Toninho Sereno

 

Fonte: Revista Placar

 

Fonte: Revista Placar

 

TIME POSADO

EM PÉ (Da esquerda para a direita): Orlando Lelé, Geraldo, Rogério, Alex, Ivo e Álvaro;

AGACHADOS (Da esquerda para a direita): Flecha, Bráulio, Luisinho Lemos, Edu Coimbra e Gilson Nunes.

 

CAMPANHA DO MECÃO

A campanha na Taça Guanabara, foram 11 jogos, com nove vitórias, um empate e uma derrota; marcando 19 gols, sofrendo apenas quatro, um saldo de 15 gols. O América terminou com 19 pontos contra 18 do Tricolor das Laranjeiras.   

 

FLUMINENSE F.C.

0

X

1

AMÉRICA F.C.

LOCAL Estádio Mario Filho, ‘Maracanã’, no Bairro do Maracanã, na Zona Norte do Rio (RJ)
CARÁTER Final da Taça Guanabara do Rio de 1974
DATA Domingo, do dia 22 de Setembro de 1974
RENDA Cr$1.447.665,00
PÚBLICO 97.681 pagantes
ÁRBITRO José Aldo Pereira
AUXILIAR Luis Carlos Félix e Walquir Pimentel
FLUMINENSE Félix; Toninho, Assis, Bruñel e Marco Antônio; Gérson, Cléber e Carlos Alberto Pintinho; Cafuringa, Gil e Mazinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira
AMÉRICA Rogério; Orlando, Alex, Geraldo e Álvaro; Ivo e Bráulio; Flecha, Luisinho, Edu Coimbra (Renato) e Gilson Nunes. Técnico: Danilo Alvim
GOLS Orlando, em cobrança de falta, aos 12 minutos (América), do 1º Tempo.

 

FONTE: Revista Placar

 

Fonte: Placar

OBS: Na época, a cidade de Campo Grande pertencia ao Estado de Mato Grosso. Entretanto, no dia 11 de outubro de 1977, uma lei complementar criou o Estado de Mato Grosso do Sul, dividindo Mato Grosso em dois estados, tornando a cidade de  Campo Grande a capital do novo estado.

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Foto rara, de 1989: Galícia Esporte Clube – Salvador – BA

 

Em pé, da esquerda para a direita: Mauro, Dias, Renan, Biro-Biro, Edilson e Marco Antonio.

Agachados, na mesma ordem: Leo, Pitico, Chamusca, Marcelo e Juruna.

Esse time era treinado por Orlando Peçanha.

 

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Ambrósio, Penachio, Neuri, Café,  Mota e Nelson Coruja.

Agachados, na mesma ordem: J. Alves, Cabinho, Gildo, Milton e Marco Aurélio.

 

Fonte: Jornal da Tarde

 

OBS: O zagueiro Carlos Alberto Penachio  jogou no América F.C. de São José do Rio Preto, no Uberaba S.C., Sport Club Recife, Clube Atlético Paranaense e no São Paulo Futebol Clube.

No Tricolor paulista atuou entre os anos de 1963 e 1966.

Faleceu na data de 10 de novembro de 2017, aos 71 anos de idade.

 

 

Campeonato paulista de 1954 – 2ª Divisão de Profissionais

E.C. Taubaté 9 x 2 A.E. Velo Clube Rioclarense (Rio Claro)

Partida realizada na data de 27 de fevereiro de 1955, na cidade de Taubaté

Juiz: Vladimir Alexsandrov

Gols: Berto (6) e Silvio (3) (T) e Tonhão e Araraquara (Velo)

Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga. Ananias, Zé Américo e Ivan. Taino, Durval, Berto, Benedito e Silvio.

Velo: Cabeção, Casonato e Salvador. Valdemar, Milton e China. Tito, Bera, Tonhão, Sampaio e Araraquara.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

A Associação Athletica Casale Paulista, foi fundada na data de 3 de dezembro de 1917, e tinha sua sede localizada no Largo do Cambuci, 25 – no bairro do mesmo nome, na Zona Sul da cidade de São Paulo.

Os “casalinos” tinham seu campo na Rua Clímaco Barbosa número 56, cujo gramado foi inaugurado na data de 8 de setembro de 1929.

A “Campeã do Cambuci”, como era conhecida, foi considerada, durante sua existência, a mais forte agremiação do bairro.

No “Primeiro Grande Campeonato Amador de Futebol”, conhecido também como “Taça de São Paulo de 1931”, promovido pelo jornal A Gazeta, participaram 203 equipes, e a Associação Athletica Casale Paulista ficou com o 4º lugar.

