Toninho Sereno

 

O Roma Football Club, do bairro da Água Branca, foi fundado na data de  1º de junho de 1918.

O clube era conhecido como o time dos “cardeaes” (escrita da época), numa alusão as cores vermelho e branco do seu uniforme.

Tinha seu campo na Rua Moxell e no ano de 1930 inaugurou sua sede na Rua Guaycurus número 121, onde realizou uma festa para a rainha da agremiação.

O Roma Football Club participou dos campeonatos paulistas de futebol em nove oportunidades, sendo quatro delas na 3ª divisão, nos anos de 1923, 1924, 1925 e 1928 e cinco delas na 2ª divisão, nos anos de 1927, 1929, 1930, 1931 e 1932.

FONTES: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano e Almanaque do Futebol Paulista.

 

O Esporte Clube Humberto Primo, do bairro de Villa Marianna, foi fundado na data de 1º de setembro de 1919.

O nome do clube é uma homenagem a  Humberto Primo de Savoya, rei da Itália entre os anos 1878 e 1900.

Seu primeiro campo para a prática do futebol situava-se na Rua França Pinto número 135, no bairro de Villa Marianna.

Esse estádio foi inaugurado na data de 22 de junho de 1931.

Disputou os campeonatos paulistas em cinco oportunidades, sendo três delas na 2ª Divisão, nos anos de 1932, 1933 e 1934 e duas na 1ª Divisão, nos anos de 1935 e 1936.

Esporte Clube Humberto Primo no ano de 1936 – A Gazeta

Quando da 2ª Guerra Mundial, os clubes que ostentavam nomes estrangeiros foram obrigados a mudar suas denominações.

Desta forma, na data de 30 de outubro de 1942, o Esporte Clube Humberto Primo mudou seu nome para Esporte Clube Vila Mariana.

Atualmente sua sede se situa na Rua Domingos de Moraes número 1768, no bairro de Vila Mariana.

Fontes: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano, Almanaque do Futebol Paulista e site do clube.

 

O Clube Atletico Parque da Moóca foi fundado na data de 26 de agosto de 1924 por imigrantes e descendentes de espanhóis da família Gongora e por alguns amigos.

Sua sede se situa na Rua Padre Raposo número 837, no bairro da Moóca, na Zona Leste da cidade de São Paulo.

foto: Diário Nacional – 1932

Foram estas suas participações nos campeonatos paulistas:

1929 – Divisão Municipal da APEA

1931 – Campeonato Municipal da APEA – equivalente a 4ª Divisão

1932 e 1933 – 2ª Divisão da APEA – campeão em 1932, com direito ao acesso a 1º Divisão

1934 – 1ª Divisão da APEA

1968 e 1969 – Campeão amador da Cidade de São Paulo

1971 – Campeão amador do Estado de São Paulo

Nos anos de 1979 e 1980 aventurou-se no futebol profissional

1979 – 5ª Divisão da Federação Paulista de Futebol

1980 – 3ª Divisão da Federação Paulista de Futebol – neste ano foi campeão da 1ª Taça São Paulo

Equipe campeã da 2ª Divisão da APEA, no ano de 1932

foto: A Gazeta – 1933

Fontes: Diário Nacional, Correio Paulistano, A Gazeta e site do clube.

 

O Club Athletico São Paulo Gaz foi fundado na data de 25 de maio de 1928, e era filiado a ACEA (Associação Commercial de Esportes Athleticos), da cidade de São Paulo.

Inicialmente sua sede se situou na Rua do Carmo, no Centro da cidade e, posteriormente, foi transferida para a Rua do Gazometro, 126, no bairro do Braz.

 

Os GAZISTAS, como eram conhecidos, possuíam estádio de futebol situado na Avenida do Estado, no bairro do Braz, o qual era mantido pela Companhia de Gaz de São Paulo.

O estádio foi inaugurado na data de 21 de maio de 1932. Nesse dia o São Paulo Gaz enfrentou a equipe do Club Athletico Britannia e venceu pelo placar de 4 a 0.

O árbitro foi o senhor Francisco Ganovez Sobrinho.

Os gols foram marcados por Edmundo, Cayuba, Moreno e Cesar, nessa sequência.

As equipes assim alinharam:

SÃO PAULO GAZ: Mathias, Orestes e Bertinelli. Josias, Cayuba e Edmeu. Edmundo, Victorino, Puttin, Cesar e Moreno.

BRITANNIA: Skinner, Lipdhim e Chitchester. Tairot, Pettigrew e Melvile. Toal, Hilton, Jamieson, Maclean e Dowaldsch.

OBS: A denominação Club Athletico São Paulo Gaz foi encontrada escrita dessa forma no Almanaque Esportivo Olympicus, do autor Tomaz Mazzoni, publicado no ano de 1943.

Entretanto, cumpre informar que, em todas as citações feitas a esse clube, encontradas nos diversos periódicos consultados, a denominação é São Paulo Gaz Futebol Clube.

Fontes: Diario Nacional, A Gazeta, Correio Paulistano e Almanaque Esportivo Olympicus, de Tomaz Mazzoni.

 

O União Vasco da Gama Futebol Clube, do bairro da Moóca, na cidade de São Paulo, foi fundado na data de 1º de maio de 1924.

Foto de 1929 do jornal A Gazeta

O clube teve nove participações no campeonato paulista, nos seguintes anos e divisões: 1927 (3ª), 1928 (2ª), 1929 (2ª), 1931 (4ª), 1932 (4ª), 1935 (2ª), 1938 (2ª) 1939 (2ª) e 1940 (2ª).

Anos 60

Antiga e histórica sede do clube, situada na Rua da Moóca, 3297.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, o historiador Waldevir Bernardo (Vie), Portal da Moóca, A Gazeta, e Almanaque do Futebol.

 

Fonte: A Gazeta

 

 

A Associação Atlética Açucena foi fundada na data de 8 de agosto de 1924.

Tinha sua sede estabelecida na Avenida Thomaz Edson número 2352, no bairro do Limão, Zona Norte da Cidade de São Paulo.

O clube era conhecido como “O Mais Querido da Várzea”.

Na reunião realizada para a fundação desse clube, havia dúvidas quanto ao nome que ele receberia. Naquela época, havia existido no bairro vizinho da Barra Funda, uma agremiação carnavalesca denominada AÇUCENA CLUBE, que um mês antes havia sido extinta. Foi sugerido esse nome, que teve aceitação geral.

Os fundadores da Associação Atlética Açucena foram os senhores Antonio Carvalho Leite, Bruno Barbosa, Manoel Fernandes Balsero, Eugenio Cavalini, Aparício da Silva, Fernando Iacovantuono, Salvador Iacovantuono (primeiro presidente), José Fernandes Mourão, Antonio da Silva, José A. Luciano, Salustiano da Silva (Lilico), Tarquinio Belmonte e Domingos Rosa.

Primeiro jogo: A.A. Açucena 2 x 1 União Progresso da Casa Verde (o famoso Esmaga Sapo).

Estreia do uniforme: A.A. Açucena 1 x 1 Sete de Setembro F.C. (Freguesia do Ó).

A A.A. Açucena formou com Henrique, Fernando e Zé Bento. Bruno, Salvador e Medaglia. Aparício, Tarquinio, Lilico, Tonico e Eugenio.

Significado de Açucena

Açucena é uma planta que pode corresponder ao gênero Amaryllis, Hippeastrum, Worsleya e Zephyranthes, da família das amarilidáceas. A flor desta planta, originária da América do Sul, também é conhecida como amarílis, flor-de-lis do Japão e flor-de-lis de São Tiago.

Fontes: “A Gazeta Esportiva Ilustrada”, revista “Futebol Total-Futebol Amador Varzeano” álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, significados.com.br e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

 

OBS: a história do clube já está inserida neste blog.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60 e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

Na data de 6 de julho de 1932, quando se iniciava a Revolução Constitucionalista de 1932, a Associação Athletica Alpargatas trocou seu nome para Clube Atlético Albion,  sendo certo que este clube desligou-se por completo da fábrica que lhe emprestava o nome.

Com a revolução, as atividades futebolísticas de todos os clubes paulistas sofreram um recesso, somente retomadas no final daquele ano.

E no início do ano de 1933, o Clube Atlético Albion disputou com o Luzitano Futebol Clube, numa melhor de duas partidas, o título de campeão da Primeira Divisão do futebol de São Paulo.

Na primeira partida aconteceu um empate por um ponto.

E na data de 15 de janeiro de 1933, no campo do Sport Club Internacional, o Clube Atlético Albion venceu o Luzitano Futebol Clube pelo placar de 4 a 1, sagrando-se o campeão de 1932, título esse que lhe garantiu o acesso a Divisão de elite de São Paulo.

Nessa partida final, as equipes assim alinharam:

ALBION: Rêde, Batata e Cachimbo. Sebastião, Nino e Moura. Frederico, Imparato, Celeste, Renato e Rolando.

LUZITANO: Rodrigues, Alfredo e Roxo. Accacio, Nobre e Accacio II. Paulo, Tatu, Toneco, Bianchini e Serrone.

