Após a extraordinária temporada de 1966, quando se tornou campeã da Primeira Divisão do Campeonato Paulista, a Ferroviária de Araraquara participou, no início de 1967, de três torneios quadrangulares amistosos que envolveram agremiações de expressão do futebol brasileiro.

A exemplo do que aconteceu no ano anterior, a Ferroviária seguiu jogando um futebol primoroso e, como resultado, levantou os três torneios em pouco mais de dois meses, prenunciando um retorno auspicioso à Divisão Especial do Paulistão, o que acabou verdadeiramente ocorrendo, uma vez que a AFE sagrou-se campeã do Interior.

No primeiro desses torneios, o quadrangular de Ribeirão Preto, a agremiação de Araraquara realizou dois jogos na cidade vizinha contra Botafogo e Comercial, fazendo o último jogo em casa, contra o Náutico. Na estreia, venceu o Botafogo; depois, perdeu para o Comercial; e no encontro final e decisivo, ganhou de sete do clube pernambucano, tetracampeão estadual.

Quadrangular de Ribeirão Preto

Botafogo 1 x 2 Ferroviária

19.02.1967, domingo (tarde); Estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto; Árbitro: José Astolphi; Gols: Quarenta, 23’ do 1º tempo; Téia, 23 e Maritaca, 43’30” do 2º tempo. Botafogo: Dirceu; Eurico (Vavá), Zé Carlos, Veríssimo e Carlucci; Paulinho (Cardoso) e Márcio; Paulo Leão, Quarenta (Antoninho), Mosquito (Adílson) e Jair. Técnico: José Carlos Bauer. Ferroviária: Machado; Beluomini, Fernando, Rossi (Paina) e Fogueira; Bebeto (Adão) e Bazzani; Passarinho (Dejair), Dejair (Maritaca), Téia e Pio (Mateus). Técnico: Agenor Gomes (Manga). Obs.: Este jogo foi preliminar de Comercial 5 x 1 Náutico.

Comercial 3 x 2 Ferroviária

22.02.1967, quarta-feira (noite); Estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto; Árbitro: José Favili Neto; Gols: Téia, 4’, Carlos César, 13’ e Peixinho, 30’ do 1º tempo; Paulo Bim, 25’ e Dejair, 43’ do 2º tempo. Expulsão: Téia (AFE), 38’ do 1º tempo. Comercial: Rosan; Ferreira, Jorge, Peter e Piloto; Hélio e Amaury; Peixinho (Luiz Carlos), Luiz Paulo, Paulo Bim e Carlos César (Noriva). Ferroviária: Dado; Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani (Adão); Dejair, Maritaca (Raul), Téia e Coró (Passarinho). Técnico: Agenor Gomes (Manga).

Ferroviária 7 x 2 Náutico-PE

26.02.1967, domingo (tarde); Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara; Árbitro: Dilson Barroso Moreira, auxiliado por Germinal Alba e Wilson Antônio de Medeiros; Renda: NCr$ 3.237,00; Gols da AFE: Valdir (3), Téia (2), Fogueira e Bazzani; Gols do Náutico: Nino (2). Ferroviária: Dado (Heitor); Beluomini, Fernando e Fogueira; Bebeto e Rossi; Valdir, Maritaca (Raul) (Dejair), Téia, Bazzani e Cacalo (Passarinho). Técnico: Agenor Gomes (Manga). Náutico: Carlos Viana (Navarro); Ivan (Fernando), Mauro, Fraga e Clóvis; Zé Carlos e Rafael (Benedito); Miruca (Jaílson), Bita, Nino e Lala (Marques). Obs.: Ferroviária, campeã do Quadrangular de Ribeirão Preto. Somente no dia 9 de julho de 1967, o presidente Aldo Comito, da AFE, recebeu, do presidente do Comercial, o troféu de campeão. O Comercial foi o patrocinador do torneio.

Quadrangular Baltazar Soares de Castro

Vila Nova-GO 2 x 5 Ferroviária   

02.04.1967, domingo (tarde); Goiânia-GO; Árbitro: Eurias Alves Júnior (Federação Goiana de Futebol); Renda: NCr$ 9.000,00; Gols da AFE: Téia, 8’ e 9’ e Bazzani, 10’ do 1º tempo; Leocádio, 18’ e Valdir, 35’ do 2º tempo. Gols do Vila Nova: Garcia, 29’ e Mauro, 40’ do 2º tempo; Expulsão: Bazzani (AFE), 33’ do 2º tempo. Ferroviária: Machado (Dado); Beluomini, Fernando, Brandão (Rossi) e Joãozinho; Bebeto (Wilson Botão) e Bazzani; Passarinho (Rui), Leocádio (Valdir), Téia e Pio. Técnico: Agenor Gomes (Manga). Vila Nova: não disponível. Obs.: No jogo principal da rodada do quadrangular, o Goiás venceu o Botafogo, de Ribeirão Preto, por 1 a 0, gol de Eurípedes.

Goiás 0 x 1 Ferroviária

07.04.1967, sexta-feira (noite); Estádio Pedro Ludovico, Goiânia-GO; Árbitro: Eurias Alves Júnior (FGF); Renda: NCr$ 4.866,00; Gol: Leocádio, 2’ do 1º tempo; Expulsões: Valdir (AFE) e Baltazar (Goiás). Goiás: Joel; Japonês (Vavá), Macalé, Baltazar e Dias; Baçú e Afonso; Eurípedes, Claudinho, Marrom (Goiano) e Laírson. Ferroviária: Machado; Beluomini, Fernando, Brandão e Joãozinho; Bebeto e Bazzani; Valdir, Leocádio (Dejair), Téia e Pio. Técnico: Agenor Gomes (Manga).

Ferroviária 1 x 0 Botafogo, de Ribeirão Preto

09.04.1967, domingo (tarde); Goiânia-GO; Gol: Roberto (contra), 2’ do 1º tempo. Ferroviária: Machado; Beluomini (Wilson Botão), Fernando, Brandão (Rossi) e Joãozinho; Bebeto (Adão) e Bazzani; Passarinho (Valdir), Leocádio (Dejair), Téia e Pio. Técnico: Agenor Gomes (Manga). Botafogo: Dirceu; Calegari, Zé Carlos (Veríssimo), Roberto e Carlucci (Zé Carlos); Edílio (Carlos Silva) e Márcio; Jair, Quarenta, Mirinho e Ganzepi (Antoninho). Técnico: José Carlos Bauer. Obs.: Na preliminar, Goiás 2 x 2 Vila Nova. Ao final do jogo principal, foi entregue, ao capitão da Ferroviária, Olivério Bazzani Filho, a Taça Baltazar Soares de Castro.

Classificação final do Quadrangular de Goiânia:

1º) Ferroviária, 0 ponto perdido (campeã);

2º) Goiás, 3

3º) Botafogo, 4; e

4º) Vila Nova, 5

Quadrangular do Recife-PE

Santa Cruz-PE 0 x 2 Ferroviária


23.04.1967, domingo (tarde); Recife-PE; Árbitro: Aírton Maio (PE); Renda: NCr$ 18.250,00; Gols: Téia, 6’ e Bebeto, 21’ do 2º tempo. Santa Cruz: não disponível. Ferroviária: Machado; Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira (Wilson Botão); Bebeto (Adão) e Bazzani; Passarinho (Valdir), Leocádio (Maritaca), Téia (Dejair) e Pio. Técnico: Agenor Gomes (Manga).

Náutico-PE 3 x 0 Ferroviária


26.04.1967, quarta-feira (noite); Estádio da Ilha do Retiro, Recife-PE; Árbitro: Aírton Vaz (Federação Pernambucana de Futebol); Renda: NCr$ 15.872,00; Público: 7.253 pessoas; Gols: Bita, 12’, Miruca, 35’ e Bita, 37’ do 2º tempo. Náutico: não disponível. Ferroviária: Machado; Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira; Bebeto (Adão) e Bazzani; Passarinho (Valdir), Leocádio (Maritaca), Téia (Dejair) e Pio (Passarinho). Técnico: Agenor Gomes (Manga).

Sport Clube Recife-PE 0 x 4 Ferroviária


01.05.1967, segunda-feira, feriado; Estádio dos Aflitos, Recife-PE; Árbitro: Erílson Gouveia; Gols: Bebeto, 6’ e Valdir, 23’ do 1º tempo; Bazzani, 22’ e Téia, 37’ do 2º tempo. Sport: Gilberto (Délcio); Aguiar (Ti Carlos), Bibiu, Baixa e Gilvan (Helmiton); Goioba, César (Bite) e Soares (Canhoto); Renê, Renato e Ricardo. Técnico: Schiller Diniz. Ferroviária: Machado (Dado); Beluomini (Wilson Botão), Brandão, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani; Valdir (Passarinho), Dejair (Maritaca), Téia e Pio. Técnico: Manga. Obs.: Na preliminar, Náutico 3 x 1 Santa Cruz.

A Ferroviária foi a vencedora do Quadrangular por gol average.


A Ferroviária obteve os três torneios quadrangulares no início da temporada de 1967, antes do Campeonato Paulista. A foto acima exibe a equipe grená já campeã do Interior do Paulistão, em final de temporada.

Fontes:

Arquivo do Prof. Antônio Jorge Moreira (Museu do Futebol e Esportes de Araraquara)
Sport – Retrospecto – 1960 a 1979 (Carlos Celso Cordeiro e Luciano Guedes Cordeiro) – Ed. Autor – 2006
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

O Sport Club Santa Cruz é uma agremiação da cidade de Passo Fundo (RS). O clube foi fundado 09 de Maio de 1949 e disputa as competições da região.

