O Esporte Clube União Matadouro de Guaru é uma agremiação de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. O clube, que fica localizado no Central-Guarus, foi fundado no dia Primeiro de Maio de 1966, disputa as competições da Liga Campista de Desportos (fundado em 1913).

 
almimari

Carlos Alberto Alimari

Contratado junto ao Apucarana, do Paraná, em 1967, Carlos Alberto Alimari participou das campanhas que culminaram com a conquista do Tricampeonato do Interior pela Ferroviária em 1969.

Carlos Alberto - primeiro em pé (esquerda)

Também fez parte da delegação afeana que excursionou pela América Central e Caribe no ano de 1968. Goleiro de porte físico avantajado, Carlos Alberto tinha como principal característica a imponência e a boa colocação diante dos atacantes adversários. No chamado “Paulistinha” de 1971, torneio classificatório para o Campeonato Paulista de 1972, a equipe grená conquistaria a Taça dos Invictos, instituída em 1939, pelo jornalista Thomaz Mazzoni de “A Gazeta Esportiva”. Um dia após a vitória por 3 a 1 sobre o Botafogo, na vizinha Ribeirão Preto, partida correspondente ao terceiro jogo de uma série de 14 jogos sem derrotas, alguns jogadores, entre eles, Carlos Alberto, foram participar de uma pescaria às margens do rio Mogi-Guaçu, para comemorar a conquista do primeiro turno do torneio. Carlos Alberto era o goleiro menos vazado do campeonato, até então. O que realmente aconteceu naquele dia, permanece um mistério até os dias de hoje. O que se sabe é que Carlos Alberto caiu no rio. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, às 23 horas do dia 13 de outubro de 1971, pelo Corpo de Bombeiros, preso a alguns galhos, no fundo do rio. O fato comoveu a cidade. Jogador querido e respeitado, seu velório foi realizado na antiga sede da AFE, na avenida Duque de Caxias, e atraiu milhares de torcedores e admiradores. O sepultamento ocorreu na cidade de São Paulo. O goleiro, que por tantas vezes honrou a camisa grená, deixou a vida prematuramente, para entrar para a história como um dos jogadores mais vitoriosos de toda a trajetória da Ferroviária.

Em Araraquara, Carlos Alberto Alimari virou nome de rua, numa justa homenagem ao correto e competente profissional, falecido tragicamente, no auge da carreira.

Texto de Gustavo Ferreira Luiz, Monitor do Museu do Futebol e Esportes de Araraquara (Arena Fonte Luminosa)
Transcrito da revista e a – esporte araraquara, nº 28, de fevereiro de 2012 (página 18)
Edição: Paulo Luís Micali
Fotos: Sim News, internet e Revista e a – esporte araraquara

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O Futebol Clube do Porto foi Fundado numa quarta-feira, do dia 9 de junho de 1999, fica na cidade de Porto União, em Santa Catarina.

Curiosidade: Contudo, um fato curioso marca a vida do ‘Azulão da Fronteira’ (alcunha do time). Afinal o time catarinense manda os seus jogos no estádio Municipal Antiocho Pereira, com capacidade para 12 mil pessoas (foto abaixo), no Paraná. Mais precisamente na cidade vizinha: União da Vitória. O motivo para esse deslocamento de uma estado para o outro é que na sua cidade de Porto União não dispõe de uma estrutura cabível.

O FC Porto disputou o Campeonato Catarinense de Série B em 1999, mas não obteve boa campanha. Após nove anos de licença, disputou a Divisão de Acesso do campeonato catarinense aonde foi campeão em 2008. Em 2009, o Porto fez ótima campanha, onde ficou em 4º lugar no campeonato, não subindo por apenas 1 ponto, no Quadrangular Final (subiram Juventus e Imbituba).

Em 2011, Futebol Clube do Porto terminou na sexta colocação (26 pontos em 18 jogos) do Campeonato Catarinense (Divisão Especial).

 

Aproveitando a Série de uniformes de times amadores de Santos publicada por nosso amigo Sergio Mello, publico a história do Ouro Preto F.C.


Ouro Preto Futebol Clube foi fundado em 01 de Fevereiro de 1945. Na época, o Bairro do Macuco estava em grande desenvolvimento habitacional e devido a isso, muitos times de futebol estavam surgindo. As famílias Palmieri e Madureira, junto com os amigos do local onde moravam, ruas Lacerda Franco e Padre Gastão de Moraes, fundaram o Ouro Preto.

As cores do seu uniforme são o preto e o amarelo e tem como mascote a figura do tigre. Durante alguns anos teve um campo de futebol ao lado do campo do Santa Cecília. Um dos poucos times da várzea ainda em atividade o Ouro Preto foi campeão varzeano no ano de 1988 com o time principal e 1986 na categoria aspirante (2º quadro).

 

 

ARTIGO DE JAIR SIQUEIRA

DESENHO DO ESCUDO SERGIO MELLO

FONTE: http://www.varzeasantista.com/equipes/ouro-preto-f-c/

 

 

 

O San-São mais famoso de todos

Seria o con­fronto entre o então cam­peão mun­dial Santos — que meses mais tarde con­quis­taria o bi — contra um São Paulo já com um elenco econô­mico por causa da cons­trução do Mo­rumbi. Apesar desse elenco econô­mico, o tri­color ter­mi­naria aquele Cam­pe­o­nato Pau­lista de 1963 com o vice-campeonato, seis pontos atrás do cam­peão Pal­meiras e oito na frente do Santos, que teve sua sequência de três tí­tulos es­ta­duais que­brada. Àquela al­tura do pri­meiro turno os times do in­te­rior já tinha jo­gado mais vezes que os ditos grandes, tanto é que numa ta­bela por pontos ga­nhos o XV de Pi­ra­ci­caba li­de­rava, com ca­torze pontos em onze jogos, mas na­quela época o que se le­vava em con­si­de­ração eram os pontos per­didos, fór­mula que era pos­sível uti­lizar quando as vi­tó­rias va­liam dois pontos. Por pontos per­didos, o Pal­meiras já de­tinha a ponta, com dois pontos per­didos em sete jogos, ambos per­didos em em­pates fora de casa contra São Bento e Santos. O Santos vinha logo atrás, com três pontos per­didos em oito jogos, en­quanto o São Paulo es­tava mais atrás, com seis pontos per­didos em nove jogos.

Mas poucos são-paulinos lembram-se do Pau­listão de 1963 pelo vice-campeonato, pois há uma lem­brança muito mais sa­bo­rosa da­quela cam­panha: a go­leada por 4×1 sobre o Santos, no Pa­ca­embu, quando o ad­ver­sário li­te­ral­mente fugiu de campo. Al­gumas fontes apontam er­ro­ne­a­mente que o clás­sico contra o Peixe deu-se no dia 14, uma quarta-feira, mas na ver­dade foi no dia se­guinte. Seria o ter­ceiro jogo pelo São Paulo de Pagão, então com 28 anos, de­pois de perder es­paço para Cou­tinho no Santos e sair bri­gado da Vila Bel­miro. Talvez por isso, o cen­tro­a­vante teve uma atu­ação es­pe­ta­cular, par­ti­ci­pando de dois gols e mar­cando outro.

Quem também se des­tacou foi o pa­ra­guaio Ce­cilio Mar­tínez que co­meçou a jo­gada do pri­meiro gol, logo aos seis mi­nutos, com um passe para Faus­tino na di­reita. O meia passou por dois ad­ver­sá­rios, cortou para o meio e, ainda fora da área, chutou ras­teiro e Gilmar não con­se­guiu al­cançar. Contra o Santos da­quela dé­cada, o placar de 1×0 es­tava longe de ser ga­rantia de nada, es­pe­ci­al­mente no co­me­cinho do jogo. Cinco meses antes, em 7 de março, o São Paulo abrira o placar aos 28 mi­nutos contra o Peixe em par­tida pelo Rio–São Paulo e ter­minou o pri­meiro tempo ven­cendo por 2×1. O placar final da­quele jogo? Santos 6×2, a maior go­leada san­tista na his­tória do clássico.

E a his­tória pa­receu repetir-se quando Pelé em­patou o jogo, aos vinte mi­nutos. A sen­sação de déjà-vu au­mentou aos 37, com o São Paulo de novo na frente, igual­zinho ao con­fronto an­te­rior. Mauro tinha a bola na in­ter­me­diária, mas perdeu-a para Pagão, que tocou para Benê e re­cebeu de volta en­quanto o meia dis­pa­rava. O lan­ça­mento de Pagão foi pre­ciso, e Benê re­cebeu a bola livre na frente de Gilmar para de­sem­patar. As se­me­lhanças com o jogo de março pa­raram por aí.

Pagão co­brou falta para Sa­bino, um ata­cante que tinha vindo em 1961 da In­ter­na­ci­onal de Be­be­douro, onde era co­nhe­cido pelo ape­lido de Pelé de Be­be­douro — não por causa de seu fu­tebol, até ra­zoável, mas pela se­me­lhança fí­sica. Ele lançou Ce­cilio Mar­tínez pela es­querda. O pa­ra­guaio pe­ne­trou na área e cruzou para a boca do gol, onde Sa­bino des­locou Gilmar, que nem se mexeu, abrindo dois gols de van­tagem. A con­fusão co­meçou aí. O ban­dei­rinha teria apon­tado im­pe­di­mento no lance, mas foi ig­no­rado pelo ár­bitro Ar­mando Mar­ques, que deu o gol. Coin­ci­dência ou não, duas se­manas antes o Santos tinha feito um pro­testo na Fe­de­ração Pau­lista, ale­gando que Ar­man­dinho es­taria sendo tendencioso.

