela época ninguém podia duvidar a integridade moral dos juizes mesmo sabendo que eles não eram santos. Apenas, todos eles viviam sob uma pressão constante dos cartolas, estes sim, os grandes, os verdadeiros culpados do péssimo período que viveu os árbitros do futebol carioca. |
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19/10/1985 BRASIL 16 X 0 HOLANDA-II CAMPEONATO MUNDIAL FIFUSA
15/01/1989 BRASIL 2 X 1 HOLANDA, I CAMPEONATO MUNDIAL FIFA
25/11/1992 BRASIL 2 X 1 HOLANDA II CAMPEONATO MUNDIAL FIFA
23/05/1995 BRASIL 1 X 6 HOLANDA,COPA DAS NAÇÕES
03/12/1996 BRASIL 5 X 1 HOLANDA III CAMPEONATO MUNDIAL FIFA
03/12/1997 BRASIL 4 X 1 HOLANDA,TORNEIO AMISTOSO
15/10/1098 BRASIL 6 X 1 HOLANDA,II COPA RIO
18/10/1998 BRASIL 7 X 2 HOLANDA,II COPA RIO
08 JOGOS
07 VITÓRIAS DO BRASIL
00 EMPATES
01 VITÓRIA DA HOLANDA
43 GOLS DO BRASIL
13 GOLS DA HOLANDA
Lara não pôde participar do segundo Jantar Farroupilha. Estava muito feliz pelo título do Grêmio, mas ao mesmo tempo sentia fortes dores no peito. Então foi levado ao Hospital Beneficência Portuguesa. Infelizmente, um pouco mais de um mês depois, mais precisamente no dia 6 de novembro de 1935, o coração do lendário goleiro parou de bater. Porto Alegre chorou, e a comoção era presente tanto nos gremistas, quanto nos colorados. A capital parou para ver o seu enterro.Sem Lara, o Grêmio perdeu o Campeonato Estadual daquele ano, para o 9º Regimento de Pelotas, que passou a ser chamar Farroupilha, exatamente por ganhar o título no centenário da Guerra Farroupilha.Mas Lara, o maior goleiro da história do Grêmio, se eternizou, e através de seus feitos, tornou-se uma lenda. Mais tarde, Lara seria homenageado pelo hino do Grêmio, composto do Lupicínio Rodrigues:
Adolf “Adi” Dassler (Herzogenaurach, 3 de novembro de 1900 — 6 de setembro de 1978) foi um sapateiro e empresário alemão, foi o fundador da empresa de material esportivo Adidas. Deu à companhia o nome de Adidas devido a seu apelido (Adi) junto com as iniciais do sobrenome (Das, Dassler).
Adi Dassler iniciou a vida como sapateiro. Começou a produzir seus próprios sapatos esportivos na lavanderia da casa materna, após seu retorno da I Guerra Mundial. Seu pai, Christoph, havia trabalhado numa fábrica de calçados e deu-lhe apoio no início do negócio. Em 1924 seu irmão Rudolf Dassler juntou-se à iniciativa.
Já nos Jogos Olímpicos de Verão de 1928 a companhia equipava vários atletas.
Por causa de disputas pessoais, Rudolf Dassler deixou a companhia em 1947 e fundou a concorrente Puma AG. Após essa cisão, Adolf batizou seus materiais com a marca Adidas, baseada em seu nome.
Equipado com chuteiras Adidas a Seleção Alemã Ocidental de Futebol venceu a Copa do Mundo de 1954, debaixo de forte chuva. Em 2003 o filme “Das Wunder von Berna” (O milagre de Berna) reconta a história desse triunfo, apresentando os calçados de Dassler como uma chave para o sucesso do time e, ainda mais, da nação: a vitória proporcionou uma verdadeira injeção de ânimo para a Alemanha de pós-guerra, e a inclusão da Adidas no filme pode ser vista como uma grande publicidade da companhia.
Horst, filho de Adi Dassler, estabeleceu uma sucursal da Adidas em França, no ano de 1959, iniciando a expansão internacional da empresa. Em 1973 Horst fundou a Arena, marca para a produção de equipamentos de natação.
Após a morte de Adi, em 1978, seu filho e a esposa Käthe assumiram a administração da empresa. Em 1989 a Adidas converteu-se em companhia limitada, permanecendo uma propriedade familiar até a sua abertura de capital em 1995.
FONTE:WIKÍPÉDIA
| 16/11
30/11 14/12 21/12 |
3 x 0
0 x 4 1 x 1 2 x 2 |
Academia Bilac (Rio Claro) – Amistoso
Botucatuense – Amistoso Bauru AC. – Amistoso Bocaina – Amistoso |
Jaú
Jaú Jaú Bocaina |
|
19/08/1928 INTERNACIONAL-SM 0 X 2 MILITAR-RS-AMISTOSO
30/09/1928 INTERNACIONAL-SM 1 X 2 GAÚCHO-RS-AMISTOSO
25/11/1928 INTERNACIONAL-SM 4 X 1 UNIÃO-RS,AMISTOSO
JOGOS = 03
VITÓRIAS = 01
EMPATES = 00
DERROTAS 02
GOLS PRÓ = 5
GOLS CONTRA = 5
23/03/1969 – Democrata 0x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
05/06/1969 – Villa Nova 3x0 Democrata – Campeonato Mineiro
23/03/1975 – Villa Nova 6x2 Democrata – Taça Minas Gerais
13/04/1975 – Democrata 0x0 Villa Nova – Amistoso
21/09/1975 – Democrata 1x2 Villa Nova – Torneio Incentivo
26/10/1975 – Villa Nova 3x1 Democrata – Torneio Incentivo
28/03/1976 – Democrata 0x1 Villa Nova – Taça Minas Gerais
08/07/1978 – Democrata 0x1 Villa Nova – Amistoso
08/04/1979 – Democrata 2x3 Villa Nova – Campeonato Mineiro
23/06/1979 – Villa Nova 1x1 Democrata – Campeonato Mineiro
31/07/1980 – Democrata 0x0 Villa Nova – Taça Minas Gerais
17/08/1980 – Villa Nova 1x0 Democrata – Taça Minas Gerais
19/07/1981 – Democrata 1x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
11/10/1981 – Villa Nova 1x1 Democrata – Campeonato Mineiro
18/07/1982 – Democrata 1x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
17/10/1982 – Villa Nova 0x0 Democrata – Campeonato Mineiro
31/10/1982 – Democrata 1x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
21/11/1982 – Villa Nova 1x0 Democrata – Campeonato Mineiro
12/03/1983 – Villa Nova 1x1 Democrata – Amistoso
09/04/1983 – Democrata 1x1 Villa Nova – Amistoso
26/06/1983 – Democrata 0x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
25/08/1983 – Villa Nova 0x0 Democrata – Campeonato Mineiro
03/06/1984 – Villa Nova 0x0 Democrata – Campeonato Mineiro
04/11/1984 – Democrata 2x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
29/06/1985 – Villa Nova 0x1 Democrata – Campeonato Mineiro
06/11/1985 – Democrata 2x2 Villa Nova – Campeonato Mineiro
26/01/1986 – Democrata 2x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
20/04/1986 – Villa Nova 0x0 Democrata – Campeonato Mineiro
11/04/1987 – Villa Nova 1x1 Democrata – Campeonato Mineiro
08/07/1987 – Democrata 1x2 Villa Nova – Campeonato Mineiro
15/03/1989 – Democrata 0x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
26/08/1992 – Democrata 1x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
08/10/1992 – Villa Nova 0x1 Democrata – Campeonato Mineiro
27/02/1994 – Democrata 2x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
24/04/1994 – Villa Nova 1x1 Democrata – Campeonato Mineiro
20/03/1996 – Villa Nova 0x0 Democrata – Campeonato Mineiro
08/05/1996 – Democrata 1x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
16/03/1997 – Villa Nova 1x0 Democrata – Campeonato Mineiro
11/05/1997 – Democrata 4x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
29/03/1998 – Democrata 2x0 Villa Nova – Campeonato Mineiro
15/04/1998 – Villa Nova 2x0 Democrata – Campeonato Mineiro
25/04/1999 – Villa Nova 3x2 Democrata – Campeonato Mineiro
06/06/1999 – Democrata 5x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
22/04/2000 – Democrata 5x2 Villa Nova – Campeonato Mineiro
27/05/2000 – Villa Nova 3x1 Democrata – Campeonato Mineiro
25/03/2001 – Democrata 4x3 Villa Nova – Campeonato Mineiro
01/02/2006 – Villa Nova 3x1 Democrata – Campeonato Mineiro
11/03/2007 – Democrata 2x1 Villa Nova – Campeonato Mineiro
14/07/2007 – Democrata 3x2 Villa Nova – Campeonato Brasileiro da Série C
29/07/2007 – Villa Nova 7x1 Democrata – Campeonato Brasileiro da Série C
Jorn. Wagner Augusto Álvares de Freitas
Assessor de Imprensa e Historiador do Villa Nova AC
| 14-11-26 | Colo Colo | Peñarol | 1 | 5 | Amistoso Internacional | ||
| 23-12-42 | Colo Colo | Peñarol | 0 | 1 | Amistoso Internacional | ||
| 30-12-42 | Colo Colo | Peñarol | 1 | 3 | Amistoso Internacional | ||
| 03-11-51 | Peñarol | Colo Colo | 1 | 0 | Amistoso Internacional | ||
| 27-01-53 | Peñarol | Colo Colo | 2 | 5 | Amistoso Internacional | ||
| 15-12-56 | Colo Colo | Peñarol | 2 | 4 | Amistoso Internacional | ||
| 14-02-59 | Colo Colo | Peñarol | 1 | 2 | Amistoso Internacional | ||
| 30-01-60 | Colo Colo | Peñarol | 1 | 1 | Amistoso Internacional | ||
| 11-02-61 | Colo Colo | Peñarol | 2 | 0 | Amistoso Internacional | ||
| 31-03-63 | Colo Colo | Peñarol | 1 | 3 | Amistoso Internacional | ||
| 09-11-66 | Peñarol | Colo Colo | 2 | 1 | Amistoso Internacional | ||
| 14-12-66 | Colo Colo | Peñarol | 0 | 2 | Amistoso Internacional | ||
| 14-02-67 | Colo Colo | Peñarol | 2 | 2 | Amistoso Internacional | ||
| 08-12-81 | Colo Colo | Peñarol | 2 | 0 | Amistoso Internacional | ||
| 03/05/85 | Colo Colo | Peñarol | 1 | 2 | Copa Libertadores | ||
| 31/05/85 | Peñarol | Colo Colo | 3 | 1 | Copa Libertadores | ||
| 30-09-89 | Colo Colo | Peñarol | 2 | 1 | Amistoso Internacional | ||
| 26-08-93 | Peñarol | Colo Colo | 2 | 0 | Copa Conmebol | ||
| 01-09-93 | Colo Colo | Peñarol | 2 | 0 | P 2-4 | Copa Conmebol | |
| 17-07-99 | Colo Colo | Peñarol | 1 | 0 | Amistoso Internacional | ||
| 05-06-01 | Colo Colo | Peñarol | 2 | 1 | Amistoso Internacional |
O Santos precisava de três gols para chegar à final.No primeiro tempo,Giovanni fez dois.No segundo,foi a vez de Macedo.Rogerinho diminuiu,mas camanducaia e Marcelo Passos marcaram de novo.Rogerinho fez mais um,mas deu Santos na Final
Santos: Edinho,Marquinhos Capixaba,Ronaldo,Narciso e Marcos,Adriano,Gallo,Carlinhos,Macedo e Giovani.Tecnico Cabralzinho
Fluminense: Wellerson,Ronald,Lima Alê(Gaúcho) e Cássio,Vampeta,Otacilio,Ailton e Valdeir(Leonardo),Renato Gaúcho e Rogerinho.Tecnico: Joel Santana
Gols: Giovanni 25 de pênalti,Giovanni 30 do 1ºMacedo 5,Rogerinho 7,Camanducaia,Marcelo Passos 37 e Rogerinho 392º tempo
|
22/06/1963- Santos 0 x 4 Milan, Amistoso, em Milão/ITA
16/10/1963- Santos 2 x 4 Milan, Copa Intercontinental, em Milão/ITA 14/11/1963- Santos 4 x 2 Milan, Copa Intercontinental, no Maracanã – Rio de Janeiro/BRA 16/11/1963- Santos 1 x 0 Milan, Copa Intercontinental, no Maracanã Rio de Janeiro/BRA 11/06/1965- Santos 1 x 1 Milan, Amistoso, em New York/EUA 03/07/1965- Santos 0 x 1 Milan, Amistoso, em Caracas/VEN 09/06/1970- Santos 0 x 0 Milan, Amistoso, Montreal/CAN 17/06/1970- Santos 1 x 0 Milan, Amistoso, em Boston/EUA 23/06/1981- Santos 2 x 1 Milan, Mundialito, em Milão/ITA |
Durante o Congresso da FIFA, 28 de maio de 1928, época dos Jogos Olímpicos de Amsterdã, por proposta do Comitê Executivo daquele órgão ficou decidido levar a efeito um campeonato mundial de futebol. Apareceram, então, seis países candidatos a realizar o primeiro certame: Hungria, Itália, Holanda, Espanha, Suécia e Uruguai.
