FONTE: Correio Paulistano

 

O Corinthians Jundiayense Football Club foi uma agremiação da cidade de Jundiaí (SP). Fundado na terça-feira, do dia 16 de Setembro de 1913. A sua Sede ficava localizado na Rua General Carneiro, nº 105, no Bairro Vila Arens Il, em Jundiaí, na área onde hoje está localizado o Colégio Divino Salvador. Nessa Sede era  utilizado para bailes, jogos de salão, e outras atividades sociais.

Segundo trecho da reportagem da “A Gazeta”, de 21 de fevereiro de 1921, a sede era situada num “Bello palacete de dois andares, está situada a sede social. É um dos melhores clubs sportivos que conhecemos. No primeiro andar há um bom salão para bailes, bilhares, bar, etc..No segundo andar estão as salas da diretoria, secretaria, ping-pong e várias outras para jogos lícitos        “.

Nos primeiros anos do século passado, o Corinthians Jundiayense possuía um estádio na área hoje ocupada pelas indústrias Dubar, nos altos de Vila Arens. Com capacidade para cerca de 10 mil pessoas, era enorme para os padrões da época, e nele se realizou a primeira partida entre o time Corinthians Jundiayense versus o SC Corinthians Paulista, campeão paulista de 1914, no dia 05 de setembro de 1915.

No final, mesmo para o Timão, que goleou pelo placar de 5 a 0,  tendo contado nessa partida com Neco, um dos maiores ídolos dos primórdios do futebol brasileiro. Outras fontes dão essa data como 22 de fevereiro de 1921, quando o Corinthians jogou contra o Club Athletico Ypiranga, perdendo por 5 a 1. Talvez essa última data refira-se à inauguração das arquibancadas.

Em realidade, o estádio pertencia à Cia. Tecelagem Japy, cujo presidente, Isaias Blumer, era fanático pelo clube. A empresa entrou em crise e foi obrigada em meados doas anos 1920 a vender o estádio, que acabou adquirido pela empresa Rappa & Cia. (Dubar) por 70 contos de réis.
Nos anos 1950, o clube adquiriu um terreno e começou a construir outro estádio, tendo sido feita a terraplanagem e construído os muros – faltou fôlego, e a área ficou com a Associação Primavera de Esportes, que ali construiu seu estádio. O time jundiaiense enfrentou também o Paulistano, à época o principal clube do futebol paulista: em 17 de abril de 1922, empatou em  2 a 2, com o lendário Friedenreich tendo feito os dois gols do Paulistano.

Mas a maior glória do Corinthians Jundiayense foi o título de Campeão do Campeonato do Interior, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athletico), de 1920. Nessa época, o campeão do interior disputava a “Taça Competência” com o campeão paulista (o campeonato paulista era disputado apenas entre times da capital); o Corinthians Jundiayense venceu o Palestra Itália (atual Palmeiras) por 3 a 1, mas não levou a taça:  a APEA  considerou a partida  “amistosa” devido à inclusão de Pedro Grané na equipe de Jundiaí e deu a taça ao Palestra Itália.

 

Corinthians Campeão da Taça A Gazeta Esportiva Juvenil de 1955

 

FONTES: Blog Jundiahy Antiga – A Gazeta – A Gazeta Esportiva - Livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho 

 

A Associação Athletica Maranhão foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado em 1915, participou duas vezes do Campeonato Paulista da 1ª Divisão: 1915 e 1916. Depois esteve presente no Campeonato Municipal Paulista de 1922 e 1923, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athletica).

Time de 1922: Amadeu; Achilles e Zé Macaco; Oscar, José e Horácio; Torrão, Mingo, Anastácio, Carapicho e Algemiro.

 

FONTES: O Combate – A Gazeta – Correio Paulistano – Waldomiro Junho – Livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

FONTE: Revista Fon Fon

 

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

O Payssandu Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quinta-feira, do dia 1º de Janeiro de 1914, por um grupo de desportistas, entre eles: Arthur Freidenreich, o grande craque brasileiro da época. A sua Sede ficava na Rua (atual: Avenida) Domingos de Morais, s/n – Villa Marianna, em São Paulo. O Campo ficava situado na Rua Santa Ifigênia, nº 37/ 3º Andar / Sala 311 – Bairro Santa Ifigênia, em São Paulo.

O Payssandu disputou o Campeonato Paulista da 1ª Divisão de 1916, organizado pela APSA (Associação Paulista de Sports Athleticos), terminando na 7ª colocação. No ano seguinte esteve presente no o Campeonato Paulista da 2ª Divisão de 1917.

 

FONTES: O Combate – Almanaque do Futebol Paulista de 2001

 

Fonte: Gazeta Esportiva - SP

 

O Bragança Football Club foi uma agremiação da cidade de Bragança Paulista (SP). A sua Sede e o campo ficavam localizados no Bairro Lavapés, em Bragança Paulista. O Alvinegro Bragantino foi Fundado no mês de Julho de 1916, pelo Major Fernando de Assis Valle (nasceu no dia 30/11/1875 e faleceu em 20/08/1954 em Bragança Paulista).

Na Assembléia realizada, no dia 30 de Julho de 1916, foi definido a 1ª Diretoria do Bragança Football Club:

Presidente - capitão Alfredo de Brito;

Vice-presidente - Raphael Scaglioni;

1º Secretário - Nicanor Augusto Fernandes de Castro;

2º Secretário - Onofre Guimarães;

Thesoureiro - Garibaldi Ferreira Machado;

Vice-thesoureiro - Ezequiel Alves Teixeira;

Procurador - João Marques do Prado;

Orador - João de Mattos Pereira Godinho Júnior;

Commisão Fiscal - João Martins, Domingos Braz Machado e José Asprino;

Capitain - Manuel Pierotti;

Vice-Capitain - Aldo Colli.

 

Fundador do time que atravessou fronteiras levando e engrandecendo o nome de Bragança pelos quatro cantos do Estado; seu nome foi ovacionado por inúmeros amigos e desportistas quando o Professor Luiz de Vasconcellos Nardy declarou:

Eu não vos trago flores olorosas para depor na ara sacratíssima do grandioso esforço que tendes tão proficientemente, despendido em benefício da Banda 15, do Tiro 464 e do Bragança Futebol Clube que é a glória da nossa cidade, da nossa zona toda, que ao impulso da vossa mão valorosa e ao sopro da vossa vontade inquebrantável, atingiu a altura belíssima…”.

Sempre à frente dos destinos do Bragança FC, em pouco menos de dois anos de existência (1918) a agremiação alvinegra já possuía um Ground para seus jogos no Lavapés. Filiou o alvinegro na APEA e passou a representar Bragança na Zona SPR nos Campeonatos do Interior de Futebol, organizado pela Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA).

Seu maior rival na cidade era o FC São José do bairro do Taboão, do qual o Major tinha o maior respeito por seus feitos contra adversários de outras localidades.

Revista A famosa revista ATHENÉA, periódico semanal publicado normalmente aos domingos e órgão oficial do Bragança Futebol Clube durante muitos anos levou ao leitor informações diversas de futebol, arte e cultura da nossa cidade e região.

O Major Fernando de Assis Valle durante boa parte da existência da mesma esteve no comando da revista. Na contra capa da revista o significado e o que ela representava para o BFC: ATHENÉA foi a deusa tutelar dos gregos, simbolizando ao mesmo tempo, o prestígio da inteligência e da força.

Inspirado por sua imagem, o poeta romano Juvenal compôs o seu verso: Mens sana in corpore sano… Campo da Biquinha O Major Fernando de Assis Valle participou ativamente da construção do campo da Biquinha que era chamado na década de 20 de campo da Floresta.

Na inauguração o campo teve a benção do padre Alfredo Meca e ponta pé inicial dado pelo presidente da Câmara Municipal, o Sr. Raul A. Leme. A taça em disputa levou o nome de Bragança – Jornal. Em 1928 foi nomeado Presidente honorário do Gymne Club e em 1931 do CA Bragantino.

Em 23/6/1938 sofreu duro golpe com a morte do seu filho João Batista Valle, defensor do CA Bragantino em acidente de automóvel no Tanque do Moinho aos 25 anos.

 

 O Hino do Bragança FC tem letra de sua autoria e um estribilho cheio de emoção:

“Viva a nossa sociedade

Viva o alvinegro pendão

Desfraldado com carinho

Ao sopro da vibração”.

O Major Fernando de Assis Valle pode contemplar com felicidades em meio as tristezas pelo fim do Bragança Football Club no ano de 1948, um feito do “Mais Querido” que foi derrotar o CA Bragantino por 4×3 no Estádio Dr. José de Aguiar Leme. Seu nome está perpetuado como um dos patronos da Associação de Escritores de Bragança Paulista.

 

FONTES: Correio Paulistano – BJD (Bragança Jornal Diário)

 

 

 

 

 

 

O Ítalo Football Club foi uma agremiação da cidade de Salto (SP). Participou do Campeonato Paulista do Interior, da Zona Sorocabana, da APSA (Associação Paulista de Sports Athleticos) de 1921. Time de 1923: Brunelli; Almeida e Monari; Villa I, Amadeu e Zeca; Giordano, Romualdo, Garcia, Biruta e Villa II.

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta   livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

 

Gazeta Esportiva(SP) - Edição de 12 de maio de 1948

 

 

Seleção Paulista

Seleção Carioca

Seleção Mineira

 

 

O América Football Club foi uma agremiação da cidade de São Roque (SP). O clube Alvinegro participou do Campeonato do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos),  de 1921, 1922 e 1923, sempre na chave da Zona Sorocabana. Em 1923 foi Campeão da Zona Sorocabana. 

Time de 1929: Incau; Paulino e Chalone; Moraes, Eduardo e Palmeira; Mario, Romeu, Adolpho, Adão e Churi.

 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Sport Club Maranhão foi uma agremiação da cidade de Itu, que fica localizado no Interior Paulista. O Alvirrubro, foi Fundado em 1919, por um grupo de desportistas da cidade, como João Baptista da Rocha Sobrinho (Rochinha), Carlito Prado, Marcos Fried, Néco, Heitor, Palamone, Lais, Formiga, entre outros. A criação da nova agremiação era preencher a lacuna deixada pelo Club Athletico Ituano. Já as cores (vermelho e branco) foi inspirado no Club Athletico Paulistano, da capital.

A 1ª formação do SC Maranhão foi a seguinte: Lazainho; Santa Maria e Galvão; Rochinha, Aprizio e Biloso; Flávio, Cice, Plácido e Tista e Norberto. Em seguida, se filiou na Liga Ituana de Football (LIF).

 

No Domingo, do dia 30 de maio de 1920, o SC Maranhão reinaugurou o seu ground. Após as reformas o campo ganhou novas arquibancadas. Nesta data, o Maranhão enfrentou amistosamente a Associação Athletica Mackenzie, da capital paulista.

Em 1921, o Maranhão fez a sua primeira e única participou do Campeonato do Interior, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). O Alvirrubro terminou a 1ª fase da Zona Sorocabana, em 2º lugar, com uma vitória, cinco empates e uma derrota, só atrás do líder XV de Piracicaba, que posteriormente viria a conquistar o campeonato. O clube existiu até 1926, quando fechou às portas.

 Time de 1923: Leitão; Pichinin e Brasileiro; Rochinha, Maxa e Oswaldo; Tidoca, Tista, Cice, Nabor e Flávio.

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – O Combate 

Escudo: livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho 

 

Por Leonor Macedo 

Em um passado não muito distante, a Pompéia, a Lapa e a Vila Anglo-Brasileira eram cheias de campinhos de futebol e times amadores. Lá pelo início de 1900, depois de Charles Miller voltar da Inglaterra para o Brasil com uma bola e um par de chuteiras, o futebol se tornou popular entre os operários, que se organizavam para partidas depois do trabalho e aos fins de semana.

Daí para fundarem equipes com nome, uniforme, sede e organizarem torneios foi um pulo. Os bairros ganharam o Santa Marina, o Lapeaninho, o Alfa, o Guaicurus, o Roma FC, o Fluminense, o Faísca de Ouro, o União Paulista, o Peñarol, o Corinthians Pompeiano, entre tantos outros.

Uma das mais fortes e tradicionais equipes era o União Lapa Foot Ball Club, que nasceu na mesma data que o Corinthians: 1º de setembro de 1910. Não por acaso, os fundadores dos dois times de operários resolveram marcar sua estreia nos campos um contra o outro, dez dias depois. E quem venceu aquela partida foi a equipe da Lapa, por 1 a 0.

De lá para cá, a história mudou de figura. O Corinthians cresceu, saiu da mão dos operários e se tornou um dos times mais importantes, ricos e competitivos do Brasil, enquanto o União Lapa acabou. Sua história é lembrada em algumas páginas de jornais armazenadas no Acervo de Memória da Lapa, mas pouco se sabe sobre a equipe.

Foi nestes jornais que o geógrafo Danilo Cajazeira buscou informações para começar a colocar em prática a ideia de refundar o União Lapa e recuperar a sua história. Junto com amigos, todos amantes do futebol e frequentadores do bairro e da região, remontou o time, mandou fazer os uniformes (camisa celeste, meião preto e calção branco) com o escudo original e já marcou a primeira partida: será no próximo sábado, contra o Pinguim da Mooca, que foi fundado em 1944.

Nessa entrevista, Cajazeira conta mais de suas descobertas sobre o União Lapa e seus planos para o time:

De onde surgiu a ideia de refundar o União Lapa?

Eu cresci na Lapa e sou corinthiano, além de géografo. Sempre curti pesquisar o passado do bairro, os rios, os campos de futebol antigos, as fábricas. Sabia que o primeiro jogo do Corinthians tinha sido contra o União Lapa e achava curioso que houvesse tão pouca informação sobre o clube (é o único clube no Almanaque do Futebol Paulista que não tem o escudo). Ao mesmo tempo, já há alguns anos me interesso e participo da vida cultural no bairro, e quando comecei a ir atrás da história do União vi que o clube era uma referência comunitária, um lugar de encontro dos lapeanos. Aí falei com amigos que curtem o bairro e que jogam bola por aqui e fomos animando a ideia de refundá-lo.

Onde ficava a sede do União Lapa?

Até o final de 1933, na Rua Doze de Outubro, 63. Depois mudou pra Doze de Outubro, 70. Não descobri ainda quando ela foi fechada. Segundo o livro “Lapa”, de Wanderley dos Santos, o campo do clube era no final da Rua Doze de Outubro e, lendo os jornais da época, dá pra notar que era a maior praça de esportes do bairro.

Por que você acha que a história do União Lapa ficou perdida e que o time não despontou como o Corinthians, já que os dois nasceram na mesma data?

Pelo que pesquisei até agora, tem algumas hipóteses. Com o crescimento do bairro surgiram muitos times de futebol. O bairro era referência no futebol da cidade, mas com diversos clubes os bons jogadores foram se dividindo entre eles. Achei um artigo em um jornal do bairro, de 1930, que lamentava isso e dizia que era melhor “antigamente”, quando só havia o União Lapa e o Ruggerone por aqui, e questionava porque não podia existir apenas um clube, que representasse o bairro “como o Corinthians no Bom Retiro”.

Paralelamente a isso, no final da década de 1920, o clube estava bem, havia ganhado a Divisão Intermediária da LPF invicto em 1927 e foi disputar a Primeira Divisão em 1928. Mas tinha uma crise financeira e política, ao que parece: José Ozzetti, que foi presidente por 12 anos, tinha sido “escorraçado” do clube por tê-lo deixado “falido”. A nova diretoria primeiro foi elogiada, mas depois perdeu o controle financeiro também. Tem um relato de reunião em que o José Ozzetti acaba com a diretoria, que se demite inteira, e é convidado à voltar, mas se nega. Isso é no final de 1932.

Infelizmente no Acervo de Memória da Lapa não tem as edições do jornal entre o final de 1932 e o começo de 1933, então não dá pra saber como isso terminou. Mas tinha ainda outra coisa, que eu acho que pesou mais que tudo isso: a polêmica entre o amadorismo e o profissionalismo nessa época. Ao que parece o União tentou acompanhar o profissionalismo, e foi alvo de críticas. Em 1929 ou 1930 todos os principais jogadores do Lapeaninho, outro clube do bairro, vão parar no União, e o jornal cai matando em cima deles. Um deles, especialmente, é bastante hostilizado: Carabina, que era ídolo no Lapeaninho (fundado em 1923). Passado um tempo, eles voltam pro Lapeaninho, e o jornal acha absurdo o clube aceitá-los de volta. Então, acho que em meio a isso, acabaram sobrevivendo os clubes que tinham grana pra atrair os bons jogadores, e na crise que o União estava, parece que não tinha essa grana. Entre 1933 e 1934 o clube quase desaparece das páginas dos jornais, que trazem notícias apenas de festas e bailes na sede e de resultados do pingue-pongue.

E o que você acha que o resgate do União Lapa vai trazer para o bairro? Qual é a ideia de vocês com a refundação do clube?

Acho que a Lapa tem um passado operário e um passado no futebol muito rico, e que, com o aumento da especulação imobiliária e a mudança na geografia do bairro, isso aos poucos vai se perdendo. Foi na Lapa que surgiu a segunda Liga Operária de São Paulo e o bairro foi um dos focos da greve geral de 1917, tendo grande importância na organização do movimento operário e na luta por direitos trabalhistas no começo do século XX. O União era um time de trabalhadores e pequenos comerciantes, o açougue do José Ozzetti aparece em vários anúncios do jornal do bairro na época.

Hoje, apesar das mudanças, ainda tem muito futebol pela Lapa e também tem crescido o número de iniciativas culturais no bairro. Temos um espaço público enorme que, a meu ver, é subutilizado: o Tendal da Lapa. E, ao mesmo tempo em que o crescimento da cidade “matou” vários dos campos de futebol no bairro, temos muitas escolas públicas na região, com muitos jovens que não tem muito onde jogar. Alguns deles criaram até um movimento, o Boa Quadra, pra lutar por espaços públicos no bairro – recuperaram uma quadra que tinha virado estacionamento na rua Mário.

Então, a ideia é que o União possa talvez funcionar como um catalisador disso tudo: futebol, memória do bairro e comunidade, ajudando a interligar as muitas atividades que acontecem por aqui. Vamos ver aonde chegaremos, mas como mostra o passado do clube, a primeira divisão é o limite.

Terceira divisão é o limite, mas não me parece que vocês queiram repetir o modelo de profissionalização dos times grandes. Como seria possível chegar, então, a primeira divisão fazendo diferente?

Essa é uma conversa bem inicial ainda. Na verdade, isso de Primeira Divisão foi mais uma brincadeira, embora eu não descarte a ideia, não. Se for pra pensar em chegar lá, pra mim, o modelo tem que ser o de um clube comunitário, onde todo mundo participa, opina e decide. Algo como a Democracia Corinthiana da década de 1980, ou como o St. Pauli, da Alemanha. Mas vamos com calma, jogamos porque gostamos de jogar e a ideia de fazer parte do primeiro escalão do futebol da cidade não é uma prioridade por enquanto.

No sábado vocês vão ter o primeiro jogo. Quem é que joga no time?

