Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 


O “Madrugada Esporte Clube” de São Carlos, fundado em 17 de janeiro de 1974 e disputou o Campeonato Paulista de Futebol da Série A3 de 1975 com o escudo acima.

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

Protegido: SPORTE CLUB ANADIA (AL)

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mar 292012
 

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No campo da Rua Paysandu foi realizado um Festival Esportivo promovido pelo Rio Auto F.C..

Abaixo as súmulas dos 2 jogos realizados neste festival.

FLAMENGO (RJ) 2 X 0 SÃO CRISTOVÃO (RJ)
Data: 11/03/1928
Amistoso Interestadual
Local: Campo da Rua Payssandu
Árbitro: Homero Baptista (Andaraí)
Gols: Edison 05 e Newton 32/1º
FLAMENGO: Pinheiro; Eurico e Herminio; Benevenuto, Quimquim
e Rubem: Newton, Alceu, Edison, Agenor e Moderato.
SÃO CRISTOVÃO: Balthazar; Zé Luiz e Olavo: Julio, Henrique e Ernesto; Tinduca, Renato Vinhas (Bahianinho), Joãozinho, Vicente e Theófilo.
Nota: Festival esportivo promovido pelo Rio Auto F.C. no Campo da Rua Payssandu.

MUNICIPAL (RJ) x ENGENHO DE DENTRO (RJ)
Data: 11/03/1928
Amistoso Interestadual
Local: Campo da Rua Payssandu
Árbitro: João Luiz Ferreira(Flamengoí)
Gol: Lúcio
MUNICIPAL: Jasy, Luiz e Elias, Hermes, Quadros e Dito; Zé Maria,
Waldemar, Álvaro, Manoel e Caetano.
ENGENHO DE DENTRO: Arlindo, Gunga e Ernani; Aly, Villa e Varejão; Waldemar, Rola, Nonô, Hildebrando e Lucio.
Nota: Festival esportivo promovido pelo Rio Auto F.C. no Campo da Rua Payssandu.

Fonte: O Paiz

 

  

  O Tupi Futebol Clube, fundado em 1930, é um dos clubes mais tradicionais do Bairro Tupi, na Cidade de Piracicaba, no Interior Paulista. O time disputa a Liga Piracicabana de Futebol (LPF), onde já conquistou um título: 1980 e uma segunda colocação em 2002, atrás apenas do campeão Expressinho Futebol Clube.

 
 
Por: Dilson Braga
 
Foi buscando prestígio e inovando nos métodos aplicados pelos dirigentes dos clubes varginhenses da época, que a diretoria do Fluminense, Walabonso Nogueira, Targino Nogueira, João Urbano e Evaristo Carvalho, procuraram montar um time para brigar pelo título de 1940.
A grande atração e favorito disparado era a equipe do Navarra Esporte Clube, que patrocinado pela grande empresa local, Navarra & Irmãos, por decisão de Francisco Navarra que desejava montar um time imbatível.
Contratou jogadores profissionais, de gabarito e surpreendeu a todos os habitantes formando assim, a primeira equipe profissional da história do futebol em Varginha. Este time do Navarra contava com jogadores importantes, como Jaime de Almeida, Quirino, Bibi e Luiz Borracha, que brilharam depois, no Flamengo do Rio e também convocados para a Seleção Brasileira.
O Navarra passou a vencer com facilidade, todos os seus jogos. Os adversários cairam no desânimo, pois era praticamente impossível vencer aquele esquadrão. Mas veio a surpresa: Quando enfrentou o Flamengo, o Navarra foi derrotado pela primeira vez e, Francisco Navarra, presidente do Clube, revoltado com a derrota, dispensou toda a equipe na segunda-feira.
Disputaram o campeonato de 1940, além de Fluminense e Navarra: Avea, Sulamérica, Brasil e o Flamengo.
Antes da decisão, ou seja, com 48 horas de antecedência, o clima estava tenso. Quem seria o campeão de 1940, AVEA ou Fluminense?
Odilon (dirigente do AVEA) foi até Campinas(SP) e trouxe vários jogadores, entre eles Alegrete para formar a zaga com o grande Hélio Lúcio. Enquanto isso, os dirigentes do Fluminense não deixaram por menos. Foram até Belo Horizonte e trouxeram Pituca e Zé Maria, reforços para a final.
Foi um jogão, e a festa completou-se com o Fluminense campeão. Passeatas pelas ruas da cidade e um belíssimo foguetório completaram a comemoração do título de Campeão Municipal de Varginha em 1940.
 
 
FLUMINENSE FC - CAMPEÃO DE 1940. (Foto acima) Da esquerda para a direita: Luiz (Alfenas), Bituca, Zé Maria, Pedro Magro, Tião Cabeludo, Camilinho, Geraldo Melo, Carlito, Nelson Scadaferri, Manoelão, Jair Santana e Tampinha.
 
Foto: Dilson Braga
 

Guarani completa 100 anos atolado em dividas, único time do interior a ganhar o Campeonato Brasileiro, faz 100 anos abalado por denuncias e vexames. No dia em que completa 100 anos, o Guarani não tem o que comemorar. O time de Campinas, único do interior a conquistar um Brasileiro, em 1978, coleciona vexames o ultimo feito do clube responsável por revelar, entre outros talentos, o atacante Careca e o meia Neto, aconteceu em 1994, quando chegou às semifinais do Nacional. Depois disso, foram 17 anos convivendo com rebaixamentos – um total de sete – e com denuncias de corrupção e de má gestão. Em fevereiro deste ano, a Justiça condenou o ex-presidente José Luiz Lourencetti, à frente do Guarani de 1999 a 2006, a indenizá-lo em R$ 3 milhões por danos morais. Se nos bastidores o clima é tenso, o time montado para o centenário em nada ajuda a confortar os torcedores. O estádio do Guarani, é motivo para o clima de disputa política. A diretoria vê a venda do Brinco de Ouro como solução para reerguer o clube. O presidente do Guarani, Leonel Almeida Martins de Oliveira, viajou a Portugal em 2010 com passagens pagas por um advogado intermediava a negociação com um grupo europeu interessada na compra da arena. A justificativa é a de que o dirigente foi até a cidade do Porto para conhecer as instalações do Estádio do Dragão, construído com a participação do grupo que pretendia adquirir o Brinco de Ouro.

Curiosamente, é Lourencetti, opositor da atual gestão, quem avaliza as passagens que levaram Leonel e sua mulher a Portugal, de acordo com os documentos a que a Folha teve acesso.

Segundo o antigo mandatário, uma infeliz coincidência, já que a agencia em que foram comprados os bilhetes pertence a um parente dele. Leonel Oliveira passou 22 dias em Portugal, entre junho e julho do ano passado. Procurado pela reportagem, o presidente bugrino se recusou a responder às perguntas. Mas, em carta endereçada aos torcedores do time, admitiu que, na viagem, uniu “trabalho em prol do Guarani e merecido lazer”.

As passagens no valo de R$ 13.467,51, foram pagas pelo advogado Ledo Garrido Lopes Júnior, que não crê em conflito de interesses ao bancar a viagem do cartola. “Não posso onerá-lo (Leonel) para ver algo que quero que ele conheça”, afirmo Lopes Júnior. Segundo ele, a empresa que representa não negocia mais com o clube.

