1° TURNO

08/06/58

Comercial 2 x 0 Mogiana
Local: Ribeirão Preto.
Juiz: José Di Vittis e Silva.
Renda: Cr$ 20.500,00
Gols: Rui e Benê.
Comercial: Paulo, Rui, Waldemar e Jorge; Toninho e Candão; Cassiano, Ademar, Almeida, Carlos Cesar e Bené.
Mogiana: Armando, Bertazolli, Lalo e Raul; Antenor e Helio; Djalma, Ronaldo, Netinho, Hilário e Durvalino.

15/06/58

Bandeirantes 1 x 6 Comercial
Local: São Carlos
Juiz: Alfredo Lauro Neto
Renda: Cr$ 7.800,00
Gols: Ademar, Almeida (2), Toninho, Carlos Cesar, Belmiro, Maurinho.
Bandeirantes: Julio, Valdir e Diomedes; Jarbas, Lula e Bibi; Maurinho, Rui, Jorge, Ferrari e Gomes.
Comercial: Paulo, Rui e Waldemar; Toninho, Candão e Nestor; Graciano, Ademar, Almeida, Carlos Cesar e Belmiro.

22/06/58

Ituano 1 x 2 Comercial
Local: Itú
Juiz: Luiz Gonzaga Laranjeira
Renda: Cr$ 10.000,00
Gols: Carlinhos, Bene e Nestor.
Ituano: Nenê, Cidoca e Lopes; Marcos, Ferreiro e Del Pozzo; Clovis, Nininho, Waldemar, Tico e Carlinhos.
Comercial: Paulo, Rui e Valdemar; Jorge, Candão e Toninho; Nestor, Ademar, Almeida, Carlos Cesar e Benê.

06/07/58

Comercial 3 x 1 Internacional (Limeira)
Local: Ribeirão Preto
Juiz: José de Góis Lima
Renda: Cr$ 29.885,00
Gols: Lecio (2), Bené e Rubinho.
Comercial: Paulo, Rui, Waldemar e Nestor; Toninho e Candão; Lecio, Ademar, Almeida, Carlos Cesar e Bené.
Internacional (Limeira): Cabeção, Nelson, Mendes e Dino; Beléu e Kefer; Babá, Tana, Belmiro, Rubinho e Lula.

13/07/58

Paulista (Jundiaí) 6 x 1 Comercial
Local: Jundiaí
Juiz: Antonio Musitano
Renda: Cr$ 38.540,00
Gols: Rodrigues (2), Martinelli (2), Rui (contra), Silvano e Bene.
Paulista: Andu, Mindo e Martinelli; Bele, Pé de Valsa e Jackson; Moacir, Djalma, Silvano, Lero e Rodrigues.
Comercial: Paulo, Rui e Waldemar; Toninho, Candão e Nestor; Alessio, Ademar, Cassiano, Carlos e Bené.

20/07/58

Sanjoanense 3 x 1 Comercial
Local: São João da Boa Vista
Juiz: Josafato Serra
Renda: Cr$ 12.000,00
Gols: Carminho (2), Barizon, Ademar.
Sanjoanense: Dusca, Lanza, Alemão e Tatau; Lelé e Carolo; Ditinho, Lori, Barizon, Lilo e Carminho.
Comercial: Paulo, Sérgio, Rui e Vastinho; Zé Cassio e Toninho; Lecio, Ademar, Cassiano, Carlos Cesar e Bené.
Ocorrências: foram expulsos de campo Lanza, Lori, Toninho e Rui.

03/08/58

Comercial 3 x 3 São Bento (Sorocaba)
Local: Ribeirão Preto
Juiz: João Etzel Filho
Renda: Cr$ 64.655,00
Gols: Ademar, Lecio, Carlos, Nelsinho (2) e Joel.
Comercial: Paulo, Rui, Vastinho e Zé Cássio; Capricho e Valdemar; Lecio, Ademar, Almeida, Cassiano e Carlos Cesar.
São Bento (Sorocaba): Ceci (Joel), Julião, Kelé e Nestor; Cornélio e Escurinho; Joel (Ceci), Rodrigues, Rubine, Mickey e Nelsinho.
Ocorrências: Contundiu-se Ceci, passando em seu ponto Joel, tendo o goleiro jogar no ataque.

17/08/58

Comercial 4 x 2 Avenida
Local: Ribeirão Preto
Juiz: João Rodrigues
Renda: Cr$ 16.480,00
Gols: Ademar, Lecio, Almeida, Cassiano, Jair e Mateus.
Comercial: Santos, Rui, Vastinho e Zé Cássio; Candão e Nestor; Lecio, Ademar, Almeida, Cassiano e Bené.
Avenida: Rubens, Airton, Argemiro e Enio; Menelon e Petronilho; Baiano, Jair, Mateus, Odilon e Baltasar.

2° TURNO

21/09/58

Comercial 3 x 2 Paulista
Local: Estádio Costa Coelho – Ribeirão Preto
Juiz: José de Paula
Renda: Cr$ 60.000,00
Gols: Cassiano, Lero, Benê, Djalma e Otávio.
Comercial: Bonelli, Toninho e Waldemar; Zé Cássio, Candão e Nestor; Graciano, Almeida, Otávio, Cassiano e Benê. Técnico: Moacyr Alves.
Paulista: André, Tonico e Martinelli; Belé, Pé de Valsa e Jackson; Djalma, Benedito, Silvano, Lero e Rodrigues.

27/09/58

Mogiana 1 x 1 Comercial
Local: Campinas
Juiz: Pedro Calil
Renda: Cr$ 6.930,00
Gols: Tito e Cassiano.
Mogiana: Ademar, Lalo, Homero e Tite; Miguel e Antenor; Portinho, Ronaldo, Tito, Edgar e Durvalino.
Comercial: Boneli, Toninho, Waldemar e Nestor; Barraco e Candão; Benê, Lécio, Otávio, Cassiano e Carlos Cesar.

12/10/58

Internacional (Limeira) 1 x 1 Comercial
Local: Limeira
Juiz: Eduardo Safadi
Renda: CR$ 19.200,00
Gols: Ramiro e Ademar.
Internacional (Limeira): Pizoni, Paiol, Roberto e Pinho; Jaime e Kefer; Domiciano, Ramiro, Florisval, Luizinho e Belmiro.
Comercial: Boneli, Rui, Vastinho e Paracho; Toninho e Candão; Lecio, Ademar, Almeida, Carlos Cesar e Bené.

19/10/58

Comercial 4 x 0 Bandeirantes
Local: Ribeirão Preto
Juiz: Sam Davis Pulver
Renda: Cr$ 15.000,00
Gols: Almeida (2), Cassiano e Paracho.
Comercial: Boneli, Rui, Vastinho e Paracho; Toninho e Candão; Almeida, Ademar, Cassiano, Carlos Cesar e Bené.
Bandeirantes: Caibar, Sete, Dios e Quilé; Breda e Jorge; Roberto, Velho, Dolfão, Wilson e Almir.

26/10/58

São Bento (Sorocaba) 3 x 2 Comercial
Local: Sorocaba
Juiz: Fatore Euclides Rosa
Renda: Cr$ 50.000,00
Gols: Rubini, Joel, Cornélio, Cassiano (2)
São Bento (Sorocaba): Ceci, Julião, Kelé e Escurinho; Nestor e Cornelio; Rubini, Joel, Rodrigues, Mickey e Nelsinho.
Comercial: Boneli, Rui, Vastinho e Toninho; Parracho e Candão; Lecio, Ademar, Cassiano, Carlos Cesar e Bené.

23/11/58

Comercial 3 x 1 Ituano
Local: Ribeirão Preto
Juiz: Walter Galera
Renda: Cr$ 14.980,00
Gols: Ademar, Carlos César (2), Hudson.
Comercial: Boneli, Rui, Vastinho e Paracho; Toninho e Candão; Lecio, Ademar, Cassiano, Carlos Cesar e Bené.
Ituano: Nenê, Ireno, Lopes e Gilberto; Marcos e Ferreira; Arnaldo, Hudson, Nininho, Del Pozzo e Carlinhos.

29/11/58

Comercial 3 x 1 Sanjoanense
Local: Estádio Costa Coelho – Ribeirão Preto
Juiz: João Etzel
Renda: Cr$ não informada
Gols: Lécio, Carlos Cézar (2) e Loli.
Comercial: Boneli, Rui, Vastinho e Parracho; Toninho e Candão; Lecio, Ademar, Almeida, Carlos Cesar e Bené. Técnico: Moacyr Alves
Sanjoanense: não disponivel

07/12/58

Avenida 1 x 2 Comercial
Local: Salto
Juiz: Sam Davis Pulver
Renda: Cr$ 9.130,00
Gols: Ademar (2) e Airton.
Avenida: Quinca, Airton e Argemiro; Enio, Nenelão e Petronilho; Quinzinho, Jair, Mateus, Odilon e Baltazar.
Comercial: Bonelli, Rui e Vastinho; Tonho, Nardo e Nestor; Lécio, Ademar, Almeida, Carlos Cézar e Benê. Técnico: Moacyr Alves.

SEMIFINAIS

1° TURNO

18/01/59

São Bento (Sorocaba) 3 x 1 Comercial
Local: Sorocaba
Juiz: Sam Davis Pulver
Renda: Cr$ 101.620,00
Gols: Joel (2), Rui (contra), Ademar
São Bento: Floriano, Julião e Kelé; Nestor, Cornélio e Escurinho; Arlindo, Joel, Rubini, Rodrigues e Nelsinho.
Comercial: Boneli, Rui e Vastinho; Nardo, Candão e Toninho; Lecio, Parracho, Almeida, Ademar e Bené.

25/01/59

Comercial 3 x 2 Bragantino
Local: Ribeirão Preto
Juiz: Casemiro Gomes
Renda: Cr$ 120.540,00
Gols: Ubaldo 6, Lecio 8, Ademar 24 e 45, Tito 44 do 1°
Comercial: Boneli, Rui e Vastinho; Nardo, Candão e Toninho; Lecio, Parracho, Almeida, Ademar e Bené.
Bragantino: Oceania, Cassiano e Negro; Alvair, Nelson e Nascimento; Ubaldo, Augusto, Tico, Tito e Nei.

