Eduardo Cacella

 

 

Umas das equipes mais tradicionais e carismáticas do futebol nigeriano,o Stationery Stores foi fundado em 1958 por Israel Adebayo, empresario do ramo de suprimentos do governo, foi campeão nacional em 1992, levantou 4 copas em 1967, 1968, 1982, 1990.Vice-campeã da Recopa Africana em 1992,  foi semifinalista da Copa dos Campeões Africanos em 1993.
Foi base da seleção olimpica nos Jogos da Cidade do Mexico em 1968, cedendo 9 dos 11 jogadores da equipe titular, teve em suas linhas nomes importantes do futebol local como Daniel Ajibode,Peter Fregene,Arthur Moses,Sanni,Abdul Sule, entre outros.

Entre 1973 e 1993 se manteve na elite do futebol nigeriano, caiu nesse mesmo ano, a partir daí militou na segunda divisão até 1998, logo a seguir  se iniciou uma disputa entre dois filhos do fundador da equipe pelo poder no clube isso durou toda a temporada, onde e equipe teve muita dificuldade de manter o nível profissional, ate mesmo de uniformes de jogo.

Devido a essa luta interna e familiar a equipe foi rebaixada ao nível amador em 1999.Em 2004 voltou a tentar o profissionalismo na segunda divisão mas não compareceu a muitas partidas sendo excluído da competição.
Em 2008 começou a ser feito um movimento com antigos jogadores para reviver o lendário time local, a primeira providência seria a participação nas competições oficiais em 2009 da federação nigeriana, mas isso também não foi a frente. A equipe atua no Onikan Stadium em Lagos com capacidade para 5.000 torcedores.Em 2012 nova tentativa e novo fracasso da volta do tradicional time de Lagos ao futebol profissional.Finalmente após comprar a franquia do Union Bank retornou a 2ºdivisão nacional na temporada de 2014, para alegria de seus fanáticos torcedores.

ESCUDOS

ESCUDO ATUAL                                 ESCUDO ANTIGO

 

FOTO DO TIME

FOTO DO ESTADIO

 

Fontes:wikipedia, Almanaque do Futebol Africano e fotos de arquivos pessoais

Protegido: CD VASCO DA GAMA

 04. Eduardo Cacella, Escudos  Digite sua senha para ver os comentários.
dez 022009
 

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Mais dois para os experts do blog, não sei se é novidade:

OPERARIO DE MURIAÉ
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POMBENSE
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A Guerra do Futebol (em espanhol: La guerra del fútbol) ou a Guerra das 100 horas (em espanhol: Guerra de las Cien Horas) foi um conflito armado entre El Salvador e Honduras que durou quatro dias (de 14 a 18 de julho de 1969).

Os dois países, que na época já demonstravam uma relação política instável, tiveram seus níveis de hostilidade aumentados drasticamente em junho de 1969, após uma série de três partidas de futebol entre as seleções das duas nações, que disputavam uma vaga para a Copa do Mundo de 1970. Durante as partidas (em especial a segunda, realizada em San Salvador), jogadores, torcedores e imigrantes nos dois países foram expulsos, perseguidos e assassinados, levando os dois países a romperem relações diplomáticas no fim do mesmo mês.

As partidas foram:

Placar Data Local da partida
Honduras 1 x 0 El Salvador 8 de junho de 1969 Tegucigalpa
El Salvador 3 x 0 Honduras 15 de junho de 1969 San Salvador
El Salvador 3 x 2 Honduras 27 de junho de 1969 Cidade do México

Em 8 de junho de 1969, em Tegucigalpa, Honduras venceu por 1 a 0, gol de Roberto Cardona, uma seleção de El Salvador prejudicada pelo barulho ensurdecedor na madrugada. Em El Salvador, a reação foi violenta, com protestos, quebra-quebra, e uma garota, Amelia Bolaños, se matou, revoltada com o tratamento dado pelos hondurenhos a sua seleção.