VENDA DA ARENA É VISTA COMO ÚNICA SALVAÇÃO.

A venda do estádio Brinco de Ouro está próxima de ser efetuada, segundo dirigentes do Guarani. “É a única forma de salvar o clube”, afirma o vice Jurandir Assis. “Estamos sempre com problemas. Tudo está penhorado, nosso patrimônio, nossas receitas”, diz. O negocio é uma permuta e, em troca do Brinco de Ouro – que ocupa uma área de 90 m2 na porção mais valorizada de Campinas – o Guarani quer um novo estádio, um centro de treinamento e um clube social, além da quitação de todas as dividas, hoje em R$ 120 milhões.

GUARANIS, OS ÍNDIOS, NUNCA TIVERAM CONTATO COM O CLUBE.

Os índios guaranis que vivem em São Paulo jogarão seu futebol alheiros à data que este celebra o centenário da equipe campineira de mesmo nome. Segundo a FUNAI, há cerca de 1.500 índios dessa etnia no Estado. Eles, como os brancos, adoram futebol. E, mesmo próximos fisicamente, estão distantes do clube. A influencia guarani no nome do time é indireta. Em 1911, jovens campineiros fundaram o clube e, para homenagear o maestro Carlos Gomes, que nasceu lá, batizaram o time com o nome da principal composição do músico, a ópera “O Guarany”, baseada em romance de José de Alencar. Em São Paulo, há quatro aldeias guaranis no extremo sul da cidade. Nos campos improvisados de futebol, os índios jogam entre si. Duelos contra a comunidade externa são mais raros.

“Não temos muita habilidade”, admite Olívio Jekupe, presidente da associação que representa a aldeia. “Mas, se o jogo tivesse quatro horas, sempre ganharíamos. Temos mais fôlego.” No futebol profissional, uma iniciativa sem precedentes fundou o clube Gavião Kyikatejê, formado exclusivamente por jogadores e comissão técnica indígenas. Ele chegou a disputar a segunda divisão do Paranaense. “Em todas as aldeias por onde passei do Rio Grande do Sul ao Pará, sempre havia uma bola”, diz o doutorado e em antropologia Almires Machado, que é guarani. Entre os guaranis paulistanos, o futebol se transformou no principal meio de lazer. Na aldeia, sempre é relembrado o feito mais importante da equipe: vencer o time de juvenis do São Paulo – o clube do Morumbi faz ações sociais com os índios. Olívio Jekepe conta que, em 2007, os tricolores jogaram um amistoso contra a seleção local e perderam por 4 a 1. Quando se apresenta, a equipe guarani usa uniforme do São Paulo, presente dos amigos brancos. Já o Guarani de Campinas não tem noticia de qualquer apresentação com os guaranis. Sobre convidá-los para os festejos do centenário, o clube considerou ser apenas

“uma ótima idéia.”

Fonte: Folha de São Paulo de 2011.

 

 

Vila São Luiz Futebol Clube foi um clube da Cidade de São João de Araras, Interior Paulista.  O Pantera Varzeano (alcunha do Vila) foi fundado num sábado, do dia 20 de outubro de 1956. Atualmente o time está extinto.

A foto acima o time do Vila São Luiz Futebol Clube posado, em 1962:
Em pé (esquerda para a direita):  Belon, Moacir, Vagner, Flavinho, Paulo e Baraldi. Agachados: Orlando, Zé Pedro, Melari, Biaggio, Zé Lucrédio.

Foto: Marcelo Valem

Protegido: RIACHO VERDE DE TAQUARANA (AL)

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mar 282012
 

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 O Dracena Futebol Clube foi fundado em 02 de julho de 1948, na cidade de Dracena, no Interior Paulista. O Alviverde dracenense possui um histórico de 27 participações, nas divisões de acesso, sendo que a sua  estreia aconteceu em 1960 quando disputou o Campeonato Paulista da Quarta Divisão. Depois, entre 1961 a 1967 o Dracena participou de forma consecutiva a Terceira Divisão da época, em 1968 disputou a Quarta Divisão. 

Após um período de ausência, o Dracena FC, retornou em 1973 a disputar um campeonato de acesso, organizado pela Federação Paulista de Futebol (FPF). Competição está que disputou até 1976, caindo nos anos seguintes para Quarta e Quinta divisões do estadual. Em 1981 voltou a figurar na Terceirona. O destaque fica para as campanhas de 1982 a 1985, quando o clube disputou a Segunda Divisão Paulista (atual Série A2). Foram quatro participações seguidas.

De 1976 a 1991 a equipe disputou novamente a Terceira Divisão. Seu último ano como profissional, disputando as categorias de acesso, foi 1994, ao participar da Quinta Divisão Paulista (Série B2).

 O Dracena Futebol Clube foi uma das equipes do interior que mais tempo permaneceu no difícil Campeonato Paulista representando uma cidade com modestos 45 mil habitantes. Um feito notável, mesmo para uma agremiação que não conquistou nenhum título estadual.

 

    Em pé:  Mão de Onça, Garça, Flávio, Gumieirinho, Nenê, Veiga e Wilson; Agachados: Baixinho, Dema, Cipola, Rato e Ivan.

O Dracena Futebol Clube de 1960 (foto acima) debutou no futebol profissional, tendo uma equipe de respeito, que deu muita alegria e deixou saudades aos torcedores da época. Atualmente o futebol do clube encontra-se desativado.

 

Foto: Jornal Gazeta de São  Paulo

 

A Associação Atlética Vila Varela é um dos times mais tradicionais do município de Poá (SP). O clube fica localizado na Rua Marcelino Brunetti, 210, no Bairro da Vila Varela. Sobre a fundação da equipe, o nosso amigo André Mantins nos informa: segundo o estatuto do clube, a A.A. Vila Varela foi fundado em maio de 1957.

Quem souber de outras informações para agregar… É só teclar.

 

 

 O São Pedro Esporte Clube foi fundado em 1967 pela familia Moda, na cidade de São José do Rio Preto, no Interior Paulista. Ao logo dos anos sempre ficou marcada pela a qualidade dos times e tambem pela sua torcida.

O time chegou ao ápice no campeonato varzeano de 1994, onde conquistou o titulo de campeão municipal. Sob o comandado do presidente, o conhecido Pinga, o São Pedro voltou a levantar o caneco, ao faturar o Bi varzeanno em 2003.

Protegido: PIRACANJUBA ESPORTE CLUBE (GO)

 04. Artigos Andre Martins  Digite sua senha para ver os comentários.
mar 282012
 

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Protegido: COSMO DE ARAPIRACA (AL)

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mar 282012
 

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O Clube Atlético Taquaritinga, fundado em 1942, teve já na segunda temporada uma participação em competição oficial: no Campeonato do Interior. Por ser estreante, o “Leão da Araraquarense” saiu-se muito bem, chegando às semifinais e esbarrando no poderio do Guarani de Campinas, de quem levou sonora goleada no jogo de volta. Mas a campanha cateana foi de destaque, enchendo os taquaritinguenses de esperança.

