NOME: SOCIEDADE ESPORTIVA DANÚBIO
FUNDAÇÃO:
SITUAÇÃO: AMADOR
BAIRRO: NOVA GLÓRIA
CIDADE: BELO HORIZONTE/MG 
 
ESCUDO: SÉRGIO MELLO

 

 

NOME: AVANTE FUTEBOL CLUBE
FUNDAÇÃO: 
SITUAÇÃO: AMADOR
BAIRRO: Serra/ Regional centro sul 
CIDADE: BELO HORIZONTE/MG
 
ESCUDO: SÉRGIO MELLO
 

 

 

NOME: ESPORTE CLUBE BEM BOLADO
FUNDAÇÃO:
SITUAÇÃO: AMADOR
CIDADE: JD. LUCÉLIA – SÃO PAULO/SP
 
 
ARTE DO ESCUDO SÉGIO MELLO

 

 

NOME: AJAX FUTEBOL CLUBE
FUNDAÇÃO:
SITUAÇÃO: AMADOR
CIDADE: JD. SÃO JORGE – SÃO PAULO
 

 

ARTE DO ESCUDO SERGIO MELLO

 

NOME: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO FAVELA IRMÃOS MADRUGA
FUNDAÇÃO: 01/05/2002
SITUAÇÃO: AMADOR
CIDADE: SÃO PAULO/SP
 


 

 

Clube é o homônimo da cidade de Sorocaba (SP). Esse é mais antigo, Fundado no dia Primeiro de Janeiro de 1950, e a sua Sede fica no Bairro de Brigadeiro Tobias.

 

 

O Olaria Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Sorocaba, no Interior Paulista. O Clube foi Fundado no dia 15 de Setembro de 1963. A sua Sede fica localizada na Rua Pedro Alvares Cabral, 491 – Fundos – Bairro da Vila Progresso, em Sorocaba (SP). No seu currículo o Olaria F.C. possui o Bicampeonato varzeano em 1971 e 1972.
 

 

Escudo antigo

 

Escudo atual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Independente Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Vespasiano (MG). O clube fica na Avenida Juscelino Kubitschek, 33, no Centro da cidade. Conforme as anotações do nosso amigo e membro André Martins, o Independente F.C. foi Fundado em 1941. O seu Estádio é o Michel Salup que tem capacidade para 4 mil espectadores.

 

 

A Associação Vasco da Gama Futebol Clube é uma agremiação da cidade mineira de Divinópolis. O clube, que foi Fundado em 1936, disputa as competições de base e amadoras da região.

 

Hoje, dia 05 de maio, o Clube Recreativo Desportivo Saldanha da Gama, de São José (SC), completa 62 anos de história.
Entre tantas conquistas, o Saldanha foi 4 vezes Campeão Amador da Grande Florianópolis, tendo revelado grandes talentos dos gramados.

 

 Atualmente é inimaginável um clube sobreviver sem um patrocínio. Só que no Brasil essa parceria ainda é recente. A parceria entre a PETROBRAS e  o Clube de Regatas Flamengo foi fechada em meados dos anos 80.

Na época, o nome d amarca (LUBRAX da BR Distribuidora, que é subsidiária da Empresa Estatal PETROBRAS), em jogos no Brasil. A estréia ocorreu no jogo C.R.Flamengo 3×0 América (RJ) em 08/04/1984, pelo Campeonato Brasileiro de 1984.

Apos 25 anos de parceria, o C.R.Flamengo encerrou contrato com a PETROBRAS e disputa a ultima partida estampando na camisa as marcas da estatal em 31/03/2009 na vitória de 1×0 sobre o Americano (Campos – RJ) em jogo valido pela Taça Rio (2º turno) do Campeonato Estadual.

Veja na foto abaixo, o jogador Edmar comemorando um dos gols da vitória sobre o América – RJ , por 3×0 em 1984

Detalhe: Note o retângulo de fundo amarelo com a palavra LUBRAX (marca do óleo produzido pela PETROBRAS) em letras pretas. 

Obs: O primeiro clube do Brasil a usar publicidade em uniforme foi o Internacional (RS) em 16.02.82 no jogo Inter x Peñarol em Montevideo, no estádio Centenário, pelo Torneio de Mar del Plata.

Como era proibido no Brasil a publicidade nas camisetas, o INTER a utilizou no exterior. O patrocínio era da Pepsi Cola. O jogo foi 1 x 1 e o INTER perdeu nos pênaltis por 3 x 1 e não fez a final contra o Vasco que venceu ao Defensor (URU). (informação do site : www.colecionadorcolorado.com.br – Ricardo Bestetti).

Fonte e Foto: Jornal dos Sports

 

 

A Sociedade Esportiva Kashima Antlers do Brasil (ou apenas Kashima do Brasil) é um clube de futebol da cidade de Curitiba (PR). Seu nome é uma homenagem ao clube homônimo do Japão, tendo inclusive se igualado nas cores de seu uniforme.