Marcamos esse primeiro jogo como um pontapé inicial pra levar o projeto pra frente. Quem está fazendo parte é, em geral, gente que mora, morou ou frequenta o bairro, e gente que joga bola junto há alguns anos. A ideia do projeto é ser aberta a todos que se identifiquem, independentemente de morar na Lapa ou não, e independentemente de gênero ou idade também. Nesse primeiro jogo teremos só uma mulher em campo, mas se aparecerem outras serão bem-vindas.

A estreia será na Mooca, contra o Pinguim da Mooca, um time fundado em 1944 e que tem muita tradição no bairro, uma história parecida com a do União, apesar de em outra época. Os conhecemos faz um tempo e achamos que seria legal fazer um primeiro jogo resgatando a história do futebol e do passado de dois bairros tradicionais na cidade.

 

Descoberta do Escudo (23/12/2010) feita por Mario Ielo, do História do Futebol:

 http://cacellain.com.br/blog/?p=13528

http://cacellain.com.br/blog/?p=16346

FONTES & FOTOS: Site Vila Pompeia – Jornal Commercio da Lapa  - Página no Facebook do clube

 

O Brasil Football Club foi uma agremiação da cidade de São Bernardo do Campo (SP). Fundado na década de 10, e Reorganizado na Segunda-feira, 26 de agosto de 1918.

FONTES:  livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev – Waldomiro Junho - A Gazeta – Correio Paulistano

 

Mais um livro publicado para a coleção dos apaixonados pela história do futebol. Trata-se do “Almanaque do Comercial Futebol Clube”. Os interessados entrem em contato pelo e-mail: juliodiogo@litoral.com.br

 

Há exatos 75 anos, era fundada a então FEDERAÇÃO MATOGROSSENSE DE DESPORTOS, com a finalidade de organizar o esporte no Estado. A partir de 1979, com a divisão de Mato Grosso passou a se chamar, de forma definitiva, FEDERAÇÃO MATOGROSSENSE DE FUTEBOL, enquanto no Mato Grosso do Sul foi criada a FEDERAÇÃO SUL MATOGROSSENSE DE FUTEBOL. No dia 26 de maio de 1942, o jornal O Estado de Mato Grosso publicou a seguinte noticia:

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso (Edição 742 – 26/05/1942)

 

O White Team foi uma agremiação da cidade de Campinas (SP). O clube Alvinegro foi Fundado no início de novembro de 1914. A equipe mandava os seus jogos na Praça de Esportes do Hippodromo Campineiro.

Em 1915, o clube disputou o Campeonato organizado pela Liga Regional D’Oeste de São Paulo, que contou com as participações do Ideal Club de São Carlos, o Rio Claro, o White Team de Campinas, o Araraquara College, a AA Bebedourense e Jaboticabal Atlético, que se sagrou campeão!

O White Team participou do Campeonato Citadino de Campinas, de 1916, 1917, 1918, 1919 e 1920, organizado pela Associação Campineira de Futebol (ACF). Também esteve presente no  Campeonato Paulista do Interior de 1919, organizado  pela Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA). Nesse período faturou o bicampeonato campineiro de 1917 e 1918.

 

1921: Clube faz fusão

Seis anos e seis meses depois, o White Team se fundiu com o Campinas Black Team, na terça-feira, às 21 horas, do dia 24 de Maio de 1921, no Salão do Club Concórdia, dando origem a Associação Athletica Campinas. Alguns dos senhores presentes: Dr. Sylvio de Moraes Salles, Reynaldo Laubstein, Pedro de Alcântara, Andrelino Penna, Luiz Pires, Carlos Francisco, Adolpho Marracini, Luiz Ricardo Schreiner, Orlando de Oliveira, José de Seixas Júnior, Augusto de Paiva Castro e João dos Santos Marques, entre outros.

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente - Dr. Sylvio de Moraes Salles;

Vice-Presidente - Luiz Pires;

1º Secretário - Andrelino Penna;

2º Secretário - Adolpho Marracini;

Thesoureiro - Luiz Ricardo Schreiner;

2º Thesoureiro - Orlando de Oliveira;

A falta de organização de nossos dirigentes tem pedigree. Um bom exemplo, aconteceu no início de abril de 1922, quando a Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA), gastou dinheiro para colocar um anúncio dos clubes que ainda não tinham pagado a anuidade. Dentre eles o White Team, que nem existia mais. Como os dirigentes desconheciam tal fato, que ocorrera há 11 meses atrás?

White Team de 1919-20: Pinto; Lopes e Siqueira; Neufly, Zink e Durval; Lauro, Barreta e Poly; Graziani e Chernovik.

 

FONTES: Wikipédia – O Combate – A Gazeta – Correio Paulistano – Waldomiro Junho - livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Esporte Clube Democrático Paulista foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). A sua Sede e o campo ficava na Rua da Independência, nº 99, no Bairro de Cambuci, na capital paulista. Os Democráticos participaram do Campeonato Municipal de 1931 e 1932, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos).

 

FONTES: Waldomiro Junho – A Gazeta – Correio Paulistano - livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

 

O Atlético Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O “Tricolor Matapaquense” foi Fundado no dia 17 de Outubro de 1954. A sua Sede e o campo fica localizado às margens da Estrada Matapaca, em Pendotiba, em Niterói. O Atlético duas participações do Campeonato Niteroiense. O grande rival do Atlético é o Cruzeiro, ambos do bairro de Pendotiba.

 

FONTES: O Fluminense 

 

 

O Lapa Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado em 1927, o Alvinegro ficava localizado no Bairro da Lapa. O clube participou duas vezes do Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1923 e 1924. Também esteve presente no Campeonato Paulista da Quarta Divisão de 1929.

 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – Livro “Os Esquecidos - Arquivos do Futebol Paulista”, do autor Rodolfo Kussarev

 

O Brasil Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Santos (SP). O Alvirrubro foi Fundado no dia 21 de Agosto de 1913, na Rua Dr. Cochrane 31, na residência de Vicente e Luiz Garcia, onde várias pessoas se reuniram para oficializar a formação do Clube. Entre eles estavam: Antero Correa, Emanuel Reis, Fábio Montenegro (autor do Hino do Brasil FC), Artur Silva, Adolfo E. da Rocha Soares, Francisco Joaquim da Cunha, Jorge Pereira Pinto, Manuel Cardoso, Valeriano Passos, Luiz Machado. Virgílio Silva, José Machado de Aragão, Jatil Neves. Raul Lagarcha, Eugênio de Souza Fontes e Aluízio Pereira Vilela.

Durante a reunião foi decidido a organização da 1ª Diretoria provisória que foi assim constituída:

Presidente: Adolfo E. da Rocha Soares.

Vice-Presidente: Armando Muniz.

Primeiro Secretario: Fabio Montenegro.

Segundo secretario: Jorge Pereira Pinto,

Tesoureiro: Vicente Garcia,

Primeiro Capitão: Raul Lagarcha.

Segundo Capitão: Jatil Neves

Diretores de Campo: Eugênio de Souza Fontes e Valeriano Passos.

A força de vontade de meia dúzia de idealistas deve o Brasil Futebol Clubede não ter perecido nas primeiras dificuldades. É bem provável que estes jovens e idealistas amantes do esporte. nem fizessem ideia de estarem participando da criação de um clube que iria acumular títulos e glória durante os anos que se seguiam. Um clube que se tornaria uma das mais prestigiosas agremiações da Baixada Santista. Em dezembro do mesmo ano, os sócios remanescentes fizeram uma reunião e lembraram de convidar para presidir os destinos do Clube, o Sr. Joaquim Simão Fava. Animado com a indicação. Fava firmou em definitivo a organização esportiva e social do Brasil Futebol Clube.

Na formação do Clube, faltava um campo de futebol. Mas com a vontade e o auxílio do Dr. Ulrico Mursa. superintendente da Cia. Docas de Santos que a título precário cedeu ao Brasil Futebol Clube uma área no Paquetá para a construção do campo. No dia 21 de janeiro de 1914, a equipe partiu para a montagem de uma grande equipe. Neste dia a Assembleia aprovou o Estatuto do Clube, onde foi definido o vermelho e o branco como as cores da agremiação além de serem definidas a escolha da bandeira e o pavilhão do Brasil Futebol Clube.


Em 1915, o clube Foi inaugurado o primeiro campo oficial de futebol de Santos, localizado na Avenida Conselheiro Nébias, em Santos/SP. Foi neste campo construído pelo Brasil FC que se disputou o primeiro campeonato de futebol organizado pela recém criada Liga Santista de Esportes Atléticos.

O Brasil Futebol Clube foi de fundamental importância apoiando a fundação da entidade. Esse investimento arrojado para a época, cercou de grandes simpatias ao alvirrubro, constituindo um verdadeiro acontecimento. Nessa primeira competição da Liga, o Brasil Futebol Clube ficou com a 3ª colocação, perdendo apenas três das partidas que disputou. Um dos adversários que o Brasil enfrentou foi o Clube Atlético Ipiranga, da capital, equipe onde jogavam Arthur Friedenreich e Formiga.

A partir daí, o time de futebol do Brasil acumulou grandes atuações obtendo o 1º título santista em 1916. Ainda em 1915, o Brasil instalou-se confortavelmente na sua primeira sede social, instalada na Rua General Câmara, esquina com a Rua Braz Cubas. Em 1916, sob a presidência de Simão Fava, o alvirrubro sagrou-se campeão da cidade vencendo por 4 a 0 a equipe do SPR.

No ano de 1917, foi fundada a Associação Santista de Esportes Atléticos, com o apoio do Brasil FC. E no primeiro ano de competição desta entidade, o Clube obteve o segundo lugar, conquistando o título nos segundos quadros. Já no ano seguinte, o Brasil Futebol Clube foi campeão dos primeiros quadros.

Em 1917, o Brasil FC registrou o seu primeiro Estatuto Social, sendo o primeiro Clube da cidade a se instituir como pessoa jurídica. Ainda neste ano, a agremiação realiza o primeiro carnaval de salão em clube da cidade, comprovando o espírito empreendedor e inovador que marcou toda a trajetória do Brasil FC.

No ano de 1921, os associados do Clube se viram às voltas com um problema inesperado. O proprietário do terreno da Avenida Conselheiro Nébias decidiu pedir a devolução do campo. Com a influência de Josino de Araújo Maia, é feita uma proposta ousada: alugar um terreno na Av. Pinheiro Machado, que hoje pertence à Santa Casa, onde foi construída uma das maiores e melhores praças de esporte de Santos.

Graças ao esforço de um verdadeiro batalhão de simpatizantes do Brasil FC, em sua maioria, jovens comerciários que em suas folgas deixavam de lado os compromissos para pegarem em pás e picaretas utilizadas na obra para a construção de novas instalações. Com esta dedicação, a equipe voltou a alcançar os primeiros lugares no campeonato de 1922. Um exemplo disto é que, ainda neste ano, o time do Brasil FC venceu o Campeonato Santista sem perder nenhuma das partidas que disputou, recebendo então o título de “Campeão do Centenário”.

No ano seguinte, uma crise violenta se manifestou dentro da Liga Santista de Esportes Atléticos.Inconformados com o desmando dentro da entidade liderados pelos “cartolas” que naquela época já causavam estragos em nosso esporte, originou-se uma cisão verificada com a retirada de cinco clubes: Atlético, SPR, América, Palestra e Brasil Futebol Clube que fundaram a Associação Santista de Amadores de Futebol, conhecida pela APEA (Associação Paulista de Esportes Amadores) como entidade oficial da cidade.

Mas as lutas políticas pelo comando do esporte santista acabaram sendo prejudiciais ao Brasil FC. Enquanto seus dirigentes lutavam pelo que sabiam ser uma causa justa, alguns cartolas se aproveitaram para tirar da equipe seus principais atletas. Além disso, em pouco tempo o Clube ficou isolado politicamente. Dois dos cinco clubes que participaram da criação da jovem Associação Santista de Amadores de Futebol a abandonaram.

Com o enfraquecimento da Associação e a saída de importantes atletas levaram o Brasil FC à sua segunda grande crise. Tanto é que em 1925, quando a nova diretoria do Brasil decide retornar à Liga, o Clube estava com todo o seu patrimônio praticamente perdido. Até a praça de esportes construída na Avenida Pinheiro Machado que causou grande esforço aos associados estava em mãos de outra agremiação.

Mas o Brasil Futebol Clube decidiu dar a volta por cima. Com muita garra e determinação, o Clube resgatou seus anos de ouro, reorganizando seu time de futebol que mesmo desfalcado das antigas estrelas, conseguiu resultados expressivos. Seguindo a vocação de estar sempre a frente das iniciativas desportivas da região, o Brasil FC apoiou em 1925 a criação da Liga Santista de Pingue-Pongue e organizou sua equipe, conquistando vários torneios entre 1927 a 1940.

Na vitoriosa história do Atletismo do Brasil Futebol Clube, o Clube obteve vários títulos, principalmente entre os anos 60 e 70, sob o comando do técnico Orlando da Silva. Apaixonado pelo atletismo, Silva dedicou parte da sua vida a revelar talentos da modalidade para o País. E conseguiu êxito no Brasil Futebol Clube, levando o nome do Clube como referência de muitas conquistas do atletismo brasileiro. Veja abaixo os principais deles:

Carlos Mota – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano nos 400 e 800 metros; Gilberto de Jesus – Campeão Sul-Americano, Paulista e Brasileiro nos 100 e 200 metros; Maria de Lourdes Teixeira – Campeã Paulista, Brasileira, Sul-Americano nos 100 metros com barreiras e 100 metros rasos; Rosa Antonia de Lima – Campeã Paulista e Brasileira de Arremesso de Peso e Lançamento de dardo; Carlos Alberto Ferreira – Campeão Paulista e Brasileiro nos 400 metros rasos; Francisco 44 – Campeão Paulista e Brasileiro de Arremesso de Peso e Lançamento de dardo; Fausto de Souza – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano no Salto com vara; Carlos Alberto – Campeão Paulista, Brasileiro e Sul-Americano nos 100 e 200 metros; Pedro Barbosa de Andrade – Campeão Santista, Paulista e nos Jogos Abertos no Arremesso de Peso e lançamento de dardo, além de ter sido campeão no voleibol; Sérgio Rodrigues Macedo – Campeão Santista e nos Jogos Abertos nos 400 metros rasos e 400 metros com barreira.

Consolidação

Mas foi durante o ano de 1928 que o Brasil FC deu o salto mais ousado em direção a sua consolidação. No mês de julho, a Assembléia do Clube se decidiu pela compra de um grande terreno localizado na Vila Nogueira Ortiz (atual bairro de Aparecida) onde até hoje está instalado. A agremiação não tinha dinheiro para realizar um empreendimento tão grande. Mas a simples divulgação da possibilidade do Brasil FC adquirir o terreno motivou os sócios e simpatizantes que a diretoria resolveu aceitar o desafio.

Um grande número de novos associados se inscreveu em suas fileiras e muitos dos antigos membros acabaram por retornar ao Clube. Em 1934, o Clube monta sua primeira equipe de Basquete, participando das competições organizadas pela Associação Santista de Bola ao Cesto, da qual também foi um dos fundadores. O Basquete disputado na época tanto por equipes como em disputas individuais, de arremessos livres, foi uma das modalidades que mais títulos deu ao Brasil FC.

 

FONTES: Site do Clube – Correio Paulistano

 

O Corinthians Futebol Clube é uma agremiação da  cidade de Santo André (SP). O Galo Preto da Vila Alzira ou Corinthinha foi Fundado em 15 de agosto de 1912, em São Bernardo do Campo, sob o nome Corinthians Foot-Ball Club sendo conhecido como “Corinthians de São Bernardo“, e somente em 1938 quando a cidade de Santo André se emancipou de São Bernardo do Campo o clube passou a ser o “Corinthians de Santo André“.

A equipe disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual: A2): 1949 – 1950 – 1951 – 1952 – 1953 – 1955 – 1956 – 1970. Esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual: A3): 1957 e 1961; e no Campeonato Paulista da Quarta Divisão (atual: Segunda Divisão):  1932. Atualmente disputa apenas campeonatos amadores de futebol.

Assim como o Sport Club Corinthians Paulista, o nome da equipe de Santo André também surgiu devido ao Corinthian Football Club, equipe inglesa que excursionava pelo Brasil. Entre os fundadores as duas propostas finais de nome eram Flor da Índia e Corinthians.

A primeira escalação da equipe foi formada por João, Túlio, Manetti, Polesi e Veronesi, Jacomo e Américo, Paulista, Cortez, Severino e Carmine. A primeira partida e gol de Pelé foi contra o Corinthians de Santo André, numa partida amistosa de comemoração da Independência, em 7 de setembro de 1956.

 

FONTES: Wikipédia – A Gazeta – Correio Paulistano

 

O Corinthians Futebol Clube de Santo André ainda existe Conta com sócios que freqüentam sua sede social. Entre os jogadores mais importantes que vestiram sua camisa destacam-se Paulo Lunardi, Ângelo Balista, Haroldo Mattei, Zaluar, Américo Guazelli, Jovenil Saleme, Paschoalino Assumpção, Alécio Cavaggioni, Ariovaldo Alves e Benê Góes (o 18).

O jogo histórico que mudou a vida do Corinthians andreense para sempre aconteceu no dia 07 de setembro de 1956. Naquela tarde, o time perdeu para o Santos por 7 a 1, e Pelé marcou o primeiro gol de sua carreira aos 36 minutos da etapa final. Zaluar, o goleiro que levou o gol e faleceu em 1995, sempre relatou o fato com orgulho.

 YouTube: Pelé marca o seu 1º gol como profissional

 

 

CORINTHIANS (SANTO ANDRÉ)       1          X          7          SANTOS FC

LOCAL: Estádio Américo Guazelli, em Santo André (SP)

CARÁTER: Amistoso Estadual

DATA: Sexta-feira, do dia 07 de Setembro de 1956

RENDA: Cr$ 39.910,00

ÁRBITRO: Abílio Ramos

CORINTHIANS-SA: Antoninho (Zaluar); Bugre e Chicão (Talmar); Mendes, Zico e Schank; Vilmar, Cica, Teleco (Baiano), Rubens e Dore. Técnico: Jaú.

SANTOS: Manga; Hélvio e Ivan (Cássio); Ramiro (Fioti), Urubatão e Zito (Feijó); Alfredinho (Dorval), Álvaro (Raimundinho) e Del Vecchio (Pelé); Jair e Tite. Técnico: Lula.

GOLS: Alfredinho aos 30 e 41 minutos (Santos); Del Vecchio aos 32 minutos (Santos); Álvaro aos 36 minutos (Santos), no 1º Tempo. Del Vecchio aos 16 minutos (Santos); Pelé aos 36 minutos (Santos); Vilmar aos 41 minutos (Corinthians); Jair aos 44 minutos (Santos), no 2º Tempo.

 

FONTES: Terceiro Tempo – Marcelo Rozenberg

 

FONTES: Correio de São Paulo - Correio Paulistano 

 

O CRAIB (Club Recreativo Athletico Ítalo-Brasileiro) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). A sua Sede e a Praça de Esportes ficavam localizados na Rua dos Prazeres, nº 2 – Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo. Fundado na segunda-feira do dia 1º de Junho de 1925, por funcionários da Tecelagem de Sedas Ítalo-Brasileiro.