No Congresso de Barcelona, em 1929, a FIFA fixou o ano seguinte para a disputa da Primeira Copa do Mundo, escolhendo o Uruguai como sede da referida disputa. A escolha fundamentou-se em três motivos: prestígio do futebol uruguaio como campeão olímpico em 1924 e 1927; o Uruguai comemoraria em 1930 o centenário de sua independência, além da Associação Uruguai de Futebol oferecer vantagens financeiras aos participantes.
Decidida a promoção do mundial, Jules Rimet, ainda em 1929, uma das últimas providências para concretização do seu sonho, foi a confecção de uma bela taça, pelo artesão Abel Lafleur, em Paris, que depois, por decisão do Congresso da FIFA, realizado em Luxemburgo (01.07.1946) levaria seu nome.
O rico troféu representava uma Vitória alada, levando em suas mãos, levantadas sobre a cabeça, um vaso octogonal em forma de copa. Era de ouro puro com um quilo e oitocentos gramas e seu peso total correspondia a quatro quilos, com trinta centímetros de altura, incluindo a base de mármore em que se apoiava. Ao pé desta, em placas especiais, passaram a figurar o nome gravado dos vencedores dos mundiais realizados até 1970. Os nomes são: 1930 (Uruguai), 1934 (Itália), 1938 (Itália), 1959 (Uruguai), 1954 (Alemanha), 1958 (BRASIL), 1962 (BRASIL),1966 (Inglaterra),1970 (BRASIL). O Brasil ficou de posse definitiva da taça Jules Rimet por ter conquistado seu tri-campeonato. A taça Jules Rimet ficou pronta em abril de 1939, antes da primeira copa do mundo, e os gastos totais atingiram 50 mil francos, uma fortuna para a época.
O belo troféu que havia sido mantido escondido na Segunda Grande Guerra Mundial pelo desportista italiano Otorino Barassi, depois foi roubado na Inglaterra, em 1966, mas logo recuperado. Infelizmente desapareceu da sede da CBF, no Rio de Janeiro, no final de 1983. E para decepção dos desportistas brasileiros, a imprensa anunciou no dia 28 de janeiro de 1984 que a taça Jules Rimet havia sido derretida no dia seguinte ao roubo, juntamente com outros troféus ganhos pelo futebol brasileiro.
Com a conquista em difinitivo da Taça Jules Rimet pelo Brasil, foi instituído um novo troféu para o mundial de 74. O Comitê Executivo da FIFA, reunido na cidade de Atenas, janeiro de 1971, deliberou a confecção de uma nova taça, com a denominação de Copa Mundial da FIFA. Após uma comissão especial examinar projetos apresentados por 53 empresas européias de sete países, decidiu pelo projeto da Companhia Bertoni de Milão.
O autor do projeto vitorioso foi o milanês Silvio Gazzaniga, chefe da firma Bertoni, e com passagem pela Escola Superior de Artes de Milão. A Copa Mundial simboliza a força e a pureza das disputas esportivas mundiais, representadas por dois atletas segurando o globo terrestre. É de ouro maciço 18 quilates, pesando cinco quilos e medindo 49 centímetros de altura, incluindo a sua base. Na aludida base existe espaço para registro de 18 vencedores de Copas, a contar de 1974 (Alemanha) o primeiro campeão da nova taça. Depois tivemos em 1978 (Argentina), 1982 (Itália). 1986 (Argentina), 1990 (Alemanha), 1994 (BRASIL), 1998 (França) e 2002 (BRASIL).
Em 71, o custo do novo troféu foi de 20 mil dólares. Ao contrário da taça Jures Rime, a Copa Mundial não ficará em definitivo, em poder de nenhum país. O vencedor de cada mundial manterá a posse da original por quatro anos. Depois disso, receberá uma réplica, apenas banhada em ouro, que reterá definitivamente.
Existiam duas diferenças entre as marcações dos gramados de 1930 e as atuais.A primeira é que não havia marca do pênalti.O juiz contava as dez jardas a partir da linha do gol e colocava a bola no local da cobrança.
A segunda é que em 1930 ainda não havia a meia luada grande área,que é a parte visível de um círculo de dez jardasde raio,tenndo como centro a marca do pênalti.A meia-lua e a marca penal seriam introduzidas pela International Board em 1937
O apelido cartola surgiu em 7 de janeiro de 1917.O Dublin de Montevidéu,um dos clubes que disputavam o Campeonato Uruguaio,fez uma sequência de quatro amistososno Rio de Janeiro.o terceiro deles foi contraum combinado de cariocas e paulistas,no campo do Botafogo.A partida terminou em 0 a 0,mas os “paredros” do Dublin roubaram a cena.
Tendo à frente seu presidente,Juan Barbat,eles entraram em campo para saudar os torcedores,vestindo fraques e usando vistosas cartolas de um palmo e meio de altura
18/06/1911 GUARANI 0 X 3 XV DE NOVEMBRO DE CAMPINAS,AMISTOSO
16/07/1911 GUARANI 2 X 0 CORINTHIANS DE CAMPINAS,AMISTOSO
01/10/1911 GUARANI 2 X 1 ROCINHENSE,VINHEDO,AMISTOSO
00/00/1911 GUARANI 0 X 1 PONTE PRETA,AMISTOSO
TOTAL DE JOGOS = 04
Ele começou a jogar futebol no Madureira(RJ), só que lá não conseguiu demonstrar um futebol sequer razoável. Os motivos da contratação dele pelo Remo são desconhecidos, pois para que um atacante grandalhão, desengonçado e sem um histórico de conquistas e boas atuações ia ser contratado? Chegou sob desconfiança aos olhares de diretores e torcedores, mas em pouco tempo conquistou a confiança de todos com sua irreverência.
Dizem os antigos que Alcino, que tinha um fusca, subia a rampa do Baenão em plena madrugada, ligava os refletores, acordava um dos companheiros de equipe ou o da comissão técnica e pedia para que ficassem jogando a bola para ele cabecear, chutar e treinar fundamentos.
Alcino era um grande fã de John Travolta, um certo dia amanheceu dançando na boate Papa Jimmy, famosa em Belém nos anos 70, às vésperas de um jogo. Chegou ao estádio acabado, pediu para dormir um pouco e acabou saindo “no braço” com o técnico azulino Paulo Amaral, o seu algoz com quem mantinha uma relação de amor e ódio. Apesar do “arranca-rabo”, entrou em campo e marcou dois gols, só para depois comemorar a vitória abraçado com Amaral como se nada tivesse acontecido.
Era comum o atleta desaparecer em dias de jogos do Remo. Uma certa vez em pernambuco, antes da partida entre Remo e Náutico, Alcino sumiu. O jogo iniciaria às 16:00, eram 14:00 e ninguém sabia o paradeiro do atleta. Membros da diretoria saíram à procura do jogador, que foi achado em um bar, embreagado. Chegou no estádio dos Aflitos, tomou uma boa ducha e entrou no segundo tempo.
Acreditem se quiser, marcou dois gols e deu a vitória ao Clube do remo de virada, 2 x 1.
Mais uma história do centroavante é que, durante um jogo com o Paysandu, após driblar dois zagueiros e o goleiro, sentou na bola À dois palmos da linha do gol antes de fazer balançar as redes do time adversário. Terminou expulso, mas provavelmente contente pela vitória dos azulinos por dois a zero em cima do time bicolor e por ter acrescentado mais um fato pitoresco à sua lenda pessoal.
Sempre que o Remo ia jogar no Rio de Janeiro o Alcino ou ficava doente ou dava um jeito de não ir. Depois foi descoberto que era porque, na juventude, ele havia participado de um assalto na capital carioca e contra ele tinha um mandado de prisão. Morria de medo de ser reconhecido.
Quando jogava no Rio Negro, de Manaus, roubou o ônibus do time e saiu dirigindo pela cidade com a equipe toda dentro do veículo. Terminou atropelando um rapaz que estava atravessando a rua, por isso chamado de Negão Motora.
Além de suas histórias, alcino tem números também impressionantes. Pelo Remo marcou 33 gols em 79 jogos, média de quase meio gol por jogo. números do campeonato brasileiro da Série A.
Ainda pela primeira divisão nacional, foram mais 75 jogos com 29 gols marcados, somando jogos pelo Grêmio(RS), Portuguesa(SP), Bangu(RJ), Atlético(GO) e Rio Negro(AM).