Campanha do CAT no Campeonato do Interior/1943

1º jogo: Paulista de Araraquara 1 x 2 CAT

Data: 11 de julho de 1943

Gols do CAT: Dema (2)

Gol do Paulista: Sabino

CAT: Buck; Pelota e Carleto; Chico Carvalho, Dito e Moacir; Atlas, Nenê, Nelson Parise, Morano e Dema

Paulista: Zequinha; Lorico e Nengo; Bicudo, Roberto e Franklin; Ministrinho, Tidão, Sabino, Teleco e Camilo

2º jogo: CAT 2 x 1 Paulista de Araraquara

Data: 18 de julho de 1943

Árbitro: Paulo Dolci (de Araraquara)

Gols do CAT: Dema e Atlas

Gol do Paulista: Camilo

CAT: Buck; Adolfo e Luizinho; Chico, Dito e Moacir; Atlas, Morano, Nenê, Nelson Parise e Dema

Paulista: Zequinha; Lorico e Nengo; Bicudo, Roberto e Franklin; Ministrinho, Tidão, Teleco, Bianco e Camilo

3º jogo: Palestra F.C. (Rio Preto) 1 x 2 CAT

Data: 5 de setembro de 1943

Árbitro: Carlos Rustichelli

Gols do CAT: Nenê e Nelson Parise

Gol do Palestra: Baldassi

CAT: Armando; Adolfo e Luizinho; Dito, Odilon e Moacir; Atlas, Nenê, Nelson Parise, Tito e Dema

Palestra: Bob; Salim e Ciríaco; Ugo, Espanador e Ermínio; Maquininha, Baldassi, Zeca, Bonge e Peri

4º jogo: CAT 2 x 0 Palestra F.C. (Rio Preto)

Data: 12 de setembro de 1943

Árbitro: Jaime Janeiro Rodrigues

Gols: Tito e Nenê

CAT: Armando; Luizinho e Adolfo; Dito, Odilon e Moacir; Morano, Nelson Parise, Nenê, Tito e Lau

Palestra: Bob; Salim e Ciríaco; Ugo, Espanador e Ermínio; Maquininha, Baldassi, Zeca, Bonge e Peri

5º jogo: CAT 5 x 2 Rio Claro

Data: 19 de setembro de 1943

Árbitro: Edgard da Silva Marques

Gols: não disponíveis

CAT: Armando; Adolfo e Luizinho; Dito, Odilon e Lau; Atlas, Nelson Parise, Nenê, Tito e Dema

Rio Claro: Augusto; Carlos e Joaquim; José, Jaime e Caetano; Traiano, Domingos, Otacílio, Luiz e Fortunato

6º jogo: Rio Claro 4 x 2 CAT

Data: 26 de setembro de 1943

Gols do CAT: Atlas e Nelson Parise

7º jogo: Barretos 0 x 0 CAT

Data: Não disponível

8º jogo: CAT 2 x 0 Barretos

Data: não disponível

Gols: Nelson Parise e Dema

9º jogo: CAT 1 x 2 Guarani de Campinas (Semifinal)

Data: 24 de outubro de 1943

Árbitro: Paulo Garcia (F.P.F.)

Gol do CAT: Dema

10º jogo: Guarani de Campinas 9 x 0 CAT

Data: 31 de outubro de 1943

Resumo da participação do CAT no Campeonato do Interior, pela primeira vez em sua existência, em 1943

Jogos – 10; Vitórias – 6; Empates – 1; Derrotas – 3; Gols a favor – 18; Gols contra – 20; Saldo – (-2)

Nos amistosos, o CAT foi imbatível

Em 1943, o Clube Atlético Taquaritinga realizou 19 jogos amistosos. Excluindo-se o encontro contra o tricolor de Ribeirão Preto (Botafogo), cujo resultado não é conhecido, nas outras 18 partidas o CAT não perdeu. Venceu 11 jogos e empatou 7. Assinalou 57 tentos contra 20 sofridos, com um saldo expressivo de 37 gols.

Listagem dos amistosos, com os dados disponíveis:

14.02.1943 – CAT 2 x 0 Bandeirante de Cedral

Gols: Nelson Parise (2)

CAT: Armando; Luizinho e Adolfo; Dito, Odilon e Moacir; Atlas, Seo Chico, Nenê, Nelson Parise e Dema

21.02.1943 – Oeste de Itápolis 2 x 3 CAT

Gols do CAT: Nelson Parise (2) e Moacir (que acertou um possante chute, furando a rede)

CAT: Armando; Adolfo e Luizinho; Dito, Odilon e Moacir; Atlas, Seo Chico, Nenê (Lopes), Nelson Parise e Dema

07.03.1943 – CAT 7 x 1 São Paulo de Araraquara

Gols do CAT: Atlas (3), Nenê (3) e Dema

Árbitro: Romeu Amatuzzi

14.03.1943 – CAT 5 x 1 Atlético de Catanduva

Gols do CAT: Tatias (3), Dema e Atlas

Árbitro: Eustáquio Pozzetti

21.03.1943 – CAT 5 x 1 Uchoa  F.C.

Gols do CAT: Tatias (2), Seo Chico, Dema e Nelson Parise

Árbitro: Romeu Amatuzzi

04.04.1943 – CAT 2 x 2 C.E. Portland do Peru

Gols do CAT: Nenê e Atlas

10.04.1943 – A.A. Internacional de Limeira 1 x 1 CAT

Gol do CAT: Odilon

Árbitros: Romeu Amatuzzi e Gagliano Pagliuso

18.04.1943 – CAT 1 x 1 Botafogo de Ribeirão Preto

Gol do CAT: Nelson Parise

Árbitro: Eustáquio Pozzetti

01.05.1943 – CAT 2 x 1 Lapeaninho da Lapa (São Paulo)

Gols do CAT: Tatias (2)

02.05.1943 – CAT 3 x 1 Lapeaninho da Lapa (São Paulo)

Gols do CAT: Tatias (3)

16.05.1943 – CAT 5 x 1 Corinthians Jundiaiense

Gols do CAT: Tatias (3), Seo Chico e Morano

30.05.1943 – CAT 1 x 1 Rio Claro

Gol do CAT: Dema

27.06.1943 – CAT 4 x 1 C.A. Penhense de São Paulo

Gols do CAT: Atlas, Odilon, Nelson Parise e Baia

04.07.1943 – CAT 1 x 1 Matarazzo de Rio Claro

Gol do CAT: Odilon (de pênalti)

CAT: Buck; Luizinho e Adolfo; Dito, Nelson e Odilon; Atlas, Seo Chico, Baia, Nelson Parise e Dema

Árbitro: Eustáquio Pozzetti

25.07.1943 – CAT 4 x 0 Combinado de Araraquara

Gols: Nelson Parise (4)

14.11.1943 – CAT  x  Botafogo de Ribeirão Preto

Amistoso sem dados informativos

28.11.1943 – CAT 2 x 2 Rádio A.C. (Ribeirão Bonito-SP)

Árbitro: Eustáquio Pozzetti

12.12.1943 – CAT 7 x 1 Paulista de São Carlos

Gols do CAT: Poletti (3), Gagliano (2), Nelson Parise e Nenê

Árbitro: Romeu Amatuzzi

O CAT EM 1943

Jogos realizados – 29

Vitórias – 17

Empates – 8

Derrotas – 3

(Um resultado desconhecido)

Gols a favor – 75

Gols contra – 40

Saldo de Gols – 35

Com os gols conhecidos, eis os principais goleadores na temporada:

Nelson Parise, 15; Tatias, 13; Dema, 9; Atlas, 8 e Nenê, 7.