As instalações esportivas, na Villa Maria Zélia, contavam com o campo de futebol, uma quadra de basquete (contavam com duas equipes participando do Campeonato Paulistano da 2ª Divisão), onde também era praticado o futebol de salão. O clube também realizada competições de jogo de Dama.

No sábado, do dia 11 de agosto de 1934, às 20h30min., com o Jazz Columbia animando o público presente, o CRAIB inaugurou a sua nova Sede social, situado no prédio da Rua Brigadeiro Machado, nº 11, no Bairro do Brás, em São Paulo. No local, contava com secretária, salão de baile, salão nobre, toalete para senhoras, sala de leitura, sala para pingue-pongue e outros jogos de salão.

Participou do Campeonato Paulista da 1ª Divisão, Série B (Segunda Divisão), organizado pela Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA), de 1932, 1933 e 1934 (terminou na 7ª colocação).

Em 1933, o CRAIB foi o campeão da Série B e o Club Esportivo Fábricas Orion foi o vencedor da Série A. As duas equipes decidiram o título Paulista da Segunda Divisão em dois jogos. Melhor para a Fábricas Orion que venceu os dois jogos por 1 a 0 e 4 a 0, levantando a taça da Segundona de 1933.

 

Time de 1932/33: Fernandes; Victorio e Paschoal; Julio, Alceste e Almelindo (Callegaris); Marino (Orestes), Carmelo, Joãozinho (Rodrigues), Valdemar (Casuza) e Luiz.

Time de 1934: Adhemar; Paschoal e Victorio; Callegaris, Amleto e Roque; Oreste, Zeca, Casuza, Canhoto e Antoninho. Reservas: Fernandes, Russo, Toniolo, Alceste, Pompeu, Almelindo, Minhoca, Barbosa, Riva, Braz, Bragheroli, Oscar, Rosinha, Martins, Mario e Prenholato.

 

FONTES: Correio de São Paulo - Correio Paulistano - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev 

 

C.E FÁBRICAS ORION                4          X         0          C.R.A. ÍTALO-BRASILEIRO

LOCAL: Estádio do C.A. Paulista, na Rua da Moóca, nº 326 e 328, no Bairro da Moóca, em São Paulo (SP).

DATA: Domingo, dia 11 de Fevereiro de 1934

CARÁTER: Último jogo da final, do Campeonato da APEA, Primeira Divisão, Série B, de 1933

HORÁRIO: 16 horas

ÁRBITRO: Pedro Thomé

ORION: Juvenal; Carioca e Pelado; Faxica, Bastião e Fazula; Agostinho, Dicto, Anilú, Elias e Xavier.

ÍTALO-BRASILEIRO: Fernando; Paschoal e Victorio; Ermelindo, Hamleto e Roque; Orestes, Cazusa, Joãozinho, Zeca e Antoninho.

GOLS: Agostinho, duas vezes, no 1º Tempo. Dicto e Xavier, no 2º Tempo.

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

C.R.A. ÍTALO-BRASILEIRO                    0          X         1          C.E FÁBRICAS ORION

LOCAL: Estádio do C.A. Paulista, na Rua da Moóca, nº 326 e 328, no Bairro da Moóca, em São Paulo (SP).

DATA: Domingo, dia 04 de Fevereiro de 1934

CARÁTER: 1º jogo da final, do Campeonato da APEA, Primeira Divisão, Série B, de 1933

EXPULSÕES: Waldemar (CRAIB); Edmundo (Orion)

HORÁRIO: 15 horas

ÁRBITRO: Attilio Grimaldi (Palestra)

ÍTALO-BRASILEIRO: Fernando; Garcia e Victorio; Waldemar, Hamleto e Roque; Orestes (Luiz), Zeca, De Barbosa, Américo e Antoninho.

ORION: Juvenal; Carlito e Pelado; Edmundo, Moreno (Sebastião) e Falica (Faquila); Agostinho, Dicto, Anilú, Numa e Elias.

PRELIMINAR (2º Quadros):  E.C. Cama Patente       4          x          3          E.C. Humberto I

GOL: Numa, no 1º Tempo.

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

 FOTO: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense.

 

C.R.A. ÍTALO-BRASILEIRO                    2          X         0          A.A. LUZIADAS

LOCAL: Praça de Esportes da Vila Maria Zélia, no Belenzinho, em São Paulo (SP)

DATA: Domingo, dia 07 de Janeiro de 1934

CARÁTER: Campeonato da APEA, Primeira Divisão, Série B (Segunda Divisão), de 1933

ÁRBITRO: Romeu Garbo

ÍTALO-BRASILEIRO: Adhemar; Paschoal e Victorio; Calligaris, Amleto e Roque; Oreste, Zeca, Casuza, Canhoto e Antoninho.

LUZIADAS: Motta; Nico e Sabará; Geryasi, Zevato e Romão; Mulatinho, Bastião, Guido, Souza e D’Avanzo.

PRELIMINAR (2º Quadros):  Ítalo-Brasileiro    3          x          1          Luziadas  

GOLS: Orestes e Zeca, no 2º Tempo.

 

FONTE: Correio de São Paulo

 

Club Athletico Fiorentino foi uma agremiação efêmera da cidade de São Paulo (SP). Fundado no domingo, do dia 20 de Abril de 1924, graças a fusão do Extra São Paulo Football Club e do Cavalheiro Crespi Football Club, surgiu o Cotonifício Football Club. Em 19 de fevereiro de 1930 o clube da Mooca adotou seu atual nome: Clube Atlético Juventus – homenagem ao time de coração de Rodolfo Crespi na Itália.

Em 1932, o Juventus fez a melhor campanha em toda história do Campeonato Paulista da Divisão Principal. Figurou como um fortíssimo candidato ao título. Sua equipe formada por: José (G), Segalla, Piola, Joãozinho, Brandão, Rafael, Vazio, Nico, Orlando, Moacyr, Hércules. Técnico: Raphael Liguori. Os juventinos e a imprensa do passado batizaram esta equipe grená como Os Inesquecíveis” ou “Máquina Juventina”.

1934: Surge o Club Athletico Fiorentina

Instaurando-se o profissionalismo no futebol, e o Juventus licencia-se das competições oficiais. Entretanto, com a denominação de Club Athletico Fiorentina – camisetas grenás e uma flor de lis branca no peito como escudo – disputa o Campeonato Paulista Amador, promovido pela FPF (Federação Paulista de Futebol), entidade filiada a CBD (Confederação Brasileira de Desportos).

O C.A. Fiorentino não teve dificuldades para vencer um a um os seus adversários e conquistar, por antecipação e de forma invicta, o título de Campeão Paulista Amador de 1934, no dia 02 de setembro de 1934, ao bater a Ponte Preta de Campinas na Rua Javari por 5 a 3, gols marcados por Euvaldo, Euclydes, Raul, Bellacosa, Moacyr.

Este resultado credenciou o C.A. Fiorentino, Campeão Paulista Amador, para a disputa da final do Campeonato Estadual promovido pela FPF numa melhor de três partidas diante da Ferroviária de Pindamonhangaba, Campeã Amadora do Interior.

Com expressivas vitórias por 5 a 0 e 3 a 1, o C.A. Fiorentino sagrou-se Campeão Estadual Amador de 1934. A finalíssima aconteceu no dia 28/10/1934 no Estádio da Rua Javari.

O Fiorentino formou com: Tito (G), Segalla, Bellacosa, Joãozinho (Itália), Dudu, Gongora, Sabratti, Euclydes, Raul, Moacyr, Euvaldo. Sabratti e Raul (2) marcaram para o Fiorentino. Guedes fez o único gol da equipe do interior paulista. Raul da Rocha Soares, que na vitória por 5 a 0 em Pindamonhangaba já havia marcado três gols, foi carregado em triunfo pelos torcedores.

Em 1935, o clube volta ao nome anterior (Club Athletico Juventus) e ingressa no futebol profissional. Com uma equipe renovada, o Juventus disputa o seu primeiro Campeonato Paulista da era do Profissionalismo.

 

FONTE & FOTO:  Site do C.A. Juventus 

 

O Cotonifício Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado no domingo, do dia 20 de Abril de 1924, graças a fusão do Extra São Paulo Football Club e do Cavalheiro Crespi Football Club, tradicional clube da Mooca dos trabalhadores da empresa de Rodolfo Crespi, que entrou com a sede social localizada na Rua dos Trilhos, nº 42 (antigo). As cores eram as do Extra São Paulo: vermelho, branco e preto.

O terreno da rua Javari foi doado por Rodolfo Crespi um ano e quatro dias depois da fundação. Só em 19 de fevereiro de 1930 o clube da Mooca adotou seu atual nome: Clube Atlético Juventus – homenagem ao time de coração de Rodolfo Crespi na Itália.

A “Vecchia Signora(apelido da Juventus de Turim/ITA) emprestou seu nome ao Moleque Travesso. Já as cores… como havia muitos alvinegros na liga paulista (Corinthians, Santos, Ypiranga), o bianconero da Juve original da Itália foi trocado no clube paulistano pelo grená e branco do outro grande de Turim: o Torino.

O apelido Moleque Travesso surgiu em setembro de 1930, cortesia do jornalista Tomaz Mazzoni. São explicações que estão em painéis na entrada social do clube, na Mooca, tradicional bairro paulistano.

FONTES: Waldomiro Junho – Fut Pop Clube – Livro “Glórias de um Moleque Travesso”

 

A Associação Atlética Orlândia é uma agremiação da cidade de Orlândia, no Interior do estado de São Paulo. Fundado na quarta-feira, do dia 05 de Maio de 1920, as cores de seu uniforme eram preta e branca. A sua Sede social fica localizado na Rua Quatro, nº 845, no Jardim Arantes, em Orlândia. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Virgílio Ferreira Jorge, o “Virgilhão”.

Ao longo da sua história, o Orlândia participou 27 vezes do Campeonato Paulista da FPF (Federação Paulista de Futebol). Na Segundona Paulista (atual A-2)  foram 15 edições: 1949 – 1950 – 1951 – 1952 – 1967 – 1969 – 1971 – 1972 – 1973 – 1974 – 1976 – 1982 – 1983 – 1984 – 1986.

Na Terceirona (atual A-3), esteve presente 11 vezes: 1961 – 1962 – 1963 – 1964 – 1965 – 1966 – 1977 – 1978 – 1979 – 1980 – 1981. Em 1982, se sagrou campeão do Torneio Matheus Marinelli.

Sua última participação ocorreu em 1994, quando a Associação Atlética Orlândia se sagrou campeã da Quinta Divisão (atual Série B). Logo após, encerrou suas atividades no futebol profissional, se tornando atualmente um clube recreativo e social.

FONTES & FOTO: A Bola e o Tempo – Wikipédia

 

O Palestra Itália Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado no dia 1º de Janeiro de 1917. A sua Sede fica localizado na Rua Padre Euclides, nº 543, no Bairro de Campos Elíseos, em Ribeirão Preto.

O Palestra Itália participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1926, 1927 e 1929. Em julho de 1932, o Operário foi desligado, juntamente com outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

 

Time de 1921: Carrara; Cecílio e Domingos; Vecchi, Julio e Orlando; Arthur, Scarparim, Totó, Ricardo e Lepera.

 

FONTES: Correio Paulistano – O Combate – A Gazeta - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes -  Waldomiro Junho

 

O Operário Football Club foi uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado na quinta-feira, do dia 07 de Setembro de 1916. A sua Praça de Esportes ficava localizada na Rua Álvares Cabral (nos altos), s/n, no Centro de Ribeirão Preto.

O Operário participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1927, 1928 e 1929. Em julho de 1932, o Operário foi desligado, juntamente com outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

Time de 1920: Jorge; Biloca e Marino; Barbosa, Coutinho e Américo; Nenê, Chiquinho, Juca, Ignácio, Pedrinho e Jahí.

 

FONTES: Correio Paulistano – O Combate – A Gazeta

 

O Roma Football Club, do bairro da Água Branca, foi fundado na data de  1º de junho de 1918.

O clube era conhecido como o time dos “cardeaes” (escrita da época), numa alusão as cores vermelho e branco do seu uniforme.

Tinha seu campo na Rua Moxell e no ano de 1930 inaugurou sua sede na Rua Guaycurus número 121, onde realizou uma festa para a rainha da agremiação.

O Roma Football Club participou dos campeonatos paulistas de futebol em nove oportunidades, sendo quatro delas na 3ª divisão, nos anos de 1923, 1924, 1925 e 1928 e cinco delas na 2ª divisão, nos anos de 1927, 1929, 1930, 1931 e 1932.

FONTES: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano e Almanaque do Futebol Paulista.

 

O União Paulista Football Club foi uma agremiação da cidade de Ribeirão Preto (SP). Fundado no dia 15 de Novembro de 1917. O clube participou do Campeonato Paulista do Interior, da APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos), em 1925, 1927 e 1929. Em julho de 1932, o União Paulista foi desligado, juntamente com Operário FC de Ribeirão Preto e outras agremiações, por falta de pagamento de anuidades da APEA.

 

FONTES: O Combate – A Gazeta

 

Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia (Antigos Juta Belém F.C.A. A. Scarpa  ) é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta, como Juta Belém Football Club. Em 1925, mudou para Associação Athletica Scarpa. Em  20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia.  A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

Dona Maria Zélia Street

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 19271929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

A Associação Athletica Scarpa (Atual: Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta, como Juta Belém Football Club. A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 19271929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

O Juta Belém Football Club (Atual: Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na quarta-feira, do dia 17 de Maio de 1916, por empregados da Companhia Nacional de Tecidos da Juta. A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Villa Maria Zélia (junto à ponte da Vila Maria), no Belenzinho, em São Paulo.

 História

Em duas décadas de existência o clube mudou o nome três vezes por causa da Cia Nacional de Tecidos da Juta. Inaugurada em 1917, a Vila Maria Zélia começou a ser construída em 1912, pelo médico e industrial Jorge Street, para dar abrigo aos 2.500 funcionários que trabalhavam na filial do Belenzinho da poderosa tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta, cuja sede estava localizada nas imediações da Rua Gabriel Piza, em Santana.

Apesar de todo este crescimento vertiginoso e da produção indo de vento em popa, o empresário acumulou dívidas cujo pagamento começou a se complicar. Para liquidar parte delas, Jorge Street decidiu vender a vila e a fábrica em 1924. Tudo foi comprado pela família Scarpa que ao tomar posse da vila imediatamente optou por mudar o nome do local, que passou então a ser conhecido como Vila Scarpa.

Mudanças de nome

No meio dessa metamorfose, o clube sofreu e teve de mudar o nome. Em 1925, numa clara homenagem ao novo proprietário, passou a se chamar: Associação Athletica Scarpa.

Mesmo não tendo agradado aos operários o novo nome da vila seria mantido durante todo o período que a família Scarpa ficou como proprietária do complexo. Em 1929, com a crise financeira que assolou o Brasil e o mundo, a família Scarpa também sofre com dificuldades para pagar algumas hipotecas. E é assim que o Grupo Guinle toma posse do local e restabelece, tão logo assume a propriedade, o nome original Vila Maria Zélia.

No ano seguinte, novamente o clube alterou o seu nome e voltou ao nome original: Juta Belém Football Clube, permanecendo assim até 1935. Na tarde da segunda-feira, do dia 20 de Setembro de 1935, foi rebatizado como Clube Atlético e Recreativo Maria Zélia, uma homenagem à dona Maria Zélia, mulher do Dr. Jorge Street, administrador da Indústria e incentivador do clube.

 Participações na Segunda e Terceira Divisões

No meio de tantas mudanças, o clube disputou competições de expressão. No Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1921 e 1922; e em 1925, Juta Belém Football Club participou do Campeonato Municipal, organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Athleticos). E, em 1935, esteve presente no Campeonato Paulista da Terceira Divisão.

Já como AA Scarpa disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, em 1926 e 1928; e na Campeonato Paulista da Segunda Divisão, em 1927, 1929 e 1930.

 

FONTES: Revista Placar – A Gazeta – São Paulo Antiga – O Combate

 

Em uma viagem a Salvador, no início dos anos 80, Paulinho de Almeida era o técnico do Atlético Mineiro e Rui Guimarães era seu auxiliar. O jogo foi contra o Bahia na Fonte Nova.

Na manhã seguinte ao jogo, toda a comissão e jogadores rumaram para Belo Horizonte. Feito escala em Porto Seguro, seguindo para a capital Mineira. Enquanto a aeronave fazia o procedimento de vôo para pouso no aeroporto da Pampulha, um imprevisto surge: o trem de pouso não foi acionado por problemas técnicos.

Diante desse problema, o avião, devidamente orientado pela tripulação, faria sobrevôo em Belo Horizonte, até que fosse sanado o defeito do trem de pouso. Com isso, a ansiedade e o medo tomaram conta de quase todos. Uns mais, outros menos.

Como o problema do trem de pouso parecia insolúvel, a medida mais plausível era continuar sobrevoando até que o combustível se esgotasse, para que fosse realizado o pouso de emergência sobre colchões de espuma para evitar um mau maior.

Só que, quando todos os procedimentos eram realizados no aeroporto, os passageiros viam tudo lá de cima, principalmente pelas luzes de alerta das viaturas policiais e das ambulâncias. O pânico ia aumentando e cada um tinha uma reação bem característica.

Mais nervoso que todos, o diretor de futebol, num lampejo de último olhar, prevendo o pior, dirige-se para o saudoso Valtinho, roupeiro do Galo, e em tom de súplica, balbuciou:

“Valtinho, se por acaso o avião explodir, manda este bilhete para a minha mulher e minhas duas filhas.”

Será que ele imaginou que o Valtinho seria imortal?

O pouso foi bom, com algum incômodo, sem maiores transtornos. Depois do susto, a gozação para cima do diretor foi tanta que, dias depois, ele pediu demissão.

Paulo de Almeida Ribeiro (Porto Alegre, 15 de abril de 1932 — São Paulo, 11 de junho de 2007) foi um jogador e treinador de futebol brasileiro, também conhecido como Paulinho de Almeida. Foi treinador do Galo Mineiro em 1983 e 1988.

Rui Guimarães (Belo Horizonte, 6 de março de 1947) ingressou no futebol em 1971 como preparador físico em Minas Gerais e logo depois auxiliar técnico. Foi também técnico de vários clubes Mineiros e Catarinense.

 

FONTE: Rui Guimarães atua na crônica esportiva desde 2003 e nos conta essa e outras histórias no livro ‘Santa Bola, crônicas e contos do futebol’.