02/02/59

Comercial 2 x 1 Paulista
Local: Estádio Costa Coelho – Ribeirão Preto
Juiz: Elias Assad Simão
Renda: Cr$ 145.000,00
Gols: Martinelli 6, Almeida 32 do 1°; Parracho 15 do 2°
Comercial: Bonelli, Ruy e Valdemar; Parracho, Candão e Toninho; Mundi, Lécio, Ademar, Almeida e Benê. Técnico: Arthur Nextor.
Paulista: Bonelli, Mindo e Martinelli; Belé, Pé de Valsa e Jackson; Djalma, Moacir, Silvandro, Lero e Rodrigues.

15/02/59

Vila Santista 0 x 1 Comercial
Local: Moji das Cruzes
Juiz: Eduardo Safadi
Renda: Cr$ não informado
Gol: Otávio 2 do 2°
Vila Santista: Edson, Erasmo e Arnaldo; Joel, Abdala e La Luna; Aldo, Valter, Dias, Douglas e Angelo II.
Comercial: Boneli, Rui e Valdemar; Parracho, Candão e Nestor; Munde, Lecio, Otávio, Zé Cássio e Ademar.

22/02/59

Comercial 1 x 0 Esportiva
Local: Ribeirão Preto
Juiz: João Etzel
Renda: Cr$ 130.000,00
Gol: Almeida 24 do 1°
Comercial: Boneli, Rui e Valdemar; Parracho, Candão e Toninho; Lecio, Ademar, Otávio, Almeida e Bené.
Esportiva: Acosta, Bolar e Jorge; Xispa, Tupi e Camilo; Alcino, Marucci, Carlito, Ipojucã e Valter.

2° TURNO

08/03/59

Comercial 5 x 2 São Bento
Local: Ribeirão Preto
Juiz: Stefan Walter Glanz
Renda: Cr$ 157.840,00
Gols: Rubini 3, Ademar 10, Otavio 14, Parracho 36 do 1°; Carlos Cesar 27, Parracho 39, Valdemar (contra) 40 do 2º
Comercial: Boneli, Rui e Valdemar; Parracho, Candão e Toninho; Bené, Ademar, Otávio, Almeida e Carlos César.
São Bento: Ceci, Julião e Kelé; Nestor, Cornélio e Botequia; Arlindo, Joel, Rubini, Mickey e Nelsinho.

15/03/59

Bragantino 2 x 2 Comercial
Local: Bragança Paulista
Juiz: Casemiro Gomes
Renda: Cr$ 50.000,00
Gols: Augusto (penal) 19 do 1°; Almeida 12, Tico 23 e Otavio 38 do 2°
Bragantino: Oceania, Cassiano e Negro; Alvair, Sidnei e Nascimento; Ubaldo, Augusto, Tito, Tico e Nei.
Comercial: Boneli, Rui e Valdemar; Parracho, Candão e Toninho; Bené, Ademar, Otávio, Almeida e Carlos César.

23/03/59

Paulista 1 x 0 Comercial
Local: Jundiaí
Juiz: Dino Passini
Renda: Cr$ 28.000,00
Gol: Martinelli (penal) 4 do 2°
Paulista: André, Mindo e Martinelli; Belé, Pé de Valsa e Jackson; Valter, Moacir, Silvano, Lero e Rodrigues.
Comercial: Bonelli, Ruy e Valdemar; Parracho, Candão e Toninho; Benê, Ademar, Lécio, Almeida e Carlos Cézar. Técnico: Arthur Nextor.

29/03/59

Comercial 8 x 1 Vila Santista
Local: Ribeirão Preto
Juiz: Antonio de Carvalho
Renda: Cr$ 138.080,00
Gols: Carlos Cesar 21 do 1°; Almeida 10, 17, 39, 42 e 44, Carlos Cesar 36, Ângelo II 10 do 2°
Comercial: Boneli, Rui e Valdemar; Parracho, Candão e Toninho; Bené, Ademar, Otávio, Almeida e Carlos César.
Vila Santista: Edson, Arnaldo e Hugo; La Luna, Mamão e Erasmo; Aldo, Pinho, Valter, Dino e Ângelo II.

05/04/59

Esportiva 2 x 1 Comercial
Local: Guaratinguetá
Juiz: Catão Montez Junior
Renda: Cr$ não informado
Gols: Alcino, Marucci e Carlos César
Esportiva: Costa, Tupi e Jorge; Xispa, Taico e Laércio; Marucci, Ciciá, Ubiratã, Ipojucã e Alcino.
Comercial: Boneli, Rui e Vastinho; Parracho, Candão e Toninho; Bené, Ademar, Otávio, Almeida e Carlos César.

FINAIS

12/04/59

Corintians 1 x 0 Comercial
Local: Presidente Prudente
Juiz: Fatore Euclides Rosa
Renda: Cr$ 407.970,00
Gol: Zé Amaro 10 do 2°
Corintians: Diorai, Primo e Bertamin; Torneli, Ranieri e Luisinho; Oscarlina, Castilho, Robertinho, Zé Amaro e Plínio.
Comercial: Boneli, Rui e Valdemar; Parracho, Candão e Toninho; Lecio, Ademar, Otávio, Almeida e Carlos César.

19/04/59

Comercial 1 x 0 Corintians
Local: Ribeirão Preto
Juiz: S. W. Glanz
Renda: Cr$ 538.715,00
Gol: Vastinho 40 do 2°
Comercial: Santos, Rui e Valdemar; Toninho, Candão e Vastinho; Benê, Ademar, Otávio, Almeida e Carlos César.
Corintians: Diorai, Primo e Bertamin; Torneli, Ranieri e Luisinho; Oscarlina, Castilho, Robertinho, Zé Amaro e Plínio.

Comercial 4 x 0 Corintians
Local: Pacaembu
Juiz: Antonio Musitano
Auxiliares: Telemaco Pompeu e Elias Assad Simão
Renda: Cr$ 361.000,00
Gols: Carlos Cesar 8, Lécio 26 no 1º, Carlos César (penal) 6 e Lécio 35 do 2°
Comercial: Santos, Toninho e Valdemar; Parracho, Candão e Vastinho; Lécio, Ademar, Otávio, Almeida e Carlos César.
Corintians: Diorai, Primo e Bertamin; Torneli, Ranieri e Luisinho; Oscarlina, Castilho, Robertinho, Zé Amaro e Plínio.

 


O livro Figueirense 90 Anos de Glória, Amor e Paixão conta, em belos registros fotográficos, a trajetória do Furacão ao longo das últimas nove décadas. Hoje é o lançamento, na Livraria Catarinense, às 19h30min, no Shopping Beiramar, com a presença de ex-atletas. Aqui, o time de 1950. Em pé, Tenente Dantas (técnico), Chinês, Dolly, Marcos, Romeu, Braulio e Geraldo. Agachados, Moraci, Nei, Hélio, Gil e Meirelles.

Fonte:DC

 

FINAIS

10/02/63

América 0 x 0 São Bento (Sorocaba)
Local: São José do Rio Preto
Juiz: Anacleto Pietrobom
Auxiliares: Germinal Alba e Wilson Antonio Medeiros
Renda: Cr$ 2.091.000,00
América: Reis, Bertolino, Murilo e Ambrósio; Celino e Fogueira; Renatinho, Cuca, Valter, Gaúcho e Dirceu. Técnico: Rubens Minelli
São Bento (Sorocaba): Valter, Julião, Odorico e Salvador; Nestor e Paulinho; Afonsinho, Cabral, Picolé, Bazzani e Paraná. Técnico: Wilson Francisco Alves

17/02/63

São Bento (Sorocaba) 1 x 1 América
Local: Estádio da Rua Cel. Nogueira Padilha – Sorocaba
Juiz: Anacleto Pietrobom
Renda: Cr$ 3.315.900,00
Gols: Sapucaia 3 e Bazzani 38 do 1°.
São Bento (Sorocaba): Walter, Julião, Odorico e Salvador; Nestor e Paulinho; Afonso, Cabral, Picolé, Bazzani e Paraná. Técnico: Wilson Francisco Alves
América: Reis, Gutemberg, Murilo e Ambrósio; Celino e Fogueira; Colada, Cuca, Sapucaia, Walter e Dirceu. Técnico: Rubens Minelli

23/02/1963

São Bento (Sorocaba) 1 x 1 América
Local: Estádio do Pacaembu – São Paulo
Juiz: Anacleto Pietrobon
Renda: Cr$ não informada
Gols: Nestor 16 e Dirceu 25 do 2°
São Bento: Walter; Julião Odorico e Salvador; Nestor e Paulinho; Raimundinho, Cabralzinho, Picolé, Bazzaninho e Paraná. Técnico: Wilson Francisco Alves
América: Reis; Guttemberg, Murilo e Ambrósio; Renatinho e Fogueira; Colada, Walter, Sapucaia, Cuca e Dirceu. Técnico: Rubens Minelli

* Na prorrogação o São Bento venceu por 1 a 0, com gol de Picolé aos 12 do 1°.

 

Foram quase cinco horas de julgamento no Centro do Rio de Janeiro, onde fica o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). E a primeira batalha – outra ainda está por vir – foi vencida pelo Fortaleza, que briga com o Campinense para permanecer na Série C do Campeonato Brasileiro. Em decisão unânime, os auditores da Segunda Comissão Disciplinar decidiram absolver o Fortaleza, rechaçando a possibilidade de remarcar o jogo contra o CRB. Dessa forma, o Fortaleza segue na Série C e o clube paraibano rebaixado.

A derrota do Campinense em primeira instância deverá ser apenas o “primeiro tempo” desta guerra nos tribunais, já que deverá haver um recurso ao Pleno, em segunda instância, podendo esta decisão ainda ser revertida. O clube da Paraíba tem até o fim desta semana para protocolar o recurso no STJD.

A Segunda Comissão Disciplinar ainda decidiu multar os dois clubes em R$ 20 mil por atraso para o retorno para o segundo tempo. Ainda multou o Fortaleza em mais R$ mil por conta de uma garrafa arremessada no gramado do Presidente Vargas. O árbitro Gutemberg de Paula Fonseca foi absolvido. Paulo Rodrigues, do CRB, foi punido com um jogo de suspensão. Goleiro Cristiano, também do CRB, foi punido por dois jogos de gancho. E Maizena, também do CRB, acabou absolvido.

