Por razões profissionais, o mineiro Antônio Tavares Pereira Lima foi residir em São José do Rio Preto (SP), na década de 1940. Lá fundou, em 1946, o América Futebol Clube.

Antônio Tavares Pereira Lima

Também por motivos profissionais, Pereira Lima, engenheiro de formação, mudou-se para Araraquara, prestando serviços à Estrada de Ferro Araraquara (EFA).

Com seu dinamismo, insuflou os ferroviários locais para terem o seu clube de futebol, fundando, então, a Associação Ferroviária de Esportes (AFE), em 1950.

Por razões políticas, Pereira Lima afastou-se da Ferroviária muito pouco tempo depois, e não poderia deixar as coisas assim, sem promover outra novidade.

Então, convenceu os dirigentes de dois clubes tradicionalíssimos da cidade – São Paulo e Paulista – a se unirem para a formação de um clube que reunisse maior potencial para tentar o sucesso no profissionalismo.

Fundou, com eles, na fusão de São Paulo e Paulista, a Associação Desportiva Araraquara (ADA).

Aí, a cor azul, que ele sugerira sem êxito para a Ferroviária, na Assembleia de fundação do clube da Estrada, no caso da ADA foi vitoriosa. Isso aconteceu em 1952.

A partir daí, criou-se na cidade de Araraquara a maior rivalidade esportiva de todos os tempos: Ferroviária de um lado, ADA de outro, ambas tentando chegar à Primeira Divisão do Campeonato Paulista.

Dividiu-se a cidade ao meio e os ânimos, no cenário esportivo, se acirraram.

Quando os times grená e azul se enfrentavam os estádios ficavam repletos de torcedores apaixonados.

Até hoje há resquícios dessa rivalidade nos meios citadinos.

Com a ascensão da Ferroviária, que contava com o respaldo financeiro da Estrada de Ferro, a ADA foi perdendo sua vitalidade e disposição para a luta, até que resolveu encerrar suas aspirações no profissionalismo para se devotar, durante algum tempo, ao amadorismo.

O próprio Pereira Lima voltaria à Ferroviária, dirigindo-a novamente, sempre com muita empolgação, uma sua característica inalienável.

Nem foram muitos os confrontos entre ADA e Ferroviária, mas suficientes para fazer vibrar a massa torcedora araraquarense.

O jogo ADA x AFE tornou-se conhecido como FERRO-ADA. A FERRO-ADA completa compreende 11 encontros.

Em 11 oportunidades deu-se a FERRO-ADA, apontando sete vitórias grenás, duas da ADA e dois empates; 31 gols afeanos contra 20 da ADA; sete partidas pelo Campeonato Paulista da Segunda Divisão e quatro amistosos.

 

Todos os jogos entre ADA e AFE

FERRO-ADA completa

1 – ADA 3 x 4 Ferroviária

10 de agosto de 1952, domingo; Estádio Municipal de Araraquara; Amistoso; Árbitro: Licínio Perseguitti (FPF); Gols ADA: Américo, Lula e Elvo; Gols AFE: Russo (2), Dirceu e Osvaldo. ADA: Alfredo; Montinho e Haroldo; Dirceu, Azambuja (Benjamin) e Izan; Lula, Zeferino (Gaeta), Elvo, Américo e Oliveira. AFE: Sandro; Sarvas e Avelino; Pierre, Gaspar e Porunga; Omar, Luiz Rosa (Dirceu), Russo, Zé Amaro e Dirceu (Osvaldo). Técnico: Zezinho

2 – Ferroviária 0 x 1 ADA

17 de agosto de 1952, domingo; Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara; Amistoso; Árbitro: Abílio Frignani; Gol: Elvo. AFE: Sandro; Sarvas e Avelino; Pierre, Gaspar e Porunga; Omar, Luiz Rosa, Russo, Zé Amaro e Dirceu. Técnico: Zezinho. ADA: Alfredo; Montinho e Haroldo; Dirceu, Lanzudo (Azambuja) e Benjamin (Izan); Lula, Gaeta, Elvo, Américo e Oliveira. Técnico: José de Andrade. Obs.: A ADA vencia por 1 a 0 quando aconteceu um sério desentendimento entre Elvo e o goleiro Sandro. O árbitro tentou expulsar somente o jogador Elvo, no que não concordaram Montinho e os demais jogadores da ADA, que ficaram sentados no gramado até o término da partida. Dias depois, Elvo, da ADA, foi suspenso pela FPF por 120 dias.

3 – ADA 2 x 2 Ferroviária

26 de outubro de 1952, domingo; Estádio Municipal de Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: João Etzel (FPF); Gols ADA: Aroldo (2); Gols AFE: Osvaldo (2). ADA: Alfredo; Montinho e Izan; Dirceu, Lanzudo e Benjamin; Lula, Edson, Aroldo, Zeferino e Oliveira. AFE: Julião; Sarvas e Avelino; Pierre, Gaspar e Porunga; Omar, Luiz Rosa, Russo, Zé Amaro e Osvaldo. Técnico: Zezinho

4 – Ferroviária 3 x 2 ADA

25 de janeiro de 1953, domingo; Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: Antônio Musitano (FPF); Gols AFE: Omar (2) e Vaguinho; Gols ADA: Lula (pênalti) e Jarbas. AFE: Sandro; Sarvas e Espanador; Tiana, Gaspar e Pierre; Omar, Luiz Rosa, Vaguinho, Zé Amaro e Dirceu. Técnico: Abel Picabéa. ADA: Alfredo; Lanzudo e Izan; Gaeta, Antoninho e Benjamin; Lula, Jarbas, Elvo, 109 e Edson

5 – Ferroviária 3 x 2 ADA

27 de dezembro de 1953, domingo; Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: Francisco Ceschini (FPF); Gols AFE: Boquita (2) e Tec (pênalti); Gols Ada: Cabelo (2); Expulsões: Vaguinho e Itamar. AFE: Fia; Pierre e Pixo; Dirceu, Gaspar e Henrique; Tec, Augusto, Vaguinho, Zé Amaro e Boquita. Técnico: Caetano de Domênico. ADA: Sandro; Saltore e Avelino; Braga, Itamar e Montinho; Afonso, Jarbas, Cabelo, Waldemar e Oliveira. Obs.: Pela sua atuação, o árbitro foi suspenso por 90 dias pela FPF.

6 – ADA 1 x 1 Ferroviária

14 de fevereiro de 1954, domingo; Estádio Municipal de Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: Manoel Augusto de Souza (FPF); Gol ADA: Oliveira, 39’ do 2º tempo; Gol AFE: Vaguinho, 42’ do 2º tempo.  ADA: Sandro; Saltore e Avelino; Joãozinho, Braga e Monte; Afonso, Cabelo, Elvo, Waldemar e Oliveira. AFE: Fia; Pierre e Tato; Diógenes, Gaspar e Henrique; Augusto, Tec, Vaguinho, Zé Amaro e Boquita. Técnico: Armando Renganeschi

7 – Ferroviária 5 x 0 ADA

13 de novembro de 1955, domingo; Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: Benedito Francisco (FPF); Renda: Cr$ 27.140,00; Gols: Paulinho (2), Bazzani, Gomes e Boquita. AFE: Fia; Elcias e Ferraciolli; Dirceu, Pixo e Itamar; Paulinho, Cardoso, Gomes, Bazzani e Boquita. Técnico: Clóvis Van Dick (Capilé). ADA: Mingão; Pimentel e Monte; Joãozinho, Nelson e Tim; Didié, Velasques, tomate, Cabelo e Tom Mix. Obs.: Um dos gols de Paulinho foi assinalado de pênalti. A ADA perdeu um pênalti.