26/04/1925 JUVENTUS 2 X 0 VERA CRUZ-SP,AMISTOSO
TOTAL DE JOGOS = 01 AMISTOSO 01
29/10/1927 JUVENTUS 3 X 1 VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA-SP,AMISTOSO
TOTAL DE JOGOS = 01 AMISTOSO 01
Lev Ivanowicz Yashin, também conhecido como Aranha Negra (na América do Sul) ou Pantera Negra (na Europa), devido ao uniforme escuro que usava, nasceu em 2 de outubro de 1929, em Moscou. Morreu em 21 de março 1990, de complicações decorrentes de uma cirurgia.
Fez suas primeiras defesas jogando hockey sobre gelo na equipe de fábrica de ferramentas onde trabalhava e aos 14 anos decidiu atuar como goleiro de futebol. Gostou da posição e passou a jogar futebol em 1949, no Dinamo de Moscou. Sete anos depois conquistou a medalha de ouro olímpica com a seleção da União Soviética.
Yashin defendeu o Dínamo de Moscou por toda a sua carreira de 22 anos. Conquistou cinco campeonatos soviéticos (1954, 1955, 1957, 1959 e 1963) e três copas da URSS (1953, 1967 e 1970). Pela seleção soviética, disputou quatro Copas do Mundo: Suécia, em 1958, Chile, em 1962, Inglaterra, em 1966, e México, em 1970. A última, no entanto, ele só fez parte do elenco, uma vez que não participou de nenhum jogo. Conquistou também a medalha olímpica em elbourne (1956) e a Eurocopa em 1960.É o único goleiro europeu da história que ostenta a Bola de Ouro, obtida em 1963, graças, em grande parte, a sua especialidade nos pênaltis.
Disputou um total de 812 jogos na carreira, 326 na liga soviética pelo Dinamo e 78 pela seleção nacional. Desse total, ficou sem tomar gols em 270 jogos.
Em 1968 foi condecorado com a Ordem de Lênin por sua vitoriosa carreira de grande esportista soviético.
Deixou os campos em 1971, passando a exercer a atividade de treinador de equipes juvenis e professor de Educação Física.
Em 1986 perdeu uma perna por causa de uma lesão no joelho. Faleceu no dia 21 de março de 1990, em Moscou, por causa de um câncer no estômago. No estádio Central Luzhniki colocou-se uma estátua em sua homenagem.
Em 1975, foi eleito o atleta russo do século, e em 1998, em uma eleição realizada pela Fifa, Yashin foi escolhido o goleiro do século 20.
Lev Yashin será sempre lembrado por especialistas na posição como o jogador que mais revolucionou a forma com que os goleiros jogam. No decorrer dos anos muitos goleiros tentaram copiar seu estilo mas nenhum deles igualou os feitos do Aranha Negra. Foram 270 jogos sem levar gol e 150 pênaltis defendidos. Lev Yashin é considerado como o melhor goleiro da história das Copas do Mundo. Por isso o Troféu FIFA para o melhor goleiro em um toneio da Copa do Mundo, introduzido em 1994, tem seu nome em honra às suas grandes defesas.
A frieza de Yashin no gol se manteve intacta durante toda sua carreira – talvez graças a ritual pouco comum a que ele se submetia antes de grandes partidas. Nessas ocasiões, o goleiro sempre fumava um cigarro e tomava uma bebida forte.
A importância do futebol para o “Aranha Negra” ficou clara em uma referência que fez a uma das maiores conquistas da história da humanidade.
“A alegria de ver Yuri Gagarin no espaço só é superada pela alegria de uma boa defesa de um pênalti”, disse.
04/02/1912 PETROPOLITANO 2 X 2 AMERICANO-RJ,AMISTOSO
28/04/1912 PETROPOLITANO 8 X 1 COM. LUSO BRASILEIRO/SÃO VICENTE,AM
26/05/1912 PETROPOLITANO 2 X 2 INTERNACIONAL,CC
16/06/1912 PETROPOLITANO 6 X 0 GERMÂNIA-RJ,CC
30/06/1912 PETROPOLITANO 1 X 2 CATTETE, CC
08/09/1912 PETROPOLITANO 3 X 0 CUBANGO,AMISTOSO
12/10/1912 PETROPOLITANO 0 X 1 GRAMBERIENSE,AMISTOSO
AS LEGENDAS : AM – AMISTOSO CC – CAMPEONATO CARIOCA
FONTE : ARQUIVO ARTHUR FRÓES
16/07/1911 PETROPOLITANO 5 X 0 COLÉGIO SÃO VICENTE,AMISTOSO, EM PETROPÓLIS
23/07/1911 PETROPOLITANO 4 X 2 COLÉGIO SÃO VICENTE, AMISTOSO, EM PETROPÓLIS
24/07/1911 PETROPOLITANO 6 X 1 COLÉGIO SÃO VICENTE, AMISTOSO, EM PETROPÓLIS
25/08/1911 PETROPOLITANO 1 X 3 COLÉGIO SÃO VICENTE, AMISTOSO EM PETROPÓLIS
03/09/1911 PETROPOLITANO 1 X 3 SELEÇÃO CARIOCA, AMISTOSO, EM PETROPÓLIS
07/09/1911 PETROPOLITANO 0 X 3 GRAMBERIENSE JUIZ DE FORA, AMISTOSO, EM JUIZ DE FORA
08/10/1911 PETROPOLITANO 4 X 1 CUBANGO-NITERÓI, AMISTOSO, EM PETROPÓLIS
12/10/1911 PETROPOLITANO 3 X 4 GRAMBERIENSE JUIZ DE FORA,AMISTOSO, EM JUIZ DE FORA
22/10/1911 PETROPOLITANO 1 X 3 PAULISTANO-RJ, AMISTOSO, NO RIO DE JANEIRO
12/11/1911 PETROPOLITANO 0 X 0 AMERICANO-RJ, AMISTOSO, NO RIO DE JANEIRO
19/11/1911 PETROPOLITANO 0 X 2 CATETE-RJ,AMISTOSO, NO RIO DE JANEIRO
03/12/1911 PETROPOLITANO 0 X 3 AMERICANO-RJ, AMISTOSO, NO RIO DE JANEIRO
24/12/1911 PETROPOLITANO 12 X 4 FILANTE TEAM, AMISTOSO, EM PETROPÓLIS
31/12/1911 PETROPOLITANO 7 X 0 AMERICANO-RJ, AMISTOSO, NO RIO DE JANEIRO
ESSA FOI A PRIMEIRA TEMPORADA DA HITÓRIA DO PETROPOLITANO FUTEBOL CLUBE.
DÁ PARA NOTAR QUE A EQUIPE DE PETROPÓLIS SOMENTE REALIZOU AMISTOSOS.
A cena ocorrida no venerável Estádio de Wembley perante 100 mil torcedores, entre os quais a Rainha Elizabeth II, continua tão viva como naquela tarde cinzenta de 30 de julho de 1966. Booby Moore, o capitão da Inglaterra, ergueu para a multidão a Taça Jules Rimet, no ato final de uma conquista sem precedentes. Ele pouco sorriu. Com o semblante sempre sério e com os olhos azuis fixo no troféu de ouro, se viu engolfado pelos abraços dos companheiros.
Onze anos depois, quando Booby Moore saiu de campo pela última vez para entrar nas páginas dos livros da história do futebol, encerrava-se a mais lendária e esplendida época até hoje vivida na Inglaterra. Ele estabeleceu um recorde até agora insuperado de 108 partidas pela seleção inglesa.
Fonte: revista Placar
Os imigrantes que fundaram o clube não entraram em acordo sobre as cores do novo time. Então, decidiram ir todos para o porto de Buenos Ayres, que fica perto do bairro da Boca, onde foi fundado o clube. O Boca Juniors teria as cores da bandeira do primeiro navio que chegasse. Naquele dia, atracou um navio sueco, de quem o time herdou o azul e o amarelo.
- 12/jan // estadual // SC Corinthians P SP 2 X 0 EC São José SP // // Itu // //
- 14/jan // interestadual // EC Santo André SP 1 X 1 AA Caldense MG // Estádio Municipal // Jacutinga
- 14/jan // estadual // Guarani FC SP 0 X 3 EC São José SP // Brinco de Ouro // Campinas
- 15/jan // estadual // Pão de Açúcar EC SP 3 X 1 Red Bull FE SP // São Paulo
- 16/jan // estadual // CSE AL 3 X 1 Sel. Quebrangulo AL // Juca Sampaio // Palmeira dos Indios
- 16/jan // estadual // Goiás EC GO 7 X 0 Monte Cristo FC GO // Hailé Pinheiro // Goiânia
- 16/jan // estadual // Bangu AC RJ 5 X 0 Sel.Forças Armadas RJ // CT Pedrinho Vicençote // Seropédica
- 16/jan // estadual // Boavista SC RJ 2 X 1 Resende FC RJ // Eucy Resende de Mendonça // Bacaxá // // //
- 16/jan // estadual // EC Noroeste SP 2 X 0 EC Força SP // CT Oscar // Monte sião/MG // // //
- 16/jan // estadual // São Bernardo FC SP 2 X 0 EC Santo André SP // Primeiro de Maio // São Bernardo do Campo // // //
- 16/jan // estadual // Sertãozinho FC SP 1 X 1 EC XV Novembro Jaú SP // // Itapuí // // //
- 16/jan // internacional // Mirassol FC SP 5 X 1 Desportivo Libolo (Angola) ANG // José maria de Campos Maia // Mirassol
- 17/jan // estadual // Americano ERS 0 X 3 EC Novo Hamburgo RS // João Renato Feltes Novo Hamburgo (Canudos)
- 17/jan // interestadual // Desportiva Capixaba ES 0 X 1 CR Vasco da Gama RJ // Engenheiro Araripe // Cariacica
- 17/jan // interestadual // Itumbiara EC GO 2 X 1 Uberaba SC MG // JK // Itumbiara
- 17/jan // interestadual // Uberlândia EC MG 1 X 1 AA Francana SP // João Havelande // Uberlândia
- 17/jan // estadual // Ipatinga FC MG 5 X 0 Novo Cruzeiro MG // Lanari Junior // Ipatinga
- 17/jan // interestadual // Social FC MG 3 X 1 Linhares FC ES // Louis Ensh // Coronel Fabriciano
- 17/jan // interestadual // Rio Branco AFC MG 0 X 1 EC Santo André SP // Estádio Municipal // Jacutinga
- 17/jan // estadual // União EC MT 0 X 1 Luverdense EC MT // Luthero Lopes // Rondonópçis
- 17/jan // interestadual // AC Paranavaí PR 2 X 2 Sete de Setembro (Dourados) MS // Waldomiro Wagner Paranavaí 1000
- 17/jan // estadual // ABC FC RN 2 X 1 Alecrim FC RN // Frasqueirão // Natal 7.810,00
- 17/jan // estadual // Palmeiras (Inhuma) RN 0 X 0 América FC RN // José Nazareno // Goianinha
- 17/jan // estadual // Centenário RN 0 X 3 ACD Potyguar S RN // Laurentino Bezerra Parelhas
