Sergio Mello

Sou jornalista, trabalho no Jornal dos Sports (atual ‘RJ Sports’), aqui no Rio de Janeiro/RJ, desde 2005. Anteriormente, trabalhei na Rádio Record e Jornal O Fluminense, de Niterói. No jornal já fiz o esporte amador, passando pelo futebol de base, Campeonatos da Terceira e Segunda Divisões, chegando a ser o setorista dos quatro grandes do Rio, Seleção Brasileira. Cobri os Jogos Pan-Americanos do Rio 2007, Eliminatórias, entre outros. Atualmente, tenho cerca de 3 mil matérias assinadas, e cubro o Flamengo e ainda faço a página dos pequenos. Também sou Benemérito do Bonsucesso Futebol Clube.

 

O Murici Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Murici (AL). O “Verde Alagoas” foi Fundado no Sábado, no dia 07 de Setembro de 1974. A sua Sede fica localizada na Rua Mário Leão, s/n, no Centro de Murici. O Estádio é o José Gomes da Costa, com capacidade para 4 mil pessoas.

A primeira participação no Campeonato Alagoano da 1ª Divisão aconteceu somente em 1999, quando a equipe terminou na quinta colocação. Em 2010 o Murici alcança o tão sonhado título do Campeonato Alagoano da 1ª Divisão, ao bater o ASA na grande decisão. O título inédito classificou a equipe pela primeira vez para a Copa do Brasil e para o Campeonato Brasileiro da Série D.

O Murici encarou o Flamengo logo na primeira fase da Copa do Brasil de 2010, e acabou sendo derrotado por 3 a 0 em casa, sendo então eliminado, sem necessidade de haver um segundo confronto. Devido as enchentes do Rio Mundaú, o Murici não pôde disputar a Série D no ano de 2010.

Em 2011 o Murici faz outra grande campanha no Campeonato Alagoano, mas é batido na semifinal pelo ASA. Em 2014 chega novamente a semifinal, mas é batido pelo Coruripe. Em 2015 disputa pela segunda vez a Copa do Brasil, e outra vez é eliminado na primeira fase da competição.

Depois de disputar três partidas pelo Campeonato Alagoano de Futebol de 2016, Felipe Feijó, presidente da FAF anunciou a exclusão do Murici da competição, por decisão do TJD-AL, uma vez que a equipe não inscreveu o número mínino de jogadores (18) para disputar o Estadual.

Entretanto alguns dias depois, ficou definido em reunião da PMAL e membros da FAF, que o Murici permaneceria no Campeonato Alagoano e enfrentaria o CRB em casa no sábado, dia 16, dando fim a novela “Murici no Alagoano“. Para dar fim a essa novela de vez, o Murici derrotou o “galo” por 3 a 1 de virada, chegando a seis pontos na competição, tornando-se o terceiro colocado de seu grupo.

A equipe do Murici apresentou uma grande evolução no Campeonato Alagoano, e conseguiu terminar a competição como a terceira melhor equipe da classificação geral, conseguindo a segunda vaga para a Série D. Além disso o atacante Katê, artilheiro do Murici, fez parte da Seleção do Campeonato Alagoano.

Nesse mesmo ano o Murici disputou a Série D. No grupo A9 o Murici fez seis partidas, venceu duas, empatou duas e perdeu duas, somando oito pontos. Apesar de ter mostrado eficiência no ataque, o clube mostrou dificuldades na defesa e terminou eliminado na primeira fase, com apenas dois pontos atrás do primeiro colocado, o Campinense.

 

FONTES: Federação Alagoana de Futebol (FAF) – Página do Clube no Facebook 

 

A Liga Esportiva Sul Fluminense, Fundado no dia 06 de Agosto de 1933, foi Campeã estadual de Seleções, Representando Barra do Piraí em 1934.

 

FONTE: Arquivo pessoal de Auriel de Almeida 

 

FONTE: Biblioteca Nacional(BN)

 

O Lacerda Sobrinho Football Club foi uma agremiação da Cidade de Campos dos Goytacazes (RJ). O Alviverde Campista surgiu nos anos 10.  A sua Praça de Esportes ficava no Bairro da Coroa.

O crescimento do Lacerda Sobrinho foi proporcional com a evolução futebol na cidade até que no dia 11 de setembro de 1913, na noite, na Sede Internacional Football Club,  juntamente com o Rio Branco, Goytacaz, Campos, Aliança, XV de Novembro e Luso-Brasileiro ajudaram a Fundar a Liga Campista de Football (que depois passou a se chamar Liga Campista de Desportos).

Em 1920, o Lacerda Sobrinho participou da Liga Sportiva Fluminense (LSF). Na quinta-feira, do dia 12 de Outubro de 1922, ocorreu um amistoso estadual, realizado na cidade de Campos dos Goytacazes. O Vasco da Gama venceu o Lacerda Sobrinho Football Club, pelo placar de 4 a 2.

O Jornal O Brasil deu uma nota sobre a peleja: “Está novamente no Rio a delegação do Vasco da Gama, cujo team foi enfrentar o do Lacerda Sobrinho F.C., na cidade de Campos.

Os sportmen cariocas foram excelentemente tratados pelos campistas, que lhes prodigalizaram o máximo de carinho. Chefiou a delegação a Sr. Antonio Antunes de Figueiredo. O team do Vasco alcançou um brilhante triumpho, abatendo o seu antagonista por 4 goals a 2, servindo de juiz o Sr. Everardo Martins Tinoco“.

FONTES: O Brasil – O Fluminense – Folha do Comercio – Blog Futebol Campista

 

O Athletico Cajuense Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A equipe Alvirrubra foi Fundada no Domingo, do dia 03 de Outubro de 1915. A sua Sede ficava na Rua Barão de São Félix, 145, no Centro do Rio. O 1º campo até 1916, estava situado na Rua dos Cajueiros, 61 e 63. Depois conseguiu um espaço maior na Rua João Ricardo, s/n – São Cristóvão – Zona Norte do Rio.

