Time do Apucarana em 1991 Em pé – Marcão, Ivanildo, Madruga, Cleomir, Marcos Paulo, Marcelo e Adão Pereira (preparador físico). Agachados – Índio, Lê, Adelar, Ismanir e Grafite.

Fontes:

Arquivos do autor
Revista Placar
Facebook “Amigos do museu esportivo”
 

O Poty Sport Club foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). O “Tricolor da Galícia” ou “Bugre Galiciano” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de Maio de 1925, pelos senhores: João Simões de Lima; Miguel Catalosqui; Estevam Kugut; José Ordosqui; João Kupchck; Waldomiro Kupcharck e Pedro Kupcharck.

A sua Sede e o Estádio Capitão Manoel Aranha ficavam localizados na Rua Padre Anchieta (atual Praça 29 de Março), s/n, no Bairro Campo da Galícia (atual Bairro Mercês), na Região Central de Curitiba. No local havia o campo oficial e áreas adjacentes. Além disso, tinha um casarão de madeira, com amplo salão e, no fundo, um balcão, onde serviam bebidas, era protegido por uma cerca de tábuas.

A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:

Presidente Honorário - Ângelo Zanetti;

Presidente - João Eskabron;

Vice-Presidente - Sebastião Vidal da Rocha;

1º Secretário - Estevam Katoloski;  

2º Secretário - João David de Oliveira;

1º Tesoureiro - Mariano Kataloski;

2º Tesoureiro - João Balla.

Estádio Capitão Manoel Aranha

O Estádio Capitão Manoel Aranha já existia desde o início da década de 1940, sendo conhecido por “Campo do Paulo” porque o terreno fazia parte das propriedades de Paulo Mann.

Com dívidas junta a prefeitura de Curitiba, em 1947 a família Mann repassou o terreno a municipalidade, que por sua vez, transferiu o uso do local para o Poty S. C. através da lei nº. 10 de 07 de fevereiro de 1948. Com a posse provisória do terreno, o Poty S.C. inaugurou, ainda em 1948, o seu estádio com a denominação de Estádio Capitão Manoel Aranha.

A escolha do nome foi uma homenagem ao militar do Exército Brasileiro Manoel Aranha, que também foi presidente do Clube Atlético Paranaense entre 1943 e 1945 e presidente da Federação Paranaense de Futebol em 1947.

O “Bugre Galiciano“, endividado, devolveu o estádio, no início da década de 1960, para o município e com uma nova lei, revogando a anterior, o prefeito Ivo Arzua iniciou a construção, neste exato local, da “Praça 29 de Março” (data da comemoração do aniversário de Curitiba), inaugurada em novembro de 1966 com projeto urbanístico do futuro prefeito Jaime Lerner.

 

Extinto nos anos 60

O Poty existiu até a década de 60, disputando os campeonatos amadores da Federação Paranaense de Futebol e que chegou a participar do “Torneio Curitiba”, em 1931, com clubes profissionais, juntamente com o Clube Atlético Paranaense, Coritiba Foot Ball Club, Clube Atlético Ferroviário, entre outros.

O “Tricolor da Galícia” participou algumas vezes do Campeonato Paranaense da Segunda Divisão. O seu maior feito foi o vice-campeonato da Segundona de 1954. Foi Super-Campeão de 1955.

FONTES: Wikipédia – Paraná Esportivo

 

