O ano de 2012 vai chegando ao fim e o clima de Copa do Mundo começa, lentamente, a tomar conta do Brasil. As 12 cidades sedes da Copa do Mundo 2014 apresentaram os seus cartazes  no final de novembro e cada cidade apostou em uma característica própria.

O Rio de Janeiro apresentou o Pão de Acuçar

 

 

Natal – Morro do Careca e Forte Reis MAgos

 

Porto Alegre

Cartaz com a Usina do Gasômetro, que, segundo os defensores do conceito, é o local onde pode se obter uma das vistas mais bonitas do pôr do sol.

 

Recife

A maior manifestação cultural da cidade: O Frevo

 

Curitiba – Arvore simbolo da região – Araucária

 

Cuiabá MT

Tuiuiu, a ave símbolo do Pantanal

 

Belo Horizonte – Pampulha

homenageia a Igreja de São Francisco de Assis, projetada por Oscar Niemeyer.

 

 

Brasilia – A Catedral  Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida

O céu é o mar de Brasília

 

Fortaleza Ceará

A paixão pelo futebol, representado pelo moderno estádio Arena Castelão e pela bola no céu, que carrega os principais monumentos da cidade

 

Salvador Bahia – Elevador Lacerda, simbolo da cidade,  virou uma baliza

 

Sede Manaus: A natureza

Apostou na transformação da a expressão “Onde a coruja dorme” em “Onde as araras namoram”.

 

As 12 cidades sedes da Copa do Mundo 2014 apresentaram os seus cartazes oficias de divulgação da sede.

 São Paulo, a metropole.

“Refletir uma metrópole que se encanta e comemora o futebol. A maior torcida do mundo na maior cidade do Brasil”.

 

O brasileiro mais famoso dos anos 1940, sem dúvida foi Leônidas da Silva. O carioca Leônidas da Silva, nascido no dia 6 de setembro de 1913, filho de um marinheiro português e de uma cozinheira, Leônidas da Silva teve uma infância simples. Estudante do colégio Epitácio Pessoa, frequentemente escapava das aulas para jogar futebol.

Em 1922, com a morte do pai, Leônidas foi adotado pelos patrões de sua mãe. Seu pai adotivo montou um bar perto do campo do São Cristóvão, onde o menino Leônidas passou a jogar nas categorias de base. Depois jogou em vários clubes do subúrbio carioca, até ser contratado, aos 17 anos, pelo Sírio Libanês.

Passou para o Bonsucesso F.C. e, em 1931, jogou pela seleção carioca, tornando-se famoso. Mudou-se para o bairro de Vila Isabel, onde ficou amigo do compositor Noel Rosa. No ano seguinte, Leônidas jogou pela seleção brasileira no Uruguai, ocasião em que recebeu o apelido de “Diamante Negro” e executou a bicicleta, jogada que o imortalizou.

Jogou um ano no Peñarol, time uruguaio, em 1933. Retornando ao Brasil, passou a jogar no Vasco da Gama. Leônidas integrou a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1934, mas o time foi desclassificado na primeira partida.

Leônidas da Silva, já contratado pelo Botafogo, tornou-se um ídolo em 1936. Foi considerado o melhor jogador da Copa do Mundo de 1938, na França. Retornou ao Brasil consagrado, com desfile em carro aberto. Na esteira de sua popularidade, a empresa Lacta passou a fabricar o chocolate “Diamante Negro”.


Com isso, foi o brasileiro mais popular nos anos 30/40, o Rei do Futebol antes de Pelé. Foi um artilheiro e jogador extraordinários. Consagrado como Diamante Negro no Brasil, o que deu nome a uma marca de chocolate até hoje existente, Leônidas da Silva honrou a camisa da Seleção Brasileira – disputou 37 jogos e marcou 37 gols. É o artilheiro com a melhor média de gols da história da Seleção: um gol por partida.

Em 1939, já jogando pelo Flamengo, Leônidas da Silva conquistou para o time o Campeonato Carioca. Considerado o maior craque brasileiro, em 1941 Leônidas passou dez meses preso no quartel do Realengo, com a descoberta de uma falsificação em seu certificado de alistamento militar.
Durante a década de 1940, Leônidas foi o maior ídolo do São Paulo Futebol Clube, conquistando cinco títulos para o time.

Leônidas da Silva anunciou sua aposentadoria como jogador em 1949, selando uma histórica desavença com o técnico da seleção brasileira, Flavio Costa, que o cortou da seleção brasileira. Tornou-se auxiliar do técnico Vicente Feola, do São Paulo, mas desistiu da carreira.

Em 1953, Leônidas jogou sua última partida oficial, no Campeonato Sul-americano de Veteranos. Passou a atuar como comentarista esportivo para várias rádios e, em 1974, cobriu sua última Copa do Mundo.

Leônidas da Silva teve os primeiros sintomas do mal de Alzheimer nesse mesmo ano, e a doença comprometeu sua saúde progressivamente. Internado numa clínica de saúde em São Paulo, Leônidas da Silva morreu em 24 de janeiro de 2004, aos 90 anos, foi campeão carioca pelo Flamengo em 1939 e cinco vezes pelo São Paulo (43/45/46/48/49). Um dado comum aos dois clubes: marcou 142 gols com a camisa rubro-negra e 142 gols com a camisa tricolor.

LEÔNIDAS DA SILVA

Nascimento: 6 de setembro de 1913, no Rio de Janeiro (RJ).

Posição: Atacante.

Pela Seleção Brasileira: 37 jogos, 20 vitórias, 8 empates, 9 derrotas, 37 gols.

Contra Seleções Nacionais: 18 jogos, 7 vitórias, 4 empates, 7 derrotas, 20 gols.

Contra Seleções Estaduais, Clubes e Combinados: 19 jogos, 13 vitórias, 4

empates, 2 derrotas, 17 gols

Jogos Oficiais da FIFA: 6 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 1 derrota, 6 gols.

Títulos: Copa Rio Branco (1932); Copa Roca (1945).

Outros clubes: São Cristóvão F. R. (RJ) (1929); Sírio e Libanês F. C. (RJ) (1929 a 1930); Bonsucesso F. C. (RJ) (1931 a 1932); C. A. Peñarol (URU) (1933); C. R. Vasco da Gama (RJ) (1934); S. C. Brasil (RJ) (1935); Botafogo F. R. (RJ) (1935 a 1936); C. R. Flamengo (RJ) (1936 a 1941); São Paulo F. C. (SP) (1942 a 1951).

Outros Títulos: Campeonato Brasileiro de Seleções (1938, 1940-RJ, 1942-SP);

Campeonato Carioca (1934, 1935, 1939); Campeonato Paulista (1943, 1945,

1946, 1948, 1949).

Artilheiro da Copa do Mundo de 1938 – 7 gols


 FONTES: CBF / Jornal dos Sports

FOTOS: Jornal dos Sports / Revista Sport Ilustrado/ CBF 

 

Ademir da Guia, o ‘Divino’ foi um dos jogadores de meio-campo mais técnicos que o futebol brasileiro conheceu. Talentoso, ditava com seu toque de bola cadenciado o ritmo das partidas, mas conseguia aparecer na área com rapidez para a conclusões certeiras com que marcou muitos belos gols dos 153 que fez pelo Palmeiras.

Filho do grande zagueiro Domingos da Guia, carioca, Ademir da Guia começou a jogar futebol no Ceres, na época clube amador de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Destacou-se no Bangu, de 1960 a 1961, e foi negociado para o Palmeiras, onde se tornou ídolo e um dos maiores  jogadores do clube, titular absoluto durante mais de 16 anos (1961 a 1977).

Ademir da Guia é o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Palmeiras – foram 901 partidas e 153 gols.

Na Seleção Brasileira, foi convocado apenas 14 vezes. Participou de 11 partidas, uma delas contra a Polônia, na decisão de terceiro e quarto colocados da Copa do Mundo de 1974, na Alemanha.

Ademir da Guia

Nascimento: 04.03.1942 – Rio de Janeiro (RJ)

Pela Seleção Brasileira: 11 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 2 derrotas.

 Títulos conquistados pelo Palmeiras:

 Campeonato Brasileiro: 1972, 1973. 1967, 1967, 1969

 Campeonato Paulista: 1963, 1966, 1972, 1974, 1976

 Torneio Rio-São Paulo: 1965

 Torneio IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro: 1965

 Troféu Ramon de Caranza: 1969, 1974, 1975

 Torneio Laudo Natel: 1972

 Torneio Mar del Plata: 1972


FONTE & FOTOS: CBF

 

 

Jair Ventura Filho, o Jairzinho, foi um dos sobreviventes do fracasso do Brasil na Copa do Mundo da Inglaterra, em 1966. Daquela Seleção que voltou para casa mais cedo, eliminada na primeira fase, o então ponta-direita do Botafogo, o meio-campo Gérson e o zagueiro Brito – e Pelé – conseguiram chegar ao México para brilhar na conquista do tricampeonato mundial em 1970.

No México, Jairzinho se consagrou como o Furacão da Copa ao estabelecer a marca de ter feito gols em todos os seis jogos de um Mundial. Gols e atuações que lhe deram fama e reforçaram o prestígio de craque no mundo. A ponto de ser considerado um dos melhores jogadores da campanha de 1970.

- As pessoas não entenderam, na época, mas foi baseado em matérias que saíam na Europa, que eu disse que a Copa de 1958 fora a do Pelé, a de 1962, a do Garrincha, e a de 1970, a do Jairzinho. Acharam que eu estava sendo pretensioso, arrogante. Mas não importa, eu sei o quanto fui importante para o tri, não só marcando gols em todos os jogos, mas gols que decidiram – explica Jairzinho.

Aos 65 anos, Jairzinho conserva registrado com exatidão os sete gols que marcou na Copa do Mundo de 1970. É capaz de descrevê-los com precisão, como se fosse um locutor narrando os lances. Jairzinho considera esses gols como sendo uma “ducha fria” nos adversários. Na estréia, contra a Tchecoslováquia, fez logo dois.

- O Brasil tinha virado para 2 a 1, mas o jogo estava duro, disputado. Fiz o terceiro, em que dei um lençol no goleiro, e o quarto, que selaram a vitória. O quarto foi em uma jogada que saí driblando um pouco depois do meio-campo, foi um belo gol – conta.

O segundo jogo foi contra a Inglaterra, para muitos uma verdadeira decisão antecipada da Copa do México – os ingleses eram os campeões mundiais. O 0 a 0 teimava no placar do Estádio Jalisco, em Guadalajara, até que aos 15 minutos do segundo tempo Jairzinho fez o gol da vitória que simbolizou um do seus dois momentos inesquecíveis naquela Copa.

- Foi um grande jogo. Eu tinha feito um cruzamento, depois de um passe perfeito do Carlos Alberto, que resultou na defesa mais bonita que um goleiro fez até hoje em Copa do Mundo, a do Banks na cabeçada do Pelé. Até que o Tostão fez aquela linda jogada, deu para o Pelé e ele rolou a bola pra mim. Chutei forte e no momento certo.

Jairzinho faz questão, aí, de ressaltar o aspecto coletivo que caracterizava a Seleção Brasileira de 1970, considerada por Zagallo a melhor de todos os tempos.

 

 Claro que o mérito não foi só meu. Se o Tostão não tivesse driblado os zagueiros ingleses (pôs a bola entre as pernas de Bobby Moore), se o Pelé não tivesse dado o passe perfeito e eu não estivesse bem posicionado, o jogo iria terminar mesmo 0 a 0.

Na vitória de 3 a 2 sobre a Romênia, Jairzinho fez o segundo gol do Brasil. No jogo seguinte, nos 4 a 2 sobre o Peru, ele marcou o quarto gol, aos 30 minutos do segundo tempo.

- O Peru tinha diminuído para 3 a 2, quando recebi o passe do Rivelino, driblei o goleiro e praticamente rolei a bola para dentro do gol. Liquidamos o jogo – recorda.

A partida semifinal contra o Uruguai se desenhava dramática. Os uruguaios fizeram 1 a 0 e Clodoaldo empatou no final do primeiro tempo. No segundo tempo, com o jogo indefinido, Jairzinho fez o segundo, o que abriu o caminho para a vitória, que seria de 3 a 1. Foi uma jogada espetacular, com troca de passes entre Pelé e Tostão.

- Foi um gol de 80 metros. Saí com a bola do campo do Brasil, e depois da combinação entre o Pelé e o Tostão, arranquei até a área do Uruguai, driblei dois e chutei cruzado.

O outro momento inesquecível em 1970 para Jairzinho aconteceu na decisão da Copa, nos 4 a 1 sobre a Itália que deram ao Brasil o tricampeonato mundial.

- O jogo estava 2 a 1, depois do bonito gol do Gérson, e acabei fazendo o terceiro, outra ducha fria, agora nos italianos, que ainda tentavam reagir.

A história de vencedor que Jairzinho construiu em 1970 – ele garante – começou no aprendizado com tudo de errado que acontecera quatro anos antes. O atacante, que já fora campeão pan-americano em 1963 e vinha sendo convocado desde 1964 para a Seleção principal, teve aos 22 anos, na Copa de 1966, na Inglaterra, a oportunidade de jogar ao lado de dois ídolos, Garrincha e Pelé.

Participei dos três jogos da Copa de 66. Os dois primeiros, contra Bulgária e Hungria, de ponta-esquerda, e o último, contra Portugal, na ponta-direita, substituindo o Garrincha. Apesar da decepção com a eliminação do Brasil, ali aprendi muita coisa – conta.

Jogador com um preparo físico invejável, que lhe dava a capacidade de arranque pouco vista em um atacante, Jairzinho, que brilhou no Botafogo, onde começou no juvenil, no futebol francês e no Cruzeiro, não teve o seu talento devidamente reconhecido – era um artilheiro que marcava gols de todos os jeitos, mas não apenas um “trombador”, como muitos equivocadamente julgam. Possuía, na verdade, técnica de craque.

- Talvez porque tenha sido eleito um dos melhores preparos físicos da Copa de 70, as pessoas pensam que eu só tinha força. Mas quem me viu jogar sabe do que não era bem assim – pondera.

FONTE: CBF

FOTOS: CBF / Jornal dos Sports

 

 

Um legítimo ‘Bad Boy’! Nos anos 90, era comum a imprensa chamar os jogadores polêmicos por Bad Boy (rapaz mau) como foram os casos de Romário, Edmundo, entre outros.