8 – ADA 4 x 2 Ferroviária

18 de dezembro de 1955, domingo; Estádio Municipal de Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: João Rela Filho (FPF); Gols ADA: Maravilha, Monte (2), ambos de pênalti, e Cabelo; Gols AFE: Boquita e Cardoso. ADA: Mingão; Cinzeiro e Monte; Joãozinho, Nelson e Alípio; Paulinho, Cabelo, Maravilha, Mário e Tom Mix. AFE: Fia; Elcias e Ferraciolli; Dirceu, Pixo e Itamar; Paulinho, Cardoso, Bazzani, Marinho e Boquita. Técnico: Clóvis Van Dick (Capilé)


9 – ADA 2 x 4 Ferroviária

15 de janeiro de 1956, domingo; Estádio Municipal de Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: Catão Montez Júnior (FPF); Renda: Cr$ 60.000,00; Gols ADA: Tom Mix e Maravilha; Gols AFE: Pixo, Gomes (pênalti), Cardoso e Dirceu. ADA: Mingão; Cinzeiro e Monte; Joãozinho, Nelson e Alípio; tomate, Cabelo, Maravilha, Waldemar e Tom Mix. AFE: Fia; Elcias e Ferraciolli; Dirceu, Pixo e Itamar; Paulinho, Cardoso, Gomes, Marinho e Boquita. Técnico: Clóvis Van Dick (Capilé)

10 – Ferroviária 4 x 1 ADA

11 de março de 1956, domingo; Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara; Campeonato Paulista da Segunda Divisão; Árbitro: Benedito Francisco (FPF); Renda: Cr$ 11.320,00. Gols AFE: Boquita (2), Cardoso e Bazzani; Gol ADA: Maravilha. AFE: Fia; Elcias e Ferraciolli; Dirceu, Izan e Itamar; Paulinho, Cardoso, Gomes, Bazzani e Boquita. Técnico: Clóvis Van Dick (Capilé). ADA: Mingão; Monte e Cinzeiro; Joãozinho, Nelson e Alípio; Paulo, Didié, Maravilha, Waldemar e Tom Mix. Obs.: Aos 4’ do 2º tempo, o goleiro Fia defendeu um pênalti cobrado por Monte.


11 – ADA 2 x 3 Ferroviária

29 de abril de 1956, domingo; Estádio Municipal de Araraquara; Amistoso em comemoração à conquista de campeã da Segunda Divisão, com a entrega de faixas aos jogadores da Ferroviária. Foi a última FERRO-ADA. Árbitro: Casemiro Gomes (FPF); Renda: Cr$ 27.000,00; Gols AFE: Gomes (2) e Paulinho; Gols ADA: Izan (contra) e Tom Mix. AFE: Fia; Izan (Elcias) e Ferraciolli; Dirceu, Pixo e Itamar; Jaime (Paulinho), Cardoso, Gomes, Bazzani e Jarbas (Marinho. Técnico: Clóvis Van Dick (Capilé). ADA: Mingão (Jairo); Monte e Cinzeiro; Catô (Joãozinho), Braga e Tim (Alípio); Paulo, Didié, Cabelo (Pimentel), Waldemar (Velasquez) e Tom Mix.

Fontes:

Arquivo do Prof. Antônio Jorge Moreira (Museu do Futebol e Esportes de Araraquara – Arena Fonte Luminosa)
Araraquara Futebol e Política, Luís Marcelo Inaco Cirino – Pontes, 2008
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Por: Dílson Braga

 Nos anos 70, não existia o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão. O que existia era a formação dos times do interior, que disputavam o Torneio de Acesso. A competição era dividido em três chaves e a Associação Atlética Flamengo de Varginha ficou na CHAVE C Sul, que reunia os melhores times do Sul de Minas.

Após quatro rodadas o Flamengo de Varginha ficou, mais uma vez, com o título de melhor time do Sul de Minas Gerais e garantiu o seu lugar na disputa do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão de 1971. Ainda persistia a proibição, pela Federação Mineira de Futebol (FMF), de o Flamengo poder realizar os jogos contra Atlético Mineiro, Cruzeiro e América Mineiro na cidade de Varginha.

O Estádio Rubro-negro não era bem visto pelo órgão maior do futebol profissional de nosso Estado. Com isso, como aconteceu no certame de 1970, o Flamengo foi obrigado a realizar seus jogos de turno e returno no Mineirão, favorecendo os três grandes de Minas Gerais. No final, o Flamengo de Varginha terminou na 8ª colocação com 16 pontos, na frente apenas do Casemiro de Abreu com nove. O América Mineiro se sagrou campeão invicto com 38 anos.

EM PÉ: Arnaldo; Roberto, Mauro, Totó, Duza e Beto. AGACHADOS: Julião, Serginho, Paulão, Marcílio e Parodi.

Fase de Classificação Campeonato Mineiro 1971 – Veja as fichas técnicas completas de todos os jogos do Flamengo, na Chave C, que garantiu o acesso para a elite do futebol Mineiro:

 

CALDENSE             0          X         0          ATLÉTICO DE TRÊS CORAÇÕES

Local: Poços de Caldas

Árbitro: Juan de La Pasión

Renda: Cr$ 4 050,00

CALDENSE: Nogueira, Massinha, Didi, Camilo e Zanetti; Jota Lopes (Dodo) e Serginho; Betão, Natinho, Batata e Ganzepe.

ATLÉTICO-TC: Ronaldo, Roberto, Peconique, Dodô e Lúcio; Adilson e Iomar; Ari, Caca, Totó e Edson (Tabajara).

 

ATLÉTICO DE TRÊS CORAÇÕES       1          X         1          FLAMENGO DE VARGINHA

Local: Três Corações

Árbitro: Doraci Jerônimo

Renda: Cr$ 6.000,00

 ATLÉTICO-TC:Tião, Lamparina, Tabajara, Dodo e Pedro Lúcio; Lio e Iomar; Timbira, Ari, Iaúca e Adilson.

FLAMENGO: Roberto, Arnaldo, Lúcio, Buzuca e Grego; Toninho e Carlos Alberto; Julião, Paulão (Serginho), Zé Mauro e Parodi.

Gols: Ari aos 45 minutos do 1º tempo; Julião aos 29 minutos do 2º tempo

 

CALDENSE             2          X         2          FLAMENGO DE VARGINHA

Local: Poços de Caldas

Árbitro: Joaquim Gonçalves

Renda: Não divulgada

CALDENSE: Vermelho, Ademir, Jorge (Natinho), Canhoto e Zeneti; Jota Lopes e Serginho; Betão, Batata, Oscar Nuno e Ganzepe.

FLAMENGO: Eduardo, Arnaldo, Duza, Buzuca e Greco; Toninho e Carlos Roberto; Julião, Serginho, Zé Mauro (Paulão) e Parodi (Telmo).

Gols: Serginho aos 2 e 9 minutos do 1º tempo; Natinho a 1 minuto e Nuno aos 3 minutos do 2º tempo

 

ATLÉTICO DE TRÊS CORAÇÕES       0          X         0          CALDENSE

Local: Três Corações

Árbitro: António Gomes

Renda: Cr$ 3 500,00

ATLÉTICO-TC: Voador, Lamparina, Tabajara, Dodô e Pedro Lúcio; Lio e lomar (Ribeiro); Mauro, Ari, laúca e Flavinho.

CALDENSE: Vermelho, Ademir, Jorge, Canhoto e Zeneti; Jota Lopes e Nuno; Natinho, Batata, Oscar Nuno e Ganzepe.

 

FLAMENGO DE VARGINHA       1          X         0          ATLÉTICO DE TRÊS CORAÇÕES

Local: Varginha

Árbitro: Antônio Gomes

Renda: Não divulgada

FLAMENGO: Eduardo, Arnaldo, Duza, Lúcio e Grego; Toninho e Carlos Roberto; Julião, Sérgio, Totó (Marcílio) e Parodi.

ATLÉTICO-TC: Gilberto, Lamparina, Itabajara, Dodo e Hélio; Lio e lomar; Mauro (Timbira), Ari, laúca e Flavinho.

Gol: Sérgio aos 15 minutos do 2º tempo

 

FLAMENGO DE VARGINHA       4          X         1          CALDENSE

Local: Varginha

Árbitro: António Gomes

Renda: Cr$ 9.200,00

Cartões vermelhos: Vagner e Serginho por agressão ao árbitro

FLAMENGO: Eduardo, Arnaldo, Duza, Lúcio e Greco, Toninho e Carlos Roberto, Julião, Paulão, Parodi e Totó.

CALDENSE: Vermelho, Ademir, Jorge, Canhoto e Zeneti, Jota Lopes e Nuno, Natinho, Batata, Oscar e Ganzepe.

Gols: Parodi aos 38 minutos; Grego aos 2 minutos; Batata aos 26 minutos; Totó aos 34 minutos do 1º tempo; Paulão aos 36 minutos do 2º tempo

 

Classificação Final da Chave C:

Nº.