Quem acabou “pagando o pato” pelo fato foi Carlinhos Bala. O atacante do Fortaleza foi punido com multa de R$ 10 mil e seis partidas de suspensão. Essas partidas serão cumpridas no próximo campeonato nacional que o jogador disputar.
Fonte: Site do STJD

 

Vale a pena…

fonte:globo.com

http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2011/09/historia-do-carapebus-o-time-sem-salario-vira-livro-contado-por-jogador.html#equipe-botafogo

 
  • Resultado da votação da escolha do melhor artigo da semana 033/2011 

(19 a 25 de setembro de 2011)

 

 

 

  • Fluminenses pelo mundo - Ricardo Amaral 6
  • Clubes de Brasília: Associação Atlética Cultural Mariana – Jose Ricardo  e Campanha do Campeão Segunda Divisão SP1972 – Fichas Técnicas – Rodolfo Stella 4
  • Campeonato Roraimense De 1967 – Julio Diogo 3
  • CRB – Clube de Regatas Brasil, 99 anos de História – Michel McNish;  História inacreditável: Nanico do Efeito – Michel Mcnish;  Independente Futebol Clube de Chapecó SC – Michel McNish e Canto do Ipiranga – Toninho Sereno  1

 

 

Aos amigos do História do Futebol
Nas minhas pesquisas pela net. encontrei no Picasa muitos escudos portugueses de várias agremiações e de vários esportes. Vale a pena conferir neste link

https://picasaweb.google.com/107586680468596775634

 

EQUIPES PARTICIPANTES:

- ATLÉTICO BARÉ CLUBE (BOA VISTA)
- ATLÉTICO RORAIMA CLUBE (BOA VISTA)
- NÁUTICO FUTEBOL CLUBE (BOA VISTA)
- SÃO FRANCISCO FUTEBOL CLUBE (BOA VISTA)
- SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (BOA VISTA)
- SÃO RAIMUNDO ESPORTE CLUBE (BOA VISTA)

CAMPEÃO

- ATLÉTICO BARÉ CLUBE (BOA VISTA)

Fonte: Jornal do Comércio (Manaus/AM)

Protegido: OUTROS FLUMINENSES PELO BRASIL

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set 252011
 

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Foi lançado recentemente o livro “100 anos da A.E. Velo Clube Rioclarense”. Trata-se de um verdadeiro almanaque deste clube, com a história através dos anos e os resultados de todas as suas partidas oficiais e amistosas. Na minha opinião um livro para fazer parte da biblioteca dos amantes do futebol. Adquiri meu exemplar na Livraria Pontes.

 

Na da década de 1950, o Avaí trouxe do Olímpico, de Blumenau, o ponta-esquerda que chamavam de Nanico, naturalmente pela sua estatura. Rápido, veloz, chutava com tanto efeito que foi apelidado de Nanico do Efeito. E bota efeito nisso!

Avaí x Guarani, campeonato da cidade, jogo igual, restam poucos minutos. Se terminar empatado, vai à prorrogação. Torcida azurra tensa no Adolfo Konder, e não era pra menos!

Eis que numa jogada rápida, Nanico é derrubado na área: pênalti. Era gol, porque ninguém tinha sido capaz de defender um pênalti cobrado por ele. Com o jeito peculiar de bater na bola, ela saía rodopiando, com efeito mortal.

Saul Oliveira, o técnico, já comentava com os reservas: “É, com este gol, está de bom tamanho. Pelo menos vencemos”.

Inacreditável! Era a primeira vez que aquilo acontecia! Nanico dá um peteleco e o goleiro Berimbau segura a bola, abraçando-a contra o peito.

Saulzinho, o técnico, escabelou-se no banco, surpreso, mas mantendo a postura. Os adversários davam salto de alegria. Empatar com o Avaí? Era demais! Jogadores avaianos queriam comer vivo o tal Nanico do Efeito. Só ele estava tranquilo, olhando para o goleiro abraçado à bola.

O juiz, também surpreso, mandou que o goleiro recolocasse a bola em jogo. Nanico do Efeito fixou os olhos no goleiro Berimbau. Orgulhoso e certo de que acabara de defender o pênalti do homem do efeito, Berimbau bateu a bola no chão, mas, oh! Livre dos braços que a prendiam, a bola, ao quicar no chão, possuída por um estranho efeito, saiu como uma perereca aos pulos e foi parar dentro das redes. Gol: 1 a 0 para o Avaí. Todos correm para o Nanico cheios de alegria, mas ele, soltando um monte de palavrões, não aceitou os abraços, voltando solenemente ao meio do campo.

Protegido: Íbis é passado . Agora a moda é Maga!

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set 242011
 

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O futebol em Chapecó começou em 1919, com o Club Passo Bormann Foot Ball. Depois nasceu o Esporte Clube Chapecó, chamado de Invencível. Por conta disso veio o rival, para fazer o clássico de Chapecó por muitos anos. É o time da foto, Independente Futebol Clube, intitulado o mais querido. O clássico entre Independente e Chapecó foi denominado “Clássico Incha”.

Foto: DC

 

Classificação final, artilheiros e rendas dos torneios de 1950, 1952, 1953, 1954. 1955, 1957 e 1960

Por email, de Mario Lopomo
 

 

Nome: Santa Cruz Futebol Master

Cidade: Santa Cruz

Fundação: sem informação

Cores: Verde, vermnelho e branco

Histórico: O clube disputa o campeonato estadual máster e na preparação receberá o máster do Flamengo-RJ para um amistoso no dia 10 outubro.

Situação: Amador – master

Escudo: http://santacruzfutebolmaster.blogspot.com

 

O Estádio Arena das Dunas de Natal na Copa de 2014, sofreu uma repaginação no visual para adequar seu custo ao orçamento do governo potiguar, mudança autorizada pela Fifa. O estádio de 42 mil lugares perdeu duas fatias da cobertura que será instalada nas arquibancadas norte e sul, atrás dos gols. Com isso, 24% do público (10 mil) que assistirá aos jogos do Mundial na cidade ficará a céu aberto, sem proteção contra sol ou chuva.
Segundo o governo do Rio Grande do Norte, a mudança no projeto teve como principal objetivo reduzir em 5% o custo da obra, antes orçada em R$ 420 milhões.

O valor foi considerado alto demais por investidores privados. A prova disso é que fracassou a primeira licitação aberta pelo governo potiguar para a construção e gestão da arena, em novembro passado. Depois de remodelar o projeto, incluindo a redução do telhado, o estádio finalmente foi arrematado em março pela construtora OAS.
O local que ficará descoberto na futura arena natalense coincide com o setor onde serão instalados 10 mil assentos temporários -outra estratégia para reduzir custos no pós-Copa. Além de encurtar a cobertura, o novo layout também modificou a área de implantação do estádio, evitando a demolição de dois prédios administrativos do governo.
fonte: Secopa/RN

 

O Tricolor, Fluminense Football Club, da Rua Álvaro Chaves, Rio, fundado em 1902, possui diversos filhotes espalhados pelo Brasil..

O segundo Fluminense mais famoso é o Fluminense de Feira de Santana, na Bahia, fundado em 1941. Ocasionalmente, original e filial se enfrentam. Oficialmente, aconteceram jogos nos Campeonatos Brasileiros de 1976 e 1977, e na Copa do Brasil de 2003. O clube carioca sempre levou a melhor. Mas a filial baiana tem uma história gloriosa: é bicampeão baiano (1963 e 1969), campeão da Taça Estado da Bahia (1998), e campeão da Copa Sergipe-Bahia (2006).

O Fluminense de Feira de Santana não é o único Fluminense baiano: há também o Fluminense de Camaçari, campeão da Segunda Divisão Baiana em 1991, hoje chamado Camaçari Futebol Clube. Ainda na Bahia, havia o Fluminense de Salvador, glorioso Campeão Baiano em 1913 e 1915, que não atua mais. Ainda no Nordeste, podemos encontrar o Fluminense de Fortaleza, no Ceará, e o Fluminense de Teresina, no Piauí. No Rio Grande do Norte, há o Fluminense de Natal (cujo escudo apresenta a parte verde em cima, e a grená em baixo, disposição oposta à do original carioca). Ainda em terras potiguares, há o Fluminense de Cruzeta.

Na Região Norte encontramos no Pará, o Fluminense de Belém e o Fluminense de Curuçá. No Acre, o Fluminense de Rio Branco.

Na Região Sul. No Rio Grande do Sul, temos o Fluminense de Arroio do Tigre, o Fluminense de Carlos Barbosa, o Fluminense de Harmonia, o Fluminense de Caxias do Sul, e o Fluminense de Santa Cruz do Sul. O mais famoso Fluzão gaúcho é o Fluminense de Santana do Livramento, tetracampeão citadino (1940, 1947, 1950 e 1988). Em Santa Catarina, há o Fluminense de Joinville.

 No Estado do Rio de Janeiro, havia o Fluminense de Nova Friburgo, hoje chamado de Friburguense Atlético Clube (após uma fusão com o Serrano). Em Campos, há o Fluminense de Cerejeira. Temos também o Fluminense de Niterói, o Fluminense de Macaé, e o Fluminense de Vassouras.

No Estado de São Paulo, temos o Fluminense de Santos, fundado em 04/09/1938. O “Tricolor do Embaré” foi, na década de 40, um esquadrão futebolístico temido por seus adversários. Ainda hoje, este Fluminense Atlético Clube mantém suas atividades, fomentando o esporte na região

Ainda no Sudeste, encontramos também o Fluminense de Uberlândia/MG, o Fluminense de Caxambu/MG, e o Fluminense de Pouso Alegre/MG. Além destes, há o Fluminense de Araguari/MG, fundado em 10/01/1942, e glorioso Campeão do Triângulo Mineiro em 1951! Em 1953, o Fluminense de Araguari disputou um Fla-Flu, contra o Flamengo do Rio de Janeiro, e não fez feio, empatando em1 a 1.

 No exterior, o Fluminense também inspirou vários outros clubes. Em Porto Rico, há o Guaynabo Fluminense Fútbol Club, fundado em 2002, ano do centenário do Fluminense original. Em 2008, o clube alcançou o quarto lugar no Campeonato Portorriquenho. Ainda nas Américas, há o Fluminense Mexicano FC, da Cidade do México.

Na Argentina, o Club Atlético Vélez Sarsfield possui relação com o Fluminense. Durante os primeiros anos de sua existência (de1914 a 1938), o Vélez utilizou um uniforme tricolor (verde, branco e vermelho) muito semelhante ao da equipe carioca. Em 06/12/1968, o Vélez jogou contra o Santos de Pelé, em jogo comemorativo de uma reforma no seu estádio, com uniformes oficiais do Fluminense. Atualmente, o terceiro uniforme do clube argentino é tricolor.