Em 1997, o clube representou a cidade de Guaíra, mudando sua sede para Curitiba poucos anos depois. Manda os seus jogos no Estádio Ney Fraga, localizado na periferia da capital paranaense. Desde 2005, o Kashima está licenciado.

 

Quadro do E.C. XII de Outubro que bateu a equipe do São Geraldo no Campeonato de 1954

 

A decisão do campeonato varzeano de Araraquara em 1954

 E.C. XII de Outubro e São Bento E.C. decidiram o campeonato varzeano em 1954, na cidade de  Araraquara, certame promovido pela Liga Araraquarense de Futebol. O XII de Outubro chegou a estabelecer 4 a 0, mas o São Bento reagiu e diminuiu para 4 a 3, mesmo contando com um jogador a menos a partir da metade do segundo período de jogo, quando o seu zagueiro central contundiu-se e deixou o gramado.

Ficha técnica da decisão

Jogo – E.C. XII de Outubro 4 x 3 São Bento E.C.

Data – 14 de março de 1954, domingo (manhã)

Local – Estádio Municipal de Araraquara

Árbitro – Ernani Salvador Volpe, auxiliado por Aquiles Ferreira e Lavítola

Renda – Cr$ 1.475,00

Gols do XII de Outubro – João Carlos, 22 e Bodinho, no 1º tempo; Xirito, 2 e Basso, 9 no 2º

Gols do São Bento – Desastre, 12, Didié, 17 e Desastre (pênalti), 45 do 2º

XII de Outubro (uniforme grená) – Djalma; Lota e Bilé; Zuza, Bruno e Bigotti; Carlinhos, João Carlos, Basso, Xirito e Bodinho. Técnico: Djalma Bonini (Picolim)

XII de Outubro

São Bento (uniforme alviceleste) – Edson; Nery e Padovani; Coutinho, Jovino e Ruy; Rita, Aidé, Desastre, Didié e Ataliba. Técnico: Vadinho

São Bento E.C.

Destaques do XII de Outubro: Bilé, Bruno, João Carlos e Xirito.

Detalhe do primeiro gol do E.C. XII de Outubro marcado por João Carlos, um "frango" de Edson.

Destaques do São Bento: Padovani, Jovino, Ruy e Didié.

Detallhe do gol de pênalti marcado por Desastre para o São Bento E.C.

Fonte:
O Imparcial Esportivo, edição de 15 de março de 1954
Elaboração: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

 

Nos primeiros anos de sua existência, início da década de 1950, a Ferroviária envergou uma camisa com faixa transversal no peito, e rivalizou com a ADA, a Associação Desportiva Araraquara.

Vicente Henrique Baroffaldi
Paulo Luís Micali
Fotos: Jornal “O Imparcial”

 

Depois que o futebol profissional do Comercial foi extinto restaram ainda os times das categorias  infantil e juvenil que participaram dos campeonatos da Federação Paulista de Futebol.  Vi várias partidas do Comercial com o Estrela no campo do Estrela da Saúde no bairro do Jabaquara em São Paulo .  Consegui informações do clube no blog http://botoesparasempre.blogspot.com.br

Comercial Futebol Clube – Clube extinto da capital paulista

O Comercial Futebol Clube foi um clube brasileiro de futebol da cidade de São Paulo. Fundado em 3 de abril de 1939, suas cores eram vermelha e branca. Foi um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol. É um clube extinto.

História
O Comercial Futebol Clube tinha por objetivo ser o segundo time de todo mundo. Seu apelido, inclusive, era “O mais simpático”, que juntamente com seu mascote, reforçava a imagem de atrair o torcedor de outros clubes. Durante a déc. de 50 possuiu em seus quadros jogadores que iriam “brilhar” mais tarde nos clube “grandes” de SP, tais como Dino Sani e Gino Orlando.
Em 1953 a equipe fundiu-se com o São Caetano Esporte Clube, dando origem à Associação Atlética São Bento. O clube durou apenas 4 anos. Com a separação, em 1957 o Comercial, que tinha sua sede na Praça Clóvis Bevilaqua, volta a disputar o Campeonato Paulista no ano seguinte, mas não repete as mesmas campanhas de sua primeira fase. Cai para a segunda divisão em 1960 e para a terceira em 1961, quando a equipe profissional foi desativada.
Participou 19 vezes do Campeonato Paulista de Futebol, e continuou participando dos campeonatos infanto-juvenis da Federação Paulista de Futebol até o final da década de 1960, quando veio a desaparecer. Seu presidente mais conhecido foi o saudoso Capitão Oberdan de Nicola.

 

Por: Teixeira Heizer

Maracanã, 1966. Nem mesmo o tumulto criado pelo atacante Almir, do Flamengo, impede que o Bangu ganhe o Campeonato Carioca, pela segunda vez em sua vida – a primeira foi em 1933. Naquela tarde de domingo, todo o país sabia que o Bangu não vivia mais a dolorosa opção de ser o maior dos pequenos ou o menor dos grandes. Era grande mesmo.

