SELEÇÃO BRASILEIRA  4          X         0          SELEÇÃO MEXICANA

LOCAL: Estádio Mario Filho, Maracanã, no Bairro do Maracanã, na Zona Note do Rio (RJ)

DATA: Sábado, do dia 24 de Junho de 1950

CARÁTER: 1ª rodada, da Primeira Fase, do Grupo 1, da IV Copa do Mundo de Futebol de 1950

PÚBLICO: 81.649 pagantes

ÁRBITRO: George Reader (Inglaterra)

AUXILIARES: George Mitchell (Escócia) e Benjamin Griffiths (País de Gales)

BRASIL: Barbosa; Augusto (Cap.) e Juvenal; Bauer, Danilo Alvim e Bigode; Friaça, Maneca, Baltazar, Ademir Menezes e Jair Rosa Pinto. Técnico: Flávio Costa

MÉXICO: Antonio Carbajal Rodríguez; Felipe Zetter Zetter, Alfonso Montemayor  Crespo (Cap.) e Rodrigo Ruiz; Mario Ochoa Gil e José Antonio Roca; Carlos Septién González, Héctor Ortiz, Horacio Casarín Garcilazo, Mario Pérez e José Guadalupe Velázquez. Técnico: Octavio Víal

GOLS: Ademir Menezes aos 30 minutos (Brasil), no 1º Tempo. Jair Rosa Pinto aos 20 minutos (Brasil); Baltazar aos 26 minutos (Brasil); Ademir Menezes aos 34 minutos (Brasil), no 2º Tempo.

FONTES: Revista Sport Ilustrado – Revista Fon Fon

 

 

O Esporte Clube União, do Fonseca chegou na final do Campeonato da Segunda Categoria Niteroiense de 1961. Na final, numa melhor de três, superou o Esporte Clube Agra e ficou com o título. Para poder atuar na Elite do futebol de Niterói, o União necessitava de um campo. Graças a generosidade do Fonseca Atlético Clube, o “Tricolor do Fonseca” conseguiu o Estádio da Alameda São Boaventura.

Desta forma, o União o aval do Departamento Niteroiense de Futebol (DNF) e disputou o Campeonato de Niterói de 1962. Mas, antes de estrear, o clube recebeu, de forma surpreendente, um convite para representar a cidade no III Campeonato Fluminense de Campeão dos Campeões.

Como diz um provérbio popular “Cavalo dado não se olha os dentes“, e o União aceitou o convite. No entanto, o adversário era o Americano de Macaé, que tinha acabado de se sagrar campeão invicto da ‘Princesa do Atlântico’.

Em Niterói, o União perdeu por 4 a 2. Oito dias depois, acabou sendo massacrado pelo placar de 7 a 2.  Após a eliminação, a imprensa fez duras críticas a DNF sobre os critérios de escolha do representante da cidade.  Assim foram escrita as primeiras páginas da história do Esporte Clube, do Bairro do Fonseca, na esfera do futebol profissional.

 

FONTE: Jornal Última Hora  

 

O Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã) foi construído para a Copa do Mundo e tinha a intenção de ser o maior estádio do mundo. O principal palco da Copa tinha a capacidade, na época, 200 mil pessoas e recebeu 8 jogos, dentre eles 4 da Seleção Brasileira e a final.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro), pertencente ao Sport do Recife, foi reformado para a competição e tinha capacidade, na época, de 20 mil pessoas. Na metade do século XX, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo eram as únicas cidades brasileiras com mais de meio milhão de habitantes, então a capital pernambucana foi escolhida a representante da Região Nordeste. Receberia dois jogos, mas com a desistência da França, que se recusou a participar da competição porque jogaria em Porto Alegre e no Recife, a uma distância de 3.779 quilômetros, a cidade abrigou somente um jogo.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Estádio dos Eucaliptos era o estádio do Sport Club Internacional na época e tinha capacidade para 20 mil pessoas. Recebeu 2 jogos da competição (atualmente o estádio não existe mais).O Estádio dos Eucaliptos era o estádio do Internacional na época e tinha capacidade para 20 mil pessoas. Recebeu 2 jogos da competição (atualmente o estádio não existe mais).

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Estádio Durival Britto e Silva (Vila Capanema) era pertencente ao então Clube Atlético Ferroviário (atual Paraná Clube), tinha capacidade, na época, para aproximadamente 10 mil pessoas e recebeu 2 jogos.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu) foi o segundo maior estádio da Copa com capacidade, na época, de 60 mil pessoas. Recebeu 6 jogos, dentre elas 1 da Seleção Brasileira.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

O Estádio Raimundo Sampaio (Independência) foi construído para a Copa do Mundo e era pertencente na época ao Sete de Setembro Futebol Clube, tinha capacidade, na época, para 30 mil pessoas e recebeu 3 partidas pela competição.

 

FONTE: Revista Sport Ilustrad

 

 

FONTE: Revista Sport Ilustrado

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 

FONTE: O Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

 

PS.: Para ler os textos que descreve cada jogador basta dar um zoom até que fique no tamanho desejado

 FONTEO Globo Sportivo (Sexta-feira, dia 02 de Junho de 1950)

 

Foram 16 jogos desde brasil 3 x 1 Bulgária, antes da Copa de 1958. Dezesseis vezes que Pelé e Garrincha jogaram juntos pela Seleção. A última partida da dupla foi em Liverpool, no estádio do Everton (Goodison Park), para 47 mil pagantes

O primeiro jogo do Brasil na luta pelo tri mundial, em 1966. Também Brasil x Bulgária. Eternamente Pelé & Mané. Eles ainda não sabiam que seria a última vez – mesmo com a má fase de Mané e os problemas nos joelhos tortos mais certos da história da bola.

Ninguém consegue desejar e muito menos se despedir da maior dupla do futebol. E os deuses da bola, sem saber sabendo, fizeram das deles: Pelé fez o primeiro gol brasileiro cobrando falta; Mané fez o segundo gol cobrando falta.

Djalma Santos (Palmeiras), Denilson (Fluminense), Bellini (São Paulo), Gilmar (Santos), Altair (Fluminense) e Paulo Henrique (Flamengo); Mário Américo (massagista), Garrincha (Botafogo), Lima (Santos), Alcindo (Grêmio), Pelé (Santos) e Jairzinho (Botafogo). Técnico: Vicente Feola.

Um gol para cada um.

E o último lance do último jogo passou pelos pés dos dois. Pelé avançou por dentro e tocou para Lima dar um leve toque para Garrincha arriscar de fora da área e acertar a rede – pelo lado de fora.

Não deu nem saída. O jogo acabou ali. A dupla, unida, também. Garrincha e Pelé fizeram juntos a última jogada da partida. O último lance deles juntos pelo Brasil.

Os deuses da bola não botaram aquela bola lá dentro. Mas deram um jeitinho de fazer em um campo do país que inventou o futebol 103 anos antes a última jogada da dupla de gênios que reinventou o futebol.

O JOGO

No dia  12 de Julho de 1966, o Brasil começa com a bola mas errando passes, como Lima, que bateu uma falta do pé do rival (JOGO MARCA A PRIMEIRA PARTIDA EM COPAS DO MUNDO DE UM BRASILEIRO QUE NÃO ATUAVA NEM POR UM CLUBE DO RIO E NEM POR UMA EQUIPE DE SÃO PAULO: O CENTROAVANTE ALCINDO, DO GRÊMIO).

3min – Primeira bola tocada para Garrincha. Estádio de Liverpool faz WAAAAAAAL. Mas nada acontece.

5min – Djalma toca para Garrincha que prepara a inversão de bola para a ponta esquerda onde está o improvisado Jairzinho. Mas Mané fura ridiculamente a bola. MELHOR NÃO REVER ESSE LANCE…

6min – Os cerca de 7 mil brasileiros em Goodison Park gritam “Brasil, Brasil!” como até hoje se faz. Pelé recebe a primeira das tantas faltas. Aliás, foram duas num só lance.

8min – Talvez em homenagem ao “kick and rush” britânico da época, Brasil abusa da ligação direta para os pontas Mané e Jair. Especialmente os dois volantes Denilson (mais) e Lima (menos). Jogo fica feio. E não flui.

8min – Primeira chance brasileira, em boa jogada do centroavante gremista ALCINDO. Ele passou por dois e bateu pra fora. O “Bugre” sabe sair da área e tabelar com Pelé.

11min – Sem a bola, Brasil se fecha com o recuo de Mané (menos) e Jairzinho (mais). Pelé e Alcindo marcam a saída búlgara. Sem a pelota, Seleção passa do 4-2-4 para o 4-4-2, com o recuo dos pontas.

13min – Pelé não fugia do pau. Nunca. Dava quase tanto quanto batia. Como a maioria dos jogadores da época, não saía rolando para simular lesões e forçar expulsões. Mas, nesse lance, cavou absurdamente a falta. O árbitro caiu na queda dele.

15min – GOL DO BRASIL. PELÉ. 1 a 0 BRASIL. FALTA DA MEIA DIREITA. PÉ DIREITO do Rei. A bola passou pela barreira, goleiro foi tarde, e saiu o primeiro gol televisionado daquela Copa. O primeiro mundial do então bicampeão mundial.

16min – Torcida brasileira canta o tradicional “Mais um! Mais um”! Mas o narrador da BBC entende que é “Brasil! Tcha, tcha, tcha!”

17min – Pelé apanha muito. Mas também cava muitas faltas. E também bate. Aliás, o Brasil bate mais que a Bulgária.

18min – Não só os volantes. Também agora os zagueiros começam a fazer a ligação direta, como o veterano Bellini. Para evitar que isso aconteça, Pelé deixa a meia-direita e tenta se aproximar dos volantes Denilson e Lima.

19min – Mesmo apanhando (e respondendo também na pancada), Pelé começa a pelezar. Mas, diferentemente do que esperava o narrador pele faz grandes lances, torcida em Liverpool está muito mais com a equipe “underdog” (zebra) búlgara.

19min – Boa troca de bola entre Pelé e Alcindo acaba em má finalização do atacante greemista.

21min – Denilson sai mais pro jogo, e Bulgária cresce.

21min – Garrincha! Garrincha! Torcida dá força ao até então discreto Mané.

21min – Pegaram Pelé.

22min – Jogo equilibrado, Pelé recua um pouco mais para armar. Brasil de Feola joga no 4-2-4 com a bola, e recua os pontas Garrincha e Jairzinho sem a bola. Mas só chega mais à frente com a saída dos volantes ao ataque, já que os pontas não vêm recolher a bola, e Jair está perdido pelo lado esquerdo, e sem assumir o protagonismo natural  desse baita atacante alvinegro.

26min – A galera pediu, Garrincha jogou: driblou um, passou bonito pelo outro, ganhou o pé-de-ferro do terceiro. Agora sim.

27min – Galera grita por Pelé, que segue dando e apanhando.

29min – Jogadores escorregam muito no gramado do campo do Everton.

30min – Muito chuveiro do Brasil na área rival por parte de Mané e Jair (que, por característica, afunila mais). Paulo Henrique sai menos pelo lado esquerdo. Djalma Santos também apoia menos. Os pontas búlgaros impedem o apoio. O camisa sete rival joga mais enfiado. O 11 gosta de circular por dentro e sabe jogar (Kolev).

31min – Primeira chance búlgara. Jogo aéreo. E só.

3min – Escanteios na época eram bem diferentes: a bola saía pela linha de fundo, o ponta pegava a bola e batia o córner. Pela direita, Garrincha batia para a área onde estavam o ponta-de-lança (Pelé), o centroavante (Alcindo) e o outra ponta (Jairzinho).

35min – O melhor búlgaro, e um dos melhores em campo, o meia-armador Yakimov (13) passa por Pelé, por mais dois, e dá uma bela cavadinha pra Kolev, em ótima chance rival.

37min – Torcida grita “Brasil”. Mas de um modo mais tímido, até pelo melhor momento búlgaro em campo.

37min – Bela tabela do ataque brasileiro termina com finalização errada de Alcindo. Lindo toque de Pelé, como o vídeo abaixo mostra.

39min – Denilson baixa o guatambu em lance que seria para cartão amarelo se eles já existissem (seriam adotados a partir de 1970). Torcida inglesa grita “OFF! OFF! OFF!” pedindo a expulsão do volante do Fluminense. Não era para tanto. E nem para o Brasil fazer tantas faltas.

40min – Bulgária ataca às costas de Denilson e Lima, e para cima do lateral Paulo Henrique.

41min – Yakimov chapela bonito no meio-campo. Joga muito! Seria semifinalista da Liga dos Campeões no ano seguinte, pelo CSKA.

44min  – Pelé recua e dá espaço para Lima enfiar bonito para má finalização do Bugre Alcindo.

FIM DE PRIMEIRO TEMPO. Partida boa do Brasil até 25 minutos. Depois a Bulgária foi melhor. Gol de bola parada definiu o placar parcial

SEGUNDO TEMPO

1min – Pelé arranca pela direita e goleiro búlgaro se antecipa bem.

5min – Duas porradas seguidas e mais uma pancade em Pelé. Partida volta ainda mais dura. Narrador da BBC cita o célebre massagista brasileiro Mário Américo e também a entrada em campo do doutor Hilton Gosling. A diferença básica para o futebol de hoje é que os caras davam e recebiam e não saíam rolando. Nem pedindo maca e nem cartão para o adversário.

Simulação? Só Pelé fez até agora.

5min – Bellini manda outro balão para o ataque. Deve ser homenagem da Seleção Canarinho para o “kick and rush” do futebol britânico de então e de outrora.

6min – O bom lateral-direito Shalamanov apoia bem e leva baita pancada de Jairzinho. Brasil segue dando muito.

7min – Aleluia! Sol em Liverpool iluminando o ataque búlgaro. Mas não o jogo.

8min – E segue o bumba-meu-canarinho. Agora é Djalma Santos que deixa o meio-campo brasileiro com torcicolo. A quermesse junina segue com um festival de balões em Goodison Park.

11min – Passe bizarro de Denilson para lateral. Seleção voltou pior, mas a Bulgária não se acerta também.

12min – Bom lance com Alcindo, boa defesa do goleiro.

15min –  Ótima jogada brasileira, Alcindo perde o lance.

18min – Falta estúpida do bom Kolev, que perdeu a bola para sair para o contraogolpe, e acabou derrubando Mané na entrada da área.

18min. GOOOOL. 2 a 0 BRASIL. GARRINCHA DE FALTA DE PÉ DIREITO. Barreira com apenas quatro e mal armada. Bela pancada de Mané, que também havia marcado gol de falta na Copa-62. 

18 minutos do segundo tempo. Garrincha vence a barreira mal colocada e acerta belo chute na meta do búlgaro xxx. Brasil faz o segundo gol em Liverpool. Mané marca o último dele ao lado de Pelé pela Seleção.

20min – Lima mostra toda sua versatilidade e qualidade. Salva de carrinho e de salva de letra (!) na lateral esquerda.

21min – Torcida brasileira começa a cantar a versão nacional da mexicana CIELITO LINDO: “Ai, ai, ai, tá chegando a hora…”

21min – Famoso lance de Garrincha pela direita, que está no clipe acima, do filme oficial da Fifa: ele vai pra lá, vai pra cá, e, no final, não acontece nada. Mas é bonito.

30min – Bulgária murchou com o segundo gol. Brasil mais perigoso, embora comece a pregar. Uma crítica de antes e, sobretudo depois da copa, que a troca do preparador bicampeão mundial Paulo Amaral pelo professor de judô Rudolf Hermanny.

33min  – Pelé recebeu na ponta direita como se fosse Mané. Passou o pé sobre a bola como Garrincha. Pena que o bandeirinha impediu o lance achando que a bola saiu. Linda homenagem de Pelé a Mané no último jogo da dupla. Veja:

35min – Grande passe de Pelé para Alcindo. Boa defesa do goleiro búlgaro. Na sequência, rara falha bisonha de Gilmar. Como craque da meta que é, nada aconteceu em mais um daqueles lances perdidos pela memória. Lance para ficar pra sempre que se perdeu como o gol desperdiçado pelo centroavante búlgaro.

37min – Se Pelé foi Mané pela ponta-direita, Mané foi pra meia e bateu como Pelé. Boa chance brasileira.

38min – Pelé passou por três e goleiro fez grande defesa. Ele está querendo jogo e Copa. Passou como quis pelo seu marcador, o camisa 6 búlgaro. Jogada de grande técnica e velocidade.

40min – Torcida volta a cantar que “está chegando a hora”.

42min – Mais um bonito lance de Alcindo com Mané. Mas deu em nada.

44min – Pelé toca pra Lima que deixa para Garrincha bater em curva e atingir a rede esquerda da meta búlgara. É o úlitmo lance do jogo. O último de Pelé com Garrincha. A jogada que começou este post.

NOTAS DO BRASIL

GILMAR (6) – Quase entregou um gol para o rival. Pouco acionado.

DJALMA SANTOS (6,5) – Sofreu com o bom ponta-esquerda búlgaro que cortava por dentro, e apoiou pouco.

BELLINI (6,5) – Firme como sempre, apesar da idade. Mas extrapolou na ligação direta.

ALTAIR (6) – Discreto.

PAULO HENRIQUE (5,5) – Apoiou um pouco mais na primeira etapa e sofreu um tanto na marcação. Laterais não apoiavam tanto, então. Até por não haver espaço e pela obrigação de marcar o ponta rival que atuava bem aberto.

DENÍLSON (6,5) – Sofreu com Yakimov, que joga muito e se mexe bastante. Quando chegou à frente foi bem. Bateu um pouco além da conta.

LIMA (7,5) – Marcos, armou, atacou. Enfim, Limou. Pelo lado esquerdo, foi muito bem.

GARRINCHA (7) – Pouco para o muito que é. Mas ainda assim foi bem pelo belo gol e pela vontade para quem não estava 100%.

PELÉ (8) – Quis jogo, e a bola o quis o jogo todo. Bem técnica e bem fisicamente, o melhor disparado em campo. Cavou a falta do primeiro gol que ele mesmo marcou.

ALCINDO (6,5) – Correu, abriu espaços, saiu para tabelar, mas não foi bem tecnicamente.

JAIRZINHO (5) – Torto pela ponta-esquerda, poderia tentar entrar em diagonal. Nem isso fez. O mais frágil brasileiro em Liverpool.

VICENTE FEOLA  (7) – Venceu com méritos. Mas, talvez, tenha optado por um time muito rodado. E, antes disso, fez convocações discutíveis e cortes absurdos no grupo de 22.

BULGÁRIA – Yakimov, o meia-armador, foi o melhor do rival, e dos melhores em campo. Técnico, criativo, dinâmico, fez o que houve de bom do time búlgaro.

 

FONTES & FOTO: O Lancenet! – Gustavo Roman – Getty

 

Um levantamento divulgado neste dia 12, quando fez uma ano de Copa do Mundo no Brasil, aponta a Arena das Dunas como o estádio mais lucrativo entre os 12 que foram utilizados na Copa do Mundo, que completa exatamente um ano hoje. Ao todo, a principal praça esportiva do Rio Grande do Norte teve um lucro de R$ 20 milhões. O estudo foi feito pelo jornal Folha de São Paulo.

De acordo com o levantamento, além da Arena das Dunas, somente os estádios Mineirão, Beira Rio e Itaquerão apresentaram lucro, com base no balanço divulgado pelos órgãos que administram cada um dos 12 estádios do Mundial do Brasil.

Ficaram no prejuízo a Arena Pantanal, Arena da Baixada, Arena da Amazônia, Estádio Nacional Mané Garrincha, Fonte Nova, Arena Pernambuco, Castelão e Maracanã. No caso do estádio carioca, déficit foi de R$ 77,2 milhões, R$ 28 milhões a mais que os sete estádios que ficaram no vermelho juntos.

No caso da Arena das Dunas, é preciso esclarecer ainda que o número poderia ser negativo. O estádio teve incluso em seu balanço R$ 105 milhões destinados ao pagamento do financiamento para a sua construção, segundo informações da OAS, empresa que administra o equipamento. Embora não tenha vindo de receitas pela sua utilização, serviu para garantir o saldo positivo neste primeiro ano de funcionamento.

Já sobre o Itaquerão, o novo estádio do Corinthians foi o terceiro mais lucrativo. Porém, ainda não entraram no balanço as parcelas de pagamento dos empréstimos realizados para sua construção. A partir de julho deste ano, o clube paulista vai pagar R$ 5 milhões por mês ao BNDES, que custeou a obra, dentro de um período de 12 anos.

Especialistas consultados pela Folha indicam ainda que a baixa qualidade dos jogos, aliado aos horários das partidas e o alto custo de operação explica o déficit da maioria dos estádios. “A viabilidade das arenas depende da qualidade do espetáculo que queremos no Brasil”, disse Denio Cidreira, diretor da Odebretcht Properties, empresa que participa da administração do Maracanã, da Fonte Nova e da Arena Pernambuco.

Arenas que apresentaram lucro após um ano da Copa:
Arena das Dunas (Natal) – R$ 20 milhões
Mineirão (Belo Horizonte) – R$ 16,9 milhões
Arena Itaquerão (São Paulo) – R$ 11,4 milhões
Beira Rio (Porto Alegre) – R$ 9,2 milhões

Arenas que apresentaram prejuízo após um ano da Copa:
Arena Pantanal (Cuiabá) – R$ 1,4 milhões
Arena da Baixada (Curitiba) – R$ 1,5 milhões
Arena da Amazônia (Manaus) – R$ 2,7 milhões
Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília) – R$ 3,6 milhões
Arena Fonte Nova (Salvador) – R$ 15,6 milhões
Arena Pernambuco (Recife) – R$ 24,4 milhões
Maracanã (Rio de Janeiro) – R$ 77,2 milhões
Castelão (Fortaleza) – Prejuízo admitido, mas valor não informado.

f: folhadesp

site: TN online

 

Bom Domingo!!!

Estas análises são do especial da revista ISTO É para Copa da Espanha em 1982, para recordar o futebol numa época maravilhosa e única e que eu tive o prazer de assistir ao vivo.Recordar é viver!!!!Começaremos por uma baita seleção.

POLÔNIA

Dificil prever como se comportará o elenco de Piechniczek nas partidas na Espanha.Time, todavia, os poloneses possuem até mesmo para chegar as finais com os grandes favoritos, Argentina, Brasil, Alemanha Ocidental e os anfitriões.
O arqueiro Mlynarczik não tem o talento luminoso de Tomaszewski- mas é muito calmo e seguro.Na defesa se destaca Zmuda, um líbero excepcional que orienta a marcação e raramente falha numa bola levantada em sua área.Janas, o quarto zagueiro, é um carrapato, marcador inesgotável.Quanto aos laterais, possuem funções diferentes,Pela direita, Dziuba guarda posição.Do outro lado do gramado Jalocha avança acompanhando a movimentação de seus armadores.

Matysik joga logo a frente da zaga como o volante Batista do Grêmio, dando o primeiro combate ao ataque inimigo.Lato, Boniek e Majewski têm a incumbência da criação.Lato não mostra mais a explosão ofensiva de 74, quando terminou a Copa com sete gols, o artilheiro do certame.Compensa, porém, suas deficiências físicas com uma inteligência invulgar no futebol da Europa Oriental.Majewski, por sua vez, não para de correr um só instante, abrindo espaços às decidas de Boniek, um meia infernal com a pelota dominada e capaz de chutar de qualquer distância e com os dois pés.
Sobram na frente dois penetradores velozes, rompedores, espertos no drible e ns deslocações.Szarmach gosta de buscar jogo na intermediária e tem o hábito delicioso de não perder gols dentro da área.Smolarek deverá fazer, na Espanha, o que Lato inventou na Alemanha Ocidental:investidas fulminantes, das duas pontas, em diagonal, no rumo da meta adversária.
Um time atualizado, bastante aplicado taticamente, cheio de atletas que ao preparo físico podem somar habilidades caracteristicamente sulamericanas.Esse retrato da seleção polonesa, cujo maior perigo, atualmente, está dentro da sua casa: a instabilidade política e as ameaças de repressão.

BONIEK


 

Escudo usado pela seleção peruana na copa de 1930                                                                       

 

Contando com a colaboração do amigo e jornalista Homero Queiroga, conseguimos um cartaz do Fortaleza Esporte Clube de 1941, diferente dos demais modelos já encontrados (eu já encontrei 16 modelos, contando com esse). O Tricolor sediado na cidade de Fortaleza (CE) foi fundado em 18 de outubro de 1918, por Alcides Santos, um dos maiores esportistas cearenses, que se apaixonou pelo futebol durante o período em que estudou no College Stella, na França.

 

Fonte: Livro do autor Nirez de Azevedo, chamado “História do Campeonato Cearense de Futebol”

 

Olá pessoal, entramos em 2014, o ano da Copa no Brasil. Já tivemos N problemas para que essa Copa se realize, atrasos, superfaturamentos, acidentes, manifestações, etc… Contudo o evento vai ocorrer, querendo ou não.

Mas quero perguntar: E depois que tudo acabar em 13 de julho, como vai ser? Possuímos no mínimo 04 arenas que não sobreviverão somente com o futebol local.

Faço esse questionamento após ler a matéria do UOL intitulada “Vai virar mico: Governo do AM ainda não sabe o que fazer com Arena da Amazônia após a Copa”. Além do Amazonas, na minha opinião, mais três Estados terão problemas para manter suas arenas após a Copa: Distrito Federal; Mato Grosso; e Rio Grande do Norte. O que fazer com elas para as mesmas serem rentáveis?

O Maracanã  já sabemos que já deu um prejuízo enorme: obra orçada em 1,192 bilhões enquanto o valor da concessão será de apenas 181,5 milhões, a serem pagos em 33 parcelas, uma por ano, para uso de 35 anos, ou seja 1 bilhão de prejuízo. Sinceramente não entendo essa matemática…

Voltando ao foco do artigo, o que deverá ser feito para que as arenas não tornem-se “elefantes brancos” (se isso é possível)?

Minha sugestão para Amazonas e Distrito Federal: O futebol amazonense e Candango, a curto prazo, não conseguirá preencher as arquibancadas em seus eventos. Contudo, espero que o gramado seja conservado para que as equipes joguem lá.

Os times cariocas possuem grande torcida no norte do país e na capital federal, então  façam com que elas mandam um jogo por mês lá no brasileirão, seriam no mínimo dois jogos por mês no estádio… Imaginem um Fla x Flu em Manaus; ou um Flamengo x Botafogo… Também poderá ser utilizados em jogos de grande repercussão nacional, tipo Flamengo x Corinthians; Corinthians x Palmeiras; Corinthians x São Paulo. Essas equipes e as pesquisas dizem que elas possuem enormes torcidas, vamos usar isso a favor do futebol…

Por favor, vamos opinar. Já que os “governantes” não pensam em nada, vamos “ajudá-los”.

FONTES:

http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-das-confederacoes/noticia/2013/06/contrato-e-assinado-e-concessao-do-maracana-ja-aparece-no-diario-oficial.html

http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/01/02/governo-do-am-ainda-nao-sabe-o-que-fazer-com-arena-da-amazonia-apos-a-copa.htm?cmpid=cfb-esporte

http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,custo-do-maracana-fica-mais-caro-e-chega-a-r-1192-bi,1056174,0.htm

 

O ano de 2012 vai chegando ao fim e o clima de Copa do Mundo começa, lentamente, a tomar conta do Brasil. As 12 cidades sedes da Copa do Mundo 2014 apresentaram os seus cartazes  no final de novembro e cada cidade apostou em uma característica própria.

O Rio de Janeiro apresentou o Pão de Acuçar

 

 

Natal – Morro do Careca e Forte Reis MAgos

 

Porto Alegre

Cartaz com a Usina do Gasômetro, que, segundo os defensores do conceito, é o local onde pode se obter uma das vistas mais bonitas do pôr do sol.

 

Recife

A maior manifestação cultural da cidade: O Frevo

 

Curitiba – Arvore simbolo da região – Araucária

 

Cuiabá MT

Tuiuiu, a ave símbolo do Pantanal

 

Belo Horizonte – Pampulha

homenageia a Igreja de São Francisco de Assis, projetada por Oscar Niemeyer.

 

 

Brasilia – A Catedral  Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida

O céu é o mar de Brasília

 

Fortaleza Ceará

A paixão pelo futebol, representado pelo moderno estádio Arena Castelão e pela bola no céu, que carrega os principais monumentos da cidade

 

Salvador Bahia – Elevador Lacerda, simbolo da cidade,  virou uma baliza

 

Sede Manaus: A natureza

Apostou na transformação da a expressão “Onde a coruja dorme” em “Onde as araras namoram”.

 

As 12 cidades sedes da Copa do Mundo 2014 apresentaram os seus cartazes oficias de divulgação da sede.

 São Paulo, a metropole.

“Refletir uma metrópole que se encanta e comemora o futebol. A maior torcida do mundo na maior cidade do Brasil”.

 

O brasileiro mais famoso dos anos 1940, sem dúvida foi Leônidas da Silva. O carioca Leônidas da Silva, nascido no dia 6 de setembro de 1913, filho de um marinheiro português e de uma cozinheira, Leônidas da Silva teve uma infância simples. Estudante do colégio Epitácio Pessoa, frequentemente escapava das aulas para jogar futebol.

Em 1922, com a morte do pai, Leônidas foi adotado pelos patrões de sua mãe. Seu pai adotivo montou um bar perto do campo do São Cristóvão, onde o menino Leônidas passou a jogar nas categorias de base. Depois jogou em vários clubes do subúrbio carioca, até ser contratado, aos 17 anos, pelo Sírio Libanês.

Passou para o Bonsucesso F.C. e, em 1931, jogou pela seleção carioca, tornando-se famoso. Mudou-se para o bairro de Vila Isabel, onde ficou amigo do compositor Noel Rosa. No ano seguinte, Leônidas jogou pela seleção brasileira no Uruguai, ocasião em que recebeu o apelido de “Diamante Negro” e executou a bicicleta, jogada que o imortalizou.

Jogou um ano no Peñarol, time uruguaio, em 1933. Retornando ao Brasil, passou a jogar no Vasco da Gama. Leônidas integrou a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1934, mas o time foi desclassificado na primeira partida.

Leônidas da Silva, já contratado pelo Botafogo, tornou-se um ídolo em 1936. Foi considerado o melhor jogador da Copa do Mundo de 1938, na França. Retornou ao Brasil consagrado, com desfile em carro aberto. Na esteira de sua popularidade, a empresa Lacta passou a fabricar o chocolate “Diamante Negro”.


Com isso, foi o brasileiro mais popular nos anos 30/40, o Rei do Futebol antes de Pelé. Foi um artilheiro e jogador extraordinários. Consagrado como Diamante Negro no Brasil, o que deu nome a uma marca de chocolate até hoje existente, Leônidas da Silva honrou a camisa da Seleção Brasileira – disputou 37 jogos e marcou 37 gols. É o artilheiro com a melhor média de gols da história da Seleção: um gol por partida.

Em 1939, já jogando pelo Flamengo, Leônidas da Silva conquistou para o time o Campeonato Carioca. Considerado o maior craque brasileiro, em 1941 Leônidas passou dez meses preso no quartel do Realengo, com a descoberta de uma falsificação em seu certificado de alistamento militar.
Durante a década de 1940, Leônidas foi o maior ídolo do São Paulo Futebol Clube, conquistando cinco títulos para o time.

Leônidas da Silva anunciou sua aposentadoria como jogador em 1949, selando uma histórica desavença com o técnico da seleção brasileira, Flavio Costa, que o cortou da seleção brasileira. Tornou-se auxiliar do técnico Vicente Feola, do São Paulo, mas desistiu da carreira.

Em 1953, Leônidas jogou sua última partida oficial, no Campeonato Sul-americano de Veteranos. Passou a atuar como comentarista esportivo para várias rádios e, em 1974, cobriu sua última Copa do Mundo.

Leônidas da Silva teve os primeiros sintomas do mal de Alzheimer nesse mesmo ano, e a doença comprometeu sua saúde progressivamente. Internado numa clínica de saúde em São Paulo, Leônidas da Silva morreu em 24 de janeiro de 2004, aos 90 anos, foi campeão carioca pelo Flamengo em 1939 e cinco vezes pelo São Paulo (43/45/46/48/49). Um dado comum aos dois clubes: marcou 142 gols com a camisa rubro-negra e 142 gols com a camisa tricolor.

LEÔNIDAS DA SILVA

Nascimento: 6 de setembro de 1913, no Rio de Janeiro (RJ).

Posição: Atacante.

Pela Seleção Brasileira: 37 jogos, 20 vitórias, 8 empates, 9 derrotas, 37 gols.

Contra Seleções Nacionais: 18 jogos, 7 vitórias, 4 empates, 7 derrotas, 20 gols.

Contra Seleções Estaduais, Clubes e Combinados: 19 jogos, 13 vitórias, 4

empates, 2 derrotas, 17 gols

Jogos Oficiais da FIFA: 6 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 1 derrota, 6 gols.

Títulos: Copa Rio Branco (1932); Copa Roca (1945).

Outros clubes: São Cristóvão F. R. (RJ) (1929); Sírio e Libanês F. C. (RJ) (1929 a 1930); Bonsucesso F. C. (RJ) (1931 a 1932); C. A. Peñarol (URU) (1933); C. R. Vasco da Gama (RJ) (1934); S. C. Brasil (RJ) (1935); Botafogo F. R. (RJ) (1935 a 1936); C. R. Flamengo (RJ) (1936 a 1941); São Paulo F. C. (SP) (1942 a 1951).

Outros Títulos: Campeonato Brasileiro de Seleções (1938, 1940-RJ, 1942-SP);

Campeonato Carioca (1934, 1935, 1939); Campeonato Paulista (1943, 1945,

1946, 1948, 1949).

Artilheiro da Copa do Mundo de 1938 – 7 gols


 FONTES: CBF / Jornal dos Sports

FOTOS: Jornal dos Sports / Revista Sport Ilustrado/ CBF 

 

Ademir da Guia, o ‘Divino’ foi um dos jogadores de meio-campo mais técnicos que o futebol brasileiro conheceu. Talentoso, ditava com seu toque de bola cadenciado o ritmo das partidas, mas conseguia aparecer na área com rapidez para a conclusões certeiras com que marcou muitos belos gols dos 153 que fez pelo Palmeiras.

Filho do grande zagueiro Domingos da Guia, carioca, Ademir da Guia começou a jogar futebol no Ceres, na época clube amador de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Destacou-se no Bangu, de 1960 a 1961, e foi negociado para o Palmeiras, onde se tornou ídolo e um dos maiores  jogadores do clube, titular absoluto durante mais de 16 anos (1961 a 1977).

Ademir da Guia é o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Palmeiras – foram 901 partidas e 153 gols.

Na Seleção Brasileira, foi convocado apenas 14 vezes. Participou de 11 partidas, uma delas contra a Polônia, na decisão de terceiro e quarto colocados da Copa do Mundo de 1974, na Alemanha.

Ademir da Guia

Nascimento: 04.03.1942 – Rio de Janeiro (RJ)

Pela Seleção Brasileira: 11 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 2 derrotas.

 Títulos conquistados pelo Palmeiras:

 Campeonato Brasileiro: 1972, 1973. 1967, 1967, 1969

 Campeonato Paulista: 1963, 1966, 1972, 1974, 1976

 Torneio Rio-São Paulo: 1965

 Torneio IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro: 1965

 Troféu Ramon de Caranza: 1969, 1974, 1975

 Torneio Laudo Natel: 1972

 Torneio Mar del Plata: 1972


FONTE & FOTOS: CBF

 

 

Jair Ventura Filho, o Jairzinho, foi um dos sobreviventes do fracasso do Brasil na Copa do Mundo da Inglaterra, em 1966. Daquela Seleção que voltou para casa mais cedo, eliminada na primeira fase, o então ponta-direita do Botafogo, o meio-campo Gérson e o zagueiro Brito – e Pelé – conseguiram chegar ao México para brilhar na conquista do tricampeonato mundial em 1970.

No México, Jairzinho se consagrou como o Furacão da Copa ao estabelecer a marca de ter feito gols em todos os seis jogos de um Mundial. Gols e atuações que lhe deram fama e reforçaram o prestígio de craque no mundo. A ponto de ser considerado um dos melhores jogadores da campanha de 1970.

- As pessoas não entenderam, na época, mas foi baseado em matérias que saíam na Europa, que eu disse que a Copa de 1958 fora a do Pelé, a de 1962, a do Garrincha, e a de 1970, a do Jairzinho. Acharam que eu estava sendo pretensioso, arrogante. Mas não importa, eu sei o quanto fui importante para o tri, não só marcando gols em todos os jogos, mas gols que decidiram – explica Jairzinho.

Aos 65 anos, Jairzinho conserva registrado com exatidão os sete gols que marcou na Copa do Mundo de 1970. É capaz de descrevê-los com precisão, como se fosse um locutor narrando os lances. Jairzinho considera esses gols como sendo uma “ducha fria” nos adversários. Na estréia, contra a Tchecoslováquia, fez logo dois.

- O Brasil tinha virado para 2 a 1, mas o jogo estava duro, disputado. Fiz o terceiro, em que dei um lençol no goleiro, e o quarto, que selaram a vitória. O quarto foi em uma jogada que saí driblando um pouco depois do meio-campo, foi um belo gol – conta.

O segundo jogo foi contra a Inglaterra, para muitos uma verdadeira decisão antecipada da Copa do México – os ingleses eram os campeões mundiais. O 0 a 0 teimava no placar do Estádio Jalisco, em Guadalajara, até que aos 15 minutos do segundo tempo Jairzinho fez o gol da vitória que simbolizou um do seus dois momentos inesquecíveis naquela Copa.

- Foi um grande jogo. Eu tinha feito um cruzamento, depois de um passe perfeito do Carlos Alberto, que resultou na defesa mais bonita que um goleiro fez até hoje em Copa do Mundo, a do Banks na cabeçada do Pelé. Até que o Tostão fez aquela linda jogada, deu para o Pelé e ele rolou a bola pra mim. Chutei forte e no momento certo.

Jairzinho faz questão, aí, de ressaltar o aspecto coletivo que caracterizava a Seleção Brasileira de 1970, considerada por Zagallo a melhor de todos os tempos.

 

 Claro que o mérito não foi só meu. Se o Tostão não tivesse driblado os zagueiros ingleses (pôs a bola entre as pernas de Bobby Moore), se o Pelé não tivesse dado o passe perfeito e eu não estivesse bem posicionado, o jogo iria terminar mesmo 0 a 0.

Na vitória de 3 a 2 sobre a Romênia, Jairzinho fez o segundo gol do Brasil. No jogo seguinte, nos 4 a 2 sobre o Peru, ele marcou o quarto gol, aos 30 minutos do segundo tempo.

- O Peru tinha diminuído para 3 a 2, quando recebi o passe do Rivelino, driblei o goleiro e praticamente rolei a bola para dentro do gol. Liquidamos o jogo – recorda.

A partida semifinal contra o Uruguai se desenhava dramática. Os uruguaios fizeram 1 a 0 e Clodoaldo empatou no final do primeiro tempo. No segundo tempo, com o jogo indefinido, Jairzinho fez o segundo, o que abriu o caminho para a vitória, que seria de 3 a 1. Foi uma jogada espetacular, com troca de passes entre Pelé e Tostão.

- Foi um gol de 80 metros. Saí com a bola do campo do Brasil, e depois da combinação entre o Pelé e o Tostão, arranquei até a área do Uruguai, driblei dois e chutei cruzado.

O outro momento inesquecível em 1970 para Jairzinho aconteceu na decisão da Copa, nos 4 a 1 sobre a Itália que deram ao Brasil o tricampeonato mundial.

- O jogo estava 2 a 1, depois do bonito gol do Gérson, e acabei fazendo o terceiro, outra ducha fria, agora nos italianos, que ainda tentavam reagir.

A história de vencedor que Jairzinho construiu em 1970 – ele garante – começou no aprendizado com tudo de errado que acontecera quatro anos antes. O atacante, que já fora campeão pan-americano em 1963 e vinha sendo convocado desde 1964 para a Seleção principal, teve aos 22 anos, na Copa de 1966, na Inglaterra, a oportunidade de jogar ao lado de dois ídolos, Garrincha e Pelé.

Participei dos três jogos da Copa de 66. Os dois primeiros, contra Bulgária e Hungria, de ponta-esquerda, e o último, contra Portugal, na ponta-direita, substituindo o Garrincha. Apesar da decepção com a eliminação do Brasil, ali aprendi muita coisa – conta.

Jogador com um preparo físico invejável, que lhe dava a capacidade de arranque pouco vista em um atacante, Jairzinho, que brilhou no Botafogo, onde começou no juvenil, no futebol francês e no Cruzeiro, não teve o seu talento devidamente reconhecido – era um artilheiro que marcava gols de todos os jeitos, mas não apenas um “trombador”, como muitos equivocadamente julgam. Possuía, na verdade, técnica de craque.

- Talvez porque tenha sido eleito um dos melhores preparos físicos da Copa de 70, as pessoas pensam que eu só tinha força. Mas quem me viu jogar sabe do que não era bem assim – pondera.

FONTE: CBF

FOTOS: CBF / Jornal dos Sports

 

 

Um legítimo ‘Bad Boy’! Nos anos 90, era comum a imprensa chamar os jogadores polêmicos por Bad Boy (rapaz mau) como foram os casos de Romário, Edmundo, entre outros.

Mas quem conheceu Almir Moraes de Albuquerque, o Almir Pernambuquinho, garante: os jogadores citados acima eram fichinha. Natural de Recife (PE) nasceu em 28 de outubro de 1937, Almir iniciou a carreira no Sport.

As atuações destacadas fez com que o Vasco da Gama o contratasse; da mesma forma que anteriormente, o clube trouxera Ademir Menezes e Vavá, outros pernambucanos ídolos em São Januário.

No final dos anos 50, já exibia um futebol de craque que o levou brilhar em um ataque que tinha Sabará, Rubens, Vavá, Almir e Pinga na conquista do Torneio Rio São Paulo de 1958. Na decisão do campeonato, disputada no dia 6 de abril, o time carioca goleou a Portuguesa por 5 a 1 no Pacaembu.

Contudo, na mesma proporção em Almir Pernambuquinho infernizava os seus marcadores, também tinha gênio incontrolável dentro de campo. Fora das quatro linhas o temperamento explosivo encurtou a sua vida.  

Destaque também do Vasco supersupercampeão carioca de 1958 - eram famosos os seus duelos com o zagueiro Pavão, do Flamengo -, Almir foi negociado em 1960 para o Corinthians, em uma das transferências mais vultosas feitas entre clubes brasileiros. À época, era considerado pela imprensa o “Pelé branco“.

Almir no Boca Juniors

Do Corinthians, em que teve rápida passagem, partiu para a sua trajetória por diversos clubes, iniciada no Boca Juniors (1961/62)… 

Almir no Genoa

Genoa, da Itália (1962)…

Santos (1963 e 1964), onde conquistou o título de campeão da Libertadores e do Mundial de clubes…

 

Flamengo nos anos de 1965 , 1966 e 1967)….

Até se despedir pelo América do Rio, em 1967.

Pela Seleção Brasileira, foi convocado para o início da preparação para a Copa do Mundo de 1958 e participou do Campeonato Sul-Americano de 1959, em Buenos Aires. Disputou oito jogos, marcou um gol, e participou também da conquista da Copa Roca e da Taça do Atlântico em 1960.

Almir e o seu temperamento explosivo

Então, aos 36 anos, Almir foi assassinado no dia 6 de fevereiro de 1973, por um grupo de portugueses, no bar “Rio-Jerez”, em frente à Galeria Alaska, no Bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Conhecido por ser “catimbeiro, valente e brigão”, Allmir envolveu-se numa discussão e acabou morto a tiro ao intervir em uma situação onde seus assassinos, que eram flamenguistas, estavam mexendo com travestis.

 

Fontes: CBF / Jornal dos Sports / Jornal do Brasil /

Fotos: Jornal dos Sports / Manchete / Jornal do Brasil / CBF 

 

 

 Parece que foi ontem, mas neste sábado (30 de junho), faz 10 anos que a Seleção Brasileira conquistou o Penta na Copa do Mundo de 2002, no Japão/ Coréia do Sul. Gostem ou não, a campanha de sete jogos e sete vitórias (18 gols e quatro sofridos) é a melhor de todas as Copas.

 O escrete Canarinho do técnico Luiz Felipe Scolari chegou à Copa desacreditada. má participação nas Eliminatórias e as mudanças de técnicos desde 1999 tiraram do time canarinho o rótulo de favorito no mundial realizado em solo asiático.

 Grande motivador, Luiz Felipe Scolari conseguiu fazer um grupo coeso. A equipe brasileira ganhou o apelido de “Família Scolari”.

O corte do atacante Romário deixou parte da imprensa e dos torcedores com de ‘nariz torcido’ com o treinador. Ronaldo Fenômeno era visto como um contrapeso, a defesa era muito questionada, o meio de campo não agradava.

 Contudo, a atmosfera da Copa transformou o grupo e o Brasil foi crescendo jogo a jogo. Na primeira fase: vencendo a Turquia por 2 a 1 (3 de junho); 4 a 0 na China (8 de junho); e Costa Rica (13 de junho).

Nas Oitavas de Final, que para Luiz Felipe Scolari foi o jogo mais difícil (17 de junho); nas Quartas de final 2 a 1 na Inglaterra (21 de junho); nas Semifinais 1 a 0 Turquia (26 de junho), garantindo vaga na decisão inédita contra a poderosa Alemanha.   

Então, chegou o dia e a Seleção Brasileira fez uma atuação impecável. Com dois gols do “contrapeso” Ronaldo Fenômeno e se tornou artilheiro da competição com oito gols, o Brasil conquistou o seu quinto título mundial.

E, o placar ficou barato para os alemães, pois o Brasil inúmeras chances e não seria exagero nenhum se o resultado tivesse sido de goleada.  No primeiro tempo, Ronaldo perdeu dois gols cara a cara com o goleiro Kahn e Kleberson num chute que carimbou o travessão.  

 No final (quem diria…), o contestado lateral-direito e capitão Cafu  foi o responsável por erguer a taça de campeão mundial para milhares de espectadores em todo mundo. Reprovado em 11 peneiras, o jogador foi o exemplo de quem a persistência é o caminho para quem sonha em realizar seus sonhos.


BRASIL         2          X         0          ALEMANHA

 Competição: Final da Copa do Mundo

 Data: 30 de junho de 2002

 Local: Yokohama International Stadium

 Púlbico: 69.029

 Árbitro: Pierluigi Colina (Itália)

 BRASIL: Marcos; Lúcio, Edmilson e Roque Júnior; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo e Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Juninho Paulista) e Ronaldo (Denílson). Técnico: Luiz Felipe Scolari

 ALEMANHA: Kahn; Link, Ramelow, Metzelder, Frings, Hamann, Jeremies (Asamoah), Schneider, Bode (Ziege), Neuvile e Klose (Bierhoff). Técnico: Rudi Voller. 

Gols: Ronaldo aos 22 e 33 minutos do segundo tempo

ELENCO DO BRASIL

 Goleiros – Marcos (Palmeiras), Dida (Milan) e Rogério Ceni (São Paulo)

 Laterais – Cafu (Roma), Belletti (São Paulo), Roberto Carlos (Real Madrid) e Júnior (Parma)

 Zagueiros – Lúcio (Bayer Leverkusen), Roque Júnior (Parma), Edmilson (Lyon) e Anderson Polga (Grêmio)

 Meios-campistas – Gilberto Silva (Atlético Mineiro), Kléberson (Atlético Paranaense), Vampeta (Corinthians), Ricardinho (Corinthians), Juninho Paulista (Flamengo), Rivaldo (Barcelona) e Kaká (São Paulo)

Atacantes – Ronaldinho Gaúcho (PSG), Ronaldo (Internazionale), Edílson (Cruzeiro) e Luizão (Grêmio)

 

Fotos: CBF / JS/ Lance!