Em Portugal, há o Fluminense FC de Lisboa, mais um clube internacional inspirado no Tricolor das Laranjeiras e também a Associação Recreativa e Cultural Os Fluminenses, na cidade do Porto.

Na Itália em 1999, foi fundado o Fluminense de Livorno, campeão em 2007 do Troféu Sandri Chericoni, campeonato de futebol amador da cidade.

Ainda na Itália, há também o Fluminense de Occhiobello, na região de Veneto.  Também há um FFC na África: o Fluminence Football Club d’Etoa-Meki,em Camarões.

No livro “História do Fluminense”, lista dezenas de clubes com o nome Fluminense. É um livro antigo e a relação está desatualizada, mas é interessante ver.

“Estado do Rio de Janeiro:
1-Fluminense A. C., de Niterói;
2-Fluminense F. C., de Vassouras;
3-Fluminense F. C., de Campos;
4-FluminenseF.C., de Bom Jesus do Itabapoana;
5-Fluminense F. C., de Conceição do Macabu;
6-Fluminense A. C., de Cachoeira de Macacu;
7-Fluminense F.C., de Macaé;
8-Fluminense F.C., de São Fidélis;
9-Fluminense E.C., de Volta Redonda;
10-Fluminense E. C., de Rio Bonito;
11- Extra Fluminense, de Parati;
“Estado de Minas Gerais:
12- Fluminense F.C., de Caxambu;
13-Fluminense F.C., de Araguari;
14-Fluminense F.C., de Matozinhos;
15-Fluminense F.C., de Pouso Alegre;
16-Fluminense F.C., de Uberaba;
17- Fluminense F.C., de Lagoa da Prata;
18-Fluminense F.C., de Patos de Minas;
19-Fluminense F.C., de Contagem;
“Estado de São Paulo:
20-Fluminense F.C., de Avaré;
21-Fluminense F.C., de Indaiatuba;
22-Fluminense F.C., de Ribeirão Preto;
23-Fluminense F.C., de Santo André;
24-Fluminense F.C., de Rio Preto;
25-Fluminense F.C.,de São Carlos;
26-Fluminense F.C., de São Vicente;
27-Fluminense F.C., de Sorocaba;
28-Associação Fluminense Paulista de Vila Mariana;
29-E.C. Fluminense, de Vila Bela;
30-Fluminense F.C., de Taubaté;
31-Fluminense F.C., de Bela Vista;
32-Fluminense F.C., de Casa Verde;
33-Fluminense F.C., de Varzeano;
34-C. A. Fluminense Paulista, de Vila Mariana;
35-E.C. Fluminense, de Ilha Bela;
36-Extra Fluminense, de Barra Funda;
37-Grêmio Desportivo Fluminense, de Pinheiros;
38-Grêmio Desportivo Fluminense, de Casa Verde;
“Estado de Santa Catarina:
39-Fluminense F.C., de Joinvile;
“Estado do Rio Grande do Sul:
40-Fluminense F.C., de Cachoira do Sul;
41-Fluminense F.C., de Cruz Alta;
42-Fluminense F.C., de Livramento;
43-Fluminense F.C., de Novo Hamburgo;
44-Fluminense F.C., de Bonfim.
“Estado da Bahia:
45-Fluminense F.C., de Salvador;
46-Fluminense F.C., de Feira de Santana;
47-Fluminense F.C., de Candeias;
“Estado do Maranhão:
48-Fluminense F.C., de São Luis;
49-Fluminense F.C., de Caxias;
“Estado da Paraíba:
50-Fluminense F.C., de Santa Rita.
“Estado do Piauí:
51-Fluminense E.C., de Teresina;

“Estado do Rio Grande do Norte:
52-Fluminense E.C., de Natal.
“Estado do Pará:
53-Fluminense F.C., de Belém.
“Estado do Amazonas:
54-A. Fluminense Clube, de Manaus;
“México:
55-Fluminense F.C., da Cidade do México.
“Portugal:
56-Fluminense F.C., de Lisboa.”

 Fonte:Paulo Cesar C. Martins /Paulo Coelho Netto/ blog jornaleiro.blogspot

 

1º FASE

SÉRIE “SÍLVIO BINARI”

20.08.1972

São José 2×0 Estrela
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: Gérson Sebastião Vendrami
Renda: Cr$ 2.232,00
Gols: Zé Carlos e Reinaldo.
São José: Mário, Mauricio, Marião (Bahia), Paulão e Pedro Rodrigues; Vanderlei e Zé Carlos; Mané (Xavier), Carlinhos, Reinaldo e Pepe. Técnico: Adhemar Alves.
Estrela: Rubens, Lavrinha, Vágner, Mauro e Jorginho; Paulinho e Válter (Binha); Julião, Totó, Carbone e Fernando (Doca).

27.08.1972

Santo André 1×1 São José
Local: Estádio Bruno José Daniel – Santo André
Juiz: Edmundo Abissanra
Renda: Cr$ 2.925,00
Gols: Fernandinho (penal) e Pitico.
Santo André: Odarci, Nelci, Sebastião, Giba e Luizinho; Pitico e Pereirinha; Jairzinho, Ulisses, Jonas e Ademar.
São José: Mário, Mauricio, Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Mané, Carlinhos, Reinaldo (Xavier) e Pepe. Técnico: Adhemar Alves.

03.09.1972

São José 1×0 Saad
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: Gérson Sebastião Vendrami
Renda: Cr$ 2.319,00
Gol: Zé Carlos
São José: Mário, Mauricio, Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Mané, Carlinhos, Reinaldo (Xavier) e Pepe. Técnico: Adhemar Alves.
Saad: Fininho (Ronaldo), Celso, Flávio, Oscar e Arnaldo; Zaneti e Márcio; Fernandes, Nélson, Edinho (Caxias) e Valdir.

24.09.1972

Estrela 1×0 São José
Local: Estádio General Affonseca – Lorena
Juiz: João Araujo Gomes
Renda: Cr$ não informada
Gol: Totó.
Estrela: Roberto, Lavrinha, Wilson Mortadela, Vágner e Jorginho; Paulo e Doca; Julião, Adilson (Paraguaio), Carbone e Totó.
São José: Mário, Carioca (Edmar), Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Mané, Carlinhos, Reinaldo e Pepe. Técnico: Ney Rodrigues

01.10.1972

São José 0×0 Santo André
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: Alcirio Walter Agostinho
Renda: Cr$ 3.096,00
São José: Mário, Carioca, Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Xavier, Reinaldo (Carlinhos), Mané e Pepe. Técnico: Ney Rodrigues
Santo André: Odarci, Nelci, Ari, Giba e Luizinho; Sucena e Sérgio; Mojica (Gilberto), Djalma Duarte, Jonas e Rômulo (Maurinho).

15.10.1972

Saad 2×0 São José
Local: Estádio Lauro Gomes de Almeida – São Caetano do Sul
Juiz: Alfredo Gomes
Renda: Cr$ 5.596,00
Gols: Flávio 8 do 1° e Fernandes 43 do 2°
Saad: Fininho, Celso, Flávio, Oscar e Arnaldo; Zaneti e Márcio (Nélson); Fernandes, Copini, Arlindo e Valdir (Vágner).
São José: Mário, Carioca, Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Mané, Reinaldo (Xavier), Carlinhos e Pepe. Técnico: Ney Rodrigues

2º FASE

GRUPO 2

18.03.1973

Vasco da Gama 2×0 São José
Local: Campo do Vasco – Americana
Juiz: Otávio Franco Ferreira
Renda: Cr$ 3.020,00
Gols: Cesar e Vanderlei
Vasco da Gama: Carlinhos, Serginho, Adalberto, Marcos e Américo; Bertinho e Paulo Rodrigues; César (Duíca), Vanderlei, Ivan e Miguelito.
São José: Mário, Carioca, Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Xavier (Dandô), Marco Antonio, Carlinhos e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza

25.03.1973

São José 1×0 Saad
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: Silvio Acácio Silveira
Renda: Cr$ 8.052,00
Gol: Carlinhos
São José: Mário, Carioca, Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Xavier (Chiquinho), Marco Antonio, Carlinhos e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza
Saad: Fininho, Celso, Flávio, Oscar e Arnaldo; Nélson e Márcio; Dorval (Nenê), Coutinho (Edinho), Fernandes e Valdir.

01.04.1973

Velo Clube 3×0 São José
Local: Estádio Benito Agnelo Castellano – Rio Claro
Juiz: Alcirio Walter Agostinho.
Renda: Cr$ 5.500,00
Gols: Lima, Ferreirinha e Válter Gama.
Velo Clube: Miguel, Celinho, Hercilio, Dida e Manduca; Nascimento e Valdemar; Jesus, Ferreirinha, Lima e Bertinho (Válter Gama).
São José: Mário, Carioca, Marião, Paulão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Xavier, Dandô (Chiquinho), Carlinhos e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza

08.04.1973

São José 2×1 Vasco da Gama
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: João Araújo dos Santos
Renda: Cr$ 3.900,00
Gols: Zé Carlos, Reinaldo e Américo.
São José: Mário, Carioca (Edmar), Marião, Alemão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Xavier, Marco Antônio, Reinaldo e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza
Vasco da Gama: Carlinhos, Serginho, Adalberto, Marcos (Pedro Miranda) e Américo; Paulinho e César; Carioca, Vanderlei, Ivan (Didi) e Miguelito.

15.04.1973

Saad 0×0 São José
Local: Estádio Lauro Gomes de Almeida – São Caetano do Sul.
Juiz: Edmundo Abissanra
Renda: Cr$ 13.500,00
Saad: Fininho (Arnaldo), Caxias, Flávio, Oscar e Arnaldo; Nélson e Márcio; Nenê (Edinho), Fernandes, Arlindo e Wágner (Valdir).
São José: Mário, Carioca, Marião, Alemão e Pedro Rodrigues; Fernandinho e Zé Carlos; Xavier, Dandô, Reinaldo (Chiquinho)
e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza

22.04.1973

São José 2×0 Velo Clube
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: Milton Jorge
Renda: Cr$ 15.947,25
Gols: Dandô e Zé Carlos
São José: Mário, Carioca, Marião, Alemão e Pedro Rodrigues; Fernandinho (Dandô) e Zé Carlos; Roque, Marco Antonio, Carlinhos e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza
Velo Clube: Miguel, Celinho, Hercilio, Valter Gama e Manduca; Nascimento (Joãozinho) e Valdemar; Jesus, Ferreirinha (Bertinho), Lima e Milton.

