Mais um escudo inédito dos clubes participantes do campeonato fluminense, do antigo Estado do Rio, pesquisado pelo historiador Auriel de Almeida.

Heróis Futebol Clube disputou o campeonato niteroiense profissional em 1960 e 1961, considerados também como classificatórios para as finais do estadual. Mais um clube do bairro do Fonseca, seu uniforme era listras verticais alviverdes e calções brancos.

 

Fonte: Auriel de Almeida.

 (*)  O desenho do modelo utilizado para representar o uniforme foi redesenhado do “Guia Oficial 2009 do Campeonato Paulista”, do editor Rodolfo Kussarev.

Como já publicamos no artigo do Pery AC, em 1960 e 1961, o Fonseca, clube do mesmo bairro, foi declarado Tri-campeão fluminense  e classificando para as  Taça Brasil de 1959, 1960 e 1961.

 

 

Vitória que valeu “os seis pontos”. Enquanto os veículos de comunicação dão amplo destaque aos grandes, pouco é comentado quem está na luta pelo rebaixamento. Na tarde deste domingo (18/03/12), o Bonsucesso conquistou uma importantíssima vitória por 2 a 1 sobre o Americano de Campos, no Estádio Giulitte Coutinho, em Mesquita, e praticamente se livrou da degola. O mesmo não se pode dizer ao Alvinegro Campista, que após vários anos escapando da queda, pelo visto, dessa vez vai ficar difícil sair dessa ‘sinuca de bico’.

 Restando quatro rodadas para o final, Olaria (em 13º lugar com 10 pontos); Madureira (na 14ª posição com oito pontos); Bangu (em penúltimo lugar com seis pontos) e o Americano (na lanterna com cinco pontos), provavelmente serão as equipes que vão lutar para fugir das duas últimas colocações e, consequentemente fugir da queda para o Carioca da Série B-2013.

 Já no somatório da Taça Rio, o Leão da Leopoldina, com a primeira vitória nessa fase, chegou aos cinco pontos, assumindo a 6ª posição do Grupo A. Por sua vez, o Americano segue com apenas um ponto, na 7ª posição do Grupo B. O Bonsuça volta a campo diante do Fluminense no próximo sábado (24/03/12), às 16h, em Moça Bonita. No domingo, no mesmo horário, o Americano recebe o Macaé no Godofredo Cruz, em Campos.

 

A partida começou movimentada. Em situações parecidas no Carioca, já que sofrem com o risco do rebaixamento, Bonsucesso e Americano se lançaram ao ataque, na busca de gols rápidos.

E eles apareceram. Primeiramente aos 15 minutos, para o Bonsucesso. Jefferson recebeu na ponta direita e arriscou para o gol, colocando o time da Leopoldina na frente do placar.

 Pouco após, aos 20, Diego empatou para o Americano, aproveitando falha da defesa adversária para mandar a bola no gol defendido por Saulo, que não conseguiu evitar que o 1 a 1 fosse ao intervalo.

 Na etapa final, as equipes não mostravam a mesma força ofensiva que ficou evidenciada antes do intervalo, com nulos poderes na criação de jogadas. Até que, aos 28 minutos, um lance individual definiu a partida. Em cobrança de falta no bico esquerdo da grande área, Diogo acertou no ângulo de Erivélton, indefensável. O próprio Diogo quase marcou um gol olímpico aos 31, mas o placar não alterou: 2 a 1 Bonsucesso.

 

Bonsuça chega a sua 250ª vitória em cariocas

Um fato curioso foi que a vitória alcançada em cima do Americano foi o de número 250 na história dos campeonatos cariocas (1906 a 2012). Agora o Rubro-anil, que ocupa a 11ª posição no quadro geral, somando 758 pontos, em 1.143 jogos: 250 vitórias, 256 empates e 637 derrotas; marcando 1.425 gols e sofrendo 2.538.

 

 

 

 

 

 


 

BONSUCESSO F.C.          2          X         1          AMERICANO F.C.

 Local: Estádio Giulitte Coutinho, no Distrito de Edson Passos, em Mesquita (RJ)

Data/hora: 18 de março de 2012 – 16 horas

Público e Renda: Não Divulgados

Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez

Auxiliares: Eduardo de Souza Couto e Francisco Pereira de Sousa

Cartões amarelos: Alex Alves, Marco Goiano, Diogo, Saulo e Joselito (Bonsuça) e Maciel, Marconi e Rhayne (Americano)

BONSUCESSO FC: Saulo, Felipe, Gomes, Arthur e Ratinho; Márcio Guerreiro, Juninho (Victor Hugo), Marco Goiano (Joselito) e Alex Alves (Eder); Jefferson e Diogo. Técnico: Marcão

AMERICANO FC: Erivélton, Alex, Adalberto, Xandão e Marcos Felipe; Rhayne, Ruan, Maciel (Bruno Luiz) e Marconi (Tardelly); Diego e Hugo (Wallace). Técnico: Acácio

Gols: Jefferson aos 15 minutos; Diego aos 20 minutos do 1º tempo; Diogo aos 28 minutos do 2º tempo

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL DO CARIOCA-2012 (18/03/12)

Nº.

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Vasco da Gama

28

11

09

01

01

24

08

16

 Botafogo

25

11

07

04

00

28

09

19

 Flamengo

24

11

07

03

01

16

04

12

Macaé Esporte

20

11

06

02

03

17

13

04

Resende

20

11

06

02

03

16

15

01

Volta Redonda

17

11

05

02

04

16

17

-1

Fluminense

16

11

05

01

05

20

14

06

Nova Iguaçu

15

11

04

03

04

10

13

-3

Boavista

14

11

04

02

05

18

20

-2

10º

Friburguense

12

11

03

03

05

12

16

-4

11º

Duque de Caxias

12

11

03

03

05

13

17

-4

12º

Bonsucesso

11

11

02

05

04

13

19

-6

13º

Olaria

10

11

02

04

05

14

18

-4

14º

Madureira

08

11

02

02

07

10

20

-10

15º

Bangu

06

11

01

03

07

10

20

-10

16º

Americano

05

11

01

02

08

12

23

-11

 

Fotos: Tiago Ferreira

mar 182012
 

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Em tarde de bom público no Aryzão, o Goytacaz pressionou e teve a maior posse de bola durante os 90 minutos, mas mesmo assim ficou no empate em 1 a 1 com Audax Rio, na tarde deste sábado (17/03/12), em partida válida pela última rodada do primeiro turno, da Série B 2012. Com o resultado o Alvianil Campista chegou aos 12 pontos e pulou para a 4º posição no Grupo B. Já o time da Baixada Fluminense chegou aos 18 e se manteve com folga na liderança do grupo.

 

A partida começou de forma bem equilibrada com as duas equipes criando  poucas chances de gols, mas o time da casa com maior posse de bola, mas pouco objetivo. Aos 20 minutos o Goytacaz teve uma boa oportunidade com Gilmax batendo de fora da área, mas Vinícius defendeu sem dar rebote.

 

O Audax procurava sair com velocidade e aos 27, após boa jogada pela direita chegou ao gol. Depois de troca de passe o cruzamento foi na medida dentro da área para Nélio que com categoria bateu de primeira e abriu o placar, 1 a 0.

 

Nélio abriu o placar para o Audax

Com o gol sofrido o Goytacaz saiu mais para o jogo e Wandinho era a melhor “válvula de escape” do time de Mário Marques. Aos 43, o atacante cortou dois adversários, porém bateu fraco para a defesa do arqueiro do Audax.

 

Na etapa final, o time Alvianil retornou com mudanças promovidas por Mário Marques, com Léo Santos entrou no ataque no lugar de Fábio Mineiro e Rony no meio-campo no lugar do volante Joel. As alterações deixaram o time da Rua do Gás mais ofensivo e não demorou muito para surtir efeito a mexida.

 

Aos 4 minutos, o ataque fez boa troca de passes e Vinícius bateu rente a trave esquerda. Aos 8 minutos saiu o gol de empate. Em tarde inspirada, Wandinho ganhou na corrida e quando preparava o chute foi empurrado quase dentro da pequena área. Pênalti que ele mesmo bateu no canto direito e empatou a partida, 1 a 1.

 

Wandinho, de pênalti, deixou tudo igual para o Goyta
 

Wandinho (C) é festejado pelo tento de empate a favor do Goytacaz

 O gol animou a torcida que passou a empurrar o time em busca da vitória. O Audax sentiu a pressão e preferiu o jogo defensivo e pouco foi ao ataque. Já o Goyta partiu com tudo e teve grande chance após um bate e rebate dentro da área que Gilmax acabou chutando prensado sem conseguir colocar para dentro.

 o experiente Léo Ignácio conduz o Audax ao ataque

Em seguida, Wandinho sentiu o joelho direito e foi substituído por Paulinho. A troca forçada acabou desarticulando a reação Goytacaz, já que o setor ofensivo ficou prejudicado. Aos 30, Yuri do Audax foi expulso após jogo violento. Sentindo que poderia vencer, o Alvianil Campista pressionou buscando o gol da vitória, mas o gol ‘salvador’ acabou não saindo e o placar ficou mesmo no 1 a 1.

 Na próxima rodada, pela primeira rodada do returno, no sábado (24/03/12), o Goytacaz vai até Cabo Frio enfrentar a Cabofriense, no Alai Corrêa, às 15h30. Por sua vez, o Audax vai até Saquarema, onde enfrentará o Sampaio Corrêa, no Lourival Gomes. Na categoria de juniores, o Goytacaz voltou a vencer e despachou o Audax por 3 a 1.

 

GOYTACAZ             1          X         1          AUDAX RIO

 Local: Estádio Ary de Oliveira e Sousa, em Campos

Público e Renda: Não divulgados

Árbitro: Elton Azevedo

Cartões amarelos: Douglas, Joel e Léo Santos (Goyta); Leo Inácio, Wellington e Yuri (Audax Rio)

Cartão vermelho: Yuri (Audax Rio)

 GOYTACAZ: Wallace, Alex Pavoni; Carlos André; Douglas; Maxwell; Índio; Joel (Rony); Vinícius; Gilmax; Wandinho (Paulinho) e Fábio Mineiro (Léo Santos). Técnico: Mário Marques.

 AUDAX RIO: Vinícius, Adriano, Rodrigo, Anderson e Foster, André, Juan Jr. (Gabriel), Gabriel Assis, Casotti e Leo Inácio (Arnon), Wellington e Nélio (Yuri). Técnico: Mauricio Barbieri.

 Gols: Nélio aos 27 minutos do 1º tempo; Wandinho, de pênalti, aos 8 minutos do 2º tempo

 

Fotos: Mauro de Souza /Ururau

 

A história se repetiu mais uma vez, e o final feliz não veio para o Serra Macaense. Jogando pela última rodada do turno, em Nova Iguaçu, o time macaense acabou perdendo de virada para o Artsul, neste sábado (17/03/12), em jogo válido pelo Campeonato Carioca da Série B. Diogo abriu o marcador para o Serra ainda no primeiro tempo, mas com gols de Flávio e Renan na segunda etapa, o time da casa chegou à vitória.

 O primeiro tempo da partida foi de total soberania macaense. Aos oito minutos, Diogo já desperdiçava a primeira chance dentro da pequena área. Um minuto depois o Artsul chegou com Flávio que entrou cara a cara com o goleiro Lucas, mas chutou para fora.

 O Serra dominava o meio campo. Com toques de primeira e chegada rápida no ataque, o time do técnico Valdo envolvia o adversário e não dava espaços. No final do primeiro tempo, a equipe foi premiada com o gol. Escanteio cobrado da esquerda, o zagueiro Rodrigo cabeceou, a bola tocou no travessão e voltou nos pés de Diogo, que só escorou para o fundo das redes: 1 a 0.

 O segundo tempo começou com o Serra no ataque. Índio fez boa jogada no fundo, mas ninguém aproveitou o cruzamento do lateral alviverde. O Artsul resolveu adiantar sua marcação e aos 14 minutos, Flávio testou firme, mas a bola saiu sem perigo ao gol de Lucas. Aos 18, o zagueiro Alexandre soltou uma bomba, mas o goleiro macaense fez ótima defesa. Só que um minuto depois o Artsul chegou ao seu gol com o atacante Flávio, depois de tentar o chute duas vezes.

 Aos 30, novamente o atacante Flávio quase vira o jogo, ao matar a bola no peito e chutar para fora, perdendo gol incrível. Índio e Tiago Pedra já com amarelo, deram lugar a Gaúcho e Cleiton, respectivamente. No Artsul, o atacante Renan entrava no lugar de Paulo Roberto.

 A partir daí o Serra começou a desperdiçar boas oportunidades. Aos 37, com Tenente chutando por cima. Três minutos depois, Gaúcho chutou para fora após passe de Tenente. Aos 41, com Cleiton livre na grande área.

 E como o futebol não perdoa… No minuto seguinte o atacante Renan aproveitou um rebote do goleiro Lucas e fez o gol da virada para os donos da casa.

 O Serra ainda poderia ter conseguido o empate, quando aos 45, o zagueiro Marins cabeceou para dentro da pequena área, mas Diogo não conseguiu empurrar para as redes.

 Após a partida o técnico Valdo não escondia sua insatisfação pelo fato de sua equipe ter dominado grande parte do jogo, mas não ter saído com a vitória. O supervisor Alex Melo falou sobre o resultado: “Foi um resultado injusto, lógico. Principalmente na primeira etapa, nós dominamos amplamente a partida. Agora é pensar no returno” – disse o dirigente.

