Resultado da escolha do artigo da semana 013/2012
Periodo de 23 a 29 de abril de 2012
  1. Goleiro,o anti-herói – Gilberto Maluf ; Olympico Club – Capital (RJ) – Anos 30 – SergioMello e  Sport Club América do Lins – Capital (RJ) -Sergio Mello 4
  2. Arranca – Toco : O primeiro time de futebol de Araraquara -Vicente H. Baroffaldi ,Torneio Seletivo Carioca – 1984, de Julio Diogo e O Verdão inaugurou mais estádios em São Paulo -Vicente H.Baroffaldi 3
  3. Locomotiva, Ano VI (1956) – Vicente Baroffaldi 2
  4. Paulistano FC – Niterói/RJ – Rodrigo Santana ; Esporte Clube Juvenil – Caxias do Sul (RS) -Sérgio Mello ; E.C. Olarias – São João do Meriti/RJ – Qual o correto? – Rodrigo Santana ; E.C. Rio Branco de Santa Vitória do Palmar: Mais um centenário -Sérgio Mello ; Bazzani: O maior jogador da Ferroviaria – VicenteBaroffaldi ; Vaguinho – Vicente Baroffaldi ; Palmeira 5 x 3 Paulista de Araraquara – Vicente Baroffaldi; 26 de Abril é dia de um sofredor – Sergio Mello ; América FC-São Francisco do oeste RN – Rodrigo Santana; Historia da Liga PelotenseSergio Melo
 

Aberta votação para escolha do artigo da semana 009-2012,

referente periodo de 26 de março a 1 de abril de 2012.

 

 O Reunidos Futebol Clube, time amador da Cidade de Suzano, no Interior Paulista. A equipe Alvianil foi fundado em 1976, e possui a sua sede na Avenida Paulista, 751, no Bairro do Jardim Monte Cristo. O Reunidos F.C. disputa à Primeira Divisão da Liga Municipal de Futebol de Suzano (LMFS).

 

Gostaria de saber se os amigos têm alguma informação relacionada ao time do Alexandria Futebol Clube. O que sei é ser uma equipe da capital paulista e que foi fundado em 2007. Outros dados que possam agregar… Serão sempre bem vindas!

 

 Jardim Verônia Esporte Clube foi fundado no dia 26 de Novembro de 1962. A equipe Rubra fica localizado no Distrito de Ermelino Matarazzo, na Zona Leste da Cidade de São Paulo (SP).

 

Esporte Clube Madureira é uma agremiação da Rua 7 de Setembro, 604, no Bairro Vila Nova, em Cubatão (SP).  Outras informações é só passar e serão agregadas como de praxe.

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mar 312012
 

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Ao encontrar o Iacanga Futebol Clube, localizada na cidade homônima… Resolvi tentar descobrir fundação e nada achei. Mas o nosso amigo André Martins, matou no peito e deu um belo passe para nos informar que o time é de 1940. Além disso, encontrei uma história bacana dos anos 50, que gostaria de compartilhar com os amigos.  

 

Por: Carlos Cardozo

 Ano de 1958. O Iacanga Futebol Clube tinha um time de futebol  muito bom, chegando a conquista do titulo regional de futebol. Na equipe, excelentes jogadores,  como:  Ziquito, Periquito, Nicão, Ditinho, Orlando Castro, Belmiro, Zeca Abdalla, Miziara, Milanez,entre outros. O técnico era o Gero José de Souza.

Naquela época, era comum toda equipe ter um mascotinho, aquele garotinho que entra em campo  com a equipe. E claro, o Iacanga Futebol Clube, tinha o seu. Era Pelé, filho do zagueiro Periquito.
Numa tarde de domingo, um jogo difícil com estádio lotado na cidade de Cafelândia,  o Iacanga F.C, ainda estava nos vestiários e os jogadores começaram a ouvir uma agitação com gritos, palmas, risos da torcida da Cafelandense. Um verdadeiro, Frisson!
Dirceu Cardia, não se conteve de curiosidade. Deixou os companheiros nos vestiários e foi até a saída do túnel para verificar qual motivo de tamanha agitação. Voltou correndo e gritou com o Periquito:
“Compadre, tira o Pelé de lá! Compadre, tira o Pelé de Lá!”
O motivo era simples. Estavam em campo os mascotinhos. O gandula jogava a bola para o mascotinho da Cafelandense. O garotinho “matava” a bola no peito. Descia na coxa. Fazia embaixadinhas. Parava a bola na nuca, fazia outras graças e a torcida gritava: ê,ê,ê,ê,ê,ê, olé, olé, olé…
Depois, o gandula jogava a bola para o mascotinho do Iacanga Futebol Clube: Pelé que tentava “matar” a bola, espirrava na canela, caia uns 5 metros de distância. Jogava para o alto, tentava cabecear a pelota,errva, enfim, fazia a alegria da torcida local que vaiava: Uuuuuuuuuuuuuu……e muitos risos.
 

Na Cidade de Três Corações, terra do grande Rei Pelé, vem o Canto do Rio Esporte Clube. O clube possui uma sede belíssima, porém o estádio é um contraste. O gramado precisa de reformas e uma obra de infraestrurtura.