 

Segue escudo do Nacional Futebol Clube de São João Batista.

FONTE:

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8845953859286749357

 

Complementando o belo artigo do McNish, segue o escudo do Grêmio Esportivo Nova América, de Taubaté-SP,equipe fundada em 02/01/1952.

 

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Este é o Nacional Futebol Clube de Colônia, São João Batista, equipe dos anos 1970, que participou por diversas vezes dos campeonatos regionais da Liga Brusquense de Futebol. Tinha como adversários mais tradicionais o Tigipió e o Fernandes, de São João Batista, Ouro Verde, Juventus e Brasil, de Major Gercino.

Em pé, da esquerda para a direita: Saul, Arlindo, Odarir, Juvêncio, João Peixer, Chico e o técnico Hilário Peixer. Agachados: Nilson, João Luiz, Coco, Paulo Mazzoto e Élio.

Fonte: DC

 

Aqui está o Treviso, no Estádio Engenheiro Toledo dos Santos, campeão da Liga Atlética da Região Mineira em 1965, 1968, 1969 e 1971. Na foto, o time campeão de 1969. Em pé, da esquerda para a direita: Avelino, Edgar, Si, Ivanísio, Casagrande (ex- Figueira), Roberto, Raul, Vanda, Edval e o técnico Jamegão. Agachados: Getúlio, Boca, Maneca, Lica, Zé Nilton, Irani e Zenildo.

Fonte: DC

 

Fase Final

07.11.1993

Francana 2×1 Comercial
Local: Estádio Municipal José Lancha Filho – Franca
Juiz: Oscar Roberto de Godói
Renda: Cr$ 5.505.000,00
Público: 10.330
Gols: Carlos Alberto 20 do 1°; Valdeni 5 e Silvinho 37 do 2°.
Cartões amarelos: Castro, Gérson, Luis Alberto, Indio, Carlos Alberto, Valmir, Nilson, Édson Fumaça, Rubem Furtembach e Marcelo Telinha.
Cartão vermelho: Serginho.
Francana: Castro, Valdeni, Mauricio, Paulo Marcelo e Serginho; Gérson, Géia e Luis Alberto (Índio); Ramon (Valmir), Carlos Alberto e Pedrinho. Técnico: Nélson Martins.
Comercial: Rogério, Valdo, Nilson, Édson Fumaça e Wallace; Ruben Furtembach (Miguelzinho), Odair e Pereira; Marcelinho Telinha, Paulinho Taiuva (Silvinho) e Volnei. Técnico: Afrânio Riul.

União Agrícola 1×0 Paraguaçuense
Local: Estádio Antônio Guimarães – Santa Barbara D’Oeste.
Juiz: Flávio de Carvalho
Renda: Cr$ 1.077.500,00
Público: 2.093
Gol: Vânder 36 do 2°.
Cartões amarelos: Miranda, Vanderlei, Marron, Chulapa, Paulo César, Alexandre Lopes e Cássio.
Cartões vermelhos: Barbosa e Haroldo.
União Agrícola: Birigui, Joãozinho, Édson Oliveira, Miranda e Dú (Vânder); Vanderlei, Rodnei e Marron; Barbosa, Careca (Dicão) e Chulapa. Técnico: José Carlos Serrão.
Paraguaçuense: Silvio, Carlos Alberto, Carlão, Jânio (Mozer) e Haroldo; Paulo César, Alexandre Lopes e Delém (Jorge Luis); Preta, Cássio e Fabinho. Técnico: Luis Carlos Martins.

14.11.1993

Comercial 2×0 União Agrícola
Local: Estádio Francisco de Palma Travassos – Ribeirão Preto
Juiz: Silas Santana
Renda: Cr$ 2.695.000,00
Público: 4.844
Gols: Júlio César 31 do 1°; Vonei 46 do 2°.
Cartões amarelos: Careca, Marcelinho, Joãozinho, Chulapa e Júlio César.
Comercial: Rogério, Valdo, Nilson, Édson Fumaça e Wallace; Odair, Pereira e Júlio César; Miguelzinho (Vonei), Silvinho (Marquinhos) e Marcelinho. Técnico: Afrânio Riul.
União Agrícola: Birigui, Joãozinho, Édson Oliveira, Miranda e Dú; Vanderlei, Rodnei (Paulo Bem) e Marron; Vânder, Careca (Dicão) e Chulapa. Técnico: José Carlos Serrão.

Paraguaçuense 2×1 Francana
Local: Estádio Municipal Carlos Affini – Paraguaçu Paulista
Juiz: João Paulo Araújo
Renda: Cr$ 860.000,00
Público: 1.550
Gols: Delém 12, Ramón 28 do 1°; Fabinho 39 do 2°.
Cartões amarelos: Jânio, Castro, Valdeni, Mauricio e Luis Alberto.
Cartões vermelhos: Ramon e Pedrinho.
Paraguaçuense: Silvio, Carlos Alberto, Carlão, Jânio e Jorge Luis; Paulo César, Alexandre Lopes e Delém; Carlinhos Preta (Leandro), Cássio (Fabinho) e Toti. Técnico: Luis Carlos Martins.
Francana: Castro, Valdeni, Mauricio, Paulo Marcelo e Agostinho; Gérson, Géia (Donizete) e Luis Alberto (Índio); Ramon, Carlos Alberto e Pedrinho. Técnico: Nélson Martins.

21.11.1993

União Agrícola 1×0 Francana
Local: Estádio Antônio Guimarães – Santa Bárbara d’Oeste.
Juiz: Ulisses Tavares da Silva Filho
Renda: Cr$ 1.221.500,00
Público: 2.350
Gol: Vander 25 do 2°.
Cartões amarelos: Jânio, Castro, Valdeni, Mauricio e Luis Alberto.
Cartões vermelhos: Ramon e Pedrinho.
União Agrícola: Birigui, Joãozinho, Edson Oliveira, Miranda e Du; Vanderlei Rodney (Vander) e Careca; Barbosa, Dicão e Chulapa (Esquerdinha). Técnico: Zé Carlos Serrão
Francana: Castro, Valdeni, Maurício, Paulo Marcelo e Serginho; Gérson (Adilson), e Valmir (Barrinha); Índio, Ramon e Donizete. Técnico: Nelson
Martins.

Paraguaçuense 1×0 Comercial
Local: Estádio Municipal Carlos Affini – Paraguaçu Paulista
Juiz: Dionísio Roberto Domingos.
Renda: Cr$ 1.331.500,00
Público: 2.412 pagantes.
Gol: Carlos Alberto 29 do 1°.
Cartões amarelos: Carlinhos Preta, Fabinho e Marcelinho.
Cartão vermelho: Nilson
Paraguaçuense: Silvio, Carlos Alberto, Carlão, Jânio e Haroldo; Paulo César, Alexandre Lopes e Delem; Carlinhos Preta (Jorge Luís), Cássio e Toti (Fabinho). Técnico: Luis Carlos Martins.
Comercial: Rogério, Wallace, Nilson, Edson Fumaça c Ruben Furtembach (Valdo); Odair, Pereira e Júlio César; Miguelzinho, Silvinho e Marcelo Telinha (Nelsinho). Técnico: Afrânio Riul.

28.11.1993

Francana 1×0 União Agrícola
Local: Estádio José Lancha Filho – Franca.
Juiz: Antônio de Pádua Salles
Renda: Cr$ 5.100.000,00
Público: 8.250
Gol: Geia 8 do 2°.
Cartões amarelos: Miranda, Vanderlei e Ramon.
Francana: Castro, Valdeni, Maurício, Paulo Marcelo e Serginho; Gérson (Donizete), Geia e Carlos Alberto; Ramon (Valmir), Índio e Pedrinho. Técnico: Nelson Martins (Mamão).
União Agrícola: Birigui, Joãozinho, Edson Oliveira, Miranda e Du; Vanderlei (Esquerdinha), Rodney e Chulapa; Barbosa, Dicão (Paulo Bem) e Vander. Técnico: José Carlos Serrão.

Comercial 2×1 Paraguaçuense
Local: Estádio Francisco de Palma Travassos – Ribeirão Preto.
Juiz: Joaquim Carlos Caetano.
Renda: Cr$ 2.567.000,00
Público: 4.795
Gols: Carlinhos Preta aos 14, Marquinhos 45 e Paulinho Taiúva 49 do 2°.
Cartões amarelos: Jânio, Alexandre Lopes, Carlão e Pianelli.
Comercial: Rogério, Valdo, Carlos, Edson Fumaça e Nelsinho; Odair, Pianelli e Júlio César; Miguelzinho, Volnei (Marquinhos) e Marcelo Telinha (Paulinho Taiúva). Técnico: Afrânio Riul.
Paraguaçuense: Sílvio, Carlos Alberto, Carlão, Jânio e Haroldo; Paulo César (Miel), Alexandre Lopes e Delem; Carlinhos Preta, Cássio e Tóti (Fabinho). Técnico: Luís Carlos Martins.

05.12.1993

Francana 1×1 Paraguaçuense
Local: Estádio José Lancha Filho – Franca.
Juiz: José Leonardo Epíscopo Rosa
Renda: Não fornecida.
Gols: Alexandre Lopes 8 e Pedrinho 43 do 2°.
Cartões amarelos: Gérson, Silvio, Haroldo, Paulo César e Alexandre Lopes.
Francana: Castro, Valdeni, Maurício, Paulo Marcelo e Serginho; Gerson (Luis Alberto), Geia e Carlos Alberto; Ramon (Donizete), Loca e Pedrinho.
Técnico: Nelson Martins
Paraguaçuense: Sílvio, Carlos Alberto, Carlão, Jânio e Haroldo; Paulo César, Alexandre Lopes e Delem; Carlinhos Preta Cássio (Miel) e Tóti. Técnico: Luís Carlos Martins.