  ARTSUL FC                        2          X         1          SERRA MACAENSE

Local: Estádio Nivaldo Pereira, Nivaldão, no Distrito de Austin, em Nova Iguaçu

Público e Renda: Não divulgados

Data/Hora: 17/03/2012 – 15h30

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo

Auxiliares: Társio Monteiro Lago e Paulo Vítor Paladino Carneiro

Cartões amarelos: Índio, Michel e Tiago Pedra (SER); Bruno, Jofre e Gustavo (ART)

ARTSUL FC: Dida, Bruno, Alexandre, Jonathan e Jofre; Pedro, Gustavo, Wladimir e Paulo Roberto (Renan); Flávio e Diego. Técnico: Roberto de Bragança

SERRA MACAENSE: Lucas, Índio (Gaúcho), Marins, Rodrigo e Daniel; Vandinho,Tiago Pedra (Cleiton), Tenente, Diogo e William; Michel (Índio). Técnico: Valdo Cândido

Gols: Diogo aos 40 minutos do 1º tempo; Flávio aos 19 minutos; Renan aos 42 minutos do 2º tempo

 

 Demais resultados

No Grupo A: Goytacaz 1 x 1 Audax Rio (Ari de Oliveira e Souza), Portuguesa 2 x 0 Angra dos Reis (Luso Brasileiro), São João da Barra 1 x 0 América (Manoel Viana de Sá), Juventus 1 x 1 Sampaio Corrêa (João Francisco dos Santos) e Cabofriense 0 x 0 Imperial (Alair Corrêa).

Pelo Grupo B: 1 x 0 São Cristovão (Figueira de Melo), Barra Mansa 1 x 0 Rio Branco (Godofredo Cruz), Artsul 2 x 1 Serra Macaense (Nivaldo Pereira), Quissamã 2 x 1 Mesquita (Antônio Carneiro da Silva) e Tigres do Brasil 3 x 0 Teresópolis (WO).

Classificação

GRUPO A: 1º) Ceres, 24 pontos (vitórias: 8); 2º) Quissamã, 24 (vitórias: 7); 3º) Tigres do Brasil, 19; 4º) Artsul, 18; 5º) Rio Branco, 16; 6º) Barra Mansa, 15; 7º) Carapebus, 12; 8º) Serra Macaense, 11; 9º) São Cristovão, 8 (saldo: -5); 10º) Mesquita, 8 (saldo: -8); 11º) Teresópolis, 0.

GRUPO B: 1º) Audax Rio, 18 pontos; 2º) São João da Barra, 17 (vitórias: 5); 3º) Portuguesa, 17 (vitórias: 4); 4º) Goytacaz, 12; 5º) América, 11 (vitórias: 3); 6º) Sampaio Corrêa, 11 (vitórias: 2); 7º) Imperial, 10; 8º) Angra dos Reis, 9; 9º) Juventus, 8 (saldo: -3); 10º) Cabofriense, 8 (saldo: -4).

 

Próxima rodada

A primeira rodada do returno da fase classificatória do Carioca da Série B será realizada no próximo sábado (24/03/11). Oito jogos abrem a jornada às 15h30: Artsul x Barra Mansa (Nivaldo Pereira), Serra Macaense x São Cristovão (Claudio Moacyr), Tigres do Brasil x Ceres (De Los Larios), Quissamã x Rio Branco (Antônio Carneiro da Silva), Sampaio Corrêa x Audax Rio (Lourival Gomes de Almeida), Portuguesa x Imperial (Luso Brasileiro), São João da Barra x Angra dos Reis (Manoel Viana de Sá) e Juventus x América (João Francisco dos Santos). Na sequência, às 19h, o Mesquita enfrenta o Carapebus no estádio Giulitte Coutinho e às 19h30, no estádio Alair Corrêa, a Cabofriense recebe o Goytacaz.

 

 Foto: Renato Carvalho

 

Em partida disputada na tarde deste sábado (17/03/12), no aconchegante Estádio de Figueira de Melo, o São Cristóvão foi derrotado por 1 a 0 pelo Carapebus. O jogo foi válido pela última rodada, a 11ª do primeiro turno do Campeonato Carioca da Série B. O placar representou a sexta derrota consecutiva do time cadete na competição.

 

A última vitória foi em 12 de fevereiro, válida ainda pela 3ª rodada, quando bateu, em casa, o Tigres do Brasil por 2 a 1. A crise, instaurada nos bastidores por conta da possibilidade de venda da tradicional praça de esportes do bairro imperial, pelo visto já chegou aos atletas, pois atuaram de forma completamente desorganizada e sem nenhum tipo de padrão de jogo.

 Já os visitantes, egressos da Série C que, diga-se de passagem, mantiveram o mesmo elenco, poderiam ter saído do Rio de Janeiro com uma histórica goleada se não tivessem desperdiçado tantas oportunidades. O destaque da peleja foi o meia Jow-Jow, autor de excelentes passes, um dos quais deixou Diniz em condições de decretar o gol da vitória.
Logo aos 10 minutos, o pesado atacante Carlão, do São Cristóvão, arriscou de longa distância longe da meta do arqueiro Guilherme. O Carapebus reagiria cinco minutos depois através de Jow-Jow, mas o goleiro Max interceptou a sua batida com os pés.


O meia Washington, vice-artilheiro no ano passado da Série C, quase inaugurou o marcador, aos 25, mas a bola passou rente à meta adversária. Gui, do São Cristóvão, chutou por cima, aos 30 minutos, mas sem assustar o goleiro aurianil. Portanto, não houve abertura de contagem no primeiro tempo.
Na segunda etapa, o Carapebus, acreditando na possibilidade real de vitória, foi com tudo para conseguir os três pontos e melhorar a sua situação na tabela. Aos 10, Waguinho, após passe de Jow-Jow (Foto), arriscou perigosamente, mas Max conseguiu rebater para escanteio, aliviando o perigo. O goleiro cadete evitaria outra chance da equipe visitante ao espalmar, aos 22 minutos, uma batida rasteira de Rafaelzinho, que entrara no lugar de Washington.
O gol que deu número final ao cotejo aconteceu aos 25 minutos. De apurada visão de jogo, o meia Jow-Jow, lançou do meio de campo para Biro-Biro. Da entrada da grande área ele marcou o tento solitário que decretou o triunfo do Carapebus. O São Cristóvão, sobretudo no segundo tempo, não conseguiu acertar nem três passes seguidos. O time atuou de forma visivelmente desarticulada.

 

A continuar desse modo, é sério candidato a uma das duas vagas ao descenso, já que a terceira já pertence ao Teresópolis, desistente do campeonato e antecipadamente rebaixado à Série C.

URGENTE: Uma próxima reunião no princípio da semana que vem poderá decretar ou não o destino do tradicional estádio de Figueira de Melo, palco de tanta tradição. Os verdadeiros cadetes lutam contra o poder avassalador da especulação imobiliária, que poderá decretar o fim de um dos estádios cariocas mais tradicionais.


SÃO CRISTÓVÃO             0          x          1          CARAPEBUS


Local:
Estádio Figueira de Melo, em São Cristóvão

Público e Renda: Não divulgados

Data/Horário: Sábado, 17 de março, às 15h30.

Árbitro: Sidney Roberto de Moraes Salvino

Auxiliares: Iurimar Rocha da Silva Oliveira e Renato da Silva e Silva

Cartões amarelos: Douglas e Damásio (São Cristóvão). Leanderson, Rafaelzinho e Marcelinho (Carapebus).

SÃO CRISTÓVÃO: Max, Diego, Douglas, Roberto e Pretão; Thiago Abreu, Gui (Kleiton), Damásio e Arthur (Robertinho); Lerlin (Maicon) e Carlão. Técnico: Pedro Mendes.

CARAPEBUS: Guilherme, Pedro (Waguinho), Juninho, Reminho e Marcelinho; Alan, Leanderson, Jow-Jow e Washington (Rafaelzinho); Biro-Biro e Diniz (Seba). Técnico: Luciano Lamoglia

 Gol: Biro-Biro aos 25 minutos do 2º tempo

 

Fotos: André Luiz Pereira Nunes

 

Nasce um novo clube no futebol palhocense. Com o objetivo de disputar a Divisão de Acesso (Terceirona de profissionais), em 2013, o Pedra Branca Esporte Clube (PBEC) começou de uma forma diferente. Normalmente, os times começam pela divisão principal e, por força das federações, criam as categorias de base por obrigação.

 O Pedra Branca tem a sua categoria de base montada há um ano. Fundado no dia 17 de setembro de 2010, a equipe disputa o campeonato de juniores da Liga Palhocense representando o Eldorado. O clube também disputa os municipais das categorias sub-11, sub-13, sub-15 e sub-17. A prioridade é a formação de atletas.

_ Temos cerca de cem jogadores, que treinam três vezes na semana, durante quatro horas por dia. O diferencial é que a partir dos 13 anos, eles utilizam a academia da Unisul _ informou o presidente Luís Cláudio Bastos Vila Nova, 33 anos, que é comerciante.

Cada atleta paga uma mensalidade de R$ 50, que dá direito ao transporte, em ônibus exclusivo, para o deslocamento de casa até o local do treino. Aliás, o PBEC utiliza os estádios do Eldorado e do Colégio Dom Jaime Câmara, Bairro Bela Vista, além do campo da Unisul.

O clube é formado por quatro amigos. Além do presidente Luís Cláudio, o advogado Altamir Bressiani, 40 anos, exerce o cargo de secretário-executivo, o empresário Marcos Farias é o vice-presidente e o profissional de educação física Alex Bittencourt, 26 anos, é o coordenador das categorias de base.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/amadorfutebolclube/page/2/

 

O Timão original já inspirou diversos genéricos. Um deles é o Sport Club Corinthians de Marília, da cidade homônima. Fundado em 1958, o escudo e o uniforme eram muito parecidos com o verdadeiro da capital paulista.

O clube chegou a disputar uma edição do campeonato paulista de futebol profissional. Em 1959, o Corinthians de Marília participou da Terceira Divisão (atual A3).

Time posado do S.C. Corinthians de 1959

Apesar de ter disputado somente uma competição, o clube revelou alguns jogadores. O de maior destaque foi Jurandir de Freitas, que chegou ao ápice ao fazer parte da Seleção Brasileira campeã na Copa do Mundo de 1962, no Chile. Atualmente o Sport Club Corinthians de Marília encontra-se extinto.

 

Como é de praxe, o pesquisador e historiador Auriel de Almeida fez um belo levantamento. Desta vez  sobre o Campeonato Carioca e as ligas que organizaram a competição em mais de um século. No final, um ranking das equipes que mais vezes disputaram o Carioca.

 De 1915 a 1924 o campeonato foi organizado pela Liga Sportiva Fluminense (houve outra liga, Associação Fluminense de Desportos Terrestres, em 1917). A LSF exigia que todos os jogos fossem disputados em Niterói, o que afastava o interior do campeonato (exceto São Gonçalo), e por essa razão a mídia preferia considera essa competição um mero campeonato de Niterói.

 Em 1925 surgiu a Associação Fluminense de Esportes Athleticos, que organizou sozinha o campeonato a partir de 1926. Permitindo que cada clube mandasse os jogos em suas cidades, foi mais respeitada enquanto competição estadual.

 Em 1928 o campeonato trocou os clubes por seleções municipais, devido à pressões das ligas do interior.

 Em 1941 a AFEA fundiu-se com a rival profissionalista FFE (fundada em 1933) e tornou-se a Federação Fluminense de Desportos, e organizou o bem-sucedido Campeonato Fluminense de Campeões Municipais, em formato de Copa.

 A partir de 1945 clubes e seleções disputavam o campeonato ao mesmo tempo, e à exceção de 1945 apenas seleções foram campeãs a partir deste momento.

 Em 1952 começou o campeonato estadual de profissionais (organizado pelo Departamento Estadual de Profissionais – DEP), e nesse mesmo ano foi disputado um campeonato extra (há dúvidas se esse campeonato era contado junto aos outros).

 Entre 1953 e 1955 os campeões de Niterói e Campos não disputaram o estadual do DEP, e foi disputado um supercampeonato entre o campeão profissional fluminense e os campeões municipais profissionais niteroiense e campista, a princípio para apontar o verdadeiro campeão fluminense – mas em 1962 a FFD passou a reconhecer ambos como campeões compartilhados. A mídia se dividiu entre os campeões, alguns julgavam os supercampeões os verdadeiros campeões fluminenses, outros os campeões do DEP conforme originalmente estabelecido.

 Em 1956 o DEP foi fechado e foi criado o campeonato por zonas. Nesse ano as finais não foram disputadas, e não está claro se os finalistas Campos, Serrano, Central e Guarani foram proclamados campeões divididos.

 Em 1963 a Zona Centro foi organizada mas não conseguiu ser disputada, e o Goytacaz sagrou-se campeão por falta de um adversário na final. Em 1964 a Zona Centro finalmente foi disputada, mas houve um entrave burocrático pois nos papéis aquela zona pertenceria à temporada de 1963 (embora totalmente disputada em 1964), e o Americano exigiu ser proclamado campeão estadual enquanto – teoricamente – único campeão profissional de 1964. A FFD “contornou” a briga declarando o Americano campeão de 1964 mas promovendo um “super” com o Eletrovapo, que venceu a disputa entre as equipes. A mídia ficou do lado do Eletrovapo, considerando-o o único campeão da temporada.