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

 

 HISTÓRIA

Segundo relatos históricos de Jacomo Alves com 84 anos de idade.

O Vasco começou com a junção de Sacadura Cabral e Gago Coutinho e foi batizado de Grêmio Dramático Recreativo Vasco da Gama por Antônio Borges, aonde o Dramático origina-se de que o clube realizava peças dramáticas antecipando os bailes.

O primeiro campo do Vasco foi na Rua Padre Caldas Barbosa na década de 20 e teve passagem de grandes jogadores, dando ênfase ao time tri-campeão da liga de Santana (João Xatulé, Brasílio, Pereirinha, Filhote, Toninho da Chácara, China, Olívio, Diamantino, Angé, Ulisses, Tatu, Agostinho, De Maria etc…). Foi com esse time em que o clube ficou conhecido, aonde até as mulheres e crianças ocupavam os caminhões que acompanhavam o clube em suas disputas.

Dentre as grandes figuras destaca-se a Dona Antonia Castino considerada a maior torcedora do clube, chegando a brigar com árbitros nos jogos e Oswaldo Monteiro Brandão, nosso massagista, que trabalhou 35 anos da federação universitária de esportes (FUPE) e foi massagista da seleção brasileira de volley.

A origem do mascote Galo Azul foi criada por Adolfo, que pintou um galo de azul para soltar no campo do Flamengo da Vila Maria.

O Vasco teve vários times, dentre os quais se destaca o time da década de 60, composto por: Soares, Octavio Solto, Zé Colméia, Nardão, João XXI, Lagartixa, Carlinhos, Lingüiça, Zé Mau, Pinga e Walter.

A primeira sede social foi situada na esquina da Avenida Joaquina Ramalho com a Rua João Ventura Baptista.

Nessa época fazia-se muitos bailes animados por Jacomo e sua orquestra, porém o melhor da época eram os bailes de carnaval.

Em 1968, o Vasco comprou a sua sede atual, na Rua José Bernardo Pinto, 486 na Vila Guilherme, onde está situado um ginásio de esportes com uma quadra de Futsal e um campo de Bocha Sintético com um time que participava de campeonatos, sendo presidente Dionízio Lopes Martins, 1º Vice-Presidente Carlos Alberto Reimão, 2º Vice-Presidente Antônio Francisco dos Santos.

Após estes, tivemos vários presidentes: Carlos Alberto Reimão, Eleotério Herrera, Jadir Silvestre, José dos Santos Estevão, Lúcio Martins, Luiz Henrique Gobby, Osvaldo Reimão, Raul Vilar, Vitorino Augusto Nascimento Morgado, Wolney Reimão, José Soares…
E foi na gestão de Carlos Alberto Reimão que o Vasco comprou um terreno e ampliou nosso clube com um lindo salão social de 374m².

A diretoria atual, trabalha para desenvolver um projeto social para crianças, jovens, adultos e idosos com arte marcial, escolinha de futebol e ginástica.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”, site “Vila Guilherme, a Pérola da Zona Norte” e site do clube (de onde foi retirada sua história).

Especiais agradecimentos ao ex-arqueiro José Soares.

 

Sua formação principal era Vucel, Monte e Cocodé. Zico, Romana e Armando. Luizinho, Olegario, Gouveia, Sebastião e Alarico.

O Paulista Futebol Clube participou do Campeonato Paulista da Segunda Divisão nos anos de 1948, 1949, 1950, 1952 e 1954.

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: A Gazeta.

 

Campeonato Paulista de 1932 – Associação Atlética São Bento (Capital) 1 x 1 Sport Club Germânia

Partida realizada na data de 26 de maio de 1932, no campo da A.A. São Bento.

Juiz: Victorio Sylvestre.

Gols: Fidé (AASB) e Mayrena (SCG)

São Bento: Annibal, Mesquita e Votorantim. Ruiz, Paco e Rubens. Caetano, Moacyr, Barriloti, Fidé e Waldemar.

Germânia: Damião, Moura e Antunes. Cayuba, Carnera e Ferreira. Antoninho, José, Nenê, Mayrena e Patrício.

 

Fonte: Diário Nacional.

 

O alvinegro do bairro do Bom Retiro, fundado na data de 14 de dezembro de 1927, disputou o campeonato paulista da primeira divisão (atual segunda divisão) nos anos de 1932,1933, 1934 e 1935.

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional.

 

Amistoso em 1932 – São Paulo F.C. (SP) 1 x 1 C.R. Vasco da Gama (RJ)

Partida realizada na data de 12 de maio de 1932, na Chácara da Floresta, em São Paulo.

Juiz: Virgilio Fredrighi, do Rio de Janeiro.

Gols: Friedenreich (SPFC) e Gallego (CRVG)

São Paulo: Joãosinho, Caetano e Barthô. Milton, Bino e Fabio. Luizinho, Alvaro, Friedenreich, Araken e Junqueira.

Vasco da Gama: Waldemar, Domingos e Italia. Tinoco, Henrique e Gringo. Bahianinho, Gallego, Russinho, Bahia e Sant´Anna.

Fonte: Diário Nacional

 

Todos os jogos foram realizados na data de 24 de abril de 1932, no estádio da Chácara da Floresta.

 

1º jogo – Palestra Italia x C.A. Ypiranga

Juiz: Paulo Wenzel

Palestra: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Garcia. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.

Ypiranga: Ratto, Bruno e Roval. Nilo, Santos e Gallet. Figueiredo, Moreschi, Nelson, Dias e Fellipeli.

O Palestra classificou-se: dois escanteios contra um escanteio do Ypiranga.

 

2º jogo – S.C. Syrio x SC Germania

Juiz: Enéas Sgarzi

Syrio: Abdalla, Chaves e Ferreira. Del Grande, Vanni e Tuffi. Del Pero, Waldemar, Petronilho, Pedrinho e Vicente.

Germania: Pedro, Moura e Antunes. Cayuba, Carneira e Ferreira. Patricio, José, Chimenti, Mayrena e Corsato.

O Syrio classificou-se: dois gols de Petronilho e um escanteio contra dois escanteios do Germania.

 

3º jogo – S.C. Internacional x Portugueza de Esportes

Juiz: Antonio Sotero de Mendonça

Internacional: Piva, Pastore e Agostinho. Rossi, Bastos e Manggione. Pelluzzo, Carlos, Heitor, Arantes e Vicente.

Portugueza: Waldemar, Passarine e Duarte. Xará, Waldomiro e Del Nero. Guilherme, Pixo, Carioca, Alberto e Zequinha.

O Internacional classificou-se: Um gol de Pelluzzo e um escanteio contra um escanteio da Portugueza.

 

4º jogo – A.A. São Bento x C.A. Santista

Juiz: José Folker

São Bento: Amparo, Mesquita e Votorantim. Ruiz, Duilio e Pacco. Caetano, Moura, Barrilotti, Bindo e Waldemar.

Santista: Lazaro, Nenucho e Pintanella. Bisoca, Zarzur e Goulart. David, Gy, Nabor, Mena e Selesio.

O C.A. Santista classificou-se: um escanteio contra nenhum da A.A. São Bento.

 

5º jogo – S.C. Corinthians Paulista x Santos F.C.

Juiz: Carlos Friedenreich

Corinthians: Hamos, Neco e Conti. Sala, Rizieri e Joãozinho. Orlando, Zuza, Mamede. Mingo e Ratto.

Santos: Victor, Meira 2º e Feitiço. Zinho, Agostinho e Abreu. Victor, Armandinho, Strauss, Ceppo e Hugo.

O Santos F.C. classificou-se: Dois gols (Armandinho e Agostinho) e um escanteio contra um escanteio do Corinthians.

 

6º jogo: São Paulo F.C. x C.A. Juventus

Juiz: Attilio Grimaldi

São Paulo: Joãozinho, Clodoaldo e Barthô. Iracy, Bino e Fábio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.

Juventus: José, Segalla e Piola. Joãozinho, Brandão e Carlos. Raul, Nico, Orlando, Moacyr e Euvaldo.

O São Paulo F.C. classificou-se: um gol de Barthô e um escanteio contra um escanteio do C.A. Juventus.

 

SEMIFINAIS

 

7º jogo: Palestra Italia x S.C. Syrio

Juiz: Victorio Sylvestre

Syrio: Abdalla, Chaves e Ferreira. Del Grande, Vanni e Tuffi. Caetano, Waldemar, Petronilho, Pedrinho e Vicente.

Palestra Italia: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Garcia. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.

O Palestra Italia classificou-se: um gol de Imparato e um escanteio contra um escanteio do S.C. Syrio.

 

8º jogo: S.C. Internacional x C.A. Santista

Juiz: Antonio Sotero de Mendonça

Internacional: Piva, Pastore e Agostinho. Rossi, Bastos e Manggione. Pelluzzo, Carlos, Heitor, Arantes e Vicente.

Santista: Lazaro, Nenucho e Pintanella. Pennaforte, Zarzur e Goulart. David, Gy, Nabor, Mena e Selesio.