União Agrícola 1×0 Comercial
Local: Estádio Antônio Guimarães – Santa Bárbara d’ Oeste.
Juiz: Silas Santana
Renda: Cr$ 1.504.500,00
Público: 2.916 pagantes.
Gol: Barbosa 42 do 1°.
Cartões amarelos: Birigui, Édson Oliveira, Vanderlei, Barbosa e Pianelli.
Cartões vermelhos: Carlão e Miranda.
União Agrícola: Birigui, Joãozinho, Edson Oliveira, Miranda e Du; Vanderlei, Rodney (Kavasek) e Careca; Barbosa, Celso Luís (Vander) e Chulapa. Técnico: José Carlos Serrão.
Comercial: Rogério, Valdo, Carlão, Edson Fumaça e Ruben Furtembach; Odair, Pianelli (Marcelo Telinha), Nilson e Júlio César (Volnei); Paulinho Taiúva e Marquinhos. Técnico: Afrânio Riul.

12.12.1993

Paraguaçuense 4×1 União Agrícola
Local: Estádio Municipal Carlos Affini – Paraguaçu Paulista
Juiz: Oscar Roberto de Godói
Renda: Cr$ 2.695.000,00
Público: 4.944
Gols: Cássio 33 e 40, Dicão 47 do 1°; Cássio 30 e Delém 44 do 2°.
Cartões amarelos: Careca, Celso Luis, Haroldo, Miel e Cássio.
Cartão vermelho: Du.
Paraguaçuense: Silvio, Carlos Alberto, Carlão, Jânio e Haroldo; Paulo César, Miel e Delém; Carlinhos Preta, Cássio e Toti (Fabinho). Técnico: Luis Carlos Martins.
União Agrícola: Birigui, Joãozinho, Edson Oliveira, Kavasek e Du; Paulo Ben, Careca (Esquerdinha) e Vânder; Barbosa, Dicão (Celso Luis) e Chulapa. Técnico: José Carlos Serrão.

Comercial 2×0 Francana
Local: Estádio Francisco de Palma Travassos – Ribeirão Preto
Juiz: Dagoberto Teixeira
Renda: Cr$ não informada
Gols: Júlio César 24 do 1°; Silvinho 49 do 2°.
Cartões amarelos: Pedrinho, Édson Fumaça, Júlio César, Géia, Ruben Furtembach, Mauricio e Miguelzinho.
Comercial: Rogério, Valdo, Nilson, Edson Fumaça e Ruben Furtembach; Odair, Pianelli e Júlio César (Pereira); Miguelzinho (Marquinhos), Silvinho e Marcelinho. Técnico: Afrânio Riul.
Francana: Castro, Gérson, Maurício, Paulo Marcelo e Serginho; Luis Alberto (Valmir), Geia e Índio (Donizete); Carlos Alberto, Loca e Pedrinho. Técnico: Nelson Martins

O Esporte Clube Paraguaçuense de Paraguaçu Paulista sagrou-se Campeão Paulista – Divisão Intermediária de 1993.

Fonte: Gazeta Esportiva, Folha de São Paulo, Jornal D’Oeste – Santa Barbara

 

 

NOME: ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA SANTA RITA
FUNDAÇÃO: 11/04/1987
CIDADE: SÃO JOSÉ/SC
SITUAÇÃO: AMADOR
FONTE:
 

O Atlético Vera Cruz é uma agremiação da cidade de Passo Fundo (RS). O clube disputa as competições da região. Outras informações é só passar que serão incluídas nesta postagem.

 

Esporte Clube Ouro Verde é uma agremiação da cidade de  Palmeiras das Missões (RS). O clube, fundado no dia 22 de novembro de 1943, fica localizado na Avenida Independência, s/n - no Centro. Os seus principais títulos é o Tri dos Campeonatos da Cidade: 1950, 1951 e 1952.

 

Fundado em 05 de setembro de 1978, pelos amigos Zinhão e Carlão Pastre, o Operário Esporte Clube, de Araraquara, teve o primeiro jogo realizado no campo do Seminário Verbo Divino, contra o SESI, vencendo por 5 a 1. O time jogou com a seguinte formação: Goleiro: Carlão Pastre; lateral-direito: Gilberto Carrapicho; central: Marião; quarto-zagueiro: Nardini; lateral-esquerdo: Leiteiro; volante: Zinhão; meia-direita: Chuva; meia-esquerda: Toninho Perego; ponta-direita: Dircinho; centroavante: Zé Grandão; e ponta-esquerda: Zé Roberto. Técnico: Moacir Perego.

O Operário passou a jogar em fazendas da região por vários anos. Em 1996 começou a construção da sede própria, hoje uma realidade, numa área de 22 mil metros quadrados, onde possui um salão para eventos, cozinha industrial, vestiários, um mini-campo, um campo oficial e uma quadra de areia.

Nessa jornada de 32 anos o Operário E.C. conquistou vários títulos, entre eles quatro campeonatos amadores de Araraquara. Nos últimos três anos, foi campeão, vice-campeão e semifinalista.

Moacir Perego, por diversos anos na função de presidente, abraçou a causa do Operário e junto com familiares e amigos deu sequência ao projeto de desenvolvimento do clube. Ele é considerado o esteio e sustentáculo do Operário.

Diretoria: Presidente – Lucas Marsole Perego; Secretário – Otávio de Angelis; Tesoureiro – Moacir Perego; Diretor de Esportes – Luís Antônio Gonçalves da Silva.


A equipe do Operário E.C. com a seguinte formação: Em pé: Minguito, Suru, Nardini, Hermínio, Ovídio. Edemilson, Nivaldo, Pereira e Carlão; agachados: Casão, Cacá, Joaquim, Mário Sônego, Zé Roberto e Índio.


Formação do Operário E.C.: Em pé: Pedrão, Humberto, Índio, Moacir, Donisete e Luiz; agachados: Miltinho, Toninho, Bolão, Suru e Assunção.


Time do Operário E.C. em disputa do Campeonato Amador de Futebol de Araraquara.

Fonte:

Revista  ea – esporte Araraquara, edição 03, novembro de 2010

Edição: Paulo Luís Micali

 

Nos alfarrábios do passado, pesquisando no Jornal dos Sports descobri uma preciosidade histórica: Há 52 anos o Bangu Atlético Clube conquistava o mundo. Atualmente, Fluminense e Palmeiras lutam junto a FIFA pelo direto de serem considerados campeões mundiais de clubes em 1951 e 1952 respectivamente, pelas conquistas em torneios de grande relevância da época.

Talvez pela falta de dinheiro, o Bangu também não tenha entrado nessa disputa para pleitear tal honraria, mas o fato é: os Mulatinhos Rosados também fizeram história, conquistando o título de forma invicta, em 1960, num torneio que reuniu grandes times como o Bayern Munique (Alemanha),   Nice (França)Estrela Vermelha de Belgrado (Iugoslávia), Sampdoria (Itália), Sporting Lisboa (Portugal), entre outros.

Tudo começou quando o Bangu foi convidado para participar do Torneio de Nova York, nos EUA, que contava com as principais forças do futebol mundial. Antes dos anos 60 não havia nenhum campeonato que desse ao clube vencedor este título de campeão mundial. Apenas dois clubes brasileiros, o Palmeiras (1951) e o Fluminense (1952), poderiam dizer que venceram um certame de relativa importância internacional: a Copa Rio dos referidos anos.

A ideia do torneio foi do milionário William Cox, foi criada a International Soccer League, que organizaria anualmente, um certame de âmbito mundial, reunindo os principais clubes de vários países. Nesta primeira edição, os jogos seriam realizados apenas em Nova York e Nova Jersey. Dos convidados, a única equipe sul-americana seria do Brasil, atual campeão mundial em 1958. Como ainda não existia um Brasileiro que pudesse apontar um representante para o Torneio Internacional, Bill Cox resolveu escolher um grande time, que em 1959 tivesse conquistado um título nos grandes centros (Rio ou São Paulo).

O Fluminense, campeão Carioca em 1959, e Palmeiras, campeão Paulista, não poderiam participar do torneio por estarem disputando o Torneio Rio-São Paulo. O convite, então, acabou chegando às mãos do Bangu, que era o atual vice-campeão carioca. O alvirrubro cancelou uma viagem marcada para a Europa, para poder disputar o primeiro Mundial Interclubes, em Nova York.

Sem saber ao certo se aquela aventura pelas terras norte-americanas seria rentável financeiramente, o presidente do Bangu, Maurício César Buscácio, ao contrário dos dirigentes de Fluminense e Palmeiras, preferiu arriscar. Naquele momento, era mais importante o título do que os lucros que, vieram depois.

 

HISTÓRIA DA PRIMEIRA FASE

 

Sampdoria caiu de quatro

A estreia foi no dia 4 de julho, feriado nos EUA pelo Dia da Independência. O Bangu enfrentou a Sampdoria e não tomou conhecimento, ao goleá-la por 4 a 0, no Estádio Polo Grounds. O atacante Zé Maria abriu o placar aos 18 minutos da primeira etapa. Luís Carlos ampliou aos 21 minutos da segunda etapa. Três minutos depois, novamente, Zé Maria transformou em goleada e Luís Carlos fez o bis aos 32 minutos, dando números finais a peleja.