Mas quem conheceu Almir Moraes de Albuquerque, o Almir Pernambuquinho, garante: os jogadores citados acima eram fichinha. Natural de Recife (PE) nasceu em 28 de outubro de 1937, Almir iniciou a carreira no Sport.

As atuações destacadas fez com que o Vasco da Gama o contratasse; da mesma forma que anteriormente, o clube trouxera Ademir Menezes e Vavá, outros pernambucanos ídolos em São Januário.

No final dos anos 50, já exibia um futebol de craque que o levou brilhar em um ataque que tinha Sabará, Rubens, Vavá, Almir e Pinga na conquista do Torneio Rio São Paulo de 1958. Na decisão do campeonato, disputada no dia 6 de abril, o time carioca goleou a Portuguesa por 5 a 1 no Pacaembu.

Contudo, na mesma proporção em Almir Pernambuquinho infernizava os seus marcadores, também tinha gênio incontrolável dentro de campo. Fora das quatro linhas o temperamento explosivo encurtou a sua vida.  

Destaque também do Vasco supersupercampeão carioca de 1958 - eram famosos os seus duelos com o zagueiro Pavão, do Flamengo -, Almir foi negociado em 1960 para o Corinthians, em uma das transferências mais vultosas feitas entre clubes brasileiros. À época, era considerado pela imprensa o “Pelé branco“.

Almir no Boca Juniors

Do Corinthians, em que teve rápida passagem, partiu para a sua trajetória por diversos clubes, iniciada no Boca Juniors (1961/62)… 

Almir no Genoa

Genoa, da Itália (1962)…

Santos (1963 e 1964), onde conquistou o título de campeão da Libertadores e do Mundial de clubes…

 

Flamengo nos anos de 1965 , 1966 e 1967)….

Até se despedir pelo América do Rio, em 1967.

Pela Seleção Brasileira, foi convocado para o início da preparação para a Copa do Mundo de 1958 e participou do Campeonato Sul-Americano de 1959, em Buenos Aires. Disputou oito jogos, marcou um gol, e participou também da conquista da Copa Roca e da Taça do Atlântico em 1960.

Almir e o seu temperamento explosivo

Então, aos 36 anos, Almir foi assassinado no dia 6 de fevereiro de 1973, por um grupo de portugueses, no bar “Rio-Jerez”, em frente à Galeria Alaska, no Bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Conhecido por ser “catimbeiro, valente e brigão”, Allmir envolveu-se numa discussão e acabou morto a tiro ao intervir em uma situação onde seus assassinos, que eram flamenguistas, estavam mexendo com travestis.

 

Fontes: CBF / Jornal dos Sports / Jornal do Brasil /

Fotos: Jornal dos Sports / Manchete / Jornal do Brasil / CBF 

 

 

 Parece que foi ontem, mas neste sábado (30 de junho), faz 10 anos que a Seleção Brasileira conquistou o Penta na Copa do Mundo de 2002, no Japão/ Coréia do Sul. Gostem ou não, a campanha de sete jogos e sete vitórias (18 gols e quatro sofridos) é a melhor de todas as Copas.

 O escrete Canarinho do técnico Luiz Felipe Scolari chegou à Copa desacreditada. má participação nas Eliminatórias e as mudanças de técnicos desde 1999 tiraram do time canarinho o rótulo de favorito no mundial realizado em solo asiático.

 Grande motivador, Luiz Felipe Scolari conseguiu fazer um grupo coeso. A equipe brasileira ganhou o apelido de “Família Scolari”.

O corte do atacante Romário deixou parte da imprensa e dos torcedores com de ‘nariz torcido’ com o treinador. Ronaldo Fenômeno era visto como um contrapeso, a defesa era muito questionada, o meio de campo não agradava.

 Contudo, a atmosfera da Copa transformou o grupo e o Brasil foi crescendo jogo a jogo. Na primeira fase: vencendo a Turquia por 2 a 1 (3 de junho); 4 a 0 na China (8 de junho); e Costa Rica (13 de junho).

Nas Oitavas de Final, que para Luiz Felipe Scolari foi o jogo mais difícil (17 de junho); nas Quartas de final 2 a 1 na Inglaterra (21 de junho); nas Semifinais 1 a 0 Turquia (26 de junho), garantindo vaga na decisão inédita contra a poderosa Alemanha.   

Então, chegou o dia e a Seleção Brasileira fez uma atuação impecável. Com dois gols do “contrapeso” Ronaldo Fenômeno e se tornou artilheiro da competição com oito gols, o Brasil conquistou o seu quinto título mundial.

E, o placar ficou barato para os alemães, pois o Brasil inúmeras chances e não seria exagero nenhum se o resultado tivesse sido de goleada.  No primeiro tempo, Ronaldo perdeu dois gols cara a cara com o goleiro Kahn e Kleberson num chute que carimbou o travessão.  

 No final (quem diria…), o contestado lateral-direito e capitão Cafu  foi o responsável por erguer a taça de campeão mundial para milhares de espectadores em todo mundo. Reprovado em 11 peneiras, o jogador foi o exemplo de quem a persistência é o caminho para quem sonha em realizar seus sonhos.


BRASIL         2          X         0          ALEMANHA

 Competição: Final da Copa do Mundo

 Data: 30 de junho de 2002

 Local: Yokohama International Stadium

 Púlbico: 69.029

 Árbitro: Pierluigi Colina (Itália)

 BRASIL: Marcos; Lúcio, Edmilson e Roque Júnior; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo e Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Juninho Paulista) e Ronaldo (Denílson). Técnico: Luiz Felipe Scolari

 ALEMANHA: Kahn; Link, Ramelow, Metzelder, Frings, Hamann, Jeremies (Asamoah), Schneider, Bode (Ziege), Neuvile e Klose (Bierhoff). Técnico: Rudi Voller. 

Gols: Ronaldo aos 22 e 33 minutos do segundo tempo

ELENCO DO BRASIL

 Goleiros – Marcos (Palmeiras), Dida (Milan) e Rogério Ceni (São Paulo)

 Laterais – Cafu (Roma), Belletti (São Paulo), Roberto Carlos (Real Madrid) e Júnior (Parma)

 Zagueiros – Lúcio (Bayer Leverkusen), Roque Júnior (Parma), Edmilson (Lyon) e Anderson Polga (Grêmio)

 Meios-campistas – Gilberto Silva (Atlético Mineiro), Kléberson (Atlético Paranaense), Vampeta (Corinthians), Ricardinho (Corinthians), Juninho Paulista (Flamengo), Rivaldo (Barcelona) e Kaká (São Paulo)

Atacantes – Ronaldinho Gaúcho (PSG), Ronaldo (Internazionale), Edílson (Cruzeiro) e Luizão (Grêmio)

 

Fotos: CBF / JS/ Lance!

 Link do Vídeo da final:http://www.youtube.com/watch?v=ZRl49g1e0lg

 

Brasil é Bicampeão mundial. Há exatos 50 anos, no dia 17 de junho de 1962, a Seleção Brasileira voltou a encantar o mundo e venceu, de virada, a Tchecoslováquia por 3 a 1, no Estádio Nacional, em Santiago, no Chile, de forma incontestável, levando mais uma vez a taça, em ambas de forma invicta.

Após superar as poderosas Alemanha e Iugoslávia nas quartas e semifinais, a Tchecoslováquia chegava à decisão contra o Brasil disposta a consumar sua surpreendente campanha em terras sul-americanas.

Tal façanha ficou próxima quando os vermelhos abriram o placar, aos 15 minutos, com Masopust. Pela segunda vez seguida, a seleção saiu atrás no placar em uma final de Copa do Mundo – mas, também pela segunda vez, conseguiu a virada, desta feita sem uma atuação brilhante de Garrincha, liberado para atuar na decisão.

Dois minutos depois, Amarildo, em uma arrancada pela esquerda, finalizou quase sem ângulo e logo empatou. O jogo, parelho, permaneceu indefinido até os 24 minutos da etapa final, quando o substituto de Pelé, novamente, voltou a desequilibrar: em jogada pela ponta esquerda, Amarildo cortou o marcador e cruzou na medida para Zito cumprimentar de cabeça.

A margem mínima no placar, sempre perigosa, duraria apenas nove minutos, cortesia de uma falha do arqueiro Schroiff, até então bastião quase inexpugnável da meta tchecoslovaca.

Djalma Santos enviou um despretensioso balão para a área, mas o goleiro, hesitante, perdeu o tempo do lance: suas mãos apenas resvalaram na pelota, que sobrou limpa para Vavá empurrar para as redes.

O atacante do Palmeiras tornou-se o primeiro homem a marcar em duas finais de Copa do Mundo e selou o bicampeonato mundial de futebol para o Brasil. Era só esperar o árbitro soviético apitar o final da peleja para que o povo brasileiro pudesse soltar o grito na garganta e gritar: “Brasil! Bicampeão mundial”!

  

BRASIL         3          X         1          TCHECOSLOVÁQUIA

 Local: Estádio Nacional (Santiago)

Público: 69.000

Árbitro: Nicolai Latyshev (U.R.S.S.)

Auxiliares: Leo Horn (Holanda) e Bob Davidson (Escócia)

 BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagallo. Técnico: Aymoré Moreira

TCHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Tichy, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Pospichal, Kadraba, Kvasnak, Jelinek. Técnico: Rudolf Vytlacil

Gols: Masopust aos 15 minutos; Amarildo aos 17 minutos do 1º tempo; Zito aos 24 minutos; Vavá aos 33 minutos do 2º tempo

 

Vídeo da grande final do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=16QeiUMvfk4

Fotos: CBF / Jornal dos Sports

 

 

Como parte das comemorações do aniversário de 62 anos do Maracanã, será inaugurado nesta sexta-feira (15 de junho de 2012), às 16h, o show room com peças que serão expostas no novo estádio.

Uma área com o gramado que será o piso da final da Copa do Mundo de 2014 contará com fotos da evolução da obra, além de amostras do piso, da arquibancada e dos refletores.

Os visitantes terão a oportunidade de ver peças a 14 metros de distância, a exata diferença que vai separar a arquibancada do campo de jogo no novo estádio.

 A nova maquete, de como o estádio ficará a partir do dia 28 de fevereiro de 2013, também estará exposta no show room. O vice-governador, Luiz Fernando Pezão, e os secretários estaduais de Esporte e Lazer, Marcia Lins, e de Obras, Hudson Braga, e o presidente da Empresa de Obras Públicas (Emop), Ícaro Moreno, participarão da inauguração.

 Logo em seguida, será realizada uma homenagem ao capitão do tricampeonato mundial em 70, Carlos Alberto Torres. O único capitão campeão mundial que nasceu no Rio de Janeiro, na Vila da Penha, ganhará uma exposição de fotos na Torre de Vidro.

Além disso, o Capita também doará uma camisa autografada igual a que ele usou na decisão da Copa do México, em que fez o quarto gol do Brasil sobre a Itália. O filho dele, o zagueiro Alexandre Torres, irá tirar os moldes dos pés para integrar, ao lado do pai, a Calçada da Fama do Museu do Maracanã.

 Já ao anoitecer, uma nova homenagem do Governo do Estado ao sexagenário estádio: uma iluminação especial sobre a Torre de Vidro idealizada pelo light designer Peter Gasper. A decoração especial funcionará até a noite de domingo.

 Local: Torre de Vidro

Data: sexta-feira (15/6)

16h – Abertura do showroom na entrada da Torre de Vidro

17h – Homenagem a Carlos Alberto Torres, o único carioca capitão de uma Seleção Campeã, na Torre de Vidro

17h30 – Alexandre Torres colocará o molde dos pés para a Calçada da Fama, na Torre de Vidro

18h – Serão acesas as luzes da iluminação especial da Torre de Vidro

 

Fonte e Foto: Diretoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro

 

Há 50 anos, no dia 13 de junho de 1962, a Seleção Brasileira, sem Pelé, contou novamente com as diabruras de Mané Garrincha e o oportunismo do centroavante Vavá. Foi o suficiente para a Seleção Brasileira calar o Estádio Nacional, golear o Chile por 4 a 2, e avançar para a grande final contra a Tchecoslováquia, para conquistar o Bicampeonato mundial.

Vínhamos do grande triunfo de 1958 na Suécia e o Brasil manteve a base campeã. O grande problema foi que o Rei Pelé sofreu uma grave distensão no músculo adutor da virilha, logo no segundo jogo, no empate sem gols contra a Tchecoslováquia, findando assim sua participação no Mundial do Chile. Sem poder se recuperar a tempo, Amarildo entrou em seu lugar contra a Espanha e jogou muito bem, fazendo os dois gols da vitória canarinho. Com Pelé fora de combate, Mané Garrincha chamou a responsabilidade para si e fez uma das suas melhores atuações na carreira contra a Inglaterra. Brasil 3 a 1.

O Chile era nosso próximo adversário e estava todo cheio de si. Sua violenta seleção jogava a Copa em seu país, ganhara da Suíça por 3 a 1, da Itália por 2 a 0 e da União Soviética por 2 a 1, e achava que podia derrotar o Brasil também. Só que se deram mal, pois pegaram Garrincha num dia de glória. Ele e Vavá fizeram 2 gols cada um na vitória por 4 a 2 e Garrincha arrasou a defesa chilena como quis. Fez um golaço com a perna esquerda, um raro gol de cabeça, abandonou completamente a ponta e fez como se estivesse jogando uma pelada em sua terra natal, Pau Grande, em Magé.

Como curiosidade, os brasileiros temiam que os chilenos colocassem alguma química no almoço que pudesse lhes fazer mal antes do jogo, e apenas lancharam, como prevenção.

Com a eliminação chilena e os números do placar definidos, no final do jogo, cansado de tanto apanhar, Garrincha dá um tostão de leve no glúteo do seu marcador, Eladio Rojas, mais de molecagem do que de revide. Rojas caiu e fez o maior teatro possível, e o bandeirinha dedurou Garrincha ao juiz peruano Arturo Yamasaki, que expulsou de campo o nosso camisa 7, escolhido depois como o melhor jogador desse Mundial.

Ao sair, Garrincha ainda levou uma pedrada na cabeça, lançada da arquibancada. Mas vocês pensam que Garrincha foi suspenso e não jogou a final contra a Tchecoslováquia? Que nada! Graças a uma manobra política, sumiço da súmula do jogo e outras malandragens, Garrincha foi absolvido e mesmo com febre jogou a final. 