Sede (imóvel do meio): Rua Barão de São Félix, nº 145, no Centro do Rio

Por fim, conseguiram um local próximo a sede, e construíram a sua Praça de Esportes, na Rua Barão de São Félix, em frente à Rua General Caldwell, no Centro do Rio. Importante lembrar que após a criação da Avenida Presidente Vargas, nos anos 40, quando o Centro do Rio foi urbanizado, esse cruzamento entre essas duas ruas não existe mais.

O Athletico Cajuense Club disputou o Campeonato da Alliança Sportiva Municipal de 1919. Uma curiosidade é que no Estatuto do Clube, constava que o sócio que fosse pego em estado de embriaguez dentro das dependências do clube, seria retirado imediatamente das dependências, mostrando que as regras eram rígidas.

 Time-base de 1918-19 (Foto Abaixo): Augusto (Moura); Paulista (Pacca) e João Lino; Mineiro (Avellar), Collô (140) e Laudelino (Sant’Anna); Argentino (Mathias), Cretella (Bangu), Liberto {Cap. (Herculano)}, Celestino (Manoel ou Henrique) e Siry (Miguel).

FONTES: Revolução Vascaína: a profissionalização do futebol e a inserção sócio-econômica de negros e portugueses na cidade do Rio de Janeiro (1915-1934), de autoria: João Manuel Casquinha Malaia Santos – O Paiz  - A Época – A Noite – Google Maps – O Malho

 

O Tiradentes Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O “Tiradentino” foi Fundado no dia 21 de Abril de 1914, por um grupo de esportistas que escolheram a data e também o nome em homenagem ao mártir Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) para seu patrono.

O clube tinha o seu campo, na Rua Felipe Camarão, s/n – Aldeia Campista ( Sub-Bairro de Vila Isabel). A Sede ficava na Rua Bom Pastor, 29/ Casa 3. Depois passou para a Travessa Major Ávila, 13; e por fim, na Rua Uruguai, 236 / casa 1, todos esses no mesmo Bairro:  Tijuca.

FONTES: O Imparcial – Gazeta de Notícias – A Época 

 

Olá amigos e membro do blog História do Futebol, bom dia!

 

No meu primeiro comunicação pelo Blog e, posteriormente, por e-mail, todos os membros foram comunicados  da necessidade de quitar a anuidade do Blog. E, para minha surpresa (positiva), a receptividade foi excelente!

Confirmaram que colaborarão, nos comentários, por e-mail e Facebook! Ao todo, foram 27 membros se prontificaram a ratear o valor total de R$ 270 reais. Com isso, o preço ficou baratinho: R$ 10 reais!

Quero agradecer pela parceria e apoio em manter o nosso Blog vivo! Valeu mesmo!

Então, a partir de agora vocês já podem depositar o valor de R$ 10 reais, com prazo até a próxima semana, em uma dessas duas contas abaixo:

 

Bradesco

Agência: 2539-9

Conta: 9409-9

 

Caixa Econômica Federal (CEF)  

Agência: 0096

Operação: 013

Conta: 00031871-5

 

 

Envio da cópia do comprovante

Pessoal para poder registrar, peço que após o depósito enviem uma copia para o email: sergiomellojornalismo@msn.com

Assim poderei registrar o deposito de cada um, OK?

Obrigado!

 

Uma observação!

Aos demais que não puderam colaborar ou não quiseram colaborar, quero deixar claro que não fica nenhum tipo de magoa! Nós respeitamos o livre arbítrio de cada um.

Esclarecido essa parte, como sou eu que estou gerenciando, entre outras coisas juntamente com o Edu, quero informar que a forma que nós entendemos de respeitar aqueles que se prontificaram em colaborar é colocarmos como ‘Visitantes’ os demais que não colaboraram.

Ou seja: como visitante o membro seguirá fazendo parte do História do Futebol, mas sem direito a postar!

 

Entendemos que não justo para aqueles que estão colaborando!

 

Um grande abraço a todos!

 

FRIGORÍFICO AC (RJ)       3       X       6       YOLANDA FC (RJ)

LOCAL: Estádio Zé Magro, em Mendes (RJ)

DATA: Domingo, no dia 13 de agosto de 1922

CARATER: Amistoso Estadual

HORÁRIO: 16 horas

FRIGORÍFICO: Alcides; Santos e Nestor; João I, Pecego, Nelson e Esperança; Álvaro, Urbino, João II e J. Benedicto.

YOLANDA: Rosas; Pipio e Virgilio; Arlindo, J. Silva e Tito; Mario, Nelson, Severo, Eduardo e Nonô.

GOLS: Urbino aos 18 e 20 minutos (Frigorífico); J. Benedicto aos 30 minutos (Frigorífico); Eduardo aos 37 e 46 minutos (Yolanda); Severo aos 39 minutos (Yolanda), no 1º Tempo. Eduardo aos sete minutos (Yolanda); Nelson aos 36 e 40 minutos (Yolanda);

PRELIMINAR (Segundos times) – 14 horas: FRIGORÍFICO         1       X       5          YOLANDA


FONTE: Revista Suburbana

 

FONTE: Revista Suburbana 

 

O Yolanda Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no dia 1º de Setembro de 1915, tinha a sua Sede na Rua  João Vicente, nº 155, no Bairro de Madureira, na Zona Norte do Rio.

Se filiou à Associação Athletica Suburbana, na segunda-feira, no dia 11 de Abril de 1918, onde disputou o Campeonato da AAS até 1922. O Yolanda se fundiu com o SC Ypiranga, da Liga Metropolitana.

No dia 07 de Abril de 1933, um grupo de antigos associados e adeptos do Yolanda resolveram reabri-lo, tendo Ernesto Loureiro como presidente. No entanto, o retorno teve breve, fechando em seguida em definitivo.

 Time de 1917: Aviador; Christovão e Nonô; Sito, Ergulino e Octavio (Cap.); Frer, Creança, Buluca, Barriga e Nictheroy.

 Time de 1922: Rosas; Pipio e Virgilio; Arlindo, J. Silva e Tito; Mario, Nelson, Severo, Eduardo e Nonô.

Time posado de 1922

FONTES: O Imparcial – Jornal dos Sports – O Paiz – Revista Suburbana

 

Boa tarde amigos e membros do História do Futebol.