O fato curioso foi um certo Ademir da Guia, que ainda menino fazia seu primeiro ano de profissional, após o jogo foi comparado ao jogador de basquete norte-americano, Marques Haynes. Sua habilidade com a bola encantou tanto ao público quanto uma exibição do Globetrotter. Apesar dos elogios, acreditem: Ademir da Guia era apenas um reserva.

 

Vitória suada no segundo jogo

Após a estreia avassaladora, a expectativa era de nova goleada, mas… A história não foi tão fácil assim. No dia 10 de julho, o Bangu venceu, de virada, o Rapid Wien (Áustria) por 3 a 2, no Estádio Polo Grounds. Os austríacos saíram na frente logo aos 5 minutos, por intermédio de Rudolf Flogel. Porém os Mulatinhos Rosados controlaram os nervos e conseguiram a virada antes de irem para vestiário com Beto e Luís Carlos. Na segunda etapa, já com o domínio das ações, o Bangu ampliou aos 13 minutos com Zózimo. O time relaxou e os europeus diminuíram aos 32 minutos com Walter Skocik.

 

Os portugueses pagaram o pato

O técnico Tim não gostou da última atuação e deu uma bronca dos jogadores. O resultado pôde ser visto no dia 16 de julho, quando o Bangu arrasou o Sporting Lisboa (Portugal) por 5 a 1, no Estádio Polo Grounds. No primeiro tempo, o Alvirrubro já tinha despacho os portugueses por três a zero, com gols de Zé Maria (dois) e Luís Carlos. No segundo tempo, Hugo Sarmento diminuiu, mas Beto e Luís Carlos fecharam a vitória acachapante.

 

Retranca suécia

depois de três vitórias, quando o atacante marcou 12 gols, o quarto jogo foi marcado pelo medo dos suecos em serem outra vítima. Com o intuito de não passar vergonha, o Norrkoping segurou o Bangu, no dia 20 de julho, e conquistou um heroico empate em 0 a 0, no Estádio Polo Grounds. O grande nome da partida foi o goleiro sueco Henry Christensson, que praticou 19 intervenções difíceis, a ponto de ter sido o destaque da página do The New York Times.

 

Estrela Vermelha de raiva

No último jogo, o empate contra os suecos, obrigava o Bangu a ter de vencer o Estrela Vermelha, atual campeão da Iugoslávia, para avançar a final do Torneio de Nova York. Então, na segunda-feira, no dia 31 de julho de 1960, o Alvirrubro se impôs e venceu com autoridade por 2 a 0, no Estádio Polo Grounds, com gols dos atacantes Décio Esteves aos 15 minutos do primeiro tempo e Zé Maria aos 24 minutos da etapa final. Final de partida, o Bangu chegava à decisão, jogando um futebol arte.

 

Bangu… Campeão do Mundo

Num domingo, no dia de 6 de agosto, ficou marcado para sempre na história do Bangu, a equipe comandada por Tim entrou em campo, sonhando em se tornar o melhor time do planeta. O local era o Estádio Polo Grounds e o adversário o clube escocês Kilmarnock. Mas o protagonista dessa história foi o Bangu. Repetindo o mesmo roteiro, os Mulatinhos Rosados colocaram Kilmarnock na roda e venceram po2 a 0, fora o baile. Após o final, o mundo conheceu quem era o Bangu. Os gigantes da bola e legítimos representantes do futebol brasileiro.

 

OS GRUPOS

O Mundial Interclubes teve 12 clubes, divididos em dois grupos de seis:  

Grupo A: Bayern Munique (Alemanha), Burnley (Inglaterra), Glenavon (Irlanda do Norte), Kilmarnock (Escócia), New York Americans (EUA), Olympic Gymnaste Club Nice (França).

Grupo B: Bangu AC, Estrela Vermelha de Belgrado (Iugoslávia), Norrkoping (Suécia), Sampdoria (Itália), Sporting Lisboa (Portugal) e Rapid Wien (Áustria).

 

ESCRETE BANGUENSE

O Bangu enviou 17 jogadores. O escrete titular era: Ubirajara, Joel e Darci Faria; Zózimo, Ananias e Nilton dos Santos; Correia, Zé Maria, Décio Esteves, Valter e Beto. Técnico: Elba de Pádua Lima, ‘Tim’. Os reservas: Aílton, Mário Tito, Paulo César, Ademir da Guia, Luís Carlos e Durval. 

Fotos: Arquivo JS

 

 

O Esporte Clube União é uma agremiação da cidade gaúcha de São Sebastião do Caí. O Clube foi fundado no dia 31 de maio 1937. Além de participar das competições do município, o União disputou o Campeonato Estadual de Amadores da Primeira Divisão de 1987.

 

A Sociedade Esportiva e Recreativa Vila Nova é um clube da cidade de São Sebastião do Caí (RS). A equipe foi fundada na terça-feira, do dia 16 de junho de 2009.

 

Por: Aristides Leo Pardo, Tide

Na Usina do Queimado, que hoje integra a área urbana da cidade, mas na época era considerada parte rural de Campos e que se distância apenas 3 km do centro, um grupo de funcionários que sempre se reuniam nas horas de folga para jogarem futebol, nasceu à idéia de se formar um clube para se filiar à Liga Campista de Desportos (LCD) e que se fizesse presente nos campeonatos promovidos por essa entidade.
Liderados por Laudelino Batista e Antônio da Silva Sá, que respectivamente foram o primeiro presidente e vice do clube, procuraram os irmãos Julião e Inácio Nogueira, proprietários da usina e grandes admiradores dos esportes em geral, que gostaram muito da idéia e não só autorizaram a criação do time, como também colaboraram em muito para o seu desenvolvimento.


Em reunião ocorrida no dia 24 de abril de 1932, data oficial de fundação do clube, no pátio da usina e secretariada pelo jornalista e maestro Prisco de Almeida, ficou definido que o clube se chamaria Sport Club Aliança (apesar do mesmo nome, não pode ser confundido com o Aliança Foot-Ball Club, o segundo clube fundado na cidade de Campos, em 1912) e as cores foram inspiradas no ambiente que os cercavam: o verde dos canaviais e o branco do açúcar.
A primeira partida do Sport Club Aliança foi disputada no dia 24 de abril de 1932 (mesmo dia da fundação) contra o Industrial, no campo do Goytacaz, na Lapa, e terminou em um empate de 1 x 1.
Contando com um bom complexo esportivo, composto por dois campos de futebol, quadras de vôlei, basquete e tênis, o Aliança, alcançou o seu apogeu com apenas cinco anos de existência, quando conquistou um tricampeonato campista nos anos de 1937, 1938 e 1939 e, logo depois, também de forma meteórica, desapareceu, não chegando a era do futebol profissional de Campos.
Apesar de seus poucos anos de vida, o Aliança foi uma das forças futebolísticas da cidade em sua época, sendo até difícil de imaginar como uma equipe vitoriosa e com o suporte de uma empresa como a Usina do Queimado, na fase áurea da cana de açúcar, tenha desaparecido tão precocemente.
Vários jogadores de destaque tiveram passagem pelo clube, nomes como: Cláudio, Carbono, Lessa, Vicente, Rebite, Irineu e Evaldo Freitas.
Foi também de seus quadros, que saiu para o Vasco da Gama, o grande jogador Lelé, titular absoluto do time carioca que, na década de 40, conquistou vários títulos, entre eles o campeonato sul americano de 1946 e entrou para a história conhecido como o “Expresso da Vitória”.
Hoje o local já não apresenta mais as paisagens dos vastos canaviais de outrora, que perderam espaço para a construção de novos bairros, em nome do progresso, do desenvolvimento e da ganância dos homens. Mas o prédio da velha usina, inaugurada em 6 de agosto de 1880, ainda permanece de pé, imponente, apesar de há muito desativado, tendo seu espaço físico usado, eventualmente, como casa de shows e boate, mas ainda marca na memória de muitos, que viveram os anos dourados do futebol de Campos, uma época que não volta mais.  

Foto: Arquivo pessoal

 

O Esporte Clube Flor da Serra é uma agremiação da cidade de Fontoura Xavier (RS). O clube fundado no dia 27 de fevereiro de 1955, fica na Avenida 25 de Abril, 591, no Centro.

 

O Sport Club Cruzeiro é uma agremiação da cidade gaúcha de Rolante. O clube, que foi fundado no dia 11 de junho de 1946, fica loalizado em Alto Rolante, no Km 82 da RS 239. A população com cerca de 20 mil habitantes, Rolante fica a 95 km de Porto Alegre (RS).

 

 

Fotos: Família Schenkel (http://familiaschenkel.blogspot.com.br/)

 

O Náutico Futebol Clube é uma agremiação da cidade capixaba de Aracruz. Fundado em 10 de outubro de 1979, a equipe rubra disputa as competições municipais da Liga de Futebol de Aracruz (LIFA), que possui 24 clubes filiados.

 

 

Amigos… Desde o início desse ano, me empenhei em regastar o primeiro jogo realizado há 100 anos na cidade de Campos dos Goytacazes, entre Internacional x Aliança Foot-Ball Club. O objetivo era fazer uma reportagem para o jornal sobre o Centenário do futebol Campista, pois no ano seguinte o reflexo dessa partida foi à criação da Liga Campista de Desportos (LCD), que completará 100 anos no dia 13 de setembro de 2013.

Infelizmente, até o presente momento poucas coisas eu consegui. Então, para que esse fato marcante não passe em branco duas fotos e o escudo do Aliança FBC, que ao lado do Inter Campista foram os embriões do surgimento do futebol em Campos.  O Aliança FBC, foi o segundo clube a ser criado em 1912 (o primeiro foi o Internacional) e abaixo a foto do time:

 

 P.S.: Não confundir o Aliança Foot-Ball Club com o Sport Club Aliança. O primeiro foi fundado em 1912, enquanto o segundo somente duas décadas depois (24 de abril de 1932).