CLUBES

P.G

J

V

E

D

GP

GC

SG

Ap.%

Flamengo

6

4

2

2

0

8

4

3

75

Atlético (TC)

3

4

0

3

1

1

2

-1

37,5

Caldense

3

4

0

3

1

3

6

-3

37,5

 

NA DECISÃO DA 12º VAGA - O Atlético de Três Corações venceu o Nacional por 2 a 1. A partida foi arbitrada por Joaquim Gonçalves. O atacante Ari abriu o placar para o Atlético logo aos 4 minutos. Onze minutos depois o Iaúca ampliou para os atleticanos ainda na primeira etapa. O atacante William descontou para o Nacional aos 32 minutos da etapa final.

 

Foto: Dilson Dutra

 

 

Outro belo escudo da Cidade de Bragança Paulista é a Associação Atlhetica América, do Bairro do Matadouro. O Alvianil foi fundado no dia 10 de outubro de 1928, disputou as competições da região, conquistando o título do Campeonato Bragantino de Futebol, em 1938. Contudo, após 22 anos o clube encerrou as suas atividades em 1950.

 

 

 O Esperança Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Bragança Paulista (SP). O clube foi fundado no dia 17 de julho de 1938 por alguns elementos do extinto Gymne Clube e por outros esportistas da cidade.

 

 Campeonato Bragantino de Futebol 1938 – Taça Hugo Ferreira Ramos

Logo no primeiro ano de vida, o Esperança F.C. abocanhou seu primeiro caneco. Após inúmeras incertezas e depois de longos anos, o futebol de Bragança Paulista voltou a promover novamente seu Campeonato Municipal de Futebol. Promovido pelo CA Bragantino, na esperança do ressurgimento do futebol local, foi disputado no dia 24 de julho de 1938 o Torneio Início com as equipes seguintes equipes:

Associação Atlética América

Vila Paulista Futebol Clube

Esperança F.C.

Independência Esporte Clube

Extra do C.A.B. (Clube Atlético Bragantino)

Corinthians São Jorge Futebol Clube

1º jogo:

A.A. América

2

X

0

Vila Paulista F.C.

2º jogo:

Extra C.A.B.

1

X

2

Independência E.C.

3º jogo:

Esperança F.C.

2

X

0

Corinthians São Jorge F.C.

4º jogo:

A.A. América

0

X

1

Independência E.C.

5º jogo:

Independência E.C.

1

X

1

Esperança F.C.
 
Após o empate (1 a 1 com o Independência E.C.), o Esperança Futebol Clube faturou o título ao vencer por 1 a 0, nos ‘Escanteios’. Quem tiver mais informações… O site agradece!
 

 

Campanha do Clube Atlético Taquaritinga (CAT) no Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1982

São informados: data, jogo e artilheiros do CAT

Série Vermelha

Primeiro turno

07.03.82 – Batatais 2 x 2 CAT – Gelson e Marcelo

14.03.82 – CAT 1 x 2 Jaboticabal – Braguinha

17.03.82 – Catanduvense 1 x 1 CAT – Braguinha

28.03.82 – Internacional de Bebedouro 0 x 1 CAT – Braguinha

04.04.82 – CAT 3 x 0 Novorizontino – João Marcos, Wagner e Cássio

11.04.82 – CAT 1 x 0 Radium de Mococa – Braguinha

18.04.82 – Orlândia 1 x 1 CAT – Gelson

21.04.82 – CAT 1 x 0 Lemense – Braguinha

25.04.82 – Sãocarlense 2 x 0 CAT

02.05.82 – CAT 1 x 1 Palmeiras (São João da Boa Vista) – Cássio

09.05.82 – Sertãozinho 0 x 2 CAT – Braguinha e Wagner

16.05.82 – CAT 4 x 0 Barretos – Cássio, Nascimento, Roberlei e Nelson

Finais do Primeiro turno

26.05.82 – Jaboticabal 1 x 0 CAT

30.05.82 – CAT 2 x 1 Sãocarlense – Roberlei e Nascimento

02.06.82 – CAT 1 x 2 Internacional de Bebedouro – Roberlei

06.06.82 – Sãocarlense 0 x 2 CAT – Cássio e Toninho

09.06.82 – CAT 3 x 0 Jaboticabal – Braguinha, Wagner e Cássio

12.06.82 – Internacional de Bebedouro 1 x 0 CAT

Segundo turno

03.07.82 – CAT 1 x 1 Batatais – (?)

10.07.82 – Jaboticabal 2 x 1 CAT – Marcelo

14.07.82 – CAT 2 x 0 Catanduvense – Roberlei e Nascimento

23.07.82 – CAT 3 x 2 Internacional de Bebedouro – Wagner, Braguinha e Nascimento

01.08.82 – Novorizontino 1 x 2 CAT – Roberlei e Nascimento

07.08.82 – Radium de Mococa 1 x 1 CAT – Braguinha

15.08.82 – CAT 2 x 1 Orlândia – Wagner e Nascimento

22.08.82 – Lemense 2 x 1 CAT – Roberlei

25.08.82 – CAT 1 x 0 Sãocarlense – Cássio

29.08.82 – Palmeiras (São João da Boa Vista) 2 x 1 CAT – Marcelo

05.09.82 – CAT 0 x 2 Sertãozinho

12.09.82 – Barretos 0 x 0 CAT

Finais do Segundo turno

19.09.82 – CAT 1 x 0 Internacional de Bebedouro – Nascimento

22.09.82 – Sãocarlense 1 x 1 CAT – Roberlei

26.09.82 – Catanduvense 0 x 0 CAT

03.10.82 – CAT 1 x 0 Catanduvense – Cidão

06.10.82 – CAT 2 x 1 Sãocarlense – Roberlei e João Carlos

10.10.82 – Internacional de Bebedouro 0 x 2 CAT – Cássio e Toninho

(Grande festa na chegada dos atletas cateanos, com passeata grandiosa em Taquaritinga.)

Final (decisão do Segundo turno)

11.11.82 – CAT 1 x 0 Sertãozinho – André

14.11.82 – Sertãozinho 2 x 1 CAT – Cássio

16.11.82 – CAT 0 x 0 Sertãozinho (em Araraquara)

Na prorrogação: CAT, 3 x 1 – João Carlos, Toninho e Cássio

Decisão da Série Vermelha

Jogos no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto

18.11.82 – Internacional de Bebedouro 1 x 1 CAT – Nascimento

20.11.82 – CAT 2 x 2 Internacional de Bebedouro – Carlos Alberto e Toninho

24.11.82 – CAT 2 x 2 Internacional de Bebedouro – Nascimento e Cássio

Prorrogação: CAT, 2 x 0 – João Carlos e Roberlei

Quadrangular Final da Segunda Divisão/1982, em São Paulo (no Palestra Itália)

27.11.82 – CAT 1 x 1 Bragantino – Toninho

CAT: João Luís; João Carlos, Coutinho, Carlos Alberto e Toninho; Celsinho (Braguinha), Roberlei e Wagner; Cássio, Gelson e Nascimento

30.11.82 – Araçatuba 1 x 1 CAT – Roberlei

CAT: Nilton; João Carlos, André, Coutinho e Toninho; Carlos Alberto (Celsinho), Roberlei e Wagner; Cássio, Gelson e Nascimento

02.12.82 – Mogi Mirim 2 x 2 CAT – Nascimento e Roberlei

CAT: João Luís; João Carlos, André, Carlos Alberto e Toninho; Gelson, Roberlei e Celsinho (Marcelo); Cássio, Nascimento (Braguinha) e Wagner

04.12.82 – Bragantino 1 x 1 CAT – João Carlos

CAT: Nilton; João Carlos, André, Cidão e Toninho; Carlos Alberto, Roberlei e Wagner; Braguinha (Marcelo), Gelson (Nascimento) e Cássio

07.12.82 – CAT 2 x 0 Araçatuba – Cássio e Wagner

CAT: João Luís; João Carlos, André, Cidão e Nelson; Carlos Alberto (Celsinho), Roberlei e Marcelo; Cássio, Nascimento (Braguinha) e Wagner

09.12.82 – CAT 2 x 0 Mogi Mirim – Nascimento e Wagner

CAT: João Luís; João Carlos, André, Cidão e Nelson; Carlos Alberto (Celsinho), Roberlei (Braguinha) e Marcelo; Cássio, Nascimento e Wagner

O Clube Atlético Taquaritinga, ou “Leão da Araraquarense” venceu o Mogi Mirim e esperou o angustiante empate entre o Araçatuba e o Bragantino, sem abertura de contagem, para festejar o título de Campeão da Segunda Divisão paulista de 1982, ganhando assim o direito de integrar a Divisão maior do Estado em 1983.