FINAL

06.05.1973

São José 3×0 Garça
Local: Estádio Martins Pereira – São José dos Campos
Juiz: Rubens Paulis
Renda: Cr$ 38.200,00
Público: 7.157
Gols: Dandô (penal) 15 do 1°; Xavier 16 e Pedroso (contra) 22 do 2º.
São José: Mário, Carioca, Marião, Alemão e Pedro Rodrigues; Fernandinho (Dandô) e Zé Carlos; Roque, Marco Antonio, Carlinhos e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza
Garça: Chiquinho, Ari, Brito, Pedroso e Abegar; João Luiz e Grilo; Maurilio, Cláudio, Pulga e Escurinho. Técnico: Francisco Valeriano.

13.05.1973

Garça 0×0 São José
Local: Estádio Frederico Platzeck – Garça
Juiz: Milton Jorge
Renda: Cr$ não informada
Garça: Chiquinho, Ari, Brito, Pedroso e Abegar; João Luiz e Grilo; Maurilio, Cláudio, Pulga (Ramalho) e Mário César (Rogério). Técnico: Francisco Valeriano.
São José: Mário, Carioca, Marião, Alemão e Pedro Rodrigues; Dandô e Zé Carlos; Xavier, Marco Antonio, Carlinhos (Fernandinho) e Pepe. Técnico: Jorge Pinto de Souza

 

Para comemorar a conquista do Campeonato Niteroiense de 1929, o YPIRANGA FUTEBOL CLUBE promoveu um festival esportivo. Abaixo os resultados desta festa:

FESTIVAL ESPORTIVO – 1930

Data: 19 de janeiro de 1930
Local: Niterói/RJ

1º JOGO – 2º QUADROS – YPIRANGA 3-3 JAPONÊS (RIO DE JANEIRO)

2º JOGO – 1º QUADROS – FONSECA 1-0 NITEROIENSE

3º JOGO – 1º QUADROS – YPIRANGA 4-1 BYRON / BARRETO

 

 

 

 

 

 

 

Este é o escudo do Cova Triste Futebol Clube, campeão municipal de Paulo Lopes (SC) em 2008. A equipe é da localidade de mesmo nome. Embora o distintivo tenha apenas as cores verde a branca, o uniforme também tem a cor vermelha.

Curiosidade – Existe um documentário produzido pela jornalista Maria Izabel Gonçalves sobre um fato ocorrido em Cova Triste. O título é  “As gêmeas de Paulo Lopes”. 

Em 1956, duas garotas gêmeas (Serafina e Luzia) morreram afogadas durante um banho de cachoeira. Essa história, contada até hoje pelos moradores, ganhou força de mito. Ainda há quem acredite que eventos misteriosos  envolveram a morte das jovens.

Fonte: Américo Vargas – Jornal Bola na Rede

Obs: a fonte das letras no escudo é originalmente Cooper Black

 

 

A Associação Atlética e Cultural Mariana do Gama foi fundada em 11 de novembro
de 1962 e tinha por finalidade criar cursos de alfabetização e profissionais,
desenvolver a Educação Física e os desportos, promovendo e organizando jogos,
exercícios desportivos e reuniões sociais capazes de favorecer o desenvolvimento cultural, físico, social e cívico da mocidade do Gama.

Eram duas as categorias de sócios: os efetivos, que eram todos os membros da Congregação Mariana Nossa Senhora Divina Pastora e São Sebastião, do Gama, e os honorários, aqueles que, pertencendo ou não ao corpo social, merecessem essa distinção por deliberação da Assembléia Geral.

Jader Carrijo foi o primeiro Presidente da Cultural Mariana.

As cores oficiais da associação eram o verde, o azul, o amarelo e o branco.

Os uniformes eram os seguintes: um com as camisas verdes, com golas e punhos
amarelos, e o outro branco com duas listras horizontais, punhos e golas azuis.
Os calções e meiões eram azul ou branco.

A única participação da A. A. Cultural Mariana no campeonato de futebol de
Brasília aconteceu em 1969, quando 24 equipes disputaram a competição
(divididas em dois grupos). Na estréia, no dia 13 de abril daquele ano, foi
derrotado pelo Brasília Futebol Clube, de Taguatinga (que nada tem a ver com o
Brasília Esporte Clube, fundado em 2 de junho de 1975), por 3 x 0.

Uma semana depois, em seu campo, derrotou outro time de Taguatinga, o Flamengo,
por 2 x 1. Zé Maria (contra) e Parada marcaram os seus gols.

Terminou a primeira fase na terceira colocação, apenas atrás do Brasília e do
Coenge (que acabaria vencendo o campeonato). Foram doze jogos, oito vitórias e quatro derrotas. Vinte e quatro gols a favor e quinze contra.

Na fase final, disputada pelos 12 melhores colocados da primeira fase (seis de
cada grupo), empatou muitos jogos (seis) e ficou na sétima colocação, com 12
pontos ganhos (mesma pontuação de Brasília e Serviço Gráfico, que levaram
vantagem após aplicação dos critérios de desempate. Foram onze jogos, com três
vitórias, seis empates e duas derrotas. Marcou 16 gols e sofreu 13.
Curiosamente, não foi derrotado pelo campeão Coenge (2 x 2) e pelo vice-campeão
Grêmio Brasiliense (1 x 1).

Os jogadores que defenderam a Cultural Mariana foram:

Goleiros: Sindásio e Faustino;

Defensores: Domingos, Fernando, Crente, Juvenil, Barbosa, Fula, Chiquinho,
Barreto e Dimenor;

Atacantes: Tadeu, Ivan, Paulinho, Mangabeira, Gildásio, Baiano, Jorge e Parada.

No dia 8 de fevereiro de 1970, Amado Inocêncio, presidente da entidade,
convocou uma Assembléia Geral Extraordinária, que foi realizada na sede social
do clube, onde foi decidida a troca do nome do clube, argumentando que o clube
atravessava uma fase muito difícil e que não encontrava apoio da população da
cidade. Surgia, assim, o Clube Atlético Planalto.

O grande legado que a A. A. Cultural Mariana deixou para o futebol do Gama e do
Distrito Federal foi o seu campo de futebol. Naquele local hoje fica a sede da
Sociedade Esportiva do Gama.

 


Fundado no ano de 1912,por um grupo de torcedores, fundou-se em Maceió o Clube Alagoano de Regatas. Sua sede ficava situada na Rua do Comércio, 138. Apesar do nome, não havia remadores nem baleeiros na nova agremiação. A mensalidade era de quinhentos mil réis e gerava pouca receita. Entre os seus fundadores estavam os jovens Lafaiete Pacheco, Antônio Bessa, Celso Coelho e Alexandre Nobre. O primeiro procurou junto aos companheiros um aumento nas mensalidades, mas a ideia não foi aceita pela maioria.

Lafaiete Pacheco então procurou Antônio Vianna e explicou-lhe sua ideia de criar um clube de regatas na Pajuçara. Aceita a ideia, foram convidados outros sete rapazes para fundar um novo clube em Alagoas.

Na Rua Jasmim, na Pajuçara, no dia 20 de setembro de 1912, foi fundado o Clube de Regatas Brasil. Além de Lafaite Pacheco e Antônio Vianna, assinaram a ata de fundação os seguintes desportistas: João Luiz Albuquerque, Waldomiro, Pedro Cláudio Duarte, Tenente Julião, Agostinho Monteiro, Francisco Azevedo Bahia e João Viana de Souza. Os primeiros passos do clube foram dados na regata, aderindo ao futebol apenas em 1916.

Através de Lafaiete Pacheco, o CRB comprou, em Santos, seu primeiro yole (barco de competição). Duzentos mil réis foi o valor. Os sócios contribuíram com 100 mil réis e os outros 100 foram tomados emprestados. A embarcação chegou no navio Itapetinga. Era um barco bonito, moderno, um oito remos com patrão. Os treinamentos foram realizados no trajeto marítimo da Ponta Verde para Pajuçara.

Os dirigentes do Clube de Regatas Brasil tiveram que conseguir um local para a construção de uma garagem. O terreno encontrado é o mesmo onde hoje se situa a sede social do clube. O terreno era aberto e foi necessário que novamente os fundadores do clube conseguissem dinheiro para comprar tábuas, cujo gasto foi de 3 mil réis.

Os primeiros times de futebol do CRB contavam com Haroldo Zagalo, pai do tetracampeão mundial Mário Jorge Lobo . O time ainda contava com um alemão, extremamente habilidoso chamado Peter, Lauro Bahia e os irmãos Gondim.

Em 1927, o CRB conquista seu primeiro título estadual, só repetindo o feito três anos mais tarde. Na década seguinte, o Clube de Regatas Brasil somou cinco títulos, quatro deles consecutivos (37, 38, 39 e 40). Após o tetracampeonato, a torcida regatiana teve que amargar uma década inteira na fila para poder voltar a comemorar.

O CRB voltou a conquistar um tetracampeonato alagoano na década de 70, ao faturar o certame estadual de 1976 a 1979. O clube possui o maior artilheiro da história dos campeonatos alagoanos: Joãozinho Paulista, que vestiu a camisa alvirrubra nos anos 80 e marcou 160 gols pelo Galo. O recorde de gols em um único campeonato também pertence ao CRB: em 1995, Inha marcou 37 gols pelo clube na competição.

Em 1994, o CRB faz grande campanha na Copa do Nordeste, sendo finalista da competição. Na decisão do dia 15 de dezembro, no estádio Rei Pelé, o CRB deixou escapar o título ao ser derrotado pelo Sport por 3 a 2 nas penalidades, após o término da partida sem gols. O CRB é também o único time alagoano a não disputar a 2ª divisão do estadual.