 

Fotos: Arquivo pessoal

 

Eis como se apresentava a biografia de cada jogador que formava o elenco do Vasco da Gama, campeão carioca de 1952:

BARBOSA – Moacir Barbosa Nascimento nasceu em Campinas, São Paulo, em 27 de março de 1921. É casado, mede 1,74 e pesa 70 quilos. Iniciou sua carreira como infantil do Almirante Tamandaré, aos 12 anos. Mais tarde, de 37 a 41, atuou no A.C.E.A. de L.P.B. Em 1941 e 42 jogou pelo Ipiranga, para em 1944 ingressar no Vasco. Títulos conquistados: Campeão carioca em 45, 47, 49, 50 e 52. Diversas vezes campeão brasileiro; campeão sul-americano de 1949; vice-campeão do mundo de 1950.

AUGUSTO – Augusto da Costa é carioca, tendo nascido em 22 de outubro de 1920. Mede 1,77 e pesa 71 quilos. Começou no São Cristóvão, em 1935, como juvenil; permaneceu no clube alvo até 1944, quando se transferiu para São Januário. É funcionário do D.F.S.P., servindo na Polícia Especial. Títulos conquistados: campeão carioca, pelo Vasco, nos anos de 45, 47, 49, 50 e 52. Campeão dos Campeões, tri-campeão brasileiro pela F.M.F.; campeão sul-americano de 1949 e vice-campeão do mundo de 1950.

HAROLDO – Haroldo de Magalhães Castro nasceu no Distrito Federal, em 20 de dezembro de 1931. Mede 1,78 e pesa 72 quilos. Em 1947 foi para General Severiano, não podendo jogar devido à idade. Começou realmente em 1948, no quadro de juvenis. Em 1951 passou a integrar a equipe de aspirantes. Na excursão que o Botafogo empreendeu à Venezuela e Colômbia atuou pela primeira vez no time principal. No Vasco, estreou contra o Bangu, conseguindo uma espetacular vitória por 6 a 2, tornando-se, daí por diante, efetivo. Títulos conquistados: bicampeão do Torneio Paulo Goulart de Oliveira, pelo Distrito Federal. Campeão Sul-Americano de Amadores de 1949. Campeão brasileiro de juvenis em 1951.

ERNANI – Ernani Ribeiro Guimarães nasceu no Distrito Federal, em 24 de outubro de 1928. Iniciou a sua carreira jogando pelo São Bento, e no mesmo ano passou a integrar a equipe de juvenis do Vasco, tendo conquistado o título da categoria. Jogou apenas uma vez mas está satisfeito por ter podido colaborar para o grande feito dos vascaínos.

ELI – Eli do Amparo nasceu eu Paracambi, no Estado do Rio, em 14 de maio de 1921. Mede 1,80 e pesa 82 quilos. É casado. Começou como juvenil do América, com 17 anos, permanecendo entre os rubros nos anos de 39 e 40. Neste ano foi para o Canto do Rio, de onde saiu em 45 para o Vasco. Títulos conquistados: campeão carioca de 45, 47, 49, 50 e 52. Campeão dos campeões de 48; campeão sul-americano de 1949. Vice-campeão do mundo de 1950.

DANILO – Danilo Alvim é natural do Distrito Federal, tendo nascido em 3 de dezembro de 1921. Começou a sua carreira em 1939, no América, onde ficou durante 4 anos. Em 1943 transferiu-se para o Canto do Rio, retornando um ano depois a Campos Sales. Finalmente ingressou no Vasco em 1946. Títulos já conquistados: campeão juvenil-amador de 39-40; campeão dos campeões de 48; campeão sul-americano de 49; campeão da cidade em 47, 49, 50 e 52 e vice-campeão do mundo de 1950.

JORGE – Jorge Dias Sacramento nasceu eu Recife, em 22 de março de 1924. Mede 1,75 e pesa 68 quilos, é casado e tem dois filhos. Deu início à sua carreira jogando como infantil do Primeiro de Maio, clube da várzea pernambucana. Em 40, ingressou no Íris F.C., onde permaneceu até 43, quando transferiu-se para o Portela F.C., já como profissional. Em 1945 veio para o Vasco da Gama. Já foi zagueiro e centro-médio. Títulos já conquistados: campeão carioca p-elo Vasco da Gama, nos anos de 47, 49, 50 e 52. Campeão de reservas e aspirantes de 45; campeão dos campeões de 48, título alcançado no Chile, e campeão brasileiro de 46.

BELINI – Hideraldo Luís Belini é natural de Itapira, São Paulo, e nasceu aos 7 de junho de 1930. Mede 1,81 e pesa 81 quilos. Começou em 43 em Itapira, na categoria de juvenil. Em 1949 foi para o Sãojoanense, de São João da Boa Vista, para integrar o primeiro quadro. Este quadro disputava o Campeonato da Divisão de Acesso da Federação Paulista. Em 1952, ingressou no Vasco da Gama, e por três vezes atuou pela equipe titular, tendo enfrentado o Madureira, Canto do Rio e Bonsucesso. Este é o seu primeiro título.

SABARÁ – Onofre de Souza é paulista, tendo nascido em Campinas, aos 18 de junho de 1931. Começou no juvenil da Ponte Preta, em 1942, tendo neste mesmo ano conquistado o título de campeão estadual da categoria. Em 1948, ascendeu ao quadro principal, assinando o seu primeiro contrato, com Cr$ 800,00 mensais e Cr$ 10.000,00 de “luvas”. Mede 1,66 e pesa 72 quilos. Pretendido por vários grandes clubes bandeirantes, acabou vindo para o Vasco, no transcurso deste certame. Custou perto de Cr$ 800.000,00, afora a cessão de mais três jogadores do plantel vascaíno. No Vasco percebe, atualmente, 7.000 cruzeiros de ordenado mensal. Títulos conquistados: Campeão estadual juvenil, em 42; campeão da cidade de Campinas, de 51 e campeão carioca de 52.

MANECA – Manoel Marinho Alves é baiano, tendo nascido em Salvador, no dia 20 de janeiro de 1925. É solteiro; mede 1,75 e pesa 65 quilos. Iniciou sua carreira futebolística em 1943, atuando pelo juvenil do Galícia, da capital baiana. Em 45 e 46 jogou pelo S.C. Bahia, de onde saiu para ingressar no C.R. Vasco da Gama. No grêmio da Cruz de Malta, já jogou em todas as posições do ataque. Títulos já conquistados: bicampeão juvenil pela Galícia; campeão baiano pelo Bahia; campeão carioca de 45, 47, 49, 50 e 52, pelo Vasco; campeão dos campeões de 48 e vice-campeão do mundo de 50.

IPOJUCAN – Ipojucan Lins de Araújo nasceu em Maceió, Alagoas, em 3 de junho de 1926. Mede 1,85 e pesa 78 quilos. Ensaiou os primeiro chutes nos Unidos de Cachambi, onde permaneceu até 1940. Nos anos de 41 e 42, jogou pelo River, tendo se transferido para o Vasco em fins de 42. É um autêntico malabarista da pelota, usando e abusando do extraordinário controle de bola que possui. Títulos conquistados: Campeão juvenil de 44; tricampeão de aspirantes (45, 46 e 47); campeão de reservas de 48 e campeão de profissionais de 49, 50 e 52, todos estes títulos conseguidos pelo Vasco.

ADEMIR – Ademir Marques de Menezes é pernambucano, natural de Recife, tendo nascido em 8 de novembro de 1922. É casado, mede 1.72 e pesa 70 quilos. Iniciou-se no futebol em 1938, jogando pelo S.C. Recife. Em 41, veio para São Januário, atuando pelo Vasco até 1945, transferindo-se neste mesmo ano para o Fluminense, disputando o certame de 46, pelo tricolor das Laranjeiras, para retornar em 47 ao Vasco. Títulos conquistados: Campeão infantil e juvenil pelo S.C. Recife; campeão carioca pelo Vasco em 45, 49, 50 e 52, e pelo Fluminense, em 46. Tricampeão brasileiro; campeão sul-americano de 49.

EDMUR – Edmur Pinto Ribeiro nasceu em Saquarema, Estado do Rio, em 9 de setembro de 1929. Mede 1,76 e pesa 70 quilos. Apareceu com destaque no Fonseca, de São Gonçalo. Transferiu-se em 1948 para o Flamengo, onde ficou até 1949. Neste ano foi para o Canto do Rio e devido às suas boas atuações foi contratado pelo Vasco em 51. Neste campeonato jogou dez vezes na ponta direita e duas como “in sider” direito. O Campeonato de 1952 é o seu primeiro título oficial.

ALFREDO – Alfredo dos Santos é natural do Distrito Federal, tendo nascido em 1º de janeiro de 1920. Mede 1,76 e pesa 73 quilos. Começou sua carreira em 1935, jogando pelo Costa Lobo F.C., onde permaneceu até 37, quando foi para São Januário. Estreou na equipe principal em 39, frente ao poderoso quadro argentino do Independiente, com um espetacular triunfo por 5 a 2. Já jogou em todas as posições, exceto de arqueiro – é o homem dos sete instrumentos. Títulos conquistados: campeão carioca de 45, 47, 49, 50 e 52; vice-campeão do mundo e sul-americano.