 

BRASIL      4      X         2          CHILE

Local: Estádio Nacional (Santiago)

Competição: Semifinal da Copa do Mundo de 1962

Data: 13 de junho

Árbitro: Arturo Yamazaki (Peru)

Expulsões: Landa (Chile) e Garrincha (Brasil)

BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

CHILE: Escutti; Eyzaguirre, Contreras, Raul Sánchez, Rojas; Rodrigues, Tobar; Ramírez, Toro, Landa, Leonel Sánchez. Técnico: Fernando Riera

 Gols: Garrincha aos 9 e 32 minutos; Toro 41 minutos do 1º tempo; Vavá aos 3 e 32 minutos; Leonel Sánchez (pênalti) 16 minutos do 2º tempo

 

 Fotos e Fonte: CBF

 

Seguramente, foi nos 3 x 1 sobre os ingleses que Garrincha (foto) se excedeu naquela Copa de 62. Mas não for fácil para o Brasil chegar até aquele dia. Logo na estreia, em 30 de maio, no Estádio Sausalito, em Viña del Mar, começou a perder Pelé, com uma distensão muscular, dor na virilha, que atingiu o clímax quando o camisa 10 chutou a gol, aos 25 minutos do 0 x 0 com a então Tcheco-Eslováquia, em 2 de junho. Perdia-se o “Rei”. Que mau!

Mas estava escrito que aquela seria a Copa do Mané. Pra começo de conversa, o “Torto” já começara a aparecer no lance do primeiro gol contra os mexicanos. Livrara-se de Najera e lançara Pelé, que dera um toque na bola, à meia-altura, para Zagallo abrir o caminho do bi – Pelé fez o outro gol.

Antes daquele jogo, um incidente: Aymoré Moreira tentara devolver a zaga central à Bellini, tendo em vista que Mauro andara vacilão na estréia. Mauro, no entanto, reagiu, ameaçando ir embora, caso fosse barrado. E o time terminou sendo repetido no segundo jogo.
Copa vai, Copa vem, de repente, a seleção canarinha estava diante do terceiro grande problema, depois da contusão de Pelé e do “Caso Mauro”: a inferioridade no placar, em 6 de junho, ante os espanhóis. Se o árbitro não tivesse deixado de marcar um pênalti, cometido por Nilton Santos, dificilmente, Garrincha chegaria ao seu brilho máximo diante da Inglaterra, em 10 de junho. Ainda bem que Amarildo virou o placar e a Espanha foi passada pra trás: 2 x 1.

Vale ressaltar que, no gol da virada, foi o Mané quem cruzou, da linha de fundo, para o “Possesso” cabecear para a rede.
Com a vaga garantida nas quartas-de-final, viera a grande tarde de domingo, em Sausalito, de onde os brasileiros não saíram, por terem sido os primeiros do se grupo, enquanto os britânicos foram os segundos no deles. Rolou a bola. Como a seleção de Aymoré Moreira mostrava-se muito enrolada, a partir dos 31 minutos do primeiro tempo, Garrincha resolveu acontecer.

Chamou as responsabilidades para si. E abriu o plalcar, de forma inacreditável. Durante uma cobrança de escanteio, saltou junto com o grandalhão Norman, que era 12 centímetros mais alto, e conseguiu cabecear a bola para a rede. Os ingleses empataram, aos 36 minutos, por intermédio de Hitchens, mas, por aquilo, pagaram caro.
Após um primeiro tempo empatado, por 1 x 1, aos oito minutos da etapa final, Didi preparava-se para cobrar uma falta, pela direita, pertinho da grande área. Sem que ele pudesse imaginar, surgiu um moleque Garrincha à sua frente. E mandou o pé na pelota. O goleiro inglês Springett rebateu a bola para a frente, na cabeça de Vavá, que não o perdoou: 2 x 1. Aos 14, Garrincha viu o camisa um inglês adiantado e chutou, quase da intermediária, por cobertura: 3 x 1. Golão!

Cabeçada, chute por cobertura, cobrança de falta, normalmente, Garrincha não fazia nada daquilo, no Botafogo. De normal mesmo só ele dizer que não tinha medo do tal de “Fralda”, referindo-se a Flowers, o lateral que iria marcá-lo e que prometia sumir com ele do jogo. Naquele dia, porém, o Mané, que esteve “indomável”.

Só não conseguiu dominar um cachorrinho preto (foto) que invadiu o gramado, antecipando-se às diabruras que ele iria aprontar. Depois de driblar o “Demônio da Copa”, o cãozinho só foi capturado quando o inglês Jimmy Greaves ajoelhou-se à sua frente e os dois ficaram olhos nos olhos, se namorando. Num bote rápido, o atacante fez o que Mané Garrincha não conseguira, único pecado do “Demônio das Pernas Tortas”.

 
 

 No meio da confusão, quando saía de campo, Mané levou uma pedrada, na cabeça, que teve de ser enfaixada. (foto).

Brasil 3 x 1 Inglaterra
Local: Estádio Sausalito, em Viña del Mar (CHI)
Público: 17.736 pagantes
Árbitro: Pierre Schwinte (FRA)
Gols: Garrincha, aos 32 e Hitchens, aos 39 min do 1º tempo; Vavá, aos 9, e Garrincha, aos 14 min do 2º tempo.
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos: Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo. Técnico: Aymoré Moreira.
INGLATERRA: Springett, Armfield, Wilson, Morre e Flowers; Norman, Douglas e Hitchens; Haynes, Greaves e Bobby Charlton. Técnico: Walter Winterbottom.

Fontes e Fotos: CBF /Fatos e Fotos

 

 

 O empate do dia 2 de junho de 1962 com a Tchecoslováquia teve uma grande preocupação para o povo brasileiro: Pelé, o grande astro de um time de craques, sofreu uma contusão muscular e ficou de fora do restante da competição. A partir daí ficou uma indagação: será  que o Brasil conseguiria chegar ao bi sem o Rei?  

 Ainda no primeiro tempo, ao dar um chute para o gol, o camisa 10 brasileiro sentiu a lesão. Daí em diante, como na época não eram permitidas substituições durante a partida, Pelé ficou em campo mesmo contundido.

 A lesão do camisa 10 abriu espaço para que outro craque brilhasse naquela Copa do Mundo: Garrincha. Com suas pernas tortas e dribles desconcertantes, o ponta-direita foi o destaque daquela Seleção, que voltou para o Brasil com o bicampeonato na bagagem.


 Amarildo herda o trono e vira o Herói-Rei contra a Espanha

  

 Quatro dias depois, há exatos 50 anos, no dia 6 de junho de 1962, a Seleção Brasileira enfrentou a Espanha, sem Pelé. O treinador Aymoré Moreira chegou a pensar em colocar Jair da Costa na ponta direita e deslocando Garrincha para meia.

Tudo porque o temperamental Amarildo era inexperiente em jogos internacionais. Mas, mesmo assim, o técnico decidiu que Amarildo deveria ser o substituto imediato de Pelé. Paulo Amaral e Nilton Santos conversaram muito com Amarildo para que ele não revidasse as provocações dos espanhóis.  

Nos primeiros minutos do jogo, Didi não conseguia comandar suas pernas. Ele queria se vingar dos maus momentos que teve no futebol espanhol. Essa preocupação não lhe fazia bem. Zózimo estava inseguro. Zito indeciso nas antecipações e Amarildo, sem tremer, sentia claramente o peso da responsabilidade. Os espanhóis souberam se aproveitar da situação e, aos 35 minutos do primeiro tempo, Adelardo fez 1×0.

 Logo depois Adelardo foi derrubado na área por Nilton Santos e o juiz preferiu marcar uma falta fora da área. Gilmar ainda faria uma defesa maravilhosa e, novamente o juiz chileno Sergio Bustamante, anulou um gol de Peiró aparentemente legítimo. Foi um alivio quando terminou o primeiro tempo. Todos eram unânimes em afirmam que poderia ter sido pior. Os espanhóis estavam certo que ganhariam o jogo.

 No vestiário dos brasileiros, Amarildo soluçava num banco de madeira. Paulo Amaral o levou para o banheiro e quase aos gritos, não parava de sacudi-lo, dizendo a ele que os espanhóis não eram mais homens de que os brasileiros e que poderíamos vencer no segundo tempo.

 Paulo Amaral passou a mão nos ombros de Amarildo, deu um cálice de conhaque e o mandou para o campo. Ele voltou para o segundo tempo transformado. Os outros jogadores também. E aos 27 minutos, Zito roubou a bola de Puskas e soltou rápido para Zagalo, que foi a linha de fundo e centrou.

 Amarildo entrou rápido entre os zagueiros espanhóis enfiando o bico da chuteira na bola e empatando o jogo. Uma pirâmide amarela ia crescendo em cima dele.

Agora Amarildo já não se importava com mais nada e Didi se esqueceu da vingança. Foi com a precisão de um mestre, que Didi lançou Garrincha num passe de trivela. Com os espanhóis a sua frente, Garrincha foi driblando um a um os zagueiros que apareciam e centro alto para a área.

 Amarildo subiu e jogou sua testa de encontro a bola: Brasil 2×1 aos 41 minutos do segundo tempo. Estávamos classificados. Foi uma vitória que jamais os brasileiros esquecerão.

 

BRASIL         2          X         1          ESPANHA

Competição: Copa do Mundo do Chile, em 1962

 Local: Estádio de Sausalito em Vinã Del Mar

 Árbitro: Sergio Bustamante (CHILE)

 Público: 18.715 pagantes

BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Mauro(Capitão), Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vává, Amarildo e Zagalo. Técnico: Aymoré Moreira

  ESPANHA: Araquistan, Rodri, Echeverria, Garcia e Pachim; Vergas, Collar (Capitão), Adelardo, Puskas, Peiró e Gento. Técnico: Helenio Herrera

  Gols: Adelardo aos 35 minutos do 1º tempo; Amarildo aos 27 e 41 minutos do 2º tempo

Fonte: CBF

 Fotos: Fatos e Fotos / CBF

 Link no Youtube sobre a história dessa partida: http://www.youtube.com/watch?v=4ezybCKehjU

 

 

Perto da estreia na Copa do Mundo de 1962, no Chile, a Seleção Brasileira fez seu último jogo-treino antes de começar a disputa contra o Everton, time da primeira divisão chilena, três dias antes de enfrentar o México. E o placar deixou claro que a equipe do técnico Aimoré Moreira estava pronta: 9 a 1 para o Brasil.

Os gols brasileiros foram marcados por Vavá (dois), Pelé (dois), Amarildo (dois), Zagalo (dois) e Jair. Curiosamente, a partida, que aconteceu no Estádio Sausalito, contou com boa presença da torcida. Melhor até do que na estreia do Brasil na Copa do Mundo. Foram 15 mil espectadores no jogo-treino contra pouco mais de 10 mil contra o México.

Depois dessa partida, no dia seguinte, o técnico Aimoré Moreira definiu o time titular para o primeiro duelo da Seleção no Mundial do Chile: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Pelé, Vavá e Zagalo.


 

Enfim, chegou o dia da estreia da Seleção Brasileira, no dia 30 de maio de 1962. Tinha tudo para ser uma estreia tranquila, mas Copa do Mundo nunca é fácil. Na bonita cidade de Viña del Mar, rodeada por belas praias, a Seleção precisou se desdobrar em campo para vencer o México por 2 a 0. Zagalo e Pelé foram os autores dos gols.

Por pouco o Brasil não começou atrás no placar. O time mexicano foi bem no primeiro tempo e chegou a ter pelo menos quatro chances claras de gol. No entanto, as oportunidades perdidas fariam falta na segunda etapa.

Mais organizada, a Seleção foi para o segundo tempo para matar a partida. E conseguiu. Primeiro com Zagalo, que completou de peixinho um cruzamento de Pelé. Em seguida foi a vez do camisa 10 mostrar porque seria considerado o maior jogador de todos os tempos. Ele driblou três adversários, entrou na área e fuzilou para o gol.

Um belo gol e uma assistência foi o que produziu Pelé naquela partida, mas também no Mundial inteiro. Na partida seguinte, contra a Tchecoslováquia, ele viria a sentir uma contusão e desfalcaria o Brasil pelo resto da competição. Mas isso é uma história para a próxima reportagem.

 

BRASIL         2          X         0          MÉXICO

 Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Público: 10.484

Arbitragem: Gottfried Dienst (Suíça), Carl Erich Steiner (Áustria) e Pierre Schwinte (França)

 BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

 MÉXICO: Carbajal; Del Muro, Cárdenas, Sepúlveda e Villegas; Najera e Jasso; Del Aguilla, Reyes, Hernández e Diaz. Técnico: Ignácio Trellez

Gols: Zagalo aos 11minutos; Pelé aos 27 minutos do 2º tempo


 No segundo jogo, há exatos 50 anos: no dia 2 de junho de 1962, numa partida bastante equilibrada, com destaque para as grandes atuações dos dois goleiros.

Esta partida, entretanto, viria a marcar a saída prematura do torneio do genial Pelé: lançado por Djalma Santos, Pelé amortece a pelota e dispara um potente chute de longa distância que vai chocar-se contra o poste direito do goleiro tcheco.

Imediatamente, Pelé sente uma grave distensão que o deixaria fora o resto da copa. A equipe brasileira parece sentir a grave contusão de seu grande jogador e a partida encerra-se em um melancólico empate sem gols. O Brasil novamente jogara com Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Didi e Zito; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo

 

Brasil         0          x         0          Tchecoslováquia


Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Árbitro: Pierre Schwinte (França)

BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

TCHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Lala, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Stibranyi, Kvasnak, Adamec, Jelinek.