TÍTULOS
25 Campeonatos Alagoano 1927, 1930, 1937/38/39/40, 1950/51, 1961, 1964, 1969/70, 1972/73, 1976/77/78/79, 1983, 1986/87, 1992/93, 1995 e 2002

 

ESPORTE CLUBE CANTO DO IPIRANGA

ESPORTE CLUBE CANTO DO IPIRANGA

FUNDAÇÃO – 01-09-1938

BAIRRO – IPIRANGA

ZONA SUL

SÃO PAULO – CAPITAL

 

 

Resultado da votação  do artigo mais interessante da semana. 033/2011 (12 a 18 de setembro)

 

 

  • Vozes da paixão nacional – Gilberto Maluf. 8
  • Registro do Alecrim, campeão invicto de 1968 – Ricardo Amaral 6
  • Segunda Divisão São Paulo 1975/ Campanha do Campeão – Rodolfo Stella e  Amistosos na Fonte Nova em 1971 – Antônio Ferreira da Silva Galdino 4
  • Todos os Amistosos do C.R. Vasco da Gama em 1969 – Jorge Costa.3
  • Guiana escudos inéditos!!! – Edu Cacella ; América Football Club (RJ), 107 anos de história – Michel McNish e  A 1.000 dias da festa do futebol no Brasil -Ricardo Amaral. 2
  • GDR Vasco da Gama – Vila Guilherme – Toninho Sereno ; Centro da Coroa F.C. – Vila Guilherme – Toninho Sereno ; Grêmio de Aracaju – Andre Martins ; Escudo do Zaire (Florianópolis) – Adalberto Kluser e Cometa de Santo Amaro da Imperatriz – Rodrigo Santana 1

 

 

O presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, anunciou  que clubes que não pagarem seus jogadores em dia perderão três pontos por rodada a partir do Paulista-2012. Ainiciativa da federação acontece após sugestões, nos três últimos anos, do presidente do Sindicato dos Atletas de SP, Rinaldo Martorelli.
Somente neste ano, segundo Martorelli, entre dez e doze clubes de São Paulo apresentaram problemas crônicos no pagamento dos salários. Além de atrasos nos compromissos salariais, também serão punidas irregularidades referentes aos direitos de imagem e luvas.

Mas a punição incidirá apenas sobre dívidas “novas”. Não funcionará de maneira retroativa.

Fonte: Folha SP

 

A polêmica está só começando na Serie C do Brasileiro. As diretorias de Campinense e Guarany/CE confirmaram que entrarão juntas com representação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), contestando a legitimidade da partida Fortaleza 4×0 CRB. A alegação é de que o time alagoano teria facilitado o jogo para o Fortaleza, no momento em que a partida estava 3×0, cenário em que o Fortaleza ainda precisava de mais um gol para garantir sua permanência na Série C. Campinense e Guarany apresentarão aos membros do STJD imagens de um vídeo em que o atacante Carlinhos Bala busca a bola dentro do gol e, na corrida para bater o centro, levanta o dedo indicador para os jogadores do CRB por quem passa, como se, supostamente, indicasse o fato de só faltar um gol. Os dois clubes também insinuam que um jogador reserva do Fortaleza vai à meta do CRB e se dirige a Roberto Lopes, volante improvisado no gol após a expulsão do goleiro Cristiano. Também é alvo de questionamento por parte de Campinense e Guarany um gesto feito por um atleta do próprio CRB para Roberto Lopes, que supostamente indica o sinal verde para facilitar o jogo. Enquanto o Campinense, clube que acabou rebaixado para a Série D, avalia as atitudes dos jogadores de Fortaleza e CRB como uma “vergonha nacional”, o presidente do Guarany de Sobral, Luizinho Torquato, classificou as cenas do jogo no PV como “armação”. A intenção dos dirigentes de Campinense e Guarany é que o Fortaleza seja punido com o rebaixamento.

A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) já tomou conhecimento do fato relacionado à partida entre Fortaleza e CRB/AL, no último sábado, pela Série C do Campeonato Brasileiro. Paulo Schmitt, procurador-geral do STJD, informou que aguardará o clube paraibano se posicionar. Do outro lado, o CRB também já se prepara para possíveis problemas no STJD. O advogado do clube junto ao tribunal no Rio de Janeiro, Osvaldo Sestário, aguarda informações da diretoria para analisar melhor o caso. Mas já tomou ciência do vídeo divulgado pelo Campinense. Fortaleza e Campinense podem até mesmo serem enquadrados no artigo 243-A (atuar, de forma contrária à ética desportiva, com o fim de influenciar o resultado de partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), em que a pena, no caso de atingido o objetivo – como ocorreu no Presidente Vargas –, pode resultar até a anulação da partida, mais multa de R$ 100 a R$ 100 mil e suspensão de 12 a 24 partidas se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, ou pelo prazo de 360 a 720 dias se praticada por qualquer outra pessoa natural.

em tempo: Fora esta nova polemica some-se o recurso do Rio Branco/AC contra a sua exclusão do campeonato e o rebaixamrento do Brasil/RS que promete entrar na justiça comum. Será que este campeonato terminara bem?

fonte: site Justiça Desportiva

 

01
VASCO DA GAMA (RJ) 1 X 0 AMÉRICA (RJ)
Data: 26/01/1969
Amistoso Estadual
Local : Estádio Caio Martins / Niterói (RJ)
Arbitro : Desconhecido
Renda: NCr$ 24 100,00
Gols : Buglê 15/2º
árbitro: Valquir Pimentel
VASCO DA GAMA: Valdir, Ferreira, Joel, Fernando, Eberval,Buglê (Alcir),Benetti,
Nado (Antoninho), Nei, Adilson, Silvinho (Acelino) / Técnico : Pinga
AMÉRICA: Rosãn, Paulo Cesar, Alex, Mareco e Zé Carlos, Renato (Jorge), Badeco, Joãozinho, Edu,Tadeu, Tonel ( Oliveira (Jeremias))

02
VASCO DA GAMA (RJ) 0 X 2 DÍNAMO DE MOSCOU (RUS)
Data: 08/02/1969
Torneio Carnaval De Caracas
Local: Estádio Olímpico de Caracas / Caracas
Arbitro:
Público: 20.000
Gols: Evriushijin 17 e 41/1º
VASCO DA GAMA: Valdir, Ferreira, Brito, Fernando e Eberval, Alcir e Buglê, Nado, Adilson, Nei e Benetti / Técnico : Pinga
DÍNAMO DE MOSCOU: Yashin, Schitapov, Belenosov, Smirov, Zicov, Anichkiv, Stomin, Suslov, Avritskl, Evriushijin e Larin

03
VASCO DA GAMA (RJ) 0 X 1 DEPORTIVO ITÁLIA (VEN)
Data: 11/02/1969
Torneio Carnaval De Caracas
Local: Estádio Olímpico de Caracas / Caracas
Arbitro: …..
Gols: Alves 05/2º
VASCO DA GAMA: Pedro Paulo, Ferreira (Lourival), Brito, Fernando e Eberval, Alcir e Buglê, Nado, Adilson (Valfrido), Nei e Benetti / Técnico : Pinga
DEPORTIVO ITÁLIA: Fasano, Tenório, Freddy, Vicente e Murilo, Elmo e Mendoza, Nitti (Fernandes), Almeida (Torres), Mateus e Alves
Obs: Buglê foi expulso

04
VASCO DA GAMA (RJ) 9 X 0 COMBINADO DE VASSOURAS (RJ)
Data: 23/02/1969
Amistoso Interestadual
Local: Estádio Municipal de Vassouras / Vassouras
Arbitro: ......
Gols : Nado (2), Nei (2), Valfrido (2), Alcir, Buglê e Luís Carlos
VASCO DA GAMA: Pedro Paulo (Valdir), Alcir (Ivã), Brito, Fernando e Eberval, Buglê e Benetti (Alcir),
Nado, Valfrido, Nei (Luis Carlos) e Luis Carlos (Silvinho) / Técnico : Pinga
COMBINADO:
Nota: Estréia de Luis Carlos na equipe vascaína.

05
VASCO DA GAMA (RJ) 0 x 1 SELEÇÃO DA URSS
Data : 27/02/1969
Amistoso Internacional
Local : Estádio do Maracanã / Rio De Janeiro
Arbitro : Arnaldo Cesar Coelho
Renda: NCr$ 313.443,75
Gols : Byshovetz
VASCO DA GAMA: Pedro Paulo, Fidélis, Brito, Fernando e Eberval, Buglê e Benetti, Nado, Valfrido (Adilson), Nei (Alcir) e Luis Carlos / Técnico : Pinga
URSS: Pshenichnikov, Ponomariov, Shesterniev, Chumakov e Kapichini, Dzodzuashvili e Eskov, Muntian, Guershkovich, Byshovetz e Khmolnitsky /Técnico : Katchalin

06
VASCO DA GAMA (RJ) 1 X 4 UBERLÂNDIA (MG)
Data : 02/03/1969
Amistoso Interestadual
Local : Estádio Jucá Ribeiro / Uberlândia
Renda: NCr$ 61 320,00
Arbitro : José Mário Vinhas
Gols : Nado 43/1º, Hamílton 02, Edgar Maia 11 e 28, Fazendeiro 41/2º
VASCO DA GAMA: Pedro Paulo, Fidélis, Brito, Fernando, Eberval, Buglê, Benetti, Nado, Nei (Adílson), Valfrido e Luís Carlos(Silvinho) / Técnico: Pinga
UBERLÂNDIA: Renato, Ferrari, Dunga, Neriberto (Jordan), Carlinhos, Alemão, Hamilton, Quinzito, Santana, Edgar Maia e Fazendeiro.

07
MIXTO (MT) 1 x 3 VASCO DA GAMA (RJ)
Data: 23/06/1969
Local: Estádio Presidente Dutra
Amistoso Interestadual
árbitro: José Mário Vinhas
Gols: Treme Terra contra, Nei, Silvinho e Filinto
MIXTO: Fulepa (Zé Rondonópolis), Treme Terra, Felizardo, Glauco, Darcy Avelino, Adalberto, Ruiter, Ariel, Almiro (Valtinho), Filinto e Arnon.
VASCO DEA GAMA: Andrada (Celso), Fidélis (Ferreira), Moacir (Joel), Orlando Peçanha, Eberval (Batista), Buglê, Alan, Nei, Bianchini (Valfrido), Benetti (Silvinho) e Acelino (Jailson).

08
VASCO DA GAMA (RJ) 0 X 1 RACING (ARG)
Data: 09/07/1969
Amistoso Internacional
Local: Estádio do Maracanã / Rio De Janeiro
Arbitro: José Aldo Pereira
Auxiliares: Gualter Portela Filho e Carlos Floriano Vidal
Renda: NCr$ 32.526,25
Público: 11 0806
Gols : Silva 23/1º
VASCO DA GAMA: Pedro Paulo, Ferreira, Fernando, Orlando (Joel) e Lourival, Adilson e Alcir (Buglê), Nado (Acelino), Luis Carlos, Nei (Valinhos) e Raimundinho.
RACING: Cejas, Woltt, Perfumo, Basile e Chabay, Aguirre e Zarich, Lamelza (Cadernas), Silva, Salomone (Rabbito) e Adorno (Diaz).
Nota: Adilson e Buglê do Vasco da Gama e Chabay e Basile do Racing foram expulsos.

