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Campeonato Carioca

1a. Divisão

Flamengo 0×0 América

(Campo do Flamengo, Rua Paysandu, Laranjeiras, 15:30)

Bangu 1×2 Andarahy

(Campo do Bangu, Rua Ferrer, Bangu, 15:30)

Palmeiras 2×4 São Christovão

(Campo do Palmeiras, Rua Campo Sales, Tijuca, 15:30)

2a. Divisão

Mackenzie 2×0 Vasco

(Campo do Andarahy, Rua Prefeito Serzedello, Villa Isabel, 15:30)

Carioca 9×1 Brasil

(Campo do Carioca, Estrada D. Castorina, Gávea, 15:30)

River 2×1 Progresso

(Campo do River, Rua João Pinheiro, Piedade, 15:30)

3a. Divisão

Bonsucesso 2×0 Metropolitano

(Campo do Progresso, Rua João Rodrigues, Estação São Francisco Xavier, 15:30)

Ramos 2×1 Ypiranga

(Campo do SC Rio de Janeiro, Rua Moraes e Silva, Engenho Velho, 15:30)

Everest 0×2 Exiles

(Campo da Rua Figueira de Mello, São Christovão, 15:30)

Fonte: Jornal O Paiz de 30 e 31 de Maio de 1920

 

 

O Campeonato Carioca da Série C começa no domingo (11/03/12), com a participação de 21 equipes sonhando com as três vagas de acesso para a Segundona-2013. A competição é uma mescla de times tradicionais, debutantes e algumas equipes ausentes, que retornam ao futebol profissional.

Os conhecidos são América de Três Rios e Serrana de Petrópolis, que estiveram na elite do futebol do Rio.  

Os estreantes são Clube Atlético Barra da Tijuca (Bairro da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio); São Pedro Atlético Clube, de São Pedro da Aldeia; São Gonçalo Esporte Clube e São Gonçalo Futebol Clube. Quem retorna após um período de inatividade: Arturzinho, União de Marechal, Tanguá e Paduano.   

 

Na primeira fase, as 21 equipes ficaram divididas em quatro grupos (três com cinco e uma com seis times): Grupo A – CES Arturzinho, Barcelona EC, CA Barra da Tijuca, Queimados FC, União de Marechal FC e Villa Rio EC.

Grupo B – América de Três Rios, Condor AC (Queimados), Grêmio Mangaratibense (Mangaratiba), São Pedro AC e Serrano FC. Grupo C – CE Arraial do Cabo, Bela Vista FC (São Gonçalo), São Gonçalo EC e São Gonçalo FC e Tanguá EC. Grupo D – AC Apollo (Arraial do Cabo), SE Búzios (Armação de Búzios), Paduano EC (Santo Antônio de Pádua), Rubro Social EC (Araruama) e CF São José (Itaperuna).

 Regulamento da Terceirona

Na primeira fase as equipes se enfrentaram em turno e returno, e os vencedores de cada grupo e mais os melhores por índice técnico dentre as classificadas em segundo, terceiro e quarto colocados de cada grupo, avançam para a fase seguinte (com um total de 16 times).

Na segunda fase os clubes serão distribuídos em quatro grupos (F, G, H e I) de quatro. Os times se enfrentam em turno e returno, avançando os dois primeiros de cada grupo. Na terceira fase será formada por dois grupos (J e K), de 4 equipes, com as associações distribuídas conforme índice técnico obtido na fase anterior. Novamente, as equipes jogarão entre si, dentro do grupo, em sistema de turno e returno, classificando-se para as Semifinais a primeira e a segunda colocada de cada um dos grupos.

Nas semifinais, o 1º do Grupo J enfrenta o 2º do Grupo K; enquanto o 1º do Grupo K enfrenta o 2º do Grupo J, em jogos de ida e volta. Os vencedores não apenas decidem o título da Terceirona como carimbam o acesso para o Campeonato Carioca da Série B-2013. Já os perdedores disputam, em partidas de ida e volta, a terceira posição e, conseqüentemente, a última vaga de acesso para a Segundona.   

Critérios de Desempate

 Ao final do returno da primeira, segunda e terceira fases, havendo empate em pontos ganhos entre duas ou mais associações, dentro do grupo, serão aplicados os seguintes critérios de desempate:

Maior número de vitórias na fase;

Melhor saldo de gols na fase;

Maior número de gols pró na fase;

Menor número de cartões amarelos e vermelhos, durante todo o campeonato, somados os cartões dos atletas e expulsões de membros da comissão técnica.

Sorteio na sede da Federação, em dia e horário a serem determinados.

Jogos da rodada inaugural

O pontapé inicial acontece no domingo (11 de março de 2012) com Nove jogos, todos programados para começar às 15 horas. No Grupo A: CA Barra da Tijuca x União de Marechal, no Estádio Eustáquio Marques, em Curicica. Queimados FC x CES Arturzinho, no estádio Nivaldão, no Distrito de Austin, em Nova Iguaçu. Barcelona x Villa Rio, no Estádio João Francisco, em Bangu.

Pelo Grupo B: Mangaratibense x Serrano, no Estádio José M. B. Barros. América de Três Rios x Condor, no Estádio Tiezão. Folga o São Pedro AC. No Grupo C: Bela Vista x São Gonçalo EC, no Estádio Aloísio Rodrigues, em São Gonçalo. Tanguá x São Gonçalo FC, no Estádio: Motoristas FC, em Rio Bonito. Folga o Arraial do Cabo. Completando, no Grupo D: Apollo x Búzios, no Estádio H. Barcelos, em Arraial do Cabo. Paduano x Rubro social, no Estádio Waldo C. Xavier, em Santo Antônio de Pádua. Folga o São José.

 

Após um descanso, voltamos aos artigos que mostram a verdade no futebol mundial, em relação as informações.
Em Cabo Verde temos alguns equívocos que se tornaram verídicos pela falta de correção.
O clube Desportivo Praia Cruz, não tem nenhuma ligação com o Desportivo Praia, este sim que joga no Campeonato Regional de Santiago Sul. Este clube cujo escudo está abaixo atua no Campeonato Português na Liga Distrital da AF de Lisboa e tem como sede a cidade de Torres Vedras.

Outra confusão ocorre com alguns clubes que são de caboverdianos residentes nos EUA e que criaram uma Liga de Futebol, chamada NELASA e disputam um campeonato local com nomes de clubes que podem passar despercebidos como atuantes no campeonato cabo-verdiano o que não é verdade.

O mais conhecido é o DINAMO DA BRAVA

Temos tbm o Tabanka e o Fidjos da Terra, dois escudos que são na verdade de clubes que atuam nos EUA, pela NELASA.

Tabanka

FONTE:ARQUIVOS PESSOAIS

 

Mateus não estava em Belém “orgulhoso por jogar na terra em que Jesus Cristo nasceu”. O volante do Caxias nem considerou que “clássico é clássico e vice-versa” ou saiu de campo dizendo que a “quando o jogo está a mil, a naftalina sobe”. Sequer reclamou da arbitragem afirmando que “é caso de Polícia Federal, de FMI”. Também não tentou justificar o pênalti perdido contra o Novo Hamburgo, na final do primeiro turno do Campeonato Gaúcho, em duas palavras: “A zar.” Mas, ao afirmar que “só bate quem erra”, também virou folclore dos “grandes frasistas” do futebol.

O time poderia, caso fossem confirmadas as autorias, ser escalado com Manga, Fábio Baiano, Fabão, Valdson e Marinho Chagas; Biro-Biro, Peu e Pelé; Garrincha, Nunes e Jardel. No banco, Claudiomiro, Dimba, Dadá Maravilha, Zanata, Mengálvio e até um português, João Pinto. Uma seleção à qual é atribuído vasto repertório de tropeços no idioma, confusões e tiradas divertidas. Afinal, após os 90 minutos de uma partida – ou até antes -, tudo é possível diante dos microfones da TV e do rádio ou dos gravadores de jornais, revistas e sites.

Excesso de microfones cria tensão e leva ao erro, dizem jogadores (Foto: arte Esporte / Cláudio Roberto)

Excesso de microfones cria tensão e leva ao erro, dizem jogadores (Foto: arte Esporte / Cláudio Roberto)

É claro que alguns casos, com o tempo, nem são tão confiáveis por serem creditados a mais de um jogador. E poucos assumem a autoria. Alguns ex-atletas a negaram com veemência, como Nunes, atacante do Flamengo nos anos 1980, e Jardel, decisivo no Vasco, Grêmio e Porto. Quem reconheceu a “culpa” não escondeu a tensão com o forte assédio por uma declaração bombástica que acaba sendo por vezes trágica.

- Eu ficava nervoso mesmo, confesso. Já era gago, o que me complicava ainda mais. Quando via aquela quantidade enorme de repórteres  em cima de mim, me enrolava todo. Uma vez, o Kleber Leite (ex-presidente do Flamengo), na época repórter, veio me entrevistar. Fez tanta pergunta que eu me enrolei. E aí acabei dizendo que perdi muitos gols, mas não tive oportunidade nenhuma. Na outra vez, com o mesmo Kleber, eu gaguejei na primeira resposta: ‘Eu gggggg…’ Ele fez outra pergunta: ‘Eu aaaaaa…..’ Ele desistiu e disse ‘É isso aí, Peu, muito obrigado!’. Fazer o quê? Errei, errei – disse o ex-jogador do Flamengo nos anos 1980.

Peu era vítima de várias pegadinhas dos jogadores do Flamengo. Zico, Junior, Raul e Leandro sempre gostavam de brincar com o então garoto que chegou de Maceió. Histórias como a do avião, em que Junior, na viagem para a decisão do Mundial de Clubes em Tóquio, convenceu o alagoano a raspar o bigode que seria proibido no país do Oriente, ajudaram a dar mais sabor ao folclore. Tudo no maior bom humor.

- Muita coisa eu falava errado porque não conhecia. Uma vez eles me levaram para a sauna. Ficaram batendo papo, e aquele vapor aumentando. Eu não sabia daquilo. Comecei a reclamar do calor. Eles continuavam conversando. Aí, teve uma hora que eu estava tão preocupado e perguntando se aquilo era normal que eles caíram na gargalhada – afirmou Peu, aos risos.

Outro considerado ingênuo no mundo da bola que não ligava para as brincadeiras era Garrincha. Em 1958, na Copa da Suécia, quando estava prestes a comprar um rádio e trazer para o Brasil, foi convencido a mudar de ideia porque o rádio não “falaria português”. E se Dadá Maravilha, artilheiro e ídolo do Atlético Mineiro e de tantos grandes clubes, batia no peito para confirmar a autoria da frase de que “só três coisas param no ar: helicóptero, beija-flor e Dadá”, Jardel, outro bom de cabeça nas áreas adversárias, nega frases polêmicas que lhe foram atribuídas, como “clássico é clássico e vice-versa”, “quando o jogo está a mil, a naftalina sobe”, e “eu, Paulo Nunes e Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja”.

- Não falei nada disso. Nem sei de onde veio. Eu até processei a revista, botei na Justiça. Não lembro de ter dito essas coisas. Mas é claro que, após uma partida, ali no calor, em meio ao assédio dos repórteres, tem gente que se confunde. Acontece. Às vezes o atleta fala o que não deve – disse o ex-jogador, ídolo do Porto, que está em Fortaleza e afirmou não ter faturado ainda a causa.

Quem também não gostou nada dos créditos às “pérolas” foi Nunes. A ele, têm sido atribuídas as frases “A bola ia indo, ia indo, e iu…”, “o meu estado não inspira gravidez” e “tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana”.

- É brincadeira. Nunca falei nada disso. Não sei de onde vieram essas histórias. Sou macho o suficiente para assumir o que digo e garanto: jamais declarei isso – afirmou o ídolo rubro-negro, que nem quis comentar sobre a declaração de Mateus, a última a entrar, definitivamente, para a lista das grandes frases do futebol que ninguém disse.

AS GRANDES FRASES QUE NINGUÉM DISSE

Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.”
Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.”
O interessante é que aqui no Japão só tem carro importado.”
(Atribuídas a Jardel, ex-atacante do Grêmio, Vasco, Porto e Seleção Brasileira. Na primeira frase, trocou adrenalina por naftalina. Na segunda, errou nas contas. Na terceira, esqueceu que estava em outro país).

Perdi muitos gols, mas não tive oportunidade nenhuma.”
Eu ggggggg… Não, eu vou completar: Eu aaaaaa…
(Peu, ex-atacante do Fla. Primeiro, tentando justificar os gols perdidos. Depois, gaguejando após pergunta do repórter).

O que eu achei do jogo? Eu não achei nada, mas o negão ali achou um cordão de ouro no gramado…” (Atribuída a Josimar, ex-lateral do Botafogo e da Seleção Brasileira).

O que aconteceu aqui é caso de Polícia Federal, de FMI. Voltar pênalti porque a torcida está gritando é brincadeira.”
(Dimba, ex-Botafogo e Flamengo, queria se referir ao FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, ao fazer o seu protesto contra a arbitragem. Mas confundiu o FBI com o Fundo Monetário Internacional)

Estou de regime. O doutor me proibiu de comer bicarbonato.
A senhora, além de muito bonita, é uma troglodita muito inteligente.”
Deixa de ser burro, Renato. Não existe baleia macho, a baleia transa com o tubarão para ter filhotes!
Não sabia que esse negócio de bilhete de bondinho dava tanto dinheiro.”
(Atribuídas a Fabio Baiano, ex-Flamengo e Vasco. A primeira frase foi ao justificar não poder comer a macarronada. A segunda, no avião, após saber que a bonita aeromoça era poliglota. A terceira, ao ver um documentário sobre a vida das baleias e ao ouvir Renato Gaúcho comentar que a baleia macho e a fêmea viviam em perfeita harmonia com o filhote. A quarta, ao ouvir do jogador Jamir que o milionário Abílio Diniz era o dono do Pão de Açúcar. Mas do grupo de supermercados…)

Só posso resumir essa derrota com duas palavras: A-zar!
(Atribuída a Marinho Chagas, o Bruxa, ex-Botafogo, Fluminense, São Paulo e Seleção Brasileira, após uma derrota do Botafogo)

A bola ia indo, ia indo, ia indo… e iu!
Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.”
Não moço, meu estado não inspira gravidez“.
(Atribuídas a Nunes, ex-Fla, Flu e Atlético-MG. A primeira frase foi sobre uma chance desperdiçada; a segunda foi antes da despedida de Zico; e a terceira, após sair contundido de uma partida).

Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Jesus Cristo nasceu.”
(Atribuída a Claudiomiro, ex-Inter de Porto Alegre, ao chegar a Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 1972).

The football is a little box of surprise.”
(Atribuída a Pelé, o Atleta do Século 20, após uma vitória de virada para o Santos, traduzindo o futebolês ao pé da letra. A frase conhecida em português é “o futebol é uma caixinha de surpresas”).

Que campeonatinho mixuruca, nem tem segundo turno!
(Atribuída a Garrincha, gênio do Botafogo e da Seleção Brasileira, durante a comemoração da conquista da Copa do Mundo em 1958).

O meu clube estava à beira do abismo, mas tomou a decisão correta e deu um passo à frente.”
(Atribuída a João Pinto, ex-Benfica de Portugal).

A moto eu vou vender, e o rádio eu vou dar para minha avó.”
(Atribuída a Biro-Biro, ex-Corinthians, ao responder a um repórter o que faria com o “Motorádio” que ganhou como melhor jogador da partida).

O difícil, como vocês sabem, não é fácil.”
Quero agradecer à Antarctica pelas brahmas que nos enviou…
O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.”
Depois da tempestade vem a ambulância
Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático
(Atribuídas a Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians, ao recusar a oferta dos franceses pelo jogador).

Não venham com problemática que eu tenho a solucionática.”
(Atribuída a Dadá Maravilha, ex-Atlético Mineiro, Inter, Fla, Bahia, Sport e Seleção Brasileira)

A partir de agora, meu coração tem uma cor só: é rubro-negro.”
(Atribuída a Fabão, ex-Fla e São Paulo, ao chegar ao clube carioca)

As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.”
(Atribuída a Dunga, ex-técnico da Seleção Brasileira)

Ô, Tovar!…Me traz lá do supermercado um frasco do desodorante IÔIÔ.”
(Atribuída a Manga, ex-Botafogo, Inter e Seleção Brasileiro, ao pedir ao meia colorado que comprasse o desodorante 1010)

Estou muito feliz de jogar na Sociedade Esportiva Corinthians.”
(Atribuída a Gustavo Nery, ex-Corinthians e Flu, na apresentação no Timão, confundindo o nome do clube com o do Palmeiras, maior rival)..

Eu disconcordo com o que você disse.”
(Atribuída a Vladimir, ex-Corinthians, discordando do repórter. A ironia é que existe o verbo desconcordar, e não disconcordar, e o jogador foi muito criticado pela frase).

Assinar eu ainda não assinei, mas já acertei tudo bocalmente.”
(Atribuída a Pitico, ex-Santos, após acertar a renovação do contrato)

Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.”
(Atribuída a Zanata, ex-lateral do Flu, ao falar sobre a hospitalidade do povo baiano).

Estou realizando meu sonho de ir jogar no futebol europeu.”
(Atribuída a Váldson, ex-Bota e Fla, ao trocar o Fla pelo Querétaro, do México).

Realmente, minha cidade é muito facultativa.”
(Atribuída a Elivelton, ex-Cruzeiro e São Paulo, sobre a quantidade de faculdades existentes em sua cidade natal).

Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da Varig...”
(Atribuída a Mengálvio, ex-Santos, ao avisar à família sobre sua chegada de excursão à Europa)

Fonte: GloboEsporte.com

 
A Copa Rio Sub-17 (categoria Juvenil) definiu, nesta segunda-feira (05/03/12), as oito equipes para as Quartas-de-finais. A surpresa do dia foi o Grêmio que perdeu para o Volta Redonda (RJ) por 2 a 1 e deu adeus ao torneio nacional. Os classificados foram: Palmeiras (SP), Atlético Mineiro (MG), Flamengo (RJ)Bahia (BA), Internacional (RS), Volta Redonda (RJ), Audax Rio (RJ) e Vitória (BA), que entrou pelo índice técnico.            