Conselheiro Galvão, Madureira, 1970. O Bangu perde por 2 a 1, é eliminado do turno final do Campeonato Carioca. O comando forte se esfacelou, o dinheiro abundante – que comprava tudo – foi diminuindo, quase todos os jogadores de 66 foram vendidos, a charanga (a bateria da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, uma das melhores do Rio) desapareceu, e a torcida, que já era pequena, ficou reduzida, praticamente, ao grito solitário de seu chefe, Juarez.

O Bangu está no fim?

- Mexam no Bangu e todos verão a força que ele tem.

Guilherme da Silveira Filho, um dos donos da Fábrica de Tecidos Bangu e patrono do clube, não admite a morte de seu clube, nem qualquer arranhão no seu conceito. Explica que o vulcão que se formou há dois anos, envolvendo os dirigentes, só aconteceu porque ele estava nos Estados Unidos. Se Silveirinha – como é conhecido no clube – estivesse no Rio, certamente interviria na crise. Como interveio há seis meses para evitar a falência financeira. Ele diz que a situação não era tão grave, mas sua intervenção em assuntos esportivos, dos quais se afastara em 1951, é um dado denunciador do perigo que rondava o clube.

Um negócio ruim
Todo um time tinha sido vendido às pressas, por qualquer dinheiro. Como industrial, Silveirinha frisa que compra e venda é rotina do comércio. Mas, no fundo, ele sabe que a venda, somente a venda, representava uma liquidação. Em termos de comércio, tecidos podem ser liquidados; homens, não. Mas absolve os que venderam os jogadores.

- Eles não eram donos do Bangu, se investiram seu dinheiro, tinham direito de recuperá-lo na hora da saída.

O que Silveirinha sabe e não diz, para não expor os ex-dirigentes (Eusébio de Andrade e seu filho, Castor de Andrade) a uma condenação inevitável, é que os negócios malfeitos resultaram no prejuízo de Cr$ 1 milhão, arrasaram o clube, deixaram-no quase sem time.

Da grande equipe de 66 sobraram apenas dois jogadores: Luís Alberto e Aladim. Ubirajara está no Botafogo; Fidélis, no Vasco; Mário Tito, no Cruzeiro; Pedrinho, no Corinthians; Jaime, no Palmeiras; Paulo Borges, no Corinthians; Bianchini, no Flamengo; Cabral, no Palmeiras; Parada, no Amazonas; Ladeira e Norberto, no interior de São Paulo; Ari Clemente, no Campo Grande. Ocimar parou de jogar.

Uma triste reunião
Em amarga reunião da diretoria, foi feito o balanço da desastrosa liquidação, que afetou moralmente o clube e o deixou de caixa baixa. Ubirajara, vendido por Cr$ 150.000,00, valia no mínimo o dobro. Fidélis, negociado por Cr$ 100.000,00, poderia ser vendido por quatro vezes mais. Mário Tito foi vendido por Cr$ 80.000,00, mas seu valor real andava na casa dos Cr$ 400.000,00. O Palmeiras pagou Cr$ 280.000,00 por Jaime, quando valia bem uns Cr$ 500.000,00. Cabral foi mal trocado, por Mário.

Quando interveio há seis meses no Bangu, Silveirinha quis impedir um mal maior.

- Quis mostrar que o Bangu não é casa da sogra, onde qualquer um entra e tira o que quer.

Ele refere-se à pretendida contratação de Dé, pelo Fluminense (que chegou até a ser capa, com a camisa tricolor, da revista do clube), e à de Aladim, pelo Corinthians. Silveirinha deixa claro que o Bangu não é a fábrica; esta não precisa do futebol para promover seus tecidos. Também diz que o clube não precisa da fábrica, explica que só intervém no clube como torcedor, que sofre e se alegra por causa do Bangu.

Um pedido urgente
Mas agora, com o Bangu desclassificado do Campeonato (isto lhe acontece pela primeira vez), a torcida acha que a intervenção do patrono tem de ser decisiva.

- Dizer que é Bangu não é tudo. Quem pode, tem é que influir nos destinos do clube.

Desta posição Juarez Silva, o chefe da torcida, não se afasta um milímetro.

O patrono não promete nada, mas deixa uma ameaça no ar.

- O Bangu, se fustigado, entra na raia e repete 51. Temos estrutura para isso. E os outros, terão?

O Bangu pode voltar a ser grande com o dinheiro de Silveirinha e não em conseqüência de sólida estrutura profissional, que o clube não tem. O patrimônio do Bangu é pequeno: um ginásio no valor aproximado de Cr$ 300.000,00. O Estádio de Moça Bonita e a Vila Hípica (concentração) pertencem à fábrica.

Sexta-feira, dia 14 de agosto deste ano. Em frente à sede do clube, um tosco caixão preto, cercado por setecentas velas. Era o enterro simbólico de mais um presidente. Dentro do clube, Elias Gaze pedia uma licença (na verdade renunciava ao cargo), para esfriar os ânimos pouco amistosos da torcida. Com ele saiu toda a diretoria, à exceção do vice-presidente administrativo, Major Orlando Lopes, que assumiu a presidência.