 

Fontes: CBF / JS/ Arquivo Pessoal

Fotos: CBF

 

Em 19 edições da Copa do Mundo de futebol, os ingleses lideram com folga a lista de árbitros que dirigiram as finais, com quatro presenças:

1950 – Brasil 1 x 2 Uruguai – George Reader
1954 – Alemanha 3 x 2 Hungria – William H.E. Ling
1974 – Alemanha 2 x 1 Holanda – John Keith Taylor
2010 – Espanha 1 x 0 Holanda – Howard Webb

Em seguida aparecem italianos, franceses e brasileiros com duas atuações cada:
Brasil
1982 – Itália 3 x 1 Alemanha – Arnaldo Cézar Coelho
1986 – Argentina 3 x 2 Alemanha – Romualdo Arppi Filho
Itália
1978 – Argentina 3 x 1 Holanda – Sergio Gonella
2002 – Brasil 2 x 0 Alemanha – Pierluigi Collina
França
1938 – Itália 4 x 2 Hungria – Georges Capdeville
1958 – Brasil 5 x 2 Suécia – Maurice Guigue

Com uma atuação:
1930 – Uruguai 4 x 2 Argentina – Jean Langenus (Bélgica)
1934 – Itália 2 x 1 Tchecoslováquia – Ivan Eklind (Suécia)
1962 – Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia – Nikolai Latyshev (União Soviética)
1966 – Inglaterra 4 x 2 Alemanha – Gottfried Dienst (Suíça)
1970 – Brasil 4 x 1 Itália – Rudi Gloeckiner (Alemanha Oriental)
1990 – Alemanha 1 x 0 Argentina – Edgardo Codesal (México)
1994 – Brasil 0 x 0 Itália – Sandor Puhl (Hungria)
1998 – França 3 x 0 Brasil – Said Belgola (Marrocos)
2006 – Itália 1 x 1 França – Horacio Elizondo (Argentina)

Em sete finais, os árbitros brasileiros ficaram impossibilitados de concorrer à escalação, dado que o selecionado do Brasil decidiu o título, ganhando cinco e perdendo duas.

Fonte: Copa do Mundo Brasil – copadomundobr.com

 

Careca em ação no mundial de 1986

Reza a lenda que o “Se” não joga. E, de fato, é uma verdade. Mesmo assim, às vezes, confabulando com os meus botões me pergunto: “Será que o atacante Careca não tivesse se lesionado dias antes da estreia na Copa do Mundo de 1982, na Espanha… A Seleção Brasileira não teria se sagrado campeã?”

Bate-me uma resposta segura: “Sim, seriamos tetracampeões mundiais”.

 Há 30 anos, Careca, aos 21 anos, estava no auge. No seu lugar, o técnico Telê Santana escolheu Serginho Chulapa. Diante do estilo em que aquela seleção jogava, acho que o Roberto Dinamite seria a melhor opção, deixando Serginho para entrar na segunda etapa.

 Agora, mesmo sabendo que o brasileiro gosta de ver campeões, eu aprendi a guardar com carinho aquela Seleção, que se não ganhou o título, deixou um legado: o futebol brasileiro não pode nunca deixar de uma arte.

 CARECA: NÃO ERA ‘UM ATACANTE’… MAS SIM ‘O ATACANTE’!  

Nascido de berço futebolista, já que o pai foi ponta-esquerda da Ponte Preta, o atacante Careca foi um dos principais jogadores de sua geração. Vestiu a camisa da Seleção Brasileira 66 vezes e ainda disputou duas Copas do Mundo: 86 no México e 90 na Itália.

Quis o destino que ele começasse a carreira justamente no maior rival do time em que seu pai jogou. Em 78, Careca foi contratado pelo Guarani e de cara se sagrou campeão brasileiro daquele ano. Para melhorar, foi dele o gol do título. Nos seis anos que esteve no Bugre o centroavante marcou 80 gols.

Careca era dado como certo na Seleção que iria disputar a Copa do Mundo de 1982, na Espanha. No entanto, uma lesão às vésperas do Mundial o deixou fora da competição.

Quando se recuperou, Careca foi jogar no São Paulo. No tricolor paulista foi campeão estadual duas vezes e ainda conquistou outro brasileiro, o de 86.

Em pé (da esquerda para a direita): Taffarel, Jorginho, Mauro Galvão, Mozer, Ricardo Gomes e Branco; Agachados: Muller, Alemão, Careca, Dunga e Valdo.

Neste mesmo ano, Careca foi vice-artilheiro da Copa do Mundo, disputada no México. Foram cinco gols em cinco jogos. O título não veio, já que o Brasil foi eliminado pela França antes da final, mas o reconhecimento internacional, sim.

No ano seguinte, Careca se transferiu para o Napoli, onde formou dupla com Diego Maradona. Na Itália, ele conquistou dois títulos nacionais, uma Copa da Uefa e mais a Recopa italiana.

O centroavante ainda disputou mais uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, em 90, na Itália. Marcou mais dois gols nos quatro jogos que disputou.

Em pé (da esquerda para a direita): Taffarel, Mauro Galvão, Ricardo Gomes, Mozer, Jorginho, e Branco; Agachados: Muller, Alemão, Careca, Dunga e Valdo.

Aos 33 anos, Careca aceitou o desafio de jogar no Japão e também obteve sucesso no país. Depois de quatro anos no futebol japonês, o atacante voltou ao Brasil para defender o Santos. Depois de atuar em poucas partidas pelo time paulista, encerrou a carreira.

 FICHA-TÉCNICA: CARECA (1982-1993)

Nome: Antonio de Oliveira Filho

Natural: Araraquara (SP)

Nascimento: 05 de Outubro de 1960

Posição: Atacante

Pela Seleção Brasileira Principal: 65 jogos, 39 vitórias, 16 empates, 10 derrotas. Gols: 30

Duas Copas do Mundo: 1986 e 1990.

Jogos em Copa do Mundo: Nove jogos , Sete vitórias, um empate, uma derrota; marcando Sete gols.

 TODOS OS 65 JOGOS PELO BRASIL

1 – 21.03.1982 – 1 x 0 ALEM.  OCIDENTAL

2 – 05.05.1982 – 3 x 1 PORTUGAL

3 – 19.05.1982 – 1 x 1 SUÍÇA

4 – 27.05.1982 – 7 x 0 IRLANDA

5 – 28.04.1983 – 3 x 2 CHILE (1)

6 – 08.06.1983 – 4 x 0 PORTUGAL (2)

7 – 12.06.1983 – 1 x 1 PAÍS DE GALES

8 – 17.06.1983 – 2 x 1 SUÍÇA (1)

9 – 22.06.1983 – 3 x 3 SUÉCIA (1)

10 – 28.07.1983 – 0 x 0 CHILE

11 – 17.08.1983 – 1 x 0 EQUADOR

12 – 24.08.1983 – 0 x 1 ARGENTINA

13 – 13.10.1983 – 1 x 1 PARAGUAI

14 – 20.10.1983 – 0 x 0 PARAGUAI

15 – 04.11.1983 – 1 x 1 URUGUAI

16 – 28.04.1985 – 0 x 1 PERU

17 – 02.05.1985 – 2 x 0 URUGUAI (1)

18 – 05.05.1985 – 2 x 1 ARGENTINA (1)

19 – 15.05.1985 – 0 x 1 COLÔMBIA

20 – 02.06.1985 – 2 x 0 BOLÍVIA

21 – 08.06.1985 – 3 x 1 CHILE

22 – 30.06.1985 – 1 x 1 BOLÍVIA (1)

23 – 12.03.1986 – 0 x 2 ALEM. OCIDENTAL

24 – 01.04.1986 – 4 x 0 PERU (1)

25 – 08.04.1986 – 3 x 0 ALEM.  ORIENTAL (1)

26 – 17.04.1986 – 3 x 0 FINLÂNDIA

27 – 30.04.1986 – 4 x 2 IUGOSLÁVIA (1)

28 – 07.05.1986 – 1 x 1 CHILE

29 – 01.06.1986 – 1 x 0 ESPANHA

30 – 06.06.1986 – 1 x 0 ARGÉLIA (1)

31 – 12.06.1986 – 3 x 0 IRL. DO NORTE (2)

32 – 16.06.1986 – 4 x 0 POLÔNIA (1)

33 – 21.06.1986 – 1 x 1 FRANÇA (1)

34 – 21.06.1987 – 4 x 1 EQUADOR (1)

35 – 24.06.1987 – 1 x 0 PARAGUAI

36 – 28.06.1987 – 5 x 0 VENEZUELA (1)

37 – 03.07.1987 – 0 x 4 CHILE

38 – 27.03.1989 – 1 x 2 Sel. Resto do Mundo

39 – 22.06.1989 – 0 x 0 Milan (ITA)

40 – 23.07.1989 – 1 x 0 JAPÃO

41 – 30.07.1989 – 4 x 0 VENEZUELA

42 – 20.08.1989 – 6 x 0 VENEZUELA (4)

43 – 03.09.1989 – 2 x 0 CHILE (1)

44 – 14.10.1989 – 1 x 0 ITÁLIA

45 – 20.12.1989 – 1 x 0 HOLANDA (1)

46 – 28.03.1990 – 0 x 1 INGLATERRA

47 – 05.05.1990 – 2 x 1 BULGÁRIA

48 – 13.05.1990 – 3 x 3 ALEM.  ORIENTAL (1)

49 – 19.05.1990 – 1 x 0 Comb. Madrid

50 – 28.05.1990 – 0 x 1 Comb. Umbria

51 – 10.06.1990 – 2 x 1 SUÉCIA (2)

52 – 16.06.1990 – 1 x 0 COSTA RICA

53 – 20.06.1990 – 1 x 0 ESCÓCIA

54 – 24.06.1990 – 0 x 1 ARGENTINA

55 – 11.09.1991 – 0 x 1 PAÍS DE GALES

56 – 19.05.1992 – 1 x 0 Milan (ITA) (1)

57 – 26.08.1992 – 2 x 0 FRANÇA

58 – 16.12.1992 – 3 x 1 ALEMANHA

59 – 18.02.1993 – 1 x 1 ARGENTINA

60 – 06.06.1993 – 2 x 0 EUA (1)

61 – 10.06.1993 – 3 x 3 ALEMANHA (1)

62 – 14.06.1993 – 1 x 1 INGLATERRA

63 – 14.07.1993 – 2 x 0 PARAGUAI

64 – 18.07.1993 – 0 x 0 EQUADOR

65 – 01.08.1993 – 5 x 1 VENEZUELA


 Fotos e dados: Site da CBF

 

Um dos mais polêmicos jogadores e técnico, Emerson Leão é odiado e amado por diversas pessoas. Não seria exagero afirmar que um conhecedor de futebol não possua um sentimento prol ou contra o atual treinador do São Paulo.

Contudo, não se pode negar a história  de Emerson Leão , sendo um dos mais jovens goleiros a ser titular em clubes e a jogar na Seleção Brasileira Principal. Aos 18, ganhou a posição no Palmeiras, e prestes a completar 21 entrou em campo com a camisa 1 da Seleção. Foi dia 8 de março de 1970, no Maracanã, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo do México, em que o Brasil venceu a Argentina por 2 a 1.

Desse jogo até o dia 30 de abril de 1986 (vitória sobre a Iugoslávia por 4 a 2) foram 105 partidas pelo Brasil, com 64 vitórias, 30 empates e 11 derrotas, e quatro Copas do Mundo disputadas: 1970, 1974, 1978 e 1986. Ficou de fora, injustamente, da Copa do Mundo de 1982, quando atravessava excelente forma.

Em pé (esquerda para a direita): Toninho Guereiro, Leão,Edinho, Amaral, Oscar e Batista;Agachados: Bufalo Gil, Zico, Reinaldo, Rivellino e Toninho Cerezo.

Na Copa do Mundo de 70, dividiu a suplência de Félix com Ado, do Corinthians. Nas Copas de 74 e 78, brilhou em vários jogos, com excelentes defesas. Em 1986, ficou na reserva de Carlos, quando para muitos merecia ser titular.

Jogador marcante na Seleção Brasileira e pelos clubes que passou, Leão se destacou mesmo no Palmeiras, onde foi ídolo e jogou durante 10 anos, conquistando vários títulos, entre eles o bi do Campeonato Brasileiro em 1972/1973.

 

Da esquerda para a direita: Edu, Leivinha, Nelinho, Jairzinho, Marinho Chagas, Carpegiani, Rivellino, Marinho Peraz, Luís Pereira, Leão e Piazza.

 

Encerrada a carreira, passou a ser técnico, de campanhas também vitoriosas que o levaram à Seleção Brasileira. Mas foi mesmo como goleiro que Leão passou para a história como um dos maiores do Brasil de todos os tempos.

LEÃO

Nome: Emerson Leão

Nascimento: 11.07.1949, Ribeirão Preto(SP)

Posição: Goleiro

Seleção Brasileira Principal: 105 jogos, 64 vitórias, 30 empates, 11 derrota.

Gols sofridos: 69

Copa do Mundo: 1970, 1974, 1978, 1986.

Jogos em Copa do Mundo: 14 jogos, 7 vitórias, 5 empates, 2 derrotas.

Gols sofridos em Copa do Mundo:  07 (sete)

Títulos: Copa do Mundo (1970), Taça Independência (1972), Taça do Atlântico (1976), Taça Oswaldo Cruz (1976), Torneio Bicentenário dos EUA (1976).

Títulos: Copa do Mundo (1970); Taça Independência (1972); Torneio Bicentenário de Independência dos Estados Unidos (1976); Copa Rocca (1971, 1976); Taça do Atlântico (1976); Taça Oswaldo Cruz (1976).

Clubes: E. C. São José (SP) (1967); Comercial F. C. (Ribeirão Preto-SP) (1968); S. E. Palmeiras (SP) (1968 a 1978 e 1984 a 1986); C. R. Vasco da Gama (RJ) (1978 a 1980); Grêmio F. B. P. A. (RS) (1980 a 1982); S. C. Corinthians Paulista (SP) (1983); Sport Clube do Recife (PE) (1987).

Outros títulos: Campeonato Brasileiro (1972, 1974, 1981); Taça de Prata (1969); Campeonato Paulista (1972, 1974, 1976, 1983); Torneio Cidade de Sevilla (ESP) (1979); Torneio Cidade Elche (ESP) (1979); Torneio Ramón de Carranza (ESP) (1969, 1974, 1975); Torneio da Grécia (1970); Torneio Mar Del Plata (ARG) (1972); Torneio Laudo Natel (1972); Taça dos Invictos (1972, 1973, 1974).

Em pé (da esquerda para direita): Nelinho, Leão, Oscar, Amaral, Batista e Toninho Guerreiro;Agachados: Bufalo Gil, Zico, Roberto Dinamite, Dirceu e Toninho Cerezo.

JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA PRINCIPAL:

1 – 08.03.1970 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)

2 – 22.03.1970 – 5 x 0 CHILE

3 – 19.04.1970 – 3 x 1 Sel. Mineira (-1)

4 – 24.05.1970 – 3 x 0 Irapuato

5 – 10.06.1972 – 2 x 1 BRASIL OLÍMPICO (-1)

6 – 13.06.1972 – 2 x 0 Hamburgo (ALE)

7 – 17.06.1972 – 3 x 3 Sel. Gaúcha (-3)

8 – 28.06.1972 – 0 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA

9 – 02.07.1972 – 3 x 0 IUGOSLÁVIA

10 – 05.07.1972 – 1 x 0 ESCÓCIA

11 – 09.07.1972 – 1 x 0 PORTUGAL

12 – 27.05.1973 – 5 x 0 BOLÍVIA

13 – 09.06.1973 – 0 x 2 ITÁLIA (-2)

14 – 16.06.1973 – 1 x 0 ALEM. OCIDENTAL

15 – 25.06.1973 – 0 x 1 SUÉCIA (-1)

16 – 30.06.1973 – 1 x 0 ESCÓCIA (-1)

17 – 03.07.1973 – 4 x 3 Comb. Irlanda Unida (-3)

18 – 31.03.1974 – 1 x 1 MÉXICO (-1)

19 – 14.04.1974 – 1 x 0 BULGÁRIA

20 – 17.04.1974 – 2 x 0 ROMÊNIA

21 – 21.04.1974 – 4 x 0 HAITI

22 – 28.04.1974 – 0 x 0 GRÉCIA

23 – 01.05.1974 – 0 x 0 ÁUSTRIA

24 – 05.05.1974 – 2 x 1 IRLANDA (-1)

25 – 12.05.1974 – 2 x 0 PARAGUAI

26 – 03.06.1974 – 5 x 2 Seleção da Basiléia (-2)

27 – 13.06.1974 – 0 x 0 IUGOSLÁVIA

28 – 18.06.1974 – 0 x 0 ESCÓCIA

29 – 22.06.1974 – 3 x 0 ZAIRE

30 – 26.06.1974 – 1 x 0 ALEM. ORIENTAL

31 – 30.06.1974 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)

32 – 03.07.1974 – 0 x 2 HOLANDA (-2)

33 – 06.07.1974 – 0 x 1 POLÔNIA (-1)

34 – 23.05.1976 – 1 x 0 INGLATERRA

35 – 28.05.1976 – 2 x 0 Sel. Liga USA

36 – 31.05.1976 – 4 x 1 ITÁLIA (-1)

37 – 04.06.1976 – 3 x 0 MÉXICO

38 – 09.06.1976 – 3 x 1 PARAGUAI  (-1)

39 – 06.10.1976 – 0 x 2 Flamengo (RJ)

40 – 01.12.1976 – 2 x 0 UNIÃO SOVIÉTICA

41 – 23.01.1977 – 1 x 0 BULGÁRIA

42 – 25.01.1977 – 2 x 0 Sel. Paulista

43 – 30.01.1977 – 1 x 1 Comb. Fla-Flu (-1)

44 – 06.02.1977 – 2 x 0 Millonarios (COL)

45 – 20.02.1977 – 0 x 0 COLÔMBIA

46 – 03.03.1977 – 6 x 1 Comb. Vasco/Botafogo (-2)

47 – 09.03.1977 – 6 x 0 COLÔMBIA

48 – 13.03.1977 – 1 x 0 PARAGUAI (-1)

49 – 20.03.1977 – 1 x 1 PARAGUAI (-1)

50 – 05.06.1977 – 4 x 2 Sel. Carioca (-2)

51 – 08.06.1977 – 0 x 0 INGLATERRA

52 – 12.06.1977 – 1 x 1 ALEM. OCIDENTAL (-1)

53 – 16.06.1977 – 1 x 1 Sel. Paulista (-1)

54 – 19.06.1977 – 3 x 1 POLÔNIA (-1)

55 – 23.06.1977 – 2 x 0 ESCÓCIA

56 – 26.06.1977 – 0 x 0 IUGOSLÁVIA

57 – 30.06.1977 – 2 x 2 FRANÇA (-2)

58 – 10.07.1977 – 1 x 0 PERU

59 – 14.07.1977 – 8 x 0 BOLÍVIA

60 – 12.10.1977 – 3 x 0 Milan (ITA)

61 – 12.03.1978 – 7 x 0 Comb.Interior do RJ

62 – 19.03.1978 – 3 x 1 Sel. Goiana (-1)

63 – 22.03.1978 – 1 x 0 Comb.Paranaense

64 – 01.04.1978 – 0 x 1 FRANÇA (-1)

65 – 05.04.1978 – 1 x 0 ALEM. OCIDENTAL

66 – 10.04.1978 – 6 x 1 Al Ahli (SAU) (-1)

67 – 13.04.1978 – 2 x 0 Internazionale (ITA)

68 – 19.04.1978 – 1 x 1 INGLATERRA (-1)

69 – 21.04.1978 – 3 x 0 Atlético Madrid (ESP)

70 – 01.05.1978 – 3 x 0 PERU

71 – 13.05.1978 – 0 x 0 Sel. Pernambuco

72 – 17.05.1978 – 2 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA

73 – 25.05.1978 – 2 x 2 Sel. Gaúcha (-2)

74 – 03.06.1978 – 1 x 1 SUÉCIA (-1)

75 – 07.06.1978 – 0 x 0 ESPANHA

76 – 11.06.1978 – 1 x 0 ÁUSTRIA

77 – 14.06.1978 – 3 x 0 PERU

78 – 18.06.1978 – 0 x 0 ARGENTINA

79 – 21.06.1978 – 3 x 1 POLÔNIA (-1)

80 – 24.06.1978 – 2 x 1 ITÁLIA (-1)

81 – 17.05.1979 – 6 x 0 PARAGUAI

82 – 31.05.1979 – 5 x 1 URUGUAI (-1)

83 – 21.06.1979 – 5 x 0 Ajax (HOL)

84 – 26.07.1979 – 1 x 2 BOLÍVIA (-2)

85 – 02.08.1979 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)

86 – 16.08.1979 – 2 x 0 BOLÍVIA

87 – 23.08.1979 – 2 x 2 ARGENTINA (-2)

88 – 24.10.1979 – 1 x 2 PARAGUAI (-2)

89 – 31.10.1979 – 2 x 2 PARAGUAI (-2)

90 – 28.04.1983 – 3 x 2 CHILE (-2)

91 – 08.06.1983 – 4 x 0 PORTUGAL

92 – 12.06.1983 – 1 x 1 PAÍS DE GALES (-1)

93 – 17.06.1983 – 2 x 1 SUÍÇA (-1)

94 – 22.06.1983 – 3 x 3 SUÉCIA (-3)

95 – 28.07.1983 – 0 x 0 CHILE

96 – 17.08.1983 – 1 x 0 EQUADOR

97 – 24.08.1983 – 0 x 1 ARGENTINA (-1)

98 – 01.09.1983 – 5 x 0 EQUADOR

99 – 14.09.1983 – 0 x 0 ARGENTINA

100 – 13.10.1983 – 1 x 1 PARAGUAI (-1)

101 – 20.10.1983 – 0 x 0 PARAGUAI

102 – 27.10.1983 – 0 x 2 URUGUAI (-2)

103 – 04.11.1983 – 1 x 1 URUGUAI (-1)

104 – 16.03.1986 – 0 x 3 HUNGRIA (-3)

105 – 30.04.1986 – 4 x 2 IUGOSLÁVIA (-2)


Fonte e Fotos: Site da CBF

 

O jornal O Globo, em sua edição desta terça-feira, dia 20 de março, publica na seção “Há 50 anos” a convocação da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 1962 no Chile. O jornal apresenta a convocação de 41 jogadores, relacionados por posição, conforme reproduzido abaixo:

Arqueiros: Gilmar (Santos), Castilho (Fluminense), Valdir (Palmeiras), e Laércio (Santos).

Zagueiros direitos: Djalma Santos (Palmeiras), Jair Marinho (Fluminense), De Sordi (São Paulo) e Joel (Botafogo).

Centrais: Bellini (São Paulo), Mauro (Santos), Djalma (América) e Aírton (Grêmio Pôrto Alegrense).

Quartos zagueiros: Calvet (Santos), Barbosinha (Vasco), Zózimo (Bangu), Aldemar (Palmeiras) e Jurandir (São Paulo).

Zagueiros esquerdos: Nílton Santos (Botafogo), Altair (Fluminense), Rildo (Botafogo) e Ivan (América).

 Volantes: Zito (Santos), Zequinha (Palmeiras) e Carlinhos (Flamengo).

Apoiadores: Didi (Botafogo), Chinêzinho (Palmeiras) e Mengálvio (Santos).

Ponteiros direitos: Jair (Portuguesa de Desportos), Julinho (Palmeiras) e Garrincha (Botafogo).

Comandantes: Vavá (Palmeiras), Coutinho (Santos), Nei (Corinthians), Amarildo (Botafogo) e Quarentinha (Botafogo).

Pontas de lança: Pelé (Santos), Benê (São Paulo) e Prado (São Paulo).

Ponteiros esquerdos: Germano (Flamengo), Pepe (Santos) e Zagalo (Botafogo). ”

A delegação completa da Seleção Brasileira que embarcou para o Chile

Desses, depois de uma primeira etapa de treinos, foram desconvocados Prado, Carlinhos, Ivan, Aírton, Barbosinha e Chinesinho. O grupo restante ficou para a segunda etapa de preparação, que incluiu dois jogos contra o Paraguai, quando então foram desconvocados Aldemar, Bené, o goleiro Laércio e Nei.

Vinte e nove  jogadores prosseguiram para a terceira e última etapa de treinos, em que foram disputados dois amistosos contra Portugal. Djalma Dias, Joel, Calvet, Germano, Julinho, Rildo, Quarentinha e o goleiro Valdir Morais foram os últimos a serem cortados, na definição dos 22 que viajariam para o Chile.

Time em treinamento: Djalma Santos, Belini, Zito, Calvet, Castilho e Nilton Santos; Agachados: Garrincha, Didi, Coutinho, Pelé e Pepe

Veja a delegação do Brasil no VII Campoeonato Mundial de Futebol

Chefe - Paulo Machado de Carvalho

Secretário - Adolfo Marques

Tesoureiro - Ronald Vaz Moreira

Delegados aos Congressos da CSAF e FIFA - Luiz Murgel, Abílio de Almeida, Paulo Costa, Antônio do Passo

Superintendente e administrador - Mozart Giorgio

Supervisor - Carlos Nascimento

Médico - Hilton Gosling

Dentista - Mário Trigo

Observador - Ernesto Santos

Administrador - José de Almeida

Preparador físico - Paulo Amaral

Técnico - Aimoré Moreira

Massagista-enfermeiro - Mário Américo

Roupeiro-massagista - Francisco Assis

Sapateiro-cozinheiro - Artistides Pereira

Cafeteiro (do Instituto Brasileiro do Café, IBC) - Amaro Veloso dos Santos

Árbitro (da FIFA) - João Etzel Filho

Jornalista - Ricardo Serran

 

Na concentração: Pelé, Pepe (engraxando os sapatos) e Julinho

Jogadores da Seleção Brasileira

Altair Gomes de Figueiredo

Amarildo Tavares da Silveira

Antônio Wilson Honório (Coutinho)

Carlos José Castilho

Dejalma dos Santos (Djalma Santos)

Edson Arantes do Nascimento (Pelé)

Edvaldo Izídio Neto (Vavá)

Gilmar dos Santos Neves

Hideraldo Luís Belini

Jair da Costa

Jair Marinho de Oliveira

José Ely de Mirranda (Zito)

José Ferreira Franco (Zequinha)

José Macia (Pepe)

Jurandir de Freitas

Manoel Francisco dos Santos (Garrincha)

Mario Jorge Lobo Zagalo

Mauro Ramos de Oliveira

Mengálvio Figueiró

Nlton dos Santos

Waldir Pereira (Didi)

Zózimo Alves Calazães

 

Fotos: CBF


 

O Qatar superou as dificuldades e conseguiu a sua classificação para a fase final das Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil, ao empatar com o Irã, por 2 a 2, na rodada final da primeira fase. O selecionado, que é comandado pelo brasileiro Paulo Autuori, ficou com a segunda colocação no Grupo E, somando dez pontos, em seis partidas disputadas (duas vitórias e quatro empates).

técnico do Al Gharafa, Leonardo Vitorino

 “Hoje, depois de muito tempo, vejo a população do Qatar falar de sua própria seleção, que conseguiu uma classificação que para muitos era uma das tarefas mais difíceis, já que não podia perder para o Irã no seu compromisso derradeiro”, relata o técnico brasileiro Leonardo Vitorino, do Al Gharafa, um dos times mais tradicionais do Qatar.

 “O sonho do futebol do Qatar continua e, para todos nós que trabalhamos no País, é imensamente positivo esse objetivo estar dando continuidade, justamente nas mãos de um treinador brasileiro. Aliás, mais uma vez, o futebol brasileiro está bem representado no Mundo Árabe com as classificações de Iraque e Qatar na próxima fase, sob os comandos de Zico e Paulo Autuori, respectivamente”, acrescenta Leonardo.

 Na sequencia das Eliminatórias Asiáticas, as seleções serão divididas em dois grupos, que serão formados através de um sorteio. O primeiro e o segundo colocados de cada chave garantirão automaticamente a vaga para a Copa do Mundo, enquanto os dois terceiros medirão forças em uma repescagem, cujo vencedor enfrentará o quinto colocado da América do Sul na disputa da última vaga.

 “Acredito que, a partir de agora, os jogos continuarão sendo muito difíceis, mas essa passagem de fase mostra que o trabalho que está sendo feito por todos segue um caminho certo. Isso faz com que os jovens que jogam nas bases de todos os clubes sonhem em chegar um dia a um Mundial”, finaliza Vitorino.

Foto: Divulgação/ASE

 

 

Como estamos em época de Copa América e o Brasil volta a campo esta noite, vale a pena lembrar de copas do mundo. Elas começam sempre com o marketing do evento e as cidades-sedes, com o aval da Fifa, escolhem o cartaz promocional.

Veja ao lado os países e seus cartazes dos mundiais realizados!

 

A delegação da Fifa que encerrou(1/9) em Lisboa uma visita aos estádios da candidatura em conjunto de Espanha e Portugal a sede da Copa do Mundo de 2018 ou 2022 e avaliou a proposta dos dois países “como muito positiva”.  Segundo eles, a candidatura ibérica tem “ótimas chances” de ser escolhida para organizar uma das edições do torneio.