- 17/jan // estadual // Macau EC RN 0 X 2 AC Corintians RN // Walter Bichão // Macau //
- 17/jan // estadual // Grêmio FPA RS 4 X 2 Flamengo de São Valentim RS // Caldeirão Rubro Negro // Bento Gonçalves
- 17/jan // estadual // SC Ulbra RS 0 X 0 C Esportivo BG RS // Complexo Universidade Canoas
- 17/jan // interestadual // América FC SP 1 X 0 Misto EC MS // Benedito Teixeira // São José do Rio Preto
- 17/jan // estadual // CA Sorocaba SP 0 X 1 Grêmio E Osasco SP // CT Fazenda Ipê // Sorocaba
- 17/jan // estadual // A Portuguesa D SP 3 X 0 AA Internacional SP // // Serra Negra
- 17/jan // estadual // EC Noroeste SP 2 X 2 SE Itapirense SP // BTC/Campo // Águas de Lind[oia
- 17/jan // estadual // CA Penapolense SP 2 X 0 G Catanduvense F SP // Tenente Carriço // Catanduva
- 17/jan // estadual // CA Juventus SP 1 X 1 EC Pão de Açúcar SP // Rua Javari // São Paulo
- 17/jan // estadual // CA Linense SP 0 X 2 Marilia AC SP // Gilberto Siqueira Lopes // Lins //
- 17/jan // estadual // Botafogo FC SP 1 X 0 Ferroviária F SP // Municipal // Luis Antônio
- 17/jan // interestadual // Guarani FC SP 1 X 1 AA Caldense MG // Brinco de Ouro // Campinas
- 17/jan // estadual // Brasilis FC SP 2 X 3 AD São Caetano SP // // Àguas de Lindóia
- 17/jan // internacional // SC Corinthians P SP 5 X 1 Estudiantes de La Plata ARG // Pacaembu São Paulo // 13.956
- 17/jan // estadual // Paulista FC SP 1 X 0 Red Bull FE SP // Jayme Cintra Jundiai
- 18/jan // internacional // Fortaleza EC CE 2 X 2 ASA (Angola) NA // Alcides Santos // Fortaleza
- 18/jan // estadual // Guarani EC CE 6 X 1 Palmeiras (Juazeiro) CE // Romeirão // Juazeiro
- 18/jan // interestadual // Crato EC CE 1 X 2 SE Picos PI // // Crato
- 18/jan // interestadual // CRAC GO 2 X 0 Itumbiara EC MG // G. da Fonseca // Catalão
- 18/jan // interestadual // Mineiros EC GO 1 X 1 Rondonópolis EC MT // Odilon Flores Mineiros
- 18/jan // interestadual // Santa Helena EC GO 3 X 3 SE Vila Aurora MT // Pedro Romualdo Cabral // Santa Helena de Goiás
- 18/jan // interestadual // EC Democrata MG 4 X 1 Vitória FC ES // José Mammoud // Governador Valadares
- 18/jan // estadual // Formiga EC MG 0 X 0 Guarani EC MG // Juca Pedro // Formiga 6.235,00 750
- 18/jan // estadual // Sel. Piumbi MG 0 X 14 América FC MG // Piumbi
- 18/jan // estadual // Sel. Jardim MS 0 X 3 CENE MS // Major Costa // Jardim
- 18/jan // estadual // Ivinhema FC MS 8 X 0 Ponta Porã MS // Saraivão // Ivinhema
- 18/jan // estadual // Douradina EC MS 2 X 2 EC Águia Negra MS // // Douradina
- 18/jan // estadual // SE Sidrolândia MS 0 X 1 EF Aquidauanense MS // // Sidrolândia
- 18/jan // estadual // Araguaia AC MT 0 X 0 Palmeiras EC MT // Bilinão // Alto Araguaia 830
- 18/jan // estadual // Sel. Dom Aguino MT 1 X 4 Grêmio EJ MT // Municipal // Dom Aguino
- 18/jan // estadual // CRAC MT 3 X 0 Primavera EC MT // // Campo Verde
- 18/jan // estadual // Barras FC PI 0 X 0 Quatro de Julho EC CE // Juca Fortes // Barras
- 18/jan // estadual // Macaé Esporte FC RJ 2 X 0 Mesquita FC RJ // Arena Guanabara // Araruama
- 18/jan // internacional // EC Tigres do Brasil RJ 4 X 4 Danúbio – Uruguai UR // De Los Larios // Xerém 2000 Inauguração oficial do estádio
- 18/jan // interestadual // CR Flamengo RJ 4 X 1 Tupi FC MG // // Teresópolis
- 18/jan // estadual // SER Caxias S RS 2 X 2 EC São José ES // Centenário Caxias do Sul
- 18/jan // estadual // Rui Barbosa RS 1 X 2 ECRC Veranópolis RS // Homero Soldatelli // Flores da Cunha
- 18/jan // estadual // A Portuguesa D SP 4 X 4 AA Flamengo SP // // Serra Negra
- 18/jan // estadual // Mirassol FC SP 3 X 1 CA Taquaritinga SP // José maria de Campos Maia // Mirassol
- 18/jan // estadual // São Paulo FC SP 1 X 1 São Bernardo FC SP // CT Barra Funda // São Paulo
- 18/jan // internacional // Rio Preto EC SP 1 X 2 Desportivo Libolo (Angola) ANG // Anisio Haddad // São José do Rio Preto
- 18/jan // estadual // Santos FC SP 3 X 1 AA Portuguesa SP // Pacaembu // São Paulo //
- 18/jan // interestadual // Guaratinguetá EC SP 1 X 1 Volta Redonda FC RJ // Dario Rodrigues Leite Guaratinguetá 10.000 Reinauguração do estádio (nova drenagem e irrigação)
- 18/jan // estadual // Santos FC SP 2 X 1 AA Portuguesa SP // Pacaembu São Paulo 14.330(20230)
- 18/jan // estadual // SE Palmeiras SP 0 X 1 União São João EC SP // // Atiabaia
- 18/jan // estadual // São Paulo FC SP 1 X 1 São Bernardo FC SP // CCT Barra Funda // São Paulo
- 19/jan // estadual // Boavista SC RJ 3 X 2 Madureira EC RJ // Arena Guanabara // Araruama
- 19/jan // estadual // SER Caxias S RS 1 X 3 Sind.Atletas Prof. RS RS // Centenário (suplementar) // Caxias do Sul
- 20/jan // estadual // América FC MG 12 X 1 Passense MG // Olimpico Clube // Capitólio //
- 21/jan // internacional // Uniclic AC CE 0 X 2 ASA (Angola) ANG // Est. Lagoa Redonda // Fortaleza
- 21/jan // interestadual // Araxá EC MG 1 X 0 Batatais FC SP // Fausto Alvim // Araxá
- 21/jan // estadual // SC Internacional RS 3 X 2 Sind.Atletas Prof. RS RS // Beira Rio (suplementar) // Porto Alegre
- 21/jan estadual // CA Juventus SP 0 X 3 EC Pão de Açúcar SP // Rua Javari // São Paulo
- 22/jan internacional // Ferroviário AC CE 0 X 0 ASA (Angola) ANG // Elzir Cabral // Fortaleza
- 22/jan estadual // SE Itapirense SP 0 X 0 Mogi Mirim EC SP // // Itapira
- 24/jan estadual // Piauí EC PI 2 X 0 Liverpool (Teresina) PI // Clube dos Rodoviários // Teresina
- 24/jan estadual // River AC PI 6 X 1 Sel.Planalto Uruguai (Teresina) PI // Sede do River // Teresina //
- 24/jan interestadual // SE Picos PI 2 X 1 Crato EC CE // Helvidio Nunes // Picos
- 24/jan interestadual // AA Internacional – Limeira SP 0 X 0 AA Poços de Caldas MG // // Artur Nogueira
- 25/jan estadual // Sel. Altos PI 0 X 4 Flamengo EC PI // // Altos
- 25/jan interestadual // Batatais FC SP 0 X 1 Araxá EC MG // Osvaldo Scatena // Batatais
- 25/jan estadual // CA Linense SP 1 X 1 Osvaldo Cruz FC SP // Gilberto Siqueira Lopes Lins
- 25/jan interestadual // CA Penapolense SP 4 X 0 Misto EC MS // Penápolis
- 28/jan estadual // Sampaio Correia MA 3 X 1 Americano MA // Pqe. José carlos Macieira // São Luis // 634,00 400
- 28/jan estadual // Tubarão EC TO 8 X 0 BEC TO // // Palmas
- 29/jan estadual // Sel. Barbacena PA 0 X 0 C Remo PA // // Barbacena
- 30/jan estadual // Moto Clube MA 4 X 2 Americano MA // CT do Paraná // São Luis //
- 30/jan estadual // Bacabal EC MA 1 X 1 Moto Clube MA // Correão // Bacabal
- 30/jan estadual // IAPE – B MA 1 X 0 AA Ludovicense MA // CT do São Luis // São Luis
- 30/jan estadual // IAPE MA 4 X 2 Operário (Cidade Operária) MA // CT do São Luis // São Luis
- 30/jan estadual // River AC PI 1 X 0 Liverpool (Teresina) PI // Sede do River // Teresina
- 30/jan estadual // CEF Flamengo RS 0 X 1 Sind.Atletas Prof. RS RS // Farroupilha // Alegrete
- 30/jan estadual // CE Aimoré RS 0 X 0 Lajeadense RS // Criasto Rei São Leopoldo
- 30/jan estadual // Santos FC SP 3 X 1 AA Portuguesa SP // CT Rei Pelé Santos
- 30/jan estadual // Crixás TO 1 X 5 Ipiranga AEC TO // // Crixás
- 31/jan estadual // Rio Branco FC AC 9 X 2 Cruzeiro do Aviário AC // José de Melo // Rio Branco
- 31/jan estadual // Crato EC CE 3 X 0 Mastruz com Leite CE // Mirandão // Crato
- 31/jan estadual // Sampaio Correia MA 7 X 0 Juventude (Coroadinho) MA // Pqe. José carlos Macieira // São Luis
- 31/jan estadual // Torinense RS 0 x 4 SERC Brasil RS // Carlos Barbosa
- 31/jan interestadual // Araguaína FR TO 0 X 0 S Imperatriz D MA // Gauchão Araguaína
- 31/jan estadual // Silvanópolis TO 3 X 4 Tocantins FC TO // Josias Guimarães // Silvanópolis
- 31/jan estadual // Palmas FR TO 0 X 0 I-9 TO // Cpo Ulbra // Palmas
Uma das mais obscuras jornadas da vida do Clube de Regatas do Flamengo, foi cumprida na tarde de domingo no maracanã pela equipe rubro negra. Apresentando em campo um team verdadeiramente desconexo, incorrendo ainda no erro de uma aventura que foi o lançamento precipitado de Hermes, o Flamengo emudeceu os olhos de sua torcida, caindo por uma contagem que atinge tremendamente o prestigio do clube da Gávea. Para o Flamengo, este campeonato está com o “teto zero”, para usarmos uma expressão da aviação. Não há visibilidade, não há horizontes para o rubro negro. Sua administração colhe os frutos de haver cuidado mais da política do que da própria expressão do quadro para o campeonato da cidade.