Gostaria de apresentar o novo membro:

Natural de Porto Alegre, Kaio Knauth é advogado e, entre outras vertentes, gosta de pesquisar causos de clubes e jogadores.

 

Desde já desejo todo sucesso e que possa vir a agregar grandes publicações ao História do Futebol!

 

Seja bem-vindo!

 

O Oliveiras Atlético Clube foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O clube Alvianil foi Fundado no Sábado, do dia 12 de Junho de 1926, por operários da Fábrica de Vidros Orion, denominado como Orion Football Club.

O clube existiu com essa nomenclatura até 1929, quando a diretoria optou em dar outro nome com o intuito de não criar nenhum vinculo com a empresa, construindo assim uma identidade própria.

A Sede ficava na Travessa Carlos Gomes, nº 17, no Bairro Santana, e depois passou para a Travessa Nossa Senhora da Conceição, nº 08, em Niterói. Por um tempo ele teve um campo na Rua Dr. Benjamin Constant, no Bairro Largo do Barradas.

O Oliveiras teve um rival ferrenho: Espírito Santo Futebol Clube, do Bairro da Engenhoca. Em 1937, o  Oliveiras participou da fundação da Associação Nictheroyense de Atletismo junto com os grandes clubes da cidade.

A sua trajetória futebolística foi animadora, afinal Oliveiras disputou diversos amistosos, vencendo e empatando, inclusive diante das grandes forças. Em suma: vencer que é bom o Oliveiras, ninguém conseguia.

Esse sucesso criou um incomodo. Então, nos bastidores os clubes grandes de Niterói se articularam a fim de alijar o Oliveiras, que no final das contas acabou saindo.

Posteriormente, o Oliveiras foi bicampeão do Campeonato Niteroiense da Segunda Divisão, nos anos de 1942 e 1943. Novamente, por “detrás dos panos”, os “homens da Cartola” mexeram os “paulzinhos” e não deixaram que o Oliveiras tivesse o direito legitimo do acesso.

Após muita luta, o clube conseguiu o acesso em 1947,  e, de cara, ficou com o vice-campeonato do Campeonato Niteroiense da Primeira Divisão, daquele ano. Depois de três temporadas, o Oliveiras se sagrou campeão do Campeonato Niteroiense da 1ª Divisão, em 1951, e vice-campeão em 1952.

Em 1955, voltou a conquistar o título. Mas naquela edição, o futebol niteroiense tinha duas com competições: o Amador (vencido pelo Oliveiras), e o Profissional (onde o Fonseca foi o campeão).

O final da linha do Oliveiras Atlético Clube foi ironicamente o começo de uma das maiores obras feitas no Brasil: a Ponte Rio-Niterói, que iniciou as obras em janeiro de 1969 e foi concluída no dia 04 de março de 1974. As obras praticamente extinguiu o Bairro Santana. Quarenta e três anos depois, o Bairro de Santana se resume a um monte de pista de acesso e algumas casas pobres.

 

FONTE: O Fluminense

 

O Campeonato Niteroiense de 1952, teve como o grande campeão o simpático Cruzeiro Futebol Clube, de Pendotiba. Já o Ypiranga Futebol Clube ficou com o título nos Aspirantes. Na categoria Juvenil o Fonseca se sagrou Bicampeão (1951 e 1952). O Marítimo Futebol Clube ficou com o caneco da Segunda categoria de Niterói.

La na Região Sul Fluminense, o Cordeiro Futebol Clube foi o campeão do Campeonato Citadino de Cordeiro de 1952. A Campanha do Cruzeiro de Pendotiba foi a seguinte:

2 x 2 Fluminense

4 x 0 Manufatora

3 x 3 Espírito Santo

3 x 4 Niteroiense

3 x 2 Byron

1 x 0 Oliveiras

1 x 1 Canto do Rio

8 x 0 Ypiranga

4 x 0 Fonseca

3 x 0 Cruzeiro Atlético

 

Pentagonal decisivo (os cinco primeiros colocados):

25 de Janeiro de 1953                   –           2 x 0 Niteroiense

31 de Janeiro de 1953                   –           4 x 2 Espírito Santo

05 de Fevereiro de 1953               –           1 x 1 Oliveiras

21 de Fevereiro de 1953               –           4 x 3 Cruzeiro Atlético

 

Desempate: (melhor de quatro pontos)

05 de Março de 1953                     –           3 x 3 Oliveiras

08 de Março de 1953                     –           3 x 1 Oliveiras

18 de Março de 1953                     –           4 x 3 Oliveiras

 

 

FONTE: O São Gonçalo

 