O cen­tro­a­vante san­tista Cou­tinho re­solveu peitar o ár­bitro: “Sa­tis­feito, ‘Flor­zinha’?” Foi ex­pulso no ato. “Eu o chamei pelo nome e falei: ‘Pode ir em­bora, seu Ho­nório.’”, disse Ar­mando em en­tre­vista à Re­vista Ofi­cial do São Paulo em 2010. Pelé, ges­ti­cu­lando bas­tante, também foi re­clamar. Na mesma en­tre­vista, Ar­mando também lembra o que disse para o Atleta do Sé­culo: “Edison, o se­nhor está ex­pulso. Retire-se.” Na época os car­tões ver­melho e ama­relo ainda não ti­nham sido in­ven­tados, e o juiz apenas si­na­li­zava as expulsões.

O pri­meiro tempo ter­mi­naria sem mai­ores per­calços, mas o téc­nico são-paulino, Oswaldo Brandão, já ima­gi­nava que o se­gundo tempo seria di­fe­rente. “Esse jogo não vai acabar”, disse, na saída para o in­ter­valo. “O Nélson Con­se­tino [mé­dico do Santos] veio me falar que eles vão melar o jogo.” O medo do Santos seria levar uma go­leada. “Não uma sova qual­quer, de 5×1 ou 6×1″, es­creveu Con­rado Gi­a­co­mini no livro Dentre os Grandes, És o Pri­meiro, “mas um mas­sacre de oito ou nove, que po­deria virar man­chete no mundo todo, jus­ta­mente no mo­mento em que o Peixe co­me­çava a se des­tacar in­ter­na­ci­o­nal­mente. Seria um escândalo!”

Em­bora hou­vesse es­pe­cu­lação de que o Santos nem vol­taria dos ves­tiá­rios, o time voltou a campo para o se­gundo tempo. O pro­blema é que, ao invés de voltar com nove jo­ga­dores, apenas oito es­tavam em campo: o es­tre­ante lateral-direito Apa­re­cido ficou no ves­tiário. “[Apa­re­cido] mis­te­ri­o­sa­mente contundiu-se no ves­tiário (?!)”, iro­nizou Gi­a­co­mini. As re­gras do fu­tebol só pas­sa­riam a per­mitir subs­ti­tui­ções a partir de Copa do Mundo de 1970, então a par­tida se­guiu com uma van­tagem nu­mé­rica são-paulina de três ho­mens. Com apenas três mi­nutos de jogo, a su­pe­ri­o­ri­dade passou a ser de quatro ho­mens. Pepe trombou com Bel­lini em um lance normal e jogou-se ao chão, su­pos­ta­mente sem con­di­ções de se­guir jo­gando. Não dava para acre­ditar que era apenas coincidência.

Mas o cai-cai não foi rá­pido o bas­tante para im­pedir o quarto gol são-paulino. Com a bola na di­reita, Ro­berto Dias viu Pagão dis­pa­rando pelo meio e fez o lan­ça­mento. Pagão re­cebeu e soltou a bomba, ven­cendo Gilmar. O gol seria o pe­núl­timo lance do jogo. Na saída de bola, Dorval deu um chute e caiu ao gra­mado. Outro que não po­deria mais con­ti­nuar. Quando um time fica com menos de sete jo­ga­dores em campo, o ár­bitro é obri­gado a en­cerrar a par­tida. Os são-paulinos ten­taram de­mover os san­tistas da ideia de aban­donar o campo, sem sucesso.

No dia se­guinte, o jornal A Ga­zeta Es­por­tiva es­tam­paria em man­chete “Santos fugiu do campo”.
Ficha Técnica

Por Alexandre Giesbrecht

 

O Barreto Football Club foi fundado no dia 14 de julho de 1912 por funcionários da Cia. de Phosphoros de Segurança Fiat Lux, no bairro Barreto, Niterói. Disputou em 1914 o torneio organizado pelos clubes de Niterói, e a partir de 1916 do campeonato instituído pela Liga Sportiva Fluminense, comandante do esporte no antigo Estado do Rio de Janeiro.

O clube rapidamente tornou-se um dos mais fortes da cidade. Rivalizava enormemente com o Byron Football Club, também do Barreto, no chamado “Clássico da Zona Norte”, rivalidade que talvez só fosse equiparada a entre Canto do Rio e Fluminense Atlético, o “Clássico da Zona Sul”. As partidas entre Barreto e Byron arrastavam multidões nos anos 20-30, quando a torcida de Niterói era preferencial pelos clubes locais, e um pouco dessa rivalidade foi vivida pelo craque Zizinho, revelado no Byron. Os jornais destacavam, ainda, que o Barreto possuía mais torcida do que o Byron.

O mascote do clube era o leão – aliás, o apelido do Barreto era “Leão do Norte”, e sua antiga sede, na rua General Castrioto, era ornamentada com duas estátuas de leão, logo na entrada. Suas cores eram o azul escuro e branco, e como uniforme camisas inteiramente azuis e calções brancos, embora em algumas ocasiões o clube tenha usado uniforme listrado.

O Barreto conquistou a divisão principal da Liga Sportiva Fluminense em 1921 e 1923, além dos torneios início de 1919, 1920, 1924 e 1925. Foi ainda campeão de segundos quadros em 1919 e 1920 e de terceiros quadros em 1917, 1918, 1921 e 1923. Após o deslocamento dos clubes de Niterói para uma liga municipal, venceu o torneio de segundos quadros em 1932 e 1933 – lembrando que alguns títulos nos anos 30 não estão devidamente pesquisados, talvez o clube tenha outras conquistas.

Em 1941 o clube tomou uma decisão arriscadíssima, e pouco conhecida: disputou com o Canto do Rio uma vaga no Campeonato Carioca de Profissionais. Para isso, o Barreto se endividou até a alma montando uma caríssima equipe profissional. No fim das contas o Canto do Rio foi o escolhido, e o Barreto teve que usar a sua equipe no campeonato niteroiense de amadores, onde liderou boa parte do campeonato mas refugou no final, ficando o título com o recém-criado Icaraí F.C.

Em 1942 a situação financeira do clube era insustentável, e o Barreto foi obrigado a fechar as portas, aos 30 anos de idade e deixando uma grande torcida no bairro órfã. Alguns remanescentes do Barreto fundaram o Cruzeiro Atlético Clube, usando as mesmas cores, mas esse clube, de pouco sucesso, nunca ousou reinvidicar o espólio do Leão do Norte.

 

O Água Branca Futebol Clube, foi fundado no último dia 25 de março de 2012. Além da fundação, foi divulgado os uniformes e a cúpula que irá administrar o novo clube piauiense, com  sede na cidade de Água Branca. Serão 15 pessoas que passam a dirgirir o clube:

Presidente: Valmir Tavares Sales
1º Vice-presidente: Daniel Santos Gomes
2º Vice-presidente: Francisco Borba de Carvalho
Diretor Administrativo: Ivaldo Rômulo Sousa
Diretor Financeiro: Gildásio Alexandrino de Carvalho
Diretor de Patrimônio: Agenor Ribeiro Veloso
Diretor de Futebol Profissional: Reinaldo Barros Torres
Diretor de Futebol Amador: Antônio Valter Batista dos Santos
Diretor de Comunicação: Enoque Sousa

Conselho Fiscal:
Cipriano Faustino de Sousa
João da Cruz Santos
Lucivaldo Miranda de Lima

Conselho de Administração:
Davi dos Santos Gomes
José Ribeiro Coimbra
Valdinar Bispo dos Santos

O curioso dos uniformes estão nas cores. Apesar do escudo ser alvinegro, o ‘uniforme 1‘ é branco e laranja com detalhes na cor preta. Já o ‘segundo modelo‘ é verde e branco, parecido com o Sporting de Portugal.

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo, fotos do Estádio Municipal de Água Branca, onde o Água Branca Futebol Clube fará seus treinos e jogos:

 

 

 

 

 

 

Fotos: Pedro Silva

 

 

O Água Branca Futebol Clube, com sede na cidade de Água Branca e com nomes representativos da sociedade local na sua diretoria, se organiza para participar do Campeonato Piauiense Sub-18 de 2012 com a mesma estrutura que teve o Barras com seu então núcleo instalado na Capital Econômica do Médio Parnaíba Piauiense e dissolvido recentemente para que jogadores juniores da própia cidade de Barras possam participar da competição sub-18 deste ano.
 
Dirigentes do Água Branca F. C. já estão se movimentando junto a FFP – Federação de Futebol do Piauí, tendo à frente Valmir Sales, Reinaldo Barros Torres e Daniel Santos Gomes, no sentido de fazerem o registro oficial da nova agremiação. O presidente da FFP, Cesarino Oliveira, recebeu na última segunda-feira (26) comissão da agremiação aguabranquense e se dispôs a dar apoio no que necessário fosse.
 