Nome Oficial: Campeonato da Divisão Extra de Profissionais

Organização: Federação Paranaense de Futebol

06/06/1952 – Sexta
Bloco Morgenau    3x3    Britânia
15/06/1952 – Domingo
Ferroviário    4x2    Cambaraense
21/06/1952 – Sábado
Coritiba    11x0    Bloco Morgenau
[Neno(4), Renatinho(2), Toni(2), Miltinho(2), Babi]
22/06/1952 – Domingo
Palestra Itália    0x2    Ferroviário
Cambaraense    3x2    Água Verde
CAMA    2x1    Atlético
28/06/1952 – Sábado
Atlético    1x2    Britânia
29/06/1952 – Domingo
CAMA    1x3    Coritiba
[Renatinho(2), Babi]
Água Verde    4x4    AE Jacarezinho
05/07/1952 – Sábado
Palestra Itália    2x0    Britânia
06/07/1952 – Domingo
Cambaraense    3x1    Bloco Morgenau
Atlético    3x4    Ferroviário
09/07/1952 – Quarta
Bloco Morgenau    1x3    Palestra Itália
10/07/1952 – Quinta
CAMA    2x1    AE Jacarezinho
13/07/1952 – Domingo
Água Verde    2x2    Coritiba
[Miltinho, Osvaldo]
19/07/1952 – Sábado
Atlético    1x2    Água Verde
20/07/1952 – Domingo
Britânia    1x2    Coritiba
[Renatinho, Osvaldo]
AE Jacarezinho    5x2    Ferroviário
Cambaraense    4x6    CAMA
27/07/1952 – Domingo
Ferroviário    3x2    Bloco Morgenau
28/07/1952 – Segunda
Cambaraense    2x2    Britânia
Atlético    0x2    Palestra Itália
02/08/1952 – Sábado
Água Verde    6x5    CAMA
03/08/1952 – Domingo
Coritiba    0x0    Palestra Itália
AE Jacarezinho    4x0    Bloco Morgenau
09/08/1952 – Sábado
Água Verde    0x0    Britânia
10/08/1952 – Domingo
Atlético    1x3    Coritiba
[Renatinho(2), Neno]
AE Jacarezinho    2x1    Cambaraense
CAMA    3x1    Ferroviário
16/08/1952 – Sábado
Ferroviário    2x0    Britânia
23/08/1952 – Sábado
Palestra Itália    4x1    Água Verde
24/08/1952 – Domingo
Atlético    3x2    Cambaraense
31/08/1952 – Domingo
AE Jacarezinho    5x2    Coritiba
[Almir, Neno]
Bloco Morgenau    1x4    CAMA
07/09/1952 – Domingo
Britânia    0x0    AE Jacarezinho
13/09/1952 – Sábado
Coritiba    4x1    Ferroviário
[Ivo(2), Renatinho, Neno]
14/09/1952 – Domingo
Palestra Itália    1x0    Cambaraense
20/09/1952 – Sábado
Água Verde    3x1    Ferroviário
21/09/1952 – Domingo
Atlético    1x0    Bloco Morgenau
AE Jacarezinho    3x0    Palestra Itália
CAMA    2x0    Britânia
27/09/1952 – Sábado
Bloco Morgenau    1x1    Água Verde
28/09/1952 – Domingo
Coritiba    4x1    Cambaraense
[Almir(2), Miltinho, Renatinho]
Atlético    2x2    AE Jacarezinho
Palestra Itália    3x3    CAMA
17/10/1952 – Sexta
Britânia    3x1    Bloco Morgenau
18/10/1952 – Sábado
Cambaraense    4x1    Ferroviário
Atlético    6x2    CAMA
22/10/1952 – Quarta
Coritiba    4x1    Bloco Morgenau
[Babi, Almir, Ivo, Renatinho]
26/10/1952 – Domingo
Palestra Itália    1x1    AE Jacarezinho
01/11/1952 – Sábado
Água Verde    2x0    Cambaraense
[Cezar Frizzio 16, Jaci 29]
09/11/1952 – Domingo
Ferroviário    1x3    Palestra Itália
[China; Lobato(2), Bastinhos]
15/11/1952 – Sábado
Atlético    1x1    Britânia
16/11/1952 – Domingo
Coritiba    2x2    CAMA
[Miltinho, Ivo]
23/11/1952 – Domingo
Britânia    1x2    Palestra Itália
AE Jacarezinho    5x1    Água Verde
[Ítalo 2T (contra), Fescina 40, Amarelinho 47, 90, Reinaldo 86; Barbozinha 2T]
29/11/1952 – Sábado
Palestra Itália    5x2    Bloco Morgenau
30/11/1952 – Domingo
AE Jacarezinho    2x1    CAMA
Atlético    1x2    Ferroviário
07/12/1952 – Domingo
Coritiba    3x2    Água Verde
[Miltinho, Lula, Ivo]
13/12/1952 – Sábado
Ferroviário    4x2    AE Jacarezinho
14/12/1952 – Domingo
CAMA    2x2    Cambaraense
17/12/1952 – Quarta
Bloco Morgenau    2x4    AE Jacarezinho
20/12/1952 – Sábado
Atlético    4x0    Água Verde
21/12/1952 – Domingo
Coritiba    3x1    Britânia
[Ivo(2), Renatinho]
27/12/1952 – Sábado
Bloco Morgenau    1x9    Ferroviário
[Rato 63; Aluizio 36 (contra), Afinho 09, 28, 51, Zé Carlos 25, 45'30, Juarez 75, 78, China 84]
28/12/1952 – Domingo
Atlético    3x3    Palestra Itália
04/01/1953 – Domingo
CAMA    4x1    Água Verde
[Rubio 1T (contra), Nestor 2T, Nede 2T, 2T; Valdomiro 1T]
Palestra Itália    3x2    Coritiba
[Lobato 56p, Bastinhos 64, Luiz Martins 90+2; Júlio 04 (contra), Neno 20]
11/01/1953 – Domingo
Água Verde    3x0    Britânia
[Jaci 24, Belmonte 2T, Ítalo 2Tp]
CAMA    7x1    Bloco Morgenau
[Ramon 15, 65, César 40, Taico 43, 75, 76, Nestor 85; Ataíde 70]
17/01/1953 – Sábado
Ferroviário    2x0    CAMA
18/01/1953 – Domingo
AE Jacarezinho    3x0    Cambaraense
Coritiba    4x1    Atlético
[Juve (contra), Renatinho(3)]
25/01/1953 – Domingo
Água Verde    2x2    Palestra Itália
01/02/1953 – Domingo
Cambaraense    3x4    Atlético
07/02/1953 – Sábado
Britânia    2x2    Ferroviário
08/02/1953 – Domingo
Coritiba    5x2    AE Jacarezinho
[Renatinho(3), Miltinho(2)]
21/02/1953 – Sábado
Palestra Itália    2x1    Cambaraense
[Fressato 2T, Mineirinho 35; Ortiz 50]
22/02/1953 – Domingo
AE Jacarezinho    6x0    Britânia
[Diogo(3), Bahia(2), Amarelinho]
Água Verde    2x6    Ferroviário
[Jaci, Cezar; Afinho(3), Juarez, China, Marcelino]
01/03/1953 – Domingo
CAMA    6x3    Britânia
Cambaraense    4x5    Coritiba
[Almir, Ivo, Miltinho, Renatinho(2)]
08/03/1953 – Domingo
Atlético    3x1    AE Jacarezinho
15/03/1953 – Domingo
Ferroviário    1x3    Coritiba
[Miltinho, Ivo, Almir] [Coritiba campeão]
22/03/1953 – Domingo
CAMA    2x2    Palestra Itália