 

PARTICIPANTES:

001

ALTINÓPOLIS FUTEBOL CLUBE ALTINÓPOLIS

002

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ORLÂNDIA ORLÂNDIA

003

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA TONANNI JABOTICABAL

004

ASSOCIAÇÃO PORTUGUEZA DE ESPORTES ATLÉTICOS RIBEIRÃO PRETO

005

BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE RIBEIRÃO PRETO

006

CASA BRANCA FUTEBOL CLUBE CASA BRANCA

007

PALESTRA ITÁLIA ESPORTE CLUBE RIBEIRÃO PRETO

008

RIO PARDO FUTEBOL CLUBE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO

 

1º TURNO
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22/07/1934
Rio Pardo 2×0 Palestra Itália
Tonanni 2×1 Botafogo
Altinópolis 2×1 Orlândia
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29/07/1934
Orlândia 1×2 Portugueza
Palestra Itália 1×4 Botafogo
Altinópolis 2×2 Rio Pardo
Casa Branca 0×2 Tonanni
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05/08/1934
Rio Pardo 2×2 Portugueza
Botafogo 3×0 Casa Branca
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12/08/1934
Portugueza 1×0 Tonanni
Orlândia 1×1 Palestra Itália
Casa Branca 2×1 Rio Pardo
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19/08/1934
Tonanni 2×0 Rio Pardo
Casa Branca 2×3 Altinópolis
Botafogo 4×2 Orlândia
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26/08/1934
Palestra Itália 1×1 Portugueza*
Altinópolis 2×1 Botafogo
Orlândia 1×3 Casa Branca
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02/09/1934
Tonanni 6×1 Altinópolis
Casa Branca 3×0 Palestra Itália
Portugueza 0×1 Botafogo
Rio Pardo 4×1 Orlândia
_________________________________________________________________________________
09/09/1934
Altinópolis 2×1 Portugueza
Botafogo 4×0 Rio Pardo
Orlândia 3×3 Tonanni**
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16/09/1934
Palestra Itália 0×3 Tonanni
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23/09/1934
Altinópolis 0×1 Palestra Itália
Portugueza 2×0 Casa Branca
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2º TURNO
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23/09/1934
Orlândia 1×2 Botafogo
Rio Pardo 2×0 Tonanni
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30/09/1934
Palestra Itália 0×1 Rio Pardo
Tonanni 2×0 Portugueza
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07/10/1934
Botafogo 1×1 Portugueza
Orlândia 1×2 Altinópolis
Rio Pardo 1×0 Casa Branca
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21/10/1934
Casa Branca 3×0 Botafogo
Tonanni 5×0 Orlândia
Palestra Itália 2×1 Altinópolis
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28/10/1934
Orlândia 3×0 Rio Pardo
Botafogo 6×3 Tonanni
Altinópolis x Casa Branca (Não se realizou)***
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04/11/1934
Portugueza x Orlândia (Não se realizou)***
Rio Pardo 3×1 Altinópolis
Tonanni 5×3 Palestra Itália
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11/11/1934
Palestra Itália x Casa Branca (Não se realizou)***
Rio Pardo 2×0 Botafogo
Altinópolis 2×0 Tonanni
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18/11/1934
Botafogo 7×0 Altinópolis
Casa Branca x Orlândia (Não se realizou)***
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02/12/1934
Portugueza 0×2 Rio Pardo
Tonanni x Casa Branca (Não se realizou)***
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08/12/1934
Portugueza 8×0 Altinópolis
Orlândia x Palestra Itália (Não se realizou)***
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16/12/1934
Botafogo 2×2 Palestra Itália
Casa Branca x Portugueza (Não se realizou)***
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23/12/1934
Portugueza 1×1 Palestra Itália
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*    O jogo foi interrompido 8 minutos antes de seu final pois o Palestra abandonou o campo de jogo, não concordando com a marcação de um pênalti para a Portugueza, que ganhou os pontos da partida.
**  O Tonanni ganhou os pontos da partida pela escalação irregular, pela A.A. Orlândia, do jogador Zeca Lopes.
*** Casa Branca e Orlândia abandonaram a competição e foram desclassificadas.
**** Tonanni pode ter perdido os pontos de partidas ganhas contra Orlândia, Palestra e Portugueza, pela escalação irregular de Bindo, pertencente ao São Paulo, o que pode explicar a inconsistência no somatório de pontos da classificação final oficial, publicada abaixo.
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Classificação Final (Aprovada em reunião da LRF em 26/12/1934)****

1

RIO PARDO 6 pontos perdidos

2

BOTAFOGO 7 pontos perdidos

3

PORTUGUEZA  9 pontos perdidos

4

ALTINÓPOLIS  11 pontos perdidos

5

TONANNI****  12 pontos perdidos

6

PALESTRA  12 pontos perdidos

7

CASA BRANCA  Desclassificado

8

ORLÂNDIA  Desclassificado
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Com esses resultados, o Rio Pardo Futebol Clube, de São José do Rio Pardo – SP, sagrou-se campeão da Liga Regional de Futebol de Ribeirão Preto, em 1934.
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FONTE:
- Jornal Diário da Manhã, de Ribeirão Preto – SP, diversas edições do ano de 1934, pertencentes ao acervo do Arquivo Público Municipal de Ribeirão Preto – SP.
 

O Juta Sant’Anna Football Club foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado na década de 10, por funcionários da Companhia Nacional de Tecidos Juta (Fábrica Juta Sant’Anna). A sua Praça de Esportes, ficava localizava na Rua Miller, nº 61, no Bairro do Brás, na Região Central de São Paulo. Filiado à Federação Paulista de Sports (FPS), participou do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1918.

Fábrica Juta Sant’Anna

FONTES: A Gazeta – Correio Paulistano - O Combate – Getty Imagens - Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria de Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes -  Waldomiro Junho

 

O Esporte Clube Humberto Primo, do bairro de Villa Marianna, foi fundado na data de 1º de setembro de 1919.

O nome do clube é uma homenagem a  Humberto Primo de Savoya, rei da Itália entre os anos 1878 e 1900.

Seu primeiro campo para a prática do futebol situava-se na Rua França Pinto número 135, no bairro de Villa Marianna.

Esse estádio foi inaugurado na data de 22 de junho de 1931.

Disputou os campeonatos paulistas em cinco oportunidades, sendo três delas na 2ª Divisão, nos anos de 1932, 1933 e 1934 e duas na 1ª Divisão, nos anos de 1935 e 1936.

Esporte Clube Humberto Primo no ano de 1936 – A Gazeta

Quando da 2ª Guerra Mundial, os clubes que ostentavam nomes estrangeiros foram obrigados a mudar suas denominações.

Desta forma, na data de 30 de outubro de 1942, o Esporte Clube Humberto Primo mudou seu nome para Esporte Clube Vila Mariana.

Atualmente sua sede se situa na Rua Domingos de Moraes número 1768, no bairro de Vila Mariana.

Fontes: A Gazeta, Diário Nacional, Correio Paulistano, Almanaque do Futebol Paulista e site do clube.

 

O Esporte Clube Quiririm é uma agremiação da cidade de Taubaté (SP). A sua Sede social está localizada na Avenida Granadeiro Guimarães, nº 157 (ao lado do estacionamento da Academia Vida Ativa), no Centro de TaubatéFundado na terça-feira, do dia 09 de Novembro de 1926, por um grupo de jovens, que se reuniu na casa do Sr. Alberto Lippi. O surgimento  significou a união em torno de um ideal. Da partida da Itália ao futuro desconhecido até a fundação de uma sociedade desportiva na terra de adoção, um longo caminho foi percorrido pelos imigrantes.

Não resta dúvida que o lazer sempre esteve presente, mesmo nos momentos mais difíceis e antes mesmo da fundação do clube e também não se restringia ao futebol, jogava-se a “bocha“, truco, etc. No entanto o significativo em relação a fundação do clube é a união do grupo para a construção de algo comum.

Antes de 1926, os italianos já haviam se unido em torno de uma outra causa: o socorro mútuo, mas em 1926, quando da fundação do clube, os objetivos eram diferentes, talvez o momento mais difícil de adaptação já tivesse passado, novos laços entre as famílias já haviam se constituído.

Permanecer já era uma certeza, agora a palavra chave era: construir e reconstruir o novo e o antigo ambiente. Viver na nova terra e não apenas sobreviver, e não foram poucas as vezes que a aquisição daquilo que era para todos, foi feita a partir do pouco que cada um tinha pra doar.

Em 1935 o Esporte Clube Quiririm adquire do hospital Santa Isabel de Taubaté, o terreno onde a sede foi construída por mutirões e doações feitas pelos italianos. A 1ª diretoria foi composta por Angelo Valério, Antonio Naldi, Estevão Corbani, José Manfredini, João Guarnieri, Albino Montesi, Cornélio Marcondes de Mattos.

Campo de Futebol

Em 1922 o Quiririm Football Club, antecessor do Esporte Clube Quiririm, adquire um terreno, no qual seria construído o campo de futebol. Em 1927 é feito um empréstimo para a construção da cerca do gramado do campo. Em 1930 o Coronel Delphino oferece uma planta para a construção da arquibancada, a mesma até hoje.

 

FONTES & FOTOS: Quiririm News – YouTube – Guia Taubaté – Página do Clube no Facebook

 

 

A Associação Esportiva São José é uma agremiação da cidade de São José dos Campos (SP). A “Vermelhinha” foi Fundada na sexta-feira, do dia 15 de Agosto de 1913, por um grupo de jovens esportistas, que deram o nome de São José Football Club. O 1º presidente foi José Miragaia, que comandou o clube entre 1913 a 1916.

Em 1918, com os escassos treinos e partidas oficiais de futebol, acabou surgindo uma divisão no clube, que resultou no surgimento da Associação Sportiva São José no dia 23 de maio de 1918. O presidente neste período foi Afonso César Siqueira. Na década de 20, o clube comprou mm casarão na Rua XV de Novembro na gestão de João Baptista de Souza, conquistando, assim, a sua 1ª sede, dando um caráter associativo ao clube.

A Vermelhinha começa a brilhar em torneios da Liga Paulista de Futebol, onde participou do Campeonato do Interior, na Zona Central de 1922. Nos anos 40, continua brilhando no futebol, conquistando títulos na Liga Paulista.

Na década de 50, a sua Sede social é reformada e ampliada com a compra do terreno com frente para a Avenida São José. É lançada a pedra fundamental do ginásio poliesportivo, na gestão de Linneu de Moura. O clube decide extinguir com a prática de futebol de campo, por questões financeiras, abrindo espaço para os chamados esportes de quadra.

 

FONTES: Site do clube – Correio Paulistano

 

O Esperança Football Club foi uma agremiação da cidade de Jacareí (SP). A sua Sede (inaugurada oficialmente na terça-feira, às 20 horas, do dia 02 de novembro de 1920),  ficava na Rua 13 de Maio, nº 1, no Centro de Jacareí.

O Esperança estreou o seu novo uniforme (calção branco e camisa branca e verde), no Domingo, do dia 06 de Junho de 1920. Na partida, melhor para o Esperança que venceu o Central do Brasil, da capital Paulista, por placar de 3 a 1, na cidade de Jacareí. Os gols foram marcados por Cecy, duas vezes, e Muller para o Esperança, enquanto Floriano fez o de honra do Central do Brasil.

No início de agosto de 1920, o Esperança se filiou à Associação Paulista de Sports Athleticos (APSA). Em março de 1926, o clube saiu da APSA e se filiou na Liga de Amadores de Football (LAF).  

 

FONTES: Correio Paulistano – Waldomiro Junho

 

1º escudo

O Cruzeiro Futebol Clube é uma agremiação do Município de Cruzeiro (SP). O Papagaio do Vale foi Fundado no dia 03 de Setembro de 1914. A sua Sede fica situada Rua Dom Bosco, nº 33, no Centro de Cruzeiro. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Professor Virgílio Antunes de Oliveira, com capacidade para 4 mil pessoas.

 

História

Olhando de perto o anoitecer do dia 03 de setembro do ano de 1914, um grupo de idealistas, reunidos com o ânimo de criar um clube de futebol. Dias mais tarde, em 23 de setembro de 1914, outros se juntaram a esses pioneiros. Eram comerciantes, comerciários, ferroviários, professores, médicos etc.

Surgia, assim, o clube que, por sugestão do Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, seria denominado Cruzeiro Foot-ball Club. O 1º presidente, Dr. Maurício da Rocha Sobrinho, médico, eleito em 23 de setembro de 1914, tomou posse dois dias depois, na 1ª Assembléia Ordinária.

Na mesma ocasião, por maioria de votos, foram escolhidas as cores branca e verde para o Clube. A inauguração oficial ocorreu em um dia de domingo, 27 de dezembro de 1914. O Sr. Carlos Rossetti, arquiteto, ficou responsável pela ornamentação do “ground“, como se chamava na época o campo de futebol, bem como pela a armação da arquibancada e do coreto.

Ficava nas terras da fazenda Boa Vista, na rua Campos Salles, hoje Engenheiro Antônio Penido. Em 21 de fevereiro de 1915, realizou-se a primeira partida de futebol contra um time de fora. O adversário veio da cidade de Cachoeira.

1920: clube inaugura seu estádio

No domingo, dia 24 de outubro de 1920, foi inaugurada a nova praça de esportes, batizada com o nome de Rosalina Novaes dos Santos. Localizava-se no terreno situado na Av. Major Novaes, cedido pelo Prof. Virgílio Antunes de Oliveira, sua esposa Celestina Novaes dos Santos Antunes (Dª Tita) e Sr. Antonio Celestino Novaes dos Santos.

A programação festiva foi extensa e, para inauguração do campo de futebol, foi convidada a equipe da “Associação Sportiva de Guaratinguetá“. Em 1921, conquistou o título da primeira edição da Taça Cidade de Cruzeiro. A agremiação também foi uma das maiores vencedores do campeonato regional promovido pela Liga de Futebol Norte do Estado de São Paulo, ao conquistar o título nos anos de 1939, 1944, 1946 e 1950.

Na praça de esportes o Clube viveu momentos de glória até 1955, quando ela foi desapropriada pelo Poder Público, através do Decreto Municipal n.º 67, subscrito pelo prefeito da época, Dr. Avelino.

Com esse ato, encerrou-se uma etapa da vida do Cruzeiro, marcando o início de uma nova era. A título de esclarecimento, no local foi construída a praça Dr. Antero Neves Arantes, também conhecida como “Praça Nova” ou “Praça 7“. A partir de então, capitaneado pelo Dr. Cástor Machado, o Clube, buscou novos caminhos.

1952: futebol é deixado de lado

Em 1952, o Cruzeiro parou com a equipe de futebol, mantendo apenas as atividades da sede social. Mas em meados da década de 60, o clube reativou o futebol e participou de várias competições amadores municipais.

O Cruzeiro seguiu com as disputas em campeonatos locais nos anos seguintes, com rivalidade a outros clubes locais, como Fabriva, ligada a Fábrica Nacional de Vagões e Frigorífico Atlético Clube, que surgiu com ligação ao Frigorífico Cruzeiro. Entretanto, o encerramento do time de futebol pela primeira empresa e a desativação do segundo clube devido ao fechamento da empresa, reduziu o apelo no futebol local.

Nova sede social, própria, foi construída na rua Major Hermógenes, esquina com a rua Cap. Avelino Bastos. Além do salão de festas, abriga toda a parte administrativa. No Complexo Esportivo, na Rua Dom Bosco, foram centralizadas as demais opções de lazer: piscinas, sauna, campos de futebol, quadras de tênis etc.

1975: O retorno

Porém, em 1975, um convite feito pelo Esporte Clube Taubaté para que a agremiação disputasse uma competição regional, o “Torneio Integração do Vale“, fez surgir apoio de esportistas de outros clubes locais para que o Cruzeiro fosse o representante do município. O time cruzeirense teve uma boa participação naquele ano e em 1976.

 

Bicampeão da Terceirona Paulista

Sob a presidência de José da Costa Sampaio Primo, e com boa aceitação popular, o Cruzeiro se interessou em ingressar no futebol profissional. Em 1977, o clube se filiou a Federação Paulista de Futebol e participou do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (na época, representava o quinto nível do futebol estadual). Com atletas locais, o “Papagaio do Vale” não conseguiu classificação à Segunda Divisão.

No ano seguinte, foi montada uma equipe com vários atletas com experiência no futebol do interior paulista. Na 1ª fase, fez grande campanha e terminou em 1º lugar, com 10 vitórias, cinco empates e uma derrota. Na fase final, conseguiu sete vitórias, três empates e duas derrotas. A vitória por 2 x 1 sobre o Macêdo, no dia 10 de dezembro, garantiu o título do Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1978, pela primeira vez.

Em 1979, o Cruzeiro disputou a Segunda Divisão (equivalente à Quarta Divisão) e fez ótima campanha. Na fase decisiva, terminou em 3º lugar, atrás do Fernandópolis e do Jaboticabal.

Entretanto, voltou a disputar a Terceira Divisão Estadual em 1980. O motivo foi uma ampla reformulação realizada pela Federação Paulista nas divisões de acesso do futebol estadual após a extinção da Divisão Intermediária (atual Série A2).

Mesmo com o “rebaixamento”, mostrou bom desempenho e chegou a fase decisiva, mas ficou atrás do Lemense e Tanabi, sem ascender à Segunda Divisão.

Mas em 1981 o clube alcançou o objetivo e novamente o “Papagaio do Vale” chegou ao bicampeonato da Terceira Divisão de Profissionais, em 1981. Em três fases, conquistou 26 vitórias, teve 13 empates e sofreu 5 derrotas. O jogo que selou a conquista aconteceu no dia 6 de dezembro, em Cruzeiro: vitória por 4 x 0 sobre o Guaçuano.

 

1988: novamente o clube desativa o futebol

Com a conquista, garantiu a participação na principal divisão de acesso do futebol estadual em 1982. Entretanto, realizou somente participações medianas na competição, sem ter disputado efetivamente uma vaga para a elite do Campeonato Paulista. A última participação na Segundona aconteceu em 1987.

No início de 1988, o presidente Domingos Antonio Pereira Creado, recém-eleito para a função, determinou a desativação do departamento de futebol profissional para destinar o foco da administração do clube para a área social. Foi o fim da participação do Cruzeiro Futebol Clube nos gramados do futebol paulista.

 

HINO – Cruzeiro Futebol Clube

(idealizado por Sérgio Valério, ao ser escolhido em um concurso realizado pela Rádio Mantiqueira de Cruzeiro no dia 7 de novembro de 1985)

 

O papagaio vai entrando no gramado

Arte, força, vibração

Cruzeiro do meu coração

bola pra frente com muita raça

que essa taça nós vamos levar.

Bola pra frente com muita raça, que essa taça nós vamos levar.

Salve o Cruzeiro, o campeão…

Salve Cruzeiro, nosso Verdão…

Salve o Cruzeiro, onde estiver, iremos nós…

A nossa voz um coro forte da torcida que unida, não crê em má sorte te leva a lutar

 

Rivalidade

O Cruzeiro teve na sua cidade-natal um grande rival: o Frigorífico, que teve duas participações no Campeonato Paulista, em 1957 e 1958. Durante anos, este clássico disputado por dois alviverdes movimentou o futebol de Cruzeiro.

Outra rivalidade foi com o Aparecida, clube com o qual disputou várias partidas importantes pelas divisões de acesso do Campeonato Paulista.

 

Participações em Estaduais

O Cruzeiro participou de 11 edições do Campeonato Paulista em diferentes divisões:

Segunda Divisão (atual A2) — 1982, 1983, 1984, 1985, 1986 e 1987 – 6 vezes;

Terceira Divisão (atual A3) — 1980 e 1981 - 2 vezes;

Quarta Divisão (atual Série B) — 1979 – 1 vez;

Quinta Divisão (extinta) — 1978 – 1 vez;

Seletiva para Quarta Divisão — 1977 – 1 vez;

 

Reativação bateu na “trave”

Entre 2012 e 2013, representantes da Prefeitura de Cruzeiro levantaram a possibilidade de reativação do futebol profissional do Cruzeiro. Segundo o secretário de Esportes da administração municipal, Alexandre de Góes Pereira, clubes foram contatados para representar a agremiação no Campeonato Paulista de Futebol – Segunda Divisão de 2013. Entretanto, as negociações não evoluíram e a proposta não teve sucesso.