As cores do Água Branca são: laranja, branco, verde e preto. O mascote será o Cisne – ave aquática (a cidade tem o nome “Água”, além de se homenagear o maior acidente geográfico do município, um açude instalado pela Natureza na zona urbana). O Cisne é um animal belo e nobre, daí sua indicação como mascote do Água Branca Futebol Clube, segundo seus idealizadores, seria ainda uma justa homenagem, também, “ao povo de Água Branca”, considerado um dos mais belos do interior do Piauí.
 
É pensamento dos idealizadores do Água Branca Futebol Clube levarem o clube a elite do futebol piauiense nos próximos anos. “Os nomes constituidos para formarem a diretoria são todos de amantes do futebol, pessoas de todas as camadas sociais, esse time ainda vai proporcionar muito orgulho aos aguabranquenses, assim como temos orgulho em fazer um grande carnaval”, disse o jovem universitário Daniel Santos Gomes, que já tem experiência na área pois foi o auxiliar-técnico do Barras Futebol Club no último Campeonato Piauiense Sub-18 organizado pela FFP.
 
“Água Branca tem um dos melhores estádios do interior do Piauí, um público que gosta muito de futebol e bons jogadores. O investimento é mínimo e fará com que o nome da cidade ganhe as manchetes dos jornais, televisões, portais de notícia na internet, durante os quatro meses que durar o Campeonato Piauiense Sub-18 de Futebol Júnior”, disse o jornalista Reinaldo Barros Torres, um dos idealizadores do novo clube piauiense.
 
Já o empresário Valmir Sales falou que “o Água Branca Futebol Clube enaltecerá o orgulho da nossa gente. Água Branca ficará conhecida agora além do bom carnaval que faz, também por ter um time de futebol. Em breve, podem crê, estaremos com esse clube participando do campeonato piauiense profissional e sendo campeão, no Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil e não custa sonhar muito: vermos um time da nossa terra com jogo sendo transmitido pela TV para todo o Brasil. Quem viver verá e vamos todos ajudar e apostar nesse sonho”, finalizou Valmir Sales.
 
(*) FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing do Água Branca Futebol Clube
 

Catalogando o escudo inédito do Icaraí Futebol Clube, duas vezes campeão fluminense, publicado pelo pesquisador e historiador Auriel de Almeida.

Fonte: Auriel de Almeida 

 

O último Ranking Mundial de Clubes da Federação de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS), referente a primeiro de abril a 30 de março deste ano, apresentou o Barcelona liderando, com o arquirival Real Madrid, em segundo. O melhor brasileiro é o Santos na sexta posição.

Dos 200 maiores clubes, apenas 12 são brasileiros. Além do Peixe: aparece o Vasco da Gama (13º lugar), Fluminense (37º), Internacional (39º), Flamengo (72º), Corinthians (75º), Coritiba (114º), Botafogo (130º), São Paulo (142º), Grêmio (146º), Palmeiras (159º) e Ceará (161º).         

 Vale lembrar que a IFFHS se basea nos resultados nacionais e internacionais dos clubes durante o período de 12 meses. A ordem dos clubes é completamente determinada pelos seus resultados durante esse período. 