09
VASCO DA GAMA (RJ) 2 X 0 TUPI (MG)
Data: 16/08/1969
Amistoso Interestadual
Local : Estádio Desconhecido (Juiz De Fora – MG)
Árbitro: José Paula Junior
Renda: NCr$ 18.000,00
Gols: Valfrido e Acelino
VASCO DA GAMA: Pedro Paulo, Fidélis, Moacir, Orlando e Eberval, Adilson (Danilo Menezes),Alcir, Luis Carlos (Silvinho), Nei (Nado), Valfrido, Acelino / Técnico: Paulinho de Almeida
TUPI: Lumumba, Edinho, Murilo, Jair e Danilo, Jailton (Osvaldo), Ataíde,João Pires, Flávio ( Crioulão), íris e Eurico (Hércules)

10
VASCO DA GAMA (RJ) 0 X 1 PORTUGUESA DE DESPORTOS (SP)
Data: 23/08/1969
Amistoso Interestadual
Local: Estádio do Parque São Jorge / São Paulo
Arbitro: José Favili Neto (SP)
Renda: NCr$ 14.859,00
Público:
Gol: 23/1º
VASCO DA GAMA: Andrada, Fidélis, Moacir, Orlando e Lourival, Alcir, Danilo Menezes e Adílson (Acelino), Nado (Valinhos), Nei e Valfrido / Técnico : Paulinho de Almeida
PORTUGUESA DE DESPORTOS: Orlando, Deodoro (Augusto), Marinho, Guaraci e Américo, Ulisses e Lorico (Geraldino), Ratinho (Edu), Valdomiro (Marcos), Leivinha e Rodrigues
obs: A Portuguesa ganhou a Taça Pátria-Mãe em disputa na partida.

11
VASCO DA GAMA (RJ) 0 X 2 FLAMENGO (RJ)
Data : 31/08/1969
Amistoso Estadual
Local : Estádio Lourival Baptista / Aracaju
Arbitro : Murilo Duarte
Público : Desconhecido
Gols : Arílson 35/1ºT e Dionísio 33/2º
VASCO DA GAMA: Andrada, Fidélis (Ferreira), Joel Santana, Orlando, Eberval, Alcir, Danilo Menezes, Nei (Nado), Valfrido (Acelino), Adílson (Raimundinho) e Silvinho / Técnico : Paulinho de Almeida
FLAMENGO: Sidnei, Murilo, Manicera, Tinho (Guilherme), Paulo Henrique (João Carlos), Liminha, Rodrigues Neto, Doval (Ademir), Dionísio, Fio e Arílson (Carlinhos) / Técnico : Tim

12
VASCO DA GAMA (RJ) 1 X 1 VITÓRIA (BA)
Data : 02/09/1969
Amistoso Interestadual
Local : Salvador (BA)
Arbitro :
Renda: Cr$ 18.070,00
Gols : Valfrido 17/1º; Maromba 34/2º
VASCO DA GAMA: Andrada, Fidélis, Joel Santana, Orlando, Eberval, Alcir, Adílson, Luis Carlos, Nei , Valfrido e Danilo Menezes / Técnico : Paulinho de Almeida

13
VASCO DA GAMA(RJ) 3 X 0 CAMPO GRANDE (RJ)
Data: 04/12/1969
Amistoso Estadual
Local: Estádio São Januário / Rio De Janeiro
Arbitro: Luis Carlos Félix
Público: 537 pagantes e 4.000 sócios
Gols : Valfrido 21/1º, Buglê 05 e Eberval 37/2º
VASCO DA GAMA: Andrada, Fidélis, Renê (Orlando), Fernando e Eberval, Alcir, Buglê e Benetti (Américo), Adilson (Vicente), Valfrido e Luis Carlos / Técnico : Célio de Souza
CAMPO GRANDE: Ubaldo, Vicente, Biluca, Geneci e Almir, Adilson e Sudaco, Pingo, Reyes, Hélio Cruz e Valmir

14
VASCO DA GAMA(RJ) 0 X 1 CORITIBA (PR)
Data: 07/12/1969
Amistoso Interestadual
Local: Estádio São Januário / Rio De Janeiro
Arbitro: Carlos Costa
Público: 1858 pagantes
Gols : Renê contra 03/1º
VASCO DA GAMA: Andrada, Fidélis, Renê, Fernando e Eberval, Alcir, Buglê e Benetti, Adilson (Vicente), Valfrido (Américo) e Luis Carlos / Técnico : Célio De Souza
CORITIBA: Joel, Augusto (Marinho), Berto, Nico e Nilo, Lucas (Paulista) e Rinaldo, Passarinho, Paquito, Kruger e Edson

15
VASCO DA GAMA (RJ) 1 X 2 PONTE PRETA (SP)
Data : 14/12/1969
Amistoso Interestadual
Local : Estádio De São Januário / Rio De Janeiro
Gols : Tião; Alan, Nélson
Arbitro : Valquir Pimentel
VASCO DA GAMA: Andrada, Ferreira, Moacir, Fernando, Eberval, Benetti, Alcir, Luís Carlos (Vicente), Tião (Jaílson), Valfrido (Heleno) e Adílson / Técnico : Célio De Souza
PONTE PRETA: Wilson, Nélson, Samuel, Araújo, Luisinho, Teodoro (Sérgio Moraes), Roberto Pinto, Alan, Dicá, Nélson II (Antônio Carlos) e Adílson / Técnico : Zé Duarte

 

encontrei o escudo abaixo no orkut. Trata-se do ADEC (Tijucas/SC)

Alguém sabe me dizer o que significa ADEC?

 

Cores: Azul e Branco

 

12/09/1971 – Vitória 0 x 0 Bangu

Local: Fonte Nova

Vitória: Betinho; Valtinho, Luis Carlos, Ari e França; Juarez (Afonsinho) e Ademir; Mario Sergio (Osvaldo), André, Kosileck (Marinho) e Neves.

Bangu: Devito, Bicas, Serjão, Sidclei, Paulinho, Fernando, Samuel, Amauri, Almiro (Jorginho Carvoeiro), Édson, Alves.

______________________________________________________________

15/09/1971 – Vitória/Ba 1 x 3 Bangu

Local: Fonte Nova

Gols: Andre (Vit); Edson, Almiro e Samuel (Ban)

Vitória: Betinho (Celso); Valtinho, Ari, Zé Julio e França (Valência); Osvaldo e Juarez (Afonsinho); Neves (Marcilio), André, Kosileck e Mario Sergio.

Bangu: Roonie (Devito); Bicas, Serjão , Sidclei (Morais) e Paulinho; Fernando e Samuel; Jorginho Vavoeiro, Alves, Almiro e Edson.

______________________________________________________________

22/09/1971 – Bahia 3 x 0 Bangu

Local: Fonte Nova

Gols: Pinheirinho (2) e Paulo Cesar

Bahia: Jorge Hipolito; Cazumba, Romenil, Paulo Ricardo e Alberico; Joel e Pinheirinho; Dionisio, Santa Cruz (Paulo Cesar), Arthur e Aliomar (Bebeto).

Bangu: Devito, Bicas, Serjão, Sidclei, Paulinho, Samuel, Alves, Amauri, Almiro (Moraes), Édson, Acelino (Leir).

______________________________________________________________

06/10/1971 – Bahia 1 x 1 Treze

Local: Fonte Nova

Gols: Zé Luis (Tre ) e Bebeto (Bah)

Bahia: Jorge Hipolito; Nelson, Romenil, Paulo Ricardo e Alberico; Joel e Adilson (Nilo); Ademir (Bebeto), Dionisio (Aliomar), Paulo Cesar (Santa Cruz) e Arthur.

Treze: Edmilson; Pedro, Lineu, Milron e Cal; Soares e Amaro; Zé Luis, Haroldo (Adelino), Beto e Valdinho.

Obs: O Bahia jogou com um time misto pois o time principal jogava o campeonato brasileiro.

Fontes: Pesquisa REvista Placar e Bangu.Net

 

Protegido: Guiana escudos inéditos!!!

 03. Artigos Edu Cacella  Digite sua senha para ver os comentários.
set 182011
 

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Após um desentendimento entre associados do Clube Atlético Tijuca, o clube dissolveu-se em 1904. Um grupo formado por Alfredo Koehler, Jaime Faria Machado e Oswaldo Mohrstedt, passou então a articular a fundação de uma nova associação. Tendo assistido, a convite de Oscar Alfredo Cox a um jogo do Fluminense, Mohstedt não teve dúvida em se articular para fundar um clube de futebol.

Fundado em 18 de setembro de 1904, na casa de um de seus fundadores, Alfredo Mohrstedt, na rua Praia Formosa, o América Football Club tornou-se uma das principais forças do futebol do Rio de Janeiro e do Brasil. Tem entre suas principais conquistas, 7 Campeonatos Cariocas, 1 Taça Guanabara, 1 Taça Rio e o Torneio dos Campeões da CBF.

Sete foram, pois, os fundadores do America, com presença registrada nesta histórica reunião; além de Alfredo Mohrstedt, eleito o primeiro presidente, os seus irmãos, Henrique, Oswaldo, Alfredo e Gustavo Bruno, além de Alfredo Koehler, o sócio número 1 do clube, Alberto Koltzbucher e Jayme Faria Machado, o único de origem luso-brasileiro neste primeiro momento, com o America vindo a ter a sua primeira associada do sexo feminino registada na lista de associados enviadas à Liga de Futebol ainda em 1908, Helena de Toledo Medeiros de Albuquerque.

TÍTULOS
7 Campeonatos Carioca 1913, 1916, 1922, 1928, 1931, 1935 e 1960
1 Campeonato Carioca da Segunda Divisão 2009

 

Escudo do Sereno Coqueiros Football Club, clube fundado na década de 1990 por um grupo de amigos residentes no bairro Coqueiros, em Florianópolis.

Fonte: blog do Sereno Coqueiros

 

Este é o Coringa Futebol Clube, do Estreito, em Florianópolis. Fundado no Bar Coringa em 1999 por ex-integrantes do extinto Botafogo, tradicional clube amador do bairro.