Tirando esse ‘mero detalhe’ o time participa da Liga Esportiva Tricordiana (LET). Contando com a colaboração do nosso intrépido André Martins… O Canto do Rio E.C. foi fundado no dia 27 de novembro de 1952.

 

O retorno da Ferroviária de Araraquara à Divisão Especial, levantando o Campeonato da Primeira Divisão de 1966 foi a apoteose de uma temporada irrepreensível. Apenas quatro derrotas em 52 jogos demonstraram o poderio da agremiação da Estrada de Ferro. Enfrentando o forte “Nhô Quim” de Piracicaba, em duas partidas realizadas no Pacaembu, a AFE empatou a primeira e venceu a segunda, em peleja emocionante e disputada com muito aguerrimento por parte dos litigantes, no encharcado gramado da Municipalidade bandeirante.

A ficha técnica do jogo
Dia 21 de dezembro de 1966, quarta-feira (noite)
Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Primeiro tempo – 0 a 0
Final – Ferroviária 1 x 0 XV de Novembro de Piracicaba
Marcador – Dorival (contra), aos 10’ do 2º tempo
Renda – Cr$ 12.861,00
Juiz – Armando Marques, auxiliado por Germinal Alba e Wilson Antônio Medeiros
Quadros:
Ferroviária – Machado; Beluomine, Brandão, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani; Passarinho, Maritaca, Téia e Pio. Técnico: Agenor Gomes (Manga). Capitão: Fogueira
XV de Piracicaba: Claudinei; Nelson, Kiki, Proti e Dorival; Chiquinho e Lopes; Nicanor, Mazinho, Rodrigues e Piau. Técnico: Gaspar. Capitão: Kiki
Ocorrência – Fogueira, contundido, aos 5’ da fase derradeira, passou a jogar na ponta esquerda, recuando Pio para a lateral.

Eis como a Gazeta Esportiva (através de Solange Bibas) comentou o feito da Morada do Sol:
“O bom filho à casa torna – Não demorou muito, ei-la aí de volta. Nem chegou a cair: saiu de férias. Mas que férias duras, seu moço! A campanha da Ferroviária de Araraquara para retornar ao seu lugar na Divisão Especial foi uma dessas coisas… Era favorita, porque mais primoroso e técnico o seu futebol de alto padrão. Sempre foi figura brilhante, enquanto lutou na Especial. E, se caiu, foi porque os maus fados conspiraram contra a equipe da Morada do Sol. E todo mundo ficou triste quando a “locomotiva” partiu. Ferroviária faz falta na Divisão Especial. Mas, ei-la que retorna. O bom filho à casa torna. Palmas redobradas para a Ferroviária de Araraquara! Porque, quem sobe à Especial é grande! E maior ainda é quem consegue se erguer depois da queda! Benvinda, Ferroviária! Benvinda, “locomotiva” velha de guerra!”
“Sem desmerecer o XV de Novembro de Piracicaba, que lutou bravamente, a Ferroviária acabou fazendo por merecer a vitória, na noite de ontem, uma vitória apertada, que, inclusive, obrigou o quadro de Araraquara a ser mais defensivo, depois do gol e em face da contusão de Fogueira. O XV foi à frente, mas o bloqueio da turma araraquarense existiu sempre, principalmente no “miolo”, onde se postou o próprio Bazzani, onde ficou Bebeto, buscando sempre destruir, embora sem nunca renunciar ao direito de atacar. Apareceu maios o XV, porém, diga-se, defendeu-se muito a equipe vencedora, completando-se em seu sistema recuado.
Não se poderia exigir mais da partida, dos times, dentro daquele estado lastimável da cancha. Temos a impressão, inclusive, que o time mais prejudicado foi o da Ferroviária, pois era tecnicamente melhor. Inclusive, os araraquarenses começaram bem mais certos em seu trabalho, fazendo recuar um pouco Téia, para fugir da marcação, dali partindo com a bola para as tramas curtas com o rápido Maritaca. E vinha sempre o acionamento dos ponteiros, embora Passarinho, pela direita, esquecesse de dar mais velocidade à bola, preferindo o jogo individual, contra uma defensiva rígida, pesada, como a do XV. Mas, com o trabalho de Bebeto, no meio do campo, impulsionando rapidamente a bola, a Ferroviária teve mais presença, conquanto esquecendo um ponto importante para o estado da cancha: os tiros a gol. De resto, o XV, atacando menos, também os esqueceu, resultando daí poucas emoções nas duas áreas. Mas via-se a Ferroviária melhor entrosada e mais rápida em seus movimentos, com uma retaguarda que se apresentava bem posta, com os laterais guardando posição e fazendo coberturas centrais. O XV defendia-se e jogava em profundidade, talvez mais praticamente, porém, sem encontrar caminha para as penetrações, sobretudo porque aquele que parecia ser seu homem mais importante, na ofensiva, o ponta esquerda Piau (também individualista) era sempre bloqueado.
Na realidade, naquele estado da cancha, era difícil, se não impossível, firmar um esquema, a não ser mais em sentido defensivo, mas deve-se dizer que, se o XV tinha Lopes, um grande lutador (primeiro jogando mais atrás, depois saindo e dando maior potencial ao XV), contou a equipe araraquarense com uma dupla central mais móvel, com Bebeto e Bazzani, este experimentado e guardando posição quando o primeiro saía, realizando os dois bom trabalho de revezamento. Ademais, a Ferroviária, como já dissemos, mantinha firme seu setor de retaguarda, com esplêndida antecipação e marcação.
Não houve gols na primeira etapa e, na segunda, perdendo Fogueira, que passou à ponta esquerda, tendo que recuar Pio, trabalhou inteligentemente, abrindo Téia para a esquerda e movimentando o veloz Maritaca na frente. Recuava ainda Passarinho, dando mais força, depois do gol, ao sistema defensivo. Assim um trabalho de maior sentido coletivo, enquanto o XV, lutando leoninamente, andou “abrindo” a defesa, conquanto se possa dizer que as penetrações de Nelson, pelo setor desguarnecido de Fogueira, criou boas situações.
A verdade, porém, é que a Ferroviária, marcando aquele gol, aos 10 minutos, sentiu que podia garantir, como, realmente, garantiu, teimando o XV em levar seu jogo, praticamente todo ele, para o “miolo”, onde Mazinho e Rodrigues eram bloqueados. Piau teve oportunidades, raras, mas faltou a complementação e, se o XV esteve próximo do empate, num lance de contra-ataque a Ferroviária fez o necessário para ganhar, apenas de 1 x 0, mas tendo méritos, indiscutivelmente.
Repetimos: sem desmerecer o XV, um quadro valente e de grande espírito de luta, a Ferroviária pareceu-nos melhor armada, pelo trabalho coletivo, pela melhor compreensão entre seus homens. Isolou praticamente Maritaca na frente, porém, de posse da bola, saindo quase sempre por Passarinho, o quadro de Araraquara mostrou maiores recursos técnicos. Enfim, parabéns ao XV, pelo denodo, mas parabéns maiores à Ferroviária, pelo maior sentido de equipe, pela grande vitória.”

