HIERARQUIA- “Só existem três  poderes no Universo: Deus no céu, o Papa no Vaticano e Dadá na grande área”

VOCAÇÃO- ” No futebol há nove posições e duas profissões: goleiro e centroavante”

ESOTERISMO- ” Se minha estrela não brilhar, vou lá e passo lustrador nela”

ENSINO FUNDAMENTAL- “Pelé,  Garrincha e Dadá tinham que ser curriculum escolar”

ESTÉTICA- ” Não existe gol feio, feio é não  fazer gol”

AUTO-CRÍTICA- ” Chuto tão mal que, no dia que eu fizer um gol de fora da área, o goleiro tem que ser eliminado do futebol”

AERODINÂMICA-” Me diz o nome de três coisas que param no ar: Beija-Flor, Helicóptero e Dadá MAravilha”

DADÁ HELPDESK-”Não me venham com o problemática que eu tenho com a solucionática”

PRIORIDADES-”Nunca aprendi a jogar futebol. Perdi muito tempo fazendo gols”

POESIA DADAÍSTA-” Com Dadá em campo não tem placar em branco”

 

 

O Serra Macaense Futebol Clube é um time de Macaé, no Norte Fluminense do Rio. Segundo o site do clube, o time é a antiga Associação Esportiva Independente de Macaé. Esse ano, o Serra será comandado pelo ex-jogador Valdo. Para maiores informações, o site é: www.serramacaensefutebolclube.com.br/

 

Abaixo, o novo escudo para esta temporada. Parecido com o anterior, mas com pequenas mudanças: as montanhas ganharam um contorno mais fidedigno com um dos cartões postais de Macaé, e o ‘Futebol Clube’ mudou de cor e lugar. De preto passou a branco e agora está dentro do circulo.

Serra Macaense F.C. - novo escudo, versão 2012

 

O Campeonato Carioca da Série B, que contará com a participação de 21 clubes, terá início neste sábado (04/02/2012), com 10 jogos. E, antes da competição começar um fato curioso. Após décadas, a capital terá menos times do que outra região do Estado. Em 2012, o Norte Fluminense contará com 6 (seis) equipes: Serra Macaense, de Macaé; AA Carapebus, de Carapebus; Rio Branco, de Campos; Quissamã FC, de Quissamã; Goytacaz, de Campos; e São João da Barra FC, do município homônimo.  

Manoel Neto (E), maior técnico vencedor da Segundona com Sete (07) acessos, comandará o Barra de São João F.C.

Em seguida aparece a Capital com 5 (cinco) times: São Cristóvão F.R.; Ceres, de Bangu; AA Portuguesa Carioca, da Ilha do Governador; Juventus FC, de Bonsucesso; e América Football Club, da Tijuca (apesar do time treinar e jogar no Distrito de Edson Passos, em Mesquita, vale o endereço oficial de um clube: a sua sede).

A Baixada Fluminense terá 4 (quatro) representantes: Artsul FC, do Distrito de Austin, em Nova Iguaçu; Mesquita FC, de Mesquita; Tigres do Brasil, do Distrito de Xerém, em Duque de Caxias; Audax Rio, de São João de Meriti.

Com dois representantes aparecem três regiões: Sul Fluminense com Barra Mansa e Angra dos Reis; a Região dos Lagos com Cabofriense e Sampaio Corrêa; e a Região Serrana com o caçulinha Imperial Futebol Clube (que comprou o Estácio de Sá), de Petrópolis, e Teresópolis FC.

 

Com duas Copas do Mundo, Valdo será o treinador do Serra Macaense

Valdo, ex-Seleção Brasileira, comandará o Serra Macaense

Natural de Siderópolis (SC), Valdo Cândido Filho, ou simplesmente Valdo será o ilustre conhecido na Segundona do Rio. Aos 48 anos, completados no último dia 12, o ex-meia tem um currículo para poucos. Com duas décadas de carreira, dentro de campo, Valdo (foto) começou no Grêmio (1984-87) e depois rodou por grandes clubes:

Benfica, de Portugal (1988-91 e 1995-97); Paris Saint-Germain (1991-95); Nagoya Grampus Eight, do Japão (1997-98); Cruzeiro (1998-00); Santos (2000-01); Sport Recife (2001); Atlético Mineiro (2001-02); Juventude (2002); São Caetano (2003); e Botafogo (2003-04).  Num total de 590 jogos e 75 gols.

Pela Seleção Brasileira, Valdo disputou duas Copas do mundo: em 1986 (reserva) e 1990 (titular), com 65 jogos e seis gols.

 A carreira de treinador começou em 2009, quando assumiu o União Rondonópolis (MT), mas acabou demitido, em fevereiro daquele mesmo ano. No último mês de junho de 2011, ele assumiu a gerência profissional do Serra Macaense Futebol Clube durante o Campeonato Estadual da Série B do Rio de Janeiro. E agora terá a responsabilidade de levar a equipe do Norte Fluminense, pela primeira vez em sua curta história, a elite do Rio.

O Juventus, de Bonsucesso, espera surpreender na Segundona do Rio

 Regulamento

Nesta primeira fase as equipes serão distribuídas em dois grupos com 10 e 11 times. No Grupo A: Artsul, Barra Mansa, Carapebus, Ceres, Mesquita, Quissamã, Rio Branco, São Cristóvão, Serra Macaense, Teresópolis e Tigres do Brasil. No Grupo B: América, Angra dos Reis, Audax, Cabofriense, Goytacaz, Imperial, Juventus, Portuguesa, Sampaio Correa e São João da Barra.

 Acesso

Nesta fase os times se enfrentarão dentro da chave, em turno e returno, classificando-se para a fase final os Cinco primeiros colocados de cada grupo e mais os dois de melhor índice técnico, independentemente da chave, dando um total de 12 equipes, que formarão o Grupo C.

A partir daí os 12 times jogarão em turno e returno e o campeão e o vice garantirão o acesso a Primeira Divisão do Rio, em 2013. A competição termina em julho.

 Rebaixamento

Mas nem todos viverão de sonhos. O pesadelo também faz parte do espetáculo. E, nesse caso, não custa nada que cada clube contrate um matemático, pois poderá necessitar de seus serviços.

As Seis equipes de menor índice técnico, independentemente do grupo, integrarão o Grupo X (o Grupo da Morte), onde jogarão entre si, em turno e returno. Os três últimos colocados descerão para o Campeonato Carioca da Série C, em 2013.

A questão complexa é a fórmula para entender quem serão os seis times escolhidos. ‘Tirando o meu da reta’, reproduzirei o que consta no regulamento da Segundona, que diz: “Art. 5º – Comporão o grupo X as seguintes associações: 1ª de menor Ind. Técnico. 2ª de menor Ind. Técnico 3ª de menor Ind. Técnico 4ª de menor Ind. Técnico 5ª de menor Ind. Técnico 6ª de menor Ind. Técnico.

Parágrafo único: – Para fins de composição do grupo X, havendo empate em índice técnico, serão adotados os seguintes critérios: I – Melhor saldo de gols; II – Menor número de cartões, somados os amarelos e vermelhos (inclusive expulsões de membros da comissão técnica). Cada cartão vermelho ou expulsão corresponde a 03 cartões amarelos; III – Sorteio”.

Primeira Rodada

Grupo A

Jogo

Dia

Data

Hora

1ª Rodada

ESTÁDIO

1

4/fev

Sab

16:00

Barra Mansa

x

Artsul

Leão do Sul

2

4/fev

Sab

16:00

São Cristóvão

x

Serra Macaense

Figueira de Melo

3

4/fev

Sab

16:00

Carapebus

x

Mesquita

Antonio Carneiro

4

4/fev

Sab

16:00

Ceres

x

Tigres

João Francisco

5

4/fev

Sab

16:00

Rio Branco

x

Quissamã

Godofredo Cruz

 

1ª Rodada

Jogo

Dia

Data

Hora

 

 

 

ESTÁDIO

6

4/fev

Sab

16:00

Audax

X

Sampaio Correa

Arthur Sendas

7

4/fev

Sab

16:00

Goytacaz

X

Cabofriense

Ari de Oliveira

8

4/fev

Sab

16:00

Imperial

X

Portuguesa

Arthur S. de Toledo

9

4/fev

Sab

16:00

Angra dos Reis

X

São João da Barra

Jair Toscano

10

4/fev

Sab

16:00

América

X

Juventus

Edson Passos

Protegido: PALMEIRAS DE TIMÓTEO

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fev 032012
 

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Paulista FC (de Araraquara)  2  x  2  São Paulo FC

Data: 5 de julho de 1936

Local: Estádio Municipal de Araraquara

Finalidade: Amistoso. Inauguração das novas instalações do estádio

Gols Paulista: Laerte e Nélson

Gols São Paulo: Martins e Geró

Paulista: Tucci; Volpe e Saavedra; Carabina, Clarim e Armando; Nélson, Aderico, Laerte e Camilo

São Paulo: King; Aníbal e Garcia; Felipelli, Sabiá e Cozinheiro; Ministrinho, Martins, Lopes, Barbosa e Geró

Obs.: O time do Paulista aparece com dez jogadores porque assim consta na fonte consultada.