Como conta Agostino, o suicídio comoveu El Salvador e a chegada da seleção de Honduras ao país se tornou um inferno. Ovos podres, excremento e ratos mortos foram jogados contra o hotel onde estavam os hondurenhos e uma bandeira do país foi queimada na arquibancada. “A vitória dos ‘anfitriões’ por 3 a 0 levou o técnico de Honduras, Mario Griffin, a declarar graças a Deus porque seu time tinha perdido”.

Nas comemorações, dois hondurenhos foram mortos em El Salvador, enquanto em Honduras grupos paramilitares atacaram os salvadorenhos. Em 25 de junho, o governo de El Salvador acusou Honduras de genocídio e logo os países romperam relações diplomáticas e comerciais. Dois dias depois, em 27 de junho, as seleções se enfrentaram na Cidade do México, na partida decisiva. Após um 2 a 2 no tempo normal, El Salvador venceu por 3 a 2 na prorrogação, com gol de Rodriguez.

Os combates armados entre as forças militares nacionais iniciaram-se na manhã de 14 de julho, terminando sem vencedores apenas quatro dias depois, na noite do dia 18 de julho. A guerra foi solucionada após a intervenção da Organização dos Estados Americanos (OEA), que negociou o cessar-fogo. Apesar disso, mais de uma década se passou até que um tratado de paz definitivo fosse assinado.

Foram quase 2000 as baixas dessa guerra, na sua maioria civis.[2] As forças armadas envolvidas na guerra foram: por El Salvador 20.000 do exército e 1.000 da força aérea; por Honduras 12.000 do exército e 1.200 da força aérea.

FONTE:Wikipedia, www.esportefino.net,Vencer ou Morrer – Futebol, Geopolítica e Identidade Nacional, de Gilberto Agostino

 

Recebi esse pedido de ajuda quem puder e quiser este é o email:esporte@cay.com.br
Prezado Senhor,

Gostaria de obter a sua ajuda no que for possivel para levantar historias referentes ao Clube Atlético Ypiranga, no qual hoje eu coordeno a parte esportiva. O Clube Atlético Ypiranga já foi um grande clube no futebol paulista. Fundador da FPF. Contavam os mais velhos, que, entre todos os clubes que jogavam o futebol na cidade, o Ypiranga, era um dos únicos clubes de expressão que não eram associados a elite paulistana, e que, tiveram, por esse motivo, uma aceitação popular. Um dos orgulhos do time foi contar em sua equipe com Arthur Friedenreich, artilheiro emn 1917 e 1919. Quem também vestiu nossa camisa do clube foi o goleiro Barbosa, que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 1950. Em 1932, as agremiações Clube Atlético Independência do Ipiranga, Clube Atlético Sílex, Clube Esportivo América e o Nacional se juntaram ao Ypiranga, propiciando sua mudança para o bairro do Ipiranga, além da formação de uma de suas mais fortes equipes, que foi vice campeã paulista em 35 e 36. Em 59, quando foi rebaixado para a 2ª divisão, desativamos nosso departamento de futebol profissional.

Estamos pesquisando dados, fazendo pesquisas para elaborarmos um futuro livro. Gostariamos de saber se o Sr. Tem alguma materia ou dados referentes a nosso clube.

Desde já agradeço a atenção,

Prof. Alexandre Santiago

Departamento de Esportes / Clube Atlético Ypiranga

Site: www.cay.org.br

O CAY no twitter: www.twitter.com/ypiranga

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Dúvida enviada pelo Marcio Javaroni que em breve retornará ao nosso convívio!Repasso aos especialistas em futebol paulista.

Há alguns anos, como você sabe, pesquiso a história do futebol de Ribeirão Preto para a publicação de um livro, que, digamos, já está bem adiantado e acabei deparando-me com um grande achado: um caderno, manuscrito, de um antigo diretor do Commercial FC (falecido, o material estava com seu filho), no qual ele anotava todos os resultados do clube, com as devidas escalações do alvinegro, de 1928 a 1936, ano em que o Commercial se fundiu com a Sociedade Recreativa.