O C.A. Santista classificou-se: um gol de Gy e dois escanteios contra nenhum do S.C. Internacional.

 

9º jogo: Santos F.C. x São Paulo F.C.

Juiz: Carlos Strobel

Santos: Victor, Meira 2º e Feitiço. Zinho, Agostinho e Abreu. Victor, Armandinho, Miguelzinho, Ceppo e Hugo.

São Paulo: Joãozinho, Clodoaldo e Barthô. Iracy, Bino e Fábio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.

O São Paulo F.C. classificou-se: dois gols (Araken e Armandinho) contra um gol do Santos F.C. (Feitiço) e um escanteio.

 

10º jogo: Palestra Italia x C.A. Santista

Juiz: Antonio Sotero de Mendonça

Palestra Italia: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Giglio. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.

Santista: Lazaro, Nenucho e Pintanella. Pennaforte, Zarzur e Goulart. David, Gy, Nabor, Mena e Selesio.

O Paletra Italia classificou-se: dois escanteios contra um escanteio do C.A. Santista.

FINAL

11º Palestra Italia x São Paulo F.C.

Juiz: Antonio Sotero de Mendonça

Palestra Italia: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Giglio. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.

São Paulo: Joãozinho, Clodoaldo e Barthô. Iracy, Bino e Fábio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.

O São Paulo F.C. sagrou-se campeão: 1 gol (Barthô) e um escanteio contra nenhum do Palestra italia.

 

Fonte: Diário Nacional

 

Campeonato Paulista de Futebol do Interior do ano de 1931

Os clubes campeões de suas respectivas regiões.

1ª região – Botafogo F.C. – Ribeirão Preto

2ª região – C.A. Cravinhos – Cravinhos

3ª região – Campinas F.C. – Campinas

4ª região – Floresta A.C. – Amparo

5ª região – Rio Claro F.C. – Rio Claro

6ª região – E.C. XV de Novembro – Jaú

7ª região – Ruy Barbosa F.C. – São Carlos

8ª região – A.A. Avareense – Avaré

9ª região – Paulista F.C. – Jundiaí

10ª região – Cachoeira F.C. – Cachoeira

11ª região – E.C. Taubaté – Taubaté

12ª região – E.C. XV de novembro – Piracicaba

13ª região – Mirassol F.C. – Mirassol

 

SEMI FINAIS

6 de março de 1932

Campinas F.C. 3 x 3 Paulista F.C. – campo do Antarctica F.C. – Rua da Moóca

Juiz: Attilio Grimaldi

Gols: Celso, Luna e Zé Luiz (c) (Paulista) e Daniel, Camillo (2) (Campinas)

Campinas F.C.: Cambuhy, Guedes e Chiquito. Zé Luiz, Elegancia e  Urbano. Pacheco, Daniel, Camillo, Ferrinho e Orestes.

Paulista: Zé Dica, Gallo e Fregola. Soares, Baptista e Bento. Celso, Diaco, Camargo, Lamaneres e Luna.

Ruy Barbosa F.C. x Mirassol F.C. – campo da A.A. Internacional de Bebedouro

Classificado: Mirassol F.C.

Floresta F.C. 2 x 4 C.A. de Cravinhos – campo da S.E. Sanjoanense – em São João da Boa Vista

Classificado: C.A. de Cravinhos

E.C. XV de Novembro de Piracicaba 2 x 1 Rio Claro F.C. – campo do Guarany F.C. de Campinas.

Classificado: E.C. XV de Novembro de Piracicaba.

13 de março de 1932

Campinas F.C. 2 x 1 Paulista F.C. – campo do Antarctica F.C. – Rua da Moóca (partida desempate)

Juiz: Paulo Wenzell

Gols: Daniel e Ferrinho (Campinas) e Carlos (Paulista)

Campinas F.C.: Cambuhy, Guedes e Chiquito. Zé Luiz, Elegancia e Urbano. Pacheco, Daniel, Camillo, Peres e Ferrinho.

Paulista: Zé Dica, Gallo e Fregola. Soares, Baptista e Bento. Paulo, Diaco, Carlos, Camargo e Luna.

Classificado: Campinas F.C.

 

E.C. XV de Novembro de Jaú 2 x 1 Mirassol FC – em Jaú

Juiz: Victorio Sylvestre

Gols: Domicio e Andó (XV Jaú) e Sola (Mirassol)

XV de Novembro F.C.: Armando, Marcilio e Arlindo. Paschoal, Tiry e Tino. Gostoso, Domicio, Paschoalzinho, Andó e Paixão ou Arthur.

Mirassol F.C.: Benedicto, Bazzani e Galiléo. Piccinin, Flavio e Zezinho. Sola, Licas, Rodarte ou Gotardi, Alfredo e Petronio.

Classificado: E.C. XV de Novembro de Jaú

 

20 de março de 1932

Cachoeira F.C. 2 x 3 Campinas F.C. – campo do Antarctica F.C. – Rua da Moóca

Cachoeira F.C.: Ary, Nogueira e Zezinho. Laurindo, Macedo e Pinto. Antonio, Moreira, ???, Adauto e Lulu.

Campinas F.C.: Cambuhy, Guedes e Chiquito. Zé Luiz, Elegancia e Urbano. Pacheco, Daniel, Camillo, Ferrinho e Locha.

Classificado: Campinas F.C.

 

E.C. XV de Novembro de Piracicaba 4 x 3 E.C. XV de Novembro de Jaú – em Barra Bonita

Classificado : E.C. XV de Novembro de Piracicaba.

 

03 de  abril de 1932

E.C. XV de Novembro de Piracicaba  3 x 0 Campinas F.C. – campo da A.A. Internacional de Limeira

Classificado: E.C. XV de Novembro de Piracicaba.

 

FINAL

17 de abril de 1932

E.C. XV de Novembro de Piracicaba 2 x 1 C.A. de Cravinhos – campo da A.A. São Bento da Capital

Juiz: Paulo Wenzel

Gols:  Lenzo (2-XV de Novembro) e Gumercindo (Cravinhos)

E.C. XV de Novembro (Piracicaba): Alcides I, Monaco e Petrone. Venerando, Moacyr e Nascimento. Alcides II, Lenzo, Aureo, Godoy e Leme.

C.A. Cravinhos: Romeu, Heitor e Nelson. Changue, Gumercindo e Marchette. Jogadinho, Luiz, Olavo, Serrone e Bomfim.

 

Campeão: E.C. XV de Novembro de Piracicaba

 

Fontes: Diário Nacional e A Gazeta

 



Fonte: Diário Nacional datado do dia 4 de março de 1932 (sexta-feira)

 

O Mocidade do Glicério Futebol Clube, foi fundado na data de 8 de maio de 1937.

Era conhecido como o Galo da Liberdade, e sua sede se situava na Rua do Glicério, número 88, no bairro do Cambuci.

Fontes: foto do time posada, encaminhada pelo autor Gilberto Maluf, jornal Última Hora, do Paraná, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

A Associação Atlética e Recreativa Nacional, do bairro do Bom Retiro, fundada na data de 14 de março de 1913, completou no mês passado 104 anos de existência.

Sua sede situa-se na Rua Anhaia, no bairro do mesmo nome.

Trata-se de um dos mais antigos clubes de futebol amador, da cidade de São Paulo, ainda em existência.

Fontes: site do clube, meus arquivos, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

O Esporte Clube Sul Americano, do bairro do Bom Retiro, foi fundado na data de 25 de julho de 1932.

Foi um dos grandes clubes do bairro do Bom Retiro. Seu estádio era situado próximo a Marginal do Rio Tietê, onde hoje está estabelecido um conjunto de prédios de moradias populares.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional.

 

Partida realizada na data de 6 de abril de 1932, na Chácara da Floresta, em São Paulo-SP, onde se enfrentaram os campeões citadinos do ano de 1931.

Juiz: L. Cordovil (AMEA)

Gols: Friedenreich (3-SPFC) e Carola (AFC)

São Paulo F.C.: Joãozinho, Clodô e Barthô. Milton, Bino e Fabio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.

América F.C.: Sylvio, Lazaro e Hildegardo. Hermogenes, Oscarino e Walter. Allemão, Almeida, Carola, Zezinho e Miro.

Fonte: A Gazeta.

 

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: Diário Nacional.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fontes: A Gazeta e Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

OBS: Nesse time de Piccinin, ainda havia outros dois bons jogadores, os dois de nome Pedrinho, o goleiro Calafi e o ponta-esquerda Hércules, mais tarde famoso e da Seleção Brasileira.

Fonte: A Gazeta Esportiva.

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

Criada no ano de 1930, a ASEA – Associação Sant´Annense de Sports Athleticos – surgiu para agregar somente clubes de futebol sediados no bairro de Sant´Anna – Zona Norte da Capital.

 

Fonte: A Gazeta.