 Nos sete jogos foram marcados 24 gols, o que dá uma média de 3,4 gols por partida. No geral, já foram marcados 220 gols, em 49 jogos, dando uma bela média de 4,5 gols por partida.

 Jogos das segunda fase

Em Macaé, Palmeiras (SP)    e Botafogo (RJ), empataram em 1 a 1, no Estádio Moacyr, Moacyrzão. Na decisão por pênaltis melhor para a equipe paulista que venceu por 4 a 3. Próximo à Macaé, o Flamengo sofreu, mas derrotou o Coritiba (PR) por 3 a 2, no Estádio Manoel Viana de Sá, em São João da Barra, e também segue firme na competição.

A garotada rubro-negra comemorou a vaga para a próxima fase

 Em Itatiaia, no clássico mineiro, o Atlético-MG bateu o Cruzeiro por 2 a 0, no Estádio Municipal Antônio Corrêa, e avançou na Copa Rio Sub-17. No município ao lado, o Volta Redonda (RJ)   surpreendeu e venceu o Grêmio (RS) por 2 a 1, no CT Volta Redonda. Também no Sul Fluminense, em Barra do Piraí, no Bahia (BA)  passou pelo Vasco da Gama (RJ) por 2 a 1, no Estádio Paulo Fernandes, da Colina.

 Na Região Serrana, o Internacional (RS)    suou para superar o Figueirense (SC) por 3 a 2, no Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo. Em São João de Meriti, o Audax Rio passou um dobrado, perdia por dois a zero para o Vitória-BA, correu atrás, empatou o jogo na etapa complementar em 2 a 2, e levou a decisão da vaga para as cobranças de pênaltis. Aí brilhou a estrela do goleiro Pedro: Audax 4 a 2.

 O time baiano abriu o marcador através do atacante Sinval, aos 17 minutos do primeiro tempo. Aos 35, Murilo recebeu livre de marcação e ampliou: Vitória 2 a 0.

 Na etapa complementar, o Audax correu atrás do prejuízo. Aos 14 minutos, Gabriel Viola recebeu a bola dentro da área, chutou forte no canto esquerdo do goleiro e diminuiu. Aos 27, após escanteio cobrado para área, Matheus Trindade subiu livre de marcação para, de cabeça, empatar o jogo: 2 a 2.

 Sendo assim, a vaga para a terceira fase foi decidida nas cobranças de penalidades. Brilhou a estrela do goleiro Pedro, que defendeu uma cobrança e contou com a sorte em outra que bateu na trave: Audax Rio 4 x 2 Vitória (BA).

 

Jogos das Quartas-de-finais (Quarta-feira, dia 07/03/12):

HORA

CONFRONTOS

ESTADIO

14 horas

Internacional (RS)

X

Vitória (BA)

Cláudio Moacyr, Moacyrzão

14 horas

 Atlético Mineiro (MG)

X

Audax Rio (RJ)

Cidadania Raulino de Oliveira

16 horas

Flamengo (RJ)

X

Palmeiras (SP)

Cláudio Moacyr, Moacyrzão

16 horas

Volta Redonda (RJ)

X

Bahia (BA)

Cidadania Raulino de Oliveira

 

  

 

 

As equipes Campeãs

 

Ano

Campeão

Vice-campeão

1985

- // -

 

1986

Flamengo (RJ)

 

1987

Corinthians (SP)

 

1988

Atlético Mineiro (MG)

 

1989

Botafogo (RJ)

 

1990

Botafogo (RJ)

 

1991

Flamengo (RJ)

 

1992

Botafogo (RJ)

 

1993

Santa Tereza (MG)

 

1994

Vasco da Gama (RJ)

 

1995

Desportiva (ES)

 

1996

Flamengo (RJ)

 

1997

Vasco da Gama (RJ)

 

1998

Flamengo (RJ)

 

1999

Botafogo (RJ)

 

2000

Flamengo (RJ)

Fluminense (RJ)

2001

Fluminense (RJ)

 

2002

Vasco da Gama (RJ)

Atlético Mineiro (MG)

2003

Atlético Mineiro (MG)

 

2004

Flamengo (RJ)

 

2005

- // -

 

2006

Fluminense (RJ)

 

2007

Vasco da Gama (RJ)

 

2008

Fluminense (RJ)

Flamengo (RJ)

2009

Fluminense (RJ)

Madureira (RJ)

2010

Não teve disputa

 

2011

Palmeiras (SP)

Botafogo (RJ)

 

Flamengo é o maior vencedor com Seis títulos; seguido por Botafogo, Fluminense e Vasco da Gama todos com Quatro títulos; Atlético Mineiro (MG) com dois; Corinthians (SP), Palmeiras (SP), Santa Tereza (MG) e Desportiva (ES) com um caneco.

Foto: Fábio Menezes

 

QUEM GANHOU MAIS: RIO OU SÃO PAULO?

Uma rivalidade iniciada nos “tempos primitivos” do futebol no Brasil. Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro medem forças e lutam pela hegemonia do esporte mais popular do país. Quem ganhou mais? Quem levantou mais títulos? Os números são mostrados a seguir.

Taça dos Campeões Estaduais SP-RJ (São Paulo 14 x 4 Rio de Janeiro)
Taça Salutaris: 1911 – Associação Atlética das Palmeiras (SP)
Taça dos Campeões Estaduais de SP e RJ: 1915 – Associação Atlética São Bento (SP)
Taça Ioduran: 1917 – América (RJ); 1918 – Paulistano (SP); 1919 – Fluminense (RJ)
Taça dos Campeões Estaduais de SP e RJ:
1927 – Palestra Itália; 1930 – Corinthians; 1931 – Botafogo; 1937 – Vasco da Gama; 1941 – Corinthians; 1942 – Palmeiras; 1943 – São Paulo; 1947 – Palmeiras; 1953 – São Paulo; 1956 – Santos; 1957 – Santos; 1985 – São Paulo; 1986 – Internacional de Limeira

Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais (Rio 14 x 13 São Paulo)
1922 – São Paulo; 1923 – São Paulo; 1924 – Rio; 1925 – Rio; 1926 – São Paulo; 1927 – Rio; 1928 – Rio; 1929 – São Paulo; 1931 – Rio; 1933 – São Paulo; 1934 – São Paulo; 1935 – Rio; 1936 – São Paulo; 1938 – Rio; 1939 – Rio; 1940 – Rio; 1941 – São Paulo; 1942 – São Paulo; 1943 – Rio; 1944 – Rio; 1946 – Rio; 1950 – Rio; 1952 – São Paulo; 1954 – São Paulo; 1956 – São Paulo; 1959 – São Paulo; 1987 – Rio

Torneio Rio-São Paulo (São Paulo 18 x 10 Rio)
1933 – Palestra Itália; 1950 – Corinthians; 1951 – Palmeiras; 1952 – Portuguesa; 1953 – Corinthians; 1954 – Corinthians; 1955 – Portuguesa; 1957 – Fluminense; 1958 – Vasco; 1959 – Santos; 1960 – Fluminense; 1961 – Flamengo; 1962 – Botafogo; 1963 – Santos; 1964 – Botafogo e Santos; 1965 – Palmeiras; 1966 – Botafogo, Vasco, Santos e Corinthians; 1993 – Palmeiras; 1997 – Santos; 1998 – Botafogo; 1999 – Vasco; 2000 – Palmeiras; 2001 – São Paulo; 2002 – Corinthians

Taça Brasil (São Paulo 7 x 1 Rio)
1960 – Palmeiras; 1961 – Santos; 1962 – Santos; 1963 – Santos; 1964 – Santos; 1965 – Santos; 1967 – Palmeiras; 1968 – Botafogo

Taça de Prata (São Paulo 3 x 1 Rio)
1967 – Palmeiras; 1968 – Santos; 1969 – Palmeiras; 1970 – Fluminense

Brasileirão (São Paulo 18 x 12 Rio)
1972 – Palmeiras; 1973 – Palmeiras; 1974 – Vasco; 1977 – São Paulo; 1978 – Guarani; 1980 – Flamengo; 1982 – Flamengo; 1983 – Flamengo; 1984 – Fluminense; 1986 – São Paulo; 1989 – Vasco; 1990 – Corinthians; 1991 – São Paulo; 1992 – Flamengo; 1993 – Palmeiras; 1994 – Palmeiras; 1995 – Botafogo; 1997 – Vasco; 1998 – Corinthians; 1999 – Corinthians; 2000 – Vasco; 2002 – Santos; 2004 – Santos; 2005 – Corinthians; 2006 – São Paulo; 2007 – São Paulo; 2008 – São Paulo; 2009 – Flamengo; 2010 – Fluminense; 2011 – Corinthians

Copa do Brasil (São Paulo 7 x 4 Rio)
1990 – Flamengo; 1995 – Corinthians; 1998 – Palmeiras; 2002 – Corinthians; 2004 – Santo André; 2005 – Paulista de Jundiaí; 2006 – Flamengo; 2007 – Fluminense; 2009 – Corinthians; 2010 – Santos; 2011 – Vasco

Copa dos Campeões (Rio 1 x 1 São Paulo)
2000 – Palmeiras; 2001 – Flamengo

Torneio Intercontinental (São Paulo 4 x 1 Rio)
1962 – Santos; 1963 – Santos; 1981 – Flamengo; 1992 – São Paulo; 1993 – São Paulo

Mundial de Clubes da FIFA (São Paulo 2 x 0 Rio)
2000 – Corinthians; 2005 – São Paulo

Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões (Rio 1 x 0 São Paulo)
1948 – Vasco

Copa Libertadores (São Paulo 7 x 2 Rio)
1962 – Santos; 1963 – Santos; 1981 – Flamengo; 1992 – São Paulo; 1993 – São Paulo; 1998 – Vasco; 1999 – Palmeiras; 2005 – São Paulo; 2011 – Santos

Copa Rio (Rio 1 x 1 São Paulo)
1951 – Palmeiras; 1952 – Fluminense

Copa Mercosul (Rio 2 x 1 São Paulo)
1998 – Palmeiras; 1999 – Flamengo; 2000 – Vasco

Supercopa Libertadores (São Paulo 1 x 0 Rio)
1993 – São Paulo

Copa Conmebol (São Paulo 2 x 1 Rio)
1993 – Botafogo; 1994 – São Paulo; 1998 – Santos

Recopa Sul-Americana (São Paulo 2 x 0 Rio)
1993 – São Paulo; 1994 – São Paulo

Copa Ouro da Conmebol (Rio 1 x 0 São Paulo)
1996 – Flamengo

Copa Master Conmebol (São Paulo 1 x 0 Rio)
1996 – São Paulo

Supercopa Sul-Americana (São Paulo 1 x 0 Rio)
1968 – Santos

Recopa Mundial (São Paulo 1 x 0 Rio)
1968 – Santos

Obs.: Não incluímos divisões inferiores neste levantamento: Campeonato Brasileiro das Séries B, C e D.

Participação dos clubes grandes de São Paulo e Rio nas conquistas:
Santos, 24 títulos; São Paulo e Palmeiras, 21; Corinthians, 16; Flamengo, 13; Vasco, 12; Botafogo, 8; Fluminense, 7

Total de títulos conquistados por São Paulo: 104 (65%)
Total de títulos conquistados pelo Rio de Janeiro: 56 (35%)

FONTES:
Wikipédia
RSSSF
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 
 
Resultado da votação na escolha do artigo da semana 005/2012, referente a semana de 27 de fevereiro a 4 de março de 2012.

 

  1. Luzitana Futebol Clube O Antecessor do Bauru de Pelé – Roberto Saraiva10
  2. Campeonato Fluminense de 1913 a1974 – Sérgio Mello ; E.C. Metalúrgico de São Gonçalo/RJ – Sérgio Mello 7
  3.  A Saga Banguense – Gilberto Maluf  ; Clube Atlético Taquaritinga (Cat) ;  Jogos de estréia no Botafogo de seus 12 maiores artilheiros – Jorge Costa ; O Primeiro Ano Atividades -(1942)- Vicente Baroffaldi; Associação Desportiva Araraquara (ADA) -Vicente Baroffaldi  e  Clubes do Piauí – Valença do Piauí Esporte Clube- Julio Diogo 5
  4. Jogos Internacionais da Ferroviária na Fonte Luminosa – Vicente Baroffaldi ; Bahia vs Fluminense de Feira maior confronto da capital x interior da Bahia –    Antonio Galdino. ; ACRE São Bernardo de Canoinhas/SC – Michel McNish  e E.C. São José de Quebrangulo – Sérgio Mello 2
    Esporte Clube Sapucaia – Campos dos Goytacazes – Mario Ielo ; Clube Atlético Taquaritinga – Vicente Baroffaldi ; Palmeiras de Araraquara – Vicente Baroffaldi ; Grandes Goleiros Brasileiros – Gilvanir Alves  e Esporte Clube Aimberê (SP) – Jorge Farah  1 voto cada.
 

O começo do Campeonato Carioca (a partir de 1906) teve no Fluminense o seu maior destaque. Nos quatro primeiros campeonatos só deu Tricolor das Laranjeiras (1906, 1907, 1908 e 1909). Até 1919, o Fluminense já tinha oito títulos na conta. Contudo, a partir daí, num espaço de 16 anos, o clube só conquistou um caneco (1924).

Seria que o Fluminense estaria em declínio? A resposta veio na conquista de cinco canecos em seis anos: 1936, 1937, 1938, 1940 e 1941, lembrando, que nesse período Flamengo, Vasco, Botafogo, América, Bangu e São Cristóvão eram adversários fortes e candidatos ao título.

Novamente, uma nova ‘seca’ rodou o clube das Laranjeiras. Em 17 anos disputas do Campeonato Estadual do Rio, o Fluminense foi campeão apenas duas vezes (1946 e 1951). Para piorar, na década de 50/60, o Botafogo contava com a base da Seleção Brasileira bicampeã mundial de 1958 e 1962.

 

Em pé: Zezé Moreira (técnico), Clóvis, Jair Marinho, Edmilson, Altair, Castilho e Pinheiro. Agachados: Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê Santana e Escurinho

Em pé: Zezé Moreira (técnico), Clóvis, Jair Marinho, Edmilson, Altair, Castilho e Pinheiro. Agachados: Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê Santana e Escurinho

Se a adversidade parecia instransponível, veio o Campeonato Carioca de 1959, onde Fluminense com um “timinho” de primeira superou a ‘Selefogo’ e conquistou o título. Comando por Zezé Moreira, então com 52 anos, montou um time sem grandes estrelas, e cujo conjunto foi à principal característica.   

O campeonato carioca de 1959 foi disputado por 12 clubes em turno e returno, jogando todos contra todos. Foi no campeonato de 1959 que os clubes passaram a adotar um novo método de preparação física, o ‘interval training’, criado pelo finlandês Paavo Nurmi que, segundo especialistas, dotavam os jogadores de maior resistência.
Zezé Moreira, o mesmo de 1951, utilizou apenas 15 jogadores na competição. Mesmo assim, o Tricolor apresentou uma defesa fantástica, quase intransponível, uma muralha responsável pelo time levar apenas 9 gols em 22 jogos, sendo três na partida festiva no empate de 3 a 3, contra o Botafogo.

 

Troféu oferecido pelo FMF - 1959

O jogo do título foi o penúltimo, no dia 12 de dezembro de 1959, Fluminense 2 x 0 Madureira, gols de Décio (contra) e Escurinho. Certo de que sairia do Maracanã, como campeão de 1959, o Fluminense encomendou a Companhia Antártica Paulista seis mil litros de chope e duzentas dúzias de guaraná para serem distribuídas aos torcedores na festa que foi realizada em homenagem a conquista do título na sede do clube, cujos portões foram abertos.

 

À noite, a sede e o campo de esportes acolheram milhares de associados e torcedores, irmanados na comemoração que se prolongou até o nascer do sol, com foguetório, hinos, discursos mil e muita ordem. Nenhuma briga e apenas uma dúzia de copos quebrados na troca de brindes entre torcedores fiéis, que acompanharam o quadro tricolor em todos os campos da cidade.

Time-base
O time-base do Fluminense era: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmilson e Clóvis; Maurinho, Telê, Valdo, Jair Francisco e Escurinho. A campanha do Fluminense foi: 22 jogos, 17 vitórias, 4 empates e 1 uma derrota. 45 gols pró, Nove o gols contra e um sado de 36 gols.

 

Revista O Cruzeiro de 1959

matéria sobre o título

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artilheiros

Os artilheiros do Fluminense foram: Waldo 14 gols, Telê 10 gols, Escurinho oito gols, Maurinho seis gols, Jair Francisco e Pinheiro dois gols, e Paulinho um tento.

 Elenco

Participaram da campanha: Castilho, Escurinho, Jair Marinho e Waldo jogaram 22 jogos. Altair, Clóvis, Edmílson e Telê jogaram 21 jogos. Maurinho, Pinheiro jogaram 20 jogos. Paulinho jogou 16 jogos. Jair Francisco jogou 9 jogos. Jair Santana e Roberto 2 jogos. Paulo 1 jogo. O presidente do Fluminense na conquista do título de 1959 era Jorge Frias de Paula.

 

  Veja abaixo a ficha técnica dos 22 jogos:

 

1ª RODADA

FLUMINENSE 1 x 0 AMÉRICA

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 19/07/1959

Árbitro: José Gomes Sobrinho

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Jair Santana e Clóvis; Maurinho, Jair Francisco, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 AMÉRICA: Ari, Jaílton, Décio e Wilson Santos; Amaro e Leônidas II; Canário, Calazans, Ilton; Antoninho e Nilo.Técnico: Yustric.

 Gol: Escurinho

 

2ª RODADA

BONSUCESSO 0 x 1 FLUMINENSE

Local: Estádio Teixeira de Castro

Data: 26/07/1959

Árbitro: Alberto da Gama Malcher

 BONSUCESSO: Zé Maria, Jacaré, Renato e Nico; Antônio e Brandãozinho; Augusto, Artoff, Russo; Válter e Ledo.Técnico: Sylvio Pirillo.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Jair Francisco, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gol: Jair Francisco

 

3ª RODADA

FLUMINENSE 4 x 0 CANTO DO RIO F.C.