 

Paulista FC (de Araraquara)  1  x 4  São Paulo FC

Data: 21 de novembro de 1944

Local: Estádio Municipal de Araraquara

Finalidade: Amistoso.

Gol Paulista: Camilo

Gols São Paulo: Teixeirinha (2) e Américo (2)

Paulista: Bela; Perete e Nengo; Bicudo, Braga e Saavedra; Clayton, Silvinho, Tatico, Edson e Camilo

São Paulo: King (Gijo); Piolim (Savério) e Virgílio (Renganeschi); Bauer, Zarzur e Hélio I; Barrios, Sastre (Américo), Teixeirinha, Ieso Amalfi e Leopoldo

Obs.: Neste jogo deu-se a estreia de Renganeschi no São Paulo.

 

Ferroviária  2 x  2  São Paulo

Data: 23 de agosto de 1953, domingo

Local: Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara

Finalidade: Amistoso comemorando o aniversário da cidade de Araraquara (22 de agosto)

Árbitro: Abílio Ramos

Renda: Cr$ 130.000,00

Gols Ferroviária: Vaguinho, 24 e 39 do 1º tempo

Gols São Paulo: Teixeirinha, 37 e Maurinho, 41 do 1º tempo

Expulsões: Diógenes (F), 17 do 2º tempo; Lanzoninho (SP), 38 do 2º

Ferroviária: Ferro; Pierri e Pixo; Dirceu, Diógenes e Henrique; Roque (Gaspar), Tec, Vaguinho, Zé Amaro e Boquita. Técnico: Caetano de Domênico

São Paulo: Poy; De Sordi e Mauro; Bauer, Alfredo e Turcão; Lanzoninho, Negri, Albella, Ranulfo (Teixeirinha) e Maurinho. Técnico: Jim Lopes

Obs.: O São Paulo havia jogado na véspera (22.08.53),
pelo Campeonato Paulista, no Pacaembu (1 a 0 contra a Ponte Preta).

 

Ferroviária  0  x  1  São Paulo

Data: 14 de abril de 1957

Local: Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara

Finalidade: Amistoso

Árbitro: Catão Montez Júnior

Renda: Cr$ 255.120,00

Gol: Maurinho, 26 do 1º tempo

Ferroviária: Basílio; Cardarelli e Elcias; Dirceu, Rodrigues e Itamar; Paulinho (Otávio), Cardoso, Otávio (Gomes/Walter), Bazzani e Boquita

São Paulo: Poy; De Sordi e Mauro; Sabará, Alfredo Ramos (Ademar) e Riberto; Maurinho, Baltazar, Gino, Maneca (Sídney) e Canhoteiro. Técnico: Bella Guttman

 

Ferroviária  3  x  1  São Paulo

Data: 21 de abril de 1961, sexta-feira (feriado
nacional)

Local: Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara

Finalidade: Amistoso

Árbitro: Romualdo Arppi Filho

Renda: Cr$ 176.300,00

Gols Ferroviária: Dudu (pênalti), 24 do 1º; Melão, 8 e Parada, 24 do 2º tempo

Gol São Paulo: Gino, 18 do 2º

Ferroviária: Fia; Ismael e Antoninho; Dudu, Rodrigues e Jurandir (Porunga); Faustino, Parada, Melão, Bazzani e Benny

São Paulo: Suly; Ademar e Vilázio; Benê, Vítor e Riberto; Paulo (Peixinho), Amaury (Celso), Baiano, Gino e Canhoteiro

Obs.: Despedida de Faustino e Pimentel, da Ferroviária, contratados pelo São Paulo.

 

Mais Querido convidado de honra da festa de faixas

Numa tarde festiva para Araraquara, quando os jogadores da Ferroviária receberam as
faixas de campeões do interior do certame  de 1967, o São Paulo foi convidado de honra,
enfrentando os locais. A tarde futebolística agradou pela movimentação, e a Ferroviária,  que
jogou otimamente, acabou ganhando por 3 a 2.

 

Ferroviária  3  x  2  São Paulo

Data: 21 de janeiro de 1968, domingo à tarde

Local: Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara

Finalidade: Amistoso comemorativo

Árbitro: Luís Carlos Werner

Renda: NCr$ 20.000,00 (aproximada)

Gols Ferroviária: Bazzani, 18, Maritaca, 21 e Téia, 40 do 1º tempo

Gols São Paulo: Nenê 32 do 1º e Lourival 16 do 2º tempo

Ferroviária: Machado; Baiano, Antenor, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani; Valdir (Mateus), Maritaca, Téia (Rodrigues) e Nei. Técnico: Diede Lameiro

São Paulo: Picasso; Ismael (Carbone), Eduardo, Carbone (Nenê) e Edílson; Lourival e Nenê (Benê); Almir (Dejair), Nelsinho, Babá e Fefeu. Técnico: Sílvio Pirillo

 

FONTES:

Arquivo do
Professor Antônio Jorge Moreira (Museu do Futebol e Esportes de Araraquara – Arena Fonte Luminosa);

Araraquara Futebol e Política, de Luís Marcelo Inaco Cirino, SJS Gráfica e Editora, 2008;

Revista TRICOLOR Nº 1 (Fevereiro de 1968), págs. 6 e 7; e

Arquivo pessoal.

 
O pontapé inicial do Campeonato Carioca da Série B começa no sábado (04/02/2012). As equipes fazem os últimos ajustes para o tão sonhado acesso. Enquanto isso, a Portuguesa Carioca e o Imperial, de Petrópolis apresentaram os seus uniformes.   

Na Ilha do Governador, a Associação Atlética Portuguesa mostrou os seus novos uniformes produzidas pela Trivella: as camisas contarão com as marcas da Locanty e da Kerocasa, parceiras da equipe lusitana.

A apresentação contou com a presença de musas da escola de Samba, União da Ilha. No evento, marcaram presença o presidente da Cedae, Wagner Victer, o auxiliar-técnico do Vasco, Gaúcho, o treinador Jair Pereira, o empresário Andrews Moraes, dentre outros convidados ilustres.

As musas da Escola de Samba União da Ilha deram um colorido especial

A Lusinha Carioca aproveitou para anunciar o elenco profissional 2012: Léo e Douglas (goleiros); Alexandre Cavalo, Andrezinho, Cauê, Caio, Haroldo e Vinícius (zagueiros); Anderson, Michel, Dida e Jonatas (laterais); Christian, Taércio, Marcio Gomes e Willian (volantes); Digão, Diogo, Felipe Itaguaí, Natan e Serginho (meias); Gean, Gabriel Apolo, Jocinei, Tauan e Willian Cesar (atacantes). O técnico será Edson Souza.

 

 

Imperial também lança seu uniforme

No alto da Serra, o caçulinha Imperial Futebol Clube, de Petrópolis, de forma mais modesta apresentou seu uniforme e um novo reforço. Trata-se do volante Juninho que estava no Resende.

Os novos modelos de camisas foram mostrados pelo zagueiro Léo Mota (branco e amarelo), goleiro Tiago (azul marinho) e o atacante Dudu (amarelo e preto).

 

Léo Mota (branco e amarelo), Tiago (azul marinho) e Dudu (amarelo e preto)

Juninho vem por empréstimo e já trabalha com o restante do elenco. O atleta está treinando forte para estar em condições de jogar o mais rápido possível. “Ano passado eu joguei o Carioca da Série A, já tenho uma experiência e acredito que posso ajudar muito o time. Eu gostei do projeto do Imperial, o time já vem forte para buscar uma vaga e eu quero muito jogar aqui”, afirmou Juninho.

O treinador Gilson Maciel também fez questão de elogiar o novo reforço. “Ele é um jogador que tem o perfil que nós estávamos procurando, ele tem boa marcação e é um jogador que sai bem para o jogo. Vai ajudar muito o time nessa transição do ataque para a defesa”, concluiu Gilson Maciel.

 Fotos: Anderson Luis (Portuguesa); ASCOM Imperial (Imperial F.C.)

 

Esse é o Esporte Clube União Silva Telles do Brás, fundado em 10 de agosto de 1912.

