Toninho Sereno

 

Foto rara, de 1989: Galícia Esporte Clube – Salvador – BA

 

Em pé, da esquerda para a direita: Mauro, Dias, Renan, Biro-Biro, Edilson e Marco Antonio.

Agachados, na mesma ordem: Leo, Pitico, Chamusca, Marcelo e Juruna.

Esse time era treinado por Orlando Peçanha.

 

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Ambrósio, Penachio, Neuri, Café,  Mota e Nelson Coruja.

Agachados, na mesma ordem: J. Alves, Cabinho, Gildo, Milton e Marco Aurélio.

 

Fonte: Jornal da Tarde

 

OBS: O zagueiro Carlos Alberto Penachio  jogou no América F.C. de São José do Rio Preto, no Uberaba S.C., Sport Club Recife, Clube Atlético Paranaense e no São Paulo Futebol Clube.

No Tricolor paulista atuou entre os anos de 1963 e 1966.

Faleceu na data de 10 de novembro de 2017, aos 71 anos de idade.

 

 

Campeonato paulista de 1954 – 2ª Divisão de Profissionais

E.C. Taubaté 9 x 2 A.E. Velo Clube Rioclarense (Rio Claro)

Partida realizada na data de 27 de fevereiro de 1955, na cidade de Taubaté

Juiz: Vladimir Alexsandrov

Gols: Berto (6) e Silvio (3) (T) e Tonhão e Araraquara (Velo)

Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga. Ananias, Zé Américo e Ivan. Taino, Durval, Berto, Benedito e Silvio.

Velo: Cabeção, Casonato e Salvador. Valdemar, Milton e China. Tito, Bera, Tonhão, Sampaio e Araraquara.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

A Associação Athletica Casale Paulista, foi fundada na data de 3 de dezembro de 1917, e tinha sua sede localizada no Largo do Cambuci, 25 – no bairro do mesmo nome, na Zona Sul da cidade de São Paulo.

Os “casalinos” tinham seu campo na Rua Clímaco Barbosa número 56, cujo gramado foi inaugurado na data de 8 de setembro de 1929.

A “Campeã do Cambuci”, como era conhecida, foi considerada, durante sua existência, a mais forte agremiação do bairro.

No “Primeiro Grande Campeonato Amador de Futebol”, conhecido também como “Taça de São Paulo de 1931”, promovido pelo jornal A Gazeta, participaram 203 equipes, e a Associação Athletica Casale Paulista ficou com o 4º lugar.

O campeonato foi vencido pelo C.A. Villa Nova Mazzei.

Fonte: A Gazeta

 

Em pé, da esquerda para a direita: Vevé, Di, Adailton, Ortunho, Rubens e Joel.

Agachados, na mesma ordem: Mário, Carbone, Nilso, Osvaldinho e Toninho.

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Silas, João Luís, Bolivar, Juarez, Manguinha, Pécos e Kita.

Agachados, na mesma ordem: Tato, Gilberto Costa, João Batista, Gilson Gênio e o massagista Bolão.

FINAL: Melhor de três

Primeira partida: 31 de agosto de 1986

S.E. Palmeiras 0 x 0 A.A. Internacional

Local: Estádio do Morumbi (São Paulo) Árbitro: Romualdo Arppi Filho
Público pagante: 104.136 Renda: CZ$ 3.043.640,00

Cartão amarelo: Manguinha (AAI)
PALMEIRAS: Martorelli, Diogo, Márcio Alcântara, Vágner Bacharel (Amarildo) e Denys; Lino, Edu Manga e Mendonça; Jorginho, Edmar (Mirandinha) e Éder. Técnico: Carbone.

INTERNACIONAL: Silas, João Luís, Juarez, Bolívar e Pecos; Gilberto Costa, Manguinha e João Batista; Tato, Kita (Gilcimar) e Lê (Carlos Silva). Técnico: Pepe.

 

Segunda partida: 3 de setembro de 1986

S.E. Palmeiras 1 x 2 A.A. Internacional

Local: Estádio do Morumbi (São Paulo) Árbitro: Dulcídio Vanderley Boschilla
Público pagante: 68.564 Renda: CZ$ 2.443.610,00

Cartão Amarelo: Denys e Éder (SEP) e Silas (AAI).

Expulsão: Jorginho (SEP) 39 do 2º Tempo

Gols: Kita aos 5 e Tato aos 9 (AAI) e Amarildo (SEP) aos 29 minutos do segundo tempo.
PALMEIRAS: Martorelli, Diogo (Ditinho), Márcio, Amarildo e Denys; Lino (Mendonça), Gerson e Jorginho; Mirandinha, Edmar e Éder. Técnico: Carbone.
INTERNACIONAL: Silas, João Luis, Juarez, Bolivar e Pecos; Manguinha, Gilberto Costa e João Batista (Alves), Tato, Kita e Lê (Carlos Silva). Técnico: Pepe.

