Toninho Sereno

 

Partida realizada na data de 6 de abril de 1932, na Chácara da Floresta, em São Paulo-SP, onde se enfrentaram os campeões citadinos do ano de 1931.

Juiz: L. Cordovil (AMEA)

Gols: Friedenreich (3-SPFC) e Carola (AFC)

São Paulo F.C.: Joãozinho, Clodô e Barthô. Milton, Bino e Fabio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.

América F.C.: Sylvio, Lazaro e Hildegardo. Hermogenes, Oscarino e Walter. Allemão, Almeida, Carola, Zezinho e Miro.

Fonte: A Gazeta.

 

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: Diário Nacional.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fontes: A Gazeta e Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

OBS: Nesse time de Piccinin, ainda havia outros dois bons jogadores, os dois de nome Pedrinho, o goleiro Calafi e o ponta-esquerda Hércules, mais tarde famoso e da Seleção Brasileira.

Fonte: A Gazeta Esportiva.

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

Criada no ano de 1930, a ASEA – Associação Sant´Annense de Sports Athleticos – surgiu para agregar somente clubes de futebol sediados no bairro de Sant´Anna – Zona Norte da Capital.

 

Fonte: A Gazeta.

 

“Os morros e planaltos de Pinheiros eram cortados pelo Córrego do Rio Verde, que nascia perto de onde se localizam hoje a Avenida Doutor Arnaldo e a Rua Oscar Freire, desaguando no Rio Pinheiros, junto ao atual Shopping Center Iguatemi (PEZZOTTI, s/d). Também nessa topografia extremamente acidentada, localizava-se o Córrego das Corujas. Ambos atualmente passam quase despercebidos devido às canalizações e grandes trechos enterrados de seus leitos, porém antes eram as barreiras naturais que delimitavam o território que originou a Vila Madalena. Já no início do século XX, as localidades do lado oeste do Córrego do Rio Verde, compreendendo parte do Vale das Corujas, constituíam o Sítio do Rio Verde. Conta-se que o proprietário era um português que dividiu as terras entre suas três filhas: Ida, Beatriz e Madalena, as quais deram origem aos nomes dos atuais bairros Vila Ida, Vila Beatriz e Vila Madalena”.

Texto extraído da Pesquisa Científica elaborada por Débora Jun Portugheis, em julho de 2014, para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de são Paulo sob o título “VILA MADALENA: POLO DE COMÉRCIO, LAZER E CULTURA”

Dorinho (meia-esquerda) e Gas Braz (quarto zagueiro)

Crônica de autoria de Samuel dos Santos Polonio, publicada em 19 de julho de 2012.

“Lembrança da Vila Madalena”

“No ano de 1958 cheguei ao Brasil vindo de Portugal com seis anos de idade e, por sorte, vim morar na Rua Arapiraca nº 27 Vila Beatriz subdistrito de Vila Madalena.

Perto da minha casa ficavam os campos do Leão do morro, 7 de Setembro e o 1º de maio, que permaneceram até o ano de 1969 com o início da construção do Conjunto habitacional Natingui (B.N.H).

Brincadeiras não faltavam e eu jogava futebol o dia inteiro. Com 13 anos joguei no Dente de Leite do Leão do Morro, com grandes craques como: Gino, Ivo, Paulé, Pedro, Tonhão, Zé Valter, Reis, Carioca e Ademir, lembro-me dos grandes festivais e jogos do Leão do Morro (campeão varzeano em 1962 contra o Botafogo do Carrão e vice campeão em 64), principalmente o jogo final contra o Brasil de Pinheiros do craque Dorinho no campeonato de 1969, o jogo foi transmitido pela iniciante TV Globo no campo do 1º de Maio.

O torneio chegou ao fim com o Leão ganhando o jogo por 3 a 2 consagrando-se campeão. O Leão do Morro foi um dos principais times de várzea de São Paulo e teve grandes craques como: Miura, Carminho, Gáz Braz, Elinho, Zé Negão, Sábia, Dorinho, Delem, Roberto, Palito, Zinho, Mingo, Paulinho e não esquecendo o técnico Bonecão e o Álvaro (Barbeiro), um grande diretor”.