Local: Estádio das Laranjeiras

Data: 02/08/1959

Árbitro: Wilson Lopes de Souza

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Roberto e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Jair Santana, Waldo, Jair Francisco e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 CANTO DO RIO: Ari, Jório, Luciano, Ricardo e Floriano; Mário e Zé Maria; Jairo, Fernando Pinto, Zequinha; Adolfo e Bira.

 Gols: Escurinho (duas vezes) e Waldo (duas vezes)

 

 4ª RODADA

FLUMINENSE 1 x 0 SÃO CRISTÓVÃO

Local: Estádio das Laranjeiras

Data: 12/08/1959

Árbitro: Airton Vieira de Morais

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Roberto e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Jair Santana, Waldo, Jair Francisco e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 SÃO CRISTÓVÃO: Humberto, Osmindo, Nélson e Ruarinho; Valdir e Medeiros; Geraldo, Hélio Cruz, Genivaldo, Wilson e Olivar.

 Gol: Maurinho

 

 5ª RODADA

FLUMINENSE 2 x 1 PORTUGUESA

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 18/08/1959

Árbitro: Antônio Viug

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Roberto e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Jair Santana, Waldo, Jair Francisco e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 PORTUGUESA: João Reis, Estevam, Juveldo e Tião; Wilson e Mesquita; Sidnei, Orlando, Sabará, Pinheiro e Ronaldo.

 Gols: Waldo e Maurinho (Flu); Orlando (Lusa)

 

 6ª RODADA

FLAMENGO 0 x 0 FLUMINENSE

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 23/08/1959

Árbitro: Alberto da Gama Malcher

 FLAMENGO: Fernando, Bolero, Santana e Jordan; Jadir e Dequinha; Luís Carlos, Moacir, Henrique, Dida e Babá.Técnico: Jayme de Almeida.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Jair Francisco, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 

7ª RODADA

FLUMINENSE 0 x 1 BANGU

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 30/08/1959

Árbitro: Wilson Lopes de Souza

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Jair Francisco, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 BANGU: Ubirajara, Joel, Darci Faria e Nilton Santos; Rubens e Zózimo; Correia, Luís Carlos, Décio Esteves, Válter e Beto.Técnico: Elba de Pádua Lima, o Tim.

 Gol: Válter

 

 8ª RODADA

MADUREIRA 0 x 4 FLUMINENSE

Local: Estádio de São Januário

Data: 06/09/1959

Árbitro: Antônio Viug

 MADUREIRA: Alberto, Bitum, Décio Leal e Décio Brito; Frazão e Apel; Azumir, Zé Henrique, Nelsinho e Osvaldinho. Técnico: Lourival Lorenzi.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gols: Waldo, Escurinho, Telê e Paulinho

 

 9ª RODADA

BOTAFOGO 1 x 2 FLUMINENSE

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 13/09/1959

Árbitro: Wilson Lopes de Souza

 BOTAFOGO: Manga, Cacá, Jorge e Lucas; Pampolim e Ronald; Garrincha, Rossi, Tião Macalé, Quarentinha e Zagallo.Técnico: João Saldanha.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gols: Waldo e Telê (Flu); Altair (contra)

 

 10ª RODADA

FLUMINENSE 1 x 0 OLARIA

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 26/09/1959

Árbitro: José Gomes Sobrinho

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 OLARIA: Antoninho, Murilo, Sérgio e Haroldo II; Haroldo I e Maurício; Alcir, Jaburu, Luís, Róbson e Nélson.

 Gol: Waldo

 

11ª RODADA

VASCO DA GAMA 0 x 2 FLUMINENSE

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 04/10/1959

Árbitro: Wilson Lopes de Souza

Expulso (na época não existia cartão vermelho ou amarelo): Maurinho   

 VASCO: Barbosa, Paulinho, Bellini e Coronel; Écio e Orlando; Sabará, Pacoti, Pinga, Roberto Pinto e Roberto Peniche. Técnico: Gradim.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gols: Telê e Escurinho

 

1ª RODADA (Segundo Turno)

FLUMINENSE 3 x 1 VASCO DA GAMA

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 11/10/1959

Árbitro: Alberto da Gama Malcher

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Jair Francisco, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 VASCO: Hélio, Russo, Paulinho e Coronel; Écio e Orlando; Sabará, Delém, Pinga, Rubens e Teotônio. Técnico: Gradim.

 Gols: Pinheiro Telê e Waldo (Flu); Delém (Vasco)

 

2ª RODADA

SÃO CRISTÓVÃO 0 x 2 FLUMINENSE

Local: Estádio Figueira de Melo

Data: 18/10/1959

Árbitro: Wilson Lopes de Souza

 SÃO CRISTÓVÃO: Humberto, Osmindo, Nélson e Décio; Gilberto e Medeiros; Hélio Cruz, Sarcinelli, Genivaldo, Santo Cristo e Wilson.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gols: Maurinho e Escurinho

3ª RODADA

PORTUGUESA 0 x 3 FLUMINENSE

Local: Estádio São Januário

Data: 25/10/1959

Árbitro: Wilson Lopes de Souza

 PORTUGUESA: João Reis, Djalma, Flodoaldo e Tião; Wilson e Mesquita; Barbosinha, Pingo, Sabará, Zequinha e Ronaldo.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Roberto e Altair; Edmílson e Clóvis; Telê, Paulinho, Jair Francisco, Waldo, e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gols: Waldo, Telê e Jair Francisco

 

4ª RODADA

OLARIA 0 x 4 FLUMINENSE

Local: Estádio São Januário

Data: 31/10/1959

Árbitro: Antônio Viug

 OLARIA: Félix, Casemiro, Sérgio e Haroldo II; Haroldo I e Jorge; Nélson, Jaburu, Petit, Paulinho e Da Silva.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gols: Maurinho (duas vezes), Telê e Escurinho

 

5ª RODADA

AMÉRICA 1 x 1 FLUMINENSE

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 08/11/1959

Árbitro: José Monteiro

 AMÉRICA: Ari, Jorge, Lúvio e Ivan; Amaro e Leônidas II; Calazans, Antoninho, Celmo, João Carlos e Nilo.Técnico: Yustric.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 Gols: Pinheiro, de pênalti (Flu); Calazans (Mecão)

 

6ª RODADA

CANTO DO RIO F.C. 1 x 2 FLUMINENSE

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 14/11/1959

Árbitro: José Gomez Sobrinho

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Roberto e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Jair Santana, Waldo, Jair Francisco e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 CANTO DO RIO: Ari, Jório, Luciano, Ricardo e Floriano; Mário e Zé Maria; Jairo, Fernando Pinto, Zequinha; Adolfo e Bira.

 Gols: Waldo e Telê (Flu); Zequinha (Cantusca)

 

7ª RODADA

FLUMINENSE 2 x 0 FLAMENGO

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 22/11/1959

Árbitro: Wilson Lopes de Souza

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 FLAMENGO: Mauro, Bolero, Santana e Jordan; Jadir e Carlinhos; Luís Carlos, Moacir, Henrique, Dida e Babá.Técnico: Jayme de Almeida.

 Gols: Jadir (contra) e Waldo


8ª RODADA

FLUMINENSE 5 x 0 BONSUCESSO

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 28/11/1959

Árbitro: Antônio Viug

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 BONSUCESSO: Zé Maria, Mirinho, Severiano e Jacaré; Beto e Brandãozinho; Augusto, Odélio, Russo; Mário e Ledo.Técnico: Sylvio Pirillo.

 Gols: Telê (três vezes) e Waldo (duas vezes)

 

9ª RODADA

BANGU 0 x 0 FLUMINENSE

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 06/12/1959

Árbitro: Eunápio de Queirós

 BANGU: Ubirajara, Joel, Darci Faria e Nilton Santos; Hélcio e Zózimo; Correia, Luís Carlos, Décio Esteves, Válter e Beto.Técnico: Elba de Pádua Lima, o Tim.

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

  

10ª RODADA

FLUMINENSE 2 x 0 MADUREIRA

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 12/12/1959.

Árbitro: Antônio Viug.

Renda: Cr$ 1.155.384,00.

Público Estimado: 45.000 (35.000 pagantes).

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmilson e Clóvis; Maurinho,

Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 MADUREIRA: Silas; Bitum, Salvador e Décio Brito; Frazão e Apel; Nair, Azumir, Zé Henrique; Nelsinho e Osvaldo. Técnico: Lourival Lorenzi.

 Gols: Décio Brito (contra) e Escurinho

Obs.: Com esta vitória, o Fluminense sagrou-se campeão com uma rodada de antecedência.

11ª RODADA

FLUMINENSE 3 x 3 BOTAFOGO

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã

Data: 20/12/1959

Árbitro: Eunápio de Queirós

 FLUMINENSE: Castilho, Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmílson e Clóvis; Maurinho, Paulinho, Waldo, Telê e Escurinho.Técnico: Zezé Moreira.

 BOTAFOGO: Manga, Cacá, Jorge e Ademar; Pampolim e Nilton Santos; Garrincha, Rossi, Paulo Valentim, Quarentinha e Amarildo.Técnico: João Saldanha.

 Gols: Waldo (duas vezes) e Maurinho (Flu); Quarentinha (duas vezes) e Garrincha (Fogo)

CLASSIFICAÇÃO FINAL DO ESTADUAL DE 1959

Nº.

CLUBES

P.G

J

V

E

D

GP

GC

SG

Fluminense

38

22

17

04

01

45

09

36

Botafogo

32

22

15

02

05

61

28

33

Bangu

32

22

13

06

03

39

20

19

Vasco

31

22

14

03

05

60

30

30

América

29

22

12

05

05

27

23

14

Flamengo

28

22

11

06

05

48

25

23

Madureira

18

22

07

04

11

25

40

-15

Canto do Rio

13

22

04

05

13

20

37

-17

Olaria

13

22

04

05

13

19

40

-21

10º

Bonsucesso

12

22

05

02

15

25

56

-31

11º

São Cristóvão

11

22

05

01

16

25

53

-28

12º

Poruguesa

07

22

03

01

18

13

56

-43

 

 Artilheiros do certame:

Quarentinha (Botafogo), 27 gols.

Pinga (Vasco), 20.

Waldo (Fluminense), 14.

Paulinho Valentim (Botafogo), 13.

Almir (Vasco), 12.

Décio Esteves (Bangu), 12.

Henrique (Flamengo), 10.

Babá (Flamengo), 10.

Dida (Flamengo), 10.

Telê (Fluminense), 10.

Artoff (Bonsucesso), 10.

 

Fotos: Revista Manchete, O Cruzeiro e Jornal dos Sports 

 

Ferroviária x Botafogo


O BOTA-FERRO EM AMISTOSOS

Botafogo de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara sempre disputaram grandes partidas, criando uma das maiores rivalidades do interior paulista, no tradicional embate que se popularizou como BOTA-FERRO. Mesmo em amistosos os tricolores da Terra do Café e os grenás da Morada do Sol aplicavam-se com entusiasmo. Até que esses clubes se apartaram, cada qual disputando uma divisão diferente do Campeonato Paulista. E os amistosos transformaram-se em simples jogos-treino. Os jogos oficiais de competição, válidos pelo Campeonato Paulista são bastante difundidos, havendo boa literatura a respeito. Apresentamos aqui os jogos menos divulgados, amistosos registrados no período de 1952 a 1988.

27.01.1952 – Ferroviária 6 x 3 Botafogo
03.02.1952 – Botafogo 2 x 1 Ferroviária
20.09.1953 – Botafogo 1 x 0 Ferroviária
08.08.1954 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo
15.08.1954 – Botafogo 3 x 3 Ferroviária
14.08.1955 – Ferroviária 3 x 2 Botafogo
21.08.1955 – Botafogo 1 x 3 Ferroviária
17.03.1957 – Ferroviária 2 x 1 Botafogo
11.05.1958 – Ferroviária 2 x 0 Botafogo
25.03.1959 – Botafogo 1 x 4 Ferroviária
16.02.1960 – Botafogo 4 x 2 Ferroviária
12.03.1960 – Ferroviária 3 x 2 Botafogo
28.04.1963 – Ferroviária 3 x 3 Botafogo
05.05.1963 – Botafogo 0 x 1 Ferroviária
13.02.1965 – Botafogo 3 x 2 Ferroviária

19.02.1967 – Botafogo 1 x 2 Ferroviária (Torneio de Ribeirão Preto, vencido pela Ferroviária)
09.04.1967 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo (Torneio de Goiânia, vencido pela Ferroviária)
11.04.1965 – Ferroviária 3 x 2 Botafogo
19.06.1972 – Botafogo 0 x 2 Ferroviária
29.05.1982 – Ferroviária 0 x 2 Botafogo
09.06.1982 – Botafogo 2 x 0 Ferroviária
12.11.1986 – Ferroviária 1 x 2 Botafogo
10.07.1988 – Botafogo 3 x 1 Ferroviária
17.07.1988 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo

Foram 24 jogos amistosos, apontando 14 vitórias da Ferroviária, 8 do Botafogo e 2 empates. A Locomotiva assinalou 47 tentos e o Pantera, 38. Saldo grená de 9 gols.

FONTES:
Arquivo do Prof. Antônio Jorge Moreira (cópia no Museu do Futebol e Esportes de Araraquara, situado na Arena Fonte Luminosa)
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

 

NOME SOCIEDADE ESPORTIVA 7 CIDADES
CIDADE PIRACURUCA / PI
FUNDAÇÃO  
CORES OFICIAIS VERDE / BRANCO
OBS EQUIPE NA TEMPORADA PASSADA O CAMPEONATO PIAUIENSE SUB-18 E TEM PLANOS DE INGRESSAR NO PROFISSIONALISMO.

 Fonte: Futebolpiauiense.wordpress.com

 

 

E, quem disse que na Tailândia não tem futebol? O técnico brasileiro Reuther Moreira, que comanda o Esan United FC, vem trabalhando forte na pré-temporada, visando à disputa da ‘Thai Premier League-2012’, a principal divisão do futebol tailandês, que será iniciada no dia 17 de março (sábado). O time do brasileiro se transferiu para a cidade de Ubon neste começo de ano, saindo de Sisaket, e mudou também o seu nome – antes se chamava Sisaket FC – e encontrou uma boa estrutura para trabalhar.

 

Reuther Moreira

 
 

 “A estrutura da nova cidade é muito boa, pois, temos campos para treinar e uma condição de trabalho bastante favorável. Só não teremos o apoio dos nossos antigos torcedores, que afirmaram que não vão vir para Ubon para ver a equipe jogar. É uma pena, fico triste, pela identidade que os torcedores mantinham com a equipe, mas teremos que conquistar novos adeptos nesta nossa nova casa”, relata Moreira, salientando que o time vai se acertando para iniciar a Thai Premier League:

 “Jogamos dois amistosos, contra times da segunda divisão local, e ganhamos um de 6 a 0 e o outro de 3 a 1. Estou arrumando a casa e tenho ainda duas semanas para deixar o time pronto para fazer uma boa estreia”, acrescenta o ex-goleiro, que entre outras equipes, atuou pelo São Paulo FC e Coritiba FC no final da década de 70 e início dos anos 80.

  Além do treinador, o time conta com mais três brasileiros no elenco, o zagueiro Victor Amaro, o meio-campista Márcio e o atacante Santos. O primeiro desafio do Esan United FC na Thai Premier League – 2012 será contra a BBCU FC, no dia 18 de março (domingo), no Chulalongkorn University Sports Stadium, na cidade de Bangkok, Tailândia. Já a primeira partida no Tung Burapha Stadium, na cidade de Ubon, Tailândia, acontece no dia 24 de março (sábado), contra o Osotspa.

Foto: Divulgação/ASE

 

 


Fonte:http://aearacatuba.blogspot.com/

 

Delegação Alvianil retornava para a Princesinha do Atlântico após a vitória sobre o Boavista, em Saquarema


Para os amantes do futebol de fora do Rio de Janeiro o conhecimento pela rivalidade, geralmente, se limita aos clássicos entre os quatro grandes (Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense e Botafogo), certo? Se a análise for ao aspecto de quantidade, acertou.

Mas a rivalidade se estende a outros times: Bangu x América… Bonsucesso, Olaria, Madureira, São Cristóvão e Madureira, sempre foram encontros marcados pela tradição ao longo de um século de vida, mas sempre marcado muito mais pela cordialidade ao invés de agressões físicas.

 Contudo, de 2006 pra cá surgiu uma rivalidade, que vem esquentando e, na noite deste domingo (05/0312) chegou à violência. Boavista, de Saquarema e Macaé Esporte são de regiões distintas. Enquanto o Verdão é da Região dos Lagos o Alvianil Praiano fica no Norte Fluminense.

 Fora os quatro grandes no Rio, Boavista e Macaé são os times com o maior poderio financeiro. Há seis anos, as duas equipes chegaram à decisão do Campeonato Carioca da Série B, no qual eu fui testemunha ocular e acompanhei os dois jogos. Naquela época apenas o campeão garantia acesso à elite do Rio.

No primeiro jogo em Macaé (com transmissão da Rede Record, às 9h30), o Boavista venceu, de virada, por 2 a 1. O resultado causou a ira da diretoria do Macaé que cercaram o vestiário do trio de arbitragem, que não só ficaram sem receber a grana como saíram dentro do camburão de polícia.

No jogo de volta no Bairro de Barreira, no Distrito de Bacaxá, em Saquarema, uma semana depois, apesar de muito tenso o Boavista segurou o 0 a 0, e garantiu o acesso. No ano seguinte o Macaé conseguiu o acesso e a partir daí, os jogos com o Boavista ganhou um embate ríspido e duro.              