Jogadores Campeões da Segunda Divisão paulista de 1982 pelo Clube Atlético Taquaritinga

Fonte:

Revista do CAT, edição comemorativa dos 50 anos do clube, em 1992 – CAT – Sempre no Coração dos Taquaritinguenses – Setembro de 1992 – Hamilton Roberto Aiéllo

Edição: Paulo Luís Micali

 

22/01/12 – Bahia de Feira 1×0 Bahia – Gol de Raylan
03/04/11 – Bahia 0×1 Bahia de Feira – Gol de João Neto
27/03/11 – Bahia 3×0 Bahia de Feira – Gols de Jones Carioca, Dodô e Robert
09/01/11 – Bahia 0×1 Bahia de Feira – Gol: João Neto
18/04/10 – Bahia 1×1 Bahia de Feira – Gols: Wagner (Bah); João Neto (Bfs)
11/04/10 – Bahia 0×0 Bahia de Feira -
18/02/10 – Bahia 1×0 Bahia de Feira – Gol: Nen
31/01/10 – Bahia 3×5 Bahia de Feira – Gols Abedi Rodrigo Gral e Wagner (Bah); Bruninho (2) João Neto, Jackson e Wescley (Bfs).
20/09/98 – Bahia 2×0 Bahia de Feira -
21/09/94 – Bahia 3×0 Bahia de Feira – Gols: Zeomar (2)Rivelino.
22/04/87 – Bahia 4×0 Bahia de Feira – Gols: Ronaldo Marques (2) Sandro (2)
31/05/87 – Bahia 3×2 Bahia de Feira – Gols: Ronaldo Marques (2) Leandro (Bah); Marquinhos (2) (Bfs).
13/07/83 – Bahia 7×0 Bahia de Feira – Gols: Osni (3) Léo Oliveira (2) Ricardo Silva e Aristeu.
12/10/83 – Bahia 1×0 Bahia de Feira – Gol Osni
24/10/78 – Bahia 1×0 Bahia de Feira – Gol Ricardo Silva
27/06/73 – Bahia 3×0 Bahia de Feira -
14/09/69 – Bahia 0×0 Bahia de Feira
23/05/68 – Bahia 2×1 Bahia de Feira
24/07/68 – Bahia 3×2 Bahia de Feira – Gols Canhoteiro (2) e Adauri (Bah); Zé Plinio e Robertinho (BFs)
10/09/68 – Bahia 0×2 Bahia de Feira – Gols: Maromba (2).
21/05/67 – Bahia 3×0 Bahia de Feira
23/05/67 – Bahia 2×1 Bahia de Feira
20/07/67 – Bahia 0×2 Bahia de Feira – Gols: Freitas e Robertinho
03/12/67 – Bahia 3×2 Bahia de Feira
02/07/57 – Bahia 1×3 Bahia de Feira
08/04/54 – Bahia 7×3 Bahia de Feira
23/05/54 – Bahia 1×4 Bahia de Feira
10/07/54 – Bahia 2×1 Bahia de Feira
02/11/53 – Bahia 2×1 Bahia de Feira
07/11/48 – Bahia 0×0 Bahia de Feira
19/05/41 – Bahia 2×1 Bahia de Feira

 

Embora tenham sido fundados na mesma década, Bahia e Bahia de Feira se enfrentaram apenas em 31 oportunidades, considerando amistosos, campeonatos baianos e torneio-início. O Esquadrão venceu 19 jogos e perdeu 8, 4 empates foram registrados. O ataque do Bahia marcou 60 gols e a defesa sofreu 34.

Fontes: Site EC Bahia (ECBpédia).

 

01) 26/01/1936 – Remo 5×1 Bahia – Amistoso
02) 04/09/1938 – Remo 4×2 Bahia – Amistoso
03) 09/03/1947 – Bahia 2×2 Remo – Amistoso – Viana e Zé Hugo (Bah); Palito e Dilermando (Rem).
04) 13/03/1947 – Bahia 0×3 Remo – Amistoso – Gols: Bassu, Palíto e Itaguary.

05) 01/02/1948 – Remo 0×2 Bahia – Amistoso – Gols: Fabrine e Gereco.
06) 07/01/1951 – Remo 2×4 Bahia – Amistoso – Geraldo e Marido (Rem); Carlito (2), Camerino e Toía (Bah).
07) 21/04/1954 – Bahia 5×0 Remo – Amistoso – Gols: Naninho (2), Isaltino, Laerte e Carlito.
08) 24/10/1964 – Remo 0×3 Bahia – Amistoso – Gols: Gilson Porto, Raimundo Mário e Valença (Bah).
09) 14/04/1966 – Remo 2×1 Bahia – Amistoso – Valter e Chaminha (Rem); Hamilton (Bah).
10) 16/06/1972 – Remo 2×0 Bahia - Amistoso – Gols: Caíto e Roberto.
11) 20/09/1972 – Bahia 1×1 Remo – C.Brasileiro – Gols: João Daniel (Bah); Roberto (Rem).
12) 17/03/1974 – Bahia 1×1 Remo – C.Brasileiro – Gols: Douglas (Bah); Rodrigues (Rem).
13) 15/08/1975 – Bahia 3×2 Remo – Amistoso – Gols: Mickey (2) e Douglas (Bah); Mesquita e Alcino (Rem).
14) 25/11/1975 – Bahia 1×1 Remo – Torneio Bahia – Gols Mickey (Bah); Ivanir (Rem).
15) 24/10/1976 – Bahia 3×1 Remo – C.Brasileiro – Jorge Campos (2) e Edu (Bah) Zezinho (Rem).
16) 03/11/1979 – Bahia 1×0 Remo – C.Brasileiro – Gol Severinho.
17) 05/03/1980 – Remo 1×1 Bahia – C.Brasileiro – Gols: Paulinho (Rem); Osni (Bah).
18) 14/02/1981 – Remo 1×2 Bahia – C.Brasileiro – Gols: Itamar (Rem);Toninho Taino e Dirceu Catimba (Bah).
19) 25/02/1981 – Bahia 2×0 Remo – C.Brasileiro – Gols: Gilson Gênio e Washington Luis.
20) 30/06/1991 – Remo 2×2 Bahia – Amistoso – Arthur e Rildon (Rem); Naldinho e Aguinaldo (c) (Bah).
21) 14/08/1994 – Remo 1×1 Bahia – C.Brasileiro – Gols:Alencar (Rem); Ronald (Bah).
22) 14/09/1994 – Bahia 1×0 Remo – C.Brasileiro – Gol Marcelo Ramos.
23) 15/08/1999 – Remo 0×0 Bahia – C.Brasileiro Série B
24) 23/07/2004 – Remo 0×1 Bahia – C.Brasileiro Série B – Gol Robert.

 

O Esporte Clube Bahia enfrentou o Clube do Remo, em 24 jogos, sendo a maioria destes amistosos. E justamente através de um amistoso, o Bahia enfrentou o Remo pela primeira vez, em 26/01/1936, partida vencida pelo time paraense por 5 a 1. Em partidas oficiais os clubes já se enfrentaram pelos campeonatos brasileiros da Série A e da Série B, foram 11 partidas (6 vitórias e 5 empates), o Tricolor neste confronto nunca perdeu para o Remo. Aliás, o Bahia só perdeu para o Remo em 5 oportunidades, amistosos. Pela Copa do Brasil nunca se enfrentaram. Considerando então todos os jogos entre as agremiações, temos: 24 jogos, 11 triunfos do Bahia, 8 empates , 5 triunfos do Remo, o Bahia marcou 42 gols e sofreu 31 gols.
Temos dois tabus! O Bahia não perde do Remo há 40 anos e se considerarmos apenas as partidas oficiais o Bahia nunca perdeu do Remo!
Agora no próximo dia 11/04/2012 Bahia e Remo voltam a se enfrentarem e também voltam a escreverem uma nova parte na história desse clássico do norte-nordeste do futebol brasileiro.
Fontes: Textos Galdino Silva
                 Pesquisa Arquivo Galdino Silva, Jornal da Bahia, Futebol 80, Site RSSSF.
 