Escudo e informações: Toninho Sereno
Arte: Michel McNish
 

O clube que viria a ser o Jaguar Esporte Clube, do Núcleo Bandeirante, foi fundado em 16 de março de 1968, nas dependências do Departamento Administrativo da Fundação Zoobotânica do Distrito Federal, com o nome de Clube Recreativo Fundação Zoobotânica.
Reuniram-se, entre outros, José Daniel Belluco, Clóvis Fleury de Godoy, João Batista de Lacerda, Malvino Araújo Xavier, Antônio Antunes Figueiredo, Hélio Batista de Deus, Mário Alves da Silva, André Vieira Macarini, Oscar Rodrigues
da Costa, José Jerônimo Ferreira, Josino Lopes Viana e Vicente Pinto de Souza, com o intuito de desenvolver entre os funcionários desta Fundação a prática do esporte, bem como incrementar atividades sociais e culturais.
A primeira diretoria eleita ficou assim constituída: Presidente – José Daniel Belluco; 1º Vice-Presidente – Rádio Lima Fialho; 1º Tesoureiro – João Batista de Lacerda, 2º Tesoureiro – Joaquim Rodrigues de Souza; 1º Secretário – Josino Lopes Viana; 2º Secretário – Oscar Rodrigues da Costa e Diretor de Esportes – Malvino Araújo Xavier.
As cores oficiais do novo clube eram a preta e a branca. O primeiro uniforme era composto de camisa branca com detalhes em preto na gola e nos punhos, calção preto e meias brancas. O segundo tinha camisa com listras verticais pretas e brancas, calção branco e meias com listras horizontais pretas e brancas.
Alterou o nome para Jaguar Esporte Clube em Assembléia Geral de 12 de março de 1969.
Inicialmente, o Jaguar comunicou que disputaria o Campeonato do Departamento Autônomo em 1969. Mas, para este ano, a Federação Desportiva de Brasília resolveu promover um campeonato reunindo clubes amadores e profissionais.
Assim, o Jaguar nem chegou a disputar o campeonato do Departamento Autônomo, já fazendo sua estréia diretamente no campeonato oficial de Brasília.
Sua estréia aconteceu no dia 19 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, do Defelê. Empatou em 1 x 1 com o CSU, clube da Universidade de Brasília.
Ao final do 1º turno, o Jaguar classificou-se em segundo lugar no Grupo A, um ponto atrás do líder, o Grêmio Brasiliense. Eram onze clubes no Grupo A e treze no B, dos quais os seis primeiros colocados passavam para a Fase Final. Nos dez jogos que disputou, o Jaguar venceu sete, empatou dois e só perdeu um (para o Piloto: 1 x 2). Marcou 16 gols e sofreu 5.
Na Fase Final não foi tão bem assim, empatando muitos jogos. Ficou com a terceira colocação no final, com 13 pontos ganhos, atrás do campeão Coenge (19) e do vice-campeão Grêmio Brasiliense (17).
Foram onze jogos, com quatro vitórias, cinco empates e duas derrotas. Marcou 18 gols e sofreu 11.
Sua formação básica foi Silva, Paulo Henrique, Dão, Noel e Felipe; Baiano e Pedrinho; Gildo (Zé Raimundo), Cascorel, Heitor e Reco.
Em 1970 ficou na quarta colocação do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, disputado por oito equipes.
No campeonato brasiliense de 1970 ficou em quarto lugar na Primeira Fase, que classificava seis clubes entre os dez participantes para uma etapa decisiva.
No turno final, ficou com a sexta e última colocação. Disputou cinco jogos, não venceu nenhum e perdeu quatro vezes (empatou um). Marcou apenas dois gols e sofreu nove.
Em 1971, venceu o Torneio Governador do Distrito Federal, com uma excelente campanha. Nos dez jogos que disputou, venceu oito, empatou um e perdeu um. Marcou 19 gols e sofreu 8.
Formou, basicamente, com Silva, Dão, Cláudio Oliveira, Noel e Emábio; Lúcio e Jorrâneo; Zinho, Paulinho, Batista e Oliveira.
Não repetiu suas boas atuações no campeonato brasiliense, disputado por apenas cinco equipes. Ficou na quinta e última colocação, vencendo apenas um dos oito jogos disputados.
No dia 1º de agosto de 1972 efetuou pedido de licença dos campeonatos e torneios da Federação pelo prazo de um ano.
Retornou em 1973, disputando o campeonato brasiliense daquele ano com mais nove equipes e chegando na quarta colocação (17 jogos, 8 vitórias, 2 empates e 7 derrotas; 18 gols a favor e 20 contra).
Seu artilheiro no campeonato foi Tita, com 7 gols. Por outro lado, conquistou a Taça Disciplina, com seis pontos negativos.
Defenderam o Jaguar em 1973: Goleiros – Silva e Carlos; Defensores – Aderbal, Dão, Pedro, Baiano, Ventura, Felipe, Lúcio e Max; Atacantes – Ariston, Djalma, Carlos Alberto, Batista, Ceará, Paulinho e Tita. O técnico foi Airton Nogueira.
Venceu o primeiro turno do campeonato brasiliense de 1974 e ficou atrás do Pioneira no segundo, posicionamentos que tornaram obrigatória a decisão do campeonato em melhor-de-três.
Perdeu os dois jogos para o Pioneira e ficou com o vice-campeonato.
No segundo jogo, em 8 de dezembro de 1974, atuou com apenas dez jogadores. Jogou desfalcado de quatro titulares: Leocrécio, Salvador, Décio e Ariston, que viajaram com a equipe de juvenis do Ceub, emprestados ao clube universitário para a disputa da Taça Cidade de São Paulo de Juniors. Um dos jogadores de linha, Roberto, era goleiro.
Em 5 de junho de 1975, o Jaguar solicitou licença pelo prazo de um ano, por não dispor de recursos para participar do certame oficial daquele ano.
Em 1976, o profissionalismo foi definitivamente implantado no futebol do Distrito Federal. O Jaguar nunca mais voltou a disputar uma competição oficial.

 
GRÊMIO RECREATIVO ESTRELA DO IPIRANGA
GRÊMIO RECREATIVO ESTRELA DO IPIRANGA
FUNDAÇÃO – 15-03-1938
BAIRRO – IPIRANGA
ZONA SUL
SÃO PAULO – CAPITAL
 
 
 
Nome: 26 de Julho Esporte Clube
Cidade: Luís Gomes
Fundação: 26 de julho de 1978
Cores: Verde e branco
Situação: Amador
FONTE: escudosnordeste.blog.com
 

 

O  Campeonato Potiguar de Futebol Feminino 2012 esta em plena disputa, na busca da popularização do futebol feminino e fugindo do amadorismo, e apesar do  certame ter apenas quatro equipes na disputa do título e da consequente vaga na Copa do Brasil, um dos eventos de maior visibilidade nacional da modalidade, o América investiu pesado e trouxe estrelas como a atacante Formiga, da Seleção Brasileira, e a atacante Baratinha, que estava atuando no futebol da Coreia. O Estadual Feminino será disputado em turno único, com todos os times jogando entre si. Ao término desta fase classificatória, os dois melhores decidirão o título. Além de América, disputam o Força e Luz, Monamy e Comercial.

O América e Monamy são os clubes credenciados a decidir o titulo e o clube rubro terá de volta a atacante Formiga que havia sido convocada para a primeira fase de treinamentos, visando a participação brasileira nos jogos olímpicos de Londres 2012.
A primeira partida da final entre Monamy e América será disputada dia 4/2 no estádio Juvenal Lamartine.

Fonte: FNF e site do América

Foto: atacante Formiga do América
 

Essa é a Associação Atlética Corinthians do Bom Retiro, São Paulo. O Clube foi fundado em 1º de maio de 1925.

Escudo e informações: Toninho Sereno
Arte: Michel McNish
 

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Enquanto o Campo Grande Atlético Clube agoniza… Na Zona Oeste surge o Clube Atlético Barra da Tijuca (ex-Yasmin), que disputará o Campeonato Carioca da Série C. Para aqueles que não moram no Rio de Janeiro, hoje, no Globo Esporte saiu uma reportagem falando sobre o Tricolor da Zona Oeste.  O link para ver e ler a matéria está abaixo:

 Link: http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2012/01/atletico-da-barra-da-tijuca-e-o-novo-representante-carioca-na-terceirona.html

 

 

Bangu A.C.

 

Após uma notícia boa e a outra ruim, fecharei com uma novidade positiva. Na manhã desta terça-feira, conversei demoradamente com o presidente do Bangu, Jorge Varela. Com um ar sereno e com tranqüilidade, o mandatário banguense reconheceu que o gramado não estava nas melhores condições, no jogo entre Botafogo e Nova Iguaçu, mas deu uma excelente notícia.