Fonte:
Revista do CAT – 1992 (CAT – 50 Anos – Sempre no Coração dos Taquaritinguenses), Hamilton Roberto Aiéllo

Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Perante regular concorrencia, no belo Estádio do Fluminense, a Associação Metropolitana do Esportes Athleticos realizou o seu festival esportivo.
A festa, cuja renda era destinada aos cofres sociais da entidade da Rua da Alfândega, foi interessante e obteve brilhante êxito, sendo as duas provas do football disputadas com entusiasmo.

Abaixo as súmulas dos jogos

AMÉRICA (RJ) 4 X 1 VASCO DA GAMA (RJ)
Data: 20/11/1927
Amistoso Estadual
Local: Estádio das Laranjeiras.
Árbitro: Edgar Gonçalves.
Gol: Aprígio(2), Gilberto e Hildegardo, Bolão.
AMÉRICA: Sylvio; Pennaforte e Hildegardo; Hermógenes, Floriano e Walter; Ripper, Gilberto, Aprígio, Mineiro (Ondino) e Celso.
VASCO: Kuntz; Hespanhol e Itália; Rainha, Nesi e Lino; Paschoal, Badu, Bolão, Barcellos e Álvaro.

BONSUCESSO (RJ) 5 X 3 SELEÇÃO DA 2ª DIVISÃO (RJ)
Data: 20/11/1927
Amistoso Estadual
Local: Estádio das Laranjeiras.
Árbitro:Fernando Gonçalves.
Gol: Lúcio, Rapadura, Alvarenga, Francisco e Lúcio; Py(2) e Albino
BONSUCESSO: Garcia, Alvarenga e Neves, Aniceto, Eurico e Waldemar,Antonio, Rapadura, Francisco, Almeida e Lúcio.
SELEÇÃO DA 2ª DIVISÃO: José (Everest), Albino (Fluminense-2º quadro) e Vairão (Independência), Zé Maria ( (Fluminense-2º quadro), Cláudio (Olaria) e Negrito (River), Py (Fluminense), Hamilton (Independência), Zéca (Everest), Joãosinho (River) e Ary (River)
Nota: O Bonsucesso foi o campeão da 2ª divisão da Amea.

Fonte: O Paiz

 

Projeto liderado pelo ex-craque português Luís Figo realizará cerimônia mundial no Brasil

O perfil do Dream Football no Facebook está recebendo até o dia 2 de abril (segunda-feira) o voto de internautas para escolher dois dos últimos três finalistas do Dream Football Awards. Quem quiser votar, deve acessar a plataforma do projeto na Internet – www.dreamfootball.com ou a página do Facebook da Dream Football (http://www.facebook.com/#!/Dreamfootball ) e escolher o seu vídeo favorito.

O Dream Football é uma iniciativa liderada pelo ex-craque Luís Figo que contempla uma série de ações de igualdade de oportunidades no futebol, utilizando o esporte mais popular do mundo como forma de potencializar sonhos e garantir o futuro de crianças que amam esta atividade. No total, o 2º Dream Football Awards terá 10 finalistas, escolhidos entre mais de 12 mil garotos de todo o mundo que colocaram vídeos no portal do Dream Football.

- O Dream Football Awards é um momento único no ano em que celebramos o talento dos 10 jovens que mais se destacaram na Dream Football no ano anterior – destaca Figo.

Até agora, sete jovens, entre os quais quatro brasileiros já estão garantidos na cerimônia internacional de premiação, que, este ano, ocorrerá a 30 de maio no Rio de Janeiro. Os contemplados virão de países como Venezuela, Portugal e França às custas do projeto e receberão os prêmios das mãos de Figo, Felipão e Gabriel, O Pensador, além de participar de um vasto leque de atividades de sonho.

- Em 2011, em Madrid, jovens do Brasil, França, Espanha, Portugal e Venezuela viveram uma experiência fantástica. Para 2012, no Brasil, estamos preparando muitas surpresas para estes jovens e para as suas famílias. Sete meninos já conquistaram o seu lugar. Outros quinze disputam agora online dois dos lugares que faltam. O último eu irei escolher e não será fácil porque a qualidade é muita – pondera o líder do Dream Football.

 

Sobre o Dream Football

Por intermédio da plataforma www.dreamfootball.com, qualquer jovem, independentemente de etnia, classe social, sexo ou religião, pode postar sua própria jogada, seu drible ou o seu golaço. Todas as semanas, os vídeos mais assistidos são avaliados por uma equipe de profissionais formada por nomes como o próprio Figo e o técnico Luiz Felipe Scolari. Em seguida, as imagens são enviadas para grandes clubes de todo o mundo, parceiros do projeto. A empresa não faz contrato de agenciamento com nenhum jovem, nem tem qualquer interesse comercial na transação de jogadores.

 

 

O União Monte Alegre Futebol Clube (UMA), surgiu numa segunda-feira do dia 23 de Abril de 1923, por iniciativa do senhor do engenho, Pedro Morganti, cujo estádio do clube tem o seu nome (Estádio Comendador Pedro Morganti).

UMA de 16 de maio de 1936

O objetivo era propiciar aos funcionários da usina refinada de açúcar uma opção de lazer.  O Galo Suburbano (alcunha do UMA) fica localizado no Bairro de Monte Alegre, em Piracicaba, no Interior Paulista. O time disputa a Liga Piracicabana de Futebol (LPF).

 

 Foto: Diário de São Paulo

 

FONTES:

http://www.liblib.cn/UEFA/Luxembourg.htm

http://www.weltfussballarchiv.com/comp.php?land=25&s=14109

 

 

 

 

O Esporte Clube Santa Rita, fica localizado no município de Jacareí (SP). O clube (nas cores azul, branca e preta), que  foi fundado no dia 25 de Janeiro de 1972, disputa as competições da Liga Municipal de Futebol de Jacareí (LMFJ).

 

 

O ano de 1985 foi marcante e ao mesmo tempo doloroso para o Bangu Atlético Clube. Afinal, os Mulatinhos Rosados chegaram na grande final do Campeonato Brasileiro, e depois de um empate em 1 a 1 com o Coritiba, no Maracanã, o time viu o título escapar após o ponta esquerda Ado desperdiçar a cobrança.

Pouco mais de três meses depois, o Bangu chegava em outra final. Dessa vez no Campeonato Estadual do Rio e voltou e ficar com vice. Só que desta vez a ‘punhalada sagrou’ os corações dos banguenses. Afinal, no final do jogo, quando o Fluminense vencia por 2 a 1, o zagueiro tricolor Vica, de forma grosseira deu um verdadeiro golpe de judô em cima do atacante Cláudio Adão , dentro da área.

Contudo, o árbitro José Roberto Wright (próximo a jogada) nada marcou, entrando para a história do Maracanã como o pênalti mais claro da história do Estádio Mario Filho, Maracanã. Até hoje, 27 anos depois, os torcedores do Bangu não se esquecem daquela jogada, que poderia ter rendido o terceiro título do clube em cariocas. Além disso, eles ainda lembram que José Roberto Wright anos depois virou dirigente do Fluminense e atualmente é comentarista de arbitragem da Rede Globo. Relembrando esse fato fatídico… Leiam o que a Revista Veja e o Jornal dos Sports narraram sobre o fato.