 

Fontes: Jornal da Tarde e Campeões do Futebol

 

O Clube Atlético Juventus tornou famosa a Rua Javari, onde se registraram jogos memoráveis.

O Moleque Travesso teve suas raízes no time Cotonifício Rodolfo Crespi F.C., fundado em 20 de abril de 1924, fruto da fusão do Extra São Paulo F.C. e do Cavalheiro Crespi F.C., tradicionais clubes da várzea da Moóca, formados por empregados da fábrica dos Crespi.

Na ocasião decidiu-se por manter as cores do Extra – vermelho, preto e branco – como sendo as oficiais da nova agremiação, aproveitando daquele a maioria dos jogadores.

No dia 24 de abril de 1925, o Cavalheiro Rodolfo Crespi ofertou ao time, que honrava o bom nome de sua fábrica no cenário esportivo, um amplo terreno situado na Alameda Javry nº 117, atual Rua Javari, a fim de que naquele espaço fosse desenvolvida a prática do futebol.

Na data de 19 de fevereiro de 1930, em Assembleia Geral Extraordinária, a diretoria da agremiação resolveu mudar o nome.

Saía de cena o romântico Cotonifício Rodolfo Crespi F.C. e surgia o imortal Clube Atlético Juventus.

A sugestão do novo nome partiu de Crespi, que tinha preferência pelo time da Juventus, na Itália.

As cores oficiais do clube passaram a ser a grená e o branco, cuja semelhança tratava-se justamente da outra equipe da mesma cidade de Turim, o Torino.

 

FONTES: Alô Tatuapé – Edição Histórica

 

Em pé, da esquerda para a direita: Pedro, Sidinho II, Vicente, Rubinho, Pedrinho e Pelado.

Agachados, na mesma ordem: China, Tará, Somoza, Sidinho I e Siduca..

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: Pepino, Oswaldo, Mimi, Carlinhos, Alberto e Rodrigues.

Agachados, na mesma ordem: Genarino, Aurélio, Guanabara, Nelson e Wilson.

 

Fonte: Popular da Tarde

 

Em pé, da esquerda para a direita: Luis Carlos, Vicente, Biluca, Adilson, Geneci e Grimaldi.

Agachados, na mesma ordem: Neco, Clair, Claudio Lopes, Jorge Mendes e Luis Paulo.

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Triel, Noriva, Celso, Jair, Dias e Almir.

Agachados, na mesma ordem: Valdo, Alexandre, Eraldo, Ivo e Madeira.

 

Fonte: Placar

 

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Odirlei, Jair Picerni, Wanderlei, Oscar, Carlos e Polozzi.

Agachados, na mesma ordem: Lúcio, Marco Aurélio, Rui Rei, Dicá e Tuta.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: (?), Lorico, Roque, Moacir, Tecão e Zé Mário.

Agachados, na mesma ordem: Rodrigues, Araujo, Julinho, Luís Carlos e (?)

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

 

Em pé, da esquerda para a direita: Sérgio, Batalhão, Carlos, Muri, Ticão e Zé Carlos.

Agachados, na mesma ordem: Tonho, Zé Luís, João Marques, Ademir e Guará.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: Ari, Elias, Idiarte Massariol, Strauss, Cardoso e Adolfinho.

Agachados, na mesma ordem: De Maria, Sato, Picolino, Rabeca e Gatão.

 

Para decidir o grande campeão do interior, o pioneiro da “Lei do Acesso”, XV de Novembro de Piracicaba e Clube Atlético Linense, da cidade de Lins, adentraram o gramado do Palestra Itália com grande público, que gerou uma renda de Cr$ 110.655,00, estabelecendo um recorde de renda no Campeonato do Interior da Segunda Divisão.

O primeiro tempo foi bastante equilibrado, especialmente pela cautela adotada pela equipe alvinegra, que postou sua defesa muito fechada. Após muita disputa na primeira etapa, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes, terminando com o placar de 0 x 0, deixando a decisão para a segunda etapa.

Já no segundo tempo, ao contrário do primeiro, a torcida pôde presenciar uma chuva de gols na capital paulista. Logo aos 4 minutos, Gatão conseguiu vencer Leopoldo, mandando a bola para o fundo do gol do Linense. Rabeca, aos 9 minutos, e De Maria, aos 22, ampliaram a vantagem para o time alvinegro, colocando 3 x 0 no placar.