Domingo, dia 23. Numa sala acanhada do segundo andar da sede, entre medalhas e taças, meia dúzia de homens lutam para compor a diretoria e encontrar uma saída para a crise.

- Temos que encontrar um meio de reestruturar o time, criando bases profissionais para suportar as grandes dispesas. Não pretendemos contratar grandes jogadores e depois vendê-los por qualquer preço. O Bangu não decepcionará mais sua torcida.

O presidente Orlando Lopes sabe as dificuldades que terá de enfrentar, não promete resultados em pouco tempo. Ari Garcia, novo diretor de futebol, quer contratar um grande técnico, um bom preparador físico, alguns jogadores, cuidar das divisões inferiores. Mas o problema mais urgente é acertar logo uma excursão à África e Ásia, para que o clube possa ganhar algum dinheiro.

Os dirigentes acreditam no futuro. Alguns jogadores, não.

É o caso de Aladim, que deseja ser vendido. Acha que já deu muito de si pelo Bangu e jamais foi prestigiado pelo clube.

- Seu Zizinho (o ex-presidente Eusébio de Andrade) não ia ver o jogo quando eu era escalado.

Aonde vai Dé?
- Por que vocês não me vendem?

A pergunta é de Dé, o jogador mais cobiçado do futebol carioca, que até chegou a assinar (para a imprensa fotografar) contrato com o Fluminense. Vasco, Flamengo e Corinthians já fizeram propostas para a compra de seu passe. Os dois, e Luís Alberto, são tudo o que resta ao Bangu, um time que há pouco mais de três anos jogava o futebol mais bonito do Rio.

Ubirajara, Fidélis, Mário Tito, Luís Alberto e Ari Clemente, Jaime e Ocimar, Paulo Borges, Cabral, Ladeira e Aladim – os campeões de 66, que fizeram o Bangu sentir-se grande, uma das maiores forças do futebol brasileiro.

Melhor que esse time talvez tenha sido o formado por Silveirinha, em 1951, para fazer propaganda da fábrica de tecidos: Osvaldo, Mendonça e Rafanelli, Pinguela, Mirim e Alaíne, Moacir Bueno, Vermelho, Zizinho, Meneses e Nívio.

Mas o time de 51 perdeu a melhor de três para o Fluminense (os dois terminaram o Campeonato empatados). Didi quebrou a perna de Mendonça, o Bangu ficou reduzido a dez jogadores, perdeu. Siveirinha desfez o elenco, muito caro para um clube pequeno.

Um título ilusório
Catorze anos depois, dois homens de dinheiro fácil – Eusébio e Castor de Andrade – transformaram o Bangu em seu divertimento predileto. Investiram muito dinheiro e logo obtiveram resultados: o time começou a lutar pelo título, afinal o alcançou.

Mas ao primeiro balanço na vida pessoal de seus donos (Eusébio e Castor estavam em dificuldades com a Justiça por questões ligadas ao jogo do bicho), balançaram-se também os alicerces que seguravam o Bangu. A base era podre.

Para Eusébio de Andrade, a hora de sair era também a de recuperar seu dinheiro. Afinal, o time era muito mais dele do que do Bangu. Com os jogadores negociados de qualquer maneira, pelo preço orçado pela família Andrade, o Bangu viveu seus piores momentos no fim do ano passado. Quase fecha para balanço. Chegou a parar suas atividades para um expurgo.

Um esforço foi tentado. Guilherme da Silveira Filho resolveu oferecer algum capital ao clube. O técnico Flávio Costa foi contratado às pressas para tentar salvar o time. Não conseguiu. O time era formado por Luís Alberto, Dé, Aladim e mais alguns juvenis, estes com pequenos salários. A Taça Guanabara chegou a dar a impressão de que tudo estava nos eixos, quando a mão de ferro de Flávio Costa conduziu o time a um êxito relativo. Mas, no campeonato, o grupo viu-se reduzido ao limite da mediocridade. E foi desclassificado.

Uma paixão eterna
Domingo passado foi mais um domingo sem Bangu no Campeonato Carioca. Mas, ao lado esquerdo da tribuna de honra, um homem alto, forte, balançava uma bandeira. Só não gritava o nome de seu clube. Juarez Silva é securitário e contador. Sua casa é pintada de vermelho e branco. Sua fascinação pelo Bangu o fez cantá-lo em versos: “Carnaval e Bangu”, “Bangu Gigante” e “Bangu Campeão”. No Tribunal de Justiça Desportiva, defendendo seu clube, venceu onze processos contra uma gama de juristas que não encontravam no texto legal uma forma de contrariar a lógica banguense de Juarez, o chefe da torcida. A camisa do Bangu, o escudo no peito, a fivela do cinto e as meias alvirubras são seus companheiros inseparáveis. Ele era inspetor de seguros e, um dia, o diretor da empresa, Augusto Frederico Schmidt (o poeta falecido e que foi vice-presidente do Botafogo), chamou-o:

- Juarez, você vai ter que tirar essa camisa do Bangu. Schmidt referia-se à camisa do clube que Juarez usava (e usa até hoje) por baixo da camisa social. Conversa daqui, conversa de lá, o diretor fechou a questão: a camisa ou o emprego. Juarez ficou com a camisa.