CAMPEÕES  MUNICIPAIS DE SÃO GONÇALO

1920 Club Athletico Mutondo 1950 Esporte Clube Metalúrgico
1921 Porto Novo Football Club 1951 Esporte Clube Metalúrgico
1922 Club Athletico Mutondo 1952 Eletroquímica Futebol Clube
1923 desconhecido 1953 Esporte Clube Metalúrgico
1924 desconhecido 1954 Tamoio Futebol Clube
1925 desconhecido 1955 Forte Futebol Clube
1926 desconhecido 1956 Eletroquímica Futebol Clube
1927 desconhecido 1957 Estrela D’Alva Futebol Clube
1928 desconhecido 1958 Esporte Clube Trindade
1929 desconhecido 1959 Forte Futebol Clube
1930 desconhecido 1960 Esporte Clube Metalúrgico
1931 Tamoio Futebol Clube 1961 Esporte Clube Metalúrgico
1932 Flamenguinho Futebol Clube 1962 Clube Esportivo Mauá
1933 Carioca Futebol Clube 1963 Clube Esportivo Mauá
1934 Neves Atlético Clube 1964 Clube Esportivo Mauá (segundo o site do clube)
1935 Neves Atlético Clube 1965 desconhecido
1936 Neves Atlético Clube 1966 desconhecido
1937 desconhecido 1967 desconhecido
1938 desconhecido 1968 desconhecido
1939 desconhecido 1969 Clube Esportivo Mauá
1940 desconhecido 1970 desconhecido
1941 Flamengo Futebol Clube 1971 CROL Futebol Clube
1942 Esporte Clube Metalúrgico 1972 Não foi realizado
1943 Esporte Clube Metalúrgico 1973 Unidos do Porto da Pedra Social Clube
1944 Esporte Clube Metalúrgico 1974 Unidos do Porto da Pedra Social Clube
1945 Esporte Clube Metalúrgico 1975 Vitória Futebol Clube
1946 Tamoio Futebol Clube 1976 Clube Esportivo Mauá
1947 Clube Esportivo Mauá 1977 Unidos do Porto da Pedra Social Clube
1948 Esporte Clube Metalúrgico 1978 Unidos do Porto da Pedra Social Clube
1949 Forte Futebol Clube 1979 Unidos do Porto da Pedra Social Clube
XXX
A lista acima foi sendo preenchida durante as minhas pesquisas sobre o futebol fluminense. O campeonato gonçalense nunca foi o foco de minhas pesquisas, fui anotando conforme as anotações apareciam. Nas observações (e em itálico), os títulos duvidosos / não confirmados. Caso alguém consiga preencher (ou queira começar a pesquisar tendo essa lista como ponto de partida), fiquem à vontade.xxx
Em 1919 foi fundada a primeira liga de futebol em São Gonçalo, denominada Liga Sportiva Gonçalense. A LSG foi desfiliada pela Liga Sportiva Fluminense em 1924, por conta de uma grave crise na administração, e dissolveu-se no mesmo ano. Não encontrei informações sobre um campeonato em 1919, 1923 ou em 1924. Aparentemente, o campeonato de 1920 foi o .
Aparentemente, apenas em 12 de Outubro de 1931 uma outra liga foi fundada: a Associação Gonçalense de Esportes Athleticos (filiada à Associação Fluminense de Esportes Athleticos). Nos anos de 1928, 1929 e 1930 é comum ver jornais anunciando o Tamoio como “o campeão gonçalense“, mas nunca achei informações sobre uma liga em São Gonçalo nessa época. Pode ser o caso de o clube ser chamado de “campeão” apenas por ser o mais forte da cidade (isso era comum).

Em 1931,  como a liga foi fundada em outubro de 31, não deu tempo de fazer um campeonato, mas um torneio relâmpago do qual o Tamoio foi campeão (E considerado campeão gonçalense de 31). No começo de 1932 o Tamoio é considerado o atual campeão. De 1932 a 1936 a AGEA organizou campeonatos regulares, com os campeões abaixo:

Em 1935 uma Liga Gonçalense de Sports (ou de Football, já a vi com mais de um nome, é preciso confirmar o nome correto) foi fundada, filiada À FFE. Aparentemente, durou pouco tempo, e teria o Carioca como campeão de seu único campeonato – no entanto, as fontes divergem se esse campeonato foi organizado em 1935 ou 1936. Em 1937 mais uma liga foi fundada, a Associação Gonçalense de Sports, mas nunca encontrei informações sobre campeonatos até 1941.

1935 ou 1936??: Carioca F.C. 

Em 1941, o Campeonato Gonçalense teve o Flamengo Futebol Clube (uniforme igual ao clube da Gávea) como o grande campeão. O título rendeu ao Mengão de São Gonçalo o direto de ser o representante da cidade no Campeonato Fluminense de 1941. A partir da temporada de 1942 em diante são disputados campeonatos regulares da Liga Gonçalense de Desportos (embora em 1942 ela seja chamada de Associação, talvez tenha mudado em 1943 por força da Lei dos Desportos).

A LGD considera sua fundação como sendo a da AGEA, de 1931. Após 1979, não tenho informações sobre o campeonato, pois nunca pesquisei o período. O site do C.E. MAuá informa que o clube foi tricampeão de 1962, 1963 e 1964, mas só pude confirmar os títulos de 1962 e 1963. No ano de 1969, o Mauá foi campeão.

Em 1972, não teve campeonato, só teve quatro inscritos, um desistiu, campeonato só teve uma rodada em dezembro. Em 1975, o vencedor  foi o Vitória Atlético Clube, do Morro do Castro. Em 1977, o Mauá chegou a ser considerado campeão até 1979, quando o Unidos do Porto da Pedra levou o título no tapetão.

 

Importantes observações:
1) O Lisandro Pavan conseguiu uma vez uma lista com a própria Liga Gonçalense de Desportos. Aquela lista, no entanto, não bate na maioria absoluta dos anos com as informações dos jornais, talvez seja fruto da confusão de alguém da liga com documentos do passado (podem ter misturado categorias diferentes, por exemplo).

2) O Porto Novo F.C. (do bairro de mesmo nome) campeão de 1921 tinha as cores azul e vermelho. Encontrei informações sobre um Porto Novo F.C. na internet, fundado em 3 de abril de 1929 – logo, não seria o mesmo, mas talvez seja um “descendente” daquele.

3) O Flamengo F.C. (campeão de 1941) e o Flamenguinho F.C. campeão de 1932 são clubes diferentes, inclusive disputaram campeonatos juntos.

4) O Forte F.C. era do bairro Paraíso.

5) O Crol F.C. é de Várzea das Moças – bairro considerado “bi municipal”, dividido entre Niterói e São Gonçalo. Não tenho certeza sobre o lado onde o Crol fica (o clube ainda existe).

6) O Unidos do Porto da Pedra Social Clube (e não Sport Club) originou a famosa escola de samba.

7) Eletroquímica era o clube dos funcionários da Cia. Eletroquímica Fluminense, que funcionava no bairro Alcântara.

 

O União Football Club foi uma agremiação da cidade de São Pedro da Aldeia (RJ). Fundado em 1927, há poucas informações sobre o Alvinegro Aldeense. No entanto, merece uma citação porque juntamente com o River FC, América FC e Tamoyo SC, ajudaram a fundar a Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF), em 1930.

 

FONTE:  José Francisco de Moura, ‘Professor Chicão’

 

O Nacional Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de São Pedro da Aldeia (RJ). A sua sede ficava no Bairro Ponta do Ambrósio, em São Pedro da Aldeia. Foi Fundado na quarta-feira, do dia 10 de Maio de 1961. Na foto abaixo, o time posado do Nacional, que foi Campeão do Campeonato Citadino de São Pedro da Aldeia de 1968.