Aos 28 minutos de jogo, Moreno conseguiu vencer Elias, diminuindo a vantagem e reascendendo a esperança da equipe do Noroeste Paulista. No entanto, a chama de esperança logo se apagou, quando, aos 34 minutos, Rabeca bateu para o gol e contou com o desvio de Jair I para colocar o 4 no placar do alvinegro. Aos 36 minutos, Gatão marcou o segundo dele no jogo, fechando o placar do jogo em 5 x 1 para o XV de Piracicaba, o “Pioneiro da Lei do Acesso”.

Um dos detalhes que chamaram a atenção na partida foi o zagueiro Idiarte. O xerife da defesa alvinegra disputou a partida com a mão direita quebrada, jogando toda a partida até o fim.

FICHA TÉCNICA: 

E.C. XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA 5 x 1 C.A. LINENSE

Data: 13 de fevereiro de 1948;

Local: Palestra Itália, em São Paulo/SP;

Gols: Gatão (XV), aos 4′ e 36′, Rabeca (XV), aos 9′ e 34′, De Maria (XV), aos 22′ e Moreno (Linense), aos 28′, todos do segundo tempo.

XV DE NOVEMBRO: Ari, Elias e Idiarte; Cardoso, Strauss e Adolfinho; De Maria, Sato, Picolino, Gatão e Rabeca. Técnico: Eugênio Vanni.

LINENSE: Leopoldo, Noca e Jair I; Gatinho, Braz e Mário; Demais, Moreno, Carabina, Jair II e Carmelo.

 

Fontes: Gazeta Esportiva, Historias do XV

 

Em pé, da esquerda para a direita: treinador Brandão, Chicão, Ivan, Jucy, Sir Perez, Oliveira, Índio e Adolfo Rizza.

Agachados, na mesma ordem: Massagista Anísio, Gilson, Cid, Baiano, Paulista e Zezé.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Em pé, da esquerda para a direita: Serjão, Ademir, Edinho, Sérgio Cosme, Cacau e Luis Alberto.

Agachados, na mesma ordem: Fernandinho, Jorge Nunes, Luisão, Didinho e Gilberto

Fonte: Placar

 

Em pé, da esquerda para a direita: Caxambu, Fioroti, Duílio, Joãozinho, Laércio, Barros e Carioca.

Agachados, na mesma ordem: Paschoalino, Osvaldo, Rodrigues, Serafim e Arnaldo.

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Fonte: Gazeta Esportiva

 

Fonte: A Gazeta

 

O Campinas Futebol Clube, da cidade de Campinas-SP, foi fundado na data de 7 de setembro de 1928.

Sua sede ficava na famosa Vila Industrial, daí ser conhecido como “Tricolor Vilense”.  Também era conhecido por “Moleque Apeano”.

Os fundadores do Campinas Futebol Clube foram Guido Bonturi, Adolpho Bonturi, Dino Bonturi, Antônio Bento Gonçalves, José Tavil, Firmino Gomes, Afonso Guarulhos, Álvaro Urbano, Antônio Ferreira e o esportista Elegância.

Seu primeiro presidente foi o senhor Francisco Muniz Pacheco.

O “Tricolor Vilense” fazia contra o Guarani FC o famoso derby campineiro. Guarani FC x AA Ponte Preta era o clássico máximo.

Dentre suas principais conquistas, destacamos: Campeão da Terceira Região da APEA em 1931, Campeão da Série Campineira de 1934 e Campeão do Torneio Início da Liga Campineira de Futebol em 1935 e 1937.

O Campinas Futebol Clube encerrou suas atividades na década de setenta.

Fontes: A Gazeta (dos anos de 1931 e 1932) e o historiador Celso Franco.

 

O União Tietê Futebol Clube foi fundado na data de 15 de outubro de 1921.

Tinha sua sede na Avenida Guarulhos número 255, no Município de Guarulhos.

Seu campo se localizava no local conhecido como Floresta da Ponte Grande da Penha, no bairro do mesmo nome.

O clube era conhecido como o “Campeão de Guarulhos”, e seus jogadores conhecidos como “Os Tietanos”.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, A Gazeta (edição de 27-04-1933), e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

Botafogo Futebol Clube – Ribeirão Preto (SP) – campeão do 1º Turno do Campeonato Paulista do ano de 1977

Em pé, da esquerda para a direita: Wilson Campos, Ney, Manoel, Aguillera, Miro e Mário.

Agachados, na mesma ordem: Zé Mário, Sócrates, Osmarzinho, Lorico e João Carlos Motoca.

Fonte: A Gazeta Esportiva

 

Paulista Futebol Clube, da cidade de Jundiaí (SP) no ano de 1988.