Escudo: XV de Novembro FC de Araraquara

O XV de Novembro Futebol Clube foi fundado no dia 7 de setembro de 1968, no bairro do Carmo, em Araraquara, congregando inicialmente quinze esportistas/atletas da Rua 15 e da Av. 15. Era tudo 15. Desenvolveu seu futebol na várzea, primeiramente na cidade e depois em usinas, fazendas e localidades próximas à “Morada do Sol”.

XV de Novembro FC de Araraquara

Seguiu com suas atividades durante cinco anos, até o início de 1973. Tinha o seu uniforme nas cores azul e branco. Realizou 86 partidas, vencendo 41, perdendo 27 e empatando 18. Assinalou 211 gols, sofrendo 195. Marcos, com 20 gols, foi o artilheiro maior. Geraldo, com 59 jogos, foi quem mais atuou.
O XV de Novembro F.C., de Araraquara, acabou virando livro. Sua história foi narrada em “XV – O Alviceleste do Carmo”, trabalho assinado pelo responsável por esta postagem.

XV de Novembro FC de Araraquara

Edição: Paulo Luís Micali

 

 

A Sociedade Desportiva Borborema foi um clube brasileiro da na cidade de Campina Grande, no estado da Paraíba. A equipe foi fundada em 11 de outubro de 1975 por dissidentes do Campinense, e em menos de um ano conseguiu o vice-campeonato estadual, em 1976, sendo derrotado pelo Botafogo, na grande final, no dia 11 de julho pelo placar mínimo (1 a 0).

 Desistência Menos de dois anos após ser fundada, a Desportiva Borborema, insatisfeita com os dirigentes da Federação Paraibana de Futebol, resolveu pedir afastamento do Campeonato Paraibano de 1977. Em nota, a diretoria do Gavião queixava-se de um suposto beneficiamento da Federação Paraibana de Futebol (FPF) ao Botafogo, sendo o engavetamento e rasuras de contratos seriam algumas das acusações.

 Entretanto, Genival Leal de Meneses, presidente da FPF à época, disse que as acusações não tinham fundamento e que a Desportiva desistiu de jogar o Campeonato por falta de verba para manter o elenco. A equipe continuou atuando de forma amadora até 1998, quando o Gavião deu o último voo rasante para nunca mais voltar.

 

 

O Felipense Futebol Clube é uma agremiação do município de Atílio Vivácqua, no Espírito Santos. O clube fundado no dia 14 de Julho de 1928, fica na Rua Joaquim Morais, s/n, no Bairro de Sede.

 

Estrela da Manhã foi um time fundado em 1954, na categoria infantil, no bairro do Macuco. Na época a garotada se reunia nas imediações da Avenida Pedro Lessa esquina com o Canal 6, local onde eram montados os parques de diversão e os circos que vinham se apresentar na cidade e que hoje é ocupada pelo ABOR, entidade beneficente. Quando da fundação, alem dos meninos , Salomão, Muniz, Esquerdinha, Jairo, Eurico e Zezéca , o Seu Muniz foi o adulto que participou e sempre foi o seu líder. Mais tarde se juntou a ele o Seu Simão e o Seu Rubens que acompanharam os meninos em todos os campos da cidade.A cor do seu uniforme era o azul e branco.

O primeiro jogo do infantil Estrela da Manhã foi contra o infantil Paulistano, time do técnico Ernesto Marques, no campo do Santa Cruz e o Estrela venceu por um a zero. O campo do Santa Cruz ficava situado onde hoje está o Colégio D. Pedro II.

Com o passar do tempo, a idade adulta chegando, o Estrela da Manhã passou a jogar como time juvenil. Nessa fase um grande feito alcançou o time. No ano de 1961 foram enfrentar o Praia F. C. no campo da Avenida Ana Costa. O Praia ostentava uma série de 58 partidas sem derrota, coisa difícil de ser alcançada, e o Estrela da Manhã numa atuação espetacular de todos os seus jogadores venceu o jogo e quebrou essas invictas.

ARTIGO DE JAIR SIQUEIRA

FONTE:

http://www.varzeasantista.com/equipes/estrela-da-manha-fc/estrela-da-manha-fc/

 

 

Em matéria de goleadas, quem leva a melhor nos clássicos, no eixo Rio-São Paulo? Quem, em todos os tempos, estabeleceu o maior placar contra os seus oponentes mais tradicionais? Considerando a maior diferença de gols (por exemplo: 5 a 0 é maior que 7 a 3), eis como se apresentam os clubes grandes do Rio de Janeiro e de São Paulo, nos clássicos:

A maior de todas as goleadas:

Dia 11.07.1920 – Corinthians 11 x 0 Santos (Campeonato Paulista)

Seguindo, em ordem decrescente de diferença de gols:

Dia 18.06.1944 – São Paulo 9 x 1 Santos (Campeonato Paulista)

Dia 05.11.1933 – Palmeiras 8 x 0 Corinthians (Campeonato Paulista e Torneio Rio-São Paulo)

Dia 13.05.1906 – Fluminense 8 x 0 Botafogo (Campeonato Carioca)

Dia 11.12.1932 – Palmeiras 8 x 0 Santos (Campeonato Paulista)

Dia 29.05.1927 – Botafogo 9 x 2 Flamengo (Campeonato Carioca)

Dia 03.08.1935 – Botafogo 9 x 2 Santos (Amistoso)

Dia 10.07.1940 – Botafogo 8 x 1 São Paulo (Torneio Rio-São Paulo)

Dia 26.04.1931 – Vasco 7 x 0 Flamengo (Campeonato Carioca)

Dia 29.04.2001 – Vasco 7 x 0 Botafogo (Campeonato Carioca)

Dia 10.06.1945 – Flamengo 7 x 0 Fluminense (Torneio Municipal)

Dia 17.04.1946 – São Paulo 7 x 1 Flamengo (Amistoso)

Dia 06.05.1931 – Botafogo 7 x 1 Corinthians (Amistoso)

Dia 11.03.1961 – Santos 7 x 1 Flamengo (Torneio Rio-São Paulo)

Dia 25.02.1951 – Palmeiras 7 x 1 Flamengo (Torneio Rio-São Paulo)

Dia 25.11.2001 – Vasco 7 x 1 São Paulo (Campeonato Brasileiro)

Dia 15.09.2002 – São Paulo 6 x 0 Fluminense (Campeonato Brasileiro)

Dia 09.11.1930 – Vasco 6 x 0 Fluminense (Campeonato Carioca)

Dia 06.11.1999 – Palmeiras 6 x 0 Botafogo (Campeonato Brasileiro)

Dia 03.05.1953 – Corinthians 6 x 0 Flamengo (Torneio Rio-São Paulo)

Dia 09.06.1918 – Fluminense 6 x 1 Santos (Amistoso)

Dia 10.11.1956 – São Paulo 5 x 0 Palmeiras (Campeonato Paulista)

Dia 12.03.1967 – Palmeiras 5 x 0 Vasco (Torneio Roberto Gomes Pedrosa)

Dia 10.03.1996 – Corinthians 5 x 0 São Paulo (Campeonato Paulista)

Dia 26.06.2011 – Corinthians 5 x 0 São Paulo (Campeonato Brasileiro)

Dia 15.04.1959 – Fluminense 5 x 1 Corinthians (Torneio Rio-São Paulo)

 

E em três clássicos acontece empate nos escores mais dilatados:

30.01.2000 – Palmeiras 6 x 2 Fluminense (Torneio Rio-São Paulo)

07.11.2001 – Fluminense 6 x 2 Palmeiras (Campeonato Brasileiro)

14.04.1928 – Vasco 5 x 0 Corinthians (Amistoso)

16.12.1934 – Vasco 5 x 0 Corinthians (Amistoso)

31.05.1995 – Corinthians 5 x 0 Vasco (Copa do Brasil)

02.03.1961 – Santos 5 x 1 Vasco (Torneio Rio-São Paulo)

01.12.1965 – Santos 5 x 1 Vasco (Taça Brasil)

17.10.1970 – Vasco 5 x 1 Santos (Torneio Roberto Gomes Pedrosa)

 

Vantagens em maiores goleadas nos clássicos do eixo Rio-São Paulo

1º) Palmeiras, 5

O alviverde leva a melhor sobre Corinthians, Santos, Flamengo, Botafogo e Vasco.

2º) Vasco, Botafogo e São Paulo, 4

O Vasco estabelece a maior diferença de gols contra Flamengo, Fluminense, Botafogo e São Paulo.

O Botafogo, contra Flamengo, Santos, São Paulo e Corinthians.