Listagem referente a 01 de abril de 2011 a 30 de março de 2012

No Top 200 estão 12 clubes brasileiros

* na ordem – posição atual, posição anterior, clube, país e pontuação *
1. (1.)
2. (2.)
3. (3.)
4. (6.)
5. (13.)
6. (8.)
7. (15.)
8. (4.)
9. (5.)
10. (9.)
10. (7.)
12. (22.)
13. (24.)
14. (11.)
15. (22.)
15. (19.)
17. (12.)
18. (36.)
19. (43.)
20. (32.)
21. (16.)
22. (28.)
23. (21.)
24. (10.)
25. (28.)
26. (18.)
27. (33.)
28. (37.)
29. (20.)
30. (24.)
31. (17.)
32. (43.)
32. (26.)
34. (14.)
35. (45.)
36. (33.)
37. (54.)
37. (60.)
39. (31.)
40. (41.)
41. (30.)
42. (33.)
43. (37.)
43. (27.)
43. (52.)
46. (59.)
47. (50.)
48. (56.)
49. (51.)
50. (39.)
51. (48.)
51. (58.)
53. (42.)
54. (74.)
55. (45.)
55. (57.)
57. (73.)
58. (60.)
59. (64.)
60. (115.)
61. (60.)
62. (55.)
63. (48.)
63. (39.)
65. (47.)
66. (68.)
66. (52.)
68. (95.)
68. (74.)
70. (66.)
71. (112.)
72. (79.)
73. (71.)
74. (63.)
75. (146.)
76. (123.)
77. (74.)
78. (96.)
79. (67.)
80. (84.)
81. (88.)
82. (85.)
82. (79.)
84. (64.)
85. (71.)
85. (74.)
87. (68.)
87. (85.)
89. (83.)
90. (118.)
91. (92.)
92. (92.)
93. (79.)
93. (85.)
95. (134.)
96. (89.)
96. (127.)
98. (92.)
99. (91.)
100. (101.)
101. (102.)
102. (115.)
102. (150.)
102. (141.)
102. (108.)
102. (102.)
107. (136.)
108. (121.)
108. (102.)
110. (123.)
111. (110.)
111. (96.)
113. (109.)
114. (110.)
114. (142.)
116. (115.)
116. (107.)
118. (146.)
118. (120.)
120. (130.)
121. (99.)
121. (137.)
123. (128.)
123. (144.)
125. (99.)
126. (118.)
127. (132.)
127. (128.)
127. (89.)
130. (156.)
130. (70.)
130. (154.)
130. (150.)
130. (134.)
135. (74.)
135. (126.)
137. (112.)
138. (121.)
139. (161.)
140. (146.)
141. (142.)
142. (150.)
142. (150.)
142. (102.)
145. (161.)
146. (79.)
146. (137.)
146. (154.)
146. (156.)
146. (166.)
151. (188.)
152. (102.)
152. (171.)
154. (207.)
154. (159.)
154. (156.)
154. (188.)
158. (139.)
159. (177.)
159. (233.)
161. (166.)
161. (193.)
161. (166.)
164. (193.)
165. (174.)
165. (130.)
167. (188.)
167. (222.)
169. (173.)
169. (159.)
171. (144.)
171. (260.)
171. (149.)
174. (278.)
174. (232.)
176. (183.)
176. (139.)
176. (254.)
179. (174.)
180. (165.)
181. (183.)
181. (166.)
181. (239.)
181. (188.)
181. (132.)
181. (239.)
181. (224.)
188. (188.)
188. (199.)
190. (180.)
190. (185.)
190. (233.)
190. (161.)
194. (233.)
194. (222.)
196. (185.)
196. (193.)
196. (193.)
199. (199.)
199. (207.)
FC Barcelona
Real Madrid CF
CA Vélez Sarsfield
CD Universidad de Chile
FC Bayern München
Santos FC
Club Atlético de Madrid
Manchester United FC
Manchester City FC
FC Schalke 04
CD Universidad Católica
Athletic Club de Bilbao
CR Vasco da Gama
Royal Standard de Liège
Sporting Lisboa
Milan AC
PSV Eindhoven
AZ Alkmaar
Chelsea FC London
Valencia CF
Paris Saint-Germain FC
Arsenal FC
SL Benfica
Club Libertad
SSC Napoli
FC Twente Enschede
Olympique Lyonnais
FK Metalist Charkiv
Stoke City FC
SK Viktoria Plzen
FC do Porto
Tottenham Hotspur FC
Fulham FC
LDU Quito
Hannoverscher SV 1896
FC Internazionale Milano
APOEL Lefkosia
Fluminense FC
SC Internacional
RSC Anderlecht
Glasgow Celtic FC
Lille Olympique
FC Dinamo Kyiv
Sporting Braga
CF Monterrey
PAE Olympiakos SFP
Wisla Kraków SA
FC Basel
Club Brugge KV
PAOK Thessaloniki
SS Lazio Roma
Stade Rennais FC
Olympique de Marseille
FBC Olimpia Asunción
Besiktas JK Istanbul
FK Rubin Kazan
BV Borussia Dortmund
Udinese Calcio
FC Lokomotiv Moscow
CA Boca Juniors
Red Bull Salzburg
Suwon Samsung Blue-Wings FC
Cerro Porteño FBC
CA Peñarol Montevideo
FC Zenit St. Petersburg
Atlético Monarcas Morelia
CB Jeonbuk Hyundai
Juventus FC Torino
Arsenal FC Sarandí
Espérance de Tunis Club Santos Laguna
CR Flamengo
KP Legia Warszawa
FC Kobenhavn
SC Corinthians Paulista
CA Lanús
FK Austria Wien
FC Vaslui
PFC CSKA Moscow
FC Steaua Bucuresti
NK Dinamo Zagreb
NK Maribor (piv. Lazne)
Trabzonspor K Trabzon
CD Godoy Cruz ATM
AFC Ajax Amsterdam
Maccabi Haifa FC
FC Shakhtar Donetsk
MAS Fès
CA Independiente Avellaneda
Nagoya Grampus
FC Vorskla Poltava
Enyimba International FC
TSV Bayer 04 Leverkusen
Wydad AC Casablanca
Nacional FBC Asunción
FC BATE Barysau
AEK Larnaka
FK Ekranas Panevežys
KRC Genk
Hapoel Tel-Aviv FC
AC Sparta Praha
Al-Hilal Omdurman
Zamalek SC Cairo
Esteghlal FC Tehran
Santa Fe CD Bogotá
FK Partizan Beograd
Seattle Sounders FC
AFC Rapid Bucuresti
FC Dinamo Tbilisi
SK Slovan Bratislava
Aalesunds FK
Al-Ahly Cairo
Al-Hilal FC Riyadh
Coritiba FC
Kashiwa Reysol
HJK Helsinki
Nacional de Montevideo
Deportivo Quito
Borussia Mönchengladbach
FC Dinamo Bucuresti
FC Seoul
FC Sion
GD Interclube Luanda
UNAM Ciudad de Mexico
FM Sepahan Isfahan
Unión Española Santiago
Malmö FF
Cerezo Osaka FC
Nasaf Qarshi FC
Montpellier Hérault
Villarreal CF
Atlético Nacional Medellín
Liverpool FC
Botafogo FR
CD Once Caldas
CD Cruz Azul
FC Zürich
Glasgow Rangers FC
CD Isidro Metapán
CS Gaz Methan Medias
Odense BK
São Paulo FC
SK Sturm Graz
Emelec Guayaquil
Los Angeles Galaxy
Estudiantes de La Plata
Grêmio FBPA
BSC Young Boys Bern
US Citta di Palermo
Maccabi Tel-Aviv
Bursaspor K Bursa
CPD Junior Barranquilla
FK Rabotnicki Skopje
Everton FC
SE Palmeiras
AS Roma
Fenerbahce SK
Al-Wehdat Club Amman
Al-Ittihad Club Jeddah
Toronto FC (Canada)
Shamrock Rovers FC
FC de Toulouse
Ceará SC
FC Pohang Steelers
FK Zestafoni
AEK Athens
Universitario de Nuevo León
Omonia FC Lefkosia
CSD Comunicaciones
FK Baumit Jablonec
FC Gamba Osaka
CD Guadalajara
Muang Thong United FC
Ulsan Hyundai Horangi FC
Heart of Midlothian FC
FC Spartak Trnava
Cotonsport FC de Garoua
Provincial Electronic Authority
Linfield FAC
Sunshine Stars FC
KR Reykjavík
Kashima Antlers FC
Newcastle United FC
CD La Equidad Bogotá
Al-Sadd SC Doha
Málaga CF
CA Tigre
Club Sport Herediano
FC Dallas
FK Ventspils
BK Häcken Göteborg
SC Lokeren
Jaguares de Chiapas
Galatasaray SK Istanbul
FC Nordsjaeland (Farum)
NK Olimpija Ljubljana
FC Midtjylland
UD Levante
El Nacional Quito
CD Nacional Madeira
Espanha
Espanha
Argentina
Chile
Alemanha
Brasil
Espanha
Inglaterra
Inglaterra
Alemanha
Chile
Espanha
Brasil
Belgica
Portugal
Italia
Holanda
Holanda
Inglaterra
Espanha
França
Inglaterra
Portugal
Paraguai
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Holanda
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Rep. Checa
Portugal
Inglaterra
Inglaterra
Equador
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Chipre
Brasil
Brasil
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Escócia
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Mexico
Grecia
Polonia
Schweiz
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Mexico
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Hrvatska
Slovenija
Türkiye
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Israel
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Argentina
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Ucrania
Nigeria
Alemanha
Maroc
Paraguai
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Chipre
Lietuva
Belgica
Israel
Rep. Checa
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Iran
Colombia
Srbija
USA
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Norge
Egypt
Saudi Arabia
Brasil
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Angola
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Uzbekistan
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Espanha
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El Salvador
România
Danmark
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Austria
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USA
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Brasil
Schweiz
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Israel
Türkiye
Colombia
Macedonia
Inglaterra
Brasil
Italia
Türkiye
Jordan
Saudi Arabia
USA
Éire
França
Brasil
Rep. of Korea
Georgia
Grecia
Mexico
Chipre
Guatemala
Rep. Checa
Japan
Mexico
Thailand
Rep. of Korea
Escócia
Slovensko
Cameroun
Thailand
Northern Ireland
Nigeria
Iceland
Japan
Inglaterra
Colombia
Qatar
Espanha
Argentina
Costa Rica
USA
Latvija
Sverige
Belgica
Mexico
Türkiye
Danmark
Slovenija
Danmark
Espanha
Equador
Portugal
382,00
306,00
287,00
273,50
257,00
252,00
248,00
241,00
233,00
224,00
224,00
222,00
219,00
212,50
210,00
210,00
207,00
205,00
204,00
202,00
200,00
198,00
195,50
195,00
194,00
193,50
191,00
190,50
190,00
185,50
182,50
182,00
182,00
181,50
180,00
175,00
174,00
174,00
172,00
171,00
170,00
169,00
166,50
166,50
166,50
166,00
165,00
164,00
163,00
162,50
162,00
162,00
161,00
158,00
157,50
157,50
155,00
152,00
150,50
149,00
148,00
147,00
146,50
146,50
144,50
142,50
142,50
142,00
142,00
141,50
141,00
140,00
139,50
138,50
138,00
137,00
136,00
135,50
135,00
134,50
133,50
133,00
133,00
132,00
130,50
130,50
130,00
130,00
129,00
128,00
127,50
125,50
125,00
125,00
124,50
124,00
124,00
123,00
122,00
121,00
120,50
120,00
120,00
120,00
120,00
120,00
119,50
118,00
118,00
117,50
117,00
117,00
116,50
116,00
116,00
115,00
115,00
114,00
114,00
112,50
111,50
111,50
111,00
111,00
110,00
109,00
108,50
108,50
108,50
108,00
108,00
108,00
108,00
108,00
107,00
107,00
106,00
104,50
104,00
103,00
102,50
102,00
102,00
102,00
100,50
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
99,50
98,50
98,50
98,00
98,00
98,00
98,00
97,50
97,00
97,00
96,00
96,00
96,00
95,50
95,00
95,00
94,50
94,50
93,50
93,50
93,00
93,00
93,00
92,50
92,50
92,00
92,00
92,00
91,00
90,50
90,00
90,00
90,00
90,00
90,00
90,00
90,00
89,50
89,50
89,00
89,00
89,00
89,00
88,50
88,50
88,00
88,00
88,00
87,50
87,50
 

Jamais o São Paulo Futebol Clube perdeu para um clube português. Em 10 confrontos, 8 vitórias e 2 empates. Uma supremacia admirável. Não foram jogos válidos por disputas oficiais de competição, mas três deles representaram para o São Paulo o caminho para a conquista da Pequena Copa do Mundo da Venezuela em duas oportunidades: 1955 (vitória e empate contra o Benfica) e 1963 (vitória contra o Porto).


Os jogos:

São Paulo x Benfica

21.07.1955 – Benfica 0 x 0 São Paulo – Pequena Copa do Mundo (VEN)

26.07.1955 – Benfica 2 x 4 São Paulo – Pequena Copa do Mundo (VEN)

25.01.1968 – São Paulo 3 x 2 Benfica – Amistoso (Festa de aniversário do São Paulo)

Benfica 1968

São Paulo x Porto

27.06.1956 – São Paulo 2 x 0 Porto – Amistoso

18.08.1963 – Porto 1 x 2 São Paulo – Pequena Copa do Mundo (VEN)

25.01.1970 – São Paulo 1 x 1 Porto – Amistoso (Inauguração definitiva do Morumbi)

Morumbi – 2º inauguração -1970

São Paulo x Sporting

17.06.1953 – São Paulo 4 x 1 Sporting – Torneio Rivadávia Correia Meyer

02.10.1960 – São Paulo 1 x 0 Sporting – Amistoso (Inauguração do Morumbi)

Morumbi – Inauguração

25.01.1971 – São Paulo 2 x 1 Sporting – 1º Festival Internacional de Futebol do SPFC

São Paulo x Belenenses
06.05.1951 – Belenenses 2 x 4 São Paulo – Amistoso

Belenenses 1951

Resumo dos jogos do São Paulo contra clubes portugueses:

J

V

E

D

GP

GC

SG

10

8

2

0

23

10

13

 

Os clubes portugueses sempre estiveram na pauta das partidas festivas e históricas da vida são-paulina. Nas duas inaugurações (parcial em 1960 e definitiva em 1970) do estádio Cícero Pompeu de Toledo; no aniversário do tricolor em 1968, quando quase 67 mil torcedores viram o campeão português Benfica com a presença do ídolo Eusébio, autor de dois gols; no Festival Internacional de Futebol do SPFC em 1971, também no Morumbi;
E nos três jogos mais importantes contra os portugueses, todos pela Pequena Copa do Mundo da Venezuela (55/63).

Eusébio - Benfica

 

Texto extraído do livro São Paulo Internacional, de Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali

Fotos: Divulgação – internet

 

O Conselho Deliberativo do Clube de Regatas Icaraí vai encaminhar à Prefeitura de Niterói (RJ),  projeto de alteração do gabarito da sede da entidade para, em parceria com as construtoras Capital e Soter, buscar autorização para construir dois apart-hotéis, ambos de 14 andares.