Jogos Cancelados
Britânia    x    Cambaraense
Bloco Morgenau    x    Cambaraense
Bloco Morgenau    x    Água Verde
Bloco Morgenau    x    Atlético

Classificação Final
1º  Coritiba 29pts
2º  Palestra Itália 26pts
3º  Jacarezinho 24pts
4º  CAMA 22pts
5º  Ferroviário 21pts
6º  Atlético 15pts
Água Verde 15pts
8º  Britânia 10pts
9º  Cambaraense 8pts
10º Bloco Morgenau 2pts

Artilheiros
Afinho (Ferroviário), Taíco (CAMA) 20 gols

Estádios utilizados
Belfort Duarte, Curitiba/PR, Brasil
Joaquim Américo Guimarães, Curitiba/PR, Brasil
Durival Brito e Silva, Curitiba/PR, Brasil
Franklin Delano Roosevelt, Curitiba/PR, Brasil
Horácio Klabin, Telêmaco Borba/PR, Brasil (na época a cidade chamava-se Harmonia)
Pedro Vilela, Jacarezinho/PR, Brasil
Gustavo Nunes Diniz, Cambará/PR, Brasil

Torneio Início: Coritiba campeão
Fontes: Jornal “Paraná Esportivo”, Jornal “Diário da Tarde”

 

 

O Bloco Esportivo Morgenau foi exemplo vivo da grande dúvida que ronda os dirigentes de equipes amadoras que sonham em profissionalizar um clube: melhor ser o primeiro entre os últimos ou o último entre os primeiros? Porque na história do futebol paranaense, o tricolor do Cristo Rei (vermelho, preto e branco) foi exatamente isto. Disputando categorias inferiores na capital paranaense, o Morgenau foi tricampeão (1942, 43 e 44) entre os aspirantes; bicampeão (1949 e 1959) na categoria principal dos clubes da suburbana. No entanto, ser o primeiro já estava ficando cansativo.

Por isso, o tricolor fundado em 23 de maio de 1932, e que mandava seus jogos amadores no campo da Rua Guarani (hoje Avenida Senador Souza Naves, sede da Sociedade Morgenau e à época conhecido como estádio Moysés Lupion) concluiu que chegara a hora de alçar voos mais altos e entrar no meio das feras (os times profissionais) e impor respeito. A entrada da nova equipe coincidiu com o fim das atividades futebolísticas da Sociedade União Juventus, do Batel, fundada em 3 de maio de 1898 – tradicional clube no futebol desde os anos 1930 e que tirou o time de campo para se dedicar às obras de sua sede social.

 Quanto ao Bloco Morgenau, logo de cara ele percebeu que a investida na divisão de elite não seria um sonho. Na realidade, foi um pesadelo. Desde o começo o time se transformou num alvo fácil de ser batido, principalmente por sua base amadora. Perdia quase sempre e não era de pouco. Uma vocação que durou toda a sua história na divisão especial. E que, por ironia ou não, rendeu o apelido de “time simpático”.

Em sua primeira temporada no profissionalismo, em 1951, o time terminou em penúltimo na tabela da Zona Sul, atrás apenas do Britânia, que começava a decair. A estreia foi até boa – perdeu em maio só de 1 x 0 para o Coritiba. Porém, a última partida mostrou a vocação para levar goleada: foi derrotado em dezembro de 5 x 0 para o Água Verde. Nos dois anos seguintes (1953 e 1954), o Bloco Morgenau ficou em último.

Estes três primeiros anos deram o tom das campanhas do clube na divisão especial. Em 1955, o time deu uma melhorada: foi antepenúltimo. Mas no ano seguinte voltou ao penúltimo lugar, para, em 1958, ir de novo para o último lugar. No ano seguinte, ficou de novo em penúltimo. Posição que manteve em 1960, 1961 e 1962.

Em 1963, o clube melhorou uma posição e em 1964 foi o oitavo.

Depois desta sequência, o Bloco Morgenau achou bom não abusar da sorte e tirou o time de campo. Sua última partida foi disputada no dia 1.º de agosto de 1964 no estádio Joaquim Américo, contra o Atlético. Perdeu por 2 x 0.

Festa de gols

De acordo com o radialista José Domingos Borges Teixeira, o Bloco Morgenau, apesar de sua coleção de últimos e penúltimos lugares, tinha o apelido de “clube simpático”. Motivo: todo mundo adorava torcer para o tricolor, porque a moçada jogava na base do amor – era o espírito esportivo aplicado em sua plenitude, onde o importante é competir.