 Na tarde deste domingo, o Macaé Esporte conseguiu uma vitória histórica de 3 a 2 sobre o Boavista – foi a primeira sobre o rival em Saquarema. Contudo, horas depois de conquistar o triunfo a delegação do Macaé Esporte levou um grande susto durante o retorno à Capital do Petróleo (ou Princesinha do Atlântico são apelidos da Cidade de Macaé). O ônibus que transportava jogadores e comissão técnica foi apedrejado na Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), na altura do bairro Botafogo, em São Pedro da Aldeia.

 

Vidro traseiro do Ônibus da delegação do Macaé foi quebrado

A pedra atingiu um dos vidros traseiros do veículo, da Auto Viação 1001 (placa LPZ-9591) e feriu, sem gravidade, o goleiro Rerysson. O jogador foi atendido na UPA de Tamoio, distrito de Cabo Frio, onde foi constatada uma pequena fissura no nariz. Rerysson ficou em observação durante duas horas e foi liberado pela equipe médica da Unidade de Pronto Atendimento.
De acordo com o motorista do ônibus, Rodrigo Neri, os marginais estavam escondidos em um matagal, na beira da pista, e que a provável intenção do bando seria uma facção da torcida do Boavista ou até poderia ser uma tentativa de assalto.

“É uma prática comum naquela localidade. Nesta época do ano, há muitos turistas na Região dos Lagos. Ao atirar uma pedra no veículo, o objetivo deles era que nós parássemos na estrada para que, então, eles concretizassem o assalto. Porém, tive que acelerar mais e só paramos na UPA para o atendimento ao jogador. Essa é uma possibilidade. A outra poderia ser uma reação de torcedores descontentes com a derrota. Agora é a polícia investigar e apurar o que, de fato aconteceu”, explicou. A ocorrência foi registrada no DPO de Barra de São João.

Foto: Tiago Ferreira

 

Segue abaixo a evolução do Escudo do Frigorífico AC de Mendes:

De 1919 à 1941

1942

De 1942 à década de 50

Desde a década de 50

 

Fonte: Livro: Frigorífico Atlético Clube 1917 a 1977 – Uma trajetória gloriosa – de Nilo Garcia da Rosa

 

Parreira leva o Corinthians a dois títulos e quase conquista a tríplice coroa em 2002.  Ao longo da história, apesar de grandes conquistas, o Corinthians sempre conviveu com crises e turbulências. Quase sempre, a “bucha” estourava no treinador. Em 2002, o carioca Carlos Alberto Parreira chegou ao clube paulista para acabar com esse estigma. Mesmo sob o olhar desconfiado de muita gente, Parreira se encaixou muito bem no Corinthians. Implantou um sistema de jogo que valorizava extremamente a posse de bola e ia ao ataque com muita prudência. Ao longo do trabalho, encontrou a formação ideal jogando com três atacantes: Leandro, Deivid e Gil. Este ultimo também fazia parte de outro trio importante do time do Corinthians. Ao lado do lateral Kleber e do meia Ricardinho, formou o que Parreira classificou como o “melhor lado esquerdo do mundo”. Com essa característica, o Corinthians conquistou o Torneio Rio-São Paulo e a Copa do Brasil. O regional tinha outro formato, “turbinado” com 16 times, nove de São Paulo e sete do Rio. Na semifinal, a classificação veio diante do São Caetano. Já na decisão, um velho rival. No primeiro jogo, vitória sobre o São Paulo e um inesquecível drible da vaca de Gil no zagueiro Émerson. Na segunda partida, um empate e o título. Apenas três dias depois, Parreira e o Corinthians comemoram mais uma conquista. Após ter passado novamente, pelo São Paulo na semifinal, o Timão bateu o Brasiliense, no Morumbi, e empatou no Distrito Federal. Era o segundo título de Parreira no clube paulista. Mesmo perdendo peças fundamentais como Dida e Ricardinho, o Corinthians ainda conseguiu chegar à final do Campeonato Brasileiro. Na decisão, não conseguiu vencer o Santos de Diego e Robinho e o sonho da tríplice coroa não se realizou.

Fonte: Jornal Lance.

 

Moacir Barbosa Nascimento (Barbosa):

Principais clubes: Ypiranga (SP), Vasco, Santa Cruz e Campo Grande (RJ).

Período de carreira: de 1940 a 1962.

Idade que encerrou: 41 anos.

Emerson Leão:

Principais clubes: Comercial (SP), São José (SP), Palmeiras, Vasco, Grêmio, Corinthians e Sport.

Período de Carreira: de 1967 a 1987.

Idade que encerrou: 38 anos.

Gilmar dos Santos Neves:

Principais clubes: Jabaquara, Corinthians e Santos.

Período de carreira: de 1950 a 1969.

Idade que encerrou: 39 anos.

Haílton Corrêa de Arruda (Manga).

Principais clubes: Sport, Botafogo, Nacional (URU), Internacional, Coritiba e Grêmio.

Período de carreira: de 1955 a 1982.

Idade que encerrou: 45 anos.

Oberdan Cattani.

Principais clubes: Palmeiras e Juventus.

Período de carreira: de 1940 a 1955.

Idade que encerrou: 36 anos.

Claudio André Mergen Taffarel.

Principais clubes: Inter (RS), Parma (ITA), Reggina (ITA), Atlético (MG), Galatasaray (TUR), e Parma (ITA).

Período de carreira: de 1985 a 2003.

Idade que encerrou: 37 anos.

Félix Miéli Venerando.

Principais clubes: Juventus, Portuguesa e Fluminense.

Período de carreira: de 1953 a 1976.

Idade que encerrou: 39 anos.

Marcos Roberto Silveira Reis (São Marcos).

Principais clubes: Palmeiras.

Período de carreira: de 1992 a 2012.

Idade que encerrou: 39 anos.

Ronaldo Soares Giovanelli:

Principais clubes: Corinthians, Fluminense, Cruzeiro, Ponte Preta, Portuguesa e Portuguesa Santista.

Período de carreira: de 1988 a 2005.

Idade que encerrou: 38 anos.

Armelino Donizetti Quagliato (Zetti):

Principais clubes: Toledo (PR), Palmeiras, Londrina, Guarani, São Paulo, Santos, Fluminense, União Barbarense e Sport.

Período de carreira: de 1983 a 2001.

Idade que encerrou: 36 anos.

 

Fonte: Jornal Agora.

 

 

No encerramento da primeira fase da Copa Rio Sub-17 as surpresas foram Corinthians Paulista (SP) e Fluminense (RJ) que perderam e deram adeus precoce ao torneio nacional. No mais… Os favoritos seguem firmes e fortes na próxima fase.  Dos 14 classificados, cinco são equipes do Rio de Janeiro (Audax Rio, Botafogo, Flamengo, Vasco e Volta Redonda); dois de Minas Gerais (Cruzeiro e Atlético Mineiro), Bahia (Vitória e Bahia) e Rio Grande do Sul (Grêmio e Internacional de Porto Alegre); e com um representante os estados de São Paulo (Palmeiras), Paraná (Coritiba) e Santa Catarina (Figueirense).   

Em partida realizada na manhã deste sábado (03/03/12), no Estádio Arthur Sendas, em São João de Meriti, o Grêmio (RS) derrotou o Bangu (RJ) por 3 a 0 no encerramento do Grupo C da Copa Rio Sub 17. Murilo (foto abaixo), Tilica e Tontini marcaram os gols do tricolor gaúcho que manteve os 100% de aproveitamento e a liderança isolada com nove pontos ganhos.

 

Já os Mulatinhos Rosados terminaram a competição na lanterna sem pontuar. Na outra partida do grupo, que valia a segunda vaga, o Audax Rio (RJ) venceu o Fluminense (RJ), também por 3 a 0, e carimbou a sua passagem para a próxima fase como segundo colocado chegando aos seis pontos. Os tricolores, com três, estão eliminados.
No confronto de opostos o que se viu na etapa inicial foi uma partida fraca tecnicamente com os dois times errando muitos passes. Já classificado para a segunda fase o Grêmio entrou com uma equipe recheada de reservas e a falta de entrosamento era nítida. Já o time da Zona Oeste não tinha forças para esboçar uma possível reação contra a equipe do sul. De emoção mesmo no primeiro tempo, apenas uma cabeçada do volante gaúcho José Augusto que passou por cima do travessão.

 

Na etapa final o Grêmio voltou mais disposto e imprimindo ritmo forte abriu o marcador logo aos oito minutos no chute de fora da área do meia Murilo. Mesmo após a marcação do gol o tricolor dos Pampas pressionou, mas os atacantes pecavam nas finalizações.

 

Aos 16, Marcelo, da entrada da área, bateu por cima do travessão. Nove minutos depois foi à vez de David receber pela direita e chutar em cima do goleiro Matheus. O Bangu só foi assustar o arqueiro Vitor aos 33 num chute do meia Japona que passou a esquerda da meta.

 

Já em ritmo de treino o Grêmio marcou mais duas vezes. Aos 36 minutos, após boa troca de passe, a bola sobrou para Tilica, que bateu colocado, e aos 39, foi à fez de Tontini dar números finais a partida.

GRÊMIO        3          X         0          BANGU


Local:
Estádio Arthur Sendas, em São João de Meriti

Arbitragem: Carlos Borges Ferraz

Auxiliares: Douglas Vinícius Peixoto de Andrade e Anderson Salgado Duque

Cartão amarelo: Duda (Grêmio)

GRÊMIO (RS): Vitor, André, Pelegrini, Matheus Silva e Erick Villela (Marcelo, depois Cambria); Duda, José Augusto (Tilica), Murilo e Diego; David (Tontini) e Vico (Erik). Técnico: Alexandre Sebben

BANGU (RJ): Matheus, Rômulo, Sá (Bruno), Marinho (Aleixo) e Medina; Ruggeri, Enio, Japona (Higor) e Matos (Claudio); Sidney (Gaguinho) e Fabrício. Técnico: Márcio Alexandre.

Coxa vence e garante a liderança da chave

Na manhã deste sábado (03/03/12), no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, em São João da Barra, o Coritiba goleou o ECPP Vitória da Conquista por 5 a 3 e assegurou o primeiro lugar do Grupo G da Copa Rio Sub-17. 

Com o resultado, os paranaenses permanecerão na cidade do Norte Fluminense e aguardam o próximo adversário, que será Flamengo ou Bahia, para a partida da próxima segunda-feira, às 18 horas.

 

Nem mesmo o forte calor impediu que o Coritiba conseguisse impor seu melhor ritmo. Aos 10 minutos, aproveitando cobrança de escanteio pela esquerda, Ernesto abriu o marcador que, três minutos depois, foi ampliado por Eduardo.

Aos 18, após jogada rápida pela direita, Jean arrematou e fez o terceiro gol. Arrasador, o alviverde chegou ao quarto gol com Luccas Barreto, de fora da área, acertou belo chute aos 25.

 

Ainda na primeira etapa, o ECPP Vitória da Conquista descontou duas vezes. Douglas, de fora da área, aos 29, e São Paulo, aos 40, de pênalti.

 

No segundo tempo, aos 18, Matheus Felipe, que recebeu passe de Jean, fez o quinto gol do Coritiba e São Paulo voltou a diminuir para os baianos, aos 38, após cruzamento pela esquerda, fazendo o último gol da partida, apitada por Wellington Vicente.

Resultados da última rodada, neste sábado (03/03/12):

Grupo A – Figueirense (SC) 2 x 1 Macaé Esporte (RJ) e Palmeiras (SP) 4 x 1 Serra Macaense (RJ). Grupo B – Cruzeiro (MG) 1 x 0 Corinthians(SP) e Volta Redonda (RJ) 9 x 0 Santos (RO). Grupo C – Grêmio (RS) 3 x 0 Bangu (RJ) e Audax Rio (RJ) 3 x 0 Fluminense (RJ). Grupo D – Royal SC (RJ) 1 x 0 Tarumã (AM) e Bahia (BA) 5 x 2 Flamengo (RJ). Grupo E – Atlético Mineiro (MG) 3 x 1 Resende (RJ) e Vitória (BA) 2 x 1 Itatiaia (RJ). Grupo F – Friburguense (RJ) 3 x 2 Vilavelhense (ES) e Internacional (RS) 5 x 1 Botafogo (RJ). Grupo G – Coritiba (PR) 5 x 3 Vitória da Conquista (BA) e Vasco (RJ) 6 x 0 São João da Barra (RJ).


Classificação final

Grupo A: 1º) Palmeiras (SP), 9 pontos; 2º) Figueirense (SC), 4; 3º) Macaé Esporte (RJ), 3; 4º) Serra Macaense (RJ), 1.

Grupo B: 1º) Cruzeiro (MG), 6 pontos (saldo: 9); 2º) Volta Redonda (RJ), 6 (saldo: 7 / gols pró: 10); 3º) Corinthians (SP), 6 (saldo: 7 / gols pró: 8); 4º) Santos (RO), 0.

Grupo C: 1º) Grêmio (RS), 9 pontos; 2º) Audax Rio (RJ), 6; 3º) Fluminense (RJ), 3; 4º) Bangu (RJ), 0.

Grupo D: 1º) Bahia (BA), 9 pontos; 2º) Flamengo (RJ), 6; 3º) Royal SC (RJ), 3; 4º) Tarumã (AM), 0.

Grupo E: 1º) Atlético Mineiro (MG), 9 pontos; 2º) Vitória (BA), 6; 3º) Itatiaia (RJ), 1 (saldo: -2); 4º) Resende FC (RJ), 1 (saldo: -4).

Grupo F: 1º) Internacional (RS), 9 pontos; 2º) Botafogo (RJ), 6; 3º) Friburguense (RJ), 3; 4º) Vilavelhense (ES), 0.

Grupo G: 1º) Coritiba (PR), 9 pontos; 2º) Vasco (RJ), 6; 3º) Vitória da Conquista (BA), 3; 4º) São João da Barra (RJ), 0.


Rodada da 2ª fase começa nesta segunda-feira (05/03/12):

Após a conclusão da última rodada da 1ª fase da Copa Rio Sub-17, 14 equipes seguem vivas na luta pelo título. Os playoffs começam nesta segunda-feira (05/03/12) com sete jogos:

Palmeiras (SP)        x          Botafogo (RJ), às 15h, no Estádio Moacyr, Moacyrzão, em Macaé;

Audax Rio (RJ)        x          Vitória (BA), às 10h, no Estádio Arthur Sendas, em São João de Meriti;

Atlético Mineiro (MG)  x Cruzeiro (MG), às 11h, no Estádio Municipal Antônio Corrêa, em Itatiaia;

Coritiba (PR)         x       Flamengo (RJ), às 18h, no Estádio Manoel Viana de Sá, em São João da Barra;

Volta Redonda (RJ)          x          Grêmio (RS), às 14h15, no CT Volta Redonda

Bahia (BA)    x          Vasco (RJ), às 15h, no Estádio Paulo Fernandes, da Colina, em Barra do Piraí;

Internacional (RS)    x     Figueirense (SC), às 19h, no Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo.

 

 Regulamento do torneio

Os vencedores dos jogos da segunda fase se classificam, dando um total de sete clubes. O oitavo e último time a compor as Quartas-de-finais sairá do melhor das sete equipes eliminadas, que será definida pelos seguintes critérios de desempates:

Maior número de pontos ganhos na segunda fase

Maior número de gols pró no tempo normal de jogo na segunda fase

Maior número de gols pró-obtidos na disputa de pênaltis na segunda fase

Maior saldo de gols na primeira fase

Maior número de pontos ganhos na primeira fase

 Depois as quartas-de-finais, semifinais e decisão serãodisputados em jogo único. Caso a partida termine empatada, o vencedor será conhecido na decisão por pênaltis.