 

Falta muito pouco para o Bangu fechar uma parceria com a Prefeitura do Rio, que pretende utilizar o Estádio Proletário Guilherme da Silveira, Moça Bonita, como um dos palcos do futebol, na Olimpíada de 2016, no Rio. Atualmente, com capacidade para 8.763 torcedores, a idéia é aumentar para 15 mil torcedores. Além disso, ocorreriam melhorias no gramado, iluminação, entre outros. Com isso, o estádio seria um dos palcos do futebol na Olimpíada de 2016. 

 

Entrada das equipes e mais arbitragem, que ganhou nova pintura e grama sintética

 

Essa revelação foi feita pelo próprio presidente do Bangu, Jorge Varela, que detalhou o projetou. “Existe interesse do Prefeito Eduardo Paes em reformar o estádio de Moça Bonita criando mais uma praça de esportes para a Cidade do Rio, por conta das reformas do Maracanã. As melhorias serão, o aumento da capacidade de público para 15 mil torcedores, reforma do gramado, troca de toda a iluminação, melhoria nas cabines de imprensa, ampliação do número de camarotes, construção de dois tobogãs atrás dos gols com capacidade para 4 mil torcedores, dois novos vestiários climatizados para atletas na parte de baixo de um dos tobogãs, dois novos vestiários climatizados para arbitragem, sendo um masculino e outro feminino, novos acessos, e outras melhorias para os torcedores”, revelou.

 

Após essa reforma, seria a primeira alteração desde os anos 80, em Moça Bonita. Com isso, será o primeiro passo para que os Mulatinhos Rosados possam ter um palco digno de suas tradições.  “A princípio devemos fazer valer o nosso mando de campo, mas no geral os jogos serão equilibrados, pois os times de menor investimento têm elencos nivelados”, disse Varela.

 

Sobre a possibilidade de demolir o estádio para a construção de um novo, o mandatário banguense afirmou que não há a menor chance. “Não, haja vista, que existe um estudo preliminar da Martinelli Construtora Ltda. que demonstra somente a necessidade de otimização da área construída existente com alguns acréscimos”, avaliou.

 

A tribuna de honra recebeu: novas cadeiras e cabines para imprensas

 

 Enquanto a reforma não chega, o Bangu fez algumas melhorias em Moça Bonita para que, o Fluminense, Botafogo, Vasco e Flamengo tenham mais uma opção de estádio para jogar. “O Bangu após as suas reformas, criou uma opção a mais para Federação do Rio e para o futebol carioca. Conseguimos demonstrar nos dois primeiros jogos, onde estavam envolvidos Fluminense e Botafogo, que Moça Bonita possui todas as condições de receber os quatro grandes clubes do Rio, criando para o torcedor da região a alternativa de poder assistir ao seu clube de coração perto de casa”, disse Varela.

 

O presidente também falou sobre o novo treinador Carlos Cesar e as razões por não ter escolhido o talismã Mazolinha para o cargo. “Acredito que o Carlos Cesar tenha outra filosofia de trabalho, só o tempo nos dirá se agi de forma correta. O Mazolinha não foi escolhido porque tenho um planejamento nas categorias de base, onde ele desempenha muito bem”, concluiu Varela.

 

Goytacaz F.C.

Enquanto o Campo Grande agoniza, outro time tradicional segue se reestruturando para voltar à elite do futebol do Rio. Considerado por muitos como a quinta maior torcida do estado, o Goytacaz está em ritmo acelerado para fazer bonito na Segundona.

 

O seu Estádio Ary de Oliveira e Souza, Aryzão, vem sofrendo nas últimas semanas, com reforma do banheiro, telhado da social e arquibancada, vestiários, refletores e pintura completa, e mais reforma do gramado. O time estréia no Estadual no próximo sábado, em casa, contra a Cabofriense.

 

A nova diretoria, que tem como presidente Jomar Garcia assumiu o clube este mês e em 28 dias as obras estão sendo realizadas a todo vapor e com apoio de torcedores abnegados, que segundo a diretoria não querem seus nomes revelados, apenas contribuem para que o clube possa ficar bonito e com sua estrutura recuperada para a disputa do Estadual de 2012.

 

Desde o início do ano, precisamente no dia 2 de janeiro, o clube vem realizando obras em sua infra-estrutura. Entre vários os setores que estão sendo reformados, destacam-se as arquibancadas; cadeiras cativas; vestiários de atletas e arbitragem; banco de reservas;  revisão de toda a parte elétrica (passando dos cabeamentos aos novos refletores que já chegaram), e com isso o Goytacaz poderá, ainda no primeiro turno, realizar jogos à noite, o que não ocorre há vários anos.

 

E tem mais, está sendo trocado o telhado de toda a área social e tribuna de honra. Foi realizada a pintura de arquibancadas, replantio de grama (principalmente nos locais que eram mais críticos), construção de mais dois banheiros, reforma das cabines de rádio, pintura externa e muito mais.

 

O Goytacaz está há menos de uma semana de estrear na Segundona do Rio, mas pensa alto no ano de seu centenário e ao que parece já planeja o acesso e assim disputar a Série A em 2013, já que projeta uma cabine de TV, no estilo em que a Rede Globo exige para as transmissões de jogos ao vivo.

 

O presidente o Goytacaz resume as reformas: “O estádio do Goytacaz é um patrimônio da nossa cidade e estava precisando passar por essas reformas, pois não estava com um bom aspecto e nosso torcedor merece ser bem recebido em sua casa. Além disso, voltar a ter jogos no período noturno vai dar maior chance da torcida acompanhar o time e, conseqüentemente, melhorar nossas rendas dentro do Aryzão”, concluiu Jomar Garcia.

 

Fotos: Leonardo Berenger

 

Na minha infância, eu freqüentava o Bonsucesso FC e por muito tempo me acostumei a assistir jogos na Rua Bariri, Conselheiro Galvão, Figueira de Melo, Ítalo Del Cima, entre outros. Nos anos 80, o futebol do Rio brilhou com títulos nacionais com os grandes: Flamengo (1980, 1982, 1983 e 1987), Fluminense (1984) e Vasco (1989); e também com o Olaria (campeão da Taça de Bronze, em 1981) e o Campo Grande (campeão da Taça de Prata, em 1982).

 

Campo Grande A.C.

Porém, o Campo Grande, três décadas depois, vive um momento triste e preocupante. Atualmente, no Campeonato Estadual da Terceira Divisão do Rio, o Galo da Zona Oeste recebeu uma notícia desagradável da Federação de Futebol do estado do Rio de Janeiro (Ferj): o clube, juntamente com mais seis equipes foram excluídos da disputa da Terceirona deste ano, que começa no dia 11 de março.

Motivo: os times deixaram de regularizar a situação financeira junto à entidade. Além do Campo Grande, foram “convidados a se retirar”: Nilópolis, Rio São Paulo, Futuro Bem Próximo, Miguel Couto, e os caçulas: Paraty F.C. e Casimiro F.C.

 

Como jornalista e um apaixonado pelos times de pequeno e médio investimento é doloroso ver o Campo Grande desaparecendo aos poucos. Lembro-me do time campeão da campeão brasileiro da Taça de Prata (equivalente ao Brasileiro da Série B), em 1982: Jorge (Zé Carlos), Marinho, Neném, Pirulito e Ramirez (Jacenir); Brás (Silveira), Serginho (Lulinha) e Pingo; Tuchê, Luisinho das Arábias e Maurício (Almir).  

E também o último grande time montado pelo Campusca, quando em 1991, ficou na 5ª posição, atrás apenas dos quatro grandes. Na época o time era: Paulo César Gusmão, China, Luciano, Joneí e Bimba; Círio, Elói e Roberto Dinamite; João, Cláudio Adão e Zinho.  

 

Estádio Ítalo Del Cima, precisando de reformas estruturais

Grupos de Terceirona

Com a saída dos sete clubes, os grupos ficaram assim constituídos. Grupo “A”: Arturzinho, Barcelona, Barra da Tijuca (ex-Yasmin), Queimados, União de Marechal Hermes e Villa Rio. Grupo “B”: América-TR, Condor, Grêmio Mangaratibense, São Pedro e Serrano. Grupo “C”: Arraial do Cabo, Bela Vista, São Gonçalo EC, São Gonçalo FC e Tanguá. Grupo “D”: Apollo, Búzios, Paduano, Rubro Social e São José.