Bola no barbante
Tudo aconteceu aos 10’ do 2º tempo, quando a Ferroviária, por intermédio de Brandão, cortou uma avançada do XV de Novembro. A bola foi enviada em profundidade a Bazzani, que penetrava pelo meio. E desceu alta. Bazzani tentou a cabeçada, apesar de acossado, por trás, por Proti. Saiu a cabeçada do meia para a direita, por onde entrava rapidamente Maritaca. Passou por Dorival, indo quase à linha de fundo, pressentindo a saída de Claudinei. Maritaca chutou e a bola, batendo no braço de Dorival, desviou-se de sua trajetória, entrando para as redes, marcando a vitória grená.

O melhor do jogo

Fogueira, Maritaca e Machado (destaques da partida)

Maritaca merece boa nota, como a merece Rossi, um jogador excelente. Mas temos que dar a Fogueira o destaque maior dentro da partida. No primeiro tempo, foi soberano, na destruição, marcação e cobertura, mostrando uma notável segurança. Na fase final, contundido, passou a ser ponta esquerda, tendo contudo extraordinário espírito de valentia para recuar e também marcar, apesar de “capengar” visivelmente. Um grande jogador, que não se entregou nunca. No XV, Lopes merece registro, pelo espírito de luta, pelo sentido de jogo, vindo a seguir Proti e Kiki. Finalmente, não esqueçamos o valor de Brandão.

O juiz foi assim
Dirigiu a partida o conhecido Armando Marques, auxiliado nas “bandeiras”, por Germinal Alba e Wilson Antônio Medeiros. Partida difícil de ser dirigida, pelo estado escorregadio, pesado, da cancha. Mesmo assim, acompanhando bem todos os lances, Armando Marques mostrou sua categoria. E note-se que houve lances de choque, entre adversários, houve jogadas que pareceram violenta, sendo que, em todos os instantes, Armando Marques estava em cima da jogada, apitando tudo, com precisão.

Como o público viu o jogo
A chuva incessante que caiu ontem sobre São Paulo impediu que um número maior de torcedores fosse ao Pacaembu. Mas os que vieram de Araraquara e Piracicaba, mostraram toda a gama de entusiasmo pelas suas equipes e não se cansaram de as incentivar durante todo o jogo. A alegria maior ficou para os araraquarenses, que desde o início afirmavam que o “XV é freguês”. O público deixou nas bilheterias Cr$ 12.861.000,00 e no final do encontro apareceram muitos torcedores com camisas da Ferroviária, algumas que levaram de casa e outras que arrancaram dos jogadores na hora de invadir o gramado.


E ELA VOLTOU… – Depois de haver perdido todos os seus galões em 1965, conseguiu a Associação Ferroviária de Esportes, um ano depois, reconquistar o seu lugar na Divisão Especial de Profissionais. Tendo produzido para o futebol paulista e brasileiro uma infinidade de bons jogadores como Galhardo, Tales, Baiano, Faustino, Pimentel, Bazzani, enfim, tantos craques, foi preciso preparar nova “fornada” para que o público da “Cidade Morada do Sol” sentisse o seu poderio técnico. Assim é que na noite chuvosa que tornou o Pacaembu verdadeiramente impraticável, a opinião de 70% dos torcedores era a de que o clube de Araraquara não conseguiria levantar o título, na luta contra o seu grande rival, XV de Piracicaba, pois era um quadro leve e não se adaptava ao terreno, naquelas circunstâncias; no entanto, foram bastante diferentes e o resultado foi que a Ferroviária chegou, de maneira brilhante, na noite de 21 de dezembro, ao título máximo da Primeira Divisão de Profissionais, depois de uma campanha brilhante e acima de tudo meritória.