Fotos: Fábio Menezes   

 
23/02/2011 – Bahia 4×0 Fluminense de Feira (Ultima vitória do Bahia em Salvador)
27/02/2011 – Fluminense de Feira 0×4 Bahia (Ultima vitória do Bahia em Feira)
30/01/2011 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira (Última vitória do Fluminense em Salvador)
09/01/2011 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira – Torneio Início
17/10/2010 – Fluminense de Feira 1×1 Bahia – C.Nordeste
04/04/2010 – Fluminense de Feira 1×2 Bahia
21/03/2010 – Bahia 3×2 Fluminense de Feira
23/04/2009 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira
19/04/2009 – Fluminense de Feira 1×2 Bahia
28/03/2009 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
01/09/2009 – Fluminense de Feira 0×1 Bahia
20/02/2008 – Fluminense de Feira 1×1 Bahia
17/02/2008 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
21/06/2007 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira – Amistoso
08/04/2007 – Fluminense de Feira 2×2 Bahia
21/01/2007 – Bahia 3×2 Fluminense de Feira
23/04/2006 – Bahia 2×4 Fluminense de Feira (Maior goleada do Fluminense gols: Luciano, Robinho, Esquerdinha e Nengo (Flu); Sorato 2 (Bah).
12/04/2006 – Fluminense de Feira 2×0 Bahia (Ultima vitória do Fluminense em Feira)
05/03/2006 – Fluminense de Feira 0×1 Bahia
02/03/2006 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
19/03/2005 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
13/03/2005 – Fluminense de Feira 0×1 Bahia
30/05/2002 – Bahia 2×3 Fluminense de Feira
19/05/2002 – Fluminense de Feira 0×0 Bahia
17/03/2002 – Fluminense de Feira 1×0 Bahia
11/03/2001 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
03/06/2000 – Bahia 3×2 Fluminense de Feira
18/03/2000 – Fluminense de Feira 1×4 Bahia
20/02/2000 – Fluminense de Feira 2×5 Bahia – Amistoso
24/07/1999 - Fluminense de Feira 0x4 Bahia – Amistoso
01/03/1998 – Bahia 7×0 Fluminense de Feira (Maior goleada do confronto)
14/05/1997 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
16/03/1997 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
19/02/1997 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira – Copa do Nordeste
14/02/1997 - Fluminense de Feira 1x4 Bahia – Copa do Nordeste
18/09/1996 - Fluminense de Feira  2x3 Bahia – Amistoso
07/04/1996 – Bahia 4×0 Fluminense de Feira
25/02/1996 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia
18/08/1995 - Fluminense de Feira 2x2 Bahia
25/06/1995 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
07/06/1995 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
21/05/1995 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira
30/06/1994 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
08/05/1994 - Fluminense de Feira 2x3 Bahia
06/04/1994 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
06/03/1994 - Fluminense de Feira 0x4 Bahia
06/02/1994 – Bahia 3×2 Fluminense de Feira – Amistoso
30/05/1993 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia
16/05/1993 - Fluminense de Feira 2x0 Bahia
25/04/1993 - Fluminense de Feira 1x2 Bahia
21/03/1993 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
14/02/1993 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
22/11/1992 - Fluminense de Feira 1x2 Bahia
02/09/1992 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
12/12/1991 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira (Decisão Bahia campeão gols de Luis Henrique, Naldinho e Vandick).)
08/12/1991 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
01/12/1991 – Bahia 2×3 Fluminense de Feira
22/09/1991 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia
04/08/1991 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira
31/07/1991 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia
16/07/1991 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
09/06/1991 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia – Amistoso
15/08/1990 - Fluminense de Feira 2x3 Bahia – Amistoso
23/05/1990 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
12/05/1990 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira
18/02/1990 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia
21/05/1989 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
23/04/1989 - Fluminense de Feira 1x0 Bahia
31/07/1988 – Bahia 4×0 Fluminense de Feira
21/07/1988 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira
05/06/1988 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
18/05/1988 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira
27/04/1988 - Fluminense de Feira 1x0 Bahia
10/04/1988 - Fluminense de Feira 2x1 Bahia
21/06/1987 - Fluminense de Feira 0x2 Bahia
26/04/1987 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira
03/08/1986 - Fluminense de Feira 3x4 Bahia – Amistoso
23/04/1986 – Bahia 5×1 Fluminense de Feira
06/04/1986 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia
24/11/1985 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia
29/10/1985 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
06/10/1985 - Fluminense de Feira 2x1 Bahia – Amistoso
31/10/1984 – Bahia 4×1 Fluminense de Feira
19/08/1984 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira
08/07/1984 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
20/11/1983 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
15/11/1983 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia
07/09/1983 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
31/07/1983 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
27/07/1983 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia
14/05/1983 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira
07/11/1982 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
27/10/1982 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
20/10/1982 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia
01/09/1982 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
15/08/1982 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
15/07/1982 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira
07/10/1981 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira
13/09/1981 – Bahia 4×0 Fluminense de Feira (Sena meia do Bahia faz um gol que Pelé não fez na copa de 70 ao pegar de 1ª um tiro de meta do goleiro Mundinho)
28/06/1981 - Fluminense de Feira 1x0 Bahia (Com um gol de Escurinho o Fluminense quebra a invencibilidade do Bahia no campeonato.)
17/05/1981 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
28/09/1980 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia
25/07/1979 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira
22/04/1979 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
10/03/1979 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira – Amistoso
07/03/1979 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia – Amistoso
11/02/1979 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia – Amistoso
02/11/1978 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia
12/10/1978 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira – Amistoso
04/10/1978 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
20/09/1978 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira
06/08/1978 - Fluminense de Feira 2x1 Bahia – Amistoso
27/06/1978 - Fluminense de Feira 2x2 Bahia – Amistoso
06/11/1977 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia – C.Brasileiro (Gol de Luciano)
30/09/1977 - Fluminense de Feira 0x2 Bahia – Amistoso
15/07/1977 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia – Amistoso
22/06/1977 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
18/05/1977 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
13/02/1977 - Fluminense de Feira 0x1 Bahia
01/09/1976 - Fluminense de Feira 0x2 Bahia  - C.Brasileiro (Gols de Silva (c) e Beijoca)
20/06/1976 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
06/06/1976 - Fluminense de Feira 1x2 Bahia
25/02/1976 – Bahia 4×2 Fluminense de Feira
19/10/1975 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia – Amistoso
11/08/1975 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia – Amistoso
23/07/1975 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
30/03/1975 - Fluminense de Feira 1x2 Bahia
20/02/1975 - Fluminense de Feira 0x0 Bahia – Amistoso
08/12/1974 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira
28/11/1974 – Bahia 2×2 Fluminense de Feira
27/10/1974 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
21/09/1974 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
11/09/1974 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira
15/08/1974 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira – Amistoso
16/04/1974 - Fluminense de Feira 0x3 Bahia – Amistoso
21/11/1973 - Fluminense de Feira 2x2 Bahia
25/07/1973 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
17/06/1973 - Fluminense de Feira 0x2 Bahia
08/07/1972 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
02/04/1972 - Fluminense de Feira 0x2 Bahia
25/07/1971 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
02/05/1971 - Fluminense de Feira 1x1 Bahia
14/03/1971 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira – Amistoso
28/02/1971 - Fluminense de Feira 2x2 Bahia – Amistoso
26/07/1970 - Fluminense de Feira 2x3 Bahia
15/03/1970 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira
01/06/1969 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira
06/04/1969 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira
04/08/1968 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
07/07/1968 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira
23/06/1968 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira
12/05/1968 – Bahia 3×2 Fluminense de Feira
28/01/1968 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
08/10/1967 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira - Amistoso
04/10/1967 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira - Amistoso
24/08/1967 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira - Amistoso
13/06/1967 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
11/05/1967 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira - Amistoso
16/04/1967 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira - Amistoso
10/03/1967 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira
31/07/1966 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira - Amistoso
24/07/1966 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira - Amistoso
17/07/1966 – Bahia 1×3 Fluminense de Feira - Amistoso
03/07/1966 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira - Amistoso
12/06/1966 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira - Amistoso
19/01/1966 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira
21/11/1965 – Bahia 3×0 Fluminense de Feira - Amistoso
10/10/1965 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira - Amistoso
15/08/1965 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira
24/02/1965 – Bahia 5×0 Fluminense de Feira - Amistoso
24/01/1965 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira - Amistoso
09/08/1964 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira - Amistoso
08/03/1964 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira (Decisão Fluminense campeão baiano de 1963 gols de Iroldo e Renato (Flu); Biriba (Bah).
01/03/1964 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira
23/02/1964 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
05/02/1964 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
30/12/1962 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira
01/09/1962 – Bahia 6×0 Fluminense de Feira
06/05/1962 – Bahia 4×0 Fluminense de Feira
08/04/1962 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira - Amistoso
11/02/1962 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira - Amistoso
28/01/1962 – Bahia 1×1 Fluminense de Feira - Amistoso
01/11/1961 – Bahia 2×2 Fluminense de Feira
02/07/1961 – Bahia 0×2 Fluminense de Feira - Amistoso
25/06/1961 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira - Amistoso
11/06/1961 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira - Amistoso
28/05/1961 – Bahia 2×2 Fluminense de Feira - Amistoso
30/03/1961 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira - Amistoso
19/03/1961 – Bahia 3×3 Fluminense de Feira - Amistoso
23/10/1960 – Bahia w.o Fluminense de Feira
24/07/1960 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira - Amistoso
22/05/1960 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira
01/02/1960 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira
19/07/1959 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira
21/06/1959 – Bahia 0×0 Fluminense de Feira - Torneio Início
01/05/1959 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira - Amistoso
08/03/1959 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira
11/01/1959 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira - Amistoso
07/12/1958 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
26/10/1958 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
17/08/1958 – Bahia 3×2 Fluminense de Feira
28/05/1958 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
12/02/1958 – Bahia 2×2 Fluminense de Feira
02/02/1958 – Bahia 2×3 Fluminense de Feira - Amistoso
23/10/1957 – Bahia 4×2 Fluminense de Feira
11/08/1957 – Bahia 0×2 Fluminense de Feira - Amistoso
23/06/1957 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira
17/02/1957 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira - Amistoso
11/11/1956 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira (Decisão Bahia campeão gols de Hamilton e Meruca).
04/11/1956 – Bahia 2×2 Fluminense de Feira
28/10/1956 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
29/07/1956 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira
22/04/1956 – Bahia 0×1 Fluminense de Feira
20/11/1955 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira
21/08/1955 – Bahia 1×2 Fluminense de Feira - Amistoso
03/07/1955 – Bahia 4×3 Fluminense de Feira
12/06/1955 – Bahia 1×0 Fluminense de Feira - Torneio Início
26/02/1955 – Bahia 2×1 Fluminense de Feira
16/10/1954 – Bahia 3×1 Fluminense de Feira
02/07/1954 – Bahia 5×2 Fluminense de Feira (1º jogo oficial)
02/05/1954 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira - Amistoso
17/05/1953 – Bahia 2×0 Fluminense de Feira - Amistoso (1º confronto)
O Touro do Sertão é a equipe do interior da Bahia que mais enfrentou o Tricolor de Aço até hoje foram 225 jogos desde 1953, hoje em Feira de Santana será a partida de nº 226, ao longo desses confrontos foram 121 vitórias do Bahia, 38 vitórias do Fluminense e 67 empates. 359 gols do Bahia  e 179 do Fluminense.
O Bahia foi campeão diante o Fluminense em 1991 e 1963 o Touro de virada bateu o Bahia por 2 x 1 em plena Fonte Nova.
Fontes: Arquivo Galdino Silva e Site www.jogosdoecbahia.com.br
 

O novo escudo do Caicó, o Rubro-Negro do Seridó.

Fonte: blogdoniltinho.com

 

Segue o novo escudo do Verdão Maravilha.

Fonte: sofutebolbrasil.com

 

Segue o novo escudo do Corintians de Caicó, o Galo do Seridó.

Fonte: http://www.blogdoniltinho.com

 

 

 

mar 032012
 

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Clube fundado em 1940, jogou apenas amadoristicamente. São as informações que possuo.

 
A SAGA BANGUENSE
Na propaganda da extinta Fábrica de Tecidos BANGU este nome, significava:
B= Beleza; A= Arte; N= Novidade; G= Gosto; U= Utilidade.
Quanta sabedoria! Que síntese! Jovens não estranhem a palavra propaganda! Na época, o estrangeirismo ainda não predominava no Brasil e a expressão “marketing” não se usava.
A Fábrica de Tecidos Bangu, deu origem ao nome do Clube, Bangu Atlético Clube (BAC), de história rica e gloriosa. O bairro de Bangu foi o palco onde, pela primeira vez, se jogou futebol no Brasil. O emblema do BAC é, sem dúvida, o mais belo do Brasil! As iniciais BAC, no escudo, simbolizam o social, o cultural e o esportivo. O B é o pincenê (social); o A, é um suporte para pintura de telas (cultural); o C é uma ferradura (o esportivo, e representa a sorte nas competições).
Ratificando, o Bangu Atlético Clube tem a sua origem numa Fábrica. Localiza-se na zona Oeste da cidade. Na época, era considerada zona rural. Foi o primeiro clube no Brasil a contar nas suas fileiras, com um jogador negro. O có-irmão e poderoso Clube de Regatas Vasco da Gama reivindica esta conquista. Entre os clubes grandes, sim. Entre todos os clubes do Brasil, o BANGU ATLÉTICO CLUBE foi o primeiro.
Jamais consegui entender a lógica do porque uma Instituição com história riquíssima e de origem tão popular, não conseguiu atrair a simpatia das classes menos favorecidas e congregar uma grande torcida. O Bangu seria o lidmo representante da classe operária. Na cidade do Rio de Janeiro, os clubes de grandes torcidas são oriundos da Zona Sul. A exceção é o Vasco da Gama. O fenômeno da torcida do Flamengo, retrata a maior incoerência desta história. É considerado como o clube da maioria de torcedores negros e pobres. Por que? A sua origem decorre de uma cisão de um clube de elite: o Fluminense. Contradições do nosso querido Brasil!
Mas, o enfoque da análise é o querido Bangu Atlético Clube. Em 1951, o amor da família Silverinha, decide que o Bangu seria clube grande. Contrataram o maior jogador da história do clube: Zizinho ou o famoso Mestre Ziza. Conseguimos o vice-campeonato daquele ano e daí para frente o clube firmou- se entre os grandes. Junto com o América, formava no grupo dos seis grandes clubes do Rio de Janeiro. Foram conquistados pelo Bangu, mais alguns vice-campeonatos. No início dos anos 60, a família Andrade (Eusébio, o pai e Castor, o filho) resolveu formar equipes poderosas que culminaram com as conquistas de Campeão Carioca em 1966 e Vice-campeão Brasileiro, em 1985.
Creio que estes dois ciclos, encerram um período em que o sucesso dependia de um dono. Por amor ao clube, os gastos eram compensados pelas alegrias. Foi encerrada a fase que qualifico como “profissionalismo amador”. Antes a Instituição dependia somente de dispor de muito dinheiro. Como a vida é um processo dinâmico, tudo mudou. Não me proponho a discutir se as mudanças foram para melhor ou pior. O fato é que não cabe mais a figura de dono do clube, filosofia que me parece perdura no Bangu. Esta herança permanece. Aliás, na maioria dos clubes brasileiros. As diretorias se sucedem como em um clã. Será a origem do fracasso do atual futebol brasileiro?  Hoje, se não houver competência…………………………
Mas, afinal onde esta crônica pretenda chegar? Perguntaria o leitor! Caros amigos Banguenses e simpatizantes do futebol, afirmar que o BAC, a partir das mudanças dos rumos deste exacerbado profissionalismo, vive um processo agonizante. Todo início de campeonato local, a dúvida surge: será que o Bangu vai cair para a 2ª. Divisão? Pergunta pertinente porque já aconteceu duas vezes. No Campeonato Brasileiro, o Bangu participa em que divisão?
Nunca antes na história do Bangu, o clube foi tão humilhado! O ano de 2012 mostra o conjunto da obra da total incompetência dos atuais dirigentes(?) da Entidade. No primeiro turno de um campeonato medíocre, o Bangu conseguiu a incrível façanha de ser, entre todos, o mais medíocre.  Sete jogos, sete derrotas, ZERO ponto.
Nas fases mais difíceis o Bangu sempre revelou excelentes jogadores. A lista é extensa, o destaque é para o Ademir da Guia.
Na era dos patrocínios, o Bangu não sabe como explorar a sua rica e bela história passada para atrair as grandes empresas.
A exemplo do lema da antiga Fábrica, solicito aos responsáveis pelos destinos do clube que administrem com:
Beleza;
                                                                          Arte;
    Novidade;
Gosto;
    Utilidade.
O meu desabafo é em homenagem ao falecido Juarez, símbolo da torcida Banguense, que criou o lema:
“SOMOS BANGU, ETERNAMENTE BANGU”
 
O BANGU ATLÉTICO CLUBE, POR TUDO QUE REPRESENTA PARA O FUTEBOL BRASILEIRO, NÃO MERECE TAMANHO DESRESPEITO!
 
Jairo Leal de Salles (Convicto Banguense)
 

 

NOME CORDEIRO FUTEBOL CLUBE
CIDADE CORDEIRO – RJ
FUNDAÇÃO 15 DE JUNHO DE 1921
CORES OFICIAIS VERMELHO – BRANCO

 

Fonte: Blog do Cordeiro Futebol Clube/RJ

 

Aos vinte e seis dias do mês de abril de hum mil novecentos e dezenove, nesta cidade de Bauru, estado de São Paulo, um grupo de rapazes que praticavam o futebol, organizou um quadro e foi disputar uma amistosa partida de futebol na vizinha cidade de Pederneiras. O esforço e o entusiasmo desse grupo, fizeram com que a partida de futebol nalizasse com a brilhante vitória dos bauruenses pela contagem de três a um no placar.

Deixando Pederneiras satisfeitos da sua primeira excursão ainda mais contentes por ter conseguido a vitória, combinou-se em viagem, fundar-se em Bauru um Clube, visto não pertencer a Clube algum referido grupo. No próprio vagão, onde embarcados vinham os nossos representantes, surgiu a idéia de se procurar em Bauru o Sr. Pedro Bertolini, então esforçado esportista para cientifica-lo da nova sugestão convida-lo á tomar parte na organização do novo Clube.

Feito o convite e imediatamente aceito, pelo Sr. Pedro Bertolini, este prepôs, que se convidasse também o Sr. Antonio Garcia, Gerente da Casa Luzitana para tomar parte da reunião em que devia surgir o Clube.

A proposta do Sr. Pedro Bertolini foi unanimente aceita tendo-se delegado poderes ao proponente para que em nome do pequeno grupo fosse convidado o Sr. Antonio Garcia. Tal convite teve a melhor aceitação por parte do Sr. Antonio Garcia que marcou a segunda reunião para as sete horas da noite do dia primeiro de Maio, na residência do Sr. Pedro Bertolini. Nessa reunião, propôs-se fosse aclamado o nome do Sr. Antonio Garcia para presidir os trabalhos da reunião, encaminhar a votação e apurar os votos dados aos presentes que deviam figurar na primeira Diretoria do Clube.

Dando inicio aos trabalhos o Sr. Antonio Garcia expôs a idéia sugerida pelo grupo, encaminhando a votação e apurando os votos que elegeu os Senhores Antonio Garcia para Presidente, Pedro Bertolini para Vice Presidente e Severo Resta para Secretário do Clube.

O Sr. Antonio Garcia anunciando o resultado da eleição que elegeu a primeira diretoria do Clube foi alvo de estrondosa salva de palmas, tendo-se alvitrado fosse dado o nome do Clube Luzitana Futebol Clube como homenagem a Antonio Garcia pelo serviço que prestou ao grupo de rapazes, Esse alvitramento foi unanimamente aceito.