 

América de Três Rios confirma participação

O presidente José Michel Farah confirmou que o tradicional rubro trirriense disputará o Campeonato Estadual da Série C, desmentindo boatos contrários de que o time declinaria de sua participação. “Manteremos o mesmo técnico que vinha dirigindo a nossa base, que por acaso se chama Júnior”, declarou. Veremos se será possível mandar os nossos jogos no estádio Odair Gama, do Entrerriense, que possui melhor localização. Apesar de não termos conseguido a classificação no ano passado, não desanimamos”, afirmou o dirigente, responsável pela revitalização do time que chegou a disputar a elite do Rio,  entre 1990 e 1993, e se encontrava com as atividades esportivas paralisadas desde 2001, quando disputou pela última vez a Segunda Divisão (Módulo Extra), cujos vencedores foram o Entrerriense e CFZ do Rio.

 Colaborou: André Pereira Nunes

Crédito das Fotos:

Estádio – Jornal dos Sports

Fachada da Sede – Estevan Mazzuia 

 

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9º lugar = 13 pontos
10º lugar = 11 pontos
11º lugar = 10 pontos
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A Federação Alagoana de Futebol está de escudo novo.

 

Fonte: Site da Federação e Súmulas do Campeonato de 2012

 

PRIMEIRO TURNO

Vasco 5 x 2 Madureira

Dia 17 de agosto de 1952

Estádio São Januário

Gols: Ademir (2), Maneca, Ipojucan e Darci (contra)
para o Vasco; Evaristo e Betinho para o Madureira

Árbitro: Mário Gonçalves Vianna

Renda: Cr$ 48.146,30

Vasco: Ernani; Augusto e Bellini; Eli, Danilo e Jorge;
Friaça, Ademir, Maneca, Ipojucan e Chico

Madureira: Irezê; Weber e Bitum; Claudionor, Darci e
Valter; Betinho, Vadinho, Evaristo, Silvinho e Osvaldinho

 Vasco 2 x 1 Canto do Rio

Dia 23 de agosto de 1952

Estádio São Januário

Gols: Friaça e Maneca para o Vasco; Edir para o Canto
do Rio

Árbitro: Tudor Thomas

Renda: Cr$ 27.979,60

Vasco: Barbosa; Augusto e Bellini; Eli, Danilo e
Jorge; Friaça, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico

Canto do Rio: Marujo; Nanati e Cosme; Wagner, Valter e
Zé Sousa; Miltinho, Carango, Raimundo, Edir e Jairo

 

Vasco 5 x 2 Bonsucesso

Dia 31 de agosto de 1952

Estádio São Januário

Gols: Edmur (3) e Ademir (2) para o Vasco; Naninho e
Wassil para o Bonsucesso

Árbitro: George Deakin

Renda: Cr$ 64.220,20

Vasco: Herrera; Augusto e Bellini; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Maneca, Ipojucan e Jansen

Bonsucesso: Paulista; Elias e Waldir; Urubatão, Gilberto e Lusitano; Malinho, Wassil, Saladuro, Naninho e Hélio

 

Vasco 6 x 2 Bangu

Dia 7 de setembro de 1952

Maracanã

Gols: Maneca (3), Ipojucan (2) e Ademir para o Vasco;
Zizinho e Menezes para o Bangu

Árbitro: Tudor Thomas

Renda: Cr$ 763.633,00

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico

Bangu: Osvaldo; Rafanelli e Tórbis; Djalma, Zózimo e
Lito; Reis, Vermelho, Zizinho, Menezes e Nívio

 

Fluminense 1 x 0 Vasco

Dia 21 de setembro de 1952

Maracanã

Gol: Marinho

Árbitro: Mário Gonçalves Vianna

Renda: Cr$ 1.703.864,90

Fluminense: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Edson, Jair
e Bigode; Telê, Didi, Marinho, Orlando e Quincas

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Maneca, Ademir, Ipojucan e Chico

 

Vasco 3 x 2 Flamengo

Dia 28 de setembro de 1952

Maracanã

Gols: Ademir (2) e Edmur para o Vasco; Rubens e Eli
(contra) para o Flamengo

Árbitro: Sidney Jones

Renda: Cr$ 1.569.594,10

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico

Flamengo: Garcia; Biguá e Pavão; Jadir, Dequinha e
Jordan; Joel, Rubens, Adão, Benítez e Esquerdinha

 

Olaria 1 x 2 Vasco

Dia 5 de outubro de 1952

Rua Bariri

Gols: Ademir e Edmur para o Vasco; Cidinho para o
Olaria

Árbitro: Sidney Jones

Renda: Cr$ 102.079,50

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Alfredo, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Maneca, Ipojucan e Chico

Olaria: Celso; Osvaldo e Jorge; Hilton Viana, Moacir e
Ananias; Lupércio, Lima, Maxwell, Washington e Cidinho

 

Botafogo 1 x 1 Vasco

Dia 11 de outubro de 1952

Maracanã

Gols: Zezinho para o Botafogo; Ademir para o Vasco

Árbitro: Mário Gonçalves Vianna

Renda: Cr$ 512.265,40

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico

Botafogo: Osvaldo; Orlando Maia, Gérson e Floriano;
Juvenal, Ruarinho e Santos; Paraguaio, Bravo, Zezinho e Braguinha

 

Vasco 3 x 0 América

Dia 18 de outubro de 1952

Maracanã

Gols: Chico, Ipojucan e Ademir

Árbitro: Alberto da Gama Malcher

Renda: Cr$ 349.735,50

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Friaça, Ademir, Maneca, Ipojucan e Chico

América: Osni; Joel e Edson; Rubens, Osvaldinho e
Ivan; Guilherme, Maneca, Leônidas, Genê e Jorginho

 

São Cristóvão 1 x 2 Vasco

Dia 25 de outubro de 1952

Campo do São Cristóvão

Gols: Edmur e Chico para o Vasco; Humberto para o São
Cristóvão

Árbitro: Mário Gonçalves Vianna

Renda: Cr$ 91.114,30

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico

São Cristóvão: Borracha; Laerte e Aloísio; Índio,
Bulau e Nei; Motorzinho, Humberto, Cabo Frio, Ivan e Carlinhos

 

SEGUNDO TURNO

 

Vasco 3 x 1 São  Cristóvão

Dia 9 de novembro de 1952

São Januário

Gols: Ipojucan, Ademir e Maneca para o Vasco; Humberto
para o São Cristóvão

Árbitro: Mário Gonçalves Vianna

Renda: Cr$ 109.697,80

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico

São Cristóvão: Borracha; Laerte e Aloísio; Índio,
Bulau e Nei; Motorzinho, Humberto, Cabo Frio, Ivan e Carlinhos

 

Canto do Rio 0 x 1 Vasco

Dia 23 de novembro de 1952

Estádio Caio Martins, em Niterói

Gol: Chico

Árbitro: Tudor Thomas

Renda: Cr$ 200.196,00

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Edmur, Ademir, Maneca, Ipojucan e Chico

Canto do Rio: Marujo; Wagner e Cosme; Edésio, Walter e
Heber; Miltinho, Jaime, Flore, Almir e Jairo

 

Vasco 1 x 0 Botafogo

Dia 30 de novembro de 1952

Maracanã

Gol: Ademir

Árbitro: Dickens

Renda: Cr$ 707.474,30

Botafogo: Osvaldo; Gérson e Santos; Arati, Richard e
Juvenal; Geraldo, Ceci, Bravo, Zezinho e Paraguaio

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Genuíno, Maneca, Ademir e Chico

 

Madureira 0 x 3 Vasco

Dia 7 de dezembro de 1952

Conselheiro Galvão

Gols: Sabará (2) e Maneca

Árbitro: Mário Gonçalves Vianna

Renda: Cr$ 201.166,00

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico

Madureira: Irezê; Mário e Darci; Alcebíades, Bitum e
Walter; Evaristo, Mundica, Rato, Paulinho e Osvaldinho

 

Vasco 1 x 0 Flamengo

Dia 14 de dezembro de 1952

Maracanã

Gol: Ademir

Árbitro: Tudor Thomas

Renda: Cr$ 2.068.458,10

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Ademir, Ipojucan, Alfredo e Chico

Flamengo: Garcia; Leoni e Pavão; Jadir, Dequinha e
Beto; Joel, Índio, Adão, Benítez e Esquerdinha

 

Vasco 2 x 0 América

Dia 28 de dezembro de 1952

Maracanã

Gols: Alfredo e Chico

Árbitro: Tudor Thomas

Renda: Cr$ 543.003,00

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Ipojucan, Ademir, Alfredo e Chico

América: Osni; Joel e Osmar; Rubens, Osvaldinho e
Ivan; Pepe, Guilherme, Leônidas, Genê e Jorginho

 