 

“Os morros e planaltos de Pinheiros eram cortados pelo Córrego do Rio Verde, que nascia perto de onde se localizam hoje a Avenida Doutor Arnaldo e a Rua Oscar Freire, desaguando no Rio Pinheiros, junto ao atual Shopping Center Iguatemi (PEZZOTTI, s/d). Também nessa topografia extremamente acidentada, localizava-se o Córrego das Corujas. Ambos atualmente passam quase despercebidos devido às canalizações e grandes trechos enterrados de seus leitos, porém antes eram as barreiras naturais que delimitavam o território que originou a Vila Madalena. Já no início do século XX, as localidades do lado oeste do Córrego do Rio Verde, compreendendo parte do Vale das Corujas, constituíam o Sítio do Rio Verde. Conta-se que o proprietário era um português que dividiu as terras entre suas três filhas: Ida, Beatriz e Madalena, as quais deram origem aos nomes dos atuais bairros Vila Ida, Vila Beatriz e Vila Madalena”.

Texto extraído da Pesquisa Científica elaborada por Débora Jun Portugheis, em julho de 2014, para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de são Paulo sob o título “VILA MADALENA: POLO DE COMÉRCIO, LAZER E CULTURA”

Dorinho (meia-esquerda) e Gas Braz (quarto zagueiro)

Crônica de autoria de Samuel dos Santos Polonio, publicada em 19 de julho de 2012.

“Lembrança da Vila Madalena”

“No ano de 1958 cheguei ao Brasil vindo de Portugal com seis anos de idade e, por sorte, vim morar na Rua Arapiraca nº 27 Vila Beatriz subdistrito de Vila Madalena.

Perto da minha casa ficavam os campos do Leão do morro, 7 de Setembro e o 1º de maio, que permaneceram até o ano de 1969 com o início da construção do Conjunto habitacional Natingui (B.N.H).

Brincadeiras não faltavam e eu jogava futebol o dia inteiro. Com 13 anos joguei no Dente de Leite do Leão do Morro, com grandes craques como: Gino, Ivo, Paulé, Pedro, Tonhão, Zé Valter, Reis, Carioca e Ademir, lembro-me dos grandes festivais e jogos do Leão do Morro (campeão varzeano em 1962 contra o Botafogo do Carrão e vice campeão em 64), principalmente o jogo final contra o Brasil de Pinheiros do craque Dorinho no campeonato de 1969, o jogo foi transmitido pela iniciante TV Globo no campo do 1º de Maio.

O torneio chegou ao fim com o Leão ganhando o jogo por 3 a 2 consagrando-se campeão. O Leão do Morro foi um dos principais times de várzea de São Paulo e teve grandes craques como: Miura, Carminho, Gáz Braz, Elinho, Zé Negão, Sábia, Dorinho, Delem, Roberto, Palito, Zinho, Mingo, Paulinho e não esquecendo o técnico Bonecão e o Álvaro (Barbeiro), um grande diretor”.

Fontes: Gazeta Esportiva Ilustrada, Pesquisa Científica “Vila Madalena: Polo de Comércio, Lazer e Cultura” e Samuel dos Santos Polonio.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: Revista Epoca Sportiva

 

Fonte: Diario Nacional

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: Diário Nacional.

 

Fonte: Diario Nacional.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

Fonte: A Gazeta.

 

 

 

Texto extraído da “SÍNTESE HISTÓRICA DE CAÇAPAVA”, do professor José Damas Nogueira, no ano de 2008.

 

Nossa gloriosa alvi-celeste, nossa querida Associação Atlética Caçapavense dos bons tempos, é o resultado da vontade de um grupo de jovens que queriam, e muito, jogar futebol e que foram à luta para realizar seus ideais.

O esporte bretão empolgava a todos e em nossa cidade as atividades esportivas não tinham local adequado para ser realizadas. Resolveram escrever uma carta ao Conde Álvares Penteado, de São Paulo, comunicando-lhe que haviam fundado uma agremiação esportiva, denominada  “Esporte Club Álvares Penteado” e solicitavam dele o envio de uma bola de futebol para a inauguração do clube…!

E, vejam só …! Para surpresa e alegria geral, conseguiram uma ótima bola e uma expressiva carta do Conde Penteado.

Firmou-se, daí por diante, a ideia forte de, em verdade, fundarem uma associação esportiva de futebol.

Ao grupo já existente associaram-se outros amigos. Então, foram convocados todos os interessados que se reuniram no “Cassino Caçapavense”, cedido pelos proprietários, para fundar o clube e tornar realidade o velho sonho.

E aí, em Assembleia Geral, num ensolarado domingo, dia 14/12/1913, fundaram o sonhado e desejado clube e escolheram seu nome: Associação Atlética Caçapavense.

Alugaram um pasto pertencente ao Sr. Benedito Ferreira de Morais, no Bairro da Vera Cruz e transformaram-no num campo de futebol, onde inesquecíveis partidas futebolísticas aconteceram.

Aqui há necessidade de se ver outra história paralela.

Consta que antes da existência da A.A. Caçapavense já havia na cidade um outro clube, dedicado ao futebol, entidade denominada Sport Club Edu Chaves.

Realmente eu próprio sabia disso há anos, por informação de meu pai, que integrou o time como jogador da defesa, além de uma estimada foto que possuo, de uma partida de futebol realizada a 25/04/1915 do Edu Chaves contra o Santa Cecília Foot-Ball Club, este dirigido pelo famoso “Mané Lopes” e ainda de notícia publicada no jornal “O POVO”, da época, que dá até a escalação dos dois times.

Em janeiro de 1915 a AAC mudou sua sede social provisória no “sobrado” para um prédio na Praça Visconde do Rio Branco, no 16 e nesse mesmo ano ela conseguiu comprar e mudar seu campo de futebol para o espaçoso terreno, que marginava a Rua Cel. Manoel Inocêncio com a R. Comendador João Lopes, que serviu muito bem, por anos seguidos, para a prática do futebol.

Em 1929 a A.A. Caçapavense conseguiu comprar o antigo prédio da Rua Cap. João Ramos, de propriedade do Sr. João Prudente, onde há anos funcionava o Cine Central, que foi desativado e, após algumas adaptações necessárias, tornou-se a terceira sede social e agora própria, para alegria de todos (hoje, o local é ocupado pela agência da Nossa Caixa/Nosso Banco).

E a entidade, de muita história que não cabe neste resumo, realizou-se plenamente com suas festas e futebol, tendo também passado por crises financeiras em 1948/49 e 1970/75, quando teve que vender sua sede social e edificar outra na Av. Cel. Manoel Inocêncio, onde ainda permanece.

Caçapava, setembro de 2008

________________________________________

Texto produzido pelo prof. José Damas Nogueira

Membro efetivo da Academia Caçapavense de Letras,

titular da Cadeira nº. 2, que tem como patrono o Dr.

José Pereira de Mattos.

fonte: camaracacapava.sp.gov.br

 

 

Juntos, Clodo, Fried e Bartho, também atuaram pelo Club Athletico Paulistano e pelo São Paulo F.C. da Floresta.

Fonte: “A Gazeta”.

 

FONTE: A Gazeta


 

 

 

FONTE: A Gazeta

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: “A Gazeta”.

 

Fonte: “A Gazeta”.

 

Caçapava é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizado em uma região estratégica, entre São José dos Campos e Taubaté.

O nome do município origina-se da lingua tupi e significa clareira ou “passagem na mata”, de ka’a, “mata” e asapaba, “passagem”.

Provavelmente, esse nome é devido à grande fenda natural que existe na Serra do Mar, e que nessa região é responsável pelos densos nevoeiros vindos do Oceano Atlântico no período de inverno.

A Associação Atlética Caçapavense, da cidade de Caçapava (SP), foi fundada na data de 9 de dezembro de 1913.

Sua sede se localiza na Rua Coronel Manoel Inocêncio número 450.

Antigo estádio.

Seu estádio denomina-se Capitão José Ludgero de Siqueira.

Disputou o campeonato paulista de futebol nos anos de 1964, 1965 e 1966, sempre pela 3ª Divisão de Profissionais.

 

 

No ano de 2013, a Associação completou 100 anos de existência. Essa é a camiseta do centenário.

Fontes: Site do clube, Wikipedia, Almanaque do Futebol Paulista e o Livro Os Esquecidos – Arquivo do Futebol Paulista.

 

O União Mútua Futebol Clube, do bairro de Vila Carioca, subdistrito do bairro do Ipiranga, situado na Zona Sul, da capital paulistana, foi fundado na data de 24 de maio de 1930.

É conhecido como “O Gigante do Bairro”.

Tem seu estádio na Rua Álvaro Fragoso número 590 e sua sede no número 313 da mesma rua.

Seu escudo possui cinco cores: vermelho, amarelo e verde, a faixa azul em diagonal e as mãos com luvas brancas, que representam a Espanha, Itália, Portugal e Brasil, pois o clube foi fundado por imigrantes desses países.

Em dezembro de 2010 publiquei um artigo intitulado “O Futebol na Vila Carioca”, que julgo valer a pena reproduzir nesta data.