O Bangu quis cuidar, única e exclusivamente, de si mesmo, do seu quadro, que um bom quadro de profissionais é o melhor reflexo de um clube. O Bangu já está vendo que a frase popular – “plantando dá” – tem total razão de ser. A vitória de domingo, precisamente sobre um dos chamados “grandes” veio comprovar que não são vãos os esforços de seus responsáveis e que jamais serão vãos as tarefas construtivas em qualquer setor da vida.
Está de parabéns o Bangu pela sua estupenda vitória. Vitória que veio como efeito natural do amplo domínio exercido pelo seu conjunto , cujas manobras táticas foram perfeitas e cujo padrão de jogo é o que se pode exigir de um grande esquadrão. A sua linha média foi precisamente aquilo que o Flamengo não pôde ser, uma peça de vai e vem dentro da equipe, o traço de união entre as ultimas linhas e a vanguarda. Defenderam os três intermediários banguenses com a mesma maestria e firmeza com que nunca deixaram seu trio final desprotegido e o ataque jamais deixou de contar com seu apoio. A harmonia da equipe residiu mais nesse particular. E o desequilíbrio do team rubro negro esteve antagonicamente, no fato da linha média jamais ter apoiado ou defendido com acerto.
Jogo no dia 20 de agosto de 1950
pela segunda rodada do primeiro turno do campeonato carioca.
Maracanã – Bangú 6 x Flamengo 0.
Primeiro tempo: Bangu 3×0.
Gols de Moacir Bueno 2. Zizinho. Joel. Simões e Sula.
Juiz: Alberto da Gama Malcher.
Bangu: Luis Borracha. Rafanelli e Sula. Gualter. Mirim e Pinguela. Djalma. Zizinho. Joel. Simões e Moacir Bueno.
Flamengo: Garcia. Biguá e Juvenal. Bria. Walter e Bigode. Aloisio. Hermes. Helio. Lero e Esquerdinha.
comentário de Luiz Mendes
Esporte Ilustrado
Os italianos ficaram no grupo l nas cidades de Vigo e La Corunha, juntamente com Polônia. Peru e Camarões. A Polônia não era a mesma das copas anteriores. O Peru comandados pelo brasileiro Tim nada fez de bom. Camarões tinha apenas um bom goleiro. E a Itália era o próprio retrato da mediocridade. Empatou os três jogos e passou para a próxima fase graças a um gol a mais que fez em Camarões. Por causa das fracas atuações, surgiu uma guerra entre a delegação e a imprensa. E foi Paolo Rossi quem começou a greve do silêncio. Ele que era um dos mais criticados. A imprensa o acusava de: “Um vendido que se escondia por trás do jeito de menino tímido e frágil”.
Na próxima fase, a Itália ficou no grupo que tinha Argentina e Brasil. Como franco atirador os italianos começaram sua reação. As criticas serviram como verdadeiro doping nos jogadores. Começaram vencendo a Argentina por 2×1. Como o Brasil também derrotou os argentinos, ninguém poderia acreditar que a Itália se superasse para ganhar dos brasileiros. Mesmo jogando pela vitória, os comandados de Bearzot correram sempre atrás da classificação. Paolo Rossi, em tarde de gênio, fez os três gols se aproveitando de falhas da defesa brasileira. E como no futebol, o jogador um dia está por baixo outro dia está por cima, Paolo Rossi se transformou no grande herói italiano da noite para o dia. Os mesmo jornais que havia criticado duramente Bearzot e seus comandados, começaram a criar manchetes para um time vencedor. A partir da vitória em Sarriá, os italianos passaram a jogar de uma forma completamente diferente daquele inicio da Copa. Com moral elevada, a Itália venceu a Polônia nas semi finais por 2×1 com dois gols de Paolo Rossi.
A grande final aconteceu no dia 14 de julho no estádio Santiago Bernabéu em Madri. A merecida vitória da Itália sobre a Alemanha diante de sua torcida embandeirada e com o aplauso de sua imprensa, mostrava mais uma vez que os deuses do futebol erraram novamente. O marcador de 3×1 teve mais um gol de Paolo Rossi que, em três jogos marcou seis gols e se transformou no artilheiro da Copa. Foi peça decisiva na conquista dos italianos que passaram a chamá-lo de “Menino de Ouro”. Tudo foi esquecido, todas as verdades repensadas. Ao Brasil coube participar da final através do arbitro Arnaldo Cesar Coelho.
A Copa continua sendo uma competição caprichosa e freqüentemente cruel. Na Espanha, mais uma vez o melhor futebol foi derrotado. Uma copa caprichosa, cruel e imponderável. Afinal, Paolo Rossi, acusado dois anos antes de vendido, aplicou um drible no destino e se tornou o herói de seu país e artilheiro do mundial.
Durante o Congresso da FIFA, 28 de maio de 1928, época dos Jogos Olímpicos de Amsterdã, por proposta do Comitê Executivo daquele órgão ficou decidido levar a efeito um campeonato mundial de futebol. Apareceram, então, seis países candidatos a realizar o primeiro certame: Hungria, Itália, Holanda, Espanha, Suécia e Uruguai.
No Congresso de Barcelona, em 1929, a FIFA fixou o ano seguinte para a disputa da Primeira Copa do Mundo, escolhendo o Uruguai como sede da referida disputa. A escolha fundamentou-se em três motivos: prestígio do futebol uruguaio como campeão olímpico em 1924 e 1927; o Uruguai comemoraria em 1930 o centenário de sua independência, além da Associação Uruguai de Futebol oferecer vantagens financeiras aos participantes.
Decidida a promoção do mundial, Jules Rimet, ainda em 1929, uma das últimas providências para concretização do seu sonho, foi a confecção de uma bela taça, pelo artesão Abel Lafleur, em Paris, que depois, por decisão do Congresso da FIFA, realizado em Luxemburgo (01.07.1946) levaria seu nome.
O rico troféu representava uma Vitória alada, levando em suas mãos, levantadas sobre a cabeça, um vaso octogonal em forma de copa. Era de ouro puro com um quilo e oitocentos gramas e seu peso total correspondia a quatro quilos, com trinta centímetros de altura, incluindo a base de mármore em que se apoiava. Ao pé desta, em placas especiais, passaram a figurar o nome gravado dos vencedores dos mundiais realizados até 1970. Os nomes são: 1930 (Uruguai), 1934 (Itália), 1938 (Itália), 1959 (Uruguai), 1954 (Alemanha), 1958 (BRASIL), 1962 (BRASIL),1966 (Inglaterra),1970 (BRASIL). O Brasil ficou de posse definitiva da taça Jules Rimet por ter conquistado seu tri-campeonato. A taça Jules Rimet ficou pronta em abril de 1939, antes da primeira copa do mundo, e os gastos totais atingiram 50 mil francos, uma fortuna para a época.
O belo troféu que havia sido mantido escondido na Segunda Grande Guerra Mundial pelo desportista italiano Otorino Barassi, depois foi roubado na Inglaterra, em 1966, mas logo recuperado. Infelizmente desapareceu da sede da CBF, no Rio de Janeiro, no final de 1983. E para decepção dos desportistas brasileiros, a imprensa anunciou no dia 28 de janeiro de 1984 que a taça Jules Rimet havia sido derretida no dia seguinte ao roubo, juntamente com outros troféus ganhos pelo futebol brasileiro.
Com a conquista em difinitivo da Taça Jules Rimet pelo Brasil, foi instituído um novo troféu para o mundial de 74. O Comitê Executivo da FIFA, reunido na cidade de Atenas, janeiro de 1971, deliberou a confecção de uma nova taça, com a denominação de Copa Mundial da FIFA. Após uma comissão especial examinar projetos apresentados por 53 empresas européias de sete países, decidiu pelo projeto da Companhia Bertoni de Milão.
O autor do projeto vitorioso foi o milanês Silvio Gazzaniga, chefe da firma Bertoni, e com passagem pela Escola Superior de Artes de Milão. A Copa Mundial simboliza a força e a pureza das disputas esportivas mundiais, representadas por dois atletas segurando o globo terrestre. É de ouro maciço 18 quilates, pesando cinco quilos e medindo 49 centímetros de altura, incluindo a sua base. Na aludida base existe espaço para registro de 18 vencedores de Copas, a contar de 1974 (Alemanha) o primeiro campeão da nova taça. Depois tivemos em 1978 (Argentina), 1982 (Itália). 1986 (Argentina), 1990 (Alemanha), 1994 (BRASIL), 1998 (França) e 2002 (BRASIL).
Em 71, o custo do novo troféu foi de 20 mil dólares. Ao contrário da taça Jures Rime, a Copa Mundial não ficará em definitivo, em poder de nenhum país. O vencedor de cada mundial manterá a posse da original por quatro anos. Depois disso, receberá uma réplica, apenas banhada em ouro, que reterá definitivamente.
9 gols
Argentina 6×3 México – Copa do Uruguai (1930)
Bicampeão olímpico, o Uruguai comemorou o centenário de sua independência com um presente da Fifa: a realização da primeira Copa organizada pela entidade. Eram 13 seleções disputando o título, e logo na primeira fase, em jogo pelo Grupo 1, Argentina e México fizeram um duelo de nove gols.
A Argentina goleou por 6 a 3, com Stabile, duas vezes, e Zumelzu abrindo o placar. No final do primeiro tempo, Rosas converteu uma penalidade — a primeira da história dos Mundiais — e descontou. Varallo e Zumelzu ampliaram para os argentinos no início do segundo tempo. Rosas e Gayon fizeram para o México e diminuíram a vantagem mais uma vez. Mas Stabile fez o sexto dos sul-americanos e definiu o resultado final.
A Argentina chegou à final da competição, mas perdeu para o Uruguai por 4 a 2.
Hungria 9×0 Coreia do Sul – Copa da Suíça (1954)
A Hungria tinha uma das melhores seleções do mundo em 1954, liderada pelo técnico Gusztav Sebes. Na época, a equipe perdeu apenas uma partida em seis anos, e mostrou todo seu poder na Copa. Além da Alemanha, o time também goleou a Coreia do Sul na primeira fase da competição, pelo Grupo 2.
A partida foi um show de Puskas (foto) e companhia. O craque húngaro abriu o placar aos 12 minutos, e Lantos fez o segundo aos 18. Kocsis marcou duas vezes antes do final do primeiro tempo, aos 24 e aos 36. O mesmo Kocsis fez o primeiro no segundo tempo. Czibor, Palotás, duas vezes, e Puskas, de novo, fecharam o placar.
Alemanha 7×2 Turquia – Copa da Suíça (1954)
As duas seleções terminaram a primeira fase empatadas em pontos no Grupo 2 e precisaram fazer uma partida extra para decidir quem passaria para as quartas de final. No primeiro duelo entre as equipes, a Alemanha já havia vencido por 4 a 2. No jogo decisivo, os alemães confirmaram o favoritismo e golearam por 7 a 2.