Às vezes, o Bloco Morgenau tinha por hábito surpreender os grandes times. Surpreender, no caso, era arrancar um empate inesperado. Mas na maioria dos jogos, o resultado terminava em goleada. A maior delas foi aplicada pelo Coxa, no dia 21 de junho de 1952: 11 x 0 no 1.º turno. O Bloco Morgenau figura na história do Coritiba como o time com o qual o Alviverde alcançou a maior média de gols: 3,68 por partida.

 

FONTES: Paraná Esportivo – Tribuna Paraná 

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

FONTE: Paraná Esportivo 

 

FONTE: Lusitânia 

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

 

FONTE: Paraná Esportivo

 

Cachoeira Futebol Clube (acima o raro escudo do clube em 1926) é uma agremiação do município de Cachoeira do Sul (RS). Fundado no dia 24 de fevereiro de 1914, na residência do estudante Henrique Müller Barros, que mais tarde se tornaria médico no município.

No currículo, o Cachoeira possui 11 títulos da zona centro do estado, em 1944, 1948, 1951, 1955, 1959, 1962, 1963, 1969, 1971, 1973 e 1975. Das 11 conquistas, sete foram longe do Estádio Joaquim Vidal. Sagrou-se duas vezes vice-campeão do interior e terceiro colocado no Campeonato Gaúcho, em 1944 e 1948. Sua maior conquista foi em 2001, ao sagrar-se campeão da Terceira Divisão do Campeonato Gaúcho.

1914 - Primeira formação do Cachoeira F.C.

Entre altos…

Em 1965 o Cachoeira F.C. desbancou o Grêmio, que era tricampeão gaúcho. Em 1972 o Inter, que era tricampeão gaúcho, acabou sendo surpreendido e perdeu por 1 a 0.

Baixos

Uma década depois, em 1982, após ser derrotado pelo Farroupilha por 4 a 2, em Pelotas, a diretoria do Cachoeira, desiludida decidiu encerrar as suas atividades.  Após 17 anos longe dos gramados, o Cachoeira voltou as atividades em 1999.

 

FONTE: Blog Relíquias do Futebol

FOTO: Grande Álbum de Cachoeira – de Benjamin Camozato, em 1922

 

Colaborou:  Rosélio Basei

FONTE: Mercado Livre 

 

Colaborou: Rosélio Basei

FONTE: Mercado Livre

 

FONTE: Beira-Mar

 

FONTE: Beira-Mar

 

FONTE: Lusitânia 

 

CAMPEONATO POTIGUAR FEMININO 2017

 

Rodada

Data

jogo

1

07.05.2017 Alecrim

2

x

1

Globo

1

07.05.2017 União

5

x

0

Cruzeiro

2

14.05.2017 Parnamirim

0

x

4

Cruzeiro

2

14.05.2017 Alecrim

0

x

5

União

3

21.05.2017 Globo FC

0

x

12

União

3

21.05.2017 Parnamirim

1

x

1

Alecrim

4

28.05.2017 Cruzeiro

8

x

1

Alecrim

4

28.05.2017 Globo FC

1

x

7

Parnamirim

5

04.06.2017 União

5

x

0

Parnamirim

5

04.06.2017 Cruzeiro

10

x

0

Globo FC

6

11.06.2017 Cruzeiro

1

x

0

União

6

11.06.2017 Globo FC

0

x

4

Alecrim

7

18.06.2017 União

11

x

1

Alecrim

7

18.06.2017 Cruzeiro

4

x

1

Parnamirim

8

25.06.2017 Alecrim

2

x

5

Parnamirim

8

25.06.2017 União

5

x

0

Globo FC

9

02.07.2017 Parnamirim

8

x

0

Globo FC

9

02.07.2017 Alecrim

0

x

4

Cruzeiro

10

09.07.2017 Globo FC

0

x

14

Cruzeiro

10

09.07.2017 Parnamirim

0

x

4

União

 

CLASSIFICAÇÃO

P

J

V

E

D

GP

GC

SG

%

União de Extremoz

21

8

7

0

1

47

2

45

87.5

Cruzeiro de Macaíba

21

8

7

0

1

45

7

38

87.5

Parnamirim Sport Clube de Parnamirim

10

8

3

1

4

22

21

1

41.7

Alecrim de Natal

7

8

2

1

5

11

35

-24

29.2

Globo de Ceara Mirim

0

8

0

0

8

2

62

-60

0

 

União de Extremoz bi campeão e classificado para Copa do Brasil

 

 

Não houve bola, jogadores ou mesmo um árbitro na maior batalha já travada no ginásio Colombo Salles. Na noite de 17 de março de 1978, centenas de torcedores do Comerciário sentaram-se no concreto frio das arquibancadas para acompanhar de perto a reunião do Conselho Deliberativo do clube. Dentro da quadra, seguiam-se discussões acaloradas entre quase 80 dos 120 sócios patrimoniais. Eles se preparavam para votar uma controversa proposta do presidente Antenor Angeloni: a mudança de nome do Bacharel. Se aprovada, o Comerciário passaria a ser conhecido como Criciúma daquela noite em diante. “Deu briga na arquibancada. O pau pegou”, recorda-se Osvaldo de Souza, vice-presidente naquela ocasião.