A diretoria eleita dando inicio aos primeiros trabalhos do Clube, procurou quadro de amadores com os seguintes rapazes do grupo, senhores NICOLINO MOCCI, NORBERTO SAVI, PEDRO MAFFINI, SEVERO RESTA, AMERICO BERTONI, ANTONIO TRAVALINI, SADY AMORIM E HORACIO MACIEL. O seu primeiro jogo foi contra o combinado Noroeste e Smart, saindo vencedor o Luzitana pela alta contagem de nove a três pontos. Nesse jogo o Luzitana estreou o seu primeiro uniforme. Foram, portanto, primeiro fundadores jogadores e dirigentes do Luzitana Futebol Clube, os senhores ANTONIO GARCIA, PEDRO BERTOLINI, SEVERO RESTA, respectivamente Presidente, Vice Presidente e Secretário., NICOLINO MOCCI, NORBERTO SAVI, PEDRO MAFFINI, SEVERO RESTA, AMERICO BERTONI, ANTONIO TRAVALINI, SADY AMORIM E HORACIO MACIEL, fundadores e amadores do Clube. Nada mais havendo a tratar o Sr. Presidente convidou os presentes á assinar a ata primeira reunião do Luzitana Futebol Clube e deu por encerrado os tabalhos da Sessão.-Bauru 1 de Maio de 1919.


Bonita montagem feita talvez por um ferrenho adepto do antigo Lusitana F.C. (Hoje Bauru A.C.) ou até mesmo por um de seu atleta daqueles tempos, montagem essa que nos dias de hoje se tornou num autêntico e precioso documento referente ao velho futebol praticado desde há muitos na Sem Limites.
Não possuimos maiores informações sobre o campeonato que teria acontecido em 1937 na região da Sorocabana, do qual o alviceleste sagrou-se campeão, razão pela qual com muito carinho e amor foi montado o quadro de atletas, no qual vinte heróis daquela jornada vitoriosa do ex-Lusitana F. C.

Nunca é demais lembrar aos baruenses mais jovens, que o Bauru Atlético Clube foi o maior rival do E.C.Noroeste no futebol, dividindo com o alvirrubro as honras de campeão baruense, cada um com seis títulos. Como Lusitana ou BAC, sempre foi o grande adversário do E.C. Noroeste, dividindo a cidade no que tange a torcida.

Dos antigos jogadoresque aparecem no quadro de honra, à direita quase que diariamente temos contato com Lavico, Guguta, Vecchi (Arnaldo Firetti) e Wormer, bauruenses que foram destaque no futebol dos velhos tempos, os quais nos dias de hoje muito têm a contar a respeito dos campeonatos do passado, principalemente dos jogos entre o Noroeste e o Lusitana. Os quatro nós vimos jogar, como também tivemos o privilégio de ver jogar o goleiro Zinho ( uma lenda do futebol bauruense), Aymoré, Samuel, Miro, estes já falecidos. Alguns residem em diferentes cidades e outros talvez já tenham falecidos, mas não temos qualquer confirmação a respeito.

 

Fontes: http://arnaldofiretti.blogspot.com/ e http://bauruac.com.br/fundacao.php e arquivos pessoais.

 

A segunda rodada da Copa Rio Sub 17 (categoria juvenil) voltou a ter muitos gols. Nos 14 jogos foram marcador 68 gols, o que deu a excelente média de 4,9 gols por partida. No Grupo G, Coritiba e Vasco fizeram o confronto de líderes no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, em São João da Barra, e o time do Sul derrotou os cariocas por 4 a 2 mantendo os 100% de aproveitamento com seis pontos ganhos em dois jogos na liderança do grupo e praticamente assegurando uma vaga à próxima fase. Já o Gigante da Colina permanece com três na segunda colocação.

Esperando em seu campo, o adversário, a equipe paranaense tirava proveito dos contra-ataques e abriu o marcador logo aos dez minutos com Matheus Aparecido, que invadiu a área pela esquerda e bateu forte no ângulo esquerdo de Brenner, sem defesa. Ainda que com maior volume, o Coritiba cedeu o empate quatro minutos depois, em jogada individual de Daniel, tocando na saída de Thiago Coelho. Sem se abater, o Coritiba impôs seu ritmo e aos 43 fez o segundo com Caio.

Na etapa final, arrasador, o time paranaense ampliou antes dos dez minutos para construir a goleada. Aos três, Caio marcou o terceiro e, aos oito, Matheus Aparecido fez o quarto. Daniel, de pênalti, diminuiu para o Vasco aos 15.

Mesmo lutando em busca do empate, os cruzmaltinos esbarraram na sólida defensiva alviverde que garantiu o resultado favorável de 4 a 2. Neste sábado (03/03/12) Coritiba e Vasco voltam a campo para os confrontos contra ECPP Vitória da Conquista, às 10h, e São João da Barra, às 19h30, respectivamente.

CORITIBA (PR)            4          X          2          VASCO DA GAMA (RJ)
Local: Estádio Manoel Viana de Sá, em São João da Barra

Arbitragem: André Caetano Caricchio

Auxiliares: Vagner Moreira Lima e Rodrigo Azevedo de Lacerda.

CORITIBA: Thiago Coelho; Henrique, Matheus Freitas (Ernesto), Alisson e Abner; Krisman, Matheus Aparecido (Bonfim), José Augusto (Paulo Vinícius) e Jean; Jobson (Júlio Cesar) e Caio (Kady). Técnico: Evandro Forte

VASCO: Brenner; Richard (Foguete), Linderman (Caio), Lucas Jean e Loran (Hugo); Renan Casemiro, Marcio, Cunha (Bruce) e Danilo; Daniel e Thales. Técnico: Tornado.

 

Grêmio vence Audax Rio é lidera

Diferentemente da vitória por 3 a 2, na estréia contra o Bangu, nesta segunda rodada da Copa Rio Sub-17, o Audax não contou com a sorte e nem com o bom aproveitamento nas jogadas ofensivas e acabou perdendo para o Grêmio por 1 a 0, placar construído ainda no primeiro tempo.  

Com o resultado, a equipe gaúcha garantiu uma das vagas do grupo C. A segunda vaga será decidida neste sábado entre Audax e Fluminense, sendo que o empate favorece à equipe tricolor.

O gol gremista, ainda no primeiro tempo, não desanimou a equipe da casa que, assim como no início da partida, continuou com boa posse de bola e pressionando no ataque, como na chance incrível em que Andrew cabeceou a queima roupa para a linda defesa do goleiro tricolor.

Precisando do gol, o Audax dava espaço para os contra ataques do Grêmio que também eram perigosos. O ritmo das duas equipes caiu na segunda etapa. Enquanto o Audax tentava a todo custo chegar ao gol, os gaúchos se defendiam e contavam os minutos no relógio. Thiago Neves chegou a acertar um belo chute de primeira no travessão, mas o placar persistiu até o final. Vitória do Grêmio, que assegurou uma das vagas.

As duas equipes voltam a campo neste sábado. O Audax decide a vaga contra o Fluminense, ambos com três pontos, enquanto o Grêmio, com seis, enfrenta o lanterna Bangu, que ainda não pontuou.

 
Resultados da 2ª rodada (sexta-feira 03/03/12)

Grupo A: Palmeiras-SP 4 x 1 Macaé Esporte-RJ e Serra Macaense-RJ 2 x 2 Figueirense-SC.

Grupo B: Corinthians-SP 3 x 0 Volta Redonda-RJ e Cruzeiro-MG 10 x 1 Santos-RO

Grupo C: Fluminense-RJ 6 x 0 Bangu-RJ e Grêmio-RS 1 x 0 Audax Rio-RJ

Grupo D: Bahia-BA 4 x 0 Royal-RJ e Flamengo-RJ 6 x 2 Tarumã-AM

Grupo E: Vitória-BA 2 x 0 Resende-RJ e Atlético-MG 3 x 2 Itatiaia-RJ.

Grupo F: Internacional-RS 5 x 1 Vilavelhense-ES e Botafogo-RJ 5 x 0 Friburguense-RJ.

Grupo G: Coritiba-PR 4 x 2 Vasco-RJ e Vitória da Conquista-BA 2 x 0 São João da Barra-RJ.

 

 Classificação:

Grupo A: 1º) Palmeiras-SP, 6 pontos; 2º) Macaé Esporte-RJ, 3; 3º) Figueirense-SC, 1 (saldo: -2); 4º) Serra Macaense-RJ, 1 (saldo: -4).

 Grupo B: 1º) Corinthians-SP, 6 pontos; 2º) Cruzeiro-MG, 3 (saldo: 8); 3º) Volta Redonda, 3 (saldo: -2); 4º) Santos-RO, 0.

 Grupo C: 1º) Grêmio-RS, 6 pontos; 2º) Fluminense-RJ, 3 (saldo: 4); 3º) Audax Rio-RJ, 3 (saldo: 0); 4º) Bangu-RJ, 0.

 Grupo D: 1º) Bahia-BA, 6 pontos (saldo: 13); 2º) Flamengo-RJ, 6 (saldo: 6); 3º) Royal-RJ, 0 (saldo: -6); 4º) Tarumã-AM, 0 (saldo: -13).

 Grupo E: 1º) Atlético-MG, 6 pontos; 2º) Vitória-BA, 3; 3º) Itatiaia-RJ, 1 (saldo: -1); 4º) Resende, 1 (saldo: -2).

 Grupo F: 1º) Botafogo-RJ, 6 pontos (saldo: 8); 2º) Internacional-RS, 6 (saldo: 7); 3º) Vilavelhense-ES, 0 (saldo: -7); 4º) Friburguense, 0 (saldo: -8).

 Grupo G: 1º) Coritiba-PR, 6 pontos; 2º) Vasco-RJ, 3 (saldo: 4); 3º) Vitória da Conquista-BA, 3 (saldo: -4); 4º) São João da Barra-RJ, 0.

Próxima rodada:

A última rodada da fase classificatória da Copa Rio Sub 17 será toda realizada neste sábado (03/03/12), quando estarão jogando: Grupo A (Municipal Frade) – Macaé Esporte-RJ x Figueirense-SC (14h) e Palmeiras-SP x Serra Macaense-RJ (16h). Grupo B (CT Volta Redonda) – Corinthians-SP x Cruzeiro-MG (14h30) e Volta Redonda-RJ x Santos-RO (16h30). Grupo C (Arthur Sendas) – Grêmio-RS x Bangu-RJ (9h) e Audax Rio-RJ x Fluminense-RJ (11h). Grupo D (Paulo Fernandes) – Royal-RJ x Tarumã-AM (10h) e Bahia-BA x Flamengo-RJ (15h). Grupo E (Antônio Corrêa) – Atlético-MG x Resende-RJ (15h) e Itatiaia-RJ x Vitória-BA (19h). Grupo F (Eduardo Guinle) – Friburguense-RJ x Vilavelhense-ES (18h30) e Botafogo-RJ x Internacional-RS (20h30). Grupo G (Manoel Viana de Sá) – Vitória da Conquista-BA x Coritiba-PR (10h) e Vasco-RJ x São João da Barra-RJ (19h30).

Fotos: Fábio Menezes

 

Um ‘operário patrão’ na década de 40, foi o Esporte Clube Metalúrgico, de São Gonçalo. Respeitado na região, o clube ao lado Tamoio e do Mauá formavam o “Trio de Ferro” do futebol gonçalense. Fundado numa quinta-feira, no dia 4 de Agosto de 1938, o grande momento do Metalúrgico aconteceu em 1942, quando foi vice-campeão do Campeonato Fluminense.

O clube era muito querido pelos gonçalenses, inclusive o avô do Historiador e Pesquisador Auriel de Almeida foi jogador e sócio do clube, onde foi possível desenhar o escudo por meio da carteirinha do clube. Seu uniforme número 1 era: camisas azuis com golas vermelhas e calções brancos. Eventualmente jogava com um uniforme tricolor, semelhante ao segundo uniforme do Bahia (BA). O raro escudo está abaixo.

 Campeonato Fluminense de 1942

A competição contou com a participação de 16 clubes. A Região Sul Fluminense contou com seis representantes: Resende Futebol Clube (Resende); Barra Mansa Futebol Clube (Barra Mansa); Entrerriense Futebol Clube (Três Rios); Royal Sport Club (Barra do Piraí); Central Ferroviário Clube (Valença) e Riachuelo Esporte Clube (Paraíba do Sul).

No Norte Fluminense vieram três times: Goytacaz Futebol Clube (Campos); Ypiranga Futebol Clube (Macaé) e Cordeiro Futebol Clube (Cordeiro). Já a Região Serrana também contou com três equipes: Teresópolis Futebol Clube (Teresópolis); Petropolitano Football Club (Petrópolis) e Fluminense Atlético Clube (Nova Friburgo). Da Região Metropolitana dois clubes: Icaraí Futebol Clube (Niterói) e Esporte Clube Metalúrgico (São Gonçalo). A Baixada Fluminense um time: Esporte Clube Belford Roxo (Belford Roxo); da Região dos Lagos uma equipe de Cabo frio: Tamoyo Esporte Clube.

 

Na Primeira fase, o Resende e Barra Mansa empataram em 2 a 2, no sábado(13 de dezembro de 1942). No segundo jogo (20/12/42) no Estádio do Leão do Sul, novo 2 a 2. Melhor para o Barra Mansa, que avançou pelos critérios de desempate.   

Na Segunda fase, nas mesmas datas acima, o Entrerriense eliminou o Riachuelo; o Petropolitano passou pelo Teresópolis; e o Barra Mansa passou para a próxima fase ao bater o Centro Ferroviário, todos em dois jogos (ida e volta). Já o Fluminense de Friburgo definiu a sua passagem para a próxima fase ao golear o Cordeiro por 11 a 1, em casa.

Outro que não encontrou dificuldades foi o Icaraí que goleou o Belford Roxo: 4 a 0 e 3 a 0. O Goytacaz depois de golear o Ypiranga de Macaé por 8 a 2, no jogo de volta arrancou um empate em 2 a 2, e também seguiu na competição.

O classificado que mais sofreu foi justamente o EC Metalúrgico. Em dois jogos com 11 gols, o Metalúrgico bateu, for a de casa, o rival Tamoyo por 3 a 2 (13 de dezembro). Uma semana depois num grande jogo, o Metalúrgico conseguiu um empate em 3 a 3, diante de seus torcedores e festejou a suava vaga.

 

Metalúrgico elimina o Goytacaz

Se na etapa anterior, o Metalúrgico sofreu, na Terceira fase a situação foi ainda mais complicada. Afinal, o adversário era o temido Goytacaz de Campos. Contudo, o Metalúrgico não se intimidou e largou na frente, ao vencer em casa, no domingo (27/12/42) por 3 a 1. No jogo de volta, numa partida dramática, o Metalúrgico segurou o empate em 2 a 2 (03/01/43), no Estádio Ary de Oliveira e Souza, e garantiu a sua presença na fase semifinal.  

Após dois empates em 4 a 4 e 2 a 2, o Fluminense de Friburgo eliminou o Icaraí nos critérios de desempate. Já o Petropolitano não teve problemas para se classificar, ao vencer, em casa, o Entrerriense por 3 a 1 (10/01/43) e depois por 3 a 2 (17/01/43), em Três Rios.     

Outro que suou foi o Royal SC, que venceu o Barra Mansa por 4 a 2 (24/01/43), no Estádio da Chacrinha, em Barra do Piraí. Uma semana depois o Royal foi derrotado no Estádio Leão do Sul por 3 a 2, mas avançou as semifinais pelo saldo de gols: 6 a 5.  

 Nas Semifinais, parecia que o Metalúrgico viveria outro enorme obstáculo ao ser derrotado pelo Fluminense por 2 a 1, no domingo(27/01/43), em Nova Friburgo. Contudo, o que parecia ser um drama se transformou num show de bola. Diante da sua torcida, no domingo do dia 7 de fevereiro der 1943, o Esporte Clube Metalúrgico goleou o Fluminense por 7 a 3, chegando a inédita final do Campeonato Fluminense.

Na outra partida, o Royal SC não conseguiu tirar vantagem do fator campo e ficou no empate em 1 a 1 com o Petropolitano(07/02/43), no Estádio da Chacrinha, em Barra do Piraí. Porém, no jogo de volta (14/02/43), o Royal SC foi até Petrópolis e conquistou uma vitória heróica por 3 a 2, garantindo o seu lugar na decisão.    

 Na Decisão deu Royal SC

Após tantas superações, o EC Metalúrgico chegou confiante na decisão. No primeiro jogo de final, numa partida de sete gols, melhor para o Royal, que venceu o Metalúrgico por 4 a 3 (domingo: 21/02/43), no Estádio da Chacrinha, em Barra do Piraí.

A esperança agora estava no jogo de volta, onde o Metalúrgico contava com o apoio da torcida gonçalense para uma vitória simples para ficar com o caneco. Entretanto, no domingo do dia 28 de fevereiro de 1943, o Royal Sport Club foi melhor e venceu por 3 a 1, levando a taça para Barra do Piraí.

Apesar da derrota, o Metalúrgico foi um time guerreiro, que superou várias adversidades ao longo da competição, e encheu de orgulho os gonçalenses. O clube disputou ainda o Campeonato Fluminense de 1944 e 1945.

 

CLUBE ATLÉTICO TAQUARITINGA (CAT)

Mascote: Leão

O PRIMEIRO ANO DE ATIVIDADES DO CAT (1942)
Fundado no dia 17 de março de 1942, o Clube Atlético Taquaritinga iniciou suas atividades futebolísticas logo no mês seguinte. Os cinco primeiros jogos, todos realizados em casa, resultaram em vitórias. O sucesso cateano, já na primeira temporada, foi valorizado pelos adversários que enfrentou. Entre eles, no encerramento da temporada, como presente à torcida de Taquaritinga, a Sociedade Esportiva Palmeiras. Mas aí, claro, falou mais alto o poderio esmeraldino.

Jogo nº 1 – CAT 3 x 2 Internacional de Bebedouro
Dia 26 de abril de 1942, no Estádio Antônio Storti, em Taquaritinga
Árbitro: Romeu Amatuzzi
Gols: Atlas (2) e Dema para o CAT; Nelsinho Girardi (2) para o Inter. Uma curiosidade: todos os gols da partida foram anotados por jogadores nascidos em Taquaritinga.
Entraram em campo e posaram para a foto histórica, pelo CAT, os seguintes atletas: Piq Tot, Padeiro, Armando Girardi, Dito, Moacir, Gagliano (capitão), Paulinho, Jorge, Terra, Atlas, Tim Lombardi, Fogaça, Nenê Micali, Nelson Parise, Dema e Walter.