Nossos aplausos ao grande campeão.

Na volta da delegação a Araraquara:
Bandeira da AFE dominando o desfile e as demonstrações de júblio coletivo.

Pelas ruas principais da cidade, o corso da vitória se desenrolou interminavelmente, diante dos olhares do povo que não se cansava de vivar os vencedores do Pacaembu

Fonte:
A Gazeta Esportiva, edições dos dias 22 e 24 de dezembro de 1966.
Edição: Paulo Luís Micali

mar 312012
 

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Mais uma raridade resgatada! Encontrar escudos perdidos é sempre um momento ímpar na vida de um pesquisador. Imagina quando o ‘achado’ está na lista ‘dos mais procurados’? Ao encontrar o escudo inédito (abaixo) do Irmãos Goulart Futebol Clube (Campeão do Departamento Autônomo de 1956) risco um da minha lista e ainda consegui encontrar um pouco de sua história, juntando o útil com o agradável.

 

A questão me intrigava era a data de fundação. Descobri que apesar de ter saído no Diário da União em 1932, o time já existia desde 1916. A história do time se entrelaça ao Olaria Atlético Clube e os amigos entenderão ao ler a matéria. Boa leitura!

 

HISTÓRIA

Em 1916, Custódio Nunes faleceu e Quincas Leandro convidou o Capitão Goulart para constituir o matadouro Irmãos Goulart S/A. Os funcionários da empresa montaram um time: o Irmãos Goulart FC.

Enquanto isso, o Olaria AC iniciava suas atividades no campo do Japonez Football Club, que também ficava na Rua Filomena Nunes. Depois, resolveram instalar sede e campo na Estrada de Maria Angu. Em 1917, o clube alugou um terreno baldio na Rua Leopoldina Rego, que transformou num campo.

Em 1920, mudou de nome para Olaria AC, por sugestão do presidente Silvio e Silva, que queria ampliar as atividades do clube para o tênis, a regata e o escotismo. Foi então que alterou o escudo, para incluir a bola do futebol, a raquete do tênis, o remo das regatas e uma âncora em homenagem à Marinha de Guerra, devido aos inúmeros marinheiros que participavam de suas atividades.

Nesse período, também pretendeu fazer uma fusão com o EC Brasil e o Civil EC (que tinha esse nome porque era formado por policiais civis). A fusão fracassou e o Olaria AC perdeu o time e o campo, que só conseguiu reaver na justiça.

Entre 1925-26 é que finalmente instalou sua sede no nº 251 da Rua Bariri (paralela à Filomena Nunes), onde Custódio Nunes antigamente guardava seus bois e, depois, o Irmãos Goulart FC tinha o seu campo. Após vender o local, o Irmãos Goulart FC desapareceu deixando uma lacuna no futebol da Zona Norte do Rio.

Atualmente, o antigo campo do Irmãos Goulart FC é a sede do Olaria Atlético Clube, com seu estádio Mourão Filho, um amplo ginásio coberto, um salão de festas, uma churrascaria concorrida, um parque aquático que é considerado o maior da zona da Leopoldina, a Sala de Troféus Leibnitz Miranda e uma excelente boutique de material esportivo.

 TÍTULO INÉDITO

O momento mais importante do Irmãos Goulart FC aconteceu em 1956. Nesse ano o time Alviverde Olariense se sagrou campeão do Campeonato do Departamento Autônomo (D.A.).

O Departamento Autônomo foi um departamento de futebol do Rio de Janeiro, que substituiu a Federação Atlética Suburbana, que continha clubes de menor expressão da cidade do Rio de Janeiro e que de alguma forma não tinham condições de disputar o Campeonato Carioca.

Os clubes eram amadores e disputavam competições à parte. Embora o nome sugira “autonomia”, o D.A. era ligado à Federação Metropolitana de Futebol, e logo após à Federação Carioca de Futebol e à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

  Diário Oficial da União (DOU) de 12/05/1955

 IRMÃOS GOULART F. C.

“EXTRATO DE ESTATUTO – Fundado em 1º de agosto de 1932, nesta Capital, onde tem sede e foro por tempo Indeterminado, com fundo social aipi - constituir-se de ilimitado número de -a-· associados, que não respondem pelas obrigações sociais, tem por fiel at. participar e promover festas ,.sporavas de caráter eugênico;

b) o encorrer às festas esportivas oromovida5 ou autorizadas pela Diretoria. Serão administrados por uma diretoria, composta de Presidente (que sere seu representante em Juízo ou fora dêle) -Vice-Presidente -Secretário Geral -1.” e 2e Secretalios – Tesoure’ro Geral -L° e 2.” Tesoureiro -Procurador -Comissão de Esportes (2 membros). O Clube só poderá ser dissolvido por motivo de insuperável dificuldade do seu Objetivo social.