- O Bangu não está no fim. No meio, talvez.

Juarez fala com paixão, enquanto Flamengo e Vasco correm no gramado do Maracanã. A bandeira do Bangu é agitada preguiçosamente. É a única em todo o estádio. Sua voz não está rouca. Ele não grita uma única vez. O motivo que lhe arranca os gritos não está ali.

O Bangu não está jogando. Está proibido de entrar no Maracanã até o ano que vem. Quando saiu do Campeonato também perdeu a vez no Robertão.

- O Bangu não está no fim. No meio, talvez.

- Mexam no Bangu e vocês verão a força que ele tem.

O desalento de Juarez, o que sofre na arquibancada. A confiança do patrono Guilherme da Silveira Filho, o que manda no clube.

O Bangu vive na paixão dos dois homens, pequeno no sofrimento do torcedor Juarez, grande quando Silveirinha quer.

Fonte: Revista Placar (nº 25: 04 de Setembro de 1970)

 

 

Itapagé Esporte Clube foi uma agremiação do município gaúcho de Frederico Westphalen. O clube ficava no Bairro de Itapagé.

 

 

 O Lestinho Futebol Clube é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O Clube foi Fundado no dia Primeiro de Novembro de 1945. A Sede fica localizada na Rua Florindo Brás, 56, no Bairro da Água Raza, na capital paulistana. O Lestinho conquistou o título Varzeano de 1958 (Troféu João Mendonça Falcão)

 

Foto: http://lestinho.futblog.com.br/

 

 

O Nova Geração Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Guarulhos (SP). ‘A Equipe Modelo de Guarulhos (a sua alcunha) foi Fundado no dia 26 de Dezembro de 1976. A Sede fica localizada na Rua Oslo, 04 (antiga Rua 15), no Bairro Jardim Bela Vista, em Guarulhos. O Nova Geração F.C. é filiado a Liga Guarulhense de Futebol (LGF) e também a Federação Paulista de Futebol (FPF).

 

O Esporte Clube Pratense é uma agremiação do município gaúcho de Nova Prata. O Clube foi Fundado no dia 22 de Agosto de 1944.

 

  

O Grêmio Esportivo Pratense é uma agremiação do município gaúcho de Nova Prata. O Clube foi Fundado no dia 07 de Janeiro de 1955. Avenida Borges de Medeiros, 1226 – Nova Prata. O seu Estádio é o Mário Ceni, com capacidade para 3 mil pessoas. No currículo há o título Estadual Amador – Zona Norte em 1970.

 

 

O Grêmio Esportivo Americano é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O clube foi Fundado no dia 21 de Abril de 1946. A sua Sede fica na Rua Homero Batista, 97, no Bairro de Vila Formosa, na capital paulistana.

 

Tão cedo a comunidade do Porto da Lagoa, em Florianópolis, não vai esquecer do decreto municipal 9.955/12. A resolução assinada pelo prefeito da Capital, Dário Berger, no dia 27 de abril, e divulgada apenas nesta quinta-feira em coletiva para a imprensa, declara o terreno de 8.020 metros quadrados, onde havia o estádio do Palmeiras, como área de utilidade pública.

O decreto é o primeiro passo para a desapropriação. Agora, a prefeitura precisa depositar em juízo o valor de R$ 291 mil, avaliação feita com base no IPTU, para entrar com a ação de desapropriação.

-Essa foi a primeira parte do processo, que não tem data para terminar. Já estava tudo certo com os proprietários, mas eles voltaram atrás e não tivemos outra saída – declarou o prefeito de Florianópolis.

Como não havia previsão orçamentária para indenizar a área, Berger informou que a quantia deve sair do caixa da Secretaria de Obras. Apesar do decreto, a comunidade ainda precisa aguardar uma decisão judicial para voltar a ter a posse do espaço.

O Palmeiras do Porto da Lagoa utilizava a área há 50 anos. O clube mantinha escolinhas de futebol para crianças, além de uma equipe nos campeonatos de futebol não-profissional da Capital. No último 10 de abril, através de decisão judicial, a família do empresário Walnei Medeiros, que faleceu durante o tempo do processo, tomou posse da área e destruiu o estádio.