 

O FUTEBOL NA VILA CARIOCA

Um amigo encontrou o escudo do União Mútua Futebol Clube postado por mim e me mandou um e-mail que achei interessante postar no blog,  pois ele simplesmente acabou narrando um pouco da história do futebol do bairro da Vila Carioca – Distrito do Ipiranga – Zona Sul da Capital de São Paulo.

Toninho, boa tarde,

O escudo do União Mútua é exatamente este.

O clube era o mais estruturado da Vila Carioca e olha que ali haviam inúmeros times, só para citar alguns: Cruzada Paulista (Rua Aida); XI Primos (hoje na Rua Amadis – morei do outro lado da rua); Auri Verde, Cruzeiro, Carioquinha e Santos (todos Rua Auri Verde) , sendo que o presidente Lula jogou no Santos; o XI Carioca, com sede na Rua Colorado e o Bahia com sede na Rua Ubarana, no bar do Zito, que é pai do Pepo (bar do XI Primos) e do “Escovão”.

Na sede da União Mútua, ocorriam bailes de sábado à noite e de carnavais, as matines eram lotadas, assim como recebeu vários cantores e promoveu bons festivais de futebol de salão e no campo, sendo que os jogadores se trocavam na sede e iam à pé para o campo.

Pra encerrar: Na despedida de solteiro do “Escocês”, em 1980 teve um jogo de solteiros X casados, eu com 16 anos joguei no gol do time dos solteiros, ao final, o Escocês, nu, correndo em volta do campo.

Um abraço.

Nascimento   

PS – José Antonio do Nascimento atualmente é Delegado de Polícia do DEIC de São Paulo.

        Escocês é um dos grandes compositores de sambas enredo e faz parte da  Escola de Samba Imperador do Ypiranga, que também é da Vila Carioca.
PS – O Delegado de Polícia José Antonio do Nascimento foi assassinado na data de 14 de janeiro de 2016, quando retornava para sua residência.

 

Fontes: site do clube, site Upiranga (com u mesmo), álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Diário Nacional

 

O Estrela da Saúde Futebol Clube teve sua origem no bairro da Saúde, e foi fundado no dia 1º de setembro de 1917 por imigrantes italianos, operários das indústrias de fiação Moinho Santista.

A primeira sede do Estrela situava-se na Rua Carneiro da Cunha, no bairro da Saúde, onde permaneceu por mais de vinte e cinco anos.

Posteriormente mudou-se para a  Estrada da Cumbica número 475, na represa de Guarapiranga.

Sua primeira partida deu-se contra o Esporte Clube São Bernardo, da cidade de São Bernardo do Campo, onde perdeu por 3 a 1. Como o Estrela da Saúde ainda não tinha respectivo fardamento, fez uso de um uniforme nas cores azul e vermelho, emprestado pelo Garibaldinos Futebol Clube.

O Estrela da Saúde disputou a 2ª Divisão do Campeonato Paulista de Futebol, ainda no ano de 1927.

No ano de 1939, o Estrela foi inscrito na Divisão Varzeana da Federação Paulista de Futebol, onde, por diversas vezes sagrou-se campeão pela Sub-Liga Ruy Barbosa.

Em 1949, sagrou-se campeão varzeano e disputou contra o Esporte Clube Aparecida, da cidade de Aparecida, o direito de ingressar na 2ª Divisão da Federação Paulista de Futebol. O Estrela venceu por 2 a 1 e em 1950 profissionalizou-se.

Como profissional, ainda pela 2ª Divisão, participou nos anos de 1950, 1951, 1952, 1955 a 1961 e pela 3ª Divisão no ano de 1962.

No ano de 1959, o Estrela foi campeão da 2ª Divisão e, com isso, promovido à 1ª Divisão. Entretanto, como o clube havia perdido seu estádio, e a Federação Paulista de Futebol exigia que os clubes da 1ª Divisão tivessem estádio  com capacidade para 15.000 pessoas no mínimo, o sonho teve fim.

Fontes: Site do clube, O site do futebol amador, Almanaque do Futebol Paulista e o Livro Os Esquecidos – Arquivo do Futebol Paulista.

 

 

O Esporte Clube Sampaio Moreira, do bairro do Tatuapé, foi fundado no dia 1º de setembro de 1929.

Seu nome é referência a um antigo e grande proprietário de terras no bairro.  Seu primeiro fardamento foi ofertado por Tomaz Aurichio e sua primeira equipe foi formada com elementos do Lusitana F.C., agremiação que estava sendo extinta na ocasião.

Foram seus fundadores e primeiros diretores: José Pires, Gonçalo Peres, Santos de Oliveira, Carlos Augusto da Cunha, Nei da Conceição, Ramão Garcia Alonso, Antonio Deleni, Alcides Thiago, Brasilino Delmando, Ernesto Batalha, Ângelo Leonda, Ângelo Pagone, João Sábio, Henrique Moraes, Joaquim Cruz e Antonio Marrero.

O Esporte Clube Sampaio Moreira e o Vila Primavera Futebol Clube, eram as duas equipes mais temidas da região.

No ano de 1935 disputou a 2ª Divisão do Campeonato Paulista de Futebol.

O Sampaio Moreira é, sem dúvida alguma, um dos grandes campeões do bairro. Entre seus inúmeros títulos conquistados destacamos os seguintes: Campeão da Série M. Penha e Belém de 1934, Campeão do Tatuapé em 1940, Campeão Varzeano do IV Centenário, Campeão Amador da Capital do IV Centenário, Campeão do Setor 8 de 1955, Campeão do Torneio Tamanqueiro de 1955, Campeão Varzeano de 1956, Vice-campeão Amador da Capital em 1956, Bi-campeão Amador do Estado de 1957 e 1958, Bi-campeão Amador da FPF 1959 e 1960, Vice-campeão Amador da Capital 1959 e 1960, Campeão da Seme Setor Leste 1980.

Sua sede se situa na Rua Tijuco Preto, 1023 e também excelente salão de festas com entrada pela Rua Vilela, 892.


Fontes: site do clube, Almanaque do Futebol Paulista, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

O Grêmio Desportivo e Recreativo Sete de Setembro, do bairro da Água Rasa, situado na Zona Leste, da capital paulistana, foi fundado na data de 7 de setembro de 1931.

O Sete foi campeão de um torneio promovido pelo jornal “O Dia” e, por duas vezes, sagrou-se bicampeão varzeano de futebol, pela “Liga Duque de Caxias”.

O primeiro bicampeonato aconteceu nos anos de 1941/1942 e o segundo bicampeonato nos anos de 1945/1946.

Sua sede se situa na Rua Bom Jesus, 707, no bairro da Água Rasa.

Fontes: site do clube, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, e o historiador Waldevir Bernardo, o “Vie”.

 

José Porphyrio da Paz, de farda, na inauguração da Sede do São Paulo, em 1936

O São Paulo Futebol Clube, fundado no dia 25 de janeiro de 1930, celebra na data de hoje os 81 anos do reinício das atividades do clube – em 16 de dezembro de 1935 – em memória aos tricolores que não deixaram os símbolos e tradições são-paulinas desaparecerem.

Neste ano, os associados do São Paulo aprovaram um novo Estatuto. Nele, uma justiça histórica se fez valer: o reconhecimento, por todos, de que o Tricolor foi fundado em 25 de janeiro de 1930. O fato por si só não é novidade. A data já constava nos Estatutos entre 1956 e 1973 (e também posteriormente, em segundo plano). Como se sabe, o São Paulo nasceu em berço de ouro, fruto da fusão de sócios e jogadores de dois grandes times da era amadora do futebol no Brasil – fato que gerou as cores do clube (o vermelho do CA Paulistano, o preto da AA das Palmeiras e o branco comum a ambos), o símbolo, a bandeira, os uniformes…

Também é de conhecimento de muitos que, quando o clube se restabeleceu em 16 de dezembro de 1935, a mesma situação abastada não se repetiu. Reconstruído do zero, os jogadores, sócios e dirigentes do Tricolor batalharam muito para voltar a ocupar um lugar de destaque no cenário nacional.

O CLUBE DA FÉ

Após a conquista de um Campeonato Paulista, em 1931, quatro vice-campeonatos estaduais (1930, 1932, 1933 e 1934), além de outro segundo lugar no Torneio Rio São Paulo de 1933, o Tricolor se viu em meio a tribulações do futebol no Brasil decorridas da disputa entre defensores do profissionalismo e do amadorismo e da consequente cisão das ligas esportivas, que atingiu o ápice durante e após a Copa do Mundo de 1934.

Alijado de vários dos principais atletas do clube por meses, que foram cooptados pela CBD – federação a qual o São Paulo não era federado, o Tricolor foi extremamente prejudicado no Campeonato Paulista. Contudo, pouco tempo depois, os principais clubes da APEA, a federação estadual, abandonaram a entidade e fundaram uma nova liga, desta vez filiada à CBD – que os “conquistou” com rendas e promessas de amistosos internacionais. Esta mudança de rumos dividiu os são-paulinos. Muitos preferiam ver o fim do time a se associarem com a entidade que tanto prejudicou a equipe anteriormente. Mesmo assim, a filiação ocorreu! Isto, aliado a outras disputas internas decorrentes, levou a maioria dos 205 sócios fundadores a aprovar a fusão com o CR Tietê em 14 de maio de 1935.