 Link do Vídeo da final:http://www.youtube.com/watch?v=ZRl49g1e0lg

 

Brasil é Bicampeão mundial. Há exatos 50 anos, no dia 17 de junho de 1962, a Seleção Brasileira voltou a encantar o mundo e venceu, de virada, a Tchecoslováquia por 3 a 1, no Estádio Nacional, em Santiago, no Chile, de forma incontestável, levando mais uma vez a taça, em ambas de forma invicta.

Após superar as poderosas Alemanha e Iugoslávia nas quartas e semifinais, a Tchecoslováquia chegava à decisão contra o Brasil disposta a consumar sua surpreendente campanha em terras sul-americanas.

Tal façanha ficou próxima quando os vermelhos abriram o placar, aos 15 minutos, com Masopust. Pela segunda vez seguida, a seleção saiu atrás no placar em uma final de Copa do Mundo – mas, também pela segunda vez, conseguiu a virada, desta feita sem uma atuação brilhante de Garrincha, liberado para atuar na decisão.

Dois minutos depois, Amarildo, em uma arrancada pela esquerda, finalizou quase sem ângulo e logo empatou. O jogo, parelho, permaneceu indefinido até os 24 minutos da etapa final, quando o substituto de Pelé, novamente, voltou a desequilibrar: em jogada pela ponta esquerda, Amarildo cortou o marcador e cruzou na medida para Zito cumprimentar de cabeça.

A margem mínima no placar, sempre perigosa, duraria apenas nove minutos, cortesia de uma falha do arqueiro Schroiff, até então bastião quase inexpugnável da meta tchecoslovaca.

Djalma Santos enviou um despretensioso balão para a área, mas o goleiro, hesitante, perdeu o tempo do lance: suas mãos apenas resvalaram na pelota, que sobrou limpa para Vavá empurrar para as redes.

O atacante do Palmeiras tornou-se o primeiro homem a marcar em duas finais de Copa do Mundo e selou o bicampeonato mundial de futebol para o Brasil. Era só esperar o árbitro soviético apitar o final da peleja para que o povo brasileiro pudesse soltar o grito na garganta e gritar: “Brasil! Bicampeão mundial”!

  

BRASIL         3          X         1          TCHECOSLOVÁQUIA

 Local: Estádio Nacional (Santiago)

Público: 69.000

Árbitro: Nicolai Latyshev (U.R.S.S.)

Auxiliares: Leo Horn (Holanda) e Bob Davidson (Escócia)

 BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagallo. Técnico: Aymoré Moreira

TCHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Tichy, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Pospichal, Kadraba, Kvasnak, Jelinek. Técnico: Rudolf Vytlacil

Gols: Masopust aos 15 minutos; Amarildo aos 17 minutos do 1º tempo; Zito aos 24 minutos; Vavá aos 33 minutos do 2º tempo

 

Vídeo da grande final do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=16QeiUMvfk4

Fotos: CBF / Jornal dos Sports

 

 

Como parte das comemorações do aniversário de 62 anos do Maracanã, será inaugurado nesta sexta-feira (15 de junho de 2012), às 16h, o show room com peças que serão expostas no novo estádio.

Uma área com o gramado que será o piso da final da Copa do Mundo de 2014 contará com fotos da evolução da obra, além de amostras do piso, da arquibancada e dos refletores.

Os visitantes terão a oportunidade de ver peças a 14 metros de distância, a exata diferença que vai separar a arquibancada do campo de jogo no novo estádio.

 A nova maquete, de como o estádio ficará a partir do dia 28 de fevereiro de 2013, também estará exposta no show room. O vice-governador, Luiz Fernando Pezão, e os secretários estaduais de Esporte e Lazer, Marcia Lins, e de Obras, Hudson Braga, e o presidente da Empresa de Obras Públicas (Emop), Ícaro Moreno, participarão da inauguração.

 Logo em seguida, será realizada uma homenagem ao capitão do tricampeonato mundial em 70, Carlos Alberto Torres. O único capitão campeão mundial que nasceu no Rio de Janeiro, na Vila da Penha, ganhará uma exposição de fotos na Torre de Vidro.

Além disso, o Capita também doará uma camisa autografada igual a que ele usou na decisão da Copa do México, em que fez o quarto gol do Brasil sobre a Itália. O filho dele, o zagueiro Alexandre Torres, irá tirar os moldes dos pés para integrar, ao lado do pai, a Calçada da Fama do Museu do Maracanã.

 Já ao anoitecer, uma nova homenagem do Governo do Estado ao sexagenário estádio: uma iluminação especial sobre a Torre de Vidro idealizada pelo light designer Peter Gasper. A decoração especial funcionará até a noite de domingo.

 Local: Torre de Vidro

Data: sexta-feira (15/6)

16h – Abertura do showroom na entrada da Torre de Vidro

17h – Homenagem a Carlos Alberto Torres, o único carioca capitão de uma Seleção Campeã, na Torre de Vidro

17h30 – Alexandre Torres colocará o molde dos pés para a Calçada da Fama, na Torre de Vidro

18h – Serão acesas as luzes da iluminação especial da Torre de Vidro

 

Fonte e Foto: Diretoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro

 

Há 50 anos, no dia 13 de junho de 1962, a Seleção Brasileira, sem Pelé, contou novamente com as diabruras de Mané Garrincha e o oportunismo do centroavante Vavá. Foi o suficiente para a Seleção Brasileira calar o Estádio Nacional, golear o Chile por 4 a 2, e avançar para a grande final contra a Tchecoslováquia, para conquistar o Bicampeonato mundial.

Vínhamos do grande triunfo de 1958 na Suécia e o Brasil manteve a base campeã. O grande problema foi que o Rei Pelé sofreu uma grave distensão no músculo adutor da virilha, logo no segundo jogo, no empate sem gols contra a Tchecoslováquia, findando assim sua participação no Mundial do Chile. Sem poder se recuperar a tempo, Amarildo entrou em seu lugar contra a Espanha e jogou muito bem, fazendo os dois gols da vitória canarinho. Com Pelé fora de combate, Mané Garrincha chamou a responsabilidade para si e fez uma das suas melhores atuações na carreira contra a Inglaterra. Brasil 3 a 1.

O Chile era nosso próximo adversário e estava todo cheio de si. Sua violenta seleção jogava a Copa em seu país, ganhara da Suíça por 3 a 1, da Itália por 2 a 0 e da União Soviética por 2 a 1, e achava que podia derrotar o Brasil também. Só que se deram mal, pois pegaram Garrincha num dia de glória. Ele e Vavá fizeram 2 gols cada um na vitória por 4 a 2 e Garrincha arrasou a defesa chilena como quis. Fez um golaço com a perna esquerda, um raro gol de cabeça, abandonou completamente a ponta e fez como se estivesse jogando uma pelada em sua terra natal, Pau Grande, em Magé.

Como curiosidade, os brasileiros temiam que os chilenos colocassem alguma química no almoço que pudesse lhes fazer mal antes do jogo, e apenas lancharam, como prevenção.

Com a eliminação chilena e os números do placar definidos, no final do jogo, cansado de tanto apanhar, Garrincha dá um tostão de leve no glúteo do seu marcador, Eladio Rojas, mais de molecagem do que de revide. Rojas caiu e fez o maior teatro possível, e o bandeirinha dedurou Garrincha ao juiz peruano Arturo Yamasaki, que expulsou de campo o nosso camisa 7, escolhido depois como o melhor jogador desse Mundial.

Ao sair, Garrincha ainda levou uma pedrada na cabeça, lançada da arquibancada. Mas vocês pensam que Garrincha foi suspenso e não jogou a final contra a Tchecoslováquia? Que nada! Graças a uma manobra política, sumiço da súmula do jogo e outras malandragens, Garrincha foi absolvido e mesmo com febre jogou a final. 

 

BRASIL      4      X         2          CHILE

Local: Estádio Nacional (Santiago)

Competição: Semifinal da Copa do Mundo de 1962

Data: 13 de junho

Árbitro: Arturo Yamazaki (Peru)

Expulsões: Landa (Chile) e Garrincha (Brasil)

BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

CHILE: Escutti; Eyzaguirre, Contreras, Raul Sánchez, Rojas; Rodrigues, Tobar; Ramírez, Toro, Landa, Leonel Sánchez. Técnico: Fernando Riera

 Gols: Garrincha aos 9 e 32 minutos; Toro 41 minutos do 1º tempo; Vavá aos 3 e 32 minutos; Leonel Sánchez (pênalti) 16 minutos do 2º tempo

 

 Fotos e Fonte: CBF

 

Seguramente, foi nos 3 x 1 sobre os ingleses que Garrincha (foto) se excedeu naquela Copa de 62. Mas não for fácil para o Brasil chegar até aquele dia. Logo na estreia, em 30 de maio, no Estádio Sausalito, em Viña del Mar, começou a perder Pelé, com uma distensão muscular, dor na virilha, que atingiu o clímax quando o camisa 10 chutou a gol, aos 25 minutos do 0 x 0 com a então Tcheco-Eslováquia, em 2 de junho. Perdia-se o “Rei”. Que mau!

Mas estava escrito que aquela seria a Copa do Mané. Pra começo de conversa, o “Torto” já começara a aparecer no lance do primeiro gol contra os mexicanos. Livrara-se de Najera e lançara Pelé, que dera um toque na bola, à meia-altura, para Zagallo abrir o caminho do bi – Pelé fez o outro gol.

Antes daquele jogo, um incidente: Aymoré Moreira tentara devolver a zaga central à Bellini, tendo em vista que Mauro andara vacilão na estréia. Mauro, no entanto, reagiu, ameaçando ir embora, caso fosse barrado. E o time terminou sendo repetido no segundo jogo.
Copa vai, Copa vem, de repente, a seleção canarinha estava diante do terceiro grande problema, depois da contusão de Pelé e do “Caso Mauro”: a inferioridade no placar, em 6 de junho, ante os espanhóis. Se o árbitro não tivesse deixado de marcar um pênalti, cometido por Nilton Santos, dificilmente, Garrincha chegaria ao seu brilho máximo diante da Inglaterra, em 10 de junho. Ainda bem que Amarildo virou o placar e a Espanha foi passada pra trás: 2 x 1.

Vale ressaltar que, no gol da virada, foi o Mané quem cruzou, da linha de fundo, para o “Possesso” cabecear para a rede.
Com a vaga garantida nas quartas-de-final, viera a grande tarde de domingo, em Sausalito, de onde os brasileiros não saíram, por terem sido os primeiros do se grupo, enquanto os britânicos foram os segundos no deles. Rolou a bola. Como a seleção de Aymoré Moreira mostrava-se muito enrolada, a partir dos 31 minutos do primeiro tempo, Garrincha resolveu acontecer.

Chamou as responsabilidades para si. E abriu o plalcar, de forma inacreditável. Durante uma cobrança de escanteio, saltou junto com o grandalhão Norman, que era 12 centímetros mais alto, e conseguiu cabecear a bola para a rede. Os ingleses empataram, aos 36 minutos, por intermédio de Hitchens, mas, por aquilo, pagaram caro.
Após um primeiro tempo empatado, por 1 x 1, aos oito minutos da etapa final, Didi preparava-se para cobrar uma falta, pela direita, pertinho da grande área. Sem que ele pudesse imaginar, surgiu um moleque Garrincha à sua frente. E mandou o pé na pelota. O goleiro inglês Springett rebateu a bola para a frente, na cabeça de Vavá, que não o perdoou: 2 x 1. Aos 14, Garrincha viu o camisa um inglês adiantado e chutou, quase da intermediária, por cobertura: 3 x 1. Golão!

Cabeçada, chute por cobertura, cobrança de falta, normalmente, Garrincha não fazia nada daquilo, no Botafogo. De normal mesmo só ele dizer que não tinha medo do tal de “Fralda”, referindo-se a Flowers, o lateral que iria marcá-lo e que prometia sumir com ele do jogo. Naquele dia, porém, o Mané, que esteve “indomável”.

Só não conseguiu dominar um cachorrinho preto (foto) que invadiu o gramado, antecipando-se às diabruras que ele iria aprontar. Depois de driblar o “Demônio da Copa”, o cãozinho só foi capturado quando o inglês Jimmy Greaves ajoelhou-se à sua frente e os dois ficaram olhos nos olhos, se namorando. Num bote rápido, o atacante fez o que Mané Garrincha não conseguira, único pecado do “Demônio das Pernas Tortas”.

 
 

 No meio da confusão, quando saía de campo, Mané levou uma pedrada, na cabeça, que teve de ser enfaixada. (foto).

Brasil 3 x 1 Inglaterra
Local: Estádio Sausalito, em Viña del Mar (CHI)
Público: 17.736 pagantes
Árbitro: Pierre Schwinte (FRA)
Gols: Garrincha, aos 32 e Hitchens, aos 39 min do 1º tempo; Vavá, aos 9, e Garrincha, aos 14 min do 2º tempo.
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos: Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo. Técnico: Aymoré Moreira.
INGLATERRA: Springett, Armfield, Wilson, Morre e Flowers; Norman, Douglas e Hitchens; Haynes, Greaves e Bobby Charlton. Técnico: Walter Winterbottom.

Fontes e Fotos: CBF /Fatos e Fotos

 

 

 O empate do dia 2 de junho de 1962 com a Tchecoslováquia teve uma grande preocupação para o povo brasileiro: Pelé, o grande astro de um time de craques, sofreu uma contusão muscular e ficou de fora do restante da competição. A partir daí ficou uma indagação: será  que o Brasil conseguiria chegar ao bi sem o Rei?  

 Ainda no primeiro tempo, ao dar um chute para o gol, o camisa 10 brasileiro sentiu a lesão. Daí em diante, como na época não eram permitidas substituições durante a partida, Pelé ficou em campo mesmo contundido.

 A lesão do camisa 10 abriu espaço para que outro craque brilhasse naquela Copa do Mundo: Garrincha. Com suas pernas tortas e dribles desconcertantes, o ponta-direita foi o destaque daquela Seleção, que voltou para o Brasil com o bicampeonato na bagagem.


 Amarildo herda o trono e vira o Herói-Rei contra a Espanha

  

 Quatro dias depois, há exatos 50 anos, no dia 6 de junho de 1962, a Seleção Brasileira enfrentou a Espanha, sem Pelé. O treinador Aymoré Moreira chegou a pensar em colocar Jair da Costa na ponta direita e deslocando Garrincha para meia.

Tudo porque o temperamental Amarildo era inexperiente em jogos internacionais. Mas, mesmo assim, o técnico decidiu que Amarildo deveria ser o substituto imediato de Pelé. Paulo Amaral e Nilton Santos conversaram muito com Amarildo para que ele não revidasse as provocações dos espanhóis.  

Nos primeiros minutos do jogo, Didi não conseguia comandar suas pernas. Ele queria se vingar dos maus momentos que teve no futebol espanhol. Essa preocupação não lhe fazia bem. Zózimo estava inseguro. Zito indeciso nas antecipações e Amarildo, sem tremer, sentia claramente o peso da responsabilidade. Os espanhóis souberam se aproveitar da situação e, aos 35 minutos do primeiro tempo, Adelardo fez 1×0.

 Logo depois Adelardo foi derrubado na área por Nilton Santos e o juiz preferiu marcar uma falta fora da área. Gilmar ainda faria uma defesa maravilhosa e, novamente o juiz chileno Sergio Bustamante, anulou um gol de Peiró aparentemente legítimo. Foi um alivio quando terminou o primeiro tempo. Todos eram unânimes em afirmam que poderia ter sido pior. Os espanhóis estavam certo que ganhariam o jogo.

 No vestiário dos brasileiros, Amarildo soluçava num banco de madeira. Paulo Amaral o levou para o banheiro e quase aos gritos, não parava de sacudi-lo, dizendo a ele que os espanhóis não eram mais homens de que os brasileiros e que poderíamos vencer no segundo tempo.

 Paulo Amaral passou a mão nos ombros de Amarildo, deu um cálice de conhaque e o mandou para o campo. Ele voltou para o segundo tempo transformado. Os outros jogadores também. E aos 27 minutos, Zito roubou a bola de Puskas e soltou rápido para Zagalo, que foi a linha de fundo e centrou.

 Amarildo entrou rápido entre os zagueiros espanhóis enfiando o bico da chuteira na bola e empatando o jogo. Uma pirâmide amarela ia crescendo em cima dele.

Agora Amarildo já não se importava com mais nada e Didi se esqueceu da vingança. Foi com a precisão de um mestre, que Didi lançou Garrincha num passe de trivela. Com os espanhóis a sua frente, Garrincha foi driblando um a um os zagueiros que apareciam e centro alto para a área.

 Amarildo subiu e jogou sua testa de encontro a bola: Brasil 2×1 aos 41 minutos do segundo tempo. Estávamos classificados. Foi uma vitória que jamais os brasileiros esquecerão.

 

BRASIL         2          X         1          ESPANHA

Competição: Copa do Mundo do Chile, em 1962

 Local: Estádio de Sausalito em Vinã Del Mar

 Árbitro: Sergio Bustamante (CHILE)

 Público: 18.715 pagantes

BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Mauro(Capitão), Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vává, Amarildo e Zagalo. Técnico: Aymoré Moreira

  ESPANHA: Araquistan, Rodri, Echeverria, Garcia e Pachim; Vergas, Collar (Capitão), Adelardo, Puskas, Peiró e Gento. Técnico: Helenio Herrera

  Gols: Adelardo aos 35 minutos do 1º tempo; Amarildo aos 27 e 41 minutos do 2º tempo

Fonte: CBF

 Fotos: Fatos e Fotos / CBF

 Link no Youtube sobre a história dessa partida: http://www.youtube.com/watch?v=4ezybCKehjU

 

 

Perto da estreia na Copa do Mundo de 1962, no Chile, a Seleção Brasileira fez seu último jogo-treino antes de começar a disputa contra o Everton, time da primeira divisão chilena, três dias antes de enfrentar o México. E o placar deixou claro que a equipe do técnico Aimoré Moreira estava pronta: 9 a 1 para o Brasil.

Os gols brasileiros foram marcados por Vavá (dois), Pelé (dois), Amarildo (dois), Zagalo (dois) e Jair. Curiosamente, a partida, que aconteceu no Estádio Sausalito, contou com boa presença da torcida. Melhor até do que na estreia do Brasil na Copa do Mundo. Foram 15 mil espectadores no jogo-treino contra pouco mais de 10 mil contra o México.

Depois dessa partida, no dia seguinte, o técnico Aimoré Moreira definiu o time titular para o primeiro duelo da Seleção no Mundial do Chile: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Pelé, Vavá e Zagalo.


 

Enfim, chegou o dia da estreia da Seleção Brasileira, no dia 30 de maio de 1962. Tinha tudo para ser uma estreia tranquila, mas Copa do Mundo nunca é fácil. Na bonita cidade de Viña del Mar, rodeada por belas praias, a Seleção precisou se desdobrar em campo para vencer o México por 2 a 0. Zagalo e Pelé foram os autores dos gols.

Por pouco o Brasil não começou atrás no placar. O time mexicano foi bem no primeiro tempo e chegou a ter pelo menos quatro chances claras de gol. No entanto, as oportunidades perdidas fariam falta na segunda etapa.

Mais organizada, a Seleção foi para o segundo tempo para matar a partida. E conseguiu. Primeiro com Zagalo, que completou de peixinho um cruzamento de Pelé. Em seguida foi a vez do camisa 10 mostrar porque seria considerado o maior jogador de todos os tempos. Ele driblou três adversários, entrou na área e fuzilou para o gol.

Um belo gol e uma assistência foi o que produziu Pelé naquela partida, mas também no Mundial inteiro. Na partida seguinte, contra a Tchecoslováquia, ele viria a sentir uma contusão e desfalcaria o Brasil pelo resto da competição. Mas isso é uma história para a próxima reportagem.

 

BRASIL         2          X         0          MÉXICO

 Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Público: 10.484

Arbitragem: Gottfried Dienst (Suíça), Carl Erich Steiner (Áustria) e Pierre Schwinte (França)

 BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

 MÉXICO: Carbajal; Del Muro, Cárdenas, Sepúlveda e Villegas; Najera e Jasso; Del Aguilla, Reyes, Hernández e Diaz. Técnico: Ignácio Trellez

Gols: Zagalo aos 11minutos; Pelé aos 27 minutos do 2º tempo


 No segundo jogo, há exatos 50 anos: no dia 2 de junho de 1962, numa partida bastante equilibrada, com destaque para as grandes atuações dos dois goleiros.

Esta partida, entretanto, viria a marcar a saída prematura do torneio do genial Pelé: lançado por Djalma Santos, Pelé amortece a pelota e dispara um potente chute de longa distância que vai chocar-se contra o poste direito do goleiro tcheco.

Imediatamente, Pelé sente uma grave distensão que o deixaria fora o resto da copa. A equipe brasileira parece sentir a grave contusão de seu grande jogador e a partida encerra-se em um melancólico empate sem gols. O Brasil novamente jogara com Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Didi e Zito; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo

 

Brasil         0          x         0          Tchecoslováquia


Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Árbitro: Pierre Schwinte (França)

BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo. Técnico: Aimoré Moreira

TCHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Lala, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Stibranyi, Kvasnak, Adamec, Jelinek.

 

Fontes: CBF / JS/ Arquivo Pessoal

Fotos: CBF

 

Em 19 edições da Copa do Mundo de futebol, os ingleses lideram com folga a lista de árbitros que dirigiram as finais, com quatro presenças:

1950 – Brasil 1 x 2 Uruguai – George Reader
1954 – Alemanha 3 x 2 Hungria – William H.E. Ling
1974 – Alemanha 2 x 1 Holanda – John Keith Taylor
2010 – Espanha 1 x 0 Holanda – Howard Webb

Em seguida aparecem italianos, franceses e brasileiros com duas atuações cada:
Brasil
1982 – Itália 3 x 1 Alemanha – Arnaldo Cézar Coelho
1986 – Argentina 3 x 2 Alemanha – Romualdo Arppi Filho
Itália
1978 – Argentina 3 x 1 Holanda – Sergio Gonella
2002 – Brasil 2 x 0 Alemanha – Pierluigi Collina
França
1938 – Itália 4 x 2 Hungria – Georges Capdeville
1958 – Brasil 5 x 2 Suécia – Maurice Guigue

Com uma atuação:
1930 – Uruguai 4 x 2 Argentina – Jean Langenus (Bélgica)
1934 – Itália 2 x 1 Tchecoslováquia – Ivan Eklind (Suécia)
1962 – Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia – Nikolai Latyshev (União Soviética)
1966 – Inglaterra 4 x 2 Alemanha – Gottfried Dienst (Suíça)
1970 – Brasil 4 x 1 Itália – Rudi Gloeckiner (Alemanha Oriental)
1990 – Alemanha 1 x 0 Argentina – Edgardo Codesal (México)
1994 – Brasil 0 x 0 Itália – Sandor Puhl (Hungria)
1998 – França 3 x 0 Brasil – Said Belgola (Marrocos)
2006 – Itália 1 x 1 França – Horacio Elizondo (Argentina)

Em sete finais, os árbitros brasileiros ficaram impossibilitados de concorrer à escalação, dado que o selecionado do Brasil decidiu o título, ganhando cinco e perdendo duas.

Fonte: Copa do Mundo Brasil – copadomundobr.com

 

Careca em ação no mundial de 1986

Reza a lenda que o “Se” não joga. E, de fato, é uma verdade. Mesmo assim, às vezes, confabulando com os meus botões me pergunto: “Será que o atacante Careca não tivesse se lesionado dias antes da estreia na Copa do Mundo de 1982, na Espanha… A Seleção Brasileira não teria se sagrado campeã?”

Bate-me uma resposta segura: “Sim, seriamos tetracampeões mundiais”.

 Há 30 anos, Careca, aos 21 anos, estava no auge. No seu lugar, o técnico Telê Santana escolheu Serginho Chulapa. Diante do estilo em que aquela seleção jogava, acho que o Roberto Dinamite seria a melhor opção, deixando Serginho para entrar na segunda etapa.

 Agora, mesmo sabendo que o brasileiro gosta de ver campeões, eu aprendi a guardar com carinho aquela Seleção, que se não ganhou o título, deixou um legado: o futebol brasileiro não pode nunca deixar de uma arte.

 CARECA: NÃO ERA ‘UM ATACANTE’… MAS SIM ‘O ATACANTE’!  

Nascido de berço futebolista, já que o pai foi ponta-esquerda da Ponte Preta, o atacante Careca foi um dos principais jogadores de sua geração. Vestiu a camisa da Seleção Brasileira 66 vezes e ainda disputou duas Copas do Mundo: 86 no México e 90 na Itália.

Quis o destino que ele começasse a carreira justamente no maior rival do time em que seu pai jogou. Em 78, Careca foi contratado pelo Guarani e de cara se sagrou campeão brasileiro daquele ano. Para melhorar, foi dele o gol do título. Nos seis anos que esteve no Bugre o centroavante marcou 80 gols.

Careca era dado como certo na Seleção que iria disputar a Copa do Mundo de 1982, na Espanha. No entanto, uma lesão às vésperas do Mundial o deixou fora da competição.

Quando se recuperou, Careca foi jogar no São Paulo. No tricolor paulista foi campeão estadual duas vezes e ainda conquistou outro brasileiro, o de 86.

Em pé (da esquerda para a direita): Taffarel, Jorginho, Mauro Galvão, Mozer, Ricardo Gomes e Branco; Agachados: Muller, Alemão, Careca, Dunga e Valdo.

Neste mesmo ano, Careca foi vice-artilheiro da Copa do Mundo, disputada no México. Foram cinco gols em cinco jogos. O título não veio, já que o Brasil foi eliminado pela França antes da final, mas o reconhecimento internacional, sim.

No ano seguinte, Careca se transferiu para o Napoli, onde formou dupla com Diego Maradona. Na Itália, ele conquistou dois títulos nacionais, uma Copa da Uefa e mais a Recopa italiana.

O centroavante ainda disputou mais uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, em 90, na Itália. Marcou mais dois gols nos quatro jogos que disputou.

Em pé (da esquerda para a direita): Taffarel, Mauro Galvão, Ricardo Gomes, Mozer, Jorginho, e Branco; Agachados: Muller, Alemão, Careca, Dunga e Valdo.

Aos 33 anos, Careca aceitou o desafio de jogar no Japão e também obteve sucesso no país. Depois de quatro anos no futebol japonês, o atacante voltou ao Brasil para defender o Santos. Depois de atuar em poucas partidas pelo time paulista, encerrou a carreira.

 FICHA-TÉCNICA: CARECA (1982-1993)

Nome: Antonio de Oliveira Filho

Natural: Araraquara (SP)

Nascimento: 05 de Outubro de 1960

Posição: Atacante

Pela Seleção Brasileira Principal: 65 jogos, 39 vitórias, 16 empates, 10 derrotas. Gols: 30

Duas Copas do Mundo: 1986 e 1990.

Jogos em Copa do Mundo: Nove jogos , Sete vitórias, um empate, uma derrota; marcando Sete gols.

 TODOS OS 65 JOGOS PELO BRASIL

1 – 21.03.1982 – 1 x 0 ALEM.  OCIDENTAL

2 – 05.05.1982 – 3 x 1 PORTUGAL

3 – 19.05.1982 – 1 x 1 SUÍÇA

4 – 27.05.1982 – 7 x 0 IRLANDA

5 – 28.04.1983 – 3 x 2 CHILE (1)

6 – 08.06.1983 – 4 x 0 PORTUGAL (2)

7 – 12.06.1983 – 1 x 1 PAÍS DE GALES

8 – 17.06.1983 – 2 x 1 SUÍÇA (1)

9 – 22.06.1983 – 3 x 3 SUÉCIA (1)

10 – 28.07.1983 – 0 x 0 CHILE

11 – 17.08.1983 – 1 x 0 EQUADOR

12 – 24.08.1983 – 0 x 1 ARGENTINA

13 – 13.10.1983 – 1 x 1 PARAGUAI

14 – 20.10.1983 – 0 x 0 PARAGUAI

15 – 04.11.1983 – 1 x 1 URUGUAI

16 – 28.04.1985 – 0 x 1 PERU

17 – 02.05.1985 – 2 x 0 URUGUAI (1)

18 – 05.05.1985 – 2 x 1 ARGENTINA (1)

19 – 15.05.1985 – 0 x 1 COLÔMBIA

20 – 02.06.1985 – 2 x 0 BOLÍVIA

21 – 08.06.1985 – 3 x 1 CHILE

22 – 30.06.1985 – 1 x 1 BOLÍVIA (1)

23 – 12.03.1986 – 0 x 2 ALEM. OCIDENTAL

24 – 01.04.1986 – 4 x 0 PERU (1)

25 – 08.04.1986 – 3 x 0 ALEM.  ORIENTAL (1)

26 – 17.04.1986 – 3 x 0 FINLÂNDIA

27 – 30.04.1986 – 4 x 2 IUGOSLÁVIA (1)

28 – 07.05.1986 – 1 x 1 CHILE

29 – 01.06.1986 – 1 x 0 ESPANHA

30 – 06.06.1986 – 1 x 0 ARGÉLIA (1)

31 – 12.06.1986 – 3 x 0 IRL. DO NORTE (2)

32 – 16.06.1986 – 4 x 0 POLÔNIA (1)

33 – 21.06.1986 – 1 x 1 FRANÇA (1)

34 – 21.06.1987 – 4 x 1 EQUADOR (1)

35 – 24.06.1987 – 1 x 0 PARAGUAI

36 – 28.06.1987 – 5 x 0 VENEZUELA (1)

37 – 03.07.1987 – 0 x 4 CHILE

38 – 27.03.1989 – 1 x 2 Sel. Resto do Mundo

39 – 22.06.1989 – 0 x 0 Milan (ITA)

40 – 23.07.1989 – 1 x 0 JAPÃO

41 – 30.07.1989 – 4 x 0 VENEZUELA

42 – 20.08.1989 – 6 x 0 VENEZUELA (4)

43 – 03.09.1989 – 2 x 0 CHILE (1)

44 – 14.10.1989 – 1 x 0 ITÁLIA

45 – 20.12.1989 – 1 x 0 HOLANDA (1)

46 – 28.03.1990 – 0 x 1 INGLATERRA

47 – 05.05.1990 – 2 x 1 BULGÁRIA

48 – 13.05.1990 – 3 x 3 ALEM.  ORIENTAL (1)

49 – 19.05.1990 – 1 x 0 Comb. Madrid

50 – 28.05.1990 – 0 x 1 Comb. Umbria

51 – 10.06.1990 – 2 x 1 SUÉCIA (2)

52 – 16.06.1990 – 1 x 0 COSTA RICA

53 – 20.06.1990 – 1 x 0 ESCÓCIA

54 – 24.06.1990 – 0 x 1 ARGENTINA

55 – 11.09.1991 – 0 x 1 PAÍS DE GALES

56 – 19.05.1992 – 1 x 0 Milan (ITA) (1)

57 – 26.08.1992 – 2 x 0 FRANÇA

58 – 16.12.1992 – 3 x 1 ALEMANHA

59 – 18.02.1993 – 1 x 1 ARGENTINA

60 – 06.06.1993 – 2 x 0 EUA (1)

61 – 10.06.1993 – 3 x 3 ALEMANHA (1)

62 – 14.06.1993 – 1 x 1 INGLATERRA

63 – 14.07.1993 – 2 x 0 PARAGUAI

64 – 18.07.1993 – 0 x 0 EQUADOR

65 – 01.08.1993 – 5 x 1 VENEZUELA


 Fotos e dados: Site da CBF

 

Um dos mais polêmicos jogadores e técnico, Emerson Leão é odiado e amado por diversas pessoas. Não seria exagero afirmar que um conhecedor de futebol não possua um sentimento prol ou contra o atual treinador do São Paulo.

Contudo, não se pode negar a história  de Emerson Leão , sendo um dos mais jovens goleiros a ser titular em clubes e a jogar na Seleção Brasileira Principal. Aos 18, ganhou a posição no Palmeiras, e prestes a completar 21 entrou em campo com a camisa 1 da Seleção. Foi dia 8 de março de 1970, no Maracanã, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo do México, em que o Brasil venceu a Argentina por 2 a 1.

Desse jogo até o dia 30 de abril de 1986 (vitória sobre a Iugoslávia por 4 a 2) foram 105 partidas pelo Brasil, com 64 vitórias, 30 empates e 11 derrotas, e quatro Copas do Mundo disputadas: 1970, 1974, 1978 e 1986. Ficou de fora, injustamente, da Copa do Mundo de 1982, quando atravessava excelente forma.

Em pé (esquerda para a direita): Toninho Guereiro, Leão,Edinho, Amaral, Oscar e Batista;Agachados: Bufalo Gil, Zico, Reinaldo, Rivellino e Toninho Cerezo.

Na Copa do Mundo de 70, dividiu a suplência de Félix com Ado, do Corinthians. Nas Copas de 74 e 78, brilhou em vários jogos, com excelentes defesas. Em 1986, ficou na reserva de Carlos, quando para muitos merecia ser titular.

Jogador marcante na Seleção Brasileira e pelos clubes que passou, Leão se destacou mesmo no Palmeiras, onde foi ídolo e jogou durante 10 anos, conquistando vários títulos, entre eles o bi do Campeonato Brasileiro em 1972/1973.

 

Da esquerda para a direita: Edu, Leivinha, Nelinho, Jairzinho, Marinho Chagas, Carpegiani, Rivellino, Marinho Peraz, Luís Pereira, Leão e Piazza.

 

Encerrada a carreira, passou a ser técnico, de campanhas também vitoriosas que o levaram à Seleção Brasileira. Mas foi mesmo como goleiro que Leão passou para a história como um dos maiores do Brasil de todos os tempos.

LEÃO

Nome: Emerson Leão

Nascimento: 11.07.1949, Ribeirão Preto(SP)

Posição: Goleiro

Seleção Brasileira Principal: 105 jogos, 64 vitórias, 30 empates, 11 derrota.

Gols sofridos: 69

Copa do Mundo: 1970, 1974, 1978, 1986.

Jogos em Copa do Mundo: 14 jogos, 7 vitórias, 5 empates, 2 derrotas.

Gols sofridos em Copa do Mundo:  07 (sete)

Títulos: Copa do Mundo (1970), Taça Independência (1972), Taça do Atlântico (1976), Taça Oswaldo Cruz (1976), Torneio Bicentenário dos EUA (1976).

Títulos: Copa do Mundo (1970); Taça Independência (1972); Torneio Bicentenário de Independência dos Estados Unidos (1976); Copa Rocca (1971, 1976); Taça do Atlântico (1976); Taça Oswaldo Cruz (1976).

Clubes: E. C. São José (SP) (1967); Comercial F. C. (Ribeirão Preto-SP) (1968); S. E. Palmeiras (SP) (1968 a 1978 e 1984 a 1986); C. R. Vasco da Gama (RJ) (1978 a 1980); Grêmio F. B. P. A. (RS) (1980 a 1982); S. C. Corinthians Paulista (SP) (1983); Sport Clube do Recife (PE) (1987).

Outros títulos: Campeonato Brasileiro (1972, 1974, 1981); Taça de Prata (1969); Campeonato Paulista (1972, 1974, 1976, 1983); Torneio Cidade de Sevilla (ESP) (1979); Torneio Cidade Elche (ESP) (1979); Torneio Ramón de Carranza (ESP) (1969, 1974, 1975); Torneio da Grécia (1970); Torneio Mar Del Plata (ARG) (1972); Torneio Laudo Natel (1972); Taça dos Invictos (1972, 1973, 1974).

Em pé (da esquerda para direita): Nelinho, Leão, Oscar, Amaral, Batista e Toninho Guerreiro;Agachados: Bufalo Gil, Zico, Roberto Dinamite, Dirceu e Toninho Cerezo.

JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA PRINCIPAL:

1 – 08.03.1970 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)

2 – 22.03.1970 – 5 x 0 CHILE

3 – 19.04.1970 – 3 x 1 Sel. Mineira (-1)

4 – 24.05.1970 – 3 x 0 Irapuato

5 – 10.06.1972 – 2 x 1 BRASIL OLÍMPICO (-1)

6 – 13.06.1972 – 2 x 0 Hamburgo (ALE)

7 – 17.06.1972 – 3 x 3 Sel. Gaúcha (-3)

8 – 28.06.1972 – 0 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA

9 – 02.07.1972 – 3 x 0 IUGOSLÁVIA

10 – 05.07.1972 – 1 x 0 ESCÓCIA

11 – 09.07.1972 – 1 x 0 PORTUGAL

12 – 27.05.1973 – 5 x 0 BOLÍVIA

13 – 09.06.1973 – 0 x 2 ITÁLIA (-2)

14 – 16.06.1973 – 1 x 0 ALEM. OCIDENTAL

15 – 25.06.1973 – 0 x 1 SUÉCIA (-1)

16 – 30.06.1973 – 1 x 0 ESCÓCIA (-1)

17 – 03.07.1973 – 4 x 3 Comb. Irlanda Unida (-3)

18 – 31.03.1974 – 1 x 1 MÉXICO (-1)

19 – 14.04.1974 – 1 x 0 BULGÁRIA

20 – 17.04.1974 – 2 x 0 ROMÊNIA

21 – 21.04.1974 – 4 x 0 HAITI

22 – 28.04.1974 – 0 x 0 GRÉCIA

23 – 01.05.1974 – 0 x 0 ÁUSTRIA

24 – 05.05.1974 – 2 x 1 IRLANDA (-1)

25 – 12.05.1974 – 2 x 0 PARAGUAI

26 – 03.06.1974 – 5 x 2 Seleção da Basiléia (-2)

27 – 13.06.1974 – 0 x 0 IUGOSLÁVIA

28 – 18.06.1974 – 0 x 0 ESCÓCIA

29 – 22.06.1974 – 3 x 0 ZAIRE

30 – 26.06.1974 – 1 x 0 ALEM. ORIENTAL

31 – 30.06.1974 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)

32 – 03.07.1974 – 0 x 2 HOLANDA (-2)

33 – 06.07.1974 – 0 x 1 POLÔNIA (-1)

34 – 23.05.1976 – 1 x 0 INGLATERRA

35 – 28.05.1976 – 2 x 0 Sel. Liga USA

36 – 31.05.1976 – 4 x 1 ITÁLIA (-1)

37 – 04.06.1976 – 3 x 0 MÉXICO

38 – 09.06.1976 – 3 x 1 PARAGUAI  (-1)

39 – 06.10.1976 – 0 x 2 Flamengo (RJ)

40 – 01.12.1976 – 2 x 0 UNIÃO SOVIÉTICA

41 – 23.01.1977 – 1 x 0 BULGÁRIA

42 – 25.01.1977 – 2 x 0 Sel. Paulista

43 – 30.01.1977 – 1 x 1 Comb. Fla-Flu (-1)

44 – 06.02.1977 – 2 x 0 Millonarios (COL)

45 – 20.02.1977 – 0 x 0 COLÔMBIA

46 – 03.03.1977 – 6 x 1 Comb. Vasco/Botafogo (-2)

47 – 09.03.1977 – 6 x 0 COLÔMBIA

48 – 13.03.1977 – 1 x 0 PARAGUAI (-1)

49 – 20.03.1977 – 1 x 1 PARAGUAI (-1)

50 – 05.06.1977 – 4 x 2 Sel. Carioca (-2)

51 – 08.06.1977 – 0 x 0 INGLATERRA

52 – 12.06.1977 – 1 x 1 ALEM. OCIDENTAL (-1)

53 – 16.06.1977 – 1 x 1 Sel. Paulista (-1)

54 – 19.06.1977 – 3 x 1 POLÔNIA (-1)

55 – 23.06.1977 – 2 x 0 ESCÓCIA

56 – 26.06.1977 – 0 x 0 IUGOSLÁVIA

57 – 30.06.1977 – 2 x 2 FRANÇA (-2)

58 – 10.07.1977 – 1 x 0 PERU

59 – 14.07.1977 – 8 x 0 BOLÍVIA

60 – 12.10.1977 – 3 x 0 Milan (ITA)

61 – 12.03.1978 – 7 x 0 Comb.Interior do RJ

62 – 19.03.1978 – 3 x 1 Sel. Goiana (-1)

63 – 22.03.1978 – 1 x 0 Comb.Paranaense

64 – 01.04.1978 – 0 x 1 FRANÇA (-1)

65 – 05.04.1978 – 1 x 0 ALEM. OCIDENTAL

66 – 10.04.1978 – 6 x 1 Al Ahli (SAU) (-1)

67 – 13.04.1978 – 2 x 0 Internazionale (ITA)

68 – 19.04.1978 – 1 x 1 INGLATERRA (-1)

69 – 21.04.1978 – 3 x 0 Atlético Madrid (ESP)

70 – 01.05.1978 – 3 x 0 PERU

71 – 13.05.1978 – 0 x 0 Sel. Pernambuco

72 – 17.05.1978 – 2 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA

73 – 25.05.1978 – 2 x 2 Sel. Gaúcha (-2)

74 – 03.06.1978 – 1 x 1 SUÉCIA (-1)

75 – 07.06.1978 – 0 x 0 ESPANHA

76 – 11.06.1978 – 1 x 0 ÁUSTRIA

77 – 14.06.1978 – 3 x 0 PERU

78 – 18.06.1978 – 0 x 0 ARGENTINA

79 – 21.06.1978 – 3 x 1 POLÔNIA (-1)

80 – 24.06.1978 – 2 x 1 ITÁLIA (-1)

81 – 17.05.1979 – 6 x 0 PARAGUAI

82 – 31.05.1979 – 5 x 1 URUGUAI (-1)

83 – 21.06.1979 – 5 x 0 Ajax (HOL)

84 – 26.07.1979 – 1 x 2 BOLÍVIA (-2)

85 – 02.08.1979 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)

86 – 16.08.1979 – 2 x 0 BOLÍVIA

87 – 23.08.1979 – 2 x 2 ARGENTINA (-2)

88 – 24.10.1979 – 1 x 2 PARAGUAI (-2)

89 – 31.10.1979 – 2 x 2 PARAGUAI (-2)

90 – 28.04.1983 – 3 x 2 CHILE (-2)

91 – 08.06.1983 – 4 x 0 PORTUGAL

92 – 12.06.1983 – 1 x 1 PAÍS DE GALES (-1)

93 – 17.06.1983 – 2 x 1 SUÍÇA (-1)

94 – 22.06.1983 – 3 x 3 SUÉCIA (-3)

95 – 28.07.1983 – 0 x 0 CHILE

96 – 17.08.1983 – 1 x 0 EQUADOR

97 – 24.08.1983 – 0 x 1 ARGENTINA (-1)

98 – 01.09.1983 – 5 x 0 EQUADOR

99 – 14.09.1983 – 0 x 0 ARGENTINA

100 – 13.10.1983 – 1 x 1 PARAGUAI (-1)

101 – 20.10.1983 – 0 x 0 PARAGUAI

102 – 27.10.1983 – 0 x 2 URUGUAI (-2)

103 – 04.11.1983 – 1 x 1 URUGUAI (-1)

104 – 16.03.1986 – 0 x 3 HUNGRIA (-3)

105 – 30.04.1986 – 4 x 2 IUGOSLÁVIA (-2)


Fonte e Fotos: Site da CBF

 

O jornal O Globo, em sua edição desta terça-feira, dia 20 de março, publica na seção “Há 50 anos” a convocação da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 1962 no Chile. O jornal apresenta a convocação de 41 jogadores, relacionados por posição, conforme reproduzido abaixo:

Arqueiros: Gilmar (Santos), Castilho (Fluminense), Valdir (Palmeiras), e Laércio (Santos).

Zagueiros direitos: Djalma Santos (Palmeiras), Jair Marinho (Fluminense), De Sordi (São Paulo) e Joel (Botafogo).

Centrais: Bellini (São Paulo), Mauro (Santos), Djalma (América) e Aírton (Grêmio Pôrto Alegrense).

Quartos zagueiros: Calvet (Santos), Barbosinha (Vasco), Zózimo (Bangu), Aldemar (Palmeiras) e Jurandir (São Paulo).

Zagueiros esquerdos: Nílton Santos (Botafogo), Altair (Fluminense), Rildo (Botafogo) e Ivan (América).

 Volantes: Zito (Santos), Zequinha (Palmeiras) e Carlinhos (Flamengo).

Apoiadores: Didi (Botafogo), Chinêzinho (Palmeiras) e Mengálvio (Santos).

Ponteiros direitos: Jair (Portuguesa de Desportos), Julinho (Palmeiras) e Garrincha (Botafogo).

Comandantes: Vavá (Palmeiras), Coutinho (Santos), Nei (Corinthians), Amarildo (Botafogo) e Quarentinha (Botafogo).

Pontas de lança: Pelé (Santos), Benê (São Paulo) e Prado (São Paulo).

Ponteiros esquerdos: Germano (Flamengo), Pepe (Santos) e Zagalo (Botafogo). ”

A delegação completa da Seleção Brasileira que embarcou para o Chile

Desses, depois de uma primeira etapa de treinos, foram desconvocados Prado, Carlinhos, Ivan, Aírton, Barbosinha e Chinesinho. O grupo restante ficou para a segunda etapa de preparação, que incluiu dois jogos contra o Paraguai, quando então foram desconvocados Aldemar, Bené, o goleiro Laércio e Nei.

Vinte e nove  jogadores prosseguiram para a terceira e última etapa de treinos, em que foram disputados dois amistosos contra Portugal. Djalma Dias, Joel, Calvet, Germano, Julinho, Rildo, Quarentinha e o goleiro Valdir Morais foram os últimos a serem cortados, na definição dos 22 que viajariam para o Chile.

Time em treinamento: Djalma Santos, Belini, Zito, Calvet, Castilho e Nilton Santos; Agachados: Garrincha, Didi, Coutinho, Pelé e Pepe

Veja a delegação do Brasil no VII Campoeonato Mundial de Futebol

Chefe - Paulo Machado de Carvalho

Secretário - Adolfo Marques

Tesoureiro - Ronald Vaz Moreira

Delegados aos Congressos da CSAF e FIFA - Luiz Murgel, Abílio de Almeida, Paulo Costa, Antônio do Passo

Superintendente e administrador - Mozart Giorgio

Supervisor - Carlos Nascimento

Médico - Hilton Gosling

Dentista - Mário Trigo

Observador - Ernesto Santos

Administrador - José de Almeida

Preparador físico - Paulo Amaral

Técnico - Aimoré Moreira

Massagista-enfermeiro - Mário Américo

Roupeiro-massagista - Francisco Assis

Sapateiro-cozinheiro - Artistides Pereira

Cafeteiro (do Instituto Brasileiro do Café, IBC) - Amaro Veloso dos Santos

Árbitro (da FIFA) - João Etzel Filho

Jornalista - Ricardo Serran

 

Na concentração: Pelé, Pepe (engraxando os sapatos) e Julinho

Jogadores da Seleção Brasileira

Altair Gomes de Figueiredo

Amarildo Tavares da Silveira

Antônio Wilson Honório (Coutinho)

Carlos José Castilho

Dejalma dos Santos (Djalma Santos)

Edson Arantes do Nascimento (Pelé)

Edvaldo Izídio Neto (Vavá)

Gilmar dos Santos Neves

Hideraldo Luís Belini

Jair da Costa

Jair Marinho de Oliveira

José Ely de Mirranda (Zito)

José Ferreira Franco (Zequinha)

José Macia (Pepe)

Jurandir de Freitas

Manoel Francisco dos Santos (Garrincha)

Mario Jorge Lobo Zagalo

Mauro Ramos de Oliveira

Mengálvio Figueiró

Nlton dos Santos

Waldir Pereira (Didi)

Zózimo Alves Calazães

 

Fotos: CBF


 

O Qatar superou as dificuldades e conseguiu a sua classificação para a fase final das Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil, ao empatar com o Irã, por 2 a 2, na rodada final da primeira fase. O selecionado, que é comandado pelo brasileiro Paulo Autuori, ficou com a segunda colocação no Grupo E, somando dez pontos, em seis partidas disputadas (duas vitórias e quatro empates).

técnico do Al Gharafa, Leonardo Vitorino

 “Hoje, depois de muito tempo, vejo a população do Qatar falar de sua própria seleção, que conseguiu uma classificação que para muitos era uma das tarefas mais difíceis, já que não podia perder para o Irã no seu compromisso derradeiro”, relata o técnico brasileiro Leonardo Vitorino, do Al Gharafa, um dos times mais tradicionais do Qatar.