Sede do clube

Pelo projeto, a sede do clube ficaria entre as duas novas cnstruções, com um estacionamento de quatro andares nos fundos. O valor do contrato será de R$ 165 milhões. A manobra teve o objetivo de evitar o leilão da sede do clube, que havia sido marcado para o dia 13.

A área em questão, de 9.000 m² – com piscina, campo e quadra de futebol -, vinha sendo bastante cobiçada nos últimos anos, principalmente para a construção de empreendimentos imobiliários.

Fonte: http://www.niteroimais.com.br/

 

FASE FINAL

08.11.1992

Taquaritinga 1×0 São Caetano
Local: Estádio Taquarão – Taquaritinga
Juiz: Silas Santana
Renda: Cr$ 109.080.000,00
Gol: Careca 32 do 2°.
Taquaritinga: Nariz, Ditinho, Alfredo, Roberto Alves e Du (Nenê); Wilson Prudêncio, Lívio (Bolão) e Paulo Bem; Careca, Carlão e Márcio Fernandes. Técnico: Biasi
São Caetano: Cavani, Cláudio, Daniel, Carlão e Airton; Helinho, Luis Carlos e Paulinho; Ramon (Fantick), Serginho Chulapa e Arnaldo (Daniel Silva). Técnico: Zaparolli.

Taubaté 1×1 São Bento
Local: Estádio Joaquim de Moraes Filho – Taubaté
Juiz: Oscar Roberto de Godói
Renda: Cr$ não informada
Gols: Pereira 39 do 1°; Miguelzinho 35 do 2°.
Taubaté: Silvio, Cléuzio, Cláudio, Bira e Luiz Almeida; Alexandre, Helder e Romildo; Miguelzinho, Roberto e Sandro. Técnico: Toninho Moura
São Bento: Hélio, Tigrila, Jeferson, Oliveira e Aguinaldo; Cacau, Lico e Renatinho; Hamilton, Pereira e Arizinho. Técnico: Gatãozinho.

14.11.1992

São Bento 1×1 Taquaritinga
Local: Estádio Válter Ribeiro – Sorocaba
Juiz: Paulo Eduardo Pereira Barja
Renda: Cr$ 87.910.000,00
Público: 4.545
Gols: Renatinho 19 do 1° e Wilson Prudêncio 25 do 2°.
São Bento: Hélio, Tigrila, Jéferson, Oliveira e Aguinaldo (Ademar); Cacau, Lico e Renatinho (Guto); Anilton, Pereira e Neizinho. Técnico: Gatãozinho
Taquaritinga: Narezzi, Ditinho, Alfredo, Roberto Alves e Du; Wilson Prudêncio, Lívio (Zó) e Paulo Bem (Buião); Careca, Carlão e Márcio Fernandes. Técnico: Benazzi

15.11.1992

São Caetano 2×1 Taubaté
Local: Estádio Centro de Treinamento Lauro Gomes – São Caetano do Sul
Juiz: Edmundo Lima Filho
Renda: Cr$ 52.510.000,00
Público: 2.867
Gols: Romildo 30, Serginho Chulapa 43 do 1°; Airton 34 do 2°.
São Caetano: Cavani, Cláudio, Daniel, Cássio e Airton; Helinho, Luis Carlos e Paulinho; Valber, Serginho Chulapa e Marcão. Técnico: Walter Zaparolli.
Taubaté: Silvio, Cléuzio, Barros (Cláudio), Bira e Luiz Almeida; Alexandre, Helder (Zé Roberto) e Romildo; Miguelzinho, Roberto e Roberval. Técnico: Toninho Moura

22.11.1992

Taquaritinga 1×1 Taubaté
Local: Estádio Adail Nunes da Silva (Taquarão) – Taquaritinga
Juiz: Dionísio Roberto Domingos
Renda: Cr$ 162.160.000,00
Público: 8.387
Gols: Miguelzinho 6 e Zé Roberto (contra) aos 25 do 2º tempo.
Cartões Amarelos: Bino, Igor, Alexandre e Miguelzinho (TAU) e Márcio Fernandes (TAQ).
Taquaritinga: Narezzi; Ditinho (Zó), Alfredo, Roberto Alves e Dú; Wilson Prudêncio, Paulo Ben e Níveo (Buião); Careca, Carlão e Márcio Fernandes; Técnico: Benazzi
Taubaté: Sílvio; Bino, Claudio, Igor e Luiz Almeida; Alexandre, Zé Roberto (Júnior) e Romildo; Miguelzinho, Roberto e Roberval (Helder); Técnico: Toninho Moura

São Caetano 4×1 São Bento
Local: Estádio Anacleto Campanella – São Caetano do Sul
Juiz: Valter Francisco dos Santos
Renda: Cr$ 77.930.000,00
Público: 4.179
Gols: Serginho Chulapa 16, Marcão 22, Tigrila 34 do 1°; Serginho Chulapa 7 e 21 (penal) do 2°.
São Caetano: Cavani, Cláudio, Daniel, Carlão e Fantick; Helinho, Luis Carlos, Daniel Silva e Walbert; Serginho Chulapa (Arnaldo) e Marcão (Ramón). Técnico: Walter Zaparolli.
São Bento: Hélio, Tigrila, Jéferson, Oliveira e Aguinaldo (Claudinho); Cacau, Lico (Ademar) e Renatinho (Guto); Neizinho, Pereira e Arizinho. Técnico: Gatãozinho

29.11.1992

Taubaté 1×1 Taquaritinga
Local: Estádio Joaquim de Moraes Filho – Taubaté
Juiz: Edmundo Lima Filho
Renda: Cr$ 127.010.000,00
Público: 6.518
Gols: Roberto 19 do 1° e Carlão 30 do 2°.
Taubaté: Silvio, Cléuzio, Cláudio, Bira e Luiz Almeida; Alexandre, Helder e Romildo; Miguelzinho, Roberto e Esquerdinha (Roberval). Técnico: Toninho Moura
Taquaritinga: Narezzi, Ditinho, Alfredo, Roberto Alves e Du; Wilson Prudêncio, Lívio e Márcio Fernandes (Zó); Careca, Carlão e Paulo Bem (Buião). Técnico: Benazzi

São Bento 1×2 São Caetano
Local: Estádio Walter Ribeiro – Sorocaba
Juiz: Oscar Roberto de Godói
Renda: Cr$ 74.760.000,00
Gols: Serginho Chulapa 1 do 1°; Serginho Chulapa 12 e Claudinho 30 do 2°.
São Bento: Hélio, Tigrila (Claudinho), Géfferson, Sandro (Carlos Alberto) e Clóvis; Cacau, Oliveira, Guto e Renatinho; Neizinho e Pereira. Técnico: Gatãozinho
São Caetano: Cavani, Cláudio, Daniel, Carlão e Fantick; Helinho, Luis Carlos e Marcão; Paulinho (Rodnei), Serginho Chulapa (Arnaldo) e Walbert. Técnico: Walter Zaparolli.

06.12.1992

Taubaté 2×1 São Caetano
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: Antonio de Pádua Salles
Renda: Cr$ não informada
Gols: Serginho Chulapa 15, Romildo 20 e Miguelzinho 46 do 2°.
Taubaté: Silvio, Bino, Cláudio, Bira e Cléuzio; Alexandre (Igor), Helder e Romildo; Miguelzinho, Roberto e Esquerdinha. Técnico: Toninho Moura
São Caetano: Cavani, Cláudio, Daniel, Carlão e Fantick; Helinho, Luis Carlos e Paulinho; Marcão, Serginho Chulapa e Walbert. Técnico: Walter Zaparolli.

Taquaritinga 3×0 São Bento
Local: Estádio Taquarão – Taquaritinga
Juiz: Sérgio Corrêa da Silva
Renda: Cr$ 152.210.000,00
Público: 7.874
Gols: Carlão 7, Buião 24 e Silvano no 2°.
Cartão vermelho: Cacau e Wilson Prudêncio
Taquaritinga: Ângelo, Ditinho, Alfredo, Josemar e Du; Wilson Prudêncio, Paulo Bem (Buião) e Zó (Silvano); Careca, Carlão e Márcio Fernandes. Técnico: Benazzi
São Bento: Robinson, Cléber, Ademar, Oliveira e Clóvis (Casão); Cacau, Mauricio e Renatinho (Zé Carlos); Claudinho, Neizinho e Guto. Técnico: Gatãozinho

13.12.1992

São Caetano 2×2 Taquaritinga
Local: Estádio Anacleto Campanella – São Caetano do Sul
Juiz: Dionisio Roberto Domingos
Renda: Cr$ 203.880.000,00
Público: 8.427
Gols: Márcio Fernandes 9, Careca 19, Paulinho 20 e Serginho Chulapa (penal) 32 do 2°.
São Caetano: Cavani, Cláudio, Daniel, Carlão e Airton; Helinho, Luis Carlos e Paulinho; Marcão (Daniel Silva), Serginho Chulapa e Walbert (Arnaldo). Técnico: Walter Zaparolli.
Taquaritinga: Ângelo, Ditinho, Luis Fernando, Roberto Alves e Du; Josimar, Paulo Bem e Márcio Fernandes (Níveo); Careca, Zó (Buião) e Carlão. Técnico: Benazzi

São Bento 0×1 Taubaté
Local: Estádio Municipal Walter Ribeiro – Sorocaba
Juiz: Silas Santana
Renda: Cr$ 4.520.000,00
Público: 217
Gol: Roberval 23 do 1°.
Cartão vermelho: Cléber aos 15 do 2°.
São Bento: Robinson, Cléber, Jeferson, Wagner e Romã; Zé Carlos, Mauricio e Carlos Alberto; Claudinho, Neizinho e Bafafá. Técnico: Gatãozinho
Taubaté: Silvio, Igor, Cláudio, Bira e Luiz Almeida; Alexandre, Helder e Romildo; Miguelzinho, Roberto e Esquerdinha (Roberval). Técnico: Toninho Moura

* O Clube Atlético Taquaritinga sagrou-se Campeão Paulista – Divisão Intermediária de 1992.