Fonte: blog do Coringa FC

 

 

   Nome: AER Limeira FC

   Localidade: Três Riachos (Biguaçu-SC)

   Fundação: 12 de agosto de 1945

  Estádio: Denízio Durval Virtuoso

   Cores: verde e amarelo

  Filiação: licenciado da Liga de Futebol da Comarca de Biguaçu (Licob)

 

 

Atendendo o colega Rodrigo Santana publico o escudo do Zaire, do Rio Tavares. Estava aguardando conseguir apenas a data de fundação para publicar um artigo sobre a história do clube.

 

 O amigo Zé farah redesenhou o escudo.

 

 

Na busca pelos escudos amadores de Santa Catarina, encontrei o vídeo abaixo com o atacante da Associação Recreativa, Cultural, Esporte Clube Zaire (Rio Tavares) de Florianópolis.

 

talves alguém consiga desenhar o escudo que aparece no vídeo.

 

http://wp.clicrbs.com.br/amadorfutebolclube/2011/03/02/um-sonho-antes-do-fim/?topo=52,2,18,,284,2

 

 

 

Homenagem do site www.clubedavoz.com.bra aos profissionais que fizeram das transmissões de futebol “uma paixão nacional”.

Para quem gosta das narrações da época do rádio e  que  nunca ouviu narração de Edson Leite, Ari Barroso etc.

Osmar Santos, Flávio Araújo, Raul Tabajara, Peirão de Castro, Pedro Luiz,  Edson Leite, Silvio Luiz, Walter Abrahão, Waldir Amaral, Ary Barroso, Fiori Gigliotti, Geraldo José de Almeida, Fernando Solera e Oduvaldo Cozzi.

*Fontes: Nicola Lauletta, Milton Neves, Silvio Luiz, Museu da Televisão Brasileira e Rádio da Verdade.

Osmar Aparecido dos Santos, ou Osmar Santos como o conhecemos estabeleceu uma fronteira na narração esportiva no rádio brasileiro. Depois dele, todos queriam ser Osmar Santos, inimitável em suas frases, seus comentários inteligentes, sua criatividade, sua voz.

Sem dúvida alguma, sem medo de se correr riscos, pode-se afirmar que Osmar Santos foi um dos melhores narradores esportivos do rádio brasileiro. Infelizmente um acidente de automóvel o incapacitou para a narração esportiva, pois tirou dele um dos seus dons mais especiais,sua voz. Nunca é demais repetir. Depois de Osmar Santos, a narração esportiva nunca mais foi a mesma e outro igual, com todo o respeito a todos os narradores deste país, vai demorar. É isso aí “garotinho”. “Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha”

Flávio Araújo nasceu em Presidente Prudente, interior de São Paulo, em 1934. Locutor esportivo e jornalista, iniciou sua carreira em rádio na sua cidade natal, em 1950. Em 57, transferiu-se para a Rádio Bandeirantes de São Paulo onde ficou até 1981. Depois, passou pela Rádio Gazeta de São Paulo como superintendente de esportes, cumprindo uma jornada de trinta anos de atividades. Como comentarista esportivo, militou até 2002 na Rádio Central de Campinas.Aqui você ouve, na voz de Flávio Araújo, a narração do milésimo gol de Pelé.

Raul Tabajara, está ligado ao início da televisão no Brasil. Logo no começo da TV Record, ele ao lado de Geraldo José de Almeida apresentavam um programa que foi precursor das mesas redondas esportivas de hoje. Quem está na casa dos 60 anos, lembra muito bem das narrações das tardes de domingo quando a Record transmitia os jogos do Santos. Faleceu em um 18 de abril de 1978. Há 33 anos atrás.

Peirão de Castro, um santista louco por futebol dono de uma voz marcante que quem conheceu e ouviu, basta fechar os olhos por alguns segundos e se lembrará dela. Começou no rádio em Santos e veio para São Paulo onde passou a trabalhar em televisão. Atuou em várias  emissoras: TV Excelsior, Bandeirantes e Gazeta, onde permanceceu muito tempo. De 1960 a 1970 atuou ao lado de Milton Peruzzi na famosa Mesa Redonda que mais poderia ser chamada de “Mesa Quente” porque era um debate esportivo prá lá de acalorado e por isso mesmo tinha uma enorme audiência. Faleceu em 1989 em Santos, sua cidade natal.

Pedro Luiz estava lá, ao lado de Edson Leite na Suécia, em 1958, ambos na Rádio Bandeirantes na época, formavam a dupla dos melhores narradores esportivos, considerados  mestres na arte. Passou pelas mais importantes emissoras de rádio de São Paulo, foi considerado o mais perfeito narrador de todos os tempos. Como comentarista esportivo atuou ao final da carreira na Radio e TV Gazeta.

Edson Leite, inesquecível voz que em 1958 transmitia pela Rádio Bandeirantes, desde a Suécia, a nossa primeira Taça do Mundo. Brasil campeão com placar de 5 x 2 em cima dos anfitriões. Este grande narrador esportivo nascido em Bauru, passou por várias emissoras de rádio e televisão na capital paulista. O Brasil teve e tem grandes talentos na narração esportiva. Edson Leite, falecido em 1983, foi uma de suas maiores expressões.

Silvio Luiz,   irreverente, polêmico, mas acima de tudo um grande talento. Também passou por várias emissoras de São Paulo. De voz marcante e versátil, foi ator, apresentador, repórter. Comentarista dos bons, sempre ácido e engraçado, em suas narrações esportivas deixou uma marca com o bordão: “Olho no lance” que se transformou no nome de livro sobre sua vida.

Walter Abrahão é descendente de imigrantes árabes que desde garoto, gostava de esportes, mas principalmente de irradiar esportes. Participava de um jogo de botão, em que jogava e descrevia alegremente as jogadas. Veio para S.Paulo na tentativa de fazer curso superior e com a intenção também, de fazer rádio, pois ele já havia participado da programação da Lins Rádio Clube. O começo foi muito difícil, não só por sua inexperiência, como por ser um ambiente muito restrito. “Quebrou a cara”, como ele diz, mas bateu em várias portas. Tentou rádio Cultura, Piratininga, e várias outras. Por esse tempo já tinha desistido de medicina, sem primeiro sonho, e havia entrado no curso de direito na USP (Universidade de São Paulo). Estava resolvido: faria rádio e Direito. Começou a trabalhar em rádio e posteriormente na televisão Tupi onde fez sucesso criando um estilo novo. Não mais a transmissão-espetáculo, como faziam os locutores esportivos de rádio, mas a descrição mais realista, serena e atenta. Agradou. Viajou pelo mundo todo, várias vezes, como narrador esportivo. Esteve em muitas Copas do Mundo. Uma voz marcante e inesquecível para quem acompanhou sua carreira no rádio e na televisão.

Waldir Amaral, foi um dos pioneiros na transformação das jornadas esportivas do rádio num verdadeiro show. Criou bordões que atravessaram todo o Brasil e tornaram-se referência nacional como “indivíduo competente”, “o relógio marca”, e “tem peixe na rede”. Criou também o apelido “Galinho de Quintino” que acompanha Zico até os dias de hoje. Vindo de Goiânia, foi para o Rio de Janeiro onde trabalhou em várias emissoras de rádio. Faleceu com 71 anos, em 1997.

Ary Barroso, dispensa qualquer comentário e maiores apresentações. Um dos nossos maiores nomes na música, amante da boemia, advogado, também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo: “Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.”, se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Fiori Gigliotti. “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo…”  É provável que as novas gerações não imaginam o que seja isso. Mas ainda dá para se ouvir ecoando pelos campos do mundo essa frase no início das partidas de futebol. Fiori Gigliotti um dos principais narradores esportivos da história do rádio brasileiro, a cada vez que ia falar sobre o tempo de jogo dizia: “O teeeeempo passa” alongando o “e” criando a imagem clara do tempo passando e com isso, aumentava a tensão das torcidas ouvintes. Fiori trabalhou durante 38 anos na Rádio Bandeirantes e lá marcou época. Sempre será um dos grandes ídolos de Milton Neves, que o chamava de “Mestre Fiori”. Fiori faleceu em 2006 em São Paulo.

Geraldo José de Almeida (São Paulo, 12 de março de 1919 — 16 de agosto de 1976) foi um dos mais incríveis narradores esportivos do rádio e da TV. Passou por várias emissoras e esteve com a seleção brasileira em todas as Copas desde 1954 até 1974. Foi marcante sua narração na transmissão da TV Globo na Copa do Mundo de 1970 no México porque uniu seu estilo único de “cantar” as jogadas, à melhor seleção de todos os tempos. A batizada por ele, “Seleção Canarinho do Brasil.” Geraldo José de Almeida, emocionava até em “narração de corrida de tartarugas” por seu estilo vibrante, envolvente ao extremo.

Fernando Solera. Decano do jornalismo esportivo, começou na rádio Difusora em 1957 como repórter de campo. Trabalhou durante 25 anos na Rádio e TV Bandeirantes, como narrador e diretor de Esportes da rede. Em 83, foi narrador da TV Record e desde 89, integra a equipe de comentaristas do departamento de Esportes da Rede Gazeta, atuando também como narrador. O timbre da voz de Fernando Solera é muito especial e não se poderia deixar passar uma homenagem a este grande profissional.

Oduvaldo Cozzi foi um grande locutor esportivo do rádio brasileiro, nas décadas de 40, 50,60. Em 1947, quando a transmissão de futebol vira uma febre, Oduvaldo Cozzi é considerado o melhor. Todos os demais procuram imitá-lo, sem conseguir. Era considerado o locutor lírico, assim chamado por ter uma maneira mais lenta e macia de falar e transmitir as partidas. Os gaúchos consideraram que Oduvaldo revolucionou as estruturas das transmissões esportivas no sul. Ele era capaz de falar por duas horas seguidas, sem dizer bobagens. Dono de um estilo bem diferente para a época, fez enorme sucesso.

 

Mais dois clubes amadores de Santo Amaro da Imperatriz.

Sociedade Esportiva Recreativa e Cultural Cometa

 

Sociedade Esportiva Estrela Azul

ALGUÉM, POR FAVOR, PODERIA REDESENHAR OS ESCUDOS…

 

Mais uma equipe amadora de Santa Catarina.

 

Filiado a LIGA TUBARONENSE DE FUTEBOL.

 

Esse é pra você McNish!!!

 

Encontrei algumas fotos da equipe e também o logo da empresa:

 

Equipe que disputa a liga de Jaraguá do Sul.

 

Espero ter ajudado.

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