ARTIGO ESPECIAL COM A HISTÓRIA DETALHADA SOBRE 1930-1935

Na prática, o que aconteceu foi a cessão do patrimônio e passivos do clube (os quais, em maioria, eram débitos com os próprios dirigentes) ao vizinho de Chácara da Floresta, que passou a se chamar Clube de Regatas Tietê-São Paulo. Ou seja, os boatos sobre o prejuízo causado pelo uso do Palácio do Trocadero como sede social não passam de lendas. O futebol profissional do Tricolor, instalado em 1933, era superavitário e o valor dos “passes” de craques como Friedenreich e Araken eram exorbitantes!

Contudo, o Tricolor não acabou ali. Em verdade, em momento algum deixou de existir. Enquanto o CR Tietê-São Paulo, no primeiro estatuto dele após a fusão, rejeitava o uso das cores, símbolos e do nome do São Paulo Futebol Clube, não se apoderando deles, o Grêmio Tricolor, entidade nascida em 9 de fevereiro de 1935 entre os sócios são-paulinos e reconhecida dentro da própria associação, mantinha vivo o legado moral, institucional e histórico do Esquadrão de Aço. Foi este grêmio que articulou a criação do Clube Atlético São Paulo, em 4 de junho de 1935, como também conclamou os tricolores a comparecerem à reunião que selou o destino do clube em 16 de dezembro de 1935.

Por causa dessa fase tempestuosa, o famoso jornalista Thomaz Mazzoni, em 1937, batizou o São Paulo como o “Clube da Fé”, pois só com “a fé em seu destino e o amor ao seu hoje”, o Tricolor voltaria a se tornar um dos grandes do futebol. E foi em 16 de dezembro de 1935 que tudo recomeçou.

A REFUNDAÇÃO

A directoria do Grêmio Tricolor convida todos os srs. conselheiros e consócios para uma nova reunião a fim de tratar de assumptos do interesse geral que terá lugar hoje, ás 20 horas, na rua 11 de Agosto, 9-A.

Vale notar nessas poucas linhas publicadas no jornal Correio de São Paulo do dia 16 de dezembro que convidaram os são-paulinos a se reunirem e a reerguerem o São Paulo Futebol Clube que, especificamente, não tratava da fundação ou refundação de associação alguma. Parecia, meramente, uma reunião normal sobre as atividades do Grêmio. O que demonstra, mais uma vez, a continuidade da entidade.

Embora inativo dentro das quatro linhas entre maio e dezembro daquele ano, o Tricolor Paulista não havia abandonado o coração dos torcedores por um segundo sequer. Esses aficionados se concentraram em frente ao local anunciado com antecedência e, às 19h, grande multidão já aguardava a reunião que daria novos rumos ao Clube da Fé.

Às 20 horas teve início a assembleia mais intensa e emocionante da história do São Paulo. A sessão magna foi aberta pelo Tenente Porphyrio da Paz, cujas palavras de abertura fizeram vibrar a todos na casa. Terminado o discurso, o próprio Porphyrio foi indicado pelos colegas ali presentes a presidir os trabalhos da noite.

Entre exclamações e muita animação foram propostos o estudo e aprovação dos estatutos, trabalho esse que durou mais de duas horas. Aprovados que foram os mesmos, deu-se início então à eleição da Diretoria, que ficou assim constituída:

  • Presidente, Manoel Carmo Meca;
  • 1º Vice-Presidente, Alcides Borges;
  • 2º Vice-Presidente, Francisco Pereira Carneiro;
  • 1º Secretário, Éolo Campos;
  • 2º Secretário, Luiz Felipe Paula Lima;
  • 1º Tesoureiro, Manoel Arruda Nascimento;
  • 2º Tesoureiro, Izidoro Narvaes;
  • Diretor Geral de Esportes: Tenente Porphyrio da Paz.

Meca, o aclamado Presidente, não estava presente no início da assembleia em que foi honrado pois, justamente no dia anterior ao momento tão esperado por todos os são-paulinos, seu filho falecera. Ainda assim, sob luto, compareceu no decorrer da reunião e foi o primeiro signatário da ata que batizou o Tricolor.

A continuidade do clube é demonstrada, mais uma vez, no registro da própria ata datada de 16 de dezembro de 1935, quando o presidente Manoel Carmo Meca prometeu que “os membros da diretoria não mediriam sacrifícios para que o Pavilhão Tricolor voltasse a tremular glorioso nos campos esportivos do Brasil, elevando cada vez mais o nome do São Paulo Futebol Clube, cognominado o Esquadrão de Aço“, apelido este concedido ao Tricolor pelo time de Friedenreich.

Por volta da meia-noite, debaixo de salva de palmas e urras de vivas ao Clube, a São Paulo e ao Brasil, foi finalizada a sessão que trouxe de volta ao mundo o time que futuramente se tornaria um bastião do futebol arte e da competitividade, refletidos na vasta gama de jogadores exemplares e de conquistas obtidas.

 

A ATA

Aos dezesseis dias do mês de dezembro de mil novecentos e trinta e cinco, nesta cidade de S. Paulo, às vintes horas, numa das salas do prédio nº 9ª, da Rua Onze de Agosto, perante grande número de pessoas interessadas que atenderam a um convite feito por intermédio da imprensa pela Diretoria do Grêmio Tricolor, realizou-se a assembléia que teve por fim fundar o ‘São Paulo Futebol Clube’.

Na qualidade de um dos diretores do Grêmio Tricolor presente à reunião, o Sr. Tenente José Porphyrio da Paz, depois de expor os motivos da convocação da assembléia, pediu que indicassem um dos presentes àquela reunião, para dirigir os trabalhos. Por unanimidade foi indicado o nome do Sr. Tenente José Porphyrio da Paz, que assumindo a Presidência da mesa escolheu para seus secretários os Srs. Éolo Campos e Francisco Pereira Carneiro.

Depois de agradecer a sua indicação, o Sr. Presidente deu conhecimento da ordem dos trabalhos que obedeceram a seguinte ordem do dia: a) Leitura, discussão e aprovação dos Estatutos; b) Eleição da diretoria; c) Admissão de sócios como fundadores; d) Isenção de jóia; e) convocação de nova assembléia para eleição do Conselho Deliberativo e Fiscal; f) Registro dos Estatutos.

Atendendo, pois, a ordem do dia, o sr. Presidente mandou que o Secretário procedesse a leitura dos estatutos. Pede a palavra o sr. Dr. José Carlos da Silva Freire, que propôs que a discussão e aprovação dos estatutos fossem feitas por capítulos e pediu permissão para que ele mesmo procedesse a leitura dos estatutos a fim de facilitar os esclarecimentos que fossem necessários in laudo durante a discussão.

Aprovada esta proposta, o sr. Dr. Freire deu início à leitura e o sr. Presidente foi pondo à discussão e aprovação, capítulo por capítulo, sendo aprovados sem debates os capítulos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º. Após a leitura do capítulo 6º, o sr. Edgard de Toledo pediu a palavra e propôs que a esse capítulo fosse aumentado o seguinte parágrafo, nas atribuições da Diretoria: ” m) elaborar e afixar em lugar ostensivo da sede social o balancete mensal do movimento financeiro do clube para conhecimento dos associados”. Esta emenda foi recebida com muita simpatia e aprovada unanimemente.

Em seguida, passou-se à discussão e aprovação os demais capítulos, sendo todos eles aprovados e declarados em pleno vigor, desde aquele momento, os estatutos, que em seguida vão transcritos:

[...]

Passa-se depois à segunda parte da ordem do dia: eleição da Diretoria. Depois de diversas indicações foi aclamada e eleita para o primeiro biênio a seguinte Diretoria, que tomou posse imediatamente, entrando logo em função: Presidente: Manoel Carmo Meca; 1º Vice-Presidente: Alcides Borges; 2º Vice-Presidente: Francisco Pereira Carneiro; 1º Secretário: Éolo Campos; 2º Secretário: Luiz Felippe Paula Lima; 1º Tesoureiro: Manoel de Arruda Nascimento; 2º Tesoureiro: Isidoro Narvaes e Diretor Geral de Esportes: Tenente José Porphyrio da Paz.

As terceira e quarta partes da ordem do dia, admissão de sócios fundadores e isenção de joia, foram discutidas conjuntamente, sendo resolvido que fossem aceitos como sócios fundadores a todos que se inscrevessem e preenchessem as formalidades dos estatutos até 31 de dezembro corrente e isento de joia todos os que se inscreverem até 31 de janeiro de 1936.

Antes de levantar a sessão, o sr. Presidente declarou que a diretoria iria tomar as providencias necessárias para que os estatutos fossem prontamente registrados e prometeu que todos os membros da Diretoria estavam dispostos a não medirem sacrifícios para que o pavilhão tricolor voltasse a tremular glorioso nos campos esportivos do Brasil, elevando cada vez mais o nome do São Paulo Futebol Clube, cognominado o ‘Esquadrão de Aço’.