Fonte: Gazeta Esportiva e Folha de São Paulo

 

 

                           Tesourinha, Zizinho, Heleno, Jair e Ademir: ataque de craques do Brasil em 1945-46

Advogado, boêmio, catimbeiro, boa vida, irritadiço, galã. Heleno de Freitas foi tudo isso, mas principalmente um craque da grande área, um jogador talentoso que deixou a sua marca na Seleção Brasileira e nos clubes pelos quais passou – e foi ídolo – com muitos gols e belas atuações que o fizeram entrar para a história como um dos maiores craques do futebol sul-americano.

 

Heleno de Freitas na delegação da Seleção Brasileira no Sul-Americano de 1946

Dono de um gênio intempestivo, que muitas vezes o fazia ser expulso, Heleno de Freitas foi um dos símbolos do Botafogo, o clube com o qual mais se identificou. Descoberto pelo técnico Neném Prancha no time do Botafogo de praia, Heleno, que iniciou a carreira no Fluminense, foi para o alvinegro carioca ainda amador e chegou ao time principal com a responsabilidade de substituir o ídolo Carvalho Leite (goleador do tetracampeonato estadual, de 1932 a 35). Ele não decepcionou a torcida, com grande habilidade e excelente cabeceio.

Heleno no ataque da Seleção Brasileira na Copa Rio Branco, em 1948, que tinha ainda Cláudio, Friaça, Jair e Canhotinho

Com uma postura elegante dentro e fora de campo, o jogador foi o maior ídolo alvinegro antes de Garrincha, mesmo sem nunca ter sido campeão pelo clube. Marcou sua passagem em General Severiano com 209 gols em 235 partidas, tornando-se o quarto maior artilheiro da sua história. Deixou General Severiano em 1948, negociado com o Boca Juniors, da Argentina, na maior transação do futebol brasileiro até então.

Heleno de Freitas no Boca Juniors, na maior transferência do futebol brasileiro à época

Atuou ainda pelo Vasco, onde foi campeão carioca de 1949 com o Expresso da Vitória, pelo Atlético Junior de Barranquilla, da Colômbia (em Barranquilla, encontra-se uma estátua em sua homenagem, “El Jogador”) e pelo Santos. No América, do Rio de Janeiro, onde encerrou a carreira, disputou só uma partida, a única também que jogou no Maracanã.

Heleno de Freitas no seu último e o único jogo pelo América, no Maracanã

Na Seleção Brasileira, na qual formou um ataque legendário – Tesourinha, Zizinho, Heleno, Jair e Ademir, em 1946 – marcou 13 gols em 18 jogos. Heleno morreu em um sanatório, em Barbacena, no dia 8 de novembro de 1959.

Heleno de Freitas

Nascimento: 12 de fevereiro de 1920, em São João Nepomuceno (MG).

Falecimento: 08 de novembro de 1959, em Barbacena (MG).

Seleção Brasileira: 18 jogos, 11 vitórias, quatro empates e três derrotas, 13 gols.

Títulos: Copa Roca (1945); Copa Rio Branco (1947).

Clubes: Fluminense (1937 a 1938 como amador), Botafogo  (1939 a 1948); Boca Juniors (ARG) (1948 – 1949); Vasco da Gama (1949 – 1950); Atlético Júnior (COL) (1950); América do Rio(1951).

 

Fontes: “Memórias da Seleção Brasileira (27/07/2011) e republicada por conta do lançamento do filme “Heleno”, de José Henrique Fonseca

Fotos: C.B.F. (Confederação Brasileira de Futebol)

 

O Mercado Municipal de Campos foi inaugurado em fevereiro de 1880 com a presença de diversos vereadores entre outras autoridades. É um local democrático onde se discute todos os assuntos da cidade: política, religião, e como não podia deixar de ser futebol, foi nesse ambiente que surgiu o Esporte Clube Municipal.
O clube foi fundado em torno de um cepo de açougue do mercado de propriedade de Antônio Pereira, junto com Pedro Gomes Rangel, Waldemiro Pacheco e Álvaro Silva, em 3 de outubro de 1931, o nome do clube, inicialmente, seria Mercadense Futebol Clube, mas os fundadores optaram por Municipal e as suas cores são o vermelho, azul e branco.

Até o ano de 1949, só disputava campeonatos regionais e pequenos torneios, quando o presidente Rodoval Bastos Tavares conseguiu colocar o clube no disputado campeonato campista, junto com os grandes times da cidade, através do ex-jogador, jornalista e vereador Ary Bueno, que também conseguiu um terreno para a construção do estádio.
Em 1962, o Municipal enfrentou e venceu a equipe carioca do Fluminense Foot Ball Club, foi composta por: Carlinhos, Waldir e Bené; Renan, Robertinho e Mizinho, Gessy, Odair, Expedito e Sena. Também atuaram pelo Municipal com destaque, Vadinho, Gaguinho, Amaro Santos, Alcidônio, Zenilton e Chico Velocidade.
Os presidentes foram João Aguiar Branco (João Vovô), Antônio Rodrigues, Rodoval Bastos Tavares, Ilídio Rocha, Francisco Azevedo, Antoninho Manhães, Silvio Salve, Diogo Escocard, Breno Campos e Dr. Edson Coelho dos Santos (1962).
O Municipal foi vice-campeão em 1950 e em 1962. Após uma série de partidas amistosas com equipes de renome nacional, em 1966, o Municipal encerrou as suas atividades no futebol profissional e até hoje permanece no cenário esportivo amador de Campos e desenvolve projetos de integração com a comunidade, através de escolinhas.

 

Colaborou: Aristides Leo Pardo, Tide

 