 

FONTES: Wikipédia – Site e Página no Facebook do clube – Waldomiro Junho

FOTOS: Acervo de Alexandre de Góes Pereira – A Gazeta

 

O Esporte Clube Hepacaré é uma agremiação da cidade de Lorena, no Vale do Paraíba (SP). Fundado n dia 07 de Setembro de 1914, a sua Sede fica localizada na Rua Coronel José Vicente, nº 340, no Bairro da Cidade Industrial, em Lorena. A equipe mandava os seus jogos no Estádio General Affonseca, com capacidade para 2 mil pessoas, situado na Rua Conselheiro Rodrigues Alves, s/n (em frente ao número 100), no Centro da cidade.

Significado do nome

O nome Hepacaré a princípio foi o nome da cidade de Lorena e há dúvidas quanto ao seu significado. Há relatos que Hepacaré significa “braço” ou “seio da Lagoa Torta“, outra corrente diz que significa “lugar das goiabeiras“.


Pai de Pelé jogou no Hepacaré

O time teve em suas fileiras o futebol do atacante Dondinho, pai do Rei do futebol Édson Arantes do Nascimento, Pelé. Dondinho jogou no time de Lorena na década de 40, na época Pelé era apenas um garoto de pouco mais de dois anos de idade.

Estádio inaugurado em 1941, teve Friedenreich no apito

Os jogos do time acontecem no estádio General Affonseca. O nome é de um oficial do Ministério da Guerra nos anos 30, com ligações com a história da cidade de Resende no Rio de Janeiro.

A sua inauguração foi em um jogo em 30 de março de 1941 entre o Hepacaré e o Fluminense, onde o time de Lorena foi goleado pelo time carioca pelo placar de 5 a 0. O amistoso foi apitado por nada menos que Arthur Friedenreich, que dizem ter sido o primeiro futebolista a chegar a marca de 1.000 gols.

Doze participações no Paulista da Segunda e Terceira Divisões

Na esfera profissional, o Hepacaré disputou 10 edições do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual A3): 1956, 1957, 1958, 1960,  1961,  1962, 1963, 1964, 1965 e 1966. Além disso, no seu currículo, constam duas participações no Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual A2): 1959 e 1973.

Sede leiloda por R$ 5 milhões de reais

Atualmente o departamento de futebol do clube se dedica apenas a competições de cunho amador. Em 2011, o clube com poucos sócios, acabou entrando em falência. Com 51 ações foram movidas por falta de pagamento de direito dos funcionários. O total da dívida chega a R$ 500 mil reais. Sem dinheiro o Esporte Clube Hepacaré foi a leilão.

Uma rede de supermercados, dos irmãos Nunes do Produtor Supermercado, do Município de Cruzeiro arrematou o clube por R$ 5 milhões, 304 mil reais, em cinco parcelas (de R$ 1.060.800,00). Segundo uma fonte ligada ao grupo empresarial de Cruzeiro, revelou que a intenção é construir um supermercado no local.

Ficamos tristes com essa informação, pois grande jogadores passaram por aqui como foi o caso do Pelé e agora essa historia irá se acabar“, disse Raimundo Souza, Gordinho, técnico do Hepacaré.

 FONTES & FOTOS: Wikipédia – Blog Nossa Região em Foco – YouTube – Templos do Futebol – Rede Band – Waldomiro Junho

 

ESPERANÇA FC (JACAREÍ)      3          X         1          CENTRAL DO BRASIL

LOCAL: Ground do Esperança FC, em Jacareí (SP)

DATA: Domingo, do dia 06 de Junho de 1920

CARÁTER: Festival Sportivo de 1920

HORÁRIO: 16 horas

ÁRBITRO: Ellias Bannald

ESPERANÇA: Arthur; Subis e Victor; Custódio, Júlio (Cap.) e Rezendo; Rogelio, Virgilio, Cecy, Muller e Vigo.

CENTRAL DO BRASIL: Sebastião; Antonio e Dante; Candido, Moreira e Reinaldo; Ernesto, Zeca, Nelson, Ângelo (Floriano)  e Totó.

GOLS: Cecy (Esperança); Cecy (Esperança), no 1º Tempo. Floriano (Central do Brasil); Muller (Esperança), no 2º Tempo.

 

FONTE: Correio Paulistano

 

O Saint Germain Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Ji-Paraná (RO). Fundado em 2015, a sua Sede fica situada na  Rua João F. Almeida, nº 533, em Ji-Paraná.

Na última semana, a cidade de Ji-Paraná ganhou oficialmente mais um clube de futebol profissional. Com um trabalho direcionado para a formação de atletas de alto rendimento, além de num futuro bem próximo ingressar as competições oficiais, o Saint Germain Futebol Clube é a mais nova agremiação federada do estado de Rondônia. Recentemente o clube assinou filiação junto a Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER).

O objetivo inicial do clube é oferecer a comunidade local um ambiente adequado e de requinte para a prática do futebol soçaite, o Espaço de Eventos e Futebol Indoor Saint Germain, expandiu, tornado-se um complexo composto por um centro de formação de atletas (escolinha de futebol), que já começa a render frutos.

O curto mais eficiente trabalho dos professores junto aos garotos da escolinha de futebol Saint Germain FC que já teve seus primeiros atletas avaliados por grandes clubes do país. Alguns dos alunos que participaram recentemente de uma avaliação com o observador técnico Lélis Macedo, do Flamengo, em Ji-Paraná, foram convidados para uma nova avaliação no próximo mês, junto aos treinadores das categorias de base do clube Rubro-Negro carioca, na Gávea.

Outros três atletas, estiveram na última semana com o professor Vagner, no Internacional de Porto Alegre (RS), para um perídio de avaliação, quando dois deles foram aprovados e em breve devem integrar as categorias de base do Colorado Gaúcho.

Segundo o empresário Luiz Adolfo Petinati Domene, diretor presidente do mais novo clube federado de Rondônia, o objetivo principal do Saint Germain FC é o trabalho de formação de atletas de alto rendimento. A equipe será ampliada, com profissionais em todas as áreas, de forma a proporcionar um trabalho altamente comprometido na preparação dos atletas da base.

Seremos um clube formador de atletas, mas que já projeta também competir nos campeonatos promovidos pela Federação de Futebol do Estado de Rondônia, profissional, Juniores, Sub-17 e em outros mais”, garantiu Luiz Adolfo.

Para o novo e audacioso projeto, o Saint Germain Futebol Clube que já conta com parcerias importantes como a do experiente Luciano de Almeida, buscará também incorporar ainda instrutores de outras escolinhas de futebol do município e região.

 

FONTES E FOTO: Página do clube no Facebook – Nolancenet – Homero Queiroga

 

O Clube Atletico Parque da Moóca foi fundado na data de 26 de agosto de 1924 por imigrantes e descendentes de espanhóis da família Gongora e por alguns amigos.

Sua sede se situa na Rua Padre Raposo número 837, no bairro da Moóca, na Zona Leste da cidade de São Paulo.

foto: Diário Nacional – 1932

Foram estas suas participações nos campeonatos paulistas:

1929 – Divisão Municipal da APEA

1931 – Campeonato Municipal da APEA – equivalente a 4ª Divisão

1932 e 1933 – 2ª Divisão da APEA – campeão em 1932, com direito ao acesso a 1º Divisão

1934 – 1ª Divisão da APEA

1968 e 1969 – Campeão amador da Cidade de São Paulo

1971 – Campeão amador do Estado de São Paulo

Nos anos de 1979 e 1980 aventurou-se no futebol profissional

1979 – 5ª Divisão da Federação Paulista de Futebol

1980 – 3ª Divisão da Federação Paulista de Futebol – neste ano foi campeão da 1ª Taça São Paulo

Equipe campeã da 2ª Divisão da APEA, no ano de 1932

foto: A Gazeta – 1933

Fontes: Diário Nacional, Correio Paulistano, A Gazeta e site do clube.

 

O Americano Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Araraquara (atual Américo Brasiliense), no Interior Paulista. Fundado em 1921, por imigrantes italianos, time de futebol mais antigo da região. O campo de futebol ficava entre o velho prédio da atual Metalúrgica Brasiliense e do Fórum. As origens da cores do time foi inspirada na bandeira italiana. Na época, Américo Brasiliense era distrito do município de Araraquara.

O Americano foi o primeiro time de futebol de Araraquara. Entre seus jogadores, um deles estava destinado a fazer uma justa, mas brilhante carreira no futebol, Luiz Bento Palamone. Mais tarde, médico, também famoso, Palamone chegou a integrar a seleção brasileira.

Outro célebre defensor do Americano foi o goleiro Vico, filho de José Reusing, dono do antigo Hotel D’Oeste e primeiro arrendatário do Hotel Municipal. Vico morreu numa noite de carnaval, atingido por um tiro acidental, quando divertia-se com os amigos. Contava-se que suas últimas palavras foram estas: “Adeus, meus amigos”. Jogadores como José Galli (centroavante), Carlos Bortolli, Victor Zilioli e outros fizeram parte da primeira equipe.

Fusão com a Ferroviária de Araraquara

A fusão entre Associação Ferroviária de Esportes e Americano Futebol Clube, no dia 14 de agosto de 1953, conforme a Ata da Sessão, à rua Nove de Julho, no prédio do Cine São José para finalizar a fusão entre as duas agremiações, teve uma razão.

O clube ameriliense era filiado à Federação Paulista de Futebol desde 1943, e a entidade resolveu fazer cumprir, a partir daquele ano, uma norma que existia no papel mas não era consolidada na prática, qual seja, a de que um clube teria de ser filiado há dez anos para poder participar da competição. O Americano foi sensível ao apelo do clube da Estrada e representou papel fundamental para a continuidade de sua gloriosa história.

O presidente do Americano Elias Leme da Costa juntamente com os diretores José Camargo de Toledo Piza, Vito Barbieri, Caetano Nigro Sobrinho, Francisco Neves, Joaquim Justo e Carlos Abi-Jaudi, estavam presentes. Conforme alguns trechos retirados da Ata, ficou determinado o seguinte:

1.ª – A “Associação Ferroviária de Esportes” dará o seu nome ao novo clube surgido da fusão, desaparecendo, conseqüentemente, o do “Americano Futebol Clube”;

2.ª – A “Associação Ferroviária de Esportes”, resultante da fusão de que trata a cláusula primeira, assumirá todo o ativo e o passivo das agremiações que desapareceram;

3.ª – Até que, em assembléia geral, sejam aprovados os estatutos da nova agremiação, esta se regerá pelos estatutos da atual “Associação Ferroviária de Esportes”;

Continuando:

Procedida a votação nominal, responderam “sim” a todos os cinco itens lidos todos os presentes. Declarou, então o Sr. Presidente que estava, de pleno direito e para os efeitos, unanimemente aprovada a fusão entre a Associação Ferroviária de Esportes e o Americano Futebol Clube, resultando dessa fusão a agremiação denominada “Associação Ferroviária de Esportes”, que continuará com o todo o acervo e os direitos legais das associações ora extintas, principalmente aquele do Americano F.C., inscrito na Federação Paulista de Futebol desde 1943, de disputar o Campeonato da Paulista da 2.ª Divisão de profissionais, pois é certo que o Americano F.C., com a presente fusão, transfere à nova agremiação esse direito.

Ato contínuo, e sob uma salva de palmas, foram empossados os membros da Diretoria provisória da “Associação Ferroviária de Esportes”.

Em 1954, renasce o Americano

Depois de quatro meses da fusão com a Ferroviária, alguns esportistas de Américo Brasiliense se reuniram novamente, no salão do Cine São José, para fundar uma nova associação de esportes em substituição Americano Futebol Clube.

Ao iniciar a reunião, em 05 de janeiro de 1954, Elias Leme da Costa, que foi indicado por Benedito Nicolau de Marino e com o apoio de todos os presentes presidiu a sessão.

O primeiro item colocado em pauta foi a denominação do clube. Segundo Elias Leme para alguns credenciados da Liga Araraquarense de Futebol (LAF), não havia nenhum impedimento para que o nome do extinto Americano fosse também o nome dessa nova agremiação.

Em seguida formou-se duas comissões: uma para elaboração do Estatuto Social, composta por Joaquim Justo, Vito Barbieri, Francisco Neves, Miguel Ângelo Imbriani e Antônio Barbieri; e outra para dirigir provisoriamente composta por Elias Leme da Costa, presidente, e Vito Barbieri, secretário.

Estavam presentes nessa reunião além dos membros das comissões mencionadas acima, os Srs.: Tércio Della Rovere, José de Camargo Toledo Piza, Dorival Barbieri, Bazílio Quadrado, Geraldo Furlan, Salvador Romania, JurandyrBortollo, Antônio Pavan, Caetano Treve, Carlos Bortolli Filho, Erne Della Rovere, Bento Vieira, Luiz Rosa de Lima, Carlos Della Rovere, Evaristo Zen, Luiz Romania, Francisco Amaral, Ítalo Della Rovere, José Romania, José Roncalli, Augusto de Souza, Carlos Abi-Jaudi, Ernesto Tavares Carrilo, AchilleBortolli, Mário Coelho da Silva, Paschoal Antônio Nocce, Paulo Abi-Jaudi, Segundo Della Rovere, Rubens B. Leme Costa, João B. M. Ferraz, Rafael Festa, João Alves Carneiro, Antônio Cammarozano, Marcos Ginotti e Constantino Lahz.

Desta data até os anos 90, o Americano deu muitas alegrias para a cidade. Importantes conquistas como os vários regionais amadores e, principalmente, o terceiro lugar na Copa Arizona, realizada em 1974, com mais de mil equipes de São Paulo e Paraná. O endereço atual da Sede fica localizado na Avenida Joaquim Pinto Pereira De Almeida, nº 89, no Centro de Américo Brasiliense.

 

FONTES:

http://www.americobrasiliense.sp.gov.br/site/historia-da-cidade/

http://www.destaque1000.com.br/noticia/1893

http://ferroviariaemcampo.blogspot.com.br

Casa da Cultura, de Araraquara, tema “Memória de Araraquara”

Página do clube no Facebook

Waldomiro Junho

 

Em 1907 foi organizada pela primeira vez no Rio de Janeiro uma liga voltada para jogadores mais jovens: a União Sportiva Fluminense. E coube ao Sport Club José Floriano, de Copacabana, a honra de ser o campeão com o time da foto abaixo:

Antes de tudo, cabe explicar as aspas do título. O futebol da época, amador, não era tão bem estruturado como hoje. E não havia uma distinção clara de categorias nas ligas – o que eram juniores, juvenis, infantis etc. Por exemplo: o Botafogo, em 1906, disputou o Campeonato Carioca com uma equipe que tinha, em média, 17 anos – enquanto equipes como o Fluminense e o Paysandu tinham jogadores na casa dos seus 20 anos. Hoje, muitos diriam que era uma equipe juvenil. Mas era a equipe principal do Botafogo. Da mesma forma, era comum que os chamados segundos quadros – ou reservas – acabassem formados por atletas mais jovens do que os do primeiro. Mas nada disso configurava uma divisão de categorias por idade: os quadros separavam os jogadores por qualidade, e era natural que mais experientes predominassem nos times principais. E a idade média dos times tinha muito mais a ver com a idade dos amadores que fundaram os clubes. No caso do Botafogo, estudantes. No caso do Fluminense, homens já formados. Com o tempo, as idades foram se aproximando…

 

O campeonato da União Sportiva Fluminense

 Em 1907 a União Sportiva Fluminense foi fundada por cinco clubes: Rio Football Club, Carioca, Cattete e Bahia. Depois se filiariam o SC José Floriano, Humaytá e Oriental (que no meio da competição mudou de nome para Engenho Velho). Em comum: todos times fundados por jovens rapazes. E, naturalmente, o campeonato era voltado para esse público. Entre os atletas dos clubes, nomes que se tornariam famosos como Alberto Borgerth (então com 14 anos, do Rio FC e que futuramente lideraria a debandada do Fluminense que resultaria na criação do departamento de futebol do Flamengo), Abelardo Delamare (14 anos, do Carioca FC, futuro artilheiro do Botafogo), Francisco Loup (15 anos, do Rio FC, jogaria depois no Fluminense), Harold Cox (15 anos, Rio FC, futuro jogador do Fluminense), entre outros.

Embora não houvesse ligação oficial com a Liga Metropolitana de Sports Athleticos (a principal da cidade), o campeonato acabou tratado como uma espécie de “versão juvenil” do Campeonato Carioca da mesma. O principal motivo: o Rio Football Club era praticamente uma filial do Fluminense (seus jogadores e dirigentes eram sócios ou parentes mais novos de figuras importantes do mesmo), assim como o Carioca Football Club (sem relação com o do Jardim Botânico) era uma filial do Botafogo. Uma partida entre Rio e Carioca ficou célebre pela confusão promovida por sócios do Botafogo na platéia, e o tom dos jornais deixava claro: a rivalidade surgida naquele ano entre Flu e Bota passou para Rio e Carioca.

Mas assim como entre os clubes da Metropolitana, a distinção de idade parecia mais um fato inerente aos clubes disputantes do que uma separação oficial. Analisando as equipes que disputaram os primeiros quadros da União Sportiva Fluminense, vemos uma maioria de jogadores entre 14 a 17 anos, mas com um ou outros com idades que chegavam a 21 – caso de Zeca Floriano, capitão líder e fundador do Sport Club José Floriano, que viria a ser campeão. E nos segundos quadros, jogadores ainda mais novos, incluindo um “crack” driblador do Bahia que tinha apenas 10 anos!

 

O Sport Club José Floriano

Fundado em 7 de março de 1907, em Copacabana (com seu campo de futebol em Ipanema), o clube foi fundado por José Floriano Peixoto, o “Zeca”. Filho do “Marechal de Ferro” Floriano Peixoto, Zeca era um esportista apaixonado. Fisioculturista, nadador, remador, futebolista, ginasta, praticante de tiro esportivo, lutador de boxe, jiu-jitsu, luta romana, capoeira e até mesmo… domador de leões! Isso mesmo, ainda por cima era dono do Circo Floriano. Além do Sport Club José Floriano, fundou o Club Sportivo José Floriano no Maranhão e participou de competições e disputas esportivas em Maceió e São Paulo. E ganhou fama ao salvar inúmeras pessoas de um naufrágio em Salvador! Uma verdadeira personalidade do esporte. Segue foto do multicampeão cheio de medalhas:

 

O Sport Club José Floriano, de Copacabana, além do time de futebol possuía uma academia voltada para a “cultura physica” (halterofilismo, ginástica etc.) e stand de tiro. Segundo seus estatutos, as cores oficiais da entidade eram o azul e o branco e seu distintivo uma estrela – não há descrições sobre a bandeira ou uniforme. Na foto da equipe, ao alto do artigo, podemos ver uma bandeira com uma estrela no centro que, supomos, era assim:

 

Fonte: Correio da Manhã, O Malho, O Paiz e Estatutos do Clube

 

Fonte: A Noticia / http://historiadoparanaclube.blogspot.com.br

 

 

 

Associação Athletica Cambucy foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). APhalange do Cambucyfoi Fundado na terça-feira, do dia 22 de Abril de 1919. O clube ficava sediado no Bairro de Cambuci, no Centro de São Paulo. O Cambucy participou de algumas edições do  Campeonato Municipal da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), como por exemplo, em 1923.