FONTE: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

 

O Ríver Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Cabo Frio (RJ). Sediado no Bairro da Gamboa, o clube foi Fundado em 1930, por um grupo de dissidentes do Luzitano FC. Porém, no ano seguinte (1931), o River acabou porque os dissidentes retornaram para o Luzitano.

Contudo, em 1949, o River foi reativado. Apesar de ser de 1930, no escudo consta o ano da sua reorganização (1949) como uma forma de afirmar que a partir daquele momento o River veio para ficar. Ainda em 1930, o clube foi um dos fundadores da Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF).

O Rubro-negro cabofriense tem no seu currículo três títulos do Campeonato Citadino de Cabo Frio, organizado pela Liga Cabofriense de Desportos (LCD): 1989, 1990 e 2001.

 Em 1929, dois grupos entraram em rota de colisão, o que acabou por extinguir o Luzitano Football Club. Após esse episódio, um grupo fundou o Ríver Futebol Clube, em 1930; enquanto o outro criou o América Futebol Clube. Neste mesmo ano, as duas agremiações, juntamente com o Tamoyo SC e União FC,  ajudaram a fundar a Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF).

Em 1931, River FC (vermelho e preto) e América FC (vermelho e branco) acabam e o Luzitano FC, retorna para a felicidade dos cabofrienses. Afinal, o Luzitano era o “Flamengo” de Cabo Frio, sendo um clube da massa. Essa popularidade era tamanha, que o lendário jornalista Mário Filho dedicou um poema ao clube.

Essa confusão ainda ganhou o último capítulo. Dezoito anos depois, o Ríver Futebol Clube foi reativado. Apesar de manter o mesmo escudo e uniforme, a nova diretoria colocou no escudo o ano de 1949, quando foi reaberto. Inspirado dessa ação, seis anos depois, foi à vez do América Futebol Clube, ser reativado em 1955.

 

FONTE:  José Francisco de Moura, ‘Professor Chicão’

 

O América Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Cabo Frio (RJ). Sediado na Avenida América Central, s/n, no Bairro Praia Siqueira, em Cabo Frio. O Mecão foi Fundado em 1930, por um grupo de dissidentes do Luzitano FC. . Ainda em 1930, o clube foi um dos fundadores da Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF). Porém, no ano seguinte (1931), o América acabou porque os dissidentes retornaram para o Luzitano. Contudo, em 1955, o América foi reativado.

 Em 1929, dois grupos entraram em rota de colisão, o que acabou por extinguir o Luzitano Football Club. Após esse episódio, um grupo fundou o Ríver Futebol Clube, em 1930; enquanto o outro criou o América Futebol Clube. Neste mesmo ano, as duas agremiações, juntamente com o Tamoyo SC e União FC,  ajudaram a fundar a Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF).

Em 1931, River FC (vermelho e preto) e América FC (vermelho e branco) acabam e o Luzitano FC, retorna para a felicidade dos cabofrienses. Afinal, o Luzitano era o “Flamengo” de Cabo Frio, sendo um clube da massa. Essa popularidade era tamanha, que o lendário jornalista Mário Filho dedicou um poema ao clube.

Essa confusão ainda ganhou o último capítulo. Dezoito anos depois, o Ríver Futebol Clube foi reativado. Apesar de manter o mesmo escudo e uniforme, a nova diretoria colocou no escudo o ano de 1949, quando foi reaberto. Inspirado dessa ação, seis anos depois, foi à vez do América Futebol Clube, ser reativado em 1955.

 

FONTE:  José Francisco de Moura, ‘Professor Chicão’

 

Villa Fonseca Football Club foi uma agremiação da cidade de São Pedro da Aldeia (RJ). Fundado em 1928, pelos dois irmãos da família Fonseca, que tinham uma fábrica de tijolos, no Bairro de Porto do Carro, em São Pedro da Aldeia.

Como a Liga Aldeense de Desportos (LAD) só foi fundada em 08 de Março de 1953, antes desta data os clubes de São Pedro da Aldeia e até de Araruama disputavam as competições em Cabo Frio, por serem municípios vizinhos.

A 1ª liga criada em Cabo Frio surgiu em 1926, a Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF), por ordem da Associação Fluminense de Esportes (AFE), de Niterói. Quatro anos depois, em 1930, a entidade foi refundada com a mesma nomenclatura: Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF). Na ocasião, contou com a presença de quatro agremiações:

Tamoyo Sport Club;

River Football Club, da Gamboa;

América Football Club, do bairro Praia do Siqueira;

União Football Club.

Em 1933, nova mudança:  surgiu a é Associação Leste Fluminense de Sports Atléticos (ALFSA). Esta em especial tinha uma peculiaridade, uma vez que englobavam as cidades de Araruama – Cabo Frio – São Pedro da Aldeia – Silva Jardim. Esta liga foi a que mais tempo durou: oito anos até a criação da Liga Cabofriense de Desportos (LCD), em 1941.

O Villa Fonseca Football Club participou das competições organizadas pelas Liga Sportiva de Cabo Frio (LSCF), de 1926 e 1930; e Associação Leste Fluminense de Sports Atléticos (ALFSA), 1933. Na criação da Liga Cabofriense de Desportos (LCD), em 1941, o Villa Fonseca  já tinha desaparecido.

 

FONTE:  José Francisco de Moura, ‘Professor Chicão’

 

O Sport Club Pimenta de Mello foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Rubro-negro foi Fundado na sexta-feira, do dia 13 de Setembro de 1918, por funcionários da firma Pimenta de Mello & Cia. A sua 1ª Sede ficava situada na Rua da América, nº 171 (sobrado) – Santo Cristo, Rio de Janeiro. Posteriormente, o Pimenta de Mello se mudou para o Centro do Rio e por fim, para o Bairro imperial de São Cristóvão.

Em 1919, se filiou na Alliança Sportiva Municipal  (ASM), onde disputou o Torneio Início e do Campeonato da ASM. Esta liga contou com a participação das seguintes equipes:

Cruz de Malta Athletico Club (Santo Cristo);

Athletico Cajuense Football Club (de São Cristóvão).