 Em 1976 os estados já estavam fusionados, mas as federações carioca e fluminense permaneceram separadas. Americano, Volta Redonda e Goytacaz disputavam o campeonato da Federação Carioca como convidados, e parte da mídia preferia chamar o enfraquecido campeonato da FFD de “Campeonato de Profissionais do Interior”.

 Em 1978 a FFERJ foi criada, mas organizou dois campeonatos distintos – um da capital e outro do interior. O título estadual de 1978 seria disputado no começo de 1979 entre os melhores do campeonato da capital e do interior, mas a FFERJ desvinculou essas competições e transformou esse título extra em “Campeonato Especial de 1979″. Por essa razão os campeonatos da capital e do interior de 1978 são considerados como os últimos campeonatos representativos da Guanabara e do antigo Estado do Rio.

 Não é claro se a FFD contava como equivalentes todas as competições acima (campeonatos da LSF, AFEA, Campeonato de Campeões Municipais e Era Profissional) ou se contava apenas de determinada fase para baixo.

TOTAL DE PARTICIPAÇÕES EM CARIOCAS – 1906 a 2012

Nº.      CLUBES                              EDIÇÕES

Fluminense

108

Botafogo

107

América

102

Flamengo

101

Bangu

097

Vasco da Gama

091

São Cristóvão

071

Madureira

066

Olaria

062

10º

Bonsucesso

058

11º

Portuguesa

039

12º

Americano

037

13º

Campo Grande AC

029

14º

Volta Redonda

031

15º

Canto do Rio

024

16º

Andaraí

020

17º

Friburguense

019

18º

Cabofriense

014

19º

Goytacaz

013

20º

Itaperuna

012

21º

SC Brasil

011

22º

Vila Isabel FC

009

23º

SC Mangueira

008

24º

Rio Cricket

008

25º

Paysandu

007

26º

Carioca EC

007

27º

Boavista (Saquarema)

006

28º

Macaé Esporte FC

005

29º

Resende FC

005

30º

Duque de Caxias FC

005

31º

Nova Iguaçu FC

004

32º

América de Três Rios

004

33º

Syrio Libanez

004

34º

Mesquita FC

004

35º

Serrano  de Petrópolis

003

36º

Entrerriense FC

003

37º

Barreira (Saquarema)

003

38º

Americano (Vila Isabel)

003

39º

Riachuelo

003

40º

Tigres do Brasil

002

41º

Engenho de Dentro

002

42º

Confiança (Andaraí)

002

43º

Mavílis, do Caju

002

44º

Modesto

002

45º

River, da Piedade

002

46º

Nova Cidade (Nilópolis)

002

47º

ADN (Niterói)

002

48º

Palmeiras (São Cristóvão)

002

49º

Haddock Lobo

002

50º

Internacional

002

51º

São Paulo-Rio

001

52º

Fidalgo

001

53º

Everest (Inhaúma)

001

54º

Cocotá, da Ilha

001

55º

Metropolitano

001

56º

Helênico

001

57º

Campo Grande FC

001

58º

Paulistano

001

59º

Cardoso Moreira

001

60º

Esperança (Bangu)

001

61º

Mackenzie

001

62º

Jequiá (Ilha)

001

63º

Ramos

001

64º

Independência

001

65º

Germânia

001

66º

Cattete

001

67º

Football & Athletic

001

68º

Progresso

001

 

 

Com  milhões de assinaturas colhidas, dos argentinos, o ex-jogador Maradona protocolou na FIFA um pedido para que a Copa do Mundo, de 2014, seja cancelada no Brasil. No documento, Maradona alega que o Brasil não tem estrutura nem competência para realizar o mundial.

“O Brasil não consegue terminar sequer uma obra de escola no tempo programado, tão pouco conseguirá terminar os estádios, aeroportos, estradas e ampliar os hotéis para atender a demanda durante a Copa”, diz trecho do processo enviado à FIFA.

O documento ainda descreveu, como funciona o tramite político para se fazer uma obra no Brasil:

1-O Governo abre licitação para realizar a obra;

2-Os políticos demoram dias escolhendo uma empresa de um “amigo” para vencer a licitação;

3-A empresa vencedora da licitação perde mais alguns dias discutindo a comissão que terá que repassar aos políticos que ajudaram ela a vencer a licitação;

4-Começa a burocracia de papelada para conseguir autorização para construir, o que leva mais algumas centenas de dias;

5-A obra se inicia em passos de tartaruga, podendo ser paralisada constantemente por causa de burocracia de documentos.

Maradona questionou também a segurança: “No Brasil todos os dias os torcedores brigam por causa de futebol. Agora avalie, durante a Copa, todos os brasileiros reunidos para brigar contra as outras nações que disputarão a Copa. Se o Brasil perder um jogo haverá uma guerra mundial. A seleção que ganhar do Brasil precisará da ajuda das forças armadas americana para conseguir deixar o país”.

Pelé rebateu as críticas de Maradona: “Não vai acontecer nada disso que Maradona está falando, o Brasil é o pais do futebol, somos unidos, estamos juntos nessa, o governo vai conseguir cumprir todos os prazos, vamos transformar isso aqui num país de primeiro mundo, e bola pra frente que atrás vem gente”, disse.

f: G17

 

Quando o clube é grande, as curiosidades sempre chamam a atenção. No Clube Regatas Flamengo há muitas situações interessantes. Poucos sabem – inclusive a presidenta do Flamengo, Patrícia Amorim – mas ao longo dos 116 anos de vida, 50 jogadores estrangeiros de 16 países já vestiram, pelo menos uma vez, o Manto Sagrado (como é chamado o uniforme do time pelos torcedores).

 

Dos países da América do Sul, apenas quatro nunca tiveram um jogador no rubro-negro: Bolívia, Colômbia, Peru e Venezuela. Do continente africano, o Flamengo já teve dois jogadores: o atacante argelino Haraoui Nino e o meio-campista moçambicano Carlos Jorge.

 Da Europa, o clube da Gávea já teve alemão, espanhol, húngaro, italiano, polonês, sérvio, sueco, tchecoslovaco e inglês. Nunca o Flamengo teve um atleta oriundo da América Central, Norte e Caribe; Ásia e Oceania.  

Apelido (nome completo) – Nascimento – local (Pais)

Engel (Fritz Engel) (Alemanha)

Haraoui Nino (Haraoui Nino) (Argélia)

Colace (Hugo Roberto Colace) – 6/1/1984 – Buenos Aires (Argentina)

Borghi (Claudio Daniel Borghi) – 28/9/1964 – Buenos Aires (Argentina)

Castillo (Júlio Castillo) – 1915 – Buenos Aires (Argentina)

Colleta (Sabino Colleta) – 12/5/1924 – Buenos Aires (Argentina)

 Darío Bottinelli (Darío Bottinelli) – 26-12-1986 Buenos Aires (Argentina)

Dominguez (Rogélio Antonio Dominguez) – 9/3/1931 – Buenos Aires (Argentina)

Doval (Narciso Horácio Doval) – 4/1/1944 – Buenos Aires (Argentina)

Fillol (Ubaldo Matildo Fillol) – 21/7/1950 – Buenos Aires (Argentina)

Gonzales (Alfredo Gonzales) – 11/3/1915 – Buenos Aires (Argentina)

Orsi (Raimondo Bibiano Orsi) – 2/12/1901 – Buenos Aires (Argentina)

Paolino (Jorge Paolino) – 12/7/1949 – Buenos Aires (Argentina)

Sanz (Rafael Sanz) – 3/5/1915 – Buenos Aires (Argentina)

Valido (Agustin Valido) – 31/1/1914 – Buenos Aires (Argentina)

Mancuso (Alejandro Victor Mancuso) – 4/9/1968 – Ciudadela (Argentina)

Naon (Arthur Naon ) – 31/12/1912 – La Plata (Argentina)

Volante (Carlos Martin Volante) – 11/11/1910 – Lanus (Argentina)

Sambueza (Rubens Omar Sambueza) – 1/1/1984 – Neuquén (Argentina)

Maxi (Maximiliano Ariel Biancucci Cuccittini) – 15/9/1984 – Rosário (Argentina)

Chamorro (Eusébio Chamorro) – 22/11/1922 – Rosário (Argentina)

Fierro (Gonzalo Antonio Fierro Caniullán) – 21/3/1983 – Santiago (Chile)

 Maldonado (Claudio Andrés del Tránsito Maldonado Rivera) – 03/01/1980 – Curiocó (Chile)

 Marcos González (Marcos Andrés González Salazar) – 9-06-1980 – Rio de Janeiro (Chile – naturalizado)

Rivera (Wagner Rivera) – 11/1/1963 – Quito (Equador)

Espanhol (José Armando Ufarte Ventoso) – 17/5/1941 – Pontevedra (Espanha)
Albert (Florian Albert) – 15/9/1941 – Hercegsszants (Hungria)

Sidney Pullen (Sidney Pullen) – 1895 (Inglaterra)

Welfare (Harry Welfare) – 22/08/1888 – Liverpool (Inglaterra)

Francisco (Francisco Miceli) – 29/5/1925 – Calabria (Itália)

Carlos Jorge (Carlos Jorge dos Santos Alves) – 15/9/1951 – Luanda (Moçambique)

Gavilan (Diego Antonio Gavilan Zarate) – 1/3/1980 – Assunção (Paraguai)

Cáceres (Juan Daniel Cáceres Rivas) – 6/10/1973 – Assunção (Paraguai)

Reyes (Francisco Santiago Reyes Villalba) – 4/7/1941 – Assunção (Paraguai)

Rivas (Severo Rivas) – 6/11/1916 – Assunção (Paraguai)

Monin (Carlos Monin Garcia) – 18/7/1939 – Concepcion (Paraguai)

Ramirez “El Tigre” (Cesar Ramirez Caje) – 24/3/1977 – Curuguaty (Paraguai)

Bria (Modesto Bria) – 8/3/1922 – Encarnacion (Paraguai)

Garcia (Sinforiano Garcia) – 22/8/1924 – Puerto Pinasco (Paraguai)

Benitez (Jorge Duílio Benitez Candia) – 23/4/1927 – Yaguaron (Paraguai)

Gamarra (Carlos Alberto Gamarra Pavón) – 17/2/1971 – Ypacarai (Paraguai)

Piekarski (Mariusz Piekarski) – 22/3/1975 – Bialystok (Polônia)

Petkovic (Dejan Petkovic) – 10/9/1972 – Majdanpek (Servia)

Rimbo (Rimbo Lundblad) – 17/5/1943 – Estocolmo (Suécia)

Peter (Peter Timko) – 13/2/1928 – Vzrohd (Tchecoslováquia)

Manicera (Jorge Carlos Manicera Fuentes) – 4/9/1939 – Montevidéu (Uruguai)

Mendoza (Carlos Anibal Mendoza) – 13/9/1945 – Montevidéu (Uruguai)

Peralta (Walter Horacio Peralta Saracho) – 3/6/1982 – Montevidéu (Uruguai)

Dario Pereyra (Alfonso Dario Pereyra Bueno) – 19/10/1956 – Sauce (Uruguai)

Ramirez (Sergio Ramirez D’Ávila) – 24/12/1951 – Treinta y Tres (Uruguai)

 

 

No dia 9 de março de 1980, estavam reunidos no estádio Vivaldão, Nacional Fast Clube e Cosmos-EUA, jogo amistoso, mas com muitas atrações no time visitante: Benkenbauer, Carlos Alberto Torres, Oscar, Romerito e Chinaglia. O Fast apresentou, como novidade, o Campeão do Mundo, Clodoaldo.

O estádio Vivado Lima apanhou o maior público de todos os tempos, um recorde e cuja capacidade era, na época, limitada a 50 mil lugares.Desde às primeiras horas da tarde o movimento era grande nas imediações do Vivado Lima. Uma enorme fila de ônibus despejando torcedores que na correria procuravam as melhores acomodações. Tarde de muito calor e praticamente ninguém conseguiu ver o espetáculo sentado. Cada espaço era disputado com certo sacrifício.

Houve momento em que uma das marquises ameaçou desabar, tal a quantidade de pessoas que se encontravam nela sentadas. Foi quando um torcedor que estava na parte superior, lá em cima, lança uma garrafa de refrigerante nos que estavam nos degráus inferiores da arquibancada. A resposta foi imediata. Os que estavam na marquise se viram sob pedras latas, tudo o que dava na mão.

Muitas pessoas que se postaram na marquise sairam com diversos ferimentos pelo corpo, porque de quando em quando surgiam gritos que a marquise estava desabando. O corre-corre era geral e os mais afoitos saltavam de qualquer maneira, houve casos graves de fraturas de pernas, braços e costelas.

Tudo terminou como começou, ou seja, zero a zero. Depois do jogo a curiosidade do torcedor era em torno da arrecadação e do público pagante. Muitos chegaram a calcular 70 mil, considerando que sempre quando se falava em capacidade do estádio, alguns davam esse número.

O público só veio a saber do montante, dias depois ao jogo, pelo boletim financeiro distribuído e publicado pela imprensa, dando o número de pagantes: 56.950, com mais de 48.500 ingressos vendidos só para a arquibancada.