CHICO – Francisco Aramburu nasceu em Uruguaiana, Rio Grande do Sul, em 7 de janeiro de 1923. Mede 1,70 e pesa 68 quilos. Começou atuando pelo Grêmio Porto-Alegrense, de Porto Alegre. Títulos conquistados: campeão juvenil de 38, pelo Grêmio; campeão dos torneios de 43 e 46, ainda pelo campeonato gaúcho; campeão carioca de 45, 47, 49, 50 e 52; campeão dos campeões de 48 e vice-campeão do mundo de 50.

VAVÁ – Edivaldo Ezídio Neto é conterrâneo de Ademir, tendo nascido no Recife, aos 12 de novembro de 1934. Começou em 49, no S.C. Recife. Sagrou-se bicampeão juvenil de Pernambuco. Mede 1,75 e pesa 68 quilos. Em 51 veio para o Vasco, como amador, continuando nesta situação defendendo o grêmio da Cruz de Malta. Jogou duas vezes na equipe titular, estreando contra o Bangu, marcando o gol da vitória; jogou o prélio de encerramento da campanha do Vasco, atuando frente ao Olaria. Foi titular da meia-esquerda da seleção brasileira que disputou as Olímpíadas de Helsinque, em julho de 1952.

FRIAÇA – Albino Friaça Cardoso nasceu no Estado do Rio, em 20 de outubro de 1924, na cidade de Porciúncula. Contudo, iniciou sua carreira futebolística em Carangola, Minas Gerais. Em 45, juntamente com o seu companheiro de ala, naquela cidade mineira, Elgem, transferiu-se para São Januário, onde atuando pelo quadro de aspirantes chamou logo a atenção de todos, como ponta-esquerda. Mais tarde, ascendeu ao quadro efetivo. Devido à sua versatilidade como jogador é elemento de grande utilidade para qualquer plantel, pois joga, indiferentemente, em qualquer posição da linha de ataque. Em 49, integrando o quadro do São Paulo Futebol Clube sagrou-se campeão bandeirante, retornando ao Vasco em 51. É campeão carioca de 45; paulista de 49; campeão brasileiro; campeão dos campeões de 48; vice-campeão do mundo em 50 e campeão pan-americano de 51.

JANSEN – Jansen José Moreira é carioca, tendo nascido em 10 de julho de 1927. Mede 1,72 e pesa 68 quilos. Jogou este ano como ponta-esquerda. Iniciou-se como juvenil do América em 42, e um ano mais tarde transferiu-se para o Grêmio da Colina. No Vasco da Gama era amador; e em meio à temporada foi contratado pelo clube campineiro, Ponte Preta. Integrou a seleção de amadores que disputou as Olimpíadas de Helsinque, em julho de 52, como ponta-esquerda, formando ala com Vavá. É campeão juvenil de 44; aspirantes nos anos de 46, 47, 48 e 49; e profissional de 50, todos os títulos defendendo as cores do Vasco. Campeão Sul-Americano de Amadores, título alcançado no Chile em 49; Campeão Sul-Americano Universitário de 1950.

TÉCNICO: GENTIL CARDOSO – A Gentil Cardoso, quer queiram ou não, cabem os méritos da recuperação dos jogadores vascaínos. Foi o verdadeiro mago da “ressurreição” do famoso plantel vascaíno. Um plantel – é bom que se diga – tido e havido como liquidado. Mas os resultados do trabalho profícuo de Gentil aí estão: o Vasco da Gama campeão da cidade; e os jogadores, que foram considerados como acabados para o futebol, em plena forma, foram, quase todos, novamente convocados para a seleção brasileira. Barbosa, Eli, Danilo, Ademir e Ipojucan, cinco deles, defenderão, mais uma vez, o renome do nosso “soccer”, em campos peruanos. E estamos certos de que hão de fazê-lo com o brilho de sempre.

Gentil Cardoso é o mais antigo “coach” do Brasil, tendo-se iniciado como treinador no Sírio-Libanês, em 1929. Foi precursor do WM no nosso futebol, numa época em que não se admitia a sistematização, mentalidade que perdurou durante muito tempo, haja vista a campanha que sofreu o competente treinador húngaro Dori Kruschner, em 1935.

Declarações de Gentil Cardoso:

“Embora desde o início de minha carreira usasse o WM, isto em 1929, no antigo Sírio-Libanês, somente em 32, quando dirigia o Bonsucesso, comecei a ser alvo de críticas, devido ao meu método de trabalho. E como era obrigado a vir a público para defendê-lo ganhei um título: o de falador.”

Sobre ser partidário da sistematização no futebol, apesar das decantadas virtudes individuais dos jogadores brasileiros:

“A priori, devo dizer-lhe que a minha formação naval, em contato com as marinhas inglesa e americana, ensinou-me que a especialização e o método conduzem a resultados positivos. É um verdadeiro axioma, e os axiomas não se discutem; são evidentes por si sós… E as decantadas virtudes dos jogadores nacionais fortalecem a nossa convicção da especialização, e consequentemente o aperfeiçoamento.”

“E se assim não fosse, não se lapidariam os gênios…”

Fonte:
Esporte Ilustrado Nº 775, de 12.02.1953, edição especial.
Edição: Paulo Luís Micali

 

Ferroviária de Araraquara: 62 anos de existência
Neste 12 de abril de 2012, a Ferroviária de Araraquara completa 62 anos e tem uma bela história nos registros do futebol.

Com o declínio acentuado do sistema ferroviário no Brasil, as agremiações de futebol que nasceram com ligação estreita junto às ferrovias acabaram sucumbindo.
Tivemos boas representações que fizeram história no futebol mas que não resistiram às transformações marcadas pelo tempo. Vide Ferroviária de Assis, Botucatu e Pindamonhangaba, para ficarmos no âmbito paulista. Esses clubes têm um histórico de respeito, mas não se sustentaram.

A Ferroviária de Araraquara, apesar das muitas e aflitivas situações de dificuldade manteve-se em atividade, fazendo frente às adversidades e tendo como trunfo maior a força do seu nome, pela rica história que criou. A Ferroviária de Esportes, querida de muita gente, foi a primeira a afrontar os clubes grandes, tornando-se também grande no final dos anos 50 e nos anos 60.

Camisa da AFE em exposição no Museu da Arena da Fonte - Araraquara/SP

Jogando um futebol técnico e vistoso, a Ferroviária fez com o Santos F.C. o clássico da técnica. Era o jogo mais bonito de ser visto.

“Sparrring” da Seleção Brasileira

Folha de São Paulo 30-04-1962

Era tão técnico e tão bonito o futebol afeano que os próceres do futebol nacional escolheram-na, em 1962, para servir de “sparring” da Seleção Brasileira.
Assim, no dia 29 de abril de 1962, há 50 anos, a Ferroviária de Araraquara ajudou a Seleção Brasileira nos preparativos que culminaram com a conquista do bicampeonato mundial no Chile.
Tendo por local a cidade de Serra Negra (SP), a Ferroviária atuou dois períodos de 40 minutos contra o Selecionado Nacional, empatando o primeiro período em 0 x 0 com a Seleção Azul (Reservas). Formações:
Seleção Azul – Castilho; Jair Marinho, Mauro, Calvet e Altair; Zequinha e Mengálvio; Jair, Quarentinha, Amarildo e Germano.
Ferroviária – Toninho; Ismael, Antoninho, Mário e Zé Maria; Dudu e Bazzani; Peixinho (Mateus), Laerte, Aurélio e Benny.
O outro período de 40 minutos reuniu a Seleção Brasileira (Amarela) e a Ferroviária. Os titulares do Brasil venceram por 2 a 0, gols assinalados por Didi, ambos de bola parada: aos 5’, de pênalti, e aos 25’, de falta.
Seleção Amarela – Gilmar; Djalma Santos, Belini, Jurandir e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo.
Ferroviária – Toninho; Ismael, Antoninho, Rodrigues e Zé Maria; Dudu e Bazzani; Mateus, Laerte, David e Benny.
A arbitragem foi de Domingos de Marco (FPF), a renda somou Cr$ 1.697.700,00 e o público pagante foi de 5.034.
Portanto, num dia como o de hoje – 12 de abril – há 62 anos, era fundada a Associação Ferroviária de Esportes, de Araraquara; e há exatos 50 anos, no mês de abril, a Ferroviária servia de “sparring” à Seleção do Brasil.

Fontes:
Folha de São Paulo
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

 

Promovido pela Liga Campista de Desportos (LCD), o Campeonato Campista de Futebol terá o seu início no próximo domingo (15 de abril de 2012), com a Série Central,  com sete jogos todos com horário previsto para começar às 15 horas (de Brasília).

Sem dúvida, a equipe mais conhecida da Série Central é o Esporte Clube SapucaiaFundado no dia 18 de dezembro de 1938 é no seu currículo um título inédito do Campeonato Fluminense de 1974, o time segue num processo de readaptação. Afinal, após um longo período de inatividade o Sapucaia retornou as competições há dois anos. Veja abaixo as partidas:

Data
Dia
Hora
1º Rodada – 15 de abril de 2012
Local
15/04
Dom
15h
Barcelona FC
x
Botafogo FC
Campo U. Matadouro
15/04
Dom
15h
EC Beira Rio
x
EC União Matadouro
Campo União Ururaí
15/04
Dom
15h
Unidos Santa Clara
x
Novo Horizonte FC
Campo São Cristovão
15/04
Dom
15h
Operário FC
x
Fortaleza FC
Campo Niterói
15/04
Dom
15h
Grêmio EC
x
Aventureiro FC
Custodopolis
15/04
Dom
15h
EC Guarujá
x
EC Sapucaia
Campo Aventureiro
15/04
Dom
15h
Nova Brasília FC
x
Nacional FC
Campo do Campos
   
Folga
AE Meninos da Vila
 

 Colaborou: Leonardo Silva de Souza

 

Mais um escudo campista que o amigo Leonardo Silva de Souza colaborou conosco. Trata-se da Associação Atlética Ponte Preta é uma agremiação da cidade de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense (RJ). O clube, que fica no Distrito de Espinho, foi fundado no sábado, do dia 03 de junho de 2006.