O clube teve uma participação no Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1927; e oito edições no Campeonato Paulista da Terceira Divisão de 1924, 1925, 1926, 1928, 1929, 1930, 1931 e 1932.

 

FONTES: Correio Paulistano – A Gazeta – Livro “Os esquecidos – Arquivo de Futebol Paulista”, da editora Datatoro, de autoria do amigo e membro Rodolfo Kussarev – Acervo de Élison Fernandes - Revista A Cigarra – Waldomiro Junho

 

Liga Desportiva de Juiz de Fora (LDJF) já liberou a tabela do Regional

 Muito antes do que se esperava, saiu a tabela do Campeonato Regional que a Liga de Desportos de Juiz de Fora (LDJF) vai promover e que reunirá 12 clubes, divididos em duas chaves de seis. Na Chave A estão:

Esporte Clube Biquense, de Bicas;

Esporte Clube Independente, de Além Paraíba;

Mineiro Futebol Clube, de Santos Dumont;

Olympic Club, de Barbacena;

Recreio Esporte Clube, de Recreio;

Tupi Football Club, de Juiz de Fora.

Na Chave B:

Associação de Futebol Merci, de Juiz de Fora;

Clube Social Olímpico Ferroviário, de Santos Dumont;

Esporte Clube Ribeiro Junqueira, de Leopoldina;

Operário Futebol Clube, de São João Nepomuceno;

Sport Club, de Juiz de Fora;

Villa Nova Atlético Clube, de Santos Dumont.

 

Eis os jogos programados para o próximo dia 28 de agosto de 1977, quando começará o certame. Chave A:

Tupi                           x          Biquense, em Juiz de Fora;

Olimpic                      x          Mineiro; em Barbacena;

Independente          x          Recreio; em Além Paraíba.

 

Na Chave B:

Ribeiro Junqueira   x          Social, em Leopoldina;

Villa Nova                 x          Merci, em Santos Dumont;

Operário                    x          Esporte, em São João Nepomuceno.

 

O turno terá novas rodadas, nos dias 4, 11, 18 e 25 de setembro.

JORNADAS DUPLAS - Como as cidades de Juiz de Fora e Santos Dumont têm três times no regional, o presidente da LDJF, Agostinho Feres, reuniu os dirigentes desses clubes para acertar o problema da realização de jornadas duplas nas duas cidades.

Não foi fácil chegar a uma conclusão que atendesse aos interesses de todos. Houve por fim, boa vontade por parte dos presentes, numa questão que surgiu porque os próprios clubes querem que a temporada termine ainda este ano. E para que isto possa acontecer, tornou-se necessária a marcação de jogos com a participação de todos os disputantes em todos os domingos.

Como existem três clubes de Juiz de Fora e três de Santos Dumont, não haveria possibilidade de se conciliar o interesse geral sem a marcação de mais de uma partida nas referidas cidades.

O primeiro a se manifestar foi Adão Acauhi, do Tupi, que disse logo ser contrário às jornadas de duplas. Mas se prontificou a jogar aos sábados, ou aos domingos, pela manhã, toda vez que a tabela marcasse dois jogos para Juiz de Fora.

FONTE: Jornal dos Sports (Quarta-feira, do dia 17 de agosto de 1977)

 

O Nacional Atlético Clube de Visconde do Rio Branco de  1961. O time posado, formado da seguinte forma. EM PÉ (esquerda para a direita): Ivanir, Carlinhos, Sarg. Lucas,  Juca Pato,  Zé Pretinho, Nenê Carolina e João Leite. AGACHADOS (esquerda para a direita): Antônio Baixinho, Carioca, Ruy Tutu, Jésus, Sizé, Zezé Barreto e Hélio Veríssimo Ferreira.

FONTES: A Cidade (MG) – Acervo de Hélio Veríssimo

 

Organização: LSES – Liga Sportiva Espírito-Santense

Observações: Em disputa a Taça Bernardino Monteiro.
Observações: Vitória e Moscoso abandonaram a LSES em função da partida de 15/07 e fundaram outra Liga juntamente com o Christovam Colombo e outros clubes menores.

03/06/1917 – Domingo
Rio Branco FC    3x0    América
[Argeu 41, Pires 71, Pavão 85]
10/06/1917 – Domingo
Vitória    19x0    Moscoso [Cancelado]
[Nelson(7), Jair(7), Carlos(3), Luiz, Constancio]
17/06/1917 – Domingo
Barroso    0x8    Rio Branco FC    15:00 [-3]
[Odilon(2), Pavão(2), Paixão(2), Argeu(2)]
24/06/1917 – Domingo
América    0x4    Vitória    15:00 [Cancelado]
[Nelson 11, Luiz 18, Adroaldo 30, Pradinho 58]
01/07/1917 – Domingo
Moscoso    2x1    Barroso    15:00 [Cancelado]
[Castillani(2); Laurindo]
08/07/1917 – Domingo
Rio Branco FC    3x1    Vitória [Cancelado]
[Pavão 38, 65, Salema 64; Lawrence 54]
15/07/1917 – Domingo
América    3x3    Moscoso [Cancelado]
[Adroaldo 41, Samprini 67, 70; Albino, Duca, Lulu 73]
[O Juiz colocou na súmula 3-2 para o América. O Moscoso e o Vitória questionaram e mesmo o placar sendo confirmado 3-3, abandonaram a LSES]
19/08/1917 – Domingo
Barroso    1x4    América
[Álvaro; Dadinho, Adroaldo, Sarlo, Homero I]
09/09/1917 – Domingo
América    2x1    Rio Branco FC
[Agnaldo, Luiz; Paixão]
30/09/1917 – Domingo
Rio Branco FC    4x0    Barroso
28/10/1917 – Domingo
América    3x1    Barroso
[Semprini(2), Pedro; Airton]

Classificação
Colocação
1    Rio Branco FC 6pts
América    6pts
3    Barroso    0pt

Final – Desempate
15/11/1917 – Quinta
América    x    Rio Branco FC
[América venceu]

 

Nome Oficial: Torneio Initium
Data: 27/05/1917
Local: Campo de Jucutuquara, Vitória
Organização: LSES – Liga Sportiva Espirito-Santense

Em disputa a Taça Saldanha da Gama

Moscoso FC 1-0 Barroso FC
[Manoel]

Victória FC 2-0 América FC
[Nelson, Nelson ou Luiz (*)]

Rio Branco FC 2-0 Moscoso FC
[Bezerra(2)]

Victoria FC 2-0 Rio Branco FC
[Nelson, Nelson ou Luiz (*)]

(*) Nelson fez 3 gols e Luiz 1 gol, mas não se sabe exatamente em quais jogos

Victoria FC campeão

Curiosidade: Moscoso era rubro-negro e na estreia nesta competição perdeu de 19-0 para o Victoria FC em 10/06/1917. Este foi o segundo jogo oficial da LSES. O primeiro foi disputado em 03/06/1917: Rio Branco FC 3-0 América FC.

Pesquisa: Gerson Rodrigues
Fonte: Jornal “Diário da Manhã” de 29/05/1917

 

FONTES: Página do Clube no Facebook – A Cidade (MG) – Diário Mercantil

 

VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)           4          X         2          15 DE NOVEMBRO (RIO NOVO-MG)

LOCAL: Estádio Carlos Barbosa, em Viçosa (MG)

DATA: Domingo, do dia 07 de julho de 1968

CARÁTER: Campeonato de Juiz de Fora de 1968

RENDA: NCr$ 516,00 (quinhentos e dezesseis cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Milton Silveira (atuação ruim)

VAC: Patarinho; Augusto, Batuíra, Odemir e Sangue; Satica e Toninho; Luizinho, Maurício, Messias e Luiz Carlos.

15 DE NOVEMBRO: Alfredo; José Júlio, Carlos Alberto, Cunca e Tatão; Messias e Vareto; Menen, Jacinto, Ronaldo e Lira.

GOLS: Ronaldo (15 de Novembro); Satica (VAC), Luiz Carlos, marcou o 2º e o terceiro gol (VAC), no 1º Tempo. Satica (VAC); Ronaldo (15 de Novembro), no 2º Tempo.

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)           1          X         1          NACIONAL AC (MURIAÉ-MG)

LOCAL: Estádio Carlos Barbosa, em Viçosa (MG)

DATA: Domingo, do dia 23 de junho de 1968

CARÁTER: Campeonato de Juiz de Fora de 1968

RENDA: NCr$ 900,00 (novecentos cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Etelberto Senra (boa atuação)

VAC: Patarinho; Zinho, Batuíra, Odemir (de Barra do Piraí-RJ, que estreou neste jogo) e Sangue; Satica e Toninho; Luizinho, Maurício (Márcio), Fernandinho e Luiz Carlos.

NACIONAL: Cica; Irá, Paulinho, Campestre e Careca; Gonça e Marcos; César, Neném, Dominguinhos e Corisco (Helinho).

GOLS: Neném aos 28 minutos (Nacional), no 1º Tempo. Luizinho aos 25 minutos (VAC), no 2º Tempo.

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

IDEAL EC (RECREIO-MG)           4          X         0          VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)

LOCAL: Estádio Alcides Campos, em Recreio (MG)

DATA: Domingo, do dia 16 de junho de 1968

CARÁTER: Campeonato de Juiz de Fora de 1968

RENDA: NCr$ 279,00 (duzentos e setenta e nove cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Euclides Manuel (atuação regular)

IDEAL: Fumaça; Enéas, Sabará, Fernando e Rogério; Noínha e Darci; Pedrinho, Afrânio, Papada e Amauri.

VAC: Patarinho; Aládio, Maurício, Batuíra e Sangue; Satica (Tonico) e Rui; Luizinho (Neném); Luiz Carlos, Fernando e Messias.

GOLS: Pedrinho aos 13 minutos (Ideal); Afrânio aos 28 minutos (Ideal); Amauri aos 35 minutos (Ideal), no 1º Tempo. Amauri aos 35 minutos (Ideal), no 2º Tempo.

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

TUPI FC (JUIZ DE FORA-MG)    7          X         2          VIÇOSA AC (VIÇOSA-MG)

LOCAL: Estádio Poço Rico (propriedade do Tupinambás), em Juiz de Fora (MG)

DATA: Domingo, do dia 28 de março de 1968

HORÁRIO: 21 horas

CARÁTER: 1º jogo do Troféu de Ouro de 1968 (comemorativo ao 50º aniversário da Liga Desportiva de Juiz de Fora)

RENDA: NCr$ 279,00 (duzentos e setenta e nove cruzeiros novos)

ÁRBITRO: Euclides Manuel (atuação regular)

TUPI: Waldir; Manoel, Murilo, Danilo e Walter; Buré e Ataíde, o Príncipe; Deca (João Pires), Toledo, Roberto e Paulo (Taú).

VAC: Rubens (Lairson); Castelo, Rubim, Batuíra e Sangue; Satica e Tonico; Machado, Maurício, Zinho (Irezê)  e Luizinho.

GOLS: Deca aos 15 minutos (Tupi); Paulo aos 20 minutos (Tupi); Ataíde, o Príncipe aos 46 minutos (Tupi), no 1º Tempo. Paulo aos seis minutos (Tupi); Machado aos 11 minutos (VAC); Toledo aos 23 minutos (Tupi); Maurício aos 27 minutos (VAC); Roberto aos 36 minutos (Tupi);  Manoel aos 47 minutos (Tupi).

 

FONTE: A Cidade (MG)

 

Organização: LDJF – Liga de Desportos de Juiz de Fora
Nome Oficial: Troféu José Paiz Soares

Observações
Torneio homologado pela LDJF como o Citadino pois a Divisão Especial de Profissionais havia sido extinta e os 3 principais clubes de Juiz de Fora passaram a disputar o Campeonato Mineiro

Primeiro critério de desempate era o gol average = gols prós / gols contra

26/10/1969 – Domingo
Tupi    0x0    Tupynambás
09/11/1969 – Domingo
Tupi    1x1    Sport
16/11/1969 – Domingo
Sport    2x1    Tupynambás
23/11/1969 – Domingo
Tupi    1x1    Tupynambás
30/11/1969 – Domingo
Tupi    3x1    Sport
07/12/1969 – Domingo
Tupynambás    2x5    Sport

Classificação:

1) Tupi, 5pts,  gol Average 1.667
2) Sport, 5pts, gol average 1.286
3) Tupynambás, 2pts, gol average 0.500

 

 

 

Pesquisa: Gerson Rodrigues
Fonte: Retrospectiva do Futebol em Juiz de Fora – 1918 – 1978 de Geraldo Gerheim

 

FONTES: Página do Clube no Facebook – A Cidade (MG)

 

E. C. Mário Bouchardet, no seu estádio

FONTES: Diário Mercantil – Acervo de Osvaldo Sartóri Henriques – Acervo de Edgar Amin

 

FONTE: Diário Mercantil (MG)

 

Mineiro Futebol Clube é uma agremiação do  Município de Santos Dumont (MG). O Alvinegro Sandumonense foi Fundado no dia 24 de Maio de 1925, como Palmira, possui a sua Sede localizada na Rua Roberto Dinamite, 320, no Centro da Cidade. Cerca de dois meses depois, no dia 22 de junho, foi constituída a 1ª Diretoria:

Presidente - Vicente Spinelli;

Vice-presidente - Goiatá Camopi;

1º Tesoureiro - José Abreu Jr.;

2º Tesoureiro - Broncibel Castelo Branco;

1º Secretário - Derossi Abreu;

2º Secretário - Moacir Pires de Mendonça;

Diretor Esportivo - Henrique Dias Coelho.

  No dia 21 de Junho de 1932, o Mineiro enfrentou o Flamengo do Rio, em amistoso. O rubro-negro carioca venceu por 4 a 2. São Cristóvão e América foram outros adversários cariocas que o Mineiro enfrentou nos anos 30. Em 1933, inaugurou a sua Sede e também passou a clube profissional da AMEA, com sede em Juiz de Fora.

Mineiro já disputou alguns Campeonatos Citadinos de Juiz de Fora, como os anos de 1961, 1962, 1964 e 1966Entre dezenas de troféus, um dos mais importantes foi o Campeonato Regional de Minas Gerais, quando enfrentou o Tupy de Juiz de Fora, 15 de Novembro, Vila do Carmo de Barbacena, Atlético de São João Del Rei entre outros campeões de diversas cidades.

 

FONTES: Flapédia – Jornal A Manhã – Diário Mercantil

 

O América Futebol Clube (América de Barbacena) foi uma agremiação da cidade de Barbacena (MG). Localizado no Campo das Vertentes (com uma população de 135.829 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2016), Barbacena fica a 169 km da capital (Belo Horizonte) mineira.

O Mecão Barbacenense foi Fundado na sexta-feira, do dia 06 de Novembro de 1931. A Sede ficava situada na Avenida Olegário Maciel, s/n, no Centro de Barbacena. A equipe rubra mandava os seus jogos no Estádio Onda Nunes, com Capacidade para 3 mil pessoas.

O América realizou diversos amistosos, como por exemplo, o Clube de Regatas Flamengo, num domingo, do 21 de abril de 1957, no Estádio Onda Nunes, em Barbacena. No final, melhor para o Rubro-Negro carioca que não teve trabalho para golear pelo placar de 7 a 0.

O América de Barbacena construiu uma história rica, onde faturou  inúmeros títulos do Campeonato Citadino, organizado pela Liga de Futebol Barbacena (LFB). Também participou de diversas competições na esfera profissional como o Campeonato Citadino de Juiz de Fora de 1964; o Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1967 e 1968; e o Campeonato Mineiro Terceira Divisão de 1987.

Vários grandes jogares passaram pelo Mecão: Paulinho, “Cabeçinha de Ouro”, o técnico Paulo Trindade, Mosquito, Canelinha, Willian, Celinho, Tonho, Joaozinho, Bigode, Russinho, Macalé, Nininho, Jurandir, Fubá, Lado, Tarzan, Chiquinho, Eli Vasques, Pascoal, Adalberto, Klebis, Zezé, Oiama, Pissolati, Célio, Hercules, Charrid e entre outros.

FONTES: Wikipédia – Gol Aberto – Flapédia – Diário Mercantil

 

FONTES:  Diário Mercantil

 

O Nacional Atlético Clube (Nacional de Muriaé) é uma agremiação da cidade de Muriaé (MG). Fundado em 25 de dezembro de 1927, mandava seus jogos no Estádio Soares de Azevedo, com capacidade para 8 mil pessoas. Seu antigo estádio foi vendido para uma rede de supermercados, sendo o novo estádio finalizado em 2014, com capacidade para 13.694 pessoas. O endereço do Novo Estádio Soares de Azevedo é às margens da BR 356 em frente ao SESC Muriaé.

Não deve ser confundido com o Nacional Esporte Clube Ltda, que disputou o Campeonato Mineiro de 2014, em contrato de parceria com o Nacional Atlético Clube.

O Nacional Atlético Clube foi formado por um grupo de jogadores liderados pelo Capitão João Felisberto, o seu 1º presidente, e Hércules Marcondes Nacif. Escolheram as cores Branco, Preto e Vermelho. O estádio é o Soares de Azevedo, chamado assim em homenagem ao desportista, que na época, doou o terreno para a sua construção. Mais tarde foi trocado com a prefeitura para obras da atual rodoviária passando-o para o terreno ao lado, continuando a ser denominado Soares de Azevedo, mas depois cognominado “Brazão” em homenagem ao prefeito João Braz.

O Nacional Atlético Clube é um clube marcado por campanhas memoráveis, notadamente no futebol, embora tenha conquistado outros lauréis em outras áreas esportivas como Voleibol e Atletismo, (inclusive com participação na São Silvestre), mas é no futebol que criou um nome de destaque.

Chamam-no “Nacional de Muriaé” não o separam da terra que tanto propagou, através de participações marcantes e ininterruptas, na primeira divisão de profissionais de futebol mineiro. No profissionalismo a sua brilhante carreira iniciou em 1969 quando sagrou-se campeão da Segunda Divisão, título conquistado em pleno Mineirão em Belo Horizonte; frente ao Atletic Club de São João Del Rei (terra de Tancredo Neves).

Daí por diante não parou e manteve-se na primeira divisão do futebol profissional até 1980, quando por falta de apoio decisivo por parte do poder público municipal e do empresariado local viu-se forçado a interromper a sua gloriosa trajetória de 11 anos ininterruptos no profissionalismo, e na principal divisão do Futebol Mineiro.