Osvaldo, aliás, fazia campanha aberta contra a mudança de nome por considerá-la desnecessária, uma vez que todos os demais clubes da região haviam fechado as portas de seus departamentos de futebol profissional. Na hora do pleito estavam aptos a votar 62 associados, cujas mensalidades estavam em dia. Os favoráveis à mudança para Criciúma Esporte Clube venceram por 37 a 25. Carlos Borba, fundador do clube, garante que o novo nome foi escolhido atendendo a uma exigência da Prefeitura Municipal, que em troca ofereceria isenção fiscal. Num artigo publicado em um jornal local, Carlos afirmava com veemência que o novo Criciúma não poderia utilizar mais os títulos de “mais querido” ou “bacharel da pelota”, nem chamar o estádio Heriberto Hülse de Majestoso.

Osvaldo não concorda com a versão da insenção fiscal. “O (presidente) Antenor era um comercialino doente mas um cara muito avançado. Ele achou que esta seria a solução. Juntava os torcedores todos dos adversários (que fecharam as portas) e saía um time com força”. Além disso, o grupo derrotado na votação teve duas exigências atendidas: a data de fundação e o nome do estádio (Heriberto Hülse) foram preservados. Muitos decanos do Comerciário, porém, nunca mais colocaram os pés no clube. O próprio Osvaldo, participante da leva dos fundadores, precisou de mais de um ano para digerir a mudança. Começava a Era Criciúma.

A bandeira do novíssimo Criciúma Esporte Clube, já utilizando o novo escudo provisório. O definitivo só seria aprovado em 1984. O primeiro mascote sugerido depois da mudança de nome do clube do estádio Heriberto Hülse.

Os anos 70 foram uma década perdida para o futebol criciumense. Se na década passada a cidade havia conquistado cinco títulos estaduais (quatro do Metropol e um do Comerciário), entre 70 e 75, apenas o Próspera manteve, a duras penas, um time profissional disputando o catarinense. Neste período, o Comerciário dispunha de um modesto time amador. Em setembro de 1976, Osvaldo de Souza, comercialino doente desde 1947, juntou em torno de si um grupo de amigos, e reabriu o departamento de futebol profissional do Bacharel. Dia 7 de fevereiro de 77 ele assumiu a presidência do clube e montou um time qualificado para o retorno às disputas o campeonato catarinense. “Nós segurávamos a folha de pagamento com rifa e bingo”, lembra Osvaldo. Quando ampliavam-se as arquibancadas do estádio, surgiu a ideia de construir um restaurante. Ali correram vários fuscas em premiações para convivas dos jantares organizados pelo clube. No primeiro ano de regresso o Comerciário chegou à fase final do Estadual. Foi desclassificado pelo Avaí, no Heriberto Hülse, depois de perder 1 a 0. Infelizmente, o gol que classificou o time da Capital foi marcado por Lorival, ex-Atlético Operário, bronca antiga dos dirigentes do Bacharel. “O goleiro deu um balão no tiro de meta e caiu no pé do Lorival. Ele não esperou, deu por cobertura e fez 1 a 0”, lembra Osvaldo. A Chapecoense sagraria-se campeã naquele ano.

Fonte: Jornal da Manhã

 

O Lestinho Futebol Clube, do bairro da Água Rasa, Zona Leste da cidade de São Paulo, foi fundado na data de 1º de novembro de 1945.

Seus fundadores foram Dézio Guerra, José Preto, Antonio Guerra, José Pinheiro (Gariba), Albino Burion, José Ribeiro Miguel e Renaldo Esteves da Silva.

O Lestinho jogava no campo de futebol situado atrás do Cemitério Quarta Parada, onde também atuavam o Leste, o Leão do Norte, o Toledo Barbosa e o Redenção.

Sua sede fica na Rua Florindo Brás, número 56.

O Lestinho Futebol Clube, na foto de Campeão invicto do Torneio Varzeano de 1958, no Estádio do Pacaembu. Em pé: Mané (massagista), Soneca, Cascão, Cueca, Alcides, Edgar, Pascoal e Singilo (técnico); agachados: Nico Preto, Euclides, Mané, Paulinho e Nelsinho.

A equipe vice-campeã foi a S.E.R. 7 de Setembro, do bairro Freguesia do Ó

Fontes: Gazeta do Tatuapé, álbum de figurinhas “Varzeana Paulista” dos anos 50/60, meu acervo e o historiador Waldevir Bernardo (Vie).

 

FONTE: Paraná Esportivo

 
Participantes:
América Esporte Clube
Fortaleza Futebol Clube
Imperial Futebol Clube
Independência Futebol Clube
Rio Branco Football Club
Ypiranga Esporte Clube

 

 Data: 02/07/1950
Local: Estádio José de Melo

 

Rio Branco 4 x 0 América
Árbitro: Capitão Braga (Fortaleza F.C.)
Gols: Arigó (2), Dudu e Orsete
Rio Branco: Guedes, Jaime, Orsete, Adalberto, Edmundo, Valdo, Dudu, Edson, Arigó, Reinaldo e Elinio.
América: Fernandes, Aloizio, Vidal, Sabiá, Carioca, Caetano, Rivaldo, Elias, Osmede, Valdé e Pires.