 “O sonho do futebol do Qatar continua e, para todos nós que trabalhamos no País, é imensamente positivo esse objetivo estar dando continuidade, justamente nas mãos de um treinador brasileiro. Aliás, mais uma vez, o futebol brasileiro está bem representado no Mundo Árabe com as classificações de Iraque e Qatar na próxima fase, sob os comandos de Zico e Paulo Autuori, respectivamente”, acrescenta Leonardo.

 Na sequencia das Eliminatórias Asiáticas, as seleções serão divididas em dois grupos, que serão formados através de um sorteio. O primeiro e o segundo colocados de cada chave garantirão automaticamente a vaga para a Copa do Mundo, enquanto os dois terceiros medirão forças em uma repescagem, cujo vencedor enfrentará o quinto colocado da América do Sul na disputa da última vaga.

 “Acredito que, a partir de agora, os jogos continuarão sendo muito difíceis, mas essa passagem de fase mostra que o trabalho que está sendo feito por todos segue um caminho certo. Isso faz com que os jovens que jogam nas bases de todos os clubes sonhem em chegar um dia a um Mundial”, finaliza Vitorino.

Foto: Divulgação/ASE

 

 

Como estamos em época de Copa América e o Brasil volta a campo esta noite, vale a pena lembrar de copas do mundo. Elas começam sempre com o marketing do evento e as cidades-sedes, com o aval da Fifa, escolhem o cartaz promocional.

Veja ao lado os países e seus cartazes dos mundiais realizados!

 

A delegação da Fifa que encerrou(1/9) em Lisboa uma visita aos estádios da candidatura em conjunto de Espanha e Portugal a sede da Copa do Mundo de 2018 ou 2022 e avaliou a proposta dos dois países “como muito positiva”.  Segundo eles, a candidatura ibérica tem “ótimas chances” de ser escolhida para organizar uma das edições do torneio.

Em quatro dias de inspeção, os representantes da Fifa passaram por Madri, Barcelona, Porto e a capital portuguesa para conferir as condições de estádios, rede hoteleira e locais escolhidos para receber centros de imprensa. O chefe da delegação, o chileno Harold Mayne-Nicholls, fez uma avaliação positiva da proposta e destacou a coordenação entre Espanha e Portugal. – A candidatura ibérica é mais que uma esperança em matéria futebolística. Representa a união de duas culturas irmãs que, com a realização da Copa do Mundo, estariam em condições de mostrar ao resto do planeta a coesão de seus ideais em busca do bem comum para seus povos – afirmou, em entrevista coletiva.

A Fifa decidirá quais países sediarão as edições do Mundial posteriores à do Brasil (2014) no dia 2 de dezembro deste ano, em Zurique.

 

A Argentina chegou a Africa do Sul como umas das seleções favoritas a conquista do título e sair de uma fila de 24 anos. Curiosamente a boa equipe portenha é comandada por seu principal jogador de todos os tempos e lider dentro de campo desta conquista em 1986 no México.

Diego Maradona assumiu a Argentina sob suspeita, se classificou na última rodada depois de vencer o Uruguai em Montevidéu quando todos apostavam num vaga na disputa de uma repescagem assim como nas eliminatórias da Copa de 1994.

No inicio de 2010 Diego Maradona começou a traçar e dar novas caras ao selecionado argentino e apostando suas fichas nos seus atacantes que lideravam as artilharias de seus clubes onde atuam na Europa, Higuain, Tevez, Messi, Milito, Sergio Aguero e Palermo maior goleador da história do clube de seu coração na Argentina o Boca Junior era a esperança sendo Leonel Messi a estrela maior da constelação, com a experiência de Verón e Mascherano e a classe de Di Maria o maior temor portenho era a sua defesa.

Começa a Copa no primeiro jogo uma vitória diante a Nigéria uma magra vitória por 1 a 0 gol marcado por um de seus defensores, no segundo jogo  o ataque temido mostrou a sua força nos 4 a 1 sob a Coreia do Sul. A empolgação começa a tomar conta, Maradona sempre de bom humor contagia o grupo e é o prato preferido da midia de todo o mundo antes, durante e depois dos jogos. Mas hoje o tango dançado dentro de campo tomou rumos diferentes em campos sulafricanos foi diferente, o adversário era totalmente desigual dos outros oponentes e além do mais a Alemanha vinha completamente modificada de seu jeito pragmatico de atuar e que rendeu aos germânicos três títulos mundiais e quatro vices campeonatos, a Alemanha veio chamar a Argentina para bailar um tango e se inicio ao bailado alemão logo, durante estes dias que antecederam a essa partida alertei a minha companheira Tereza Cristina que se a Alemanha marcasse um gol primeiro e no inicio da peleja que o jogo tomaria ares de dramacidade pelo fato do sangue latino não suportar a pressão de ter de sangue frio para poder contornar uma situação adversa, e de fato terminou acontecendo não que a Argentina não tivesse time para virar mais pelo fato da Alemanha estar jogando um futebol de alma latina, de toques rapidos, tabelinhas, dribles em direção do gol tudo isso criado por jogadores habilidosos me atrevo até a considerar um pouco de futeol brasileiro o jogado pelos alemães.

O drama se confirmou logo após a marcação do segundo gol alemão, a cara dos argentinos em campo e o choro de Maradona em sua face incredula a cada firula produtiva dos jogadores alemães, o baile estava  repleto de jogadas que mais parecia um contra passo de um tango de furia e plastica somente dançada por argentinos. E a Argentina dançou e dançou como nunca e no final o choro…! Mas choras por ti Argentina… O tango por hoje acabou Alemanha 4 a 0.

 

Alemanha e Argentina fazem no próximo sabado dia 03/07/2010 na Cidade do Cabo, Africa do Sul um duelo dos mais eletrizantes desse mundial. Reeditando o jogo que ocorreu na mesma fase da Copa de 2006 na Alemanha as quartas de finais, onde a Argentina tinha eliminado o mesmo México de hoje e os germâmicos tendo mandado os suecos para casa.

É o confronto de duas seleções que tem história em Copas do Mundo e escolas tradicionais embora atuando de formas  diferentes, este duelo que já ocorreu em 1958 com a vitória alemã por 3 a 1, na Copa de 1966 na Inglaterra houve um empate em 0 a 0, o clima entre as duas nações passou a esquentar em 1986 quando fizeram a primeira final entre ambas e com vitória portenha por 3 a 2, quatro anos após na finalissima do Mundial de 1990 na Itália ocorreu um novo embate desta fez com a Alemanha batendo a Argentina por 1 a 0 com um gol de penalti contestado até hoje por nuestros hermanos. Veio 2006 e num jogo corrido e tenso alemães e argentinos empataram em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação seguiu o empate e na decisão por penaltis vitória dos donos da casa e eliminação dos argentinos.

Agora estaremos numa mesma quarta de finais, jogo eliminatório campanhas distintas vantagem portenha no papel, a Alemanha jogando um futebol solto, alegre uma equipe jovem e de boa qualidade técnica com Ozil fazendo-me lembrar Overath ou Hans Muller a vantagem da Alemanha para mim esta num conjunto todo e a defesa mais solida, a Argentina tem o melhor jogador do mundo a raça e a vontade de vencer liderada por um Maradona alto-confiante e paizão de todo o elenco. Muita coisa mudou mesmo tanto Alemanha como Argentina decepciona no gol, pois as escolas de goleiro não faz mais juz tanto de um lado que já teve Sepp Maier, Shumacher. Illgner e Oliver Kahn e ver Neuer meio atrapalhado ainda e no lado argentino que viu Carrizo, Fillol, Pumpido, Goycoechea, esse Sergio Romero é muito fraco o que pode ajudar a definir uma partida.

Vamos ver agora dia 03/07/2010 é jogo para pirão como se diz aqui na Bahia é aguardar para ver.

 

A SELEÇÃO URUGUAIA CONHECIDA COMO A CELESTE OLIMPICA DEVIDO AO SEU UNIFORME AZUL CELESTIAL E AS SUAS DUAS CONQUISTA OLIMPICAS EM 1924 EM PARIS E AMSTEDÃ EM 1928,O URUGUAI ESCOLHIDO PARA SER O PAÍS SEDE DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO EM 1930 NA QUAL SE SAGROU CAMPEÃO, FICOU DE FORA DOS MUNDIAIS DE 1934 E 1938, RETORNANDO A UMA COPA DO MUNDO EM 1950. EXISTE ALGO COMUM NAS DUAS CONQUISTAS CELESTE ACOMPANHE:

COPA DE 1930

JOGOS DISPUTADOS 04

URUGUAI 1 X 0 PERU

URUGUAI 4 X 0 ROMÊNIA

URUGUAI 6 X 1 IOGUSLÁVIA

URUGUAI 4 X 2 ARGENTINA

COPA DE 1950

URUGUAI 8 X 0 BOLIVIA

URUGUAI 2 X 2 ESPANHA

URUGUAI 3 X 2 SUÉCIA

URUGUAI 2 X 1 BRASIL

EM AMBAS AS COPAS VENCIDAS PELOS CAUDILHOS ELES PRECISARAM APENAS DE QUATRO JOGOS, MARCARAM 15 GOLS EM CADA CONQUISTA OS MUNDIAIS FORAM DISPUTADOS NA AMÉRICA DO SUL E VENCEU RIVAIS CONTINENTAIS EM 1930 ELE FOI O ANFITRIÃO E EM 1950 VENCEU O ANFITRIÃO.

PEDRO CEA FOI SEU ARTILHEIRO EM 1930 COM 5 GOLS E OMAR MIGUEZ EM 1950 FOI SEU GOLEADOR MÁXIMO COM 5 TENTOS TAMBÉM.

DOMINGO TEJERA EM 1930 E EUSÉBIO TEJERA EM 1950 TIO E SOBRINHO CAMPEÕES MUNDIAIS.

NOS DOIS MUNDIAIS ENFRENTOU DOIS EUROPEUS E DOIS SULAMERICANOS .

SÃO AS CURIOSIDADES EM COPAS DO MUNDO.

 

Durante o Congresso da FIFA, 28 de maio de 1928, época dos Jogos Olímpicos de Amsterdã, por proposta do Comitê Executivo daquele órgão ficou decidido levar a efeito um campeonato mundial de futebol. Apareceram, então, seis países candidatos a realizar o primeiro certame: Hungria, Itália, Holanda, Espanha, Suécia e Uruguai.
No Congresso de Barcelona, em 1929, a FIFA fixou o ano seguinte para a disputa da Primeira Copa do Mundo, escolhendo o Uruguai como sede da referida disputa. A escolha fundamentou-se em três motivos: prestígio do futebol uruguaio como campeão olímpico em 1924 e 1927; o Uruguai comemoraria em 1930 o centenário de sua independência, além da Associação Uruguai de Futebol oferecer vantagens financeiras aos participantes.
Decidida a promoção do mundial, Jules Rimet, ainda em 1929, uma das últimas providências para concretização do seu sonho, foi a confecção de uma bela taça, pelo artesão Abel Lafleur, em Paris, que depois, por decisão do Congresso da FIFA, realizado em Luxemburgo (01.07.1946) levaria seu nome.
O rico troféu representava uma Vitória alada, levando em suas mãos, levantadas sobre a cabeça, um vaso octogonal em forma de copa. Era de ouro puro com um quilo e oitocentos gramas e seu peso total correspondia a quatro quilos, com trinta centímetros de altura, incluindo a base de mármore em que se apoiava. Ao pé desta, em placas especiais, passaram a figurar o nome gravado dos vencedores dos mundiais realizados até 1970. Os nomes são: 1930 (Uruguai), 1934 (Itália), 1938 (Itália), 1959 (Uruguai), 1954 (Alemanha), 1958 (BRASIL), 1962 (BRASIL), 1966 (Inglaterra), 1970 (BRASIL). O Brasil ficou de posse definitiva da taça Jules Rimet por ter conquistado seu tri-campeonato. A taça Jules Rimet ficou pronta em abril de 1939, antes da primeira copa do mundo, e os gastos totais atingiram 50 mil francos, uma fortuna para a época.
O belo troféu que havia sido mantido escondido na Segunda Grande Guerra Mundial pelo desportista italiano Otorino Barassi, depois foi roubado na Inglaterra, em 1966, mas logo recuperado. Infelizmente desapareceu da sede da CBF, no Rio de Janeiro, no final de 1983. E para decepção dos desportistas brasileiros, a imprensa anunciou no dia 28 de janeiro de 1984 que a taça Jules Rimet havia sido derretida no dia seguinte ao roubo, juntamente com outros troféus ganhos pelo futebol brasileiro.
Com a conquista em definitivo da Taça Jules Rimet pelo Brasil, foi instituído um novo troféu para o mundial de 1974. O Comitê Executivo da FIFA, reunido na cidade de Atenas, janeiro de 1971, deliberou a confecção de uma nova taça, com a denominação de Copa Mundial da FIFA. Após uma comissão especial examinar projetos apresentados por 53 empresas europeias de sete países, decidiu pelo projeto da Companhia Bertoni de Milão.
O autor do projeto vitorioso foi o milanês Silvio Gazzaniga, chefe da firma Bertoni, e com passagem pela Escola Superior de Artes de Milão. A Copa Mundial simboliza a força e a pureza das disputas esportivas mundiais, representadas por dois atletas segurando o globo terrestre. É de ouro maciço 18 quilates, pesando cinco quilos e medindo 49 centímetros de altura, incluindo a sua base. Na aludida base existe espaço para registro de 18 vencedores de Copas, a contar de 1974 (Alemanha) o primeiro campeão da nova taça. Depois tivemos em 1978 (Argentina), 1982 (Itália). 1986 (Argentina), 1990 (Alemanha), 1994 (BRASIL), 1998 (França) e 2002 (BRASIL).
Em 71, o custo do novo troféu foi de 20 mil dólares. Ao contrário da taça Jures Rime, a Copa Mundial não ficará em definitivo, em poder de nenhum país. O vencedor de cada mundial manterá a posse da original por quatro anos. Depois disso, receberá uma réplica, apenas banhada em ouro, que reterá definitivamente.

 

Muitas vezes por não se tratar da grande final as partidas que decidem o terceiro e quarto lugares em Copas do Mundo tornam-se em partidas onde as equipes jogam sem o grande peso de uma finalissima e fazem jogos sensacionais e em muitas vezes em jogos cheios de gols. Tirando a decisão de 1978 entre Brasil e Itália que mais pareceu um final de Copa com os italianos tentando vigar-se da final de 1970 e da final do Torneio Bicentenário dos EUA em 1976 e pelo lado brasileiro a defesa da invicebilidade naquele mundial e a honra de ser o campeão moral depois da entrega peruana contra a Argentina.

1954 – AUSTRIA 3 X 1 URUGUAI

Gols: Stojaspal 16´ Holberg 22´ Cruz (contra) e Ocwirk 44.

Os uruguaios se orgulhavam de jogar duas Copas e ter vencido ambas, era o seu primeiro mundial na Europa atuais campeões mundiais desembarcaram na Suiça como um dos favoritos  passaram bem por Tchecolováquia e Escócia, desbancou a Inglaterra e caiu para a Hungria na prorrogação, um pouco desmotivado por ter perdido a sua primeira partida em Copas entraram em campo contra uma Austria ferida pela goleada de 6 a 1 contra a Alemanha, em campo a Austria se saiu melhor num jogo que segunda a crônica austriaca foi uma das maiores apresentações da equipe desde do Wonderteam.

1958 – ALEMANHA 3 X 6 FRANÇA

Gols: Fontaine 14´ Cieslarczyk 17´Kopa 26´Fontaine 36´Douis 47´

Rahn 51´Fontaine 78´Schaffer 84´e Fontaine 90.

Eliminadas por Brasil e Suécia, franceses e alemães fizeram um partida digna de uma final e que serviu para Fontaine se consagrar como o artilheiro maximo em um mundial record distante de ser batido 13 gols em uma só Copa.

1966 – PORTUGAL 2 X 1 URSS

Gols: Eusébio 12´Malofeiev 43 e Torres 44.

Jogaço em Wembley Portugal de Eusébio querendo manter a artilharia e Yashin superando o bom ataque lusitano, jogo cheio de alternativas pela bom futebol das duas equipes no final Torres venceu Yashin num belo chute e deu a Portugal o 3º lugar em seu primeiro Mundial.

1978 – BRASIL 2 X 1 ITÁLIA

Gols: Causio 36´Nelinho 9´e Dirceu 17.

Para muito esse é o maior jogo de decisão de terceiro lugar em Copas, ambos chegaram a Copa como favoritos, poderiam ter se encontrado na segunda fase,  caso o Brasil ficasse em primeiro em seu grupo na primeira fase, o Brasil ficou de fora pela saldo de gols e a Itália sofreu um virada da Holanda, foi jogo prá pirão com se diz na giria, eletrizante de lado a lado no final o Brasil com dois golaços, o de Nelinho então antologico e o finado Dirceu que era mestre nos chutes de fora da area.

1982 – FRANÇA 2 X  3 POLÔNIA

Gols: Girard 13´Szarmach 40´Majewski 44´Kupcewicz 1 ´Couriol 27.

Abalada pela eliminação nos penaltis para os Alemães, os franceses entraram em campo com o time reserva. A Polônia que tambpem fez um belo mundial jogou com se fosse a final e com uma atuação explendida do seu goleiro garantiu mais um terceiro lugar no seu curriculo.

1986 – BÉLGICA 2 X 4 FRANÇA

Gols: Ceulemans 11´ Ferreri 27´ Claesen 73´ Papin 87´ Genghini 14 e Amoros 21 da Prorrogação.

A Belgica fazia a sua melhor Copa e a França mais uma fez parou na Alemanha como em 1982, a desmotivação parecia a mesma mais desta fez a França desejou mais a terceira colocação um belo jogo para mim a melhor decisão de terceiro lugar.

Tivemos em 1998 a Croácia empolgada contra a Holanda, em 2002 a emplogação de Coreia do Sul e Turquia e a Alemanha em 2006 contra um Portugal sem saber aonde estava, foram bons jogos mais esses acima sem duvida para mim foram as maiores decisões de terceiro lugar em Copa.

Fontes: Pesquisa Portal Terra

Textos: Galdino Silva

 

O Mundial 2010 esta também sendo conhecido como a Copa de algumas figuras celebres do futebol mundial que ficaram fora da maior festa futebolista do planeta, seja por ficar fora da lista dos selecionaveis de seus países ou por que suas seleções não se classificaram ou se contundiram seriamente antes da convocação final.

Esteban Cambiasso e Javier Zaneti – Argentina

Adriano e Ronaldinho Gaúcho – Brasil

Karim Benzema – França

David Beckham e Rio Ferdinand- Inglaterra

Nicola Legrottaglie e Francesco Totti – Itália

Zlatan Ibrahimovic – Suécia

Rudu van Nistelrooy – Holanda

Andrey Arshavin – Russia

Andrey Shevchenko – Ucrânia

Michael Ballack  e René Adler – Alemanha

Michael Essien – Gana

Adrian Mutu e Christian Chivu – Romênia

Thomas Vermaelen – Bélgica

Emmanuel Adebayor – Togo

Seydou Keita – Mali

Ivica Olic e Eduardo da Silva – Croácia

Daria para formar uma bela seleção com esses jogadores:

René Adler;  Ferdinand, Vermaelen e Legrottaglie; Zanetti (Beckham), Cambiasso (Essien),  Ronaldinho Gaúcho (Mutu) , Arshavin e Chivu; Totti  (Benzema) e Ibrahimovic (Adriano).

UMA BOA SELEÇÃO E SEUS RESERVAS! CONCORDAM?

 

A - Ademir Menezes maior goleador do Brasil em uma só Copa 9 gols em 1950. Alain Girese baixinho bom de bola da França em 1982 e 1986 levou sua seleção ao 4º e 3º lugares nesses mundiais. Alf Ramsey manager do English Team em 1966 impdiu que seus jogadores trocassem de camisas com os argentinos ao qual se referiu como animais. Arnaldo Cezar Coelho primeiro brasileiro a apitar uma final de Copa foi em 1982 na Espanha.

B – Beckenbauer, Bonhof, Breitner, Brehme, Buchwald e Berthold todos campeões com a Alemanha em 1974 e 1990 é o B de Bundesliga forte. Baresi o maior libero da Itália campeão na reserva em 1982 e vice em campo em 1994. Boniek o polonês voador em 1978/1982 e 1986, Batista defensor uruguaio entrou para a história dos mundiais por ser o atleta a ter a expulsão mais rápida das Copas em 1986 contra a Escócia aos 56 segundos de partida. Bobby Charlton ao lado do irmão Jack vencem a Copa em casa e orgulho para a familia.

C - Capitão em 1958 Bellini poderia ser o unico capital a erguer por duas vezes consecutivas a Taça Jules Rimet, porém em 1962 foi reserva de Mario Ramos de Oliveira, Maradona em 1986 levantou a Copa Fifa o gesto quase se repetiu em 1990. Cubillas peruano bom de bola esteve no mundial do México em 70 e na Argentina em 1978 seu gol de falta contra a Escócia no seu segundo mundial foi a pura demonstração de sua arte e categoria de um dos maiores futebolista do América do Sul, Camarões encantou o mundo em 1990, nos mundiais seguintes 1994,1998 e 2002 não passou da 1ª fase veremos agora liderados por Eto´o, Cruyjff o genial holandês desistiu da Copa de 1978 por questões politicas e deixou não só os laranjas orfãos de sua genialidade e a Holando foi vice novamente.

D - Donovan é a estrela maior dos EUA no Soccer vai para o seu terceiro mundial e sonha alto, Danilo Alvim O Princípe e Didi o Princípe Etíope são ainda dois nomes de peso do nosso futebol, Dassajev sucessor de Yashin o Aranha Negra era também um paredão ou melhor uma cortina de ferro no gol da URSS em 1982, 1986 e 1990, em 1986 a Dinamáquina engrenou rapido mais contra a Espanha voltou a ser Dinamarca.

 E – Escócia oito mundiais disputados e nunca passou da primeira fase, Espanha La Furia só causou temor em 1934 por ter Zamora no gol e em 1950 com o ficou em 4º lugar, Eusébio O Pantera Negra mostrou suas garras em 1966, bom futebol e fome voraz de gols, Eric Cantona um dos bons da França mais sem disputar uma Copa Le Bleus ficou fora em 1990 e 1994. Erik Nilsson sueco jogou as copas do pré e pos guerra em 1938 e 1950.

F - Friaça deu esperança para um sonho em 1950 terminou despertando o nosso maior pesadelo, França se libertou do espirito do quase chega lá em 1998 o pesadelo virou sonho e realidade, Forza Azzurra esse slog an deu moral aos italianos em 1982, Ferenc Puskas O Major Galopante perdeu a guerra em apenas uma batalha em 1954, Fontaine 13 gols em uma unica Copa 1958 na Suécia um record que será dificil de ser batido.

G - Garrincha O Anjo de Pernas Tortas, o Charles Chaplin dos gramados, fez joões pelo mundo afora. Gighia um gol que causou dor e sofrimento em um país inteiro até hoje, Gordon Banks eternizado por Pelé em 1970 em sua lendária defesa. Gerson O Canhotinha de Ouro passes milimetricos, precisão e dom no bater na bola, Grécia em segundo mundial tentando se firmar no Olimpo do Futebol, Gascoine desespero e frustação tudo por uma cartão amarelo em 1990.

H – Holanda e Hungria duas belas seleções mais nunca venceram dois vices marcantes, Higuita folclorico, pandego, circense e uma falha que valeu a eliminação do bom time colombiano em 1990, Hagi romeno espetacular gols de alta categoria e chute de precisão calibrada. Hurst campeão pelo English Team em 1966 e maior goleador em uma final de Copa fez três na final contra a Alemanha inclusive aquele!

I – Itália pode se igualar ao Brasil em títulos, Iugoslávia de cara nova pela primeira vez de volta as origens Sérvia agora totalmente só, Ibrahimovic ausênsia lamentada.

J – Jairzinho O Furacão varreu o México de 31/05/70 a 21/06/70 literalmente e em todos os seis jogos com 7 gols, Jamaica uma epopéia unica talvez em 1998 sob a batuta de um brasileiro! Renê Simões, Jules Rimet um idealizador uma taça uma conquista para sempre uma eternizada num gesto de um capitão.

K - Kocsis com 11 gols na Copa de 1954 é o segundo maior goleador em uma edição de mundial o atacante húngaro era o segundo no comando no time de Puskas, Kempes depois de atuação apagada em 1974 na Alemanha e uma desconfiaça no inicio em 1978, ele comandou a Argentina em 1978 na fase final contra a Polônia com seus gols raça e vontade de vencer levaram o atacante a artilharia da competição e o título com uma atuação soberba, Klinsmann o atacante alemão era um azougue em campo, forte, veloz e uma impulsão magistral três copas um título e gols. Kaká maior nome da seleção de Dunga.

L – Leônidas da Silva o nosso primeiro grande craque O Diamante Negro virou nome de chocolate encantou os franceses em 1938 com gols acrobáticos até então, Lineker o cavalheiro dos gramados goleador de 1986 cordial jamais recebeu cartão amarelo ou foi expulso na carreira, Lato o polonês com cara de padre era um capetinha dentro de campo Lucien Laurent teve a honra de fazer o primeiro gol de uma Copa em 1930 na vitória da França sobre o México.

M - Maradona!  Heroi, Vilão! ou simplesmente Gênio? Genial na Argentina ou no Napoli azul celeste é seu manto celestial, Mundial da Inglaterra em 1966 gol inglês questionado até hoje na prorrogação. Madjer celebral meia argelino em 1982 arrasou contra a Alemanha inspiração para outro conterrâneo dezesseis anos depois, Matthaus cinco mundiais, gols, liderança e um título em 1990.

N – Nilton Santos A Enciclopedia do Futebol, sabia tudo dentro das quatro linhas heroico em 1958/1962, Nova Zelândia o país do rugby tenta ser a o país do futebol, Neeskens outro ás do carrosel holandês um dos gols da Laranja Mecânica contra o Brasil foi dele.

O - Obdulio Varela El Gran Capítan um dos herois mais festejados em 1950, sua raça e vibração calaram as vozes de mais de 200 mil pessoas no Maracanã. Owairan o arabe fez um gol misto de Pelé e Maradona contra a Belgica e levou a Arabia Saudita a fase oitava de final em sua primeira participação, Oleg Salenko dois jogos seis gols e a artilharia da Copa dos EUA em 1994. Oliveirá brasileiro nascido no Maranhão naturalizou-se belga e jogou a Copa de 1998 fez sucesso também na Fiorentina.

P - Pelé O Rei do Futebol unico jogador a vencer três Copas o maior de todos os tempos o atleta do século gols espetaculares e jogadas criadas somente pela  Divindade Maior dos  Estádios  e para sempre eternizada. Platini fantástico jogador francês só faltou vencer um mundial pela França chegou perto em 1982 e 1986, Paolo Rossi Il Bambino entrou para a galeria de jogadores odiados pela torcida brasileira, depois de eliminar o Brasil em 1982 com três gols. Politica usada para se promover no futebol vem desde dos tempos antigos, no segundo mundial em 1934 na Itália Il Duce Benito Mussolinni esteve presente em todos os jogos e fez coro forçado para a Itália vencer, a Copa de 1966 na Inglaterra também teve conotação politica a presença real na final pode ter tido efeito na decisão do polêmico terceiro gol inglês, na Copa da Argentina nessa foi maior as suspeitas comprovadas  anos depois.

Q – Quiroga goleiro argentino naturalizado peruano protagonista principal da famosa entrega do jogo contra a Argentina na Copa de 1978 goleada portenha por 6 a 0. Quirarte zagueiro mexicano vilão pela eliminação por Honduras nas eliminatórias de 82, em 86 o zagueiro que fez o México chorar se orgulhou de seu grande capitão pelas atuações em 1986.

R - Rivelino La Patada Atômica, Romário O Baixinho, Ronaldo Fenomeno, Roberto Carlos, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho nos R famosos o Brasil já é hexa, e ai Ramires pode ser mais um R depois da Copa 2010, Resenbrink holandês que marcou o milésimo gol em Copas do Mundo, Rasundastadion palco da final da Copa de 1958. Roger Milla camaronês que fez sucesso na Copa de 1990 em 1994 tornou-se o mais velho jogador a jogar um mundial e marcar um gol.

S - Sarriá estádio que foi palco da nossa segunda maior tragédia em Mundiais da Fifa em 1982 derrota para a Itália, Seleções Hungara em 1954, Seleção Holandesa em 1974 e Seleção Brasileira de 82 encantaram com futebol show e não levaram a Copa, Sepp Maier maior goleiro da Alemanha em todas as Copas. Senegal! Uma seleção, uma zebra, uma surpresa uma sensação primeira e unica Copa e empolgou. Socrates O Doutor brilho em 1982 e sem empolgação em 1986.

T – Tunisia primeira seleção africana a vencer um jogo em Copas foi em 1978 contra o México, Tejeras; Eusébio Tejera campeão mundial em 1950 era sobrinho de Domingos Tejera campeão pela celeste em 1930. Thuram zagueiro direito francês heroi das semifinais de 1998 ao marcar dois gols da França contra a Croácia, Toninho Cerezo apoiador brasileiro culpado até por ter errado o passe em que Rossi marcou o segundo gol da Itália em 82. Tchecoslováquia vice campeã mundial em 1934/1962 teve bons time e jogadores habilidosos país dividido desde os anos 90, Tcheco para cá e Eslováquia para o outro.

U - Uruguai país realizador da primeira Copa do Mundo, URSS extinta desde os anos 90 nunca se afirmou como força no futebol mundial, apenas um quarto lugar em 1966.  Uwe Seller gordinho e calvo um dos grandes nomes do futebol germânico esteve em quatro mundiais 58/62/66 e 70, Ubaldo Fillol parecia pequeno mais era um gigante debaixo dos três paus um dos heroi de 1978 salvou a Argentina em várias partidas.

V - Vavá O Peito de Aço goleador de força fisica e rompedor campeão mundial pelo Brasil em 1958 e 1962 é o unico jogador a marcar gols em duas finais de Copas  seguidas 2 na Suécia e 1 na Tchecoslovaquia. Venezuela única nação da América do Sul que nunca se classificou para uma Copa, Van Basten  grande atacante da Holanda um dos maiores que vi jogar técnico, elegante da arte de fazer gols, jogou apenas em 1990 e poucos minutos apenas vinha de contusão.

X - Xavi meia do Barcelona  uma das esperanças da Espanha em 2010 joga muito, Xavi Alonso outro meia moderno no meio campo da Fúria.

W - Whiteside jogador mais jovem a disputar uma Copa em 1982 pela Irlanda do Norte aos 17 anos e 41 dias. Waldemar de Brito ex-jogador do Brasil na Copa de 1934 foi o descobridor de Pelé. West zagueiro nigeriano na Copa de 1998 famoso por seu peteado pois pelo futebol! era meio tosco.

Z – Zamora um baita goleiro da epóca um mito uma lenda um troféu,  arqueiro espanhol é nome do prêmio oferecido aos melhores de La Liga; Zenga goleiro italiano recordista de jogos sem sofrer gols em 1990 somente na semifinal contra a Argentina ele perdeu o selinho. Zizinho o Mestre Ziza grande maestro dos anos 40 e 50 no nosso futebol craque que inspirou o Rei Pelé pena não ter vencido o mundial de 1950, Zico estrela maior do Flamengo taxado de ser jogador de Maracanã por nunca ter vencido uma Copa pelo Brasil na eliminação para a França 86 perdeu penalti e ai caiu no conceito dos  torcedores amarelinhos. Zubizarreta recordista de jogos pela Espanha foram quatro mundiais no último em 1998  um frangaço na estreia diante a Nigéria causou a eliminação precoce da Fúria. Zidane maior idolo da França responsavel direto pela grande conquista de 1998, clássico inteligente Zizou brilhou por onde passou contra o Brasil parecia que tinha o prazer de estragar a festa superou Platini concerteza.

Y - Yashin seu primeiro nome Lev significa leão, porém ficou conhecido como o Aranha Negra por seu uniforme todo negro e a agilidade de um aracnideo debaixo das traves é considerado o maior goleiro do mundo por alguns; Youri Djorkaeff meia francês campeão do mundo em 1998, habilidoso e de passes precisos fez sucesso na Internazionale com Ronaldo em 98 seu pai Jean defendeu a França em 1966.

Fontes: Textos Galdino Silva

Pesquisa: Planet World Cup

 

ANO: 1930
PAÍS SEDE: URUGUAI
CAMPEÃO: URUGUAI
NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO TEVE

ANO: 1934
PAÍS SEDE: ITÁLIA
CAMPEÃ: ITÁLIA
NAS ELIMINATÓRIAS: UM JOGO

FICHA TÉCNICA:

ITÁLIA 4 X GRÉCIA 0
Data: 25/03/34
Local: San Siro – Milão
Juiz: René Mercet (Suíça)
Público: 40 000
Gols: 40′ Guarisi Anfilogino, 44′ Meazza Giuseppe, 69′ Ferrari Giovanni, 71′ Meazza Giuseppe
ITÁLIA: [1] Ceresoli Carlo, [2] Monzeglio Eraldo, [3] Allemandi Luigi(c), [4] Montesanto Mario, [5] Monti Luis, [6] Fantoni Ottavio, [7] Guarisi Anfilogino, [8] Serantoni Pietro, [9] Meazza Giuseppe, [10] Rocco Nereo, [11] Guaita Enrico. Técnico: Pozzo Vittorio
GRÉCIA: [1] Grammatikopoulos Achilleas, [2] Chrysafopoulos Aristides, [3] Kourantis Filippos(c), [4] Chelmis Ioannis, [5] Danelian Daniil, [6] Vikelidis Nikiforos, [7] Migiakis Antonis, [8] Aggelakis Nikos, [9] Vazos Ioannis, [10] Baltatsis Dimitris, [11] Andrianopoulos Leônidas. Técnico: Nikolaidis Apostolos

A Grécia desistiu do segundo jogo.

ANO: 1938
PAÍS SEDE: FRANÇA
CAMPEÃ: ITÁLIA
NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO DISPUTOU – CAMPEÃ ANTERIOR

ANO: 1950
PAÍS SEDE: BRASIL
CAMPEÃO: URUGUAI
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: COM A DESISTÊNCIA DE PERÚ E EQUADOR, URUGUAI E PARAGUAI CLASSIFICARAM-SE PARA COPA.

ANO: 1954
PAÍS SEDE: SUIÇA
CAMPEÃO: ALEMANHA OCIDENTAL
NAS ELIMINATÓRIAS: QUATRO JOGOS

FICHAS TÉCNICAS:

NORUEGA 1 X ALEMANHA OCIDENTAL 1
Data: 19/08/1953
Local: Ullevaal – Oslo
Juiz: W.B.Ausum (HOL)
Público: 32 266
Gols: 41′ Hennum Harald, 44′ Walter Fritz
NORUEGA: Hansen Asbjørn, Hansen Oddvar, Karlsen Harry Boye, Olsen Thorleif, Svenssen Thorbjørn, Hernes Thor, Natland Arne, Hennum Harald, Dybwad Gunnar, Thoresen Gunnar, Olsen Leif. Técnico: Willibald Hahn
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Retter Erich, Kohlmeyer Werner, Eckel Horst, Posipal Josef, Schanko Erich, Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Walter Fritz(c), Walter Ottmar, Schäfer Hans (37′ Pfaff Alfred). Técnico: Josef Herberger

ALEMANHA OCIDENTAL 3 X SAAR 0
Data: 11/10/1953
Local: Neckar – Stuttgart
Juiz: Karel Van der Meer (HOL)
Público: 50 000
Gols: 13′ Morlock Maximilian, 50′ Morlock Maximilian, 70′ Schade Horst
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Erhardt Herbert, Retter Erich, Mai Karl, Posipal Josef, Gottinger Richard (38′ Eckel Horst), Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Schade Horst, Metzner Karl-Heinz, Schäfer Hans. Técnico: Josef Herberger
SAAR: Strempel Erwin, Biewer Nikolaus, Puff Theo, Berg Karl, Momber Peter, Phillippi Waldemar, Otto Werner, Martin Herbert, Balzert Jakob, Clemens Kurt, Siedl Gerhard. Técnico: Helmut Schoen

ALEMANHA OCIDENTAL 5 X NORUEGA 1
Data: 22/11/1953
Local: Volkspark – Hamburg
Juiz: Luty Archer (ENG)
Público: 76 000
Gols: 27′ Morlock Maximilian, 63′ Morlock Maximilian, 69′ Walter Ottmar, 80′ Walter Fritz, 88′ Rahn Helmut; 26′ Nordahl Hans
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Retter Erich, Kohlmeyer Werner, Eckel Horst, Mai Karl, Posipal Josef, Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Walter Fritz(c), Walter Ottmar, Herrmann Richard. Técnico: Josef Herberger
NORUEGA: Hansen Asbjørn, Hansen Oddvar, Karlsen Harry Boye (29′ Holmberg Eric), Thorleif Olsen, Svenssen Thorbjørn, Hernes Thor, Thoresen Gunnar, Fossli Willy, Dybwad Gunnar, Hvidsten Ragnar, Nordahl Hans. Técnico: Willibald Hahn

SAAR 1 X ALEMANHA OCIDENTAL 3
Data: 28/03/1954
Local: Ludwigparkstadion – Saarbrücken
Juiz: J.Bronkhorst (HOL)
Público: 53 000
Gols: 68′ Martin Herbert (p); 36′ Morlock Maximilian, 48′ Morlock Maximilian, 84′ Schäfer Hans
SAAR: Strempel Erwin, Biewer Nikolaus, Keck Albert, Clemens Kurt, Momber Peter, Philippi Waldemar, Otto Werner, Martin Herbert, Binkert Herbert, Siedl Gerhard, Schirra Karl. Técnico: Helmut Schoen
ALEMANHA OCID.: Turek Anton, Retter Erich, Kohlmeyer Werner, Posipal Josef, Liebrich Werner, Schanko Erich, Rahn Helmut, Morlock Maximilian, Walter Fritz(c) (30′ Walter Ottmar), Rohrig Josef, Schäfer Hans. Técnico: Josef Herberger

ANO: 1958
PAÍS SEDE: SUÉCIA
CAMPEÃO: BRASIL
NAS ELIMINATÓRIAS: DOIS JOGOS

FICHAS TÉCNICAS:

PERÚ 1 X BRASIL 1
Data: 13.04.1957
Local: Nacional – Lima
Juiz: Washington Rodriguez (URU)
Público: 50 000
Gols: 36′ Terry; 47′ Índio
PERÚ: Asca, Fleming, Benitez, Lazon, Calderon, Salas, Bassa, Mosquera, Rivera, Terry, Gomez Sanchez
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nílton Santos, Roberto Belangero, Didi, Joel, Evaristo, Índio, Garrincha. Técnico: Osvaldo Brandão

BRASIL 1 X PERÚ 0
Data: 21/04/1957
Local: Maracanã – Rio de janeiro
Juiz: Esteban Marino (URU)
Público: 120 000
Gols: 11′ Didi
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nílton Santos, Roberto Belangero, Didi, Joel, Evaristo, Índio, Garrincha. Técnico: Osvaldo Brandão
PERÚ: Asca, Benitez, Rovai, Fleming, Calderon, Lazon, Sanchez, Rivera, Terry, Mosquera, Seminario

ANO: 1962
PAÍS SEDE: CHILE
CAMPEÃO: BRASIL
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO DISPUTOU – CAMPEÃO ANTERIOR

ANO: 1966
PAÍS SEDE: INGLATERRA
CAMPEÃ: INGLATERRA
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: NÃO DISPUTOU – PAÍS SEDE

ANO: 1970
PAÍS SEDE: MÉXICO
CAMPEÃO: BRASIL
JOGOS NAS ELIMINATÓRIAS: SEIS

FICHAS TÉCNICAS:

COLOMBIA 0 X BRASIL 2
Data: 06/08/1969
Local: El Campim – Bogotá
Juiz: A. Tejada (PER)
Público: 51 131
Gols: 38′ Tostão, 44′ Tostão
COLOMBIA: Lagarcha Luis, Sanchez, Segrera Hermenegildo, Lopez Oscar, Castro, Segovia Arturo, Garcia Oscar, Agudelo, Tamayo Javier “Toro”, Gallego Jorge (Santa), Ortiz (Brand Alejandro). Técnico: Francisco “Cobo” Zuluaga
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho (Paulo César Caju), Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha

VENEZUELA 0 X BRASIL 5
Data: 10/08/1969
Local: Universitário – Caracas
Juiz: A. Tejada (PER)
Público: 30 063
Gols: 61′ Tostão, 71′ Pelé, 73′ Tostão, 77′ Tostão, 79′ Pelé
VENEZUELA: Garcia, David, Freddy, Sanchez, Chicho, Pedrito, Useche, Iriarte, A. Ravelo (Rafa), Mendoza, Nitti (Gimaraes)
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo (Everaldo), Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha

PARAGUAI 0 X BRASIL 3
Data: 17/08/1969
Local: Defensores del Chaco – Assuncão
Juiz: A. Massaro (CHI)
Público: 44 480
Gols: 71′ Mendoza (contra), 82′ Jairzinho, 90′ Edu
PARAGUAI: Aguilera, Molinas, Bobadilla, S.Rojas, Mendoza, Colman (Arrua), Valdez, Martinez, Herrera, P. Rojas, Gimenez (Mora)
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha

BRASIL 6 X COLOMBIA 2
Data: 21/08/1969
Local: Maracanã – Rio de Janeiro
Juiz: M.Comensaña (ARG)
Público: 94 977
Gols: 14′ Tostão, 41′ Tostão, 55′ Edu, 60′ Pelé, 86′ Rivellino, 88′ Jairzinho; 17′ Mesa Orlando, 89′ Gallego Jorge
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson (Rivelino), Jairzinho, Tostão, Pelé (Paulo César Caju), Edu. Técnico: João Saldanha
COLOMBIA: Lagarcha Luis (Quintana Otoniel), Segovia Arturo, Segrera Hermenegildo, Soto, Castro, Alvarez, Ramirez, Agudelo (Sanchez), Gallego Jorge, Mesa Orlando, Santa. Técnico: Francisco “Cobo” Zuluaga

BRASIL 6 X VENEZUELA 0
Data: 24/08/1969
Local: Maracanã – Rio de Janeiro
Juiz: O.Ortube (BOL)
Público: 122 841
Gols: 7′ Tostão, 21′ Tostão, 24′ Tostão, 30′ Jairzinho, 44′ Pelé(p), 70′ Pelé
BRASIL: Félix (Lula), Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo (Brito), Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu
VENEZUELA: Fasano, David, Freddy, Sanchez (Sarsalejo), Chicho, Laranjo, Useche, Nitti, Antonio, Garcia (Mendoza), Iriarte

BRASIL 1 X PARAGUAI 0
Data: 31/08/1969
Local: Maracanã – Rio de Janeiro
Juiz: Ramon Barreto (URU)
Público: 183 341
Gol: 68′ Pelé
BRASIL: Félix, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Piazza, Gérson, Jairzinho, Tostão, Pelé, Edu. Técnico: João Saldanha
PARAGUAI: Aguilera, Isidro, Bobadilla, S.Rojas, Mendoza, Sosa, Ocampos, Ivaldi (Valdez), P.Rojas, B. Ferreira, Gimenez

 

Grupo A

Arica, Maio 30 – Estádio Carlos Dittborn
2 (0) URUGUAY
Cubilla 57, Sacia 73
Sosa, Troche, Emilia Alvarez, Eliseo Alvarez, Mendez, Gonsalves, Cubilla, Rocha, Langon, Sacia, Perez.
1 (1) COLOMBIA
Zuluaga (pen)20
Sanchez, Zuluaga, J.Gonzales, Lopez, Echeverri, Silva, Coll, Aceros, Klinger, Gamboa, Arias.
Árbitro: Albert Dorogy (Hungria)
Público: 7.908
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COPA DO MUNDO 1958 – FICHAS TÉCNICAS

Grupo A
Halmstad, Junho 8 – Örjans Vall
1 (1) IRLANDA DO NORTE
Cush 20
Gregg, Keith, McMichael, Blanchflower, Cunningham, Peacock, Bingham, Cush, Dougan, McIlroy, McParland.
0 (0) TCHECOSLOVÁQUIA
Dolejsi, Mraz, Novak, Pluskal, Cadek, Masopust, Hovorka, Dvorak, Borovicka, Hartl, Kraus.
Árbitro: Eric Seipelt (Austria)
Público: 10.647
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COPA DO MUNDO 1950 – FICHAS TÉCNICAS

Grupo A

Rio de Janeiro, Junho 24 – Estádio Maracanã

4 (1) BRASIL
Ademir 30,79, Jair 66, Baltazar 71
Barbosa, Augusto, Juvenal, Eli, Danilo, Bigode, Maneca, Ademir, Baltazar, Jair, Friaca.
0 (0) MEXICO
Carbajal, Zetter, Montemajor, Ruiz, Ochoa, Roca, Septien, Ortiz, Casarin, Perez, Velasquez.
Árbitro: George Reader (Inglaterra)
Público: 81.649
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No futebol mundial a conquista de uma Copa do Mundo é o apice triunfal para a carreira de um jogador, mais Mundiais só se realizam de quatro em quatro anos e por muitas vezes temos exemplos de magnificos jogadores que marcaram epóca em seus clubes e em sua seleção e em alguns casos suas seleções pois na ocasião se permitia um atleta poder defender outra seleção se fosse naturalizado mesmo que já tivesse atuado por uma seleção em uma Copa. Para muitos que conheço a conquista de uma Copa é o que vale mais para o jogador se consagrado como craques. Vejamos abaixo uma lista desses jogadores que por uma maldade do destino não conquistaram o mais cobiçado troféu do futebol no planeta:

LEÔNIDAS DA SILVA – Brasil em 1938 chegou perto mais ficou fora da semifinal contra Itália.

ZIZINHO – Brasil em 1950 chegou a final mais ficou com o vice.

PUSKAS – Hungria em 1954 comadava os mágicos magiares foram superados pela determinação e força alemã em 1962 jogou o mundial pela Espanha e nem passou de fase.

RAYMOND KOPA – França jogou em 54 e 58 chegou perto na Suécia mais encontrou o Brasil de Pelé e Garrincha.

DI STEFANO – Argentina Alfredo Di Stefano jogou por três seleções: Argentina, Colômbia e Espanha com esse magistral jogador o destino foi mais cruel; ele nem pode tentar ganhar uma Copa, pois na única oportunidade em 1962 no Chile ele chegou lesionado para o Mundial e só poderia jogar apartir da segunda fase e a Espanha foi eliminada pelo Brasil.

EUSÉBIO – Portugal o Pantera Negra somente teve o gostinho de jogar uma Copa em 1966, brilhou levou Portugal a terceira posição e foi artilheiro com nove gols, mais não conseguiu ter outras chances pois |a Seleção Lusitana fica pelo meio do caminho nas eliminatórias.

CRUIJFF – Holanda comandante do Carrosel Holandês chegou a final em seu único mundial ficou com o vice, teria outra oportunidade em 78 na Argentina mas por razões politicas e sociais se recusou a participar daquela Copa.

MICHEL PLATINI – França o maestro francês altamente capacitado teve a oportunidade em três Copas 78 foi um mero figurante desconhecido que se lançou para o mundo, em 82 e 86 levou a França a quarta e terceira posições, os alemães empediram na duas vezes.

ZICO – Brasil o Galinho como Platini teve os mesmo mundiais em situações parecidas em 78 nem foi títular absoluto em 82 encantou o mundo na seleção mágica de Telê Santana mas ficou fora eliminada pela Itália de Paolo Rossi em 86 contundio era a maior esperança em um time renovado pelo mesmo Telê, chegou como reserva entrou nas quartas de finais contra França, perdeu um penalti e foi crucificado.