Entenda o caso

1960 - Comunidade começa a utilizar a área
1962 - Manoel Ernesto Bittencourt doa o terreno para a comunidade
1987 - Empresário Walnei Medeiros entra no campo alegando ser o proprietário
1990 - O empresário entra na Justiça pela posse do terreno
1996 - Justiça dá ganho de causa para o requerente pela falta de provas do Palmeiras
2003 - Comunidade toma ciência do caso e contrata um laudo pericial
2005 - Aprovada Lei Complementar 205/05, que transforma o terreno em Área Verde de Lazer
2011 - Processo chega na fase da ordem de execução para a reintegração de posse
2012 - Em abril, família do empresário Walnei Medeiros, que faleceu, toma posse da área e destrói o campo do Palmeiras
2012 - Em maio, prefeito Dário Berger assina decreto que declara a área como de utilidade pública e desencadeia o processo para desapropriação

Fonte: HoraSC

 
Em 1926 de passagem pelo Maranhão, após realizar uma série de partidas em Belém – PA, a equipe bahiana do ESPORTE CLUBE YPIRANGA disputou três partidas amistosas. Abaixo os resultados destas partidas:

25.08.1926
YPIRANGA 3-0 LUSO BRASILEIRO, em São Luís/MA
27.08.1926
YPIRANGA 1-1 TUPAN, em São Luís/MA
29.08.1926
YPIRANGA 4-2 SELEÇÃO MARANHENSE, em São Luís/MA

 

TORNEIO INÍCIO MARANHENSE – 1948

DATA: 29 DE OUTUBRO DE 1948
LOCAL: SÃO LUÍS / MA

1º JOGO – MOTO CLUBE 3-0 SANTA ISABEL

2º JOGO – MARANHÃO 1-0 SAMPAIO CORRÊA

FINAL – MOTO CLUBE 1-0 MARANHÃO

Fonte: Diário de São Luiz / MA

 

TORNEIO INÍCIO MARANHENSE – 1949

DATA: 31 DE JULHO DE 1949
LOCAL: SÃO LUÍS / MA

1º JOGO – MOTO CLUBE 1-0 MARANHÃO

2º JOGO – SANTA ISABEL 3-1 TUPAN

3º JOGO – SAMPAIO CORRÊA 0-0 MOTO CLUBE (8-7 PENALTIS)

FINAL – SAMPAIO CORRÊA 2-0 SANTA ISABEL

Fonte: Diário de São Luiz / MA

 

O Esporte Clube Rubens Salles é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado em 1929, e equipe fica na Rua Diogo Faria, no Bairro da Vila Clementino, na Zona Sul Paulistana.

 CURIOSIDADE – O nome do clube foi uma homenagem ao ex-jogador Rubens Salles. Ele atuou entre os anos 10 a 30, sendo um dos grandes jogadores daquela época.

  Sua estreia no Paulistano foi em 1906, depois de passar pelas equipes infantis, de 1902 a 1904. Em 1907 era titular do Paulistano, e em 1908 foi campeão. Foi artilheiro do Campeonato Paulista de 1910, jogando pelo Paulistano com 10 gols.

  Aos 30 anos em 1920, abandonou o futebol para voltar 11 anos depois em 1930 como técnico, dirigindo o São Paulo FC da Floresta por quatro temporadas, sendo que no segundo ano que disputou em 1931, foi campeão paulista. Como jogador foi campeão Paulista (APEA) 6 vezes: 1908, 1913, 1916, 1917, 1918 e 1919.

 

 

O Guarany Futebol Clube foi uma antiga agremiação da cidade de Catanduva, no Interior Paulista. Na foto abaixo, foi tirada no antigo Estádio Ângulo Dias, na Rua Santos, em 1945. Atualmente, no local há o prédio do SENAC.

 Em pé (Da esquerda para a direita): Prof. Enzo Melchior, Ruge, Fia, Oswaldinho, Zuza, Edgar, Paulinho, Paulo, Odilon, Agostinho Ribeiro, Cabo Verde,e o diretor Gentil de Angelo.

Agachados: Rodopho Zabisky, Dr. Ítalo Záccaro, José Záccaro Neto (garoto com a bola), Ítalo Záccaro Júnior (garoto em pé), Sérgio Foz (garoto ajoelhado), Pancho, Baluarte, Sapuca, Silvinha, Gaiola, Grané, massagista Pedro Jorge da Silva e Birigui que depois nos anos 60/80 foi presidente do América Futebol Clube de Rio Preto por vários anos.

 

Foto: http://catanduvacidadefeitico.com.br/

 

 

O Grêmio Desportivo Jardim Ipanema é uma agremiação da cidade de Guarulhos (SP).  O clube foi Fundado no dia 16 de Junho de 1991. A sua Sede fica na Rua Ana Coelho da Silveira, 4-B – Bairro Jardim Ipanema – Taboão – Guarulhos.

 

O Grêmio Esportivo Flor Indiana é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). O clube fica localizado no Bairro de Indianópolis, na zona Sul paulistana.

 

 

O Esporte Clube Primavera é uma agremiação da cidade gaúcha de São Leopoldo. O clube disputa as competições da Liga Interna Municipal de Futebol Amador (LIMFA), de São Leopoldo.