 

Independência 1 x 0 Ypiranga
Árbitro: Sr. Queiroz (Imperial F.C.)
Gol: Paulo
Independência: Tinoco, Bararú, Souza, Ferreira, Leão, Gago, Paulo, Durval, Moreira, Onofre e Cleomenes.
Ypiranga: Barbosa, Sombra, Gilmar, Curitiba, Veado, Osvaldo, Vital, Passarinho, Cloter, Bacurau e Zelito.

 

Imperial 2 x 0 Fortaleza
Árbitro: Walter Felix
Gols: Borracha e Felix
Imperial: Assis, Almeida, Hildebrando, Calixto, Olavo, Barata, Felix, Souza, Gomes e Borracha.
Fortaleza: Mossoró, Popó, Rocha, Graça, Julio, Tina, Walter, Andrade, Piculino, Railton e Rubens.
Obs: O Imperial jogou com 10 atletas

 

Rio Branco 1 x 0 Independência
Árbitro: Sr. Waldemar (América E.C.)
Gol: Elinio
Rio Branco: Guedes, Jaime, Orsete, Adalberto, Edmundo, Valdo, Elinio, Edson, Arigó, Reinaldo e Dudu.
Independência: Tinoco, Bararú, Souza, Gomes, Leão, Gago, Paulo, Ferreira, Moreira, Onofre e Cleomenes.

 

Rio Branco 3 x 0 Imperial
Árbitro: Cap. Milton Braga (Fortaleza F.C.)
Gols: Arigó (2) e Dudu
Rio Branco: Guedes, Jaime, Orsete, Adalberto, Edmundo, Valdo, Elinio, Edson, Arigó, Reinaldo e Dudu.
Imperial: Assis, Almeida, Hildebrando, Calixto, Olavo, Barata, Sérgio, Borracha, Felix e Valdemar.
Obs: O Imperial jogou com 10 atletas

 

Com estes resultados o Rio Branco Sagrou-se campeão do Torneio Inicio de 1950, recebendo o Troféu Major Isidoro da Cunha Pereira

 

 Fonte: Jornal O Acre
 

FOTO: Holland, S. H.  

 

O Meridional Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Clube da Camiseta Verde’ foi Fundado na quarta-feira, do dia 14 de Dezembro de 1921, por um grupo de desportistas, tendo a sua frente o ilustre General Tristão de Alencar, Abel Nunes, Raphael Rossi, entre outros.

A sua Sede ficava localizado na Rua Constante Ramos, s/n, no Bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O mando de campo não tinha um local fixo. Ora jogava no campo da Rua Dias Ferreira, s/n, no Bairro do Leblon (propriedade do Oceano Football Club), ora no campo de General Severiano, de propriedade do Botafogo Football Club (atual Botafogo de Futebol e Regatas).

Entre 1921 a 1927, o Meridional participou do Campeonato da Federação Brasileira de Esportes (FBEA). Em setembro de 1928, se filiou a AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos).

Time de 1923: Manequinho; Dantas e Gallo; Soda, Lima e Zoron; Jayme, Rogerio, Galdino, Rolla e Affonso.

Time de 1924: Armação (Annibal); Vianna (João) e Dantas; Procópio, Cascardo e Euclydes; Pará (Lolico), Carvalho (Cabral), Careca (Janafa), Zoror (Jovita) e Agostinho.

 

FONTE:Beira-Mar: Copacabana, Ipanema, Leme (RJ)’

 

 
1989

 

A segundona gaúcha de 1988 possivelmente foi a mais disputada de todos os tempos: 36 equipes lutaram por duas vagas ao Gauchão. O Glória venceu as fases iniciais e apoiado em uma perfeita aliança entre clube, torcida, empresariado e poder público, partiu para a disputa do octogonal final como favorito. A largada, porém, foi preocupante, e a perspectiva do adiamento do sonho por mais um ano começava a tornar-se uma realidade.

Foi quando a direção contratou o técnico Daltro Menezes. Experiente e folclórico, o “Gordinho” deu ao time a confiança necessária para a vitória, que veio de forma definitiva na tarde de 27.11.1988, quando a cidade parou para ver o Glória golear o Ypiranga por 3 a 0 e conquistar o título da Divisão Especial de 1988. Durante o octogonal, o time-base teve: Gasperin; Betão, Chimbica, Chicão e Francisco; Alemão, Plein, Hélder e Edmundo; Zé Carlos e Marcos Toloco.

O grupo campeão da Divisão Especial de 1988. Acima, da esq. para a dir.: Zé Roberto, Zé Moraes, Renato Lima, Chimbica, Didier, Cigano, Gasperin, Luiz Carlos e César “Vaquinha”. Em pé: Beto Almeida (Aux. Técnico), Daltro Menezes (Técnico), Ricardo, Herman, não identificado, Zé Carlos II, Plein, Chiquinho, Zé Carlos, Marcos Toloco, Élder, não identificado, Betão e Antônio Soares dos Santos (Dir. Administrativo). Agachados/sentados: Chimia, Nestor (Massagista), Edmundo, Chicão, Jorginho, Faller, Élton, Francisco, Áureo e Edu Chaves (Supervisor).