No caso de dissolução do clube serão seus bens liquida-los prarata entre os sócios fundadores Para deliberação nos casos de que tratamos ara. 53 e 54, assim coma para a reforma dos presentes estatutos, será convocada especialmente, uma assembléia geral extraordinária, que resolverá pela maioria de seus membros e dentro dos dispositivos destes Estatutos. Os fundadores e a Diretoria constam em apenso ao estatuto. – Manuel Machado Estéves. (N.° 13.657 -2-5-55 -Cr$ 81,60)”

 

Fonte: Placar

 

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Fonte: Placar

 

Clubes filiados: Série A 2007

Soc. União Carneiros – Lajeado

EC 7 de Setembro – Arroio do Meio

EC Juventude – Westfália

SER São Cristóvão – Lajeado


EC XV de Novembro – Cruzeiro do Sul

EC Guarani L.Argola – Encantado


EC União Campestre – Lajeado

EC Riograndense – Imigrante


SECR Onze Unidos – Venâncio Aires

CR Rui Barbosa – Colinas

EC Guarani – Venâncio Aires

EC Rui Barbosa – Arroio do Meio

**** FALTOU ESSE: SRE São Rafael – Cruzeiro do Sul se alguém puder ajudar seremos gratos.

FONTES:

http://www.aslivata.com.br/page/clubes.php

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=3667997263510680212

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8052142551535351116

 

 

NOME: MIXTO ESPORTE CLUBE

FUNDAÇÃO: 07/07/1970

CIDADE: CABO FRIO/RJ

ESCUDO ALTERNATIVO

 

FONTES:

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=14630376152548597183

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=106304230

 

 

 

Associação Atlética Jacaraípe foi fundada no dia 16 de Junho de 2001. O time fica localizado no município de Serra, no Espírito Santo.

 

Associação Atlética Santa Bárbara é uma agremiação do Mnicípio de Aracruz, no Espírito Santo. O time foi fundado no dia primeiro de Janeiro de 1975.

 

O Oriental Football Club era da cidade de São Paulo (SP). O time disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão quatro vezes: 1926, 1927, 1928 e 1929.

 

O Esporte Clube Republicano Paulista foi um time da cidade de São Paulo, ainda nos primórdios do futebol brasileiro. A equipe disputou o Campeonato Paulista da Quarta Divisão duas vezes: 1929 e 1931.

Na época era comum empresas, entidades de classe ou ofícios e até mesmo grupos de amigos organizarem equipes, a maioria dos clubes se resumiam aos jogadores, onze a quinze camisas e uma bola.

Neste tempo de amadorísmo puro, antes da criação da lei de ascesso em 1947 as equipes de outras divisões não tinham assegurado o direito de subir para a Primeira Divisão, isso acontecia ou por convite ou por uma seletiva.

Apesar disso eram disputados vários torneios pela Liga Paulista de Futebol, pela Associação Paulista de Esportes Atléticos, pela Liga dos Amadores de Futebol e pela Liga de Futebol Paulista, todas antecessoras da atual Federação Paulista de Futebol, tais como as divisões municipais ou ligas municipais e nestes campeonatos encontram-se várias equipes que foram de extrema importância para a consolidação do atual Campeonato Paulista, o a equipe disputou entre 1929 o equivalente hoje à quarta divisão.

Colaborou: Fernando Marcelino Pereira

 

Fonte: Placar

 

O Esporte Clube Sampaio Moreira foi fundado em 1 de setembro de 1929. O nome do clube faz referencia a um antigo e grande proprietário de terras no Tatuapé. Como tantos clubes pobres da Zona Leste, seus fundadores não tinham dinheiro nem para a compra de um jogo de camisas. Sensibilizado pela rapaziada, o senhor Tomaz Aurichio ofertou o primeiro fardamento. Sua primeira equipe foi formada com elementos do Luzitania F. C., agremiação que estava sendo extinta naquela ocasião.

Foram seus fundadores e primeiros diretores: José Pires, Gonçalves Peres, Santos de Oliveira, Carlos Augusto da Cunha, Nei da Conceição, Ramão Garcia Alonso, Antonio Delene, Alcides Tiago, Brasilino Delmando, Ernesto Batalha, Ângelo Leonda, Ângelo Pagone, João Sábio, Henrique Moraes, Joaquim Cruz e Antonio Marrero.

Juntamente com o Vila Primavera, fazia a dupla de clubes mais temida da região. Primeiramente ocupava um campo de pequenas dimensões entre a Rua Platina, Airi e Itapura. Hoje se ergue no local a escola Jackson de Figueiredo. Perdido aquele local passou a jogar na Rua Vilela e, posteriormente, até os dias atuais, entre as Ruas Monte Serrat e Apucarana, junto da Estrada de Ferro Central do Brasil e finalmente em campo do Centro Educacional e Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes.

Sem duvida alguma, o Sampaio Moreira foi um dos grandes campeões do bairro. Entre seus inúmeros títulos conquistados salientamos os seguintes: Campeão da Série M. Penha e Belém de 1934, Campeão do Tatuapé em 1940, Campeão Varzeano do IV Centenário em 1954, Campeão Amador da Capital do IV Centenário em 1954, Campeão do Setor 8 de 1955, Campeão do Torneio Tamanqueiro de 1955, Campeão Varzeano de 1956, Vice-campeão Amador da Capital em 1956, Bicampeão Amador do Estado de 1957 e 1958, Bicampeão Amador FPF 1959 e 1960, Vice-campeão Amador da Capital 1959 e 1960, Campeão da Seme Setor Leste 1980.