Em quatro dias de inspeção, os representantes da Fifa passaram por Madri, Barcelona, Porto e a capital portuguesa para conferir as condições de estádios, rede hoteleira e locais escolhidos para receber centros de imprensa. O chefe da delegação, o chileno Harold Mayne-Nicholls, fez uma avaliação positiva da proposta e destacou a coordenação entre Espanha e Portugal. – A candidatura ibérica é mais que uma esperança em matéria futebolística. Representa a união de duas culturas irmãs que, com a realização da Copa do Mundo, estariam em condições de mostrar ao resto do planeta a coesão de seus ideais em busca do bem comum para seus povos – afirmou, em entrevista coletiva.

A Fifa decidirá quais países sediarão as edições do Mundial posteriores à do Brasil (2014) no dia 2 de dezembro deste ano, em Zurique.

 

A Argentina chegou a Africa do Sul como umas das seleções favoritas a conquista do título e sair de uma fila de 24 anos. Curiosamente a boa equipe portenha é comandada por seu principal jogador de todos os tempos e lider dentro de campo desta conquista em 1986 no México.

Diego Maradona assumiu a Argentina sob suspeita, se classificou na última rodada depois de vencer o Uruguai em Montevidéu quando todos apostavam num vaga na disputa de uma repescagem assim como nas eliminatórias da Copa de 1994.

No inicio de 2010 Diego Maradona começou a traçar e dar novas caras ao selecionado argentino e apostando suas fichas nos seus atacantes que lideravam as artilharias de seus clubes onde atuam na Europa, Higuain, Tevez, Messi, Milito, Sergio Aguero e Palermo maior goleador da história do clube de seu coração na Argentina o Boca Junior era a esperança sendo Leonel Messi a estrela maior da constelação, com a experiência de Verón e Mascherano e a classe de Di Maria o maior temor portenho era a sua defesa.

Começa a Copa no primeiro jogo uma vitória diante a Nigéria uma magra vitória por 1 a 0 gol marcado por um de seus defensores, no segundo jogo  o ataque temido mostrou a sua força nos 4 a 1 sob a Coreia do Sul. A empolgação começa a tomar conta, Maradona sempre de bom humor contagia o grupo e é o prato preferido da midia de todo o mundo antes, durante e depois dos jogos. Mas hoje o tango dançado dentro de campo tomou rumos diferentes em campos sulafricanos foi diferente, o adversário era totalmente desigual dos outros oponentes e além do mais a Alemanha vinha completamente modificada de seu jeito pragmatico de atuar e que rendeu aos germânicos três títulos mundiais e quatro vices campeonatos, a Alemanha veio chamar a Argentina para bailar um tango e se inicio ao bailado alemão logo, durante estes dias que antecederam a essa partida alertei a minha companheira Tereza Cristina que se a Alemanha marcasse um gol primeiro e no inicio da peleja que o jogo tomaria ares de dramacidade pelo fato do sangue latino não suportar a pressão de ter de sangue frio para poder contornar uma situação adversa, e de fato terminou acontecendo não que a Argentina não tivesse time para virar mais pelo fato da Alemanha estar jogando um futebol de alma latina, de toques rapidos, tabelinhas, dribles em direção do gol tudo isso criado por jogadores habilidosos me atrevo até a considerar um pouco de futeol brasileiro o jogado pelos alemães.

O drama se confirmou logo após a marcação do segundo gol alemão, a cara dos argentinos em campo e o choro de Maradona em sua face incredula a cada firula produtiva dos jogadores alemães, o baile estava  repleto de jogadas que mais parecia um contra passo de um tango de furia e plastica somente dançada por argentinos. E a Argentina dançou e dançou como nunca e no final o choro…! Mas choras por ti Argentina… O tango por hoje acabou Alemanha 4 a 0.

 

Alemanha e Argentina fazem no próximo sabado dia 03/07/2010 na Cidade do Cabo, Africa do Sul um duelo dos mais eletrizantes desse mundial. Reeditando o jogo que ocorreu na mesma fase da Copa de 2006 na Alemanha as quartas de finais, onde a Argentina tinha eliminado o mesmo México de hoje e os germâmicos tendo mandado os suecos para casa.

É o confronto de duas seleções que tem história em Copas do Mundo e escolas tradicionais embora atuando de formas  diferentes, este duelo que já ocorreu em 1958 com a vitória alemã por 3 a 1, na Copa de 1966 na Inglaterra houve um empate em 0 a 0, o clima entre as duas nações passou a esquentar em 1986 quando fizeram a primeira final entre ambas e com vitória portenha por 3 a 2, quatro anos após na finalissima do Mundial de 1990 na Itália ocorreu um novo embate desta fez com a Alemanha batendo a Argentina por 1 a 0 com um gol de penalti contestado até hoje por nuestros hermanos. Veio 2006 e num jogo corrido e tenso alemães e argentinos empataram em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação seguiu o empate e na decisão por penaltis vitória dos donos da casa e eliminação dos argentinos.

Agora estaremos numa mesma quarta de finais, jogo eliminatório campanhas distintas vantagem portenha no papel, a Alemanha jogando um futebol solto, alegre uma equipe jovem e de boa qualidade técnica com Ozil fazendo-me lembrar Overath ou Hans Muller a vantagem da Alemanha para mim esta num conjunto todo e a defesa mais solida, a Argentina tem o melhor jogador do mundo a raça e a vontade de vencer liderada por um Maradona alto-confiante e paizão de todo o elenco. Muita coisa mudou mesmo tanto Alemanha como Argentina decepciona no gol, pois as escolas de goleiro não faz mais juz tanto de um lado que já teve Sepp Maier, Shumacher. Illgner e Oliver Kahn e ver Neuer meio atrapalhado ainda e no lado argentino que viu Carrizo, Fillol, Pumpido, Goycoechea, esse Sergio Romero é muito fraco o que pode ajudar a definir uma partida.

Vamos ver agora dia 03/07/2010 é jogo para pirão como se diz aqui na Bahia é aguardar para ver.

 

A SELEÇÃO URUGUAIA CONHECIDA COMO A CELESTE OLIMPICA DEVIDO AO SEU UNIFORME AZUL CELESTIAL E AS SUAS DUAS CONQUISTA OLIMPICAS EM 1924 EM PARIS E AMSTEDÃ EM 1928,O URUGUAI ESCOLHIDO PARA SER O PAÍS SEDE DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO EM 1930 NA QUAL SE SAGROU CAMPEÃO, FICOU DE FORA DOS MUNDIAIS DE 1934 E 1938, RETORNANDO A UMA COPA DO MUNDO EM 1950. EXISTE ALGO COMUM NAS DUAS CONQUISTAS CELESTE ACOMPANHE:

COPA DE 1930

JOGOS DISPUTADOS 04

URUGUAI 1 X 0 PERU

URUGUAI 4 X 0 ROMÊNIA

URUGUAI 6 X 1 IOGUSLÁVIA

URUGUAI 4 X 2 ARGENTINA

COPA DE 1950

URUGUAI 8 X 0 BOLIVIA

URUGUAI 2 X 2 ESPANHA

URUGUAI 3 X 2 SUÉCIA

URUGUAI 2 X 1 BRASIL

EM AMBAS AS COPAS VENCIDAS PELOS CAUDILHOS ELES PRECISARAM APENAS DE QUATRO JOGOS, MARCARAM 15 GOLS EM CADA CONQUISTA OS MUNDIAIS FORAM DISPUTADOS NA AMÉRICA DO SUL E VENCEU RIVAIS CONTINENTAIS EM 1930 ELE FOI O ANFITRIÃO E EM 1950 VENCEU O ANFITRIÃO.

PEDRO CEA FOI SEU ARTILHEIRO EM 1930 COM 5 GOLS E OMAR MIGUEZ EM 1950 FOI SEU GOLEADOR MÁXIMO COM 5 TENTOS TAMBÉM.

DOMINGO TEJERA EM 1930 E EUSÉBIO TEJERA EM 1950 TIO E SOBRINHO CAMPEÕES MUNDIAIS.

NOS DOIS MUNDIAIS ENFRENTOU DOIS EUROPEUS E DOIS SULAMERICANOS .

SÃO AS CURIOSIDADES EM COPAS DO MUNDO.

 

Durante o Congresso da FIFA, 28 de maio de 1928, época dos Jogos Olímpicos de Amsterdã, por proposta do Comitê Executivo daquele órgão ficou decidido levar a efeito um campeonato mundial de futebol. Apareceram, então, seis países candidatos a realizar o primeiro certame: Hungria, Itália, Holanda, Espanha, Suécia e Uruguai.
No Congresso de Barcelona, em 1929, a FIFA fixou o ano seguinte para a disputa da Primeira Copa do Mundo, escolhendo o Uruguai como sede da referida disputa. A escolha fundamentou-se em três motivos: prestígio do futebol uruguaio como campeão olímpico em 1924 e 1927; o Uruguai comemoraria em 1930 o centenário de sua independência, além da Associação Uruguai de Futebol oferecer vantagens financeiras aos participantes.
Decidida a promoção do mundial, Jules Rimet, ainda em 1929, uma das últimas providências para concretização do seu sonho, foi a confecção de uma bela taça, pelo artesão Abel Lafleur, em Paris, que depois, por decisão do Congresso da FIFA, realizado em Luxemburgo (01.07.1946) levaria seu nome.
O rico troféu representava uma Vitória alada, levando em suas mãos, levantadas sobre a cabeça, um vaso octogonal em forma de copa. Era de ouro puro com um quilo e oitocentos gramas e seu peso total correspondia a quatro quilos, com trinta centímetros de altura, incluindo a base de mármore em que se apoiava. Ao pé desta, em placas especiais, passaram a figurar o nome gravado dos vencedores dos mundiais realizados até 1970. Os nomes são: 1930 (Uruguai), 1934 (Itália), 1938 (Itália), 1959 (Uruguai), 1954 (Alemanha), 1958 (BRASIL), 1962 (BRASIL),1966 (Inglaterra),1970 (BRASIL). O Brasil ficou de posse definitiva da taça Jules Rimet por ter conquistado seu tri-campeonato. A taça Jules Rimet ficou pronta em abril de 1939, antes da primeira copa do mundo, e os gastos totais atingiram 50 mil francos, uma fortuna para a época.
O belo troféu que havia sido mantido escondido na Segunda Grande Guerra Mundial pelo desportista italiano Otorino Barassi, depois foi roubado na Inglaterra, em 1966, mas logo recuperado. Infelizmente desapareceu da sede da CBF, no Rio de Janeiro, no final de 1983. E para decepção dos desportistas brasileiros, a imprensa anunciou no dia 28 de janeiro de 1984 que a taça Jules Rimet havia sido derretida no dia seguinte ao roubo, juntamente com outros troféus ganhos pelo futebol brasileiro.
Com a conquista em difinitivo da Taça Jules Rimet pelo Brasil, foi instituído um novo troféu para o mundial de 74. O Comitê Executivo da FIFA, reunido na cidade de Atenas, janeiro de 1971, deliberou a confecção de uma nova taça, com a denominação de Copa Mundial da FIFA. Após uma comissão especial examinar projetos apresentados por 53 empresas européias de sete países, decidiu pelo projeto da Companhia Bertoni de Milão.
O autor do projeto vitorioso foi o milanês Silvio Gazzaniga, chefe da firma Bertoni, e com passagem pela Escola Superior de Artes de Milão. A Copa Mundial simboliza a força e a pureza das disputas esportivas mundiais, representadas por dois atletas segurando o globo terrestre. É de ouro maciço 18 quilates, pesando cinco quilos e medindo 49 centímetros de altura, incluindo a sua base. Na aludida base existe espaço para registro de 18 vencedores de Copas, a contar de 1974 (Alemanha) o primeiro campeão da nova taça. Depois tivemos em 1978 (Argentina), 1982 (Itália). 1986 (Argentina), 1990 (Alemanha), 1994 (BRASIL), 1998 (França) e 2002 (BRASIL).
Em 71, o custo do novo troféu foi de 20 mil dólares. Ao contrário da taça Jures Rime, a Copa Mundial não ficará em definitivo, em poder de nenhum país. O vencedor de cada mundial manterá a posse da original por quatro anos. Depois disso, receberá uma réplica, apenas banhada em ouro, que reterá definitivamente.

 

Muitas vezes por não se tratar da grande final as partidas que decidem o terceiro e quarto lugares em Copas do Mundo tornam-se em partidas onde as equipes jogam sem o grande peso de uma finalissima e fazem jogos sensacionais e em muitas vezes em jogos cheios de gols. Tirando a decisão de 1978 entre Brasil e Itália que mais pareceu um final de Copa com os italianos tentando vigar-se da final de 1970 e da final do Torneio Bicentenário dos EUA em 1976 e pelo lado brasileiro a defesa da invicebilidade naquele mundial e a honra de ser o campeão moral depois da entrega peruana contra a Argentina.

1954 – AUSTRIA 3 X 1 URUGUAI

Gols: Stojaspal 16´ Holberg 22´ Cruz (contra) e Ocwirk 44.

Os uruguaios se orgulhavam de jogar duas Copas e ter vencido ambas, era o seu primeiro mundial na Europa atuais campeões mundiais desembarcaram na Suiça como um dos favoritos  passaram bem por Tchecolováquia e Escócia, desbancou a Inglaterra e caiu para a Hungria na prorrogação, um pouco desmotivado por ter perdido a sua primeira partida em Copas entraram em campo contra uma Austria ferida pela goleada de 6 a 1 contra a Alemanha, em campo a Austria se saiu melhor num jogo que segunda a crônica austriaca foi uma das maiores apresentações da equipe desde do Wonderteam.

1958 – ALEMANHA 3 X 6 FRANÇA

Gols: Fontaine 14´ Cieslarczyk 17´Kopa 26´Fontaine 36´Douis 47´

Rahn 51´Fontaine 78´Schaffer 84´e Fontaine 90.

Eliminadas por Brasil e Suécia, franceses e alemães fizeram um partida digna de uma final e que serviu para Fontaine se consagrar como o artilheiro maximo em um mundial record distante de ser batido 13 gols em uma só Copa.

1966 – PORTUGAL 2 X 1 URSS

Gols: Eusébio 12´Malofeiev 43 e Torres 44.