O São Paulo, contra Palmeiras, Santos, Flamengo e Fluminense

5º) Fluminense e Corinthians, 3

O Fluminense supera Botafogo, Santos e Corinthians.

O Corinthians leva a melhor sobre Santos, Flamengo e São Paulo.

7º) Santos e Flamengo, 1

O Santos teve a maior goleada no confronto com o Flamengo.

O Flamengo, no duelo com o Fluminense.

Fontes:

Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

 

Segundo relato do jogador Miro – Argemiro Antunes -, o Estrela do Marapé A.C de Santos, foi fundado em 1959, no final da rua Dom Duarte Leopoldo e Silva, e o principal responsável foi o Danilo (foto), que hoje é feirante. Depois o time se deslocou para a rua Dom Duarte Leopoldo e Silva com rua Alfredo Albertini. Muita gente doVila Atlântica FC, que não tinha vez no primeiro quadro, ia jogar no Estrela do Marapé.

FONTE:

http://www.giginarede.com.br/varzea/estrela-do-marape.asp

 

A presença de clubes do interior do estado, no Campeonato Paulista, se solidificou na década de 1950. A partir de então, o futebol interiorano foi ganhando corpo e as agremiações começaram a pregar peças nos grandes.

Este levantamento mostra, em décadas, os destaques do futebol do interior paulista, ao longo de 60 anos.

Interessante notar que os clubes de Campinas – Guarani e Ponte Preta – pontificam, destacando-se entre os demais e estabelecendo um número elevado de vezes em que se tornaram os melhores do interior no Paulistão.

Contudo, ironicamente, bugrinos e pontepretanos jamais levantaram um título paulista, proeza conseguida por quatro clubes interioranos: Internacional (de Limeira), Bragantino (de Bragança Paulista), Ituano (de Itu) e São Caetano (de São Caetano do Sul), em 1986, 1990, 2002 e 2004, respectivamente.

Década de 1950

O melhor time do interior de São Paulo, na década de 1950, foi o Guarani de Campinas, que se destacou nos anos de 1951, 53 e 55. O alvi-verde do Brinco de Ouro foi seguido de perto pelos dois XV de Novembro, o de Piracicaba e o de Jaú. O primeiro, sendo o “primeirão” do interior em 1952 e 1958; o segundo, liderando os interioranos em 1954 (ao lado da Ponte) e em 1956.

Guarani - 1955

Eis os melhores da década de 1950:
1951 – Guarani; 1952 – XV de Piracicaba; 1953 – Guarani; 1954 – XV de Jaú e Ponte Preta; 1955 – Guarani; 1956 – XV de Jaú; 1957 – Botafogo; 1958 – XV de Piracicaba; 1959 – Ferroviária; 1960 – Noroeste

Década de 1960

Em metade dos anos 60 a Ferroviária de Araraquara foi a melhor do interior: 1961, 62 (juntamente com o Botafogo de Ribeirão Preto), 67, 68 e 69. O São Bento de Sorocaba vem em seguida, mas bem aquém, com duas lideranças: 1963 e 65. A Ferroviária, porém, transcendeu, alçou-se à condição de melhor equipe do “interland” com sobras.

Ferroviária 1968

Os melhores dessa década:
1961 – Ferroviária; 1962 – Botafogo e Ferroviária; 1963 – São Bento de Sorocaba; 1964 – América e Guarani; 1965 – São Bento de Sorocaba; 1966 – Comercial de Ribeirão Preto; 1967 – Ferroviária; 1968 – Ferroviária; 1969 – Ferroviária; 1970 – Ponte Preta

Década de 1970

Ponte Preta e Guarani foram os melhores do interior nos anos 70, quase que de modo absoluto. Quatro vezes a Ponte e quatro vezes o Guarani  alcançaram o primeiro lugar do interior, em performances realmente notáveis.

Os melhores:
1971 – Ponte Preta; 1972 – Guarani; 1973 – Guarani; 1974 – Guarani; 1975 – América de São José do Rio Preto; 1976 – XV de Piracicaba; 1977 – Ponte Preta; 1978 – Guarani; 1979 – Ponte Preta; 1980 – Ponte Preta

Década de 1980

A ‘macaca” sobrou, exorbitou, esnobou no início dos anos 80. Quatro vezes melhor do interior, consecutivamente: de 1981 a 84. Internacional de Limeira e Guarani conseguiram o feito duas vezes cada.

Internacional campeã de 1986 / Bragantino campeão de 1990

Listagem dos melhores:
1981 – Ponte Preta; 1982 – Ponte Preta; 1983 – Ponte Preta; 1984 – Ponte Preta; 1985 – Guarani; 1986 – Internacional de Limeira (campeã paulista); 1987 – Internacional de Limeira; 1988 – Guarani; 1989 – São José (São José dos Campos); 1990 – Bragantino (Bragança Paulista), que se sagrou campeão paulista

Década de 1990

Disparadamente, o Guarani foi o “senhor” do futebol do interior bandeirante nos anos 90. Cinco vezes líder, o bugre extrapolou.

1994 – América (de São José do Rio Preto)

Os melhores:
1991 – Guarani; 1992 – Guarani; 1993 – Guarani; 1994 – América (de são José do Rio Preto); 1995 – Guarani; 1996 – Mogi Mirim; 1997 – União São João de Araras; 1998 – Guarani; 1999 – União Barbarense (de Santa Bárbara do Oeste); 2000 – Ponte Preta

Década de 2000

A primeira década do século 21 começou e terminou com o Botafogo de Ribeirão Preto liderando os interioranos: em 2001 e em 2010. Mas houve um equilíbrio extraordinário. Em dez anos, nove clubes na liderança do interior:

2004 – São Caetano (campeão paulista) / 2002 – Ituano (campeão paulista)

2001 – Botafogo; 2002 – Ituano (que se sagrou campeão paulista); 2003 – Portuguesa santista; 2004 – São Caetano (campeão paulista); 2005 – Santo André; 2006 – Noroeste; 2007 – Guaratinguetá; 2008 – Barueri; 2009 – Ponte Preta; 2010 – Botafogo

Resumindo, o melhor de cada década no Paulistão, entre os clubes do interior:

Década de 1950 – Guarani (Campinas)

Década de 1960 – Ferroviária (Araraquara)

Década de 1970 – Ponte Preta e Guarani (Campinas)

Década de 1980 – Ponte Preta (Campinas)

Década de 1990 – Guarani (Campinas)

Década de 2000 – Botafogo (Ribeirão Preto)

Clubes mais vezes “melhor do interior”, de 1951 a 2010:

1º) Guarani, 15

2º) Ponte Preta, 12

3º) Ferroviária, 6

4º) Botafogo, 4

5º) América e XV de Piracicaba, 3

 

Fontes:
RSSSF
O Caminho da Bola, de Rubens Ribeiro
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali
Fotos: Internet  (divulgação)

 

   

Esporte Clube Iguaçu, que no dia 17 de novembro deste ano completará 100 anos,, é uma agremiação da cidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (RJ).  Atualmente, o time é verde e branco, mas mesmo assim ainda carrega a alcunha de ‘Alvinegro Iguaçuno’, quando ainda possuia as cores preta e branca.  Então para completar a matéria anterior posto o primeiro escudo do querido time de Nova Iguaçu.

 

Conforme pedido do nosso amigo Cicero Urbanski, segue escudo redesenhado…

 

FONTE:

http://cacellain.com.br/blog/?p=28715

 

O Anchieta Futebol Clube é uma agremiação do município de  Anchieta (ES). A equipe alvirrubra manda osseus jogos no Estádio Municipal Joaquim Viana Ramalheti, com capacidade para 5 mil pessoas. 

 

Foto: Site do clube

 

Catalogando o escudo do Esporte Clube Metalúrgico, participante do campeonato fluminense em 1942, 1944 e 1945, pesquisado pelo historiador Auriel de Almeida.

Fonte: Auriel de Almeida 

 

Catalogando o escudo do Esporte Clube Iguaçu, participante do campeonato Fluminense em 1944.

Fonte: Sergio Mello

 

Catalogando o escudo  do Tiradentes Atlético Clube, participante do campeonato fluminense de 1974, pesquisado pelo historiador Auriel de Almeida.