FALCÃO E SOCRÁTES – Brasil em 82 e 86 também não conseguiram na Espanha junto com Zico e Cerezo o destino não permitiu irem mais longe.

GULLIT E VAN BASTEN – Holanda depois de ficarem de fora da Copa do México em 1986 a dupla famosa ao lado de Rijkaard desembarcou na Itália em 90 como um das favoritas credenciada pela conquista da Eurocopa de 88 mais decepcionaram e ficaram nas oitavas.

Estes são alguns deles que são lembrados até hoje pelo futebol jogado que encantaram todos nós, temos uma nova geração de craques na atualidade que estão jogado muito e até já jogaram uma Copa mais ainda não conquistaram o maior Troféu do futebol, Messi, Cristiano Ronaldo e  Rooney e aqueles quem certamente teram a sua chance; Pato, Neymar, PH Ganso, Aguero, Bojan e Pedro.

O tempo irá dizer!

Fonte: Textos Galdino Silva

 

Ao longo dos anos em Copas do Mundo, desde a primeira em 1930 no Uruguai até a mais recente em 2006 na Alemanha, temos jogadores que se tornaram heróis de conquistas épicas seja ela numa partida classificatória ou a grande final, outros vilões temos também os carrascos de algumas seleções e aqueles que sem muito alarde se tornaram em coadjuvantes  de suas seleções mais que mereceram destaques vamos acompanhar abaixo alguns desses elementos e olha teve gente que foi herói em uma Copa e Vilão em outra e etc.

1930 (COADJUVANTE) – Hector “ Manco”  Castro do Uruguai, conhecido naquele time campeão olímpico em 1928 Hector era reserva da linha de frente celeste, na estréia diante o Peru, jogo tenso nervoso diante 70.000 pessoas, ele marca o gol da primeira vitória uruguaia na Copa, Na final contra a Argentina Hector foi novamente decisivo ao fazer o gol do título contra a Argentina ao anotar o quarto tento e esfriar a Argentina que perdia por 3 a 2 e perseguia o empate a todo custo. Hector foi uma grande coadjuvante na campanha Uruguai rumo á taça.

1934  (HEROI) Zamora goleiro da Espanha, tinha fama de ser o melhor arqueiro da Europa, debaixo das traves dizem pegar até pensamento, contra o Brasil na primeira fase em jogo que os espanhóis venceram por 3 a 1, ele pegou uma penalidade cobrada por Waldemar de Brito o futuro descobridor de Pelé, na fase seguinte um duelo contra os donos da casa a Itália, em um jogo eletrizante e violento segundo relatos de época, Zamora fechou a meta da Fúria em jogo que terminou em 1 a 1, levando a ter uma nova partida dois dias depois, sem condições de jogo Zamora não pode atuar para o alento da torcida italiana e a Itália venceu por 1 a 0.

O outro herói deste mundial foi o italiano Schiavio que marcou o gol do título da Azzurra na base da raça aos 95º minutos de jogo.

1938 (HEROI) – Leônidas da Silva o “ Diamante Negro” fez gols em todos os jogos que disputou foi o goleador Maximo da Copa, pena ter ficado de fora do jogo da semi final contra a Itália e encantou a todos com seu jogo veloz e elegante e suas jogadas acrobáticas. (VILÃO) A Alemanha nazista que anexou a Áustria e obrigou os bons jogadores austríacos a jogarem pela seleção germânica. Domingos da Guia para os brasileiro foi o grande vilão por ter cometido um pênalti bobo em Piola, fato que terminou eliminando o Brasil.

1950 (HEROI) Obdulio Varela “ El Gran Capítan” foi alma e raça a serviço da celeste olímpica nessa Copa, seus gritos sua liderança  e gols foram fundamentais na fase final do Mundial nos jogos contra a Espanha, Suécia e a final contra o Brasil. (CARRASCO) Gighia se tornou o grande carrasco do nosso futebol até Paolo Rossi em 1982, seu gol calou e levou o Brasil todo a se silenciar e chorar a perda de título que era dado como favas contadas. (VILÃO) Barbosa o goleiro brasileiro se tornou o grande vilão o famoso bode expiatório, houve falha no gol de Gighia mais não foi somente Barbosa que perdeu e sim a auto-confiança de um grupo que se deixou levar pelo clima contagioso do já ganhou.

1954 (HEROIS) Todo time alemão são considerados verdadeiros heróis neste mundial, se superaram em uma final e um jogo praticamente perdido desde a semi final, reverter um placar 2 a 0,  contra uma verdadeira máquina de jogar futebol e a mais de quatro anos sem perder uma partida e seu ataque aniquilador foi uma tarefa difícil e dificílima mais eles conseguiram. Destaque para Rahn autor de dois gols na final,

(COADJUVANTES ) Sandor Kocsis goleador do mundial com 11 gols só passou em branco na final, Julinho Botelho seus dribles sensacionais e velocidade valeram um contrato com a Fiorentina onde virou ídolo rapidamente.

1958 (HEROI) Foi a primeira Copa vencida pelo Brasil, o time todos pode ser considerado num todo de heróis, mais Pelé e Vavá se saíram um pouco mais nessa conquista, o rei por sua idade e nosso centroavante Peito de Aço se agigantaram diante a França e Suécia.

(COADJUVANTES) Didi e Garrincha foram responsáveis por vitórias na campanha o Principe Etíope por seus passes e lançamentos e Mané por suas jogadas e dribles que encantam os suecos.

 (CARRASCO) Just Fontaine nascido no Marrocos com cidadania francesa era um celebre como uma adaga sarracena ele possui até hoje o Record de gols em uma única Copa 13 gols em seis partidas e só jogou um Mundial.

1962 (HEROI) Foi a Copa de Mané, com a contusão de Pelé, Garrincha mais  maduro assumiu a carapuça de líder e levou o Brasil ao bicampeonato, além de dribles fez gols de todo jeito.

 (COADJUVANTES) Amarildo recebeu a missão de substituir o Rei Pelé e não negou fogo marcou os dois gols que classificou o Brasil no jogo contra a Espanha, marcou na final um gol sem ângulo quando a nossa seleção perdia o jogo. Masopust era o seu terceiro mundial e o experiente meia tcheco de estilo sul-americano exibiu um belo futebol.

1966 (HEROIS) Bobby Charlton disputava a sua terceira Copa do Mundo, sobrevivente de um acidente aéreo antes do Mundial de 58, ele jogando uma copa em casa queria fechar com chave de ouro a sua carreira  e além de comandar o “English Team” brindou os súditos da rainha com gols e muita disposição. Charles Hurst atacante inglês  esta na posição de herói nesta conquista, pois graças a ele a Inglaterra venceu a catimba argentina nas quartas de finais e marcar três gol na final, até hoje um Record em finais de Copa.

 (COADJUVANTE) Lev Yachin o “Aranha Negra” também jogava o seu terceiro mundial e nessa copa ele levou com suas defesas a URSS a sua melhor colocação em uma Copa o quarto lugar.

(CARRASCO) Eusébio chegou a Copa com a fama de ser o Pelé da Europa embora tenha nascido em Moçambique na Africa e o “Pantera Negra” além seus gols e futebol de ímpeto e faro de gol não negou fogo goleador do torneio  com 9 tentos se tivesse mais um Eusébio em sua equipe Oto Glória poderia levar os patrícios mais longe quem sabe.

1970 (HEROI) Não faltam jogadores para ser qualificado como herói no mundial de 70 no México; Pelé em seu ultimo momento em Copas, Gerd Muller por sua genialidade e oportunismo dentro da área, Beckenbauer por sua liderança e raça nas semifinais contra a Itália jogando com uma luxação na clavícula, mais o grande herói da conquista do tri era um Furacão! Ele Jairzinho arrebentou marcando gols em todos os jogos da campanha do tri.

(COADJUVANTES) Pelé pela jogadas geniais, O Kaiser Beckenbauer pela raça, Rivelino pela dinâmica e La patada atômica, Gordon Banks pelas defesas e a maior de todas na cabeçada do Rei Pelé, Cubillas pela categoria e alegria que levou o Peru as quartas de finais.

(CARRASCO) Gerd Muller mostrou eficiência e oportunismo dentro da área e foi o goleador da Copa com 10 gols parecia um Romário germânico e mais roliço.

1974 (HEROIS) Sepp Maier e Gerd Muller, levaram a Alemanha em casa a chegarem ao bicampeonato mundial; Maier pelas defesas principalmente contra a Holanda na final, Muller por fazer o gol oportunista do título.

(COADJUVANTES) Todo time da Holanda que jogou um futebol que encantou o mundo a Laranja Mecânica emperrou na final apesar de ter começado a partida de forma arrasadora mais o futebol total praticado por toda equipe mereceu um destaque e revolucionou o futebol. Lato carequinha arretado e matador,  rápido, habilidoso marcou 7 gols e levou a Polônia que voltava a uma Copa após 36 anos a um lugar honroso.

1978 (HEROIS) Mario Kempes sem se firmar como titular em 1974 em 1978 Kempes comandou a Argentina ao lado de Passarela e Fillol, formaram um verdadeiro triunvirato da bola, Passarela com sua raça e firmeza na defesa e quando a bola passava lá estava Ubaldo Fillol mesmo com uma estatura não muito elevada ele fez defesas sensacionais principalmente no jogo contra a Polônia e na final contra a Holanda, pelo lado do Brasil que saiu como campeão moral da competição e invicto parte disso se deve ao zagueiro Amaral que no jogo contra a Espanha na primeira fase salvou em cima da linha o gol espanhol que eliminaria o Brasil logo na primeira fase e Kempes fez gols decisivos e na final brilhou no melhor estilo portenho.

(COADJUVANTE) Dirceu foi o nome da seleção brasileira na Copa da Argentina apartir da segunda fase ele logo no jogo contra o Peru brilhou, na decisão do terceiro lugar contra a Itália comandou a virada amarelinha com um belo gol.

(VILÕES) O arbitro galês Thomas que na estréia do Brasil contra a Suécia resolveu finalizar o jogo com a bola no ar depois de uma cobrança de escanteio a anulou o gol de Zico nesse momento sem ninguém entender somente os suecos e olhe lá. O goleiro argentino de nascimento naturalizado peruano Ramón Quiroga e toda a seleção peruana de futebol que entregou segundo dizem o jogo para a Argentina no famoso 6 a 0 que tirou o Brasil da final, com muitos remanescentes da Copa de 70 e do título da Copa América de 75 foi decepcionante o vexame peruano.

1982 (HEROI) Todos os jogadores da Itália podem ser considerados verdadeiros heróis dessa conquista na Espanha depois de uma primeira fase onde na bacia das almas a Azzurra passou no saldo de gols, mas Paolo Rossi que nem titular foi a jogos a primeira fase se transformou de vez no “ Il Bambino D´Oro” no jogo contra o Brasil eliminou os canarinhos com três gols, mais dois contra os poloneses que valeu vaga na grande final e nela mesma mais um gol e a artilharia da competição. Paolo Rossi é stato Il grande eroe di Itália, herói e carrasco.

(COADJUVANTE) Boniek se revelou para o mundo nesta Copa, depois de uma discreta atuação na Argentina em 1978, o polaco bom de bola levou seu país novamente a ficar na terceira posição do torneio. Falcão o Rei de Roma chegou a Copa com a fama de liderar o time romano, dois anos atuando fora do Brasil, ele nos brindou com um futebol refinado, elegante e inteligente foi um dos melhores da Copa de 82.

(VILÕES) Alemães e Austríacos pelo jogo vergonhoso na primeira fase onde os compadres ajudaram a eliminar a Argélia e se classificarem juntas, nem parece que a Alemanha nazista tinha invadido a Áustria na segunda guerra mundial e era a chance dos austríacos se vingarem, mais tomaram um gol e resolveram se ajudarem.

1986 (HEROI) Nem precisa dizer quem foi o herói de 1986 no México, Diego Armando Maradona jogava a sua segunda Copa e depois da vergonha exibida em 1982, Dieguito havia prometido que esta seria o seu mundial, e não deu outra, Maradona comandou e levou a Argentina ao bicampeonato com autoridade de maior nome do futebol mundial na época; gols antológicos e jogadas de gênio e até gol irregular valeu para “ El Pibe”.

(COADJUVANTES) Valdano e Burruchaga eram os fieis escudeiros de Maradona e na final enquanto os alemães anularam Diego eles contribuíram e muito para a conquista portenha; Careca se mostrou para o mundo em 86, rápido e  ágil faro de gol e um estilo oportunista lhe valeram a vice artilharia do torneio.

(CARRASCO) Gary Lineker mostrou suas garras no México o inglês dentro da área foi decisivo para os súditos da rainha.

(VILÃO) Zico para muitos por ter perdido o pênalti durante o jogo contra a França é considerado o vilão pela eliminação do Brasil no México em 86.

1990 (HEROI) Roger Milla foi a sensação da Copa da Itália, com seu futebol alegre, solto e cheio de ginga elevou o pobre futebol apresentado nessa Copa. Camarões liderados por ele deu o toque de futebol mágico que era esperado ser jogado pelo Brasil.

(COADJUVANTE) Lothar Matthaus foi o líder da conquista alemã, depois de ter duas atuações discretas em 82 e 86, Matthaus comandou sua seleção com gols, talento e força física foi eleito o melhor da Copa de 1990.

(CARRASCO) Salvattori Schillaci  era apenas a terceira opção de ataque dos italianos, jogador da Juventus que foi artilheiro da segundona italiana, veio para a Copa para se consagrar como goleador máximo. Caniggia e Maradona foram os carrascos do Brasil em um jogo em que os brasileiros foram superiores, mais uma jogada genial e um passe perfeito e uma conclusão fria e calculista nos eliminaram.

(VILÃO) Pergunta a qualquer colombiano que foi o grande vilão nesse mundial? Ele mesmo René Higuita com suas jogadas de jogador de linha terminou em eliminação diante Camarões.

1994 (HEROI) Romário foi o nome da Copa de 94 o baixinho que em 90 jogou apenas alguns minutos diante a Escócia, sabia que essa era a Copa da sua redenção, depois de classificar o Brasil um ano antes o baixinho deu show e se consagrou.

(COADJUVANTES) Stoichkov, Roberto Baggio por ter levado a Itália nas costas, e Kenethy Andersson da Suécia fora os coadjuvantes desse mundial.

(CARRASCO) Oleg Salenko dois jogos seis gols e artilharia ao lado de Stoichkov foi na base da vodka.

(VILÃO)  Roberto Baggio ficou marcado pelo pênalti perdido contra o Brasil que deu o tetra aos canarinhos, se esperava muito dele e para mim ele fez muito além numa Itália presa por Sacchi retranqueiro. Leonardo por ter dado uma cotovelada desleal no americano Tab Ramos no qual deixou o atleta ianque desacordado.

 1998 (HEROI) Não existe outro nome para assumir essa marca de herói nesse mundial sem ser Zidane, embora ausente por duas rodadas devido a uma expulsão no jogo contra a Arábia Saudita, Zizou foi implacável e decisivo, a França somente chegou a final graça ao heroísmo de Thuram mas na final Zidade foi magistral marcou 2 gols e elevou os “ Les Bleus” ao título mundial.

(COADJUVANTES) Bergkamp jogou muito e levou a Holanda as semifinais, Rivaldo foi excelente em seu primeiro mundial.

(CARRASCO) Davor Suker avisou que iria ao seu primeiro mundial para honrar a Croácia foi goleador com 6 gols e levou os croatas ao merecido terceiro lugar.

(VILÃO) Os ingleses não pouparam criticas e ele o bonzão David Beckham pela expulsão atípica contra a Argentina foi o grande vilão.

2002 (HEROI) Depois de vexame de 98 onde ninguém sabe ao certo por que ele entrou em campo para a final depois de uma convulsão nervosa e várias contusões muitos deixariam inutilizado para o futebol, Ronaldo fez acontecer numa Copa, sobe a batuta de Felipão, Ronaldo fez a galera cair no samba nas manhãs de jogos, foi decisivo desde do inicio contra a Turquia até a final contra a Alemanha seus dois gols e a artilharia máxima do torneio com 8 gols valerão também para quebrar escritas que já duravam cinco mundiais, o artilheiro terminava sempre com 6 gols.

(COADJUVANTE) Rivaldo esteve para muitos a altura de Ronaldo, com gols e jogadas decisivas Rivaldo foi importante na conquista do penta.

(CARRASCO) Ronaldo foi aniquilador

(VILÃO) As arbitragens tendenciosas que ajudaram a Coreia do Sul a passar de fase contra a Itália e Espanha.

 2006 (HEROI) Não tivemos um jogador que tenha atuado de forma marcante, Zidane ainda sim foi o de maior destaque pelas suas atuações contra Espanha, Brasil e Portugal pode ser considerado o que ainda mereça esta qualificação.

(COADJUVANTES) Malouda o francês é uma forminha em campo marca e ataca com muito fôlego, todo grupo da Itália pela aplicação e vontade de chegar ao título, o português Maniche pelo futebol  dinâmico foi uma grata surpresa.

(CARRASCO) Klose com cinco gols foi o grande goleador da Copa se esperava mais dos atacantes com fama de artilheiros: Ronaldo, Adriano, Cristiano Ronaldo, Totti, Luca Toni, Podolski e Rooney.

(VILÕES) Roberto Carlos considerado o vilão maior da derrota que eliminou o Brasil por esta concertando o meião na hora da cobrança de falta que resultou no gol de Henry. Zidane por ter dado uma cabeçada no italiano Materazzi e ter deixado a França órfã de seu futebol perto do termino da prorrogação.

Fontes: Textos Galdino Silva

Pesquisas: Arquivos Galdino Silva

 

 

Os italianos ficaram no grupo l nas cidades de Vigo e La Corunha, juntamente com Polônia. Peru e Camarões. A Polônia não era a mesma das copas anteriores. O Peru comandados pelo brasileiro Tim nada fez de bom. Camarões tinha apenas um bom goleiro. E a Itália era o próprio retrato da mediocridade. Empatou os três jogos e passou para a próxima fase graças a um gol a mais que fez em Camarões. Por causa das fracas atuações, surgiu uma guerra entre a delegação e a imprensa. E foi Paolo Rossi quem começou a greve do silêncio. Ele que era um dos mais criticados. A imprensa o acusava de: “Um vendido que se escondia por trás do jeito de menino tímido e frágil”.
Na próxima fase, a Itália ficou no grupo que tinha Argentina e Brasil. Como franco atirador os italianos começaram sua reação. As criticas serviram como verdadeiro doping nos jogadores. Começaram vencendo a Argentina por 2×1. Como o Brasil também derrotou os argentinos, ninguém poderia acreditar que a Itália se superasse para ganhar dos brasileiros. Mesmo jogando pela vitória, os comandados de Bearzot correram sempre atrás da classificação. Paolo Rossi, em tarde de gênio, fez os três gols se aproveitando de falhas da defesa brasileira. E como no futebol, o jogador um dia está por baixo outro dia está por cima, Paolo Rossi se transformou no grande herói italiano da noite para o dia. Os mesmo jornais que havia criticado duramente Bearzot e seus comandados, começaram a criar manchetes para um time vencedor. A partir da vitória em Sarriá, os italianos passaram a jogar de uma forma completamente diferente daquele inicio da Copa. Com moral elevada, a Itália venceu a Polônia nas semi finais por 2×1 com dois gols de Paolo Rossi.
A grande final aconteceu no dia 14 de julho no estádio Santiago Bernabéu em Madri. A merecida vitória da Itália sobre a Alemanha diante de sua torcida embandeirada e com o aplauso de sua imprensa, mostrava mais uma vez que os deuses do futebol erraram novamente. O marcador de 3×1 teve mais um gol de Paolo Rossi que, em três jogos marcou seis gols e se transformou no artilheiro da Copa. Foi peça decisiva na conquista dos italianos que passaram a chamá-lo de “Menino de Ouro”. Tudo foi esquecido, todas as verdades repensadas. Ao Brasil coube participar da final através do arbitro Arnaldo Cesar Coelho.
A Copa continua sendo uma competição caprichosa e freqüentemente cruel. Na Espanha, mais uma vez o melhor futebol foi derrotado. Uma copa caprichosa, cruel e imponderável. Afinal, Paolo Rossi, acusado dois anos antes de vendido, aplicou um drible no destino e se tornou o herói de seu país e artilheiro do mundial.

 

Durante o Congresso da FIFA, 28 de maio de 1928, época dos Jogos Olímpicos de Amsterdã, por proposta do Comitê Executivo daquele órgão ficou decidido levar a efeito um campeonato mundial de futebol. Apareceram, então, seis países candidatos a realizar o primeiro certame: Hungria, Itália, Holanda, Espanha, Suécia e Uruguai.
No Congresso de Barcelona, em 1929, a FIFA fixou o ano seguinte para a disputa da Primeira Copa do Mundo, escolhendo o Uruguai como sede da referida disputa. A escolha fundamentou-se em três motivos: prestígio do futebol uruguaio como campeão olímpico em 1924 e 1927; o Uruguai comemoraria em 1930 o centenário de sua independência, além da Associação Uruguai de Futebol oferecer vantagens financeiras aos participantes.
Decidida a promoção do mundial, Jules Rimet, ainda em 1929, uma das últimas providências para concretização do seu sonho, foi a confecção de uma bela taça, pelo artesão Abel Lafleur, em Paris, que depois, por decisão do Congresso da FIFA, realizado em Luxemburgo (01.07.1946) levaria seu nome.
O rico troféu representava uma Vitória alada, levando em suas mãos, levantadas sobre a cabeça, um vaso octogonal em forma de copa. Era de ouro puro com um quilo e oitocentos gramas e seu peso total correspondia a quatro quilos, com trinta centímetros de altura, incluindo a base de mármore em que se apoiava. Ao pé desta, em placas especiais, passaram a figurar o nome gravado dos vencedores dos mundiais realizados até 1970. Os nomes são: 1930 (Uruguai), 1934 (Itália), 1938 (Itália), 1959 (Uruguai), 1954 (Alemanha), 1958 (BRASIL), 1962 (BRASIL),1966 (Inglaterra),1970 (BRASIL). O Brasil ficou de posse definitiva da taça Jules Rimet por ter conquistado seu tri-campeonato. A taça Jules Rimet ficou pronta em abril de 1939, antes da primeira copa do mundo, e os gastos totais atingiram 50 mil francos, uma fortuna para a época.
O belo troféu que havia sido mantido escondido na Segunda Grande Guerra Mundial pelo desportista italiano Otorino Barassi, depois foi roubado na Inglaterra, em 1966, mas logo recuperado. Infelizmente desapareceu da sede da CBF, no Rio de Janeiro, no final de 1983. E para decepção dos desportistas brasileiros, a imprensa anunciou no dia 28 de janeiro de 1984 que a taça Jules Rimet havia sido derretida no dia seguinte ao roubo, juntamente com outros troféus ganhos pelo futebol brasileiro.
Com a conquista em difinitivo da Taça Jules Rimet pelo Brasil, foi instituído um novo troféu para o mundial de 74. O Comitê Executivo da FIFA, reunido na cidade de Atenas, janeiro de 1971, deliberou a confecção de uma nova taça, com a denominação de Copa Mundial da FIFA. Após uma comissão especial examinar projetos apresentados por 53 empresas européias de sete países, decidiu pelo projeto da Companhia Bertoni de Milão.
O autor do projeto vitorioso foi o milanês Silvio Gazzaniga, chefe da firma Bertoni, e com passagem pela Escola Superior de Artes de Milão. A Copa Mundial simboliza a força e a pureza das disputas esportivas mundiais, representadas por dois atletas segurando o globo terrestre. É de ouro maciço 18 quilates, pesando cinco quilos e medindo 49 centímetros de altura, incluindo a sua base. Na aludida base existe espaço para registro de 18 vencedores de Copas, a contar de 1974 (Alemanha) o primeiro campeão da nova taça. Depois tivemos em 1978 (Argentina), 1982 (Itália). 1986 (Argentina), 1990 (Alemanha), 1994 (BRASIL), 1998 (França) e 2002 (BRASIL).
Em 71, o custo do novo troféu foi de 20 mil dólares. Ao contrário da taça Jures Rime, a Copa Mundial não ficará em definitivo, em poder de nenhum país. O vencedor de cada mundial manterá a posse da original por quatro anos. Depois disso, receberá uma réplica, apenas banhada em ouro, que reterá definitivamente.

 

9 gols
Argentina 6×3 México – Copa do Uruguai (1930)

Bicampeão olímpico, o Uruguai comemorou o centenário de sua independência com um presente da Fifa: a realização da primeira Copa organizada pela entidade. Eram 13 seleções disputando o título, e logo na primeira fase, em jogo pelo Grupo 1, Argentina e México fizeram um duelo de nove gols.

A Argentina goleou por 6 a 3, com Stabile, duas vezes, e Zumelzu abrindo o placar. No final do primeiro tempo, Rosas converteu uma penalidade — a primeira da história dos Mundiais — e descontou. Varallo e Zumelzu ampliaram para os argentinos no início do segundo tempo. Rosas e Gayon fizeram para o México e diminuíram a vantagem mais uma vez. Mas Stabile fez o sexto dos sul-americanos e definiu o resultado final.

A Argentina chegou à final da competição, mas perdeu para o Uruguai por 4 a 2.

Hungria 9×0 Coreia do Sul – Copa da Suíça (1954)

A Hungria tinha uma das melhores seleções do mundo em 1954, liderada pelo técnico Gusztav Sebes. Na época, a equipe perdeu apenas uma partida em seis anos, e mostrou todo seu poder na Copa. Além da Alemanha, o time também goleou a Coreia do Sul na primeira fase da competição, pelo Grupo 2.

A partida foi um show de Puskas (foto) e companhia. O craque húngaro abriu o placar aos 12 minutos, e Lantos fez o segundo aos 18. Kocsis marcou duas vezes antes do final do primeiro tempo, aos 24 e aos 36. O mesmo Kocsis fez o primeiro no segundo tempo. Czibor, Palotás, duas vezes, e Puskas, de novo, fecharam o placar.

Alemanha 7×2 Turquia – Copa da Suíça (1954)

As duas seleções terminaram a primeira fase empatadas em pontos no Grupo 2 e precisaram fazer uma partida extra para decidir quem passaria para as quartas de final. No primeiro duelo entre as equipes, a Alemanha já havia vencido por 4 a 2. No jogo decisivo, os alemães confirmaram o favoritismo e golearam por 7 a 2.

Os alemães saíram na frente com gols de Walter e Schaefer. Mustafa diminuiu para os suíços. Morlock fez o terceiro da Alemanha ainda no primeiro tempo. Após o intervalo, Morlock, duas vezes, Walter e Schaefer ampliaram. Lefter marcou o segundo da Suíça no final da partida.

França 6×3 Alemanha – Copa da Suécia (1958)

As duas equipes se enfrentaram na decisão do terceiro lugar – nas semifinais, a Alemanha havia perdido para a Suécia por 3 a 1, e a França tinha levado 5 a 2 do Brasil, que seria campeão pela primeira vez.

Os franceses levaram a melhor e ficaram com a medalha de bronze. Mais uma vez, Fontaine, goleador daquele ano, foi o destaque com quatro gols. Ele marcou duas vezes no primeiro tempo. Kopa fez o outro gol da França na etapa inicial, e Ciesclarczyk descontou. Na segunda etapa, Douis, e Fontaine, duas vezes de novo, ampliaram a vantagem. Rahn e Schaefer marcaram para os alemães.

Iugoslávia 9×0 Zaire – Copa da Alemanha (1974)

O Zaire (foto, contra o Brasil) fez a primeira participação em uma Copa na Alemanha, após vencer a Copa Africana de Nações. Os jogadores do time receberam uma casa e um carro do governo pela classificação. Mas os prêmios foram confiscados após a péssima campanha da seleção no torneio. A equipe terminou a primeira fase na última posição do Grupo B, sem marcar nenhum gol e após ter sofrido 14.

Contra a Iugoslávia, o Zaire sofreu uma das maiores goleadas da história das Copas. Bajevic, duas vezes, Dzajic, Surjak, Katalinski e Bogicevic marcaram seis gols ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, Oblak, Petkovic e Bejevic completaram a goleada.

10 gols
França 7×3 Paraguai – Copa da Suécia (1958)

A Copa de 1958 marcou a primeira conquista do Brasil e a estreia do maior jogador de todos os tempos: Pelé. O evento contou com a participação de 16 países. O goleador foi o francês Fontaine, com 13 gols. Em uma das partidas de Mundiais com maior número de gols, a França (na foto, contra o Brasil) fez 7 a 3 no Paraguai, que disputava a competição pela terceira vez.

O time sul-americano saiu na frente com um gol de Amarilla. Fontaine, duas vezes, virou para a França. Ainda no primeiro tempo, Amarilla empatou em cobrança de pênalti. Na segunda etapa, Romero colocou os paraguaios em vantagem. Porém, com gols de Piantoni, Wisnieski, Fontaine, Kopa e Vincent, os franceses passaram na frente e golearam.

11 gols
Brasil 6×5 Polônia – Copa da França (1938)

Apenas 16 seleções participaram da Copa de 1938 e a competição começou nas fases eliminatórias. O Brasil enfrentou a Polônia na primeira partida, válida pelas oitavas de final. Pelo lado brasileiro, o destaque foi Leônidas da Silva (foto), com três gols. Wilimowski fez quatro e foi o principal jogador da Polônia.

Leônidas abriu o placar ao 18 minutos de jogo. De pênalti, cinco minutos depois, Szerfke empatou para a Polônia. Romeu e Perácio ampliaram para o Brasil antes do final do primeiro tempo. Na segunda etapa, Wilimowski marcou aos oito e aos 14 minutos, deixando tudo igual novamente. Perácio fez o quarto para os brasileiros, aos 26. Mas Wilimowski empatou novamente e o jogo foi para a prorrogação.

No tempo extra, Leônidas marcou aos três e aos 14 para o Brasil. No final do segundo tempo da prorrogação, Wilimowski fez mais um para a Polônia.

O Brasil acabou eliminado ao perder para a Itália por 2 a 1 nas semifinais. Os italianos bateram a Hungria na final por 4 a 2.

Hungria 8×3 Alemanha – Copa da Suíça (1954)

Na primeira fase da Copa de 1954, pelo Grupo 2, Hungria e Alemanha Ocidental fizeram o confronto que viria a se repetir na final da competição. Mas, ao contrário da decisão, no primeiro jogo quem se deu bem foram os húngaros, que eram liderados pelo craque Puskas. O destaque da partida foi Kocsis, com quatro gols.

A Hungria começou a partida arrasadora e abriu três gols de vantagens: Kocsis, aos 3 e aos 21 minutos, e Puskas, aos 17. Pfaff descontou para a Alemanha aos 25. No segundo tempo, Hidegkuti fez mais dois para os húngaros, aos 5 e aos 9 minutos. Kocsis e Toth fizeram o sexto e o sétimo. Rahn, aos 32, fez o segundo dos alemães. Kocsis marcou o último dele aos 34. Herrmann ainda fez mais um para a Alemanha antes do apito final.

Hungria 10×1 El Salvador – Copa da Espanha (1982)

A Copa da Espanha foi a primeira que contou com 24 países participantes. A competição registrou a maior goleada da história dos mundiais, na vitória da Hungria sobre El Salvador. Na partida, Luís Ramirez marcou o único gol dos salvadorenhos nos mundiais e se tornou ídolo. O país já havia participado da competição em 1970, mas não havia marcado nenhum gol.

No primeiro tempo do jogo, a Hungria marcou apenas três vezes. Nyilasi, Poloskei e Fazekas fizeram os gols. Na segunda etapa, El Salvador não conseguiu suportar a pressão e levou mais sete. Toth, Fazekas, Azentes, Nyilasi e Kiss, três vezes, fecharam a goleada.

12 gols
Áustria 7×5 Suíça – Copa da Suíça (1954)

As duas seleções se enfrentaram nas quartas de final. Mesmo marcando cinco gols, a Suíça conseguiu a façanha de levar sete. Os anfitriões marcaram os três primeiros gols da partida, com Ballaman e Huegi, duas vezes. A Áustria não se abateu e virou o jogo com Koerner, duas vezes, Wagner, também duas vezes, e Ocwirk. Ballaman, ainda no primeiro tempo, empatou.

Na segunda etapa, Wagner aumentou a vantagem para a Áustria. Huegi marcou o quarto da Suíça, mas Probst marcou o sétimo da Áustria e fechou o placar. A partida foi a com maior número de gols de todas as Copas. A Áustria acabou eliminada pela Alemanha Ocidental nas quartas de final. Os alemães foram campeões ao derrotar a Hungria na decisão

 
A fim de conciliar os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 e a proteção do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural brasileiro, o Ministério Público Federal (MPF/BA) ajuizou na terça-feira, 13, ação civil pública com pedido liminar de suspensão imediata das autorizações concedidas pelo poder público para a demolição da Fonte Nova. Na ação, distribuída à 11ª Vara da Justiça Federal, o MPF pede que o Estado da Bahia e o consórcio Fonte Nova Negócios e Participações S.A abstenham-se de iniciar a demolição total ou parcial do complexo esportivo até que sejam realizados estudos técnicos prévios, aprofundados e aptos a fundamentar qualquer decisão do poder público, seja pelo tombamento, seja pela negativa de conferir ao bem a referida forma de proteção.
O MPF elenca cinco razões principais para a realização dos estudos prévios antes da anunciada demolição da Fonte Nova. O primeiro deles é o reconhecimento de que o complexo esportivo é dotado, inquestionavelmente, de valor histórico, cultural, paisagístico, de uso, identitário e de singularidade. O segundo é o indeferimento pelo Iphan do pedido de tombamento formulado pelas entidades acima reportadas, sem fundamento nos devidos estudos técnicos, conforme assinalado por perito da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal em Brasília.
A terceira razão está relacionada à efetiva execução do projeto da “Nova Fonte Nova”, no qual se prevê a demolição da atual estrutura, por meio da técnica de implosão, com larga utilização de explosivos, remoção de 40 mil metros cúbicos de entulhos, construções e edificações nos arredores do Dique do Tororó. A implosão acarretará sérios riscos aos bens tombados localizados no entorno: casa à Avenida Joana Angélica n°. 149 (ex-escola da Professora Anfrísia Santiago), o Convento e Igreja de Nossa Senhora do Desterro e o Dique do Tororó. Os outros motivos referem-se à ausência de respostas satisfatórias aos questionamentos do MPF por parte dos entes públicos diretamente envolvidos no projeto e à falta de estudos técnicos e documentos adequados e imprescindíveis para a verificação da sua regularidade.

Do site do MPF

 

O Maracanã tem a forma de uma falsa elipse. Sua construção consumiu 500.00 sacos de cimento, correspondentes a três vezes a altura do Corcovado, e ferro em barras de 1/16 de polegadas, suficientes para duas voltas em torno da terra. Oduvaldo Cozzi, locutor dos mais famosos da década de cinqüenta, dizia que “no Maracanã, esse monstro de areia, ferro, pedra e cimento, está a alma do futebol”. Frase bonita, mas sem dúvida, mas profundamente amarga para a geração que nasceu com o estádio.
Um grupo de dez rapazes compraram ingressos no cambio negro e foram direto para o Maracanã. A cidade bebera todo chope da vitória – que não veio. Para Fausto Neto, um dos rapazes, pouco se recorda do jogo, pois no que aconteceu depois do gol de Ghigia ficou gravado de tal forma na sua memória que apagou o resto. Como quase todos que estavam no estádio ele também chorou ao observar a mascara da tragédia no rosto de cada torcedor. Quem viu ou acompanhou pelo rádio o jogo do Brasil contra a Espanha não tinha mais dúvidas: nada impediria que o Brasil fosse o campeão. Além do mais, o Uruguai apenas empatara com a Espanha e vencera com dificuldade a Suécia. Um detalhe foi esquecido por todos: nos dois jogos, os uruguaios estiveram em desvantagem.
A partir da noite de 13 de julho, o Rio de Janeiro se transformou numa festa. O técnico Flavio Costa lembra que o “ar estava impregnado de futebol e ninguém acreditava um fiasco na final. Gigantesco e monumental quando na planta, apenas grande já nos jogo da fase eliminatória, apertado nas partidas contra Suécia e Espanha, o Maracanã parecia diminuir à proporção que o futebol do Brasil crescia. Os bares da cidade reforçaram seus estoques de chope.Os ingressos da decisão ficaram a cargo da Delegacia de Costumes e Diversões. Eles logo se esgotaram. As reclamações eram gerais. Por mais que a policia planejasse, era impossível controlar as multidões atrás de um ingresso.
Sem exagero, quem mais trabalhou naquele final de semana foram os garções e copeiros dos bares. Todo mundo era campeão do mundo e comemorava. Na concentração dos uruguaios, Obdulio Varella colecionava jornais que mostravam fotos com o Brasil campeão do mundo. Mira. Mira – repetia o capitão para os companheiros, apontando as manchetes do jornais. Na concentração dos brasileiros, em São Januário tudo era otimismo delirante. Os jogadores não tinham um minuto de calma. Políticos e cartolas disputavam, os jogadores para tirar a foto histórica. A situação chegou a tal ponto que o técnico Flavio Costa chegou a pensar em voltar com os jogadores para o Joá. Os cartolas, interessados em faturar o prestígio dos jogadores, deram o contra. E o assunto acabou esquecido. O barulho infernal da torcida aumentou gradativamente até o gol de Friaça aos 4 minutos do segundo tempo quando explodiu. Para diminuir quando Schiafino empatou e parou de vez quando Gighia fez o segundo gol. Ninguém entendia nada e o resto foi silêncio. Córner contra os uruguaios. Friaça levanta para a área. Jair salta e Maspoli segura firme. O juiz inglês George Reader apitou o final do jogo.
Dentro e fora do campo, lágrimas. Dentro e fora do campo, sorrisos de uns poucos uruguaios, dos jogadores da celeste, logo transformados em super-herói. Flavio Costa e os jogadores brasileiros eram acusados de um crime que não cometeram: o crime de perder a última batalha.
A Copa se fora como um sonho, o mesmo sonho que levou à construção do Maracanã. Desolado e mudo, o prefeito Mendes de Moraes, o construtor do estádio, assistia imóvel à tragédia do mesmo local onde, antes do jogo, em discurso no próprio estádio, saudou os jogadores como campeões do mundo. De repente, a dura realidade. Como encará-la ? Mas era impossível esconder a verdade. E dizer a verdade, naquele momento, era partir para a manchete cruel – Uruguai campeão do mundo. E foi isso que fez a maioria dos jornais no dia seguinte.
Cada jogador procurou a sua casa ou o hotel pelos próprios meios. Em algumas salas do Maracanã, jaziam caixas e mais caixas de serpentina e sacos de confetes preparados para o carnaval da vitória. O Maracanã, palco por excelência do futebol, já viveu tragédias, farsas e comédias. Mas, aquele 16 de julho de 1950, está marcado para sempre como um dia de finado do futebol brasileiro.

Fonte : revista Placa 1975

 

Na Copa de 1974 o polonês LATO foi o goleador daquele mundial na Alemanha com 7 gols marcados, após este mundial até o mundial de 2002 os goleadores dos mundiais de 1978 Mario Kempes da Argentina, 1982 Paolo Rossi da Itália, 1986 Gary Lineker da Inglaterra, 1990 Totó Schillaci da Itália, 1994 Oleg Salenko da Russia e Davor Suker da Croácia foram artilheiros da competição com 6 gols marcados.

Somente em 2002 o brasileiro Ronaldo superou a marca com 8 gols assinaldos no Mundial da Coreia do Sul e Japão.

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Alemanha e Brasil  são os países que mais finais de copas disputaram! 7 finais cada uma, as duas potências também dividem o maior número de finais seguidas: Alemanha em 1982, 1986 e 1990 e Brasil em 1994, 1998 e 2002.

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Na Copa de 1990 na Itália, Durante a competição, a Fifa determinou que o gol contra, se iniciado com um chute de ataque, devia ser atribuído ao atacante. A polêmica surgiu após o gol brasileiro contra a Costa Rica, Müller chutou, a bola bateu no zagueiro Montero e entrou. A Fifa mudou a decisão do árbitro e deu o gol a Müller.

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O Brasil de 1978 e 1986 saiu da Copa de maneira invicta e se tornou o país bicampeão moral.

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A Tunisia foi a primeira seleção africana a vencer uma partida em copas do mundo, foi na Argentina em 1978, venceu o Mexico de virada por 3 a 1.

Também na Copa de 1978 foi realizada a substituição mais rápidas dos mundiais: O técnico Enzo Bearzot, da seleção italiana, trocou Mauro Bellugi por Antonello Cuccureddu depois de apenas seis minutos de jogo.

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 Na manhã da semifinal contra o Chile, pela copa de 1962 a comissão técnica brasileira saiu para comprar salame, mortadela, queijo e pão. Os jogadores almoçaram apenas sanduíches. Como o jogo era contra os donos da casa, a seleção estava com medo de que algo pudesse ser colocado na comida do hotel em que o time estava hospedado.

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Na copa de 1938 o brasileiro Leônidas da Silva, era tão temido pelos zagueiros italianos que segundo o marcador Alfredo Foni foi uma alivio ou um presente de Deus que o Diamante Negro não estaria em campo na semifinal em Marselha.

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O Brasil já teve 3 goleadores maximos em Copas do Mundo:

Leônidas da Silva  com 8 gols em 1938

Ademir Menezes com 9 gols em 1950

Ronaldo com 8 gols em 2002

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O goleador do mundial de 1962 no Chile Jerkovic conquistou a honra de ser artilheiro após marcar cinco gols na Copa do Mundo. Mas o jogador só teve o feito reconhecido oficialmente em 1993, graças a uma confusão no jogo entre Iugoslávia e Colômbia. Na súmula, o terceiro gol iugoslavo na vitória por 5 a 0 foi creditado equivocadamente a Galic. Porém, a revisão do filme da partida provou que Jerkovic havia sido o autor daquele gol.

Estas são apenas algumas curiosidades de Copas do Mundo até o inicio do mundial colocarei mais algumas de muitas.

FONTES: A HISTÓRIAS DE TODAS AS COPAS de Orlando Duarte

Textos: Galdino Silva

 

A seleção da Holanda tinha como técnico Rinus Michels. Sua equipe devolvia o futebol de seus grandes dias do passado, quando o gol era, acima de tudo, a própria razão de ser do jogo. Mas não residia apenas nisso seu encanto. Jogando com muita aplicação tática, fazia a bola rolar de pé em pé, em jogadas ensaiadas com admirável talento coletivo. Logo na sua estréia contra os uruguaios, a imprensa mundial viu uma seleção praticando um futebol bonito, harmonioso e eficiente. No ponto de vista coletivo, a seleção holandesa era quase perfeita. É como se fosse uma orquestra que tinha como regente o elegante Cruijff. Na Copa de 1974, Cruijff se tornava o novo rei do futebol. Era o símbolo vivo daquele seleção que os estrategistas batizaram de “Carrossel Holandês”. O futebol da Holanda era algo novo, diferente, irresistível.
Nas oitavas de final, a Holanda venceu o Uruguai por 3×0, a Bulgária por 4×1 e empatou com a Suécia em 0×0. Nas quartas de final, derrotou a Argentina por 4×0, a Alemanha Oriental por 2×0 e o Brasil também por 2×0.
Alemanha Ocidental não era a favorita do mundial. Mesmo se levando em conta que jogava em casa com o inestimável apoio de sua torcida, com todos os fatores extra campo inteiramente a seu favor, a imprensa mundial acreditava mais no “Carrossel Holandês”, no futebol mais perfeito, no futebol arte. Mas, os alemães ostentavam o titulo de campeão da Europa de 1972 e possuía em seu plantel grandes estrelas do futebol germânico como Vogts. Overath, Beckenbauer, Gerd Muller, Sepp Mayer e o polêmico Breitner. O técnico era o perfeccionista Helmut Schõen.
Nas oitavas de final, a Alemanha Ocidental venceu o Chile por 1×0, a Austrália por 2×0 e perdeu para a Alemanha Oriental por 1×0. As duas Alemanhas se classificaram. Nas quartas de finais, a Alemnaha derrotou a Iugoslávia por 2×0, a Suécia por 4×2 e a Polônia por 1×0.
A decisão aconteceu no dia 7 de junho no Estádio Olímpico de Munique. O grande publico assistiu a uma empolgante partida de futebol. Do ponto de vista técnico, talvez, a mais equilibrada de todas as copas já disputadas. Logo no primeiro minuto de jogo, uma arrancada maravilhosa de Cruijff que terminou sendo derrubado dentro da área alemã. O juiz inglês Jack Taylor não hesitou e marcou o penalti contra os donos da casa. Neeskens abriu a contagem para os holandeses. Com a vantagem inesperada, a Holanda iniciou uma serie de jogadas com puro exibicionismo. Ainda no primeiro tempo, a Alemanha empatou através de uma penalidade máxima. Um lançamento para o explosivo Breitner que terminou sendo derrubado na área por Jansen. O mesmo Breitner cobrou e empatou. Aos 43 minutos, uma falha da defesa holandesa deixou Gerd Muller livre para marcar o gol do titulo. Os alemães comemoraram com muita alegria. Era um instante de liberdade que valia muito mais que as longas semanas de concentração. No final do mundial ficou mais uma lição, muitas vezes repetidas e nunca aprendida. Uma final de Copa do Mundo não tem favoritos. Nem mesmo para uma seleção cujo futebol encantou o mundo e era tocado por musica, como os comandados do maior craque da competição: Cruijff.

Fonte: O Jornal

 

Quando a Fifa definiu as 12 sedes da Copa de 2014 no Brasil, em maio de 2009, também lançou um cronograma com prazos “rigorosos”, incluindo a data de 1º de março para a conclusão do processo licitatório dos estádios do mundial. Um mês se passou da data limite e, com exceção de Salvador, as demais capitais da copa não conseguiram, em 11 meses, definir qual a construtora ou consórcio construirá as arenas. Juntas,  as capitais atrasadas no cronograma pressionaram a Fifa pela prorrogação do prazo, e conseguiram. Segundo o presidente do Comitê Gestor da Copa 2014 em Natal, Fernando Fernandes, Natal terá até o meio do ano para iniciar as obras do novo estádio, consequentemente, antes disso precisará definir qual empresa fará a obra orçada em R$ 400 milhões. O primeiro passo da construção do Estádio das Dunas será a demolição do ginásio Machadinho e depois duas secretárias do centro Administrativo. Em relação ao estádio Machadão, as obras para demolir o estádio só devem iniciar no último trimestre do ano, após as competições já marcadas, com as partidas da Série B, pelo América, e Série C, pelo Alecrim. O atraso da licitação nas sedes da Copa de 2014 está sendo justificado pelo cuidado redobrado em não cometer erros durante o processo licitatório que possam interromper as obras dos estádios e gerar prejuízos aos governos e até a exclusão da cidade do mundial. Ainda segundo o secretário da Copa em Natal Fernando Fernandes, o governo não está “pulando etapas, para fazer tudo dentro dos trâmites legais. As empresas interessadas na construção do nosso estádio estão preparando suas propostas para nos apresentar e aquela que tiver a (proposta) com menor custo para construir o estádio será a vencedora da licitação”.

Situação das demais cidades-sede

Belo Horizonte Na versão oficial, as obras do Mineirão começaram em 26 de janeiro, com correções e reforços estruturais. No entanto, o início das intervenções mais complexas, como o rebaixamento do gramado e a demolição da arquibancada, foram marcadas somente para 12 de junho. O detalhamento do projeto ainda está em elaboração e o governo de Minas tenta emplacar uma parceria público-privada para tocar as obras e a gestão do estádio.

Brasília A crise política no Distrito Federal afetou o cronograma da capital. O Tribunal de Contas distrital cancelou a segunda fase da licitação do Estádio Nacional de Brasília, alegando ausência de um projeto básico e de um orçamento detalhado. Mesmo assim, o comitê local garante que as obras devem começar em abril.