Neste caderno, um dado me chamou muito a atenção: ele descreve os jogos “conhecidos” do Commercial no Paulistão de 1928 (Palestra Itália, Guarani, Portuguesa, Syrio e Corinthians). No entanto, são citados mais dois jogos, contra o Ypiranga e o Santos, o que daria a entender que o clube terminou a disputa do primeiro turno (pois completaria os sete jogos) antes de abandonar o torneio.
As únicas fontes conhecidas desse campeonato citam que o Commercial abandonou o torneio após o jogo contra o Corinthians, em 26/08, no entanto, o que justificaria uma partida contra o Santos após esse data? Até mesmo porque devemos levar em conta que a APEA proibia jogos de filiados contra não-filiados…

Partindo do pressuposto que todos os jogos pós-1930 estão corretos (a hemeroteca da cidade começa nesta data e, pelas minhas pesquisas, comparei todos os jogos e batem todas as informações), acho difícil o autor ter “inventado” esses dois jogos – um antes, Ypiranga, e outro depois do “tal” duelo contra o Corinthians.
Assim sendo, creio eu que o Commercial tenha completado esses sete jogos, abandonando o torneio talvez após algum determinando julgamento de fatos relativos ao jogo do Corinthians, mas não imediatamente após aquele jogo. Gostaria de ouvir a opinião de vcs a respeito.

Para dar maiores subsídios, os jogos que encontrei são os seguintes:

· Ypiranga 5 x 1 Commercial – 05/08/1928 – Local: São Paulo (SP)

COMMERCIAL: Jota – Tayan e Caty – Dominguinhos, Marquim e Carlito – Pedro, Maia, Eloy, Vespú e Marinho. Gol do CFC: Eloy

· Santos 4 x 3 Commercial – 09/09/1928 – Local: Santos (SP)

COMMERCIAL: Jota – Tayan e Caty – Dominguinhos, Catanduva e Carlito – Maia, Mingo, Waldomiro, Vespú e Marinho. Gols do CFC: Marinho e Vespú (2)

O jogo do Corinthians é citado no livro como tendo ocorrido no dia 26/08, com vitória do Commercial por 2 a 1, gols de Chapa e Maia. Particularmente, minha opinião é de que o clube disputou realmente todos esses jogos, mas depois foi julgado e punido por algo desse jogo contra o Corinthians, daí resolveu retirar-se do campeonato e da APEA, pedindo filiação à LAF.

Vale ressaltar que no mesmo caderno, em outubro, no dia 14, consta um jogo do Commercial contra a AA Palmeiras, na época filiada à LAF, o que comprova sua saída da APEA e entrada na Liga.

 

IRAPUATO ANTIGO[img:IRAPUATO.jpg,full,vazio]

MARTE ANTIGO[img:MARTE.jpg,thumb,vazio]

TAMPICO MADERO ANTIGO[img:TAMPICO_MADERO.jpg,thumb,vazio]

COBRAS ANTIGO[img:COBRAS2.jpg,thumb,vazio]

MONTERREY ANTIGO[img:MONTERREY.jpg,thumb,vazio]

POTOSINO ANTIGO[img:POTOSINO.jpg,thumb,vazio]

SANTOS ANTIGO[img:SANTOS.jpg,thumb,vazio]

ATL MORELIA ANTIGO[img:ATL_MORELIA.jpg,full,vazio]

FEDERAÇÃO ANTIGO[img:mexico_antigo.JPG,full,vazio]

LA FRANJA PUEBLA ANTIGO[img:la_franja.GIF,full,vazio]

JALISCO ANTIGO[img:jalisco_ac.GIF,thumb,vazio]

UNL- TIGRES ANTIGO[img:univ._aut._nuevo_leon_antigo.JPG,thumb,vazio]

PACHUCA ANTIGO[img:pachuca_antigo.JPG,full,vazio]