 

O Esporte Clube São Leopoldo é uma agremiação da cidade de São Leopoldo (RS). O Clube foi Fundado no dia 18 de Agosto de 1974, e a sua Sede fica na Rua do Pastoreio, 646 – Bairro Scharlau.  A equipe Tricolor participa do campeonato da Liga Interna Municipal de Futebol Amador (LIMFA), de São Leopoldo.

 

NOME: ESPORTE CLUBE 1° DE MAIO
FUNDAÇÃO: 08/05/1965
SITUAÇÃO: AMADOR
CIDADE: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP
 

 

 

Ao final do Campeonato Bahiano de 1920, três equipes estavam empatadas no primeiro lugar. Foram necessárias partidas eliminatórias para a decisão do título. No sorteio se enfrentaram Associação e Fluminense, com o vencedor decidindo o título com o Ypiranga. Abaixo os resultados destas partidas:

ASSOCIAÇÃO 1-1 FLUMINENSE
Data: 05 de dezembro de 1920
Local: Campo da Graça, em Salvador / BA
Juiz: Benjamin Bompet
Gols: Liberato / Joaquim
Associação: Aragão; Fiães e Santinho; Cordeiro, Seabra e Arruda; Costinha, Todd, Liberato, Zequinha e Revelação.
Fluminense: Demétrio; Brito e Carapicu; Neco, Anísio e Satú; Lulu, Mário, Popó, Joaquim e Natalino.

ASSOCIAÇÃO 2-1 FLUMINENSE
Data: 12 de dezembro de 1920
Local: Campo da Graça, em Salvador / BA
Juiz: Benjamin Bompet
Gols: Costinha e Liberato / Popó
Associação: Orlando; Fiães e Santinho; Cordeiro, Seabra e Arruda; Costinha, Todd, Liberato, Lopes e Prandy.
Fluminense: Demétrio; Chibata e Carapicu; Neco, Anísio e Brito; Lulu, Satú, Popó, Joaquim e Natalino.

YPIRANGA 1-0 ASSOCIAÇÃO
Data: 19 de dezembro de 1920
Local: Campo da Graça, em Salvador / BA
Juiz: Antonio F. Dias
Gol: Piedade
Ypiranga: Nova; Bahia e Péricles; Gregório, Artur e Bahia II; Piedade, Dois Lados, Oscar, Juvêncio e Fernando.
Associação: Orlando; Fiães e Santinho; Cordeiro, Seabra e Arruda; Costinha, Todd, Liberato, Lopes e Prandy.

Fonte: A Manhã / BA

 

BOTAFOGO (SALVADOR-BA) 4-1 CORINGUIBA (ARACAJU-SE)
Data: 25 de novembro de 1920
Local: Campo da Graça, em Salvador / BA
Caráter: Amistoso Nacional
Juiz: Sr. Moraes
Gols: F. Dias (2), Arouca e Durval / Beneventes
Botafogo(BA): Astrolábio; Meireles, e Durval; Leite, Máximo e Agostinho; Arouca, Armindo, F. Dias, Raul e Zequinha.
Cotinguiba(SE): Francelino; Teotônio e João Lima;  Elpídio, Ângelo e Basílio; Beneventes, Carlito, Conceição, Tosta e Frota.

Fonte: A Manhã / BA

 

 

 O Flamengo Futebol Clube é uma agremiação da cidade gaúcha de São Leopoldo. O clube disputa as competições da Liga Interna Municipal de Futebol Amador (LIMFA), de São Leopoldo.

 

 

 O Sytlo 70 Futebol Clube é uma agremiação da cidade gaúcha de São Leopoldo. O clube participa das competições da da Liga Interna Municipal de Futebol Amador (LIMFA), de São Leopoldo.

 

NOME: MARAVILHA ATLÉTICO CLUBE
FUNDAÇÃO: 
SITUAÇÃO: AMADOR
CIDADE: CLEMENTINA/SP
 

 

 

Seguem alguns escudos de Niteroi, e peço que prestem bastante atenção em uma coisa: eu jamais vi o escudo do Guarani, apenas a descrição. Nós, que gostamos de escudos, sabemos o quanto é difícil o “escudo descrito”. Um a um:

Sport Club Elite – O clube foi fundado no dia 7 de setembro de 1925, por iniciativa de Fernando Simões de Figueiredo, carioca e aparentemente endinheirado, e junto com um grande grupo de desportistas também carioca decidiu montar sua sede na Rua da Conceição, 7, Centro de Niterói (o casarão ainda existe… procurem no Google Maps, quem estiver interessado).O porquê de futebolistas cariocas decidirem montar seu clube em Niterói? Não sei.

O clube entrou na Associação Fluminense de Esportes Athleticos em 1926 e, arrasadoramente, conquistou o campeonato, aplicando sonoras goleadas nos tradicionais times da cidade. Naturalmente, despertou muito rancor entre os niteroienses, pois além de muitos jogadores alvinegros serem nascidos e ter residência na cidade do Rio, um grande número chegava a jogar, também, em clubes cariocas. Por tudo isso, o Elite ganhou a fama de “club carioca infiltrado”. Puro bairrismo?