Com a vaga assegurada, era necessário preparar-se para a estréia na elite. Manteve-se Daltro Menezes e reforços foram trazidos. A expectativa era imensa, mas a equipe correspondeu ao que dela se esperava: o Rio Grande conheceu o estilo Glória de jogar futebol, feito de muita determinação e espírito de grupo, mesclando a experiência do veterano Gasperin com a raça do jovem atacante Zé Cláudio e com a qualidade de Branco e Edmundo, um dos remanescentes de 1988. Foram dias de Glória! O reconhecimento nacional veio rápido: a revista Placar, na edição 981, dedicava duas páginas à excelente campanha do time no campeonato gaúcho.

O grupo 4º colocado no Gauchão de 1989. Em pé, da esq. para a dir.: Zé Roberto, Paulão, Garcia, Paulo Santos, Vladimir, Didier, Edmundo, Gasperin, Zé Cláudio, Gilberto, Ricardo, Daltro Menezes (Técnico), Hamilton (Prep. Físico), Josimar Pilar (Dir. de Futebol), Alexandre Pilar e Antônio Soares dos Santos (Dir. Administrativo). Ajoelhados: Francisco, Zé Carlos, Áureo, Juarez, Rubinho, não identificado e Edmílson. Sentados/agachados: Jorginho, Branco, Jair, Élder, Chimbica, Edu Chaves (Supervisor) e Nestor (Massagista).

As Partidas memoráveis foram disputadas, como o Internacional X Glória de 09.03.1989, quando os vacarienses encurralaram o adversário em seu próprio terreno e só não saíram vencedores devido à má-arbitragem. Ou como o Glória X Grêmio de 30.04.1989, em Vacaria. Naquele dia, um Grêmio em crise subiu a Serra com a obrigação de vencer, sob pena de eliminação. Em um duelo dramático e tumultuado, o tricolor arrancou suados 2 a 1, no jogo que ficou conhecido como “A Guerra de Vacaria”.

Após um começo empolgante do “Leão”, valeram a experiência e a tradição das outras equipes. Bravamente, o Glória terminou o campeonato no 4º lugar, feito notável para um estreante. Time-base durante o Gauchão, e o melhor da História do clube: Gasperin; Paulão, Vladimir, Juarez e Francisco; Edmílson, Jair, Branco e Edmundo; Geraldo e Zé Cláudio. Campanha: 26 jogos, 7 vitórias, 13 empates e 6 derrotas, 27 gols a favor e 26 gols contra.

O bom resultado no estadual valeu o convite para disputar a Divisão Especial brasileira, mas a equipe foi eliminada na primeira fase. A irregularidade refletia a perda de jogadores importantes: Gasperin encerrara a carreira, enquanto Branco, Edmundo e Zé Cláudio deixaram Vacaria. De qualquer forma, o discreto 34º lugar entre as 96 equipes da segundona brasileira representou a primeira experiência do time vacariense em competições nacionais.

FONTES: Revista Placar e site do G.E. Glória de Vacaria.

 
Para a Semana da Patria a Federação Acreana de Desportos organizou um torneio com a participação de clubes do Acre, Amazonas e Rondônia. Todos jogaram contra todos entre os dias 03 e 09 de setembro:

 

Participante:
 Acre: Atlético, Independência e Rio Branco
Amazonas: Fast Clube
Rondônia: Flamengo

 

 Os jogos:

 

As partidas foram disputadas no Estádio José de Melo

 

Independência 3 x 1 Rio Branco
Data: 03/09/1959
Árbitro: Eduardo Lima
Gols: Léo (2) e Airton (Independência) e Trinta e Um (Rio Branco)

 

Fast 2 x 2 Flamengo (RO)
Data: 03/09/1959
Árbitro: Cezar Pontes
Gols: Wilson (contra) e Hugo (Fast); Bolô e Waldir (Flamengo)

 

Fast 4 x 1 Rio Branco
Data: 05/09/1959
Árbitro: Eduardo Lima
Gols: Português (2), Hugo e Dadá (Fast); Tião (Rio Branco)

 

Atlético 1 x 1 Independência
Data: 05/09/1959
Árbitro: Eduardo Lima
Gols: Roberto (Atlético); Gilito (Independência)

 

Flamengo 6 x 2 Rio Branco
Data: 06/09/1959
Árbitro: Anibal Tinoco
Gols: Mundinho (3), Juqinha (2) e Nezio (Flamengo; Trinta e Um e Touca (Rio Branco)

 

Atlético 3 x 1 Fast Clube
Data: 06/09/1959
Árbitro: Eduardo Lima
Gols: Moisés (2) e Roberto (Atlético); Português (Fast)

 

Atlético 1 x 1 Flamengo
Data: 07/09/1959
Árbitro: Israel Cavalcante
Gols: Moisés (Atlético); Bolô (Flamengo)

 

Independência 1 x 1 Fast Clube
Data: 07/09/1959
Árbitro: Walter Felix
Gols: Airton (Independência); Hugo (Fast)

 