 

Revista Veja

O carioca José Roberto Wright, 41 anos, viu-se, na última quarta-feira, sob os olhares atentos de 90.000 torcedores, diante de uma das mais dramáticas situações a que está sujeito um juiz de futebol – um pênalti no último minuto do jogo, capaz de mudar, no caso, não apenas o resultado da partida como a própria história de todo o campeonato. O tempo normal já se esgotara quando o atacante Cláudio Adão, do Bangu, foi derrubado dentro da área pelo zagueiro Vica, do Fluminense, num pênalti clamoroso que o Maracanã inteiro testemunhou. Se o juiz apitasse a falta, o Bangu teria uma esplêndida chance de empatar o jogo – até aquele instante, perdia por 2 a 1 – e ficar com o título de campeão. Wright, porém, preferiu voltar as costas para o problema e, assim, dar a vitória e o título ao Fluminense.

“Estava de costas para o lance, pois tinha apitado antes o fim do jogo”, argumentou Wright, referindo-se a uma cena – a do apito final – que, ao contrário do pênalti não assinalado, ninguém notou no estádio lotado. “Foi um roubo descarado, mas agora não tem mais jeito”, lamentava desolado, com as mãos na cabeça, o patrono do Bangu, Castor de Andrade. Castor estava duplamente certo: Wright falhara e sua falha não tinha mais conserto. Em futebol, o juiz tem poder absoluto para determinar o que está certo ou errado dentro das quatro linhas de jogo. Mesmo que se prove posteriormente que sua decisão foi equivocada, ou que o próprio juiz admita o erro, numa raríssima autocrítica, o mal jamais é reparado. O juiz pode até ser punido pelos tribunais esportivos ou pelos cartolas, mas o resultado do jogo é mantido. Em 1973, por exemplo, numa decisão do campeonato paulista, o grande Armando Marques errou a conta na disputa final de pênaltis entre Santos e Portuguesa. Constatada a falha, a solução para contorná-la foi declarar os dois times campeões.

Carreira agitada – Até aquele momento, Wright cumpria uma atuação praticamente sem falhas, confirmando sua condição de juiz competente, reconhecida pela própria FIFA, o órgão que governa o futebol mundial, de cujo quadro internacional de árbitros faz parte. O resultado do jogo era justo prêmio ao futebol superior apresentado pelo Fluminense. Depois de sofrer um gol aos 4 minutos, conseguiu marcar dois, mas a vitória e o título só foram garantidos com a inestimável colaboração de José Roberto Wright.

Embora Wright tenha integrado a equipe de atletismo do Fluminense nos anos 60, seria injusto acusá-lo de agir de má fé na decisão carioca. Nem foi essa a primeira confusão em que se meteu em 14 anos de carreira como juiz. Em 1981, ele encerrou prematuramente um jogo entre Flamengo e Atlético, pela Taça Libertadores da América, o campeonato sul-americano de clubes, ao expulsar cinco jogadores do time mineiro ainda no primeiro tempo. Graças a esse empurrão, o Flamengo acabaria campeão continental e mundial de clubes.

Um ano depois, Wright protagonizaria outro caso ainda mais extravagante. Em combinação com a TV Globo ele apitou o jogo final da Taça Guanabara, entre Flamengo e Vasco, com um gravador escondido sob a camisa. A idéia era mostrar na TV como jogadores e juízes se entendem, ou se desentendem, dentro do gramado. Indignados pelo que consideraram uma invasão de sua privacidade, os atletas das duas equipes fizeram uma denúncia contra o árbitro na Justiça Desportiva. Wright foi suspenso por 40 dias. Pelo menos naquela ocasião ele conseguiu desagradar a todos indistintamente.

 

 O Jornal dos Sports

O Maracanã foi palco de uma decisão em que raça, determinação, personalidade e categoria foram os ingredientes do Fluminense para conquistar o título de tri-campeão do Rio de Janeiro, no dia 18 de dezembro de 1985, com vitória por 2 a 1 sobre o Bangu, de virada. O adversário e grande parte da mídia reclamaram de um pênalti não marcado pelo árbitro José Roberto Whight, no último minuto, quando o zagueiro Vica derrubou Cláudio Adão.

O campeonato foi decidido num triangular do qual participaram também o Flamengo, que foi eliminado. Para a decisão, o Bangu levou o direito de empatar.

Se entrar com vantagem já era bom, com o gol conquistado aos quatro minutos as coisas melhoraram: Perivaldo bateu falta pela direita e Marinho fez 1 a 0. O Bangu ainda teve outras boas chances, mas não ampliou.

No segundo tempo, o Fluminense mostrou logo que estava a tudo para chegar ao título. Aos poucos, foi ganhando espaço e chegou ao empate aos 19 minutos, gol de Romerito. A torcida foi ao delírio e começou a participar mais ainda do jogo. Com tamanha pressão, a virada aconteceu aos 31 minutos, depois de uma falta próxima à área. Paulinho cobrou no ângulo. Golaço! Os jogadores do Bangu partiram desesperadamente em busca do empate.

No minuto final, surgiu a polêmica. O zagueiro Vica derrubou Cláudio Adão dentro da área e José Roberto Wright ignorou o pênalti. Os jogadores do Bangu se revoltaram, cercaram o árbitro e tiveram de deixar o campo com a explicação de que o apito que ouviram no momento da falta era o do fim do jogo, não o da marcação do pênalti.

BANGU 1 x 2 FLUMINENSE
Competição:
Campeonato Carioca (Final)
Local:
Maracanã (18 de dezembro de 1985)
Renda:
Cr$ 1.670.240.000,00
Público:
88.162 pagantes
Árbitro:
José Roberto Wright, auxiliado por Wilson Carlos dos Santos e Pedro Carlos Bregalda
Gilmar, Perivaldo, Jair, Oliveira e Baby; Israel, Arturzinho e Mário; Marinho, Fernando Macaé (Cláudio Adão) e Ado.
Técnico: Moisés
Paulo Victor, Beto, Vica, Ricardo Gomes e Renato; Jandir, Delei e Renê; Romerito, Washington e Tato (Paulinho).
Bangu 1 x 0: Marinho, aos 4min do 1º tempo
Bangu 1 x 1: Romerito, aos 18min do 2º tempo
Bangu 1 x 2: Paulinho, aos 31min do 2º tempo
Perivaldo, Mário, Marinho, Oliveira e Fernando Macaé (Bangu); Vica, Deley e Romerito (Fluminense)
Perivaldo, Mário e Cláudio Adão (Bangu)

Fonte: Revista Veja (25 de dezembro de 1985) e JS.