Cuiabá Foi homologado no ultimo dia 30 o resultado da licitação para as obras do Novo Verdão. Na prática, a homologação encerra o processo licitatório e define o consórcio Santa Bárbara/Mendes Júnior como vencedor da concorrência, já que não cabem mais recursos. Obras começam ainda em abril.

Curitiba A cidade enfrenta um impasse. O Atlético Paranaense se recusa a bancar os R$ 90 milhões necessários para a adequação da Arena da Baixada às exigências da Fifa. A prefeitura, por sua vez, se comprometeu apenas a realizar as obras do entorno, deixando os investimentos no estádio para o clube. Para isso, o Atlético busca parcerias e tenta fechar um contrato de naming rights. A definição do modelo de investimento deve sair somente após o Mundial da África do Sul.

Fortaleza A reforma do Castelão deve começar apenas em abril. O edital de parceria público-privada foi lançado em 30 de dezembro, mas passou por ajustes que ampliaram o cronograma.

Manaus No final de dezembro, o Ministério Público Federal viu inconsistências no edital de pré-qualificação para a construção da Arena Amazônia, levando o estado a cancelar a seleção prévia de empresas, o que adiou o processo. As obras têm previsão de início no começo de abril.

Porto Alegre As obras do Beira-Rio seguem paralisadas por dificuldades financeiras. A venda do estádio dos Eucaliptos, que pode render R$ 20 milhões, esbarra em pendências com a Justiça. O clube foi o único a recusar empréstimo do BNDES. Além disso, pleiteia isenção fiscal para a compra de materiais de construção.

Recife A construção da Arena Capibaribe deve começar somente em 10 de maio. O estádio será construído em São Lourenço da Mata, região metropolitana do Recife. Segundo o comitê local, adiamentos na publicação do edital e modificações sugeridas pelo Ministério Público Federal provocaram os atrasos.

Rio de Janeiro Na prática já escolhido como palco da final, o Maracanã é um dos estádios da Copa mais atrasados. O projeto da reforma passou por diversas reformulações desde maio de 2009 e foi divulgado somente em janeiro deste ano. A data de lançamento do edital, no entanto, segue indefinida.

Salvador Primeiro estádio com processo de licitação concluído, a Fonte Nova ainda não tem data para sair do papel. Segundo o consórcio formado por OAS e Odebrecht, a instalação do canteiro de obras depende de licenças ambientais e de alvarás municipais e estaduais. O governo da Bahia promete o início para abril. Já o consórcio prefere não estabelecer datas.

São Paulo A diretoria do São Paulo FC afirma que o Morumbi está adiantado em relação a outros estádios da Copa. No entanto, o projeto segue sob críticas da Fifa e passou por ao menos duas.

fonte: dnonline

 

Embora Serginho Chulapa ostente inúmeros títulos em seu currículo, ele não esconde que sua maior frustração foi não ter conquistado o titulo da Copa do Mundo de 1982, na Espanha, com a Seleção. “Foi a maior frustração de minha carreira”.

Na época, muitos críticos elegeram Chulapa como um dos piores jogadores daquela Seleção que encantou o mundo, estrelada por Zico, Sócrates, Falcão e Cia.

“Na verdade, minha Copa ideal seria a de 1978, a da Argentina. Uma Copa de choque.

Já em 1982 era uma Seleção de bonecas. Eu ficava lá na frente levando porrada e os caras na frente jogando bonito. Não deu certo “, desabafa”.

Para o ex-jogador, o maior problema daquela seleção foi a vaidade dos jogadores. A maioria, segundo ele, estava mais preocupada com o aspecto individual do que com o coletivo. “Era uma seleção extraordinária. Mas faltou união. Quem estava de fora não torcia para quem estava dentro. Existia uma rixa de jogadores de São Paulo com os do Rio e os de Minas com os do Sul. Depois que acabou essa mentalidade, o Brasil passou a ganhar”.

Em mais de 15 anos de carreira, Chulapa conquistou quatro Campeonatos Paulistas e um Brasileiro. Balançou as redes quase 500 vezes e é o maior artilheiro da história do São Paulo e o maior, pós-era Pelé, do Santos.

Fonte: JT

 

SORTEADOS OS GRUPOS PARA O MUNDIAL 2010 NA AFRICA DO SUL, VAMOS VER ABAIXO ALGUNS CONFRONTOS QUE JA ACONTECERAM EM OUTRAS EDIÇÕES DE MUNDIAIS ENTRE AS SELEÇÕES DO MESMO GRUPO:

GRUPO A

AFRICA DO SUL
FRANÇA
MEXICO
URUGUAI

JÁ TIVEMOS VÁRIOS CONFRONTOS EM COPAS ENTRE ESTES PAISES, A FRANÇA JÁ ENFRENTOU TODOS ELES EM OUTROS MUNDIAIS.

FRANÇA 4 – 1 MEXICO EM 1930
FRANÇA 3 – 2 MEXICO EM 1954
FRANÇA 1 – 1 MEXICO EM 1966
FRANÇA 1 – 2 URUGUAI EM 1966
MEXICO 0 – 0 URUGUAI EM 1966
FRANÇA 3 – 0 AFRICA DO SUL EM 1998
FRANÇA 0 – 0 URUGUAI EM 2002

GRUPO B

ARGENTINA
COREIA DO SUL
GRÉCIA
NIGÉRIA

A ARGENTINA TAMBÉM NESTE GRUPO JÁ HAVIA JOGADO COM AS ESTAS MESMAS SELEÇÕES EM OUTRAS COPAS.

ARGENTINA 3 – 1 COREIA DO SUL EM 1986
ARGENTINA 4 – 0 GRÉCIA EM 1994
ARGENTINA 2 – 1 NIGÉRIA EM 1994
ARGENTINA 1 – 0 NIGÉRIA EM 2002
NIGÉRIA 2 – 0 GRÉCIA EM 1994

GRUPO C

ARGÉLIA
ESLOVÊNIA
ESTADOS UNIDOS
INGLATERRA

NESTE GRUPO TEREMOS A REEDIÇÃO DAQUELA QUE É CONSIDERADA A MAIOR ZEBRA DA HISTÓRIAS DAS COPAS INGLATERRA E EUA DIFERENTE DE 1950 OS AMERICANOS HOJE ATÉ QUE JÁ SABEM CHUTAR UMA REDONDA.

INGLATERRA 0 – 1 ESTADOS UNIDOS EM 1950

GRUPO D

ALEMANHA
AUSTRALIA
GANA
SÉRVIA

NESTE GRUPO A ALEMANHA EM 1974 ENFRETOU OS AUSTRALIANOS EM SEU PRIMEIRO MUNDIAL.

ALEMANHA 3 – 0 AUSTRALIA EM 1974

GRUPO E

CAMARÕES
DINAMARCA
HOLANDA
JAPÃO

NESTE GRUPO É O UNICO EM QUE NÃO HOUVE NENHUM CONFRONTO EM COPAS ANTES.

GRUPO F

ESLOVÁQUIA
ITÁLIA
NOVA ZELÂNDIA
PARAGUAI

ITÁLIA E PARAGUAI EM 1950 NO PACAEMBU SÃO PAULO.

ITÁLIA 2 – 0 PARAGUAI EM 1950

GRUPO G

BRASIL
COREIA DO NORTE
COSTA DO MARFIM
PORTUGAL

É A CHANCE DO BRASIL DEVOLVER A DERROTA PARA OS PORTUGUESES EM 1966 E AINDA QUEM SABE ELIMINANDO A TURMA DO CAJO CRISTIANO RONALDO E CIA, ISSO SE COSTA DO MARFIM NÃO AMARELAR.

PORTUGAL 3 – 1 BRASIL EM 1966
PORTUGAL 5 – 3 COREIA DO NORTE EM 1966

GRUPO E

CHILE
ESPANHA
HONDURAS
SUIÇA

É OUTRO GRUPO EM QUE JA HOUVE VÁRIOS JOGOS EM OUTRAS EDIÇÕES E A ESPANHA JÁ ENFRENTOU TODOS ELES ANTES TAMBÉM ASSIM COMO FRANÇA E ARGENTINA EM SEUS GRUPOS.

ESPANHA 2 – 0 CHILE EM 1950
ESPANHA 2 – 1 SUIÇA EM 1966
ESPANHA 1 – 1 HONDURAS EM 1982
ESPANHA 3 – 0 SUIÇA EM 1994
CHILE 3 – 1 SUIÇA EM 1962

AGORA É ESPERAR A BOLA ROLAR PARA VERMOS COMO SERÃO ESTES JOGOS ENTRE ESSAS SELEÇÕES DESSA VEZ.

 

No dia 16 de Julho de 1950, aqui nos quatro cantos do país tudo estava preparado para a fuzarca o Brasil chegava a final da quarta edição do Campeonato Mundial da Fifa, bastava apenas um empate e finalmente comemorariamos o nosso primeiro caneco… Quem disse tanta festa desde do inicio do Mundial e justamente na hora do bolo nos engasgamos com a cereja, até então nas outras 3 edições da Copas do Mundo em duas delas o país anfitrião deu a festa e participou dela até o fim apenas em 1938 na França a Itália eliminou logo o anfitrião na segunda rodada e rumou para o bicampeonato mundial. Depois da Copa de 50 nas outras Copas 54/58 e 62 quem fez a festa foram os outros, inclusive o Brasil na Suécia e no Chile, em 1966 a Inglaterra armou a Copa e levou a todo custo até com gol que não foi gol, em 1974 a Alemanha fez a festa e tomou o chopp final, em 1978 a Argentina a todo custo comandados por Mario Kempes e o Gal. Videla ajudaram los hermanos a vencer seu primeiro mundial. Depois nos Mundiais seguintes Espanha 82, Mexico 86 os anfitriões sem terem tanta tradição no mundo da bola viram Itália e Argentina já democratica fazerem a festa.

Em 1990 a Itália armou uma grande festa mais já sem a influência maligna de Il Duce a Alemanha fez a festa, em 1994 tava na cara que a festa de 1994 nos EUA, seria para outros países com tradição futebolistica maior que a terra do Tio Sam, inclusive o Rei Pelé apontava a Colômbia como grande favorita no final a batalha pelo tetra entre os gigantes Brasil e Itália, em 1998 a França sediou um mundial novamente e desta vez na do romantismo dos anos 30 Les Bleus bateram italianos e na final dançaram samba diante um Brasil a base de ” sicuta” o final todos sabemos o baile. Em 2006 nova Copa na Alemanha e dessa vez os donos da festa nem na final chegaram, coincidência na Copa de 90 na Itália deu Alemanha, em 206 na Copa nas terras Germânicas deu Itália.

Curiosidade o Brasil dos campeões mundiais foi o unico que não conquistou a Copa realizada em sua casa, quem sabe 2014 será?.

A França somente venceu uma e justamente em sua casa em 1998, o Brasil é o unico a vencer uma Copa na Europa em 1958, os Europeus só vencem Copas no velho continente, a Holanda foi a unica seleção europeia a fazer uma final na América do Sul. antes no Uruguai em 1930 e Brasil 1950 os finalistas foram dois sulamericanos, Alemanha e Itália fizeram finais no Mexico em 1970 e 1986 e EUA 1994. Até hoje final de Copa é Europa X América do Sul, a Coreia do Sul em 2002 na base do empurra e os EUA em 1930 são as duas unica seleções que chegaram mais longe 4ª e 3ª colocação.

2010 Copa na Africa, apesar de serem um povo sofrido os africanos são alegres gostam de futebol cornetas sons bons jogadores mais certamente a festa será para um dos grandes do bola.
Brasil, Itália, Argentina, França, Alemanha, Inglaterra e Uruguai dos seleto clubes dos campeões mundiais até hoje, e quem sabe uma surpresa: Espanha, Holanda ou Portugal.

 

Escócia 4 (74, 82, 90, 98)
Espanha 4 (34, 62, 78, 86)
Iugoslávia 4 (30, 50, 54, 74)
México 3 (50, 54, 62)
Suécia 3 (78, 90, 94)
Áustria 2 (58, 78)
Costa Rica 2 (90, 2002)
Inglaterra 2 (58, 70)
Tchecoslováquia 2 (62, 70)
União Soviética 2 (58, 82)
Argélia (86)
Austrália (2006)
Bolívia (30)
Bulgária (66)
Camarões (94)
China (2002)
Croácia (2006)
França (54)
Hungria (66)
Irlanda do Norte (86)
Japão (2006)
Marrocos (98)
Noruega (98)
Nova zelândia (82)
Polônia (38)
Portugal (66)
Romênia (70)
Rússia (94)
Suíça (50)
Turquia (2002)
Zaire (74)

Ao longo dos Mundiais o Brasil já enfrentará algumas pedreiras quando as Copas tinham 16 seleções até 1978 o Brasil caiu em cada grupo vejamos:

1930 -

Iugoslávia
Brasil
Bolívia

1950 -

Brasil
Iugoslávia
Suíça
México

1954 -

Brasil
Iugoslávia
França
México

1958 -

Brasil
União Soviética
Inglaterra
Áustria

1962 -

Brasil
México
Tchecoslováquia
Espanha

1966 -

Brasil
Bulgária
Hungria
Portugal

1970 -

Brasil
Tchecoslováquia
Inglaterra
Romênia

1974 -

Brasil
Iugoslávia
Escócia
Zaire

1978 -

Brasil
Suécia
Espanha
Áustria

Em 1982 as Copas passaram a ter 24 seleções e mesmo assim o Brasil continou caindo em grupos não muitos desconfortaveis ainda mais com os sorteios sendo de formas dirigidas.

1982 -

Brasil
União Soviética
Escócia
Nova Zelândia

1986 -

Brasil
Espanha
Argélia
Irlanda do Norte

1990 -

Brasil
Suécia
Costa Rica
Escócia

1994 -

Brasil
Rússia
Camarões
Suécia

De 1998 para cá as Copas tem 32 seleções e o Brasil na primeira fase só não passa se não quiser vejam as nabas:

1998 -

Brasil
Escócia
Marrocos
Noruega

2002 -

Brasil
Turquia
China
Costa Rica

2006 -

Brasil
Croácia
Austrália
Japão

Como vimos acima o Brasil depois de 1978 nunca mais caiu em um grupo complicado e agora nessa sexta estaria reservado para o Brasil o temido grupo da morte com França ou Portugal, Mexico e Costa do Marfim ou mais uma fez com Nova Zelândia, Grécia e Honduras, quem é chegada ao grupo da morte são Argentina e Inglaterra com França, Portugal, Uruguay a solta podemos ter um grupo da morte com Argentina ou Inglaterra, França ou Portugal, Costa do Marfim e Mexico ou EUA, vamos torcer e aguardar para ver.

Fontes: Pesquisa Todas as Copas do MUndo de Orlando Duarte
Tetxo: Galdino Silva

 

O Brasil é o unico país até hoje a participado de todas as fases finais de Copas do Mundo. Desde 1930 que o passaporte tem visto liberado para os Mundiais, do primeiro em 30 até o último de 2006 na Alemanha o Brasil sofreu 14 (quatorze) derrotas e um detalhe apesar de algumas delas serem doloridas em Copas o Brasil nunca deu mole para Azarões, se vale como destaque só perdemos para gente boa. Confira!

1930 – Ioguslávia 2-1 Brasil
1934 – Espanha 3-1 Brasil
1938 – Itália 2-1 Brasil
1950 – Uruguai 2-1 Brasil
1954 – Hungria 4-2 Brasil
1966 – Hungria 3-1 Brasil
1966 – Portugal 3-1 Brasil
1974 – Holanda 2-0 Brasil
1974 – Polônia 1-0 Brasil
1982 – Itália 3-2 Brasil
1990 – Argentina 1-0 Brasil
1998 – Noruega 2-1 Brasil
1998 – França 3-0 Brasil
2006 – França 1-0 Brasil

Como podemos ver acima o Brasil jamais perdeu para um seleções de nivel técnico inferior ou foi vitima de uma grande zebra como já fora vitimas Inglaterra para o EUA em 1950, a Itália para a Coreia do Norte em 1966, a Alemanha para a Argélia em 1982, Argentina para Camarões em 1990 e etc… realmente vale como destaque nestas derrotas é que a Hungria derrotou o Brasil em 1954 depois dessa derrota a Seleção Brasileira venceu de forma invicta as Copas de 1958 e 1962 e só voltou a perder justamente para a Hungria em 1966 na Inglaterra, a Seleção Hungará é nosso calo junto com a França pois depois da derrota de 1998 somente volta a perder em um mundial, justamente para a França em 2006. Apenas nas Copas de 1966, 1974 e 1998 o Brasil sofreu 2(duas) derrotas em um mesmo Mundial, a Itália derrotou o Brasil em duas oportunidades em Copas e justamente nas duas em que ela venceu, em 1938 e 1982, Argentina e Uruguai além da Itália e França são os unicos campeões que já nos derrotaram em Copas do Mundo o Brasil.

Fonte: Pesquisa Todas as Copas do Mundo de Orlando Duarte
Text Galdino Silva

 

Amigos das 31 seleções classificadas para o Mundial da Africaa do Sul, o Brasil já se defrontou com 20 delas na histórias das Copas vamos conferir estes confrontos:

1986 BRASIL 1-0 ARGÉLIA
1974 BRASIL 2-1 ARGENTINA
1978 BRASIL 0-0 ARGENTINA
1982 BRASIL 3-1 ARGENTINA
1990 BRASIL 0-1 ARGENTINA
2002 BRASIL 2-0 ALEMANHA
2006 BRASIL 2-0 AUSTRALIA
1994 BRASIL 3-0 CAMARÕES
1962 BRASIL 4-2 CHILE
1994 BRSIL 4-1 CHILE
1998 BRASIL 3-2 DINAMARCA
1934 BRASIL 1-3 ESPANHA
1950 BRASIL 6-1 ESPANHA
1962 BRASIL 2-1 ESPANHA
1978 BRASIL 0-0 ESPANHA
1986 BRASIL 1-0 ESPANHA
1994 BRASIL 1-0 EUA
1958 BRASIL 5-2 FRANÇA
1986 BRASIL 1-1 FRANÇA 3-4 PENALTIS
1998 BRASIL 0-3 FRANÇA
2006 BRASIL 0-1 FRANÇA
2006 BRASIL 3-0 GANA
1974 BRASIL 0-2 HOLANDA
1994 BRASIL 3-2 HOLANDA
1998 BRASIL 1-1 HOLANDA 4-2 PENALTIS
1958 BRASIL 0-0 INGLATERRA
1962 BRASIL 3-1 INGLATERRA
1970 BRASIL 1-0 INGLATERRA
2002 BRASIL 2-1 INGLATERRA
1938 BRASIL 1-2 ITALIA
1970 BRASIL 4-1 ITALIA
1978 BRASIL2-1 ITALIA
1982 BRASIL 2-3 ITALIA
1994 BRASIL 0-0 ITALIA 2-3 PENALTIS
2006 BRASIL 4-1 JAPÃO
1950 BRASIL 4-0 MEXICO
1954 BRASIL 5-0 MEXICO
1962 BRASIL 2-0 MEXICO
1982 BRASIL 4-0 NOVA ZELANDIA
1966 BRASIL 1-3 PORTUGAL
1950 BRASIL 2-2 SUIÇA
1950 BRASIL 1-2 URUGUAI
1970 BRASIL 3-1 URUGUAI

São 27 vitórias canarinhas, 06 empates e 07 Derrotas nestes jogos ao longo dos Mundiais.
89 gols a favor e 42 sofridos com saldo de 47 gols a favor.

Fontes: Todas as Copas do Mundo Orlando Duarte

 

Ano que vem é ano de Copa do Mundo e já com as seleções classificadas e na próxima semana teremos o sorteios dos grupos haja expectativa no país do futeol, por isso já no clima do Mundial de 2010 estou iniciando alguns artigos com detalhes e curiosidades dos mundiais.

VOCÊS SABIAM QUE OITO PAÍSES QUE JÁ PARTICIPARAM DE UM MUNDIAL PELO MENOS JÁ NÃO EXISTEM MAIS OU MUDARAM DE NOME?

INDIAS HOLANDESAS – 1934
TCHECOSLOVAQUIA – 1934/1938/1954/1958/1962/1970/1982/1990
IUGOSLAVIA – 1930/1950/1954/1958/1962/1974/1982/1990/1998
URSS – 1958/1962/1966/1970/1982/1986/1990
SERVIA E MONTENEGRO – 2006
ZAIRE – 1974
ALEMANHA ORIENTAL – 1974
ALEMANHA OCIDENTAL – 1934/1938/1954/1958/1962/1966/1970/1974/1978/1982/1986/1990

As oito seleções dariam para formar dois grupos para a primeira fase de uma Copa!

Acompanhe agora com estão hoje com seus novos nome e formações!

INDIAS HOLANDESAS INDONÉSIA
TCHECOSLOVAQUIA REPUBLICA TCHECA E ESLOVÁQUIA
IUGOSLAVIA SERVIA
URSS RUSSIA
SERVIA E MONTENEGRO MONTENEGRO
ZAIRE REPUBLICA DEM. CONGO
ALEMANHA ORIENTAL ALEMANHA
ALEMANHA OCIDENTAL ALEMANHA

Considerando que a Alemanha esta unificada desde 1990 e que a Tchecoslováquia tornou-se Republica Tcheca e Eslováquia daria para formar 4 grupos ou um mundial com 16 seleções como foi na maioria das vezes como em 1934/1938/1954/1958/1962/1966/1970/1974 e 1978.

A URSS se dividiu em 15 nações independentes mais a Russia era a maior das republicas soviéticas.

texto: Galdino Silva

 

1934 – ITALIA PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO

HUNGRIA 4×2 EGITO
Local: Giorgio Ascarelli (Nápoles); Público: 9.000;
Árbitro: Rinaldo Barlassina (ITA); Gols: Teleki (HUN) 7′, Toldi (HUN) 18′,
Fawzi (EGI) 26′ e 42′ do 1º; Vincze (HUN) 12′ e Toldi (HUN) 43′ do 2º.

1970 – MEXICO – SEGUNDA PARTICIPAÇÃO E PRIMEIRO PONTO GANHO CONTINENTE PASSOU A TER PELO MENOS UMA VAGA CERTA NOS MUNDIAIS.

ALEMANHA OC 2×1 MARROCOS
Local: Guanajuato (León); Público: 12.942;
Árbitro: Laurens Van Ravens (HOL); Gols: Jarir (MAR) 21′ do 1º;
Seeler (ALE) 11′ e Müller (ALE) 33′ do 2º;

PERU 3×0 MARROCOS
Local: Guanajuato (León); Público: 13.537;
Árbitro: Tofik Bakhramov (URS);
Gols: Cubillas 20′, Challe 22′ e Cubillas 30′ do 2º

MARROCOS 1×1 BULGÁRIA
Local: Guanajuato (León); Público: 12.299;
Árbitro: Antonio Saldanha Ribeiro (POR);
Gols: Jetchev (BUL) 40′ do 1º; Ghazouani (MAR) 16′ do 2º

1974 – ALEMANHA PRIMEIRA VEZ QUE O BRASIL ENFRENTA UMA SELEÇÃO AFRICANA EMAIOR VEXAME DO CONTINENTE EM UM MUNDIAL

ZAIRE 0×2 ESCÓCIA
Local: Westfalenstadion (Dortmund); Público: 25.000;
Árbitro: Gerhard Schulemburg (ALE); Gols: Lorimer 26′ e Jordan 34′ do 1º;

IUGOSLÁVIA 9×0 ZAIRE
Local: Parkstadion (Gelsenkirchen); Público: 20.000;
Árbitro: Omar Delgado (COL); Gols: Bajevic 8′, Dzajic 14′,
Surjak 18′, Katalinski 22′, Bajevic 30′ e Bogicevic 35′ do 1º;
Oblak 16′, Petkovic 20′ e Bajevic 36′ do 2º;

BRASIL 3×0 ZAIRE
Local: Parkstadion (Gelsenkirchen); Público: 35.000;
Árbitro: Nicolai Rainea (ROM); Gols: Jairzinho 12′ do 1º; Rivelino 21′ e
Valdomiro 34′ do 2º;

1978 – ARGENTINA PRIMEIRA VITÓRIA E UMA BOA CAMPANHA

TUNÍSIA 3×1 MÉXICO
Local: Cordiviola (Rosário); Público: 17.396;
Árbitro: John Gordon (ESC); Gols: Vasques (MEX-pen) 45′ do 1º;
Kaabi (TUN) 10′, Ghommidh (TUN) 34′ e Dhouib (TUN) 42′ do 2

POLÔNIA 1×0 TUNÍSIA
Local: Cordiviola (Rosário); Público: 9.624;
Árbitro: Franco Angel Martinez (ESP); Gol: Lato 43′ do 1º

ALEMANHA OC 0×0 TUNÍSIA
Local: Chateau Carreras (Córdoba); Público: 30.667;
Árbitro: Cesar Guerrero Orosco (PER);

1982 – ESPANHA GRANDES SURPRESAS E VITIMAS DE UM GOLPE BAIXO DE DOIS EUROPEUS AGORA SÃO DOIS REPRESENTANTES

PERU 0×0 CAMARÕES
Local: Estádio Riazor Publico 11.000;
Arbitro: Wohrer (Aut)

POLONIA 0 X 0 CAMARÔES
Local: Estádio Riazor Publico: 19.000;
Arbitro:Ponnet (Bel)

ITÁLIA 1 X 1 CAMARÕES
Local: Estádio Balaidos Publico: 20.000
Gols: Graziani (Ita) M´Bida (Cam)

ALEMANHA OCIDENTAL 1 X 2 ARGÉLIA
Local: Estadio El Molinon Publico: 42.000
Gols: Madjer e Belloumi (Alg) Rummenigge (Ale)

AUSTRIA 2×0 ARGÉLIA
Local: Estádio Carlos Tartiere Publico: 22.000
Gols: Schachner e Krankl

CHILE 2×3 ARGÉLIA
Local: Estádio Carlos Tartiere Publico: 16.000
Gols: Assad 2 e Bensaoula (Alg) e Neira e Letelier

1986 – MEXICO GRANDE CAMPANHA E CLASSIFICAÇÃO PARA A FASE SEGUINTE

ARGÉLIA 1×1 IRLANDA DO NORTE
Local: Guadalajara Publico: 22.000
Gols: Zidane (Agl) e Whiteside (Irl)

ARGÉLIA 0×1 BRASIL
Local: Estádio: Jalisco Publico: 48.000
Gol: Careca

ARGÉLIA 0X3 ESPANHA
Local: Monterrey Publico: 20.000
Gols: Calderé 2 e Eloy (Esp)

MARROCOS 0×0 POLONIA
Local: Universitário Monterrey Publico: 19.000

MARROCOS 0×0 INGLATERRA
Local: Tecnológico Monterrey Publico: 20.000

MARROCOS 3×1 PORTUGAL
Local: Jalisco Publico: 24.000
Gols: Khairi 2 e Krimau (Mar) Diamantino (Por)

MARROCOS 0×1 ALEMANHA OCIDENTAL
Local: Monterrey Publico: 20.000
Gols: Mathaus (Ale)

1990 – ITÁLIA COM CAMARÕES A AFRICA OUSOU EM IR TÃO LONGE

ARGENTINA 0×1 CAMARÕES
Local: Giuseppe Meazza Publico: 73.780
Gols: Oman Biyik

ROMÊNIA 1×2 CAMARÕES
Local: San Nicola Publico: 38.687
Gols: Milla 2 (Cam) e Balint (Rom)

UNIÃO SOVIETICA 4×0 CAMARÕES
Local: San Nicola Publico: 37.307
Gols: Protasov, Zyhmantovich, Zavarov e Dobrovolskyi (Urss)

COLÔMBIA 1×2 CAMARÔES
Local: San Nicola Publico: 50.026
Gols: Milla 2 (Cam) Redin (Col)

INGLATERRA 3×2 CAMARÕES
Local: San Paolo Napolés Publico: 55.205
Gols: Plat e Lineker 2 (Ing) Kundé e Ekeke (Cam)

EGITO 1×1 HOLANDA
Local: La Favorita Palermo Publico: 33.421
Gols: Kieft (Hol) e Abdelghani (Egi)

EGITO 0×0 IRLANDA DO NORTE
Local: La Favorita Palermo Publico: 33.288

EGITO 0×1 INGLATERRA
Local: Sant´Élia Cagliari Publico: 34.959
Gol: Wright

1994 – ESTADOS UNIDOS NIGÉRIA PRIMEIRA VEZ E UMA BOA SURPRESA JÁ SÃO 3 DO CONTINENTE

CAMARÕES 2×2 SUÉCIA
Local: Rose Bowl (Los Angeles); Público: 93.194;
Árbitro: Alberto Tejada (PER); Gols: Ljung (SUE) 8′ e
Embe (CMR) 31′ do 1º; Omam Biyik (CMR) 2′ e Dahlin (SUE) 30′ do 2º

BRASIL 3×0 CAMARÕES
Local: Stanford Stadium (San Francisco);
Público: 83.401; Árbitro: Arturo Brízio Carter (MEX);
Gols: Romário 39′ do 1º; Márcio Santos 21′ e Bebeto 28′ do 2

RÚSSIA 6×1 CAMARÕES
Local: Stanford Stadium (San Francisco); Público: 74.914;
Árbitro: Jamal Al Sharif (SIR); Gols: Salenko (RUS) 15′,
Salenko (RUS) 41′ e Salenko (RUS-pênalti) 44′ do 1º; Milla (CMR) 1′,
Salenko (RUS) 27′, Salenko (RUS) 30′ e Radchenko (RUS) 36 do 2º

NIGÉRIA 3×0 BULGÁRIA
Local: Cotton Bowl (Dallas); Público: 44.132;
Árbitro: Rodrigo Badilla (CRC); Gols: Yekini 21′ e Amokachi 43′ do 1º;
Amunike 10′ do 2º;

ARGENTINA 2×1 NIGÉRIA
Local: Foxboro Stadium (Boston); Público: 54.453;
Árbitro: Jonas Hil Karlsson (SUE); Gols: Siasia (NIG) 8′,
Caniggia (ARG) 21′ e Caniggia (ARG) 28′ do 1º;

GRÉCIA 0×2 NIGÉRIA
Local: Foxboro Stadium (Boston); Público: 53.001;
Árbitro: Leslie Mottram (ESC); Gols: Finidi 45′ do 1º; Yekini 45′ do 2º

NIGÉRIA 1×2 ITÁLIA
Local: Foxboro Stadium (Boston); Público: 54.367;
Árbitro: Arturo Brízio Carter (MEX); Gols: Amunike (NIG) 25′ do 1º;
Roberto Baggio (ITA) 43′ do 2º; Roberto Baggio (ITA) 10′ do 1º da Prorrogação

BÉLGICA 1×0 MARROCOS
Local: Citrus Bowl (Orlando); Público: 61.219;
Árbitro: Jose Torres Cadena (COL); Gol: Degryse 11′ do 1º;

ARÁBIA SAUDITA 2×1 MARROCOS
Local: Giants Stadium (New York); Público: 76.322;
Árbitro: Phillip Don (ING); Gols: Al Jaber (ARS-pênalti) 7′,
Chaouch (MAR) 26′ e Amin (ARS) 45′ do 2º;

MARROCOS 1×2 HOLANDA
Local: Citrus Bowl (Orlando); Público: 60.578;
Árbitro: Alberto Tejada (PER); Gols: Bergkamp (HOL) 43′ do 1º;
Nader (MAR) 2′ e Roy (HOL) 32′ do 2º;

1998 – FRANÇA JÁ SÃO 4 VAGAS E O RESPEITO AUMENTA PELOS AFRICANOS A CADA COPA DESDE 86 PELO MENOS UM AFRICANO PASSA PARA A OUTRA FASE

MARROCOS 2×2 NORUEGA
Local: La Mosson (Montpellier); Público: 29.800;
Árbitro: Pirom Anprasert (TAL); Gols: Hadji (MAR) 38′ do 1º;
Chippo (MAR-contra) 1′, Hada (MAR) 14′ e Eggen (NOR) 15′ do 2º;

BRASIL 3×0 MARROCOS
Local: La Beaujoire (Nantes);
Público: 35.500; Árbitro: Nokolai Levnikov (RUS);
Gols: Ronaldo 9′ do 1º; Rivaldo 2′ e Bebeto 5′ do 2º;

ESCÓCIA 0×3 MARROCOS
Local: Geoffroy-Guichard (St.Etiénne); Público: 30.600;
Árbitro: Ali Bujsaim (EAU); Gols: Bassir 22′ do 1º; Hada 1′ e
Bassir 40′ do 2º

CAMARÕES 1×1 ÁUSTRIA
Local: Municipal (Toulouse); Público: 33.500;
Árbitro: Epifânio González (PAR); Gols: Njanka (CMR) 33′ e
Polster (AUT) 45′ do 2º;

ITÁLIA 3×0 CAMARÕES
Local: La Mosson (Montpellier); Público: 29.800;
Árbitro: Edward Lennie (AUS); Gols: Di Biagio 7′ do 1º;
Vieri 30′ e Vieri 44′ do 2º;

CAMARÕES 1×1 CHILE
Local: La Beaujoire (Nantes); Público: 35.500;
Árbitro: Laszlo Vagner (HUN); Gols: Sierra (CHI) 20′ do 1º;
M’Boma (CMR) 10′ do 2º;

FRANÇA 3×0 ÁFRICA DO SUL
Local: Velódrome (Marselha); Público: 55.000;
Árbitro: Márcio Rezende (BRA); Gols: Dugarry 34′ do 1º;
Issa (AFS-contra) 33′ e Henry 45′ do 2º;

ÁFRICA DO SUL 1×1 DINAMARCA
Local: Municipal (Toulouse); Público: 33.500;
Árbitro: John Toro Rendon (COL); Gols: Nielsen (DIN) 13′ do 1º;
Mc Carthy (AFS) 7′ do 2º;

ARÁBIA SAUDITA 2×2 ÁFRICA DO SUL
Local: Parc Lescure (Bordeaux); Público: 31.800;
Árbitro: Mário Sanchez (CHI);
Gols: Bartlett (AFS) 19′ e Al Jaber (ARS-pênalti) 45′ do 1º;
Al Tunian (AFS-pênalti) 29′ e Bartlett (AFS-pênalti) 49′ do 2º;

ESPANHA 2×3 NIGÉRIA
Local: La Beaujoire (Nantes); Público: 35.500;
Árbitro: Esse Baharmast (EUA); Gols: Hierro (ESP) 21′ e Adepoju (NGA)
25′ do 1º; Raúl (ESP) 2′, Lawal (NGA) 28′ e Oliseh (NGA) 33′ do 2º;

NIGÉRIA 1×0 BULGÁRIA
Local: Parc des Princes (Paris); Público: 45.500;
Árbitro: Mário Sanchez (CHI); Gol: Ikpeba 26′ do 1º;

NIGÉRIA 1×3 PARAGUAI
Local: Municipal (Toulouse); Público: 33.500;
Árbitro: Pirom Anprasert (THA); Gols: Ayala (PAR) 1′ e
Oruma (NGA) 11′ do 1º; Benítez (PAR) 14′ e Cardozo (PAR) 41′ do 2º;

NIGÉRIA 1×4 DINAMARCA
Local: Sant Denis Publico: 77.000
Gols: Moller, Brian Laudrup, Sand e Helveg (Din) e Babangida (Nig)

2002 – COREIA E JAPÃO SENEGAL APRONTA E A AFRICA ENCANTA JUNTO COM O BRASIL

FRANÇA 0×1 SENEGAL
Local: World Cup Stadium (Seul); Público: 62.561;
Árbitro: Ali Bujsaim (EAU); Gol: Papa Diop (SEN) 30′ do 1º

DINAMARCA 1×1 SENEGAL
Local: Daegu World Cup Stadium (Daegu); Público: 43.500;
Árbitro: Carlos Batres (GUA)); Gols: Tomasson (DIN-pênalti) 16′ do 1º;
Diao (SEN) 7′ do 2º

SENEGAL 3×3 URUGUAI
Local: Suwon World Cup Stadium (Suwon); Público: 33.681;
Árbitro: Jan Wegereef (HOL); Gols: Fadiga (SEN-pênalti) 20′,
Diop (SEN) 26′ e Diop (SEN) 38′ do 1º; Morales (URU) 1′,
Forlán (URU) 24′ e Recoba (URU-pênalti) 43′ do 2º;

SUÉCIA 1×2 SENEGAL
Local: Stadium Big Eye (Oita); Público: 39.747;
Árbitro: Ubaldo Aquino (PAR); Gols: Larsson (SUE) 11′ e
Camara (SEN) 37′ do 1º; Camara (SEN) 14′ do 1º da prorrogação

SENEGAL 0×1 TURQUIA
Local: Osaka Nagai Stadium (Osaka); Público: 44.233;
Árbitro: Oscar Ruiz (COL); Gol: Mansiz 4′ do 1º da prorrogação

PARAGUAI 2×2 ÁFRICA DO SUL
Local: Busan Asiad Main Stadium (Busan); Público: 25.186;
Árbitro: Lubos Michel (ESV); Gols: Roque Santa Cruz (PAR) 39′ do 1º;
Arce (PAR) 10′, Mokoena (AFS) 18′ e Fortune (AFS-pênalti) 46′ do 2º

ÁFRICA DO SUL 1×0 ESLOVÊNIA
Local: Daegu World Cup Stadium (Daegu);
Público: 47.226; Árbitro: Angel Sanchez (ARG);
Gol: Nomvethe (AFS) 4′ do 1º

ÁFRICA DO SUL 2×3 ESPANHA
Local: Daejeon World Cup Stadium (Daejeon); Público: 31.024;
Árbitro: Saad Mane (KUW); Gols: Raúl (ESP) 4′ e Mc Carthy (AFS) 31′ do 1º;
Mendieta (ESP) 1′, Radebe (AFS) 8′ e Raúl (ESP) 11′ do 2º;

IRLANDA 1×1 CAMARÕES
Local: Stadium Big Swan (Niigata);
Público: 33.679; Árbitro: Toru Kamikawa (JAP);
Gols: M’Boma (CAM) 39′ do 1º; Holland (IRL) 7′ do 2º

CAMARÕES 1×0 ARÁBIA SAUDITA
Local: Saitama Stadium 2002 (Saitama); Público: 53.328;
Árbitro: Terje Hauge (NOR); Gol: Eto’o 21′ do 2º;

CAMARÕES 0×2 ALEMANHA
Local: Shizuoka Stadium Ecopa (Shizuoka); Público: 47.085;
Árbitro: Antonio Lopez Nieto (ESP); Gols: Bode 5′ e Klose 34′ do 2º

ARGENTINA 1×0 NIGÉRIA
Local: Kashima Stadium (Ibaraki); Público: 34.050;
Árbitro: Gilles Veissiére (FRA); Gol: Batistuta 18′ do 2º;

SUÉCIA 2×1 NIGÉRIA
Local: Kobe Wing Stadium (Kobe); Público: 36.194;
Árbitro: René Ortube (BOL); Gols: Aghahowa (NIG) 27′ e
Larsson (SUE) 35′ do 1º; Larsson (SUE-pênalti) 18′ do 2º

NIGÉRIA 0×0 INGLATERRA
Local: Osaka Nagai Stadium (Osaka);
Público: 44.864

RÚSSIA 2×0 TUNÍSIA
Local: Kobe Wing Stadium (Kobe); Público: 30.957;
Árbitro: Peter Prendergast (JAM); Gols: Titov 14′ e Karpin (pênalti) 19′ do 2º;

TUNÍSIA 1×1 BÉLGICA
Local: Stadium Big Eye (Oita); Público: 39.700;
Árbitro: Mark Shield (AUS); Gols: Wilmots (BEL) 13′ e Bouzaiene (TUN) 17′ do 1º;

TUNÍSIA 0×2 JAPÃO
Local: Osaka Nagai Stadium (Osaka); Público: 45.213;
Árbitro: Giles Veissiérre (FRA); Gols: Morishima 3′ e
Nakata 30′ do 2º;

2006 – ALEMANHA ANGOLA COSTA DO MARFIM GANA E TOGO ESTREIAM EM MUNDIAIS 5 SÃO OS AFRIACANOS AGORA

ARGENTINA 2×1 COSTA DO MARFIM
Local: Volksparkstadion (Hamburgo); Horário: 16h00;
Público: 49.480; Árbitro: Frank de Bleeckere (BEL);
Gols: Crespo 24′ e Saviola 38′ do 1º; Drogba 37′ do 2º.

HOLANDA 2×1 COSTA DO MARFIM
Local: Gottlieb-Daimler (Stuttgart); Horário: 13h00;
Público: 52.000; Árbitro: Oscar Ruiz (COL);
Gols: Van Persie 23′, Van Nistelrooy 27′ e Koné 38′ do 1º.

COSTA DO MARFIM 3×2 SÉRVIA
Local: World Cup Stadium (Munique); Horário: 16h00;
Público: 66.000; Árbitro: Marco Rodríguez (MEX);
Gols: Zigic 10′, Ilic 20′ e Dindané (pênalti) 37′ do 1º; Dindané 22′ e
Kalou (pênalti) 41′ do 2º

ANGOLA 0×1 PORTUGAL
Local: Mundial 2006 (Colônia); Horário: 16h00;
Público: 45.000; Árbitro: Jorge Larrionda (URU);
Gol: Pauleta 4′ do 1º tempo.

MÉXICO 0×0 ANGOLA
Local: Mundial Stadium (Hannover); Horário: 16h00;
Público: 43.000; Árbitro: Shamsul Maidin (SIN);

IRÃ 1×1 ANGOLA
Local: Zentralstadion (Leipzig); Horário: 11h00;
Público: 38.000; Árbitro: Mark Shield (AUS);
Gols: Flávio Amado 14′ e Bakhtiarizadeh 30′ do 2º.

ITÁLIA 2×0 GANA
Local: Niedersachen Stadion (Hannover); Horário: 16h00;
Público: 43.000; Árbitro: Carlos Eugenio Simon (BRA);
Gols: Pirlo 40′ do 1º; Iaquinta 37′ do 2º.

REP TCHECA 0×2 GANA
Local: Rheim Energy Stadium (Colônia); Horário: 13h00;
Público: 45.000; Árbitro: Horácio Elizondo (ARG);
Gols: Asamoah Gyan 2′ do 1º; Muntari 38′ do 2º.

GANA 2×1 ESTADOS UNIDOS
Local: Frankenstadion (Nüremberg); Horário: 11h00;
Público: 41.000; Árbitro: Markus Merk (ALE);
Gols: Draman 22′, Dempsey 43′ e Appiah (pênalti) 47′ do 1º;

CORÉIA DO SUL 2×1 TOGO
Local: Waldstadion (Frankfurt); Horário: 10h00;
Público: 48.000; Árbitro: Graham Pool (ING);
Gols: Kader 31′ do 1º; Chun Lee 9′ e Jung Ahn 27′ do 2º;

TOGO 0×2 SUÍÇA
Local: Westfalenstadion (Dortmund); Horário: 10h00;
Público: 65.000; Árbitro: Carlos Amarilla (PAR);
Gols: Frei 16′ do 1º; Barnetta 43′ do 2º.

TOGO 0×2 FRANÇA
Local: Rhein Energie Stadion (Colônia); Horário: 16h00;
Público: 45.000; Árbitro: Jorge Larrionda (URU);
Gols: Vieira 10′ e Henry 16′ do 2º.

TUNÍSIA 2×2 ARÁBIA SAUDITA
Local: Alianz Arena (Munique); Horário: 13h00;
Público: 66.000; Árbitro: Mark Shield (AUS);
Gols: Jaziri 23′ do 1º; Al Khatani 12′, Al Jaber 39′ e Jaidi 47′ do 2º

ESPANHA 3×1 TUNÍSIA
Local: Gottlieb-Daimler (Stuttgart); Horário: 16h00;
Público: 52.000; Árbitro: Carlos E.Simon (BRA); Gol: Mnari (TUN) 8′ do 1º;
Raul (ESP) 26′ e Fernando Torres (ESP) 31′ e (ESP-pênalti) 45′ do 2º.

UCRÂNIA 1×0 TUNÍSIA
Local: Olympiastadion (Berlim); Horário: 11h00;
Público: 72.000; Árbitro: Carlos Amarilla (PAR);
Gol: Shevchenko (pênalti) 25′ do 2º

BRASIL 3×0 GANA
Local: Westfalenstadion (Dortmund); Horário: 12h00;
Público: 65.000; Árbitro: Lubos Michel (ESV);
Gols: Ronaldo 5′ e Adriano 46′ do 1º; Zé Roberto 39′ do 2º;

2010 AFRICA DO SUL, PELA PRIMEIRA VEZ O CONTINENTE AFRICANO RECEBE UMA COPA DO MUNDO, AO LONGO DOS ANOS O CRESCIMENTO DO FUTEBOL DA AFRICA JÁ ASSOMBRA O MUNDO DA BOLA, NAS CATEGORIAS INFERIORES JÁ SÃO MUITAS CONQUISTAS E DUAS MEDALHAS DE OURO EM OLIMPIADAS, A AFRICA CADA VEZ MAIS OCUPA UM PAPEL DE DESTAQUE NO CENÁRIO FUTEBOLISTICO MUNDIAL NOS MAIORES CAMPEONATOS DA EUROPA O NUMERO DE AFRICANOS E DE SEUS DESCENDENTES QUE JOGAM POR PAISES COMO ALEMANHA, FRANÇA, PORTUGAL TAMBÉM É GRANDE. SERÁ QUE EM 2010 NUMA COPA JOGADA DENTRO DA AFRICA UM PAÍS AFRICANO CHEGARA ALEM DAS QUARTAS DE FINAIS:

AFRICA DO SUL. ARGÉLIA, CAMARÕES, COSTA DO MARFIM, GANA E NIGÉRIA QUAL DELAS PODERÁ ELEVAR MAIS AINDA O FUTEBOL DA AFRICA AO TOPO DO MUNDO DO FUTEBOL.

FORAM 11 PARTICIPAÇÕES DE EQUIPES DA AFRICA EM COPAS DO MUNDO O SALDO AINDA É BEM NEGATIVO E APENAS 18 VITÓRIAS, NIGÉRIA E CAMARÕES COM 4 VITÓRIAS CADA FORAM A QUE MAIS VENCERAM, CAMARÕES E SENEGAL AS UNICAS A CHEGAREM AS QUARTAS DE FINAIS. A COPA DE 2002 FOI A QUAL AS SELEÇÕES AFRICANAS MAIS VENCERAM PARTIDAS 4 NO TOTAL.

ROGER MILLA DE CAMARÕES É O MAIOR GOLEADOR COM CINCO GOLS EM TRÊS COPAS 82/90 E 1994.

NIGÉRIA 3 X 0 BULGÁRIA EM 1994 FOI O PLACAR MAIS ELÁSTICO DE UMA EQUIPE AFRICANA EM COPAS.
IUGOSLÁVIA 9 X 0 ZAIRE FOI O PLACAR MAIS DILATADO SOFRIDO POR UM PAÍS AFRICANO EM COPAS NA ALEMANHA EM 1974, ALIÁS ESTA FOI A PIOR CAMPANHA DE UMA SELEÇÃO DA AFRICA EM UM MUNDIAL LEVOU 14 GOLS E NÃO MARCOU NENHUM.

ARGÉLIA 2 X 1 ALEMANHA EM 1982
CAMARÕES 1 X 0 ARGENTINA EM 1990
SENEGAL 1 X 0 FRANÇA EM 2002
MARROCOS 3 X 1 PORTUGAL EM 1986
NIGÉRIA 3 X 2 ESPANHA EM 1998

SÃO AS MAIORES VITÓRIAS AFRICANAS EM MUNDIAIS DA FIFA.

AO TODO APENAS 13 NAÇÕES DA AFRICA PARTICIPARAM DA FASE FINAL DE UM COPA DO MUNDO
CAMARÕES IRÁ PARA A SUA 6ª PARTICIPAÇÃO A TUNISIA E MARROCOS COM 4 E A NIGÉRIA QUE VAI DISPUTAR A SUA 4ª COPA AFRICA DO SUL E ARGÉLIA JOGARAM A SUA 3ª.