O campeonato foi vencido pelo C.A. Villa Nova Mazzei.

Fonte: A Gazeta

 

Em pé, da esquerda para a direita: Vevé, Di, Adailton, Ortunho, Rubens e Joel.

Agachados, na mesma ordem: Mário, Carbone, Nilso, Osvaldinho e Toninho.

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Silas, João Luís, Bolivar, Juarez, Manguinha, Pécos e Kita.

Agachados, na mesma ordem: Tato, Gilberto Costa, João Batista, Gilson Gênio e o massagista Bolão.

FINAL: Melhor de três

Primeira partida: 31 de agosto de 1986

S.E. Palmeiras 0 x 0 A.A. Internacional

Local: Estádio do Morumbi (São Paulo) Árbitro: Romualdo Arppi Filho
Público pagante: 104.136 Renda: CZ$ 3.043.640,00

Cartão amarelo: Manguinha (AAI)
PALMEIRAS: Martorelli, Diogo, Márcio Alcântara, Vágner Bacharel (Amarildo) e Denys; Lino, Edu Manga e Mendonça; Jorginho, Edmar (Mirandinha) e Éder. Técnico: Carbone.

INTERNACIONAL: Silas, João Luís, Juarez, Bolívar e Pecos; Gilberto Costa, Manguinha e João Batista; Tato, Kita (Gilcimar) e Lê (Carlos Silva). Técnico: Pepe.

 

Segunda partida: 3 de setembro de 1986

S.E. Palmeiras 1 x 2 A.A. Internacional

Local: Estádio do Morumbi (São Paulo) Árbitro: Dulcídio Vanderley Boschilla
Público pagante: 68.564 Renda: CZ$ 2.443.610,00

Cartão Amarelo: Denys e Éder (SEP) e Silas (AAI).

Expulsão: Jorginho (SEP) 39 do 2º Tempo

Gols: Kita aos 5 e Tato aos 9 (AAI) e Amarildo (SEP) aos 29 minutos do segundo tempo.
PALMEIRAS: Martorelli, Diogo (Ditinho), Márcio, Amarildo e Denys; Lino (Mendonça), Gerson e Jorginho; Mirandinha, Edmar e Éder. Técnico: Carbone.
INTERNACIONAL: Silas, João Luis, Juarez, Bolivar e Pecos; Manguinha, Gilberto Costa e João Batista (Alves), Tato, Kita e Lê (Carlos Silva). Técnico: Pepe.

 

Fontes: Jornal da Tarde e Campeões do Futebol

 

O Clube Atlético Juventus tornou famosa a Rua Javari, onde se registraram jogos memoráveis.

O Moleque Travesso teve suas raízes no time Cotonifício Rodolfo Crespi F.C., fundado em 20 de abril de 1924, fruto da fusão do Extra São Paulo F.C. e do Cavalheiro Crespi F.C., tradicionais clubes da várzea da Moóca, formados por empregados da fábrica dos Crespi.

Na ocasião decidiu-se por manter as cores do Extra – vermelho, preto e branco – como sendo as oficiais da nova agremiação, aproveitando daquele a maioria dos jogadores.

No dia 24 de abril de 1925, o Cavalheiro Rodolfo Crespi ofertou ao time, que honrava o bom nome de sua fábrica no cenário esportivo, um amplo terreno situado na Alameda Javry nº 117, atual Rua Javari, a fim de que naquele espaço fosse desenvolvida a prática do futebol.

Na data de 19 de fevereiro de 1930, em Assembleia Geral Extraordinária, a diretoria da agremiação resolveu mudar o nome.

Saía de cena o romântico Cotonifício Rodolfo Crespi F.C. e surgia o imortal Clube Atlético Juventus.

A sugestão do novo nome partiu de Crespi, que tinha preferência pelo time da Juventus, na Itália.

As cores oficiais do clube passaram a ser a grená e o branco, cuja semelhança tratava-se justamente da outra equipe da mesma cidade de Turim, o Torino.

 

FONTES: Alô Tatuapé – Edição Histórica

 

Em pé, da esquerda para a direita: Pedro, Sidinho II, Vicente, Rubinho, Pedrinho e Pelado.

Agachados, na mesma ordem: China, Tará, Somoza, Sidinho I e Siduca..

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: Pepino, Oswaldo, Mimi, Carlinhos, Alberto e Rodrigues.

Agachados, na mesma ordem: Genarino, Aurélio, Guanabara, Nelson e Wilson.

 

Fonte: Popular da Tarde

 

Em pé, da esquerda para a direita: Luis Carlos, Vicente, Biluca, Adilson, Geneci e Grimaldi.