Fonte:Baú Velho de Carlos Zamith

 

 

 

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mar 172012
 

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A Arena Fonte Luminosa, estádio municipalizado que abriga os jogos da Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara, foi inaugurada no dia 22 de outubro de 2009. Naquela oportunidade, a AFE enfrentou o Ituano, pela Copa Paulista, vencendo por 2 a 1. O primeiro gol da Arena foi consignado pelo ala/lateral Fernando Luís, de cabeça.

Jogo de inauguração da Arena

Desde então, foram 53 apresentações afeanas naquele próprio. O saldo é amplamente favorável, acusando 31 vitórias contra 15 derrotas e 7 empates. Os grenás da Morada do Sol assinalaram 84 gols e sofreram 64, livrando um belo saldo de 20 tentos.

O que mais a Ferroviária fez na Arena foi jogar pela Copa Paulista: foram 21 jogos. Pelo Campeonato Paulista da Série A2 registraram-se 17 jogos. Pelo certame paulista da Série A3, 14 jogos. E amistoso, apenas um, contra o  Santos de Neymar.

O maior público aconteceu na inauguração: 21.254 pessoas festejaram a abertura do novo palco de espetáculos com a bola.

O maior artilheiro da Ferroviária na Arena Fonte Luminosa segue sendo Leandro Miranda, que marcou dez tentos.

Leandro Miranda ( Foto: Cláudio Dias - www.araraquara.com)

Fabrício Carvalho, há pouco tempo defendendo a Locomotiva, já soma sete gols, o mesmo se dando com Danilo Martins e Tobias. Daniel deixou sua marca em seis ocasiões. Tuia em cinco e Clênio em 4. Esses foram os principais goleadores em partidas realizadas na Arena Fonte Luminosa, que segue tendo, também, a denominação de Estádio Dr. Adhemar Pereira de Barros.

 

(Jogo/Data/Finalidade/Artilheiros)

AFE 2 x 1 Ituano – 22.10.09 – Copa Paulista – Fernando Luís e Joel

AFE 2 x 0 Lemense – 03.02.10 – Campeonato Paulista, A3 – Giba e Danilo Martins

AFE 1 x 0 Portuguesa Santista – 13.02.10 – Campeonato Paulista, A3 – Danilo Martins

AFE 4 x 3 Juventus – 21.02.10 – Campeonato Paulista, A3 – Júlio César (2) e Danilo Martins (2)

AFE 1 x 2 Red Bull – 28.02.10 – Campeonato Paulista, A3 – Danilo Martins

AFE 1 x 1 São Carlos – 04.03.10 – Campeonato Paulista, A3 – Leandro Miranda

AFE 4 x 0 Penapolense – 10.03.10 – Campeonato Paulista, A3 – Leandro Miranda (2), Júlio César e Danilo Martins

AFE 1 x 0 Itapirense – 17.03.10 – Campeonato Paulista, A3 – Rodrigo César

AFE 1 x 0 XV de Piracicaba – 23.03.10 – Campeonato Paulista, A3 – Amarildo

 AFE 1 x 0 Batatais – 31.03.10 – Campeonato Paulista, A3 – Tobias

AFE 1 x 2 Palmeiras B – 11.04.10 – Campeonato Paulista, A3 – Tobias

AFE 2 x 1 XV de Piracicaba – 21.04.10 – Campeonato Paulista, A3 – Tobias (2)

AFE 2 x 1 Comercial – 25.04.10 – Campeonato Paulista, A3 – André e Leandro Miranda

AFE 3 x 0 XV de Jaú – 08.05.10 – Campeonato Paulista, A3 – Leandro Miranda, Danilo Martins e Tobias

AFE 0 x 3 Red Bull – 15.05.10 – Campeonato Paulista, A3

AFE 0 x 3 Santos – 04.07.10 – Amistoso

AFE 0 x 1 São Carlos – 18.07.10 – Copa Paulista

AFE 3 x 1 Batatais – 04.08.10 – Copa Paulista – Marcelo Tevez (2) e Leandro Miranda

AFE 1 x 0 Oeste – 18.08.10 – Copa Paulista – Guilherme Alves

AFE 3 x 1 Comercial – 01.09.10 – Copa Paulista – Marcelo Tevez, Daniel e Walker

AFE 3 x 2 Francana – 05.09.10 – Copa Paulista – Leandro Miranda (3)

AFE 2 x3 Sertãozinho – 12.09.10 – Copa Paulista – Leandro Miranda e Ronaldo

AFE 1 x 0 Atlético Sorocaba – 29.09.10 – Copa Paulista – Daniel

AFE 2 x 4 Paulista – 09.10.10 – Copa Paulista – Felipe e Giancarlo

AFE 2 x 2 Grêmio Prudente – 17.10.10 – Copa Paulista – Daniel e Walker

AFE 0 x 2 União São João – 16.01.11 – Campeonato Paulista, A2

AFE 1 x0 Rio Claro – 26.01.11 – Campeonato Paulista, A2 – Tuia

AFE 2 x 3 Comercial – 29.01.11 – Campeonato Paulista, A2 – Tuia e Feijão

AFE 0 x 1 Grêmio Catanduvense – 05.02.11 – Campeonato Paulista, A2

AFE 2 x 1 Sertãozinho – 12.02.11 – Campeonato Paulista, A2 – Ray e Luizinho

AFE 3 x 1 América – 23.02.11 – Campeonato Paulista, A2 – Luizinho, Moisés e Daniel

AFE 1 x 1 Marília – 26.02.11 – Campeonato Paulista, A2 – Moisés

AFE 3 x 4 Rio Preto – 13.03.11 – Campeonato Paulista, A2 – Raul, Cristiano e Luizinho

AFE 0 x 4 Monte Azul – 23.03.11 – Campeonato Paulista, A2

AFE 1 x 1 Velo Clube – 17.07.11 – Copa Paulista – Cesinha

AFE 1 x 0 Francana – 31.07.11 – Copa Paulista – Tuia

 AFE 2 x 3 São Carlos – 03.08.11 – Copa Paulista – Felipe Blau e Jobinho

AFE 2 x 0 Batatais – 04.09.11 – Copa Paulista – Clênio (2)

AFE 2 x 0 União São João – 18.09.11 – Copa Paulista – Tobias e Tiaguinho

AFE 4 x 1 Botafogo – 21.09.11 – Copa Paulista – Clênio, Daniel, Jobinho e Tuia

AFE 0 x 0 Comercial – 02.10.11 – Copa Paulista

AFE 0 x 3 Ituano – 08.10.11 – Copa Paulista

AFE 1 x 0 Noroeste – 22.10.11 – Copa Paulista – Tuia

AFE 1 x 0 Paulista – 26.10.11 – Copa Paulista – Wanderson

AFE 1 x 2 Comercial – 02.11.11 – Copa Paulista – Tobias

AFE 0 x 0 São José – 26.01.12 – Campeonato Paulista, A2

AFE 2 x 1 Santacruzense – 01.02.12 – Campeonato Paulista, A2 – Clênio e Rafael Dias

AFE 1 x 1 União Barbarense – 11.02.12 – Campeonato Paulista, A2 – Ricardinho

AFE 3 x 2 São Carlos – 18.02.12 – Campeonato Paulista, A2 – Fabrício Carvalho (2) e Ricardinho

AFE 3 x 2 Palmeiras B – 22.02.12 – Campeonato Paulista, A2 – Fabrício Carvalho (2) e Jobinho

AFE 2 x 0 Rio Preto – 29.01.12 – Campeonato Paulista, A2 – Fabrício Carvalho (2)

AFE 2 x 0 Velo Clube – 07.03.12 – Campeonato Paulista, A2 – Tatuí e Daniel

AFE 1 x 0 Rio Claro – 14.03.12 – Campeonato Paulista, A2 – Fabrício Carvalho

Praticamente classificada para a Segunda Fase do Campeonato Paulista da Série A2, a Ferroviária passa confiança à sua torcida, que, empolgada, vê com grande expectativa a possibilidade de retorno à Série
A1, de onde saiu no já distante 1996. Este ano já é o 16º sem futebol de elite em Araraquara, a não ser pela presença de grandes clubes do futebol paulista enfrentando outras agremiações que não a Ferroviária, fazendo uso assim da bela e acolhedora Arena Fonte Luminosa.

 Fonte:
Arquivo Pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

Protegido: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO GERALDO

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mar 172012
 

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Aos apaixonados por escudos apresento um ‘Cinquentão’: Esporte Clube Guarani. Localizado na  Rua Guarani, s/n, no distrito de Piabetá, em Magé (Região Metropolitana do Rio), o clube foi fundado na terça-feira, no dia 2 de agosto de 1960. Após um longo tempo de inatividade, o EC Guarani voltará finalmente às suas atividades esportivas, onde disputará os certames de base promovidos pela Liga Mageense de Desportos.

O seu Estádio é o Arnaldo Joaquim de Carvalho. Já o presidente é Ronaldo Malaquias, que se encontra momentaneamente licenciado de suas funções. Lembramos que este clube não deve ser confundido com o quase homônimo alvirrubro, Guarany, que se localiza no distrito de Santo Aleixo (aquele cujo escudo, que durante décadas, foi confundido com o Guarani de Volta Redonda).

 

Histórias não contada do futebol potiguar

Histórias como essa a seguir, contadas por Lupercio Luiz de Azevedo, em seu livro “A História não contada do futebol Potiguar”, mostram com simplicidade a tradição e importância do futebol para o povo brasileiro. Histórias que, contadas na mesa de um bar, ou na roda de amigos, nas centenas de milhares de quadras e campos espalhados pelo país, pareceriam história de pescador. Mas não são…

.Não sei, não vi e toca pra frente

Mossoró, cidade diferente em todos os aspectos, até mesmo no futebol, nos mostra muita raridade. O ano de 1965 fora espetacular em matéria de futebol, culminando com uma disputa em série “melhor de três” partidas, reunindo Potiguar x Ferroviário. Era o título de campeão mossoroense que estava em jogo. O time tricolor da Estrada de Ferro,vencera a primeira partida pelo placar de 1 a 0 e, pelo futebol que apresentara, dificilmente deixaria escapar o título máximo. No segundo jogo, onde acabou acontecendo o grande caso, novamente o time coral se mostrava bem melhor que o adversário, vencendo-o, na primeira fase, pelo placar mínimo. No entanto, futebol é sempre futebol e uma surpresa viria modificar o andamento da partida, consequentemente, o curso da história e do próprio campeonato. Pelé (o próprio nome já diz tudo), era o mais perigoso e temido atacante do Potiguar, fazendo miséria na defensiva adversária. Várias vezes aplaudido pela torcida presente ao velho estádio da Rua Benjamin Constant, ele desconcertava toda a defesa tricolor, prenunciando desta forma, que o empate estava próximo. Num certo lance, logo no início do segundo tempo, o Pelé mossoroense ao correr com a bola dominada junto à linha lateral das arquibancadas (se é que se podia chamar de arquibancada aquela mureta), ouviu alguém gritar em voz alta:

- Corre Pelé, que o teu irmão está brigando fora do estádio com a polícia e levando uma saraivada de pancadas.

O crioulo não contou conversa. Deixando de lado a bola, pulou a mureta do campo e já fora do estádio, entrou na luta, desta feita, contra a polícia. O pau cantou solto, com o craque tentando de todas as formas, sem resultado, driblar os cassetetes dos policiais. Depois de também entrar na dança, os ânimos foram serenados e Pelé com o couro cabeludo ardendo mais que pimenta no focinho de cachorro, volta ao
campo de jogo, sem que o juiz tenha notado qualquer irregularidade. Por falar em juiz, o famoso João Batista de Amorim (o popular não sei, não vi e toca pra frente…) estava atuando à contento. E seu único pecado, durante toda a partida foi o de não ter observado a saída do atleta de campo, e depois, o seu retorno. O engraçado na história toda, é que ao retornar ao campo de jogo, Pelé recebeu uma bola livre pelo setor esquerdo de ataque do Potiguar, caminha tranqüilo até a entrada da área e na saída do arqueiro, fuzila inapelavelmente, empatando a partida. Logo em seguida, uma jogada parecida, e mais uma vez Pelé,desempatando a partida e dando a vitória ao Potiguar. O juiz do encontro, alheio a tudo que se passara, confirma os dois gols de Pelé. A vibração foi enorme. Houve invasão de campo, com a torcida carregando em triunfo o grande ídolo e
herói do jogo. A vitória do Potiguar acabou forçando uma terceira partida, também vencida pelo Potiguar, que acabou tornando-se o novo campeão mossoroense.

A história passou para o folclore do esporte de Mossoró e servindo de gozação à diminuta e sempre fiel torcida do Ferroviário. Ainda hoje quando
se pergunta ao juiz João Batista de Amorim, o que aconteceu naquele fatídico dia, ele responde:  – Não sei, não vi e toca pra frente…

 

 

Amigos, como a vitória do Macaé Esporte por 3 a 1 sobre o Fluminense, em Moça Bonita já foi devidamente divulgada vou apenas postar fotos do meu amigo Tiago Ferreira, que é Assessor de Imprensa do Macaé Esporte. 

 

O técnico do Macaé, Toninho Andrade recebe a ‘camisa 100′ do presidente do clube, Valtinho Bittencourt pelo centésimo jogo sob o seu comando

 

Protegido: UNIÃO DESPORTIVA PROPRIÁ

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O Bangu enfim venceu a primeira no Estadual. Mesmo jogando fora de casa, o Bangu venceu o Madureira por 1 a 0, na tarde deste sábado (17/03/12), no estádio Aniceto Moscoso, em Conselheiro Galvão. O resultado deixa o Tricolor Suburbano com apenas três pontos conquistados e na penúltima posição no Grupo A da Taça Rio. O próximo compromisso doMadura será também dentro de casa, no próximo sábado, contra o Boavista.