 

Fonte: Auriel de Almeida 

 

 

O Alvorada Futebol Clube é uma agremiação da capital mineira. O Clube, que foi  fundado no dia 3 de Agosto de 1937, fica localizado na Rua Vicente S. de Andrade, 146 – Bairro de Nova Gameleira, em Belo Horizonte (MG). O time manda os seus jogos no Estádio Alvorada Futebol Clube (foto abaixo).

Foto: Divulgação

 

Sport 14 X 0 Santo Amaro
Ilha do Retiro – 07/04/1976
Campeonato Pernambucano

Sport: Tião, Aranha, Silveira, Djalma, Cláudio, Luciano (Assis Paraense), Peres,Hamilton Rocha, Miltão, Dario e Lima. Técnico: Mário Travaglini.

Santo Amaro: Odair, Hílton, Edílson, Ramos (Lula Barbosa), Bicuda, Sagüim, Sabará, Lula Queirós, Ferreira, Oliveira e Eraldo (Banana).
Árbitro: Roberto Caúla, auxiliado por Aléssio Siqueira e Abelardo Lucena.

Gols: Miltão aos 12 e Dario aos 25 e 27´1ºtempo; Dario aos 4, Peres aos 9, Dario aos 11, 13, 15, 18 (pênalti), 24 e 31, Miltão aos 33, Lino aos 35 e Dario, 44 2º tempo.

Nesse jogo Dario o Dadá Maravilha marcou 10 gols e estabeleceu o recorde de gols marcados numa mesma partida, nem mesmo Pelé conseguiu tal feito.

Fonte: Acervo Dino Stefano

Protegido: CRUZEIRO DE LAVRAS (CE)

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abr 072012
 

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NOME: ATLÉTICO ESPORTE CLUBE

FUNDAÇÃO: 14/05/1944

CIDADE: PIAÚ

FONTE:

http://joseluciomarques.blogspot.com.br/2011/04/blog-post_20.html

 

 

 

Escudo dos anos 10-30

O América Football Club no começo do século XX se constituiu como um clube com o desejo de se tornar grande. Aliás, um belo exemplo para atual diretoria americana. Os seus estádios mostram como o clube sempre mirou à evolução num todo. 

O primeiro ‘estádio’ foi num terreno baldio, pertencente à Estrada de Ferro Rio D’Ouro, na Rua Pedro Alves. Dois anos depois, o clube se mudou para a Rua São Francisco Xavier, 78. Apesar de ser melhor do que o anterior, o lugar tinha um problema: o campo não tinha as medidas oficiais para que o time pudesse jogar lá. Durante sete anos, o América mandou os seus jogos, na Rua Ferrer (campo do Bangu) até 1908 e na Rua Guanabara (atual Estádio das Laranjeiras, pertencente ao Fluminense F.C.) até 1910. 

Esse foi a base do time nos anos 1910-12

A sua ‘primeira casa própria’, Campos Sales (foto abaixo) veio em 1911, quando os dirigentes rubros convenceriam os do Haddock Lobo a fazer uma fusão, mantendo as cores vermelha e branca, sem acrescentar o alvi-marrom, e também o nome de América F.C. A fusão entre os dois clubes, na prática, acabou sendo apenas uma aquisição dos terrenos e integração dos atletas do Haddock Lobo (entre eles o goleiro Marcos Carneiro de Mendonça), já que a identidade do América permaneceu inalterada.

Estádio Campos Sales, num ângulo privilegiado

O time também se reforçou com os jogadores do Riachuelo Football Club, em 1911, que fechou as suas portas. Além dos atletas, ex-sócios dessa agremiação se integraram ao clube rubro. Assim, o América fortalecia suas bases para em breve figurar entre os maiores clubes do Rio de Janeiro.

Estádio Campos Sales sendo demolido para a construção da sede social

Parecia que o Estádio da Campos Sales era abençoado, pois até o América mudar-se para o Estádio Wolney Braune (foto abaixo), no Andaraí, em 1962, o clube tinha conquistado sete títulos. Com o dinheiro da venda do cabeça-de-área Amaro para a Juventus de Turim, o América comprou o campo do Andarahy FC por  CR$ 60 milhões e Campos Sales foi demolido para se transformar na sede social.

Estádio Wolney Brauner, em 1982

A sua atual morada, o Estádio Giulitte Coutinho aconteceu há 12 anos. Depois de três décadas, o Estádio Wolney Braune foi vendido em 1993 para uma empresa que, no local, construiu o Shopping Iguatemi .

Estádio Giulitte Coutinho no processo final das obras, em 2000

Além da compensação financeira, o América ganhou o Estádio Giulitte Coutinho, no Distrito de Edson Passos, no município de Mesquita, Baixada Fluminense do Rio. O estádio foi inaugurado, no dia 23 de janeiro de 2000, com vitória do America por 3 a 1 sobre a Seleção Carioca. O atacante Sorato, do America, fez o primeiro gol no novo estádio.

 

Fotos: Arquivo JS

 

 

O União Bandeirante Futebol Clube é uma agremiação do município de Messejana, no Ceará. O time Alviverde disputa as competições amadoras da Liga Esportiva Messejanense (LEM). Mais informações é só passar!

 

Escudo Novo

Para comemorar a nova era do Ji-Paraná Futebol Clube, a diretoria do ‘Galo da BR’ lança o novo símbolo do time mais tradicional de Rondônia. Fundado em 22 de abril de 1991, o Ji-Paraná é o maior campeão profissional do estado de Rondônia, sendo consagrado como octacampeão estadual. Entretanto, por trás de tantas glórias sempre estiveram péssimos exemplos. Falta de pagamentos de jogadores, calotes em hotéis em cidades que o clube passava, falta de prestação de contas, inadimplência no comércio, entre outros fatos negativos…

Escudo anterior

Tudo isso contribuiu para que o prestígio do clube ficasse muito baixo, não apenas com os empresários e patrocinadores, mas também com a sua torcida, que se viu cada vez em menor número ano a ano, fato que se agravou após o rebaixamento da equipe no Campeonato Rondoniense, em 2007.

Entretanto, quando todos achavam que o clube estava fadado a extinção, surge um grupo de empresários e outras pessoas que queriam fazer o impossível acontecerem. E dessa forma, com a união de todos, o Ji-Paraná conseguiu sair de um buraco que se dizia ser sem fundo. Alexandre Dartiballi, um jovem e bem sucedido empresário ji-paranaense, presidente da Associação Comercial e Industrial de Ji-Paraná (ACIJIP); Selmo Castro, o famoso Pará, um dos maiores ídolos do clube, ex-goleiro e agora presidente do Ji-Paraná Futebol Clube; e Luciano de Almeida, um grande treinador e um revolucionário dentro do futebol rondoniense, revelou jogadores consagrados nacionalmente e internacionalmente e treinador das categorias de base do Ji-Paraná, foram os grandes responsáveis pela mudança da equipe fora das quatro linhas.

 Os resultados logo foram vistos: bicampeão rondoniense sub-18 (2010 e 2011), Campeão Rondoniense da Segunda Divisão 2011 (100% de vitórias) e com duas participações na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Hoje o Ji-Paraná se firma como o maior clube de futebol do estado de Rondônia, oferecendo boa estrutura, realizando boas contratações e zelando pelo bem estar de seus jogadores.

E para coroar tudo isso, a nova diretoria lança um novo símbolo para o clube, sob a perspectiva da nova era pelo que o Ji-Paraná passa. O novo símbolo busca representar a cidade de Ji-Paraná, remetendo ao cidadão ji-paranaense, a tradição do clube e a símbolos marcantes da cidade, como a ponte sobre o Rio Machado.

Nas redes sociais, o novo símbolo foi recebido com surpresa e admiração, sendo aprovado pela maioria dos internautas. Essa é a primeira mudança do símbolo da equipe em seus 21 anos de história. Nada mais justo, afinal, o time mais glorioso de Rondônia voltou com tudo!

 Abaixo do escudo há uma descrição, explicando o porquê de cada item inserido: O Escudo do Ji-Paraná Futebol Clube, criado como uma síntese de âncora, relembrando pescadores da nossa ideográfica e dando sua forma de plano, em segundo plano as listras já lembradas nos uniformes da equipe, a síntese da ponte do Rio Machado dando suporte ao escudo, logo abaixo a cor azul celeste representando o rio.