ESTES SÃO ALGUNS NUMEROS DAS SELEÇÕES AFRICANAS EM MUNDIAIS.

FONTES: TODAS AS COPA DO MUNDO DE ORLANDO DUARTE E SITE BOLA NA AREA
TEXTOS: GALDINO SILVA

Protegido: COPA DO MUNDO AS SELEÇÕES

 16. Jorge Farah, Copas do Mundo, Escudos  Digite sua senha para ver os comentários.
nov 212009
 

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[img:uruguai_argentina.jpg,full,centralizado]
Copa do Mundo FIFA de 1930 foi a primeira Copa do Mundo de Futebol realizada. Foi sediada no Uruguai de 13 de julho a 30 de julho. A FIFA escolheu o Uruguai como sede numa conferência em Barcelona em 18 de maio de 1929 pois o país celebraria o centenário de sua independência e a Seleção Uruguaia de Futebol vinha de dois títulos olímpicos.
Treze equipes participaram. Nove das Américas e quatro da Europa. Poucas equipes europeias decidiram participar por causa dos custos e da duração da viagem. As duas primeiras partidas da história da Copa do Mundo ocorreram simultaneamente e foram vencidas pela França e pelos Estados Unidos, que bateram respectivamente o México por 4 a 1 e a Bélgica por 3 a 0. O primeiro gol das Copas foi marcado por Lucien Laurent da França. Na final, o país-sede e favorito Uruguai bateu a Argentina por 4 a 2 em frente a uma torcida de 93.000 pessoas e se tornou a primeira nação a vencer uma Copa do Mundo.
Uma briga entre cartolas paulistas e cariocas impediu que a seleção brasileira levasse sua força máxima ao Mundial. Um único paulista, Araken, integrou a delegação.

Fonte: FIFA

 

Estamos aos poucos conhecendo os países classificados para o Mundial de 2010, o primeiro a ser realizado no continente africano, na Africa do Sul. Pelo que estou observando será uma copa com a maioria das seleções que estiveram na Alemanha em 2006, algumas destas seleções vão aos poucos se tornando membro fixas dos mundiais como o Brasil unico país a ter presença em todas as Copas, a Alemanha fora apenas das Copas de 1930 e 1950, a Itália ausente somente em 1930 e 1958, e mais a Argentina sempre presente desde de 1974 e a Espanha carimbado sempre o seu passaporte desde 1978 de novidades mesmo até agora será a Sérvia disputando pela primeira vez sem a companhia dos países dos balcãs, a Eslováquia, alguns retornos como Chile que não joga uma Copa desde 1998, a Coreia do Norte desde 1966 a Dinamarca desde 2002, poderemos ter mais algumas surpresas e a maior delas não será certamente uma presença e sim uma ausência e o que seria um duro castigo se los hermanos não se classificarem para o Mundial de 2010 e logo com seus maior pupilo nos gramados Diego Armando Maradona no comando técnico dos argentinos, seria uma lástima ver a Argentina fora; eu acredito que a Argentina vá ao Mundial, mesmo que seja pela repescagem como em 1994 quando precisou jogar duas partidas contra a Australia para ir aos EUA.

Pelo visto a Copa da Africa certamente terá uma seleção da América do Sul na final, como nas outras Copas fora da Europa o Uruguai e a Argentina em 1930, Brasil e Uruguai em 1950, em 1962 no Chile o Brasil e Chile chegarão as semifinal assim como em 1970 Brasil e Uruguai, em 1978 Argentina e Brasil entre os quatros em 1986 e 1994 os europeus colocaram três seleções entre os semifinalistas mais Argentina em 86 no México e Brasil 94 nos EUA. Até quando o mundial foi disputado pela primeira vez na Asia os europeus só chegaram com a Turquia e a Alemanha nas finais mais deu Brasil, os europeus só vencem Copas no seu continente onde eles dão as cartas, somente em 1958 na Suécia o Brasil quebrou esta trajetória. Nas Copas jogadas no velho continente é ampla a supremacia deles entre os quatro semifinalistas em 1934, 1966, 1982 e 2006 sou deu europa entre os quatro finalistas.

Ano que vem mais um mundial fora do solo europeu, acho pouco provavél que Alemanha ou Itália vençam a Copa da Africa do Sul, sua melhor seleção a Espanha é fogo de palha, La Furia sempre termina virando uma Xilique Frenético vide Copa das Confederações mais pode chegar pelo menos numa semifinal, o English Team também que não passa das quartas de final a Holanda é outra que só faz apitar, pelo lado africano Gana e Costa do Marfim dever ir até as quartas uma delas pelo menos, Mexico e Eua até as oitavas dependendo das chaves na primeira fase, a França se for pode ir até as quartas e quem sabe uma semifinal e Portugal se resgatar o bom futebol de 2006 e conseguir também chegar a Africa do Sul, Brasil é certamente o grande favorito, o Paraguai segue a risco os passos de cavalo paraguaio se passar da primeira fase já foi longe, a Argentina se chegar lá pode ter vida nova assim como o Uruguai se resolver jogar futebol e esquecer da catimba e ficar esperando a mistica da camisa celeste, de resto é esperar para ver o que acontece.

TEXTO: GALDINO SILVA

 

Oitavas-de-final – Grupo 2:
Brasil 1 x 2 Iugoslávia
Data: 14 de julho de 1930
Local: Central Parque Pereira (Montevidéu)
Árbitro: Anibal Tejada (Uruguai)
Gols: Tirnanic 30, Beck 35 do 1º tempo; Preguinho 16 do 2º.
BRASIL: Joel; Brilhante, Itália; Hermógenes, Fausto, Fernando; Poly, Nilo, Araken, Preguinho, Teóphilo.
IUGOSLÁVIA: Jaksic; Ivkovic, Mihailovic; Arsenievic, Stefanovic, Djokic; Tirnanic, Marjanovic, Beck, Vujadinovic, Sekulic.

Brasil 4 x Bolívia 0
Data: 20 de julho de 1930
Local: Estádio Centenário (Montevidéu)
Árbitro: Thomas Balway (França)
Gols: Moderato 35 do 1º tempo; Preguinho 10 e 31, Moderato 35 do 2º.
BRASIL: Velloso; Zé Luiz, Itália; Hermógenes, Fausto, Fernando; Benedito, Russinho, Carvalho Leite, Preguinho, Moderato.
BOLIVIA: Bermúdez; Durandal, Civaria; Sainz, Lara, Valderama; Ortiz, Bustamante, Mendez, Alborta, Fernandez.

Colocação do Brasil na Copa de 1930 – 6º lugar – Eliminado na primeira fase

O Brasil na Copa de 1934 na Itália:
Oitavas-de-final:
Brasil 1 x 3 Espanha
Data: 27 de maio de 1934
Local: Stadio Luigi Ferraris (Gênova)
Árbitro: Alfred Birlem (Alemanha)
Gols: Iraragorri (pen.) 18, Langara 25 do 1º tempo; Leônidas 11, Langara 30 do 2º.
BRASIL: Pedrosa, Sylvio Hoffman, Luiz Luz; Tinoco, Martim, Canalli; Luisinho, Waldemar de Brito, Armandinho, Leônidas, Patesko.
ESPANHA: Zamora, Ciriaco, Quinconces; Cilaurren, Maguerza, Marculeta; Lafuente, Iraragorri, Langara, Lecue, Gorostiza.
Colocação do Brasil na Copa de 1934 – 14º lugar – Eliminado na primeira fase

O Brasil na Copa de 1938 na França:
Oitavas-de-final
Brasil 6 x Polônia 5
Data: 5 de junho de 1938
Local: Stade de la Meinau (Strasburgo)
Árbitro: Ivan Eklind (Suécia)
Gols: Leônidas 18, Willimowski (pen.) 22, Romeu 25, Leônidas 44 do 1º tempo; Piontek 5, Willimowski 14, Perácio 27, Willimowski 43 do 2º tempo; Leônidas 3 e 12, Willimowski 14 do 1º tempo da prorrogação.
BRASIL: Batatais; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Martim, Afonsinho; Lopes, Romeu, Leônidas, Perácio, Hércules. POLÔNIA: Madejski; Szcepaniak, Galecki; Gora, Nytz, Dytko; Piec I, Piontek, Szerfke, Willimowski, Wodarz.

Quartas-de-final:
Brasil 1 x Checoslováquia 1
Data: 12 de junho de 1938
Local: Parc de Lescure (Bordeaux)
Árbitro: Paul van Hertzka (Hungria)
Gols: Leônidas 30 do 1º tempo; Nejedly (pen.) 19 do 2º.
BRASIL: Walter; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Martim, Afonsinho; Lopes, Romeu, Leônidas, Perácio, Hércules. CHECOSLOVÁQUIA: Planicka; Burger, Daucik; Kostalek, Boucek, Kopecky; Riha, Simunek, Ludl, Nejedly, Puc. Expulsões: Zezé Procópio, Machado e Riha.

Desempate:
Brasil 2 x Checoslováquia 1
Data: 14 de junho de 1938
Local: Parc de Lescure (Bordeaux)
Árbitro: Georges Capdeville (França)
Gols: Kopecky 30 do 1º tempo; Leônidas 11, Roberto 18 do 2º.
BRASIL: Walter; Jahu, Nariz; Brito, Brandão, Argemiro; Roberto, Luisinho, Leônidas, Tim, Patesko.
CHECOSLOVÁQUIA: Burkert; Burger, Daucik; Kostalek, Boucek, Ludl; Horak, Senecky, Kreutz, Kopecky, Rulc.

Semifinal:
Brasil 1 x Itália 2
Data: 16 de junho de 1938
Local: Stade Vélodrome (Marseille)
Árbitro: Hans Wutrich (Suíça)
Gols: Colaussi 11, Meazza (pen.) 15, Romeu 41 do 2º tempo.
BRASIL: Walter; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Martim, Afonsinho; Lopes, Luisinho, Perácio, Romeu, Patesko.
ITÁLIA: Olivieri; Foni, Rava; Serantoni, Andreolo, Locatelli; Biavati, Meazza, Piola, Ferrari, Colaussi.

Disputa do terceiro lugar:
Brasil 4 x Suécia 2
Data: 19 de junho de 1938
Local: Parc de Lescure (Bordeaux)
Árbitro: Jean Langews (Bélgica)
Gols: Jonasson 18, Nyberg 38, Romeu 43 do 1º tempo; Leônidas 18 e 28, Perácio 35 do 2º.
BRASIL: Batatais; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Brandão, Afonsinho; Roberto, Romeu, Leônidas, Perácio, Patesko.
SUÉCIA: Abrahamsson; Eriksson, Nilsson; Almgren, Linderholm, Svanstroem; Bersson, H. Andersson, Jonasson, A. Andersson, Nyberg.

Colocação do Brasil na Copa de 1938 – 3º lugar

O Brasil na Copa de 1950 no Brasil:
Fase de Classificação – Grupo 1:
Brasil 4 x 0 México
24/junho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: George Reader (Inglaterra)
Gols: Ademir 32 do 1º tempo; Jair 11, Baltazar 17, Ademir 36 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Eli, Danilo, Bigode; Maneca, Ademir, Baltazar, Jair, Friaça.
MÉXICO: Carbajal; Zetter, Montemayor; Ruiz, Uchoa, Roca; Septien, Ortiz, Casarin, Perez, Velasquez.

Brasil 2 x Suíça 2
28/junho/1950
Local: Pacaembu (São Paulo)
Árbitro: Ramón Azón (Espanha)
Gols: Alfredo II 2, Fatton 16, Baltazar 31 do 1º tempo; Fatton 43 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Rui, Noronha; Alfredo II, Maneca, Baltazar, Ademir, Friaça.
SUÍÇA: Stuber; Neury, Bocquet; Lusenti, Egginemann, Quinche; Tamini, Bickel, Friedlander, Bader, Fatton.

Brasil 2 x 0 Iugoslávia
1/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: Mervyn Griffiths (País de Gales)
Gols: Ademir 3 do 1º tempo; Zizinho 24 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Maneca, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
IUGOSLÁVIA: Mrkusic; Horvath, Stankovic; Tchaikowsky I, Jovanovic, Djajic; Vukas, Mitic, Tomasevic, Bobek, Tchaikowsky II.

Fase Final:
Brasil 7 x 1 Suécia
9/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: Arthur Ellis (Inglaterra)
Gols: Ademir 6 e 36, Chico 39 do 1º tempo; Ademir 6 e 12, Andersson (pen.) 31, Maneca 40, Chico 43 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Maneca, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
SUÉCIA: Svensson; Samuelsson, Erik Nilsson; Andersson, Nordahl, Gaerd; Sundqvist, Palmer, Jepsson, Skoglund, Stellan Nilsson.

Brasil 6 x 1 Espanha
13/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: Reg Leafe (Inglaterra)
Gols: Ademir 13, Jair 18, Chico 31 do 1º tempo; Chico 11, Ademir 12, Zizinho 22, Igoa 26 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
ESPANHA: Ramallets; Alonso, Gonzalvo II; Gonzalvo III, Parra, Puchades; Basora, Igoa, Zarra, Panizo, Gainza.

Brasil 1 x 2 Uruguai
16/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: George Reader (Inglaterra)
Gol: Friaça 2, Schiaffino 26, Ghiggia 36 do 2º tempo.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
URUGUAI: Maspoli; Matias Gonzalez, Tejera; Gambetta, Obdulio Varela, Andrade; Ghiggia, Julio Perez, Miguez, Schiaffino, Moran.

Colocação do Brasil na Copa de 1950 – 2º lugar (vice-campeão)

O Brasil na Copa de 1954 na Suíça:
Oitavas-de-final, Grupo 1
Brasil 5 x México 0
16/junho/1954
Local: Genebra
Árbitro: Wyssling (Suíça)
Gols: Baltazar 22, Pinga 38, Didi 39, Pinga 42 do 1º tempo; Julinho 23 do 2º.
BRASIL: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro, Nílton Santos; Brandãozinho, Bauer; Julinho, Didi, Baltazar, Pinga, Rodrigues.
MÉXICO: Mota; Lopez, Romo, Gomez; Cardenas, Avallos; Torres, Naranjo, Lamadrid, Balcazar, Arellano.

Brasil 1 x Iugoslávia 1
(Após prorrogação. Tempo normal: 1×1)
19/junho/1954
Local: Lausanne
Árbitro: Faultless (Escócia)
Gols: Zebec 4, Didi 26 do 2º tempo.
BRASIL: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro, Nílton Santos; Brandãozinho, Bauer; Julinho, Didi, Baltazar, Pinga, Rodrigues.
IUGOSLÁVIA: Beara; Stankovic, Horvath, Crnkovic; Tchaikowsky I, Boskov; Milutinovic, Mitic, Zebec, Vukas, Dvornic.

Quartas-de-final:
Brasil 2 x 4 Hungria
27/junho/1954
Local: Berna
Árbitro: Ellis (Inglaterra)
Gols: Hidegkuti 3, Kocsis 7, Djalma Santos (pen.) 17 do 1º tempo; Lantos (pen.) 16, Julinho 30, Kocsis 43 do 2º.
BRASIL: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro, Nílton Santos; Brandãozinho, Bauer; Julinho, Didi, Índio, Humberto, Maurinho.
HUNGRIA: Grosics; Buzansky, Lorant, Lantos; Boszik, Zakarias; M. Toth, Kocsis, Hidegkuti, Czibor, J. Toth.
Expulsões: Nílton Santos, Boszik e Humberto.

Colocação do Brasil na Copa de 1954 – 6º lugar – Eliminado nas quartas-de-final

O Brasil na Copa de 1958 na Suécia:
Oitavas-de-final, Grupo 4
8/junho/1958
Brasil 3 x Áustria 0
Local: Rimervallen (Uddevalla)
Árbitro: Maurice Guigue (França)
Gols: Mazzola 38 do 1º tempo; Nílton Santos 4, Mazzola 44 do 2º.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Dino, Didi; Joel, Mazzola, Dida, Zagalo.
ÁUSTRIA: Szanwald; Halla, Koller; Hanappi, Swoboda, Happel; Horak, Senekowitch, Buzek, Korner, Schleger.

11/junho/1958
Brasil 0 x Inglaterra 0
Local: Nya Ullevi (Gotemburgo)
Árbitro: Albert Dusch (Alemanha Ocidental)
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Dino, Didi; Joel, Mazzola, Vavá, Zagalo.
INGLATERRA: McDonald; Howe, Banks; Clamp, Wright, Slater; Douglas, Robson, Kevan, Haynes, A’Court.

15/junho/1958
Brasil 2 x URSS 0
Local: Nya Ullevi (Gotemburgo)
Árbitro: Maurice Guigue (França)
Gols: Vavá 3 do 1º tempo; Vavá 21 do 2º.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
URSS: Yashin; Kesarev, Krijevsky; Kuznetsov, Voinov, Tsarev; A. Ivanov, V. Ivanov, Simonjan, Igor Netto, Iljin.

Quartas-de-final
19/junho/1958
Brasil 1 x País de Gales 0
Local: Nya Ullevi (Gotemburgo)
Árbitro: Hriedrich Speilt (Áustria)
Gol: Pelé 26 do 2º tempo.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Mazzola, Pelé, Zagalo.
PAÍS DE GALES: Kelsey; Williams, M. Charles; Hopkins, Sullivan, Bowen; Medwin, Hewitt, Webster, Allchurch, Jones.

Semifinal: 24/junho/1958
Brasil 5 x França 2
Local: Raasunda (Estocolmo)
Árbitro: Mervyn Griffiths (País de Gales)
Gols: Vavá 2, Fontaine 8, Didi 39 do 1º tempo; Pelé 8, 19 e 31, Piantoni 40 do 2º.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
FRANÇA: Abbes; Kaelbel, Jonquet; Lerond, Penverne, Marcel; Wisnieski, Kopa, Fontaine, Piantoni, Vincent.

Final: 29/junho/1958
Brasil 5 x Suécia 2
Local: Raasunda (Estocolmo)
Árbitro: Maurice Guigue (França)
Gols: Liedholm 4, Vavá 8 e 32 do 1º tempo; Pelé 11, Zagalo 23, Simonsson 35, Pelé 44 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
SUÉCIA: Svensson; Bergmark, Axbom; Borjesson, Gustavsson, Parling; Hamrin, Gren, Simonsson, Liedholm, Skoglund. Colocação do Brasil na Copa de 1958 – Campeão

O Brasil na Copa de 1962 na Chile :
Oitavas-de-final, Grupo 3:
30/maio/1962
Brasil 2 x México 0
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Gottfried Dienst (Suíça)
Gols: Zagalo 11, Pelé 27 do 2º tempo.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
MÉXICO: Carbajal, Del Muro, Cárdenas, Sepúlveda, Villegas; Najera, Jasso; Del Aguilla, Reyes, Hernández, Diaz.

2/junho/1962:
Brasil 0 x Checoslováquia 0
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Pierre Schwinte (França)
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
CHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Lala, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Stibranyi, Kvasnak, Adamec, Jelinek.

6/junho/1962
Brasil 2 x Espanha 1
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Sérgio Bustamente (Chile)
Gols: Adelardo 35 do 1º tempo; Amarildo 27 e 40 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
ESPANHA: Araquistain; Rodri, Etchevarria, Pachin, Gracia; Vérges, Peiró; Collar, Adelardo, Puskas, Gento.

Quartas-de-final
10/junho/1962
Brasil 3 x Inglaterra 1
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Pierre Schwinte (França)
Gols: Garrincha 32, Hitchens 38 do 1º tempo; Vavá 8, Garrincha 14 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
INGLATERRA: Springett; Armfield, Moore, Wilson, Flowers; Norman, Haynes; Douglas, Greaves, Hitchens, Bobby Charlton.

Semifinal
13/junho/1962
Brasil 4 x Chile 2
Local: Estádio Nacional (Santiago)
Árbitro: Arturo Yamazaki (Peru)
Gols: Garrincha 9 e 32, Toro 41 do 1º tempo; Vavá 3, Leonel Sánchez (pen.) 16, Vavá 32 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
CHILE: Escutti; Eyzaguirre, Contreras, Raul Sánchez, Rojas; Rodrigues, Tobar; Ramírez, Toro, Landa, Leonel Sánchez.

Final
17/junho/1962
Brasil 3 x Checoslováquia 1
Local: Estádio Nacional (Santiago)
Árbitro: Nicolai Latishev (URSS)
Gols: Masopust 15, Amarildo 16 do 1º tempo; Zito 24, Vavá 33 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
CHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Tichy, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Pospichal, Kadraba, Kvasnak, Jelinek. Colocação do Brasil na Copa de 1962 – Bicampeão

O Brasil na Copa de 1966 na Inglaterra:
Oitavas-de-final, Grupo 3:
12/julho/1966
Brasil 2 x Bulgária 0
Local: Goodison Park (Liverpool)
Árbitro: Tschenscher (Alemanha Ocidental)
Gols: Pelé no 1º tempo; Garrincha no 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Altair, Paulo Henrique; Denílson, Lima; Garrincha, Alcindo, Pelé, Jairzinho.
BULGÁRIA: Naidenov; Chalamanov, Penev, Voutsov, Gaganelov; Kitov, Jetchev; Dermendjev, Asparoukhov, Yakimov, Kolev.

15/julho/1966
Brasil 1 x Hungria 3
Local: Goodison Park (Liverpool)
Árbitro: Callaghan (País de Gales)
Gols: Bene, Tostão no 1º tempo; Farkas, Meszoli (pen.) no 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Altair, Paulo Henrique; Lima, Gérson; Garrincha, Alcindo, Tostão, Jairzinho.
HUNGRIA: Gelei; Kapozta, Matrai, Meszoly, Szepesi; Sipos, Mathesz; Bene, Albert, Farkas, Rakosi.

19/julho/1966
Brasil 1 x Portugal 3
Local: Goodison Park (Liverpool)
Árbitro: McCabe (Inglaterra)
Gols: Eusébio, Simões no 1º tempo; Eusébio, Rildo no 2º.
BRASIL: Manga; Fidélis, Brito, Orlando, Rildo; Denílson, Lima; Jairzinho, Silva, Pelé, Paraná.
PORTUGAL: José Pereira; Morais, Batista, Vicente, Hilário; Jaime Graça, Coluna; José Augusto, Eusébio, Torres, Simões.
Colocação do Brasil na Copa de 1966 – 11º lugar – Eliminado na primeira fase

O Brasil na Copa de 1970 no México:
Oitavas-de-final, Grupo 3
3/junho/1970
Brasil 4 x Checoslováquia 1
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Ramón Barreto (Uruguai)
Gols: Petras 12, Rivelino 24 do 1º tempo; Pelé 15, Jairzinho 18 e 38 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Gérson (Paulo César), Rivelino; Jairzinho, Tostão, Pelé.
CHECOSLOVÁQUIA: Viktor; Dobias, Horvath, Migas, Hagara; Kuna, Hrolicka (Kvasnak); Frantisek Vesely (Bohumil Vesely), Petras, Adamec, Jokl.

7/junho/1970
Brasil 1 x Inglaterra 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Abraham Klein (Israel)
Gol: Jairzinho 14 do 2º tempo.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Rivelino, Paulo César; Jairzinho, Tostão (Roberto), Pelé.
INGLATERRA: Banks; Wright, Moore, Labone, Cooper; Mullery, Bobby Charlton (Bell), Ball, Peters; Lee (Astle), Hurst.

10/junho/1970
Brasil 3 x Romênia 2
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Ferdinand Marschall (Áustria)
Gols: Pelé 19, Jairzinho, 21, Dumitrache 34 do 1º tempo; Pelé 24, Dembrovsky 38 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Fontana, Everaldo (Marco Antônio); Piazza, Clodoaldo (Edu), Paulo César; Jairzinho, Tostão, Pelé.
ROMÊNIA: Adamache (Raducanu); Satmareanu, Lupescu, Dumitru, Mocanu; Dinu, Nunweiller; Dembrovsky, Neagu, Dumitrache (Tataru), Lucescu.

Quartas-de-final:
14/junho/1970
Brasil 4 x Peru 2
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Vital Loreaux (Bélgica)
Gols: Rivelino 11, Tostão 15, Gallardo 29 do 1º tempo; Tostão 6, Cubillas 25, Jairzinho 30 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Marco Antônio; Clodoaldo, Gérson (Paulo César), Rivelino; Jairzinho (Roberto), Tostão, Pelé.
PERU: Rubiños; Campos, Chumpitaz, Fernandez, Fuentes; Challe, Mifflin; Baylón (Sotil), Perico León (Reyes), Cubillas, Gallardo.

Semifinal
17/junho/1970
Brasil 3 x 1 Uruguai
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Ortiz de Mendíbil (Espanha)
Gols: Cubilla 19, Clodoaldo 44 do 1º tempo; Jairzinho 31, Rivelino 44 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Gérson, Rivelino; Jairzinho, Tostão, Pelé.
URUGUAI: Mazurkiewicz, Ubiñas, Ancheta, Matosas, Mujica; Montero Castillo, Fontes, Manero (Esparrago); Cubilla, Cortez, Morales.

Final:
21/junho/1970
Brasil 4 x Itália 1
Local: Estádio Azteca (Cidade do México)
Árbitro: Rody Glockner (Alemanha Oriental)
Gols: Pelé 18, Bonisegna 37 do 1º tempo; Gérson 20, Jairzinho 25, Carlos Alberto 42 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Gérson, Rivelino; Jairzinho, Tostão, Pelé.
ITÁLIA: Albertosi, Burgnich, Cera, Rosato, Facchetti; De Sisti, Bertini (Juliano), Mazzola (Rivera); Domenghini, Bonisegna, Riva.
Colocação do Brasil na Copa de 1970 – Tricampeão

O Brasil na Copa de 1974 na Alemanha Ocidental:
Primeira fase, Grupo 2
13/junho/1974
Brasil 0 x Iugoslávia 0
Local: Waldstadion (Frankfurt)
Árbitro: Rudolph Scheurer (Suíça)
BRASIL: Leão; Nelinho, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Piazza, Rivelino, Paulo César; Valdomiro, Jairzinho, Leivinha.
IUGOSLÁVIA: Maric; Buljan, Katakinski, Bogicevic, Hadziabdic; Muzinic, Oblak, Acimovic; Petkovic, Surjak, Dzajic.

18/junho/1974
Brasil 0 x Escócia 0
Local: Waldstadion (Frankfurt)
Árbitro: Van Gemert (Holanda)
BRASIL: Leão; Nelinho, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Piazza, Rivelino, Paulo César; Jairzinho, Mirandinha, Leivinha (Paulo César Carpeggiani).
ESCÓCIA: Harvey; Jardine, McGrain, Holton, Buchan; Bremner, Hay, Dalglish; Morgan, Jordan, Lorimer.

22/junho/1974
Brasil 3 x Zaire 0
Local: Parkstadion (Gelsenkirschen)
Árbitro: Nicolae Rainea (Romênia)
Gols: Jairzinho 13 do 1º tempo; Rivelino 22, Valdomiro 34 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Piazza (Mirandinha), Rivelino, Paulo César Carpeggiani; Jairzinho, Leivinha (Valdomiro), Edu.
ZAIRE: Kazadi; Nwepu, Buhanga, Lobilo, Mukombo; Kibonge, Mana, Kidumu (Kilasu); Tshinabu (Kembo), Ntumba, Myanga.

Segunda fase, Grupo A
26/junho/1974
Brasil 1 x Alemanha Oriental 0
Local: Niedesachsenstadion (Hannover)
Árbitro: Clive Thomas (País de Gales)
Gol: Rivelino 19 do 2º tempo.
BRASIL: Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Rivelino, Paulo César; Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
ALEMANHA ORIENTAL: Croy, Kische, Waetzlich, Lauck (Lowe), Bransch; Weise, Streich, Hamman (Irmscher);Sparwasser, Kurbjuweit, Hoffmann.

30/junho/1974
Brasil 2 x Argentina 1
Local: Niedesachsenstadion (Hannover)
Árbitro: Vital Loraux (Bélgica)
Gols: Rivelino 30, Brindisi 34 do 1º tempo; Jairzinho 4 do 2º.
BRASIL: Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Rivelino, Paulo César; Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
ARGENTINA: Carnevali, Glaria, Heredia, Bargas, Sá (Carrascosa); Brindisi, Squeo, Babbington; Balbuena, Ayala, Kempes (Houseman).

14/junho/1974
Brasil 0 x Holanda 2
Local: Westfalenstadion (Dortmund)
Árbitro: Kurt Tschenscher (Alemanha Ocidental)
Gols: Neeskens 5, Cruyff 20 do 2º tempo.
BRASIL: Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Rivelino, Paulo César (Mirandinha); Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
HOLANDA: Jongbloed; Suurbier, Krol, Rijsbergen, Haan; Jansen, Van Hanegen, Neeskens (Israel); Rep, Cruyff, Rensenbrink (De Jong).
Expulsão: Luís Pereira.

Disputa do terceiro lugar – 6/julho/1974
Brasil 0 x Polônia 1
Local: Olympiastadion, Munique
Gol: Lato 30 do 2º tempo.
Árbitro: Aurelio Angonese (Itália)
BRASIL: Leão; Zé Maria, Alfredo, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Ademir da Guia (Mirandinha), Rivelino; Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
POLÔNIA: Tomaszewski; Szymanowsky, Zmuda, Gorgon, Musial; Maszcyk, Deyna, Kasperczak; Lato, Szarmach (Kapka), Gadocha.
Colocação do Brasil na Copa de 1974 – 4º lugar

O Brasil na Copa de 1978 na Argentina:
Primeira fase, Grupo 3
3/junho/1978
Brasil 1 x Suécia 1
Local: Mar del Plata
Árbitro: Clive Thomas (País de Gales)
Gols: Sjoberg 36, Reinaldo 45 do 1º tempo.
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Edinho; Batista, Toninho Cerezo (Dirceu), Zico, Rivelino; Gil (Nelinho), Reinaldo.
SUÉCIA: Hellstrom; Borg, Roy Andersson, Nordqvist, Erlandsson; Tapper, Linderoth, Bo Larsson, Lennart Larsson (Edstrom); Sjoberg, Wendt.

7/junho/1978
Brasil 0 x Espanha 0
Local: Mar del Plata
Árbitro: Sergio Gonella (Itália)
BRASIL: Leão; Nelinho (Gil), Oscar, Amaral, Edinho; Batista, Toninho Cerezo, Zico (Jorge Mendonça), Dirceu; Toninho, Reinaldo.
ESPANHA: Miguel Angel; Perez, Migueli (Biosca), Olmo, Uria (Guzmán); San José, Leal, Asensi, Juanito; Santillana, Cardeñosa.

11/junho/1978
Brasil 1 x Áustria 0
Local: Mar del Plata
Árbitro: Robert Wurtz (França)
Gol: Roberto 40 do 1º tempo.
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Chicão), Jorge Mendonça (Zico), Dirceu; Gil, Roberto.
ÁUSTRIA: Koncilia; Sara, Pezzey, Obermeyer, Breitenberger; Prohaska, Hickersberger (weber), Kreuz, Krieger (Happich); Krankl, Jara.

Segunda fase, Grupo B
14/junho/1978
Brasil 3 x Peru 0
Local: Mendoza
Árbitro: Nicolae Rainea (Romênia)
Gols: Dirceu 14 e 27 do 1º tempo; Zico(pen.) 27 do 2º
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Chicão), Jorge Mendonça, Dirceu; Gil (Zico), Roberto.
PERU: Quiroga; Duarte, Manzo, Chumpitaz, Diaz (Navarro); Velásquez, Cueto, Cubillas; Muñante, La Rosa, Oblitas (Percy Rojas).

18/junho/1978
Brasil 0 x Argentina 0
Local: Rosário
Árbitro: Karoly Palotai (Hungria)
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto (Edinho); Batista, Chicão, Jorge Mendonça (Zico), Dirceu; Gil, Roberto.
ARGENTINA: Fillol; Olguin, Galván, Passarella, Tarantini; Gallego, Ardiles (Villa), Kempes; Bertoni, Luque, Ortiz (Alonso).

21/junho/1978
Brasil 3 x Polônia 1
Local: Mendoza
Árbitro: Juan Silvagno (Chile)
Gols: Nelinho 11, Lato 44 do 1º tempo; Roberto 12 e 17 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Oscar, Amaral, Toninho; Batista, Toninho Cerezo (Rivelino), Zico (Jorge Mendonça), Dirceu; Gil, Roberto.
POLÔNIA: Kukla; Maculewicz, Gorgon, Zmuda, Szymanowsky; Nawalka, Deyna, Kasperczak (Lubanski), Boniek; Lato, Szarmach.

Disputa do terceiro lugar – 24/junho/1978
Brasil 2 x Itália 1
Local: Estádio Monumental de Nuñez (Buenos Aires)
Árbitro: Abraham Klein (Israel)
Gols: Causio 38 do 1º tempo; Nelinho 19, Dirceu 25 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Rivelino), Jorge Mendonça, Dirceu; Gil (Reinaldo), Roberto.
ITÁLIA: Zoff; Gentile, Cuccuredu, Scirea, Cabrini; Maldera, Antognoni (Claudio Sala), Patrizio Sala; Causio, Rossi, Bettega.
Colocação do Brasil na Copa de 1978 – 3º lugar

O Brasil na Copa de 1982 na Espanha:
Primeira fase – Grupo 6:
14/junho/1982
Brasil 2 x 1 URSS
Local: Estádio Sanchez Pizjuan (Sevilha)
Árbitro: Lamo Castillo (Espanha)
Gols: Bal 33 do 1º tempo; Sócrates 28, Éder 43 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luisinho, Júnior; Falcão, Sócrates, Zico; Dirceu (Paulo Isidoro), Serginho, Éder.
URSS: Dasaev; Sulakvelidze, Chivadze, Baltacha, Demianenko; Bessanov, Bal, Daraselia (Andreiev), Gavrilov (Susloparov); Shengelia, Blokhin.

18/junho/1982
Brasil 4 x Escócia 1
Local: Estádio Benito Villamarin (Sevilha)
Árbitro: Luis Silles Calderón (Costa Rica)
Gols: Narey 18, Zico 33 do 1º tempo; Oscar 3, Éder 19, Falcão 42 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico; Serginho (Paulo Isidoro), Éder.
ESCÓCIA: Rough; Narey, Miller, Hansen, Grey; Hartford (McLeis), Souness, Robertson; Strachan (Dalglish), Wark, Archibald.

23/junho/1982
Brasil 4 x Nova Zelândia 0
Local: Estádio Benito Villamarin (Sevilha)
Árbitro: Damir Matovinovic (Iugoslávia)
Gols: Zico 28 e 31 do 1º tempo; Falcão 10, Serginho 25 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar (Edinho), Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico; Serginho (Paulo Isidoro), Éder.
NOVA ZELÂNDIA: Van Hutton; Dodds, McLure, Herbert, Elrick; Mckay, Boath, Creswell (B. Turner), Summer; Rufer (Cole), Woodlin.

Segunda fase, Grupo C
2/julho/1982
Brasil 3 x Argentina 1
Local: Estádio Sarriá (Barcelona)
Árbitro: Mario Rubio Vasquez (México)
Gols: Zico 12 do 1º tempo; Serginho 21, Júnior 29, Ramón Diaz 44 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro (Edevaldo), Oscar, Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico (Batista); Serginho, Éder.
ARGENTINA: Fillol; Olguin, Galván, Passarella, Tarantini; Barbas, Ardiles, Maradona; Bertoni (Santamaria), Kempes (Ramón Diaz), Calderón.
Expulsão: Maradona

5/julho/1982
Brasil 2 x Itália 3
Local: Estádio Sarriá (Barcelona)
Árbitro: Abraham Klein (Israel)
Gols: Rossi 5, Sócrates 12, Rossi 25 do 1º tempo; Falcão 23, Rossi 30 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico; Serginho (Paulo Isidoro), Éder.
ITÁLIA: Zoff; Gentile, Scirea, Colovatti (Bergomi), Cabrini; Tardelli (Marini), Oriali, Antognoni, Graziani; Conti, Rossi.
Colocação do Brasil na Copa de 1982 – 5º lugar – Eliminado nas segunda fase

O Brasil na Copa de 1986 no México:
Primeira fase, Grupo D
1/junho/1986
Brasil 1 x Espanha 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Christopher Bambridge (Austrália)
Gol: Sócrates 17 do 1º tempo.
BRASIL: Carlos; Édson, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior (Falcão), Sócrates; Casagrande (Muller), Careca.
ESPANHA: Zubizarreta; Tomás, Maceda, Goicochéa, Camacho; Victor, Michel, Francisco Lopez (Señor), Julio Alberto; Butragueño, Salinas.

6/junho/1986
Brasil 1 x Argélia 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Rômulo Mendez Molina (Guatemala)
Gol: Careca 22 do 2º tempo.
BRASIL: Carlos; Édson (Falcão), Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior, Sócrates; Casagrande (Muller), Careca.
ARGÉLIA: Drid; Medjadi, Guendouz, Megharia, Mansouri; Kaci-Said, Benmabrouk, Belloumi (Zidane); Madjer, Menad, Assad (Bensaoula).

12/junho/1986
Brasil 3 x Irlanda do Norte 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Siegfried Kirschen (Alemanha Oriental)
Gols: Careca 15, Josimar 41 do 1º tempo; Careca 42 do 2º.
BRASIL: Carlos; Josimar, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior, Sócrates (Zico); Muller (Casagrande), Careca.
IRLANDA DO NORTE: Jennings; Nicholl, O’Neyel, McGreery, Donaghy; McDonald, McIlroy, Clarke, Whiteside (Hamilton); Campbell (Armstrong), Stewart.

Oitavas-de-final: 16/junho/1986
Brasil 4 x Polônia 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Volker Roth (Alemanha Ocidental)
Gols: Sócrates 30 do 1º tempo; Josimar 9, Edinho 32, Careca 36 do 2º.
BRASIL: Carlos; Josimar, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior, Sócrates (Zico); Muller (Silas), Careca.
POLÔNIA: Mlynarczyk; Przybys (Furtok), Wojcicki, Majewski, Ostrowski; Urban (Zmuda), Karas, Tarasiewicz, Dziekanowski; Boniek, Smolarek.

Quartas-de-final: 21/junho/1986
Brasil 1 x França 1 (3 x 4 na disputa de pênaltis)
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Ioan Igna (Romênia)
Gols: Careca 16, Platini 41 do 1º tempo.
Pênaltis: Sócrates (Bats defendeu), Stopyra (gol), Alemão (gol), Amoros (gol), Zico (gol), Bellone (gol), Branco (gol), Platini (fora), Júlio César (trave), Fernandez (gol).
BRASIL: Carlos; Josimar, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior (Silas), Sócrates; Muller (Zico), Careca. FRANÇA: Bats; Amoros, Battiston, Bossis, Tusseau; Giresse (Ferreri), Fernandez, Tigana, Platini; Stopyra, Rocheteau (Bellone).
Colocação do Brasil na Copa de 1986 – 5º lugar – Eliminado nas quartas-de-final

O Brasil na Copa de 1990 na Itália:
Primeira fase, Grupo C:
10/junho/1990
Brasil 2 x 1 Suécia
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Tulio Lanese (Itália)
Gols: Careca 40 do 1º tempo; Careca 17, Brolin 33 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão, Mozer, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão, Valdo; Muller, Careca.
SUÉCIA: Ravelli; Roland Nilsson, Schwarz, Larsson, Ljung (Stromberg); Thern, Limpar, Ingesson, Joakin Nilsson; Brolin, Magnusson (Petersson).

16/junho/1990
Brasil 1 x Costa Rica 0
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Naji Jouini (Tunísia)
Gol: Muller 33 do 1º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão, Mozer, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão, Valdo (Silas); Muller, Careca (Bebeto).
COSTA RICA: Conejo; Chavarria, Flores, Marchena, Montero; Chavez, Gonzales, Gomez, Ramirez; Jara (Meyers), Cayasso (Guimarães).

20/junho/1990
Brasil 1 x Escócia 0
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Helmut Kohl (Áustria)
Gol: Muller 37 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão, Ricardo Rocha, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão, Valdo; Romário (Muller), Careca.
ESCÓCIA: Leighton; McKimmie, McLeish, Aitken, Malpas; McPherson, McStay, McLeod (Gillespie), McCall; Johnston, McCoist (Fleck).

Oitavas-de-final – 24 de junho de 1990:
Brasil 0 x 1 Argentina
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Joel Quiniou
Gol: Caniggia 35 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão (Silas), Ricardo Rocha, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão (Renato Gaúcho), Valdo; Muller, Careca.
ARGENTINA: Goycoechea; Simón, Monzón, Ruggeri, Olarticoechea; Basualdo, Giusti, Burruchaga, Maradona; Caniggia, Troglio (Calderón).

Expulsão: Ricardo Gomes
Colocação do Brasil na Copa de 1990 – 9º lugar – Eliminado nas oitavas-de-final

O Brasil na Copa de 1994 nos Estados Unidos:
Primeira fase, Grupo B
20/junho/1994
Brasil 2 x Rússia 0
Local: Stanford Stadium (Palo Alto)
Árbitro: An Yan Lim Kee Chong (Ilhas Maurício)
Gols: Romário 26 do 1º tempo; Raí (pen.) 8 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Ricardo Rocha (Aldair), Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva, Dunga (Mazinho), Raí, Zinho; Bebeto, Romário.
RÚSSIA: Kharin; Nikiforov, Gorlukovich, Ternavsky; Khlestov, Kuznetsov, Piatnisky, Tsimbalar, Karpin; Radchenko (Borodiuk), Iuran (Salenko).

24/junho/1994
Brasil 3 x Camarões 0
Local: Stanford Stadium (Palo Alto)
Árbitro: Arturo Brizio Carter (México)
Gols: Romário 39 do 1º tempo; Márcio Santos 20, Bebeto 27 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva, Dunga, Raí (Muller), Zinho (Paulo Sérgio); Bebeto, Romário.
CAMARÕES: Bell; Tataw, Kalla, Song, Agbo; Libih, Foe, Mbouh, Mfede (Maboang); Omam-Biyik, Embe (Milla). Expulsão: Song, 18 do 2º tempo.

28/junho/1994
Brasil 1 x Suécia 1
Local: Silverdome (Detroit)
Árbitro: Sandor Puhl (Hungria)
Gols: Kennet Andersson 23 do 1º tempo; Romário 1 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva (Mazinho), Dunga, Raí (Paulo Sérgio), Zinho; Bebeto, Romário.
SUÉCIA: Ravelli; Roland Nilsson, Patrik Andersson, Kamark, Ljung; Schwarz (Mild), Ingesson, Thern, Henrik Larsson (Blomqvist); Brolin, Kennet Andersson.

Oitavas-de-final – 4/julho/1994
Brasil 1 x Estados Unidos 0
Local: Stanford Stadium (Palo Alto)
Árbitro: Joel Quiniou (França)
Gol: Bebeto 28 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva, Dunga, Mazinho, Zinho (Cafu); Bebeto, Romário.
ESTADOS UNIDOS: Meola; Clavijo, Balboa, Lalas, Caligiuri; Tab Ramos (Wynalda), Dooley, Hugo Perez (Wegerle), Sorber; Cobi Jones, Stewart.
Expulsões: Leonardo 41 do 1º tempo; Clavijo 42 do 2º.

Quartas-de-final – 9 de julho de1994
Brasil 3 x 2 Holanda
Local: Cotton Bowl (Dallas)
Árbitro: Rodrigo Badilla (Costa Rica)
Gols: Romário 6, Bebeto 16, Bergkamp 18, Winter 30, Branco 36 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho (Raí), Zinho; Bebeto, Romário.
HOLANDA: De Goey; Winter, Koeman, Valckx, Wouters; Witschge, Rijkaard (Ronald de Boer), Jonk; Overmars, Bergkamp, Van Vossen (Roy).

Semifinal – 13 de julho de 1994
Brasil 1 x 0 Suécia
Local: Rose Bowl (Pasadena)
Árbitro: José Joaquín Torres Cadena (Colômbia)
Gol: Romário 35 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho (Raí), Zinho; Bebeto, Romário.
SUÉCIA: Ravelli; Roland Nilsson, Patrik Andersson, Bjorklund, Ljung; Thern, Ingesson, Mild, Brolin; Dahlin (Rehn), Kennet Andersson.
Expulsão: Thern 17 do 2º tempo.

Final: 17 de julho de 1994
Brasil 0 x 0 Itália – Disputa de pênaltis: Brasil 3 x 2 Itália
Local: Rose Bowl (Pasadena)
Árbitro: Sandor Puhl (Hungria)
Pênaltis: Baresi (fora), Márcio Santos (fora), Albertini (gol), Romário (gol), Evani (gol), Branco (gol), Massaro (Taffarel defendeu), Dunga (gol), Roberto Baggio (fora).
BRASIL: Taffarel; Jorginho (Cafu), Aldair, Márcio Santos, Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho, Zinho (Viola); Bebeto, Romário.
ITÁLIA: Pagliuca; Mussi (Apolloni), Baresi, Benarrivo, Maldini; Dino Baggio (Evani), Donadoni, Berti, Albertini; Roberto Baggio, Massaro.
Colocação do Brasil na Copa de 1994 – Tetracampeão

O Brasil na Copa de 1998 na França:
Primeira fase, Grupo A
10/junho/1998
Brasil 2 x 1 Escócia
Local: Stade de France (Saint-Denis)
Árbitro: José Garcia Aranda (Espanha)
Gols: César Sampaio 4, Collins (pen.) 37 do 1º tempo; Boyd (contra) 27 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Giovanni (Leonardo), Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
ESCÓCIA: Leighton; Burley, Calderwood, Hendry, Boyd, Dailly (Tosh McKinlay); Jackson (Billy McKinlay), Lambert, Collins; Gallacher, Durie.

16/junho/1998
Brasil 3 x Marrocos 0
Local: La Beaujoire-Louis-Fonteneau (Nantes)
Árbitro: Nikolai Levnikov (Rússia)
Gols: Ronaldo 9, Rivaldo 47 do 1º tempo; Bebeto 5 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio (Doriva), Leonardo, Rivaldo (Denílson); Bebeto (Edmundo), Ronaldo.
MARROCOS: Benzekri; El Hadrioui, Rossi, Naybet, Saber (Amzine); Chippo, Taher El Lakhlej, Chiba (Abrami), Hadji; Hadda (El Khattabi), Bassir.

23/junho/1998
Brasil 1 x Noruega 2
Local: Stade-Vélodrome (Marseille)
Árbitro: Esfandiar Baharmast (USA)
Gols: Bebeto 32, Tore Andre Flo 37, Rekdal (pen.) 43 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Junior Baiano, Gonçalves, Roberto Carlos; Dunga, Leonardo, Rivaldo, Denílson; Bebeto, Ronaldo.
NORUEGA: Grodaas; Berg, Eggen, Johnsen, Björnebye; Strand (Mykland), Leonhardsen, Havard Flo (Solskjaer), Rekdal; Riseth (Jostein Flo), Tore Andre Flo.

Oitavas-de-final – 27/junho/1998
Brasil 4 x Chile 1
Local: Parc des Princes (Paris)
Árbitro: Marc Batta (França)
Gols: César Sampaio 11, César Sampaio 26, Ronaldo (pen.) 46 do 1º tempo; Salas 23, Ronaldo 25 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair (Gonçalves), Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Leonardo, Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
CHILE: Tapia; Reyes, Margas, Fuentes; Cornejo, Ramírez (Vega), Acuña (Musrri), Sierra (Estay), Aros; Salas, Zamorano.

Quartas-de-final – 3 de julho de 1998
Brasil 3 x 2 Dinamarca
Local: La Beaujoire-Louis-Fonteneau (Nantes)
Árbitro: Gamal Ghandour (Egito)
Gols: Jörgensen 2, Bebeto 10, Rivaldo 26 do 1º tempo; Brian Laudrup 5, Rivaldo 15 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio (Zé Roberto), Leonardo (Émerson), Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
DINAMARCA: Schmeichel; Colding, Rieper, Högh, Heintze; Helveg (Schjönberg), Jörgensen, Nielsen (Töfting), Michael Laudrup; Möller (Sand), Brian Laudrup.