Além dos títulos, o Sampaio Moreira se aventurou no futebol profissional. Em 1935, disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Depois retornou ao amadorismo até os dias atuais. O seu uniforme é semelhante ao usado pelo Esporte Clube Corinthians Paulista:

camisas brancas e calções negros, até mesmo seu distintivo é parecido. Tem magnífica sede própria na Rua Tijuco Preto, 1023. Consta ela de quadra poliesportiva para pratica de vôlei e futsal, secretaria, sala de jogos, lanchonete e sala de troféus. Tem ainda magnífico salão de festas na Rua Vilela, 892.

 

Era de ouro

O E.C. Sampaio Moreira, nos bons tempos teve uma das mais fanáticas e aguerridas torcidas do bairro. Seus torcedores acompanhavam o time em quaisquer circunstâncias. Até mesmo em campo adversário normalmente tinha a maioria dos assistentes.

Um dos acontecimentos difíceis de ser esquecido pelos saudosistas foi à conquista do Campeonato Amador do Estado de 1957 / 1958. A forte equipe do 11 de Agosto de Tatuí era o adversário. O primeiro jogo realizado no Parque São Jorge e o resultado foi 3 a 1 para o Esporte Clube Sampaio Moreira.

O segundo jogo aconteceu em Tatuí – campo do Onze de Agosto. Perdemos pela contagem de 4 a 3. Para a terceira e decisiva peleja foi designado um campo neutro: a cidade de Sorocaba. Milhares de torcedores do Sampaio mobilizaram-se para a importante batalha. Nada menos do que 20 caminhões e diversos vagões de trens foram fretados para leva-los ao local.

 

Títulos

 Campeão da série M Penha Belém de 1934

Campeão do Tatuapé de 1940 – Liga Esportiva do Tatuapé

Jogos:

04/08/1940 – E.C. Sampaio Moreira 1 x 0 Tinturaria Brasileira

11/08/1940 – E.C. Sampaio Moreira 2 x 1 C.A. Azevedo Soares

08/09/1940 – E.C. Sampaio Moreira 2 x 0 Textilha Club

15/09/1940 – E.C. Sampaio Moreira 2 x 0 Vila Primavera F.C.

22/09/1940 – E.C. Sampaio Moreira 2 x 2 A.A. União Tatuapé

06/10/1940 – E.C. Sampaio Moreira 0 x 1 A.A. Carrão

20/10/1940 – E.C. Sampaio Moreira 1 x 1 C.A. Azevedo Soares

27/10/1940 – E.C. Sampaio Moreira 0 x 0 Tinturaria Brasileira

10/11/1940 – E.C. Sampaio Moreira 1 x 2 Textilha Club

17/11/1940 – E.C. Sampaio Moreira 2 x 1 Vila Primavera F.C.

26/11/1940 – E.C. Sampaio Moreira 2 x 0 A.A. Carrão

02/12/1940 – E.C. Sampaio Moreira 2 x 1 A.A. União Tatuapé

 Campeão varzeano do IV Centenário 1954

Vice-Campeão amador da Capital – IV Centenário 1954

Campeão do setor 8 de 1955

Campeão do torneio Tamanqueiro de 1955

Campeão varzeano de 1956

Vice-campeão amador da Capital 1956

Bi Campeão amador do Estado 1957 e 1958

Vice-campeão amador da Capital 1959 e 1960

Campeão da Seme setor Leste 1980

 

Foto: Site do E.C. Sampaio Moreira

 

Fonte: Placar

 

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A Associação Atlética Industrial é mais um clube que tem um escudo parecido com o Corinthians Paulista.

 

Nos anos 60, um religioso em seus trabalhos junto aos jovens da cidade de Santos, organizava atividades dentro da sua comunidade integrando–os para a pratica de esportes. O futebol, na época era muito praticado pela população, desde crianças todos já jogavam bola, no meio da rua ou em campinhos feito em algum terreno baldio do seu quarteirão. Assim, em primeiro de Maio de 1960, este ilustre santista, Padre Paulo Horneaux de Moura e os garotos moradores nas Ruas Paulo Moutinho, Campos Melo e Henrique Ablas fundaram o Grêmio Esportivo Athié para disputar jogos amistosos na categoria Sub-15 (Infantil).

Com intenção de homenagear outra personalidade muito querida na cidade, decidiram escolher o nome Gremio Esportivo Athié para o o seu time. O homenageado, Athié Jorge Coury, um grande esportista, foi durante muitos anos goleiro do Santos F. C. e desde 1945 (até 1971) éra o seu Presidente além de exercer cargo de Deputado Federal pelo nosso Estado.

No inicio o G. E. Athié jogava suas partidas aos domingos cedo e descalço na categoria infantil. Com os meninos chegando a idade adulta, passaram a jogar de chuteiras no domingo a tarde já como time juvenil. Conseguiram reconhecimento pelo bonito futebol que jogavam e sempre eram convidados para os festivais dos times da cidade.

Foto: Jair Siqueira

 

Locomotiva - Mascote da Ferroviária de Araraquara (foto: site oficial Afe)

Rebaixada em 1965, a Ferroviária de Araraquara reagiu de pronto: disputou o Campeonato Paulista da Primeira Divisão em 1966, realizando uma excelente campanha, tornando-se campeã e retornando à Divisão Especial. A temporada mostrou uma destacada competência do elenco afeano. Dos 52 jogos realizados, 38 foram vencidos, 10 empatados e apenas 4 perdidos. 73,1% de vitórias, 19,2% de empates e 7,7% de derrotas. Time ofensivo, com 115 gols marcados e 40 sofridos; saldo significativo de 75 gols.