 

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Resultado da votação do artigo da semana 008-2012,

referente ao periodo de 19 a 25 de março de 2012

  1. O Futebol de Mossoró –Ricardo Amaral 7
  2. Itaú E.C. (MG) e as suas duas honrarias: O título da Segundona de 1961 e ter enfrentado o Santos de Pelé – Sergio Mello. 6
  3. Rio Branco Atlético Clube (ES) – O seu primeiro escudo – Sérgio Mello ; O craque e as súmulas: Santo Cristo –  Jorge Costa;
    América FC: Anos 60 teve títulos, crescimento patrimonial e excursões marcantes– Sérgio Melo  e A “dobradinha” mais vencedora do eixo Rio-São Paulo – Vicente H Baroffaldi. 4
  4. Primórdios do Futebol Em BH -Cicero Urbanski. Bela Vista FC, de Sete Lagoas (MG): A Excursão de 1958 – Sérgio Mello  e Todos os Confrontos entre Bahia e Itabuna – Antonio Galdino. 3
  5. Em 1952, a hegemonia do futebol carioca voltou a São Januário – Vicente H Baroffaldi. ;  Novos Paulistas – Rodolfo Kussarev 2
  6. Morre no Rio, o primeiro goleiro a sofrer gol de Romário – Sérgio Mello. ; Pratinha F.C. – São João da Boa Vista (SP) – Sérgio Mello ;
    São Gonçalo F.C. (RJ) – Mais um mistério a ser desvendado – Sérgio Mello ; Porto – São Francisco Do Sul/SC – Cicero Urbanski ; E O Papão Deu Um Susto No Boca… – Gilvanir Alves ; Esporte Clube Vera Cruz da Mosela – Petrópolis (RJ) – Sérgio Melo ; Olimpíada de 1964 –  Sergio Mello;  Nacional (AM) x Moto Club (MA) e o ‘Falso apito’ de 1947- Sérgio Mello ; De Taquaritinga Nos Vem: A Leitura Que Se Fazia Do Futebol – Vicente H.Baroffaldi. 1

 

 

 

Carlos Alberto Gonçalves Pereira (Caíco), nascido em 11 de agosto de 1964, foi um lateral direito de muita vitalidade que atuou na década de 1980 e encerrou sua carreira prematuramente (aos 25 anos de idade) em virtude de problemas de saúde e de contusões, que o impediram de ter uma sequência normal de partidas.
Começou jogando no “dente-de-leite” do Comercial do bairro do Carmo, em Araraquara, dirigido por Paulo Gonçalves André, em 1978; no ano seguinte transferiu-se para o Corinthians da Vila Xavier, passando a ter a orientação do técnico Luís Carlos da Silva, o Luizinho, na categoria de juvenis; não demorou muito e voltou a mudar de clube, passando para o Palmeiras E.C. da Vila Xavier, onde respeitou o comando técnico de Paulo Esteves.
Aí surgiu o interesse da Associação Ferroviária de Esportes, que o levou para a Fonte Luminosa com o propósito de ver fortalecida a lateral direita do time que disputaria a Taça São Paulo de juniores.

Integrando a escolinha do Bazzani (Olivério Bazzani Filho, o maior jogador que já defendeu as cores da Ferroviária), Caíco acabou sendo lançado no time principal grená.

De 1985 a 1989, com um intervalo na maior parte do ano de 1988 (quando se transferiu para o Atlético Goianiense), Caíco realizou quase uma centena de jogos em defesa da Ferroviária, assinalando dois gols.
Em seu primeiro ano como profissional, e embora sem a titularidade da lateral direita, Caíco participou da campanha vitoriosa da Ferroviária no Paulistão, em 1985, quando o time chegou às semifinais, disputando o título com São Paulo, Portuguesa de Desportos e Guarani.

Ganhou um apelido bélico, mas que não tinha nada a ver com violência: “Tanque de Guerra” da Fonte Luminosa. Orgulhava-se de ver reconhecido o seu esforço. Seu futebol arrojado ganhou espaço. O lado direito do campo tornava-se pequeno com as investidas fulminantes do atleta vigoroso.
No dia 14 de agosto de 1986, ganhou um Motoradio da equipe de esportes das Rádios Globo/Excelsior, comandada por Osmar Santos, por ter sido escolhido como o melhor em campo no jogo realizado em Araraquara (Ferroviária 0 x 0 São Paulo, pelo Campeonato Paulista).
Na única temporada em que jogou no Atlético Goianiense, Caíco sagrou-se campeão goiano, o mesmo acontecendo com outro grande jogador afeano que em 1988 também se transferiu para Goiás: Douglas Onça.

Caíco voltaria à Ferroviária no mesmo ano, em tempo de disputar o Campeonato Brasileiro da Série C.

O futebol do lateral direito era voluntarioso, de muita raça e determinação. Caíco defendia e atacava, com fôlego privilegiado. Tinha muita velocidade e agia com inteligência. Os técnicos se impressionavam com a sua resistência; infelizmente para o futebol, Caíco não conseguiu manter a regularidade necessária para sustentar a carreira, pelos motivos já expostos. Mas enquanto esteve atuando, encantou a todos com a sua volúpia pelo futebol, o seu determinismo invulgar.

Hoje, feliz na convivência com o grande número de amigos e admiradores que formou no esporte, Caíco reside em Araraquara e trabalha em uma destacada empresa local, acalentando um sonho que o move e que o estimula: publicar um livro contando suas memórias no futebol; quer transmitir sua experiência aos jovens e passar-lhes uma mensagem de determinação e aplicação. Caíco fez tudo com muito amor e desprendimento, daí o seu êxito e o seu inconformismo ao ver, no futebol de hoje, excesso de profissionalismo e falta de garra, de dedicação.

Caico: foto de 2008

Súmulas de alguns jogos disputados por Caíco:

Jogo: Juventus 1 x 1 Ferroviária
Data: 6 de janeiro de 1985
Local: Estádio Conde Rodolfo Crespi, na rua Javari, em São Paulo (SP)
Finalidade: Taça São Paulo de Futebol (Juniores), 1ª rodada, Grupo “C”
Árbitro: Osvaldo Buontempo
Gols: Marcos, 15’ e Amarildo (pênalti”, 33 do 2º tempo
Juventus: Serjão; Dorval, Paulo Roberto, Amarildo e Mourão; Diogo, Zé Carlos e Rui; Paulinho, Raudinei e Marquinhos (Betinho). Técnico: Borracha
Ferroviária: Narciso; Carlinhos, Dama, Rosa e Pachiega; Donato, Caíco e Marcos; Ruela, Túlio e Toquinho (Chuí). Técnico: Bazzani

Jogo: Jalesense 0 x 1 Ferroviária
Data: 2 de fevereiro de 1986, domingo (tarde)
Local: Jales (SP)
Finalidade: Amistoso
Árbitro: Maurício Oscar Franco Marques
Gol: Caíco, 21’ do 1º tempo (Primeiro gol de Caíco pela Ferroviária)
Jalesense: Mineiro; Nilson Leite, Gardel (Serjão), Ademir e Cerezo; Wilson Luiz, Márcio Ribeiro (Marquinhos) e Vítor; Dejair (Fernando), Toninho (Serginho) e Gardelzinho (João Luiz)
Ferroviária: Washington (Donizetti); Caíco, Mauro Pastor (Edmilson), Marco Antônio e Nonoca (Divino); Orlando, Sídnei e Douglas Onça (Valdir); Zé Roberto, André e Márcio Fernandes (Marcos Ferrugem). Técnico: Bazzani