Fontes: Gazeta Esportiva Ilustrada, Pesquisa Científica “Vila Madalena: Polo de Comércio, Lazer e Cultura” e Samuel dos Santos Polonio.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: Revista Epoca Sportiva

 

Fonte: Diario Nacional

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: Diário Nacional.

 

Fonte: Diario Nacional.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

 

Texto extraído da “SÍNTESE HISTÓRICA DE CAÇAPAVA”, do professor José Damas Nogueira, no ano de 2008.

 

Nossa gloriosa alvi-celeste, nossa querida Associação Atlética Caçapavense dos bons tempos, é o resultado da vontade de um grupo de jovens que queriam, e muito, jogar futebol e que foram à luta para realizar seus ideais.

O esporte bretão empolgava a todos e em nossa cidade as atividades esportivas não tinham local adequado para ser realizadas. Resolveram escrever uma carta ao Conde Álvares Penteado, de São Paulo, comunicando-lhe que haviam fundado uma agremiação esportiva, denominada  “Esporte Club Álvares Penteado” e solicitavam dele o envio de uma bola de futebol para a inauguração do clube…!

E, vejam só …! Para surpresa e alegria geral, conseguiram uma ótima bola e uma expressiva carta do Conde Penteado.

Firmou-se, daí por diante, a ideia forte de, em verdade, fundarem uma associação esportiva de futebol.

Ao grupo já existente associaram-se outros amigos. Então, foram convocados todos os interessados que se reuniram no “Cassino Caçapavense”, cedido pelos proprietários, para fundar o clube e tornar realidade o velho sonho.

E aí, em Assembleia Geral, num ensolarado domingo, dia 14/12/1913, fundaram o sonhado e desejado clube e escolheram seu nome: Associação Atlética Caçapavense.

Alugaram um pasto pertencente ao Sr. Benedito Ferreira de Morais, no Bairro da Vera Cruz e transformaram-no num campo de futebol, onde inesquecíveis partidas futebolísticas aconteceram.

Aqui há necessidade de se ver outra história paralela.

Consta que antes da existência da A.A. Caçapavense já havia na cidade um outro clube, dedicado ao futebol, entidade denominada Sport Club Edu Chaves.

Realmente eu próprio sabia disso há anos, por informação de meu pai, que integrou o time como jogador da defesa, além de uma estimada foto que possuo, de uma partida de futebol realizada a 25/04/1915 do Edu Chaves contra o Santa Cecília Foot-Ball Club, este dirigido pelo famoso “Mané Lopes” e ainda de notícia publicada no jornal “O POVO”, da época, que dá até a escalação dos dois times.

Em janeiro de 1915 a AAC mudou sua sede social provisória no “sobrado” para um prédio na Praça Visconde do Rio Branco, no 16 e nesse mesmo ano ela conseguiu comprar e mudar seu campo de futebol para o espaçoso terreno, que marginava a Rua Cel. Manoel Inocêncio com a R. Comendador João Lopes, que serviu muito bem, por anos seguidos, para a prática do futebol.

Em 1929 a A.A. Caçapavense conseguiu comprar o antigo prédio da Rua Cap. João Ramos, de propriedade do Sr. João Prudente, onde há anos funcionava o Cine Central, que foi desativado e, após algumas adaptações necessárias, tornou-se a terceira sede social e agora própria, para alegria de todos (hoje, o local é ocupado pela agência da Nossa Caixa/Nosso Banco).

E a entidade, de muita história que não cabe neste resumo, realizou-se plenamente com suas festas e futebol, tendo também passado por crises financeiras em 1948/49 e 1970/75, quando teve que vender sua sede social e edificar outra na Av. Cel. Manoel Inocêncio, onde ainda permanece.

Caçapava, setembro de 2008

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Texto produzido pelo prof. José Damas Nogueira

Membro efetivo da Academia Caçapavense de Letras,

titular da Cadeira nº. 2, que tem como patrono o Dr.

José Pereira de Mattos.

fonte: camaracacapava.sp.gov.br

 

 

Juntos, Clodo, Fried e Bartho, também atuaram pelo Club Athletico Paulistano e pelo São Paulo F.C. da Floresta.

Fonte: “A Gazeta”.

 

FONTE: A Gazeta


 

 

 

FONTE: A Gazeta

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

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