Foto histórica do primeiro jogo do CAT antes do início da partida.

Jogo nº 2 – CAT 5 x 1 Cravinhense (de Cravinhos)
Dia 10 de maio de 1942, em Taquaritinga.

Jogo nº 3 – CAT 3 x 1 Paulista de Araraquara
Dia 31 de maio de 1942, em Taquaritinga.

Jogo nº 4 – CAT 4 x 0 Palestra de São José do Rio Preto
Dia 21 de junho de 1942, em Taquaritinga.

Jogo nº 5 – CAT 3 x 2 C.A. Monte Azul
Dia 5 de julho de 1942, em Taquaritinga
Árbitro: Romeu Amatuzzi
Gols do CAT: Tatias (2) e Dema
CAT: Armando; Pelocha e Luizinho; Dito, Gagliano e Moacir; Atlas, Nenê, Tatias, Nelsinho e Dema. Nelson Parise entrou durante o jogo.

Jogo nº 6 – CAT 2 x 2 Rio Preto E.C.Dia 12 de julho de 1942, em Taquaritinga
Árbitro: Artur Frenderick
Gols do CAT: Atlas e Tatias; Gols do Rio Preto: Bonge e Ernani
CAT: Armando; Luizinho (Dito) e Pelocha; Lulu, Zé Preto e Moacir; Atlas, Nenê, Tatias, Nelson Parise e Dema
Rio Preto: Pedrinho; Salim e Ciríaco; Paulo, Túlio e Paraguay; Ernani, Palaquim, Delposto, Bonge e Biriguy (Durval)

Jogo nº 7 – Palestra de Rio Preto 0 x 0 CAT
Dia 19 de julho de 1942. Aconteceu em São José do Rio Preto a primeira apresentação do CAT fora de casa.

Jogo nº 8 – CAT 5 x 2 Velo Clube Rioclarense
Dia 26 de julho de 1942, em Taquaritinga
Árbitro: Romeu Amatuzzi; Renda: recorde, de quase 2 contos de réis
Gols do CAT: Tatias (2), Nelson Parise (2) e Atlas
CAT: Armando; Pelocha e Luizinho; Dito, Zé Preto e Moacir; Atlas, Tatias, Nenê, Nelson Parise e Dema

Jogo nº 9 – CAT 4 x 1 São Paulo Goyas de Bebedoruo
Dia 9 de agosto de 1942, em Taquaritinga
Árbitro: Romeu Amatuzzi
Gols do CAT: Nenê (2), Nelson Parise e Luizinho
CAT: Armando; Luizinho e Padeiro; Dito, Túlio e Moacir; Atlas, Tatias, Nenê, Nelson Parise (Gagliano) e Nelsinho (Dema)
Preliminar: CAT (2º Quadro 3 x 2 Escola de Farmácia e Odontologia de Araraquara

Jogo nº 10 – CAT 3 x 2 Guarani de CatanduvaDia 30 de agosto de 1942, em Taquaritinga
Árbitro: Eustáquio Pozzetti
Gols do CAT: Tatias (2) e Dema; Gols do Guarani: Logu (2)
CAT: Armando; Adolfo e Luizinho; Dito, Changai e Moacir; Atlas, Lima, Tatias, Nelson Parise e Dema
Guarani de Catanduva: Edgar; Bazoni e Santana; Cafelândia, Baiano e Santiago; Barcelona, Messias, Gaiola, Grané e Logu

Jogo nº 11 – CAT 3 x 0 Luzitana de BauruDia 6 de setembro de 1942, em Taquaritinga
Árbitro: Eustáquio Pozzetti
Gols: Dema (2) e Nelson Parise
CAT: Buck; Adolfo e Luizinho; Dito, Changai e Moacir; Atlas, Tatias, Nelson Parise e Dema

Jogo nº 12 – Paulista de Araraquara 5 x 1 CATDia 16 de setembro de 1942, em Araraquara
Gol do CAT: Tatias
Observação: Primeira derrota da história do CAT, para o forte Paulista de Araraquara. O elenco cateano foi para a Morada do Sol acompanhado de enorme caravana, que se acomodou em 11 carros de uma composição da E.F.A. (Estrada de Ferro da Araraquarense), bem recebida na gare de Araraquara.

Jogo nº 13 – Guarani de Catanduva 0 x 1 CAT
Dia 20 de setembro de 1942, em Catanduva
Árbitro: Orozimbo Santana (de Ariranha)
Gol: Dema
Obs.: Primeira vitória cateana fora de casa.

Jogo nº 14 – CAT 1 x 2 Paulista de São Carlos
Dia 27 de setembro de 1942, em Taquaritinga
Gol do CAT: Luizinho
Gols do Paulista de São Carlos: Zuza (2)
Obs.: Primeira derrota do CAT em casa.

Jogo nº 15 – CAT 1 x 4 S.P.R. (de São Paulo)Dia 18 de outubro de 1942, em Taquaritinga
Gol do CAT: Nelson Parise

Jogo nº 16 – Paulista de Araraquara 2 x 3 CATDia 8 de novembro de 1942, no Estádio Municipal de Araraquara
Gols do CAT: Nenê (2) e Dema
Obs.: Vitória expressiva, fora de casa, para um forte oponente.

Jogo nº 17 – CAT 1 x 1 Seleção Santista
Dia 15 de novembro de 1942, feriado nacional, em Taquaritinga
Obs.: Jogo renhidamente disputado, contra uma qualificada Seleção de jogadores da cidade de Santos.

Jogo nº 18 – CAT 5 x 0 Internacional de Limeira
Dia 28 de novembro de 1942, em Taquaritinga
Gols: Atlas (3), Nelson Parise e Nenê
Obs.: Vitória marcante do LEÃO, apelido recebido pelo CAT.
Nota curiosa: um esportista de Limeira apitava o jogo. Em dado momento, o capitão do CAT dirigiu-lhe uma reclamação. O juiz entregou o apito, negando-se a seguir dirigindo o encontro. Gagliano Pagliuso apitou o restante do jogo.

Jogo nº 19 – CAT 0 x 6 S.E. Palmeiras
Dia 13 de dezembro de 1942, no Estádio Municipal de Taquaritinga
Gols palmeirenses: Villadoniga (3), todos no 1º tempo; Cabeção, Joane e Brandão, no 2º
Formação do Palmeiras: Clodô; Celestino e Carnera; Gengo, Américo e Del Nero; Ministrinho, Waldemar Fiúme, Cabeção, Villadoniga e Joane. Entraram no transcurso do prélio: Brandão, Romeu Pellicciari, Oliveira, Goliardo e Gabardo. Técnico: Mário Minervino

Resumo da temporada de 1942:
Jogos – 19; Vitórias – 12; Empates – 3; Derrotas – 4
Gols marcados – 48; Gols sofridos – 33; Saldo positivo – 15
Foram 15 jogos em Taquaritinga e 4 em outras localidades.
Dos 48 gols assinalados pelo CAT, em 1942, 34 têm o seu autor conhecido. São eles:
Tatias, 8 gols; Atlas e Dema, 7; Nelson Parise e Nenê, 5. Luizinho, 2.

FONTES:
Aiéllo, Hamilton Roberto, CAT – 50 Anos – Sempre no Coração dos Taquaritinguenses, uma publicação do Diário “Cidade de Taquaritinga”, setembro de 1992.
Unzelte, Celso Dario & Venditti, Mário Sérgio, Almanaque do Palmeiras, Abril (Placar).
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Após arrancar um empate heróico na última quarta-feira (29/02/12), contra o Vasco da Gama (2 a 2), em São Januário, na estréia da Taça Rio, a diretoria do Bonsucesso Futebol Clube apresentou na tarde desta sexta-feira (02/03/12) mais um reforço para a seqüência do Campeonato Carioca-2012.

Curiosamente, o novo reforço é um velho conhecido da torcida vascaína: trata-se do lateral-direito, Thiago Maciel, de 29 anos, que estava no Ypiranga-RS.

Com passagens por vários clubes do futebol Brasileiro, Thiago Maciel, chega para disputar posição na lateral. A regularização do atleta já está sendo realizada pelo departamento técnico do clube, a estreia do lateral, deverá ocorrer no próximo domingo (04/03/12), contra o Bangu no Estádio Giulitte Coutinho, no Distrito de Edson Passos, em Mesquita (Baixada Fluminense do Rio).

Natural de Santana do Livramento (RS), Thiago Maciel Santiago, de 29 anos, estava no Ypiranga-RS e teve passagem marcante pelo Vasco da Gama entre 2003 e 2005.

O treinador Marcão comemora a chegada de mais um reforço “O Thiago Maciel conhece muito bem a posição, é um atleta de impacto, ele com certeza virá para somar, acredito muito no seu potencial’’ disse Marcão.

FICHA-TÉCNICA:

Nome completo: Thiago Maciel Santiago
Apelido: Thiago Maciel
Nascimento: 07/08/1982
Naturalidade: Santana do Livramento-RS
Posição: Lateral-direito
Clubes: Vasco da Gama, Alania (Rússia), Ipatinga-MG, Macaé Esporte-RJ, Juventude-RS, Duque de Caxias-RJ, Volta Redonda-RJ, Guarani-SP e Ypiranga-RS.

Foto: André Luiz Queiroz/ Ascom Bonsucesso

 

 

Após campanha ruim na Taça Guanabara (prmeiro turno do Campeonato Carioca-2012), quando conseguiu uma vitória em sete jogos, o Olaria Atlético Clube se movimenta para fazer bonito na Taça Rio (segundo turno). Para isso, o clube acertou a contratação do atacante paraguaio Cristhian Ovelar, 27 anos, ex- Santiago Morning, do Chile.

Cristhian Ovelar

O jogador está liberado e começará no banco na partida contra o Vasco, neste sábado (03/03/12), no Estádio Proletário Guilherme da Silveira, Moça Bonita, em Bangu (Zona Oeste do Rio) válida pela segunda rodada da Taça Rio.

Natural de Ciudad Del Leste, no Paraguai, Ovelar tem 1,85m e jogará centralizado, esperando para empurrar a bola para dentro do gol. “Sou um jogador de área, bom no jogo aéreo. É uma grande experiência para minha carreira e espero aproveitar ao máximo a oportunidade de jogar no Brasil. Terei a chance de entrar e ajudar minha equipe a conseguir a vitória contra o Vasco”, avaliou Cristhian Ovelar.

Apesar de ter chegado recentemente, Ovelar garante que vai lutar por um lugar no time e quer ajudar na campanha deste segundo turno. “Estou trabalhando muito para conseguir meu lugar no time”, concluiu Cristhian Ovelar.

Foto: Jornal dos Sports

 

O Qatar superou as dificuldades e conseguiu a sua classificação para a fase final das Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil, ao empatar com o Irã, por 2 a 2, na rodada final da primeira fase. O selecionado, que é comandado pelo brasileiro Paulo Autuori, ficou com a segunda colocação no Grupo E, somando dez pontos, em seis partidas disputadas (duas vitórias e quatro empates).

técnico do Al Gharafa, Leonardo Vitorino

 “Hoje, depois de muito tempo, vejo a população do Qatar falar de sua própria seleção, que conseguiu uma classificação que para muitos era uma das tarefas mais difíceis, já que não podia perder para o Irã no seu compromisso derradeiro”, relata o técnico brasileiro Leonardo Vitorino, do Al Gharafa, um dos times mais tradicionais do Qatar.

 “O sonho do futebol do Qatar continua e, para todos nós que trabalhamos no País, é imensamente positivo esse objetivo estar dando continuidade, justamente nas mãos de um treinador brasileiro. Aliás, mais uma vez, o futebol brasileiro está bem representado no Mundo Árabe com as classificações de Iraque e Qatar na próxima fase, sob os comandos de Zico e Paulo Autuori, respectivamente”, acrescenta Leonardo.

 Na sequencia das Eliminatórias Asiáticas, as seleções serão divididas em dois grupos, que serão formados através de um sorteio. O primeiro e o segundo colocados de cada chave garantirão automaticamente a vaga para a Copa do Mundo, enquanto os dois terceiros medirão forças em uma repescagem, cujo vencedor enfrentará o quinto colocado da América do Sul na disputa da última vaga.

 “Acredito que, a partir de agora, os jogos continuarão sendo muito difíceis, mas essa passagem de fase mostra que o trabalho que está sendo feito por todos segue um caminho certo. Isso faz com que os jovens que jogam nas bases de todos os clubes sonhem em chegar um dia a um Mundial”, finaliza Vitorino.

Foto: Divulgação/ASE

 

 

A matéria postada do nosso amigo Jorge Costa sobre a estréia dos 12 maiores artilheiros do Botafogo é uma deliciosa nostalgia que nos leva ao túnel do tempo. Era um período romântico, onde o futebol era jogado com arte e amor, muito diferente dos dias atuais.

Então, diante desse trabalho de pura pesquisa quero apenas postar fotos do Botafogo, que tenho. Na foto de 1953, uma curiosidade: todos os jogadores assinaram os seus nomes. Mesmo não sendo botafoguense, quero homenagear esse clube querido e Glorioso. Sem mais delongas abaixo estão às fotos:    

 

Botafogo de 1939

 

Botafogo de 1950

 

Botafogo de 1953

De pé: Gérson, Gílson, Nílton Santos, Araty, Bob e Juvenal;

agachados: Braguinha, Dino, Geninho, Zezinho e Jayme
 
 
 

Botafogo de 1962

De pé: Paulistinha, Manga, Jadir, Nilton Santos, Airton e Rildo;

Agachados: Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo Possesso e Zagallo. 

 

Heleno de Freitas

 

Sede do Club de Regatas Botafogo - Anos 10

 

PS: A foto de 1939 não consta a escalação por falta de tempo. Catei as fotos no jornal e só essa não possuía o time posado. Então, aos alvinegros que desejarem colaborar com o nome dos jogadores para postar é só informar que eu acrescentarei com prazer. Abraços.     

Fotos: Arquivo do Jornal dos Sports

 

Catalogando o EC São José, do Distrito de Goytacazes, de Campos dos Goytacazes, clube de funcionários da Usina São José, que tinha o apoio financeiro da propria Usina. Fundado em 1938, disputou vários campeonatos campista, obtendo seu unico título em 1952. Alguns destes campeonatos foram classificatório para o campeonato fluminense na decada de 50 e 60.

 

Fontes: RSSSF e blog do futebol campista

(*)  O desenho do modelo utilizado para representar o uniforme foi redesenhado do “Guia Oficial 2009 do Campeonato Paulista”, do editor Rodolfo Kussarev.

 

 

COPA RIO SUB 17

 A Copa Rio Sub-17 (categoria juvenil) teve o pontapé inicial nesta quinta-feira (1º/03/12), com uma chuva de gols. Nos 14 jogos, saiu um total de 64 gols, o que dá a excelente média de 4,6 gols por partida. Destaques para as goleadas do Bahia, Vasco, Macaé Esporte, Corinthians Paulista, Coritiba, Botafogo e Inter-RS.

Pelo Grupo G, o Vasco da Gama não encontrou maiores dificuldades para derrotar, m o ECPP Vitória da Conquista (BA) por 6 a 0, no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, em São João da Barra. 

Fazendo valer seu bom entrosamento, o time cruzmaltino começou a construir o resultado em dois minutos. Aos 27, aproveitando cruzamento da esquerda, Tales arrematou sem chances para o goleiro baiano e, aos 28, Danilo invadiu a área após receber passe pelo meio e bateu forte no canto esquerdo.

Na etapa final, em onze minutos, o Vasco decretou a goleada com mais dois gols de Tales, outro de Danilo e um de Renan. As duas equipes voltam a campo nesta sexta-feira (02/03/12). A equipe vascaína enfrentará o Coritiba e o Vitória da Conquista mede forças com o Esporte Clube São João da Barra.

Vasco da Gama             6          x         0          Vitória da Conquista

 Local: Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, em São João da Barra.

 VASCO: Brenner, Richard (Foguete), Bruce, Lucas Jean e Loran (Hugo); Renan Casemiro, Marcio (Lucas), Cunha e Danilo; Daniel (Caio) e Thales. Técnico: Tornado.

 VITÓRIA DA CONQUISTA:  Gonzáles, Victor, Tiago, Valter e Mateus (Lucas); Ícaro, Yuri, Gabriel (Iago) e Tales (Gerson); Douglas e São Paulo. Técnico: Willian Sousa.

 

Audax Rio bate o Bangu

Foi suado, mas o Audax conseguiu vencer na estréia da Copa Rio Sub-17, na manhã desta quinta-feira, no estádio Arthur Sendas, em São João de Meriti. O resultado positivo sobre o Bangu veio somente aos 47 minutos da etapa final.

Após estar perdendo por 2 a 0 até o início do segundo tempo, o Audax teve forças para virar a partida e conquistar três pontos importantíssimos na disputa pela classificação do grupo C. No jogo preliminar, o Grêmio venceu o Fluminense por 4 a 2, também de virada.

Nesta sexta-feira, às 09 horas, teremos o confronto entre Bangu e Fluminense. No jogo de fundo, o confronto entre os ganhadores desta primeira rodada: Audax x Grêmio/RS.

O gol que deu início à reação foi marcado por Mayron. Depois de uma boa triangulação ofensiva, Jordão deu um ótimo passe para o atacante, que substituiu Rodrigo Luciano, machucado, tocar para o gol.

 O Audax continuou pressionando e logo conseguiu o empate com Gabriel Viola, em um chutaço de fora da área. A partida ficou aberta, com os dois times tendo chances de marcar, mas aos 47 minutos veio o gol salvador. Mayron cobrou falta lateral na área e Matheus Trindade cabeceou firme para o fundo das redes. Final: Audax 3 a 2 Bangu.