Debaixo de aplausos dos presentes, o sr. Presidente propôs que se consignasse em ata um voto de louvor e agradecimento ao dr. José Carlos da Silva Freire pelo esforço e dedicação que demonstrou na confecção dos estatutos do S. Paulo Futebol Clube e pelo interesse que tem dispensado para tudo que lhe é solicitado pelos seus diretores, sendo esta sua proposta unanimemente aprovada.

Nada mais havendo a tratar, o sr. Presidente declarou encerrado os trabalhos da Assembleia e mandou que se lavrasse a presente ata, o que foi feito por mim, secretário, e assinada pelos presentes.

  • Manoel do Carmo Meca
  • Cid Mattos Viana
  • Francisco Pereira Carneiro
  • Éolo Campos
  • Manoel Arruda Nascimento
  • Izidoro Narvaes
  • Francisco Ribeiro Carril
  • José Porphyrio da Paz
  • Eduardo Oliveira Pirajá
  • Frederico Antônio Germano Menzen
  • Francisco Bastos
  • Sebastião Portugal Gouvêa
  • Dorival Gomes dos Santos
  • Deocleciano Dantas de Freitas
  • Carlos A. Azevedo Salles Júnior

Assinaturas póstumas:

  • Alcides Rodrigues Borges
  • Álvares de Azevedo Bittencourt
  • Pedro Virgolino de Freire Sobrinho
  • Edmundo Granville Sobrinho
  • Thomaz Carlos André Mauri
  • Manoel Martins
  • Lázaro Pedroso
  • Álvaro Magalhães Leite
  • Paulo Brandão
  • Mário Ambuba
  • Edison Fonseca
  • José Azevedo Ribeiro
  • Brasilino Marcucci
  • Manoel Lopes
  • Manoel Pereira Amarante
  • Jarbas de Castro
  • Edgard Toledo
  • Edmundo Toledo
  • Jayme Roso
  • Ariosto Amalfi
  • Egydio Toledo
  • Waldemar R. Albien
  • Herculano Bastos
  • Adonyram Alves de Oliveira
  • Mário Silva Pereira
  • Olívio Alves
  • Antônio Queiroz
  • Joaquim Ribeiro
  • Antônio Góngora
  • Arnaldo Tedeschi
  • Joaquim Garcia
  • Humberto Sprovieri
  • Luís Felipe de Paula Lima
  • Álvaro Moraes
  • Jorge Paulo Moura
  • João Abílio Rogério
  • Ignácio Barbuchi
  • José F. Moreira
  • João Cananta Almeida
  • Pedro Pallow Sobrinho
  • Sebastião Rodrigues Negrão
  • Antônio Martins de Siqueira
  • Antônio Moraes Junior
  • Manoel dos Santos
  • Ruben Pazzanese
  • (Nome ilegível)
  • Bernardino Sampaio
  • José Penido
  • Oswaldo Richtman
  • Durval de Figueira Filho
  • José da Silveira Cintra
  • Luiz de Freitas
  • Cícero Faro
  • Sylvio Faro
  • Eduardo Faro
  • Paulo Ribeiro Villela
  • Polycarpo Meca
  • J. B. Gomes Parnahyba
  • João Sarrea
  • Cyro de Barros Azevedo
  • Aloísio de Souza Vianna
  • Terante J. Abílio
  • João Gomes Martins Sobrinho
  • Diamantino Cravo
  • José de Oliveira Filho
  • Vitoriano Garcia da Fonseca
  • José Moreira de Toledo
  • José Loureiro
  • Antônio M. Sobrinho
  • Renato A. Ribeiro
  • George de Assis Fonseca
  • João Camargo de Souza
  • José Bueno Franco

E outros 206 nomes que assinaram após o lavramento da ata.

Fonte: site do clube

 

O Ribeirão Pires Futebol Clube, da cidade do mesmo nome, foi fundado na data de 8 de julho de 1911.

Sua sede está estabelecida na Avenida Brasil número 330. no Centro de Ribeirão Pires.

A primeira diretoria do clube foi assim constituída:

  • Presidente José Laurito;
  • Vice-presidente Arcanjo Boareto;
  • Secretário João Duarte Jr.;
  • Vice-secretário Francisco Carpinelli;
  • Capitão Roberto Zimmerman;
  • CobradorJosé Fortes;
  • Fiscais de Campo Antonio Grecco, Arcá Prisco e Jacondino Carcillo.

As primeiras sedes foram provisórias, em imóveis cedidos por integrantes da diretoria. Em 1936 o clube comprou um terreno na Avenida Santo André (atual Conteto) e foi iniciada a construção da sua primeira sede social própria, inaugurada no dia 20 de janeiro de 1940. Nos primeiros anos da década de 40, as atividades consistiam em reuniões dançantes e futebol, no campo ao lado do Moinho da rua Major Cardim.

Em 1947 foi comprado do Sr. João Ugliengo uma área de 30 mil metros quadrados para a construção da praça de esportes, atual área do RPFC. Na década de 50 foi iniciada a campanha para a construção do Estádio Felício Laurito, inaugurado em 1956 com um jogo entre Palmeiras e RPFC, com vitória do alviverde do Parque Antárctica por 4 a 2. O Ginásio de Esportes, que recebeu o nome do seu fundador, João Domingues de Oliveira, foi inaugurado quatro anos depois. A partir de 1960 foram iniciadas várias obras, como a primeira piscina, vestiários, futura sede social e outras dependências.

O Ribeirão Pires Futebol Clube é hoje o mais antigo clube em atividade na região do ABC.

FONTES: A Gazeta, site do clube, livro “Os Esquecidos – Arquivos do Futebol Paulista, da Editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev.

 

O União dos Operários Futebol Clube foi fundado na data de 1º  de maio de 1917 e, na época,  sua sede se situava, às margens do rio Tietê, onde existiam alguns clubes de regatas e que se utilizavam desse rio para praticarem treinamentos e competições.

O leito do rio teve sua estrutura alterada e hoje ele caminha quase que em linha reta.

Porém, o clube se situa no mesmo local agora mais próximo à marginal do rio Tietê.

Sua sede está estabelecida na Rua Juvenal Gomes Coimbra número 64 – Catumbi/Belenzinho, na cidade de São Paulo.

Por sete vezes o União dos Operários Futebol Clube disputou o campeonato paulista de futebol, sendo cinco vezes na terceira divisão, nos anos de 1927, 1929, 1930, 1931 e 1933 e  duas vezes na segunda divisão nos anos de 1932 e 1934.

No dia primeiro de maio do ano que vem, o clube irá completar 100 anos de existência.

FONTES: A Gazeta, site do clube, livro “Os Esquecidos – Arquivos do Futebol Paulista, da Editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev.

 

O Esporte Clube União Silva Telles, do Bairro do Pari, situado na Zona Centro, da capital paulistana, foi fundado na data de 10 de agosto de 1912, e é conhecido como o “Vovô da Várzea”, em virtude de ser o mais antigo clube varzeano da cidade de São Paulo.

 

Formação da equipe no ano de 1926

Dentre os diversos títulos conquistados pelo clube pariense destacamos os seguintes:

Vice-campeão amador nos anos de 1941 e 1943 – Sub-Divisão Almirante Barroso – Braz-Pary-Canindé – Federação Paulista de Futebol;

Vice-campeão amador no ano de 1946 – Primeira Divisão – Federação Paulista de Futebol.

Campeão amador no ano de 1947 – Divisão Principal – Federação Paulista de Futebol

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

Fontes: A Gazeta, Correio Paulistano, Historias do Pari, Diário Nacional e álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60.

 

No ano de 1930 foi fundada a LPEA – Liga Pinheirense de Esportes Athleticos, que passou a organizar um campeonato com os melhores clubes do bairro de Pinheiros – Zona Oeste da Capital – os quais dariam início à disputa do título de campeão pinheirense de futebol.

A sede da LPEA funcionava à Rua do Commercio, 118, mesmo local onde estava instalada a sede do clube Luzo-Palestra F.C.:

Eram membros da LPEA os clubes abaixo relacionados:

LUZO-PALESTRA F.C.

ITALO LUZITANO F.C.;

E.C. CORINTHIANS VARZEANO;

A.A. FLOR DO ITAYM;

E.C. PRIMEIRO DE MAIO;

HEROES BRASILEIROS F.C.;

CRUZEIRO DO SUL F.C.;

BARQUEIROS F.C.;

ESTRELLA DO ORIENTE F.C.;

PORTUGAL A.F.C.;

UNIÃO PORTUGUEZA F.C.;

VITAL BRASIL F.C.;

C.A. CAVEIRA DE OURO;

UNIÃO OPERÁRIOS (Villa Magdalena).

 

Fonte: A Gazeta

 

 

CLUB ATHLETICO SANTISTA

SÃO PAULO F.C.

C.E. AMÉRICA

E.C. GERMÂNIA

C.A. JUVENTUS

A. PORTUGUESA DE ESPORTES

A.A. SÃO BENTO (CAPITAL)

C.A. YPIRANGA

Torneio Início – Campeonato Paulista de 1931

 

Todos os jogos foram realizados na data de 22 de março de 1931, no Estádio da Chácara da Floresta. 