Mas os efeitos da “carioquice” desandaram logo em 1927: passada a empolgação inicial com a criação de um novo clube, sócios e jogadores cariocas do Elite “enjoaram” de viajar para o outro lado da baía e o clube sofreu uma esvaziada. Tornou-se saco de pancadas e saiu da AFEA em 28 ou 29, aproximadamente. O clube simplesmente sumiu do noticiário.

Comentando sobre o clube, com minha mãe, ela se lembra de já ter escutado algo da mãe dela sobre um certo “Clube Elite” na Rua da Conceição, porém um clube social, onde tinha música, bailes etc. Talvez seja o mesmo e tenha sido esse o destino do Elite, afinal, minha avó nasceu em 1931, e teria lembranças dele já numa fase não-esportiva. Infelizmente minha avó já faleceu, e nunca pude perguntar nada a ela…

Seu uniforme: camisas em listras alvinegras verticais bem finas (estilo “riscadinho”) e calções brancos.

 

Internacional Football Club – Fundado em 1919/20, sua sede ficava em São Domingos. O clube rubro-negro mudou de nome em 1926 para Flamengo Sport Club. Depois sumiu.

Seu uniforme, enquanto Internacional, eram camisas listradas na vertical rubro-negras e calções brancos. Quando tornou-se Flamengo, adotou uniforme idêntico ao homônimo carioca, porém sem as iniciais bordadas no peito. Não sei se o escudo do Flamengo Sport Club seria parecido com o do CRF…

 

Guarany Football Club (*) – Geralmente chamado de “Vovô do Futebol Niteroiense”, o Guarany foi fundado como Guanabara Football Club em 30/06/1908, deixou de existir or alguns anos e foi reerguido em 1912. Foi fundado por iniciativa de um padre e alunos do Colégio Salesiano de Niterói, e a idéia fundadora era inspirada no Mackenzie College, de São Paulo.

Aí vem a grande dúvida: o uniforme do clube, isso é fato, sempre foram camisas vermelhas. Nos anos 10, li a seguinte descrição da camisa: “vermelha, com uma esfera branca no peito e as iniciais, idêntico ao modelo do Mackenzie College”. Porém o Mackenzie College não usava iniciais, mas inicial, no singular. Seria o escudo do Guarany branco com um G? Alguém que entenda de futebol paulista sabe se o Mackenzie já teve um escudo redondo com mais iniciais?

Nos anos 20, já li que “o Guarany usa camisa e escudo idênticos ao América”. Sei que o América inspirou-se no Mackenzie, em relação à camisa, mas e o escudo?

Para confundir mais ainda, uma terceira informação: quando entrevistei o sr. Raulzinho, ex-jogador do Fluminense de Niterói, em 2007/08, perguntei sobre clubes antigos de Niterói e ele me informou que o Guarani, que ficava entre Santa Rosa e Icaraí, disputava apenas torneios juvenis nos anos 40, informação procedente, e tinha camisa rubra, idem. Perguntado se ele se lembrava como era o escudo, ele me falou que era “parecido com o do São Cristóvão, só que vermelho e branco”. Desenhei para ele o escudo do São Cri-Cri, para facilitar a memória, e ele me confirmou que era esse o escudo mesmo. E agora? Seria um escudo dos anos 40? Ou ele confundiu com outro Guarani?

Ficam as dúvidas em aberto.

(*) Amigos, uma pequena adição: em 1926 o Guarany Football Club mudou de nome para Club Athletico São Bento, ao se mudar para a rua Mem de Sá, pertinho do Campo São Bento. Em 1934, aproximadamente, o clube voltou a se chamar Guarany, pois seus sócios acharam que o nome “São Bento”, com o qual o clube apanhava mais do que outra coisa, “dava azar”. Nos anos 40 o Guarany estava na rua Lemos Cunha, também pertinho do campo.

 

Em 1961 foi disputado o Torneio Rio-São Paulo de Futebol Juvenil, que contou com a participação de Palmeiras e Corinthians (campeão e vice paulistas de 1960) e Flamengo e Botafogo (campeão e vice cariocas de 1960). Foi uma competição em turno único e teve no CLUBE DE REGATAS FLAMENGO o seu campeão. O artilheiroi foi Airton, do Flamengo com 5 gols. Abaixo os resultados:

TURNO ÚNICO

05.02.1961 – PALMEIRAS 0-0 CORINTHIANS (PACAEMBU)
18.02.1961 – BOTAFOGO 1-0 PALMEIRAS (GÁVEA)
19.02.1961 – FLAMENGO 7-0 CORINTHIANS (GÁVEA)
25.02.1961 – CORINTHIANS 3-2 BOTAFOGO (PACAEMBU)
26.02.1961 – PALMEIRAS 2-2 FLAMENGO (PACAEMBU)
04.03.1961 – FLAMENGO 1-1 BOTAFOGO (GÁVEA)

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