Semifinal – 7 de julho de 1998
Brasil 1 x Holanda 1 (4 x 2 na disputa de pênaltis)
Local: Stade-Vélodrome (Marseille)
Árbitro: Ali Mohammed Bujsaim (Emirados Árabes Unidos)
Gols: Ronaldo 1, Kluivert 42 do 2º tempo.
Pênaltis: Ronaldo (gol), Frank de Boer (gol), Rivaldo (gol), Bergkamp (gol), Emerson (gol), Cocu (Taffarel defendeu), Dunga (gol), Ronald de Boer (Taffarel defendeu).
BRASIL: Taffarel; Zé Carlos, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Leonardo (Émerson), Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
HOLANDA: van der Sar; Reiziger (Winter), Stam, Frank de Boer, Cocu; Davids, Zenden (Van Hooijdonk), Jonk (Seedorf), Ronald de Boer; Bergkamp, Kluivert.

Final – 12 de julho de 1998
Brasil 0 x 3 França
Local: Stade de France (Saint-Denis)
Árbitro: Said Belqola (Marrocos)
Gols: Zidane 27 e 45 do 1º tempo; Petit 47 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio (Edmundo), Leonardo (Denílson), Rivaldo; Bebeto, Ronaldo.
FRANÇA: Barthez; Thuram, Leboeuf, Desailly, Lizarazu; Karembeu (Boghossian), Deschamps, Petit, Zidane; Djorkaeff (Vieira), Guivarc’h (Dugarry).
Expulsão: Desailly, 23 do 2º tempo.
Colocação do Brasil na Copa de 1998 – 2º lugar

O Brasil na Copa de 2002 na Coréia do Sul e Japão:
Primeira fase:
3/junho/2002
Brasil 2 x 1 Turquia
Local: Estádio Munsu, Ulsan, Coréia do Sul
Público: 33.842
Árbitro: Kim Young Joo (Coréia do Sul)
Assistentes: Visva Krishnan (Singapura) e Vladimir Fernandez (Eslováquia)
Gols: Hasan Sas(TUR) 45′+2′, Ronaldo 50′, Rivaldo 87′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Vampeta 72′), Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Denílson 67′), Ronaldo (Luizão 73′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
TURQUIA: Rustu Recber, Korkmaz (Mansiz 66′), Akyel, Alpay; Unsal, Ozat, Basturk (Davala 65′), EmreEmre, Tugay (Erdem 88′); Sukur, Sas. Técnico: Senol Gunes.
Cartão amarelo: Akyel(TUR) 21′, Unsal (TUR) 24′, Alpay (TUR) 44′, Denílson 73′
Expulsões: Alpay(TUR) 86′, Unsal(TUR) 90′+4′
8/junho/2002
Brasil 4 x 0 China
Local: Estádio Jeju, Seogwipo, Coréia do Sul
Público: 36.750
Árbitro: Anders Frisk (Suécia)
Assistentes:
Gols: Roberto Carlos 15′, Rivaldo 32′, Ronaldinho Gaúcho 45′, Ronaldo 55′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Anderson Polga; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Ricardinho 71′), Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Denílson 46′), Ronaldo (Edílson 72′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
CHINA: Jiang Jin, Wu Chenying, Li Tie, Ma Mingyu (Pu Yang 62′), Hao Haidong (Qu Bo 75′), Li Weifeng, Zhao Junze, Du Wei, Li Xiaopeng, Qi Hong (Zhao Junzhe 67′), Xu Yunlong. Técnico: Bora Milutinovic.
Cartão amarelo: Ronaldinho Gaúcho 25′, Roque Junior 69′

13/junho/2002
Brasil 5 x 2 Costa Rica
Local: Estádio Suwon, Suwon, Coréia do Sul
Público: 38.524
Árbitro: Gamal Ghandour (Egito)
Assistentes: Wagih Farag (Egito), Egon Bereuter (Áustria)
Gols: Ronaldo 10′, Ronaldo 13′, Edmílson 38′, Wanchope(CRI) 39′, Gomez(CRI) 56′, Rivaldo 62′, Junior 64′ BRASIL: Marcos, Lúcio, Anderson Polga, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Ricardinho 60′), Rivaldo (Kaká 72′), Junior; Edílson (Kléberson 58′), Ronaldo. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
COSTA RICA: Lonnis, Marin, Wright, Martinez (Parks 73′), Castro, Wallace (Bryce 46′), Lopez, Solis (Fonseca 66′), Centeno, Gomez, Wanchope. Técnico: Alexandre Guimarães.
Cartão amarelo: Cafu 90′+3′

Oitavas-de-final – 17/junho/2002
Brasil 2 x 0 Bélgica
Local: Estádio Kobe Wing, Kobe, Japão
Público: 40.440
Árbitro: Peter Prendergast (Jamaica)
Assistentes: Yuri Dupanov (Belarus), Mohamed Saeed (Maldivas)
Gols: Rivaldo 67′, Ronaldo 88′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Denílson 57′), Rivaldo (Ricardinho 90′), Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Kléberson 81′), Ronaldo. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
BÉLGICA: De Vlieger, Van Kerckhoven, Van Buyten, Peeters (Sonck 73′), Simons, Wilmots, Goor, Verheyen, Vanderhaeghe, Walem, Mpenza. Técnico: Robert Waseige.
Cartão amarelo: Vanderhaeghe 24′, Roberto Carlos 28′.

Quartas-de-final – 21 de junho de 2002
Brasil 2 x 1 Inglaterra
Local: Estádio Shizuoka, Shizuoka, Japão
Público: 47.436
Árbitro: Felipe Ramos Rizo (México)
Assistentes: Hector Vergara (Canadá) e Mohamed Saeed (Maldivas)
Gols: Owen(ING) 23′, Rivaldo 45′, Ronaldinho Gaúcho 50′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo (Edílson 70′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
INGLATERRA: Seaman, Mills, Campbell, Ferdinand, Ashley Cole (Sheringham 79′); Scholes, Butt, Beckham, Sinclair (Dyer 56′); Owen (Vassell 79′), Heskey. Técnico: Sven-Goran Eriksson. Cartão amarelo: Scholes(ING) 75′, Ferdinand(ING) 86′
Expulsão: Ronaldinho Gaúcho 57′

Semifinal – 26 de junho de 2002
Brasil 1 x 0 Turquia
Local: Saitama Stadium 2002, Saitama, Japão
Público: 61.058
Árbitro: Kim Milton Nielsen (Dinamarca)
Assistentes: Maciej Wierzbowski (Polônia), Igor Sramka (Eslováquia)
Gol: Ronaldo 49′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson (Belletti 85′), Rivaldo, Roberto Carlos; Edílson (Denílson 75′), Ronaldo (Luizão 68′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
TURQUIA: Rustu Recber, Korkmaz, Akyel, Alpay; Davala (Izzet 74′), Ergun, Basturk (Erdem 88′), Emre (Mansiz 62′), Tugay; Sukur, Sas. Técnico: Senol Gunes.
Cartão amarelo: Gilberto Silva 41′, Tugay(TUR) 59′, Sas(TUR) 90′

Final – 30 de junho de 2002
Brasil 2 x 0 Alemanha
Local: International Stadium, Yokohama, Japão
Público: 69.029
Árbitro: Pierluigi Collina (Itália)
Assistentes: Leif Lindberg (Suécia), Phillip Sharp (Inglaterra)
Gols: Ronaldo 67′, Ronaldo 79′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Juninho 85′), Ronaldo (Denílson 90′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
ALEMANHA: Kahn, Linke, Ramelow, Frings; Metzelder, Schneider, Hamann, Jeremies (Asamoah 77′), Bode (Ziege 84′);
Neuville, Klose (Bierhoff 74′). Técnico: Rudi Völler.
Cartão amarelo: Roque Junior 6′, Klose(ALE) 9′
Colocação do Brasil na Copa de 2002 – Pentacampeão

O Brasil na Copa de 2006 na Alemanha:
Primeira fase:
13 de junho de 2006
Brasil 1 x 0 Croácia
Local: Estádio Olímpico (Olympiastadion), Berlim
Público: 66.021
Árbitro: Benito Archundia (México)
Assistentes: José Ramirez (México) e Hector Vergara (Canadá)
Gol: Kaká (43 minutos do 1º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos; Émerson, Zé Roberto, Kaká, Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo (Robinho) e Adriano. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
CROÁCIA: Pletikosa, Simic, Robert Kovac, Simunic, Srna, Tudor, Niko Kovac (Jerko Leko), Niko Kranjcar, Babic, Klasnic (Olic) e Prso. Técnico: Zlatko Kranjcar.
Cartões amarelos: Émerson (Brasil); Robert Kovac, Tudor e Niko Kovac (Croácia)

18 de junho de 2006
Brasil 2 x 0 Austrália
Local: Allianz Arena, Munique
Público: 59.416
Árbitro: Markus Merk (Alemanha)
Assistentes: C. Schraer (Alemanh a) e J. H. Salver (Alemanha)
Gols: Adriano (3 minutos do 1º tempo) e Fred (43 minutos do 1º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos; Émerson (Gilberto Silva), Zé Roberto, Kaká, Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo (Robinho) e Adriano (Fred). Técnico: Carlos Alberto Parreira.
AUSTRÁLIA: Schwarzer, Emerton, Neill, Moore (Aloisi), Popovic (Bresciano), Chipperfield, Culina, Vince Grella, Cahill (Kewell), Sterjovski e Viduka. Técnico: Guus Hiddink.
Cartões amarelos: Cafu, Robinho e Ronaldo (Brasil); Emerton e Culina (Austrália)

22 de junho de 2006
Japão 1 x 4 Brasil
Local: Westfalenstadion, Dortmund
Público: 60.285
Árbitro: Eric Poulat (França)
Assistentes: L. Dagorne (França) e V. Texier (França)
Gols: Tamada (Japão – 33 do 1º tempo), Ronaldo (46 do 1º tempo), Juninho Pernambucano (8 do 2º tempo), Gilberto (14 do 2º tempo) e Ronaldo (35 do 2º tempo)
BRASIL: Dida (Rogério Ceni), Cicinho, Lúcio, Juan, Gilberto, Gilberto Silva, Juninho Pernambucano, Kaká (Zé Roberto), Ronaldinho Gaúcho (Ricardinho); Ronaldo e Robinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
JAPÃO: Kawaguchi, Kaji, Nakazawa, Tsuboi, Alex Santos, Ogasawara (Koji Nakata), Inamoto, Nakamura, H. Nakata, Tamada e Maki (Takahara, Oguro). Técnico: Zico.
Cartão amarelo: Gilberto

Oitavas-de-final
27 de junho de 2006 Brasil 3 x 0 Gana
Local: Westfalenstadion, Dortmund
Público: 60.285
Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia)
Assistentes: R. Slysko (Eslováquia) e M. Balko (Eslováquia)
Gols: Ronaldo (5′ do 1º tempo), Adriano (46′ do 1º tempo) e Zé Roberto (39′ do 2º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos, Émerson (Gilberto Silva), Zé Roberto, Kaká (Ricardinho), Ronaldinho Gaúcho, Adriano (Juninho Pernambucano) e Ronaldo. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
GANA: Kingson, Pantsil, Pappoe, Mensah. Shilla, Eric Addo (Boateng), Appiah, Draman, Muntari, Amoah (Tachie-Mensah) e Gyan. Técnico: Ratomir Dujkovic.
Cartões amarelos: Juan e Adriano (Brasil), Pantsil, Eric Addo, Appiah, Muntari e Gyan (Gana)
Cartão vermelho: Gyan (Gana)

Quartas-de-final
1º de julho de 2006 Brasil 0 x 1 França
Local: Commerzbank Arena, Frankfurt
Público: 43.324
Árbitro: Luis Medina Cantalejo (Espanha)
Assistentes: V. G. Carrasco (Espanha) e P. M. Hernández (Espanha)
Gols: Henry (11′ do 2º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu (Cicinho), Lúcio, Juan, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Zé Roberto, Juninho (Adriano), Kaká (Robinho), Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
FRANÇA: Barthez , Sagnol, Thuram, Gallas, Abidal, Makelele, Vieira, Malouda (Wiltord), Ribéry (Govou), Zidane e Henry (Saha) Técnico: Raymond Domenech.
Cartões amarelos: Cafu, Juan, Ronaldo e Lúcio (Brasil) e Sagnol, Thuram e Saha (França)

 

Mexico, Itália, França e Alemanha são países que tiveram o prazer de realizarem duas copas do mundo, em 2014 o Brasil entra para este seleto clube! porém o povo mexicano teve o prazer de ver em ação nestes mundiais disputados no país da América Central, aqueles que são considerados os maiores jogadores de futebol de todos os tempos e no auge de suas carreiras e forma fisica. Em 1970 aos 29 anos o Rei chegava para seu ultimo mundial, após a brilhante conquista de 1958, nas copas seguintes, Pelé não conseguiu realizar bons jogos pois em 1962 se machucará com uma lesão na virilha logo no segundo jogo o que tirou do restante da Copa do Chile, em 1966 com a desorganização da CBD e a crença que um time que já estava envelhecido poderia trazer o caneco pela terceira vez, não se concretizou e o Brasil foi eleiminado na primeira fase por Portugal e Hungria e Pelé caçado em campo por chuteiras bulgaras, hungaras e portuguesas, frustou o futebol arte, nascia ali o futebol força.

Em 1970 era o seu ultimo grande momento, era a ultima chance de trazer a redenção do nosso futebol e não foi facil como pode-se imaginar, depois de uma eliminatória tranquila e com um time formado basicamente por Santos, Cruzeiro e Botafogo/RJ a seleção canarinha chegou a viver dias de crises antes do mundial. Zagallo era o novo comandante e confiava em Pelé que acompanhado de Tostão, Rivelino, Jairzinho e Gerson poderiamos trazer o troféu de volta ao país do futebol.

Os mexicanos atestaram o que de fato estava por vir, o Brasil com Pelé em campo encantou o mundo, e o Rei deu espetáculo sabia ele que era a sua copa a sua redenção perante aos olhos do mundo, quatro gols um deles na final mostrando toda sua exuberância e plasticidade num cabeçada sensacional no primeiro gol do Brasil, mais não foram somente os gols de Pelé que marcaram o mundial ainda teve suas jogadas sensacionais incomuns para os mortais da bola, lances geniais capitados por todas as lentes do mundo que ainda até hoje são vistas e revistas em todo o planeta como: o chute do meio campo logo na estreia contra a Tchecoslováquia em que o goleiro Viktor fora do gol volta desesperado orando para os deuses do futebol tirar aquela bola da linha de gol, no jogo contra a Inglaterra uma cabeçada fenomenal de olhos abertos e testada para o chão levam a consagração do goleirão inglês Gordon Banks a entrar para a história com a maior defesa de todos os tempos, a genialidade do Rei voltou a todo o vapor na semifinal contra os uruguaios, Pelé deita e rola com passes e jogadas fabulosas como o chute de primeira após uma reposição de bola errada do goleiro Mazurkievicz que consegue a defesa no susto e no drible sem bola no mesmo goleirão numa plastica fantástica a bola chutada ao gol com os zagueiros uruguaios se atirando ao chão é um dos lances mais sensacionais de todos os tempos, finalmente na final o grande momento, um golaço de cabeça numa cabeçada ao seu estilo, a vontade louca de ganahr aquela copa e no ultimo grande lance um passe perfeito para o capitão Carlos Alberto fechar com chave de ouro o placar daquela final o tome redondinho mesmo até o quique para a pegada perfeita de Torres fora milimetrado por Pelé.

1970 a Copa das Copas do Rei Pelé, dezesseis anos se passam e o Mexico tem o previlégio de poder realizar um novo mundial e novamente os mexicanos tem o prazer de verem mais um gênio da bola no seu maior apogeu e sua melhor fase! Diego Armando Maradona o melhor do mundo em sua epóca chegava para finalmente calar os criticos e desafetos. Cortado da copa de 1978 em solo argentino para o desgosto de muitos, na copa de 1982 ele mesmo frustou a espectativa de todos e viu a Argentina dar vexame logo na estreia, a eliminação diante o maior rival o Brasil e com Maradona sendo expulso de campo após entrada violenta sobre Batista, Dieguito que em 1984 deixou o Barcelona para jogar no modesto Napoli da Itália, finalmente reencontrou o seu grande futebol, em 1986 era o tudo ou nada para El Pibe d’ORo, para melhorar o desempenho fantástico de Diego a Argentina não tinha lá um grande time aqui para nós, Valdano e Burruchaga eram talvez os outros dois melhores jogadores do time portenho, sem Maradona a Argentina era um time fragil muito fragil mesmo.

No dia 02/06/1986 a Argentina entra em campo para jogar contra a Coreia do Sul o que se ver em campo é uma caçada a Maradona que mesmo assim não se intimida contra os lutadores de taekwondo coreanos, ele participa de gols e faz uma boa partida, três dias após Maradona encontra velhos marcadores, os italianos e ele faz um golaço no empate em 1 a 1, os argentinos passam em primeiro lugar na chave e evitam um confronto com a França de Platini, após um jogo ferrenho contra um velho rival o Uruguai a Argentina entra em campo para enfrentar a Inglaterra e apartir dai Maradona assume o controle e a responsabilidade de levar a Argentina ao topo. O jogo era tenso afinal as patrias estiveram em guerra a cinco anos pela Ilhas Malvinas, o que se ver antes da bola rolar é o olhar furioso de Diego quando as seleções estavam perfiladas para as execuções de seus hinos nacionais, o olhar de tigre faminto ou de guerreiro indigena pronto para a vingança, ali mesmo no campo, após um primeiro tempo onde fora marcado a força pelo zagueiro Butcher que traduzido para o português quer dizer “Açougueiro”, Maradona volta para o segundo tempo disposto a acabar com a banda dos ingleses, 22/06/1986 a mão sutil de Maradona engana a arbitragem e os argentinos saem na frente, minutos depois o maior lance daquela copa, Maradona recebe a bola em seu campo de Batista, domina com a perna esquerda a boa e ali começa um show, com apenas a perna canhota ele parte para o ataque passa por quem está na sua frente, dribla os defensores ingleses o goleiro Shilton sai e também leva o drible e o toque rápido antes da chegada do marcador final, é o gol é o golaço é o maior mais bonito gol de todas as copas, ali começava para valer o espetáculo de Diego Maradona, o mundial já é dele, voltava ser de toda a Argentina, e veio a semifinal contra os belgas e seus goleiro estrela Pfaff e seu ferrolho, com fama de eliminar favoritos, pois tiraram URSS e Espanha do caminho os belgas apostavam na retranca e força de seus jogadores, na leiteria de Pfaff mais se esqueçeram que tinha um fora de serie em campo e ele com dois gols um deles o segundo um golaço que despachou os belgas e que venha a Alemanha.

Muito se esperou de Maradona na final, ele já era o maior no da copa, o maior nome do futebol mundial, era e faltava a coroação final, do outro lado os alemães bicampeões do mundo e respeitados pela aplicação e tática dentro de campo, a Argentina sobrou no primeiro tempo e no inicio do segundo, abriu 2 a 0 e mesmo com Dieguito anulado por Briegel e Jakobs tudo parecia ir de forma até fácil, ledo engano com a mistica germânica não deveria se brincar e a oito minutos do final o susto! empata a Alemanha com dois gols parecidos a Argentina senti o golpe a Alemanha prescente um novo milagre de Berna, ai foi o engano dos alemães um mero descuido de Jakobs e Briegel e Maradona domina rapido e ver Burruchaga livre as costas de Brehme, ele lança e torce para o companheiro não errar, era a bola do jogo, era num lance seu em uma assist6encia sua, pois apenas ele ao dominar a bola, percebeu Burruchaca livre era o toque de Midas de Maradona, era gol da Argentina era o gol da coroação, nunca uma taça do mundo caiu tão bem nos braços de um jogador, Maradona leva um time medio a conquista do mundo e ali ele marcou seu nome na história do mundo da bola.

Dezesseis anos foram apenas o suficiente para os mexicanos serem agraciados com os dois maiores gênios da bola nos maiores momentos de suas carreiras. Aos mexicanos só restaram dizer!

GRACIAS, MUCHAS GRACIAS A LOS MEJORES FUTEBOLISTAS DEL MUNDO.

Fonte: Texto Galdino Silva

 

A revista Almanaque D’os Desportos em todo o mundo, informou, em sua edição do segundo semestre de 1959, que 720 especialistas de futebol, que assistiram a Copa do Mundo de 1958, disputada na Suécia, responderam a uma enquete sobre como formariam a equipe mundial do certame. O resultado final foi o seguinte:

- Harry Gregg, GREGG (Irlanda do Norte)
- Orvar Bergmark, BERGMARK (Suécia)
- Hideraldo Luis Bellini, BELLINI (Brasil)
- Nílton Reis dos Santos, NÍLTON SANTOS (Brasil)
- Juri Voinov, VOINOV (URSS)
- Horst Szymaniak, SZYMANIAK (Alemanha Ocidental)
- Manuel dos Santos, GARRINCHA (Brasil)
- Waldir Pereira, DIDI (Brasil)
- Raymond Kopaszewski, KOPA (França)
- Edson Arantes do Nascimento, PELÉ (Brasil)
- Lennart Skoglund, SKOGLUND (Suécia)

Nílton Santos foi o jogador que recebeu o maior número de votos: 619.

Fonte:
- Almanaque D’os Desportos em todo o mundo, Ano IV, Nº15, 2º semestre de 1959.

 

Na Copa do Mundo de 1930 o Uruguai treinava firme durante meses, quando chegou a viver uma forte crise interna com o corte do goleiro titular Andrés Mazzalli, que não suportando o ritmo de treinamentos sem folga, deu uma “fugidinha” de madrugada. Quando chegou, com os sapatos na mão, foi recebido pelo técnico Suppici, que lhe comunicou o corte. Outro que perdeu a posição foi o atacante Scarone. Em seu lugar surgiu o “Manco” Castro, um centro avante que não possuía o antebraço, mas que jogava sem qualquer complexo. E mostrou isso fazendo o primeiro gol no novo Estádio e aquele que valeu a vitória do Uruguai contra o peru por 1×0.

Fonte:revista Show do Esporte

 

Em 1970 a Seleção Peruana de Futebol, estava de volta a uma Copa Mundo exatos 40 anos desde a sua primeira participação no mundial do Uruguai em 1930. Certamente com a sua melhor geração no futebol que contava com jogadores com talento e habilidade com a bola como Teofilo Cubillas, Gallardo, Mifflin, Léon, Baylon e Sotil e o bom zagueiro Chumpitáz sob o comando do nosso Didi o principe Etiope que passou a comandar os peruanos em 1969 e deu um toque todo especial a equipe que conseguiu com bravura a classificação em um jogo decisivo contra a Argentina em Buenos Aires após um empate em 2 a 2 com Ramirez sendo o heroi da classificação ao marcar os dois gols do Peru no jogo em Lima a equipe derrotara a Argentina por 1 a 0 gol de Léon. A equipe foi recebida com festa em Lima no retorno e todos tinham a certeza que a equipe faria um bom papel na Copa do Mundo pois tinham não somente bons valores em campo mais fora dele um técnico que ensina a seus jogadores com praticar um bom futebol e certamente o jeito malicioso de bater na bola de Cubillas foi aprimorado pelo nosso Didi pois ele também sabia aplicar a famosa folha seca como fez um belo gol na Copa de 78 contra a Argentina desta maneira.

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Ramirez e Cubillas comemoram o gol contra a Argentina.

A poucos dias do Mundial uma tragédia caiu sobre o Peru em 31 de maio de 1970 na região de Ancash um terremoto que atingiu entre 7 e 8 graus na escala Richter, vitimando mais de 80.000 e mais de 143.000 afetadas pela catastrofe natural. A Seleção já se encontrava no México e estavam a dois dias da estreia diante os bulgáros e o fato abalou o time todo, pois todos estavam preocupados com seus familiares, chegou até se cogitar do time abandonar a competição, mais os dirigentes do mundial e os jogadores liderados por De La Torre e Chumpitáz decidiram que a equipe entraria em campo e que se eles jogassem bem e ganhassem as partidas serviriam um pouco de alento para superar a dor de todo o país e assim eles o fizeram.

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Cubillas o craque maior do Peru em todos os tempos.

Em 02 de Junho de 1970 na cidade de Léon a equipe entra em campo sob sol quente e ainda um pouco pertubados pela tragédia o time não se encontra em campo e leva um gol logo aos 12º minutos de jogo, no inicio do segundo tempo logo aos 5º minutos outro gol dos bulgaros, apartir dai os peruanos se superaram e partiram para cima do adversário que sentia também com o forte calor local, Gallardo descontou e Chumpitáz minutos depois igualou o placar, o jogo passou a ser todo do time peruano a a virada veio com seu nome maior Cubillas de falta da a vitória uma vitória que serviu de alento para os jogadores e todo o povo peruano num momento dificil.

Na segunda partida dia 6 de Junho, a equipe enfrentou o Marrocos, que deu trabalho para a poderosa Alemanha que sofreu para derrotar o time africano por 2 a 1, e com o Peru pelo menos no primeiro tempo a equipe marroquina segurou o impeto e o desespero do Peru em vencer mais um jogo, no intervalo Didi ponderou e acalmou os nervos da equipe e na volta o time deslanchou e venceu por 3 a 0 com dois gols de Cubillas e Chalé, a vitória classificou para a próxima fase e o jogo contra a Alemanha seria para decidir que venceria a chave, de qualquer forma a equipe fez o seu papel e o povo peruano estava orgulhoso de seus bravos compatriotas que aliviavam o sofrimento da perda em um momento de alegria o que viesse dali para a frente seria lucro, Brasil ou Inglaterra seriam o adversário seguinte no jogo contra os alemães a equipe sentiu o peso da camisa alemã e saiu perdendo ainda no primeiro tempo queera o ponto fraco do time, por 3 a 1 no segundo tempo a equipe apertou tentando uma reação mais parou nas mãos de Sepp Maier.

14 de Junho de 1970 Estádio Guadalajara, Brasil e Peru entram em campo para um duelo pela vaga nas semifinais, até ali o Peru já vinha satisfeito com a campanha, mais Didi sabia que poderia tirar proveito de conhecer bem o time canarinho, antes em 1969 em dois amistosos foram duas derrotas apertadas por 2 a 1 e 3 a 2 e o potencial de seus jogadores poderiam causar um surpresa no Brasil, não foi exatamente o que aconteceu sabemos, mais novamente um pessimo inicio de jogo levou a equipe a ter de correr atrás do prejuizo e o Brasil mesmo sem ter apresentado um bom futebol e mesmo com falhas gritantes, saiu vencedor por 4 a 2 e seguiu rumo ao tricampeonato mundial. Aos peruanos restaram o consolo de missão cumprida e terem saido da competição pelas mãos do futuro campeão mundial e a campanha que terminou com a setima posição a melhor até hoje, premiou não somente o seus jogadores mais toda uma nação que os receberam com festa como um ano antes quando se deu a classificação, o Peru não conseguiu a classificação para a Copa seguinte em 74 na Alemanha, em 1975 boa parte desta geração foi premiada com a conquista da Copa América de 1975 quando bateu a Colômbia, mais a campanha em 70 é que muitos peruanos guardam na memória.

Texto: Galdino Silva
Pesquisa e Fotos: fifa.com e rsssf brasil

 

Júnior dominou a bola na intermediária, pelo lado esquerdo. Percebeu a movimentação de Zico e tocou-lhe rasteiro, correndo para o espaço vazio, como fazia no Flamengo. Zico dominou e parou o tempo, o suficiente para atrair Daniel Passarela. Conhecia o ritmo exato de Júnior e seu passe colheu o lateral atrás de Galvan e Olguin, de frente para o gol. Júnior chutou colocado, entre as pernas do grande Ubaldo Fillol. A Argentina campeã mundial estava incontestavelmente batida no estádio de Sarriá, em Barcelona.

O jogo variado e agressivo do time de Telê Santana era cantado pela imprensa mundial como um futebol de outra galáxia. Desde a virada na estréia contra a União Soviética, com dois chutes sobrenaturais de Sócrates e Éder, passamos a acreditar que a seleção tinha três ou quatro soluções para cada problema de campo que lhe fosse proposto. A falha de Valdir Perez no chute de Bal abriu uma inesperada vantagem soviética e pôs o time a bombardear um Rinat Dasaev que parecia intransponível. A quinze minutos do fim Sócrates abriu o meio da defesa a dribles diagonais e acertou o ângulo direito numa combinação de precisão e potência, um a um. Mas a disciplina do adversário não caiu com o gol de empate. Caiu aos quarenta e três minutos. Falcão recebeu de Paulo Isidoro na meia-direita e iludiu a marcação abrindo as pernas, deixando a jogada seguir até Éder Aleixo. Vindo de trás, o ponta ergueu a bola com um toque e no exato instante em que ela caía entre dois defensores, voou para pegá-la no ar. A bomba explodiu à esquerda do estático Dasaev, enfim indefeso.

Com cores de drama e final épico, a virada deu a nós, torcedores, a sensação de invencibilidade. A entrada de Cerezo a partir do segundo jogo derrubou as últimas resistências dos que pediam um time com pontas. Era no vazio da ponta-direita que surgiam Sócrates ou Falcão, ou ainda Leandro resguardado por Cerezo, às vezes dois deles ao mesmo tempo para jogar com Zico. Tudo aconteceria por ali ou pelos pés de Éder e Júnior, que ficavam livres do outro lado quando o adversário resolvia povoar de defensores o seu flanco esquerdo. Talvez tenha sido a exatidão dessa variação de jogadas, ou o talento incalculável de um time que tinha Falcão, Sócrates, Éder e Zico no auge de suas formas, mas o pecado cresceu e se consolidou através da excelência do escrete: a seleção brasileira de 1982, assim como a sua torcida, passou a se sentir invencível.

Não havia soberba. Os pecados eram, todos e em sua plenitude, escusáveis. Surgiram na formação do time, e não se corrige um defeito de formação sem se alterar uma virtude. Quando um time se dá por pronto é porque tem uma essência indivisível. A seleção de 1982 não se achava perfeita, mas sabia-se pronta e invencível. Seria campeã do mundo ou se tornaria uma lição, mais funda que a de 1950, mais dolorida que a de 1978, porque incompreensível.

Assim foi que o gol de Júnior contra os argentinos teve um significado imediato maior que a vitória selada. Batidos os campeões mundiais restava um jogo protocolar contra a Itália de três empates pequenos contra Polônia, Peru e Camarões, e com ela bastava empatar. Sairíamos do pequeno Sarriá para o monumental Camp Nou, para uma semifinal contra a previsível União Soviética ou contra a Polônia do cansado Lato e do instável Boniek. Daí para Madrid e a grande celebração do futebol bem jogado contra a França de Tresor, Tiganá e Michel Platini.

Já revi a partida contra a Itália mais de vinte vezes. A perfeição dos gols de Sócrates e Falcão é quase proibitiva para um jogo tão humano e inexato. E por mais que reveja, eu não entendo o que aconteceu em campo. Nos meus sonhos, a foto de Paulo Roberto Falcão – uma das últimas do grande J.B. Scalco – vem com a legenda o gol que abriu o caminho para o tetra.

O sonho é sonho, o pesadelo é real. Paolo Rossi correndo de braços abertos, as veias saltadas e o número vinte branco vazado do fundo azul é um fantasma de pesadelo. Mas se não consigo entender aquela partida, foi no dia 5 de julho de 1982 que entendi outras coisas. Entendi que jamais seria plenamente feliz, que nunca mais me sentiria invencível e que estava eternamente preso ao jogo incompreensível que chamamos de futebol.

 

Fonte: A Gazeta Esportiva

No dia 1º de junho de 1950, no Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira que se preparava para disputar a Copa do Mundo daquele ano, enfrentou os quadros do Bangu e do Flamengo, que foram convidados pela C.B.D.

CONTRA O BANGU

Primeiramente, o treinador Flávio Costa colocou em campo o considerado time principal, que usando camisetas azuis jogou com os banguenses. A equipe de Moça Bonita foi um adversário difícil para o selecionado “A” da CBD. Houve bastante luta, os jogadores correram e se empenharam ardorosamente, sendo bom o resultado da prática. Exibindo um futebol convincente, os rapazes selecionados abateram os adversários pela contagem de 3 x 1, sendo que na primeira fase registrou-se um placar de 1 x 1.

MARCADORES

Conquistaram tentos os seguintes jogadores: Chico, aos 13 minutos, com esplêndida virada. Ismael, aos 30 minutos, empatou para o Bangu. Na fase complementar, o oportunista Baltazar conquistou mais dois tentos para a seleção, aos 2 e aos 38 minutos. Os pontos conquistados pelo centro avante corintiano foram marcados em belo estilo, sendo que o segundo foi realmente excepcional, de vez que o jogador colocou com bastante classe a pelota no fundo das redes.

AS EQUIPES

A seleção “A” treinou assim constituída: Barbosa, Augusto e Juvenal (Nena); Eli, Danilo e Bigode (Alfredo); Maneca, Zizinho, Baltazar, Ademir (Jair) e Chico. BANGU: Luiz (Pedrinho), Rafagnelli (Mendonça) e Sula; Walter, Mirim (Elói) e Irani (Pinguela); Djalma, Menezes (De Paula), Simões (Calixto), Ismael (Joel) e Moacyr.

De um modo geral, todo quadro “A” esteve bem, notando-se apenas uma ligeira indecisão entre os zagueiros. Também o centro-médio Danilo não foi muito feliz, marcando mal o adversário. Entretanto, Barbosa, Alfredo e Eli estiveram bem, Augusto está progredindo e Alfredo foi melhor que Bigode. No ataque, todos apresentaram um bom futebol, sendo que Zizinho, Baltazar e Jair foram as figuras mais destacadas. É necessário frisar que a entrada de Jair, substituindo Ademir, melhorou bastante a linha de frente, pois o popular “Jajá” esteve em tarde magnífica.

A SELEÇÃO “B” ESMAGOU O FLAMENGO

O segundo treino do dia, entre o quadro “B” e o Flamengo, caracterizou-se por um amplo domínio do selecionado. A equipe do Flamengo atravessa uma fase desfavorável, o que levou a partida para um campo bastante fácil para a representação secundaria da CBD. A defesa e o ataque dos convocados agiram muito bem, devido talvez à fragilidade adversária. Verificou-se o placar de 6 x 1 a favor do selecionado, que ganhava no primeiro tempo por 4 x 1.

OS ARTILHEIROS

Hélio abriu a contagem para o Flamengo, mas o avante Pinga, aos 7 minutos, empatou e iniciou a série dos tentos dos “pupilos” de Flávio Costa. Ipojucan aos 12, Pinga aos 20 e 29 minutos estabeleceram 4 x 1 no primeiro tempo. Jair e Rodrigues, respectivamente aos 12 e aos 17 minutos, completaram o marcador na fase final 6 x 1.

OS QUADROS

A equipe “B” entrou em campo com a seguinte constituição: Castilho, Nilton Santos e Mauro; Bauer, Rui (Brandãozinho) e Noronha; Friaça, Ipojucan (Pinga), Adãozinho, Pinga (Jair) e Rodrigues. Flamengo: Claudio, Osvaldo (Gago) e Jair; Biguá, Bria e Valter; Aloísio, Arlindo (Quiba), Hélio, Lero e Esquerdinha.

OS MELHORES

Como tivemos oportunidade de frisar, todos os elementos do quadro agiram de modo satisfatório. O zagueiro Mauro realizou na tarde de hoje seu melhor treino, conseguindo impressionar bastante. O jovem paulista não apresentou uma falha sequer. A intermediaria esteve num mesmo plano bom, e na linha Adãozinho, Pinga e novamente Jair foram figuras máximas, bem auxiliados pelos pontas Friaça e Rodrigues.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

CONTRA OS GAÚCHOS

A Confederação Brasileira de Desportos, atendendo às necessidades do treinamento dos craques convocados, e de acordo com o preparador Flavio Costa, convidou a Federação Gaúcha de Futebol para enviar ao Rio de Janeiro uma representação de futebol, a fim de realizar com o quadro “A”, em São Januário, uma partida treino.
A representação sulina chegou ao Rio de Janeiro em 3 de junho, pela Panair, às 16 horas, com 22 homens. Os jogadores visitantes ficaram hospedados no Vasco da Gama.
No mesmo dia 3 de junho, os jogadores brasileiros foram submetidos a exercícios individuais, no Gavea Golf Clube.

O JOGO

Esse encontro foi levado a efeito na tarde de 4 de junho de 1950 e, além de apresentar o placar de 6 x 4 a favor do selecionado, veio evidenciar que os nossos craques ainda se encontram em fase de recuperação. De fato, a equipe da CBD, principalmente no primeiro tempo desentendeu-se completamente, desaparecendo, por diversas vezes, ante o “onze” sulino. A retaguarda do quadro principal dirigido por Flavio Costa falhou hoje de maneira incrível, somente vindo a se firmar no segundo tempo, quando a linha media foi inteiramente substituída;
O jogo foi iniciado às 15 horas e terá como árbitro o sr. Mario Viana.

OS MÉDIOS DO SÃO PAULO E O ATACANTE JAIR SALVARAM A SELEÇÃO

Como dissemos, na etapa inicial, a equipe “A” não apresentou o mínimo entendimento em suas linhas, devido ao fracasso total da defesa. O centro médio Danilo, sem marcar o adversário e infeliz ao extremo em várias jogadas confundiu inteiramente seus companheiros. Eli e Alfredo que completavam o trio médio nada puderam fazer para reter a ofensiva contrária. A zaga Augusto e Mauro não conseguiu também boa atuação nestes 45 minutos iniciais, salvando-se, somente, na retaguarda o arqueiro Barbosa. No segundo tempo, Flavio Costa colocou no gramado Bauer, Rui e Noronha, que vieram dar novo alento ao quadro brasileiro. Pode-se dizer mesmo que os componentes sãopaulinos salvaram o quadro “A”, firmando uma defesa inteiramente nula. Também Jair, que aos 20 minutos da fase complementar integrou a ofensiva, contribuiu para um melhor desempenho dos nossos.
Quanto ao quadro gaúcho, atuou de maneira convincente, fazendo notar que possui ótimo jogo de conjunto e grandes valores individuais. O jogador Hermes constitui-se hoje um espetáculo a parte, na linha de ataque sulina, conquistando os 4 tentos do seu bando e exibindo magnífico futebol.
Conforme tivemos oportunidade de ver, a primeira fase foi bastante infeliz para o quadro que representará o Brasil na Taça do Mundo, de vez que as falhas da defesa prejudicaram todo o jogo do “onze”, lançando a confusão sobre todos os setores. Os gaúchos, aproveitando o desentendimento dos jogadores convocados souberam atacar com precisão e marcar 3 tentos. O grande valor do atacante Ademir permitiu que também a nossa ofensiva consignasse 3 tentos, igualando o marcador.
Hermes, o goleador dos gaúchos, marcou o primeiro tento de sua série aos 14 minutos. Barbosa defendeu parcialmente um pelotaço desse meia-direita, que na recarga conquistou o tento. Ademir, recebendo de Maneca, empatou aos 16 minutos, e o mesmo Ademir, demonstrando a sua grande capacidade, voltou a marcar, aos 30 minutos. Logo após, aos 32 minutos, Hermes recebeu de Balejo e igualou o placar. Ademir aos 43 minutos, em sensacional chute desferido de longe, venceu o goleiro Ivo e estabeleceu o 3×2. Hermes, disputando um parco a parte de Ademir, voltou a empatar a peleja aos 44 minutos.

VITÓRIA DA SELEÇÃO NA FASE FINAL — 6 x 4

Apresentou-se o esquadrão da CBD no segundo período com a linha media inteiramente modificada, razão pela qual pôde estabelecer o equilíbrio de ações e o caminho para o domínio. De fato, pouco a pouco o nosso selecionado foi-se impondo até conquistar uma vitoria por 6 x 4. Também Jair foi outro grande valor. proporcionando a possibilidade desse triunfo.
Hermes conseguiu, aos 5 minutos, nova vantagem para os gaúchos. Aliás, seria esse o quarto e ultimo ponto dos sulinos nessa partida.
Zizinho, elemento que vinha se desinteressando pela partida, aos 19 minutos, conseguiu o quarto tento dos comandados de Baltazar. Aos 31 minutos, o meia-esquerda Jair, da altura da linha média adversária, cobrando uma penalidade, colocou o selecionado em vantagem. É interessante frisar que o pelotaço desferido pelo “Jajá” desnorteou inteiramente o goleiro contrario, que se atirou para um canto e a pelota entrou pelo outro… Novamente, Jair, aos 41 minutos veio ampliar a contagem a favor dos “pupilos” de Flavio Costa, recebendo um passe de Baltazar.

OS QUADROS

Os dois esquadrões atuaram na tarde de hoje com as seguintes constituições: Seleção “A”: — Barbosa; Augusto e Mauro; Eli (Bauer), Danilo (Rui) e Alfredo (Noronha); Maneca, Zizinho (Ademir), Baltazar, Ademir (Jair), e Chico. Gaúchos: — Ivo; Nena e Jony; Hugo, Ruarinho e Heitor; Balejo, Hermes, Adão, Mojica e Ariovaldo (Api). Nena e Adãozinho tiveram permissão para integrar a equipe da Federação Sul Riograndense aliás qual estão vinculados. Aliás, esses dois elementos cumpriram destacadas atuações.

AS ATUAÇÕES INDIVIDUAIS

Analisando o desempenho na partida de hoje dos nossos craques, temos:
Barbosa não foi culpado dos tentos sofridos, pois os seus companheiros de defesa falharam. Augusto e Mauro — não se houve muito bem esta zaga apresentada por Flavio Costa. Entretanto, no segundo tempo, melhorou bastante. Eli, Danilo e Alfredo. A péssima atuação do centro-médio levou os dois companheiros de ala à desorganização. Assim talvez tenha sido Danilo o culpado do fracasso da fase inicial. Bauer, Rui e Noronha. Os três integrantes do selecionado paulista reequilibraram o nosso sistema defensivo. Dessa forma, contribuíram de maneira categórica para o triunfo. Maneca trabalhou bastante e regularmente. Entretanto, foi um pouco abandonado. Zizinho disputou boa peleja na fase inicial, mas pouco a pouco foi perdendo o interesse, tendo sido acertada sua substituição. Baltazar não repetiu as suas atuações anteriores, Ademir e Jair — foram as figuras máximas do esquadrão da C.B.D., realizando grandes jogadas. Chico — da mesma forma que Maneca agindo de forma irregular.
No quadro gaucho, os convocados Nena e Adãozinho foram figuras de destaque. O zagueiro demonstrou segurança e decisão nos lances dentro da área, barrando varias investidas contrarias. Hermes foi a revelação, marcando 4 tentos, apresentando ainda uma estupenda atuação. Ariovaldo, Ruarinho e Mojica foram outros bons elementos.

O SR. JULES RIMET EM SAO JANUÁRIO

Assistiu ao jogo da representação brasileira frente aos gaúchos o sr. Jules Rimet, presidente da FIFA, e que veio ao Brasil, afim de assistir aos jogos da Copa do Mundo.

RENDA

Um público bastante numeroso compareceu ao estádio do Vasco da Gama, tendo a renda do encontro atingido a importância de Cr$ 111.970.00.

TESOURINHA E BIGODE CONTUNDIDOS

O ponta direita Tesourinha foi poupado na pratica de hoje (3 de junho), pois está com o joelho bastante inchado. Desta forma, não existem quase dúvidas sobre o corte desse jogador da seleção. Friaça deverá disputar com Maneca a posição.
O médio Bigode que se encontra com músculo distendido sentiu a contusão, retirando-se logo no inicio do treino de hoje.

PRESENTE O SR. PAULO DE CARVALHO

O sr. Paulo de Carvalho, dirigente do São Paulo F. C. e diretor das “Emissoras Unidas” da Capital bandeirante, encontra-se nesta Capital, em viagem de negócios e aproveitou a ocasião para assistir ao treino de hoje, em São Januario. A reportagem esteve com o desportista bandeirante que declarou ter apreciado a movimentação do exercício e o futebol posto em pratica pelos craques convocados.

 

A Seleção Holandesa de 1974 revolucionou a maneira de jogar futebol: Criou o futebol 100%

O COMEÇO DE TUDO

Desde a famosa seleção húngara de 1954 que a Europa não produzia uma equipe como aquela – lá se iam 20 anos de futebol. Nem mesmo a bela seleção francesa de 1958 podia ser comparada a ela. E vinha de um pequeno país sem tradição no mundo seleto e exigente do esporte – a Holanda. Tão bom era o time que, mesmo sem conquistar o título da Copa de 1974, na Alemanha Ocidental, entrou para a história como o Carrossel Holandês, que mudou muitas das concepções do jogo até aquela data e abriu novos caminhos para o espetáculo do futebol.

Na verdade, não foi a seleção da Holanda que começou a chamar a atenção da crônica européia, mas o time do Ajax, que na época já era tricampeão de clubes, sendo que no último título com uma eloqüente goleada sobre o Bayern Munich. O Ajax era a base da seleção holandesa; o Bayern era a base da seleção alemã. Muitos cronistas viram com perspicácia que ali podia estar o prenúncio do que seria a final da Copa de 1974. O Ajax tinha um jogador que a unanimidade daqueles cronistas considerava o novo fenômeno do futebol – Johan Cruyff. Sabia fazer de tudo, era uma espécie de homem-equipe. Tinha, também, um treinador chamado Rinus Michels, inteligente, sofisticado e ambicioso, que sonhava em revolucionar o futebol. Michels tinha em mãos, na seleção, um material capaz de ajudá-lo a realizar seus desígnios: Jongbloed, goleiro enorme, de meter medo nos atacantes; Suurbier, na época o melhor lateral-direito da Europa; Krol, zagueiro admirável em qualquer época; Van Hanegen e Neeskens, incansáveis no trabalho de ligação entre a defesa e ataque; na frente, dois pontas velozes e hábeis, Rep e Resenbrink; e no meio deles, Cruyff.

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A Laranja Mecânica, conhecida também como o Carrossel Holandês, da esquerda para a direita: Neeskens, Krol, Van Hanegen, Jansen, Suurbier, Rep, Rijsbergen, Resenbrink, Haan, Jongbloed e Cruyff

Por quê uma seleção de futebol de um país que ocupa pouquíssimo espaço no globo terrestre, que teve duas participações totalmente insignificantes nas Copas de 1934 (derrotada pela Suécia por 3 a 2 no único jogo) e 1938 (também derrotada, pela Tchecoslováquia, por 3 a 0) e sem a menor tradição no mundo futebolístico de repente é seríssima candidata ao título mundial na Copa de 1974 disputada na Alemanha? O período que antecede esta Copa mostra que as coisas não foram assim tão de repente. No intervalo entre a Copa do México em 70, e a Copa da Alemanha em 74, muitas águas passaram pelos moinhos e pontes holandesas. As seleções e times europeus estavam numa fase excelente, enquanto o Brasil ia perdendo seus craques após a conquista do tricampeonato no México.

Logo após a Copa do México em 1970, a Polônia revelava uma seleção muito forte, campeã olímpica de 1972 em Munique. Um futebol força com excelente qualidade de movimentação de bola. O Bayern Munique da Alemanha, Feyenoord de Rotterdam e Ajax de Amsterdam foram colecionadores de títulos na década de 70. Correndo por fora estavam a Suécia, que sempre participou das copas com uma seleção de boa qualidade e a Alemanha Oriental, a Alemanha do outro lado do muro de Berlim, que só viria a ser destruído no início da década de 90 reunificando as Alemanhas.