1º jogo – C.A. Santista (Santos) WO Guarany F.C. (Campinas);

2º jogo – C.A. Juventus 1 x 1 C.E. América – nos escanteios Juventus 1×0;

3º jogo – S.C. Corinthians Paulista 1 x 0 E.C. Germânia;

4º jogo – A.A. São Bento 2 x 0 C.A. Ypiranga;

5º jogo – S.C. Syrio 2 x 1 São Paulo F.C.;

6º jogo – Palestra Italia 1 x 0 A. Portuguesa Esportes;

7º jogo – C.A. Santista 1 x 1 C.A. Juventus – nos escanteios Santista 3×0;

8º jogo – S.C. Corinthians Paulista 2 x 1 A.A. São Bento;

9º jogo – S.C. Syrio venceu o Palestra Italia, por abandono de campo;

10º jogo – C.A. Santista (Santos) 2 x 0 S.C. Corinthians Paulista;

11º jogo – C.A. Santista (Santos) 1 x 0 S.C. Syrio

 

Club Athletico Santista (Santos) campeão.

 

Fontes: A Gazeta e O Caminho da Bola de Rubens Ribeiro

 

O Clube Atlético Penhense, do Bairro Penha de França, situado na Zona Leste, da capital paulistana, foi fundado na data de 1º de janeiro de 1924, e durante muitos anos foi conhecido como o “Campeão da Penha”, tendo em vista as inúmeras vitórias conquistadas pelo grêmio alvinegro.

A sede do Penhense era situada na Rua da Penha número 47.

 

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

Fontes: A Gazeta, Correio Paulistano, Diário Nacional e álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60.

 

 

 

 

Lusitana Futebol Clube – Bauru (SP) – campeã do torneio “Initium”, da Liga Bauruense de Futebol. Os jogos foram realizados no domingo dia 16 de agosto de 1931.

OBS: o nome do clube é mesmo LUSITANA FUTEBOL CLUBE e não Lusitania Futebol Clube, como aparece em alguns trechos da matéria publicada pelo jornal.

Fonte: Diário Nacional

 

 

 

O Lausanne Paulista Futebol Clube, do Bairro do mesmo nome, situado na Zona Norte da capital paulistana, foi fundado na data de 20 de março de 1927.

Jovens dissidentes do então Pedreira Futebol Clube, capitaneados pelo saudoso Francisco Gaboni e Arquimedes Mateuchi, se reuniram na casa de Francisco Gaboni para tratarem da fundação de um novo clube.

Presentes estavam Serafim Valente, Alfredo de Souza, Ernesto Bandini, Eduardo Bandini, Pedro e José Gaboni.

Nessa reunião, às 21 horas, do dia 20 de março de 1927, determinou-se a fundação do Lausanne Paulista Futebol Clube.

 

Na década de 30, marcada por grandes conquistas esportivas, e pela proximidade da Serra da Cantareira, ganhou o apelido de “Tigre da Cantareira”.

 

O time que impunha respeito.

Uma das formações que alegrava os lausannenses.

Da esquerda para a direita: Edmundo, Zé Português, Silvio Ravelli, Albano.

Abaixados: Joaquim, Mesquita, Jorginho, Waldemar e Vivaldo.

 

No ano de 1962, O Lausanne Paulista Futebol Clube inaugurou sua sede própria e também sua Praça de Esportes denominada Alberto Savoy.

 

 

 

Hino do Lausanne Paulista Futebol Clube

Letra: Francisco Beloni

Música: Galilei Limoni

 

Lausannense, tu és uma glória

A lutar por uma raça no esporte

Sempre, sempre almejando a vitória

A luzir haverá uma estrela

Na várzea sempre hão de conhecê-la

No fulgor esportivo a brilhar

Em defesa do ideal a luta

 

Para frente, portanto, confiando

A jogar, a vencer, a sorrir

Uma vez a peleja atirando

Levarás a vitória ao porvir

Indo sempre, se impondo a conquista

Será sempre o glorioso vencedor

Tendo sempre por lema o amor

A legenda Lausanne Paulista

 

Falarão então, Lausanne, agremiação altaneira

Com orgulho e com ardor, oh! Tigre da Cantareira

 

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

 

Fontes:

A História do Tigre da Cantareira – Edição histórica ilustrada dos 75 anos do Lausanne Paulista F.C.;

Álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60;

Fotos google.

 

 

O Vila Primavera Futebol Clube, do Bairro do Tatuapé, na capital paulistana, fundado na data de 1º de março de 1930, foi um dos grandes clubes surgidos na Zona Leste da capital paulistana.

Seu campo se situava na Rua Maria Eugênia, junto aos muros da indústria de rádios Philco, próximo ao Parque do Piqueri.

No ano de 1950, o Vila Primavera Futebol Clube atuou no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, onde enfrentou a Seleção Brasileira de Futebol Amador.

 

 

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

FONTES: A Gazeta, Correio Paulistano, Diário Nacional, Gazeta Virtual e álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60.

 

 

Seleção Paulista

Campeonato Brasileiro de Seleções de 1931 – São Paulo 6 x 4 Paraná

Partida realizada na data de 19 de julho de 1931, na Chácara da Floresta, em São Paulo.

Juiz: Virgilio Fredrighi, do Rio de Janeiro.

Gols: Luizinho (3), Heitor (2) e Siriri (São Paulo) e Gabardino (2) e Levorato (2) (Paraná)

São Paulo: Athié, Grané e Loschiavo. Milton, Goliardo e Munhoz. Luizinho, Heitor, Friedenreich, Feitiço e Siriri.

Paraná: Alberto, Anjelino e Borba. Andretta, Duia e Ross. Levorato, Vani, Gabardino, Emilio e Carnieri.

Fonte: A Gazeta

 

O Grêmio Carlos Gomes, do bairro da Barra Funda, zona central da Capital paulistana, fundado na data de 06 de maio de 1913, foi um dos grandes clubes de futebol varzeanos surgidos no bairro, no início do século passado.

Era também conhecido pelo apelido de “Leão do México”.

 

Especiais agradecimentos a Waldevir Bernardo.

 

FONTES: Mercado Livre, A Gazeta, Diário Nacional e álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60.

 

Fonte: Diário Nacional

 

 

Fonte: Diário Nacional

 

O Brasil perdeu o maior de seus capitães na manhã desta terça-feira (25). Aos 72, Carlos Alberto Torres nos deixou vítima de um infarto fulminante. O canal Sportv, onde o ex-jogador trabalhava como comentarista, confirmou a informação.

O primeiro homem a beijar a taça Jules Rimet na Copa do Mundo de 1970, o responsável por broncas em Pelé e companhia, o autor do gol derradeiro na decisão diante da Itália. O Brasil fica órfão de um dos seus grandes gênios.

Fluminense, Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos. Todos esses times tiveram a chance de ver a classe, o nível e o carisma de um dos maiores laterais-direito. Com a bola nos pés, nem Franz Beckenbauer ficava na frente do nosso camisa 4.

Carreira de Carlos Alberto Torres
Fluminense (1963 a 1966 e 1974 a 1977)
Santos (1966 a 1971 e 1971 a 1974)
Botafogo (1971)
Flamengo (1977)
New York Cosmos – EUA (1977 a 1980 e 1982)
California Surf – EUA (1981)

Títulos de Carlos Alberto Torres
Jogador
Fluminense – Campeonato Carioca (1964, 1975 e 1976);
Santos – Recopa Sul–Americana (1968), Campeonato Brasileiro (1965 e 1968), Campeonato Paulista (1965, 1967, 1968, 1969 e 1973) e Torneio Rio–São Paulo (1966)
Seleção – Jogos Pan–Americanos (1963; medalha de ouro) e Copa do Mundo de 1970 (campeão)

Treinador
Flamengo – Campeão Brasileiro de 1983
Fluminense – Campeão Carioca de 1984
Botafogo – Campeão da Copa Conmebol de 1993

Fonte: Yahoo

 

 Pirajuhy Athletico Clube em uma formação no ano de 1930

O Pirajuhy Athletico Clube, da cidade de Pirajuí-SP, foi fundado na data de 27 de dezembro de 1927.

É conhecido como “O Vovô da Cidade”.

Foi bicampeão regional amador do Estado de São Paulo nos anos de 1949/1950.

O departamento de futebol encontra-se desativado.

 

Sua sede se situa na Rua Nove de Julho – Centro

 

Foto da equipe – Diário Nacional

 

Inauguração do seu estádio na data de 14 de julho de 1930.

Fonte: Diário Nacional

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Fonte: jornal “A Gazeta”.

 

Fonte: jornal “A Gazeta”.

 

Fonte: jornal “Diario Nacional”.

 

Fonte: jornal “Diario Nacional”.

 

Fonte: jornal “A Gazeta”.

 

Fonte: jornal “A Gazeta”.

 

Fonte: jornal “A Gazeta”.

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