Atlético 2 x 0 Rio Branco
Data: 09/09/1959
Árbitro: Walter Felix
Gols: Moisés e Roberto

 

Independência 3 x 1 Flamengo
Data: 09/09/1959
Árbitro: Walter Felix
Gols: Gilito, Zé Cláudio e Airton (Independência); Waldir (Flamengo)

 

Colocação dos Clubes
J
V
E
D
GP
GC
PTS
Independência
4
2
2
0
8
4
6
Atlético
4
2
2
0
7
3
6
Flamengo
4
1
2
1
10
8
4
Fast
4
1
2
1
8
7
4
Rio Branco
4
0
0
4
4
15
0
 Apesar de Independência e Atlético terem terminado o Torneio em primeiro lugar, não foi mencionado nada sobre quem foi o campeão.
 
 
Fonte: Jornal O Acre
 
CLUBE SEDE BAIRRO ESTÁDIO DIVISÃO
AFONSO PENA ESPORTE CLUBE RUA LAGUNA BUCAREIN NÃO POSSUIA 2a.
AMÉRICA FUTEBOL CLUBE RUA DUQUE DE CAXIAS (ATUAL DR. JOÃO COLIN) ZONA NORTE (ATUAL BAIRRO AMÉRICA) ‘AMERICANO’ 1a.
AVENTUREIRO ESPORTE CLUBE FINAL DA RUA IRIRIÚ (ATUAL TUIUTI) IRIRIÚ (ATUAL AVENTUREIRO) ‘CAMPO DO AVENTUREIRO’ 3a.
AVIAÇÃO FUTEBOL CLUBE AEROPORTO CUBATÃO ‘CAMPO DO AVIAÇÃO’ 3a.
BOA VISTA ESPORTE CLUBE RUA AUBÉ BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 2a.
CAXIAS FUTEBOL CLUBE RUA CORONEL FRANCISCO GOMES BUCAREIN ERNESTO SCHLEMM SOBRINHO 1a.
CLUBE ATLÉTICO OPERÁRIO RUA DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA ATUAL BAIRRO ANITA GARIBALDI DO SÃO LUIZ A.C. (ALUGADO) 1a.
COMETA ESPORTE CLUBE RUA IRIRIÚ IRIRIÚ ‘CAMPO DO COMETA’ 2a.
ESTIVA ESPORTE CLUBE SINDICATO DOS ESTIVADORES BUCAREIN NÃO POSSUIA 2a.
ESTRELA ESPORTE CLUBE RUA DONA FRANCISCA VILA BAUMER ‘CAMPO DO ESTRELA’ 3a.
FLORESTA FUTEBOL CLUBE VILA ELY – RUA SANTA CATARINA KM2 SANTA CATARINA (ATUAL FLORESTA) ALFREDO SOARES 2a.
GLÓRIA FUTEBOL CLUBE ALTO DA RUA XV DE NOVEMBRO ATUAL BAIRRO GLÓRIA PAULO EICHOLZ 2a.
JUVENTUS FUTEBOL CLUBE RUA GUAXANDUVA (ATUAL RUA IRIRIÚ) GUAXANDUVA (ATUAL IRIRIÚ) HERMÓGENES DE BRITTO 3a.
OLÍMPICO FUTEBOL CLUBE ALTO DA RUA XV DE NOVEMBRO ATUAL BAIRRO GLÓRIA DO GLÓRIA F.C. (ALUGADO) 3a.
SANTOS FUTEBOL CLUBE RUA CORONEL FRANCISCO GOMES – ‘AVENIDA CUBAS’ BUCAREIN ‘CAMPO DO SANTOS’ 3a.
SÃO LUIZ ATLÉTICO CLUBE AVENIDA GETULIO VARGAS ATUAL BAIRRO ANITA GARIBALDI WALDEMAR KOENTOPP 1a.
SOCIEDADE ESPORTIVA ADHEMAR GARCIA RUA AUBÉ BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 2a.
SULISTA FUTEBOL CLUBE RUA GUANABARA GUANABARA ‘CAMPO DO SULISTA’ 3a.
UNIÃO BOA VISTA FUTEBOL CLUBE RUA AUBÉ ESQUINA COM BARBALHO BOA VISTA ‘CAMPO DO BAIRRO BOA VISTA’ 3a.

 

fonte: A Noticia.

 

 

FONTE: Vida Doméstica, Revista do Lar e da Mulher 

 

FONTE: Vida Doméstica, Revista do Lar e da Mulher 

 

Pesquisando as novidades da Biblioteca Nacional, encontrei 178 folhas referentes a cerca de 80 Súmulas de jogos de futebol realizados entre clubes, combinados e seleções entre 1906 a 1914. Esse material está disponibilizado em PDF, no link abaixo.

Dentre elas há súmula do primeiro jogo realizado pela Seleção Brasileira contra a Exeter City da Inglaterra, no Estádio do Fluminense. Essa partida foi realizada no dia 21 de Julho de 1914. Esse material foi obtido doação do ex-goleiro da Seleção Brasileira, Marcos Carneiro de Mendonça.

Link: mss1352148.pdf

 

FONTES: Marcos Carneiro de Mendonça – Biblioteca Nacional

 

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