Dentre as suas conquistas neste período se destacam: 1977Campeão do Torneio Incentivo – certame de profissionais dos mais importantes da época que apenas não participaram o Cruzeiro, Atlético e América, mas fizeram parte, dentre outros: Vila Nova, Valério, Democrata (GV), Uberaba, Uberlândia, Caldense, Tupi (JF) e Guarani de Divinópolis, aliás foi frente a este tradicional clube mineiro que o Nacional decidiu o título novamente dentro do Estádio Magalhães Pinto (Mineirão da Pampulha) vencendo por 2×0 na preliminar do jogo decisivo do Campeonato Brasileiro de 1977 – pois na partida de fundos jogaria Atlético x São Paulo.

Detalhe: o público presente a este evento foi de mais de 130 mil pessoas. Fora esta conquista o clube obteve excelentes colocações nos campeonatos da primeira divisão que disputou, sendo que em 1977 chegou entre os 5 primeiros e em 1979 (sua melhor campanha) chegou no cômputo geral em 4º lugar, mas temos que ressaltar que esteve na liderança isolada do campeonato por várias rodadas, tanto no primeiro como no segundo turno, tendo sido considerado neste ano, campeão do interior de Minas, todas essas conquistas comandadas pelo saudoso Treinador e Supervisor Argemiro Moreira

Voltou, depois de 2 anos de interrupção, à disputa do campeonato mineiro de profissionais na terceira divisão mas logo galgou à Segunda Divisão, em 1991 foi terceiro colocado na Segunda divisão perdendo a vaga de retorno à primeira divisão frente ao URT de Patos de Minas lá em Patos há 6 minutos do final da partida.

O Nacional Atlético Clube, mesmo não tendo participado de todos os campeonatos promovidos pela Liga Esportiva de Muriaé, detém o título de primeiro campeão amador da cidade 1955 e o maior número de títulos, sete ao todo: 1955, 59, 63, 64, 67, 81 e 98 este último conquistado na gestão administrativa Sr. Wallace Sereno Fernandes.

O Nacional saiu de atividade em 2005, quando disputou a segunda divisão do Campeonato Mineiro. Oito anos depois, em agosto de 2013, assinou um contrato de parceria com o Nacional Esporte Clube Ltda., que depois de um ano em Coronel Fabriciano e três em Nova Serrana, estava jogando em Patos de Minas.

A parceria consistia apenas no uso do novo Estádio Soares de Azevedo, moderno e considerado um dos melhores do interior de Minas. Para “abafar” as críticas contra o “Nacional de mentira“, a equipe optou por utilizar as cores do tradicional clube muriaeense. Apesar de bons jogos em casa, o Nacional se perdeu nos jogos como visitante, sofreu 6 derrotas longe de seus domínios, sendo a última delas o 3 a 1 para o Villa Nova, que decretou o rebaixamento do NEC para o Módulo II do Campeonato Mineiro.

Já em 2014, em meio às especulações sobre a continuidade da parceria entre NAC e NEC, a diretoria do clube muriaeense anunciou que voltaria ao futebol profissional, de fato, após nove anos de ausência. O Campeonato Mineiro da Segunda Divisão (correspondente à Terceirona do estado) seria o marcante episódio do retorno do Nacional. A notícia agradou os torcedores da cidade.

No dia 7 de julho a Federação Mineira de Futebol anunciou a tabela do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, e o Nacional estreia diante do Valeriodoce Esporte Clube, de Itabira, no dia 8 de setembro, em Muriaé.

No dia 4 de outubro de 2014 o Nacional confirmou sua presença no hexagonal final do Campeonato Mineiro da segunda divisão ao vencer o Novo Esporte Ipatinga pelo placar de 1 x 0. O NAC tem pela frente no hexagonal final os seguintes times: Betinense, Funorte, CAP Uberlândia, Uberaba Sport, e Valeriodoce Esporte Clube.

No dia 30 de novembro de 2014 o Nacional venceu o Valeriodoce e garantiu acesso ao Módulo II do Mineiro na temporada 2015.

 

 

FONTES: Wikipédia – Diário Mercantil

 

 

Seleção de Juiz de Fora de 1958

Esquerda para direita: (em pé) Eurico Borges, Pedro, Pavio, Walter II, Gabriel, Joca e Timbinha.

(agachados) Maneco (Tupinambás), Douglas, Pirilo, Denoni e Rubens (Sport).

 

FONTES & FOTO:  Resgatando O Passado – A História de Juiz de Fora, de Maurício Lima Corrêa Acervo Odoni Turolla – Blog Maria do Resguardo 

 

Esporte Clube Ribeiro Junqueira é uma agremiação do Município de Leopoldina (MG).  O ‘Dragão da Zona da Mata’ foi Fundado no dia 27 de agosto de 1911, como Ribeiro Junqueira Sport Club, em um dos salões do Gymnasio Leopoldinense, pelos professores: José Botelho Reis, Antônio Moura, João Trentino Ziller, Dr. Pedro Arantes e Milton Ramos Pinto, juntamente com Esdras Lintz, Vicenti Domenice e alguns alunos.

O 1º presidente foi José Botelho e o senador Ribeiro Junqueira o seu presidente de honra. Posteriormente o Prof. José Botelho Reis ocuparia a presidência de honra. Naquela época, era comum utilizar nomes de famílias para denominar um time, e para homenagear o Deputado Ribeiro Junqueira, os alunos do Gymnásio Leopoldinense assim nomearam o clube.

Logo após o primeiro jogo, o Diretor da escola chamou os jogadores para saber quem teve a ideia de colocar o nome de Ribeiro Junqueira no time. No colégio, as coisas eram severas e os alunos ficaram com medo da repreensão e castigo. Mas o diretor Dr. José Monteiro Ribeiro Junqueira havia gostado da escolha e até mesmo propôs ajuda, comprando uniformes e dando apoio para o time seguir em frente.

Uma reunião definiu as cores do time. Um dos fundadores se manifestou dizendo ter recebido de parentes um postal vindo da Itália, o qual trazia em sua ilustração principal o desenho do Estádio do Milan com seu escudo. Desta forma foi definido o uniforme e as cores do Ribeiro Junqueira Sport Club.

Título na Terceirona e o Vice na Segundona

Foi campeão do Campeonato Mineiro do Interior de 1969. O melhor momento da agremiação foi no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando conquistou o Campeonato Mineiro da 3ª Divisão de 1989 e o vice-campeonato do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão de 1990, conseguindo o acesso à Elite do Futebol Mineiro de 1991, quando acabou rebaixado e licenciando-se em seguida do profissionalismo.

Foi tetracampeão da Zona da Mata, Campeão da BR-116, Campeão Regional da Liga de Cataguases em 1984, Campeão Regional da Liga de Juiz de Fora em 1985, Tetracampeão da Liga Esportiva Leopoldinense entre 1983 e 1986.

Estádio Ronaldo Junqueira

Estádio Guanahyro Fraga Motta, conhecido como Ronaldo Junqueira, é um estádio de futebol localizado na cidade de Leopoldina, no estado de Minas Gerais e tem capacidade para 1.600 pessoas.

Celeiro de craques

Entre diversas revelações, o EC Ribeiro Junqueira lançou jogadores como Zequinha (ex-Flamengo e Seleção Brasielira)Othon Valentim (ex-Botafogo e Seleção Brasileira)Dirceu Pantera (ex-Cruzeiro)Elmo(também ex-Cruzeiro) e Elair (ex-Atlético-MG).

 

FONTES :

Página do Clube no Facebook

Diário Mercantil

Wikipédia

Site Terceiro Tempo

Jornal Leopoldinense

BOTELHO, Luiz Eugênio. O Futebol. Artigo publicado do livro E.C Ribeiro Junqueira, O eterno

Campeão de Joseph Capdeville Gribel. 1991, pag 103.

LACERDA, Glauquer Brito de. CD.ROM – E.C Ribeiro Junqueira. 1ª Edição.

NOGUEIRA, Natânia. História e ensino. Acesso em:  06/05/2010. < http://historiadoensino.blogspot.com/2008_05_01_archive.html>

GAZETA ESPORTIVA. História do Futebol. Acesso em: 06/05/2010. http://cgi.gazetaesportiva.net/historia/futebol/historia_do_futebol/abertura.htm

COSTA, Dalmo. O Futebol. Gazeta de Leopoldina de 20/01/1944.

 

O Clube Atlético Montanhês foi uma agremiação do Município de Barroso (MG). O Alvinegro Barrosense foi Fundado no domingo, do dia 02 de Março de 1958, remanescente do Barroso Futebol Clube, que no princípio dos anos 50 era rival do time do Vasquinho. A sua sede ficava Rua Antenor Cunha, nº 346, no Bairro Dr. José Guimarães, em Barroso.

Até então, o time profissional utilizava o campo da cidade de São João del-Rei,  quando em 1961 houve a doação do terreno em que foi construído o estádio Montanhês, palco de diversas partidas que fizeram o clube invicto. O Montanhês participou de diversos campeonatos na região e disputou com adversários memoráveis, como o Tupi de Juiz de Fora, o Sete de Setembro de Dores de Campos e o Atlético Mineiro Juvenil, tornando-se o primeiro clube barrosense a jogar no Estádio do Mineirão, em 20 de abril de 1974.

Neste período, destacava–se o desportista Luiz Raposa, cujos dribles chamaram atenção do técnico Bijú. Outro craque do alvinegro barrosense foi o Zezé do Ponto, que por mais de 15 anos disputou pelo clube. O clube participou de alguns campeonatos profissionais de Juiz de Fora, como em 1964, quando terminou na 9ª colocação.

Depois de 32 anos de história, o Montanhês pendurou as chuteiras. O estádio encerrou atividades e foi tomado pelo mato. Por mais de 16 anos tornou-se ponto de prostituição e drogas, restaram apenas os troféus, evidências da trajetória do clube barrosense. A torcida dos barrosenses torcem para que no futuro um Museu possa abrigar os troféus e a história do alvinegro barrosense.

 

FONTE: Barroso e Mídia – Diário Mercantil

 

O Club Athletico São Paulo Gaz foi fundado na data de 25 de maio de 1928, e era filiado a ACEA (Associação Commercial de Esportes Athleticos), da cidade de São Paulo.

Inicialmente sua sede se situou na Rua do Carmo, no Centro da cidade e, posteriormente, foi transferida para a Rua do Gazometro, 126, no bairro do Braz.

 

Os GAZISTAS, como eram conhecidos, possuíam estádio de futebol situado na Avenida do Estado, no bairro do Braz, o qual era mantido pela Companhia de Gaz de São Paulo.

O estádio foi inaugurado na data de 21 de maio de 1932. Nesse dia o São Paulo Gaz enfrentou a equipe do Club Athletico Britannia e venceu pelo placar de 4 a 0.

O árbitro foi o senhor Francisco Ganovez Sobrinho.

Os gols foram marcados por Edmundo, Cayuba, Moreno e Cesar, nessa sequência.

As equipes assim alinharam:

SÃO PAULO GAZ: Mathias, Orestes e Bertinelli. Josias, Cayuba e Edmeu. Edmundo, Victorino, Puttin, Cesar e Moreno.

BRITANNIA: Skinner, Lipdhim e Chitchester. Tairot, Pettigrew e Melvile. Toal, Hilton, Jamieson, Maclean e Dowaldsch.

OBS: A denominação Club Athletico São Paulo Gaz foi encontrada escrita dessa forma no Almanaque Esportivo Olympicus, do autor Tomaz Mazzoni, publicado no ano de 1943.

Entretanto, cumpre informar que, em todas as citações feitas a esse clube, encontradas nos diversos periódicos consultados, a denominação é São Paulo Gaz Futebol Clube.

Fontes: Diario Nacional, A Gazeta, Correio Paulistano e Almanaque Esportivo Olympicus, de Tomaz Mazzoni.

 

O Paraíba do Sul Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Paraíba do Sul, localizado na região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro. Com uma população de 41.088 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2010, Paraíba do Sul fica a 138 km da capital do Rio.

Fundado na quinta-feira, do dia 17 de março de 2005. A sua Sede e o Estádio Marcelo de Moura Campos e Souza, o “Marcelão” (capacidade para 10 mil pessoas), estão situados na Estrada do Catete, nº 638, no Bairro da Vila Salutaris, em Paraíba do Sul.

 

2005: Estreia na Terceirona do Rio

O clube Sul-paraibano debutou na esfera profissional no mesmo ano da sua fundação. No Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 2005, se classificou para a 2ª fase da competição em 3º lugar, sendo superado apenas pelo Esporte Clube Miguel Couto e Profute Futebol Clube, ficando à frente de Rubro Social Esporte Clube, Artsul Futebol Clube, Associação Atlética Colúmbia e o lanterna Futuro Bem Próximo Atlético Clube. Nas quartas-de-final acabou eliminado pelo Esporte Clube Tigres do Brasil.

Em 2006, é precocemente eliminado na primeira fase ao ficar em último em sua chave, sendo superado por Resende Futebol Clube, Grande Rio Bréscia Clube e Esporte Clube Resende, que se classificam.

2007: clube termina entre os quatro primeiros

Em 2007, se classifica como líder na primeira fase do certame, deixando para trás Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube e Esporte Clube Rio São Paulo, que também se classificam, além dos eliminados Futuro Bem Próximo Atlético Clube e Centro de Futebol Miguel de Vassouras Sociedade Esportiva, que são eliminados.

Na segunda fase se classifica em 1º lugar, em sua chave, juntamente com o segundo colocado, Clube Atlético Castelo Branco. Canto do Rio Football Club e Esporte Clube Rio São Paulo são eliminados.

Na terceira fase se classifica em segundo, atrás somente do Aperibeense Futebol Clube. O Esporte Clube Italva foi eliminado, ao perder três pontos pela utilização de um atleta em condição irregular. O outro que ficou fora foi o São João da Barra Futebol Clube.

Finalmente nas semifinais é eliminado em jogos de ida e volta para o futuro campeão daquele ano, o Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube. O Aperibeense Futebol Clube seria o outro finalista ao bater o Quissamã Futebol Clube nas penalidades.

2008: Paraíba do Sul é o campeão da Terceirona de Juniores

Em 2008, se sagra campeão no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de Juniores. Na categoria profissional o clube se classifica em terceiro em sua chave na primeira fase, sendo superado por Barra Mansa Futebol Clube e Fênix 2005 Futebol Clube, mas ultrapassando Campo Grande Atlético Clube e Semeando Cidadania Futebol Clube, que são eliminados.

 

2017: clube retorna após sete anos de ausência

Em 2009, joga a Terceira Divisão da categoria Juniores e Profissional. Depois o Paraíba do Sul Futebol Clube se licenciou por sete temporadas. Agora o clube se prepara agora para disputar o Campeonato Carioca da Série C (equivalente a Quarta Divisão) de 2017, que começa no próximo mês de junho.

 

FONTES & FOTOS: Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) – Wikipédia – Paulo Roberto Rodrigues

 

O CESA (Centro Esportivo Social Arturzinho) é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube Alviverde foi Fundado na segunda-feira, do dia 15 de Maio de 2000, por Artur dos Santos Lima, ou simplesmente Arturzinho, que completa neste sábado (13 de Maio), 61 anos.

Para quem não associou, o ‘Rei Artur’, como era chamado nos tempos de Bangu, foi um jogador extremamente habilidoso e que costumava surpreender os adversários nas cobranças de escanteio. Várias vezes, Arturzinho marcou gols olímpicos. E não importava qual o lado. Mesmo sendo destro, batia com a mesma eficiência escanteios pelo lado direito, o que não é comum.

O pequeno Arturzinho, com seus 1m62 de altura e 60kg, viveu a melhor fase de sua carreira jogando no Operário de Campo Grande (MS) e em equipes cariocas. O meia foi um dos maiores ídolos da história do futebol do Mato Grosso do Sul. No Rio, ele passou pelo Fluminense e brilhou, principalmente, com as camisas do Bangu e do Vasco da Gama, onde foi vice-campeão brasileiro de 1984.

Ainda em 84, Arturzinho foi contratado pelo Corinthians. Chegou ao Parque São Jorge com enorme responsabilidade: substituir Sócrates, na época negociado com a Fiorentina, da Itália. Apesar de não ter sido o mesmo jogador dos tempos de Bangu e Vasco, Arturzinho chegou a cair nos braços da Fiel torcida depois de uma partida contra o Palmeiras. Na ocasião, Arturzinho, de cabeça, marcou um dos gols da vitória alvinegra sobre o arquirrival.

Deixou o Corinthians, onde realizou 57 jogos conforme mostra o “Almanaque do Corinthians“, de Celso Dario Unzelte e marcou 12 gols (sendo um deles olímpico contra o XV de Jaú, no Morumbi, pelo Paulistão de 84), e retornou ao futebol carioca no ano seguinte da sua contratação. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, o meia voltou a chamar a atenção por suas boas exibições com a camisa do Vitória.

2012: Estreia no futebol profissional

Presidido pelo ex-atleta Arturzinho, o clube alviverde participou das competições da base, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Em 2012, o clube decidiu enveredar na esfera profissional.

Assim o CESA estreou no Campeonato Carioca da Terceira Divisão, em 2012. O clube do ‘Rei Artur’ caiu no Grupo A, da 1ª Fase, juntamente com o Barcelona Esporte Clube, Clube Atlético da Barra da Tijuca, Queimados Futebol Clube, União de Marechal Hermes Futebol Clube e Villa Rio Esporte Clube.

1ª Rodada – 11/03 – Queimados              8 x 2   CES Arturzinho;

2ª Rodada – 18/03 – CES Arturzinho       0 x 2   CA Barra da Tijuca;

3ª Rodada – 22/03 – CES Arturzinho       0 x 3   União de Marechal;

4ª Rodada – 25/03 – Villa Rio EC             2 x 2   CES Arturzinho;

5ª Rodada – 1º/04 – CES Arturzinho       3 x 2   Barcelona;

6ª Rodada – 08/04 – CES Arturzinho       4 x 5   Queimados;

7ª Rodada – 15/04 – Barra da Tijuca        2 x 1   CES Arturzinho;

8ª Rodada – 19/04 – União de Marechal 0 x 3   CES Arturzinho;

Por conta de problemas com inscrições de atletas, o CESA foi punido com a perda de todos os pontos e acabou eliminado da competição e não veio a disputar a categoria de Juniores no mesmo ano.