Almir voltou a ser decisivo ao marcar o gol da vitória

O primeiro tempo começou truncado e com as duas equipes trocando muitos passes, mas sem chegar com perigo ao gol adversário. A melhor chance foi criada pelo Madureira, aos 38 minutos. Carlinhos fez boa jogada e chutou de esquerda. A bola passou com perigo e quase que os donos da casa abrem o placar.

As equipes voltaram para a segunda etapa mais dispostas a buscarem a vitória e o Tricolor Suburbano começou assustando. Logo aos dois minutos, o lateral-direito Wellington Júnior avançou pela direita e chutou rasteiro. O goleiro William Alves se esticou todo e conseguiu colocar a bola pela linha de fundo salvando o Bangu de sofrer o primeiro gol.

A resposta banguense veio aos 29 minutos. Almir recebeu a bola na entrada da área e chutou no canto esquerdo não dando chance de defesa para o goleiro Cléber. Em desvantagem no placar, o Madureira passou a pressionar o Bangu, mas a bola cismou em não entrar. Derrota dentro de casa e certeza de que alguma coisa precisa mudar.


MADUREIRA   0  X 1  BANGU AC

Local: Estádio Aniceto Moscoso, em Conselheiro Galvão

Público e Renda: 282 pagantes (382 presentes) / R$ 3.960,00

Data e Hora: Sábado, 17 de março de 2012 /  16 horas

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ)

Cartão amarelo: Zé Carlos, Caio Cezar, Rodrigo, Thiago (MAD); Santiago (BAN)

MADUREIRA EC: Cléber, Wellington Junior, Zé Carlos, Thiago e Paulo Vitor; Gílson, Caio Cezar (Jairo), Rodrigo (Heitor) e Carlinhos (Alex); Maciel e Dinei. Técnico: Gabriel Vieira.

BANGU AC: Willian Alves, China (Gedeilson), Raphael, Santiago e Renan Oliveira; Oliveira, André Barreto, Thiago Galhardo (Gabriel Galhardo) e Almir; Bruno Carvalho (Marcelo Fernandes) e Fabinho. Técnico: Cleimar Rocha.

Gol: Almir aos 29 m,inutos do segundo tempo

 

Foto: João Carlos Gomes/ Agência Bangu

 
Pela última rodada do turno da primeira fase o Grupo B da Série B, São João da Barra venceu, neste sábado (17/03/12), o América por 1 a 0, no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá. O gol da vitória foi assinalado pelo estreante Lourival.

Presidente Daniel Machado (E), Rondinelli (C) e a Prefeita Carla Machado entregando a placa e Adilson Almeida, subsecretário de esportes de São João da Barra

Homenagem
Homenageado pelo poder público muncipal com bela placa alusiva ao centésimo gol da história do clube no último dia 10, o meia Rondinelli, inspirado, foi o principal articulador das jogadas do São João da Barra, mas o America teve maior volume de jogo nos minutos iniciais. 

Tendo Jean como seu homem mais perigoso, o time da capital levava perigo à meta de Braz que, com defesas seguras garantia a equipe do Norte Fluminense.

Explorando o jogo pelos flancos, o time de Manoel Neto encontrava espaços na defesa americana e, após troca de passes com Rondinelli, Sassá entrou pela direita e cruzou para Lourival – estreante no São João da Barra – bater livre e abrir o marcador para os donos da casa aos 31 minutos.
 

Lourival (C) é festejado pelos companheiros após marcar o gol da vitória

Na etapa complementar, as duas equipes lutaram muito e tiveram algumas boas chances de gol, mas o placar não foi alterado.  Com a vitória, o São João da Barra chegou aos 17 pontos e garantiu a segunda posição ao final do turno da primeira fase.

Lateral americano Daniel avança com atacante Lourival acompanhando a jogada

Na abertura do returno com jogos que serão disputados no próximo sábado (24/03/12), as duas equipes voltarão a campo às 15h30.  Enquanto o São João da Barra volta a atuar em casa, no confronto com o Angra dos Reis, o America visitará o Juventus no Estádio João Francisco dos Santos, em Bangu.

EC SÃO JOÃO DA BARRA  1 X 0 AMÉRICA FC

Local: Estádio Manoel José Viana de Sá, em São João da Barra

Data/Hora: 17 de março de 2012, 15h30
 
Renda e Público: 600 pagantes e (700 presentes) /R$ 4.500,00

Árbitro: Estevão Cunha da Trindade

Auxiliares: Marcos Antônio Santos e Claucio Hermano Felix Campos do Amaral

Cartões amarelos: Rondinelli, Wallace e Alê (SJB) e Jean e Júnior (Ame)

EC SÃO JOÃO DA BARRA: Braz; Sassá, Ruan, Allan (Alê) e Wallace; Alex Sassá, Kaíque, Wellington Jacaré e Rondinelli; Lourival (Amaral) e Thiago Trindade (Bruno Farias). Técnico: Manoel Neto.

AMÉRICA FC:  Fernando, Daniel, Roberto Júnior (Jordan), PC e Nil; Vinícius, Júnior, Thiago Keller (Rafael Rebelo) e Jean; Bruno Andrade (Osmar) e Alexandro. Técnico: Antônio Carlos Roy.

Gol: Lourival aos 31 minutos do primeiro tempo

 

Fotos: Fabio Menezes

 

 

Caros amigos estive esta manhã na cidade de Paragominas/PA para visitar meu cunhado que faz faculdade de Engenharia Florestal lá (o maluco quer seguir meus passos) e para minha surpresa ele me falou de um novo clube na cidade. Mais que depressa me armei de minha câmara digital e fui a busca do mesmo.

Paragominas é a última das grandes cidades do Pará que ainda não havia se aventurado no profissionalismo do futebol. Esta história está mudando. Neste ano foi criado o Paragominas Futebol Clube que já nasce com um estádio novinho em folha ( o mais moderno do Pará) a Arena do Município Verde (apelido de Paragominas).

Todos estão imbuídos do projeto ter futuro, Prefeitura, empresários, Liga Municipal de Futebol, Federação Paraense, etc.

Arena do Município Verde

Nesta semana foi lançado o escudo oficial do Paragominas Futebol Clube. O Paragominas já pretende neste ano disputar a segunda divisão paraense, inclusive já está realizando peneiras e contratou o técnico Fran Costa, bastante conhecido do futebol paraense.

Como escudo de futebol pra mim nunca é demais, em conversa com torcedores do clube fiquei sabendo que já havia na cidade um clube chamado Paragominas Esporte Clube, fundado em 1979, mas que sempre foi amador. Segue o escudo do clube abaixo.

 

Fonte:  Arquivo Pessoal

 

Colômbia 0 x 4 Inglaterra

Amistoso Internacional
Data: 20/05/1970
Local: Estadio Nemesio Camacho-El Campin, em Bogotá
Público: 36.000
Árbitro: Iván de Jesús Barrios
Gols: Martin Peters 3´ 38´ Bobby Charlton 56´  Alan Ball 83´.
Colômbia: Otoniel Quintana; Arturo Segovia, Hermenegildo Segrera, Dario Lopez e Gabriel Hernández; Alfonso Canon e Oscar López; Oscar Garcia, Luis Carlos Paz (Alfredo Arango), Alejandro Brand e Jorge Gallego. Técnico: César López Fretes
Inglaterra: Gordon Banks; Keith Newton, Terry Cooper, Alan Mullery e Brian Labone; Bobby Moore e Francis Lee; Alan Ball, Bobby Charlton, Geof Hurst e Martin Peters. Técnico: Alfred Ernest Ramsey
________________________________________________________________
Equador 0 x 2 Inglaterra

Amistoso Internacional
Data: 24/05/1970
Local: Estádio Olimpico Atahualpa, em Quito
Público: 29.706
Árbitro: Alberto Tejada
Gols: Francis Lee aos 4´  Brian Kidd 75´.
Equador: Edwin Mejia; Lincoln Utreras, Carlos Campoverde, Enrique Portilla e Ramón Valencia; Jorge Bolaños e Walter Cárdenas; Washington Muñoz (Marcelo Cabezas), Patrício Peñaherrera, Polo Carrera (Tom Rodríguez) e Armando Larrea. Técnico: Ernesto Guerra Galarza
Inglaterra: Gordon Banks; Keith Newton, Terry Cooper, Alan Mullery e Brian Labone; Bobby Moore e Francis Lee (Brian Kidd); Alan Ball, Bobby Charlton (David Sadler), Geoff Hurst e Martin Peters. Técnico: Alfred Ernst Ramsey
_______________________________________________________________
Liga Deportiva Universitária(LDU) 1 x 4 Inglaterra B

Amistoso Internacional
Data: 24/05/1970
Local: Estádio Olimpico Atahualpa, em Quito
Público: Preliminar de Equador x Inglaterra
Gols: Jeff Astle aos 23´ 58´ 65´  Emlyn Hughes 80´(Ing); Barreto 85´(LDU)

LDU: Ruben Montoya; César Muñoz, Ivan Noboa, Eduardo Zambrano e Ramiro Tobar; Roberto Sousman e Santiago Alê; Gustavo Tapia, Oscar Barreto, Hernandez e Miguel Salazar

Inglaterra B: Peter Bonetti; Tommy Wright, Jackie Charlton, Norman Hunter e Emlyn Hughes; Nobby Stiles e Colin Bell; Peter Osgood, Jeff Astle, Allan Clarke e Peter Thompson. Técnico: Alfred Ernest Ramsey
Se preparando para o Mundial do México o English Team desembarcou na América do Sul para disputar alguns amistosos como preparação, os ingleses trouxeram duas seleções o time principal campeão mundial em 1966 e um time B que tinha Jackie Charlton no seu quadro.  A equipe inglesa se apresentou na Colômbia e no Equador.
Fontes: Arquivo Alsione Filho
Textos e Edição: Galdino Silva
mar 172012
 

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BONSUCESSO 8-3 CARIOCA
Competição: Torneio Preparatório
Data: 10/04/1932
Local: Estrada do Norte
Juiz: Virgílio Fedrighi
Gols: Gradim (4), Carlinhos (2), Cláudio e Miro; Raphael, Manoelzinho e Alcides.
BONSUCESSO: Durval; Cozinheiro e Heitor; Loló, Otto e Cláudio; Carlinhos, Prego, Gradim, Leônidas da Silva e Miro.
CARIOCA: Princeza; Ethero e Nilo; Waldemar (Nestor “Batistaca”), China e Alcides; Manoelzinho, Anthero, Raphael, Gentil e Jarbas.

Fontes: O Globo e Jornal do Brasil.

 

Por Carlos Henrinque.

A seleção de Zâmbia: A superação de uma seleção que há menos de duas décadas chegava ao fundo do poço com a tragédia que acometeu uma talentosa geração de jogadores e que em 2012 deu a volta por cima se consagrando definitivamente no futebol africano. A  Zâmbia é a atual
campeã da Copa Africana de Nações. Primeiramente vamos conhecer um pouco dos Chipolopolos, ou os “Balas de cobre” – o apelido da seleção de é decorrente do cobre ser o principal minério exportado pelo país.

A República de Zâmbia é um país localizado na África austral, cujo clima é o tropical e sua área é de 752.618 km², onde vivem cerca de 12 milhões de habitantes. No futebol, a Associação de Futebol de Zâmbia (FAZ na sigla em inglês) foi fundada em 1929 ainda como Rodésia do Norte, nome do país àquela época antes de sua independência, mas sua filiação à FIFA só veio ocorrer 35 anos depois, em 1964. Mesmo antes de se filiar à entidade máxima do futebol mundial, os zambianos já atuavam nos gramados. A estréia da seleção da Rodésia do Norte se deu em 1946 num amistoso contra a sua vizinha Rodésia do Sul com vitória por 4 a 0 fora de casa.

No período em que a então Rodésia do Norte era colônia britânica pouco se tinha informação a respeito do futebol praticado no país. Não havia uma liga formada, nem organização na estrutura futebolística. Somente a partir da independência, em 1964, é que o esporte começou a tomar corpo e galgar vôos mais altos no continente africano.

Antes de se tornar um país independente, a Zâmbia sequer era convidada ou participava dos qualificatórios para torneios internacionais. Somente a partir de 1970 é que o país começou a participar das eliminatórias para a Copa do Mundo e para a Copa Africana de Nações (CAN). Em 1974 já mostrava sua força conseguindo seu primeiro grande resultado: o vice-campeonato da CAN. Desde então a seleção zambiana vinha  lternando alguns bons resultados com outros ruins. Até hoje jamais conseguiu se qualificar para a disputa de um Mundial.
Entretanto, dentro do continente africano os resultados são mais que satisfatórios. Já participou 15 vezes da CAN, tendo obtido um vicecacmpeonato (1994), três terceiros lugares e em 2012 conseguiu o título continental ao bater a Costa do Marfim na grande final. Além disso ainda tem três títulos da COSAFA Cup (que reúne as seleções do sul africano) e dois da CECAFA Cup (com seleções do leste e do centro africano).