Vasco 4 x 1 Bonsucesso

Dia 3 de janeiro de 1953

Maracanã

Gols: Edmur (2) e Ipojucan (2) para o Vasco; Wassil
para o Bonsucesso

Árbitro: George Deakin

Renda: Cr$ 179.828,40

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Alfredo, Ipojucan, Edmur e Chico

Bonsucesso: Ari; Urubatão e Flávio; Garcia, Décio e
Lusitano; Nicola, Wassil, Tião, Soca e Olício

 

Vasco 2 x 2 Fluminense

Dia 11 de janeiro de 1953

Maracanã

Gols: Alfredo e Chico para o Vasco; Didi e Telê para o
Fluminense

Árbitro: Mário Gonçalves Vianna

Renda: Cr$ 1.311.175,80

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Ademir, Ipojucan, Alfredo e Chico

Fluminense: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair, Edson
e Bigode; Telê, Vilalobos, Marinho, Didi e Quincas

 

Vasco 2 x 1 Bangu

Dia 15 de janeiro de 1953

Maracanã

Gols: Ipojucan e Vavá para o Vasco; Zizinho para o
Bangu

Árbitro: Alberto da Gama Malcher

Renda: Cr$ 486.304,30

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Ademir, Ipojucan, Vavá e Chico

Bangu: Fernando; Rafanelli e Tórbis; Djalma, Pinguela
e Lito; Moacir Bueno, Décio, Zizinho, Menezes e Nívio

 

Vasco 1 x 0 Olaria

Dia 20 de janeiro de 1953

São Januário

Gol: Sabará, no último minuto de jogo

Árbitro: George Deakin

Renda: Cr$ 84.071,20

Vasco: Barbosa; Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e
Jorge; Sabará, Edmur, Ipojucan, Vavá e Chico

Olaria: Aparício; Job e Jorge; Olavo, Moacir e
Ananias; Tião, Washington, Maxwell, J. Alves e Lima

 

O Vasco da Gama, dirigido por Gentil Cardoso, teve a
defesa menos vazada (18 gols em 20 jogos) e o ataque mais positivo (49 gols).

Os artilheiros do cruzmaltino em 1952:

1º – Ademir, 13; 2º – Edmur e Ipojucan, 8; 4º – Maneca,
7; 5º – Chico, 5; 6º – Sabará, 3; 7º – Alfredo, 2; 8º – Friaça e Vavá, 1

(e mais um gol contra de Darci, do Madureira)

O Vasco foi campeão também em arrecadação, totalizando
Cr$ 11.124.007,70

 

FONTE: Edição Especial do ESPORTE ILUSTRADO Nº 775, de
12 de fevereiro de 1953, em homenagem ao Vasco da Gama, campeão carioca de
1952.

 

 

O atual clube social e esportivo de São Gonçalo, já teve bons times de futebol. Sendo um dos tradicionais clubes da cidade, disputou por muito anos o campeonato citadino, obtendo vários titulos.

Sua maior glória no futebol foi o título de vice-campeão no campeonato fluminense de seleções de 1947, representando sua cidade, competição mista com clubes e seleções. O campeão foi o Americano FC de Campos.

O clube possui sede social e esportiva, montou grandes equipes de esporte amador, como futsal  e handbol, que chegou não só a disputar o campeonato brasileiro, como obtendo alguns títulos.

Foi incorporado a cor vermelha no escudo atual.

Fontes: Sergio Mello e Site do clube.

 

 

 

 

Outro time da ‘velha guarda’ de São João da Barra é o Esporte Clube Barcelos. O Verdão sanjoanense foi fundado em 1944. O clube fica na Rua Jacarezinho, nº.181, no Distrito de Barcelos, em São João da Barra. O time também é freqüentador assíduo das competições da Liga municipal.

 

 

O Fluminense Futebol Club, é o time mais antigo de São João da Barra. O Tricolor sanjoanense, fundado em 1943, fica na Rua Joaquim de Aquino Filho, nº. 29, no Centro do município. Atualmente, o Flu disputa competições amadoras de São João.

 

O Joinville foi fundado em 29 de Janeiro de 1976, a partir da fusão dos departamentos de futebol do América e do Caxias, os dois clubes profissionais da cidade na época. Ambas as equipes enfrentavam sucessivas crises, e foi com uma parceria entre dois tradicionais adversários do futebol local que começou a história do JEC.

A solução encontrada por um dos dirigentes do Caxias, no sentido de pelo menos remediar momentaneamente os problemas do clube, foi de convidar para a presidência o industrial João Hansen Neto, da Tubos e Conexões Tigre.

A partir daí, o único e difícil passo para se criar um novo clube em Joinville foi obter a aprovação dos caxienses e americanos. Porém prevaleceu o bom senso, e em 29 de janeiro de 1976 foi criada a nova agremiação com a personalidade jurídica de Joinville e constituída também a sua primeira diretoria sob a presidência de Waldomiro Schützler.

Dez anos depois da fusão entre os dois clubes, o Joinville já havia acumulado tantos títulos quanto América, Caxias e Operário (todos clubes de Joinville) em 65 anos de história.

Dono da quarta melhor colocação de um clube catarinense no Campeonato Brasileiro de Futebol (8º lugar em 1985, sétimo lugar do Figueirense em 2007 e sexto lugar de Criciúma em 1987 e Avaí em 2009), o Joinville esteve na Série A do Campeonato Brasileiro por 10 anos consecutivos, entre 1977 e 1986. Em 2010 disputou o Série D após conquistar o título da Copa Santa Catarina de 2009, e terminou desclassificado nas quartas-final pelo América (AM), logo após a derrota, o setor jurídico do clube identificou que o adversário havia utilizado um jogador irregular nas duas partidas disputadas, e desta vez, o time conseguiu o tão esperado retorno à Série C.

O Joinville foi campeão de Santa Catarina logo em seu primeiro ano de atividade. Depois, entre 1978 e 1985, conquistou um inédito octacampeonato catarinense, recorde insuperável até hoje. De 1988 a 1999, passou o mais longo período sem títulos de sua história. A sequência foi quebrada com a conquista do bicampeonato estadual de 2000 e 2001, ano do último troféu da primeira divisão erguido pelo clube.

Em 2007, o Joinville fez a pior campanha de sua história no Campeonato Catarinense, terminando em penúltimo lugar, na zona de rebaixamento. Depois disputou e venceu a Divisão Especial e retornou à elite do torneio estadual já em 2008.

No ano de 2009 o Joinville começa o seu projeto de reconstrução, terminando o campeonato em 3º lugar e em 2010 conquista o vice-campeonato Catarinense. Em 2011 foi eliminado nas semi-finais no turno e returno, terminando na 4º colocação. No dia 18 de Outubro de 2011, o JEC consolidou sua ida para Série B ao ganhar do Brasiliense por 4 x 1, com duas rodadas de antecedência. No dia 24 de Outubro de 2011, com a derrota do Ipatinga para o Brasiliense por 4 x 1, o Joinville se classificou para a final do campeonato Brasileiro da Série C de 2011, com uma rodada de antecedência. No primeiro jogo das finais contra o CRB, vitória do Joinville em pleno Estádio Rei Pelé, em Maceió por 3 x 1 e no segundo jogo das finais, o Joinville conquista seu primeiro título nacional, vencendo na Arena Joinville pelo placar de 4 x 0.

 


Fonte: Guia Macabu

 

O Sanjoanense Futebol Clube, fundado em 1953, é um dos clubes mais antigos do município de São João da Barra, no Norte Fluminense. Atualmente disputa as competições da região.

 

São Henri Futebol Clube é um time Conceição de Macabu, no Norte Fluminense. O Alviverde foi fundado no dia Primeiro de Outubro de 1956. Quem tiver mais alguma informação… Agradeço.

 
O técnico Wilson Gottardo (E) conversa com os jogadores

Após 21 anos, o Clássico Suburbano entre Bonsucesso e Madureira, voltou a ser disputado no Campeonato Carioca-2012. Melhor para o Bonsuça, que de virada, venceu na tarde deste sábado (28/01/12) o Madura por 3 a 1, no Estádio Proletário Guilherme da Silveira, Moça Bonita, em Bangu. Apesar do mando de campo ser do Rubro-anil, o jogo foi realizado no campo do Bangu, uma vez que o Estádio Leônidas da Silva, em Teixeira de Castro, está nos seus retoques finais para Leão da Leopoldina mandar seus jogos.

A equipe comandada por Wilson Gottardo soma agora três pontos, dois a menos que o líder Flamengo com cinco, no Grupo A. O jogo começou com o Bonsucesso dominando a posse de bola, mas sem assustar o gol do Madureira. Prova disso é que a primeira chance só ocorreu aos 16 minutos. Diogo foi à linha de fundo e cruzou para Adriano Magrão que cabeceou fraco e o goleiro Marcio afastou o perigo de soco.