Museu do Futebol e Esportes de Araraquara, na Arena Fonte Luminosa

São apresentados a seguir os 52 jogos realizados pela Ferroviária em 1966, com resultados, datas, finalidades e artilheiros grenás:

1 – AFE 1 x 0 Noroeste – 30.01.66 –Amistoso – Osmar

2 – AFE 3 x 2 Londrina – 02.02.66 –Amistoso – Osmar, Capitão e Dejair

3 – AFE 3 x 2 Barretos – 06.02.66 –Amistoso – Adão, Téia e Osmar

4 – Barretos 1 x 0 AFE – 13.02.66 –Amistoso

5 – São Carlos Clube 0 x 2 AFE – 27.02.66 –Amistoso – Rossi e Téia

6 – Londrina 2 x 4 AFE – 06.03.66 –Amistoso – ????

7 – Rio Preto 1 x 1 AFE – 13.03.66 – Amistoso – ?

8 – AFE 4 x 1 Rio Preto – 16.03.66 – Amistoso – Téia (2), Dejair e Mateus

9 – Ponte Preta 2 x 2 AFE – 20.03.66 – Amistoso – Téia e Bazzani

10 – AFE 2 x 1 Ponte Preta – 23.03.66 – Amistoso – Rezende e Bazzani

11 – CAT 0 x 1 AFE – 27.03.66 – Amistoso – Dejair

12 – AFE 2 x 0 CAT – 30.03.66 – Amistoso – Téia (2)

13 – Catanduva 0 x 6 AFE – 19.04.66 – Amistoso – Téia (2), Pio (2), Raimundinho e Rossi

14 – AFE 3 x 1 Paulista de Jundiaí – 27.04.66 – Amistoso – Téia, Pio e Raimundinho

15 – Paulista de Jundiaí 1 x 2 AFE – 30.04.66 – Amistoso – Passarinho e Resende

16 – Tupã 1 x 3 AFE – 08.05.66 – Campeonato Paulista, 1ª Divisão – Téia (2) e Bazzani

17 – AFE 3 x 0 Jaboticabal – 15.05.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bazzani (2) e Osmar

18 – Batatais 1 x 1 AFE – 22.05.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Rezende

19 AFE 1 x 1 CAT – 29.05.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bazzani

20 – Votuporanguense 0 x 1 AFE – 05.06.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bebeto

21 – Francana 0 x 0 AFE – 12.06.66 – Camp. Paulista, 1ª Div.

22 – AFE 1 x 0 Osvaldo Cruz – 19.06.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Raimundinho

23 – Barretos 2 x 0 AFE – 26.06.66 – Camp. Paulista, 1ª Div.

24 – AFE 4 x 1 Rio Preto – 03.07.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bazzani (2) e Maritaca (2)

25 – Corinthians-PP 1 x 1 AFE – 10.07.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Téia

26 – AFE 3 x 0 Santacruzense – 17.07.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bazzani (2) e Téia

27 – América (SJRP) 1 x 2 AFE – 24.07.66 – Amistoso – Maritaca e Bazzani

28 – XV de Piracicaba 1 x 2 AFE – 07.08.66 – Amistoso – Dejair e Passarinho

29 – AFE 3 x 0 XV de Piracicaba – 10.08.66 – Amistoso – Téia, Maritaca e Passarinho

30 – AFE 6 x 1 Tupã – 14.08.66 – C. Paulista, 1ª Div. – Dadico (contra), Maritaca, Bebeto, Téia e Bazzani (2)

31 – Rio Preto 0 x 1 AFE – 20.08.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Passarinho

32 – AFE 5 x 1 Batatais – 27.08.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bazzani (2), Pio, Maritaca e Téia

33 – Osvaldo Cruz 4 x 3 AFE – 04.09.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Adão e Dejair (2)

34 – Caldense (MG) 0 x 4 AFE – 07.09.66 – Amistoso – Passarinho, Maritaca (2) e Mateus

35 – CAT 1 x 1 AFE – 11.09.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Dejair

36 – AFE 3 x 2 Corinthians-PP – 18.09.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Téia, Raimundinho e Passarinho

37 – AFE 3 x 0 Votuporanguense – 25.09.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Pio, Passarinho e Rossi

38 – Jaboticabal 1 x 2 AFE – 02.10.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Dejair (2)

39 – Santacruzense 1 x 0 AFE – 09.10.66 – Camp. Paulista, 1ª Div.

40 – AFE 3 x 1 Barretos – 16.10.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Téia (2) e Passarinho

41 – AFE 3 x 0 Francana – 22.10.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Maritaca (2) e Raimundinho

42 – Tanabi 1 x 2 AFE – 30.10.66 – Amistoso – Raimundinho e Téia

43 – Fernandópolis 0 x 3 AFE – 13.11.66 – Amistoso – Passarinho, Téia e Bazzani

44 – AFE 2 x 0 CAT – 23.11.66 – Amistoso – Passarinho e Dejair

45 – Santacruzense 1 x 1 AFE – 27.11.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bazzani

46 – AFE 1 x 0 Barretos – 30.11.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Bebeto

47 – Francana 1 x 3 AFE – 04.12.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Dejair (2) e Bebeto

48 – Barretos 0 x 1 AFE – 08.12.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Dejair

49 – AFE 0 x 0 Santacruzense – 11.12.66 – Camp. Paulista, 1ª Div.