Nessa temporada a equipe pontepretana campista disputará as competições da Liga Campista de Desportos (LCD), nas categorias de base. O escudo é uma cópia do Clube Atlético River Plate, da Argentina.

 

Em 03 de Outubro de 1994 em Lavras da Mangabeira é fundado o  PSV Sport Club.

Em Novembro de 1999 os Dirigentes, Jogadores e Torcedores resolvem mudar seu nome. Nasci assim o Padre Cícero Sport Club
O Pe Cícero Sport Club que recebeu o nome do santo dos sertões nordestinos, “Cícero Romão Batista” o padre que tem uma imensa legião de fiéis espalhados pelo Brasil. Levando na camisa as cores Azul, Branco e Preto.
Hoje o Padre Cícero Sport Club tem a maior torcida de Lavras, e a cada ano que passa ganha mais adeptos em toda região do cariri e respeito acima de tudo.
Padre Cícero sempre significará garra, profissionalismo, desafio, sucesso e orgulho para os torcedores Lavrenses e da região. Através dos melhores profissionais, determinando um padrão único de satisfação de nossos torcedores e colaboradores.
Escudo de quando a equipe usava o nome PSV.
MASCOTE: Todo clube tem um simbolo, e ele faz parte do carinho que o torcedor sente pelo clube do coração.
O Raposão foi fundado na década de 40, feito por Fernando Pierucetti, conhecido como Mangabeira. Atualmente é mascote do Cruzeiro Esporte Clube de Minas Gerais…
TÍTULOS:
- Campeão I Copa Intermediária;
- Campeão I Copa dos Campeões;
- Vice- campeão Municípal 2005;
- Campeão da 2ª Copa Dr. Tavinho;
- Bí- Campeão da Super Copa Cuandú;
- Campeão da Copa Novo Horizonte 2010
- Campeão municipal invicto 2011
FONTE:
 

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A Associação Esportiva Unidos do Selefogo é uma agremição da cidade de Macaé, no Norte Fluminense (RJ). Como diz o nome o time é uma homenagem ao Botafogo do Rio. O clube foi fundado nos anos 70 e disputa as competições da Liga Macaense de Desportos (LMD).

 

Associação Atlética Lima Duarte é um clube do município de  Lima Duarte (MG). A equipe alvinegra fica na Praça Nominato Paiva Duque, 15, no Centro de Lima Duarte. A agremiação além da equipe adulta, também participa de competições regionais amadoras de Minas Gerais na categoria de base, dando as crianças carentes a possibilidade de ter inclusão social e educacional.

Um aspecto bacana é que a garotada para continuar treinando e jogando precisa tirar boas notas na escola, servindo com um bom exemplo a ser seguido pelos grandes clubes brasileiros.  Caso alguém tenha mais alguma informação… O Site agradece!

 

Fotos:  Divulgação

 

 

O São Gotardo Futebol Clube é uma agremiação da cidade gaúcha de Caxias do Sul. O Áureo-anil foi fundado no dia 10 de janeiro de 1972, e fica no Bairro: Ana Rech. O clube disputa as competições amadoras da Serra Gaúcha.

 

O estádio Dr. Adhemar Pereira de Barros, em Araraquara, que se popularizou com o nome de Estádio da Fonte Luminosa, sofreu uma remodelação radical, transformando-se na Arena Fonte Luminosa. A reinauguração aconteceu no dia 22 de outubro de 2009, quando Ferroviária e Ituano jogaram pela Copa Paulista.
A Ferroviária venceu por 2 a 1, numa noite de festa que contou com a presença de 21.254 pessoas. Com uniforme diferente do usual, todo amarelo, a equipe afeana inaugurou o marcador aos 35 minutos do primeiro tempo.
Laertinho, o camisa 10, cobrou infração na esquerda do ataque, no gol de entrada.
Alçou a bola na pequena área ituana, onde houve um primeiro cabeceio para a meta.
O goleiro Éder defendeu parcialmente a bola, sobrando o rebote para o lateral esquerdo Fernando Luís, que bem próximo ao gol cabeceou de forma inapelável para as malhas do Ituano, para enorme vibração da platéia presente à Arena.

Sequência fotográfica do primeiro gol da Arena Fonte Luminosa:




Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição e fotos: Paulo Luís Micali

 

 

O Benfica Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Pelotas (RS). O seu endereço é: Rua Santos Dumont, 40 – Centro. O clube, fundado no dia 7 de Abril de 1957, é uma das grandes equipes do futebol amador pelotense.

 

Carteirinha do clube

 

 

 

 

 

Fotos: Homero Queiroga

 

 

 O Progresso Futebol Clube é uma agremiação da cidade gaúcha de Pelotas. O clube, fundado em 1943, fica localizado na Rua Francisco Santos, 238, no Bairro de Três Vendas. O Rubro-negro pelotense trabalha com categorias de base desde 1989.

Sempre participando com destaque em diversos campeonatos e torneios. Juntamente com esse trabalho de formação de atletas, desenvolve um papel social importante, beneficiando garotos da periferia na faixa etária de 11 a 18 anos.

Nesse período já foram descobertos vários talentos, como Emerson, Daniel Carvalho, Fernando Cardoso, Carlos Alberto. Desde 2003 o Progresso mantém parceria com o Sport Club Internacional, dando exclusividade em todos os atletas que se destacam no rubro-negro pelotense.

Foto: Site do Progresso FC 

 

Por: Dilson Braga

 O ‘Jornal Arauto do Sul’ de 17 e 18 de julho de 1928, publicou uma coluna de autoria de Ney Alvarenga, que comentou os jogos de futebol realizados no Stadium Varginhense. Chegamos à conclusão de que o Stadium Varginhense teve várias inaugurações e festas comemorativas. Em 1927 foi inaugurado o campo de futebol enquanto se concluía a parte das arquibancadas. Vamos publicar a matéria “na íntegra” com algumas modificações da atualização da língua portuguesa.

“Varginha pode se orgulhar de possuir a melhor e mais confortável praça de esportes do Sul de Minas, quiçá do Brasil, pois a não ser os “stadiums” do Vasco da Gama, do Fluminense e do América, este último já em construção, outro qualquer não o superará, creio eu. Melhoramentos como esse, de tanta grandiosidade para uma cidade do interior, merecem o apoio do povo desta terra, que de tempos para cá vem tomando um impulso digno de admiração geral. E os resultados de um empreendimento de tão grande vulto assim naturalmente serão coroados de êxito. O “Stadium”, ora em vias de acabamento, apresenta um aspecto agradável à vista de todos, não só pela sua amplitude e comodidade, como também pelo deslumbrante panorama que lhe fica em derredor. Aqueles que o idealizaram estão de parabéns, porque ele representa mais um notável progresso para Varginha, que de há muito reclamava uma praça onde pudessem passar momentos de distração todos os que dedicam aos esportes.

Seguindo o exemplo dos grandes centros, o “stadium” desta cidade foi traçado de forma tal que quase todos os ramos de esportes estão sendo ali introduzidos. Incalculáveis os benefícios a tirar com esse melhoramento, haja vista o bom nome que cada vez mais vai adquirindo Varginha.

As lutas desportivas que temos presenciado ultimamente, atestam o interesse dos varginhenses pelo seu desenvolvimento físico, levando avante com carinho e força de vontade o cultivo de todos os esportes. Fortes clubes do Rio, pertencentes à 1ª Divisão da AMEA – Associação Metropolitana de Esportes Atléticos, sempre jogam nesta cidade.”

 

“Pelo comboio das treze e vinte, de Sábado atrasado, conforme fora anunciado, chegou a esta cidade a embaixada do “Andarahy E. Clube”, chefiada pelo seu ilustre presidente, comparecendo à gare da Rede grande massa popular, afim de receber os guapos rapazes. Ao pisarem em terra, foram os nossos hóspedes saudados pelo orador Sr. Luiz José Alvares Rubião, que desobrigou-se satisfatoriamente da missão de que fora investido. Acompanhados pela corporação musical “Santa Cecília”, seguiram rumo ao Hotel Megda, onde lhes estavam reservados aposentos.

Às 15 horas, no amplo e belo “stadium”, acompanhados do Juiz escolhido – Sr. Americano, da delegação visitante e sob delirantes aclamações da assistência, entraram em campo as duas “equipes”, as quais, feitas as saudações do estilo e alinhadas, entraram em luta, notando-se desde logo maior firmeza e entendimento por parte dos jogadores Andarayenses, que produziam excelente combinação de passes, deslocando a defesa local, que precisou de grandes esforços para conter suas avançadas. Apesar de todos os recursos empregados, os “players” visitantes não conseguiram romper o circulo de ferro local.

A defesa do quadro “Avea”, ante os impetuosos ataques do Andarahy, foi-se mostrando impotente para sustar as investidas dos cariocas, e o domínio destes sobre os locais acentuava-se cada vez mais, estando a defesa fraca, mostrando-se os “halfs de ala” e os “backs” indecisos, motivo porque se aproveitaram os visitantes para exercerem maior pressão contra as barras confiadas à perícia de João, que praticava ótimas defesas. Não houve domínio do “team” da Avea. O gol que conquistou e que lhe garantiu a vitória sobre o forte conjunto Andarahyense, foi obra de ingentes esforços do ótimo meia esquerda Feitor, um jogador calmo, preciso nos arremates e impetuoso. Ele e seu companheiro formaram uma ala perigosíssima e combinavam com desenvoltura, empolgando a assistência. Russo, João e Branco, os melhores da defesa, sendo que o último esteve fraco no primeiro tempo, mas melhorou muito depois.