Jogaço em Wembley Portugal de Eusébio querendo manter a artilharia e Yashin superando o bom ataque lusitano, jogo cheio de alternativas pela bom futebol das duas equipes no final Torres venceu Yashin num belo chute e deu a Portugal o 3º lugar em seu primeiro Mundial.

1978 – BRASIL 2 X 1 ITÁLIA

Gols: Causio 36´Nelinho 9´e Dirceu 17.

Para muito esse é o maior jogo de decisão de terceiro lugar em Copas, ambos chegaram a Copa como favoritos, poderiam ter se encontrado na segunda fase,  caso o Brasil ficasse em primeiro em seu grupo na primeira fase, o Brasil ficou de fora pela saldo de gols e a Itália sofreu um virada da Holanda, foi jogo prá pirão com se diz na giria, eletrizante de lado a lado no final o Brasil com dois golaços, o de Nelinho então antologico e o finado Dirceu que era mestre nos chutes de fora da area.

1982 – FRANÇA 2 X  3 POLÔNIA

Gols: Girard 13´Szarmach 40´Majewski 44´Kupcewicz 1 ´Couriol 27.

Abalada pela eliminação nos penaltis para os Alemães, os franceses entraram em campo com o time reserva. A Polônia que tambpem fez um belo mundial jogou com se fosse a final e com uma atuação explendida do seu goleiro garantiu mais um terceiro lugar no seu curriculo.

1986 – BÉLGICA 2 X 4 FRANÇA

Gols: Ceulemans 11´ Ferreri 27´ Claesen 73´ Papin 87´ Genghini 14 e Amoros 21 da Prorrogação.

A Belgica fazia a sua melhor Copa e a França mais uma fez parou na Alemanha como em 1982, a desmotivação parecia a mesma mais desta fez a França desejou mais a terceira colocação um belo jogo para mim a melhor decisão de terceiro lugar.

Tivemos em 1998 a Croácia empolgada contra a Holanda, em 2002 a emplogação de Coreia do Sul e Turquia e a Alemanha em 2006 contra um Portugal sem saber aonde estava, foram bons jogos mais esses acima sem duvida para mim foram as maiores decisões de terceiro lugar em Copa.

Fontes: Pesquisa Portal Terra

Textos: Galdino Silva

 

O Mundial 2010 esta também sendo conhecido como a Copa de algumas figuras celebres do futebol mundial que ficaram fora da maior festa futebolista do planeta, seja por ficar fora da lista dos selecionaveis de seus países ou por que suas seleções não se classificaram ou se contundiram seriamente antes da convocação final.

Esteban Cambiasso e Javier Zaneti – Argentina

Adriano e Ronaldinho Gaúcho – Brasil

Karim Benzema – França

David Beckham e Rio Ferdinand- Inglaterra

Nicola Legrottaglie e Francesco Totti – Itália

Zlatan Ibrahimovic – Suécia

Rudu van Nistelrooy – Holanda

Andrey Arshavin – Russia

Andrey Shevchenko – Ucrânia

Michael Ballack  e René Adler – Alemanha

Michael Essien – Gana

Adrian Mutu e Christian Chivu – Romênia

Thomas Vermaelen – Bélgica

Emmanuel Adebayor – Togo

Seydou Keita – Mali

Ivica Olic e Eduardo da Silva – Croácia

Daria para formar uma bela seleção com esses jogadores:

René Adler;  Ferdinand, Vermaelen e Legrottaglie; Zanetti (Beckham), Cambiasso (Essien),  Ronaldinho Gaúcho (Mutu) , Arshavin e Chivu; Totti  (Benzema) e Ibrahimovic (Adriano).

UMA BOA SELEÇÃO E SEUS RESERVAS! CONCORDAM?

 

A - Ademir Menezes maior goleador do Brasil em uma só Copa 9 gols em 1950. Alain Girese baixinho bom de bola da França em 1982 e 1986 levou sua seleção ao 4º e 3º lugares nesses mundiais. Alf Ramsey manager do English Team em 1966 impdiu que seus jogadores trocassem de camisas com os argentinos ao qual se referiu como animais. Arnaldo Cezar Coelho primeiro brasileiro a apitar uma final de Copa foi em 1982 na Espanha.

B – Beckenbauer, Bonhof, Breitner, Brehme, Buchwald e Berthold todos campeões com a Alemanha em 1974 e 1990 é o B de Bundesliga forte. Baresi o maior libero da Itália campeão na reserva em 1982 e vice em campo em 1994. Boniek o polonês voador em 1978/1982 e 1986, Batista defensor uruguaio entrou para a história dos mundiais por ser o atleta a ter a expulsão mais rápida das Copas em 1986 contra a Escócia aos 56 segundos de partida. Bobby Charlton ao lado do irmão Jack vencem a Copa em casa e orgulho para a familia.

C - Capitão em 1958 Bellini poderia ser o unico capital a erguer por duas vezes consecutivas a Taça Jules Rimet, porém em 1962 foi reserva de Mario Ramos de Oliveira, Maradona em 1986 levantou a Copa Fifa o gesto quase se repetiu em 1990. Cubillas peruano bom de bola esteve no mundial do México em 70 e na Argentina em 1978 seu gol de falta contra a Escócia no seu segundo mundial foi a pura demonstração de sua arte e categoria de um dos maiores futebolista do América do Sul, Camarões encantou o mundo em 1990, nos mundiais seguintes 1994,1998 e 2002 não passou da 1ª fase veremos agora liderados por Eto´o, Cruyjff o genial holandês desistiu da Copa de 1978 por questões politicas e deixou não só os laranjas orfãos de sua genialidade e a Holando foi vice novamente.

D - Donovan é a estrela maior dos EUA no Soccer vai para o seu terceiro mundial e sonha alto, Danilo Alvim O Princípe e Didi o Princípe Etíope são ainda dois nomes de peso do nosso futebol, Dassajev sucessor de Yashin o Aranha Negra era também um paredão ou melhor uma cortina de ferro no gol da URSS em 1982, 1986 e 1990, em 1986 a Dinamáquina engrenou rapido mais contra a Espanha voltou a ser Dinamarca.

 E – Escócia oito mundiais disputados e nunca passou da primeira fase, Espanha La Furia só causou temor em 1934 por ter Zamora no gol e em 1950 com o ficou em 4º lugar, Eusébio O Pantera Negra mostrou suas garras em 1966, bom futebol e fome voraz de gols, Eric Cantona um dos bons da França mais sem disputar uma Copa Le Bleus ficou fora em 1990 e 1994. Erik Nilsson sueco jogou as copas do pré e pos guerra em 1938 e 1950.

F - Friaça deu esperança para um sonho em 1950 terminou despertando o nosso maior pesadelo, França se libertou do espirito do quase chega lá em 1998 o pesadelo virou sonho e realidade, Forza Azzurra esse slog an deu moral aos italianos em 1982, Ferenc Puskas O Major Galopante perdeu a guerra em apenas uma batalha em 1954, Fontaine 13 gols em uma unica Copa 1958 na Suécia um record que será dificil de ser batido.

G - Garrincha O Anjo de Pernas Tortas, o Charles Chaplin dos gramados, fez joões pelo mundo afora. Gighia um gol que causou dor e sofrimento em um país inteiro até hoje, Gordon Banks eternizado por Pelé em 1970 em sua lendária defesa. Gerson O Canhotinha de Ouro passes milimetricos, precisão e dom no bater na bola, Grécia em segundo mundial tentando se firmar no Olimpo do Futebol, Gascoine desespero e frustação tudo por uma cartão amarelo em 1990.

H – Holanda e Hungria duas belas seleções mais nunca venceram dois vices marcantes, Higuita folclorico, pandego, circense e uma falha que valeu a eliminação do bom time colombiano em 1990, Hagi romeno espetacular gols de alta categoria e chute de precisão calibrada. Hurst campeão pelo English Team em 1966 e maior goleador em uma final de Copa fez três na final contra a Alemanha inclusive aquele!

I – Itália pode se igualar ao Brasil em títulos, Iugoslávia de cara nova pela primeira vez de volta as origens Sérvia agora totalmente só, Ibrahimovic ausênsia lamentada.

J – Jairzinho O Furacão varreu o México de 31/05/70 a 21/06/70 literalmente e em todos os seis jogos com 7 gols, Jamaica uma epopéia unica talvez em 1998 sob a batuta de um brasileiro! Renê Simões, Jules Rimet um idealizador uma taça uma conquista para sempre uma eternizada num gesto de um capitão.

K - Kocsis com 11 gols na Copa de 1954 é o segundo maior goleador em uma edição de mundial o atacante húngaro era o segundo no comando no time de Puskas, Kempes depois de atuação apagada em 1974 na Alemanha e uma desconfiaça no inicio em 1978, ele comandou a Argentina em 1978 na fase final contra a Polônia com seus gols raça e vontade de vencer levaram o atacante a artilharia da competição e o título com uma atuação soberba, Klinsmann o atacante alemão era um azougue em campo, forte, veloz e uma impulsão magistral três copas um título e gols. Kaká maior nome da seleção de Dunga.

L – Leônidas da Silva o nosso primeiro grande craque O Diamante Negro virou nome de chocolate encantou os franceses em 1938 com gols acrobáticos até então, Lineker o cavalheiro dos gramados goleador de 1986 cordial jamais recebeu cartão amarelo ou foi expulso na carreira, Lato o polonês com cara de padre era um capetinha dentro de campo Lucien Laurent teve a honra de fazer o primeiro gol de uma Copa em 1930 na vitória da França sobre o México.

M - Maradona!  Heroi, Vilão! ou simplesmente Gênio? Genial na Argentina ou no Napoli azul celeste é seu manto celestial, Mundial da Inglaterra em 1966 gol inglês questionado até hoje na prorrogação. Madjer celebral meia argelino em 1982 arrasou contra a Alemanha inspiração para outro conterrâneo dezesseis anos depois, Matthaus cinco mundiais, gols, liderança e um título em 1990.

N – Nilton Santos A Enciclopedia do Futebol, sabia tudo dentro das quatro linhas heroico em 1958/1962, Nova Zelândia o país do rugby tenta ser a o país do futebol, Neeskens outro ás do carrosel holandês um dos gols da Laranja Mecânica contra o Brasil foi dele.

O - Obdulio Varela El Gran Capítan um dos herois mais festejados em 1950, sua raça e vibração calaram as vozes de mais de 200 mil pessoas no Maracanã. Owairan o arabe fez um gol misto de Pelé e Maradona contra a Belgica e levou a Arabia Saudita a fase oitava de final em sua primeira participação, Oleg Salenko dois jogos seis gols e a artilharia da Copa dos EUA em 1994. Oliveirá brasileiro nascido no Maranhão naturalizou-se belga e jogou a Copa de 1998 fez sucesso também na Fiorentina.

P - Pelé O Rei do Futebol unico jogador a vencer três Copas o maior de todos os tempos o atleta do século gols espetaculares e jogadas criadas somente pela  Divindade Maior dos  Estádios  e para sempre eternizada. Platini fantástico jogador francês só faltou vencer um mundial pela França chegou perto em 1982 e 1986, Paolo Rossi Il Bambino entrou para a galeria de jogadores odiados pela torcida brasileira, depois de eliminar o Brasil em 1982 com três gols. Politica usada para se promover no futebol vem desde dos tempos antigos, no segundo mundial em 1934 na Itália Il Duce Benito Mussolinni esteve presente em todos os jogos e fez coro forçado para a Itália vencer, a Copa de 1966 na Inglaterra também teve conotação politica a presença real na final pode ter tido efeito na decisão do polêmico terceiro gol inglês, na Copa da Argentina nessa foi maior as suspeitas comprovadas  anos depois.

Q – Quiroga goleiro argentino naturalizado peruano protagonista principal da famosa entrega do jogo contra a Argentina na Copa de 1978 goleada portenha por 6 a 0. Quirarte zagueiro mexicano vilão pela eliminação por Honduras nas eliminatórias de 82, em 86 o zagueiro que fez o México chorar se orgulhou de seu grande capitão pelas atuações em 1986.

R - Rivelino La Patada Atômica, Romário O Baixinho, Ronaldo Fenomeno, Roberto Carlos, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho nos R famosos o Brasil já é hexa, e ai Ramires pode ser mais um R depois da Copa 2010, Resenbrink holandês que marcou o milésimo gol em Copas do Mundo, Rasundastadion palco da final da Copa de 1958. Roger Milla camaronês que fez sucesso na Copa de 1990 em 1994 tornou-se o mais velho jogador a jogar um mundial e marcar um gol.

S - Sarriá estádio que foi palco da nossa segunda maior tragédia em Mundiais da Fifa em 1982 derrota para a Itália, Seleções Hungara em 1954, Seleção Holandesa em 1974 e Seleção Brasileira de 82 encantaram com futebol show e não levaram a Copa, Sepp Maier maior goleiro da Alemanha em todas as Copas. Senegal! Uma seleção, uma zebra, uma surpresa uma sensação primeira e unica Copa e empolgou. Socrates O Doutor brilho em 1982 e sem empolgação em 1986.

T – Tunisia primeira seleção africana a vencer um jogo em Copas foi em 1978 contra o México, Tejeras; Eusébio Tejera campeão mundial em 1950 era sobrinho de Domingos Tejera campeão pela celeste em 1930. Thuram zagueiro direito francês heroi das semifinais de 1998 ao marcar dois gols da França contra a Croácia, Toninho Cerezo apoiador brasileiro culpado até por ter errado o passe em que Rossi marcou o segundo gol da Itália em 82. Tchecoslováquia vice campeã mundial em 1934/1962 teve bons time e jogadores habilidosos país dividido desde os anos 90, Tcheco para cá e Eslováquia para o outro.

U - Uruguai país realizador da primeira Copa do Mundo, URSS extinta desde os anos 90 nunca se afirmou como força no futebol mundial, apenas um quarto lugar em 1966.  Uwe Seller gordinho e calvo um dos grandes nomes do futebol germânico esteve em quatro mundiais 58/62/66 e 70, Ubaldo Fillol parecia pequeno mais era um gigante debaixo dos três paus um dos heroi de 1978 salvou a Argentina em várias partidas.