Sport Club Avenida Liberdade (do Centro).

Sport Club Bonsucesso (de Bonsucesso).

Sport Club Boa Vista (do Alto da Boa Vista).

Navarro Football Club (do Catumbi-Rio Comprido).

Pereira Passos Football Club (da Saúde-Centro).

Sport Club Pimenta de Mello (de S. Cristo-Centro-S. Cristóvão).

Vinte e Cinco de Novembro Football Club (da Gamboa-Santo Cristo).

Tiradentes Athletico Club (da Aldeia Campista-Maracanã).

Na foto acima os diretores e atrás a bandeira do SC Pimenta de Mello. Na imagem abaixo o time posado

Na segunda-feira, do dia 08 de março de 1920, se filiou a Associação Carioca de Sports Athleticos (ACSA). Porém, pouco tempo depois acabou se retirando, que sem que a razão tenha sido informada pelos veículos de comunicação da época.

Dois meses depois com o patrocínio do Sport Club Pimenta de Mello foi fundado  a liga da Alliança Sportiva Carioca (ASC). A sede provisória da nova liga ficava no SC Pimenta de Mello. Os clubes filiados foram:

Sant’Anna Football Club;

Dois de Junho Football Club;

Triângulo Football Club;

Independente Football Club;

Para se filiar as exigências da ASC eram: ter Estatutos; ter uma Praça de Esportes própria ou alugada; para a jóia de 30$000 (30 mil Réis); pagar mensalmente a quantia de 15$000 (15 mil Réis).

1ª Sede: Rua da América, nº 171 (sobrado) - Santo Cristo, Rio de Janeiro (RJ)

No domingo, do dia 23 de Maio de 1920, foi realizado o 1º Torneio Início, organizado pela ASC, no campo do Progresso Football Club, localizado na Rua João Rodrigues, s/n, no Bairro da São Francisco Xavier, na Zona Norte do Rio. Os participantes foram:

Dois de Junho Football Club;

Nova York Football Club;

Penha Football Club;

Sant’Anna Football Club;

SC Pimenta de Mello;

Triângulo Football Club.

No 1º jogo, que teve início às 13 horas, o Nova York venceu o Triângulo 1 a 0 (2 a 1, nos escanteios). Na segunda partida, o Dois de Junho bateu o Pimenta de Mello por 1 a 0 (2 a 0, nos escanteios). No 3º jogo, o Penha eliminou o Sant’Anna por um escanteio a zero.

Na fase semifinal, o Dois de Junho venceu o Nova York por 2 a 1 (2 a 1, nos escanteios). Na decisão, o Dois de Junho conquistou o título ao empatar em 1 a 1, mas vencer o Penha nos escanteios: 2 a 1.

Com isso, o  campeão Dois de Junho recebeu um artístico bronze, enquanto o Penha, vice-campeão, ganhou uma rica taça.

 

Time-base de 1920: Ernesto; Sexta e M. Souza; Alberto F., Erasmo e Raul; Cosme, Bahianinho, Victorio, Vicente e Rubens.

FONTES: O Paiz – O Malho

 

 

No início de maio de 1920, com o patrocínio do Sport Club Pimenta de Mello foi fundado  a liga da Alliança Sportiva Carioca (ASC). A sede provisória da nova liga ficava no SC Pimenta de Mello ( Rua da América, nº 171 (sobrado) – Santo Cristo, Rio de Janeiro). Os clubes filiados foram:

Sant’Anna Football Club;

Dois de Junho Football Club;

Triângulo Football Club;

Independente Football Club;

No domingo, do dia 23 de Maio de 1920, foi realizado o 1º Torneio Início, organizado pela ASC, no campo do Progresso Football Club, localizado na Rua João Rodrigues, s/n, no Bairro da São Francisco Xavier, na Zona Norte do Rio. Os participantes foram:

Dois de Junho Football Club;

Nova York Football Club;

Penha Football Club;

Sant’Anna Football Club;

SC Pimenta de Mello;

Triângulo Football Club.

 

No 1º jogo, que teve início às 13 horas, o Nova York venceu o Triângulo 1 a 0 (2 a 1, nos escanteios). Na segunda partida, o Dois de Junho bateu o Pimenta de Mello por 1 a 0 (2 a 0, nos escanteios). No 3º jogo, o Penha eliminou o Sant’Anna por um escanteio a zero.

Na fase semifinal, o Dois de Junho venceu o Nova York por 2 a 1 (2 a 1, nos escanteios). Na decisão, o Dois de Junho conquistou o título ao empatar em 1 a 1, mas vencer o Penha nos escanteios: 2 a 1. Com isso, o  campeão Dois de Junho recebeu um artístico bronze, enquanto o Penha, vice-campeão, ganhou uma rica taça.

 

FONTE: O Paiz

 

A Cruz de Malta Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no dia 1º de Fevereiro de 1918, tinha sede própria no Bairro de Santo Cristo, na Zona Portuária do Rio.

O clube participou do Torneio Início e do Campeonato da Liga Municipal de Futebol (LMF), em 1918. No ano seguinte, já na Alliança Sportiva Municipal  (ASM), em 1919, o do Torneio Início e do Campeonato da ASM.

Nesta edição participaram:

Athletico Cajuense Football Club (de São Cristóvão).

Sport Club Avenida Liberdade (do Centro).

Sport Club Bonsucesso (de Bonsucesso).

Sport Club Boa Vista (do Alto da Boa Vista).

Navarro Football Club (do Catumbi-Rio Comprido).

Pereira Passos Football Club (da Saúde-Centro).

Sport Club Pimenta de Mello (de S. Cristo-Centro-S. Cristóvão).

Vinte e Cinco de Novembro Football Club (da Gamboa-Santo Cristo).

Tiradentes Athletico Club (da Aldeia Campista-Maracanã).

 

FONTES: Rsssf Brasil – Revista Época Sportiva

 

No domingo, do dia 13 de janeiro de 1929,  o América Football Club, então campeão Carioca de 1928, viajou até Cabo Frio, na Região dos Lagos, para enfrentar o Tamoyo Sport Club, no antigo campo da Nilo Peçanha. Um fato curioso é que esta partida amistosa não consta nos dados estatísticos do América, mesmo tendo sido o time titular que jogou e goleou pelo placar de 4 a 0.