XXX
FONTES & FOTO: Wikipédia - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ)

 

Participantes:

  1. América Futebol Clube – Barbacena
  2. Andaraí Esporte Clube – Barbacena
  3. Clube Atlético Montanhês – Barroso
  4. Clube Social Olímpico Ferroviário – Santos Dumont
  5. Mineiro Futebol Clube – Santos Dumont
  6. Olympic Club – Barbacena
  7. Sport Club Juiz de Fora – Juiz de Fora
  8. Tupi Football Club – Juiz de Fora
  9. Tupynambás Futebol Clube – Juiz de Fora
  10. Villa do Carmo Esporte Clube – Barbacena

Tabela:

Data

Mandante

Placar

Visitante

14/06/1964

Social

4×3

Andaraí

14/06/1964

Tupi

0×0

Montanhês

14/06/1964

Villa do Carmo

1×0

Tupynambás

21/06/1964

América/B

0×4

Tupi

21/06/1964

Mineiro

2×2

Sport

21/06/1964

Tupynambás

1×2

Olympic

28/06/1964

Olympic

4×1

Social

28/06/1964

Sport

2×1

América/B

29/06/1964

Villa do Carmo

2×1

Montanhês

05/07/1964

Andaraí

1×1

Villa do Carmo

05/07/1964

Montanhês

0×1

Sport

05/07/1964

Social

2×1

Tupynambás

05/07/1964

Tupi

2×1

Mineiro

12/07/1964

Mineiro

4×0

Montanhês

12/07/1964

Olympic

1×0

Tupi

12/07/1964

Tupynambás

3×2

Andaraí

19/07/1964

América/B

3×5

Tupynambás

19/07/1964

Montanhês

0×1

Olympic

19/07/1964

Social

3×2

Tupi

19/07/1964

Sport

2×3

Villa do Carmo

26/07/1964

Mineiro

4×2

América/B

26/07/1964

Olympic

1×1

Sport

02/08/1964

América/B

1×2

Villa do Carmo

02/08/1964

Montanhês

2×0

Andaraí

02/08/1964

Tupynambás

2×1

Mineiro

05/08/1964

Olympic

6×0

América/B

09/08/1964

Andaraí

2×3

Mineiro

09/08/1964

Social

1×2

Villa do Carmo

09/08/1964

Sport

1×1

Tupynambás

15/08/1964

Villa do Carmo

5×1

Mineiro

16/08/1964

América/B

0×2

Social

16/08/1964

Tupi

3×1

Andaraí

23/08/1964

Andaraí

0×0

Olympic

23/08/1964

Social

2×3

Sport

23/08/1964

Tupynambás

0×1

Tupi

26/08/1964

América/B

2×0

Montanhês

30/08/1964

Mineiro

0×2

Olympic

30/08/1964

Montanhês

3×2

Social

30/08/1964

Sport

0×1

Andaraí

30/08/1964

Villa do Carmo

3×1

Tupi

06/09/1964

Mineiro

1×1

Social

06/09/1964

Tupi

2×1

Sport

06/09/1964

Villa do Carmo

2×2

Olympic

07/09/1964

Andaraí

1×3

América/B

07/09/1964

Tupynambás

2×0

Montanhês

13/09/1964

Sport

3×1

Mineiro

13/09/1964

Villa do Carmo

2×3

Social

20/09/1964

Mineiro

2×1

Andaraí

20/09/1964

Olympic

5×1

Tupynambás

20/09/1964

Tupi

7×0

América/B

27/09/1964

Andaraí

3×0

Sport

27/09/1964

Montanhês

0×0

Tupi

27/09/1964

Social

1×3

Olympic

27/09/1964

Tupynambás

4×1

Villa do Carmo

04/10/1964

Mineiro

3×3

Tupi

04/10/1964

Sport

1×3

Olympic

04/10/1964

Villa do Carmo

1×0

América/B

11/10/1964

América/B

0×1

Sport

11/10/1964

Andaraí

2×2

Montanhês

11/10/1964

Mineiro

2×2

Tupynambás

11/10/1964

Tupi

3×2

Social

18/10/1964

Montanhês

1×1

Villa do Carmo

18/10/1964

Olympic

3×2

Andaraí

18/10/1964

Tupynambás

3×0

América/B

25/10/1964

Andaraí

1×0

Tupynambás

25/10/1964

Social

5×1

América/B

25/10/1964

Sport

1×0

Montanhês

01/11/1964

Andaraí

2×2

Social

01/11/1964

Mineiro

1×3

Villa do Carmo

01/11/1964

Montanhês

2×4

Tupynambás

07/11/1964

Tupi

3×0

Olympic

08/11/1964

América/B

1×3

Mineiro

08/11/1964

Social

2×2

Montanhês

08/11/1964

Tupynambás

1×0

Sport

08/11/1964

Villa do Carmo

2×1

Andaraí

15/11/1964

Andaraí

1×2

Tupi

15/11/1964

Montanhês

0×1

Mineiro

15/11/1964

Sport

1×0

Social

18/11/1964

Olympic

2×1

Montanhês

22/11/1964

Montanhês

4×2

América/B

22/11/1964

Tupi

2×0

Tupynambás

22/11/1964

Villa do Carmo

1×0

Sport

25/11/1964

América/B

0×3

Olympic

29/11/1964

América/B

0×4

Andaraí

29/11/1964

Tupynambás

3×0

Social

06/12/1964

Olympic

1×0

Mineiro

06/12/1964

Tupi

3×3

Villa do Carmo

11/12/1964

Sport

1×1

Tupi

13/12/1964

Olympic

2×1

Villa do Carmo

13/12/1964

Social

2×1

Mineiro

Classificação:

 Pos Time

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

Aprov.

1

Olympic

31

18

14

3

1

41

15

26

86,11%

2

Villa do Carmo

26

18

11

4

3

36

25

11

72,22%

3

Tupi

25

18

10

5

3

39

20

19

69,44%

4

Tupynambás

20

18

9

2

7

33

26

7

55,56%

5

Sport

18

18

7

4

7

21

23

-2

50,00%

6

Social

17

18

7

3

8

35

37

-2

47,22%

7

Mineiro

16

18

6

4

8

31

34

-3

44,44%

8

Andaraí

12

18

4

4

10

28

32

-4

33,33%

9

Montanhês

11

18

3

5

10

18

29

-11

30,56%

10

América/B

4

18

2

0

16

16

57

-41

11,11%

Com estes resultados, o Olympic Club conquistou seu segundo título do Campeonato de Juiz de Fora. O primeiro havia sido conquistado em 1957.

Ficha técnica do jogo do título:

6 de dezembro de 1964, 15:30
OLYMPIC 1-0 MINEIRO
Local: Estádio Santa Tereza, Barbacena
Renda: Cr$ 135.400,00
Árbitro: Sinval Senra
Gol: José Antônio 56′.
OLYMPIC – Danton; Lucas, Tião, Hércules, Pascoaline; José Adir, Branco; José Luiz (Jurandir), José Antônio, Wilson Raimundo, Crivano. Técnico: Barbosa da Silva.
MINEIRO – José Geraldo; Neném, Realino, Laerte, Cazeca; Ednar, Pedro Tibúrcio, Nelsinho; Análio, José Maria, Francisquinho. Técnico: Bicota.

Curiosidade: antes da partida contra o Tupi, o Villa do Carmo, vice-campeão, tentara comprar o mando de campo do Galo Carijó. Os dirigentes alvinegros julgaram a proposta um disparate – imagine ser da cidade da mentora da competição e ver-se humilhado a ponto de um time de outra cidade ser candidato ao título e querer-lhe comprar o mando de campo…

 

O CFZ do Rio (Centro de Futebol Zico do Rio Sociedade Esportiva) é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube-empresa foi Fundado na sexta-feira, do dia 12 de Julho de 1996, como Rio de Janeiro Futebol Clube. Poucos sabem, mas o clube possuem duas Sedes: na Principal (que está o Estádio Antunes, com capacidade para 1 mil pessoas) fica localizado na Avenida Miguel Antônio Fernandes, nº 700, no Bairro do Recreio dos Bandeirantes. O segundo (que há o Centro de Treinamento e a Sede Administrativa) fica na Via Serviente Quatro, 768-A, no Bairro Vargem Pequena. Ambos ficam situados na Zona Oeste do Rio.

O clube do Galinho de Quintino também possuiu uma “filial” em Brasília, uma em Juiz de Fora , Minas Gerais e outra na cidade de Imbituba, Santa Catarina. O clube inicialmente chamou-se Rio de Janeiro Futebol Clube e entrou em atividade seis meses depois do 1º aniversário do Centro de Futebol, no Recreio dos Bandeirantes. O projeto inicialmente foi concebido como uma escolinha de atletas chamada Nova Geração.

1997: estreia no futebol profissional e título inédito

A equipe profissional do Rio de Janeiro FC debutou na esfera profissional no Campeonato Carioca da Terceira Divisão de 1997, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

1º jogono sábado, do dia 22 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Correão, em Cabo Frio, as equipes da Associação Desportiva Cabofriense e o Rio de Janeiro estreavam no Campeonato Carioca da Terceira Divisão (chamado de Módulo Intermediário).

O jogo representou o retorno ao futebol profissional de uma equipe de Cabo Frio, enquanto o time do Galinho estreava oficialmente no futebol profissional. No final, um empate em 0 x 0, que resultou o que foi a partida, marcada por muito equilíbrio. O Rio de Janeiro jogou assim: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson. Técnico: Jaime de Almeida.

Na segunda partida, no sábado, do dia 29 de Março de 1997, às 15 horas, aconteceu no Estádio Antunes, que estava recebendo o 1º jogo oficial. No Final, o Rio de Janeiro estreou com uma goleada diante do Raiz da Gávea por 7 a 0. O primeiro gol aconteceu aos 38 minutos da primeira etapa, por intermédio do zagueiro Guarilha. Os demais tentos foram assinalados pelo meia Iran, o lateral Selé e o atacante Nilson, todos com um gol. O destaque ficou por conta de outro atacante: Samaroni, autor de três gols.

A equipe comandada por Jaime de Almeida (que depois foi técnico do Flamengo, conquistando a Copa do Brasil de 2013), foi a campo com a seguinte formação: Nilton; Selé, Guarilha (Xandão), Jairo e Serginho; Claudinho, Iran, Benjamim (Cléber) e Márcio Lage (Leonardo); Samaroni e Nilson.

No final, o Rio de Janeiro Futebol Clube acabou faturando o seu primeiro título! A campanha da primeira fase foi a seguinte:

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

7

X

0

Raiz da Gávea
Duquecaxiense

2

X

1

Rio de Janeiro
Rodoviário

0

X

2

Rio de Janeiro
Real EC, de Angra

2

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

A.A. Columbia, de Duque de Caxias
Rio de Janeiro

5

X

1

Queimados FC
Rio de Janeiro

3

X

0

Grêmio-49, de Seropédica
Rio de Janeiro

4

X

0

Opção FC, do Bairro de Realengo
Raiz da Gávea

0

X

0

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

0

X

0

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Rio de Janeiro

1

X

1

Duquecaxiense
Cascatinha, de Petrópolis

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Rodoviário
Rio de Janeiro

0

X

0

Real EC, de Angra
A.A. Columbia, de Caxias

0

X

1

Rio de Janeiro
Queimados FC

2

X

1

Rio de Janeiro
Grêmio-49, de Seropédica

0

X

2

Rio de Janeiro
Opção FC, de Realengo

0

X

2

Rio de Janeiro

 

O Rio de Janeiro FC avançou para o Quadrangular Final, com a segunda melhor campanha com 38 pontos, só atrás da Associação Desportiva Cabofriense, com 46 pontos. O Real Esporte Clube, de Angra dos Reis, ficou em 3º lugar com 37 e o Duquecaxiense na 4ª posição com 31.

Contudo, no Quadrangular Final, o Rio de Janeiro FC jogou como ente grande. Na partida do dia 28 de setembro, a equipe comandada por Jaime de Almeida derrotou o Duquecaxiense por 1 a 0, gol do japonês Takayuki Suzuki, e conquistou o título faltando uma rodada para o final da Terceirona de 1997.

Rio de Janeiro

1

X

1

Real EC, de Angra
Duquecaxiense

0

X

1

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

2

X

1

A.D. Cabofriense, de Cabo Frio
Real EC, de Angra

1

X

2

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

1

X

0

Duquecaxiense
A.D. Cabofriense

0

X

0

Rio de Janeiro

1998: Sai Rio de Janeiro FC e entra CFZ do Rio

Logo, o então Rio de Janeiro Futebol Clube teve de trocar o nome, uma vez que já existia outro clube com o mesmo nome no estado. No dia 4 de fevereiro de 1998, o Centro de Futebol Zico é oficializado e o “do Rio” é acrescentado para manter a essência da ideia original.

O CFZ do Rio deu origem a uma filial sediada na cidade de Brasília: o homônimo CFZ. O clube brasiliense foi fundado no dia 1º de agosto de 1999, em sociedade com a empresa HPMA. Os dois clubes passaram a utilizar os mesmos jogadores e comissão técnica durante algum tempo.

O CFZ esteve perto de conquistar o acesso à elite do futebol carioca em 2001, quando foi vice da Série B. Na ocasião, o Entrerriense saiu campeão. Em 2010, oficializa união com o Flamengo. O clube da Gávea cederá atletas não aproveitados do time de juniores e profissionais para o time de Zico.

Também é anunciado um arrendamento do clube para o grupo de investidores MFD Sports, que será responsável por todas as despesas do clube. Em 2011, o clube se licenciou das competições estaduais. Em 2014, foi desfiliado dos quadros da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, por ter se licenciado por mais de três anos seguidos, e deixou as atividades no futebol profissional. O clube pediu seu afastamento por razões.

 

FONTES: Wikipédia – Site do CFZ

FOTOS: Show de Camisas – Só Futebol - Paulo Roberto 

 

SELEÇÃO BRASILEIRA  4          X         0          SELEÇÃO MEXICANA

LOCAL: Estádio Mario Filho, Maracanã, no Bairro do Maracanã, na Zona Note do Rio (RJ)

DATA: Sábado, do dia 24 de Junho de 1950

CARÁTER: 1ª rodada, da Primeira Fase, do Grupo 1, da IV Copa do Mundo de Futebol de 1950

PÚBLICO: 81.649 pagantes

ÁRBITRO: George Reader (Inglaterra)

AUXILIARES: George Mitchell (Escócia) e Benjamin Griffiths (País de Gales)

BRASIL: Barbosa; Augusto (Cap.) e Juvenal; Bauer, Danilo Alvim e Bigode; Friaça, Maneca, Baltazar, Ademir Menezes e Jair Rosa Pinto. Técnico: Flávio Costa

MÉXICO: Antonio Carbajal Rodríguez; Felipe Zetter Zetter, Alfonso Montemayor  Crespo (Cap.) e Rodrigo Ruiz; Mario Ochoa Gil e José Antonio Roca; Carlos Septién González, Héctor Ortiz, Horacio Casarín Garcilazo, Mario Pérez e José Guadalupe Velázquez. Técnico: Octavio Víal

GOLS: Ademir Menezes aos 30 minutos (Brasil), no 1º Tempo. Jair Rosa Pinto aos 20 minutos (Brasil); Baltazar aos 26 minutos (Brasil); Ademir Menezes aos 34 minutos (Brasil), no 2º Tempo.

FONTES: Revista Sport Ilustrado – Revista Fon Fon

 

 

 

 

 

Gildo, do Ceará, artilheiro com 8 gols.

COM 8 GOLS:
Gildo [Ceará (CE)]
COM 7 GOLS:
Ruiter [Confiança (SE)] e Pelé [Santos (SP)]
COM 6 GOLS:
Bita [Náutico (PE)]
COM 5 GOLS:
Urbano [Rio Branco (ES)] e Pepe [Santos (SP)]
COM 4 GOLS:
Cocó [Campinense (PB)] e Wílson Lopes [Rio Branco (ES)]
COM 3 GOLS:
Araponga [Campinense (PB)], Carlito [Ceará (CE)], Beto e Sebastos [Confiança (SE)], Wílson [Maranhão (MA)], Geraldo José [Náutico (PE)], Coutinho e Toninho Guerreiro [Santos (SP)]
COM 2 GOLS:
Bougleux e Luiz Carlos [Atlético (MG)], Ireno [Campinense (PB)], William [Ceará (CE)], Élio Albacete [Confiança (SE)], Aírton Beleza [Flamengo (RJ)], Croinha e Valdeci [Maranhão (MA)], Idésio e Madureira [Metropol (SC)], Quarentinha [Paysandu (PA)], Loloca, Pedroca e Tassu [Ríver (PI)], Peixinho [Santos (SP)], Paulinho Dantas e Sete-Léguas [Vila Nova (GO)]
COM 1 GOL:
Galdino, Oziel e Paulo Geladeira [Alecrim (RN)], Toninho e Viladônega [Atlético (MG)], Tonho Zeca [Campinense (PB)], Charuto, Dedé, Lucena e Zé Gerardo [Ceará (CE)], Jurandyr e Raimundinho [Confiança (SE)], Paulinho, Zezé e Zezito [Cruzeiro do Sul (DF)], Canhoteiro e Deda [CSA (AL)], Amauri, Carlinhos, Murilo e Paulo Chôco [Flamengo (RJ)], Carlinhos e Dedé [Fluminense de Feira (BA)], Geraldo [Goytacáz (RJ)], Alcindo [Grêmio (RS)], Ariston e Zuringue [Grêmio Maringá (PR)], Barrão [Maranhão (MA)], Calita, Gaiola e Galego [Metropol (SC)], Fredoca [Nacional (AM)], Ivan Brondi, Nado e Salomão [Náutico (PE)], Ademir da Guia e Gildo [Palmeiras (SP)], Chininha, Laércio, Vila, Wanderley e Zé Maria [Paysandu (PA)], Gelsinho e João Francisco [Rio Branco (ES)], Vilmar [Ríver (PI)], Dicá, Fausto e Maércio [Vila Nova (GO)]

Artilheiros Negativos

COM 1 GOL CONTRA:
Zé Mecânico (Confiança (SE)), Waltirdes (Goytacáz (RJ)) e Joel Camargo (Santos (SP)).

FONTE: site sumulas-tchê

 

O Friburguense Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Nova Friburgo, localizado na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. O “Frizão” foi Fundado na sexta-feira, do dia 14 de Março de 1980, resultante da fusão do Fluminense Atlético Clube com o Serrano Futebol Clube. O 1º presidente foi Francisco Mastrângelo. Os principais fundadores foram: Francisco Sampaio, Jorge El-Jaick, Tuffy El-Jaick, João Bizzoto, Ernesto P. Faria e Henrique F. Leal.

A cidade de Nova Friburgo está localizada no centro-norte do Estado do Rio de Janeiro, a 846 m de altitude, com área de 938 Km2, e distante da em 136 km , Nova Friburgo é a cidade que mais se destaca no futebol na região capital serrana.
As cidades limites ao Norte, são os municípios de Sumidouro, Duas Barras, Bom Jardim e Trajano de Moraes; a Leste com o município de Macaé; ao Sul com os municípios de Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu; a Oeste com o município de Teresópolis.

Como homenagem especial e em atenção aos relevantes serviços prestados ao Fluminense Atlético Clube, é conferido ao Dr. César Guinle o título de Patrono do clube. O quadro social do Friburguense tem hoje mais de 1.300 sócios proprietários e sua área é de 41.500 m2 e está localizado na Rua Jardel Hotz, s/n, no Bairro de Olaria, em Nova Friburgo, funcionando de terça a domingo.
No mesmo endereço, encontra-se o estádio Eduardo Guinle, com capacidade para 12 mil pessoas, dimensões oficiais de 105 m x 68 m, com iluminação e o Placar Eletrônico é o antigo que pertencia ao Maracanã.

O Friburguense foi 4° colocado no Campeonato Carioca da 1ª Divisão de 1999, vencendo Botafogo e Fluminense no Maracanã. O time também foi 4° colocado no Carioca de 2002. No ano de 2004 chegou as semifinais da Taça Rio, sendo eliminado pelo Vasco nos pênaltis por 5 a 4, após empate de 1 x 1 em pleno Maracanã. O bom desempenho de 2004, premiou o time com a inédita classificação para a Copa do Brasil de 2005.

 

FONTES: Site e a página no Facebook do Friburguense Atlético Clube

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