50 – AFE 5 x 1 Francana – 14.12.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. – Téia (2), Dejair (2) e Maritaca

51 – XV de Piracicaba 1 x 1 AFE – 18.12.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. (Decisão) – Passarinho

52 – AFE 1 x 0 XV de Piracicaba – 21.12.66 – Camp. Paulista, 1ª Div. (Decisão) – Dorival (contra)

Principais artilheiros da Ferroviária no Campeonato Paulista da Primeira Divisão:  Bazzani, 13 gols; Téia, 11; Dejair, 10.

Na temporada, faltando os marcadores de cinco gols grenás nos amistosos, a colocação dos artilheiros é a seguinte:

1º) Téia, 24 gols; 2º) Bazzani, 17; 3º) Dejair, 15; 4º) Maritaca e Passarinho, 11.

Os campeões da Primeira Divisão da Federação Paulista de Futebol em 1966, defendendo as cores da equipe de Araraquara:

Machado – Beluomini – Brandão – Fernando – Fogueira – Bebeto – Rossi – Passarinho – Raimundinho – Dejair – Maritaca – Téia – Bazzani – Pio.

Técnico: Agenor Gomes (Manga) – Presidente do clube: Aldo Comito.

Elenco da Ferroviária de Araraquara em 1966:

Machado – Dado – Wilson Botão – Fogueira – Galvão – Brandão – Paina – Valdomiro – Rossi – Adão – Joãozinho – Fernando – Beluomini – Tião Macalé – Bebeto – Bazzani – Passarinho – Raimundinho – Osmar – Maritaca – Rezende – Téia – Dejair – Pio – Mateus

Fontes:

Arquivo do Professor Antônio Jorge Moreira (Museu do Futebol e Esportes de Araraquara, na Arena Fonte Luminosa)
Arquivo pessoal

Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

A saída de Ricardo Teixeira do comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já despertou o interesse de alguns para a eleição que deverá ocorrer depois da Copa do mundo de 2014. Além de Andrés Sanches, o presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), Rubens Lopes já iniciou contatos com as outras federações para abocanhar o cargo.

Contudo, a pergunta que fica é: tais nomes nos inspiram a imaginar que com alguns deles o futebol brasileiro voltará a ser, de fato, o melhor do mundo?

Será que o ideal seria que um ex-jogador assumisse o cargo para dar uma vitalizada na entidade? Será que um Zico, Raí, Leonardo não poderiam ser uma proposta de mudança?  

Para Raí, o caminho é apostar em quem já vestiu o uniforme, calçou a chuteira e enfrentou as agruras dentro e fora das quatro linhas.  Experiente, esclarecido e bem-visto pelo público, Raí é uma aposta frequente para a presidência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no futuro.

Porém, questionado sobre o assunto, ele diz já ter um preferido para o posto e diz até que o amigo Leonardo aceitaria o desafio, dependendo de como a proposta for feita.

“O meu candidato para a CBF é o Leonardo. É uma pessoa conhecida em vários países, que tem trânsito na Uefa e na FIFA, que está preparado. Se houver uma mobilização pública e o espaço para que um esportista ocupe o cargo, tenho certeza de que a ideia vai mexer com ele”, disse Raí, no lançamento de uma pesquisa do Ibope sobre educação física nas escolas públicas encomendada pela ONG Atletas pela Cidadania, que o ídolo são-paulino preside.

Aposentado em 2003, Leonardo ocupou durante seis anos o cargo de diretor do Milan, trabalhando especialmente como consultor no mercado internacional. Em 2009, aventurou-se na carreira de técnico, começando pelo próprio clube rubro-negro italiano, que treinou até o meio de 2010.

No primeiro semestre de 2011, ele ainda teve outra chance na função na rival Inter de Milão, e desde o meio do ano passado é o Manda-Chuva do futebol do PSG.

Raí não sabe dizer se o amigo, de quem é sócio na Fundação Gol de Letra, está disposto a tentar o cargo de presidente da CBF hoje, até por estar no início de um projeto, mas crê que isso seja possível até 2015, quando acaba o mandato de José Maria Marin, que substituiu Ricardo Teixeira há poucas semanas.

Desde a queda do cartola que dominou o futebol brasileiro desde o fim dos anos 1980, pelo menos dois ex-jogadores se colocaram à disposição para o cargo: Ronaldo e o zagueiro Paulo André, do Corinthians. Para Raí, é importante que mais ex-jogadores participem das questões políticas do esporte.

“É um sinal de que as coisas podem mudar. Apesar de não ter sido espontâneo, mas resultado da queda do Ricardo Teixeira, essas manifestações são uma prova disso. Em um sistema que concentra muito poder em um só, as pessoas temem represálias e não são estimuladas a pensar”, disse Raí.

Além de Leonardo… Teríamos outros nomes para assumir a CBF e dar uma guinada, a fim de recolocar o futebol brasileiro de volta aos trilhos?

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