O Brasil Central Atlético Clube foi fundado, inicialmente, com a denominação de Fundação da Casa Popular Futebol Clube, em 8 de dezembro de 1957 por, dentre outros, Décio de Souza Reis, Hugo Mósca, José Pereira, José da Silva Sobrinho e Otávio Lago.
A Fundação da Casa Popular foi criada pelo Decreto-lei nº 9.218, de 1º de maio de 1946, para ser o primeiro órgão federal destinado a promover a habitação social e que viria a ser, mais tarde, absorvido pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Em 9 de março de 1959 foi reorganizado com o nome de Brasil Central Atlético Clube. Foi um dos fundadores da Federação Desportiva de Brasília.
Logo depois de sua reorganização, em 20 de maio de 1959 realizou Assembléia Geral para eleger sua primeira diretoria, que ficou assim composta: Presidente – Paulo Dionísio Augusto (ex-Assiban); Vice-Presidente – Ubiraci Dutra Gusmão; Secretário-Geral – Décio de Souza Reis; 1º Secretário – Carlos Canalerges da Silva; 1º Tesoureiro – Cyro Torres e Diretor de Esportes: José da Silva
Sobrinho.
Poucos dias depois, disputou o 1º Torneio Início de Futebol em Brasília, no dia 24 de maio de 1959, no campo do Clube de Regatas Guará, denominado Estádio Provisório “Israel Pinheiro”. O Clube de Regatas Guará foi o vencedor do Torneio.
Para o primeiro campeonato de futebol de Brasília, em 1959, se inscreveram 19 equipes, que foram divididas em duas chaves: Zona Sul e Zona Norte. O Brasil Central fez parte da Zona Sul, juntamente com Grêmio, Taguatinga, IPASE, EBE, Expansão, A.A. Bancária (IAPB), Guará e Brasil (Coenge).
Eis alguns resultados da campanha do Brasil Central no campeonato: 3 x 2 Expansão, 6 x 1 Brasília, 6 x 0 Coenge, 4 x 2 Taguatinga, 1 x 1 EBE, 2 x 3 Grêmio e 3 x 7 Guará.
Foi o quarto colocado na fase classificatória da Zona Sul, atrás de Grêmio, Guará e EBE.
Em 1960 o Brasil Central participou do Troféu Danton Jobim, em homenagem ao Diário Carioca-Brasília e aos jornalistas brasileiros. Os doze clubes foram divididos em três chaves. O Brasil Central integrou a Chave A, juntamente com Edilson
Mota, Planalto e Consispa.
Os jogos foram realizados nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960. O Brasil Central perdeu seus três jogos para o Edilson Mota (2 x 7), Consispa (3 x 4) e Planalto (0 x 3).
No mês de agosto de 1960, antes do início das competições oficiais, os clubes filiados realizaram muitos amistosos. Intensa era a atividade dos clubes, procurando acertar seus quadros visando as competições oficiais. Num desses amistosos, no dia 7 de agosto, o Brasil Central empatou com o Real em 2 x 2.
No dia 9 de agosto de 1960 aconteceu a Assembléia Geral da Federação Desportiva de Brasília que aprovou os estatutos do Brasil Central Atlético Clube.
Em 4 de setembro de 1960 aconteceu o Torneio Início, que levou o nome de Taça “Governador Roberto Silveira” e teve e a inscrição de 16 clubes. Os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará, em dois tempos de dez minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis, três para cada equipe, na primeira série. No quinto jogo do dia, o
Brasil Central perdeu para o Edilson Mota, por 1 x 0.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave. O Brasil Central fez parte do Grupo B, com jogos no campo do Grêmio, com Consispa, Expansão e Grêmio.
No dia 18 de setembro, na primeira rodada do torneio classificatório, quando aconteceria a sua estréia, seu adversário, o Expansão, não compareceu ao campo, ficando a vitória a favor do Brasil Central, por WO.
Uma semana depois, em 25 de setembro de 1960, o Brasil Central venceu o Consispa por 2 x 1. Joaquim e Babá marcaram os gols da vitória.
Veio a terceira e última rodada do torneio, no dia 9 de outubro de 1960, com derrota diante do dono da casa, o Grêmio, por 2 x 0.
Brasil Central, Grêmio e Consispa ficaram com o mesmo número de pontos ganhos (4) mas, no critério de desempate “saldo de gols” o Brasil Central ficou em terceiro e desclassificado para a Primeira Divisão.
Uma nova esperança surgiu quando, em 13 de outubro de 1960, a A. E. Edilson Mota (um dos classificados) encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a FDB promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960.
Naquele dia, o Brasil Central venceu o Industrial, por 3 x 2, com um detalhe: o gol da vitória do Brasil Central foi marcado na prorrogação.
No dia 6 de novembro de 1960 o torneio classificatório prosseguiu. O Brasil Central não deu sorte e cruzou com o Defelê, sendo derrotado por 1 x 0 e perdendo a chance de continuar na luta pela vaga na Primeira Divisão. Nota: o Defelê acabaria vencendo o campeonato de 1960.
Passou, então a disputar o campeonato da Segunda Divisão, que contou com a participação de seis equipes: A. A. Guanabara, Brasil Central A. C., E. C. Industrial, E. C. Real de Brasília, Sobradinho E. C. e o Trópicos A. C.
Foi disputado em turno único e o Brasil Central ficou com a quinta e antepenúltima colocação, com a seguinte campanha: 5 jogos, 1 vitória, 4 derrotas, 3 gols a favor e 9 contra.
Aos poucos foi perdendo a ajuda da Fundação da Casa Popular, licenciou-se nos anos de 1961 e 1962, encerrando suas atividades em junho de 1963.

 

Caros amigos,

Em primeira mão, uma “ilustração” do uniforme (com escudo) do Icaraí Futebol Clube, o “bicho-papão” niteroiense dos anos 40. Fiz a montagem no photoshop, a partir de blusas comuns…

De 1941 a 1943, o Icaraí utilizava camisa branca com o escudo bordado em linhas vermelhas, calções pretos e meias listradas vermelhas e brancas. Não sei o porquê do calção ser preto, se as cores oficiais do clube eram o vermelho e o branco… Quando enfrentava alguma equipe alva (como o Humaitá), o Icaraí utilizava camisas vermelhas, com o escudo invertido (padrão do América).

Em 1944 o clube passou a utilizar a camisa com listras largas alvirrubra. Porém, o calção continuou preto, lembrando muito o uniforme do Estudiantes.

Não sei a data exata de fundação, apenas o ano: 1940.

Em 1941 o clube estreou no campeonato niteroiense, já sendo campeão.

Em 1942 o clube disputou o campeonato fluminense (que valia pelo ano de 41), e ganhou o título de forma arrasadora. No niteroiense, foi bi-campeão.

Em 1943 o clube empatou os três jogos contra o Esperança, e foi eliminado do campeonato fluminense (de 42) por um regulamento estranho: renda. Como o clube não tinha torcida, foi eliminado. Mas, como consolação, sagrou-se tricampeão no niteroiense.

Em 1944 o clube conquistou o seu segundo título fluminense, válido por 1943. Mas no niteroiense, pela primeira vez, não ganhou.

Em 1945 o clube se retirou do campeonato de Niterói, por considerar o campeonato deficitário, e tinha planos de oficializar a sua equipe profissional e pleitear uma vaga no campeonato carioca. Porém, em 1946 o decreto do presidente Dutra fechou todos os cassinos, e o clube, ligado ao Balneário Casino Icaraí, foi desmontado.

 

Protegido: SÃO PAULO DE TAQUARANA (AL)

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abr 042012
 

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Nome: Esporte Clube Corintians
Fundação: 19/10/1931
Cidade: Florianópolis
Bairro: Pantanal

Com 80 anos de vida completados em 2011, o Esporte Clube Corintians Pantanal (assim, sem “H”) foi fundado graças à inspiração do clube paulista. No entanto, sobrevive com um orçamento infinitamente menor para disputar campeonatos amadores em Florianópolis: média de R$ 400 mensais, arrecadados graças a dois veteranos que contribuem com R$ 200 cada para jogar na equipe.

Mantido por menos de uma dezena de pessoas, o Timão de Floripa pena para se manter. Mal dá para pagar as contas de luz e água. Investimentos mais ousados, nem pensar. O atual presidente, Luiz Henrique de Carvalho, e o anterior, Romeu Franzoni Júnior, sofrem até para garantir pequenos reparos no campo de futebol, localizado no fim da Rua Servidão Corintians, no bairro Pantanal. O conserto de uma grade do portão, por exemplo, custou cerca de R$ 150.

O time ficou fora da terceira divisão do campeonato amador de 2011 porque o gramado não tinha as medidas mínimas exigidas pela organização: faltou 1,5 metro. Não há como o espaço ser ampliado, já que a sede social fica logo ali, a alguns palmos da linha de fundo. Os dirigentes estudam até a demolição do prédio e a construção de um novo, que ficaria próximo à linha lateral, sem prejudicar as dimensões do gramado. A falta de verba, porém, faz com que nada passe de sonho.

Mapa da localização do estádio no bairro Pantanal

Mapa da localização do estádio no bairro Pantanal

De um ano para cá, o Corintians conseguiu implantar uma escolinha de futebol para crianças e tenta tocar um projeto social que manteria a garotada longe das ruas. Pantanal é um bairro carente, de ruas estreitas, e recentemente passou a ser ponto de prostituição e venda de drogas. Os comandantes do clube lutam para mudar a imagem da comunidade.

Fontes:  GloboEsporte.com/ BateBola.com/ Google Maps/ Acervo pessoal

 

Fundado em 1º de abril de 1974, o Primavera completou no último domingo 38 anos de atividade esportiva, congregando uma região da Capital do Estado. Seu atual presidente é o médico oncologista Luiz Alberto da Silveira, também atleta, master, claro. Com a homenagem aqui vai uma de suas formações.

Em pé, da esquerda para a direita: Onildo, Leco, Flávio, Serginho, Rodrigo, Cristiano, Carioca, Dr. Luiz Alberto da Silveira, Ademar, Sidney Dias e Ítalo. Agachados: Felipe, Helton Luiz, Careca, Laurinho, Carlos Alberto Ferreira, Flávio Roberto e o professor Estevão. A foto é do estádio do Bairro de Córrego Grande, em Florianópolis.

Fonte: Acervo pessoal

 

Por: Carlos Zamith

Na década de 50, uma temporada do Flamengo, em Manaus, mexeu com os amazonenses, Era a primeira vez que o time carioca se exibiria nesta cidade, numa época restrita apenas a classe comerciária.

A estréia aconteceu num dia útil, numa quinta-feira à tarde, pois no local do jogo, Parque Amazonense, não havia luz artificial. Por isso, em atenção aos apelos dos promotores da temporada dirigidos à Associação Comercial, o comércio local decidiu cerrar suas atividades às 15 horas

FLAMENGO  6 X 1  FAST CLUBE

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Gentil Cardoso, técnico do Flamengo.

Data: quinta-feira à tarde, no dia 30 de março de 1950 

FLAMENGO – Antonino, Newton Canegal e Job; Biguá, Bria (Hélio) e Beto; Jorge de Castro (Aloísio), Gringo (Hamilton), Moacir, Durval e Esquerdinha.

FAST CLUBE – Guilherme (Raul com o marcador de 4 a 0), Canhão e Gatinho; Valdemir Osório, Belo Ferreira e Nêgo; Zé Nery (Mário Matos), Lafayette Vieira, Pereirinha, Paulo Onety e Aderaldo

Gols: Moacir (Fla) aos 9 e 15, do 1º tempo; Hélio aos 2, Moacir aos 9, Esquerdinha aos 13 e Moacir aos 16 (Fla) e Paulo Onety, aos 30 (Fast) do 2º tempo.