 Porém, a sorte soprou para o Madureira. Rodrigo fez jogada individual e tocou para Tamaré, pela direita, que foi a linha de fundo e bateu cruzado e no segundo pau, Maciel só completou para o gol vazio.

A melhor chance do Bonsucesso aconteceu aos 43 minutos, quando o atacante Diogo (ex-Internacional de Porto Alegre) bateu forte da entrada da área e a bola explodiu no travessão, o goleiro Marcio ainda tocou na bola e deixou o Madureira com a vantagem.

 Na etapa final, o Bonsucesso voltou com ‘fome’ de vitória e foi para cima. Com isso, chegou ao empate aos 13 minutos. Diogo sofreu falta perto da área, Marcio Guerreiro bateu forte e o goleiro Marcio voou, mas nada pôde fazer.

Determinado o Bonsuça não recuou e conseguiu a virada aos 25 minutos. Ranieri fez o centro da direita para Adriano Magrão, que tentou de letra e não conseguiu. Marco Goiano também furou, mas Vinícius, que entrou no intervalo do jogo, não bobeou e fez o segundo do Leão da Leopoldina.

Doze minutos depois, o Bonsuça ampliou. Vinícius cobrou escanteio rapidamente para Marcio Guerreiro que dominou e rolou para Bóvio bater forte da entrada da área sem chances para o goleiro Marcio, dando números finais a peleja.

 Curiosidades

Um fato interessante está no placar. A última vez em que as duas equipes se enfrentaram, foi em 13 de outubro de 1991, com vitória do Tricolor Suburbano por 3 a 1, em Conselheiro Galvão.  

Sem contar os confrontos na Segunda Divisão e amistosos, esse jogo foi o de número 96. O Bonsuça triunfou 37 contra 33 do Madura, e mais 26 empates. O Bonsucesso marcou 170, enquanto o Madureira marcou 177.     

 

 

 

Clube: América Futebol Clube
Fundação: 28/1/1946 (66 anos)
Cidade: São José do Rio Preto (SP)
Estádio: Teixeirão (36,4 mil lugares)
Site: www.america-sp.com.br
Principais Títulos: 1 Paulista do Interior (1950) e 3 Séries A2 (1957/63/99)
Situação atual: Estreou empatado em casa por 2 a 2 com o Noroeste, pela Série A2 do Paulista. Neste domingo, joga fora de casa contra o Rio Preto.
História
O time dos Bancários dominava a cena de São José do Rio Preto, em meados dos anos 1940. O que incomodava o centroavante Antônio Tavares Pereira Lima, que também era engeheiro da Estada de Ferro Araraquarense. Em uma viagem de trem, encontrou Vitor Buongermino, que tinha a mesma ideia: formar um clube que rivalizasse com os Bancários. E, depois de vários encontros, organizaram uma assembleia no dia 28 de janeiro de 1946, onde foi decidida a criação e as cores oficiais (o vermelho e o branco). Só ficou uma dúvida no nome. Depois de cogitarem Dínamo e Flamengo, resolveram colocar América FC. Curiosamente, o América começou tão grande, que logo se filiou à Federação Paulista de Futebol e nunca enfrentou o time dos Bancários.

Hino Oficial
Letra: Walter Benfatti; Música: Roberto Farath

Do alto da cidade
O América nasceu
E crescendo a cidade
O América cresceu

No campo, lutando
Espalhando emoções
Dentro das linhas vibrando
São onze corações

Nas cores rubra e branca
Está o seu valor
No branco a paz serena
No rubro seu ardor

No vale dos esportes
Vai dobrar o seu valor

No vídeo, o gol do título americano da Série A2 de 1999
watch?v=EUv1Gn-o0Zs&feature=player_embedded

Fonte: Protofutebol

 

FLAMENGO 3 x 0 LIVERPOOL

Local: Estádio Nacional, Tóquio (JAP)
Data: 13 de Dezembro de1981
Árbitro: Rúbio Vazques (México)

Gols: Nunes 13′, Adílio 34′ e Nunes 41′ do 1° tempo

Flamengo: Raul; Leandro, Marinho, Mozer e Junior; Andrade, Adilio e Zixo; Tita, Nunes e Lico. Tec.Paulo Cesar Carpegianni.

 Liverpool: Grobbelaar; Neal, R. Kennedy, Lawnson e Thompson; Hansen, Dalglish e Lee; Johnstone, Souness e McDermott (Johnson).Tec. Paisley.

______________________________________________________________

FLAMENGO 2 x 1 VASCO

Data – 06 / 12 / 1981

Local – Maracanã (público – 161.989)

Árbitro – Alvimar Gaspar dos Reis

Gols – Gols:  Adílio e Nunes;  Ticão (Vas).

Flamengo – Raul, Nei Dias, Marinho, Mozer e Júnior (Figueiredo); Andrade, Leandro e Zico.Lico (Chiquinho), Nunes e Adílio. Técnico: Paulo César Carpegiani.

Vasco – Mazaropi, Rosemiro, Serginho, Ivan e Gilberto; Dudu, Marquinho e Amauri (Ticão; Wilsinho, Roberto Dinamite e Silvinho. Técnico: Antônio Lopes.

______________________________________________________________

FLAMENGO 1 X VASCO O

23/09/1982

Local: Maracanã (Rio de Janeiro);

Juiz: José Roberto Wright;

Renda: Cr$ 71 815 700,00;

Público: 100 967;

Gol: Adilio 45 do 2.º;

Car­tão amarelo: Giovani, Júnior, Mari­nho, Celso e Lico

Flamengo: Cantarele, Leandro, Mari­nho, Mozer e Júnior; Andrade, Vítor e Zico; Lico, Nunes e Adilio. Técni­co: Paulo César Carpegiani

Vasco: Mazarópi, Galvão, Nei, Celso e Pedrinho; Serginho, Dudu e Giova­ni; Rosemiro, Roberto (Ernâni, 14 do 2.°) e Marquinho (Pedrinho Gaúcho, 25 do 2.°). Técnico: Antônio Lopes.

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BANGU 0 x 1 FLAMENGO
Taça Rio 01/12/1983

Local: Maracanã (RJ)
Juiz: Arnaldo César Coelho
Público: 74.154

Gol: Adilio 30´1º tempo


Bangu: Tião, Gilson Paulino, Tecão, Fernandes, Tonho, Mococa, Arturzinho, Mário, Marinho, Fernando Macaé, Ado. T: Moisés.

Flamengo: Raul, Leandro, Figueiredo, Mozer, Júnior, Andrade, Cléo(Heitor), Tita, Lúcio, Edmar(Lico) e Adilio. Tec. Claúdio Garcia
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FLAMENGO 1 X 0 FLUMINENSE

23/09/1984
Local: Maracanã
Público: 99.898 pagantes
Árbitro: José Roberto Wright
Gols: Adílio (20′)


Flamengo: Fillol, Jorginho, Leandro, Mozer e Adalberto; Andrade, Élder e Tita;
Bebeto, Nunes e Adílio. Técnico: Zagalo.

Fluminense: Paulo Vítor, Aldo, Duílio, Ricardo e Branco; Jandir, Delei e Assis;Romerito, Washington e Tato. Técnico: Luís Henrique.
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FLAMENGO 1 X 0 BANGU
Final Taça Rio Data 08/12/1985
Local: Maracanã (RJ)
Juiz: Roberto Costa
Público: 70.066

Gol: Adilio 17´1º tempo

Bangu: Gilmar, Márcio Nunes, Jair, Oliveira, Baby, Israel, Arturzinho, Mário, Marinho, Fernando Macaé (João Cláudio), Ado. Tec: Moisés.

Flamengo:Cantarele, Jorginho, Leandro, Mozer, Adalberto, Andrade, Adilio, Valtinho, Bebeto(Júlio Cesar), Chiquinho e Marquinho. Tec.Sebastião Lazaroni
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Adílio jogou por 14 anos no Flamengo, com uma habilidade fora do comum, elegante e com um molejo de bailarino de dança caribenha, o camisa 8 da Gávea conquistou vários títulos e em muitos desses jogos decisivos ele pode ser considerado como um artilheiro das decisões, e, 06 (seis) delas ele deixou a sua marca, contribuindo para o vasto acervo de troféus do Mengão. 

Até em jogo que decidia o título para outras equipes Adílio deixou a sua marca foi em 1983 no jogo entre Bangu e Flamengo, uma vitória Flamengo ou um empate davam o título ao Fluminense, deu Mengo 2 x 0 com gols de Adílio e Tita, realmente o grande Adílio foi um grande artilheiro das decisões.