Os alemães saíram na frente com gols de Walter e Schaefer. Mustafa diminuiu para os suíços. Morlock fez o terceiro da Alemanha ainda no primeiro tempo. Após o intervalo, Morlock, duas vezes, Walter e Schaefer ampliaram. Lefter marcou o segundo da Suíça no final da partida.
França 6×3 Alemanha – Copa da Suécia (1958)
As duas equipes se enfrentaram na decisão do terceiro lugar – nas semifinais, a Alemanha havia perdido para a Suécia por 3 a 1, e a França tinha levado 5 a 2 do Brasil, que seria campeão pela primeira vez.
Os franceses levaram a melhor e ficaram com a medalha de bronze. Mais uma vez, Fontaine, goleador daquele ano, foi o destaque com quatro gols. Ele marcou duas vezes no primeiro tempo. Kopa fez o outro gol da França na etapa inicial, e Ciesclarczyk descontou. Na segunda etapa, Douis, e Fontaine, duas vezes de novo, ampliaram a vantagem. Rahn e Schaefer marcaram para os alemães.
Iugoslávia 9×0 Zaire – Copa da Alemanha (1974)
O Zaire (foto, contra o Brasil) fez a primeira participação em uma Copa na Alemanha, após vencer a Copa Africana de Nações. Os jogadores do time receberam uma casa e um carro do governo pela classificação. Mas os prêmios foram confiscados após a péssima campanha da seleção no torneio. A equipe terminou a primeira fase na última posição do Grupo B, sem marcar nenhum gol e após ter sofrido 14.
Contra a Iugoslávia, o Zaire sofreu uma das maiores goleadas da história das Copas. Bajevic, duas vezes, Dzajic, Surjak, Katalinski e Bogicevic marcaram seis gols ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, Oblak, Petkovic e Bejevic completaram a goleada.
10 gols
França 7×3 Paraguai – Copa da Suécia (1958)
A Copa de 1958 marcou a primeira conquista do Brasil e a estreia do maior jogador de todos os tempos: Pelé. O evento contou com a participação de 16 países. O goleador foi o francês Fontaine, com 13 gols. Em uma das partidas de Mundiais com maior número de gols, a França (na foto, contra o Brasil) fez 7 a 3 no Paraguai, que disputava a competição pela terceira vez.
O time sul-americano saiu na frente com um gol de Amarilla. Fontaine, duas vezes, virou para a França. Ainda no primeiro tempo, Amarilla empatou em cobrança de pênalti. Na segunda etapa, Romero colocou os paraguaios em vantagem. Porém, com gols de Piantoni, Wisnieski, Fontaine, Kopa e Vincent, os franceses passaram na frente e golearam.
11 gols
Brasil 6×5 Polônia – Copa da França (1938)
Apenas 16 seleções participaram da Copa de 1938 e a competição começou nas fases eliminatórias. O Brasil enfrentou a Polônia na primeira partida, válida pelas oitavas de final. Pelo lado brasileiro, o destaque foi Leônidas da Silva (foto), com três gols. Wilimowski fez quatro e foi o principal jogador da Polônia.
Leônidas abriu o placar ao 18 minutos de jogo. De pênalti, cinco minutos depois, Szerfke empatou para a Polônia. Romeu e Perácio ampliaram para o Brasil antes do final do primeiro tempo. Na segunda etapa, Wilimowski marcou aos oito e aos 14 minutos, deixando tudo igual novamente. Perácio fez o quarto para os brasileiros, aos 26. Mas Wilimowski empatou novamente e o jogo foi para a prorrogação.
No tempo extra, Leônidas marcou aos três e aos 14 para o Brasil. No final do segundo tempo da prorrogação, Wilimowski fez mais um para a Polônia.
O Brasil acabou eliminado ao perder para a Itália por 2 a 1 nas semifinais. Os italianos bateram a Hungria na final por 4 a 2.
Hungria 8×3 Alemanha – Copa da Suíça (1954)
Na primeira fase da Copa de 1954, pelo Grupo 2, Hungria e Alemanha Ocidental fizeram o confronto que viria a se repetir na final da competição. Mas, ao contrário da decisão, no primeiro jogo quem se deu bem foram os húngaros, que eram liderados pelo craque Puskas. O destaque da partida foi Kocsis, com quatro gols.
A Hungria começou a partida arrasadora e abriu três gols de vantagens: Kocsis, aos 3 e aos 21 minutos, e Puskas, aos 17. Pfaff descontou para a Alemanha aos 25. No segundo tempo, Hidegkuti fez mais dois para os húngaros, aos 5 e aos 9 minutos. Kocsis e Toth fizeram o sexto e o sétimo. Rahn, aos 32, fez o segundo dos alemães. Kocsis marcou o último dele aos 34. Herrmann ainda fez mais um para a Alemanha antes do apito final.
Hungria 10×1 El Salvador – Copa da Espanha (1982)
A Copa da Espanha foi a primeira que contou com 24 países participantes. A competição registrou a maior goleada da história dos mundiais, na vitória da Hungria sobre El Salvador. Na partida, Luís Ramirez marcou o único gol dos salvadorenhos nos mundiais e se tornou ídolo. O país já havia participado da competição em 1970, mas não havia marcado nenhum gol.
No primeiro tempo do jogo, a Hungria marcou apenas três vezes. Nyilasi, Poloskei e Fazekas fizeram os gols. Na segunda etapa, El Salvador não conseguiu suportar a pressão e levou mais sete. Toth, Fazekas, Azentes, Nyilasi e Kiss, três vezes, fecharam a goleada.
12 gols
Áustria 7×5 Suíça – Copa da Suíça (1954)
As duas seleções se enfrentaram nas quartas de final. Mesmo marcando cinco gols, a Suíça conseguiu a façanha de levar sete. Os anfitriões marcaram os três primeiros gols da partida, com Ballaman e Huegi, duas vezes. A Áustria não se abateu e virou o jogo com Koerner, duas vezes, Wagner, também duas vezes, e Ocwirk. Ballaman, ainda no primeiro tempo, empatou.
Na segunda etapa, Wagner aumentou a vantagem para a Áustria. Huegi marcou o quarto da Suíça, mas Probst marcou o sétimo da Áustria e fechou o placar. A partida foi a com maior número de gols de todas as Copas. A Áustria acabou eliminada pela Alemanha Ocidental nas quartas de final. Os alemães foram campeões ao derrotar a Hungria na decisão
O jovem atacante Dener era uma das maiores promessas do futebol brasileiro em 19 de abril de 1994, quando seu carro bateu em uma árvore na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. O então jogador do Vasco morreu sufocado pelo cinto de segurança, aos 23 anos. Quinze anos depois, a Portuguesa relembra a morte de uma de suas maiores revelações.Dener começou no futebol em 1982, quando integrou as categorias de base da Portuguesa. Tinha 11 anos e ficaria no Canindé até os 15, quando parou para trabalhar e ajudar a família. Em 1988, o atacante fez nova tentativa ao integrar o plantel juvenil do São Paulo, mas acabou frustrado e preferiu retornar ao clube rubro-verde.Foi promovido pelo técnico Antonio Lopes, mas seguiu atuando pelos juniores. Em 1991, comandou o time na conquista da Copa São Paulo de Futebol Junior, sendo eleito o melhor jogador do elenco. No mesmo ano, teve sua primeira chance na seleção brasileira, impulsionado por seus dribles rápidos e pelas jogadas desconcertantes – entre eles, o gol antológico marcado contra a Inter de Limeira, pelo Campeonato Paulista.Pela Portuguesa, fez 141 jogos, vencendo 47 vezes, empatando 51 e perdendo 43, com 24 gols anotados. Passou seis meses emprestado ao Grêmio antes de se transferir ao Vasco. Estava indo para um treinamento na manhã em que bateu o carro na capital fluminense.Após sua morte, a família do jogador se envolveu em batalha judicial para receber indenização do Vasco: o clube não havia feito seguro do jogador. Como não era casa oficialmente com Dener, a esposa Luciana Gabino ainda precisou de 13 anos para entrar em acordo com o clube cruzmaltino, firmado em 2007.
Depois do jogo entre cariocas e paulistas, Carlayle autografa a bola do jogo ao lado de Didi, o autor do único gol dos cariocas, o primeiro no maracanã.
O Rio de Janeiro viveu um dia de glória. A torcida carioca deu provas do seu entusiasmo pelo futebol comparecendo em massa para a inauguração do maior estádio do mundo. Assim, contribuiu para que fosse estabelecido um recorde de publico em qualquer época. Foi desta forma que o povo mostrou seu agradecimento a aqueles que idealizaram e construíram um majestoso estádio que recebeu o nome do prefeito do Rio de Janeiro, General Ângelo Mendes de Moraes.
Ao povo não foi entregue apenas um monumental estádio para o desportista brasileiro. O programa organizado foi magnífico e se juntava as emoções de ver o gigante completamente lotado vibrando na sua primeira tarde. A revoada dos pombos, o coro orfeônico das escolas, as Bandas de Musicas, o desfile das representações de clubes e entidades, até que todos, de pé, assistiram a cerimônia de hasteamento do Pavilhão Nacional. Tudo fazia parte de uma tarde certamente gloriosa.
O fecho da festa foi o jogo entre as seleções de novos do Rio e de São Paulo. Era o primeiro jogo no maracanã e acontecia no dia 16 de junho de 1950. Os paulistas demonstraram melhor entrosamento e condicionamento físico. Tinham uma linha média eficiente e um ataque habilidoso. Os cariocas se resguardaram na defesa e assim permaneceram ao longo do primeiro tempo. Mesmo jogando na defesa foi Didi quem abriu a contagem para o Rio de Janeiro. O jovem Didi assinalou o primeiro gol no estádio do maracanã. Jogando melhor, os paulistas empataram no final no primeiro tempo através de Augusto. Na segunda etapa do jogo, os paulistas continuaram melhores e marcaram mais dois gols através de Ponce de Leon e Augusto. A vitória foi um prêmio ao bom desempenho dos bandeirantes. Dois árbitros apitaram o primeiro jogo no maracanã. No primeiro tempo, Alberto da Gama Malcher. Na etapa final Mário Vianna. Os paulistas jogaram com Osvaldo. Homero e Dema. Djalma Santos. Brandãozinho e Alfredo. Renato. Rubens (Luizinho). Augusto. Ponce de Leon (Carbone) e Brandãozinho II (Leopoldo. Os cariocas com Ernani (Luiz Borracha). Laerte e Wilson. Mirim. Irani e Sula. Aloisio (Alcino). Didi (Ipojucan). Silas (Dimas). Carlayle (Simões) e Esquerdinha (Moacir).
Depois do jogo entre cariocas e paulistas, Carlayle autografa a bola do jogo ao lado de Didi, o autor do único gol dos cariocas, o primeiro no maracanã.