V - Vavá O Peito de Aço goleador de força fisica e rompedor campeão mundial pelo Brasil em 1958 e 1962 é o unico jogador a marcar gols em duas finais de Copas  seguidas 2 na Suécia e 1 na Tchecoslovaquia. Venezuela única nação da América do Sul que nunca se classificou para uma Copa, Van Basten  grande atacante da Holanda um dos maiores que vi jogar técnico, elegante da arte de fazer gols, jogou apenas em 1990 e poucos minutos apenas vinha de contusão.

X - Xavi meia do Barcelona  uma das esperanças da Espanha em 2010 joga muito, Xavi Alonso outro meia moderno no meio campo da Fúria.

W - Whiteside jogador mais jovem a disputar uma Copa em 1982 pela Irlanda do Norte aos 17 anos e 41 dias. Waldemar de Brito ex-jogador do Brasil na Copa de 1934 foi o descobridor de Pelé. West zagueiro nigeriano na Copa de 1998 famoso por seu peteado pois pelo futebol! era meio tosco.

Z – Zamora um baita goleiro da epóca um mito uma lenda um troféu,  arqueiro espanhol é nome do prêmio oferecido aos melhores de La Liga; Zenga goleiro italiano recordista de jogos sem sofrer gols em 1990 somente na semifinal contra a Argentina ele perdeu o selinho. Zizinho o Mestre Ziza grande maestro dos anos 40 e 50 no nosso futebol craque que inspirou o Rei Pelé pena não ter vencido o mundial de 1950, Zico estrela maior do Flamengo taxado de ser jogador de Maracanã por nunca ter vencido uma Copa pelo Brasil na eliminação para a França 86 perdeu penalti e ai caiu no conceito dos  torcedores amarelinhos. Zubizarreta recordista de jogos pela Espanha foram quatro mundiais no último em 1998  um frangaço na estreia diante a Nigéria causou a eliminação precoce da Fúria. Zidane maior idolo da França responsavel direto pela grande conquista de 1998, clássico inteligente Zizou brilhou por onde passou contra o Brasil parecia que tinha o prazer de estragar a festa superou Platini concerteza.

Y - Yashin seu primeiro nome Lev significa leão, porém ficou conhecido como o Aranha Negra por seu uniforme todo negro e a agilidade de um aracnideo debaixo das traves é considerado o maior goleiro do mundo por alguns; Youri Djorkaeff meia francês campeão do mundo em 1998, habilidoso e de passes precisos fez sucesso na Internazionale com Ronaldo em 98 seu pai Jean defendeu a França em 1966.

Fontes: Textos Galdino Silva

Pesquisa: Planet World Cup

 

ANO: 1930
PAÍS SEDE: URUGUAI
CAMPEÃO: URUGUAI
NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO TEVE

ANO: 1934
PAÍS SEDE: ITÁLIA
CAMPEÃ: ITÁLIA
NAS ELIMINATÓRIAS: UM JOGO

FICHA TÉCNICA:

ITÁLIA 4 X GRÉCIA 0
Data: 25/03/34
Local: San Siro – Milão
Juiz: René Mercet (Suíça)
Público: 40 000
Gols: 40′ Guarisi Anfilogino, 44′ Meazza Giuseppe, 69′ Ferrari Giovanni, 71′ Meazza Giuseppe
ITÁLIA: [1] Ceresoli Carlo, [2] Monzeglio Eraldo, [3] Allemandi Luigi(c), [4] Montesanto Mario, [5] Monti Luis, [6] Fantoni Ottavio, [7] Guarisi Anfilogino, [8] Serantoni Pietro, [9] Meazza Giuseppe, [10] Rocco Nereo, [11] Guaita Enrico. Técnico: Pozzo Vittorio
GRÉCIA: [1] Grammatikopoulos Achilleas, [2] Chrysafopoulos Aristides, [3] Kourantis Filippos(c), [4] Chelmis Ioannis, [5] Danelian Daniil, [6] Vikelidis Nikiforos, [7] Migiakis Antonis, [8] Aggelakis Nikos, [9] Vazos Ioannis, [10] Baltatsis Dimitris, [11] Andrianopoulos Leônidas. Técnico: Nikolaidis Apostolos

A Grécia desistiu do segundo jogo.

ANO: 1938
PAÍS SEDE: FRANÇA
CAMPEÃ: ITÁLIA
NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO DISPUTOU – CAMPEÃ ANTERIOR

ANO: 1950
PAÍS SEDE: BRASIL
CAMPEÃO: URUGUAI
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: COM A DESISTÊNCIA DE PERÚ E EQUADOR, URUGUAI E PARAGUAI CLASSIFICARAM-SE PARA COPA.

ANO: 1954
PAÍS SEDE: SUIÇA
CAMPEÃO: ALEMANHA OCIDENTAL
NAS ELIMINATÓRIAS: QUATRO JOGOS

FICHAS TÉCNICAS:

NORUEGA 1 X ALEMANHA OCIDENTAL 1
Data: 19/08/1953
Local: Ullevaal – Oslo
Juiz: W.B.Ausum (HOL)
Público: 32 266
Gols: 41′ Hennum Harald, 44′ Walter Fritz
NORUEGA: Hansen Asbjørn, Hansen Oddvar, Karlsen Harry Boye, Olsen Thorleif, Svenssen Thorbjørn, Hernes Thor, Natland Arne, Hennum Harald, Dybwad Gunnar, Thoresen Gunnar, Olsen Leif. Técnico: Willibald Hahn
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Retter Erich, Kohlmeyer Werner, Eckel Horst, Posipal Josef, Schanko Erich, Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Walter Fritz(c), Walter Ottmar, Schäfer Hans (37′ Pfaff Alfred). Técnico: Josef Herberger

ALEMANHA OCIDENTAL 3 X SAAR 0
Data: 11/10/1953
Local: Neckar – Stuttgart
Juiz: Karel Van der Meer (HOL)
Público: 50 000
Gols: 13′ Morlock Maximilian, 50′ Morlock Maximilian, 70′ Schade Horst
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Erhardt Herbert, Retter Erich, Mai Karl, Posipal Josef, Gottinger Richard (38′ Eckel Horst), Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Schade Horst, Metzner Karl-Heinz, Schäfer Hans. Técnico: Josef Herberger
SAAR: Strempel Erwin, Biewer Nikolaus, Puff Theo, Berg Karl, Momber Peter, Phillippi Waldemar, Otto Werner, Martin Herbert, Balzert Jakob, Clemens Kurt, Siedl Gerhard. Técnico: Helmut Schoen

ALEMANHA OCIDENTAL 5 X NORUEGA 1
Data: 22/11/1953
Local: Volkspark – Hamburg
Juiz: Luty Archer (ENG)
Público: 76 000
Gols: 27′ Morlock Maximilian, 63′ Morlock Maximilian, 69′ Walter Ottmar, 80′ Walter Fritz, 88′ Rahn Helmut; 26′ Nordahl Hans
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Retter Erich, Kohlmeyer Werner, Eckel Horst, Mai Karl, Posipal Josef, Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Walter Fritz(c), Walter Ottmar, Herrmann Richard. Técnico: Josef Herberger
NORUEGA: Hansen Asbjørn, Hansen Oddvar, Karlsen Harry Boye (29′ Holmberg Eric), Thorleif Olsen, Svenssen Thorbjørn, Hernes Thor, Thoresen Gunnar, Fossli Willy, Dybwad Gunnar, Hvidsten Ragnar, Nordahl Hans. Técnico: Willibald Hahn

SAAR 1 X ALEMANHA OCIDENTAL 3
Data: 28/03/1954
Local: Ludwigparkstadion – Saarbrücken
Juiz: J.Bronkhorst (HOL)
Público: 53 000
Gols: 68′ Martin Herbert (p); 36′ Morlock Maximilian, 48′ Morlock Maximilian, 84′ Schäfer Hans
SAAR: Strempel Erwin, Biewer Nikolaus, Keck Albert, Clemens Kurt, Momber Peter, Philippi Waldemar, Otto Werner, Martin Herbert, Binkert Herbert, Siedl Gerhard, Schirra Karl. Técnico: Helmut Schoen
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Retter Erich, Kohlmeyer Werner, Posipal Josef, Liebrich Werner, Schanko Erich, Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Walter Fritz(c) (30′ Walter Ottmar), Rohrig Josef, Schäfer Hans. Técnico: Josef Herberger

ANO: 1958
PAÍS SEDE: SUÉCIA
CAMPEÃO: BRASIL
NAS ELIMINATÓRIAS: DOIS JOGOS

FICHAS TÉCNICAS:

PERÚ 1 X BRASIL 1
Data: 13.04.1957
Local: Nacional – Lima
Juiz: Washington Rodriguez (URU)
Público: 50 000
Gols: 36′ Terry; 47′ Índio
PERÚ: Asca, Fleming, Benitez, Lazon, Calderon, Salas, Bassa, Mosquera, Rivera, Terry, Gomez Sanchez
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nílton Santos, Roberto Belangero, Didi, Joel, Evaristo, Índio, Garrincha. Técnico: Osvaldo Brandão

BRASIL 1 X PERÚ 0
Data: 21/04/1957
Local: Maracanã – Rio de janeiro
Juiz: Esteban Marino (URU)
Público: 120 000
Gols: 11′ Didi
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nílton Santos, Roberto Belangero, Didi, Joel, Evaristo, Índio, Garrincha. Técnico: Osvaldo Brandão
PERÚ: Asca, Benitez, Rovai, Fleming, Calderon, Lazon, Sanchez, Rivera, Terry, Mosquera, Seminario

ANO: 1962
PAÍS SEDE: CHILE
CAMPEÃO: BRASIL
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO DISPUTOU – CAMPEÃO ANTERIOR

ANO: 1966
PAÍS SEDE: INGLATERRA
CAMPEÃ: INGLATERRA
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO DISPUTOU – PAÍS SEDE

ANO: 1970
PAÍS SEDE: MÉXICO
CAMPEÃO: BRASIL
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: SEIS

FICHAS TÉCNICAS:

COLOMBIA 0 X BRASIL 2
Data: 06/08/1969
Local: El Campim – Bogotá
Juiz: A. Tejada (PER)
Público: 51 131
Gols: 38′ Tostão, 44′ Tostão
COLOMBIA: Lagarcha Luis, Sanchez, Segrera Hermenegildo, Lopez Oscar, Castro, Segovia Arturo, Garcia Oscar, Agudelo, Tamayo Javier “Toro”, Gallego Jorge (Santa), Ortiz (Brand Alejandro). Técnico: Francisco “Cobo” Zuluaga
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho (Paulo César Caju), Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha

VENEZUELA 0 X BRASIL 5
Data: 10/08/1969
Local: Universitário – Caracas
Juiz: A. Tejada (PER)
Público: 30 063
Gols: 61′ Tostão, 71′ Pelé, 73′ Tostão, 77′ Tostão, 79′ Pelé
VENEZUELA: Garcia, David, Freddy, Sanchez, Chicho, Pedrito, Useche, Iriarte, A. Ravelo (Rafa), Mendoza, Nitti (Gimaraes)
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo (Everaldo), Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha

PARAGUAI 0 X BRASIL 3
Data: 17/08/1969
Local: Defensores del Chaco – Assuncão
Juiz: A. Massaro (CHI)
Público: 44 480
Gols: 71′ Mendoza (contra), 82′ Jairzinho, 90′ Edu
PARAGUAI: Aguilera, Molinas, Bobadilla, S.Rojas, Mendoza, Colman (Arrua), Valdez, Martinez, Herrera, P. Rojas, Gimenez (Mora)
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha

BRASIL 6 X COLOMBIA 2
Data: 21/08/1969
Local: Maracanã – Rio de Janeiro
Juiz: M.Comensaña (ARG)
Público: 94 977
Gols: 14′ Tostão, 41′ Tostão, 55′ Edu, 60′ Pelé, 86′ Rivellino, 88′ Jairzinho; 17′ Mesa Orlando, 89′ Gallego Jorge
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson (Rivelino), Jairzinho, Tostão, Pelé (Paulo César Caju), Edu. Técnico: João Saldanha
COLOMBIA: Lagarcha Luis (Quintana Otoniel), Segovia Arturo, Segrera Hermenegildo, Soto, Castro, Alvarez, Ramirez, Agudelo (Sanchez), Gallego Jorge, Mesa Orlando, Santa. Técnico: Francisco “Cobo” Zuluaga

BRASIL 6 X VENEZUELA 0
Data: 24/08/1969
Local: Maracanã – Rio de Janeiro
Juiz: O.Ortube (BOL)
Público: 122 841
Gols: 7′ Tostão, 21′ Tostão, 24′ Tostão, 30′ Jairzinho, 44′ Pelé(p), 70′ Pelé
BRASIL: Félix (Lula), Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo (Brito), Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu
VENEZUELA: Fasano, David, Freddy, Sanchez (Sarsalejo), Chicho, Laranjo, Useche, Nitti, Antonio, Garcia (Mendoza), Iriarte

BRASIL 1 X PARAGUAI 0
Data: 31/08/1969
Local: Maracanã – Rio de Janeiro
Juiz: Ramon Barreto (URU)
Público: 183 341
Gol: 68′ Pelé
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha
PARAGUAI: Aguilera, Isidro, Bobadilla, S.Rojas, Mendoza, Sosa, Ocampos, Ivaldi (Valdez), P.Rojas, B. Ferreira, Gimenez

 

Grupo A

Arica, Maio 30 – Estádio Carlos Dittborn
2 (0) URUGUAY
Cubilla 57, Sacia 73
Sosa, Troche, Emilia Alvarez, Eliseo Alvarez, Mendez, Gonsalves, Cubilla, Rocha, Langon, Sacia, Perez.
1 (1) COLOMBIA
Zuluaga (pen)20
Sanchez, Zuluaga, J.Gonzales, Lopez, Echeverri, Silva, Coll, Aceros, Klinger, Gamboa, Arias.
Árbitro: Albert Dorogy (Hungria)
Público: 7.908
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COPA DO MUNDO 1958 – FICHAS TÉCNICAS

Grupo A
Halmstad, Junho 8 – Örjans Vall
1 (1) IRLANDA DO NORTE
Cush 20
Gregg, Keith, McMichael, Blanchflower, Cunningham, Peacock, Bingham, Cush, Dougan, McIlroy, McParland.
0 (0) TCHECOSLOVÁQUIA
Dolejsi, Mraz, Novak, Pluskal, Cadek, Masopust, Hovorka, Dvorak, Borovicka, Hartl, Kraus.
Árbitro: Eric Seipelt (Austria)
Público: 10.647
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