Fontes: Textos Galdino Silva

Pesquisas: Bangu.net  Flaestatística Blog do Marcão e RSSSF Brasil

 

 

Complementando o artigo do Sergio Mello, publico o escudo do GS Brasil de Pelotas de 1932, pesquisado por Douglas Marcelo Rambor.

 

Fonte de pesquisa: Jornal da cidade de Rio Grande, o “Rio Grande Esportivo”, de 31 de outubro de 1932.

 

Mais um escudo inédito da década de 30, pesquisado por Douglas Marcelo Rambor.

O Grêmio Atlético Militar General Osório, fruto da fusão em 1931 entre o FBC General Osório (fundado em 1918 e um dos fundadores da Liga de Foot-Ball) e o Gremio Militar .

Foi campeão citadino em 1922 e disputou apenas uma única vez o campeonato Gaúcho em 1925, pela Zona 4 - Sul.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 As cores oficiais do clube são verde, amarelo, azul e branco, e o escudo foi encontrado em preto e branco, assim a composição das cores no escudo foram deduções baseadas na primeira bandeira da Republica, por sugestão do Rodolfo Kussaref e meu parecer, em acordo com o autor da pesquisa, o Douglas.

Fonte de pesquisa: Jornal da cidade de Rio Grande, o “Rio Grande Esportivo”, de 15 de novembro de 1935.

 

 
Em 1925, o Flamengo fez uma das suas melhores temporadas em todos os tempos. O Rubro-negro realizou 32 jogos, com 22 vitórias, sete empates e apenas três derrotas; marcando 97 gols e sofrendo 31; com um saldo pomposo de 66 gols. Um aproveitamento de 80% dos pontos.
 
 

 

O resultado desta campanha foram cinco conquistas naquele ano: Campeão Carioca; além dos títulos:  Troféu Sérgio de Loreto;  Troféu Torre Sport Club; Troféu Agência Hudson; e Troféu  Jornal do Commércio de Pernambuco.

Estádio da Avenida Malaquias, localizado atrás do atual Museu do Estado, na Avenida Rui Barbosa, em Recife (PE)

 Naquele ano, no primeiro jogo, numa sexta-feira, no dia 16 de janeiro, o Flamengo conquistou o Troféu Torre Sport Club, ao vencer o Torre S.C. por 3 a 1, no Estádio da Avenida Malaquias (de propriedade do Sport Recife, localizado atrás do atual Museu do Estado, na Avenida Rui Barbosa, inaugurado em 1919). Os atacantes Junqueira, duas vezes e Moderato marcaram para o Rubro-Negro.

Flamengo: Ismael, Penaforte, Telefone, Hermínio, Seabra, Elmir, Nilton, Vadinho, Benevenuto, Junqueira e Moderato.

 

Estádio da Avenida Malaquias, localizado atrás do atual Museu do Estado, na Avenida Rui Barbosa, em Recife (PE)

Quarenta e oito horas depois, num domingo, o Mengão voltou a campo. Jogando no mesmo estádio conquistou outro caneco: Troféu Agência Hudson, ao empatar com o Sport Recife em 3 a 3, com gols de Antoninho (dois tentos) e Vadinho.

Como mandava a regra de gentileza da época, com o empate, o título era cedido aos convidados.  Flamengo: Ismael, Penaforte, Telefone, Moura, Seabra, Hermínio, Nilton, Vadinho, Antoninho, Junqueira e Moderato.    

 

Nos jogos do Flamengo, políticos sempre tiravam a sua casquinha

 

Quatro dias depois, veio o terceiro título: Troféu Jornal do Commércio de Pernambuco.  Numa quinta-feira à tarde, de forma incontestável, o Flamengo goleou o Santa Cruz por 3 a 0, no aconchegante Estádio da Avenida Malaquias. Novamente, Vandinho foi o destaque com dois gols, enquanto Moderato completou o placar.

Flamengo: Ismael, Penaforte, Telefone, Moura, Antoninho, Benevenuto, Nilton, Leite de Castro, Vadinho, Moderato e Elmir.

 

Sem nenhum dos grandes dos Pernambuco conseguir triunfar em cima do Flamengo, só restava uma solução: montar uma seleção para enfrentar o Mengão.

Então, no domingo, no dia 25 de janeiro, valendo o Troféu Sérgio Loreto, o Flamengo enfrentou o Selecionado Pernambucano da LPDT (liga Pernambucana de Desportos Terrestres), no Estádio da Avenida Malaquias.

Seleção Pernambucana

 

Com um futebol de primeira grandeza, o Rubro-Negro venceu por 2 a 0, com dois gols do atacante Vadinho. Os pernambucanos ainda tiveram a chance de marcar o tento de honra no final, quando o árbitro marcou um pênalti pra lá de duvidoso. Contudo, o arqueiro rubro-negro, Ismael defendeu, sem dar rebote, decretando o quarto caneco em solo recifense.

 

Flamengo: Ismael, Penaforte, Telefone, Hermínio, Seabra, Moura, Nilton, Vadinho, Antoninho, Junqueira e Moderato.

 

O goleiro rubro-negro, Ismael é fotografado no momento exato ao defender o pênalti

 Antes de retornar ao Rio, o Flamengo realizou o último jogo. Num amistoso contra o América (na época era um dos grandes de Pernambuco), na terça-feira, do dia 27 de janeiro, realizado no estádio América Parque, de propriedade do América, localizado no bairro da Jaqueira, em Recife (PE). E o Mengão fechou com chave-de-ouro ao golear por 6 a 1. Os gols foram assinalados por Junqueira (quatro gols), Vadinho e Leite de Castro.

Flamengo: Ismael, Penaforte, Telefone, Antoninho, Seabra, Moura, Nilton, Leite de Castro, Vadinho, Junqueira e Moderato.

 

O time do Flamengo

O Flamengo voltou ao Rio, trazendo na bagagem, quatro troféus, com quatro vitórias e um empate; marcando 17 gols e sofrendo cinco; saldo de 12 tentos. Os artilheiros foram Vadinho e Junqueira, ambos com seis gols. Depois aparecem Antoninho e Moderato, cada um com dois tentos; e Leite de Castro com um.

 

Fonte de pesquisa: Revista Pernambuco e Jornal dos Sports

Fotos: Revista Pernambuco

 

Olá pessoal
quero agradecer ao pessoal que colaborou com a anuidade do blog, não deu para fechar a conta, mas ta valendo. Depois colocarei a lista dos membros, os que não quiseram ou não puderam tbm agradeço, enfim, vida que segue.
A nova temporada do blog, COMEÇARÁ NA QUARTA-FEIRA dia 01 de Fevereiro, as novas regras já valerão, votações, artigos da semana,etc
ESTOU VENDO ALGUNS ARTIGOS SEM A FONTE, VOLTO A DIZER A PARTIR DO DIA 1 DE FEVEREIRO, OS QUE NÃO TIVEREM COM FONTE SERÃO COLOCADOS EM STAND BYE ATÉ A CORREÇÃO DO MEMBRO.

A cada semana farei um ranking de participação e de qualidade dos artigos.Será feito após a votação do artigo da semana.

 

Nome: América Futebol Clube
Fundação: 8 de novembro de 1953
Estádio: Maria Steffen
Situação: Amador

 

Amigos… Tenho uma foto, que presumo ser uma relíquia. Trata-se do time posado do Brasil de Pelotas, nos anos 20. Consegui essa foto com uma ex-namorada de Canoas. Segundo ela, o avô jogou no time nessa época. Se alguém tiver alguma informação sobre esta foto, desde já agradeço.

Brasil de Pelotas - Década de 20

 

Apenas para agregar a bela postagem de Julio Diogo, sobre o escudo do União Atlético Clube, de Santa Maria Madalena (RJ), duas fotos. Em ambas, o time posado em 1994, quando disputou pela primeira e única vez uma competição profissional: Campeonato Estadual da Série C do Rio.

 

O time posado e ao fundo o bom público presente ao estádio

O time posado e ao fundo

um bom público presente ao estádio

 

Esse escudo abaixo virou um dilema. Pois, a pessoa que me enviou as fotos, também me passou esse escudo. Obviamente, esse é o União Futebol Clube ao invés do União Atlético Clube. Perguntei se o time mudou de nome ou se era outro time. Até o momento estou aguardando uma resposta.

 

Poucas informações possuo sobre o Dramático Athletico Club. O que eu sei é: a sua fundação aconteceu por volta dos anos 10. O time era do Bairro de Realengo, localizado na Zona Oeste do Rio. Sobre as competições, participou do Campeonato Carioca da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), em  1928. 

 

 

 

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