Agachados, na mesma ordem: Neco, Clair, Claudio Lopes, Jorge Mendes e Luis Paulo.

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Triel, Noriva, Celso, Jair, Dias e Almir.

Agachados, na mesma ordem: Valdo, Alexandre, Eraldo, Ivo e Madeira.

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Odirlei, Jair Picerni, Wanderlei, Oscar, Carlos e Polozzi.

Agachados, na mesma ordem: Lúcio, Marco Aurélio, Rui Rei, Dicá e Tuta.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: (?), Lorico, Roque, Moacir, Tecão e Zé Mário.

Agachados, na mesma ordem: Rodrigues, Araujo, Julinho, Luís Carlos e (?)

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

 

Em pé, da esquerda para a direita: Sérgio, Batalhão, Carlos, Muri, Ticão e Zé Carlos.

Agachados, na mesma ordem: Tonho, Zé Luís, João Marques, Ademir e Guará.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: Ari, Elias, Idiarte Massariol, Strauss, Cardoso e Adolfinho.

Agachados, na mesma ordem: De Maria, Sato, Picolino, Rabeca e Gatão.

 

Para decidir o grande campeão do interior, o pioneiro da “Lei do Acesso”, XV de Novembro de Piracicaba e Clube Atlético Linense, da cidade de Lins, adentraram o gramado do Palestra Itália com grande público, que gerou uma renda de Cr$ 110.655,00, estabelecendo um recorde de renda no Campeonato do Interior da Segunda Divisão.

O primeiro tempo foi bastante equilibrado, especialmente pela cautela adotada pela equipe alvinegra, que postou sua defesa muito fechada. Após muita disputa na primeira etapa, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes, terminando com o placar de 0 x 0, deixando a decisão para a segunda etapa.

Já no segundo tempo, ao contrário do primeiro, a torcida pôde presenciar uma chuva de gols na capital paulista. Logo aos 4 minutos, Gatão conseguiu vencer Leopoldo, mandando a bola para o fundo do gol do Linense. Rabeca, aos 9 minutos, e De Maria, aos 22, ampliaram a vantagem para o time alvinegro, colocando 3 x 0 no placar.

Aos 28 minutos de jogo, Moreno conseguiu vencer Elias, diminuindo a vantagem e reascendendo a esperança da equipe do Noroeste Paulista. No entanto, a chama de esperança logo se apagou, quando, aos 34 minutos, Rabeca bateu para o gol e contou com o desvio de Jair I para colocar o 4 no placar do alvinegro. Aos 36 minutos, Gatão marcou o segundo dele no jogo, fechando o placar do jogo em 5 x 1 para o XV de Piracicaba, o “Pioneiro da Lei do Acesso”.

Um dos detalhes que chamaram a atenção na partida foi o zagueiro Idiarte. O xerife da defesa alvinegra disputou a partida com a mão direita quebrada, jogando toda a partida até o fim.

FICHA TÉCNICA: 

E.C. XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA 5 x 1 C.A. LINENSE

Data: 13 de fevereiro de 1948;

Local: Palestra Itália, em São Paulo/SP;

Gols: Gatão (XV), aos 4′ e 36′, Rabeca (XV), aos 9′ e 34′, De Maria (XV), aos 22′ e Moreno (Linense), aos 28′, todos do segundo tempo.

XV DE NOVEMBRO: Ari, Elias e Idiarte; Cardoso, Strauss e Adolfinho; De Maria, Sato, Picolino, Gatão e Rabeca. Técnico: Eugênio Vanni.

LINENSE: Leopoldo, Noca e Jair I; Gatinho, Braz e Mário; Demais, Moreno, Carabina, Jair II e Carmelo.

 

Fontes: Gazeta Esportiva, Historias do XV

 

Em pé, da esquerda para a direita: treinador Brandão, Chicão, Ivan, Jucy, Sir Perez, Oliveira, Índio e Adolfo Rizza.

Agachados, na mesma ordem: Massagista Anísio, Gilson, Cid, Baiano, Paulista e Zezé.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: Serjão, Ademir, Edinho, Sérgio Cosme, Cacau e Luis Alberto.

Agachados, na mesma ordem: Fernandinho, Jorge Nunes, Luisão, Didinho e Gilberto

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Caxambu, Fioroti, Duílio, Joãozinho, Laércio, Barros e Carioca.

Agachados, na mesma ordem: Paschoalino, Osvaldo, Rodrigues, Serafim e Arnaldo.

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Fonte: Gazeta Esportiva

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