Jogo: Santos 2 x 1 Ferroviária
Data: 11 de maio de 1986
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Finalidade: Campeonato Paulista, 20ª rodada do 1º turno
Árbitro: Antônio Fonseca Ribeiro
Renda: Cz$ 352.420,00
Público: 15.371 pagantes
Gols: Caíco, 31’ do 1º tempo; Serginho Chulapa, 40’ do 1º e 39’ do 2º
Santos: Evandro; César, Celso, Pedro Paulo e Robson; De Leon, Dunga e Carlos Alberto Borges (Júnior); Paulo Leme, Serginho e Zé Sérgio (Gérson). Técnico: Júlio Espinosa
Ferroviária: Washington; Caíco (Dama), Mauro Pastor, Marco Antônio e Divino; Orlando, Sídnei e Cardim; Donato, Marcos Ferrugem (Ademir) e Márcio Fernandes. Técnico: Bazzani

Jogo: Atlético Goianiense 1 x 0 Goiatuba
Data: (?) 1988
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Finalidade: Campeonato Goiano
Árbitro: Herônimo Alves
Renda: Cz$ 671.400,00
Público: 2.846 pagantes
Gol: Nei, 12’ do 1º tempo
Expulsão: Adílson (Goiatuba), 2º tempo
Atlético: Wlamir; Caíco, Paulo Nelli, Ronaldo e Marcos; Marçal, Valdeir e Ticão (Mendes); Gilson Batata, Nei (Élder) e Jerson. Técnico: Zé Mário
Goiatuba: Célio; Paulo César, Marco Antônio, Jorge Scott e Cláudio; Jaílson, Pitita e Serginho; Adílson, Bill e Henrique (Lenilson). Técnico: Eulálio Roberto

Jogo: Atlético Goianiense 2 x 0 Itumbiara
Data: (?) 1988
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Finalidade: Campeonato Goiano
Árbitro: Manoel Leal
Renda: Cz$ 578.300,00
Público: 2.446
Gols: Ticão (pênalti, 21’ do 1º; e Jerson
Atlético: Wlamir; Caíco (escolhido o melhor em campo), Ronaldo, Paulo Nelli e Marcos; Marçal, Ticão e Valdeir; Gilson, Nei (William) e Jerson (Douglas Onça)
Itumbiara: Aranha; Robô, Hermínio, Maninho e Pedrinho; Luiz Renato, Ronis (Carlos Alberto) e Aílton Rocha; Paulo César, Roberto e Jonson (Biro-Biro)

Fontes:
Site oficial da Ferroviária: ferroviariasa.com.br (Matéria de Marcelo Inaco Cirino e Tetê Viviani)
CD disponibilizado por Caíco, com fotos e recortes de jornais não identificados
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

 

Por: Rodrigo Fernandes

Num domingo, do dia 12 de janeiro de 1930, surgiu Clube Atlético Ferroviário, graças à cisão do Britânia Sport Club. O clube ficava na cidade de Curitiba, no estado do Paraná. Num primeiro momento, o Ferroviário surgiu para congregar os funcionários e os operários da Rede, disputando apenas campeonatos amadores.

 Ao levar para as suas fileiras os principais jogadores do Britânia, o Clube Atlético Ferroviário começou a decolar como time competitivo e, sobretudo, como força popular do futebol da capital paranaense.

 Tornou-se oito vezes campeão de profissionais, construiu o mais moderno estádio do Paraná na década de 1940 (Estádio Durival Britto e Silva), revelou grandes craques, lotou estádios por onde passou e desenvolveu admirável intercâmbio nacional e internacional. Apelidado de “Boca-Negra”, nome de um grupo indígena descoberto na selva brasileira na década de 1930, popularizou-se ainda mais.

 Em 1967 foi o primeiro representante paranaense no Torneio Roberto Gomes Pedrosa. No dia 29 de junho de 1971 após a fusão com o Britânia S.C. e com o Palestra Itália F.C., surgiu o Colorado Esporte Clube. Então em 1989 o Colorado uniu-se com o EC Pinheiros, e dessa fusão surgiu o Paraná Clube, que existe até os dias de hoje.

 A história do time que surgiu dessa união é um caso à parte. Ainda existe muita gente com saudades daquela camisa vermelha pródiga em histórias bizarras. Os fãs do Colorado, diga-se, orgulham-se daquela mística azarada – uma espécie de analogia à vida sem golpes de sorte, típica do brasileiro comum.

 Eram pessoas felizes com a trajetória desgostosa do humilde boca-negra. Ainda hoje escuto discursos nostálgicos ressaltando “como era bom o tempo do coloradinho”. Enfim, o motivo desse texto é lembrar-se do Ferroviário – a vítima maior do Colorado.

 O falecido gigante foi campeão paranaense em 1937 e 38, também em 44 e 48. Levantou a taça ainda em 53. Voltou a ser bicampeão em 65-66. Foi o primeiro representante do estado no Roberto Gomes Pedrosa, o Brasileiro da época. E jaz!

 Certa vez, fui cobrir um treino do Paraná – o espólio do CAF – e o radialista Manoel Fernandes disse que lamentava o fato de o Tricolor não ter resgatado o emblema da extinta agremiação. Achei a observação curiosa, pois não tinha observado ainda essa questão estética.

 De fato, perdeu-se um desenho dos mais bonitos. A tese, salvo falha da minha memória, foi reforçada pelo publicitário Ernani Buchmann, ex-presidente paranista, quando o entrevistei sobre o livro Quando o Futebol Andava de Trem, de sua autoria, há nove anos.

 O livro de Buchmann, diga-se, é obrigatório para quem gosta de história do futebol. Não sei se há exemplares à venda, mas a obra foi editada pela Imprensa Oficial do Paraná em setembro de 2002. 

Na pesquisa literária, explica-se que sem o apoio da Rede Ferroviária, a equipe não teve como prosperar. Ainda hoje imagino como seria aquele time com uniforme pomposo, mas de torcida humilde, em ação. 

É difícil encontrar uma definição, mas vou me arriscar para o desgosto de muitos amigos paranistas: se estivesse vivo até hoje, o Ferroviário seria o Paraná – com sua trajetória bipolar — carregando uma camisa de 100 kg. Seria um sonho para muitos.

 

TÍTULOS

Campeonato Paranaense: 8 vezes (1937, 1938, 1944, 1948, 1950, 1953, 1965 e 1966).

Vice-Campeonato Paranaense: 7 vezes (1942, 1946, 1947, 1949, 1955, 1957 e 1963).

Torneio Início: 7 vezes (1934, 1937, 1938, 1943, 1950, 1954 e 1960).

 

Foto: Arquivo pessoal

 

 

 

Fonte: facebook

 

O futebol de Tocantins é pouco conhecido e as informações são escassas. Então por essas pesquisas de meu Deus… Encontrei um novo time, que recentemente completou um ano de vida: SEAT – Sociedade Esportiva Atlético Tocantinense, fundado no dia 5 de março de 2011.

Apesar de o clube ter a sua sede em Palmas, os jogos e treinos acontecem no pequeno município de Lajeado a 53 km da capital. O local com 332,481 km2 de extensão territorial e uma população de cerca de 3 mil habitantes.

Apesar do pouco tempo o Tigrão da Serra (alcunha do SEAT) já possui site (http://atleticotocantinense.com.br/), escolinha, categoria de base e até musa: Luana Costa, 20 anos, com direto a papel de parede e tudo. Mal nasceu e o Atlético Tocantinense já está provando que bate um bolão!