 

 Demais resultados da 1ª Rodada nesta quinta-feira (1º/03/2012):

Fluminense (RJ)                 2          X         4          Grêmio (RS) – Estádio Artur Sendas, em São João de Meriti (Baixada Fluminense-RJ) 

Audax Rio (RJ)                   3          X         2          Bangu (RJ) – Estádio Artur Sendas, em São João de Meriti (Baixada Fluminense-RJ)            

 Bahia (BA)                           9          X         0          Tarumã (AM) – Estádio Paulo Fernandes, da Colina (Royal Sport Club), em Barra do Piraí (Sul Fluminense-RJ) 

Royal Sport Club (RJ)        2          X         4          Flamengo (RJ) – Estádio Paulo Fernandes, da Colina, em Barra do Piraí (Sul Fluminense-RJ)

 Macaé Esporte (RJ)          5          X         1          Serra Macaense (RJ) – Estádio Municipal do Frade, em Macaé (Norte Fluminense-RJ)

Figueirense (SC)                1          X         3          Palmeiras (SP) – Estádio Municipal do Frade, em Macaé (Norte Fluminense-RJ)

 Corinthians (SP)                5          X         0          Santos de Porto Velho (RO) – Centro de Treinamento do Volta Redonda FC (Sul Fluminense-RJ)

Volta Redonda (RJ)                      1          X         0          Cruzeiro (MG) – Centro de Treinamento do Volta Redonda FC (Sul Fluminense-RJ) 

Vasco da Gama (RJ)         6          X         0          Vitória da Conquista (BA) – Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, em São João da Barra (Norte Fluminense-RJ)

São João da Barra (RJ)     0          X         4          Coritiba (PR) – Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, em São João da Barra (Norte Fluminense-RJ)

 Botafogo (RJ)                     3          X         0          Vilavelhense (ES) – Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo (Região Serrana-RJ)

Friburguense (RJ)              0          X         3          Internacional (RS) – Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo (Região Serrana-RJ)

 Atlético Mineiro (MG)        3          X         1          Vitória (BA)   – Estádio Municipal Antônio Corrêa, em Itatiaia (Sul Fluminense-RJ)

Resende FC (RJ)                1          X         1          Itatiaia (RJ) – Municipal Antônio Corrêa, em Itatiaia (Sul Fluminense-RJ) 

 

Fotos: Fábio Menezes

 

JOGOS INTERNACIONAIS DA FERROVIÁRIA NA FONTE LUMINOSA
O time principal da Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara realizou quatro partidas internacionais no estádio Dr. Adhemar Pereira de Barros (Fonte Luminosa).

Primeiro jogo internacional na Fonte:

Ferroviária 4 x 0 A.C. Napoli (Itália)
Dia 9 de junho de 1968, domingo à tarde
Árbitro: Oscar Scolfaro (FPF)
Renda: NCr$ 120.000,00
Expulsão: Teodoro (AFE), 35’ do 2º tempo
Gols: Bebeto, 28’ do 1º tempo; Zé Luís, 10’, 19’ e 26’ do 2º tempo
Ferroviária: Machado; Baiano, Fernando, Rossi e Fogueira; Bebeto (Teodoro) e Bazzani; Valdir, Maritaca (Zé Luiz), Téia e Pio. Técnico: Diede José Gomes Lameiro (despediu-se neste jogo).
Napoli: Gumman; Michele, Pogliano (Nardini), Zulini e Girardo (Montefusco); Stente e Cané; Orlando, Bianchi, Di Giacomo e Bortavi.
Notas: Amistoso em comemoração ao bicampeonato do interior (1967/68) e a consequente conquista, pela segunda vez, do Troféu Folha de São Paulo. O Napoli era, na ocasião, o vice-campeão da Itália. Os afeanos receberam as faixas de bicampeões do Interior Paulista das mãos dos jogadores napolitanos. Antes deste jogo, o Napoli havia jogado em São Paulo contra o Palmeiras (1 x 1) e em Campinas, contra a Ponte Preta (1 x 1). A delegação napolitana se hospedou na Usina Morganti, gentilmente cedida pela família Morganti. Na noite de 7/6/68, a delegação do Napoli foi recepcionada na Agência do Consulado Italiano em Araraquara, residência do dr. Boaventura Gravina, com um coquetel, por volta das 18 horas. Às 19h, no Restaurante Internacional, na Fonte Luminosa, foi servido um banquete ao pessoal visitante.

Segundo jogo internacional na Fonte:

Ferroviária 3 x 1 Seleção da Coreia do Sul
Dia 3 de fevereiro de 1971, quarta-feira (noite)
Árbitro: José de Oliveira (FPF)
Renda: Cr$ 2.056,00
Ferroviária: Getúlio (Carlos Alberto); Baiano (Mariani), Fernando, Ticão e Zé Carlos; Ademir e Bazzani (Muri); Buião, Nicanor (Zé Luiz), Lance e Nei. Técnico: Almeida.
Coreia do Sul: Yonn; Chol, Che, Mo, Ky Wok e Hokim; Hi Kyo e Ye Chon; Soo Duk, The Tank, Chung e Kyu Poong.

Terceiro jogo internacional na Fonte:

Ferroviária 1 x 0 Casale (Itália)
Dia 1 de julho de 1975, terça-feira (noite)
Árbitro: Theobaldo Roberto Alves dos Santos (Liga Araraquarense de Futebol)
Gol: Vagner, 25’ do 1º tempo
Ferroviária: Sérgio (Lula); Marinho, Mauro (Sérgio Miranda), Ticão e Zé Carlos (Maurício); Helinho (João Carlos) e Laerte (Palhares); Freitas, Vagner, Reinaldo e Adílson. Técnico: Vail Mota.
Casale: Trombin; Gilardino, Girino (Pelegrini), Fait e Depertrini; Morronjo e Bosca; Cordioli, Trevisan (Grillo), Catarci e Polvar.
Nota: A equipe italiana Associazzone Calcio Jr. Casale, da cidade de Casale Monferrato, se sagrara campeã da Segunda Divisão e recebera como prêmio a viagem para excursionar pelo Brasil.

Quarto jogo internacional na Fonte:

Ferroviária 1 x 1 Seleção Pré-Olímpica de Cuba
Dia 14 de abril de 1988, quinta-feira, 21h
Finalidade: Amistoso em comemoração ao aniversário (38 anos) da AFE
Árbitro: Adriano Tito Corrêa (FPF)
Renda: Cz$ 120.800,00
Público: 702 pagantes e 202 menores
Gols: Américo Luiz (contra), 39’ do 1º tempo para a AFE; Piedro, 25’ do 1º tempo para Cuba
Ferroviária: Pavão; Wallace, Mauro Pastor (Léo), Nenê Cardoso e Julimar (Nonoca); Helinho, Betão e Meinha (Nandinho); Toquinho (Tim), Jones e Valdo (Valdecir). Técnico: Sérgio Clérice.
Seleção Pré-Olímpica de Cuba: Argulez; Américo Luiz (Plácido), Delgado, Caro e Rodríguez; Rivero (Palmero), Isaac e Ramón (Saez); Raimundo García, Piedro e Carlos González.

FONTES:
Arquivo do Professor Antônio Jorge Moreira (Museu do Futebol e Esportes de Araraquara – Arena Fonte Luminosa);
CIRINO, Luís Marcelo Inaco ; Fonte Luminosa – Ferroviária; Pontes, 2005.
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

01 – Quarentinha
Waldir Cardoso Lebrego
Nascimento: 15/09/1933 / Belém (PA)
Gols: 308

BOTAFOGO (RJ) 5 x 1 SÃO PAULO (SP)
Data: 26 / 06 / 1954
Torneio Rio-São Paulo
Local: Estádio do Maracanã
Árbitro:Juan Carlos Armenthal
Gols: Dino (2), Carlyle, Paulinho, Quarentinha ; Gino
BOTAFOGO: Gílson (Pianovisky), Gérson e Bulau; Bob, Ruarinho e Juvenal; Garrincha, Quarentinha, Dino, Carlyle e Neyvaldo (Paulinho)/Técnico: Gentil Cardoso
SÃO PAULO: Poy, Clélio e De Sordi; Pé-de-Valsa, Vítor e Turcão; Haroldo (Aldo), Marucci (Lanzoninho) (Nilo), Rodrigo, Gino e Canhoteiro / Técnico: Jim Lopes
Nota: Dino, De Sordi e Carlyle foram expulsos.

02 -Carvalho Leite
Carlos Antônio Dobbert de Carvalho Leite.
Nascimento: 26/05/1912 / Niterói (RJ)
Gols: 273

BOTAFOGO (RJ) 4 X 2 COMBINADO DA AMEA (RJ)
Data: 14/09/1929
Amistoso Estadual
Local: Estádio das Laranjeiras
Gols: Juju (2), Burlamaqui e Paulinho
BOTAFOGO: Germano, Alemão e Fernando; Canalli, Ariel e Burlamaqui; Álvaro, Paulinho, Juca da Praia, Carvalho Leite e Juju.

03 – Garrincha
Manoel dos Santos
Nascimento: 18/10/1933 / Magé (RJ)
Gols: 245

BOTAFOGO (RJ) 5 X 1 CANTAGALO (RJ)
Data: 28/06/1953
Amistoso Estadual
Local: Cantagalo (RJ)
Gols: Ariosto (2), Orlando Vinhas, Geraldo e Jarbas; Osmar
BOTAFOGO: Amaury, Orlando Maia e Floriano; Britto, Bulau e Calico; Garrincha (Jarbas), Geraldo, Ariosto, Orlando Vinhas (Rubinho Gomes) e Braguinha (Jorginho Santos) / Técnico: Paulo Amaral.

04- Heleno
Heleno de Freitas
Nascimento: 20/02/1920 / São João Nepomuceno (MG)
Gols: 209

BOTAFOGO (RJ) 1 x 5 SAN LORENZO (ARG)
Data: 21/12/1939
Amistoso Internacional
Local: Estádio São Januário / Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Eduardo Forte
Gols: Cesar 16/2º; Langara 35 e 40/1º, Langara 15, Brettini 25 e Langara 44/2º
BOTAFOGO: Aimoré (Humberto), Graham Bell e Nariz, Procópio, Zezé e Canalli, Álvaro, Heleno (Martim (Cesar)), Carvalho Leite, Perácio e Patesco.
SAN LORENZO: Gualco, Tersolo e Gonzalez, Zubieta, Farias e Colombo, Fattoni, Valdemar (Brettini), Langara, Ballesteros e Nunez.

05 – Jairzinho
Jair Ventura Filho
Nascimento: 25/12/1944 / Rio de Janeiro (RJ)
Gols: 186

BOTAFOGO (RJ) 3 X 1 INDEPENDIENTE – SANTA FÉ (COL)
Data: 15/08/1962
Amistoso Internacional
Local: Nemesio Camacho / Bogotá
Árbitro: Jesús Lires López
Gols: Reznik “Rozo” 02/1º; Garrincha 13/1º, Amarildo 13 e Amoroso 20/2º
BOTAFOGO: Manga, Joel, Zé Maria, Nílton Santos e Rildo; Ayrton (Édison) e Didi; Garrincha, Quarentinha (Jairzinho, depois Amoroso), Amarildo (Canavieira) e Zagallo.
INDEPENDIENTE: Montana, Garcia, Mousehne, Pegnoti e Tovar, Juarez e Perasso, Gonzalez, Borrero, Reznik e Lencina.

06 – Nilo
Nilo Murtinho Braga
Nascimento: 03/04/ 1903 / Rio de Janeiro (RJ)
Gols: 184

BOTAFOGO (RJ) 2 x 0 BANGU (RJ)
Data: 07/12/1919
Campeonato Carioca
Local: Rua Ferrer /Bangu / Rio deJaneiro
Árbitro: Álvaro Galvão Bueno
Gols: Carlito Rocha e Joppert
BOTAFOGO: Oliveira, Monti e Nestor; Edgard Dutra, Carlito Rocha e Police; Moacyr, Petiot, Joppert, Luiz Menezes e Nilo.
BANGU: Mattos, Emílio e Leitão; Joppert, Claudionor “Bolão” e Luiz Antônio; Alberto, Waldemiro, Patrick, Luiz e Juca.

07 – Octávio
Octávio Sérgio da Costa Moraes
Nascimento: 09/07/1923 / Belém (PA)
Gols: 171

BOTAFOGO (RJ) 3 X 3 AMÉRICA (RJ)
Data: 24/03/1943
Torneio Relâmpago
Local: Estádio São Januário / Rio de Janeiro
Árbitro: Francisco Trindade
Gols: Geninho 03 e 40 e Octávio 28/2º; Nelsinho 13, Esquerdinha penalt 20 e Lima 44/1º
BOTAFOGO: Ari (Aimoré), Caieira e Dunga, Rui, Santamaria (Hélio) e Zarci (Santamaria), Afonsinho, Gonzales, Heleno), Otávio (Geninho) e Renê (Otávio)
AMÉRICA: Osni, Benedito e Gritta, Itim (Oscar), Domício e Laxixa, Nelsinho, Carola (Lima), Cesar, Lima (Maneco) e Esquerdinha.

08 – Túlio
Túlio Humberto Pereira da Costa
Nascimento: 02 / 06 / 1969 / Goiânia (GO)
Gols: 159

BOTAFOGO (RJ) 6 x 0 AMÉRICA (RJ)
Data: 30/01/1994
Campeonato Carioca
Local: Estádio Caio Martins
Árbitro: Jorge Emiliano “Margarida”
Gols: Túlio (3), Regílson, Roberto Cavalo e Marcelo Costa
BOTAFOGO: Wagner, Eliomar, André Santos, Márcio Borges e André Duarte;
Nélson, Roberto Cavalo (Bob), Dedé e Regílson; Róbson (Marcelo Costa) e
Túlio / Técnico: Dé, o “Aranha”.
AMÉRICA: Vítor, Leonardo, Tino, Marcelo Vaz e Vanderlan; Rogério
(Carlinhos), Luisinho, Brandão (Gilberto) e Biro; Sandro e Joélton / Técnico:
Washington Ribeiro.

09 – Roberto
Roberto Lopes de Miranda
Nascimento:31/07/1943 / São Gonçalo (RJ)
Gols: 154

BOTAFOGO (RJ) 2 X 2 OLARIA (RJ)
Data: 22/07/1962
Local: Estádio do Maracanã / Rio de Janeiro
Árbitro: Frederico Lopes
Renda: Cr$ 1.782.526,00
Gols: Amarildo 25 e Didi 35/2º; Cané 35/1º e Valter 38/2º
BOTAFOGO: Manga, Joel, Zé Maria e Rildo; Airton e Nilton Santos; Roberto, Didi, Amoroso, Amarildo e Zagalo / Técnico: Marinho Rodrigues
OLARIA: Ernani, Murilo, Navarro e Casemiro; Nelson e Haroldo; Valter, Cané, Rodarte, Valdemar e Romeu /Técnico: Duque

10 – Dino
Dino da Costa
Nascimento: 01/08/1931 / Rio de Janeiro (RJ)
Gols: 144

BOTAFOGO (RJ) 3 x 0 MADUREIRA (RJ)
Data: 14 / 04 / 1951
Torneio Municipal
Local: Estádio Proletário – Bangu / Rio de Janeiro
Árbitro: Pedro da Fonseca Mota.
Gols: Dino, 09/1º e Dino 25/2º, Walter 20/1º
BOTAFOGO: Matarazzo, Jorge e Floriano, Arati (Brito), Carlito (Adão) e Bob, Mangaratiba (Geraldo), Geraldo (Quissamã), Dino, Baduca e Valter.
MADUREIRA: Paulista, Bitun e Weber, Djalma, Anel..( Cardoso) e Hélio, Valter, Mineiro, Cardoso (Jorge), Evaristo e Alcebíades ( Abílio).

11 – Amarildo
Amarildo Tavares Silveira
Nascimento: 29/07/1939 / Campos (RJ)
Gols: 136

BOTAFOGO (RJ) 2 x 2 CANTO DO RIO (RJ)
Data: 01/11/1958
Campeonato Carioca
Local: Estádio do Maracanã
Renda: Cr$ 205.016,00
Árbitro: Gualter Gama de Castro
Gols: Quarentinha e Garrincha; Santos e Pinheirinho
CANTO DO RIO: Pedro, Luciano, Ricardo e Floriano; Iberê e Dodoca; Caboclo, Pinheirinho, Paulinho, Santos e Quincas / Técnico: Ely do Amparo.
BOTAFOGO: Ernâni, Cacá, Domício e Nilton Santos; Pampolini e Ronald; Garrincha, Amarildo, Paulinho, Edson e Quarentinha / Técnico: João Saldanha.

12 – Paulinho
Paulo Valentim
Nascimento: 20/11/1932 / Barra do Piraí (RJ)
Gols: 135

BOTAFOGO (RJ) 6 x 2 SOCIAL (MG)
Data: 05 /08 /1956
Amistoso Interestadual
Local: Estádio José Maia – Oliveira (MG)
Árbitro: Reinaldo Serra
Gols: Paulinho Valentim, Garrincha, Alarcón, Pampolini, Rodrigues e Mário
; Hélio do Social (2)
BOTAFOGO: Amaury, Thomé e Rubens Bimba (Nílson Santos); Orlando Maia, Bob (Pampolini) e Bauer; Garrincha, João Carlos (Mário), Paulinho Valentim,
Alarcón e Rodrigues (Hélio) /Técnico: Zezé Moreira.
SOCIAL: Bibi, Donino e Donaldo; Adão, João Paulo e Guido; Pepita, Lézio,
Hélio, Mauro e Panaca.
Nota: Jogo festivo pelas reformas no estádio de Oliveira.

Fontes:
- http://datafogo.blogspot.com/2010/09/nilo-murtinho-um-grande-goleador.html
- http://botafogoacontece.blogspot.com/2010/06/estreia-de-heleno-de-freitas-no.html
- http://mundobotafogo.blogspot.com/2008/08/os-maiores-artilheiros-do-clube.html
- www.lojabotafogojf.com.br/material/artilheiros-times.pdf
- http://grandescraques.blogspot.com/2011/03/vol-vi-carvalho-leite.html
- http://oarietenanet.blogspot.com/2011/01/canavieira-o-melhor-entre-os-melhores.html
- www.sosumulas.blogspot.com
- www.bangu.net
- Acervo JB
- Acervo pessoal

Protegido: ATERRADO DE ALÉM PARAÍBA (MG)

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mar 012012
 

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