  Fonte: Blog do Ji-Paraná

Protegido: JARDIM DE PARACURU (CE)

 03. Artigos Andre Martins  Digite sua senha para ver os comentários.
abr 072012
 

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 O Nantes Futebol Clube é uma agremiação do bairro Veneza, no município de Ribeirão das Neves (MG). O clube foi fundado no dia 22 de março de 2002.

abr 062012
 

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Funcionários da agência do Banco do Brasil, na cidade de Santos, fundaram a 7 de outubro de 1933, a ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL, uma das mais destacadas agremiações esportistas do nosso amadorismo, bastando citar o seu patrimônio compreendido pelo imóvel adquirido à Avenida Ana Costa, 442, onde foi construída a sua sede própria no valor de 4 milhões de cruzeiros.

O clube estava filiado à Liga de Futebol Amador de Santos, à Liga Santista de Bola ao Cesto e à Liga Santista de Voleibol. Disputou o certame oficial de voleibol da cidade de Santos, tendo por cartel o título de Vice-Campeão do Torneio de Praia, de 1954, da Liga Santista de Voleibol.

Ostenta, ainda, a , o título de Campeão Invicto do 1º Torneio de Tamboréu, promovido pela “Gazeta Esportiva”, tendo formado com a dupla Otávio Lopes Neves e Pavel Martins. No futebol, foi Campeão Bancário, em 1950, formando com a seguinte equipe: Moran, Teixeira, Simões, Bellet, , Berjon, Januário, Ministro, Dionísio, Gil, Sérgio, Abílio, Lousada, Antero, João e Macedo.

Em sua turma de xadrez, a  contou com a participação do Dr. Jair de Oliveira Freitas, ex-campeão paulista e brasileiro desta modalidade.

Num dos maiores acontecimentos de sua vida esportiva, a AABB-Santos venceu o Banco Brasileiro de Descontos por 2 a 1 (tentos de Berjon e Popo), no campo da A.A. Americanae sagrou-se campeã bancária de futebol, em torneio com 13 participantes patrocinado pela Liga Santista de Futebol Amador.

Diretoria: Presidente – Lício Guimarães Kolhy; Vice-Presidente – Hélio Silveira Cisne; 1º Secretário – Paulo Alambert; 2º Secretário – Ismário Mesquita Martins da Silva; 1º Tesoureiro – Umberto Garófalo; 2º Tesoureiro – Heitor Pedrosa Borges; Diretor do Patrimônio – Dionísio V. Eiroz; Diretor Social – José Ferreira; Bibliotecário – Floriano Oliva; Diretor da Revista A.A.B.B – Milton Teixeira; Secretário – Daniel de Castro; Diretor Geral de Esportes – Décio Alberto Simão.

ESCUDO ATUAL

FONTE:

http://www.giginarede.com.br/varzea/bbrasil.asp

 

Olá amigos,

Mais uma vez recorro aos amigos para solucionar alguns mistérios:

Que times são esses e de onde são?

Fonte:

http://joseluciomarques.blogspot.com.br/2009/12/intencao-de-colocar-este-blog-no-ar-vem.html

 

O Esporte Clube Vila Nova é uma agremiação do futebol amador paraense. O clube fica localizado na Rua Santos Dumont, 359 – Bairro: Cidade Nova – Município de Óbidos. A equipe disputa as competições da Liga Desportiva Obidense (LDO).

 

Associação Beneficente Recreativa Esportiva Santa Cruz

Disputa o campeonato municipal.

 

Pelas minhas andanças pela internet encontrei a equipe abaixo:

VILA URCA FUTEBOL CLUBE

FUNDAÇÃO: DESCONHECIDA

CIDADE: RIO NOVO

FONTE:

http://joseluciomarques.blogspot.com.br/2011/04/blog-post_20.html

 

*** SEREI GRATO SE ALGUÉM DESENHAR O ESCUDO***

 

O quase Centenário Esporte Clube Iguaçu é uma agremiação da cidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (RJ). Um dos clubes mais antigos do estado, fundada a 17 de novembro de 1912, o Iguaçu disputou por longos anos o Campeonato da Liga de Nova Iguaçu, além do antigo Campeonato Fluminense, como por exemplo, em 1944.

Tendo sido por diversas vezes campeão iguaçuano, resolveu, em 2006, se filiar à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) para a disputa do Campeonato Carioca da Série C. Contudo, a equipe iguaçuana acabou eliminada na primeira fase ao ficar em quarto lugar no seu grupo. Depois dessa experiência, se licenciou das competições de âmbito profissional.

O clube no futsal tem se revelado uma grande força no estado. Foi campeão estadual juvenil masculino, categoria Sub-20, em 2008. Possui sede social e uma pequena praça de esportes que, no entanto, não se presta a jogos de âmbito profissional.

Ginásio de Esportes Nelson Soares

Abaixo fotos do Esporte Clube Iguaçu, num dos seus melhores momentos, nas décadas de 30 a 50, onde era uma referencia no esporte não só do Baixada, mas em todo o cenário esportivo estadual.

  

 

 

 

 

 

Fotos: Jornal Correio da Lavoura

 

 

 

APENAS PARA COMPLEMENTAR A POSTAGEM DO VICENTE H. BAROFFALDI, PUBLICO, A RESPEITO, UMA  MATÉRIA QUE GUARDO NO MEU ACERVO.

MATÉRIA PUBLICADA NO JORNAL POPULAR DA TARDE, DE SÃO PAULO-CAPITAL, NO MÊS DE OUTUBRO DE 1971, QUANDO DA MORTE DE UM DOS MAIORES GOLEIROS DA HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO FERROVIÁRIA DE ESPORTES, DA CIDADE DE ARARAQUARA-SP.

 

No dia 9 de agosto de 1950, tinha fundação o SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, da cidade de São Vicente, colaborando para o evento os esportistas locais: Orlando Spolaore, Doraciano M. Bensdorp, Antonio Gomes, Jaime Silva Borba, Galileu Pandozzi. Acácio Gomes e outros, seus naturais fundadores.

O clube era filiado à Liga Vicentina de Futebol Amador e à Federação Paulista de Futebol, disputando pela primeira vez o Campeonato da 2ª. Divisão de Amadores. Por este certame, classificou-se Vice-Campeão de Futebol, em 1952. Em atletismo, foi tri-campeão ao disputar as corridas de fundo dos anos de 1952, 1953 e 1954.

Diretoria: Presidente, Antonio Martins; Vice-Presidente, Euclides Viana; 1º. Secretário, Doraciano Bensdorp; 2º. Secretário, Rubens Guilherme Borba; Tesoureiro-Geral, Orlando Spalaone; Diretor-Geral de Esportes, Antonio Gomes; 1º. Diretor Esportivo, Aldemar da Silva; 2º. Diretor Esportivo, Milton Silva; Diretor Social, F. Barros.

Conselho: Presidente, Antonio Vitorino; Vice-Presidente, Mario Zucchi.

FONTE:

http://www.giginarede.com.br/varzea/saopaulo_sv.asp

 

São Paulo F.C. foi fundado em 15 de novembro de 1946 por amigos que moravam nas imediações das ruas Alfaia Rodrigues e Felipe Camarão. Entre seus fundadores estavam Durvalino de AbreuZeca de Abreu e Rubens (Guará). Jogava domingo de manhã descalço e tinha uniforme semelhante ao tricolor da capital.

Durante sua atividade até 1968, teve seu campo em dois locais diferentes. O primeiro ficava em terreno paralelo ao fundo das casas da Avenida Pedro Lessa, entre as ruas Guaibê e Lacerda Franco. Em meados dos anos 50, houve um grande deslizamento em um dos morros da cidade de Santos e a prefeitura construiu casas para os desabrigados do desmoronamento, onde se situava o campo. Por algum tempo o São Paulo passou a jogar no campo do Vila Liberdade, no canal 6.

Com a ajuda do prefeito Silvio Fernandes Lopes, que tinha como secretário de obras o engenheiro Mário Covas, que emprestou máquinário para limpar a área e caminhões com terra, foi preparado o segundo campo ao lado do 1º de Maio A.C., na rua Jurubatuba, que foi utilizado até 1968, ano que encerrou suas atividades, devido à construção do BNH no local. Atualmente, no dia 15 de novembro, data em que o São Paulo F.C. realizava o seu festival esportivo, os antigos jogadores e simpatizantes, se reencontram em uma festa no Brasil F.C., para lembrarem antigas histórias futebolísticas do tricolor do Macuco.

Artigo de Jair Siqueira

Fonte:

http://www.varzeasantista.com/equipes/sao-paulo/sao-paulo-fc/

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