Contudo, até 1993 a história do futebol dos Chipolopolos ainda não era tão conhecida, até que uma tragédia praticamente dizimou toda uma promissora geração que estava surgindo. A seleção de Zâmbia ia enfrentar o Senegal pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1994 em Dakar e pegou um vôo num aeroplano Buffalo DHC-5D que partiu da capital Lusaka em 27 de abril daquele ano. Enquanto passava sobre a capital do Gabão, Libreville, eis que o avião cai no oceano Atlântico matando todos os 30 passageiros a bordo – incluindo as 25 pessoas que faziam parte da seleção entre jogadores e comissão técnica. Tempos depois as investigações concluíram que houve falha do piloto, que desligou o motor errado após detectar uma pane em outro equipamento. Acabava o sonho de uma geração que até bem pouco tempo atrás havia mostrado um bom futebol nos Jogos Olímpicos de Seul em 1988, surpreendendo até a tradicionalíssima Itália com uma sonora goleada de 4 a 0. O nome do jogo foi o atacante Kalusha Bwayla, então no Club Brugge da Bélgica, com 3 gols marcados.

Bwayla escapou por pouco de fazer parte da lista dos desaparecidos no acidente aéreo no Gabão, visto que por atuar na Europa (na época do acidente já defendia o PSV Eindhoven/HOL) foi autorizado a se apresentar à seleção apenas no Senegal e não estava no fatídico vôo. Quis o destino que Bwayla, um dos maiores artilheiros do selecionado com 33 gols em partidas oficiais, o que mais vezes atuou com a camisa nacional (100 vezes) e considerado o maior jogador da história do futebol de Zâmbia, desse a volta por cima juntamente com seus compatriotas 19 anos depois e no mesmo local do drama ocorrido. Como atual presidente da FAZ, o ex-atacante viu a seleção de seu país vencer o torneio continental
justamente em Libreville, no Senegal, há menos de 1 km do local do acidente, quase 19 anos depois da tragédia. Após as cobranças de pênaltis que decidiram o título em favor dos “Bala de Cobre”, a emoção tomou conta de jogadores e torcedores, que homenagearam de diversas formas os profissionais mortos em 1993. Mais uma bonita história de superação no esporte para ser contada. Parabéns à seleção de Zâmbia pelo feito inédito.

As estatísticas da seleção que viveu o drama e o auge num intervalo em duas décadas.

FOOTBALL ASSOCIATION OF ZAMBIA

* Fundação: 1929, em Lusaka/ZAM (então Rodésia do Norte)

* Confederação: CAF (Confederação Africana de Futebol)

* Presidente: Kalusha Bwayla

* Apelido: Chipolopolo (Balas de cobre)

* Treinador: Hervé Renard * Uniformes: Camisas e meiões laranjas com detalhes verdes e calções verde com detalhes laranjas (titular); Camisas verdes com listras horizontais em amarelo, preto e laranja na parte esquerda, calções pretos e meiões verdes (reserva)

* Títulos (6): CECAFA Cup (1984 e 1991), COSAFA Cup (1997, 1998 e 2006) e Copa Africana de Nações (2012)

* Primeira partida internacional: Rodésia do Sul 0 X 4 Rodésia do Norte em Salisbury em 1946

* Maior vitória: Zâmbia 9 X 0 Quênia, em Lilongwe/MLU (13.11.78)

* Maior derrota: RD Congo 10 X 1 Zâmbia, em Kinshasa/RDC 22.11.69)

* Maior artilheiro:Godfrey Chitalu (76 gols entre 1968 e 1980)

* Jogador que mais atuou:Kalusha Bwayla (100 jogos de 1983 e 2004)

* Principais jogadores:Kalusha Bwayla, Godfrey Chitalu, Bernard Chanda, Obby Kapita, Simon Kaushi,
Joseph Mapulanga, Christopher Katongo e Emmanuel Mayuka

Fonte: Futebol: uma história para contar

 

 

 

de Jose Renato

Ao longo das edições do Campeonato Brasileiro, muitas vezes o regulamento foi mudado durante a competição, quando não foi simplesmente ignorado. Segundo o levantamento que fiz, 45 equipes já foram beneficiadas, direta ou indiretamente, por estas modificações. São as tristes e famosas “Viradas de Mesa”.
América MG Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)
América RJ Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

América RN Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Americano Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Anapolina Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Bahia Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

Bandeirante DF Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Bangu Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Botafogo RJ Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Botafogo SP Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Bragantino Ao se classificar em último lugar, entre os 24 participantes do Campeonato Brasileiro de 1996, deveria ter sido rebaixado, no entanto, a CBF alegou a existência de problemas relacionados à arbitragem e cancelou o rebaixamento.

Brasil RS Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Caxias RS Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Ceará Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto doGrêmio)

Central PE Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Comercial MS Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Coritiba Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Criciúma Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que  aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

CSA Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Desportiva ES Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Figueirense Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Fluminense Ao ficar em penúltimo lugar entre os 24 participantes do Campeonato Brasileiro de 1996, deveria ter sido rebaixado, no entanto, a CBF alegou a existência de problemas relacionados à arbitragem e cancelou o rebaixamento.

Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde tinha conseguido acesso ao ser  campeão da Terceira Divisão em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

Fortaleza Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Goiás Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Goiatuba Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Grêmio O Regulamento do Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 1992 previa o acesso de apenas duas equipes, no entanto, com uma fraca campanha durante a Primeira Fase, o Grêmio foi beneficiado pela mudança do regulamento que passou a classificar 12 equipes para a Primeira Divisão de 1993.

Joinville  Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Juventude De acordo com o regulamento do Campeonato Brasileiro de 1999, que considerava a média de pontos, o Juventude teria sido rebaixado, no entanto, a confusão provocada pelos problemas que envolveram a falsificação de documentos do jogador Sandro Hiroshi, permitiu que seu rebaixamento fosse cancelado.

Marcílio Dias Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Nacional AM Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Náutico Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986,o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Paraná Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato rasileiro de 2001.

Paysandu Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Ponte Preta Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1996 foi cancelado.

Remo Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Ríver PI Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Santa Cruz Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986,o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Santos Em 1982, o Santos ficou apenas em décimo no campeonato paulista que era classificatório para o campeonato brasileiro. Deveria disputar a Taça de Prata em 1983, no entanto, o critério para definição dos participantes foi deixado de lado, e o Santos foi convidado a disputar a Taça de Ouro de 1983, quando chegou a um surpreendente vice-campeonato.

São Caetano Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Sergipe Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Serra ES Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Sobradinho Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986,o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

União São João Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Vasco da Gama O regulamento do Campeonato Brasileiro de 1974 previa que a final do campeonato teria como mandante a equipe com melhor campanha ao longo de todo o campeonato. No caso o jogo seria no Mineirão, uma vez que o Cruzeiro tinha a melhor campanha, no entanto a equipe mineira foi punida, devido problemas ocorridos em um jogo anterior realizado no Mineirão frente o próprio Vasco da Gama. A CBD
(atual CBF) não apenas tirou a partida final do Mineirão como colocou no Maracanã, isto é, o regulamento foi ignorado.

O mesmo fato ocorrido com o Santos aconteceu com o Vasco em 1983, quando ficou em nono no estadual daquele ano e foi “levado” para a Taca de Ouro de 1984, quando também conquistou o vice-campeonato.

Na Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o regulamento previa a classificação de 6 equipes em cada um dos grupos que contava com 11 participantes. A equipe carioca fazia má campanha e inúmeras manobras foram feitas tendo em vista punir outras equipes, com perda de pontos, entre elas o Joinville e a Portuguesa. A solução foi aumentar o número de equipes classificadas, o que significou a classificação do Vasco para a Segunda Fase.

Villa Nova MG Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000

 

Fonte:José Renato(Memória do Futebol)

 

Aos seres pensantes, convido para ler uma reportagem postada, nesta sexta-feira (16/03/12), no Site UOL sobre um absurdo. O governo federal vai liberar R$ 100 milhões para a reforma e ampliação do estádio Flamarion Vasconcelos, na cidade de Boa Vista, capital de Roraima. Inaugurado em 2006, a média de público de 50 pagantes, o estádio com capacidade para 14.500 pessoas é mais um dos desperdícios de grana nesse país.

 

 

Só posso concluir uma coisa: desemprego; salário baixo; o caos no trânsito, hospitais, escolas e criminalidade não fazem parte da vida do brasileiro!

 

Link: http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2012/03/16/com-media-de-50-pagantes-por-jogo-rr-ganha-r-100-mi-do-governo-para-reformar-estadio.htm

Foto: Divulgação

 

Quando o assunto é o futebol amazonense, um nome de um craque da crônica jornalística aparece em destaque: Carlos Zamith. Natural de Manaus (AM), Carlos Zamith, 76 anos, é jornalista há mais de 50 anos, e possui a Coluna Baú Velho no Jornal A Critica, aos domingos, há 32 anos. Como as histórias do futebol nortista ainda são pouco conhecidas, eu tentarei colaborar como elo. Uma das histórias mais interessante e engraçada está nos Apelidos.

Por: Carlos Zamith

Os times de futebol principalmente os do interior do Estado do Amazonas e igualmente os dos subúrbios, sempre foram pródigos em colocar apelidos em seus jogadores, alguns estranhos sem meios até de justificar o porquê da alcunha, mas outros perfeitamente adaptados à pessoa.

No futebol de Manaus, como nos de outros centros, a regra não ficou prá trás. Aqui como lá apareceram apelidos estapafúrdios, alguns até com nomes de bichos e a maioria dos antigos jogadores ainda carregam nas costas a alcunha às vezes sem saber como surgiu.

Tenho em meus arquivos escalações dos times locais e resolvi dar uma olhadela nos apelidos dos jogadores até os dias atuais e confesso encontrei muitos que já tinham se afastado de minha lembrança. Achei um espaço vago nas minhas atividades para fazer uma relação daqueles que considero realmente os mais esquisitos.

 

CAMPEÃO DE APELIDOS

Um detalhe que me deixou mais animado para a pesquisa foi quando deparei com um time do Sul América, cuja linha de ataque, em 1962, era formada por Tapioca, Torrado, Limão e Azedo. Essa ofensiva jogou contra o Bangu, do Rio, na abertura da temporada do time carioca, no mês de fevereiro, no Parque e lá atrás ainda tinha o Carrapeta.

O técnico banguense, o velho Gradim, quando ouviu o repórter fornecer a formação do ataque do Sul América, chegou a esboçar um leve sorriso. No final do jogo ele demonstrou interesse pelo atacante Torrado, não só pelo seu porte físico, como pelo bom futebol apresentado nesse jogo, embora a vitória tenha sido fácil para o Bangu, por 4 a 0.

ZÉ ESTRAGADO

Ainda no Sul América, na década de 60, apareceu um atacante com o apelido de Zé Estragado, (antes jogava com o nome de Zé Costa) que arrasou o Fast Clube no campeonato de 63, marcando dois belos gols da vitória de 3 a 0 de seu clube, mas a sua trajetória foi curta. Ainda hoje ele é assim conhecido no bairro de São Raimundo. Não chegou a ser um craque, mas sabia marcar gols e deu boas vitórias ao seu clube. Na certidão, ele é o cidadão José da Costa Pereira.

O apelido nasceu quando ele ainda era garoto. O ponteiro esquerdo Tota, do mesmo clube (já falecido), fabricava bonitos papagaios de papel e Zé Costa saía pelo bairro a vendê-los, mas sempre trazia a sobra danificada, com rasgos e talas quebradas, numa total bagunça fato que aborrecia muito o “fabricante” e por isso ganhou o apelido.

 

JÁ MORREU

Outro estranho apelido era um de jovem que também jogava pelo Sul América, nascido no bairro e com algumas passagens pelo time titular. Era conhecido por Já Morreu, um tipo que parecia estar sempre sonolento, quase sem ânimo para nada, do tipo “devagar que estou com pressa”.

 

MARTELO

No mesmo período, surgiu outro jogador com um estranho apelido e que ficou durante uma semana em cartaz nos jornais. O Olímpico, que era dirigido pelo sargento do Exército, Hélio Lentz, vinha jogando o campeonato com um time bem ajustado e, segundo seu treinador, o sistema por ele adotado, tinha o nome de “Ferrolho”.

Era difícil o adversário passar pela defesa do Olímpico. Perdia para os melhores times por escores apertados, na base de 1 a 0 ou 2 a 1, tamanha era a marcação cerrada adotada pelos defensores.

Pois bem, um dia jogaram Olímpico e Sul América, pelo campeonato oficial. O Sul América apresentava um centroavante com o apelido de Martelo descoberto por acaso numa “pelada”. Venceu o jogo com dois gols dele, Martelo. No dia seguinte, a manchete de O Jornal era esta: “Martelo quebrou o ferrolho”.

 Fotos: Arquivo pessoal Carlos Zamith

 

 

Precisando somar pontos no Campeonato da Série B, o Serra Macaense enfrenta o Artsul, às 15h30, no Estádio Nivaldo Pereira, Nivaldão, no Distrito de Austin, em Nova Iguaçu (Baixada Fluminense do Rio). A partida é válida pela última rodada do primeiro turno da fase inicial da Segundona.  

Ocupando a sétima colocação no Grupo A, com 11 pontos, o time comandado pelo técnico Valdo precisa buscar a vitória fora de casa para não se afastar do G5, zona de classificação à segunda fase. O Artsul, que vem de goleada sobre o Mesquita, soma 15 pontos e está na quinta colocação.