UNAM PUMAS ANTIGO[img:unam_antigo.JPG,thumb,vazio]

QUERETARO ANTIGO[img:queretaro_antigo.JPG,thumb,vazio]

ZACATEPEC ANTIGO[img:zacatepec_antigo.JPG,thumb,vazio]

NEZA ANTIGO[img:deportivo_neza.JPG,thumb,vazio]

Protegido: Nova Série:Escudos Antigos

 04. Eduardo Cacella, O Mundo é uma Bola  Digite sua senha para ver os comentários.
set 232009
 

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[img:Maxaquene.jpg,full,centralizado]

A relação de Eusébio da Silva Ferreira com o Maxaquene é hoje muito pouco conhecida por muitos jovens moçambicanos, mas trata-se de um facto marcante na historia do clube e do desporto nacional e internacional, dada a dimensão que o atleta teve quando em 1960 se transferiu para o Sport Lisboa e Benfica, dai em diante brilhando também com a camisola da Selecção Nacional de futebol de Portugal e de que é agora seu embaixador para todos os escalões.Dados em nosso poder fixam o ano de 1958 como o da chegada de Eusébio ao então Sporting de Lourenço Marques, depois de ter sido rejeitado pelo vizinho Grupo Desportivo de Lourenço Marques, actual Grupo Desportivo de Maputo.No Sporting, Eusébio jogou durante somente duas temporadas no escalão de juniores, o que equivale a dizer que chegou ao Maxaquene quando tinha 16/17 ou 17/18 anos de idade, visto que quando se transferiu para o Benfica de Portugal tinha 18 anos.No Maxaquene, Eusébio aprimorou sozinho o seu potente remate com o pé direito, visto que, segundo contam figuras que conheceram o Rei ainda miúdo, por muitas vezes viram-no a pegar em três bolas e ensaiar remates de meio-campo para uma baliza sem guarda-redes.

A novela da sua transferencia e consequente desvio do seu destino do Sporting Clube de Portugal para o Sport Lisboa e Benfica é por demais conhecida, mas ressaltava-se que na noite do embarque para a capital portuguesa terá sido roubado por elementos do clube encarnado para embarcar no avião horas antes do check-in dos passageiros com destino a metrópole.Uma das maiores obras de que o Sporting de Lourenço Marques se beneficiou do dinheiro da transferencia de Eusébio para o Benfica foi a construção do Pavilhão dos Desportos, o mais importante de Moçambique e local das maiores memórias e conquistas do clube e do país, particularmente na modalidade de basquetebol.A história do Maxaquene12 de Junho de 2006

O Maxaquene foi fundado em 20 de Maio de 1920 com o nome de Sporting de Lourenço Marques, conforme alvará do Governo-Geral da Província de Moçambique, com a mesma data. Em 1975 tornou-se Sporting Clube de Maputo para em 1977 assumir a designação actual – Maxaquene.Entre Dezembro de 1981 e Fevereiro e 1982, o clube chamou-se Asas de Moçambique, voltando a ser Maxaquene após 3 meses como Asas.Entre 1982 e 1992 teve dois presidentes, ambos directores-gerais da LAM – o Comandante José Bacelar e o Eng José Viegas e em 1992 publicou-se a última edição do O Maxaca, o jornal do clube.O jornal destaca, à época, a entrada para treinador de Hilário da Conceição (ex-Sporting Clube de Portugal e de Lourenço Marques), a passagem de Nuro Americano a Director do Clube (depois de ter sido um guarda-redes excepcional), entrevista os basquetebolistas Simão Matavela e Aurélia Manave e reclama que Eusébio (o do Benfica de Lisboa) começou a jogar no Sporting de Lourenço Marques (o actual Maxaquene).

Fonte:desconhecida

Protegido: Escudos, continuamos a caça!!!

 04. Eduardo Cacella, Escudos  Digite sua senha para ver os comentários.
set 162009
 

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