O Rio de Janeiro viveu um dia de glória. A torcida carioca deu provas do seu entusiasmo pelo futebol comparecendo em massa para a inauguração do maior estádio do mundo. Assim, contribuiu para que fosse estabelecido um recorde de publico em qualquer época. Foi desta forma que o povo mostrou seu agradecimento a aqueles que idealizaram e construíram um majestoso estádio que recebeu o nome do prefeito do Rio de Janeiro, General Ângelo Mendes de Moraes.
Ao povo não foi entregue apenas um monumental estádio para o desportista brasileiro. O programa organizado foi magnífico e se juntava as emoções de ver o gigante completamente lotado vibrando na sua primeira tarde. A revoada dos pombos, o coro orfeônico das escolas, as Bandas de Musicas, o desfile das representações de clubes e entidades, até que todos, de pé, assistiram a cerimônia de hasteamento do Pavilhão Nacional. Tudo fazia parte de uma tarde certamente gloriosa.
O fecho da festa foi o jogo entre as seleções de novos do Rio e de São Paulo. Era o primeiro jogo no maracanã e acontecia no dia 16 de junho de 1950. Os paulistas demonstraram melhor entrosamento e condicionamento físico. Tinham uma linha média eficiente e um ataque habilidoso. Os cariocas se resguardaram na defesa e assim permaneceram ao longo do primeiro tempo. Mesmo jogando na defesa foi Didi quem abriu a contagem para o Rio de Janeiro. O jovem Didi assinalou o primeiro gol no estádio do maracanã. Jogando melhor, os paulistas empataram no final no primeiro tempo através de Augusto. Na segunda etapa do jogo, os paulistas continuaram melhores e marcaram mais dois gols através de Ponce de Leon e Augusto. A vitória foi um prêmio ao bom desempenho dos bandeirantes. Dois árbitros apitaram o primeiro jogo no maracanã. No primeiro tempo, Alberto da Gama Malcher. Na etapa final Mário Vianna. Os paulistas jogaram com Osvaldo. Homero e Dema. Djalma Santos. Brandãozinho e Alfredo. Renato. Rubens (Luizinho). Augusto. Ponce de Leon (Carbone) e Brandãozinho II (Leopoldo. Os cariocas com Ernani (Luiz Borracha). Laerte e Wilson. Mirim. Irani e Sula. Aloisio (Alcino). Didi (Ipojucan). Silas (Dimas). Carlayle (Simões) e Esquerdinha (Moacir).
Esporte ilustrado
Sua morte dramática foi inacrediável.Um jovem de 34 anos morto tragicamente.
A sua morte prematura encerra um ciclo no futebol brasileiro.A geração de ouro cresceu na sua época.Éneas tinha uma torcida própria,que eram os trocedores de todos os outros times.
Todo torcedor no seu íntimo sonhava em ser uma gênio da bola como Éneas.Querido por todos,ele era uma éspecie de aglutinador de todas as torcidas.
A Portuguesa de Desportos representava uma nave espacial dourada que fazia com que todos os apaixonados por futebol imaginassem que Éneas,um dia, jogaria por seus times.Era bom pensa niosso,todos sonhavam junto por Éneas.
Sua morte deixou um vazio e uma cratera no sentimento do povo.
Éneas sofreu um gravíssimo acidente na Avenida Cruzeiro do Sul no dia 22 de agosto de 1988.
O seu carro,um Monza,se chocou contra a traseira de uma carreta Scania.
Éneas sofreu traumatismo cranioencefálico e ferimentos em várias partes do corpo,Ficou na UTI em estado de como durante 15 dias,obteve um ligeira melhora,mas não resitiu.Depois de quatro meses lutanato e sofrendo para recuperar os movimentos,a memória e a fala,faleceu no dia 27 de dezembro de 1988 de boncopneumonia e luxação cervical.
Éneas foi sepultado no cemitério da Quarta Parada.
Perdeu-se o homem bom,caronhoso,amigo de todos,digno e brincalhão,deixando sua filha Renata do primeiro casamento e Rodrigo,filho do segundo casamento.
Fonte:livro Rei Éneas,um gênio esquecido
Com pernas tortas que impressionaram dona Leonor, a parteira, nasceu no dia 28 de outubro de 1933, na rua do Chiqueiro, em Pau Grande, município de Magé, Rio de Janeiro, o quinto filho do pernambucano Amaro Francisco dos Santos, guarda da Companhia América Fabril, e de Maria Carolina. Batizado Manuel dos Santos. O menino, bisneto de índios fulniôs, cresceu solto, andando descalço pelo mato, montando cavalo em pêlo e nadando no rio Inhomirim. Pau Grande era um lugar sustentado pela América Fabril e abençoada pela natureza, onde o menino, mesmo pobre, podia ter uma infância de sonho.
O pai Amaro era um homem simples, mas extravagante. Duas maiores paixões eram mulher e bebida. Além dos nove filhos de seu casamento, estima-se que ele era pai de, no mínimo, 25 crianças na região. Mulheres solteiras ou casadas, jovens ou idosas, nada escapava da volúpia do seu Amaro. Que, certamente, passou essas duas paixões para seu filho Garrincha.
Garrincha é o nome que, no Nordeste, se dá à cambaxirra, pequeno pássaro marron que canta bonito, mas não se adapta ao cativeiro. Quem deu este apelido ao menino que aos quatro anos, já vivia andando sozinho pelo mato, foi sua irmã mais velha e madrinha de batismo, Rosa. As matas de Paulo Grande eram povoadas de garrinchas, para alegria de Manuel, cuja maior diversão era matar passarinhos.
Nas peladas, porém, é que demonstrava toda sua habilidade de driblador incorrigível. Ganhou sua primeira bola, de Rosa, no aniversário de sete anos, depois de ter jogado com bola de meia e fabricado uma com bexiga de cabrito. Na mesma época calçou sapatos pela primeira vez, para fazer a primeira comunhão. Abandonou a escola no terceiro ano primário, depois de ter aprendido a ler com dona Santinha. sua rigorosa professora do segundo ano na Escola Santana.
Aos 14 anos o moleque começou a trabalhar na América Fabril. Começou como varredor, passou a carregador de equipamento, mas nunca chegou a ser um bom funcionário. Faltava muito, chegava atrasado e tinha o hábito de dormir nas caixas de algodão.
O primeiro teste de Garrincha em um time grande aconteceu em 1950 quando ele foi levado ao Vasco da Gama por um diretor da América Fabril. Ele tinha 17 anos. Mas, esta já é outra história.
001-22/03/1936 CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO AMISTOSO PSJ
002-06/09/1936 CORINTHIANS 3 X 0 SÃO PAULO CPTA PSJ
003-29/11/1936 CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO CPTA PSJ
004-29/08/1937 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CPTA PSJ
005-26/09/1937 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PSJ
006-06/03/1938 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO T.I PSJ
007-19/05/1938 SÃO PAULO 2 X 3 CORINTHIANS AMISTOSO PA
008-09/06/1938 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS AMISTOSO PA
009-25/08/1938 SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS AMISTOSO PA
010-04/09/1938 CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO AMISTOSO PSJ
011-20/11/1938 CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO T.C CLUBES PSJ
012-25/04/1939 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PSJ
013-16/07/1939 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS CPTA RUA.DA.MOOCA
014-29/10/1939 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CPTA PSJ
015-03/12/1939 CORINTHIANS 3 X 0 SÃO PAULO AMISTOSO PSJ
016-03/03/1940 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO AMISTOSO PSJ
017-24/03/1940 CORINTHIANS 4 X 1 SÃO PAULO AMISTOSO PSJ
018-19/05/1940 SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS T.I PAC
019-25/08/1940 SÃO PAULO 3 X 2 CORINTHIANS CPTA PAC
020-22/12/1940 CORINTHIANS 3 X 0 SÃO PAULO CPTA PSJ
021-06/04/1941 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA PSJ
022-10/08/1941 SÃO PAULO 0 X 3 CORINTHIANS CPTA PAC
023-18/10/1941 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO AMISTOSO PAC
024-08/03/1942 CORINTHIANS 3 X 3 SÃO PAULO Q.OURO PAC
025-24/05/1942 CORINTHIANS 3 X 3 SÃO PAULO CPTA PAC
026-05/07/1942 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO TAÇA SP PAC
027-30/08/1942 SÃO PAULO 4 X 2 CORINTHIANS CPTA PAC
028-02/05/1943 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
029-24/06/1943 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS TAÇA SP PAC
030-05/09/1943 SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS CPTA PAC
031-08/03/1944 CORINTHIANS 2 X 3 SÃO PAULO TAÇA SP PAC
032-02/07/1944 SÃO PAULO 0 X 1 CORINTHIANS CPTA PAC
033-15/10/1944 SÃO PAULO 4 X 0 CORINTHIANS CPTA PAC
034-14/03/1945 CORINTH54 CORINTHIANS 3 X 3 SÃO PAULO T.C.M PAC
069-07/11/1954 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
070-13/02/1955 CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
071-28/04/1955 SÃO PAULO 4 X 3 CORINTHIANS TRJSP PAC
072-02/10/1955 CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO CPTA PAC
073-11/12/1955 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
074-07/04/1956 CORINTHIANS 2 X 2 SÃO PAULO TRGP PAC
075-30/05/1956 SÃO PAULO 3 X 1 CORINTHIANS T.C.M PAC
076-07/07/1956 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO T.I.I PAC
077-16/09/1956 CORINTHIANS 4 X 3 SÃO PAULO T.CLASS PAC
078-20/10/1956 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
079-02/12/1956 CORINTHIANS 2 X 2 SÃO PAULO CPTA PAC
080-16/05/1957 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO TRJSP PAC
081-25/06/1957 SÃO PAULO 3 X 2 CORINTHIANS COPA MOR PAC
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083-20/10/1957 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
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085-20/03/1958 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS TRJSP PAC
086-16/04/1958 SÃO PAULO 1 X 5 CORINTHIANS T.C.M PAC
087-04/06/1958 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS AMISTOSO PAC
088-13/08/1958 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO CPTA PAC
089-26/11/1958 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CPTA PAC
090-01/04/1959 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS T R.U PAC
091-07/05/1959 SÃO PAULO 2 X 2 CORINTHIANS TRJSP PAC
092-04/10/1959 CORINTHIANS 0 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
093-05/11/1959 SÃO PAULO 4 X 0 CORINTHIANS CPTA PAC
094-10/04/1960 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO TRJSP PAC
095-22/05/1960 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO T R.U PSJ
096-15/09/1960 CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
097-23/11/1960 SÃO PAULO 4 X 1 CORINTHIANS CPTA PAC
098-10/01/1961 SÃO PAULO 1 X 2 CORINTHIANS T.OCT VERÃO P
099-22/03/1961 SÃO PAULO 3 X 2 CORINTHIANS TRJSP PAC
100-24/05/1961 CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO AMISTOSO PAC
101-19/07/1961 CORINTHIANS 0 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
102-08/11/1961 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO CPTA PAC
103-25/01/1962 SÃO PAULO 1 X 2 CORINTHIANS AMIS. MOR
104-10/02/1962 CORINTHIANS 4 X 2 SÃO PAULO AMIS. MOR
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106-27/05/1962 SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS TAÇA SP MOR
107-03/06/1962 CORINTHIANS 5 X 1 SÃO PAULO TAÇA SP MOR
108-26/08/1962 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
109-02/12/1962 CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO CPTA PAC
110-14/03/1963 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS TRJSP PAC
111-02/06/1963 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS AMIS. MOR
112-04/08/1963 CORINTHIANS 3 X 0 SÃO PAULO CPTA MOR
113-17/11/1963 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CPTA PAC
114-09/04/1964 CORINTHIANS 3 X 0 SÃO PAULO TRJSP PAC
115-15/08/1964 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