 Como não precisou entrar em campo na rodada passada, já que a equipe do Teresópolis foi eliminada da competição, o Serra Macaense ganhou cerca de dez dias de preparação para o duelo deste sábado. A comissão técnica aproveitou o tempo disponível para aprimorar não só a parte técnica, como também o condicionamento físico dos atletas. 

O técnico do Serra Macaense, Valdo (camisa21) orientando o time

A equipe ainda não terá o volante Dos Santos e o atacante Anderson Manga. O primeiro cumpre o último jogo de suspensão da punição imposta pelo TJD-RJ. Já o atacante ainda espera a realização de alguns exames para saber se será necessário o procedimento cirúrgico no ombro. O atleta ainda sente o local: “Só em levantar o braço dói muito. Qualquer movimento eu sinto muita dor”, revelou.

 Com a ausência de Manga, o atacante Cleiton da equipe sub-20, foi novamente integrado ao elenco profissional e poderá ser a surpresa para a partida.

 Preliminar terá duelo de líderes na categoria sub-20

 Tão quente como o jogo de fundo, a partida preliminar na Baixada Fluminense promete fortes emoções. Serra e Artsul dividem a liderança do grupo com 21 pontos, e o alviverde macaense ainda defende a invencibilidade na competição. O time do técnico Júlio César é o único do grupo que ainda não sabe o que é derrota. Foram seis vitórias e três empates até o momento.

ARTSUL    X   SERRA MACAENSE

Local: Estádio Nivaldo Pereira, Nivaldão, no Distrito de Austin, em Nova Iguaçu

Data/Hora: 17/03/2012 – 15h30

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo

Auxiliares: Tarsio Monteiro Lago e Paulo Vítor Paladino Carneiro

SERRA MACAENSE: Lucas, Índio, Negueti, Marins e Rodrigo; Vandinho,Tiago Pedra(Gaúcho), Tenente e Diogo; Michel e João(Cleiton). Técnico: Valdo Cândido

ARTSUL FC: Dida, Bruno, Alexandre, Jonathan e Jofre; Pedro, Gustavo, Wladimir e Paulo Roberto; Flávio e Diego. Técnico: Roberto de Bragança


Foto: Renato Carvalho

 

 

O Jeonbuk Hyundai Motors FC, do meio-campista Eninho e do atacante Luiz Henrique, defende a invencibilidade no Campeonato Coreano da 1ª Divisão – 2012, a K-League, enfrentando o Chunan Dragons, neste sábado (17/03/12), às 15 horas (hora local) e 03 horas (de Brasília), no Jeonju World Cup Stadium, na cidade de Jeonju, Coréia do Sul, pela quarta rodada do turno da fase inicial.

 “Espero mais um jogo difícil, o Chunan Dragons é uma equipe que marca muito, mas, temos que impor o nosso ritmo de jogo atuando na nossa casa. Cada jogo vai ser mais difícil para nós, já que todos querem nos vencer por sermos os atuais bicampeões”, relata Eninho, que se empenhou bastante nas cobranças de faltas durante os treinamentos desta semana.

 “O Dragons vai vir para complicar, mesmo realizando uma campanha irregular até este momento, já que o estilo de jogo deles é de muita correria no meio-de-campo e marcação forte. Mas, o nosso time está bem e, atuando dentro de casa, temos que pensar exclusivamente na vitória para manter o bom momento no Campeonato Coreano”, acrescenta Luiz Henrique.

O meio-campista Eninho treinou bastante as cobranças de falta

 No seu compromisso mais recente, o Jeonbuk Hyundai Motors FC bateu o Daejeon Citizen FC, por 1 a 0; enquanto que o Chunan Dragons, que aparece na 14ª colocação na classificação geral com um ponto (01 empate e 01 derrota), ficou no empate, 0 a 0, com o Gangwon.

 Foto: Divulgação

 

Atacante Somália é a esperança de gols do Boavista

De olho na classificação às semifinais da Taça Rio, o Boavista encara os cinco jogos restantes do turno como um novo campeonato. Para isso, o objetivo é conquistar o máximo de pontos em disputa, de preferência atingir os 100% de aproveitamento nestas partidas. E o primeiro desafio será neste domingo, às 16h, contra o Nova Iguaçu, em Saquarema. A partida marcará a estreia do técnico Andrade no estádio Eucy Resende.

“Esse jogo vai ser o inicio de uma caminhada. Teremos cinco jogos para concretizar o objetivo que traçamos quando cheguei ao clube, que é disputar a semifinal da Taça Rio. Espero que a nossa torcida compareça e nos ajude a vencer”, disse Andrade, que poderá escalar Ruy e Marlon no time titular.

Experiente, Ruy aguarda com tranquilidade a confirmação do treinador. “O importante é que temos um grupo qualificado. Quem entrar em campo fará um bom papel. Mostramos isso contra o América-MG, quando perdemos a classificação na Copa do Brasil por muito pouco. Agora voltamos nossa atenção para o Carioca, começando pelo confronto com o Nova Iguaçu. Será difícil, mas até o dia do jogo veremos vídeos para sabermos em detalhes como eles jogam”, afirmou Ruy.

Ué? Já vai?

Mal chegou ao Boavista, e o goleiro Diego acertou sua transferência para o Avaí (SC) e já se apresentou ao time catarinense. “Embora tenha ficado pouco tempo no Boavista, agradeço a oportunidade. Fui muito feliz no clube e saio de forma amigável, deixando as portas abertas para um possível retorno”, concluiu Diego.

Boavista: Thiago, Sheslon, Bruno Costa, Luiz Alberto, Paulo Rodrigues, Júlio Cesar, Leandro Teixeira, Ruy e Tony; Marlon e Somália. Técnico: Andrade.

 

 

A octogenária Sociedade Egipciense Futebol Clube fica na Rua 25 de agosto, no município de São José do Egito, no estado de Pernambuco. Fundado em 1931, o time só teve duas experiências no futebol profissional.

Há dez anos, a Egipciense disputou o Campeonato Pernambucano da Série B em 2002 (terminou na terceira posição) e, em 2007, disputou a Copa do Interior. De 2009 pra cá, o time investe nas categorias de base de 9 a 14 anos. Estádio Francisco Pereira (Capacidade: 5 mil pessoas).

 

O Gracianauto Futebol Clube foi uma agremiação fundada em Araraquara, na década de 1960. O proprietário de uma empresa se chamava Graciano R. Affonso (cidadão de destaque e muito prestígio na sociedade araraquarense), e o ramo de atividade era agência de automóveis; daí… juntaram Graciano e auto, resultando no nome que o clube recebeu: Gracianauto. Até hoje existe essa agência de veículos na Avenida 7 de Setembro, ao lado da igreja de Nossa Senhora do Carmo, no bairro do Carmo, mas com outros proprietários. Recebendo o maior apoio da empresa, o clube fundado destacou-se no cenário do amadorismo da cidade.

Escudo: Gracianauto F. C.

Começando pela Segunda Divisão Amadora da Liga Araraquarense de Futebol, o time azul e branco obteve o vice-campeonato em 1965. No ano seguinte, sagrava-se campeão, adquirindo o direito de disputar, em 1967, o certame lafeano da Primeira Divisão.
Em 1969, o Gracianauto desenvolvia sugestiva campanha, terminando a competição em 3º lugar.
Em 1970, levantou o Torneio-Início da Primeirona.
O ano de 1971 marcou as maiores conquistas do Gracianauto. Levantou a Taça Cidade de Araraquara; foi campeão da Taça A Gazeta Esportiva; e tornou-se vice-campeão do Campeonato Amador da LAF.
A final da Taça A Gazeta Esportiva de 1971 foi realizada no Estádio Municipal de Araraquara, entre Gracianauto Futebol Clube e Associação Ferroviária de Esportes (AFE). Contra o forte quadro amador da Ferroviária, o Gracianauto conseguiu igualar-se no marcador, no tempo regulamentar: 0 a 0. Na disputa de pênaltis, levou a melhor, erguendo o troféu da importante competição amadora.
Na oportunidade, o Gracianauto apresentou a seguinte formação: Laerte; Pastori, Fermentão, Wilsinho e Roberto; Pedrinho e Nelsinho; Osvaldo, Tim, Zé Carlos e Hudson.

 

Wilson Carrasco defendeu o Gracianauto

Wilson Carrasco

Entre os jogadores que desfilaram sua técnica e bom futebol no Gracianauto, destaque-se o nome de Wilson Carrasco, profissional competente que se destacou, na década de 1980, em clubes do interior paulista, entre eles a Ferroviária de Araraquara e o Botafogo de Ribeirão Preto, despertando o interesse de grandes clubes. Defendeu posteriormente a Portuguesa, o Sport, o Santa Cruz, o Cruzeiro, entre outros clubes.

Fonte:
Museu do Futebol e Esportes de Araraquara (Arena Fonte Luminosa)
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Atual

Pelas minhas andanças, pesquisando novas histórias, me deparei com uma foto intrigante, cujo texto dizia: “Petropolitano Foot-Ball Club – Campeões de 1927 – 2º Team”. 

 Contudo, ao confrontar os dados, as peças não se encaixavam, uma vez que em 1927, o Sport Club Internacional foi o campeão Municipal de Petrópolis ( o Petropolitano terminou na 3ª posição). Já no Campeonato Fluminense o campeão foi Grupo de Regatas Gragoatá, de Niterói (nessa competição, o Petropolitano sequer participou).

 Então recorri aos conhecimentos do Historiador e Pesquisador Auriel de Almeida, que esclareceu. Naquela época o “2º  Team”, no amadorismo, queria dizer ‘reservas’. Naquela época não tinha substituição, então quem não era escalado jogava uma partida preliminar, chamada ‘Segundos Teams’ ou “Segundos Quadros”.

Escudo de 1927

 Existia uma classificação paralela e o campeonato de segundos teams também valia taça. Eventualmente os times tinham até terceiros teams, de tantos jogadores e sócios.  Assim, o Petropolitano foi o Campeão do Campeonato de Petrópolis de 1927. Além disso, pela qualidade da foto fica comprovado que levantar a taça no 2º Team tinha uma importancia para o clube. 

Não confundir com ‘Aspirantes’, que eram atletas novos, que tinham ultrapassado a idade de juvenis, mas não tinham espaço no time principal. Jovens adultos, pode-se dizer que eram times Sub-23, e tentavam mostrar serviço no time de aspirantes almejando chegar ao principal (daí o nome, aspirar e almejar são sinônimos).

 

Maior artilheiro e jogador que por mais vezes vestiu a camisa do clube que tem menos de três anos de fundação, coube ao experiente Rondinelli (foto) marcar o centésimo gol da história do Esporte Clube São João da Barra no último dia 10, na partida em que a equipe derrotou o Juventus por 3 a 2. 

Na ocasião, o jogador abriu o marcador com um gol olímpico, fato repetido na semana seguinte quando assinalou o tento de sua equipe no empate com o Sampaio Correa.

No dia em que completará 34 anos, Rondinelli receberá placa alusiva ao feito e será merecidamente felicitado pelo poder público municipal, comissão técnica e companheiros de equipe. 

Ainda sem pensar em encerrar a vitoriosa carreira, o jogador está muito motivado para enfrentar o America, em partida que pode devolver a liderança do grupo à equipe do Norte Fluminense.

“Estou muito feliz, acima de tudo, pela homenagem ser na minha cidade e diante do torcedor que tem apoiado o time na caminhada rumo à Série A.  Tenho grande orgulho por vestir a camisa do time da cidade em que nasci e pela minha família que sempre deu grande contribuição ao esporte sanjoanense (Rondinelli é sobrinho de Jorge Sena, ex-atacante de São Cristóvão, Palmeiras, Bahia, Vitória e Atletico de Madri, e primo de Leandro Sena, que também atuou na Espanha, Goytacaz, Americano e hoje é gerente de futebol do América de Natal.  Com os dois, participou da campanha do time que subiu à Série B em 2010). É um momento bonito da minha carreira, sem dúvida, mas minha preocupação realmente é o jogo e a possibilidade de voltar a assumir o primeiro lugar e embalar de vez no returno”, garantiu o jogador.

Sem a equipe definida para o encerramento do turno, o treinador Manoel Neto afirma que a partida contra o America tem tudo para ser um dos melhores confrontos da competição e que pode ser decidida em detalhes, dada a qualidade do adversário, que também busca a permanência nas primeiras colocações.

“Espero que a homenagem faça bem ao Rondinelli e o inspire ainda mais, até porque vamos precisar muito do seu talento indiscutível.  Conheço por ter trabalhado com a maioria dos jogadores americanos que são muito bem comandados por quem conhece bastante a Série B (Antônio Carlos Roy) e sei das dificuldades que encontrarei sábado.  Toda atenção será necessária para sairmos com os três pontos e também fazer a nossa homenagem ao Rondinelli que merece a vitória como presente de aniversário”, disse o técnico sanjoanense.

Foto: Fábio Menezes/ASCOM ECSJB

 

A fase oscilante do Flamengo em 2012 pode ser avaliada por diversas razões: troca de treinador, Ronaldinho Gaúcho que não está jogando o futebol esperado, Deivid que ainda não apresentou o seu estilo ‘matador’… Contudo, para boa parte da Nação Rubro-negra o problema está na ausência do Maracanã. 

Centenário do Flamengo

A mística de jogar no templo sagrado do futebol mundial sempre andou de mãos dadas com o Flamengo. Uma história entrelaçada entre amor, ódio e paixão, o Clube da Gávea é o único time que possui a marca de ter conquistado mais de Mil vitórias no Estádio Mario Filho, conhecido carinhosamente por Maracanã.