 

FLAMENGO  7  X  1  NACIONAL

Local: Parque Amazonense

Árbitro: Aristocilio Rocha (FCF)

Data: Domingo, no dia 02 de abril de 1950

FLAMENGO – Antonino, Newton Canegal e Job; Osvaldo, Bria (Hélio) e Beto; Jorge de Castro (Aloísio), Gringo (Nélio), Durval (Hamilton), Moacir (Quiba) e Esquerdinha.

NACIONAL - Sandoval (Mota), Lupércio (Mário Matos) e Gatinho; Hélcio Sena (Caçador), Brás Gioia e Antonino (Nêgo); Cabral (Hélcio Sena) posteriormente Aderaldo, Paulo Onety, Marcos Gonçalves, Raspada e Pedrinho (Linhares).

Gols: Moacir aos 13, Durval aos 28 e Moacir aos 33; Moacir aos 4, Esquerdinha aos 8 e 34, Hamilton aos 40, para o Flamengo. Aderaldo, aos 41 (Naça) após a cobrança de um penal. Falta foi cometida por Osvaldo. Mário Matos cobrou e o goleiro Antonino defendeu parcialmente, espalmando para fora da área. O mesmo Mário Matos aproveitou para marcar o tento de honra do time local.

 

Curiosidade: O goleiro Sandoval jogava no Clube do Remo e foi chamado pelo Nacional para esse jogo. O time paraense o liberou, mas o goleiro terminou ficando por aqui mesmo. Deixou o campo, contundido, quando o marcador era de 5 a 0. Mota entrou no seu lugar foi vazado mais duas vezes.

ATUAÇÃO DO ÁRBITRO

O jornal Diário da Tarde, do dia 4 de abril de 1950, comenta a atuação do árbitro, assim:

O juiz carioca Aristocílio Rocha teve vários senões. Marcou dois tentos do Flamengo quando os seus autores estavam em franco impedimento. Deixou de marcar um tento do mesmo Flamengo, feito por Esquerdinha, assinalando escanteio e deixou de marcar um penal de Lupércio. Muito fraca a atuação do árbitro”.

O time do Nacional, como sempre acontecia com clubes locais, reforçou-se de elementos de outras agremiações, como Gatinho, Aderaldo e Nêgo, emprestado pelo Fast Clube.

Protegido: ESPORTIVA TAQUARANA (AL)

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abr 042012
 

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“Mário Bandeira e Samuel Norat, foram os primeiros a propalar a notícia através da imprensa que seria fundado um novo clube, já batizado com o nome de Cabo Branco Sport Club, destinado à prática do do futebol, exercícios físicos, pedestrianismo, ginástica e também regatas. A ideia surgiu de um grupo de rapazes, entre os quais se encontrava nosso bem amigo José Feliz Cahino, quando se banhavam na praia de Tambaú, contemplando bem de longe a beleza encantadora do nosso incomparável acidente geográfico. Assim no dia 13 de dezembro de 1915, em reunião que contou com a presença de vários desportistas, entre muitos anotamos os seguintes: Alfred Amstein, Waldemar Wraal, Alfredo Pinto Filho, Samuel Norat, Mário Bandeira, Pedro Gamys, Armindo Stahel, Ruy Araújo, Mário Araújo e Milton Lago, Por aclamação dos fundadores, a primeira diretoria ficou assim constituída: Presidente: Waldemar Wraal; Secretário: Milton Lago; Tesoureiro: José Barbosa e Captão da equipe, Henrique de Souza. Um fato curioso e talvez inédito aconteceu com o Cabo Branco, ao fazer sua primeira partida de futebol um dia antes de fundado com o Brazil, para quem perdeu por 2×0…”

Fonte: A História do Futebol Paraibano de Walfredo Marques (ed. 1975; página 22)

 

 

 

Itatinga Atlético Clube – Santos (fundado em 7 de setembro de 1928)
Esporte Clube Real – Santos (fundado nos anos 70)

 

Independente Atlético Clube – Santos (fundado em 1958)
Tricolor Futebol Clube – Santos (fundado em 27 de Junho de 1952)

 

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

Paulistano Futebol Clube – Santos (fundado em 1º de março de 1933)
Grêmio Recreativo 814 – Santos (fundado nos anos 70)

 

Esporte Clube Pedra 90 – Santos (fundado em 1970)
Sociedade Esportiva Vila São Jorge – Santos (fundado nos anos 50)

 

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

 

Campos Salles Futebol Clube – Santos (fundado nos anos 40)
Marília Futebol Clube – Santos (fundado nos anos 50)

 

Vila São Bento Futebol Clube – Santos (fundado nos anos 50)
Guarany Futebol Clube – Santos (fundado nos anos 50)

 

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

 

Vila Atlântica Futebol Clube – Santos (fundado em 08 de maio de 1949)
Praia Futebol Clube – Santos (fundado em 02 de maio de 1948)

 

 

Vila Hayden Futebol Clube – Santos (fundado em 01 de maio de 1953)
Colonial Futebol Clube – Santos (fundado nos anos 50)

 

 Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

 

 

 

 

Bandeirantes Futebol Clube – Santos (fundado em 27 de fevereiro de 1950)
Flor do Norte Futebol Clube – Santos (fundado em 01 de Janeiro de 1926)

 

 

 

União do Norte Futebol Clube – Santos (fundado em 5 de agosto de 1948)
Associação Atlética Palmeiras – Santos (fundado nos anos 50)

 

 Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

 

Atlântico Futebol Clube – Santos (fundado nos anos 50)
Pombal Futebol Clube – Santos (fundado em 01 de Novembro de 1945)

 

Ponte Preta Futebol Clube – Santos (fundado em 1948)
Grêmio Recreativo Brasil – Santos (fundado em 1963)

 

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

Palmeiras Futebol Clube (Palmeirinha do Mercado) – Santos (fundado em 02 de Fevereiro de 1954)
Botafogo Futebol Clube – Santos (fundado em 28 de janeiro de 1944)

 

 

Belo Horizonte Futebol Clube – Santos (fundado nos anos 50)
Esporte Clube Anglo – Santos (fundado em 24 de Junho de 1936)

 

 Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

Afonso Pena Futebol Clube – Santos (fundado em 15 de novembro de 1939
Pará Futebol Clube – Santos (fundado em 05 de maio de 1948)

 

 

Flamengo Futebol Clube (do canal 2) – Santos (fundado em 1º de Janeiro de 1954)
Fluminense Futebol Clube – Santos (fundado em 1952)

 

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 
1 – 1953 a 1968
2 – 1970 a 19933 – 1993 a 19954 – 1999 a 20015 – 20046 – 2004 até hoje 
 

Resultado da escolha do artigo da semana 009-2012,

 referente periodo de 26 de março a 1 de abril de 2012.

  1. 1966: Um ano perfeito da Locomotiva – Vicente H. Baroffaldi ; Palmeiras, campeão dos clássicos no eixo Rio-São Paulo – Vicente H. Baroffaldi. e  Sport Club Boa Vista – campeão carioca de 1932 (LMDT) – Auriel de Almeida 5
  2.  São Cristóvão F.R. campeão do torneio municipal de 1943 – Jorge Costa; 3
  3. A Locomotiva voltou à Especial a todo vapor – Vicente H. Baroffaldi. ; Iacanga Futebol Clube e o seu “Pelé bola murcha” – Sergio Melo. ; Mais uma raridade: Irmãos Goulart FC – Olaria (RJ) – Sergio Mello  e  CAT – ANO II (1943) – Vicente Barofaldi. 2
  4. Estatísticas dos Confrontos entre Bahia e Serrano/BA – Antonio Galdino ; Grêmio Esportivo Athié – Santos (SP) – Sergio Melo.  e Fast Clube debuta no Camp. Brasileiro de 1977 – Sergio Mello 1
 

 

 

Santa Maria Atlético Clube – Santos

(fundado em 8 de outubro de 1925)

Alvi-Verde Futebol Clube – Santos

(fundado em 02 de março de 1960)

 

Estrela Dalva Futebol Clube - Santos

(sem data de fundação)

Campos Melo Futebol Clube  – Santos

(fundado em 7 de julho de 1957)

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

 

 

 

Esporte Clube Camisa Branca – Santos

(fundada em 25 de Janeiro de 1952)

Clube Atlético Comercial  – Santos

(fundado nos anos 50)

 

 

 

Cunha Moreira Futebol Clube - Santos

(fundado em 26 de janeiro de 1950)

São Paulo Recreativo Atlético Clube  – Santos

(fundado em 07 de março de 1937)

 

 Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

    

 

Clube Atlético Libertador – Santos

(fundado nos anos 40)

Palmeiras Atlético Clube  – Santos

(fundado nos anos 40)

 

 

Esporte Clube Conde do Mar – Santos

(fundado em 1946)

Esporte Clube Corinthians Santista - Santos

(fundado em 17 de fevereiro de 1951)

 

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

 

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Esporte Clube Martins – Santos

(fundado em 05 de Outubro de 1945)

Amazonas Futebol Clube  – Santos

(fundado em 17 de Maio de 1948)

 

 

Yale Futebol Clube – Santos

(em 22 de Junho de 1949)

Vila Santista Futebol Clube  – Santos

(fundado em 1º de maio de 1953)

 

Fonte: http://www.varzeasantista.com/

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