116-01/11/1964 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO CPTA PAC
117-19/01/1965 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS P.REC ILHA R
118-07/03/1965 SÃO PAULO 2 X 2 CORINTHIANS TRJSP PAC
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120-18/07/1965 SÃO PAULO 1 X 2 CORINTHIANS CPTA MOR
121-03/10/1965 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
122-19/03/1966 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO TRJSP PAC
123-26/06/1966 SÃO PAULO 1 X 2 CORINTHIANS T.L.N MOR
124-10/07/1966 CORINTHIANS 4 X 4 SÃO PAULO T.L.N PAC
125-18/09/1966 SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS CPTA PAC
126-04/12/1966 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS CPTA PAC
127-22/04/1967 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO TRGP PAC
128-13/08/1967 CORINTHIANS 3 X 3 SÃO PAULO CPTA MOR
129-17/12/1967 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CPTA PAC
130-31/03/1968 CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO CPTA MOR
131-01/05/1968 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CPTA PAC
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133-12/01/1969 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS T.I PA
134-02/03/1969 CORINTHIANS 4 X 2 SÃO PAULO CPTA MOR
135-01/06/1969 SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
136-15/06/1969 SÃO PAULO 3 X 2 CORINTHIANS CPTA MOR
137-01/10/1969 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO TRGP PAC
138-07/03/1970 SÃO PAULO 2 X 2 CORINTHIANS TAÇA SP MOR
139-24/04/1970 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS TAÇA SP PA
140-19/07/1970 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
141-13/09/1970 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
142-11/10/1970 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO T. PRATA MOR
143-04/04/1971 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
144-06/06/1971 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CPTA MOR
145-17/10/1971 CORINTHIANS 0 X 2 SÃO PAULO CBRA MOR
146-21/11/1971 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS CBRA MOR
147-04/12/1971 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO CBRA PAC
148-19/03/1972 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
149-06/08/1972 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
150-18/10/1972 SÃO PAULO 3 X 1 CORINTHIANS CBRA PAC
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155-09/09/1973 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CBRA PAC
156-02/12/1973 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO CBRA MOR
157-09/06/1974 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CBRA MOR
158-09/10/1974 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CPTA PAC
159-01/12/1974 SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS CPTA PAC
160-02/02/1975 SÃO PAULO 2 X 2 CORINTHIANS COPA SP MOR
161-29/03/1975 SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS CPTA PAC
162-10/08/1975 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
163-19/10/1975 SÃO PAULO 0 X 1 CORINTHIANS CBRA MOR
164-05/02/1976 SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS T.G EST SP PA
165-07/03/1976 CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO CPTA PA
166-23/05/1976 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS AMISTOSO JZN
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168-17/04/1977 SÃO PAULO 0 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
169-21/08/1977 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CPTA MOR
170-28/08/1977 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
171-02/10/1977 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
172-04/12/1977 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO CPTA PAC
173-05/11/1978 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
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178-21/11/1979 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
179-13/07/1980 CORINTHIANS 0 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
180-10/08/1980 SÃO PAULO 4 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
181-28/06/1981 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS CPTA PAC
182-04/08/1981 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
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185-15/11/1981 SÃO PAULO 0 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
186-12/09/1982 SÃO PAULO 0 X 2 CORINTHIANS CPTA MOR
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190-17/07/1983 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
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195-14/10/1984 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
196-14/02/1985 SÃO PAULO 0 X 2 CORINTHIANS CBRA MOR
197-28/03/1985 CORINTHIANS 1 X 2 SÃO PAULO CBRA PAC
198-04/08/1985 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
199-15/09/1985 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
200-17/05/1986 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
201-20/07/1986 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
202-10/05/1987 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
203-09/08/1987 CORINTHIANS 3 X 3 SÃO PAULO CPTA MOR
204-26/08/1987 CORINTHIANS 1 X 2 SÃO PAULO CPTA MOR
205-30/08/1987 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
206-04/10/1987 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CBRA MOR
207-28/02/1988 SÃO PAULO 1 X 2 CORINTHIANS CPTA MOR
208-26/06/1988 CORINTHIANS 2 X 2 SÃO PAULO CPTA PAC
209-10/07/1988 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
210-04/09/1988 CORINTHIANS 0 X 1 SÃO PAULO CBRA MOR
211-07/05/1989 SÃO PAULO 0 X 2 CORINTHIANS CPTA MOR
212-24/09/1989 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CBRA MOR
213-08/04/1990 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
214-23/09/1990 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CBRA MOR
215-13/12/1990 SÃO PAULO 0 X 1 CORINTHIANS CBRA MOR
216-16/12/1990 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CBRA MOR
217-07/04/1991 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CBRA MOR
218-08/12/1991 CORINTHIANS 0 X 3 SÃO PAULO CPTA MOR
219-15/12/1991 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
220-25/03/1992 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CBRA MOR
221-13/09/1992 CORINTHIANS 0 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
222-04/10/1992 SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
223-07/02/1993 CORINTHIANS 0 X 3 SÃO PAULO CPTA PAC
224-04/04/1993 CORINTHIANS 0 X 2 SÃO PAULO CPTA MOR
225-23/05/1993 SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
226-30/05/1993 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CPTA MOR
227-12/09/1993 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CBRA MOR
228-16/10/1993 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CBRA PAC
229-06/03/1994 SÃO PAULO 2 X 2 CORINTHIANS CPTA MOR
230-08/05/1994 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
231-11/06/1994 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO AMISTOSO SD
232-21/07/1994 SÃO PAULO 1 X 4 CORINTHIANS C.BAND MOR
233-31/07/1994 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO C.BAND MOR
234-23/11/1994 CORINTHIANS 1 X 2 SÃO PAULO CBRA PAC
235-02/12/1994 CORINTHIANS 3 X 4 SÃO PAULO C CONM PAC
236-09/12/1994 SÃO PAULO 2 X 3 CORINTHIANS C.CONM MOR
237-19/03/1995 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA PAC
238-07/05/1995 CORINTHIANS 2 X 2 SÃO PAULO CPTA PAC
239-15/08/1995 CORINTHIANS 2 X 2 SÃO PAULO AMISTOSO SD
240-29/10/1995 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CBRA PPRU
241-10/03/1996 SÃO PAULO 0 X 5 CORINTHIANS CPTA SCR
242-12/05/1996 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO CPTA PAC
243-20/10/1996 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CBRA MOR
244-23/02/1997 CORINTHIANS 2 X 2 SÃO PAULO CPTA MOR
245-05/06/1997 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
246-31/08/1997 CORINTHIANS 0 X 1 SÃO PAULO CBRA PAC
247-03/05/1998 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
248-10/05/1998 SÃO PAULO 3 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
249-24/10/1998 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CBRA MOR
250-28/01/1999 CORINTHIANS 1 X 2 SÃO PAULO TRJSP PAC
251-10/02/1999 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS TRJSP MOR
252-14/03/1999 SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
253-06/06/1999 SÃO PAULO 0 X 4 CORINTHIANS CPTA MOR
254-09/06/1999 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA MOR
255-29/08/1999 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CBRA PAC
256-29/11/1999 SÃO PAULO 2 X 3 CORINTHIANS CBRA MOR
257-05/12/1999 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CBRA MOR
258-28/05/2000 SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS CPTA MOR
259-03/06/2000 CORINTHIANS 0 X 2 SÃO PAULO CPTA MOR
260-12/11/2000 SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS CBRA MOR
261-29/04/2001 SÃO PAULO 3 X 1 CORINTHIANS CPTA PPRU
262-03/11/2001 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CBRA TEIX
263-31/03/2002 CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO TRJSP PPRU
264-24/04/2002 SÃO PAULO 0 X 2 CORINTHIANS COPA BRA MO
265-01/05/2002 CORINTHIANS 1 X 2 SÃO PAULO COPA BRA MO
266-05/05/2002 SÃO PAULO 2 X 3 CORINTHIANS TRJSP MOR
267-12/05/2002 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO TRJSP MOR
268-29/09/2002 SÃO PAULO 2 X 2 CORINTHIANS CBRA MOR
269-16/03/2003 SÃO PAULO 2 X 3 CORINTHIANS CPTA MOR
270-22/03/2003 CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO CPTA MOR
271-15/06/2003 CORINTHIANS 1 X 2 SÃO PAULO CBRA MOR
272-12/10/2003 SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS CBRA MOR
273-15/02/2004 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
274-30/05/2004 SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS CBRA MOR
275-19/09/2004 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO CBRA MOR
276-27/02/2005 SÃO PAULO 1 X 0 CORINTHIANS CPTA MOR
277-08/05/2005 CORINTHIANS 1 X 5 SÃO PAULO CBRA PAC
278-07/08/2005 CORINTHIANS 2 X 3 SÃO PAULO CBRA
279-24/10/2005 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CBRA
280-12/03/2006 CORINTHIANS 1 X 2 SÃO PAULO CPTA
281-07/05/2006 CORINTHIANS 1 X 3 SÃO PAULO CBRA
282-10/09/2006 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO CBRA
283-11/02/2007 CORINTHIANS 1 X 3 SÃO PAULO CPTA
284-14/07/2007 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CBRA
285-07/10/2007 CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO CBRA
286-27/01/2008 CORINTHIANS 0 X 0 SÃO PAULO CPTA
287-15/02/2008 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CPTA
288-12/04/2009 CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO CPTA
289-19/04/2009 CORINTHIANS 2 X 0 SÃO PAULO CPTA
290-21/06/2009 CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO CBRA
291-27/09/2009 CORINTHIANS 1 X 1 SÃO PAULO CBRA
292-28/03/2010 CORINTHIANS 4 X 3 SÃO PAULO CPTA
TOTAL DE JOGOS = 292
VITÓRIAS DO CORINTHIANS = 110
EMPATES = 93
VITÓRIAS DO SÃO PAULO = 89
GOLS DO CORINTHIANS = 423
GOLS DO SÃO PAULO = 395
TOTAL DE GOLS = 818
MÉDIA DE GOLS = 2,80
O Corinthians têm 21 vitórias e 28 gols a mais do que o São Paulo.
Observação : T.I.I = TORNEIO INTERNACIONAL INTERCLUBES.
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