 

Fotos: Site do SEAT

 

Os classicos mais antigos do Brasil são:

1- Fluminense 6 x 0 Botafogo (CLÁSSICO VOVÔ), desde 22/10/1905.
2- Grêmio 10 x 0 Internacional (CLÁSSICO GRE-NAL), 18/07/1909.
3- Náutico 3 x 1 Sport (CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS), 5/07/1909.
4- Ponte Preta x Guarani (DERBI CAMPINEIRO), 24/03/1912, não se sabe o resultado (*)
5- Fluminense 3 x 2 Flamengo (FLA-FLU OU CLÁSSICO DAS MULTIDÕES), 07/07/1912.
6- Botafogo 1 x 0 Flamengo (CLASSICO DA RIVALIDADE), 13/03/1913.
7- Santos 6 x 3 Corinthians (CLASSICO ALVINEGRO), 22/06/1913.
8- Remo 2 x 1 Paysandu (RE-PA OU CLÁSSICO-REI DA AMAZÔNIA), 10/06/1914.
9- Santos 7 x 0 Palmeiras (CLASSICO DA SAUDADE), 03/10/1915.
10- Santa Cruz 2 x 0 Sport (CLÁSSICO DAS MULTIDÕES), 06/05/1916.
11- Palmeiras 3 x 0 Corinthians (DERBY PAULISTA), 25/10/1936.
12- Santa Cruz 3 x 0 Náutico (CLÁSSICO DAS EMOÇÕES), 29/06/1917.
13- Ceará 2 x 0 Fortaleza (CLÁSSICO REI), 17/12/1918.
14- Cruzeiro 3 x 0 Atlético (RAPOSA VERSUS GALO), 17/04/1921.
15- Vasco 3 x 2 Fluminense (CLÁSSICO DOS GIGANTES), 11/03/1923.
16- Vasco 3 x 1 Botafogo (CLASSICO DA AMIZADE), 22/04/1923.
17- Vasco 3 x 1 Flamengo (CLÁSSICO DOS MILHÕES), 29/04/1923.
18- Avai 3×4 Figueirense (ClÁSSICO DA CAPITAL), 13/04/1924 – “Informação do Michel McNish”
19- Coritiba 6 x 3 Atlético (ATLETIBA), 08/06/1924.
20- São Paulo 2 x 2 Palmeiras (CLÁSSICO CHOQUE-REI), 30/03/1930.
21- Santos 2 x 2 São Paulo (CLÁSSICO SAN-SÃO), 11/05/1930.
22- Corinthians 2 x 1 São Paulo (CLÁSSICO MAJESTOSO), 25/05/1930.
23- Bahia 3 x 0 Vitória (CLÁSSICO BA-VI), 18/09/1932.

(*) A revista PLACAR GRANDES CLÁSSICOS, de maio de 2005, apresenta a versão de que
a primeira partida do Derbi Campineiro teria sido disputada em 1911, em dia e mês
desconhecidos  e terminado com a vitória da Ponte Preta por 1 a 0. Segundo o
pesquisador bugrino Fernando Pereira da Silva, esta versão é baseada em informação
oral de um único indivíduo, sem que fontes documentais a comprovem. Efetivamente,
em 24/03/2012 foi comemorado o Derbi  Centenário pelos dois clubes e pela imprensa
(notadamente pelo jornal TODO DIA, que publicou caderno especial com todas as fichas
técnicas da história do Derbi), sendo este o clássico de futebol mais antigo do
Estado de São Paulo.
Não há registro documental do resultado desta partida de 24/03/2012, embora neste
dia o jornal DIÁRIO DO POVO tenha publicado em sua página 2, que "pela primeira vez
se enfrentarão estes dois valorosos teams", partida esta que ocorreu no
Campo da Villa Industrial.

Fonte RSSSF e complementos de arquivos pessoal.
 

  

Entre o céu e o inferno. O curto espaço de tempo disponibilizado as federações para a realização dos Estaduais, acaba possibilitando situações inusitadas. No Campeonato Carioca-2012, o Bangu Atlético Clube (bicampeão carioca em 1933 e 1966) atravessa um momento de extremos.

            Restando três rodadas para o final da Taça Rio (segundo turno), se a competição terminasse hoje, o Bangu estaria classificado para as semifinais da Taça Rio, como líder com nove pontos, e rebaixado para o Campeonato Carioca da Série B-2013, já que atualmente ocupa a penúltima posição na classificação geral com apenas nove pontos.

O problema dessa estranha equação pode ser entendido na Taça Guanabara (primeiro turno do Rio), quando os Mulatinhos Rosados jogaram sete partidas e perderam todas. Agora, equipe banguense se vê obrigada a buscar os pontos duplamente: escapar da degola e ainda tentar uma vaga na fase semifinal.

Pelo regulamento da Federação de Futebol do estado do Rio de Janeiro (Ferj), caso o Bangu entre nas semifinais, e, paralelamente, com a pontuação no geral esteja na zona de rebaixamento, só escapará da queda caso conquiste o título da Taça Rio. Dessa forma, garantiria, no mínimo, o vice-campeonato Estadual de 2012.

 CLASSIFICAÇÃO GERAL DO CARIOCA-2012 (25/03/12)

Nº.

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Vasco da Gama

29

12

09

02

01

25

09

16

Botafogo

28

12

08

04

00

30

09

21

Flamengo

27

12

08

03

01

20

06

14

Resende

21

12

06

03

03

17

16

01

Macaé Esporte

20

12

06

02

04

18

16

02

Fluminense

19

12

06

01

05

22

14

08

Volta Redonda

17

12

05

02

05

18

21

-3

Friburguense

15

12

04

03

05

14

17

-3

Nova Iguaçu

15

12

04

03

05

11

15

-4

10º

Boavista

14

12

04

02

06

19

23

-4

11º

Duque de Caxias

12

12

03

03

06

13

19

-6

12º

Madureira

11

12

03

02

07

13

21

-8

13º

Bonsucesso

11

12

02

05

05

13

21

-8

14º

Olaria

10

12

02

04

06

15

20

-5

15º

Bangu

09

12

02

03

07

12

21

-9

16º

Americano

08

12

02

02

08

15

24

-9

 

Foto/montagem: Sérgio Mello

 

O Esporte Clube Tangará é um clube amador. Fica l0calizado na Rua Dom Carmine Rocco, 240 – Bairro: Jardim Tangará, em  São Carlos (SP). Tel.: (16) 3364-5095.  O Tricolor Sãocarlense foi fundado no dia 18 de novembro de 2002, e disputa as competições da Liga Sãocarlense de Futebol (LSF).

Foi vice-campeão do Amador Série B – 2009

Colaborou: Braz Leme

 

 

O Tabatinga Esporte Clube é outro como poucas informações. Além do endereço: Rua Episcopal, 131, em Tabatinga (SP), descobri a data de fundação  graças ao companheiro André Martins que informou: o Tabatinga é do dia primeiro de março de 1974.

 

O Esporte Clube Parque Alexandre foi inspirado no Glorioso Clube Atlético Mineiro. O time fica no Bairro de Parque Alexandre, em Cotia (SP). Mais dados serão bem-vindos.

 

 

A Associação Atlética Nova República, fica localizada na Rua José Quirino Dantas, 253, no Bairro Jardim Nova República, no município de Cubatão (SP). Mais um escudo que gostaria de contar outros dados para ser acrescentado.

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Fonte: http://www.ffer.com.br

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