 No passado, foi palco da final da Copa do Mundo de 1950 e no futuro novamente será realizada a grande decisão de 2014. Nesse gramado, passaram craques como Zizinho, Ademir Menezes, Didi, Gérson, Rivellino, Romário, Ronaldo Fenômeno, Kaká, Garrincha e Pelé, sem contar com gênios de outros países como Puskas, Beckenbauer, Maradona, entre tantos.  

Flamengo enfrentando o Santos de Clodoado em 1971

 O Clube de Regatas Flamengo colocou de vez o seu nome na história do Maracanã ao se tornar o primeiro time a chegar a 1.000 vitórias, ao derrotar o Internacional, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro de 2009.  O Rubro-Negro precisou de 59 anos conquistar uma marca histórica. Desde o seu primeiro, numa tarde de domingo no dia 23 de julho de 1950, quando venceu o Bangu, num amistoso, por 3 a 1, com dois gols de Aloísio e um de Lero. Naquela época o Flamengo jogou com: Cláudio (Antoninho), Juvenal, Bigode, Biguá, Bria, Valter, Aloísio, Arlindo (Hermes), Hélio, Lero e Esquerdinha. Técnico: Gentil Cardoso.

 

No Maracanã, o gol de Nunes, que deu o primeiro título Brasileiro de 1980

 

Ao longo de quase seis décadas, o Flamengo jogou no Maracanã 1.902 vezes. Foram 1.020 vitórias (aproveitamento de 53,6%), 473 empates (24,9%) e 409 (21,5%). Ou seja, o Rubro-negro em 59 anos, conquistou 78,4% dos pontos jogando no Estádio Mario Filho, Maracanã.

Novamente no Maraca... O gol de Leandro, no 3 a 0 em cima do Santos, deu o Tri Brasileiro de 1983

 Maracanã colaborou para o Fla ter a Maior Torcida do Mundo

A FIFA quando divulgou a lista atualizada com as maiores torcidas do mundo, ninguém teve dúvida em aponta o Estádio Mario Filho, Maracanã como um responsável direto. Afinal, nos últimos 60 anos, o estádio abriu milhares de jogos do Flamengo com públicos com mais de 100 mil pessoas. E assim, a paixão pelo clube foi se espalhando pelo Rio de Janeiro, Brasil e o mundo.    

As maiores torcidas do Mundo:
1 – Flamengo (BRA) – 33 milhões
2 – Chivas (MEX) – 30,8 milhões
3 – América (MEX) – 26,4 milhões
4 – Corinthians (BRA) – 24 milhões
5 – Boca Juniors (ARG)- 16,4 milhões
6 – Juventus (ITA) – 16,3 milhões
7 – São Paulo (BRA) – 15,3 milhões
8 – Milan (ITA) – 13,4 milhões
9 – Cruz Azul (MEX)- 13,2 milhões

 

 Bonsuça foi o 1º adversário no Maracanã

O primeiro jogo numa competição oficial aconteceu no dia no domingo do dia 30 de julho, pelo Torneio Início, quando o Flamengo venceu o Bonsucesso por 1 a 0, gol de Hélio. O time atuou com: Antoninho, Biguá, Juvenal, Newton, Bria, Valter, Esquerdinha, Aloísio, Hélio, Lero e Eliézer. Técnico: Jayme de Oliveira.

A relação estreita entre o Flamengo e o Maracanã pode ser comparada no antes e depois da sua construção. Antes de 1950, o Rubro-Negro fora campeão Estadual do Rio dez vezes. De lá pra cá, já são 21 títulos. Sem contar os cinco troféus do Brasileirão (1980, 82, 83, 87 e 92); dois da Copa do Brasil (1990 e 06); uma Copa Mercusul (99); um Torneio Rio-São Paulo (61); uma Taça Libertadores (1981); um Mundial Interclubes (81), entre tantos títulos na sala de troféus do clube da Gávea. Por um currículo como este, além de ter a maior torcida do mundo.

 

Bebeto, sendo abraçado por Zico, fez o gol do tetra, 1 a 0 no inter-RS, no Maracanã

 

 

Galinho o goleador máximo

“Ô meu Mengão, eu gosto de você… Quero cantar ao mundo inteiro, a alegria de ser Rubro-negro!”. Durante 59 anos, sempre que o Flamengo entrou em campo ouviu esse refrão da torcida rubro-negra. E ninguém encarnou tanto o manto sagrado do que Zico. Aliás, Flamengo, Maracanã e o Galinho de Quintino fizeram uma tabelinha que culminou com um golaço de placa. Desde a sua fundação ninguém fez mais gols no Estádio Mario Filho do que Artur Antunes Coimbra, Zico, que entre a sua estreia no dia 29 de julho de 1971 até 6 de fevereiro de 1990, marcou 334 gols, jogou 435 partidas (320 como profissional, 18 Seleção Brasileira, 13 categorias de base Flamengo), o que dá a excelente média de 0,8 gol por jogo.

 

 

Junior comemora o gol no primeiro jogo da decisão: 3 a 0, no Maracanã. Depois o empate de 2 a 2 foi o suficiente para chegar ao Penta de 1992

 

Fã e ídolo ‘só não fizeram chover’

Na gíria do futebol, quando citamos que um jogador só não fez chover’ quer dizer que ele realizou uma partida brilhante. Então, o que diríamos de Zico e seu ídolo Dida, que fizeram seis gols em só jogo? Os dois jogadores até hoje são os maiores recordistas em um só jogo vestindo a camisa rubro-negra no Maracanã.

 

 O primeiro a fazer história foi o meia Dida, que no domingo do dia 24 de agosto de 1958, pelo Campeonato Carioca, ajudou o Flamengo golear o Olaria por 8 a 0, no Maracanã, marcando seis gols. Babá e Henrique completaram o placar. Sob o comando de Fleitas Solich, o time foi: Fernando, Joubert, Tomires, Jadir, Milton Copolilo, Ailton, Joel, Moacir, Henrique, Dida e Babá.    

  Então, 21 anos depois, o fã de Dida, igualou o mestre. Na noite de quinta-feira do dia 29 de março, pela segunda rodada do Carioca Especial de 1979, o Flamengo arrasou o Goytacaz por 7 a 1, com Zico marcando seis gols. O time que jogou foi: Cantarelli, Toninho, Rondinelli (Nélson), Manguito e Júnior; Andrade, Tita e Zico; Reinaldo, Cláudio Adão e Júlio César. Técnico Cláudio Coutinho. 

Vitória por 4 a 2 no Flu, deu o título Carioca de 1991, no Maracanã

 A maior goleada no Maracanã

Nesses 1.859 jogos, a maior goleada aplicada pelo Flamengo aconteceu pelo segundo turno do Campeonato Carioca de 1956. Na tarde de sábado do dia 27 de outubro, o Rubro-Negro goleou o São Cristóvão por inapeláveis 12 a 2, no Maracanã. Os destaques da partida foram os atacantes Índio e Evaristo de Macedo, que marcaram quatro e cinco gols respectivamente. Completaram o marcador: Luís Roberto, Paulinho e Joel. O time foi: Ari, Tomires, Pavão, Milton Copolilo, Luís Roberto, Jordan, Joel, Paulinho, Índio, Evaristo e Zagallo. Técnico: Fleitas Solich.

 

 

O auge da geração de Ouro do Flamengo de 1981

 

 

 História do Maracanã:

O Estádio Mario Filho, Maracanã foi construído para realização da Copa do Mundo de 1950 no Brasil, por determinação do presidente da Republica Eurico Gaspar Dutra. O nome do estádio é uma homenagem ao bairro onde foi construído, o Maracanã (que em tupi-guarani é o nome de um pequeno pássaro verde), porém em 1966 o governador do estado, o Marechal Paulo Francisco Torres resolveu homenagear o jornalista Mário Filho (Rubro-Negro) e irmão do tricolor e dramaturgo Nelson Rodrigues, rebatizando o estádio como Estádio Jornalista Mário Filho. 

 

Dados do estádio:

Nome Oficial: Estádio Jornalista Mário Filho

Endereço: Avenida Maracanã s/nº – Maracanã – Rio de Janeiro (RJ)

Capacidade: 200.000 mil pessoas (inicial) atualmente após várias obras e determinações de segurança sua capacidade foi reduzida para 90 mil pessoas.

 Primeiro jogo e gol do estádio: 16//06/1950 – Seleção Carioca 1×3 Seleção Paulista -  Primeiro gol: Didi  (Seleção Carioca).

 ÚLTIMO JOGO: 05/09/2010 – Flamengo 0 x 0 Santos – Brasileirão.

 

JOGOS: 1.902

VITÓRIAS: 1.020    (53,6%)

EMPATES:  473      (24,9%)

DERROTAS: 409   (21,5%)

 

Fotos: Acervo Jornal dos Sports

 

A decisão do Brasileirão que reuniu maior público foi a de 1983, entre Flamengo e Santos, no Maracanã, com 155.253 pessoas  vendo o Mengão levantar o tricampeonato ao fazer o placar de 3 a 0.

O segundo maior público também pertence ao rubronegro carioca e aconteceu em 1980, no jogo Flamengo 3 x 2 Atlético-MG, no primeiro título do Flamengo. Foram 154.355 torcedores, número bem próximo daquele de 1983.

Maracanã Lotado

Sete decisões tiveram público centenário. Os três maiores públicos ocorreram na década de 1980, que poderia ser chamada de década das multidões. Os cinco maiores públicos aconteceram no Maracanã.

Eis a classificação das 41 decisões do Brasileirão, de 1971 a 2011, por público registrado:

 1º – Flamengo 3 x 0 Santos  (1983) – 155.253

2º – Flamengo 3 x 2 Atlético-MG (1980) – 154.355

3º – Fluminense 0 x 0 Vasco da Gama (1984) – 128.781

4º – Flamengo 2 x 2 Botafogo (1992) – 122.001

5º – Vasco da Gama 2 x 1 Cruzeiro (1974) – 112.933

6º – Atlético-MG 0 x 0 São Paulo (1977) – 102.974

7º – Corinthians 1 x 0 São Paulo (1990) – 100.858

Panorâmica: Morumbi lotado

8º – São Paulo 0 x 1 Grêmio (1981) – 95.106

9º – Bangu 1 x 1 Coritiba (1985) – 91.527

10º – Vasco da Gama 0 x 0 Palmeiras (1997) – 89.200

11º – Palmeiras 2 x 0 Vitória (1993) – 88.644

12º – Flamengo 2 x 1 Grêmio (2009) – 84.848

13º – Internacional 2 x 0 Corinthians (1976) – 84.000

14º – Internacional 1 x 0 Cruzeiro (1975) – 82.568

15º – Internacional 0 x 0 Bahia (1988) – 79.598

16º – Corinthians 2 x 3 Santos (2002) – 74.592

17º – Cruzeiro 2 x 1 Paysandu (2003) – 73.141

18º – São Paulo 0 x 1 Vasco da Gama (1989) – 71.552

19º – São Paulo 3 x 0 América-RN (2007) – 69.874

20º – São Paulo 1 x 1 Atlético-PR (2006) – 68.237

21º – Palmeiras 0 x 0 São Paulo (1973) – 66.549

22º – Grêmio 0 x 1 Flamengo (1982) – 62.256

23º – Palmeiras 0 x 0 Botafogo (1972) – 58.287

24º – Corinthians 2 x 0 Cruzeiro (1998) – 57.230

25º – Corinthians 0 x 0 Atlético-MG (1999) – 57.000

26º – Internacional 2 x 1 Vasco da Gama (1979) – 54.659

27º – Goiás 3 x 2 C orinthians (2005) – 48.978

28º – Botafogo 0 x 1 Atlético-MG (1971) – 46.458

29º – Grêmio 2 x 0 Portuguesa (1996) – 42.587

30º – Fluminense 1 x 0 Guarani (2010) – 40.905

31º – Guarani 3 x 3 São Paulo (1986) – 37.370

32º – Corinthians 0 x 0 Palmeiras (2011) – 36.708

33º – Santos 2 x 1 Vasco da Gama (2004) – 36.426

34º – Palmeiras 1 x 1 Corinthians (1994) – 35.217

35º – Vasco da Gama 3 x 1 São Caetano (2000) – 31.761

36º – Santos 1 x 1 Botafogo (1995) – 28.488

37º – Guarani 1 x 0 Palmeiras (1978) – 27.086

38º – Sport 1 x 0 Guarani (1987) – 26.282

39º – São Caetano 0 x 1 Atlético-PR (2001) – 20.000

40º – Goiás 0 x 1 São Paulo (2008) – 18.098

41º – Bragantino 0 x 0 São Paulo (1991) – 12.492

 Uma diferença monstruosa do maior para o menor público das decisões: 155.253 para 12.492.

Se a decisão de 1987, Flamengo 1 x 0 Internacional, tivesse sido reconhecida pela CBF, o público (91.034) daquele jogo seria o 10º da história do Brasileirão.

 

FONTE:
Arquivo pessoal
Fotos: Divulgação (internet)
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Após anos sem nenhum tipo de renovação, o novo site da Federação Maranhense de Futebol (FMF) ganhou uma nova roupagem. Além do neo design, a FMF mudou a sua logomarca (acima).

 

Site: http://www.fmfma.com.br/

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