 

FONTES: José Franscico de Moura, ‘Profº Chicão’ – A Crítica – O Imparcial

 

Com a preciosa colaboração de José Francisco de Moura, ou simplesmente Professor Chicão, foi possível montar o “esqueleto” do Tamoyo de Cabo Frio. A história começou a partir da sua Fundação no dia 13 de Novembro de 1915, quando surgiu o Tamoyo Football Club.

Cerca de uma década depois, a agremiação alterou o nome para Tamoyo Sport Club. A partir do aportuguesamento, no final dos anos 40, passou a se chamar Tamoyo Esporte Clube.

Agremiação Tricolor (Verde, branco e vermelho) está localizada na Avenida Nilo Peçanha, 153, no Centro de Cabo Frio, que fica na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro.

FONTE: José Francisco de Moura, ‘Profº Chicão

 

Com a preciosa colaboração de José Francisco de Moura, ou simplesmente Professor Chicão, foi possível montar o “esqueleto” do Tamoyo de Cabo Frio. A história começou a partir da sua Fundação no dia 13 de Novembro de 1915, quando surgiu o Tamoyo Football Club.

Cerca de uma década depois, a agremiação alterou o nome para Tamoyo Sport Club. A partir do aportuguesamento, no final dos anos 40, passou a se chamar Tamoyo Esporte Clube.

Agremiação Tricolor (Verde, branco e vermelho) está localizada na Avenida Nilo Peçanha, 153, no Centro de Cabo Frio, que fica na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro.

FONTE: José Francisco de Moura, ‘Profº Chicão

 

O Pereira Passos Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Foi Fundado no sábado, do dia 03 de Maio de 1913. A sua Sede ficava localizada na Rua do Livramento, 85 (sobrado), no bairro Saúde, no Rio de Janeiro.

Na sexta-feira, do dia 28 de Maio de 1915, patrocinado pelo Pereira Passos Football Club foi  Fundado a Associação Carioca de Foot-Ball (ACF), com Sede provisória na Rua da Saúde, nº 333. A nova entidade recebeu os seguintes filiados:

Foto posada de 1919

Avenida Foot-Ball Club;

Confiança Athletico Club;

Municipal Foot-Ball Club;

Sport Club Mackenzie.

O Pereira Passos participou do Campeonato Carioca de 1929, organizado pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). No ano seguinte, o clube fechou às portas. Meses depois, já em 1931, um grupo se reuniu para reorganizar o clube. Posteriormente, existiu por mais uma década até desaparecer em definitivo.

Sede da Rua do Livramento, 85 (sobrado), no bairro Saúde, no Rio de Janeiro

FONTES: Google Maps – Revista Época Sportiva – Jornal do Brasil (JB) – Correio da Manhã – A Época – A Rua – A Batalha

 

O Atlas Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Querido Club da Haddock Lobo’ foi Fundado no domingo, do dia 19 de Novembro de 1916. A Sede Social do clube Alvirrubro ficava na Rua Haddock Lobo, s/n, o Bairro da Tijuca – Zona Norte do Rio; enquanto o seu Campo estava situado na Rua Barão de Itapagipe, nº 113, no Bairro Rio Comprido – Zona Norte do Rio.

O Campo do Atlas, atualmente fica o Edifício Geral do Hospital Central da Aeronáutica

Uma curiosidade do Atlas é que no Estatuto constava que “era dever dos sócios não perturbar a administração, os jogos do clube e a ordem nas arquibancadas“.

Na Revista Sports uma matéria contando um pouco do Atlas, em 05 de Abril de 1919. Abaixo a reportagem na íntegra:

“Seguindo o nosso programa, que é dar impulso aos pequenos clubes, que constituem o celeiro de abastecimento do nosso núcleo de jogadores, vamos dar publicidade ao que notamos numa visita feita ao Atlas, o Querido Clube da Haddock Lobo.

O seu campo, sitio á Rua Barão de Itapagipe, passa atualmente por reformas, a fim de ser aumentada  a área do ground, para o que foi aproveitada uma grande extensão de terreno adjacente, outrora ocupada por uma chácara.

Pretende também a atual diretoria, aumentar as arquibancadas, pois as existentes tornaram-se pequena para a assistência que sempre afluem aos jogos deste querido clube.

O Atlas conta em seu quadro principal, com elementos de real valor, entre os quais destacam-se: Juca Lima, o magistral e simpático keeper (goleiro), a principal barreira da defesa alvirrubra; e os irmãos Jacy, dois players completos, exímios fowards. Por todo mês, será realizado um festival esportivo; fazendo parte do programa um encontro entre o teamverde“, vencedor do torneio interno e o teamazul“, o segundo colocado. Nesta festa serão entregues as medalhas aos vencedores do último campeonato interno”.

 

FONTES: Google Maps – Revista Época Sportiva  

 

FONTE: Revista Época Sportiva  

 

Olá amigos e membros do História do Futebol, bom dia.

Como já é  conhecimento de todos, sobretudo dos mais antigos,

Neste período necessitamos quitar a anuidade do Blog.

Para isso, contamos com a participação e colaboração de todos os membros.

O valor este ano é de R$ 270 reais. Portanto preciso saber quem pode colaborar, a fim de mantermos este espaço ativo.

Por gentileza, deixe um comentário daqueles que colaborarão. A partir daí sabendo o número de pessoas que irão ajudar, poderei agilizará para dividir o valor total e disponibilizar as contas (Bradesco e Caixa Econômica) para fecharmos essa etapa o mais rápido possível.

 

Desde já agradeço pela atenção

 

Abs.

 

FONTE: Revista Época Sportiva  

 

O Esporte Clube Brasil (Brasil do Baixo Grande) é uma agremiação da cidade de São Pedro da Aldeia (RJ). Fundado em 1943, a sua Sede fica localizada na Rua Amélio Soares dos Santos, em frente ao nº 17 – Baixo Grande – São Pedro da Aldeia .