 

O quadro visitante apresentou um excelente jogo, causando ótima impressão, tendo sua linha dianteira combinada com maestria, salientando-se o jogo limpo de Telê, o terrível marcador de “goals”, pois no atual campeonato carioca marcou 16 tentos, batendo o recorde. Quanto à sua defesa é justo destacar o center-half e o keeper que estiveram felizes. Final: Avea 2 x 1 Andarahy. O juiz da partida se comportou com imparcialidade e honestidade, não comprometendo a sua atuação nesta partida amistosa.”

 O Andarahy Athletico Club (fundado em 09-11-1909), tinha o seu campo na Rua Prefeito Serzedello Correa, atual Rua Barão de São Francisco no bairro de Vila Isabel, na Zona Norte da cidade. Na década de 60, seu campo foi comprado pelo América Football Club para a construção de um estádio, rebatizando-o de Volney Braune, e depois fechou as portas.

Fotos: Dilson Braga

 

 

Em 29 de junho de 1943, um grupo de esportistas moradores da rua Torres Homem quase esquina com Av. Senador Dantas no bairro do Macuco resolveram criar uma equipe para a pratica de futebol . Liderados pelo Sr. Machado, cidadão português de nascimento, torcedor do C.R. Vasco da Gama do Rio de Janeiro, escolheram esse nome para o time, e para diferenciarem de outros times já existentes em Santos fundaram o Vasco Futebol Clube.

Naquele tempo uma grande área entre a Av. Pedro Lessa e a Av. Epitácio Pessoa , próximos ao canal 5, ficara desocupada das chácaras ali existentes e foram sendo construídos vários campos de futebol. Machado e sua turma se uniram em mutirão em suas horas de folga e com foices e enxadas nas mãos prepararam aquele que por mais de trinta e cinco anos seria o seu campo de futebol.

Tradicional clube da nossa várzea, o Vasco F. C. participou de vários torneios acontecidos em Santos, sempre com boas equipes, disputando a final em várias ocasiões, e com vitórias como as do Torneio da Amizade O Diario no ano de 1964, contra as equipes amadoras do Santos F. C. ( na época com Clodoaldo, Edú, Pardal, Vicente, Negreiros, Caneco, todos em inicio de carreira), Jabaquara A.C., A.A. Portuguesa, S.E. Barreiros, Itapema, Bandeirantes do Casqueiro e A.F. Cosipa. Os jogos aconteceram nas preliminares dos jogos da segunda divisão quando a Portuguesa foi campeã em cima da Ponte Preta. Foi também campeão do Torneio de seleções dos Bairros em 1965 e campeão varzeano em 1975.

A partir dos anos 60, já sob o comando de Manduca, seus jogadores eram oriundos dos moradores da Praça Joaquim Murtinho, próxima ao campo.

FONTE:

http://www.varzeasantista.com/equipes/vasco-futebol-clube/vasco-futebol-clube/

 

O Senta a Pua Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Castelo, no Espírito Santo. Quem tiver outras informações sobre esse simpático e engraçado distintivo… Por gentileza me informe. O futebol capixaba agradece. Rs

 

 Mais uma América para pôr na conta. Esse é o América futebol Clube de Palmas, no Estado do Tocantins. A equipe Rubra fica na Aureny III – Palmas (TO). O clube foi fundado no dia 12 de janeiro de 1993. Atualmente o time disputa competições amadoras, mas há uma mobilização para profissionalizar o time já para a próxima temporada.

 

Precisamos de mais informações da equipe.

FONTE:

http://www.giginarede.com.br/varzea/ultragas.asp

http://varzeasantista.blogspot.com.br/2008/02/ultrags.html

 

Aparecem como fundadores do CLUBE RECREATIVO VASCO DA GAMAda Rua Guararapes, em Santos, os esportistas Ivo da Costa Ferreira, Ruperto Dias de Lima, Ayrton Francisco Silva, Mário Fernandes Ribeiro e Amilcar Dias de Lima, que estiveram reunidos a 16 de outubro de 1944, traçando diretrizes para a estruturação do clube que viria a integrar o panorama esportivo santista.

Credenciado por sua filiação junto à Liga de Futebol Amador de Santos e Federação Paulista de Futebol, o C.R Vasco da Gama disputava o Campeonato da Divisão Principal de Amadores. Por este certame, classificou-se como Vice-Campeão, em 1954, conquistando, ainda, o título de Vice-Campeão na categorial juvenil; em 1955, conquistou o título de Campeão da Divisão Principal, foi Campeão do Torneio Misto e Vice-Campeão do Torneio Início, principal e juvenil. Em 1956, venceu o Torneio Início da Divisão Principal e, em 1959, foi Campeão da Divisão Principal da LFAS.

DIRETORIA: Presidente de Honra – Dr. Agostinho Ferramenta Silva; Presidente – Nelson Malavasi; Vice-Presidente – Eduardo Mendes; 1º. Secretário – Sergio Peres Lopes; 2º. Secretário – Prudêncio Gonçalves; 1º Tesoureiro – Bento Dias; 2º Tesoureiro – Bráulio Alcantara Júnior; Diretor Geral de Esportes – Mario Benencassi; diretor Esportivo – Nelson Marques; Diretor Social – Joel Gonçalves dos Santos e Juan Salgado; Presidente do Conselho – Augusto Saraiva.

Atualmente, o C.R Vasco da Gama encontra-se instalado, em sede própria, junto à Rua Carvalho de Mendonça, nº. 379, com um número limitado de sócios. É o único grêmio amador que possui um atleta, Mário Fernandes Ribeiro, detentor de todos os títulos amadores de futebol da cidade.

Títulos conquistados: Futebol – 1954, Vice-campeão da Divisão Principal da LFAS; 1955, Campeão da Divisão Principal da LFAS; 1955, Campeão do Torneio “Extra-Misto” (preliminares de Profissionais) da LFAS; 1956, Campeão Juvenil da LFAS; 1959, Campeão da Divisão Principal da LFAS; 1959, Campeão dos Campeões de 1967, Campeão dos 2ºs Quadros do Campeonato de Praia (Senac). Futebol de salão – 1964, Campeão Infantil; 1964, Campeão do Campeonato Aberto da Cidade; 1964, Campeão Juvenil; 1964, Campeão Aspirante e 1965, Bicampeão Infantil.

FONTES:

http://www.giginarede.com.br/varzea/vasquinho.asp

http://varzeasantista.blogspot.com.br/2008/02/cr-vasco-da-gama.html

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0171y4.htm

 

 

No começo dos anos 60, Ernesto Martins ( o popular velho Ernesto ); como milhares de Brasileiros, passava por muitas difículdades perante ao militarismo (regime que comandava o Brasil e que exilava e prendia aqueles que não concordavam com o autoritarismo da época)

 

Aliado ao seu amor pelo xará carioca,a solução que esse cidadão teve para não ser perseguido foi juntar um grupo de amigos (como Seu Helói e outros) e criar um clube de futebol amador (pois na época, o sistema aliviava para aqueles que mantinham uma entidade esportiva

 

Então, no dia 17 de janeiro de 1962, no bairro do Pae Cará (Fundão), foi fundado o CLUBE RECREATIVO VASCO DA GAMA

 

de lá prá cá, craques históricos do Guarujá vestiram essa camisa e muitos comandaram a caravela, mas apesar de todas as difículdades, o Vasco jamais deixou de existir e a semente plantada a quase 50 anos está mais forte do que nunca

 

Graças a todos, o Vasco é um dos mais antigos e considerado um dos grandes times de futebol amador da ilha de Santo Amaro.A memória dos grandes guerreiros que amavam o Vasco e o passado  do clube jamais será esquecido

 

Em homenagem ao nosso patriarca a praça de esporte do Clube Recreativo Vasco Da Gama chama-se Ernesto Martins, nome também dado a uma rua do bairro.
FONTES:

 

 

 

No dia 10 de maio de 1925, uma plêiade de esportistas de Santos, reuniram-se decididos a fundar um novo clube denominado ESPORTE CLUBE VASCO DA GAMA,  que viria a se apresentar nos gramados santistas.

Naquela data, reuniram-se os senhores Francisco Fernandes, Mário Soler, Carmelo Catalbiane, Antonio da Silva, João de Carvalho, Firmino Gonçalves, Pedro Toledo, Álvaro Camacho e outros, ficando assentada a estruturação do novo grêmio que viria engrandecer, ainda mais, o amadorismo santista.

Pertencendo o E.C. Vasco da Gama à Liga de Futebol Amador de Santos, disputou seus campeonatos até 1956, quando resolveu licenciar-se. Em 1948, foi campeão do Torneio Início, pelo Campeonato da Divisão Principal de Amadores.

O Vasquinho, como é carinhosamente conhecido, tinha seu campo “particular” na Rua República do Perú.

DIRETORIA: Presidente de Honra, Francisco Fernandes; Presidente, José Tavares; Secretário, Otávio Augusto; Tesoureiro, Manuel Gacezé; Diretor de Esportes, Eugênio Santana; Diretor Social, José Raimundo.

FONTES:

http://www.giginarede.com.br/varzea/vascodagama.asp

http://varzeasantista.blogspot.com.br/2008/02/ec-vasco-da-gama.html

 

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