Fonte: A Gazeta Esportiva

 

O Mandaguari Esporte Clube, da cidade do mesmo nome, situada ao Norte do estado do Paraná, foi fundado na data de 11 de abril de 1948 e é conhecido como “Leão do Norte”.

No começo do ano de 1956, o clube decidiu montar uma equipe em condições de enfrentar os demais clubes paranaenses.

E contratou uma legião de atletas paraguaios tarimbados que de cara chamaram atenção dos rivais para o time anil.

O grupo era formado pelos paraguaios Felix Lezcano, Sosa, Escobar, Brum, Colmam, Melgarejo e Chulipa e pelo argentino Rubens Gimenes, que atuava em Assunção.

Um dos primeiros registros desse time pode ser encontrado na edição de 15 de abril de 1956 de O Estado do Paraná. Uma pequena matéria sobre o jogo na tarde daquele domingo do Coritiba contra o time do Norte. O texto falava de Mandaguari, “onde se encontra em formação um dos mais categorizados quadros do futebol do Paraná”. O jogo despertava interesse “dada à fama granjeada pelo conjunto paraguaio local”.

O jornal acrescentava que “o clube paranaense demonstrou mais uma vez o excelente plantel que possui, onde se alinham jogadores de renome internacional como Rubens Gimenes, Escobar, Sosa, Lezcano, Meragetto, Chulipa e outros”.

O jogo em Mandaguari foi um amistoso de pré-temporada, disputado no estádio João Paulino Vieira Filho, mas o Coritiba  acabou perdendo por 4 a 3.

Os gols do Mandaguari foram marcados por Melgarejo, Chulipa duas vezes e Felix Lezcano.

Na primeira competição reunindo clubes do Norte do estado, disputada no final de 1957, Londrina sagrou-se campeão e o  Mandaguari ficou com o vice-campeonato.

No ano de 1960  o Mandaguari Esporte Clube sagrou-se Campeão do Norte”.

O título foi decidido contra o Esporte Clube Comercial de Cornélio Procópio em uma melhor de três.

No dia 12 de março de 1961, o Comercial venceu por 1 x 0. Nas duas outras partidas, realizadas, respectivamente, nos dias 15 e 19 de março, o Mandaguari venceu por 3 x 0 e 2 x 0.

O “Leão do Norte” era um time respeitado, impulsionado pela legião paraguaia, à frente da qual se encontrava o habilidoso e impetuoso Félix Lezcano.

Em 2013 foi lançado o livro “Félix Lescano – Símbolo da Raça”, do jornalista e escritor Antonio Padilha Alonso.

Félix Lezcano nasceu na data de 18 de maio de 1927, na cidade de Assunção, no Paraguai e reside na cidade de Maringá-PR, onde há algum tempo vem sofrendo com o mal de Alzheimer.

 

Fonte: Tribuna do Paraná

 

Esquadrão grená da Associação Ferroviária de Esportes, da cidade de Araraquara-SP, no ano de 1967.

Em pé, da esquerda para a direita: Carlos Alberto, Baiano, Fogueira, Fernando, Teodoro e Rossi.

Agachados, na mesma ordem: Peixinho, Rui Júlio, Téia, Bazani e Pio.

O menino Júnior, mascote da equipe, sobrinho do volante Dudu, é conhecido nos dias de hoje como Dorival Júnior, atualmente técnico do São Paulo Futebol Clube.

Fonte: Jornal da Tarde.

 

O Club Athletico Socorro, do bairro do mesmo nome, foi fundado no ano de 1936.

Na época de sua fundação, Santo Amaro era um município do estado de São Paulo e Socorro, um bairro pertencente a cidade de Santo Amaro.

Fontes: álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60 e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

América Football Club, quando de sua excursão a Europa, no ano de 1964. Esse jogo aconteceu na cidade de Praga, capital da então Tchecoslováquia (Em 1º de Janeiro de 1993, o país foi dissolvido e  criou dois novos países: a República Tcheca e a Eslováquia).

EM PÉ (esquerda para a direita): Nejar (viajou como médico, mas era dentista), Pompéia, Jorge, Willian, Carlos Pedro, Leonidas, Itamar e o massagista Olavo.

AGACHADOS (esquerda para a direita): Uriel, Paulo Leão, Zezinho, João Carlos e Abel.

 

FONTE: Jornal da Tarde

 

Matéria publicada no jornal A Gazeta, do dia 1º de maio de 1918, sobre essa nobre agremiação do bairro da Barra Funda, da Zona Oeste de São Paulo, fundada na data de 1º de setembro de 1914.

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