O tradicional Brasil do Baixo Grande  foi campeão do Campeonato Citadino de São Pedro da Aldeia em 1963. Em 1965, dividiu o título do Campeonato Citadino de Cabo Frio com o Tamoyo.

O motivo pelo qual o Brasil do Baixo Grande participou de algumas edições do Campeonato de Cabo Frio é pela proximidade. Ou seja: os bairros de Baixo Grande e Porto do Carro estão muito mais perto de Cabo Frio do que do centro de São Pedro da Aldeia.

Por isso, os clubes desses bairros sempre se dividiram entre os dois municípios. Além disso, a Liga de São Pedro da Aldeia só surgiu em 1953. Antes, os clubes de São Pedro da Aldeia como: Palmeiras, Villa Fonseca, União, São Pedro Esporte Clube, Brasil, Estado Novo, disputavam o Campeonato Citadino de Cabo Frio.

Foto de 1953, da Sede do Brasil do Baixo Grande. No cume do telhado é possível ver o alto-falante.

 

FONTE & FOTOS: Página no Facebook “Se Essa Aldeia Fosse Nossa” – José Francisco de Moura, Chicão  

 

O Vila Nova Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Armação dos Búzios (RJ). A sua Sede e o campo localizados no Bairro São José em Armação dos Búzios. Fundado em 1937, quando a cidade ainda engatinhava, com cerca de 600 habitantes, disputava apenas amistosos. Nos anos 90, o clube passou a ter uma pequena sede e um campo.

Uma curiosidade é que o Vila Nova tem uma relação estreita com a família do ex-goleiro Marcelão. Como morava em frente ao campo, a avó materna (mãe do Lenilson e do Luiz Carlos; e avó do meio-campista Marcos Marins, que jogou na Cabofriense entre 1998 a 2009), que fazia os ofícios para marcação de jogos na década de 50.

Marcos Marins e Léo Marins são primos de Marcelão

FONTES: Marcelo Santos, Marcelão, ex-goleiro da Cabofriense – José Francisco de Moura, Chicão  

FOTOS: Página do clube no Facebook

 

FOTOS: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

 

FOTO: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

 

FOTO: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

 

O CSA (Centro Sportivo Alagoano), de Maceió foi campeão do Campeonato Alagoano da 1ª Divisão de 1952. Na foto abaixo, os campões:

Dudu, Alfredo,  Almir, Bem e Mogi.

Oscarzinho, Zanélio e Neu.

Cão, Biu, Cabecinha, Dida, Edgar e Dengoso.

 

FONTE: Lauthenay Perdigão

FOTO: Roberto Plech

 

Nesta postagem há duas curiosidades: a primeira é Associação Desportiva Cabofriense que conquistou o título do Campeonato Carioca da Série B de 1998, conquistando o acesso para a Elite do Futebol do Rio no ano seguinte.

A outra é o atacante camisa nº 11: Lenílson. Para quem não sabe, Lenílson é pai André Felipe Ribeiro de Souza, ou simplesmente André, 26 anos, atacante, que começou nas categorias de base da Cabofriense, quando foi contratado pelo Santos em 2008.

André atuou no Santos (2009–2010-2012); Atlético Mineiro (2011-15); Vasco da Gama (2013); Corinthians (2016), entre outros. Este ano retornou do Sporting, de Portugal (2016-17), para jogar no Sport Recife nesta temporada, lembrando que em 2015 atuou pelo rubro-negro recifense.

Ainda na foto, em pé, o zagueiro Luís Carlos Marins, é irmão de Lenílson, e, conseqüentemente, tio do atacante André. E, para finalizar, o amigo Marcelo Santos, o ex-goleiro ‘Marcelão’ é sobrinho de Luís Carlos Marins e Lenílson e primo do atacante André. Além desse quarteto, há mais seis parentes que também já defenderam as cores da Cabofriense. Sem dúvida uma família ‘boa de bola’.

FOTOS: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

 

Um ano depois de ser fundado, o ASA (Agremiação Sportiva Arapiraquense), de Arapiraca fez história ao conquistar o título do Campeonato Alagoano da Primeira Divisão de 1953. De lá pra cá o “Fantasma Alvinegro” faturou mais seis títulos: 2000, 2001, 2003, 2005, 2009 e 2011. Também ficou com o vice-Campeonato Alagoano em 6 oportunidades: 1967, 1970, 1979, 1991, 2008 e 2010.

Na foto abaixo, é referente o dia da entrega das faixas do título de 1953, aparecem apenas oito jogadores e o seu presidente: Gonzaguinha. Luizinho. Acebilio. Cecé. Tavarinho (presidente). Waldemar. Cicero. Dema e Cabeleira.

 

FONTE: Lauthenay Perdigão

 
Guarany Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Arraial do Cabo (RJ). O Rubro-anil Fundado no dia 22 de Novembro de 1948, tem a sua Sede fique localizada na Praça Independência, nº 3, no Centro de Arraial do Cabo. Como registro, o Guarany também participou na década de 60, do Campeonato Citadino de Cabo Frio, assim como nas competições do futebol cabista (referencia ao futebol em Arraial do Cabo).
FOTOS: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense
 

Fazendo as minhas pesquisas, encontrei uma raridade, ou melhor: arte! A ‘Casa Fuchs’ foi uma tradicional loja paulistana, inaugurada em 1855, que ficava situada na Rua São Bento, nº 83, no Centro de São Paulo (SP), que atualmente fica um restaurante de comida à quilo. Os símbolos do Papai Noel e da árvore de Natal eram constantes na publicidade da Casa Fuchs, naquela época.

Como vender roupas era o carro-chefe, a loja viu no futebol uma oportunidade de faturar. E, para isso realizou algumas propagandas como está que apresentarei. Na quinta-feira, do dia 25 de julho de 1912, a Casa Fuchs apresentou um folheto com os “Uniformes dos Clubs Filiados á Liga Paulista de Football“, como artigos para sport. Nela constavam seis clubes:

Associação Athletica Palmeiras;

Club Athletico Paulistano;

São Paulo Athletic Club;

Sport Club Americano;

Sport Club Germânia;

Spot Club Internacional.

 

FONTE: Biblioteca Nacional 

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