O Feyenoord ganhou o Campeonato Mundial Interclubes e a Copa Européia dos Clubes Campeões em 1970; o Ajax ganhou o Mundial Interclubes em 1974, e a Copa Européia dos Clubes Campeões em 1971, 1972 e 1973. E, para manter a tradição, mais um campeonato para o Feyenoord em 1974: a Copa da UEFA. Cruyff, cérebro e capitão do Ajax, jogou oito anos nesse clube, transferindo-se para o Barcelona da Espanha após a Copa de 1974, e merecidamente eleito o melhor jogador do mundo nos anos 1971 e 1973. A base do “dream team” da Holanda 1974 eram jogadores do Ajax e Feyenoord, como um “combinado”. Pela primeira vez na história do futebol holandês conseguia-se uma união entre dois times tão rivais. Mas o objetivo desta união era sublime.

CAMPANHA DA HOLANDA NAS ELIMINATÓRIAS PARA 1974

01 de novembro de 1972 – Rotterdam
Holanda 9 X 0 Noruega

19 de novembro de 1972 – Antuérpia
Bélgica 0 X 0 Holanda

22 de agosto de1973 – Amsterdã
Holanda 5 X 0 Islândia

29 de agosto de 1973 – Deventer
Islândia 1 X 8 Holanda

12 de setembro de 1973 – Oslo
Noruega 1 X 2 Holanda

18 de novembro de 1973 – Amsterdã
Holanda 0 X 0 Bélgica

De 1970 a 1973 a Holanda jogou 23 vezes. Teve 14 vitórias, 6 empates e 4 derrotas. Marcou 61 gols e sofreu 15.
Suas derrotas foram para as seleções da Alemanha Oriental por 1 x 0 em 1970, Iugoslávia por 2 x 0 em 1971 e seleções da Áustria e Finlândia ambas por 1 x 0, atuando com jogadores reservas. Essa foi a temporada de preparação para a disputa da Copa de 1974.

A COPA DE 74

[img:jc11_1_.jpg,full,alinhar_esq_caixa] Cruyff e Rep num dos ataques da “laranja mecânica”

O segredo dessa equipe, era que a posição dos jogadores servia apenas para obedecer à formalidade da escalação, uma vez que, começado o jogo, ninguém mais tinha posição nenhuma. Era, em suma, o próprio carrossel. A primeira vítima foi o Uruguai, que perdeu de 2 a 0 como podia ter perdido de oito ou de quinze. O jogo foi um dos maiores massacres táticos de que o futebol tem notícia. Basta dizer que, lá pelas tantas, Pedro Rocha, o clássico e elegante Pedro Rocha, dominou uma bola no peito e logo olhou para o chão – pois que uma bola dominada no peito por Pedro Rocha deveria estar agora submissa aos seus pés. Mas não estava, e Rocha ficou alguns segundos olhando para o chão, perplexo, à procura da bola. No curtíssimo trajeto entre o peito e os pés de Pedro Rocha, a bola lhe havia sido roubada por três ou quatro holandeses que estavam com ela lá adiante, tramando um ataque. A Holanda jogava assim, defendendo e atacando em ondas, se assim se pode dizer: quatro ou cinco corriam na mesma bola, contra apenas um adversário, e saíam com ela como um bando de colegiais em alegre pelada de recreio.

Alguns observadores viram ali um meio desorganizado e irresponsável de jogar. – Eles não sabem – respondia Cruyff – que toda essa desorganização é meticulosammente ensaiada. E era mesmo. A seqüência de jogos da Holanda consagrou aquele estilo novo, vibrante, mortalmente eficaz e objetivo – uma harmoniosa mistura de futebol-força com futebol-arte. Ao chegar à final, a Holanda se orgulhava de uma campanha inigualável naquela Copa: seis jogos invictos, 14 gols a favor, apenas um contra – e era considerada favorita.

Alguns observadores, porém, conhecedores dos labirintos traiçoeiros de uma Copa do Mundo, viam esse favoritismo com reservas, porque do outro lado estava a Alemanha Ocidental, uma equipe consistente o bastante para fazer frente a qualquer adversário. No seu comando estava Helmut Shoen, discípulo direto de Sepp Herberger, responsável pela vitória de 20 anos atrás sobre a fantástica seleção húngara. Assim como Rinus Michels, seu adversário, Shoen tinha à mão um punhado de grandes jogadores: o goleiro Sepp Maier, então o melhor de todos; os excelentes laterais Vogts e Breitner; um forte meio de campo formado por Hoeness, Bonhof e Overath, este último um craque completo; na frente o maior artilheiro da história das Copas, o centroavante Gerd Müller, de precisão cirúrgica na hora de finalizar em gol; e, no plano mais elevado que fosse possível, o capitão Franz Beckenbauer que, de tão altivo e elegante no seu relacionamento com a bola, dizia-se que podia ter sido ele o próprio inventor do futebol. Às vésperas da grande decisão, na confortável concentração holandesa, Rinus Michels saboreava com justiça e prazer, cercado de repórteres do Mundo todo, o sucesso do seu trabalho. Indagado por um dos jornalistas sobre os fatores a que atribuía o êxito de sua equipe, remexeu-se na poltrona com um sorriso que não deixava dúvidas sobre a glória que vivia naquele momento:

- Primeiro – respondeu depois de alguns segundos – , por que a seleção holandesa possui grandes individualidades. Segundo por que essas individualidades se adaptam perfeitamente ao esquema de jogo coletivo. E terceiro, por que tem um técnico chamado Rinus Michels.

[img:9_1_.jpg,full,vazio]
Johann Cruyff, o gênio da Holanda e melhor jogador da Copa de 74.

…………………………………………………………………………….

PRIMEIRA FASE

[img:20px_Flag_of_Uruguay_svg.png,full,vazio] URUGUAI 0 x 2 [img:20px_Flag_of_the_Netherlands_svg.png,full,vazio] HOLANDA
15 de junho, 1974 – 16:00h
Hannover, Niedersachsenstadion
Público: 53,700
Árbitro: Palotai (Hungria)
Gols: Rep 6′, 85′
HOLANDA: Jongbloed, Suurbier, Haan, Rijsbergen e Krol; Jansen, Van Hanegen e Neeskens: Rep, Cruyff e Resenbrink.
URUGUAI: Mazurkiewicz, Forlan, Jáuregui, Masnik e Pavoni; Montero Castillo, Espárrago e Pedro Rocha; Cubilla (Millar), Morena e Mantegazza.

[img:20px_Flag_of_the_Netherlands_svg.png,full,vazio] HOLANDA 0 x 0 [img:20px_Flag_of_Sweden_svg.png,full,vazio] SUÉCIA
19 de junho, 1974 – 19:30h
Dortmund, Westfalenstadion
Público: 53,700
Árbitro: Winsemann (Canadá)
HOLANDA: Jongbloed, Suurbier, Haan, Rijsbergen e Krol; Jansen, Van Hanegen (De Jong) e Neeskens: Rep, Cruyff e Resenbrink.
SUÉCIA: Hellstroem, Olsson (Grip), Nordgvist, Karlsson e Andersson; Tapper (Person), Graham e Larsson, Edjersted, Edstroem e Sandberg.

[img:20px_Flag_of_the_Netherlands_svg.png,full,vazio] HOLANDA 4 x1 [img:20px_Flag_of_Bulgaria_1971_1990.png,full,vazio] BULGÁRIA
23 de junho, 1974 – 16:00h
Dortmund, Westfalenstadion
Público: 52,100
Árbitro: Bosković (Austrália)
Gols: Holanda – Neeskens (pen) 5′, (pen) 44′, Rep 71′, de Jong 88′; Bulgária – Krol 78′ (g.c.)
HOLANDA: Jongbloed, Suurbier, Haan, Rijsbergen e Krol; Jansen, Van Hanegen e Neeskens; Rep, Cruyff e Resenbrink.
BULGÁRIA: Sataynov, Vassilev, Ikov, Velischov, Penev; Bonev, Stoyanov, Volnov, Panov (Borissov) e Denev (Michailov).

SEGUNDA FASE

[img:20px_Flag_of_the_Netherlands_svg.png,full,vazio] HOLANDA 4 x 0 [img:20px_Flag_of_Argentina_svg.png,full,vazio] ARGENTINA
26 de junho, 1974 – 19:30h
Gelsenkirchen, Parkstadion
Público: 55,348
Árbitro: Davidson (Escócia)
Gols: Cruijff 11′, 90′, Krol 25′, Rep 73′
HOLANDA: Jongbloed, Suurbier(Israel), Haan, Rijsbergen e Krol; Jansen, Van Hanegen e Neeskens: Rep, Cruyff e Resenbrink.
ARGENTINA: Carnevali, Wolf (Glaría), Perfumo, Heredia, Sá, Valbuena, Telch, Squeo, Ayala, Yazalde e Houseman (Kempes).

[img:20px_Flag_of_East_Germany_svg.png,full,vazio] ALEMANHA ORIENTAL 0 x 2 [img:20px_Flag_of_the_Netherlands_svg.png,full,vazio] HOLANDA
30 de junho, 1974 – 16:00h
Gelsenkirchen, Parkstadion
Público: 67,148
Árbitro: Scheurer (Suíça)
Gols: Neeskens 7′, Rensenbrink 59′
HOLANDA: Jongbloed, Suurbier, Haan, Rijsbergen e Krol; Jansen, Van Hanegen e Neeskens: Rep, Cruyff e Resenbrink.
ALEMANHA ORIENTAL: Croy, Kitsche, Weise, Branchs, Burbjuweit, Lauck, Sparwasser, Schnupasse, Hoffman, Lowe, Pommerenke.

[img:20px_Flag_of_the_Netherlands_svg.png,full,vazio] HOLANDA 2 x 0 [img:20px_Flag_of_Brazil_svg.png,full,vazio] BRASIL
3 de julho, 1974 – 19:30h
Dortmund, Westfalenstadion
Público: 52,500
Árbitro: Tschenscher (Alemanha Ocidental)
Gols: Neeskens 50′, Cruijff 65′
HOLANDA: Jongbloed, Suurbier, Haan, Rijsbergen e Krol; Jansen, Van Hanegen e Neeskens: Rep, Cruyff e Resenbrink.
BRASIL: Leão, Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Paulo César Carpegiani, Rivelino e Dirceu; Valdomiro, Jairzinho e Paulo César Lima (Mirandinha) .

[img:holxbrasil_1__1.jpg,full,alinhar_esq_caixa] O Carrossel de branco, pronto para enfrentar o Brasil

Uma partida marcada pelo nervosismo de ambas as partes. A Holanda, pelo fato de enfrentar os tradicionais tricampeões mundiais, que não se encontravam taticamente nos primeiros minutos de jogo; O Brasil, que decepcionantemente apelou para a violência fugindo completamente das suas características habituais, querendo disputar a final da Copa a qualquer custo. Seguramente a partida na qual os brasileiros foram mais violentos em todas as histórias das Copas do Mundo.

Fazia frio em Dortmund, com vento e chuva e média de 16 graus de temperatura. Mas em pouco tempo, dentro das quatro linhas, essa temperatura triplicaria.

O curriculum da seleção brasileira, que ainda contava com alguns nomes do grande time tricampeão em 1970, intimidava os holandeses a princípio. Mas, como citou Cruyff em seu livro sobre a Copa de 1974 “Futebol Total” : “Depois de meia hora de dificuldades, despojados já de qualquer temor, sacudindo o complexo de estar à frente dos invencíveis, perdemos todo o respeito por eles e pelo que sem dúvida são e significam na história do futebol”.

Os brasileiros apelam. Marinho Peres barra Jansen rispidamente, Rivelino provoca Rep, Valdomiro atinge deslealmente Neeskens com um pontapé por trás, Marinho Chagas passa o jogo inteiro intimidando Cruyff como disse anos atrás, que fez tudo para ser expulso junto com o capitão holandês e que nada adiantava, “o homem era frio”, Marinho Chagas de novo revida uma entrada de Suurbier, Marinho Peres soca Neeskens – isso tudo nas costas do juiz. Os holandeses até que deram alguns trocos, mas estavam mesmo preocupados em jogar futebol e ir para a finalíssima com a Alemanha Ocidental, que vencia a Polônia por 1 a 0 num jogo também bem disputado. As tentativas de ataque brasileiras eram desorganizadas, e o goleiro brasileiro Leão evitava, como podia, o pior.

Enquanto isso, Neeskens, aos 6 minutos do segundo tempo abre o placar através de uma rápida infiltração, após combinação com Cruyff. Este, aos 20 minutos marca 2 x 0 com um tiro rasteiro e indefensável, definindo o jogo.

Minutos antes do término, o desespero final: Luís Pereira quase parte Neeskens em dois, sendo expulso. E o técnico Zagalo, que menosprezava o “futebol alegrinho” jogado por uma das melhores seleções de todos os tempos, declarando estar preocupado unicamente com a final contra a Alemanha Ocidental, e que “podia fazer um suco dessa imensa laranja”, já se achando finalista, teve que engolir suas palavras, reconhecendo: “caímos diante de um futebol de primeira linha”. Entrevistado em 1994, quando a seleção brasileira enfrentaria novamente a seleção holandesa na Copa dos Estados Unidos, Zagallo, com uma letra “l” a mais em seu nome e na função de Coordenador Técnico, justificava suas palavras 20 anos depois dizendo que “precisava dar moral à minha equipe na época”.

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Luís Pereira foi expulso após entrada violenta em Neeskens

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A BATALHA FINAL

E mais uma vez o melhor não venceu!!!

O dia 7 de junho de 1974 é uma data inesquecível para o futebol holandês. Era a primeira vez, após dez Copas do Mundo, que a Holanda chegava a uma finalíssima para a disputa do título mundial. Era a favorita e tinha a opinião geral a seu favor. Logo nos primeiros instantes da partida, exatamente aos dois minutos, após vários passes trocados pela laranja mecânica numa tentativa de enervar os alemães ocidentais promovendo um “olé”, Cruyff penetra na área, perseguido por Vogts, sua sombra, e sofre pênalti. O árbitro inglês Jack Taylor não quer nem saber que são apenas 2 minutos de jogo: assinala acertadamente a marca fatal. Johan Neeskens, camisa 13, batedor oficial de pênaltis e o artilheiro dos momentos difíceis, chuta de pé direito e vence Sepp Maier à meia altura, para o conforto das esposas dos jogadores holandeses, presentes com seu apoio, no Estádio Olímpico de Munique, marcando então seu 5º gol na Copa.

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O gol de Neeskens de pênalti abria a contagem.

Holanda um a zero. O que muitos previam começava a se tornar realidade. Mas o placar parcial a seu favor parecia ter dado uma tranqüilidade excessiva à equipe holandesa, inexperiente em finais de Copa, jogando contra uma equipe competente, que estava atuando em sua casa e com o apoio incessante de sua torcida. Os alemães ocidentais, orientados dentro das quatro linhas pelo capitão e principal jogador Franz Beckenbauer, também conhecido como o “Kaiser”, tentavam se recuperar do golpe aos poucos, tendo como apoio 80% da massa. Um pouco antes do empate alemão, a tranqüilidade excessiva holandesa começava a prejudicar a própria equipe. O meio de campo Van Hanegen mostrava isso, agredindo Gerd Müller com um empurrão violento jogando-o ao chão, nas costas de Jack Taylor, mas recebia cartão amarelo após ser dedurado pelo bandeirinha uruguaio Ramón Barreto. Aos 25 minutos de jogo, pênalti de Jansen em Holzenbein quando este tentava se infiltrar pela área via ponta esquerda. Paul Breitner, o batedor oficial da Alemanha Ocidental converte em gol e a história do jogo então mudaria. A armadilha do técnico Helmut Shoen, discípulo de Sepp Herberger, o técnico alemão campeão mundial de 1954, começava a funcionar.

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Paul Breitner engana Jongbloed e empata.

Berti Vogts, que viria a ser o técnico da Alemanha na Copa de 1994, chuta à queima-roupa e perde um gol feito, evitado pela excelente defesa de Jongbloed. Minutos depois a defesa laranja, num instante de desatenção, permitia a Gerd Müller, aos 42 minutos ainda do primeiro tempo desempatar o jogo após um passe vindo da direita, chutando da meia lua. Krol não consegue evitar o arremate. A rápida jogada pela direita e o bom posicionamento do atacante alemão colocam a Alemanha Ocidental em vantagem no placar: Alemanha 2 a 1.

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O artilheiro Gerd Muller vira o jogo em 2 x 1.

No segundo tempo, as coisas começavam a mudar.
A Holanda tentava se reorganizar na partida, atacava constantemente criando inúmeras oportunidades de gol, mas a bola negava-se a entrar. Breitner salva um gol quase em cima da linha.
O incansável ataque do carrossel dá muito trabalho ao grande goleiro Sepp Maier, mas o alemão estava impressionante na partida. O artilheiro Gerd Müller ainda faria um gol anulado por Jack Taylor.

Num raro minuto de desatenção da defesa holandesa, Holzenbein ataca pela esquerda e sofre novo pênalti cometido por Jansen, a mesmíssima jogada do primeiro tempo quando se deu o empate, mas dessa vez o juiz inglês Jack Taylor não marca nada. E Maier, cuja atuação foi irrepreensível, quase se contundia com uma entrada de Cruyff e se irritava com Neeskens, mas foi acalmado pelo maestro Franz Beckenbauer, que então detinha o controle do jogo. Talvez a Holanda mereceu o empate pelo futebol que apresentou no segundo tempo. Talvez a Alemanha chegara à final contando com a caprichosa ajuda da sorte, sem dúvida um fator necessário a toda equipe que aspira à vitória.

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A defesa alemã resiste às incessantes investidas holandesas à sua meta.

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FICHA DO JOGO

[img:20px_Flag_of_the_Netherlands_svg.png,full,vazio] HOLANDA 1 x 2 [img:20px_Flag_of_Germany_svg.png,full,vazio] ALEMANHA OCIDENTAL
7 de julho, 1974 – 16:00h
Munique, Olympiastadion
Público: 75,200
Árbitro: Taylor (Inglaterra)
Gols: Holanda: Neeskens 2′ (pen); Alemanha Ocidental: Breitner 25′ (pen) Müller 43′
HOLANDA: Jongbloed, Suurbier, Haan, Rijsbergen (De Jong) e Krol; Jansen, Van Hanegen e Neeskens: Rep, Cruyff e Resenbrink (René Van der Kerkhof).
ALEMANHA OCIDENTAL: Maier, Vogts, Shwarzenbeck, Beckenbauer e Breitner; Bonhof, Hoeness e Overath; Grabowisky, Muller e Holzeinbein.

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Mas o Futebol Total mostrado nessa Copa do Mundo foi, sem dúvida, apresentado pela fantástica Laranja Mecânica, ou Carrossel Holandês, como preferirem definir a seleção holandesa, a última das grandes seleções reveladas num Mundial.
Restaram para a Holanda dois consolos: o primeiro, de ter perdido para uma grande equipe, que atuava em sua própria casa, com o calor de sua torcida; o segundo, de ter entrado para a história do futebol como um alegre carrossel de colegiais, que tinham o prazer de jogar futebol.”

Fontes:

http://br.geocities.com/laranjamecanica74/

http://pt.wikipedia.org

www.varaldeideias.com

 

O BRASIL EM 1954

Mesmo passados quatro anos, o Brasil esportivo, em 1954, não havia esquecido o desastroso “maracanazzo” que acabou glorificando Gighia e condenando Bigode e Barbosa e, num nível mais brando, os demais jogadores brasileiros pela derrota para o Uruguai na Copa do Mundo de 1950, em pleno Maracanã.

Sempre foi muito comum, até os idos de 1970, a seleção brasileira ser formada com maioria absoluta de times que, na época da convocação estavam em boa fase, praticando o melhor futebol. Foi assim na Copa de 1930, com o Fluminense de Preguinho, Fernando Giudiceli, Veloso, Fortes e Ivan Mariz, embora, entre os titulares figurassem apenas Fernando Giudicili e Preguinho. Em 1950, com Barbosa, Eli, Maneca, Ademir Menezes, Danilo Alvim, Pinga. Em 1958 com Joel, Moacir, Dida, Gerson, Zagalo do Flamengo e Garrincha, Didi, Nilton Santos do Botafogo e em 1970 com Santos e Botafogo fornecendo quase todo o time titular.

Pois, em 1954 – claro que por conta do fracasso de 1950 – o Brasil mudou. Saiu Flávio Costa e entrou Zezé Moreyra no comando. Saiu Barbosa e entrou Castilho e outros que não haviam participado da derrocada de 50 assumiram a titularidade.

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Brasil no mundial da Suiça – Time que empatou com a Iugoslávia em 1×1. Em pé: Djalma Santos. Brandãozinho. Nilton Santos. Pinheiro. Mario Americo. Castilho e Bauer. Agachados: Julinho. Didi. Baltazar. Pinga e Rodrigues. Foto: Placar

Apesar do fraco desempenho da seleção brasileira no Campeonato Sul-Americano de 1953, realizado em Lima, capital do Peru, que perdeu para o Paraguai e ficou em segundo lugar, e ainda sem ter conseguido superar o trauma da derrota para os uruguaios em 1950, a participação do Brasil na Copa do Mundo de 1954 era esperada com certa ansiedade pelos torcedores brasileiros, que torciam para que a renovação iniciada pelo técnico, Zezé Moreyra, fosse o caminho mais curto para alcançar o título de campeão mundial de futebol, o sonho maior da população. A bem da verdade, time o Brasil tinha: no sistema defensivo, Djalma Santos, Pinheiro e Nilton Santos eram jogadores de alta categoria, tecnicamente superiores aos da malfadada Copa de 50. O time ainda contava com Bauer, Didi, em grande forma e Rodrigues.

Os brasileiros ficaram mais otimistas quando, nos meses de fevereiro e março, iniciando a campanha o Brasil, nas eliminatórias, se classificou invicto, mas com certa dificuldade, derrotando o Chile (2 x 0, em Santiago, com gols de Baltazar, e 1 x 0, no Maracanã, também com gol de Baltazar) e o mesmo Paraguai (1 x 0, em Assunção, com gol de Baltazar, e 4 x 1, no Maracanã, com gols de Julinho (2), Baltazar e Maurinho).

A vitória sobre o Paraguai em Assunção foi tão dramática que, quando aconteceu o jogo de volta no Brasil, uma massa de torcedores (176.000), a maior desde o fatídico dia 16 de julho de 1950, lotou o Maracanã para incentivar o time nacional, acreditando a partir daí, que a conquista do título mundial não era um sonho tão distante assim.

No dia 25 de maio de 1954, após as dispensas de Osvaldo Baliza, Salvador e Gerson dos Santos, a seleção brasileira embarcou para a Suíça, onde iniciou a fase final de treinamentos, realizando alguns amistosos contra times amadores. Era a volta da Copa do Mundo à Europa, dezesseis anos depois, intervalo em que o certame fora realizado – somente em 1950 – devido a segunda guerra mundial.

A BATALHA DE BERNA

Após garantir ótimos resultados nas fases anteriores, chegara, finalmente, o dia do selecionado brasileiro enfrentar a poderosa seleção húngara, campeã olímpica de 1952, jogando em estilo militarizado, invicta há mais de um ano, e com um sistema de jogo considerado inédito e revolucionário, com os jogadores entrando em campo sem posição fixa.

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Antes do jogo, Bauer capitão do Brasil e Boszìk da Hungria se cumprimentam. A hungria venceu o Brasil por 4×2.

Em que pese o alerta da imprensa brasileira para o poderio da “máquina húngara”, uma das melhores seleções de futebol de todos os tempos, com jogadores como Puskas, Kocsis e Boszik, jogadores e Comissão Técnica da seleção brasileira não deram muita trela. Mas, como levar a sério uma seleção que nunca vencera o Brasil, apesar das inquestionáveis vitórias na primeira fase, goleando a seleção da Coréia do Sul por 9 a 0 e a poderosa Alemanha pela esmagadora vitória de 8 a 3, numa demonstração de força e vigor?

Para o jogo diante da seleção brasileira, a seleção húngara não contou com seu melhor jogador, Puskas, que havia se contundido na partida anterior, contra a Alemanha, o que acabou animando os jogadores brasileiros, que acreditavam que, mais uma vez, a vitória era coisa certa. Estavam enganados.

Como existem coisas que só acontecem ao Botafogo, naquela época aconteciam coisas estranhas no Brasil. Quando o Brasil se preparava para acompanhar a narração do jogo, aconteceu um defeito nas transmissões, exatamente quando a partida começou. Felizmente ou infelizmente, cerca de 10 minutos depois, quando foi restabelecida a transmissão, uma nação assombrada foi informada de que o Brasil já perdia por 2 a 0, gols de Hidegkuti e Kocsis. Aos 18, entretanto, o selecionado brasileiro diminuiria o placar, graças a um gol de pênalti convertido por Djalma Santos, estabelecendo 2 a 1. O placar ficou assim até o final do primeiro tempo.

O selecionado brasileiro retornou com tudo para o segundo tempo, imprimindo mais velocidade no jogo, passando a dominar as ações. E, quando tudo levava a crer que o gol brasileiro era uma questão de tempo, o juiz inglês, Arthur Ellis, que no primeiro tempo marcara um pênalti a favor do Brasil (convertido por Djalma Santos), pegou um toque de Pinheiro dentro da área brasileira. Era outro pênalti, agora em favor dos húngaros, convertido por Lantós, parecendo colocar uma pá de cal na esperança brasileira.

Correndo contra o tempo, o time de Zezé Moreyra saiu desesperado para o ataque, até que Julinho, driblando todo o time húngaro, marca o segundo gol para o Brasil, fazendo renascer as esperanças da torcida brasileira. Eis que, exatamente quando o time brasileiro precisava somar todas as forças, Nilton Santos, troca pontapés com o melhor jogador da Hungria em campo, Boszik. Os dois foram expulsos, com o selecionado brasileiro perdendo muito mais. Eram exatos 42 minutos do segundo tempo quando a Hungria fez outro gol, fechando o placar em 4 a 2. O selecionado brasileiro ainda perdeu outro jogador expulso: Humberto Tozzi, por jogo violento sem bola, contra o artilheiro Kocsis. Era a eliminação.

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Húngaros vibram com vitória na “Batalha de Berna”

Quando o árbitro inglês encerrou a partida, começou uma confusão sem tamanho. Completamente descontrolado, Pinheiro deu uma garrafada na cabeça do craque Puskas que estava no banco dos reservas, mas levando outra no supercílio direito. Aí, aconteceu uma briga generalizada, todo mundo brigando contra todo mundo. No caminho dos vestiários, Zezé Moreyra acertou com uma chuteira o rosto do cartola adversário, o vice-ministro Gustavo Sebes, enquanto o então árbitro Mário Viana, forte como um touro, também entra na confusão, chamando Ellis de ladrão, sendo mais tarde, desligado da FIFA.

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FICHA TÉCNICA
Jogo: Brasil 2 x 4 Hungria;
Local; Estádio Wankdorf, em Berna, na Suíça;
Árbitro: Arthur Edward Ellis, da Inglaterra;
Gols: 1 x 0 – Hidegkuti, aos 4; 2 x 0 – Kocsis, aos 7; 2 x 1 – Djalma Santos, aos 18, de Pênalti; 3 x 1 – Lántós, aos 53, de pênalti; 3 x 2 – Julinho, aos 65; 4 x 2 – Kocsis, aos 88.
[img:20px_Flag_of_Brazil.svg_1_.png,full,alinhar_esq_caixa] BRASIL: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro, Nilton Santos e Bauer; Brandãozinho, Didi e Humberto Tozzi; Maurinho, Índio e Julinho. Técnico: Zezé Moreyra;

[img:hungria.jpg,full,alinhar_esq_caixa] HUNGRIA: Grosics; Buzánszky e Lántós; Bozsik, Loránt e Zakárias; Tóth e Kocsis; Hidegkuti, Czibor e József Tóth. Técnico: Gyula Mandi.

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MAIS UMA VEZ O MELHOR NÃO VENCEU!!!

A poderosa “máquina húngara” faria mais uma vítima, goleando o selecionado do Uruguai por 4 a 2 nas semifinais, entrando favorita para a final contra a Alemanha, a quem tinha batido por 8 x 3 na primeira fase. Debaixo de muita chuva, logo no início da partida, os húngaros já ganhavam de dois a zero, tudo levando a crer que a história se repetiria contra os alemães.

Outra grande injustiça – Uma seleção habilidosa, que massacrou os adversários na fase inicial da competição, perdeu a Copa para um time limitado, mas guerreiro. Quatro anos depois do fracasso da seleção brasileira no Maracanã, a história se repetiu. Dessa vez, o “futebol-arte” da Hungria sucumbiu à força da Alemanha Ocidental.

A Copa de 1954 foi a primeira realizada na Europa desde 1938. E escolha da Suíça como sede obedeceu a razões políticas, uma vez que o país se manteve neutro durante a Segunda Guerra Mundial. A principal característica dessa Copa foi a bola na rede. Nada menos do que 140 gols foram marcados em 26 jogos (média de 5,4 por jogo, a maior até hoje).

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Mundial 1954 : Alemanha 3 x 2 Hungria. O dia que Alemanha parou “a Máquina”…

A Hungria, segunda colocada em 1938, era a franca favorita ao título. Campeã olímpica dois anos antes, a equipe estava invicta há 27 jogos até o início do torneio e contava com uma constelação de craques como Puskas, Kocsis e Czibor. Entretanto, na decisão, a Alemanha neutralizou o poder ofensivo húngaro e venceu a partida por 3 a 2, de virada. O resultado é considerado até hoje uma das maiores injustiças da história do futebol. Depois desse jogo, os húngaros nunca mais conseguiram formar uma seleção competitiva e fazer uma boa campanha. A história se repetia. Como em 1950, a equipe favorita perdia o título mundial, deixando, porém, para a posteridade, a imagem de uma das mais impressionantes seleções de futebol que o mundo esportivo já conheceu.

OS MÁGICOS MAGIARES

A Hungria desembarcou naquele Mundial com absoluto favoritismo. Vinha de ter conquistado a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1952, em Helsinque, e estava invicta há quase cinco anos. Comandada por Puskas, estava fadada a fazer história na Copa. E fez, só que às avessas. Depois de massacrarem cada um de seus adversários – inclua-se aí o Brasil -, os húngaros, ou os mágicos magiares, acabaram esbarrando na força alemã e perderam por 3 x 2, em uma das maiores “zebras” da história dos Mundiais. Após a Copa, o “time de ouro”, como ficou conhecida aquela Seleção Húngara, se manteve mais um ano e meio invicto, vindo a perder novamente só no início de 1956.

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Hungria 1954 : Grosics; Buzansky e Lantos; Bozsik, Lorant e Zakarias; Czibor, Kocsis, Hidegkuti, Puskas e Toth I. Técnico: Gusztav Sebes

Gusztav Sebes
O húngaro Gusztav Sebes foi o precursor do carrossel e da tese de que o jogador precisava ser multifuncional. No esquema tático da Hungria, havia uma rotatividade intensa dos jogadores de meio-campo e ataque, o que foi uma revolução para a época. O time envolvia o adversário. Para atingir a meta de correr o campo todo, a Hungria foi a primeira seleção a investir forte na preparação física. Gusztav Sebes tornou célebre uma frase: “Futebol é cabeça e pulmões”. Por essa determinação, a Hungria foi também a primeira seleção a fazer aquecimento antes dos jogos. Adotaram o 4-2-4, a príncipio, como alternativa defensiva ao comum esquema com 5 atacantes. Hoje em dia é considerada uma formação ofensiva.

O cérebro do time
[img:puskas_1_2.jpg,full,alinhar_esq_caixa] “Os adversários podem jogar melhor, mas a bola é redonda para todos.” O autor desta frase é Ferenc Puskas, o grande nome da Seleção Húngara de 1954. Quando disputou o Mundial, ele caminhava para ser um jogador veterano. Aos 27 anos, porém, já era um craque consagrado na Europa. No Mundial, Puskas jogou no sacrifício. Ficou de fora de duas partidas – entre elas, a “batalha de Berna”, como ficou conhecido o duelo contra o Brasil – e atuou sem condições na final contra a Alemanha. Sua presença no time, no entanto, era fundamental. Puskas não era apenas o cérebro, mas a alma do “time de ouro”.

Fontes:
www.jornalpequeno.com.br
www.sunrisemusics.com

 

A International Board estabeleceu que apartir da Copa de 1970 no México, os jogos nas fases eliminatórias teriam de ser decididas no caso de empate no tempo normal e na prorrogação de trinta minutos com tiros livres da marca do penalti, nas três Copas que se sucederam 70,74 e 78 não houve necessidade de algum jogo ser decidido desta maneira, apartir de 1982 com a dinâmica do futebol, as retrancas e até o equilibrio de seleções não deixamos de ter uma só Copa sem termos jogos decididos nas penalidades, até duas finais foram decididas desta forma, preparei um levantamento para os amigos sobre o tema:

08/07/1982 – SEMIFINAL DA COPA DA ESPANHA
ALEMANHA 1 X 1 FRANÇA
Nos Pênaltis a Alemanha venceu por 5 a 4.

21/06/1986 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DO MÉXICO
FRANÇA 1 X 1 BRASIL
Nos Pênaltis a França venceu por 4 a 3.

ALEMANHA 0 X 0 MÉXICO
Nos Pênaltis a Alemanha venceu por 4 a 1.

22/06/1986 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DP MÉXICO
BÉLGICA 1 X 1 ESPANHA
Nos Pênaltis a Bélgica venceu por 5 a 4.

25/06/1990 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DA ITÁLIA
IRLANDA 0 X 0 ROMÊNIA
Nos Pênaltis a Irlanda venceu por 5 a 4.

30/06/1990 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ITÁLIA
ARGENTINA 0 X 0 IUGOSLÁVIA
Nos Pênaltis a Argentina venceu por 3 a2.

03/07/1990 – SEMIFINAIS DA COPA DA ITÁLIA
ARGENTINA 1 X 1 ITÁLIA
Nos Pênaltis a Argentina venceu por 4 a 3.

04/07/1990 – SEMIFINAIS DA COPA DA ITÁLIA
ALEMANHA 1 X 1 INGLATERRA
Nos pênaltis a Alemanha venceu por 4 a 3.

05/07/1994 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DOS EUA
BULGÁRIA 1 X 1 MÉXICO
Nos Pênaltis a Bulgária venceu por 3 a 1.

10/07/1994 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DOS EUA
SUÉCIA 2 X 2 ROMÊNIA
Nos Pênaltis a Suécia venceu por 5 a 4.

17/07/1994 – FINAL DA COPA DOS EUA
BRASIL 0 X 0 ITÁLIA
Nos pênaltis o Brasil venceu por 3 a 2.

30/06/1998 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DA FRANÇA
ARGENTINA 2 X 2 INGLATERRA
Nos Pênaltis a Argentina venceu por 4 a 3.

03/07/1998 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA FRANÇA
FRANÇA 0 X 0 ITÁLIA
Nos Pênaltis a França venceu por 4 a 3.

07/07/1998 – SEMIFINAL DA COPA DA FRANÇA
BRASIL 1 X 1 HOLANDA
Nos Pênaltis o Brasil venceu por 4 a 2.

16/06/2002 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA CORÉIA/JAPÃO
ESPANHA 1 X 1 IRLANDA
Nos Pênaltis a Espanha venceu por 3 a 2.

22/06/2002 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA CORÉIA/JAPÃO
CORÉIA DO SUL 0 X 0 ESPANHA
Nos Pênaltis a Coréia do Sul venceu por 5 a 3.

26/06/2006 – OITAVAS DE FINAIS DA COPA DA ALEMANHA
UCRÂNIA 0 X 0 SUIÇA
Nos Pênaltis a Ucrânia venceu por 3 a 0.

30/06/2006 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ALEMANHA
ALEMANHA 1 X 1 ARGENTINA
Nos Pênaltis a Alemanha venceu por 4 a 2.

01/07/2006 – QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ALEMANHA
PORTUGAL 0 X 0 INGLATERRA
Nos Pênaltis Portugal venceu por 3 a 1.

09/07/2006 – FINAL DA COPA DA ALEMANHA
ITÁLIA 1 X 1 FRANÇA
Nos Pênaltis a Itália venceu por 5 a 3.

TOTAL DE DISPUTAS = 20

FINAIS = 2 (1994/2006)

SEMIFINAIS = 4
QUARTAS DE FINAIS = 9
OITAVAS DE FINAIS = 5

ALEMANHA É A MAIS EFICIENTE A VELHA FRIEZA ALEMÃ É A CHAVE DO SUCESSO DOS GERMÂNICOS NA HORA DOS PENAIS, FORAM QUATRO DECISÕES NOS PENALTIS E QUATRO VITÓRIAS: 1982 – FRANÇA, 1986 – MÉXICO, 1990 – INGLATERRA E 2006 – ARGENTINA.

JÁ A INGLATERRA É A PIOR NA HORA DE ENCARAR OS PENAIS, OS INGLESES PARECEM OUVIR O SOM DO BIG BEM E FICAM ATORDOADOS, FORAM TRÊS DECISÕES E EM TODAS OS BRETÕES LEVAM A PIOR: 1990 – ALEMANHA, 1998 – ARGENTINA E 2006 PORTUGAL.

SCHUMACHER DA ALEMANHA E GOYCOECHEA DA ARGENTINA DEFENDERAM QUATRO PENAIS, SENDO QUE O ARGENTINO EM APENAS UM MUNDIAL EM 1990.

O BRASIL DISPUTOU TRÊS VEZES A SORTE NOS PENAIS, PERDEU PARA A FRANÇA EM 1986 E VENCEU A ITÁLIA NA FINAL DE 94 E A HOLANDA NA SEMIFINAL DA COPA DE 98.

RICARDO GOLEIRO DE PORTUGAL DEFENDEU TRÊS PENALIDADES NUMA MESMA DECISÃO, EM 2006 CONTRA A INGLATERRA.

A ITÁLIA PERDEU POR TRÊS VEZES SEGUIDAS NO CALCIO DEL RIGGORI, EM 1990 PARA A ARGENTINA, 1994 – BRASIL E 1998 – FRANÇA, O TRAUMA SÓ FOI SUPERADO NA ÚLTIMA COPA E NA FINAL CONTRA A FRANÇA EM 2006.

A FRANÇA EM QUATRO DECISÕES TEM UM EQUILIBRIO DUAS VITÓRIAS, 1986 – BRASIL E 1998 – ITÁLIA E DUAS DERROTAS EM 1982 – ALEMANHA E 2006 – ITÁLIA.

ALIÁS FRANÇA E ITÁLIA TEM O TOMA LÁ DA CÁ DOS PENAIS EM COPAS, A FRANÇA LEVOU EM 98 CONTRA OS ITALIANOS E A ITÁLIA LEVOU EM 2006 CONTRA OS FRANCESES.

ALEMANHA, ARGENTINA, FRANÇA E ITÁLIA SÃO COM QUATRO DECISÕES AS SELEÇÕES QUE MAIS DECIDIRAM POR PENALIDADES EM COPAS DO MUNDO.

AS COPAS DE 1990 NA ITÁLIA, A DE 2006 NA ALEMANHA SÃO AS RECORDISTAS COM QUATRO DECISÕES.

Pesquisa: A História de todas as Copas de Orlando Duarte
Texto e Pesquisa: Galdino Silva

 

Existem três derrotas no futebol brasileiro que até hoje é difícil de ser digerida por uma grande quantidade de brasileiros de todas as idades:

1ª A derrota para o Uruguai na final da Copa de 1950
2ª A derrota para a Itália na Copa da Espanha em 1982
3ª A derrota para a França na final da Copa de 1998

No dia 05 de Julho de 1982, na cidade de Barcelona na Espanha no acanhado estádio de Sarriá que pertencia ao Espanyol segunda equipe da cidade da região da Catalunha, por um mero detalhe aquele grupo que seria também o grupo da morte naquela segunda fase de mundial teve a presença de Argentina campeã mundial em 1978, Brasil tricampeão do mundo e a Itália bicampeã mundial, por ficarem em segundo lugar em seus grupos na primeira fase Argentina e Itália caíram no grupo do Brasil, mais não era nada demais afinal tínhamos a melhor seleção, o melhor ataque, a equipe dava verdadeiras aulas de futebol arte, encantava não somente no mundial mais desde das eliminatórias quando passou sem problemas por Venezuela e Bolívia e ter vencido três gigantes da Europa em amistosos.

Brasil 1 x 0 Inglaterra em Wembley
Brasil 3 x 1 França em Paris
Brasil 2 x 1 Alemanha Ocidental em Stuttgart

No inicio de 1982 a Seleção iniciou a sua preparação dando um baile na Alemanha Oriental em Natal e depois voltou a vencer a Alemanha Ocidental no Maracanã por 1 a 0 com um gol de Junior, um empate contra o ferrolho suíço no Recife não abalou a confiança do torcedor brasileiro e na despedida do país no último amistoso na cidade de Uberlândia um baile comandado por Falcão na goleada de 7 a 0 sobre a Republica da Irlanda, então mais favoritismo impossível somente a Argentina de Maradona poderia fazer frente e olhe lá contava o Brasil com uma verdadeira constelação de craques em todos os setores da equipe: Leandro na lateral direita, Junior na lateral esquerda, uma zaga de categoria Oscar e Luisinho, dois volantes que eram meias disfarçados de volantes, Cerezo e Falcão, um cérebro um doutor mesmo na meia Sócrates, Zico meia armador meia atacante um gênio e Eder na ponta esquerda, destoava apenas o goleiro Waldir Peres e o atacante Serginho, ouve alguns contra tempos com as contusões de Reinaldo e Careca este último já na fase preparatória, no banco tinha Carlos para o gol, Edinho para a zaga, Batista e Paulo Isidoro, o veterano Dirceu e Roberto Dinamite, era mais que uma equipe era monstruosa a super equipe brasileira. Porém na primeira partida contra a URSS o time começou bem mais nada do gol sair devido a excepcional partida do goleiro Dasajev que pega tudo, um frango do goleiro Waldir Peres, um pênalti de Luisinho em Bessonov que o Castillo não marcou, nesta partida o Brasil não contou com Cerezo suspenso pelas eliminatórias, com Dirceu em campo e não rendendo o que podia no intervalo Paulo Isidoro entra e o time melhora o sufoco é grande e graças a dois golaços de fora da área de Sócrates e Eder a primeira vitória e o país respira aliviado, depois duas goleadas com verdadeiros shows de Zico e Eder contra a Escócia, Zico e Falcão contra a Nova Zelândia, primeiro lugar carimbado ataque fabuloso dez gols em três jogos, apesar da chave ninguém imaginaria que aquele time não seguisse a passos largos rumo ao tetracampeonato do mundo, a Itália passou no sufoco sem vencer ninguém e no saldo de gols numa chave com Camarões, Peru e Polônia, foram três empates, já a Argentina surpreendida pela Bélgica na estréia mais duas vitórias diante a Hungria e El Salvador deram os portenhos o segundo lugar no seu grupo, de camarote o Brasil assistiu “ será “ a vitória surpreendente dos italianos por 2 a 1 contra os argentinos, no dia 02 de julho, o Brasil entra em campo para enfrentar os seus maiores rivais, era o terceiro jogo seguido em mundiais entre ambos o Brasil não perdia para a Argentina fazia doze anos, los hermanos precisando a vitória e com Diego Maradona devendo muito em seu primeiro mundial não foi páreo para o time de Telê e vitória com baile de samba na grande vitória por 3 a 1, o Brasil com um gol a mais de saldo que os italianos, dono da melhor campanha de toda copa, seu ataque em quatro jogos marcando treze gols, sua defesa somente vazada apenas três vezes, cada jogo um espetáculo a seleção brasileira daquele ano era comparada a seleção de 58 e 70, a Hungria de 54 e a Holanda de 74, dia 05 de julho ao meio dia horário de Brasília as equipes entram em campo, jogando pelo empate um simples empate mais aquele time jogava pra frente não atuava pelo regulamento, a vitória era o que importava, mais aquele jogo começou de maneira estranha o jogo esta meio amarrado, Leandro e Junior não se soltavam com facilidade e justamente numa fracassada tentativa de subida de Leandro a Itália ataca Cabrini cruza e Paolo Rossi dá inicio a segunda maior tragédia do nosso futebol, o jogo se desenrola aos poucos o Brasil impõe seu ritmo os italianos marcam, apertam, soltam as botinadas, Zico tem a camisa rasgada por Gentile, Serginho perde gol e atrapalha a finalização de Zico, Paolo Rossi marcou aos 8’ e o Brasil com Sócrates empatou aos 12’ o jogo segue com o Brasil tentando o segundo gol e a Itália atrás na espreita como uma hiena na moita Il bambino volta a marcar numa falha do meio campo ele intercepta uma passe de Cerezo e marca na saída de Waldir Peres, ainda no primeiro tempo o Brasil teve chances de empatar e não consegue, começa o segundo tempo e como uma avalanche o Brasil vem com tudo em busca do gol da classificação com Bergomi no lugar de Collovati desde o primeiro tempo a Itália se segura como pode, Zoff segue pegando tudo, mais o time brasileiro não cria muito devido a forte marcação italiana, Gentile praticamente anula Zico, as jogadas pelos flacos com Junior e Leandro não sai, até que se aproveitando deste detalhe Cerezo e Falcão tramam uma jogada sensacional, Cerezo atrai a marcação caindo pelo lado direito, Falcão domina ameaça tocar e puxa para a entrada a ara e fuzila o gol de Zoff, golaço festa no Sarriá festa na Espanha, festa no Brasil festa no mundo todo eram 23’minutos do segundo tempo, porém seis minutos depois ele novamente Paolo Rossi se aproveita de nova bobeira e marca novamente, eram 34’minutos dava e como dava para aquele time dava sim o time se lança a todo o ataque a Itália se tranca como pode fazendo um verdadeiro testugo “ tartaruga em latim “ era como os romanos se defendiam dos ataques dos arqueiros inimigos, a aflição toma conta o tempo via passando, os dos auxiliares ainda dão uma força ao Brasil, anulando o quarto gol da Itália marcado por Antognoni que não houve, se fosse Paolo Rossi ele não marcaria será? Os minutos finais foram dramáticos, 45’minutos bola na área italiana o zagueiro Oscar sobe soberano testa firme no canto a torcida se levanta em todo o mundo seria o gol da classificação! Não Zoff o quarentão goleiro da squadra azurra segura a bola quase que em cima da linha aquele foi o ultimo detalhe daquele jogo, após o lance o arbitro Klein encerra o jogo, festa do lado italiano, superação , honra, jogadores sem falar com a mídia italiana, festejam eles não teriam comprado as passagens de volta, eles seguiram rumo ao campeonato, aqueles dois jogos contra os dois maiores papões do futebol era a vergonha na cara daqueles jogadores, do outro lado a face da derrota configurada pela foto de um garoto chorando no estádio Sarriá, o time saiu de pé, mais cambaleando, desfigurado pela tristeza de uma derrota que ninguém no universo poderia imaginar que poderia acontecer e o Brasil teve a sua segunda maior tragédia no futebol, mais aquele time deixou na memória de quem viu jogar a imagem da alegria, da cumplicidade de todos em dar show, brindar o torcedor com belas jogadas, belos gols, tabelinhas e etc, naquela seleção apenas Falcão e Dirceu jogavam fora, depois do mundial Edinho, Zico, Junior, Sócrates, Batista e Cerezo foram jogar no novo futebol tricampeão do mundo, eles voltaram a se juntar três anos depois para levar o Brasil a mais uma Copa conseguiram mais um ano depois contusões e a idade não deixaram o show continuar.

Edinho zagueiro reserva em 82 quando esteve aqui treinando o Vitória me disse que toda vez que ele que defendia a Udinese, olha para ele e ria e fazia com os dedos os números de gols daquele dia, o mesmo ele fazia toda vez que enfrentava Falcão, Junior, Zico, Dirceu, Sócrates e Batista, ao voltar ao Brasil para jogar no Flamengo, Edinho disse que uma vez retornou a Itália e estava num restaurante quando o garçom se dirige a ele e pede para olhar a mesa ao lado, lá estava ele Il Bambino fazendo o sinal que o marcará por sua vida os três gols que marcou naquele dia 05 de julho de 1982.

Texto: Galdino Silva

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